A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE HIDROVIAS
BRASIL - FLANDRES/BÉLGICA
“A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ PARA O
TRANSPORTE E INFRA-ESTRUTURA HIDROVIÁRIA
INTERIOR”
ADALBERTO TOKARSKI
Gerente de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior
Brasília, 28 de março de 2007.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
A ANTAQ É…
-
Autarquia especial vinculada ao Ministério dos Transportes, que
desempenha, como autoridade administrativa independente, a função de
entidade reguladora e fiscalizadora das atividades portuárias e de
transporte aquaviário.
COM A MISSÃO DE…
Regulamentar, promover, fiscalizar e informar a atividade econômica
de exploração dos serviços e da infra-estrutura de transporte aquaviário,
estabelecidos constitucionalmente como de titularidade da União,
mantendo o foco na competição, na eficiência e na defesa do usuário.
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A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski


A ANTAQ, pensando em um cenário futuro de avanços e investimentos
governamentais e privados, vê como imprescindível uma maior e melhor
utilização do sistema hidroviário nacional, isto como ferramenta macro
econômica de desenvolvimento.
A ANTAQ não implementa políticas públicas, mas trabalha para contribuir,
inclusive para uma eficaz implementação da infra-estrutura.

Como:
Realizando seminários, estudos e debates consistentes,
procurando mostrar a necessidade estratégica que a navegação
interior tem para o desenvolvimento como forma de defesa:





Do meio ambiente
ao viabilizar o transporte de grandes volumes com menor emissão
de CO2
Defesa da redução do custo Brasil
Defesa do produtor e da melhor distribuição de renda
proporcionando um menor custo no transporte
Defesa da produção agrícola
Defesa da produtividade sistêmica
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A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski

Com a realização de seminários, a ANTAQ busca detectar
gargalos e pontos positivos (avanços), juntamente com o
Ministério dos Transportes, da Agricultura, Departamento
Nacional de Infra-estrutura dos Transportes-DNIT, entre
outros entes do governo e empresários, que tem como
objetivo:
• Estudar, debater e induzir o uso das hidrovias,
divulgando seus avanços e ações pró-ativas;
• Atrair investidores na operação das hidrovias,
nacionais e internacionais, como no caso deste
seminário, em que foram convidados empresários
brasileiros e belgas que na tarde de amanhã
participarão de encontro de negócios.
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A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
COM UMA VISÃO ESTRATÉGICA A ANTAQ CRIOU UMA
SUPERINTENDÊNCIA DE NAVEGAÇÃO INTERIOR –SNI
PARA IMPLEMENTAR AÇÕES DE CONSOLIDAÇÃO DO
MODAL HIDROVIÁRIO NA MATRIZ DE TRANSPORTE
BRASILEIRA
●
●
●
●
●
●
Gerência de Desenvolvimento e Regulação
●
Gerência de Outorga e Afretamento
●
Gerência de Fiscalização
Adalberto
Tokarski
Propor normas e padrões para disciplinar a exploração
de serviços de navegação e de exploração da infraestrutura aquaviária;
Atuar na defesa e proteção dos direitos dos usuários;
Celebrar atos de outorga para serviços de navegação e
exploração de hidrovias;
Autorizar o afretamento de embarcações estrangeiras;
Fiscalizar empresas de navegação interior.
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 Realização de seminários para discussão e busca de solução dos problemas
de cada hidrovia.
 Hidrovias da Região Sul, agosto - 2006;
 Hidrovias das Regiões Amazônica, CO e NE, outubro - 2006;
 Hidrovias Tocantins e Araguaia, novembro - 2006;
 Hidrovia Teles Pires – Tapajós, março - 2007.
 Seminário Internacional Brasil/Bélgica, março - 2007
 Seminário sobre a Hidrovia do São Francisco, abril - 2007
 Seminário sobre a Hidrovia do Paraguai-Paraná, maio – 2007, em Cuiabá
 Seminário Nacional de Hidrovias – SOBENA, junho – 2007, no Senado Federal
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Visão Estratégica
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Mapa hidroviário com as áreas de atuação
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das administrações hidroviárias
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HIDROVIA DO MADEIRA
MT
Evolução
da Movimentação de Cargas
ANO
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
QUANTIDADE (T)
1997
320.000
2006
3.400.000
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HIDROVIA DO MADEIRA
Extensão: 1.056 km (Porto Velho/RO – Porto de Itacoatiara/AM)
Movimentação Anual (2006): 3.400.000 t
Principais Cargas: soja, fertilizantes, milho, cimento, combustíveis,
alimentos perecíveis e não perecíveis, contêineres, automóveis, cargas
gerais, milho, cimento, entre outros.
A importância da hidrovia poderá aumentada, caso sejam construídas as
eclusas das UHE de Santo Antônio e Jirau, viabilizando aí uma
navegação em pelo menos 1000 km.
A hidrovia Guaporé-Mamoré-Madeira, terá extensão de 3.056 km entre a
cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade/MT e o Porto de
Itacoatiara/AM.
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COMPLEXO DO RIO MADEIRA A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
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Fonte: Furnas
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PORTO DE PORTO VELHO
COMBOIO COM 20 BARCAÇAS (40 MIL T)
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HIDROVIA
TIETÊ- PARANÁ
MS
Evolução da Movimentação de Cargas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
ANO
QUANTIDADE (T)
1995
1.087.000
2006
3.944.000
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HIDROVIA TIETÊ- PARANÁ
Extensão: 2.400 km (São Simão/GO - Conchas/SP e Sta Maria da
Serra/SP – UHE de Itaipú).
