PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
SUMÁRIO
1.
UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – UNIMAR ..................................................................................... 5
1.1
2.
3
4
A UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – HOJE ......................................................................... 6
O ENSINO DE CONTABILIDADE NO BRASIL.......................................................................... 7
2.2
O PROFISSIONAL, SEGUNDO O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE.......... 12
2.3
O EXERCÍCIO PROFISSIONAL ....................................................................................... 13
O CURSO DE CONTABILIDADE NA UNIMAR ...................................................................... 13
3.1
DADOS GERAIS DO CURSO .......................................................................................... 15
3.2
DIMENSIONAMENTO DAS TURMAS ........................................................................... 16
3.3
PERFIL DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR ....................................... 16
3.5
FORMA DE ACESSO AO CURSO ..................................................................................... 21
3.6
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO ................................................... 24
3.7
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ............. 26
3.8
ATO AUTORIZATIVO ANTERIOR OU ATO DE CRIAÇÃO .................................................... 30
3.9
RESULTADOS NO PROVÃO............................................................................................... 30
3.10
RESULTADOS NO ENADE .............................................................................................. 31
3.11
RESULTADOS NO EXAME DE SUFICIÊNCIA ................................................................. 32
3.12
GUIA DO ESTUDANTE DA EDITORA ABRIL ................................................................. 32
3.13
DADOS ESTATISTICOS ................................................................................................... 33
ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR ...... 34
4.1
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA ............................................................................................ 34
4.2
ESTRUTURA PEDAGÓGICA ........................................................................................... 36
4.3
CONTEÚDOS CURRICULARES ....................................................................................... 36
4.3.1
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO......................................... 37
4.4
GRADE DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR .............................................. 38
4.5
PROGRAMA ANALÍTICO DAS DISCIPLINAS ....................................................................... 40
5
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ...................................................................... 137
6
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................................................. 146
7
AVALIAÇÕES INSTITUCIONAIS.......................................................................................... 152
8
7.1
AVALIAÇÃO DO CURSO ............................................................................................... 152
7.2
AVALIAÇÕES DOS PROFESSORES ............................................................................... 153
ATIVIDADES ARTICULADAS AO ENSINO DA GRADUAÇÃO ............................................ 154
8.1
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................. 154
8.2
SEMANA DE ESTUDOS ................................................................................................. 157
8.3
AUDITORIA .................................................................................................................. 158
8.4
PERÍCIA CONTÁBIL ..................................................................................................... 160
8.5
LABORATÓRIO CONTÁBIL .......................................................................................... 161
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
8.6
9
HISTÓRIA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA............................................. 162
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................................... 163
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3
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do curso noturno de
CIÊNCIAS CONTÁBEIS da Universidade de Marília – UNIMAR, além dos
dados
históricos da Universidade de Marília – UNIMAR e os dados
referentes ao Ensino de Contabilidade no Brasil.
Demonstra-se o perfil do curso, o perfil do egresso, a forma de
avaliação, os objetivos, as justificativas, as características e todos os
dados gerais do curso noturno de Ciências Contábeis da Universidade de
Marília - UNIMAR com detalhes da estrutura pedagógica com todas as
disciplinas ministradas durante os oito termos, as ementas, a bibliografia
básica e complementar utilizada em cada disciplina, o estágio curricular, o
trabalho de conclusão de curso e as atividades articuladas ao ensino da
graduação.
A proposta da Universidade é oferecer um curso de Ciências
Contábeis com a finalidade de formar profissionais com uma visão global
do meio social, político, econômico e cultural com domínio total das
habilidades técnicas da ciência contábil, bem como, profissionais éticos e
cientes da responsabilidade que a detêm.
O profissional da área de Ciências Contábeis tem a vantagem de
contar com
um
mercado
extremamente
multifacetado
onde
pode
desempenhar papéis relacionados a serviços rotineiros de escritório a
gerenciando
de
pequenas,
médias
e
grandes
profissional liberal em escritórios, assessorias,
empresas,
ou
como
consultorias ou outras
especialidades em empresas públicas ou privadas.
O especialista em contabilidade tem sido procurado cada vez mais em
razão
das constantes modificações sócias econômicas mundiais, bem
como, criar e manter controles eficazes da enorme carga tributária de nosso
país.
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
1. UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – UNIMAR
A instituição surgiu em Marília, no ano de 1938, quando a cidade
- com apenas 9 anos - já apresentava perspectivas de desenvolvimento
comercial, industrial e agrícola, inclusive com aumento surpreendente dos
índices populacionais.
Nessa ocasião, o professor Glicério Póvoas conseguiu a criação da
Escola de Comércio da Alta Paulista, denominada então Academia de
Comércio de Marília, que
instalou o curso de Ciências Econômicas.
Posteriormente em 30 de dezembro de 1956, deu origem à Associação de
Ensino de Marília, hoje mantenedora da Unimar.
De lá para cá o
crescimento foi natural, acompanhando a evolução do próprio País.
Em 1956 com a constituição da Associação de Ensino de Marília
foram oferecidos os cursos: Ginasial, Escola Normal, Colégio Comercial e a
Faculdade de Ciências Econômicas. Tinha como objetivo a expansão de
cursos superiores, para Marília e região.
A partir da década de 1970 vários cursos superiores foram criados
como Educação Física, Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia,
Letras, Estudos Sociais, Ciências, Educação Artística, Psicologia, Serviço
Social e Odontologia.
Na década de 1980 foram criados Medicina Veterinária, Ciência da
Computação, Tecnologia em Processamento de Dados.
Em 1985, à Associação de Ensino assumiu a mantença dos cursos
Superiores na época pertencia à Fundação Tamoio de Ensino e Cultura da
cidade de Tupã. Foram incorporados à Associação de Ensino de Marília
outros
seis
cursos:
Arquitetura e Urbanismo, Ciências (Matemática),
Letras, História, Geografia e Pedagogia. No entanto, a partir do 2º
semestre de 1994 as atividades desses cursos na cidade de Tupã foram
suspensas; os alunos remanescentes foram transferidos para os mesmos
cursos em funcionamento, na cidade de Marília.
Ainda, em 1985, já com 20 cursos superiores e oferecendo 2800
vagas
anuais, as Faculdades Integradas de Marília encaminharam ao
Conselho
Federal
de
Educação
Carta-Consulta
solicitando
sua
transformação em universidade, pela via de Reconhecimento.
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Em
26/04/88,
às
Faculdades
Integradas
de
Marília
foram
reconhecidas como Universidade de Marília – UNIMAR.
Desde a transformação em Universidade, a Associação de Ensino de
Marília passou a realizar vultosos investimentos, a fim de promover
condições adequadas para o ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas
do conhecimento.
Foram criados novos cursos, adquiridas novas áreas de terreno para
construções de várias instalações. Destacamos a construção do Hospital
Universitário, novas salas de aula, laboratórios, salas-ambiente, clínicas,
bem como
a constante aquisição de todos os equipamentos e infra-
estrutura requeridos para a necessária qualidade dos cursos.
1.1
A UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – HOJE
Atualmente o campus universitário da UNIMAR é considerado o
maior
do
Brasil. A universidade está instalada numa área de 350
alqueires, parte destinada às
edificações
que
abrigam
mais
de
30
cursos superiores e parte à Fazenda Experimental “Marcelo Mesquita
Serva”, onde são desenvolvidas as práticas agrícolas, criação de animais,
ordenha e demais atividades ligadas aos cursos da área de Ciências
Agrárias: Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária e Zootecnia.
A
Fazenda
Santa
Filomena,
localizada
a
45
quilômetros
da
Universidade, possui 980 alqueires e é utilizada para a criação de animais
de grande porte e para culturas agrícolas. A 18 quilômetros do campus há
também a Fazenda Água Limpa, destinada a bovinocultura de leite e de
corte, além de centro de referência em alta tecnologia na produção e
reprodução de raças de pura origem.
Infra-estrutura modelo e alta tecnologia marcam as instalações do
campus, que, atualmente, transformou-se numa verdadeira cidade, São
avenidas pavimentadas e arborizadas, em mais de 216.000 m² de área
construída.
Aqui
se
oferecem
serviços
básicos
aos
acadêmicos:
restaurantes, livraria, posto bancário, caixas de correio, áreas de lazer,
esporte e recreação, entre outros.
CURSOS DE GRADUAÇÃO OFERECIDOS PELA UNIVERSIDADE
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
A Universidade de Marília oferece os seguintes cursos de graduação:



































Administração
Alimentos
Análise e desenvolvimento de Sistemas
Arquitetura e Urbanismo
Biomedicina
Ciências Contábeis
Design de Produto
Direito
Educação Física
Enfermagem
Engenharia Agronômica
Engenharia Civil
Engenharia de Alimentos
Engenharia de Produção Mecânica
Engenharia Elétrica
Engenharia Química
Farmácia (Bioquímica/Industrial)
Fisioterapia
Jornalismo
Letras
Manutenção industrial
Medicina
Medicina Veterinária
Nutrição
Odontologia
Pedagogia
Produção Sucroalcoleira
Psicologia
Publicidade e propaganda
Serviço Social
Zootecnia
Curso Superior de Tecnologia em Alimentos
Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Manutenção
Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanas
Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Segurança Privada
2. O ENSINO DE CONTABILIDADE NO BRASIL
A profissão de contabilista foi regulamentada no Império, quando D.
Pedro II, em 1850, ao sancionar o Código Comercial Brasileiro faz surgir
a pessoa do guarda-livros que passou a ser considerado um agente auxiliar
do comércio. Dispõe, ainda, neste primeiro Código, no item 3 do artigo 35
que este guarda-livros também seria considerado um preposto da Casa
Comercial e antes de iniciar seus serviços deveria receber do empregador
uma nomeação por escrito e esta nomeação deveria ser inscrita no
Tribunal do Comércio.
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Naquela época não existiam pessoas diplomadas, portanto, presumese que os contabilistas (guarda-livros) eram práticos que conheciam as
rotinas de comércio, mas já utilizavam as partidas dobradas, conhecida na
época como “quarta fórmula”.
A primeira escola de Contabilidade no Brasil surgiu em 1902,
quando o então presidente Rodrigues Alves, em janeiro de 1905, através
do decreto federal nº 1339, reconheceu e declarou de utilidade pública
e em caráter oficial, os diplomas conferidos pela Academia do Comércio
do Rio de Janeiro, Escola Prática do Comércio de São Paulo, Instituto
Comercial do Distrito Federal e Academia de Comércio de Juiz de Fora e
providenciou a organização dos cursos, dividindo-o em dois: um geral e
outro superior. Iniciou-se em 1908 o “Curso Superior
de Ciências
Comerciais”.
Em 1915 fundou-se a primeira entidade de contabilista, o Instituto
Brasileiro de Contadores Fiscais.
Em 1916 foram fundados a Associação de Contadores de São
Paulo e o Instituto Brasileiro de Contabilidade.
Em 1924, liderado pelo senador João Lyra, foi realizado o primeiro
Congresso Brasileiro de Contabilidade, onde deu início a campanha
para regulamentar a profissão do Contador.
Em 1927, o contabilista Francisco D’Auria lançou a idéia do Registro
Geral de Contabilista do Brasil, o que foi início para chegarmos ao complexo
CFC e CRCs.
Em 1930, sob a liderança do governo Brasileiro comandado por
Getulio Vargas foram regulamentadas diversas profissões, entre elas, a de
contabilista.
Em 1931, pelo decreto nº 20158, foram criados os cursos de
Contabilidade
propriamente
ditos,
instituindo
o
Curso
Técnico
de
Contabilidade com duração de dois anos para formar "guarda livros" e de
três anos para formar "Peritos Contadores" e o registro obrigatório na
Superintendência do Ensino Comercial.
Em 1932, o governo provisório baixou o decreto nº 21033,
estabelecendo novas condições para registros dos contadores e guardalivros, resolvendo o problema daqueles chamados “práticos”, dando-lhes
condições e prazos para seus
registros e a partir deste momento a
profissão contábil passou a exigida através da preparação escolar.
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8
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Em
1943,
pelo
Decreto
Lei
6141,
os
cursos
técnicos
foram
transformados na categoria de cursos médios, garantido ao formando o
título de Técnico de Contabilidade.
Em 1945, foi instituído o Curso de Ciências Contábeis e Atuarias pela
Lei nº7938.
Em 1946, surgiu o Conselho Federal de Contabilidade, que contribuiu
de maneira extraordinária para a boa qualidade do ensino superior da
Contabilidade.
Em 1951, através da Lei nº 1401 foram desmembrados os cursos de
Ciências Contábeis e Atuarias, criando-se de forma independente, o curso
de Ciências Contábeis, que veio oferecer aos formando o título de Bacharel
em Contabilidade.
Além do decreto de 1945, tivemos o Parecer nº 397/62 que dividiu os
cursos de Ciências Contábeis em ciclo de formação básica e ciclo de
formação profissional e a resolução 03/92 do extinto Conselho Federal
de Educação, que fixava os conteúdos mínimos e a duração para os
cursos de graduação.
2.1
DADOS HISTÓRICOS DA CONTABILIDADE NO BRASIL
De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade existem 484.561
profissionais “Ativos” na área contábil até o mês de novembro/2012 e
80.691 Organizações Contábeis “Ativas”, disposto por estado e categoria,
conforme abaixo:
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9
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
REGIÃO
CENTROOESTE
ESTADO CONTADOR TÉCNICO
9.331
5.432
DF
7.443
4.382
GO
4.096
2.747
MS
7.644
2.337
MT
28.514
14.898
TOTAL
TOTAL
14.763
3,05%
11.825
2,44%
6.843
1,41%
9.981
2,06%
43.412
8,96%
CLASS
8º
11º
15º
13º
NORDESTE
AL
BA
CE
MA
PB
PE
PI
RN
SE
TOTAL
2.345
12.939
7.151
3.612
3.845
6.563
3.735
4.316
2.051
46.557
1.379
7.367
4.769
2.308
2.126
6.436
1.429
1.342
1.439
28.595
3.724
20.306
11.920
5.920
5.971
12.999
5.164
5.658
3.490
75.152
0,77%
4,19%
2,46%
1,22%
1,23%
2,68%
1,07%
1,17%
0,72%
15,51%
22º
6º
10º
18º
17º
9º
20º
19º
24º
NORTE
AC
AM
AP
PA
RO
RR
TO
TOTAL
822
4.136
926
7.631
3.191
854
2.810
20.370
398
2.439
376
2.380
1.414
255
805
8.067
1.220
6.575
1.302
10.011
4.605
1.109
3.615
28.437
0,25%
1,36%
0,27%
2,07%
0,95%
0,23%
0,75%
5,87%
26º
16º
25º
12º
21º
27º
23º
SUDESTE
ES
MG
RJ
SP
TOTAL
6.476
26.799
31.864
74.190
139.329
3.079
26.830
21.140
59.971
111.020
9.555
53.629
53.004
134.161
250.349
1,97%
11,07%
10,94%
27,69%
51,67%
14º
2º
3º
1º
SUL
PR
RS
SC
TOTAL
20.584
21.816
14.188
56.588
10.078
15.192
5.353
30.623
30.662
37.008
19.541
87.211
6,33%
7,64%
4,03%
18,00%
5º
4º
7º
TOTAL
BRASIL
291.358
193.203
Fonte: Conselho Federal de Contabilidade
484.561
100%
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Dos profissionais “Ativos”, 60,13% são CONTADORES E 39,87% são
TÉCNICOS
ESCRITÓRIOS ATIVOS - NOV/2012
ESTADO
SOCIEDADE
EMPRESARI
O
A
31
9
C
A
129
42
L
A
130
34
M
A
21
24
P
B
978
231
A
C
599
240
E
D
945
237
F
E
708
201
S
G
592
177
O
M
174
91
A
M
3.1
457
G
85
M
373
268
S
M
379
114
T
P
221
94
A
P
140
25
B
P
493
38
E
P
140
30
IP
2.6
470
05
R
3.1
292
JR
36
206
85
N
R
187
36
O
R
30
6
R
2.2
369
81
S
2.0
486
C
84
S
146
35
E
S
10.6
1.8
P
50
93
T
131
40
O
TOTAL
30.6
6.0
94de Contabilidade 24
Fonte: Conselho Federal
INDIVIDUAL
127
582
540
129
2.4
16
1.3
72
1.6
34
1.3
60
2.3
31
754
2.1
26
917
1.2
36
683
892
1.6
15
549
4.2
87
2.4
03
758
335
191
6.6
23
2.1
32
265
7.3
62
354
43.9
73
BRASIL
167
753
704
174
3625
2211
2816
2269
3100
1019
5768
1558
1729
998
1057
2146
719
7362
5831
1049
558
227
9273
4702
446
199
05
525
80.6
91
%
0,21
%
0,93
%
0,87
%
0,22
%
4,49
%
2,74
%
3,49
%
2,81
%
3,84
%
1,26
%
7,15
%
1,93
%
2,14
%
1,24
%
1,31
%
2,66
%
0,89
%
9,12
%
7,23
%
1,30
%
0,69
%
0,28
%
11,49
%5,83
%
0,55
%
24,67
%0,65
%
100
%
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
CLASS
27º
19º
21º
26º
7º
11º
9º
10º
8º
17º
5º
14º
13º
18º
15º
12º
20º
3º
4º
16º
22º
25º
2º
6º
24º
1º
23º
11
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
2.2
O PROFISSIONAL, SEGUNDO O CONSELHO FEDERAL DE
CONTABILIDADE
QUEM É?
O bacharel em CIÊNCIAS CONTÁBEIS, antes de mais nada, é
um
profissional eclético. Todo e qualquer patrimônio necessita de
critérios de formatação e de avaliação, fato do dia-a-dia do Profissional
em Contabilidade.
A
identificação,
impacto
análise
das transações
no
e,
finalmente,
patrimônio
das
determinação
entidades,
exige
do
do
Profissional um amplo e variado leque de conhecimento. O mundo
vem experimentando violentas transformações e requer versatilidade
e
abrangência
nas
interpretações.
O
Profissional
Contábil
está
treinado e habilitado, na extensão do seu necessário envolvimento
como
requisito
mínimo
nos
assuntos
econômicos,
tributários,
organizacionais e comportamentais, a direcionar as conclusões da
lógica contábil sempre respaldado por princípios e normas técnicas
dando espaço à propalada interpretação da condição, qualidade e
valor do patrimônio. Nenhuma decisão de negócio é tomada sem os
dados contábeis e somente o Profissional Contábil dispõe de preparo
técnico para com tais dados disponibilizar a verdade patrimonial e a
direção dos negócios.
A realidade de mercado hoje exige um profissional pronto para
assumir novas responsabilidades. Mais do que apenas registrar os
atos e fatos da empresa, deve ser uma verdadeira “bússola” dos
negócios e ajudar a administração a manter o negócio na rota
prevista.
Para
desempenhar
essas
funções
com
a
máxima
competência, sua formação hoje deve conter não só noções sólidas
de
finanças,
economia
e
gestão,
mas,
também,
de
ciências
humanas, ética e responsabilidade social.
O
bacharel
em
Ciências
Contábeis
está
capacitado
para
pesquisar, analisar e discernir a par de muito bom senso, todo o
sistema de informações econômicas, financeiras e patrimoniais das
Entidades.
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12
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
2.3
O EXERCÍCIO PROFISSIONAL
O
bacharel
regulamentada pelo
definidas
pela
em
Ciências
Contábeis
tem
sua
profissão
Decreto Lei nº 9.295/46 e suas atribuições
Resolução
nº
560/83,
amplo,
mercado
do
Conselho
Federal
de
Contabilidade.
Bastante
o
de
trabalho
oferece
muitas
oportunidades para uma carreira bem sucedida.
Atualmente, a profissão vive um momento áureo. Vale lembrar,
onde houver uma empresa, pequena, média ou grande, sempre
existirá a figura do contador.
Profissional liberal, o Contador pode-se dizer um profissional de
múltiplas funções, podendo ser:
3

