UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES – URI Departamento de Ciências Sociais Aplicadas Pós Graduação em Contabilidade e Gestão Empresarial Disciplina de Contabilidade Gerencial Professor Bernardo Both, Ms. Prof. Bernardo Both Setembro/2003 1 Conteúdo Da Disciplina Definir a diferença básica entre contabilidade gerencial e financeira A informação contábil para planejamento de gestão A informação contábil para controle de operações Modernos métodos de Controle Gerencial Medidas de performance usando sistemas de controle Eras Econômicas Alta Advento do Mosaic, 1993 Globalização Era dos Biomateriais Era do conhecimento e Valor Era da Informação Econômico Agregado Era Industrial Era Agrária Transistor – 1947 – Bell Labs Baixa 1750 Baixa Fim da Era Industrial – Chegada de Neil Armstrong à Lua – 20/6/1969 Prof. Bernardo Both 1950 2000 2050 Tempo/Tecnologia Fonte: OLIVER, Richard W. 3 "Como serão as Coisas no Futuro” – p. 228 - São Paulo: Negócio Editora, 1999 Alta TECNOLOGIA Data Warehouse Redes Criatividade e Inovação Modelos mentais INFRA-ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Aprendizagem Visão holística ERP/BI Empresa da Era do Conhecimento Cultura Estrutura Compartilhamento Groupware Intuição Workflow Estilo gerencial GED PESSOAS 4 Prof. Bernardo Both CUSTOS PARA PLANEJAMENTO E DECISÃO Relação Custo/Volume/Lucro Custos e Despesas Variáveis Custos e Despesas Fixas MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO PONTO DE EQUILÍBRIO MARGEM DE SEGURANÇA ALAVANCAGEM OPERACIONAL PREÇO DE VENDA Prof. Bernardo Both 5 Transformação Gerencial Planejamento Gestão Orçamento 6 Prof. Bernardo Both CONTABILIDADE GERENCIAL CONCEITOS Contabilidade Gerencial é o processo de: - Identificação – conhecer o processo - Mensuração - medir - Acumulação - registrar - Análise - Preparação e Interpretação: - comunicação de informações financeiras utilizadas pela administração para: - planejamento - avaliação e - controle dentro de uma organização e para assegurar e contabilizar o uso apropriado dos recursos.(IFAC) Contabilidade Gerencial Contabilidade Gerencial é o processo de produzir informação operacional e financeira para funcionários e administradores. O processo deve ser direcionado pelas necessidades informacionais dos indivíduos internos da empresa e deve orientar suas decisões operacionais e de investimentos (Atkinson ett all, 2000). COMPARAÇÃO ENTRE CONTABILIDADE GERENCIAL X FINANCEIRA Fator Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Usuários ou Clientela Objetivos dos Relatórios Externos : Acionistas, credores, governo Facilitar a análise financeira para as necessidades dos usuários externos, com base em dados passados Internos: funcionários, administradores... Facilitar o planejamento, o controle, avaliação de desempenho e tomada de decisão Forma dos relatórios Balanço Patrimonial, Orçamentos, contabilidade DRE, DOAR, DMPL por responsabilidade, relatórios de desempenho, relatórios de custos, relatórios especiais não rotineiros para a tomada de decisão COMPARAÇÃO ENTRE CONTABILIDADE GERENCIAL X FINANCEIRA Fator Frequência Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Anual, trimestral, mensal Quando necessário pela administração Primariamente históricos Históricos e esperados (passados) (previstos) Custos ou valores utilizados Bases de Moeda corrente mensuração Várias bases (moeda corrente, moeda estrangeira, medidas físicas, índices, etc) Restrições Princípios Fundamentais Nenhuma restrição, exceto nas da Contabilidade as determinadas pela informações administração fornecidas COMPARAÇÃO ENTRE CONTABILIDADE GERENCIAL X FINANCEIRA Fator Contabilidade Financeira Escopo Muito agregada; reporta toda a empresa Característica Deve ser objetiva da (sem viés), informação verificável, relevante fornecida e a tempo Perspectiva Orientação histórica dos relatórios Contabilidade Gerencial Desagregada; informa as decisões e ações locais Deve ser relevante e a tempo, podendo ser subjetiva, possuindo menos verificabilidade e menos precisão Orientada para o futuro para facilitar o planejamento, controle e avaliação de desempenho antes do fato (para impor metas), acoplada com uma orientação histórica para avaliar os resultados reais (para o controle posterior do fato) Adaptado de: Padovese, Clóvis José. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 2000, 3ª Edição e Atkinson, Rajiv, Kaplan e Young. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 2000 EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE GERENCIAL ESTÁGIO Antes de 1950 1965 1985 1995 FOCO Determinação dos custos e controle financeiro, através do uso de tecnologias de orçamento e contabilidade de custos Fornecimento de informação para o controle e planejamento gerencial, através do uso de tecnologias como análise de decisão e contabilidade por responsabilidade Redução de desperdício de recursos usados nos processos de negócios, uso de tecnologias de análise e gestão estratégica de custos Criação de valor através do uso efetivo dos recursos – informação em TEMPO REAL Adaptado de: Padovese, Clóvis José. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 2000, 3ª Edição e Atkinson, Rajiv, Kaplan e Young. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 2000 FUNÇÕES DA INFORMAÇÃO GERENCIAL CONTÁBIL CONTROLE OPERACIONAL Fornece informações sobre a eficiência e a qualidade das tarefas executadas CUSTEIO DO Mensura os custos dos recursos PRODUTO E DO para se produzir vender e entregar CLIENTE um produto ou serviço aos clientes CONTROLE Fornece informações sobre o ADMINISTRATI-VO desempenho CONTROLE ESTRATÉGICO Fornece informações sobre o desempenho de longo prazo Objetivos dos Stakeholders Domínio da contabilidade gerencial Valores primários da empresa Proprietários Clientes Funcionários Fornecedores Comunidade Comparar real com planejado Controle Organizacional Efeitos do desenho da Cadeia de valores/restrições do cadeia de valores sobre outros stakeholders além processo dos clientes Desenho e operação da cadeira de valores Objetivos organizacionais Produtos Efeitos da satisfação dos clientes sobre outros stakeholders Satisfação dos clientes com os produtos Comparar real com planejado Objetivos do processo relativo aos clientes Fonte: Atkinson et all, 2000 Controle do processo EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Empresa: Sequência de atividades em uma cadeia de valores que visa a entrega de um bem ou serviço ao cliente; Cadeia de Valores: Sequência de atividades em que cada elo possa acrescentar algo que seja valorizado pelo cliente; Atividade: Unidade de trabalho, ou tarefa, com objetivo específico: – Entrada: preparação para se fabricar um produto; – Processamento: relacionadas à fabricação de um produto/serviço – Saída: relacionadas à negociação com os clientes; – Administrativas: atividades de apoio às demais atividades EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Empresa: Sequência de atividades em uma cadeia de valores que visa a entrega de um bem ou serviço ao cliente; EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Cadeia de Valores: Sequência de atividades em que cada elo possa acrescentar algo que seja valorizado pelo cliente; Desenvolvimento do Produto Produção Marketing e Vendas Serviços/ Logística Atividades de Apio: Finanças, Recursos Humanos, Tecnologia da Informação Elemento-chave da cadeia de valores Atividades Administrativas Pessoal, finanças, legal, contábil, pesquisa Atividades de Entrada Atividades de Processamento Desenho do produto, desenho do processo, compras, recebimento, treinamento Fazendo, movimentando, estocando, inspecionando Atividades de Saída Vendendo, remetendo serviços Cadeia de valores na perspectiva do cliente (Um exemplo) Corte Molde Montagem Acabamento Todas as atividades são clientes da anterior e fornecedores da posterior Fonte: Atkinson et all, 2000 Pintura Núcleo de atividades de agregação de valor Potencial de Lucro Receita de Venda Fonte: Nakagawa – apresentação em PPT Objetivos dos Stakeholders Proprietários Clientes Funcionários Fornecedores Comunidade Domínio da contabilidade gerencial Valores primários da empresa Comparar real com planejado Controle Organizacional Efeitos do desenho da Cadeia de valores/restrições do cadeia de valores sobre outros stakeholders além