Movimentação Anual: (2006) 3.944.000 t.
Potencial: 20 milhões de toneladas.
Principais Cargas: soja, farelo de soja, madeira/carvão, cana e areia.
É considerada a hidrovia mais desenvolvida do país. Dispõe de 30
terminais intermodais privados. O rio Tietê conta com 6 UHE com 8
eclusas e o rio Paraná, com 4 UHE com 2 eclusas.
Quando for vencido o desnível de Itaipú, será a grande via de integração
dessas regiões com os países do Mercosul, somando mais de 1.400 km
de hidrovias até o rio da Prata.
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ECLUSA DE JUPIÁ - 1998
TERMINAL QUINTELA – PEDERNEIRAS
CANAL DE PEREIRA BARRETO
COMBOIO - TIPO
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HIDROVIA
PARAGUAI - PARANÁ
Evolução da Movimentação de Cargas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
ANO
QUANTIDADE (T)
1998
2.155.600
2006
3.427.000
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HIDROVIA PARAGUAI - PARANÁ
Adalberto
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Extensão: 3.442 km (Cáceres/MT – Buenos Aires/AR).
A parte brasileira da hidrovia conta com 1.278 km.
Movimentação Anual (2006): Mais de 15 milhões de toneladas.
Nos terminais brasileiros: 3.426.800 t.
Principais Cargas Embarcadas no Trecho Brasileiro: granéis agrícolas,
minérios de ferro e manganês.
A navegabilidade é viável em toda a sua extensão. Não há corredeiras e,
em poucos locais, são necessários cuidados nas sondagens, pela baixa
profundidade e ângulos fechados.
O complexo rodo-hidro-ferroviário de Corumbá é um importante polo
concentrador/distribuidor da região Centro-Oeste. Estão previstos
investimentos do PAC.
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PORTO DE CÁCERES
COMBOIO-TIPO
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HIDROVIA DO
SÃO FRANCISCO
Evolução da Movimentação de Cargas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
ANO
QUANTIDADE (T)
1998
47.250
2006
56.300
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HIDROVIA DO SÃO FRANCISCO
Extensão: 1.371 km (Pirapora/MG – Juazeiro/BA/Petrolina/PE)
Movimentação Anual (2006): 56.300 t
Carga Principal: soja.
UHE de Sobradinho: sistema de transposição com uma eclusa e um
canal de navegação.
Esta hidrovia tem potencial para alavancar as economias e diminuir
custos de transporte das empresas instaladas nas regiões por onde
passa.
A vocação natural do rio é para o escoamento de grãos, mas há
potencial para o transporte de combustíveis, minérios, em especial
calcário, e de veículos.
Estão previstos investimentos do PAC.
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COMBOIO-TIPO
ECLUSA DE SOBRADINHO
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HIDROVIAS TOCANTINS
E ARAGUAIA
Cou to
Mag a lh ã es
Evolução da Movimentação de Cargas
ANO
QUANTIDADE (T)
Fev./2007
24.000
Peixe
Cocalin h o
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Porto de Vila do Conde
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Belém
Alternativas de Logística do
Corredor Centro Norte
>> Marabá (PA) – Tucuruí (PA) – Belém (PA)
Adalberto
Tokarski
Tucuruí
PA
MA
‘
Marabá
Marabá (PA) – Tucuruí (PA) – Belém (PA)
Imperatriz
Xambioá
567 km
Rio Tocantins
Estreito
Conceição
do Araguaia
TOC
ANT
IN
S
Trecho rodoviário
4 km
Vila Rica
São Félix
do Araguaia
Miracema do
Tocantins
TO
RIO
Couto
Magalhães
Palmas
Peixe
MT
TOTAL : 571 km
Cocalinho
Água Boa
Aruanã
GO
Brasília-DF
Goiânia
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Porto de Vila do Conde
Porto
A VISÃO ESTRATÉGICA
DAdaANTAQ
Ponta
Belém
Alternativas de Logística do
Corredor Centro Norte
>> Peixe (TO) – Estreito (MA) – São Luís (MA)
Tucuruí
Porto
Itaqui
São Luís
PA
MA
Peixe (TO) – Estreito (MA)
Imperatriz
Marabá
Xambioá
700 km
Rio Tocantins
Estreito
Conceição
do Araguaia
731 km
Ferrovia Norte – Sul (VALEC) / 218 km
Ferrovia Carajás (CVRD) / 513 km
Vila Rica
São Félix
do Araguaia
Miracema do
Tocantins
TO
RIO
TOC
ANT
IN
S
Estreito (MA) – São Luís (MA)
TOTAL : 1.431 km
Madeira
Adalberto
Tokarski
Palmas
Peixe
MT
Cocalinho
Água Boa
Aruanã
GO
Brasília-DF
Goiânia
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Porto de Vila do Conde
Porto
A VISÃO
DAdaANTAQ
Ponta
Belém ESTRATÉGICA
Madeira
Alternativas de Logística do
Corredor Centro Norte
Cocalinho (MT) – C. Magalhães (TO) –
Estreito (MA) - São Luís (MA)
Adalberto
Tokarski
Tucuruí
Porto
Itaqui
São Luís
PA
Cocalinho (MT) – Couto Magalhães (TO)
‘
MA
Marabá
Imperatriz
Xambioá
860 km
Rio Araguaia
Estreito
Conceição
do Araguaia
Couto Magalhães (TO) – Estreito (MA)
S
328 km