Autônomo;

Empresário de Contabilidade;

Auditor Independente, Auditor Interno;

Consultor Tributário;

Controller;

Auditor Fiscal;

Perito Contábil;

Membro de Conselho Fiscal e de Administração;

Árbitro em câmaras especializadas;

Atuar na Área Acadêmica;

Membro de Comitês de Auditoria;

Membro em Entidade de Classe;

Executivo.
O CURSO DE CONTABILIDADE NA UNIMAR
O curso de
Ciências Contábeis da Universidade de
Marília -
UNIMAR foi criado em 1973 e teve seu início em 1974 e vem atendendo
aos alunos da região num raio de 100 km. Geralmente são alunos
vindos da escola pública, sem a mesma preparação oferecida aos alunos
de outras faculdades pelas escolas particulares e cursinhos.
Normalmente são pessoas que trabalham na área contábil ou
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13
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
financeira em empresa ou escritórios de contabilidade e estudam no
período noturno pagando seus estudos e suas despesas pessoais com os
ganhos do trabalho diurno.
Atualmente conta com Bolsa para alunos que cursaram outra
faculdade com a finalidade de contemplar com descontos na mensalidade
que variam de 30 a 40% e, em 2004 a Universidade assinou o Termo de
Adesão ao Programa Universidade para todos (PROUNI) para os alunos da
escola pública com renda inferior 1,5 salário mensal, contando também com
o Financiamento Estudantil (FIES).
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14
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.1
DADOS GERAIS DO CURSO
DENOMINAÇÃO DO CURSO: Ciências Contábeis
LOCALIZAÇÃO/CIDADE/UF: Marília – SP
INSTITUIÇÃO DE ENSINO: Universidade de Marília – UNIMAR
REITOR: Márcio Mesquita Serva
PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO: José Roberto Marques de Castro
COORDENADORA DO CURSO: Ana Cláudia Rossetto
INÍCIO DE FUNCIONAMENTO: 1974
AUTORIZAÇÃO: Parecer CFE 526/73 de 03/04/73
Decreto 72527 de 25/07/73
RECONHECIMENTO: Parecer CFE 4830/75 de 03/12/75
Portaria MEC 77161 de 13/02/76
NÚMERO DE VAGAS ANUAIS: 50 por ano
REGIME DE MATRÍCULA: Semestral
PERÍODO: Noturno
de 4 anos e Máximo de 7
INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR: Mínimo
anos
DURAÇÃO DO CURSO NA UNIMAR: 8 Semestres
TOTAL DE CRÉDITOS: 144
DISCIPLINAS TEÓRICAS E 2.880 horas aula
PRÁTICAS:
ESTÁGIO SUPERVISIONADO: 320 Horas
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 200 Horas
CURSO:
HORAS COMPLEMENTARES: 100 Horas
TOTAL DE HORAS: 3.500 Horas
DOUTORES: 07,7%
MESTRES: 76,9 %
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15
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ESPECIALISTAS: 15,4%
3.2
DIMENSIONAMENTO DAS TURMAS
Os colegiados superiores, CONSEPE e CONSUNI estabeleceram
que os alunos devidamente matriculados dividam-se em turmas de até
no máximo 100 (cem) alunos, para as aulas teóricas, e em turmas de
até 50 (cinqüenta) alunos para as aulas práticas, sendo proibida a
junção de turmas acima destes limites.
3.3 PERFIL DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR
O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília teve
início em 1974, foi autorizado pelo Parecer CFE 526/73 de 03/04/73 e
Decreto 72527 de 25/07/73 e reconhecido pelo Parecer CFE 4830/75
de 03/12/75 e pela Portaria Ministerial Portaria MEC 77161 de 13/02/76.
A Universidade está localizada na cidade de Marília, região
centro-oeste do Estado de São Paulo, com mais de 200.000 habitantes.
Nesta região a economia é baseada na agricultura e na
agropecuária, porém,
a
cidade
também
conta
com
um
parque
industrial voltado à área metalúrgica e de alimentos, sendo conhecida
como "Capital Nacional do Alimento", em razão do grande número de
indústrias
alimentícias
aqui
instaladas, o que a torna um pólo
econômico regional.
Como pólo econômico, a região necessita de mão de obra
qualificada, em especial a do contabilista, que tem a capacidade de
fornecer dados históricos, financeiros e econômicos aos investidores,
clientes, fornecedores e
em especial ao Fisco Federal, Estadual e
Municipal.
O curso pretende formar o aluno com base no conjunto de
conhecimentos adquiridos nas várias disciplinas e que desenvolva a
capacidade de assimilar a teoria da sala de aula com a prática nas
empresas.
Com a globalização da economia, administradores e gestores
vêm se utilizando,
cada vez
mais, de relatórios contábeis
como
instrumento para tomada de decisões em suas empresas.
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16
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR, observando atentamente toda essa evolução, tem procurado
formar profissionais com capacidade de mensurar toda a gama de
informações obtidas por meio das análises contábeis, colocando em
prática um sistema capaz de auxiliá-los a tomar decisões, na promoção
de um gerenciamento eficaz.
Para a obtenção desse perfil profissional, nos dois primeiros
semestres o curso oferece, além de uma sólida base de conceitos da
contabilidade, conhecimentos em diversas outras áreas, numa formação
multidisciplinar,
envolvendo
conhecimento
Economia,
como:
Administração,
Estatística,
Empresarial,
conteúdos
de
Direito,
Humanística,
Matemática,
diferentes
Direito
Informática,
Matemática
áreas
do
Comercial,
Comunicação
Financeira,
Legislação
Societária e Tributária, Ética Profissional, Metodologia do Trabalho
Científico
e
profissional
Sociologia,
tornando-o
proporcionando
capaz
de
uma
exercer
visão
atividades
geral
nos
ao
mais
diferentes setores de uma organização.
Nos
específicas
demais
dos
Intermediária,
semestres
o
curso
oferece
as
disciplinas
profissionais da contabilidade, como Contabilidade
Contabilidade
Avançada,
Contabilidade
Industrial,
Contabilidade Agrícola, Contabilidade Pública, Contabilidade Gerencial,
Contabilidade de Custos, Contabilidade Financeira e Orçamentária,
Auditoria, Perícia Contábil e Análise de Demonstrações Contábeis.
Complementando o aprendizado, nos dois últimos semestres
são oferecidos um Estágio Supervisionado e um programa específico de
contabilidade a ser utilizado no Laboratório Contábil, onde o aluno
põe em prática todos os conhecimentos adquiridos durante o curso.
Para a consecução dos objetivos propostos, recorre-se a aulas
teóricas e práticas, estas com utilização de recursos da informática,
hoje imprescindível à atuação do profissional contábil.
Dessa
forma,
possibilita-se
aos
Bacharéis
em
Ciências
Contábeis formados pela Universidade de Marília possuir uma visão
global do meio social, político, econômico e cultural, com domínio
total das habilidades técnicas da ciência da contabilidade, sendo, além
de tudo, um profissional ético e ciente da responsabilidade que detém.
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17
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.4 PERFIL DO EGRESSO
Para atender às exigências da sociedade atual, a Universidade de
Marília (UNIMAR) projetou para o seu graduando um processo de formação
profissional que o caracterize como um bacharel crítico, ético, lúcido e
solidamente capacitado para planejar, organizar, analisar, liderar e dirigir as
atividades de controle do gerenciamento contábil nas empresas, com visão de
globalização, sem perder de vista as particularidades regionais.
A preocupação da Unimar corresponde às diretrizes curriculares
nacionais do curso de graduação em Ciências Contábeis, apresentada pela
Comissão de Especialistas do Ensino de Contabilidade, cujo objetivo é
estimular uma visão crítica para a educação em contabilidade, buscando criar
condições para formar contadores competentes e articulados às tendências
mundiais.
A
contabilidade
assim
como
a
sociedade
passa
por
rápidas
transformações, onde as mudanças nas atitudes sociais cominadas com o
progresso da tecnologia, da informação e da utilização dos métodos
quantitativos e das ciências do comportamento, têm afetado o cenário de
atuação da contabilidade. Como conseqüência dessa nova ótica, é necessária
uma constante reavaliação dos objetivos dos procedimentos contábeis, tendo
em vista que o seu papel é suprir a sociedade de informações econômicas e
sociais relacionadas às entidades.
Nessa perspectiva, o curso de Ciências Contábeis traçou para os futuros
bacharéis o seguinte perfil profissional:
-
nas organizações micro, pequenas, médias e grandes, se optar
por trabalhar como empregado;
-
na qualidade de empresário da Contabilidade, se optar pelo seu
próprio escritório;
-
na condição de autônomo, se optar por ser consultor, perito
contábil, auditor independente na forma de pessoa física, etc.
Este
conhecimento
técnico-científico
para
desenvolver
atividades
práticas profissionais priorizará a demanda regional enfocando também a
demanda nacional, sem desprezar a demanda do Mercosul e mundial.
Para
tanto,
serão
desenvolvidas
as
seguintes
competências
e
habilidades:
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18
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
-
utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem das
Ciências Contábeis e Atuariais;
-
demonstrar
visão
sistêmica
e
interdisciplinar
da
atividade
contábil;
-
elaborar
pareceres
e
relatórios
que
contribuam
para
o
desempenho eficiente e eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os
modelos organizacionais;
-
aplicar
adequadamente
a
legislação
inerente
às
funções
contábeis;
-
desenvolver,
com
motivação
e
através
de
permanente
articulação, a liderança entre equipes multidisciplinares para a captação de
insumos necessários aos controles técnicos, à geração e disseminação de
informações contábeis, com reconhecido nível de precisão;
-
exercer suas responsabilidades com o expressivo domínio das
funções contábeis, incluindo as atividades atuariais e de quantificações de
informações financeiras, patrimoniais e governamentais, que viabilizem aos
agentes econômicos e aos administradores de qualquer segmento produtivo
ou
institucional
o
pleno
cumprimento
de
seus
encargos
quanto
ao
gerenciamento, aos controles e à prestação de contas de sua gestão perante
à sociedade, gerando também informações para a tomada de decisão,
organização de atitudes e construção de valores orientados para a cidadania;
-
desenvolver,
analisar
e
implantar
sistemas
de
informação
contábil e de controle gerencial, revelando capacidade crítico-analítica para
avaliar as implicações organizacionais com a tecnologia da informação;
-
exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas
que lhe são prescritas através da legislação específica, revelando domínios
adequados aos diferentes modelos organizacionais.
Em
linhas
gerais,
quer
se
formar
profissionais
dotados
dessas
competências e habilidades visando atender principalmente à demanda
regional (sem desprezar a demanda nacional e internacional) pelos serviços
contábeis, com capacidade de exercer com ética, justiça e responsabilidade as
atribuições e prerrogativas compatíveis à profissão.
Contudo, para o profissional da Contabilidade, seu campo de atuação é
bastante diversificado, podendo atuar nas seguintes áreas:
-
Como
contador:
exercer
a
Contabilidade
Financeira
(ou
Contabilidade Geral, ou Contabilidade Fiscal ou Contabilidade Societária), a
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19
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Contabilidade
de
Custos,
a
Contabilidade
Gerencial
e
Contabilidade
Estratégica. A Contabilidade Financeira ou Contabilidade Geral, quando
aplicada
a
atividades
específicas,
recebe
uma
"nova
roupagem",
se
considerarmos suas peculiaridades do ramo de atividades ao qual ela é
aplicada. Estas atividades precisam ser abordadas no curso, considerando,
principalmente, as demandas regionais. Assim surgem a Contabilidade
Pública, Contabilidade Rural, a Contabilidade Hospitalar, a Contabilidade
Industrial,
a
Contabilidade
Comercial,
a
Contabilidade
Imobiliária,
a
Contabilidade de Seguros, a Contabilidade de Serviços, a Contabilidade de
Transportes, a Contabilidade de Entidades sem Fins Lucrativos, etc.
-
Como auditor: exercer Auditoria Interna, sendo empregado da
empresa; ou Auditoria Externa, como autônomo ou em empresa de auditoria.
A Auditoria Interna pode ser voltada exclusivamente para controles internos,
