AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE QUEIJO, TIPO COLONIAL, REGIÃO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL QUALITY ASSESSMENT MICROBIOLOGICAL CHEESE TYPE COLONIAL NORTHERN RIO GRANDE DO SUL 1 BEVILACQUA, Marcelo 1 FERRARI, Jonatan 1 KNEREK, André 1 NOSKOSKI, Marieli 1 VEIGA, Marindia da 2 ALMEIDA, Mauro Antônio 2 ARRUDA, Tiago Zart de 2 GOTTLIEB, Juliana 2 OLIVEIRA, Daniela dos Santos de 2 RIBEIRO, Ticiany Maria Dias [email protected] RESUMO: O queijo como derivado do leite é muito apreciado e consumido tanto pelo seu valor nutritivo como pelo seu sabor. A maioria dos queijos do tipo colonial tem sua origem ligada à fabricação artesanal e em agroindústrias. Sabe-se que o primeiro passo da fabricação do queijo é a obtenção de leite de qualidade, que deve vir de um rebanho em boas condições sanitárias e de locais de ordenha higienizados. Igualmente, a contaminação do leite e de seus derivados pode ocorrer nos processos de manipulação, estocagem e transporte destes. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade microbiológica dos queijos tipo colonial produzidos em agroindústrias na região norte do Estado do Rio Grande do Sul. Para análise da presença de bolores (fungos filamentosos) foram usadas cinco amostras, e para a verificação da presença de coliformes termotolerantes, staphilococcus aureus e salmonela foram analisadas outras quatro amostras. Após as análises constatou-se presença de bolores fora dos padrões exigidos em 40% das amostras. Da segunda análise houve ausência de salmonela em todas as amostras, presença acima dos padrões para coliformes termotolerantes em 75% das amostras e em 50% para staphilococcus aureus. Palavras- Chave: Queijo, tipo Colonial, qualidade microbiológica. ABSTRACT:The cheese and milk derivative is very much appreciated and consumed for its nutritional value and its taste . Most cheeses colonial type has its source connected to the handmade manufacturing and agricultural industries. It is known that the first step in cheese manufacture is obtaining quality milk , which must come from a flock in good sanitary conditions and locations sanitized milking . Also contamination of milk and its derivatives may occur in the processes of handling , storage and transportation of these . The objective was to evaluate the microbiological quality of cheeses produced in colonial type agribusinesses in the northern region of Rio Grande do Sul. Analysis for the presence of molds ( filamentous fungi ) five samples were used , and for checking the presence of coliform thermotolerant , staphylococcus aureus and salmonella other four samples were analyzed . After analysis it was found outside the presence of molds standards required in 40 % of samples. The second analysis showed absence of salmonella in all samples , the presence of the above standards for fecal coliforms in 75 % of samples and 50 % for staphylococcus aureus. KEYWORDS: Cheese , Colonial type , microbiological quality INTRODUÇÃO O queijo é considerado um alimento que apresenta alto valor nutritivo, podendo ficar armazenado por um período superior a sua matéria prima, com menos riscos de perda do produto (PEREIRA, 2007). A fermentação láctea é o processo inicial da maioria dos queijos, e a sua manufatura consiste na inoculação de uma cultura starter láctea, que incluem bactérias que convertem lactose em ácido láctico, que juntamente com a renina formam a coalhada. A coalhada então é comprimida, pressionada, salgada, e em casos que seja necessário a maturação, essa será realizada em ambiente com condições apropriadas a cada tipo de queijo (JAY, 2005). Conforme Bezerra (2008), o leite usado para a confecção do queijo tipo Colonial, sofre pasteurização, é adicionado cloreto de cálcio e fermento lático, coalho, depois de coalhada, a massa é quebrada sendo retirado o soro, os queijos são moldados, colocados em formas e ficam cinco dias sob refrigeração para cura. Os microrganismos deteriorantes e/ou patogênicos são indesejáveis nos alimentos, pois podem afetar sua qualidade sensorial e provocar doenças nos consumidores (GOMES, 2011). Produtos de origem animal, como carne, leite, queijo e ovos são importantes veículos, comumente incriminados na transmissão de microrganismos patogênicos ao homem (TRABULSI, 2008). Definem-se as boas práticas de fabricação de alimentos, como sendo um conjunto de regras e atitudes que devem ser aplicadas quando se manuseia alimentos de origem animal, assegurando que estes cheguem ao consumidor final em condições higiênico-sanitárias adequadas (GOMES, 2011). Tais