2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA MATEMÁTICA Prof. Carlos Alberto RESOLUÇÕES 1. a) Após 3 horas e meia do início do enchimento, serão despejados pela mangueira 5000 .(3,5) = 17500 litros. 3 b) Sendo 17500 litros = 17,5 m , teremos (10).(5).(h) = 17,5 , logo h = 0,35 m ou 35 cm. 3 c) Após t horas, o volume despejado é (5000. t) litros, ou 5t m . Assim, sendo H a altura atingida, o volume será (10).(5) . H = 5t ou ou H = t/10. Expressando como função, H(t) = t/10. 2. 3 a) Se a largura é 35 cm, o comprimento será 70 cm e o volume será V = (64).(29).(3) = 5568 cm . b) Sendo x a largura da caixa, o comprimento será 2x e o volume V = (x – 6).(2x – 6).(3) = 324 ou x = 12 cm. 2 Assim, a folha original teria 12 cm por 24 cm, ou seja, área de 288 cm . Retirados os quatro quadrados de lado 2 3 cm, restarão 252 cm para a superfície externa da caixa. 3. a) Considere a figura abaixo Aplicando-se o teorema de Pitágoras aos dois triângulos retângulos em que o triângulo original foi dividido, 2 2 ⎧ ⎪16 = h + x teremos ⎨ que fornece h = (5 7 )/4 cm. 2 2 25 h 6 x = + − ⎪ ( ) ⎩ a b) Basta substituir o valor obtido de h na 1 equação do sistema, obtendo-se x = 9/4 cm. c) No triângulo retângulo da “esquerda” , teremos cos α = (9/4) : 4 = 9/16. 4. a) ÁreaABC = (BC · AP)/2 = 48. Mas AP = (2.BC)/3, daí BC = 12 cm e AP = 8 cm. b) Como o triângulo é isósceles, AP é altura e mediana simultaneamente. Como o triângulo APC é Pitagórico, teremos AC = 10 cm = AB. c) Como o baricentro divide cada mediana na razão 2:1, a distância pedida é (2/3). 8 = 16/3 cm. d) Observe a figura Inicialmente, no triângulo retângulo APC, teremos cos C = 6/10. Seja BM a mediana relativa ao lado AC. No 2 2 2 triângulo BMC, aplicando-se a lei dos co-senos, vem BM = 5 + 12 – 2.5 · 12 cos C e daí, BM = √97 cm = CN. e) Observe a figura acima: novamente usando a lei dos co-senos no triângulo BMC, temos: 2 2 2 5 = (√97) + 12 – 2. 12 · √97 · cos α ou cos α = (9√97)/97. 1 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 5. a) b) Áreatriângulo = (60 · d)/2 = 1200 ou d = 40 m. 2 c) Sendo x a base do retângulo e y, sua altura, temos x.y = 504 m . Além disso, sendo o triângulo AEB semelhante ao triângulo ACD, teremos x/60 = (40-y)/40 ou 2x + 3y = 120. Resolvendo-se o sistema, tem-se x = 18 e y = 28 ou x = 42 e y = 12. Decorre daí que o menor perímetro possível para a base é de 92 metros. 6. O menor caminho a ser percorrido pelo bicho para ir de A até C está representado abaixo. Chamando de B o centro da goiaba maior, observe a figura abaixo. Por semelhança entre os triângulos retângulos, vem x/8 = 8/10 percorrido pelo bicho será 2 + 2 · (6,4) + 2 = 16,8 cm. ou x = 6,4 cm. Assim, o menor caminho a ser 7. a) Observe a figura Pelo teorema da bissetriz AB/BM = AC/CM e, daí conclui-se AC = 3x. Aplicando-se, então, o teorema de 2 2 2 Pitágoras ao triângulo ABC, vem (3x) = 3 + (x + 1) que, resolvida, fornece MC = 5/4 m. b) No triângulo ABC temos sen C = 3/(15/4) = 4/5 e, então, a área pedida será 2 MC · .AC · sen C = 5/4 · (15/4) · 4/5 ou Área = 15/8 m . 