como também pode estar voltada para Auditoria de Sistemas, ou Auditoria de
Gestão, ou ainda, de acordo com as necessidades de cada empresa. Assim
sendo, o recém-formado em Contabilidade Superior, com registro no Conselho
Regional de Contabilidade, já está habilitado ao exercício da Auditoria
Externa, na condição de profissional liberal ou autônomo. O Auditor
Independente, da mesma forma que Auditor Interno, é uma das áreas que
mais cresce na profissão contábil.
- Como perito Contábil: Participar de perícias contábeis, judiciais e
extrajudiciais, assim como auditorias e outras atribuições, são privativas dos
profissionais contábeis (Resolução CFC nº 560/83 - Art. 3º). Também pode
ser trabalho de perito contábil a apuração de haveres e avaliação de direitos e
obrigações do acervo patrimonial de quaisquer entidades, em vista de
liquidação, fusão, cisão, expropriação no interesse público, transformação ou
incorporação dessas entidades, bem como em razão de entrada, retirada,
exclusão ou falecimento de sócios, entre outras. A área de Perícia Contábil,
diretamente ligada ao campo de direitos, das ações judiciais e extrajudiciais,
requer atenção curricular e metodológica nos cursos de Contabilidade.
- Como Analista Financeiro: O curso de Ciências Contábeis propõe-se
a capacitar o profissional contábil para fazer análise econômico-financeira das
entidades em três ângulos:
- análise de crédito: analista externo de entidades para fins de
concessão de crédito do ponto de vista da instituição financeira e
vendas a prazo;
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20
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
- análise de desempenho: analista interno que avalia indicadores de
desempenho das entidades;
- análise de investimento: analista externo que tem por objetivo avaliar
entidades para fins de investimento em nível de mercado de capitais,
novos negócios, fusões, etc.
-
Como Consultor: A consultoria contábil permite às entidades,
buscarem esporadicamente especialistas em determinadas áreas a um custo
menor que a manutenção de um funcionário permanente. À medida que o
profissional
se
especializa
numa
determinada
área,
há
um
mercado
considerável para prestação de serviços de consultor: tributos, comércio
exterior, contabilidade aplicada, processamento de dados, custos, sistemas,
análise financeira, etc.
-
Como Empresário da Contabilidade: Sem dúvida, a área onde
há maior concentração é na atividade contábil.
-
Em outras áreas como: Investigador de Fraudes Contábeis,
Pesquisador
Contábil,
Escritor
Contábil,
Professor
de
Curso
Técnico,
Conselheiro Controller, Controlador de Arrecadação, Escriturador Contábil e
Fiscal, Fiscal de Tributos, Conferencista, Parecerista, são alguns exemplos de
funções comuns aos contadores.
3.5
FORMA DE ACESSO AO CURSO
As formas de acesso ao curso de Ciências Contábeis são através do
Processo Seletivo e transferência externa e portadores de diploma de nível
superior, obedecendo ao REGIMENTO GERAL aprovados pelo CONSEPE –
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em 06/03/08 e CONSUNI –
Conselho Universitário em 07/03/08, abaixo transcrito:
CAPÍTULO II
DO PROCESSO SELETIVO
Art. 58. O processo seletivo de ingresso no 1º período ou termo
de cada curso destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e
a classificá-los, dentro do estrito limite das vagas oferecidas.
§ 1º . A Pró-reitoria de Graduação designará, através de Portaria,
Comissão
Coordenadora
dos
Processos
Seletivos
de
Admissão
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dos
21
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Candidatos.
§ 2º . As inscrições para o processo seletivo são abertas em Edital,
no qual constarão os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os
prazos de inscrição, a documentação exigida, a relação das provas, o
critério de classificação e de desempate e demais informações úteis.
§ 3º . No ato de inscrição ao processo seletivo de ingresso, a
UNIMAR colocará à disposição dos candidatos um catálogo informativo,
contendo as condições de oferta dos cursos.
Art. 59. O processo seletivo de admissão estabelecerá metodologia
uniforme e tratamento idêntico para todos os candidatos, e em todos os
cursos oferecidos, nos termos das normas e procedimentos aprovados
pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Parágrafo único. A UNIMAR pode realizar prova de habilidade
específica nos processos seletivos de admissão, para quaisquer dos cursos
oferecidos, na forma proposta pela Comissão Coordenadora e aprovada
pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Art. 60. A classificação far-se-á por ordem decrescente dos resultados
obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixado e excluídos os candidatos
que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos.
§ 1º . A classificação obtida é válida para a matrícula no período
letivo para o qual se realiza o concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o
candidato
classificado
deixar
de
requerê-la
ou
não
apresentar
a
documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados.
§ 2º . Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, esgotadas
as
chamadas
de
excedentes,
nelas
poderão
ser
recebidos
alunos
transferidos de outra instituição, ou portadores de diplomas de graduação
mediante processo seletivo próprio, ou excedentes do mesmo processo
seletivo que requererem, regularmente, reopção de curso.
Art. 61. Não ocorrendo o preenchimento das vagas iniciais, é
facultada à UNIMAR a realização de novo processo seletivo de admissão,
mediante publicação de novo Edital, nos termos da legislação em vigor.
CAPÍTULO III
DA
MATRÍCULA
Art. 62. A matrícula, ato formal de ingresso do aluno no curso e de
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22
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
vinculação do mesmo à UNIMAR, realiza-se na Secretaria Geral, em prazos
estabelecidos no calendário acadêmico, no 1º e 2º semestres letivos,
distintamente,
instruído
o
requerimento
com
a
documentação
competente, condicionada à regularidade administrativa do aluno e à
celebração de um Contrato de Prestação de Serviços Educacionais.
§ 1º . Quando da ocorrência de vagas, será permitida a matrícula de
alunos não regulares, desde que comprovada sua capacidade de cursar
as disciplinas oferecidas no currículo com proveito e mediante processo
seletivo prévio, devidamente regulamentado pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão, sendo conferido, ao final, certidão dos estudos
realizados.
§ 2º . No caso de graduado em outro curso superior, é exigida a
apresentação do diploma, devidamente registrado, para substituir o
comprovante de Conclusão de Ensino Médio ou equivalente.
Art. 63. A matrícula deverá ser renovada semestralmente, pois são
independentes, no prazo estabelecido pelo calendário acadêmico.
Parágrafo único. Ressalvado o disposto no artigo 65 deste Regimento
Geral,
a não renovação de matrícula a cada semestre implica em
abandono do curso e desvinculação do aluno da UNIMAR.
Art. 64. É permitida a exclusão ou inclusão de disciplinas, se
requeridas dentro do prazo previsto pelo Calendário Acadêmico, e desde
que seja atendido o disposto no art. 62 deste Regimento Geral.
CAPÍTULO IV
DO TRANCAMENTO DE MATRÍCULA
Art. 65. É concedido trancamento de matrícula para o efeito de,
interrompidos temporariamente os estudos, manter o aluno sua vinculação
à UNIMAR.
§ 1º . O trancamento é concedido por quatro (4) semestres
consecutivos ou seis (6) alternados e só será deferido se o requerente
estiver em dia com suas obrigações com a UNIMAR.
§ 2º . O trancamento não assegura ao aluno o retorno no
currículo que cursava.
§ 3º . Não será computado no prazo de integralização do curso o
período correspondente ao trancamento, feito na forma prevista, exceto
ou somente se possuir o benefício do FIES ou PROUNI.
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23
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Art. 66. Pode o aluno solicitar cancelamento de sua matrícula
que, após deferido, desvincula o aluno da UNIMAR.
Parágrafo único. O pedido de cancelamento de matrícula só será
deferido se o requerente estiver em dia com suas obrigações perante a
UNIMAR.
CAPÍTULO V
DAS TRANSFERÊNCIAS E DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS
Art. 67. A UNIMAR aceita transferências de alunos regulares, para
cursos afins, na estrita conformidade das vagas existentes, mediante
processo seletivo
regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão.
Art. 68 As transferências ex-ofício dar-se-ão na forma da legislação
vigente.
Art. 69 Em qualquer época, a requerimento do interessado e
respeitadas as normas vigentes, a UNIMAR concede transferência de aluno
nela matriculado.
Parágrafo único. Não é concedida transferência a aluno que se
encontre respondendo a inquérito administrativo ou cumprindo penalidade
disciplinar.
Art.
70
O
interessado
que
apresentar
certidão
de
estudos
realizados fica sujeito a prestar Processo Seletivo de Ingresso na Unimar, e
requerer convalidação de estudos.
Art. 71 O aluno que já tenha concluído curso superior autorizado ou
reconhecido, ou mesmo disciplinas de cursos afins, pode requerer, por
ocasião
da
matrícula,
aproveitamento
de
disciplinas
estudadas,
observada a legislação de ensino.
Art. 72 A transferência interna será possível se houver vagas no
curso pretendido e se forem plenamente atendidas normas fixadas pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
3.6
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
As avaliações do curso são realizadas através de reuniões com o
Conselho de Curso e com os professores visando adaptar as orientações do
Conselho Regional de Contabilidade (CRC) e do Conselho Federal de
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
24
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Contabilidade (CFC) referente às exigências para formação profissional do
seu alunado, tais como:

Avaliação participativa constante da grade curricular, efetuada pelo corpo
docente;

Discussão da importância da relação teoria - prática na formação
profissional;

Adequar os conteúdos programáticos das disciplinas seguindo as
constantes mudanças e transformações sociais de forma a atender o
exercício profissional;

Implementar atividades constantes conciliando a teoria e a prática;

Acompanhar
as
exigências
do
mercado
de
trabalho
gerando
adequações necessárias na formação do contador atual.
Há
alguns
anos
(desde
2000)
a
Universidade
de
Marília
–
UNIMAR vem avaliando seus professores através de perguntas respondidas
pelos alunos do curso de Ciências Contábeis.
Numa data pré-estabelecida, sem o conhecimento dos discentes,
o coordenador do curso de Ciências Contábeis vai a cada uma das salas
para explicar o motivo da Avaliação. Lê todas as perguntas e esclarece
todas as dúvidas. Em seguida distribui os questionários e aguarda até que
o último aluno tenha termine de preencher.
Preenchido os questionários pelos alunos, os envelopes são lacrados
e encaminhados para a confecção das planilhas para alimentar um banco de
dados.
Através de estudos foram desenvolvidas planilhas com fórmulas
matemáticas e estatísticas para apuração do resultado.
Os resultados são apurados, individualmente, com a quantidade de
conceitos “ótimos”, “bons”, “regulares”, “fracos” e “insuficientes”.
Para cada uma das perguntas (por disciplina) foi atribuído o peso
correspondente
ao
conceito
indicado
pelo
aluno.
Calculou-se
a
da
média individualizada por pergunta, por disciplina, por termo e geral pelo
curso de Ciências Contábeis desta Universidade.
Além das médias, apuradas de acordo com o parágrafo anterior,
foram calculados os percentuais de conceitos (5-ótimo, 4-bons, 3-regulares,
2-fracos e 1- insuficientes) para cada uma das disciplinas de acordo com
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
25
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
cada uma das perguntas do questionário.
Para essa avaliação são formuladas as seis (06) perguntas abaixo
relacionadas:






