The Harriet Tubman Institute for Research on the Global Migrations of African Peoples (York University) and La Chaire de recherche du Canada en histoire comparée de la mémoire (Université Laval) invite you to participate in the workshop Living history: Encountering the memory of the heirs of slavery to be held at the 122nd American Historical Association Meeting Washington D.C January 3 – 6, 2008 Organizers: Paul Lovejoy (York University) Ana Lucia Araujo (Université Laval) Since 1990, we have seen the emergence of the different official projects aiming to promote the memory of slavery and also the claims for financial and symbolic reparations for African countries related to the centuries of transatlantic slave trade and colonization. If these claims for financial reparations have created several problems by placing Africa and the diaspora in a victimizing position, in the last years, cultural affirmation and Black self-assertion has overcome the requests for material reparations. The image of former slaves or colonized Africans as victims, as objects without destiny and will, has given place to a new pride of have being descendent of slaves. In 2005, in République du Bénin, this cultural affirmation took the form of a public claim for repatriation of the treasures of King Behanzin (Dahomey Kingdom), formulated by Christiane Taubira, Deputy from French Guyana and sent to the French National Assembly. In 2006, at the time of the opening of Musée du quai Branly in France, Aminata Traoré, the former minister of Culture of Mali, asserted that « our art works are exhibited at the same place where we are not allowed to stay ». Following the debates begun in 2004 (International Year for the Commemoration of the Struggle Against Slavery and its Abolition and the Bi-Centenary of the Independence of Haiti) and the bicentenary of the British abolition of slave trade, this workshop proposes a series of exchanges between established and young scholars. We welcome sessions and papers dealing with the relation between history and memory of slavery in Africa, Europe and Americas (through multiple approaches, including archival documents, life-stories, commemorative monuments and other cultural and artistic manifestations such as dance, music, and visual arts), slavery and citizenship, symbolic and financial reparations as well as claims for restitution of African art objects. Paper proposals should be sent to Dr. Ana Lucia Araujo: [email protected] Let us know if you wish to participate as chair and/or discussant THE DEADLINE TO SUBMIT YOUR PROPOSAL IS FEBRUARY 10 2007 Please provide the following information: - Paper title or session title Abstract (up to 300 words) of your paper Biographical paragraph or CV summary (up to 250 words) Correct mailing and e-mail address Audiovisual needs, if any L’Institut Harriet Tubman de recherche en migrations globales des peoples africains (Université York) et La Chaire de recherche du Canada en histoire comparée de la mémoire (Université Laval) vous invitent à participer à l’atelier Histoire vivante: à la rencontre de la mémoire des héritiers de l’esclavage dans le cadre de la 122nd American Historical Association Meeting Washington D.C 3-6 janvier 2008 Organisateurs: Paul Lovejoy (Université York) Ana Lucia Araujo (Université Laval) Depuis 1990, nous avons vu l'apparition des différents projets officiels visant à promouvoir la mémoire de l'esclavage et également les demandes de réparations financières et symboliques pour les pays africains relatives aux siècles de la traite transatlantique d’esclaves et de la colonisation. Si ces demandes de réparations financières ont créé plusieurs problèmes en plaçant l'Afrique et la diaspora dans une position victimisante, au cours des dernières années, l’affirmation culturelle des Noirs et des Afro-descendants a surmonté les demandes des réparations matérielles. L'image des anciens esclaves ou des Africains colonisés comme des victimes, comme objets sans destin et volonté, a donné lieu à une nouvelle fierté d’être descendant d’esclave. En 2005, en République du Bénin, cette affirmation culturelle a pris la forme d'une demande publique pour le rapatriement des trésors du Roi Béhanzin (royaume du Dahomey), formulée par Christiane Taubira, députée de Guyane française et envoyée à l'Assemblée nationale française. En 2006, au moment de l'ouverture de Musée du quai Branly en France, Aminata Traoré, ancienne ministre de la culture du Mali, a