2 2 8. o o a) Observe que π /5 rad = 36 . Logo, sendo o triângulo ABC isósceles, os outros dois ângulos medirão 72 cada. Tem-se, então, a figura 2 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA Daí, a única hipótese possível para termos ACD e BCD triângulos isósceles, seria traçarmos a bissetriz de C, 0 dividindo-o em dois de 36 . Logo, o ponto D pedido é a interseção do lado AB com a bissetriz do ângulo C. b) Aplicando-se a lei dos senos ao triângulo ABC temos a/sen 36 = b/sen 72 ou a. sen 2π/5 = b. sen π/5. 2 2 Por outro lado, os triângulos ABC e BCD são semelhantes, logo (b - a)/a = a/b ou a + ab - b = 0. Resolvendo-se, obteremos a/b = ( 5 – 1)/2. 0 0 c) Da primeira igualdade do item anterior decorre a.(2 sen π/5 . cos π/5) = b. sen π/5 ou 2 · cos π/5 = b/a = ( 5 +1)/2 ou cos π/5 = (√5+1)/4 2 2 Da relação fundamental sen π /5 + cos π /5 = 1 decorre sen π /5 = √(10-2√5)/4. d) Observe a figura 0 Sendo X o lado do pentágono, traçando-se a altura do triângulo isósceles relativa a esse lado, teremos sen 36 = X/2 daí, X = √(10-2√5)/4 unidades de comprimento. 9. a) Traçando-se pelos pontos E e F dois planos paralelos às arestas AD e BC e perpendiculares ao plano ABCD, teremos O teorema de Pitágoras no triângulo assinalado fornecerá H =(x√2)/2 unid. comprimento. b) Os planos citados no item anterior dividem o sólido em um porção central que é um prisma de base triangular (lado x e altura (x√2)/2) e altura x mais uma pirâmide (formada pela união das duas partes restantes), de base quadrada x e mesma altura do prisma, como calculado acima. Daí, o volume pedido será: 3 x.(x√2/2)/2 . x + (x.x.x√2/2)/3 = (5x √2)/12 unidades de volume. 3 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 10. a) Observe a figura 11. a) Como a caixa 1 tem o formato de um prisma reto de base retangular, suas base são congruente e têm 24 · 16 = 2 384 cm . 4 ⇔ x= 4 3. x Δ ABC é equilátero de lado 2x + 16 = 8(2 + 3 ) cm e sua área é, portanto, Na figura que representa a vista superior da caixa 2, temos tg 30º = Por simetria, o ( 8(2 + 3) ) 2 = (192 + 112 3)cm2 4 b) A menor altura possível para a caixa 1 é 2 · 4 + 2 = 10 cm e o volume de cada garrafa, supondo que cada uma 3 262π · π · 43 + π · 12 · 2 = cm3 . Logo, o volume pedido´é seja a união disjunta de uma esfera e um cilindro, é 4 3 262π 3 384 · 10 – 6 · = (3 840 – 524 π ) cm . 3 2 2 12. Como x2 + y2 – 2x – 4y + 4 < ) ⇔ (x – 1) + (y – 2) < 1, a base do cilindro é um círculo de cento (1, 2) e raio 1. 4 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 13. a) b) 14. a) Demonstração b) Sendo o raio da esfera circunscrita igual a 3/4 da altura do tetraedro, teremos: 3 6 = 3/4 · (a 6 )/3, onde “a” é a aresta do tetraedro. Daí, a = 4 6 e Voltetraedro = 64 3 cm . 15. 5 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA a) Seja VABC o tetraedro, onde M e N, pontos médios das arestas VC e AB, respectivamente, definem o segmento pedido. Para calculá-lo, observe que, no triângulo VCN, VN e NC são alturas de triângulos equiláteros de lado 6; Assim, VN = NC = 3√3 e o triângulo VCN será isósceles, acarretando que NM será mediana e altura. Daí, o 2 2 2 teorema de Pitágoras aplicado ao triângulo CMN fornece (3√3) = 3 + MN ou MN = 3√2 cm. b) H = (6√6)/3 ou 2√6 cm. 3 3 c) Vol. tetraedro = (a √2)/12 = 18√2 cm . d) O volume da esfera inscrita no tetraedro é 1/4 da altura do mesmo. Assim, r = √6/2 cm. 16. a) VA = π2 ⋅ 3 2 ⋅ 6 = 18π m3 3 VB = π2 ⋅ 22 ⋅ 5 = 20π m3 b) Quando o nível da água está na metade da altura de A, o volume dele retirado é Assim, 9π = π ⋅ 22 ⋅ H 4 ∴ H= ⎛3⎞ π⋅⎜ ⎟ ⎝2⎠ 2 3 ⋅3 = 9π 3 m . 