Metodologia e didática do professor;
Conhecimento e domínio do assunto;
Capacidade de relacionar teoria X prática;
Pontualidade do docente: entrada e saída da sala de aula;
Se as avaliações estão coerentes com o conteúdo ministrados;
Com relação a expectativa quanto a disciplina.
3.7
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM
Quanto ao SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM, o Curso de Ciências Contábeis obedece ao REGIMENTO
GERAL
aprovados pelo CONSEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão em 06/03/08 e CONSUNI – Conselho Universitário em 07/03/08,
abaixo transcrito:
CAPÍTULO VI
DO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM
Art. 73 O plano de ensino da disciplina é elaborado a cada semestre
e deve conter, no mínimo, a indicação dos objetivos gerais e específicos
da mesma, o conteúdo programático, a metodologia a ser adotada, a
carga
horária,
os
critérios
de avaliação e os recursos materiais e
bibliográficos de apoio.
§ 1º . O plano de ensino da disciplina é elaborado pelo professor ou
grupo de professores e aprovado pelo respectivo Conselho de Curso,
devendo ser submetido à aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão.
§ 2º . É obrigatório o cumprimento do conteúdo programático e da
carga horária prevista em cada disciplina de cada semestre.
Art.
74
São
atividades
curriculares
as
preleções,
pesquisas,
exercícios, arguições, trabalhos práticos, seminários, excursões, estágios e
demais atividades complementares, inclusive as realizadas em “campus
avançado”, previstas nos respectivos planos de ensino.
Art. 75 A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina,
incidindo sobre a frequência e o aproveitamento obtidos em cada semestre
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
26
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
letivo.
Art. 76 A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas é
obrigatória,
vedado o abono de faltas, exceto em casos previstos na
legislação de ensino.
§
1º .
considerado
Independentemente
reprovado
na
dos
disciplina
demais
o
resultados
aluno
que
obtidos,
não
é
obtenha
frequência em, no mínimo, setenta e cinco por cento (75%) das aulas e
demais atividades programadas.
§
2º
.
A
verificação
e
o
registro
da
frequência
são
de
através
de
responsabilidade do professor, e seu controle pela Secretaria Geral.
Art.
77
O
aproveitamento
escolar
é
avaliado
acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos
exercícios escolares e no exame final.
§ 1º. As avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de
cada semestre letivo, independentes, serão o resultado da média de no
mínimo dois instrumentos: trabalhos escritos ou orais, individuais ou em
grupos, seminários, pesquisas, arguições, sendo uma delas a prova
escrita prevista no Calendário Acadêmico.
§ 2º. O professor da disciplina deve encaminhar a coordenação do
respectivo curso os resultados da avaliação de seus alunos, até três dias
após a realização da prova referente ao 1º bimestre (P1) e, na forma
estabelecida pela coordenação do Curso, os resultados referentes ao 2º
bimestre (P2); em cada semestre.
§ 3º. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão regulará os
procedimentos
para
que
os
alunos
que
tenham
extraordinário
aproveitamento nos estudos, possam ter abreviada a duração dos seus
cursos, de acordo com as normas vigentes.
Art. 78. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota
expressa em grau numérico de zero (0) a dez (10) pontos, permitindo-se o
fracionamento de inteiro em cinco (5) décimos.
§ 1º. Pode ser concedida revisão da nota atribuída à verificação do
aproveitamento, quando requerida no prazo de dois (2) dias úteis após sua
divulgação.
§ 2º . O professor responsável pela atribuição da nota da prova
revisada, pode mantê-la ou alterá-la, devendo, sempre, fundamentar sua
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
27
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
decisão.
§ 3º. Não acatando a decisão do professor, o aluno, desde que
tenha
justificado, poderá requerer ao Coordenador do Curso banca,
composta por dois (2) outros professores do curso, para reapreciar seu
pedido de revisão.
§ 4º. Se ambos concordarem em alterar a nota, prevalecerá esta
decisão,
mas
não
havendo
unanimidade,
prevalecerá
a
nota
originalmente atribuída pelo professor da disciplina.
§ 5º. É atribuída nota 0 (zero) ao aluno que utilizar-se de meio
fraudulento na realização de qualquer prova.
Art. 79 O aluno que deixar de comparecer à verificação na data
fixada, poderá requerer uma prova substitutiva para cada disciplina
perdida, de acordo com o Calendário Acadêmico.
§ 1º. O aluno que comparecer a todas as avaliações poderá,
também, requerer a prova de que trata o caput, de acordo com o
Calendário
Acadêmico,
para substituir a menor nota das avaliações
anteriores (P1 ou P2), pela nota obtida.
§ 2º. Quando a nota obtida na prova substitutiva for menor do que
a nota anterior, prevalecerá a nota maior.
§ 3º. É atribuída nota zero (0) ao aluno que se utilizar de meios
fraudulentos na realização de qualquer prova substitutiva, sendo lançada
a nota zero (0) em substituição a menor nota regimental da disciplina.
§ 4º. A ausência nas avaliações regimentais são computadas como
faltas, portanto a participação do aluno na prova substitutiva somente
substitui a nota e não a frequência
Art. 80. Atendidas, em qualquer caso, a frequência mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares, para
aprovação a cada semestre, aplicam-se as seguintes normas:
I - é aprovado o aluno que, após as avaliações parciais realizadas
nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, alcançar média igual ou
superior a sete (7);
II - deverá submeter-se a exame final o aluno que, após as
avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre
letivo, alcançar média igual ou superior a quatro (4.0), mas inferior a sete
(7.0);
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
28
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
III – será considerado aprovado o aluno que alcançar, após o exame
final, média final igual ou superior a cinco (5.0), resultante da média
das avaliações parciais de cada semestre letivo mais a nota do exame final
dividida por dois;
IV - será considerado reprovado o aluno que, após as avaliações
parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, não
alcançar a média quatro (4.0) em cada disciplina.
V - quanto ao Estágio Supervisionado será considerado aprovado o
aluno que obtiver, após cumprimento da carga horária mínima prevista
no respectivo currículo pleno, nota final igual ou superior a sete (7.0),
resultante das avaliações parciais aplicadas durante o período de estágio.
Art. 81. É promovido ao período seguinte, o aluno aprovado em
todas as disciplinas do período cursado, admitindo-se, ainda a promoção
com dependências.
§ 1º . No ato da renovação semestral da matrícula, o aluno deverá
matricular-se, obrigatoriamente, nas disciplinas dependentes de termo
menor e, logo a seguir, fechar o horário, com aquelas outras que se
enquadrem na compatibilidade horária.
§ 2º . Os estágios, internatos e trabalhos de conclusão de curso
obedecerão normas e procedimentos fixados segundo as características de
cada curso, aprovados pelos respectivos Conselhos de Curso e pelo
CONSEPE.
§ 3º. O aluno reprovado por insuficiência de nota ou de freqüência
em disciplinas exclusivamente teóricas e que não pertençam às clínicas,
internato
de
Medicina
ou
Estágio,
ficam
amparados
pelo
regime
semipresencial até o limite de 20% (vinte por cento) da carga horária do
curso.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
29
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.8
ATO AUTORIZATIVO ANTERIOR OU ATO DE CRIAÇÃO
3.9
RESULTADOS NO PROVÃO
O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR participou em dois (02) Exames Nacional de Cursos, antigo
PROVÃO, realizado pelo MEC, obtendo os seguintes resultados:
Turma do ano de 2002:
Conceito “C”
Turma do ano de 2003:
Conceito “A”
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
30
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.10 RESULTADOS NO ENADE
O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR, participou do ENADE – Exame Nacional de Desempenho
Estudantil, realizado pelo MEC em 2006 e 2009, obtendo os seguintes
resultados:
ENADE DO ANO DE 2006
ENADE – Exame Nacional de Desenvolvimento Estudantil Conceito “4”
IDD – Índice de Diferença de Desempenho
Conceito “5”
ENADE DO ANO DE 2009
ENADE – Exame Nacional de Desenvolvimento Estudantil
IDD – Índice de Diferença de Desempenho
CPC CPC CONTÍNUO - (2,85)
Conceito “4”
Conceito “4”
Conceito “3”
ENADE DO ANO DE 2012
ENADE – Exame Nacional de Desenvolvimento Estudantil
ENADE CONTÍNUO - (3,71)
CPC CPC CONTÍNUO - (3,6370)
Conceito “4”
Conceito “4”
O nosso curso está entre as melhores avaliações dos cursos de
Ciências Contábeis do Estado de São Paulo e do país.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
31
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.11 RESULTADOS NO EXAME DE SUFICIÊNCIA
Abaixo os dados referentes aos últimos exames de suficiência do
CFC, cujo periodo compreendido entre março de 2011 a setembro de
2013.
Total
Total
Total
(%)
Total
(%)
Total
Inscritos
Presentes
Aprov.
Aprov.
Reprov.
Reprov.
Ausentes
MAR-2011
18
17
12
71,00%
05
29,00%
01
SET-2011
19
18
05
28,00%
13
72,00%
01
MAR-2012
29
27
13
48,00%
14
52,00%
02
SET-2012
18
16
02
13,00%
14
88,00%
02
MAR-2013
33
33
18
55,00%
15
45,00%
00
SET-2013
22
22
15
68,18%
07
31,82%
00
Ano
3.12 GUIA DO ESTUDANTE DA EDITORA ABRIL
O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR, recebeu “ESTRELAS” em 6 vezes das 7 realizadas pela Editora
Abril na pesquisa do Guia do Estudante das Melhores Universidades do
Brasil, conforme abaixo:
Ano de 2006
Ano de 2007
Ano de 2009
Ano de 2010
Ano de 2011
Ano de 2012
Ano de 2013
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
32
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.13 DADOS ESTATISTICOS
De 1995 a 1998 (14 anos) foram inscritos 1558 (um mil,
quinhentos e cinquenta e oito) candidatos para o concurso Vestibular
que ofereceu 1330 (um mil trezentos e trinta) vagas para o curso de
Ciências Contábeis e destes inscritos 743 (setecentos e quarenta e
três) foram matriculados normalmente e 351 (trezentos e cinquenta e
um) concluíram o curso.
Vale lembrar que no ano de 1992 o curso de Ciências Contábeis
passou
de 4 (quatro) para 5 (cinco) anos para sua conclusão,
influenciando, assim, na quantidade de formandos no ano de 1995.
EVOLUÇÃO DE ALUNOS NOS ÚLTIMOS CATORZE (14) ANOS
VESTIBULAR
Inscrições
VAGAS
Oferecidas
1995
85
1996
239
1997
ANOS
MATRICULAS
FORMANDOS
100
2
180
29
57
1
4
140
0
120
69
8
1998
40
120
34
34
1999
52
80
0
30
2000
517
100
47
58
2001
43
80
27
34
2002
40
80
31
24
2003
12
80
42
22
2004
111
80
52
16
2005
109
80
37
44
2006
134
27
28
2007
60
1
0
80
0
40
22
2008
59
50
57
(*)
(*) – Não publicado: Tabela confeccionada em 10/03/2013
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
33
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4
ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DA UNIMAR
4.1
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA
A organização Didática está fixada em propósitos e metas a
serem alcançados durante a formação dos estudantes do Curso de
Ciências Contábeis, em consonância com o planejamento global e com
as diretrizes e princípios da UNIMAR, expressos no Projeto Pedagógico
Institucional - PPI e no Projeto de Desenvolvimento Institucional - PDI.
Desta
forma,
a
Organização
Didática
favorecerá:
a
conceitualização uniforme entre professores e estudantes; a seleção da
metodologia ensino/aprendizagem; o estabelecimento de padrões de
desempenho para docentes e estudantes, visando ao replanejamento
e atualização contínua do curso; a identificação de modelos para a
avaliação dos estudantes, seja ela classificatória e/ou formativa.
A matriz curricular do Curso de Graduação em 2013 está
formulada para que o acadêmico, como agente do aprendizado,
venha a desenvolver um programa de estudos coerente, integrado e
flexível, com sólida formação básica, para que esteja apto a enfrentar
os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de
trabalho e das condições de exercício profissional. A distribuição das
cargas horárias destinadas aos ambientes de aprendizado é organizada
de forma equilibrada entre os ciclos básicos e os profissionalizantes, a
fim
de
criar
oportunidades
ao
acadêmico
para
que
adquira
os
conhecimentos indispensáveis à sua formação.
A metodologia de ensino-aprendizagem é baseada na “concepção
programática
de
formação
e
desenvolvimento
humano”.
Está
comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do
espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
A aprendizagem é entendida como processo de construção de
conhecimentos, habilidades e valores em interação com a realidade e
com os demais indivíduos, no qual são colocadas em uso capacidades
pessoais.
Todo
fortalecimento
o
da
processo
educação
acadêmico
centrada
na
está
voltado
para
auto-aprendizagem,
o
na
vivência de uma proposta ousada que coloca o aluno frente a situações
reais de construção do conhecimento, e aos desafios que exigem
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
34
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
competências
e
habilidades
desenvolvidas
em
cada
fase
da
aprendizagem. Essa prática torna-o mais humano, do ponto de vista
social
e
possibilita,
por
meio
de
um
processo
de
formação
transformador, uma melhor preparação, do ponto de vista técnicocientífico. Na crença de que a academia é o espaço próprio para estudos
e pesquisas, transformação e produção de novos saberes, a Instituição
busca
atualizar
periodicamente
seu
projeto
pedagógico
com
o
propósito de preparar pessoas para atender as exigências do mundo o
trabalho. Esse processo favorece o desenvolvimento crítico-reflexivo
na construção do conhecimento, favorece a formação integral do
aluno, possibilitando mediante propostas interdisciplinares, a resolução
de problemas e a sistematização de processos dialógicos. Está voltada
para a formação de competências, orientando o aluno para a busca e
a construção do seu próprio conhecimento, aprendendo não só a ser o
profissional, mas também a ser um cidadão integrado à realidade social
em que vive.
Destacam-se, como metodologia de ensino-aprendizagem, as
seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras
comentadas, discussão de artigos e casos clínicos, aulas expositivas,
visitas
técnicas,
aulas
práticas,
seminários,
estágios,
simpósios,
palestras, pesquisa bibliográfica e iniciação científica.
Segundo
o
referencial
teórico
que
fundamenta
o
trabalho
desenvolvido na UNIMAR, pode-se afirmar que currículo é a totalidade
das vivências educacionais de um curso.
Na UNIMAR, essas vivências envolvem o trabalho a ser realizado
em sala de aula e após sala de aula, nos laboratórios, salas ambientes,
oficinas, estágios, biblioteca, e principalmente estudos livres, tendo em
vista atender as disposições da legislação educacional referente às
normas de hora-aula e às respectivas normas de carga horária
mínima do curso. Os planos de aula, ou seja, a proposta de trabalho
do
professor
para
uma
determinada
aula
ou conjunto de aulas
contempla a orientação aos alunos do que fazer e de como fazer.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
35
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4.2
ESTRUTURA PEDAGÓGICA
A estrutura pedagógica do Curso de Ciências Contábeis da
Universidade
de Marília acompanha as determinações estabelecidas
pelo MEC, as tendências da atualidade, a capacitação continuada de