Estreito (MA) – São Luís (MA)
Vila Rica
São Félix
do Araguaia
Miracema do
Tocantins
TO
TOTAL : 1.919 km
Palmas
Peixe
731 km
Ferrovia Norte – Sul (VALEC) / 218 km
Ferrovia Carajás (CVRD) / 513 km
RIO
TOC
ANT
IN
Couto
Magalhães
S/DENOMINAÇÃO Couto Magalhães (TO) – Colinas do
Tocantins (TO) / 95 km
BR – 153 Colinas do Tocantins (TO) - Estreito (MA) / 233 km
MT
Cocalinho
Água Boa
Aruanã
GO
Brasília-DF
Goiânia
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Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Perspectivas do Agronegócio Brasileiro
Combustíveis Alternativos e Renováveis
ETANOL
Custo de Produção Matéria
Produção Produção (litros/ha)
Atual
Prima
EUA
17 bilhões
BRASI
litros
L
US$ 0,45
3.000
US$ 0,28
8.100
Fonte: MAPA - CONAB - EMBRAPA
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Porto de Vila do Conde
Porto
A VISÃO
DAdaANTAQ
Ponta
Belém ESTRATÉGICA
Madeira
Alternativa de Logística no
Corredor Centro Norte
Adalberto
Tokarski
Tucuruí
Porto
Itaqui
São Luís
PA
‘
MA
Marabá
Imperatriz
Xambioá
Estreito
S
Conceição
do Araguaia
Vila Rica
São Félix
do Araguaia
Miracema do
Tocantins
TO
RIO
TOC
ANT
IN
Couto
Magalhães
Palmas
Peixe
MT
Água
Boa
Aruanã
GO
Brasília-DF
Goiânia
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HIDROVIAS TOCANTINS E ARAGUAIA
Extensão dos trechos navegáveis: Rio Araguaia (Cocalinho/MT – Couto
Magalhães/TO) - 845 km; Rio Tocantins (Marabá/PA – Belem/PA)-547 Km;
(Pedro Afonso /TO – Estreito/MA) - 420 km
Movimentação Anual (potencial): 24.000.000 t
Principais Cargas: produtos agrícolas, produtos siderúrgicos,
fertilizantes, derivados de petróleo e álcool.
Há navegação comercial em 2 trechos do rio Tocantins: Marabá/PA – Belém/PA
( 514 km) e Luís Alves/GO - Santa Terezinha/MT ( 395 km).
UHE de Tucuruí: projeto de transposição prevê 2 eclusas interligadas por um
canal intermediário. Há previsão de investimentos para as obras destas eclusas,
no Plano de Aceleração do Crescimento – PAC .
UHE de Lajeado: sistema de transposição com uma eclusa e um canal de
navegação.
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COMBOIO DA NAVBEL
(RIO ARAGUAIA)
ECLUSA I DE TUCURUÍ
(MONTANTE)
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HIDROVIAS DO SUL
Evolução da Movimentação de Cargas
ANO
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
QUANTIDADE (T)
1998
544.700
2006
2.430.000
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HIDROVIAS DO SUL
Extensão: 900 km (trecho formado pelos rios Jacuí, Taquarí, Lagoa dos
Patos, Lagoa Mirim e o canal de São Gonçalo que as interliga).
Os rios Uruguai e Ibicuí têm potencial para 1.200 km de vias navegáveis.
Movimentação Anual: 2.430.000 t
Principais Cargas: granéis agrícolas, derivados de soja, fertilizantes,
carvão mineral e areia.
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EMBARCAÇÃO AUTOPROPULSADA
PORTO DE ESTRELA
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BARRAGEM E ECLUSA DE BOM RETIRO
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
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HIDROVIA DO PARNAÍBA
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
HIDROVIA DO PARNAÍBA
Adalberto
Tokarski
Extensão: 1.600 KM
Movimentação Potencial: 1.000.000 t/ano de grãos
Cargas Potenciais: soja, cana, arroz, biocombustível e milho (MA e PI).
Dispõe de potencial para o escoamento dos grãos produzidos no
sudoeste do Piauí, no sudeste do Maranhão, no nordeste do Tocantins e
no noroeste da Bahia.
O sistema de transposição da UHE de Boa Esperança será composto por
duas eclusas com lago intermediário e com apenas 60 milhões de reais
se viabiliza a hidrovia.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
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SISTEMA DE ECLUSAS DA UHE DE BOA ESPERANÇA
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
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HIDROVIA TELES PIRES - TAPAJÓS
MT
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
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HIDROVIA TELES PIRES – TAPAJÓS
Extensão: 1.043 km (Cachoeira Rasteira/PA - Santarém/PA)
Movimentação Anual (potencial-2010): 10.000.000 t
Principais Cargas: grãos do norte do Mato Grosso
O Tapajós é, hoje, navegável no trecho de 345 km, entre São Luís do
Tapajós/PA e Santarém/PA.
Esta hidrovia é considerada a melhor rota de exportação para viabilizar
os grãos do norte do Mato Grosso. Estudos de viabilidade realizado
dentro do Plano Nacional de Logística de Transportes apresentaram
taxas de retorno de 24%.