processo dos clientes Desenho e operação da cadeira de valores Objetivos organizacionais Produtos Efeitos da satisfação dos clientes sobre outros stakeholders Satisfação dos clientes com os produtos Comparar real com planejado Objetivos do processo relativo aos clientes Controle do processo EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Objetivos dos Stakeholders Proprietários Clientes Funcionários Fornecedores Comunidade Domínio da contabilidade gerencial Valores primários da empresa Comparar real com planejado Controle Organizacional Efeitos do desenho da Cadeia de valores/restrições do cadeia de valores sobre outros stakeholders além processo dos clientes Desenho e operação da cadeira de valores Objetivos organizacionais Produtos Efeitos da satisfação dos clientes sobre outros stakeholders Satisfação dos clientes com os produtos Comparar real com planejado Objetivos do processo relativo aos clientes Controle do processo Objetivos: Propósitos abrangentes de uma empresa, que refletem os objetivos dos stakeholders, cujos interesses ela julga principais; EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Objetivos dos Stakeholders Proprietários Clientes Funcionários Fornecedores Comunidade Domínio da contabilidade gerencial Valores primários da empresa Comparar real com planejado Controle Organizacional Efeitos do desenho da Cadeia de valores/restrições do cadeia de valores sobre outros stakeholders além processo dos clientes Desenho e operação da cadeira de valores Objetivos organizacionais Produtos Efeitos da satisfação dos clientes sobre outros stakeholders Satisfação dos clientes com os produtos Comparar real com planejado Objetivos do processo relativo aos clientes Controle do processo Stakeholders: Interessados (pessoas, instituições) cujas necessidades são atendidas pelos objetivos da empresa; Objetivos dos Stakeholders EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Proprietários Clientes Funcionários Fornecedores Comunidade Domínio da contabilidade gerencial Valores primários da empresa dos clientes Controle Organizacional: Atividade de avaliar o desempenho da cadeia de valores a partir da perspectiva dos objetivos organizacionais; Comparar real com planejado Controle Organizacional Efeitos do desenho da Cadeia de valores/restrições do cadeia de valores sobre outros stakeholders além processo Desenho e operação da cadeira de valores Objetivos organizacionais Produtos Efeitos da satisfação dos clientes sobre outros stakeholders Satisfação dos clientes com os produtos Comparar real com planejado Objetivos do processo relativo aos clientes Controle do processo EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Objetivos dos Stakeholders Proprietários Clientes Funcionários Fornecedores Comunidade Domínio da contabilidade gerencial Valores primários da empresa Comparar real com planejado Controle Organizacional Efeitos do desenho da Cadeia de valores/restrições do cadeia de valores sobre outros stakeholders além processo dos clientes Desenho e operação da cadeira de valores Objetivos organizacionais Produtos Efeitos da satisfação dos clientes sobre outros stakeholders Satisfação dos clientes com os produtos Comparar real com planejado Objetivos do processo relativo aos clientes Controle do processo Controle do processo: Atividade de avaliar o desempenho operacional, de um só processo ou de toda a cadeia de valores, na satisfação das exigências dos clientes; EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES •Fatores críticos de sucesso: Elementos de desempenho exigidos para o sucesso de uma empresa: •Clientes: serviços, qualidade e custo •Serviço: Tudo o que é prometido sobre o produto que o cliente recebe e valoriza; •Qualidade: Diferença entre o que foi prometido ao cliente e o que ele recebeu (atendimento às especificações); •Custos: Recursos usados para fornecer um produto ou serviço. (Fazer as mesmas coisas com menos recursos supõe competitividade em preço); •Funcionários: satisfação no emprego e segurança •Proprietários ou sócios: retorno do investimento •Comunidade: obediência às leis EMPRESA COMO SISTEMA DE ATIVIDADES Indicadores críticos