Universidade Estadual de Londrina CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O EXERCÍCIO AERÓBIO NA REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL EM ADULTOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA Arthur Henrique Miura Guilherme Thimóteo da Silva LONDRINA – PARANÁ 2008 ii ARTHUR HENRIQUE MIURA GUILHERME THIMÓTEO DA SILVA O EXERCÍCIO AERÓBIO NA REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL EM ADULTOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Bacharelado em Educação Física do Centro de Educação Física e Esporte da Universidade Estadual de Londrina, como requisito parcial para sua conclusão COMISSÃO EXAMINADORA ______________________________________ Prof. Ms. Catiana Leila Possamai Universidade Estadual de Londrina ______________________________________ Prof. Ddo. Marcelo Romanzini Universidade Estadual de Londrina ______________________________________ Prof. Ms. Mathias Roberto Loch Universidade Estadual de Londrina Londrina, 22 de novembro de 2008. iii AGRADECIMENTOS DO ARTHUR A minha Prof. Ms. Catiana Leila Possamai, braço amigo de todas as etapas deste trabalho. A minha família, pela confiança e motivação. A minha noiva Tatianne pela compreensão e incentivo. Aos amigos e colegas, pela força e pela vibração em relação a esta jornada. Aos professores do curso, pois juntos trilhamos uma etapa importante de nossas vidas. Aos profissionais com quem realizamos estágios, pela concessão de informações valiosas para a realização deste estudo. A todos que, com boa intenção, colaboraram para a realização e finalização deste trabalho. Aos que não impediram a finalização deste estudo. iv SUMÁRIO PÁGINA TÍTULO ................................................................................................ 1 RESUMO............................................................................................................ 2 1. INTRODUÇÃO ............................................................................................... 4 2. MATERIAL E MÉTODOS ............................................................................... 6 2.1 Caracterização do estudo ......................................................................... 6 2.2 Procedimentos para a coleta dos dados ................................................... 6 3. DISCUSSÃO .................................................................................................. 8 3.1 Efeito Agudo do Exercício Aeróbio ......................................................... 11 3.2 Efeito Crônico do Exercício Aeróbio ....................................................... 15 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................... 21 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................. 23 1 PÁGINA TÍTULO Artigo de Revisão formatado de acordo com as normas da Revista Brasileira de Educação Física Título: O exercício aeróbio na regulação da pressão arterial: uma revisão de literatura Nome dos autores e instituição: Arthur Henrique Miura - Universidade Estadual de Londrina Guilherme Thimóteo da Silva - Universidade Estadual de Londrina Endereço para correspondência: Rua: Amador Bueno, 367 apto. 304 Londrina/PR Av. São Paulo, 181 Londrina/PR 2 O EXERCÍCIO AERÓBIO NA REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL: UMA REVISÃO DE LITERATURA RESUMO Sabe-se que a prática do exercício físico realizada de forma sistemática contribui para redução da pressão arterial tanto de forma crônica quanto de forma aguda, e que por sua vez pode proporcionar para os indivíduos maior qualidade de vida. Assim o objetivo foi identificar, por meio de uma revisão de literatura nacional, quais são os efeitos agudos ou crônicos do exercício aeróbio na redução dos níveis de pressão arterial em indivíduos adultos. Para a realização deste estudo, utilizou-se uma revisão de literatura e uma revisão sistemática na Base de Dados SCIELO Brasil, investigando os artigos da temática em duas revistas científicas. Para proceder à busca dos artigos, utilizaram-se as seguintes palavras-chave: exercício físico ou exercícios; pressão arterial ou hipertensão e; hipotensão, solicitadas no campo “palavras do título”. Foram excluídos da análise final dos artigos, aqueles que se encontravam fora da temática investigada, que tratavam especificamente das respostas obtidas com a aplicação de exercícios resistidos, que utilizavam uma população diferente da adulta e aqueles que fizeram revisão de literatura. Assim, no total, foram analisados sete artigos, sendo três deles da Revista Brasileira de Medicina do Esporte e quatro deles dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Dessa forma, através da análise dos artigos obtidos, observou-se que o exercício aeróbio reduz a pressão arterial de hipertensos após uma única sessão (efeito agudo), mas para que essa redução tenha continuidade e se torne clinicamente importante, o exercício aeróbio dever ser praticado regularmente (efeito crônico) para que os benefícios possam perdurar por longo tempo. Palavras-chave: Exercício Físico, Pressão Arterial, Hipertensão, Hipotensão 3 THE AEROBIC EXERCISE IN THE REGULATION OF BLOOD PRESSURE: A REVIEW OF LITERATURE ABSTRACT It is known that the practice of physical exercises performed in a systematic way contributes to reducing blood pressure in both the chronic form of acute form, which in turn can provide for individuals higher quality of life. So the goal was to identify, through a review of national literature, which are acute and chronic effects of aerobic exercise in reducing levels of blood pressure in adults. For this study, it was used a literature review and a systematic review in the Database SCIELO Brazil, investigating the issue in two articles in scientific journals. To search for items, use the following keywords: physical activity or exercise, and blood pressure or hypertension, hypotension, required by the "words of the title." Were excluded from the final analysis of articles, those that were the subjects investigated, that dealt specifically with the responses obtained with the implementation of resistance exercises, which used a different population of adult and those who did review of the literature. Thus, in total, were analyzed seven articles, three of them of the Brazilian Journal of Sports Medicine and four Brazilians of Archives of Surgery. Thus, by analyzing the articles obtained, it was observed that the aerobic exercise reduces blood pressure in hypertensive patients after a single session (acute effect), but that this reduction has continued and become clinically important, the aerobic exercise should be practiced regularly (chronic effect) so that the benefits may persist for a long time. Key-words: Physical Exercise, Blood Pressure, Hypertension, Hypotension. 4 1. INTRODUÇÃO Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão (2006), é considerado hipertenso o indivíduo adulto que apresenta os seus níveis pressóricos em valores iguais ou superiores a 140 mmHg para a pressão arterial sistólica e/ou 90 mmHg para a pressão arterial diastólica. As alternativas viáveis para o tratamento da hipertensão perpassam pelo tratamento medicamentoso à adoção de um estilo de vida mais saudável. Entre as medidas não-farmacológicas para o tratamento da hipertensão arterial, a prática regular de exercícios físicos vem sendo indicada por profissionais da saúde como uma das maneiras efetivas para reduzir os níveis de pressão arterial (LATERZA, RONDON & NEGRÃO, 2007). A hipertensão é uma doença que ocorre de forma assintomática, tornando-se um importante fator de mortalidade cardiovascular (CHOBANIAN et. al. apud HADDAD, SILVA, BARRETTO & FERRARETTO, 1997), e que no Brasil é um dos problemas de saúde pública de maior prevalência na população (CHOBANIAN et. al. apud CUNHA, RIOS, SANTOS, MORENO, BRAGA, CAMPBELL, SIMÕES & DENADAI, 2006). E baseando-se ainda na Sociedade Brasileira de Hipertensão (2006) dentre os fatores de risco para a mortalidade cardiovascular, a hipertensão arterial chega a explicar 40% das mortes por acidente vascular, e cerca de 25% das mortes por doença arterial coronariana. 5 O rápido desenvolvimento da arteriosclerose, a morbidez elevada, o aumento do consumo de oxigênio do miocárdio em repouso e as alterações celulares nos vasos sangüíneos e no coração são características da hipertensão arterial (GUEDES & GUEDES, 1995). Segundo Chobanian et. al. apud Laterza et. al. (2007), tem sido estabelecida a associação da hipertensão arterial como um dos importantes deflagradores para o desenvolvimento da insuficiência renal e da doença arterial periférica. 