A análise dos custos de transporte, entre o corredor a ser criado pela
hidrovia e outras alternativas de saída para os grãos produzidas nesta
área, mostrou economias de até R$ 37,00/t.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
DESAFIOS

Fazer um levantamento de todos os pontos de restrição à
navegação interior nos rios barrados;

Realizar ações junto à ANA para estabelecer os pontos de restrição.

Revitalização e ampliação da frota em todas as hidrovias através de
um programa de apoio governamental.

Conscientizar os planejadores da importância estratégica do modal
hidroviário na matriz de transporte brasileira.

Elaboração normas específicas para a navegação interior.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
O SETOR HIDROVIÁRIO NA MÍDIA...
15/03/07
02/03/07
Especialistas apontam hidrovia
Teles Pires – Tapajós como a
melhor opção para a soja.
09/03/07
Hidrovia terá teste de funcionamento em julho.
09/03/07
Estado poderá receber parte de
dívida federal.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agricultores projetam
economia com hidrovia.
27/02/07
Exportações crescem 288%
pela via fluvial.
●
anotícia
14/03/07
Hidrovia no Tocantins terá
viagem experimental.
PAC - Previsão de Investimentos no Setor
Hidroviário no período 2007-2010:
R$ 735 milhões.
- 67 terminais hidroviários na Amazônia;
- eclusa de Tucuruí;
- dragagem e derrocamento nas hidrovias
do São Francisco e do Paraná-Paraguai.
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
NetMarinha
Exportações crescem 288% pela via fluvial
Adalberto
Tokarski
27/02/07
As exportações do Amazonas pelo transporte fluvial apresentaram um crescimento de 288% no primeiro mês do ano, ao atingir o montante de US$ 172. 10
milhões, ante a cifra de US$ 44.34 milhões em vendas externas realizadas no mesmo período do ano passado. Esse expressivo resultado sustenta as
perspectivas positivas de crescimento para os próximos meses na comercialização local com outros países, conforme a projeção das entidades
empresariais do Estado.
A Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) projeta US$ 2 bilhões para o comércio exterior do Amazonas neste ano, o que representa um
crescimento de 35,13% ao total de US$ 1.48 bilhão em vendas externas realizadas no ano passado.
Em 2006, os resultados foram negativos devido à transferência de parte da linha de produção da Nokia, maior empresa exportadora local, ao México no
final de 2005, o que ocasionou uma base de comparação de desvantagem entre um ano e outro.
O presidente da Aficam (Associação das Indústrias e Empresas de Serviços do Pólo Industrial do Amazonas), Antônio Carlos de Lima, sem mencionar
números, tem perspectivas positivas para o comércio exterior nos próximos meses. "Estamos otimistas que as exportações deste ano devem superar os
resultados do comércio exterior obtidos em 2006", disse o dirigente.
Para o diretor-executivo da Fieam, Flávio Dutra, a perda da produção de celular local no ano passado, serve como um meio de provar ao governo, que
esse setor precisa de incentivos para recuperar o potencial de competitividade. "Estamos reivindicando algum benefício a esse pólo do governador Eduardo
Braga, que está desenvolvendo estudos técnicos para avaliar uma alternativa a favor dessa área", explicou.
Pelo modal aéreo, as exportações apresentaram um crescimento de 4% no mês passado, em relação ao mesmo período de 2006, segundo informações da
Infraero (Empresa de Infra-Estrutura Aeroportuária). Por via aérea, os produtos de maior destaque foram celulares e peixes ornamentais.
Pelo modal marítimo, os produtos mais solicitados no exterior foram as motocicletas, preparações alimentícias, televisores, máquinas automáticas para
processamento de dados, soja e seus derivados. Importações declinam
Ao contrário dos meses anteriores, em que as importações apresentaram crescimento acima de 10%, no primeiro mês deste ano a Alfândega do Porto de
Manaus registrou um declínio de 3,47% nos produtos adquiridos de outros países pelas empresas locais. Em janeiro foram comercializados US$ 353.44
milhões FOB (Free on Board) em importações, ante a cifra de US$ 366.16 milhões FOB em produtos importados adquiridos no mesmo período de 2006.
A inspetora da Alfândega do Porto de Manaus, Maria Elizia Alves, relaciona o baixo número das importações, maior parte constituída por insumos
industriais, ao desempenho produtivo do Amazonas neste início de ano. "Não tenho um dado concreto sobre o real motivo, mas atribuo esse resultado à
situação das empresas do Pólo Industrial de Manaus, que podem não ter apresentado um resultado melhor se comparado a 2006", explicou, destacando
que, geralmente, as importações aumentam quando as indústrias locais estão em alta produtividade.
O presidente da Aficam, Antônio Carlos de Lima, disse que os primeiros dois meses do ano são períodos de baixo desempenho nas fábricas locais.
Segundo ele, a produtividade industrial, a partir de março, deve compensar os resultados desse primeiro bimestre. "Ainda não fizemos uma análise dos
resultados produtivos de janeiro, mas é normal que nesse mês a produção seja baixa, acreditamos numa recuperação nos próximos meses", concluiu o
executivo. Fonte: Jornal do Commercio - AM
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
GLOBO.COM
R$ 730 milhões para obras no São Francisco
Adalberto
Tokarski
14/02/2007
Do total que será liberado pelo governo, R$ 247 mi serão para revitalização do rio.