4 9 m 16 c) 2 Quando o nível da água está na metade da altura de B, o volume ali contido será π ⋅ 2 ⋅ o volume retirado de A. Assim 2 x⎞ ⎟ ⋅x ⎝2⎠ = 10π 3 ⎛ π⋅⎜ x3 = 120 x = 23 15 (6 – 23 15 )m ⎛ 6 – H⎞ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 2 π⎜ d) Seja H o nível em A. O volume retirado é ⋅ (6 – H) = 3 Se x é o nível em B quando tal volume lá é despejado, vem π ⋅ 22 ⋅ x = π(6 – H)3 12 ∴ x= (6 – H)3 m 48 6 π ⋅ (6 – H)3 . 12 5 = 10π m3 . Tal é 2 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 17. a) 2 2 2 Aplicando-se o teorema de Pitágoras, AB = 4 + 2 ou AB = 2 5 . Para justificar o pedido, devemos mostrar que CD = 5 . Consideremos DE paralelo a BC, com E sobre AC. Verifica-se que E é médio de AC, além de medir a metade de BC, ou seja, 1. Assim, o teorema de Pitágoras no triângulo CDE fornecerá CD = 5 , como queríamos mostrar. 2 c) Note que as áreas dos triângulos ADE e CDE são iguais a 1 cm . Assim, se traçarmos DF paralelo a AC, 2 com F sobre BC, obteremos de forma análoga os triângulos BDF e CDF também com áreas de 1 cm . 18. Desse modo, os centros das esferas são os vértices de uma pirâmide regular hexagonal com aresta da base medindo 2R e arestas laterais medindo R + 2R = 3R. Uma secção meridiana da pirâmide e algumas esferas é: 19. 20. a) 7 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA b) Voltronco = (370 π )/3 unid. Volume 3 2 c) V(h) = π (h /300 + 3h /10 + 9h) d) π (7√101 + 9) u.a. 21. a) 2 3 b) Temos π R · R/6 = 4/3 · · · r ou r = R/2 2 3 c) π · R .R = n · 4/3 · π (R/2) onde n é o número de esferas a ser determinado. Daí, n = 6. 22. a) Observando que a área do trapézio será a do quadrado subtraída das áreas dos triângulos retângulos, vem 2 Áreatrapézio = - x /2 + 10x + 536, que será máxima quando x = 10 m. b) (52 + 34√2) m 23. 3 a) V= áreabase · altura = (3 + 1)20/2 · 10 = 400 m ou 400000 litros b) 24. 2 a) ÁreaADM = (10.10)/2 = 50 cm b) Sendo O o centro do círculo e N a interseção do prolongamento de MO com AD, o teorema de Pitágoras 2 2 2 aplicado ao triângulo ODN fornece r = 5 + (10 - r) ou r = 6,25 cm. 25. a) 30 cm e 60 cm 26. a) x = 3/4 cm b) 2700 π cm b) x = 1 cm 2 27. a) h = 20 – 4r 2 b) - 6 π r + 40 π r c) r = 10/3 cm e Amáxima = 200 π /3 cm 8 2 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 28. A esfera deverá tangenciar as 8 faces no baricentro. A diagonal do octaedro será 3√6 . √2 = 6√3, logo a altura de cada pirâmide será 3√3. O apótema da base é (3√6)/2. A altura da face (apótema da pirâmide) será (9√2)/2. 3 Assim, o volume pedido será 36π dm . 