de desempenho: Medidas de desempenho usadas para avaliar o desempenho de uma empresa em relação aos Fatores Críticos de Sucesso. Serviço e qualidade O que é prometido ao cliente O que o cliente quer Intervalo do serviço Fonte: Atkinson et all (2000) O que é dado ao cliente Intervalo da qualidade Medidas de desempenho do cliente (externo) Fator Crítico de Sucesso Serviço Qualidade Custo Exemplo de Indicadores Críticos de Sucesso Número de clientes, n° de novos clientes, n° de clientes perdidos, divisão do mercado, compras por cliente, tempo para atender aos pedidos do cliente, prazo para resolver as reclamações N° de reclamações por cada 1000 pedidos preenchidos, pesquisa s/ satisfação do cliente, percentagem de entregas pontuais, certificado de garantia Índice entre custos e receitas, custo de uma atividade particular, lucratividade por cliente, índice entre mão-de-obra incorrida e MO total. Fonte: Atkinson et all, 2000 CONTROLLER: funções e atribuições CONTROLLER Organizar um adequado sistema de informações gerenciais comparar o desempenho real com o esperado classificar as variações identificar as causas e os responsáveis propor medidas corretivas Natureza dos Sistemas de Controle Gerencial Controle Gerenciamento Sistemas 1. O QUE É QUE NÓS QUEREMOS REALIZAR? 3. COMO VAMOS ORGANIZAR NOSSOS RECURSOS? 2. COMO VAMOS REALIZAR? (PARA QUEM VENDER O QUÊ?) 4. QUAIS AS POLÍTICAS E TÁTICAS PARA CUMPRIR OS NOSSOS OBJETIVOS? Fatores do processo de controle Dispositivo de controle 2 – Avaliador – Comparação com padrão Entidade sob controle 3 – Executante – alteração do comportamento, se necessário 1 - Detector Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002 Sistema é um procedimento pré-estabelecido para executar uma atividade ou um conjunto de atividades. Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002 Formulação de estratégias Objetivos, estratégias e políticas Controle Gerencial Implementação de estratégias Controle de tarefas Desempenho eficiente e eficaz das tarefas individuais Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002 Formulação de estratégias Assistemática Envolve poucas pessoas Controle Gerencial Sistemática Envolve todas as pessoas Foco nas unidades Decisões no limite das estratégias Controle de tarefas Pode ser automático Focado nas operações Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002 O controle gerencial é o processo pelo qual os executivos influenciam outros membros da organização, para que obedeçam às estratégias Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002 adotadas Mecanismos de Implementação Controles Gerenciais Estratégia Estrutura Pessoas Cultura Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002 Desempenho Estrutura Organizacional - Conceitos Estrutura: Soma de todas as maneiras pelas quais o trabalho é dividido em tarefas distintas e como é feita a coordenação entre essas tarefas (Mintzberg) Estrutura: Relação dinâmica entre arcabouço estrutural e padrões de interação (Hinnings e Grenwwod) Estrutura Organizacional: – Arcabouço: posição das pessoas; formulação de regras e procedimentos e pela prescrição de autoridade; – Padrões de Interação: relações informais da organização que não estão prescritas mas que mudam o arcabouço estrutura. Fonte: Estrutura Organizacional: Fatores que influenciam a estrutura: – Tamanho ( diversificado, distribuído em muitas unidades, etc). – Tecnologia (forma de organização do trabalho) – Ambiente (estável ou dinâmico) – Escolha Estratégica (a escolha das estratégias influencia em adaptar uma à outra) O Cubo da Mudança Adaptado de Mintzberg in Mintzberg, Ahlstrand, Lampel (2000), apud Both, Bernardo (2000) O PROCESSO FORMAL DE CONTROLE GERENCIAL Objetivos e Estratégias Outras informações Regulamentos Remuneração (retorno da informação) Planejamento estratégico Revisar Orçamento Revisar Desempenho dos centros de responsabilidade Ação corretiva Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002, pg. 148 Relatórios desempenho real x desempenho orçado Avaliação Sim O desempenho foi satisfatório? Não CAMPOS DA CONTABILIDADE GERENCIAL Objetivos e Estratégias Outras informações Regulamentos Remuneração (retorno da informação) Planejamento estratégico Revisar Orçamento Revisar Desempenho dos centros de responsabilidade Ação corretiva Relatórios desempenho real x desempenho orçado Sim O desempenho foi satisfatório? Avaliação Objetivos e Estratégias Estratégia: Direção geral em que uma organização planeja mover-se para atingir os seus objetivos. Os objetivos são traçados a partir da análise dos pontos fortes e fracos internos da empresa, aliados às ameaças e oportunidades que o ambiente lhe apresenta. Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002, pg. 148 Não CAMPOS DA CONTABILIDADE GERENCIAL Objetivos e Estratégias Outras informações Regulamentos Remuneração (retorno da informação) Planejamento estratégico Revisar Orçamento Revisar Desempenho dos centros de responsabilidade Ação corretiva Relatórios desempenho real x desempenho orçado Sim O desempenho foi satisfatório? Não Avaliação Planejamento Estratégico: Conceito: Processo de transformar as opções estratégicas (objetivos), em planos estratégicos passíveis de serem executados pela organização, dentro das potencialidades da organização, de modo a maximizar a utilização dos recursos sempre escassos (é o processo de implementação da estratégia) Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002, pg. 148 CAMPOS DA CONTABILIDADE GERENCIAL Objetivos e Estratégias Outras informações Regulamentos Remuneração (retorno da informação) Planejamento estratégico Revisar Orçamento Revisar Desempenho dos centros de responsabilidade Relatórios desempenho real x desempenho orçado Ação corretiva Sim O desempenho foi satisfatório? Avaliação Orçamento: São os planos de execução do planejamento estratégico para um período mais curto de tempo (normalmente 1 ano). São divididos em diversas etapas e tipos de orçamentos: Orçamento Operacional (Receitas, custos, despesas, etc) Orçamento de Investimentos Não CAMPOS DA CONTABILIDADE GERENCIAL Objetivos e Estratégias Outras informações Regulamentos Remuneração (retorno da informação) Planejamento estratégico Revisar Orçamento Revisar Desempenho dos centros de responsabilidade Ação corretiva Relatórios desempenho real x desempenho orçado Sim O desempenho foi satisfatório? Avaliação Desempenho dos Centros de Responsabilidade: • Centros de Lucro (preços de transferência) • Análise de relatórios de desempenho financeiro (custo-padrão) • Avaliação de Desempenho (indicadores balanceados) Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002, pg. 148 Não CAMPOS DA CONTABILIDADE GERENCIAL Objetivos e Estratégias Outras informações Regulamentos Remuneração (retorno da informação) Planejamento estratégico Revisar Orçamento Revisar Desempenho dos centros de responsabilidade Ação corretiva Relatórios desempenho real x desempenho orçado Avaliação Desempenho real x orçado • Custo Padrão Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002, pg. 148 Sim O desempenho foi satisfatório? Não ANÁLISE DE DESEMPENHO FINANCEIRO Variação Total Custos Produção Despesas Gerais Adm MKT P&D Custos Variáveis MAT MOD Fonte: Anthony e Govindarajan, 2002, pg. 515 Vendas Custos Fixos Volume Preço de Venda DIF Participação no Mercado Volume No ramo ANÁLISE DE DESEMPENHO FINANCEIRO Preço Padrão = R$ 100 CUSTO PADRÃO ORÇADO CP = Q * P CP = 1000 * 100 = 10.000 PADRÃO = 1000 Quantidade ANÁLISE DE DESEMPENHO FINANCEIRO Preço Variação Preço R$ 10,00 Real = R$ - 110 VARIAÇÃO PREÇO Padrão = R$ 100 CUSTO PADRÃO CP = Q * P CP = 1000 * 100 = 10.000 PADRÃO = 1000 Quantidade ANÁLISE DE DESEMPENHO FINANCEIRO Preço Variação Preço R$ 10,00 Real = R$ - 110 VARIAÇÃO PREÇO Padrão = R$ 100 CUSTO PADRÃO CP = Q * P CP = 1000 * 100 = 10.000 PADRÃO = 1000 REAL = 1100 Variação Quantidade 100 Quantidade ANÁLISE DE DESEMPENHO FINANCEIRO Preço Variação Mista = VQ * VP 100 * 10 = 1000 Variação Preço R$ 10,00 Real = R$ - 110 VARIAÇÃO PREÇO VM Padrão = R$ 100 CUSTO PADRÃO CP = Q * P CP = 1000 * 100 = 10.000 PADRÃO = 1000 REAL = 1100 Variação Quantidade 100 Quantidade RELATÓRIO DE DESEMPENHO REAL VENDAS ( - ) Custos Variáveis ( = ) Margem de Cointribuição ( - ) Custos Indiretos Fixos ( = ) Lucro Bruto ( - ) Despesas com Vendas ( - ) Despesas Administrativas ( = ) Lucro Antes dos Impostos 875 583 292 75 217 55 30 132 ORÇADO 600 370 230 75 155 50 25 80 REAL MELHOR (PIOR) DO O ORÇADO 275 213 62 0 62 5 5 52 VARIAÇÃO DE PREÇOS E CONSUMO DE MATERIAIS QR X PR QR X PP VARIAÇÃO DE PREÇO QP X PP VARIAÇÃO DE CONSUMO VARIAÇÃO TOTAL FÓRMULA: VPM = (QR X PR) – (QR X PP) FÓRMULA: VPMP = (QR X PP) – (QP X PP) VARIAÇÃO DE EFICIÊNCIA DE MÃODE-OBRA HR X TR Horas Reais x Taxa Real HR X TP Horas Reais x Taxa Padrão VARIAÇÃO DE TAXA HP X TP Horas Padrão x Taxa Padrão VARIAÇÃO DE EFICIÊNCIA VARIAÇÃO TOTAL FÓRMULA: VTMO = (HR X TR) – (TP X HR) FÓRMULA: VTMO = (HR X TR) – (TP X HR) MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NÃO FINANCEIROS Para poderem decidir, os responsáveis pelas decisões precisam de informações: As informações podem ser informais ou formais – Informais: Através de observações, reuniões, etc. – Formais: Através de Relatórios (mais usadas para controle de TAREFA; Relatórios Orçamentários MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS A TABELA DE AVALIAÇÃO BALANCEADA Integrando a Estratégia Para atingir nossa visão, que habilidades precisaremos mudar e melhorar? Aprendizado e Crescimento Para termos sucesso, que resultados financeiros deveremos demonstrar aos nossos acionistas? Clientes BSC Financeiros Adaptado de: www.milenio.com.br/mascarenhas Prof. Bernardo Both Para atingir nossa visão, como devemos ser percebidos pelos nossos clientes? Processos Para satisfazer nossos clientes e acionistas, em que processos devemos ter um desempenho excelente? 59 Objetivos devem ser Monitorados por Indicadores Os Indicadores/Objetivos Devem ser: ensuráveis Quilibrados/Balanceados “Não há Controle sem medição” “Sem controle não há gerenciamento” ratados por Responsável valiados Freqüentemente imples de Levantar OUTRAS MEDIDAS/FERRAMENTAS DE PERFORMANCE/GESTÃO TEORIA DAS RESTRIÇÕES – Criada por Elyaho Goldratt EVA – Economic Value Added GECON – Gestão Econômica Gestão Baseada em Atividades Custo de Oportunidade ERP Outros 61 Prof. Bernardo Both CUSTO DE OPORTUNIDADE Conceito: Representa o custo de oportunidade que a empresa sacrificou em termos de remuneração por ter aplicado seus recursos numa alternativa ao invés de outra (Martins, 1995: 208) ou a melhor alternativa abandonada 62 Prof. Bernardo Both O ERP é a ferramenta, não a meta SD Processos FI MM CO PP AM SAP/R3 QA PS PM WF HR IS 63 Prof. Bernardo Both Centro da Arquitetura de Sistemas: ERP Recursos Humanos (Folha / outros) Captação de Recursos SAP -R/3 Participações Adm. Financeira Contabilidade Orçamento Compras Manut. Predial Estagiarios / Cadastro Treinamento Empréstimos e Financiamentos Intranet ENGENHARIA Geração Transmissão Mercado / Tarifas Meio Ambiente Viagens Pto. Pagam. Compras Man. Predial Transf. Ativo Prof. Bernardo Both Orçamento Análise Econ. / Fin. de Empresas e Projetos 64 SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E GESTÃO DO CONHECIMENTO ESTRATÉGICO TÁTICO OPERACIONAL SIMULADORES ERP'S e OUTROS 65 Prof. Bernardo Both BREVE HISTÓRIA: 1970’s - MRP: informações sobre produção; 1980’s - MRP II: informações sobre produção + preços; 1990’s - ERP: informações sobre os diversos departamentos integradas em um único banco de armazenamento. 66 Prof. Bernardo Both SIGNIFICADO DAS LETRINHAS EIS: Executive Information System (em português - Sistema de Informação Executiva/Gerencial) DSS: Decision Support System (em português - Sistema de Apoio à Decisão) ORMS: Operational Resources Management System (em português - Sistema de Gestão de Compras Corporativas) 67 Prof. Bernardo Both SIGNIFICADO DAS LETRINHAS MRP: Material Requirements Planning (em português - Planejamento de Necessidades de Material) ERP: Enterprise Resource Planning (em português - Planejamento de Recursos da Empresa CRM: Customer Relasionship Management (em português - Gestão do Relacionamento com Clientes) 68 Prof. Bernardo Both Desafio permanente “ O segredo de uma empresa de sucesso não é a sua capacidade de prever o futuro, mas sua habilidade em prepararse para um futuro que não pode ser previsto.” Michael Hammer - “Forbes Magazine” 69 Prof. Bernardo Both