Anúncio foi feito pelo ministro da Integração Nacional, Pedro Brito.
Tiago Pariz /Agência Brasil
O governo vai liberar R$ 730 milhões para aplicar em projetos da bacia do rio São Francisco.
Segundo o ministro da Integração Nacional, Pedro Brito, R$ 483 milhões serão para o Projeto
São Francisco e à integração com outros rios. A cifra restante será aplicada na revitalização
do rio.
"Nunca se pensou em um volume de recursos tão grande para a revitalização de um rio como
está sendo feito com o São Francisco", disse Britto, após reunião de infra-estrutura hídrica no
Palácio do Planalto comandada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O volume total de recursos que serão liberados este ano para obras em portos, hidrovias e
ferrovias é de R$ 2,164 bilhões. Todos os projetos fazem parte do Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC). Em 2006, o total destinado para a mesma área foi de cerca de R$ 450
milhões.
Segundo o ministro, os editais de licitação dos quatorze lotes da obra de transposição do São
Francisco serão lançados simultaneamente depois do carnaval. A meta do governo é concluir
a obra até o final de 2010, a um custo de R$ 4,5 bilhões.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Agência reguladora discute ampliação da hidrovia
Tapajós–Teles Pires
Adalberto
Tokarski
Clara Mousinho
Brasília - A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) discutiu a importância e os impactos da construção da hidrovia Tapajós–
Teles Pires, localizada no Mato Grosso, e projetada para escoar a soja produzida no Centro Oeste. A instituição discute soluções para o
transporte fluvial do estado que possui crescente produção de soja e precisa de melhores meios de transporte para o escoamento de grãos.
Em dez anos, a hidrovia deve chegar a 1.550 quilômetros de extensão.
A hidrovia Tapajós–Teles Pires é importante para o escoamento da produção de soja do Mato Grosso, maior produtor do país. Segundo o
governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, a safra pode chegar a 45 milhões de toneladas em 2010. O superintendente da Administração
das Hidrovias da Amazônia Oriental (AHIMOR), Michel Dib Tachy, disse que se a hidrovia estivesse pronta escoaria toda a produção de
soja do Mato Grosso e suportaria o aumento da safra.
Atualmente, o escoamento da soja mato-grossense é feito através do Rio Madeira, no Amazonas, e por rodovias federais. A hidrovia
Tapajós, com 346 quilômetros de extensão, escoa apenas pequenas produções do estado e combustível. De acordo com a especialista em
regulação da Antaq, Ana Paula Fajardo, a hidrovia Tapajós–Teles Pires é muito importante. “É uma alternativa que pode reduzir o custo de
transporte e é uma solução estável”, explicou ela.
A Antaq pretende aumentar a hidrovia em 1.043 quilômetros, no trecho que vai de Cachoeira Rasteira até Santarém. Será feita a construção
de um dique com uma eclusa de 14 metros, derrocamentos e dragagens para desobstruir a navegação. Segundo Tachy, as obras devem
ser concluídas em dez anos e vão suportar o crescimento da produção de soja do Mato Grosso. O superintendente estima um gasto de US$
200 milhões.
A agência realiza uma série de seminários sobre as principais hidrovias do país para desenvolver o sistema hidroviário brasileiro. Segundo o
superintende de Navegação Interior da Antaq, José Alex de Oliva, o ciclo de palestras tem o objetivo de difundir o conhecimento para que o
Brasil possa usar as hidrovias como meio de transporte factível para nossa economia.
“Hoje temos uma malha hidroviária no país com 43 mil quilômetros de rios potencialmente navegáveis, isso ajudaria a alavancar a economia
brasileira. A navegação fluvial tem baixo custo de investimento e uma resposta altíssima, com ganho de quase 25 % de redução do custo de
transporte. O Brasil precisa disto”, afirmou Oliva.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
ANTAQ monitora pontos de restrição à navegação interior do País
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ passou a monitorar os principais pontos de restrição à navegação
interior no Brasil, principalmente aqueles próximos a usinas hidrelétricas. A informação foi dada pelo Diretor Murillo Barbosa,
que coordenou reunião, no último dia 27 de outubro, sobre a navegabilidade na represa de Itaipu.
Estiveram presentes à sede da ANTAQ, em Brasília, representantes da Agência Nacional de Águas (ANA), da Agência
Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), do Departamento Nacional de InfraEstrutura de Transportes (DNIT), do Ministério dos Transportes e da Associação Nacional dos Usuários de Transporte de
Carga
(ANUT).
Para monitorar esses pontos de restrição, a ANTAQ vai receber da ANA, através de um relatório elaborado pelo ONS, as cotas
mínimas dos reservatórios. “Depois de analisarmos essas cotas, nos reuniremos novamente com a ANA afim de tentarmos
estabelecer termos comuns de procedimentos entre ANTAQ, ANA e ANEEL”, disse o gerente de Desenvolvimento e
Regulação
da
Navegação
Interior
da
ANTAQ,
Adalberto
Tokarski.
“A intenção é fazer com que, após definidas as cotas, essas sejam respeitadas nos meses de maior demanda da navegação
interior”, afirmou o gerente, enfatizando que esse canal de comunicação que foi aberto entre a ANTAQ e a ANA servirá para
solucionar
problemas
futuros
que
a
navegação
interior
tenha
de
enfrentar.