procedimentos em relação ao leite e seus derivados vão desde a saúde dos animais produtores de leite, higiene na sala de ordenha, do ordenhador, resfriador, transporte ao laticínio e na fabricação (BEZERRA, 2008). Quando ocorrem falhas no controle de qualidade na matéria prima de origem animal, no seu beneficiamento e estocagem, tal sequência pode resultar em um produto de má qualidade e em risco de infecções e intoxicações nos consumidores (ZAFARI et al, 2007). Entre as possíveis contaminações do leite temos a família Enterobacteriaceae, sendo esta uma das mais importantes famílias bacterianas, o gênero Salmonella, consiste de bacilos Gram-negativos não formadores de esporos. Constituem a principal causa de infecção intestinal nos humanos em vários países, pode afetar todos os animais domésticos e selvagens. Essas bactérias estão presentes nos ambientes, na água potável e alimentos, quando estes sofrem contaminação por fezes de indivíduos doentes ou portadores (TRABULSI, 2008). O leite cru e seus derivados são os principais veiculadores de Salmonella dentre os produtos lácteos (ORDÓÑEZ, 2005). Também oriundo da família Enterobacteriaceae, os coliformes são bastonetes Gram-negativos, que de modo geral são representados por quatro gêneros, visto que a E. Coli é o melhor indicador de contaminação fecal que os outros gêneros (JAY, 2005). O indicativo de que houve falhas no processamento dos alimentos é a presença de coliformes fecais, indicando que a matéria-prima pode estar contaminada, assim como os utensílios usados na fabricação do produto podem estar mal higienizados, bem como pode estar havendo falta de higiene por parte dos manipuladores (GARCIA-CRUZ et al, apud PEREIRA 2007). As espécies de estafilococos habitam a microbiota da pele e mucosa do homem e de outros animais de sangue quente (TRABULSI, 2008). A maioria dos animais domésticos abriga S.aureus, que causa mastite estafilocócica no rebanho leiteiro. As chances de contrair intoxicação alimentar são grandes se o leite infectado for utilizado na fabricação de queijos. A sua presença em alimentos é devido às falhas durante o processamento e ou contaminação pósprocessamento (JAY, 2005). Os bolores, fungos filamentosos e leveduras, quando presentes em amostra de alimentos em um número elevado, indica que as condições de higiene estão deficientes em todas as fases da produção desse alimento assim como a matéria prima excessivamente contaminada (FEITOSA, 2003). O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade microbiológica dos queijos tipo colonial produzidos em agroindústrias na região norte do Estado do Rio Grande do Sul. MATERIAL E MÉTODOS Para a realização do estudo foram analisadas nove amostras de queijos do tipo Colonial, provenientes de agroindústrias da região norte do Estado do Rio Grande do Sul. As amostras foram coletadas e analisadas nos meses de setembro e outubro de 2014. A primeira análise foi realizada para verificação da presença de bolores e leveduras com cinco amostras (Figura 1). As amostras A e E foram coletadas na cidade de Erechim, já a amostra B, fora proveniente da cidade de Getúlio Vargas. Por fim, as amostras C e D foram obtidas da cidade de Viadutos. Procedeu-se a análise junto ao laboratório de análises clínicas do Hospital Veterinário São Francisco, em Getúlio Vargas/RS. Foram adquiridas 500 g de queijo para cada amostra, junto às feiras de produtores rurais nas respectivas cidades, todas as amostras estavam refrigeradas, sendo que apenas uma amostra proveniente da cidade de Erechim (amostra E) estava embalada a vácuo, as demais estavam em expositores resfriados sem embalagem individual. As amostras que não tinham embalagem individuais foram colocadas em embalagens plásticas e acondicionadas em caixas isotérmicas e encaminhadas ao laboratório onde foram mantidas sob refrigeração até o momento da análise. Figura 1: Amostras de queijos para análise de bolores e leveduras. Foto: Bevilcqua et al, 2014. Laboratório da Faculdade IDEAU, Getúlio Vargas, RS. Cada amostra foi picada com auxílio de facas esterilizadas até se atingir a quantia de 25 g, sendo estas colocadas dentro de béqueres plásticos desidratados com álcool 70%. Após foi adicionado dentro de cada béquer a quantia de 225 ml de solução salina peptonada 0,1% estéril, realizada a maceração com bastão de vidro estéril, sendo esta a diluição 10-1. Logo após foi inoculado 0,1 ml da diluição em placas de Petri contendo ágar batata glicose 2% estéril em duplicata da mesma diluição (Figura 2). As placas de Petri contendo a diluição foram incubadas em estufa