6 2. MATERIAL E MÉTODOS 2.1 Caracterização do estudo O presente trabalho consistiu na realização de uma revisão de literatura, que segundo Thomas, Nelson e Silverman (2007) envolve uma revisão sobre determinado tópico. Citam também que é preciso que os autores conheçam bem a literatura disponível, envolvendo as etapas de análise, avaliação e integração da literatura pesquisada, levando, com freqüência, a importantes conclusões sobre descobertas de pesquisas feitas até aquele momento. É importante ressaltar o viés de publicação que ocorre com os estudos publicados, no que diz respeito à validade dos estudos. 2.2 Procedimentos para a coleta dos dados Realizou-se uma revisão sistemática na Base de Dados SCIELO Brasil, disponível no endereço eletrônico http://www.scielo.br. De modo a localizar artigos sobre a temática investigada na literatura nacional, optou-se em selecionar duas Revistas Científicas para realizar esta busca: a “Revista Brasileira de Medicina do Esporte” e a revista “Arquivos Brasileiros de Cardiologia”. Para proceder à busca dos artigos, utilizou-se as seguintes palavraschave: exercício físico ou exercícios; pressão arterial ou hipertensão e; 7 hipotensão. Ambas as palavras-chave foram solicitadas no campo “palavras do título”. Optou-se em utilizar este campo, uma vez que observou-se que quando o campo “assunto” era utilizado, muitos artigos ficavam distantes da temática que se objetivou pesquisar. A busca dos artigos foi realizada no mês de agosto de 2008 e foram localizados 32 artigos na Revista Brasileira de Medicina do Esporte (ANEXO 01) e 78 nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia (ANEXO 02). Foram excluídos da análise final dos artigos, aqueles que se encontravam fora da temática investigada, que tratavam especificamente das respostas obtidas com a aplicação de exercícios resistidos, que utilizavam uma população diferente da adulta e aqueles que fizeram revisão de literatura. Assim, foram analisados sete artigos, sendo três deles da Revista Brasileira de Medicina do Esporte e quatro deles dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 8 3. DISCUSSÃO Desses estudos três investigaram os efeitos agudos do exercício aeróbio em hipertensos e quatro sobre os efeitos crônicos do exercício aeróbio em hipertensos. Quanto a algumas características dos estudos verificou-se que dois utilizaram programas de exercícios não-supervisionados e um utilizou um programa de exercícios não-supervisionados e também comunitário. Dois continham em sua amostra populacional indivíduos normotensos, e quatro não apresentavam grupo controle. Dos estudos que avaliaram o efeito agudo do exercício aeróbio com hipertensos, dois destacaram a hipotensão pós-exercício. Os exercícios físicos que visam melhorar ou realizar a manutenção da resistência cardiorrespiratoria são denominados de exercícios aeróbios e, de forma bastante peculiar, são identificados por esforços de média a longa duração e de intensidade moderada que envolva grandes grupos musculares e com um ritmo contínuo (GUEDES et. al., 1995). 9 10 11 3.1 Efeito Agudo do Exercício Aeróbio Os ajustes internos que ocorrem nos indivíduos durante e/ou nos momentos após a realização dos exercícios aeróbios são chamados respostas fisiológicas ou efeito agudo do exercício. Cita-se como exemplo, o aumento da freqüência cardíaca e a elevação da pressão sangüínea que acompanham os exercícios de baixa a moderada intensidade (GUEDES et. al., 1995). Os efeitos agudos, denominados respostas fisiológicas, são alterações bruscas e provisórias das funções orgânicas ocasionadas pelo exercício, ocorrendo logo após a realização do exercício físico. Podem ser caracterizada pela elevação da freqüência cardíaca, da ventilação pulmonar e sudorese, redução dos níveis tensionais, especialmente nos hipertensos, na expansão do volume plasmático, na melhora da função endotelial o e aumento da sensibilidade insulínica na musculatura esquelética (NIEMAN, 1999). O exercício agudo pode resultar em hipotensão pós-exercício que é caracterizado pela diminuição dos valores da pressão arterial de repouso, num período subseqüente (minutos/horas) à realização de uma sessão de exercício, podendo ser observada em indivíduos normotensos e hipertensos (CUNHA et. al., 2006). A hipotensão pode estar relacionada com alterações hemodinâmicas decorrentes da realização dos exercícios aeróbios, que provocam mudanças agudas no débito cardíaco ocasionando a sua diminuição, assim como a redução da resistência vascular total e regional (THOMPSON, 2004). 12 Em um estudo realizado por Rebelo, Benetti, Lemos e Carvalho (2001), com indivíduos hipertensos, nem todos controlados, e praticantes de exercícios físicos regulares, objetivou-se verificar se a duração do exercício influencia na hipotensão pós-exercício. Os hipertensos foram submetidos a duas sessões de exercício aeróbio com duração de 25 e 45 minutos, onde se pode verificar uma diminuição da pressão arterial sistólica, diastólica e média após a realização das duas sessões exercícios aeróbios comparado ao grupo controle. Houve redução significativa da pressão arterial sistólica após a sessão de 45 minutos apenas no primeiro minuto de recuperação comparado com a sessão de 25 minutos. Em relação à pressão arterial diastólica não foi observada diferença significativa em nenhum momento da recuperação entre as duas sessões. Através de um estudo realizado por Cunha et. al. (2006) com indivíduos hipertensos, que controlavam a pressão arterial com medicamentos, e que foram submetidos a exercícios aeróbios de intensidade variada (EIV) e constante (EIC). A pressão arterial sistólica, diastólica, média e a freqüência cardíaca (Polar, Finlândia) foram aferidas a cada 5 minutos durante os 10 minutos de repouso antes do exercício, a cada 5 minutos durante o exercício (EIC e EIV), bem como aos 5, 10, 15, 30, 60, 90 e 120 minutos de recuperação pós-exercício. Nesse estudo foi observada hipotensão de pressão arterial sistólica em ambos as sessões exercícios, tanto no de intensidade constante, com queda de até 19 mmHg, quanto no de intensidade variada com queda de até 18 mmHg, comparados aos valores pré-exercício, não havendo diferença significativa. Em relação à hipotensão de pressão arterial diastólica só foi observada após a sessão de exercício de intensidade constante, com queda de 13 até 9 mmHg, não ocorrendo hipotensão de pressão arterial diastólica após a sessão de exercício de intensidade variada. Também foi verificada hipotensão da pressão arterial média em ambos os exercícios de intensidade variada e constante. Os autores desse estudo concluíram que as sessões de exercícios de intensidade variada e intensidade constante resultam em hipotensão pósexercício semelhantes. Mas os exercícios de intensidade variada, dentro das utilizadas no presente estudo, não potencializam o efeito hipotensor pósexercício quando comparado com os exercícios de intensidade constante. Tem-se sugerido que a magnitude hipotensão pós-exercício poderia ser influenciada pela duração da sessão de exercício físico. Em seu estudo realizado com pessoas normotensas, Forjaz et. al. (1998), demonstrou em seus resultados que a pressão arterial sistólica reduziu significativamente após duas sessões de exercícios aeróbios com 25 e 45 minutos de duração e que essa queda foi maior e mais longa após a sessão de exercício de duração de 45 minutos. A pressão arterial diastólica e média também reduziram pós-exercício e foram significativamente menores na sessão de exercícios com duração de 45 minutos. Durante as duas sessões experimentais, a PA foi medida pelo método auscultatório a cada 2,5 minutos durante o período de repouso préexercício e a cada 5min durante os períodos de exercício e de recuperação. A medida foi realizada empregando-se o esfigmomanômetro de coluna de mercúrio e definindo-se as fases I e IV de Korotkoff para a identificação da pressão arterial sistólica e da pressão arterial diastólica, respectivamente. O 14 observador e o braço de aferição da pressão arterial foram mantidos fixos nas duas sessões realizadas por cada indivíduo Além da duração da sessão do exercício físico outro fator que pode influenciar, de forma importante, a redução da pressão arterial pós-exercício é o nível inicial da pressão arterial. O efeito hipotensor do exercício é mais expressivo em pessoas que partem de valores iniciais de pressão arterial mais elevado (LATERZA et. al., 2007). Ao realizar um estudo, com o objetivo de investigar a influência de duas sessões únicas de exercício resistido (circuito com pesos) e aeróbio (com duração de 45 minutos contínuos) sobre as alterações pressóricas em indivíduos sedentários e normotensos, Bermudes, Vassallo, Vasquez e Lima (2003) verificou que após as duas sessões de exercícios as alterações da pressão arterial