A reunião realizada na ANTAQ aconteceu devido à demanda trazida pela ANUT de um de seus associados, a empresa ADM,
que opera no Tiête-Paraná. A empresa queria transportar 3,4 mil toneladas de trigo do Terminal de La Paz, em Hernandárias,
Paraguai, até Santa Maria da Serra, em São Paulo. O comboio tinha programação de passar no dia 30 de outubro em Guaíra,
a
montante
do
Lago
de
Itaipu,
no
rio
Paraná.
O problema é que, em Guaíra, o nível estava em 218,5m, abaixo da cota mínima que garantiria uma navegação com
segurança. A cota naquele ponto deveria ser de 219,5m. “De acordo com a ANEEL, isso ocorreu devido à seca na Região Sul.
Então, o ONS utilizou os estoques dos reservatórios da Região Sudeste para a geração de energia a fim de compensar a
escassez
do
Sul,
que
impossibilitou
a
navegação”,
explicou
Tokarski.
O gerente ressaltou que “o importante da participação da ANTAQ nessa reunião foi ter estabelecido a troca de informações
com a ANA para que problemas como esse sejam antecipados e não volte a prejudicar a navegação interior do País”, concluiu
Tokarski.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
NetMarinha
Adalberto
Tokarski
Antaq discute ampliação da hidrovia Tapajós–Teles Pires
01/03/07
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) discutiu a importância e os impactos da construção da hidrovia Tapajós-Teles
Pires, localizada no Mato Grosso, e projetada para escoar a soja produzida no Centro Oeste. A instituição discute soluções para o
transporte fluvial do estado que possui crescente produção de soja e precisa de melhores meios de transporte para o escoamento de
grãos. Em dez anos, a hidrovia deve chegar a 1.550 quilômetros de extensão.
A hidrovia Tapajós-Teles Pires é importante para o escoamento da produção de soja do Mato Grosso, maior produtor do país.
Segundo o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, a safra pode chegar a 45 milhões de toneladas em 2010. O superintendente da
Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental (AHIMOR), Michel Dib Tachy, disse que se a hidrovia estivesse pronta escoaria
toda a produção de soja do Mato Grosso e suportaria o aumento da safra.
Atualmente, o escoamento da soja mato-grossense é feito através do Rio Madeira, no Amazonas, e por rodovias federais. A hidrovia
Tapajós, com 346 quilômetros de extensão, escoa apenas pequenas produções do estado e combustível. De acordo com a
especialista em regulação da Antaq, Ana Paula Fajardo, a hidrovia Tapajós-Teles Pires é muito importante. "É uma alternativa que
pode reduzir o custo de transporte e é uma solução estável", explicou ela.
A Antaq pretende aumentar a hidrovia em 1.043 quilômetros, no trecho que vai de Cachoeira Rasteira até Santarém. Será feita a
construção de um dique com uma eclusa de 14 metros, derrocamentos e dragagens para desobstruir a navegação. Segundo Tachy,
as obras devem ser concluídas em dez anos e vão suportar o crescimento da produção de soja do Mato Grosso. O superintendente
estima um gasto de US$ 200 milhões.
A agência realiza uma série de seminários sobre as principais hidrovias do país para desenvolver o sistema hidroviário brasileiro.
Segundo o superintende de Navegação Interior da Antaq, José Alex de Oliva, o ciclo de palestras tem o objetivo de difundir o
conhecimento para que o Brasil possa usar as hidrovias como meio de transporte factível para nossa economia.
"Hoje temos uma malha hidroviária no país com 43 mil quilômetros de rios potencialmente navegáveis, isso ajudaria a alavancar a
economia brasileira. A navegação fluvial tem baixo custo de investimento e uma resposta altíssima, com ganho de quase 25 % de
redução do custo de transporte. O Brasil precisa disto", afirmou Oliva.
Com informações da Agência Brasil.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
Tocantins descobre jazida de 159 bi de toneladas de ferro
13/02/2007
A São Bernardo Recursos Minerais começará este mês a realizar testes de campo para mineração de uma jazida estimada em 159
bilhões de toneladas de ferro no subsolo do Estado de Tocantins. Ela começa no território de Palmas, na Serra do Carmo, se estende
pela região Sudeste, até Ponte Alta do Tocantins, abrangendo outros municípios, como Aparecida do Rio Negro, Monte do Carmo e
Santa Tereza do Tocantins. É uma jazida com aproximadamente 135 km de extensão por 40 km de largura, somando uma área total de
6 mil km².
O presidente da São Bernardo Recursos Minerais, Áureo Luiz de Castro, disse, em audiência com o governador Marcelo Miranda,
tratar-se de um jazida com capacidade produtiva equivalente a dez vezes o tamanho daquela de Carajás. O grupo, que atua no
Tocantins há cinco anos, também passará a explorar as reservas de manganês localizadas na região.
O grupo pesquisou seis anos para dimensionar o tamanho da jazida e agora se prepara para a fase de sondagem do solo, que
especificará pontos estratégicos de exploração. A fase de sondagem será promovida por um segundo grupo empresarial, durando
cerca de um ano e demandando aproximadamente US$ 15 milhões em investimentos.