a 25ºC por sete dias ( Figura 3). Após foram contadas as colônias existentes em cada placa (Figura 4). Figura 2: Processos de maceração, diluição e inoculação das amostras de queijos em placas de Petri. Foto: Bevilcqua et al, 2014. Laboratório da Faculdade IDEAU, Getúlio Vargas, RS. Figura 3: Placas de Petri contendo o inóculo e após a incubação . Foto: Bevilcqua et al, 2014. Laboratório da Faculdade IDEAU, Getúlio Vargas, RS. Figura 4. Contagem das colônias após a incubação da placas de Petri. Foto: Bevilcqua et al, 2014. Laboratório da Faculdade IDEAU, Getúlio Vargas, RS. A segunda análise foi realizada para verificação da presença de coliformes termotolerantes, staphilococcus aureus e salmonela. As amostras de queijo foram enviadas para um laboratório de análise de alimentos na cidade de Erechim. Foram encaminhadas quatro amostras de queijos adquiridas junto às feiras de produtores rurais. As amostras F e G provenientes da cidade de Getúlio Vargas e as amostras H e I oriundas da cidade de Erechim, cada amostra pesando 500 g. As amostras F e G estavam em expositores refrigerados, ambas eram embaladas a vácuo, foram acondicionadas em caixa isotérmica e conduzidas ao laboratório. As outras amostras H e I estavam em expositores refrigerados, a amostra H estava embalada a vácuo e a amostra I não possuía embalagem individual, esta foi colocada em embalagem plástica e juntamente com a amostra H foram acondicionadas em caixa isotérmica e conduzidas ao laboratório. RESULTADO E DISCUSSÕES Segundo a legislação brasileira de alimentos os estabelecimentos industriais ou comerciais devem ser licenciados por autoridade sanitária competente estadual, municipal, territorial ou do Distrito Federal, todas as amostras adquiridas para este trabalho são inspecionadas pela inspeção municipal de cada município (GOMES, 2011). A após a realização da primeira análise, para verificação de bolores e leveduras obteve-se seguinte resultado (Tabela 1). Tabela1. Resultado obtido da análise para verificação de bolores e leveduras Placas contendo 0,1ml Amostra A da diluição 101 Amostra B Amostra C Amostra D Placa número 1 4 2 2 Placa número 2 5 0 0 Amostra E 1,68 x 102 Incontáveis 6,8 x101 Incontáveis As amostras A, B e C apresentam número baixo de unidades formadoras de colônias por grama (UFC/g), já as amostras D e E apresentam elevado número de UFC/g nesta diluição. Pode se afirmar que as amostras A, B e C apresentam qualidade microbiológica superior as amostras D e E. Quando se tem o crescimento de mofos nos queijos, isso pode levar a proteólise da casca, manchas de cores variadas, alteração do sabor e por fim a rejeição pelo consumidor (FURTADO apud BORTOLON, 2012). É durante a maturação do queijo que ocorre a proteólise, fenômeno de grande relevância, pois pode afetar de maneira acentuada a textura, sabor e o aroma dos queijos (ORDÓÑEZ, 2005). Segundo Feitosa et al (2003), o número elevado de bolores sugere que as amostras foram processados sob condições higiênicas insatisfatórias, os bolores e leveduras são potenciais deterioradores de produtos lácteos o que compromete a qualidade e a vida-de-prateleira do produto. Foram analisadas na segunda etapa a possível presença de coliformes termotolerantes, staphilococcus aureus, e salmonela nas amostras F, G, H e I que obtiveram o resultado descrito na (Tabela 2), juntamente com os valores padrões. Tabela 2. Resultado obtido da análise para verificação de coliformes termotolerantes, salmonela e staphilococcus aureus. Ensaios e unidade Coliformes termotolerantes NMP/g Amostra F Amostra G Amostra H Amostra I Padrão ≥2,4 x104 4,6x103 ≥2,4x 104 ≥ 2,4 x104 5,0x103 Staphilococcus aureus UFC/g 2,3x104 Ausente 2,1 x105 Ausente 1,0 x 103 Salmonela 25g Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente As amostras F e H apresentam coliformes termotolerantes e S. aureus e estão fora dos padrões legais, a amostra I apresenta valores para coliformes acimas dos valores padrões e a amostra G apresenta valores dentro dos padrões vigentes no que diz respeito à análise microbiológica realizada, conforme a resolução RDC nº 12 de 02/01/2001 – ANVISA- Ministério de Saúde. Conforme a resolução acima citada, para queijos de média umidade se estabelece a ausência de Salmonella sp em 25g de amostra. No presente estudo os resultados encontrados para salmonela foram negativos em todas as amostras, ficando assim dentro dos parâmetros da legislação. As amostras adquiridas para o trabalho estão isentas da presença de salmonela, estas responsáveis por doenças alimentares conhecidas como salmoneloses ou