profissionais da educação e a Proposta Nacional de Conteúdo para o
Curso de Graduação em Ciências Contábeis elaborado pelo Conselho
Federal de Contabilidade (CFC).
4.3
CONTEÚDOS CURRICULARES
Segundo as Diretrizes curriculares, os cursos de graduação em
Ciências
Contábeis,
bacharelado,
deverão
contemplar,
em
seus
projetos pedagógicos e em sua organização curricular, conteúdos que
revelem conhecimento do cenário econômico e financeiro, nacional e
internacional, de forma a proporcionar a harmonização das normas
e padrões internacionais de contabilidade, em conformidade com a
formação
exigida
pela
Organização Mundial do Comércio e pelas
peculiaridades das organizações governamentais, observado o perfil
definido para o formando e que atendam aos seguintes campos
interligados de formação:
FORMAÇÃO BÁSICA:
Relacionados com outras áreas, tais como:
Administração, Direito, Direito Empresarial,
Economia,
Estatística,
Humanística,
Informática,
Comunicação
Empresarial,
Matemática,
Matemática
Financeira,
Legislação
Societária
Profissional,
e
Tributária,
Metodologia
do
Ética
Trabalho
Científico e Sociologia.
FORMAÇÃO
Relacionados
PROFISSIONAL:
da
especificamente às Teorias
Contabilidade,
incluindo
atividades
atuariais e de quantificação de informações
patrimoniais,
governamentais
e
não-
governamentais, financeiras, de auditorias,
perícias,
arbitragens
e
controladoria
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
com
36
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
aplicações no setor público e privado.
FORMAÇÃO TEÓRICA:
Relacionados
como:
com
Estágio
Atividades
outras
Curricular
atividades
tais
Supervisionado,
Complementares,
Estudos
Independentes, Conteúdos optativos, Práticas
em Laboratório Contábil e de Informática com
a utilização de softwares atualizados para
contabilidade.
4.3.1 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
37
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4.4
GRADE DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR
As grades do curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília
sofreram diversas modificações, sempre com o objetivo de se adaptar às
necessidades do mercado e da economia do País.
Atualmente está sendo utilizada a grade de número 4120, abaixo transcrita:
GRADE Nº 4120 – CIÊNCIAS CONTÁBEIS
1º TERMO
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CRÉDITOS
200325
INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE
80
4
200326
TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I
80
4
200327
INTRODUÇÃO A ECONOMIA
60
3
200328
PORTUGUÊS
60
3
200329
MATEMÁTICA
80
4
360
18
SUB-TOTAL
2º TERMO
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CRÉDITOS
200330
CONTABILIDADE GERAL
80
4
200331
TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II
80
4
200332
ECONOMIA
80
4
200333
MATEMÁTICA FINANCEIRA
80
4
200334
INTRODUÇÃO AO DIREITO
SUB-TOTAL
40
2
360
18
3º TERMO
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CRÉDITOS
200335
ESTATÍSTICA
80
4
200337
SOCIOLOGIA
40
2
200338
INFORMÁTICA
80
4
200339
DIREITO EMPRESARIAL
80
4
200340
INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE DE CUSTOS
80
4
360
18
SUB-TOTAL
4º TERMO
DISCIPLINA
200342
ADMINISTRAÇÃO
CARGA HORÁRIA
FINANCEIRA
E
CRÉDITOS
80
4
80
4
ORÇAMENTÁRIA
200367
TEORIA DA CONTABILIDADE
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
38
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
200368
CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA
80
4
200369
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS I
80
4
200371
CONTABILIDADE SOCIAL
40
2
360
18
SUB-TOTAL
5º TERMO
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CRÉDITOS
200370
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS II
80
4
200372
CONTABILIDADE AVANÇADA
40
2
200373
PERICIA CONTABIL I
80
4
200375
CONTABILDADE DE ANÁLISE DE CUSTOS I
80
4
200377
CONTABILIDADE GERENCIAL I
80
4
360
18
SUB-TOTAL
6º TERMO
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CRÉDITOS
200374
PERÍCIA CONTABIL II
80
4
200376
CONTABILIDADE ANÁLISE DE CUSTOS II
80
4
200378
CONTABILIDADE GERENCIAL II
80
4
200380
ÉTICA PROFISSIONAL
40
2
200381
NORMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS
40
2
200384
CONTABILIDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA
40
2
360
18
SUB-TOTAL
7º TERMO
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
200354
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA I
200361
200363
200379
CRÉDITOS
40
2
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
100
5
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
160
8
LABORATÓRIO CONTÁBIL I
80
4
200382
AUDITORIA I
80
4
201181
OPTATIVA I
40
2
201589
CONTABILIDADE PÚBLICA
80
4
201871
GESTÃO TRIBUTÁRIA I
SUB-TOTAL
40
2
620
31
8º TERMO
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CRÉDITOS
200362
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
100
5
200364
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
160
8
200383
AUDITORIA II
80
4
200386
LABORATÓRIO CONTÁBIL II
80
4
200387
CONTABILIDADE INDUSTRIAL
80
4
201182
OPTATIVA II
40
2
201575
GESTÃO TRIBUTÁRIA II
40
2
201580
METODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA II
40
2
HISTÓRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E
40
2
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
39
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
INDÍGENA
SUB-TOTAL
540
33
RESUMO
HISTÓRICO
CARGA HORÁRIA
TOTAL GERAL
CRÉDITOS
3540
172
100
0
3440
172
TRABALHO CONCLUSÃO CURSO
200
10
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
320
16
2920
146
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
TOTAL DE HORAS
TOTAL DISCIPLINAS TEÓRICAS E PRÁTICAS
OPTATIVA I
PRÁTICAS CONTÁBEIS I
ESPANHOL
LIBRAS
OPTATIVA II
PRÁTICAS CONTÁBEIS II
INGLÊS
LIBRAS
4.5
PROGRAMA ANALÍTICO DAS DISCIPLINAS
As disciplinas, abaixo relacionadas, fazem parte da grade curricular de
número 4120, do curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR.
1º TERMO
DISCIPLINA:
200325 – INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Proporcionar aos alunos conhecimentos na condição de aprendizagem da Contabilidade
Introdutória, criando base teórica para o aprofundamento no estudo da Ciência Contábil.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
40
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
A metodologia é baseada no desenvolvimento teórico e prático, utilizando recursos técnicos
com aulas expositivas da teoria introdutória da contabilidade geral, com isso, trazendo o aluno
a resolver e praticar situações contábeis, isso de acordo com a estrutura patrimonial, financeira
e econômica.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0
pontos, totalizando 10,0 pontos.
5 .
E M E N T A
A contabilidade; patrimônio; a entidade contábil. O patrimônio da entidade. Introdução ao
balanço patrimonial. Grupos de contas do balanço patrimonial. As contas contábeis. Plano de
contas. Apuração do resultado e regimes de contabilidade. Demonstração do resultado do
exercício. Elaboração das demonstrações contábeis.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CONTABILIDADE: conceito; aplicação; usuários; para quem é mantida a
contabilidade;
o
profissional
contábil;
pilares
da
contabilidade;
princípios
de
metodologia
da
contabilidade.
2.
A
ENTIDADE
contabilidade;
CONTÁBIL:
fatos
contábeis;
objetivo
relatórios
da
contabilidade;
contábeis;
a
aplicação
da
Lei
n.
6.404/76, da Lei n. 11.638/07 e da Lei n. 11.941/09; as novas normas contábeis;
relatórios contábeis.
3.
O
PATRIMÔNIO
DA
ENTIDADE:
conceito;
bens;
direitos;
obrigações;
patrimônio líquido; situação líquida; bens tangíveis e intangíveis; representação
gráfica; situações patrimoniais; os pilares da contabilidade.
4. INTRODUÇÃO AO BALANÇO PATRIMONIAL: identificação; ativo; passivo;
patrimônio líquido; o termo capital em contabilidade; origens e aplicações de
recursos;
principal
origem
de
recursos;
a
expressão
balanço
patrimonial;
classificação funcional das contas; débito e crédito; saldo devedor e saldo credor.
5. GRUPO DE CONTAS DO BALANÇO PATRIMONIAL: introdução; conceito de
curto e longo prazo em contabilidade; ativo; ativo circulante; ativo não circulante;
passivo circulante; passivo não circulante; patrimônio líquido; principais deduções
do ativo, do passivo e do patrimônio líquido.
6. AS CONTAS CONTÁBEIS: conceito; principais demonstrações contábeis; períodos
de apresentação das demonstrações contábeis; requisitos para publicação das
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
41
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
demonstrações contábeis; balancete de verificação; despesa e receita; o método
das partidas dobradas; escrituração contábil; livro Diário; livro Razão; razonetes;
saldo devedor e saldo credor; procedimentos contábeis.
7. PLANO DE CONTAS: plano de contas importado; importância do plano de contas;
plano de contas e o usuário da contabilidade; plano de contas simplificado; como
adequar o plano de contas a outras atividades.
8. APURAÇÃO DO RESULTADO E REGIMES DE CONTABILIDADE: Apuração do
resultado; conceito de receita e despesa; regime de competência; regime de caixa;
balanço patrimonial x demonstração do resultado do exercício e regime de
competência; outros ajustes em relação ao regime de competência; efeito do lucro
no balanço; diferença entre despesa e custo.
9. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO: demonstração dedutiva;
como apurar a receita líquida; como apurar o lucro bruto; custo das vendas;
despesas operacionais; despesas X custos; como apurar o lucro antes do imposto
de renda; como apurar o lucro depois do imposto de renda; como apurar o
lucro líquido; distribuição do lucro; demonstração de lucros ou prejuízos acumulados
e sua estrutura.
10. ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: Balanço patrimonial,
demonstração do resultado do exercício; demonstração dos lucros e prejuízos
acumulados; encerramento das contas de resultado e contas patrimoniais.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Bibliografias Complementares:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela
Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo:
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
42
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Atlas, 2009.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
DISCIPLINA:
200326 - TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Que ao final do curso, o aluno seja capaz de compreender os conceitos e principais teorias
administrativas e correlacionar com o processo administrativo atual, sua importância para
gestão das empresas. E usar como base para o entendimento das modernas técnicas de
gestão.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, utilização de recursos de multimídia, lousa e discussão de artigos atuais
relacionados com o tema. Após a explicação e discussão de cada teoria, será apresentado
estudos de casos para fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
A História das Empresas;
Fundamentos da Administração;
Escolas: Clássica e Científica;
Escola de Relações Humanas;
Behaviorismo;
Estruturalismo;
Teoria da Burocracia;
Teoria dos Sistemas;
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
43
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Desenvolvimento Organizacional.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
A evolução do pensamento administrativo;
Práticas dos fundamentos da administração;
A importância das escolas e seus paradigmas como base para as Teorias modernas e
emergentes de gestão.
Ênfase nas Relações Humanas (comportamento/liderança/motivação) Hierarquia das
Necessidades;
Behaviorismo (comportamentalismo/Teorias X e Y);
Estruturalismo;
Teoria dos Sistemas;
Desenvolvimento Organizacional.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
FERREIRA, A. A. REIS, A.C.F.PEREIRA, M.I. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias.
São Paulo: Pioneira. 2011.
MAXIMIANO, A. C. A.Teoria Geral da Administração: da escola cientifica a competitividade
em economia globalizada.4.ed. São Paulo : Atlas, 2005.
CHIAVENATO, I. Administração: Teoria, Processo e Pratica.4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2007.
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, I. Iniciação a Administração geral.3.ed. São Paulo : Makron Books, 2000.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução a Administração.5.ed. São Paulo : Atlas, 2000.
MOTTA, F. C. P.Teoria Geral da Administração: Uma Introdução.22.ed. São Paulo : Pioneira,
2000.
SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: Liderança e Colaboração no Mundo
Competitivo.7.ed. São Paulo : Mc Graw Hill, 2007.
SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: construindo vantagem competitiva.1.ed. São
Paulo : Atlas, 2007.
DISCIPLINA:
200327 - Introdução à Economia
CARGA HORÁRIA TOTAL:
60
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
44
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
2 .
O B J E T I V O S
Fornecer uma formação em economia para futuros contabilistas por meio de conceitos básicos e
do enfoque microeconômico, fundamentais para a compreensão da estrutura das organizações
e da inserção destas na economia. Objetiva-se permitir a compreensão das variáveis que
afetam os mercados e possibilidade do aluno interagir neste.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas e dialogadas com os alunos, realização de trabalhos, discussão de questões
atuais que permitam uma interação entre aluno e docente e uma maior compreensão do
cenário econômico.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Provas regimentais: 7,0 (individuais) + atividades em grupo 3,0
5 .
E M E N T A
Conceito de Economia e Sistemas Econômicos; Análise da Economia de Mercado: Oferta,
Demanda e Equilíbrio – Principais Problemas; Análise da Produção e dos Mercados: Formação
de Monopólios e Oligopólios – Intervenção Estatal na Regulamentação dos Mercados;
Introdução à Macroeconomia: Conceitos de PIB, PIB per capita e Análise da Distribuição de
Renda, Conceitos de Crescimento e Desenvolvimento Econômico.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - Conceito de Economia: Economia, escassez e necessidade;Recursos e fatores de
Produção; Custo de oportunidade: empresarial, orçamento público e familiar
2 - Agentes Econômicos
3 - Sistema Econômico
4 - Economia de mercado e outras estruturas: economia concorrencial – oferta, demanda
e equilíbrio; estruturas de mercado: monopólio, oligopólio, cartel; bens substitutos e
complementares; elasticidade-preço e elasticidade renda; o papel do CADE.
5 - Produção e Custos: conceitos de produto total, produto médio e economia de escala;
custo total, custo médio, custo unitário e economia de escala.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
GREMAUD, A. P. ; VASCONCELOS, M. A. S. Economia brasileira contemporânea. 7 ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
ROSSETI, J. P. Introdução à Economia. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
45
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
TROSTER, R. L.; MOCHON, M. F. Introdução à Economia. São Paulo: Makron Books, 2005.
Bibliografia Complementar:
KRUGMAN, Paul. A crise de 2008 e a economia da depressão. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2009.
PASSOS, Carlos Roberto Martins; NOGAMI, Otto. Princípios de economia. 5. ed. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2010.
PINHO, D. B; VASCONCELOS, M. A. S. (Org.) Manual de Economia: equipe de professores da
USP. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
SOUZA, Nali de Jesus de. Economia básica. São Paulo: Atlas, 2007
DISCIPLINA:
200328 - LÍNGUA PORTUGUESA
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