Uma das preocupações do presidente da São Bernardo é com a infra-estrutura de escoamento dos minérios. Ele pediu ao governador
que acelere entendimentos com a governadora do Pará, estado onde ficará o Porto de Espadarte, na foz do Rio Amazonas, e com o
governo federal, para agilizar todo o processo de logística necessário ao projeto.
"Com a construção das eclusas previstas para o Rio Tocantins teremos a navegabilidade necessária ao transportes tanto do álcool que
produziremos, em 12 usinas já em fase de implantação, quanto do minério de ferro a ser extraído na região" disse o presidente da
empresa.
Segundo o cronograma da São Bernardo Recursos Minerais, quando iniciar a extração do minério, já deverão estar em atividade o
trecho da Ferrovia Norte-Sul de Araguaína até o Porto do Espadarte, na Ilha de Curuçá, norte do Mato Grosso, além da Hidrovia
Araguaia-Tocantins, que seguirá também até o estuário do Rio Amazonas.
No início da exploração, a expectativa da empresa é extrair cerca de 50 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano. Esta produção
deve saltar para 150 milhões de toneladas, quando estiver concluída a infra-estrutura logística de escoamento do minério. (Agência
Amazônia/ Amazônia.org)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
Governo participa de discussões sobre a hidrovia Paraguai-Paraná
JOÃO CARLOS DE QUEIROZ
05/02/2007
Assessoria/Casa Civil-MT
Tendo em vista a necessidade de que a hidrovia Paraguai-Paraná seja viabilizada e gere impulso desenvolvimentista em áreas estratégicas de Mato
Grosso, neutralizando-se os gargalos que ainda impedem a consolidação do projeto, o Governo do Estado vem intermediando ações junto à Agência
Nacional de Transportes Aquaviários, para que Cuiabá se torne a sede do seminário que discutirá a condução desse processo.
“Será uma das maneiras de envolver diretamente a sociedade civil organizada, coletando-se sugestões que possam contribuir com a hidrovia e ampliar o
panorama prático da sua operacionalidade, dentro dos parâmetros legais ambientais”, diz o secretário-chefe da Casa Civil do Governo de Mato Grosso,
Antônio Kato. Ele e o adjunto da Pasta, Jefferson de Castro, estiveram na semana passada em Brasília, oportunidade em que participaram de uma reunião
na Antaq para debater o assunto, igualmente contribuindo com sugestões para enriquecer a pauta do seminário.
Segundo Jefferson de Castro, através do secretário de Educação, Luiz Antônio Pagot, e da Casa Civil da presidência da República, com total apoio da
ministra Dilma Rooussef, a Antaq também adentrou num novo marco de pressão positiva em torno dessa questão da hidrovia, ‘até como forma de
desobstruir os entraves da logística no Estado de Mato Grosso’.
“É justamente isso que está impedindo que a consolidação do referido projeto se torne mais um instrumento desenvolvimentista de Mato Grosso e
configure também a determinação do Governo Federal de também estar presente nas discussões decisivas a respeito das hidrovias”, assinala o secretáriochefe adjunto da Casa Civil.
Trata-se, na sua análise, de uma ação conjunta, na qual o Governo do Estado é meramente um coadjuvante, ‘portanto um colaborador entusiasmado’. “O
Governo de MT se colocou plenamente à disposição da Antaq, deixando isso externado quando da reunião que participamos na Antaq. Já temos
previamente programada uma data para realização do seminário em Cuiabá, quando debateremos essa questão da hidrovia Paraguai-Paraná. O evento
deve acontecer mais ou menos no mês de abril. A oficialização da data será definida pela Antaq”.
A Antaq realiza geralmente um seminário por mês com enfoque nas hidrovias Paraguai-Paraná, Tapajós-Teles Pires, Tietê, dentre outras, informou. No
contexto geral, afirma, a concretização do projeto de interesse de Mato Grosso se traduzirá por uma mudança positiva no quadro da economia regional,
com bons reflexos ao todo do percurso oficial.
“A economia do Estado de Mato Grosso viverá inegavelmente um novo ciclo, o denominado ‘círculo virtuoso’, conforme definição do secretário Luiz Antônio
Pagot. Lógico que outros estados também se beneficiarão automaticamente do processo. Estamos enfim iniciando a execução do círculo virtuoso, no
momento em que a hidrovia Paraguai-Paraná está inserida no PAD – Programa de Aceleração de Desenvolvimento”.
A meta do governo mato-grossense é conseguir com que o projeto efetivamente deslanche, anuncia o adjunto da Casa Civil. “Momentaneamente, ele está
sendo travado por uma ação civil pública, que tramita desde o ano 2000”.
Com a hidrovia em ação, diz Castro, Mato Grosso teria um novo pólo gerador de empregos, marco do escoamento de todas as commodites. “A ANTAC
tem programado uma agenda por mês de seminários sobre hidrovias. O fato de realizarmos brevemente o da Hidrovia Paraguai-Paraná especificamente
em Cuiabá implica em muitas diferenças notáveis e promissoras. Geralmente, todos acontecem em Brasília. Mas, atendendo a um pedido especial de
Pagot, o próximo seminário com abordagem no tema acontecerá na capital mato-grossense”.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
Hidrovia terá teste de funcionamento em julho
09/03/07
Palmas - No próximo mês de julho será colocada em funcionamento, de forma experimental, a hidrovia do Rio Tocantins, entre as
cidades de Miracema e Estreito. A consolidação do trecho para transporte aquaviário ocorrerá no próximo ano. As informações são do
representante da Administração da Hidrovia Tocantins Araguaia (Ahitar) do núcleo de melhoramento, Luiz Alvino Duarte de Lima e
Silva.