infecções alimentares por Salmonella que cursam com sintomas agudos, que surgem em média após 12 a 14 horas após a ingestão de alimentos contaminados. Os sintomas consistem em náuseas, vômitos, dores abdominais, dor de cabeça e diarreia acompanhados de fadiga, fraqueza muscular e febre moderada (JAY,2005). Em porcentagem as amostras fora dos padrões para coliformes termotolerantes representam 75%, e 25% das amostras estão dentro dos padrões exigidos e 50% estão fora dos padrões para S. aureus. Em relação aos coliformes termotolerantes 75% das amostras estão fora dos padrões o que segundo Iark et al (2007), indica falha no processo e contaminação por enterobactérias de origem fecal. Valores inferiores (66,7 %) foram encontrados por Salotti et al (2006) em queijos Minas frescal na pesquisa por coliformes de origem fecal. Pereira et al (1996) encontrou valores superiores aos encontrados no trabalho 81,2% e de 90,0%, respectivamente, para queijo Minas frescal e canastra para coliformes fecais em amostras de queijo. Os coliformes se proliferam nos primeiros dias de maturação do queijo produzindo CO2, este fica retido na massa do queijo, dando lugar a formação de vários buracos, se o número de coliformes for excessivo pode causar o que conhecemos como inchamento precoce do queijo. Esse inchamento apresenta o risco da presença de coliformes patogênicos no leite, que deve ser combatido pela pasteurização (ORDÓÑEZ, 2005). O leite pasteurizado é o leite natural, integral, desnatado ou semidesnatado, submetido a um processo tecnológico adequado que assegure a destruição dos microrganismos patogênicos não esporulados e reduza significativamente a microbiota banal, sem modificação sensível de sua natureza físico-química e de suas características nutritivas e sensoriais (ORDÓÑEZ, 2005). Quanto a presença de S. aureus 50% das amostras estavam fora dos padrões exigidos pela legislação, resultado semelhante foi encontrado por Almeida Filho & Nader Filho (2000) que constatou que 50% das amostra estavam impróprias para o consumo valores superiores 78% foram encontrados por Ferreira et al (2010). Segundo Pereira (2007) o grande número de amostras contaminadas por S. aureus representa riscos à saúde humana, pelo fato de algumas cepas desta bactéria produzirem enterotoxinas termoestáveis, as quais não são destruídas pelo processo de pasteurização. Estas bactérias ocorrem na microbiota da pele e mucosa do homem e de outros animais, ou ainda como agente de processos infecciosos, como a mastite em gado leiteiro. A contaminação de metade das amostras sugere falta de higiene aos manipuladores e/ou a falta de qualidade do leite usado na fabricação destes queijos. Uma vez que presença de S. aureus é comumente detectada em queijos de fabricação caseira (SALOTTI et al, 2006). Outro fator que pode influenciar nos percentuais de amostras impróprias ao consumo humano são as etapas de fabricação e transporte, como o tempo e temperatura de conservação e de estocagem dos queijos, pois os S. aureus são bactérias mesófilas apresentam temperatura de crescimento entre 7ºC a 47,8ºC; as enterotoxinas são produzidas entre 10ºC e 46ºC ( BRANT et al, 2007). CONCLUSÃO Com base nas informações obtidas através das análises microbiológicas das amostras de queijos do tipo Colonial, produzidos em agroindústrias da região norte do Estado do Rio Grande do Sul verificou-se a presença de bolores em 40 % das amostras. Ausência total da presença de salmonela e presença acima dos padrões para coliformes termotolerantes em 75% das amostras e em 50% para staphilococcus aureus. A presença de coliformes termolerantes, bolores e staphilococcus aureus indica que ocorreram falhas em algumas etapas da produção dos queijos, falhas essas que podem ocorrer desde a ordenha sem higiene, falha na pasteurização e manipulação dos queijos. REFERÊNCIAS ALMEIDA FILHO, E. S. ; NADER FILHO , A. Ocorrência de Staphylococcus aureus em queijo tipo "frescal".São Paulo, 2000. Disponivel em: <http://www.scielosp.org/ scielo.php? script=sci_arttext&pid=S003489102000000600003> Acesso em: 15 out. 2014. BEZERRA, J. R. M. V. Tecnologia de fabricação de derivados do leite. Guarapuava, 2008. Disponível em <http://www.cescage.com.br/ead/adm/shared/arquivos/texto-compl.1m%C3%93d.7_queijos---boletim-t-cnico-1.pdf>. Acesso em: 20 set 2014. BORTOLON, E. Avaliação da qualidade de salmouras empregadas na salga de queijos de laticínios inscritos no serviço de Inspeção do Paraná (SIP) na microrregião de Francisco Beltrão- PR. Francisco Beltrão, 2012. 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