60
O B J E T I V O S
Proporcionar ao aluno o conhecimento gramatical com identificação na linguagem própria da
sua área de atuação, através de certas regras e técnicas de redação. Aprofundar e/ou revisar
estudos desenvolvidos no Ensino Médio, explorando aspectos mais complexos e específicos do
conhecimento da língua portuguesa. Oferecer subsídios linguísticos para que o aluno repense
sobre os problemas ortográficos, formais, de conteúdo e linguísticos encontrados no texto
escrito.
Desenvolver a habilidade para a comunicação e a expressão em termos de recepção e
produção adequada de textos dentro dos padrões gramaticais. Assegurar a conscientização
sobre o valor da redação, observando as qualidades essenciais de sua aplicação. Desenvolver a
prática através da redação, como elemento fundamental para atuação no meio profissional.
Fazer com que o aluno identifique, em situação de recepção e função social do texto, a unidade
temática do texto lido, a organização dos diferentes tipos de texto (narração, dissertação,
descrição, relatório etc.). Redigir textos técnicos necessários ao seu desempenho profissional
de forma clara, direta, objetiva, concisa.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas e dialogadas através de leitura, reflexões; com ênfase nos conceitos,
princípios e aplicabilidade na administração empresarial.
Estudo de texto com interpretação, discussão e produção, e o uso do dicionário
Estudo dirigido e dinâmica de grupo.
Estudos e debates em grupo.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
46
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Aplicação de exercícios de fixação em sala de aula e como atividade extraclasse com a
respectiva correção
Trabalhos individuais de produção de textos.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Serão aplicados dois tipos de avaliação no decorrer de cada bimestre:
Uma
avaliação
parcial
com
peso
4
(quatro)
–
que
engloba:
apresentação
de
trabalhos/tarefas, exercícios em classe, participação em aula, interesse, assiduidade e
pontualidade; e uma avaliação regimental com peso 6 (seis).
A MÉDIA FINAL SEMESTRAL será a média aritmética das notas obtidas em cada bimestre.
5 .
E M E N T A
Conscientização da importância da Língua Portuguesa e do processo de comunicação
principalmente no texto empresarial. Produção e reescrita de diferentes tipos de texto
usando corretamente as regras gramaticais da língua portuguesa, enfatizando o sistema
ortográfico e os recursos de pontuação, expressando-se de maneira adequada.
Leitura e
interpretação de textos para apreender a mensagem principal e para verificar as funções e
elementos da teoria da comunicação.
Adequação gramatical nas diferentes e variadas
modalidades redacionais (empresarial e oficial): argumentativa, reflexiva, narrativa e
descritiva.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- A LÍNGUA: Modalidades, tipos e estilo
2 - Da
PALAVRA
ao
TEXTO: Palavra; Frase – Tipos de frases; Parágrafo – Tipos de
parágrafos; Texto – Prosa & Verso (Correspondência empresarial moderna (carta) / Vícios de
linguagem)
3 - A TEORIA DA COMUNICAÇÃO: Comunicação e Expressão; O Circuito da Comunicação;
Funções da Linguagem na Comunicação
5
-CURRICULUM VITAE: Elementos, utilização, importância e características; Elaboração
6
-REVISÃO GRAMATICAL – Aspectos linguísticos
5.1. Dúvidas comuns:
5.1.1. há/a
5.1.2. porquê/por quê/porque/por que – onde/aonde – etc.
5.2. Crase
5.3. Ortografia – notações léxicas
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
47
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
5.4. Pontuação
5.5. Acentuação Gráfica
6 -RECURSOS EXPRESSIVOS – MODALIDADES
REDACIONAIS: narração; descrição;
dissertação
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Maria Margarida de & HENRIQUES, Antonio. Língua portuguesa: noções básicas
para cursos superiores. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1996.
BELTRÃO, Odacir & BELTRÃO, Mariúsa. Correspondência: linguagem e comunicação.
19.ed. São Paulo: Atlas, 1995.
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 8.ed. São Paulo: Ática, 1990.
FIORIN, José & SAIOLI, Platão. Para entender o texto: leitura e redação.
São Paulo:
Ática, 1992.
Bibliografia Complementar
GARCIA, Othon M.
Comunicação em prosa moderna. 13.ed. Rio de Janeiro: F.G.V.,
1996.
GOLD, Miriam.
Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização.
2.ed. ver. e amp. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002.
MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo: o Estado de São Paulo. 3.ed. ver. e ampl.
São Paulo: Moderna, 1996.
MEDEIROS, João B. Correspondência: técnicas de comunicação criativa. 11.ed. São Paulo:
Atlas, 1996.
__________. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1998.
MESQUITA, Roberto Melo &
MARTOS. Cloder Rivas. Gramática pedagógica. 17.ed. São
Paulo: Saraiva, 1997.
DISCIPLINA: 200329 – MATEMÁTICA
CARGA HORÁRIA TOTAL: 80
2 .
O B J E T I V O S
O aluno deverá rever os tópicos importantes da matemática básica e dominar os seus
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
48
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
conteúdos para aplicação futura na resolução de problemas. Identificar problemas que são
resolvidos por regras de três simples e composta. Fazer divisão justa em sociedades. Resolver
equações do 1º e 2º graus, equações exponenciais e logarítmicas que serão usadas na
matemática financeira. Construir gráficos, interseção das curvas de oferta e demanda.
Determinar valores desconhecidos nas sequencias aritméticas e geométricas e descobrir a lei de
capitalização simples e composta da matemática financeira.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas teóricas e práticas, com exercícios ilustrativos e propostos.
Elucidação dos exercícios propostos, estudo de casos, utilização das tabelas financeiras e
utilização de calculadora científica/ ou financeira.
Exercícios aplicativos.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 ( três pontos ).
AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 ( sete ).
5 .
E M E N T A
REVISÃO DAS OPERAÇÕES EM R.
RAZÃO, PROPORÇÃO E PROPRIEDADES.
DIVISÃO PROPORCIONAL, REGRAS DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA.
FUNÇÕES, SEQUÊNCIAS E PORCENTAGEM E APLICAÇÕES.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – REVISÃO DE MATEMÁTICA – operações.: Conjuntos numéricos : N, Z, Q e R ( incluindo
também os números reais irracionais ); operações em R: Adição, subtração, multiplicação,
divisão, potenciação e radiciação; - Propriedades e aplicações.
2- RAZÕES E PROPORÇÕES: Definições e propriedades; Exercícios propostos e aplicados.
3- REGRA DE SOCIEDADE: Regra de três simples e composta; Regra de sociedade: divisão
diretamente e inversamente proporcional; Exercícios propostos e aplicados.
4- FUNÇÕES: função do primeiro grau – gráficos e exercícios de aplicações; função do segundo
grau – gráficos
e exercícios de aplicações; função exponencial – gráficos e exercícios de
aplicações; função logarítmica – gráficos e exercícios de aplicações; exercícios propostos e
aplicativos dessas funções.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
49
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
5- SEQUÊNCIAS NUMÉRICAS: Progressão aritmética – definição, fórmulas e aplicações;
Progressão Geométrica – definição, fórmulas e aplicações; Exercícios propostos e aplicações.
6- PORCENTAGEM: Definição, taxa percentual e representações; Operações de venda com
lucro e prejuízo sobre o custo ou sobre o preço de venda; Exercícios com aplicações práticas;
Exercícios propostos e aplicações.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica
ASSAF NET0, A. Matemática financeira e suas aplicações. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2006.
CRESPO, Antonio Arnot . Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: Saraiva.
PARENTE, E. CARIBE, R. Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: FTD.
Bibliografia Complementar
FARIA, R. G. de. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo: Makron
Books, 2000.
LEITE, Ângela. Aplicações da Matemática. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
PUCCINI, A. de L. Matemática financeira objetiva e aplicada. 5. ed. São Paulo:
Saraiva, 2006.
SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações à análise de investimentos. 3.
ed. São Paulo: Makron Books (Prentice Hall), 2007.
SPINELLI, W.; QUEIROZ, M.H. Matemática comercial
2º TERMO
DISCIPLINA: 200330 – CONTABILIDADE GERAL
CARGA HORÁRIA TOTAL: 80
2 .
O B J E T I V O S
Proporcionar aos alunos o conhecimento da Contabilidade Geral e seus segmentos, como
continuidade do programa de aprendizado das demonstrações financeiras, principalmente o
Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício, bem como na preparação
para o mercado de trabalho.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
A metodologia é baseada no desenvolvimento teórico e prático na elaboração da escrituração
contábil, com ênfase nos registros contábeis do balancete de verificação, da demonstração do
resultado do exercício e balanço patrimonial, com aplicação dos recursos disponíveis.Exercícios
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
50
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
aplicativos.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0
pontos, totalizando 10,0 pontos.
5 .
E M E N T A
A contabilidade como fonte de informações de acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações
produzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09. O Balanço Patrimonial e os grupos de contas
do
Ativo,
Passivo
e
Patrimônio
Líquido.
As
alterações
da
legislação
contábil
para
enquadramento junto às Normas Internacional de Contabilidade. As contas de despesas e
receitas operacionais e não operacionais. O Custo da Mercadoria Vendida. As operações
comerciais de compras e vendas de mercadorias e serviços. O resultado com mercadorias. A
Constituição do Capital Social. A aquisição de bens a vista e a prazo. O Balancete de
Verificação. O registro contábil das operações comerciais. As contas de débito e Crédito. Contas
com saldos devedores e credores. A Demonstração do Resultado do Exercício. O Balancete de
Verificação e as contas com saldos positivos e negativos. O resultado do exercício e as
apurações necessárias. As demonstrações financeiras de uma entidade.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – BALANÇO PATRIMONIAL: Introdução, grupos de contas do Ativo, Passivo e Patrimônio
líquido de acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e
11.941/09.
2 – AS CONTAS DE RESULTADO: despesas e receitas operacionais e não operacionais.
Compras e Vendas de mercadorias. O custo da mercadoria vendida e o resultado com
mercadorias.
3 - A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL: Conceito; sistemas contábeis. A escrituração do Livro
Diário e do Livro Razão. Outros tipos de controle do registro contábil. O capital social.
4 – O BALANCETE DE VERIFICAÇÃO: Conceito, métodos da primeira, segunda, terceira e
quarta fórmula. O balancete de quatro e duas colunas. O balancete como instrumento de
decisão.
5 – O RESULTADO DO EXERCÍCIO: Demonstração dedutiva de acordo com a Lei nº 6.404/76
e alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09. A nova demonstração de
acordo com as normas internacionais de contabilidade. As receitas e despesas operacionais. O
lucro antes do imposto de renda. A dedução da contribuição social sobre o lucro líquido e as
deduções do imposto de renda. O lucro líquido do exercício.
6 – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: O Balanço Patrimonial. A demonstração do resultado
do exercício. A demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados. O encerramento das contas
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
51
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
patrimoniais e de resultado.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Bibliografias Complementares:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela
Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
DISCIPLINA:
200331 - TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Desenvolver nos alunos o aprendizadi sobre os novos modelos de gestão que têm sido
utilizados pela empresas nas últimas décadas. O aluno deverá saber os conceitos tradicionais
que ainda estão em vigor e os que não, ou seja, os atuais. Ainda deverá compreender a
importância das funções administrativas e suas interrelações.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
52
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, utilização de recursos de multimídia, lousa e discussão de artigos atuais
relacionados com o tema. Após a explicação e discussão de cada teoria, será apresentado
estudos de casos para fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Teorias
modernas
de
gestão:
Abordagem
contingencial,
Administração
por
objetivos,
Administração estratégica, Administração japonesa, Estratégias Emergentes de Gestão: A visão
holística, Administração Empreendedora, Administração virtual, O fim do emprego, Gestão
empresarial: A gestão da mudança.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Teoria Modernas de Gestão: Abordagem contingencial, Administração por objetivos,
Administração estratégia, Administração participativa, Administração Japonesa (benchmarking
e Learning).
2. Estratégias Emergentes de Gestão: A visão holística (o que é Holismo, características
gerais);
Administração
empreendedora:
A
inovação
sistemática,
Empreendimento
e
Empreendedor; Administração Virtual: O que é corporação virtual?; O Fim do Emprego: O
desemprego como consequência da tecnologia, um fenômeno macroeconômico, as novas
características do trabalho.
3. Gestão Empresarial: A Gestão da Mudança: o contexto e a mudança, liderando o processo
de mudança, as pessoas fazendo acontecer as mudanças.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
FERREIRA, A. A. REIS, A.C.F.PEREIRA, M.I. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias.
São Paulo: Pioneira. 2011.
MAXIMIANO, A. C. A.Teoria Geral da Administração: da escola cientifica a competitividade
em economia globalizada.4.ed. São Paulo : Atlas, 2005.
CHIAVENATO, I. Administração: Teoria, Processo e Pratica.4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2007.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
53
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, I. Iniciação a Administração geral.3.ed. São Paulo : Makron Books, 2000.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução a Administração.5.ed. São Paulo : Atlas, 2000.
MOTTA, F. C. P.Teoria Geral da Administração: Uma Introdução.22.ed. São Paulo : Pioneira,
2000.
SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: Liderança e Colaboração no Mundo
Competitivo.7.ed. São Paulo : Mc Graw Hill, 2007.
SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: construindo vantagem competitiva.1.ed. São
Paulo : Atlas, 2007.
DISCIPLINA:
200332 – ECONOMIA
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
A disciplina tem como objetivo, juntamente com a disciplina de introdução à economia, fornecer
uma formação básica de estudos das Ciências Econômicas, através de exposições, analyses e
debates dos problemas relativos à disciplina, visando estimular os alunos do curso de Ciências
Contábeis, à percepção e ao interesse pelos problemas econômicos e familiarizá-los com as
teorias que analisam esses problemas. Para isto, sera dado enfoque na economia brasileira.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
O programa sera desenvolvido através da utilização dos seguintes recursos didáticos:

Aulas expositivas com o auxílio de transparências e textos preparatórios como prérequisito informacional;

Leituras dirigidas com discussão crítica em sala de aula;

Seminários com exposição individual ou em grupo, sobre um tema determinado.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Provas regimentais: 7,0 (individuais) + atividades: 3,0
5 .
E M E N T A
A concorrência perfeita, o monopólio e o oligopólio; o enfoque macroeconômico, a renda
nacional e outros agregados; a intervenção do estado na e a política fiscal; o financiamento da
economia, o dinheiro e os bancos; o controle da quantidade de dinheiro por parte do Banco
Central do Brasil; o comércio internacional e a balança de pagamentos.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
54
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – Concorrência Perfeita, O Monopólio e o Oligopólio: o Mercado e a concorrência; a
concorrência perfeita; o monopólio; os mercados oligopolistas.
2 - Enfoque Macroeconômico, A Renda Nacional e Outros Agregados: a macroeconomia
e a política macroeconômica; a contabilidade nacional; o produto nacional, produtos
intermediaries e produtos finais.
3 - A Intervenção do Estado na Economia e a Política Fiscal: a intervenção do estado e
seus objetivos; os instrumentos do setor publico, a política fiscal; o caráter automático da
política fiscal; limitações no emprego de políticas fiscais discricionárias; reflexes finais sobre a
política fiscal.
4 -
O Financiamento da Economia – O Dinheiro e os Bancos: o processo de
financiamento, o dinheiro; os bancos e o dinheiro bancário; os bancos e os serviços que
oferecem; os depósitos dos bancos e a criação de dinheiro.
5 – Controle da Quantidade de Dinheiro por Parte do Banco Central do Brasil: o
controle da oferta monetária e o Banco Central do Brasil; a política monetária; os instrumentos
da política monetária; os efeitos da política monetária.
6 – Comércio Internacional e a Balança de Pagamentos: o comércio entre países, fatores
explicativos; obstáculos ao livre comércio entre países; as transações internacionais e as
balanças de pagamentos; o saldo da balança de pagamento, o papel do Banco Central do
Brasil.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
GREMAUD, A. P. ; VASCONCELOS, M. A. S. Economia brasileira contemporânea. 7 ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
ROSSETI, J. P. Introdução à Economia. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
TROSTER, R. L.; MOCHON, M. F. Introdução à Economia. São Paulo: Makron Books, 2005.
Bibliografia Complementar:
KRUGMAN, Paul. A crise de 2008 e a economia da depressão. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2009.
PASSOS, Carlos Roberto Martins; NOGAMI, Otto. Princípios de economia. 5. ed. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2010.
PINHO, D. B; VASCONCELOS, M. A. S. (Org.) Manual de Economia: equipe de professores da
USP. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
SAYAD, João. O dólar. São Paulo: Publifolha, 2002.
SOUZA, Nali de Jesus de. Economia básica. São Paulo: Atlas, 2007
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
55
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA: 200333 – MATEMÁTICA FINANCEIRA
CARGA HORÁRIA TOTAL: 80
2 .
O B J E T I V O S
Propiciar aos alunos o desenvolvimento dos conhecimentos da matemática financeira e o
entendimento dos sistemas de financiamento existentes, assim como as taxas de juros
realmente cobradas, na maioria das vezes, de difícil entendimento. Desenvolver habilidades no
manuseio
da
calculadora
financeira,
preferencialmente
a
HP-12C,
a
qual
é
material
indispensável na solução de problemas da disciplina e de uso constant na vida professional.
Entender e utilizer as tabelas financeiras, úteis em concursos.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas teóricas e práticas, com exercícios ilustrativos e propostos.
Elucidação dos exercícios propostos, estudo de casos, utilização das tabelas financeiras e
utilização de calculadora financeira.
Exercícios aplicativos.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 ( três pontos ).
AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 ( sete ).
5 .
E M E N T A
Juros Simples; Descontos simples; Juros compostos; Descontos compostos; Equivalência de
capitais diferidos pelo desconto composto; Rendas imediatas; Rendas antecipadas; Rendas
diferidas; Sistema de Amortização Francês; Sistema de Amortização Constante; Sistema de
Amortização Misto; Avaliação de Fluxo de Caixa (NPV – IRR).
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – JUROS SIMPLES – Conceitos; Fórmula dos juros simples; Fórmula do montante; Aplicação
do Método Hamburguês; Exercícios resolvidos e propostos.
2- DESCONTOS SIMPLES: Conceito; Desconto Comercial – Valor Atual; Desconto racional –
Valor Atual; Relação entre taxa de desconto comercial e taxa de juros.
3- JUROS COMPOSTOS: Conceito; Fórmula do montante a juros compostos; Fórmula
decorrentes; Montante para períodos não inteiros: convenção linear, convenção exponencial,
exercícios resolvidos e propostos.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
56
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4- ESTUDO DE TAXAS: Taxa proporcional; Taxa equivalente; Taxa nominal; Taxa efetiva.
5- DESCONTOS COMPOSTOS: Conceito; Fórmula do desconto Real (desconto composto
racional); Fórmulas decorrentes; Valor atual pelo desconto real; Equivalência de capitais
diferidos pelo desconto real.
6- REAL: Conceito; Rendas imediatas: valor atual das rendas imediatas, valor futuro das
rendas imediatas; Rendas Antecipadas: valor atual das rendas antecipadas, valor futuro das
rendas antecipadas; Rendas diferidas: valor atual das rendas diferidas, valor futuro das rendas
diferidas, outras rendas especiais.
7 – SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO: Conceitos; Sistema de Amortização Francês (SAF): plano
de amortização; Sistema de Amortização Constante (SAC): plano de amortização; Sistema de
Amortização Misto (SAM): plano de amortização.
8 – ANÁLISE DE INVESTIMENTOS: Avaliação de Fluxos de Caixa: introdução, método do
valor Presente Líquido.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica
ASSAF NET0, A. Matemática financeira e suas aplicações. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2006.
CRESPO, Antonio Arnot . Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: Saraiva.
PARENTE, E. CARIBE, R. Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: FTD.
Bibliografia Complementar
FARIA, R. G. de. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo: Makron
Books, 2000.
LEITE, Ângela. Aplicações da Matemática. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
PUCCINI, A. de L. Matemática financeira objetiva e aplicada. 5. ed. São Paulo:
Saraiva, 2006.
SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações à análise de investimentos. 3.
ed. São Paulo: Makron Books (Prentice Hall), 2007.
SPINELLI, W.; QUEIROZ, M.H. Matemática comercial
DISCIPLINA: 200334 – INTRODUÇÃO AO DIREITO
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
57
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CARGA HORÁRIA TOTAL: 40
2 .
O B J E T I V O S
Proporcionar aos alunos um conhecimento geral do Direito.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Proporcionar ao aluno uma visão geral do direito, com finalidade específica de criar senso critic
e alertá-lo sobre seus direitos e deveres.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 ( três pontos ).
AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 ( sete ).
5 .
E M E N T A
A formação profissional, quanto ao conhecimento das questões que envolvem Direito, a teoria
positivista e a sua aplicação no ordenamento jurídico do Direito Público e Privado e suas
ramificações.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – NOÇÕES PRELIMINARES AO ESTUDO DO DIREITO – Surgimento do direito; divisão do
direito;
2- DA LEI JURÍDICA: Definição; Quando a Lei Jurídica se torna obrigatória; Revogação da
Lei; Ninguém se acusa, alegando ignorar a própria lei; Da aplicação da Lei e de sua lacuna
(Analogia, os Costumes e os Princípios Gerais do Direito); Hierarquia das normas jurídicas;
3- DA APLICAÇÃO DA NORMA JURÍDICA NO TEMPO: Da retroatividade da lei nova; Efeito
imediato da lei nova; Sobrevivência da lei antiga.
4- DIREITO CONSTITUCIONAL: Conceito de Constituição; Formas de governo.; Sistema de
governo; Os princípios fundamentais constitucionais; Existência dos três poderes; Dos Direitos e
garantias constitucionais.
5- DIREITO CIVIL: Apresentação; Divisão do Código Civil; Início da existência da
personalidade
humana;
Capacidade
jurídica
e
capacidade
de
exercício;
Os
incapazes
(absolutamente e relativamente); Cessação de incapacidade; Casos de emancipações.
6- DA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO: Noções.de pessoa jurídica de Direito
Privado; Sociedade de fato; Começo da personalidade jurídica da Sociedade Civil ou Mercantil;
Classificação das pessoas jurídicas; Extinção da pessoa jurídica.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
58
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
7 – DO OBJETO DO DIREITO: Conceito jurídico de bens; Espécies de bens
8 – DOS FATOS JURÍDICOS
9 – DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS
10 – ATOS ILÍCITOS
11 – DA PRESCRIÇÃO E DECADÊNCIA DA PROVA
12 – DIREITO DO TRABALHO: Definição; Natureza juridical; Aspectos legais; Noções gerais.
13 – DIREITO COMERCIAL: Conceito de Direito Comercial; Natureza jurídica, aspectos legais e
noções gerais.
14 – DIREITO DO CONSUMIDOR: Natureza jurídica, aspectos legais e noções gerais.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica
BRASIL, Constituição federal de 1998. São Paulo: Saraiva, 1998.
COELHO, F.U. Manual de direito comercial. São Paulo: Ed. Saraiva
DOWER, N.G.B. Instituições de direito público e privado. São Paulo: Ed. Saraiva.
Bibliografia Complementar
COELHO, F.U. Curso de direito comercial. Ed. Saraiva.
COELHO, F.U. Código comercial e legislação complementar anotadas. Ed.
Saraiva
FUNHER,
Cláudio
Américo
Maximilianus.
Resumo
de
Direito
Comercial.
Ed. Saraiva.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. Ed. Saraiva.
OLIVEIRA, Juarez. CLT. Ed. Saraiva.
REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito. Ed. Saraiva.
TEIXEIRA, T. Direito empresarial sistematizado. Ed. Saraiva.
TEMER, Michel. Elementos de Direito Constitucional. Ed. Revista dos Tribunais.
3º TERMO
DISCIPLINA: 200335 – ESTATÍSTICA 1
CARGA HORÁRIA TOTAL: 80
2 .
O B J E T I V O S
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
59
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Desenvolver a compreensão dos princípios básicos e dos métodos estatísticos, considerando o
quanto um profissional pode beneficiar-se destes, nas tomadas de decisões e estimativas.
Basear os exercícios e pesquisas, em sua maioria, em situações reais, favorecendo a
interpretação e análise dos resultados, ampliando o conhecimento das aplicações dos conceitos
teóricos.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas teóricas e práticas, com exercícios ilustrativos e propostos.
Construções de tabelas e gráficos. Utilização da planilha Excel.
Utilização de calculadoras financeiras/ou científicas, tabelas estatísticas na resolução de
problemas.
Exercícios aplicativos.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
- AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 (três pontos).
- AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 (sete).
5 .
E M E N T A
Arredondamento de dados de acordo com a precisão desejada ( uso da HP 12C ).
Técnicas para obtenção de uma Amostragem.
Tabelas, Gráficos estatísticos e Séries Estatísticas. Análise dos gráficos e tabelas.
Medidas de posições Centrais e de variabilidade.
Separatrizes.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – ESTATÍSTICA.
1.1 – Conceitos, definições.
1.2 – Método estatístico.
1.3 – Etapas para a obtenção e apuração de uma pesquisa de campo.
1.4 - População e Amostra.
1.5 – Tipos de amostras: discretas e contínuas.
1.6 - Arredondamento de dados.
2
– Séries Estatísticas.
2.1 – Construção de Tabelas e suas classificações. Interpretação.
2.2 - Exercícios propostos e aplicações.
3
– Gráficos Estatísticos.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
60
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.1 – Tipos de Gráficos, pesquisa e classificações.
3.2 - Construções de Gráficos – Planilha do Excel
3.3 - Exercícios propostos e aplicativos com interpretação e análise dos gráficos.
4
– Distribuição de Frequências com dados sem e com intervalo de classe.
4.1 – Polígono de Frequência.
4.2 - Gráficos de frequências acumulada e relativa.
4.3 - Exercícios propostos e aplicativos.
5
– Medidas de posição Central:
5.1 – Cálculo da Média, Moda e Mediana para dados sem e com intervalo de classe.
5.2 - Estudo e Cálculo dos Quartis, Decis e Percentis.
5.3 - Exercícios propostos e aplicações.
6
– Medias de Dispersão:
6.1 – Desvio Médio para Dados simples e agrupados.
6.2 - Variância e Desvio Padrão para dados simples e agrupados.
6.3 - Exercícios propostos e aplicações.
7
– Medidas de Assimetria e Curtose:
7.1 – Coeficientes de Assimetria e de Curtose.
7.2 - Exercícios propostos e aplicações.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ARA, A.B., MUSETTI, A.V., SCHNEIDERMAN, B. Introdução a estatística.1.ed. São Paulo :
Edgard Blucher, 2011
BUSSAB, W. O; MORETIN, P. A. Estatística Básica. 5.ed. 10. tiragem. São Paulo: Saraiva,
2002
SILVA, E. M. da et al. Estatística para os cursos de: Economia, Administração e Ciências
Contábeis. 3.ed. v. 1 e 2. São Paulo: Atlas
Bibliografia Complementar
CRESPO, Antonio Arnot . Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva.
FONSECA, J. S.; MARTINS, G. A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
61
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
KAZMIER, L. J. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: McGraw-Hill
do Brasil, 1992.
LEVIN, J.; FOX, J. A. Estatística para ciências humanas. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall do
Brasil, 2004.
WILTON, O. Bussab / MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo:Saraiva, 2002.
DISCIPLINA:
20337 - Sociologia
CARGA HORÁRIA TOTAL:
40
2 .
O B J E T I V O S
Caracterizar o conhecimento científico e contextualizar historicamente o
surgimento e desenvolvimento da ciência moderna no mundo ocidental.
Desenvolver temas que permitam pensar o homem e a sociedade como objeto de
estudos, principalmente através da sociologia, da antropologia, economia e política.
Discutir conceitos fundamentais desenvolvidos pela sociologia.
Conhecer a importância das instituições sociais e o pensamento dos precursores da
sociologia.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas dialogadas;
Estudo e discussão de textos;
Dinâmica de grupo;
Envolver os alunos no desenvolvimento de projetos com a comunidade.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos;
Apresentação de projetos desenvolvidos na comunidade;
Provas Regimentais e Parciais.
5 .
E M E N T A
O desenvolvimento científico e a correspondência com a vida social. O pensamento dos
precursores da sociologia. Relações dos indivíduos e a sociedade. As principais instituições da
sociedade e o processo de institucionalização. Desigualdades Sociais no Brasil e no mundo.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
62
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. O que é Ciência: Características do pensamento científico; O método científico; Tipos de
conhecimento
2. Alguns conceitos fundamentais: Status Social; Estratificação Social; Cultura; Ideologia
3. Precursores da Sociologia: Pensamento positivista de Auguste Comte e Emile Durkheim;
Pensamento de Max Weber e Karl Marx
4. Individuo e Sociedade: Estrutura Social; Globalização
5. Instituições Sociais: Principais instituições da sociedade: família, educação, religião, política;
Processo de institucionalização.
6. Desigualdades Sociais no Brasil e no mundo: Os impactos da Globalização no sistema
capitalista; Desigualdade Mundial: Colonialismo e Mercantilismo
7. Sociologia e a prática social comunitária
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:
ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008. 358p.
BAUMAN, Z. Aprendendo a pensar com a sociologia. 1.ed. Rio de Janeiro : Jorge Zahar,
2010. 301p.
COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Moderna,
2005. 415p.
Bibliografia complementar:
DIAS, R. Introdução à Sociologia. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 338p.
GIDDENS, A. Sociologia, 4.ed. Lisboa: CalousteGulbenkian, 2004. 725p.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia geral. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
TENÓRIO, F. G. Responsabilidade social empresarial: teoria e prática. Rio de Janeiro: FGV
Editora,
TOMAZI, N.D. Iniciação a sociologia.2.ed. São Paulo : Saraiva, 2007. 264p.
DISCIPLINA: 200338 - INFORMÁTICA
CARGA HORÁRIA TOTAL: 80
2 .
O B J E T I V O S
O Objetivo da Disciplina de Informática à passar para o aluno as noções básicas de informática,
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
63
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
desde os termos utilizados aos softwares mais utilizados no mercado. Como o editor de textos
Word for Windows, Power Point e Excel. Com estas ferramentas os Alunos terão condições de
ingressar no mercado com um conhecimento de ferramentas atualizadas.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas Expositivas / Projetor Multimídia
Aulas práticas utilizando o laboratório de informática.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Para cada bimestre serão aplicados duas ou mais avaliações e uma prova regimental
demonstrada no plano de Aula, todas terão peso 10. Para obtenção da média final soma-se as
avaliações e a prova regimental e divide-a pelo numero de avaliações e a prova regimental
5 .
E M E N T A
Noções básicas de informática: conceitos e configurações. Windows: comando, utilitários e
funções do Windows Explorer. Word for Windows: Configurações de página, fontes e
parágrafos; exibir, ocultar e personalizar barras de ferramentas; utilização de corretor
ortográficos e gramatical; inserção de cabeçalho e rodapé, auto correção, auto texto, notas,
comentários e símbolos; marcadores e numeração, colunas e auto formatação; geração de
índice, seção e tabelas; definição de mala direta; PowerPoint: Apresentação e métodos de
criação de slides; edição e formatação de slides; inserção de gráficos e figuras; aplicação de
efeito de animação e transição de slides. Excel: conceitos e comandos básicos; criando