affirmée que « nos oeuvres ont droit de cité là où nous sommes, dans l'ensemble, interdits de séjour ». Après les discussions amorcées en 2004 (année internationale pour la commémoration de la lutte contre l'esclavage et son abolition et le bi-centenaire de l'indépendance du Haïti) et des commemorations du bicentenaire de l'Abolition britannique de la traite d’esclaves, cet atelier propose une série d'échanges entre des chercheurs seniors et des jeunes chercheurs. Nous vous invitons à proposer particulièrement des séances et des communications portant sur la relation entre l’histoire et la mémoire de l'esclavage en Afrique, en Europe et dans les Amériques (par des approches multiples, y compris les documents d’archive, des récits de vie, les monuments commémoratifs et d'autres manifestations culturelles et artistiques telles que la danse, la musique et les arts visuels), esclavage et citoyenneté, les réparations symboliques et financières aussi bien que les demandes de restitutions des objets d'art africains. Envoyer votre proposition à Ana Lucia Araujo: [email protected] Laissez-nous savoir si vous sohaitez participez aussi en tant que président et/ou commentateur des séances LA DATE LIMITE POUR SOUMETTRE VOTRE PROPOSITION EST LE 10 FÉVRIER 2007 N’oubliez pas de nous fournir les informations suivantes : - Titre de votre presentation en anglais - Résumé de votre presentation en anglais (maximum 300 mots) - Note biographique ou CV résumé (maximum 250 mots) - Adresse postale et adresse e-mail - Équipement audiovisuel nécessaire O Instituto Harriet Tubman de pesquisa sobre as migrações globais dos povos africanos globales (Universidade York) e A Cátedra de pesquisa do Canada em história comparada da memoria (Universidade Laval) convidam a participar do workshop História viva: a construção da memória dos herdeiros da escravidão que terá lugar no 122nd American Historical Association Meeting Washington D.C 3-6 janvier 2008 Organizadores: Paul Lovejoy (Universidade York) Ana Lucia Araujo (Universidade Laval) Desde 1990, vimos o aparecimento dos diferentes projetos oficiais que visam promover a memória da escravidão e também os pedidos de reparações financeiras e simbólicas para os países africanos relativas aos séculos do comércio transatlântico de escravos e a colonização. Se estes pedidos de reparações financeiras criaram vários problemas, colocando a África e a diáspora numa posição vitimizante, nos últimos anos, a afirmação cultural e a autoafirmação dos negros e afro-descendentes superou os pedidos de reparação materiais. A imagem dos antigos escravos ou africanos colonizados como vítimas, como objectos sem destino e vontade, deu lugar a um novo orgulho de ser descendente de escravo. Em 2005, na República do Benim, esta afirmação cultural tomou forma de um pedido público de repatriamento dos tesouros do Rei Béhanzin (reino do Dahomey), formulado por Christiane Taubira, deputada da Guiana francesa e enviado à Assembléia nacional francesa. Em 2006, na época da abertura de Museu do quai Branly na França, Aminata Traoré, ex-ministra da cultura do Mali, afirmou que as "nossas obras são expostas lá onde nós todos não temos direito à estadia". Após as discussões começadas em 2004 (Ano internacional para a comemoração da luta contra a escravidão e a sua abolição e bi-centenário da independência do Haiti) e das comemorações do bicentenário da abolição britânica do tráfico de escravos, este workshop propõe uma série de trocas entre pesquisadores jovens e sêniors. Convidamo-los a propôr particularmente sessões e trabalhos sobre a relação entre a história e a memória da escravidão na África, na Europa e nas Américas (a partir de múltiplas abordagens, incluindo documentos de arquivo, histórias de vida, monumentos comemorativos e outras manifestações culturais e artísticas como a dança, a música e as artes visuais), escravidão e cidadania, reparações simbólicas e financeiras assim como sobre os pedidos de restituições dos objetos de arte africanos. Enviar sua proposta de trabalho à Ana Lucia Araujo: [email protected] A DATE LIMITE PARA O ENVIO DE PROPOSTAS É O 10 DE FEVEREIRO DE 2007 Nos informe também se você quiser participar como presidente ou como debatedor nas sessões Não esqueça de nos enviar as seguintes informações : - - Título do trabalho em inglês Resumo do trabalho em ingles (máximo 300 palavras) Nota biográfica ou CV resumido (máximo 250 palavras) Endereço postal e e-mail Equipamento audiovisual necessário