29. a) traçando raios nos pontos de tangência, teremos um triângulo equilátero com lados paralelos ao maior, o qual, então, devrá ser equilátero também. b) (2 + 2√3) cm e h =(3 + √3)cm 3 c) (18 + 10√3)/3 cm 30. a) Chamando-se o maior cateto de “x”, o menor será x – r e a hipotenusa, x + r. Daí, o teorema de Pitágoras fornecerá x = 4r o que demonstra o pedido. b) raio = 4 u. c. e dist. = 2√5 u.c. 31. a) Notando que o triângulo retângulo terá lados de medidas 6, 8 e 10 e o equilátero, lado 8, a área pedida será 2 16√3 cm . b) Sendo o circuncentro do triângulo retângulo o ponto médio da hipotenusa, o raio será 5 cm. c) Notando que o incentro é o ponto equidistante dos lados do triângulo teremos o raio da inscrita igual a 2 cm. Daí, no triângulo assinalado, a distância pedida é a hipotenusa = √5 cm. 32. Sendo R = 3 o raio da base do cone e “g” sua geratriz, teremos ( 2 π g)/3 = 2 π .R ou g = 9 cm.. O teorema de Pitágoras no maior triângulo assinalado na figura, fornece H = 6√2. Assim, sendo “r” o raio da esfera por semelhança dos triângulos da figura vem r = (3√2)/2 e daí, o percentual pedido será de 50%. 9 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 33. ( ) A Tot = 60 + 17 3 cm2 e Vol = 7 39 cm3 34. a) 3 tomadas b) Pitágoras fornece X = 1,3 m , logo, total de 3 m de fio. 35. Sendo x a base e y a altura do retângulo, sua área será x.y e, para calcularmos o máximo, devemos exprimir x em função de y por semelhança, obtendo as dimensões 30 cm e 40 cm. 36. a) b) Pitágoras no triângulo AEB fornece BE = (x√5)/2, sendo x o lado de ABCD. Assim, AF = x.(√5 - 1)/2 e a razão pedida resultará 1. c) Do exposto nos itens anteriores resulta que a razão pedida será (√5 – 1 )/2 . 10 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 37. a) Observando a figura, concluiremos que a altura mínima de água para cobrir as esferas é de 25 cm; assim, o volume de água será 2025 π . Retirados os volumes das duas esferas, (2048 π )/3 e (500 π )/3, resulta 2 (3527 π )/3 = π · 9 .h, o que dá h = 14,5 cm. 38. Da figura, XY = (6 + 2x) e a altura relativa a esse lado será (6√3 – y) sendo a área (3 + x) · (6√3 – y ) · 2 o como y = x√3, teremos a área como função do 2 grau, com valor máximo de 81√3 cm . 4 39. O poliedro é formado por duas pirâmides hexagonais regulares congruentes. Cada uma tem metade da altura do prisma original. Sejam a a medida das arestas da base do prisma e a’ a medida das arestas das bases das pirâmides que compõem o poliedro. Sejam ainda h e h’ as medidas da altura do prisma e da altura das pirâmides, respectivamente. Então: Sendo B a área da base do prisma e B’ a área da base das pirâmides. Desse modo, obtêm-se os volumes V do prisma e V’ do poliedro: V=B×h 11 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA Portanto: 40. Sendo h a altura de cada um dos trapézios A e B. Observe a ilustração: SA e SB são, respectivamente, proporcionais a 1 e 2. Logo: Substituindo o valor de M na equação da base média, tem-se: 41. Considere-se a a medida da aresta da base quadrada do paralelepípedo retângulo. Como a altura desse paralelepípedo mede 1 m, sua capacidade máxima é determinada pelo seguinte volume: ou seja, A maior distância entre dois pontos em um paralelepípedo retângulo corresponde à medida de uma de suas diagonais. Como a diagonal de um paralelepípedo retângulo é determinada por 12 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA Sendo a, b e c as dimensões desse paralelepípedo, então: Elevando ao quadrado os dois membros dessa equação, obtém-se: Logo, a medida a de uma aresta da base é igual a 2 m. Consequentemente, o volume do prisma é igual a: 3 Portanto, a capacidade máxima da caçamba é de 4 m . 