sistólica não foram significativas. Todos os indivíduos foram submetidos a MAPA, usando um monitor SpaceLabs (modelo 90207), que utiliza a técnica oscilométrica para mensurações da pressão arterial, permitindo gravação automática/manual da pressão arterial e da freqüência cardíaca durante 24h. Quanto à resposta da pressão arterial diastólica após a sessão única de exercício aeróbio verificou-se reduções significativas desse parâmetro entre 2 e 6 mmHg, nas 24h, nos períodos vigília/sono, após o exercício. Esse estudo conteve em sua amostra sujeitos nomortensos, a partir daí presume-se que esses sujeitos estavam com os níveis de pressão arterial normais, ou seja, baixos. Uma possível explicação que pode ser dada pela não ocorrência significativa da pressão arterial sistólica é que ela pode ser influenciada pelos níveis inicias da pressão, já que a redução dos níveis pressóricos são mais 15 significativos em indivíduos que partem de valores iniciais de pressão arterial elevados. De acordo com o estudo de revisão de literatura Laterza et. al. (2007) verificou-se que a queda máxima da pressão arterial sistólica e diastólica pósexercício, em pacientes hipertensos, varia de 18 a 20 mmHg e de 7 a 9 mmHg, respectivamente, enquanto em indivíduos normotensos essa redução da pressão arterial varia de 8 a 10 mmHg e de 3 a 5 mmHg, respectivamente. Esses resultados demonstram claramente que quanto maior o nível inicial da pressão arterial em repouso, maior a queda pressórica observada no período pós-exercício. Esses resultados demonstram que a magnitude da hipotensão pósexercício sofre influência da duração do exercício. Porém, apesar de o exercício provocar redução na pressão arterial nos momentos subseqüentes ao mesmo, um aspecto importante a ser considerado é por quanto tempo este efeito se prolongue. 3.2 Efeito Crônico do Exercício Aeróbio Os exercícios físicos aeróbios têm função marcante na precaução de doenças cardiovasculares degenerativas. Os exercícios aeróbios quando realizados regularmente, ou seja, com freqüência desempenham grande influência na pressão arterial (NAHAS, 1989). As alterações das funções orgânicas, que ocorrem nos indivíduos expostos a programas longos de exercícios físicos aeróbios, são chamadas de 16 adaptações fisiológicas ou efeito crônico do exercício. Cita-se como exemplo deste feito, a redução da freqüência cardíaca de repouso (GUEDES et. al., 1995). Os efeitos crônicos, também denominados adaptações, resultam de sessões de exercícios aeróbios frequentemente, pelo menos, por várias semanas, onde ocorrem modificações da função orgânica tanto durante o repouso quanto no exercício. Pode ser caracterizado pela hipertrofia ventricular esquerda fisiológica, aumento do consumo máximo de oxigênio (VO2 máximo) e o aumento do fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos e para o músculo cardíaco (NIEMAN, 1999). Em longo prazo, os mecanismos pelos quais os exercícios reduzem a pressão arterial também podem ser conhecidos, contudo após um programa de exercício aeróbio a diminuição da atividade nervosa simpática periférica contribui para a atenuação da pressão arterial, pois observou-se que os níveis de norepinefrina circulante estão diminuídos. Outras respostas que têm sido utilizadas para explicar a diminuição dos níveis tensionais de pressão arterial após exercício aeróbio são o aumento da excreção urinária de sódio e, conseqüentemente, a diminuição da atividade da renina plasmática também (HADDAD et. al., 1997). Quando o exercício físico aeróbio é realizado por indivíduos, sejam eles hipertensos ou não, de forma regular podem ocorrem adaptações benéficas no organismo do praticante como, por exemplo, aumento na atividade das enzimas oxidativas, assim como no número e tamanho das mitocôndrias, aumento da rede capilar tendo uma função significativa na 17 melhora da capacidade aeróbia contribuindo para um maior consumo de oxigênio, além de contribuir para a redução dos níveis pressóricos principalmente em hipertensos (MONTEIRO et. al., 2007). Outro significativo efeito crônico provocado pela prática regular de exercício físico aeróbio em hipertensos é a melhora da sensibilidade barorreflexa arterial em indivíduos hipertensos, uma vez que a pressão arterial destes apresenta redução significativa sendo essa redução relacionada à melhora da sensibilidade barorreflexa da atividade nervosa muscular (LARTEZA et. al., 2007). A redução significativa dos níveis pressóricos em indivíduos hipertensos, após um período longo de treinamento físico, é apontada em um estudo realizado por Laterza, Rondon e Negrão (2006) onde se obteve resultados mostrando redução da pressão arterial sistólica, diastólica e média de pacientes hipertensos, grau leve a moderado, sem uso de medicamentos, após um período de quatro meses de treinamento físico aeróbio onde não foi observada essa redução nos indivíduos que permaneceram sedentários pelo mesmo período. Outro estudo que obteve resultados semelhantes foi o de Monteiro et. al. (2007), onde a pressão arterial foi aferida na posição sentada através de um esfigmomanômetro no início de cada sessão. Os pacientes recebiam permissão para começarem a sessão de exercício se ambas as pressões arteriais sistólica e diastólica estivessem abaixo de 140 x 90 mmHg, respectivamente. E foi observado que um programa treinamento físico aeróbio de duração de quatro meses é capaz de diminuir a pressão arterial sistólica, de 18 pacientes com hipertensão leve a moderada sob tratamento farmacológico, em cerca de 8 mmHg e cerca de 3 mmHg da pressão arterial diastólica e média desses mesmos pacientes. Após o terceiro mês foi verificada queda mais expressiva da pressão arterial sistólica não sendo associada com a diminuição da pressão arterial diastólica e média, o que se pode sugerir que se o programa de treinamento fosse mais prolongado poderia ocorrer uma alteração efetiva da pressão arterial. É importante ressaltar que os níveis de pressão arterial não foram muito altos no início do programa de exercícios, uma vez que os pacientes estavam sob tratamento farmacológico. Ao estudar indivíduos hipertensos, submetidos a exercício aeróbio (caminhada 30 minutos no mínimo três vezes por semana), Farinatti, Oliveira, Pinto, Monteiro e Francischetti (2005) observaram redução de 6 mmHg para a pressão arterial sistólica e 9 mmHg para a pressão arterial diastólica dos indivíduos pertencentes ao grupo experimental em comparação ao grupo controle, após um programa domiciliar não-supervisionado de exercícios com duração de quatro meses. Uma possível delimitação desse estudo seria a de que o grupo controle não foi submetido à mesma rotina de acompanhamento clínico que o grupo experimental. De acordo com Pinto, Meirelles e Farinatti (2003) que realizaram um estudo semelhante cujo objetivo era analisar o efeito potencial de dois programas comunitário e extramuro (não-supervisionado) de treinamento físico aeróbio em pacientes hipertensos, com duração de dezoito meses. A pressão arterial foi aferida em repouso através do método auscultatório, com esfigmomanômetro Tycos® (EUA), encontrando-se o paciente na posição 19 sentada pelo menos por cinco minutos. Foram analisadas as pressões sistólica, diastólica e média. No grupo submetido aos exercícios comunitários (ginástica) houve redução da pressão arterial sistólica, diastólica e média em relação ao grupo controle. Já no grupo extramuro (caminhada) verificou redução significativa apenas para as pressões sistólica e diastólica em relação ao grupo controle. Nesse estudo não se pode afirmar que um programa foi mais eficaz que o outro, pois as diferenças percentuais foram, na maior parte das vezes, foram muito pequenas. Mas parece que o programa comunitário é mais eficiente, pois seus valores de pressão arterial foram menores que o programa extramuro. Torna-se importante ressaltar que nestes estudos não-supervisionados não se pode ter certeza se a freqüência, a duração e a intensidade do exercício prescrito foram seguidas corretamente pelos participantes, mas parece quando a prescrição é seguida corretamente esses programas podem obter resultados semelhantes aos de estudos contendo programas de exercícios supervisionados. O estudo de Haddad et. a.l (1997) com indivíduos deficientes físicos com paraplegia e com hipertensão leve submetidos a um treinamento físico aeróbio de membros superiores durante 12 semanas. As pressões arteriais sistólica e distólica foram medidas por método auscultatório, utilizando-se esfigmomanômetro aneróide (Tycos) em repouso, no final de cada estágio do TE e durante o intervalo ativo. A medida de pressão arterial durante o intervalo ativo, foi verificada em um dos braços, enquanto o outro, continuava ciclando. Os critérios de determinação da pressão arterial sistólica e diastólica foram, o 20 1º e o 5º som de Korotkoff, respectivamente. Verificou a diminuição da pressão arterial sistólica de 6 mmHg e da pressão arterial diastólica de 15 mmHg em repouso. Em relação prática de exercício submáximo foi observado redução de 8 mmHg da pressão arterial sistólica e da diastólica. Este estudo não apresenta grupo controle, todavia, o grupo comparado antes e após 12 semanas de treinamento físico dos membros superiores, apresentou resultados significativos de melhoria de variáveis cardiovasculares, com conseqüente aumento da capacidade funcional dos paraplégicos. Através da avaliação desses estudos pode-se perceber que o efeito positivo do exercício aeróbio sobre os hipertensos pode proporcionar outro benefício que seria o da redução do uso de medicamentos anti-hipertensivos e conseqüentemente acarretando em uma diminuição de gastos por parte da saúde publica. Além disso, fica mais claro que a dúvida existente sobre a eficiência dos exercícios físicos aeróbios em prevenir, controlar e tratar pessoas hipertensas estão se extinguindo cada vez mais, pois tem sido demonstrada enorme eficiência dos exercícios aeróbios. 