Ontem, em um encontro técnico ocorrido na sala de reuniões da secretaria de Planejamento, em Palmas tratou da questão
operacional da hidrovia. Foram discutidos tópicos relacionados com o tipo de carga para ser transportada, a sinalização do Rio
Tocantins, o tipo de embarcação que será usado e os portos que serão construídos em Miracema, Pedro Afonso e Aguiarnópolis.
Segundo Silva, são ações para acelerar a hidrovia. “Diagnosticamos os diversas dificuldades que poderão surgir no decorrer dos
trabalhos da hidrovia. A hidrovia vai acelerar o processo de crescimento do agronegócio no Estado e esses encontros servem para
nortear as atribuições de cada representante”, disse.
De acordo com o subsecretário de Representação do Estado em Brasília, Antônio José Guerra o maior investimento de necessidade é
a eclusa de Lageado, viabilizando a navegação até a região Sul do Estado. “Não temos cálculos exatos, mas será basicamente na
construção dos portos”, informou Gerra. Ainda segundo ele no dia 14 será realizada uma reunião para definição de um cronograma
para a implantação do empreendimento. (Luana Evangelista)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
Agricultores projetam economia com hidrovia
Luana Evangelista
Palmas
A possibilidade do escoamento da produção de grãos e outros produtos das regiões de Pedro Afonso e Miracema está animando os produtores rurais, que já estimam
redução nos custos do transporte em até 57%. A hidrovia no Rio Tocantins foi discutida ontem, por representantes governamentais e também de empresas,
associações e cooperativas de produtores. Hoje, segundo o presidente da Cooperativa Agropecuária de Pedro Afonso (Coapa) Ricardo Khouri, a soja que é produzida
enfrenta 460 quilômetros de rodovia para chegar na ferrovia em Porto Franco, de onde escoa pelo Porto de Itaqui (MA). “A hidrovia do Tocantins é de fundamental
importância para todo o produtor, isso acarreta mais renda no bolso do produtor e uma maior competitividade para o mercado”, disse.
Ainda segundo o presidente da Coapa, hoje o custo hoje, para cada saca de 60 quilos de soja, é de R$ 3,50. Com o transporte pela hidrovia, o valor cairia para R$ 1,50.
A Coapa tem 96 produtores cadastrados e produção anual estimada em 120 mil toneladas, quase toda exportada por Itaqui. Para Khouri, a hidrovia dará mais
competitividade aos produtos do Estado.
Segundo com o secretário de representação do Estado em Brasília, Carlos Patrocínio Silveira, a hidrovia representa muito para a economia do Tocantins e do Brasil é
um fator de descongestionamento de custos nos transportes. “Com a alta competitividade não será necessário a gente buscar empresários, eles virão automaticamente
quando observarem a logística de transporte que temos”, contou Silveira.
Ainda conforme Khouri, com a hidrovia novos empreendimentos vão surgir. “Além de transportar soja em grão pode ser usado também para transportar óleo, farelo de
soja, açúcar, cargas vivas, insumos e vários outros produtos”, explicou.
Sinalização
O protocolo de ações (quadro) fechado após a reunião, destaca a necessidade de construção e estruturação de portos fluviais em Miracema, Pedro Afonso e
Aguiarnópolis, além da sinalização do trecho entre Miracema e Aguiarnópolis. O superintende Administrativo da Hidrovias Tocantins Araguaia (Ahitar) Josenir
Gonçalves Nascimento informou que a entidade vem fazendo levantamentos necessários para a sinalização do rio e identificação dos melhores locais de embarques e
desembarques das cargas. “A Ahitar está desenvolvendo todo o processo que lhe cabe com relação à sinalização e melhores locais de embarque da soja, grãos entre
outros, para o sucesso de exportação desses produtos”, concluiu.
Eclusas
Outra necessidade apontada pelo protocolo é a construção de eclusas nos empreendimentos hidrelétricos previstos para o Rio Tocantins, assim como a continuação da
construção da eclusa de Lajeado. Esta última poderá viabilizar a navegabilidade até Peixe, ampliando o volume de produtos que podem ser transportados pela hidrovia.
A implantação da hidrovia, já com transporte de grãos, é previsto para o final deste ano. De acordo com Silveira, em agosto será feita uma viagem experimental pelo
Rio Tocantins. “Em dezembro já teremos um comboio transportando cargas de Miracema e Pedro Afonso de grãos produzidos na região” disse. (Colaborou Samuel
Lima)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
PAC: Previsão de Investimentos no Setor Hidroviário
R$ 735 milhões, no período de 2007-2010
23 de Janeiro de 2007

Eclusa de Tucuruí (PA)

67 Terminais hidroviários na Amazônia

Dragagem e derrocagem na hidrovia de São Francisco

Dragagem e derrocagem da hidrovia Paraná/Paraguai (MS/MT)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
A VISÃO ESTRATÉGICA DA ANTAQ
Adalberto
Tokarski
Adalberto Tokarski
Gerente de Desenvolvimento e
Regulação da Navegação Interior
[email protected]
http://www.antaq.gov.br
Tel.: (61) 3447-1629
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Brasília - março/2007
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a visão estratégica da antaq para o transporte e infra