42. Objetivo: Calcular a medida de um ângulo. Item do programa: Geometria e trigonometria Subitem do programa: Relações métricas e angulares no triângulo retângulo: aplicações; teorema de Pitágoras; lei dos cossenos Comentário da questão: Solução por geometria espacial Chamando de a a medida do segmento de reta BA e do segmento de reta AT , conclui-se que a tomada T se encontra a uma distância de a 2 unidades do chão devido aos ângulos de 45 graus formados. Por esse mesmo motivo, o segmento BC mede a unidades. Aplicando o teorema de Pitágoras ao triângulo BCT obtém-se: BT = a 2 Finalmente, aplicando a lei dos cossenos ao triângulo BAT tem-se: Resolvendo a equação resultante: 13 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA Solução por vetores em R 3 As coordenadas dos pontos B, A e T são: Os vetores AB e AT possuem as seguintes coordenadas:¨ e 43. Solução. Os triângulos ABC e ADC são congruentes e as medidas 18cm e 32cm representam as projeções da altura x sobre a hipotenusa AC. Utilizando as relações envolvendo triângulos retângulos, temos: i) x 2 = (18).(32) ⇒ x = 3 .2.2 .2 = ⇒ AB = AD = 2 4 ⎧⎪AD = AB ⎨⎪AD = 18 + 24 ⎩ ⎧⎪DC = BC iii) ⎨ ⎪⎩BC = 32 + 24 ⇒ DC = BC = ii) 2 2 2 2 ( ) 3 2.2 6 = 3. 2 3 = 3.(8 ) = 24cm 324 + 576 = 900 = 30cm 1024 + 576 = 1600 = 40cm iv ) AB + BC + DC + DA = 2.(30) + 2( 40) = 60 + 80 = 140cm 14 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA 44. De acordo com a figura, as faces VBC e ABC do tetraedro regular encontram-se inscritas nas faces laterais BCFD e BCGE, respectivamente. Então, o ângulo DBE é congruente ao ângulo da seção meridiana VMA que contém o ponto M, médio de BC. Aplicando a lei dos cossenos a esse triângulo, obtém-se: Substituindo os valores numéricos e resolvendo a equação resultante tem-se: ‘ Como os ângulos VMA e EBD são congruentes, conclui-se que: Calculando o volume do prisma: 45. Como a borda do transferidor é a semicircunferência AB de centro O, e a borda do esquadro é o segmento de reta , então o menor segmento que liga essa bordas encontra-se sobre a reta r que contém o ponto O e é perpendicular ao segmento . Portanto, um modo de calcular a medida do segmento é determinar a distância do ponto O à reta e subtrair dessa medida o valor do raio da semicircunferência AB. Admitindo um sistema cartesiano com origem em B e eixos coordenados nas posições habituais, têm-se: O=(0,5) A = (0,10) D = (13,0) C = (13,10) E = (3,0) Então, a reta tem coeficiente angular e equação y – 0 = 1(x – 3), ou seja, y = x – 3 0. Utilizando a fórmula da distância do ponto P(xo, yo) à reta ax + by + c = 0, dada por 15 x–y–3= 2014 - APOSTILA REVISÃO 2ª ETAPA Tem-se Como a distância d, do ponto O à reta , mede , a medida do segmento Veja, a seguir, outra solução possível para esse problema. será Traçando a reta perpendicular ao segmento que contém o ponto O, obtêm-se os pontos I em , J em eK em AB. Pela perpendicularidade da reta traçada, os triângulos EIJ e OBI são ambos retângulos isósceles. Desse modo, deduz-se que: Em relação aos segmentos contidos em Como Como , tem-se ainda: pode-se concluir que: EIJ é retângulo isósceles , então Portanto, a distância entre as bordas dos instrumentos de desenho corresponde a: 16