21 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Sabe-se que o desenvolvimento de ações de prevenção e tratamento dos fatores de risco é mais eficaz para diminuição do impacto das doenças cardiovasculares em nível populacional, ou seja, o desenvolvimento de ações de promoção de saúde e de prevenção primária. Assim sendo, o diagnóstico e o tratamento efetivo da hipertensão tornam-se prioridades no combate ao aumento da prevalência e incidência das doenças cardiovasculares em nosso país. Com esta revisão bibliográfica, observou-se os mais variados estudos que demonstraram evidências favoráveis do efeito hipotensivo do exercício físico, mais especificamente o aeróbio, na redução da pressão arterial de indivíduos com hipertensão. Mesmo assim, ainda não estão totalmente claros os mecanismos responsáveis pela atenuação desta síndrome cardiovascular. Contudo, os estudos encontrados foram realizados para tal propósito e muitos deles ressaltam a diminuição do débito cardíaco e a redução do volume sistólico como os efeitos agudos mais importantes do exercício físico de caráter aeróbio. Em relação aos efeitos crônicos ainda existem várias hipóteses a serem levantadas. Com a análise dos artigos revisados e dos dados obtidos que estão no presente estudo pode-se observar que os exercícios aeróbios, que produzem o efeito agudo, proporcionam respostas hipotensivas de magnitude suficiente para ser considerada clinicamente relevante no que diz respeito à redução da pressão arterial de hipertensos. 22 Assim, torna-se evidente a importância da realização de exercícios aeróbios como meio de condicionamento cardiovascular para indivíduos hipertensos com o intuito de reduzir os níveis tensionais de repouso agindo em associação com o tratamento farmacológico ou também como prevenção da hipertensão arterial em normotensos. 23 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. BERMUDES, A.M.; VASSALLO, D.V.; VASQUEZ, E.C.; LIMA, E.G. Monitorização Ambulatorial Da Pressão Arterial Em Indivíduos Normotensos Submetidos A Duas Sessões Únicas De Exercícios: Resistido E Aeróbio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v.82, p.5764, 2003. 2. BRUM, P.C.; FORJAZ, C.L.; TINUCCI, T.; NEGRÃO, C.E. Adaptações agudas e crônicas do exercício físico no sistema cardiovascular. Revista Paulista de Educação Física, v.18, p.21-31, 2004. 3. CUNHA, G.A.; RIOS, A.C.; SANTOS; MORENO J.R.; BRAGA P.L.; CAMPBELL C.S.G.T; SIMÕES H.G.; DENADAI, M.L.D.R. Hipotensão pós-exercício em hipertensos submetidos ao exercício aeróbio de intensidades variadas e exercício de intensidade constante. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v.12, p.313-317, 2006. 4. FARINATTI, P.T., OLIVEIRA, R.B., PINTO, V.L., MONTEIRO, W.D, FRANCISCHETTI, E. Programa Domiciliar De Exercícios: Efeitos De Curto Prazo Sobre A Aptidão Física E Pressão Arterial De Indivíduos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v.84, p.473-479, 2005. 5. FORJAZ, C.L.M.; SANTANELLA, D.F.; REZENDE, L.O.; BARRETO, A.C.; NEGRÃO, C.E. A duração do exercício determina a magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v.70, p.99-104, 1998. 24 6. GUEDES, D.P.; GUEDES, J.E. Exercício físico na promoção da saúde. Londrina/PR: Midiograf, 1995. 7. HADDAD, S.; SILVA, P.R.; BARRETO, A.C.; FERRARETTO I. Efeito do Treinamento Físico de Membros Superiores Aeróbio de Curta Duração no Deficiente Físico com Hipertensão Leve. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v.69, p.169-173, 1997. 8. LATERZA, M.C..; RONDON, M.U.P.B.; NEGRÃO, C.E. Efeito do exercício físico aeróbico na hipertensão arterial. Revista da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul. v. 15, p. 01-08 2006. 9. LATERZA, M.C.; RONDON, M.U.P.B.; NEGRÃO, C.E. Efeito antihipertensivo do exercício. Revista Brasileira Hipertensão, v.14, p.104111, 2007. 10. MONTEIRO, H.L.; ROLIM, L.M.; SQUINCA, D.A.; SILVA, F.C.; TICIANELI, C.C.; AMARAL, S.L. Efetividade de um programa de exercícios no condicionamento físico, perfil metabólico e pressão arterial de pacientes hipertensos. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v.13, p.107-112, 2007. 11. NAHAS, M.V.; Fundamentos da aptidão física relacionada à saúde. Florianópolis, SC: editora da UFSC, 1989. 12. NEGRÃO, C.E.; RONDON, M.U.P.B. Exercício físico, hipertensäo e controle barorreflexo da pressäo arterial. Revista Brasileira de Hipertensão, v.8, p.89-95, 2001. 25 13. NIEMAN, D.C. Exercício e saúde: como se prevenir de doenças usando o exercício como seu medicamento. São Paulo: Manole, v. 1, 1999. 14. PINTO, V.L.; MEIRELLES, L.R.; FARINATTI, P.T. Influência de programas não-formais de exercícios (doméstico e comunitário) sobre a aptidão física, pressão arterial e variáveis bioquímicas em pacientes hipertensos. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v.9, p. 267274, 2003. 15. REBELO, F.P.; BENETTI, M.; LEMOS, L.S.; CARVALHO, T. Efeito agudo do exercício físico aeróbio sobre a hipertensão arterial de hipertensos controlados submetidos a diferentes volumes de treinamento. Revista de Atividade Física e Saúde, v.6, p.28-37, 2001. 16. RONDON, M.U.P.B.; BRUM, P.C. Exercício físico como tratamento nãofarmacológico da hipertensão arterial. Revista Brasileira de Brasileira de Hipertensão, v.10, p.134-139, 2003. 17. Sociedade Brasileira de Hipertensão, Sociedade Cardiologia e Sociedade Brasileira de Nefrologia. V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, 2006. 18. THOMAS, J.R., NELSON, J.K., SILVERMAN, S. J. Métodos de pesquisa em Atividade Física. Artmed, v. 5, 2007. 19. THOMPSON, P.D. O exercício e a cardiologia no esporte. Barueri, SP: Manole, 2004. 26 ANEXOS 27 ANEXO 01 – Lista de artigos da Revista Brasileira de Medicina do Esporte BIREME/OPAS/OMS - Biblioteca Virtual em Saúde Base de dados : article Pesquisa : exercício físico or exercícios [Palavras do título] or pressão arterial or hipertensão [Palavras do título] or hipotensão [Palavras do título] Total de referências : 32 1/32 Brum, Daniel Pereira Cardoso de et al. Avaliação eletromiográfica de músculos da cintura escapular e braço durante a realização de exercícios com extremidade fixa e carga axial. Rev Bras Med Esporte, Out 2008, vol.14, no.5, p.466-471. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 2/32 Oliveira, Ricardo Jacó de et al. Respostas hormonais agudas a diferentes intensidades de exercícios resistidos em mulheres idosas. Rev Bras Med Esporte, Ago 2008, vol.14, no.4, p.367-371. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 3/32 Cristopoliski, Fabiano et al. Efeito transiente de exercícios de flexibilidade na articulação do quadril sobre a marcha de idosas. Rev Bras Med Esporte, Abr 2008, vol.14, no.2, p.139-144. ISSN 15178692 • resumo em português | inglês • texto em português 4/32 Silva, Andressa da et al. Equilíbrio, coordenação e agilidade de idosos submetidos à prática de exercícios físicos resistidos. Rev Bras Med Esporte, Abr 2008, vol.14, no.2, p.88-93. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 5/32 Martins, Breno et al. Efeitos do intervalo de recuperação entre séries de exercícios resistidos no hormônio do crescimento em mulheres jovens. Rev Bras Med Esporte, Jun 2008, vol.14, no.3, p.171-175. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 6/32 Lana, Ademir da Costa, Paulino, Célia Aparecida and Gonçalves, Ivair Donizeti Efeitos dos exercícios físicos sobre o edema inflamatório agudo em ratos Wistar. Rev Bras Med Esporte, Fev 2008, vol.14, no.1, p.33-37. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 7/32 Lira, Fábio Santos de et al. Consumo de oxigênio pós-exercícios de força e aeróbio: efeito da ordem de execução. Rev Bras Med Esporte, Dez 2007, vol.13, no.6, p.402-406. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 28 8/32 Cruzat, Vinicius Fernandes et al. Aspectos atuais sobre estresse oxidativo, exercícios físicos e suplementação. Rev Bras Med Esporte, Out 2007, vol.13, no.5, p.336-342. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 9/32 Pereira, Marta Inez Rodrigues, Gomes, Paulo Sergio Chagas and Bhambhani, Yagesh Número máximo de repetições em exercícios isotônicos: influência da carga, velocidade e intervalo de recuperação entre séries. Rev Bras Med Esporte, Out 2007, vol.13, no.5, p.287-291. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 10/32 Polito, Marcos Doederlein and Farinatti, Paulo de Tarso Veras Comportamento da pressão arterial após exercícios contraresistência: uma revisão sistemática sobre variáveis determinantes e possíveis mecanismos. Rev Bras Med Esporte, Dez 2006, vol.12, no.6, p.386-392. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 11/32 Oliveira, João Carlos de et al. Identificação do limiar de lactato e limiar glicêmico em exercícios resistidos. Rev Bras Med Esporte, Dez 2006, vol.12, no.6, p.333-338. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 12/32 Cunha, Gisela Arsa da et al. Hipotensão pós-exercício em hipertensos submetidos ao exercício aeróbio de intensidades variadas e exercício de intensidade constante. Rev Bras Med Esporte, Dez 2006, vol.12, no.6, p.313-317. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 13/32 D'Assunção, Welton et al. Respostas cardiovasculares agudas no treinamento de força conduzido em exercícios para grandes e pequenos grupamentos musculares. Rev Bras Med Esporte, Abr 2007, vol.13, no.2, p.118-122. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 14/32 Monteiro, Henrique L. et al. Efetividade de um programa de exercícios no condicionamento físico, perfil metabólico e pressão arterial de pacientes hipertensos. Rev Bras Med Esporte, Abr 2007, vol.13, no.2, p.107-112. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • te xto em português 15/32 Rocha Júnior, Valdinar de Araújo et al. Comparação entre a atividade EMG do peitoral maior, deltóide anterior e tríceps braquial durante os exercícios supino reto e crucifixo. Rev Bras Med Esporte, Fev 2007, vol.13, no.1, p.51-54. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 29 16/32 Pizzato, Letícia Maciel et al. Análise da freqüência mediana do sinal eletromiográfico de indivíduos com lesão do ligamento cruzado anterior em exercícios isométricos de cadeia cinética aberta e fechada. Rev Bras Med Esporte, Fev 2007, vol.13, no.1, p.1-5. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 17/32 Lana, Ademir da Costa, Paulino, Célia Aparecida and Gonçalves, Ivair Donizeti Influência dos exercícios físicos de baixa e alta intensidade sobre o limiar de hipernocicepção e outros parâmetros em ratos. Rev Bras Med Esporte, Out 2006, vol.12, no.5, p.248-254. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 18/32 Monteiro, Walace David and Simão, Roberto Existe déficit bilateral na realização de 10RM em exercícios de braços e pernas?. Rev Bras Med Esporte, Jun 2006, vol.12, no.3, p.115-118. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 19/32 Fehr, Guilherme Lotierso et al. Efetividade dos exercícios em cadeia cinética aberta e cadeia cinética fechada no tratamento da síndrome da dor femoropatelar. Rev Bras Med Esporte, Abr 2006, vol.12, no.2, p.66-70. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 20/32 Silva, Bruno Araújo Rego Santos et al. Efeitos da fadiga muscular induzida por exercícios no tempo de reação muscular dos fibulares em indivíduos sadios. Rev Bras Med Esporte, Abr 2006, vol.12, no.2, p.85-89. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 21/32 Oliveira, Anamaria Siriani de et al. Avaliação eletromiográfica de músculos da cintura escapular e braço durante exercícios com carga axial e rotacional. Rev Bras Med Esporte, Fev 2006, vol.12, no.1, p.11-15. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 22/32 Raso, Vagner, Matsudo, Sandra Marcela Mahecha and Matsudo, Victor Keihan Rodrigues A força muscular de mulheres idosas decresce principalmente após oito semanas de interrupção de um programa de exercícios com pesos livres. Rev Bras Med Esporte, Dez 2001, vol.7, no.6, p.177-186. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 23/32 Miranda, Humberto et al. Análise da freqüência cardíaca, pressão arterial e duplo-produto em diferentes posições corporais nos exercícios resistidos. Rev Bras Med Esporte, Out 2005, vol.11, no.5, p.295-298. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 30 24/32 Salvador, Emanuel Péricles et al. Comparação entre o desempenho motor de homens e mulheres em séries múltiplas de exercícios com pesos. Rev Bras Med Esporte, Out 2005, vol.11, no.5, p.257-261. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol •& nbsp;texto em português 25/32 Monteiro, Walace, Simão, Roberto and Farinatti, Paulo Manipulação na ordem dos exercícios e sua influência sobre número de repetições e percepção subjetiva de esforço em mulheres treinadas. Rev Bras Med Esporte, Abr 2005, vol.11, no.2, p.146-150. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol · texto em português 26/32 Maranhão Neto, Geraldo Albuquerque, Polito, Marcos Doederlein and Lira, Vitor Agnew Fidedignidade entre peso e estatura reportados e medidos e a influência do histórico de atividade física em indivíduos que procuram a prática supervisionada de exercícios. Rev Bras Med Esporte, Abr 2005, vol.11, no.2, p.141-145. ISSN 15178692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 27/32 Antunes, Hanna K.M. et al. Análise de taxa metabólica basal e composição corporal de idosos do sexo masculino antes e seis meses após exercícios de resistência. Rev Bras Med Esporte, Fev 2005, vol.11, no.1, p.71-75. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 28/32 Bosco, Ricardo et al. O efeito de um programa de exercício físico aeróbio combinado com exercícios de resistência muscular localizada na melhora da circulação sistêmica e local: um estudo de caso. Rev Bras Med Esporte, Fev 2004, vol.10, no.1, p.56-62. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês | espanhol • texto em português 29/32 Liane Mattos Pinto, Vivian, Ribeiro de Meirelles, Luisa and de Tarso Veras Farinatti, Paulo Influência de programas não-formais de exercícios (doméstico e comunitário) sobre a aptidão física, pressão arterial e variáveis bioquímicas em pacientes hipertensos. Rev Bras Med Esporte, Out 2003, vol.9, no.5, p.267-274. ISSN 1517-8692 • resumo em português | espanhol | inglês • texto em português 30/32 Ferreira, Antonio Marcio Domingues, Barbosa, Paula Edila Botelho and Ceddia, Rolando Bacis A influência da suplementação de triglicerídeos de cadeia média no desempenho em exercícios de ultra-resistência. Rev Bras Med Esporte, Nov 2003, vol.9, no.6, p.413419. ISSN 1517-8692 • resumo em português | espanhol | inglês • texto em português 31 31/32 Polito, Marcos Doederlein and Farinatti, Paulo de Tarso Veras Considerações sobre a medida da pressão arterial em exercícios contra-resistência. Rev Bras Med Esporte, Fev 2003, vol.9, no.1, p.2533. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português 32/32 Rosa, Daniel Alves, Mello, Marco Túlio de and Souza-Formigoni, Maria Lucia Oliveira Dependência da prática de exercícios físicos: estudo com maratonistas brasileiros. Rev Bras Med Esporte, Fev 2003, vol.9, no.1, p.9-14. ISSN 1517-8692 • resumo em português | inglês • texto em português Search engine: iAH powered by WWWISIS BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde 32 ANEXO 02 – Lista de artigos da Revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia BIREME/OPAS/OMS - Biblioteca Virtual em Saúde Base de dados : article Pesquisa : exercício físico or exercícios [Palavras do título] or pressão arterial or hipertensão [Palavras do título] or hipotensão [Palavras do título] Total de referências : 78 1/78 Atik, Edmar. Caso 5/2008: lactente de oito meses, do sexo masculino, com síndrome de down, comunicação interventricular e hipertensão arterial pulmonar. Arq. Bras. Cardiol., Out 2008, vol.91, no.4, p.289-290. ISSN 0066-782X • texto em português 2/78 Thalenberg, José Marcos et al. Teste de respiração lenta aumenta a suspeita da hipertensão do avental branco no consultório. Arq. Bras. Cardiol., Out 2008, vol.91, no.4, p.267-273. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 3/78 Barbosa, José Bonifácio et al. Prevalência da hipertensão arterial em adultos e fatores associados em São Luís - MA. Arq. Bras. Cardiol., Out 2008, vol.91, no.4, p.260-266. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 4/78 Meneghelo, Romeu S. et al. Avaliação da prescrição de exercícios pela cintilografia miocárdica na reabilitação de coronariopatas. Arq. Bras. Cardiol., Out 2008, vol.91, no.4, p.245-251. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 5/78 Gomes, Marco Antônio Mota et al. Tratamento da hipertensão arterial com olmesartana medoxomila em escalonamento. Arq. Bras. Cardiol., Set 2008, vol.91, no.3, p.185-193. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 6/78 Ramos Filho, José et al. Hipertensão pulmonar secundária à fístulas coronarianas para tronco da pulmonar. Arq. Bras. Cardiol., Ago 2008, vol.91, no.2, p.e11-e13. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 7/78 Borges, Hilma Paixão, Cruz, Nilma do Carmo and Moura, Erly Catarina Associação entre hipertensão arterial e excesso de peso em adultos, Belém, Pará, 2005. Arq. Bras. Cardiol., Ago 2008, vol.91, no.2, p.110-118. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 8/78 Pimenta, Adriano Marçal et al. Associação entre obesidade central, triglicerídeos e hipertensão arterial em uma área rural do Brasil. Arq. Bras. Cardiol., Jun 2008, vol.90, no.6, p.419-425. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 33 9/78 Schulz, Renata Berberi et al. Validação do mini-questionário de qualidade de vida em hipertensão arterial (MINICHAL) para o português (Brasil). Arq. Bras. Cardiol., Fev 2008, vol.90, no.2, p.139144. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 10/78 Lima, Sandro Gonçalves de, Hatagima, Ana and Silva, Norma Lucena Cavalcanti L. da Sistema renina-angiotensina: é possível identificar genes de suscetibilidade à hipertensão?. Arq. Bras. Cardiol., Dez 2007, vol.89, no.6, p.427-433. ISSN 0066-782X • texto em português 11/78 Stamm, Ana Maria Nunes de Faria, Meinerz, Gisele and Silva, Jacqueline Consuelo da Hipertensão arterial sistêmica e microalbuminúria. Arq. Bras. Cardiol., Dez 2007, vol.89, no.6, p.415-420. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 12/78 Feitosa, Luciana Freitas, Marques, André Coelho and Benvenuti, Luiz Alberto Caso 5/2007: mulher de 71 anos de idade, portadora de hipertensão arterial e diabete melito, com hipertrofia ventricular esquerda e dor epigástrica. Arq. Bras. Cardiol., Out 2007, vol.89, no.4, p.263-271. ISSN 0066-782X • texto em português 13/78 V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Arq. Bras. Cardiol., Set 2007, vol.89, no.3, p.e24-e79. ISSN 0066-782X • texto em português 14/78 Gurgel, Cristina Brandt Friedrich Martin and Almeida, Eros Antonio de Freqüência da hipertensão arterial em chagásicos crônicos e sua repercussão no coração: estudo clínico e anatomopatológico. Arq. Bras. Cardiol., Set 2007, vol.89, no.3, p.191-200. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 15/78 Silva, Eliana A., Flexa, Fernando and Zanella, Maria Teresa Obesidade abdominal, resistência à insulina e hipertensão: impacto sobre a massa e a função do ventrículo esquerdo em mulheres. Arq. Bras. Cardiol., Ago 2007, vol.89, no.2, p.86-92. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 16/78 Alves, Leila Maria Marchi et al. Prevalência de hipertensão do avental branco na atenção primária de saúde. Arq. Bras. Cardiol., Jul 2007, vol.89, no.1, p.28-35. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 17/78 Pimenta, Eduardo, Calhoun, David A. and Oparil, Suzanne Mecanismos e tratamento da hipertensão arterial refratária. Arq. Bras. Cardiol., Jun 2007, vol.88, no.6, p.683-692. ISSN 0066-782X • texto em português 34 18/78 Pinheiro, Carlos Hermano da Justa et al. Modificação do padrão respiratório melhora o controle cardiovascular na hipertensão essencial. Arq. Bras. Cardiol., Jun 2007, vol.88, no.6, p.651-659. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 19/78 Qual é o valor de corte da pressão arterial para o diagnóstico de hipertensão?. Arq. Bras. Cardiol., Maio 2007, vol.88, no.5, p.622-622. ISSN 0066-782X • texto em português 20/78 Rosa, Maria Luiza Garcia et al. Índice de massa corporal e circunferência da cintura como marcadores de hipertensão arterial em adolescentes. Arq. Bras. Cardiol., Maio 2007, vol.88, no.5, p.573578. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 21/78 Castro, Roberta Avelar Araújo de, Moncau, José Eduardo Cajado and Marcopito, Luiz Francisco Prevalência de hipertensão arterial sistêmica na cidade de Formiga, MG. Arq. Bras. Cardiol., Mar 2007, vol.88, no.3, p.334-339. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 22/78 Silva, Maria Alayde Mendonça da et al. Medida da pressão arterial em crianças e adolescentes: recomendações das diretrizes de hipertensão arterial e prática médica atual. Arq. Bras. Cardiol., Abr 2007, vol.88, no.4, p.491-495. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 23/78 Jardim, Paulo César B. Veiga et al. Hipertensão arterial e alguns fatores de risco em uma capital brasileira. Arq. Bras. Cardiol., Abr 2007, vol.88, no.4, p.452-457. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 24/78 Freitas, Silvia Regina Sampaio et al. Análise combinada de fatores genéticos e ambientais na hipertensão essencial em um município da região Amazônica. Arq. Bras. Cardiol., Abr 2007, vol.88, no.4, p.447-451. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 25/78 Souza, Ana Rita Araújo de et al. Um estudo sobre hipertensão arterial sistêmica na cidade de Campo Grande, MS. Arq. Bras. Cardiol., Abr 2007, vol.88, no.4, p.441-446. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 26/78 Lisboa, Thiago Costa et al. Shunt direita-esquerda através de forame oval patente sem hipertensão pulmonar. Arq. Bras. Cardiol., Jan 2007, vol.88, no.1, p.e10-e12. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 35 27/78 Costa, Juvenal Soares Dias da et al. Prevalência de hipertensão arterial em adultos e fatores associados: um estudo de base populacional urbana em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Arq. Bras. Cardiol., Jan 2007, vol.88, no.1, p.59-65. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 28/78 Didier, Maria Teresa and Guimarães, Armênio C. Otimização de recursos no cuidado primário da hipertensão arterial. Arq. Bras. Cardiol., Fev 2007, vol.88, no.2, p.218-224. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 29/78 Mion Junior, Décio et al. Os médicos brasileiros seguem as diretrizes brasileiras de hipertensão?. Arq. Bras. Cardiol., Fev 2007, vol.88, no.2, p.212-217. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 30/78 Carvalho, Adriana Castro de et al. Tadalafil para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar idiopática. Arq. Bras. Cardiol., Nov 2006, vol.87, no.5, p.e195-e197. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 31/78 Bermudes, Ambrosina Maria Lignani de Miranda et al. Monitorização ambulatorial da pressão arterial em indivíduos normotensos submetidos a duas sessões únicas de exercícios: resistido e aeróbio. Arq. Bras. Cardiol., Jan 2004, vol.82, no.1, p.57-64. ISSN 0066782X • resumo em português | inglês • texto em português 32/78 Kohlmann Júnior, Osvaldo and Ribeiro, Artur Beltrame Manidipina no tratamento da hipertensão arterial essencial estágio I e II do paciente com sobrepeso ou obesidade andróide. Estudo multicêntrico brasileiro de eficácia, tolerabilidade e efeitos metabólicos. Arq. Bras. Cardiol., Nov 2001, vol.77, no.5, p.463-470. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 33/78 Santello, José Luiz and Mion Jr, Décio Captopril associado à hidroclorotiazida no tratamento da hipertensão leve e moderada. Estudo multicêntrico brasileiro. Arq. Bras. Cardiol., Nov 1998, vol.71, no.5, p.713-716. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 34/78 Chor, Dóra. Hipertensão arterial entre funcionários de banco estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de vida e tratamento. Arq. Bras. Cardiol., Nov 1998, vol.71, no.5, p.653-660. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 35/78 Luna, Rafael Leite et al. Eficácia e tolerabilidade da associação bisoprolol/hidroclorotiazida na hipertensão arterial. Arq. Bras. Cardiol., Out 1998, vol.71, no.4, p.601-608. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 36 36/78 Lessa, Ínes et al. Hipertensão arterial na população adulta de Salvador (BA) - Brasil. Arq. Bras. Cardiol., Dez 2006, vol.87, no.6, p.747-756. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 37/78 Sousa, Luciano Burigo de, Souza, Regina Kazue Tanno de and Scochi, Maria José Hipertensão arterial e saúde da família: atenção aos portadores em município de pequeno porte na região Sul do Brasil. Arq. Bras. Cardiol., Out 2006, vol.87, no.4, p.496-503. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 38/78 Carvalho, Regina Coeli Marques de et al. Fatores preditivos de hipertensão gestacional em adolescentes primíparas: análise do pré-natal, da MAPA e da microalbuminúria. Arq. Bras. Cardiol., Out 2006, vol.87, no.4, p.487-495. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 39/78 Martinez, Maria Carmen and Latorre, Maria do Rosário Dias de Oliveira Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica. Arq. Bras. Cardiol., Out 2006, vol.87, no.4, p.471-479. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 40/78 Peixoto, Maria do Rosário Gondim et al. Circunferência da cintura e índice de massa corporal como preditores da hipertensão arterial. Arq. Bras. Cardiol., Out 2006, vol.87, no.4, p.462-470. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 41/78 Rosa, Maria Luiza Garcia et al. Pré-hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes: prevalência e fatores associados . Arq. Bras. Cardiol., Jul 2006, vol.87, no.1, p.46-53. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 42/78 Bortolotto, Luiz Aparecido and Safar, Michel E. Perfil da pressão arterial ao longo da árvore arterial e genética da hipertensão. Arq. Bras. Cardiol., Mar 2006, vol.86, no.3, p.191-197. ISSN 0066-782X • texto em português 43/78 Kohlmann Jr, Osvaldo et al. Estudo "LOTHAR": avaliação de eficácia e tolerabilidade da combinação fixa de anlodipino e losartana no tratamento da hipertensão arterial primária. Arq. Bras. Cardiol., Jan 2006, vol.86, no.1, p.39-51. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 44/78 Jardim, Paulo César B. Veiga. Cuidando da hipertensão no consultório. Arq. Bras. Cardiol., Nov 2005, vol.85, no.5, p.348-349. ISSN 0066-782X • texto em português 37 45/78 Barreto, Alessandra Costa et al. Hipertensão arterial pulmonar: fisiopatologia, aspectos genéticos e resposta ao uso crônico do sildenafil. Arq. Bras. Cardiol., Ago 2005, vol.85, no.2, p.147-154. ISSN 0066-782X • texto em português 46/78 Lima, Sandro Gonçalves de et al. Hipertensão arterial sistêmica no setor de emergência: o uso de medicamentos sintomáticos como alternativa de tratamento. Arq. Bras. Cardiol., Ago 2005, vol.85, no.2, p.115-123. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • t exto em português 47/78 Farinatti, Paulo de Tarso Veras et al. Programa domiciliar de exercícios: efeitos de curto prazo sobre a aptidão física e pressão arterial de indivíduos hipertensos. Arq. Bras. Cardiol., Jun 2005, vol.84, no.6, p.473-479. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 48/78 Feijão, Adelina Maria Melo et al. Prevalência de excesso de peso e hipertensão arterial, em população urbana de baixa renda. Arq. Bras. Cardiol., Jan 2005, vol.84, no.1, p.29-33. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 49/78 Santos, Marco Aurélio and Azevedo, Vitor Manuel Pereira Origem anômala de uma artéria pulmonar da aorta ascendente: resolução da hipertensão arterial pulmonar com a correção cirúrgica. Arq. Bras. Cardiol., Dez 2004, vol.83, no.6, p.498-502. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 50/78 Gus, Iseu et al. Prevalência, reconhecimento e controle da hipertensão arterial sistêmica no estado do Rio Grande do Sul. Arq. Bras. Cardiol., Nov 2004, vol.83, no.5, p.424-428. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 51/78 Lima, Carlos Eduardo Batista de and Benvenuti, Luiz Alberto Caso 05/2004 - Morte súbita precedida por dispnéia intensa em mulher de 70 anos portadora de hipertensão e doença coronariana. Arq. Bras. Cardiol., Out 2004, vol.83, no.4, p.360-364. ISSN 0066-782X • texto em português 52/78 Noblat, Antonio Carlos Beisl et al. Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arq. Bras. Cardiol., Out 2004, vol.83, no.4, p.308-313. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 53/78 Silva, Giovanio Vieira da et al. Qual a diretriz de hipertensão arterial os médicos brasileiros devem seguir? Análise comparativa das diretrizes brasileiras, européias e norte-americanas (JNC VII). Arq. Bras. Cardiol., Ago 2004, vol.83, no.2, p.179-181. ISSN 0066-782X • texto em português 38 54/78 Martin, José Fernando Vilela et al. Adenoma de Conn: uma causa de hipertensão e hipocalemia. Arq. Bras. Cardiol., Jul 2004, vol.83, no.1, p.83-86. ISSN 0066-782X • texto em português 55/78 Engelhorn, Carlos Alberto, Engelhorn, Ana Luiza and Pullig, Renata O papel da ultra-sonografia vascular com Doppler colorido na avaliação da hipertensão reno-vascular: acurácia da técnica direta de avaliação das artérias renais. Arq. Bras. Cardiol., Maio 2004, vol.82, no.5, p.473-476. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 56/78 Drager, Luciano Ferreira and Benvenuti, Luiz Alberto Caso 2/2004 - Dor torácica seguida de parada cardíaca com atividade cardíaca sem pulso, em homem de 34 anos portador de hipertensão pulmonar secundária à persistência do canal arterial. Arq. Bras. Cardiol., Abr 2004, vol.82, no.4, p.400-400. ISSN 0066-782X • texto em português 57/78 Gomes, Marco Antônio Mota et al. IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. . Arq. Bras. Cardiol., Mar 2004, vol.82, suppl.4, p.7-14. ISSN 0066-782X • texto em português 58/78 Pierin, Angela Maria Geraldo et al. IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial Grupos de trabalho. . Arq. Bras. Cardiol., Mar 2004, vol.82, suppl.4, p.5-5. ISSN 0066-782X • texto em português 59/78 Mion Jr., Decio et al. IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Arq. Bras. Cardiol., Mar 2004, vol.82, suppl.4, p.1-1. ISSN 0066-782X • texto em português 60/78 Noblat, Antonio Carlos Beisl, Lopes, Marcelo Barreto and Lopes, Antonio Alberto Raça e lesão de órgãos-alvo da hipertensão arterial em pacientes atendidos em um ambulatório universitário de referência na cidade de Salvador. Arq. Bras. Cardiol., Fev 2004, vol.82, no.2, p.111-115. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 61/78 Gurgel, Cristina Brandt Friedrich Martin et al. Frequency of hypertension in chronic Chagas' disease: retrospective clinical study. Arq. Bras. Cardiol., Dec 2003, vol.81, no.6, p.545-548. ISSN 0066-782X • resumo em inglês | português • texto em inglês 39 62/78 Nobre, Fernando and Coelho, Eduardo Barbosa Três décadas de MAPA monitorização ambulatorial da pressão arterial de 24 horas: mudanças de paradigmas no diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial. Arq. Bras. Cardiol., Out 2003, vol.81, no.4, p.428434. ISSN 0066-782X • texto em português 63/78 Bastos, Jaime Freitas and Benvenuti, Luiz Alberto Caso 3/2002 - Mulher de 82 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, fibrilação atrial e que apresentou acidente vascular cerebral recorrente e fatal (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP, São Paulo). Arq. Bras. Cardiol., Jun 2003, vol.80, no.6, p.643-648. ISSN 0066-782X • texto em português 64/78 Prado, Eduardo Seixas and Dantas, Estélio Henrique Martin Efeitos dos exercícios físicos aeróbio e de força nas lipoproteínas HDL, LDL e lipoproteína(a). Arq. Bras. Cardiol., Out 2002, vol.79, no.4, p.429-433. ISSN 0066-782X • texto em português 65/78 Silva, Ricardo Pereira, Amodeo, Celso and Ramires, José Antônio Franchini O Ventrículo Direito e a Hipertensão Arterial: Aspectos Ecocardiográficos. Arq. Bras. Cardiol., Set 2002, vol.79, no.3, p.313318. ISSN 0066-782X • texto em português 66/78 Barroso, Sergio Girão, Abreu, Virgínia Genelhu de and Francischetti, Emílio Antonio A Participação do Tecido Adiposo Visceral na Gênese da Hipertensão e Doença Cardiovascular Aterogênica: Um Conceito Emergente. Arq. Bras. Cardiol., Jun 2002, vol.78, no.6, p.618-630. ISSN 0066-782X • texto em português 67/78 Drager, Luciano Ferreira et al. Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono e sua Relação com a Hipertensão Arterial Sistêmica: Evidências Atuais. Arq. Bras. Cardiol., Maio 2002, vol.78, no.5, p.531536. ISSN 0066-782X • texto em português 68/78 Ortega, Katia Coelho et al. Verapamil COER-24 180/240mg na hipertensão arterial leve a moderada em dose única diária avaliado pela monitorização ambulatorial da pressão arterial. Arq. Bras. Cardiol., Mar 2000, vol.74, no.3, p.283-290. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 69/78 Trindade, Ibsen S. et al. Prevalência da hipertensão arterial sistêmica na população urbana de Passo Fundo (RS). Arq. Bras. Cardiol., Ago 1998, vol.71, no.2, p.127-130. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 40 70/78 Guariento, Maria Elena, Orosz, José Eduardo Bagnara and Gontijo, José Antonio Rocha Interação clínica entre moléstia de Chagas e hipertensão arterial primária em um serviço de referência ambulatorial. Arq. Bras. Cardiol., Jun 1998, vol.70, no.6, p.431-434. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 71/78 Marsaro, Eliandra Aparecida and Lima, Eliudem Galvão Hipertensão de consultório. Arq. Bras. Cardiol., Maio 1998, vol.70, no.5, p.361-364. ISSN 0066-782X • texto em português 72/78 Amodeo, Celso. Eficácia clínica de bloqueadores cardiosseletivos combinados com doses mínimas de diuréticos como monoterapia em hipertensão arterial. Arq. Bras. Cardiol., Abr 1998, vol.70, no.4, p.289-290. ISSN 0066-782X • texto em português 73/78 Gus, Miguel et al. Associação entre diferentes indicadores de obesidade e prevalência de hipertensão arterial. Arq. Bras. Cardiol., Fev 1998, vol.70, no.2, p.111-114. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 74/78 Forjaz, Cláudia Lúcia de Moraes et al. A duração do exercício determina a magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício. Arq. Bras. Cardiol., Fev 1998, vol.70, no.2, p.99-104. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 75/78 Bortolotto, Luiz Aparecido et al. Evolução a longo prazo e complicações da hipertensão arterial após transplante cardíaco. Arq. Bras. Cardiol., Nov 1997, vol.69, no.5, p.317-321. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 76/78 Haddad, Sandra et al. Efeito do treinamento físico de membros superiores aeróbio de curta duração no deficiente físico com hipertensão leve. Arq. Bras. Cardiol., Set 1997, vol.69, no.3, p.169173. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português 77/78 Mattos, Sandra S. Hipertensão arterial sistêmica. Uma doença programada no útero?. Arq. Bras. Cardiol., Ago 1997, vol.69, no.2, p.87-88. ISSN 0066-782X • texto em português 41 78/78 Oliveira, João Joaquim de and Silva, Sandra Regina A. S. Valor diagnóstico do teste ergométrico na detecção da isquemia miocárdica silenciosa no paciente idoso com hipertensão sistólica. Arq. Bras. Cardiol., Jul 1997, vol.69, no.1, p.25-29. ISSN 0066-782X • resumo em português | inglês • texto em português Search engine: iAH powered by WWWISIS BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde 9 Tabela 1 – Artigos selecionados que tratam sobre o efeito agudo do exercício físico sobre a pressão arterial Autores Rev./Ano Objetivo do estudo Descrição da amostra Tipo de intervenção Principais resultados ↓ PAS após ambas as sessões e em todos os momentos de recuperação e não houve diferenças significativas entre EIC e EIV ↓ PAD apenas após EIC aos 5, 10, 15 e 30 minutos de recuperação não sendo observada após EIV ↓ PAM após EIC e EIV em todos os momentos de recuperação Protocolo experimental: ↓ PAS pós-exercício e essa queda foi maior e mais prolongada após 45 minutos de exercício PAM e PAD ↓ pós-exercício e foram significantemente menores na sessão de 45 minutos Protocolo controle: PA não se alterou PAS de 24 horas e sub-períodos vigília e sono não tiveram diferenças significativas quando comparada à MAPA2 e MAPA3 e MAPA2 e MAPA3 entre si. PAD de 24 horas e diurna apresentaram reduções significantes Cunha et. al. RBME 2006 Investigar e comparar os efeitos hipotensores de duas sessões de exercícios aeróbios realizados em esteira ergométrica por indivíduos hipertensos, sendo uma com intensidade constante e outra com intensidades variadas, verificando se existe potencialização da hipotensão pós-exercício após exercícios de intensidades variadas 11 hipertensos (56,8 ± 2,6 anos) Teste ergométrico e a duas sessões de exercícios submáximos em esteira (45 minutos), em dias distintos e com intervalo de 48 horas, sendo uma sessão de EIV alternando-se 2 minutos a 55,9 ± 2,6% e 1 minuto a 74,5 ± 4,0% FCr. e uma sessão de EIC a 60 ± 2,5% da FCr. Forjaz et. al. ABC 1998 Investigar o efeito da duração de uma sessão de exercício físico contínuo moderado na magnitude e na duração da queda pressórica observada no período pós-exercício Protocolo experimental – 10 indivíduos saudáveis sendo 5 homens e 5 mulheres (22 ± Protocolo experimental - duas sessões de exercício (25 e 45 minutos) no cicloergômetro 50% VO2 pico. Protocolo controle – 12 indivíduos permaneceram em repouso por 45 minutos. A PA foi aferida 20 minutos antes e após 90 minutos de exercício ou o repouso. Bermudes et. al. ABC 2003 Investigar a influência de duas sessões únicas de exercício resistido e aeróbio sobre as alterações pressóricas, em indivíduos sedentários e normotensos Legenda: RBME – Revista Brasileira de Medicina do Esporte EIC – Exercício de intensidade constante EIV – Exercício de intensidade variada % – Por cento FCr – Freqüência cardíaca de reserva ↓ – Diminuição, queda, redução PAS – Pressão arterial sistólica PAD – Pressão arterial diastólica PAM – Pressão arterial média 1anos) Protocolo controle – 12 indivíduos características semelhantes sendo 5 homens e 7 mulheres (22 ± 1anos) Foram avaliados 25 indivíduos, entre 40 e 50 anos (44 ± 1anos), homens, sedentários com monitorização em uma situação controle, sem realização de exercícios, após exercício resistido e após exercício aeróbio Duas sessões únicas de exercícios: exercícios com pesos, 3 séries completas de 10 exercícios, com 20 a 25 repetições (40% 1RM), e uma sessão de exercício aeróbio em cicloergômetro , entre 60% a 80% da FCmáx alcançada no teste ergométrico, com velocidade entre 60 a 65 rpm e durante 45 minutos de atividade contínua VO2 – Consumo máximo de oxigênio no exercício PA – Pressão arterial MAPA – Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial MAPA 1 – Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial sem realização de exercícios MAPA 2 – Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial após exercício resistido MAPA 3 – Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial após exercício aeróbio RM – Repetição máxima FCmáx – Freqüência cardíaca máxima rpm – Rotações por minuto 10 Tabela 2 – Artigos selecionados que tratam sobre o efeito crônico do exercício físico sobre a pressão arterial Autores Monteiro et. al. Rev./Ano RBME 2007 Objetivo do estudo Investigar os efeitos no condicionamento físico, perfil metabólico e níveis de pressão arterial Descrição da amostra 16 mulheres hipertensas sob tratamento farmacológico regular (56 ± 3 anos) Tipo de intervenção Quatro meses de um programa de exercícios aeróbios e de alongamento (Três sessões por semana, 90 min/sessão, 60% de VO2max.) Principais resultados ↓ PAS - 6% Haddad et. al. ABC 1997 Verificar as alterações provocadas pelo treinamento físico, com membros superiores, em condição aeróbia de curta duração, sobre variáveis dos sistemas cardiovascular e metabólico 11 deficientes físicos (sete homens e quatro mulheres) paraplégicos (nível de lesão de grau leve), hipertensos e com média de idade de 59 anos ↓ PAS e PAD em repouso e no exercício submáximo 4%, 15% e 5%, 5%, respectivamente Pinto et. al. RBME 2003 Investigou-se os efeitos de dois programas não-formais de exercício sobre a pressão arterial, aptidão física e perfil bioquímico sanguíneo de adultos hipertensos CLINEX n = 29 (53 ± 11 anos) NPRC n = 42 (62 ± 9 anos) 12 semanas de um programa de treinamento supervisionado de membros superiores; teste ergométrico em cicloergômetro mecânico Monark adaptado para membros superiores; protocolo intermitente com incremento de carga de 125kgm/min (20watts) para mulheres e 140kgm/min (25watts) para homens a cada três minutos, em velocidade de 83 a 95 rpm Foram acompanhados por 18 meses participantes um programa de exercícios não-supervisionado (extramuros) e outro de tipo comunitário (ginástica) Farinatti et. al. ABC 2005 Observar a influência de quatro meses de um programa domiciliar não-supervisionado de exercícios sobre a pressão arterial e aptidão física em hipertensos Grupo experimental - 26 homens e 52 mulheres (52 ± 12 anos) Grupo controle - 9 homens e 7 mulheres (48 ± 9 anos) Legenda: RBME – Revista Brasileira de Medicina do Esporte VO2 – Consumo máximo de oxigênio no exercício ↓ – Diminuição, queda, redução PAS – Pressão arterial sistólica PAD – Pressão arterial diastólica PAM – Pressão artéria média ABC – Arquivos Brasileiros de Cardiologia kgm/min – Kilogramas por minuto NPRC – Núcleo de Prevenção e Reabilitação Cardíaca O grupo experimental submeteu-se a um programa domiciliar de exercícios, duração de quatro meses, com atividades aeróbias (60-80% FCmáx, 30 minutos de caminhadas no mínimo três vezes por semana), exercícios de flexibilidade. CLINEX – Clínica de Hipertensão do Laboratório de Fisiopatologia Clínica e Experimental FCmáx – Freqüência cardíaca máxima mmhg – milímetros por mercúrio RPM – rotações por minuto No NPRC houve diferenças significativas, a partir da segunda avaliação (três meses) para PAS, PAD, PAM. No CLINEX houve diferenças significativas para PAS e PAM ↓ PAS (-6mmhg) ↓ PAD (-9 mmHg)