planilhas; comandos operacionais; formulas e funções simples e complexas; determinação de
gráficos, filtro, classificação, auditoria e integração com software. Programas de informações
integradas: Jogo de Empresa e utilização na prática de programa de Informação Gerencial.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 Noções básicas de informática
1.1 Conceitos básicos
1.2 Configurações
2 Windows
2.1 Noções do Windows Explorer
2.2 Comando e funções
2.3 Utilitários
3 Word for Windows
3.1 Configurações de Página, fontes e parágrafos
3.2 Exibir, ocultar e personalizar barras de ferramentas
3.3 Utilização de corretor ortográficos e gramatical
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
64
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3.4 Inserção de cabeçalho e rodapé
3.5 Processo de Auto Correção, Auto Texto, Notas, Comentários e Símbolos
3.6 Marcadores e numeração, colunas e auto formatação
3.7 Geração de índice, seção e tabelas
3.8 Definição de Mala Direta
4. Software de apresentação PowerPoint
4.1 Apresentação e métodos de criação de slides
4.2 Edição e formatação de slides
4.3 Inserção de gráficos e figuras
4.4 Aplicação de efeito de animação e transição de slides
5 Planilha Excel
5.1 Conceitos e comandos básicos
5.2 Criando planilhas
5.3 Comandos operacionais
5.4 Formulas e funções simples
5.5 Determinação de funções complexas
5.6 Determinação de Gráficos
5.7 Filtro, classificação, auditoria e integração com software
6 Programas de informações integradas
6.1 Jogo de Empresa
6.2 Programa de Informação Gerencial – ERP
7. BIBLIOGRAFIA
Básica:
MICROSOFT, Word: Passo a Passo Microsoft Word 97. 1ª ed. São Paulo:Makron Book,
1997.
MICROSOFT, Power Point : Passo a Passo Microsoft Power Point 97. 1ª ed. São
Paulo:Makron Book, 1997.
MICROSOFT, Excel: Passo a Passo Microsoft Excel 97. 1ª ed. São Paulo:Makron Book, 1997.
Complementar:
ALENCAR, Dalton Conde De, LAUDON, Kenneth C..Sistemas de Informação com Internet.
4ª ed. Rio de Janeiro : LTC, 1999.
ALENCAR, Dalton Conde De, VIEIRA, Maria Lucia Tecker, STAIR, Ralph M..Princípios de
sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
CORTES, Pedro Luiz. MS Word 7.0 para Windows 95. 1ª ed. São Paulo: Érica, 1995.
DAMASCENO JR., Américo. Aprendendo windows 95. 1ª ed. São Paulo:Érica, 1995.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
65
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA:
200339 - Direito Empresarial
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Propiciar ao aluno uma visão geral do direito comercial, com finalidade específica de criar senso
crítico e alertá-lo sobre seus direitos e deveres.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, bem como, discussões entre docente e discentes.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
AV 1 – 03 pontos
AV 2 – 07 pontos (Prova Regimental)
Discussões em sala sobre temas pré-estabelecidos.
5 .
E M E N T A
1- Direito empresarial
2- Do empresário
3- Obrigações profissionais do empresário.
4- Registro do empresário.
5- Do empresário individual
6- Sociedades empresariais.
7- Do estabelecimento empresarial.
8- Dos títulos de crédito.
9- Falência e recuperação de empresas.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Direito empresarial:
Surgimento do comércio, evolução do comércio, conceito de direito empresarial, fontes do
direito empresarial e divisão do direito empresarial.
2-Do empresário:
Apresentação, natureza jurídica e elementos caracterizadores do perfil de empresário.
3- Obrigações profissionais do empresário:
Obrigações comuns a todos os empresários, os livros mercantis e sua classificação e requisitos
de todos os livros comerciais.
4- Do registro de comércio:
Empresário de direito e de fato, finalidade do registro, as juntas comerciais e suas atividades.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
66
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
5- Do empresário individual:
Conceito, requisitos para qualificação do comerciante individual, capacidade para o exercício da
profissão, responsabilidade do comerciante individual.
6- Sociedades empresariais:
Conceito de sociedade empresarial, sociedades empresariais regulares, sociedades sem
personalidade jurídica, sociedade de fato ou irregular, sociedade em conta de participação.
7- Do estabelecimento empresarial.
8- Títulos de crédito
9- Falência e recuperação de empresas.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica
BRASIL, Constituição federal de 1998. São Paulo: Saraiva, 1998.
COELHO, F.U. Manual de direito comercial. São Paulo: Ed. Saraiva
DOWER, N.G.B. Instituições de direito público e privado. São Paulo: Ed. Saraiva.
Bibliografia Complementar
COELHO, F.U. Curso de direito comercial. Ed. Saraiva.
COELHO, F.U. Código comercial e legislação complementar anotadas. Ed. Saraiva
FUNHER, Cláudio Américo Maximilianus. Resumo de Direito Comercial. Ed. Saraiva.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. Ed. Saraiva. OLIVEIRA,
Juarez. CLT. Ed. Saraiva.
REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito. Ed. Saraiva.
TEIXEIRA, T. Direito empresarial sistematizado. Ed. Saraiva.
TEMER, Michel. Elementos de Direito Constitucional. Ed. Revista dos Tribunais.
DISCIPLINA:
200340 – INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE DE CUSTOS
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Proporcionar conhecimentos introdutórios sobre a contabilidade de custos, seus objetivos e sua
utilização com propósitos contábeis, gerenciais e para fins de controle.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
67
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Terminologia de Custos; Princípios Contábeis Aplicados a Custos; Algumas Classificações e
Nomenclaturas de Custos; Esquema Básico de Contabilidade de Custos; Critérios de Rateio dos
Custos Indiretos, Materiais Diretos e Mão-de-Obra Direta
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
A Contabilidade de Custos, a Contabilidade Financeira e a Contabilidade Gerencial.
Classificação de Custos, Despesas, Gastos, Perdas e Investimentos.
Princípios Contábeis Aplicados à Custos
Classificação de Custos Diretos e Indiretos, Fixos, Variáveis e Mistos
Custeio por Absorção
Esquema Básico de Contabilidade de Custos: separação de custos, despesas, ativos e Passivos
Elaboração do Custo do Produto
Mateirais Diretos: custo de aquisição e de importação / IPI e ICMS
Distinção entre co-produtos, subprodutos e sucatas
Custeio de produção conjunta, dos subprodutos, das sucatas e perdas de materiais.
Controle de Estoques: Métodos de avaliação de estoques PEPS e Médio Ponderado
Mão-de-Obra direta: separação de mão-de-obra direta e indireta; Tempo não produtivo; Horas
extras.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
BRUNI. Adriano Leal. Administração de custos, preços e lucros: com aplicações na HP12C e
Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de custos para
não contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas,
2012,
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
68
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bibliografia Complementar:
BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio José. Estrutura e análise de custos. São Paulo: Ed. Saraiva
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de custos: uma abordagem
quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2
LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de
custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
4º TERMO
DISCIPLINA:
200342/ ADM FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
CARGA HORÁRIA TOTAL:
80
2 .
O B J E T I V O S
Proporcionar
ao
aluno
conhecimentos
necessários
para
implementação
de
orçamento
empresarial, utilizando as técnicas da administração financeira.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Princípios
de
fluxos
de
caixa
e
orçamento
de
capital,
técnicas
de
análise
de
orçamentos de capital, o custo do capital, alavancagem e estrutura de capital; Exigível a longo
prazo,
banco
de
investimento,
ações
ordinárias
e
políticas
de
dividendos, ações
preferenciais, leasing, títulos conversíveis, warrants e opções; Planejamento financeiro, capitais
circulantes líquidos e financiamento a curto prazo,
caixa e títulos negociáveis, duplicatas a
receber e estoques, noções de alienação de investimento.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
69
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. PRINCÍPIOS DE FLUXO DE CAIXA E ORÇAMENTO DE CAPITAL: O processo de decisão
de orçamento de capital; Fluxos de caixa relevantes; Cálculo do investimento inicial; Variações
do capital Circulante líquido.
2. TÉCNICAS DE ANÁLISE DE ORÇAMENTOS DE CAPITAL: Técnica de análise de orçamentos
de capital; Comparação entre as técnicas do VPL e TIR; Abordagem para lidar com risco;
Técnicas de ajuste ao risco.
3. O CUSTO DE CAPITAL: Uma síntese do custo de capital; Custo da dívida a longo prazo;
Custo marginal e decisão de investimentos.
4. ALAVANCAGEM E ESTRUTURA DE CAPITAL: Alvancagem operacional, financeira, total
ponto de equilíbrio; A estrutura de capital da empresa; A escolha da estrutura ótima de capital.
5. EXIGÍVEL A LONGO PRAZO E BANCOS DE INVESTIMENTOS: Características dos
financiamentos a longo prazo; Empréstimos a prazo; Títulos privados; Bancos de investimentos;
6. AÇÕES ORDINÁRIAS E POLÍTICAS DE DIVIDENDOS, AÇÕES PREFERENCIAIS,
LEASING, TÍTULOS CONVERSÍVEIS WARRANTS E OPÇÕES: Natureza do capital próprio;
Fundamentos dos dividendos; Ação ordinária, preferencial; Leasing; Títulos conversíveis;
Warants.
7. PLANEJAMENTO FINANCEIRO: O processo de planejamento financeiro; Planejamento de
caixa; Planejamento de lucro; Demonstração de resultados projetados.
8. CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO E FINANCIAMENTO A CURTO PRAZO: Noções
fundamentais sobre o capital de giro líquido; Estratégias de administração de capital circulante;
Fontes espontâneas de financiamento; Caixa e títulos negociáveis.
9. CAIXA E TÍTULOS NEGOCIÁVEIS: Administração eficiente de caixa; Técnicas de
administração de caixa.
10. DUPLICATAS A RECEBER E ESTOQUES: Seleção de crédito; Administração de estoque.
11. NOÇÕES DE ALIENAÇÃO DE INVESTIMENTO: Terminologia Básica; Motivos para Fusões
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografias Básicas:
GITMAN, Lawrence J.. Princípios da Administração Financeira. 12ª. ed. São Paulo:
Pearson, 2010.
ROSS, S.A.; RANDOLPH W. W.; BRADFORD, J.D. Princípios da administração financeira. 2ª
Ed. São Paulo: Atlas,
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas,
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
70
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro.
2ª. ed. São Paulo: Atlas,
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2010.
MATARAZZO, Dante Pinheiro. Análise Financeira de Balanço: abordagem básica e gerencial.
7ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MELLAGI FILHO, Armando. Curso Básico de Finanças. 1ª ed. São Paulo: Atlas
DISCIPLINA:
CARGA
HORÁRIA
TOTAL:
2 .
200367/ TEORIA DA CONTABILIDADE
80
O B J E T I V O S
Proporcionar ao aluno o conhecimento das premissas orientadoras das Ciências Contábeis,
abordando diretrizes reguladoras da contabilidade, como os princípios e normas contábeis,
avaliação dos itens patrimoniais e os relatórios contábeis.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
A profissão contábil; O produto final da contabilidade; Princípios fundamentais da contabilidade;
Patrimônio e resultado; Relatórios contábeis; Escrituração contábil; Pesquisa e perspectiva.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A PROFISSÃO CONTÁBIL: A evolução da contabilidade; A contabilidade e o contador; Os
objetivos da contabilidade.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
71
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
2. O PRODUTO FINAL DA CONTABILIDADE: Qualidade e característica da informação
contábil; Relatórios contábeis.
3. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CONTABILIDADE: Os princípios fundamentais da
contabilidade. A entidade e a continuidade; O custo, a moeda, a competência e a essência;
Convenções contábeis; Os princípios fundamentais de contabilidade segundo o CFC.
4. PATRIMÔNIO E RESULTADO: Definição e critérios de avaliação de ativos; Definição e
critérios de avaliação de passivo e de patrimônio líquido; Receitas, despesas, perdas e ganhos.
5. RELATÓRIOS CONTÁBEIS: O balanço patrimonial; A demonstração do resultado do
exercício; A demonstração das mutações do patrimônio líquido; A demonstração de origens e
aplicações de recursos (DOAR) – Extinção pela Lei 11638/07; A demonstração do fluxo de
caixa; a Demonstração do valor adicionado.
6. ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL: Aspectos sobre escrituração contábil; Normas do Conselho de
Contabilidade sobre escrituração contábil.
7 . PESQUISA E PERSPECTIVA: Metodologias e enfoques da pesquisa contábil; Origem e
perspectiva da contabilidade.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografias Básicas:
HENDRIKSEN,
Eldon
S.
e
BREDA,
Michael
F.
Van.
Teoria
da
Contabilidade.
São
Paulo:Atlas,
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Teoria da Contabilidade. 10ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos; IUDÍCIBUS, Sérgio de. Introdução à Teoria da Contabilidade: para o
nível de graduação. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SÁ, Antônio Lopes De. Teoria da Contabilidade. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografias Complementares:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 16ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2012
RIBEIRO FILHO, José Francisco; LOPES, Jorge; PEDERNEIRAS, Marcleide. Estudando Teoria
da Contabilidade. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al.
Introdução à Contabilidade: atualizada
pela Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SILVA, César Augusto Tibúrcio e NIYAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade para concursos e
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
72
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
exame de suficiência. 3ª. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
DISCIPLINA:
200368/CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA
CARGA HORÁRIA TOTAL: 80
2 .
O B J E T I V O S
Oferecer subsidios e conhecimentos dos elementos da Contabilidade Intermediária desde o seu
início, dando-lhe o enfoque teórico e prático de todo o sistema patrimonial, econômico e
financeiro,
e
assim,
despertando
o
interesse
do
futuro
profissional no processo do
conhecimento contábil, principalmente para seu campo de trabalho.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
A metodologia tem por objetivo principal demonstrar os seguimentos da Contabilidade
Intermediária, para que ao final do periodo seja capaz de planejar programar e executar todos
os procedimentos que a contabilidade oferece, principalmente em relação às formalidades
intrínsecas e extrínsecas
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0
pontos, totalizando 10,0 pontos.
5 .
E M E N T A
Tipos de sociedades. Sociedade Anônima e Sociedade por quotas de
limitada. Estatuto e contrato social. O registro contábil do
responsabilidade
patrimônio da empresa. A
constituição do patrimônio. Operações comerciais. Operações financeiras. Fluxo de caixa. O
capital e o patrimônio. O plano de contas. Finalidade e usuários. As operações comerciais. Os
impostos incidentes sobre as operações comerciais. As operações com mercadorias. RCM e
CMV. Devoluções e
abatimentos. A apuração do resultado do exercício. As demonstrações
financeiras de acordo com a Lei nº 6.404/76 e Lei 11.638/07.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1
- SOCIEDADES COMERCIAIS: Sociedades Mercantis; Sociedades mercantis;
Sociedade Anônima; Sociedade por quotas de responsabilidade limitada; Estatuto
social e contrato social.
2
- O REGISTRO CONTÁBIL: Equação do patrimônio; Estática patrimonial; Contas
patrimoniais; Configuração do estado patrimonial; Subscrição do capital social;
Tipos de capitais; Método das partidas dobradas; Contas Débito e crédito;
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
73
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Operações financeiras.
3 - PLANO DE CONTAS: Finalidade e objetivo; Tipos de atividades; Usuários do
plano de contas; As contas do plano de contas.
4 - CONSTITUIÇÃO DA EMPRESA: Conceito; Formação do patrimônio
Integralização de capital Subscrição de capital; Livros sociais e fiscais obrigatório
7
-
OPERAÇÕES
COMERCIAIS:
Escrituração
contábil
-
Resolução
563/83;
Operações comerciais de compras, vendas e serviços; Descontos, devoluções e
outros; Impostos incidentes sobre compras e vendas; Custo da mercadoria
vendida.
8
- OPERAÇÕES COM MERCADORIAS: Custo da Mercadoria vendida – CMV;
Resultado com mercadorias – RCM; Inventário periódico e permanente - PEPS,
UEPS e MP; Compras e vendas de mercadorias e serviços.
9
- RESULTADO DO EXERCÍCIO: Despesas operacionais e não operacionais;
Receitas
operacionais
e
não
operacionai;
os
Balancete
de
verificação;
Demonstração do resultado do exercício; Resultado final.
10 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: Balanço patrimonial; Demonstração do
resultado do exercício; Outras demonstrações contábeis.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2010.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade intermediária: atualizada de acordo com a Lei
11.638/07 e medida provisória 449/08. 2ª ed. São Paulo: Saraiva,
SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al.
Contabilidade intermediária: atualizada
pela Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografias Complementares:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
74
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
DISCIPLINA:
200369 – ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
80
2 .
O B J E T I V O S
Proporcionar ao aluno conhecimentos necessários mais aprofundados das Demonstrações
Contábeis, demonstrações contábeis, em especial o “balanço patrimonial e a demonstração de
resultado”,
utilizando
os
cálculos
dos
índices
mais
comuns
à
análise
de
balanços,
evidenciando suas fórmulas matemáticas e a interpretação isolada dos seus resultados.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Balanço patrimonial, DRE, análise das demonstrações financeiras, análise vertical e horizontal,
índices de estrutura patrimonial, índices de resultado, índices de liquidez. Índices Padrão.
Método DuPont.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. BALANÇO PATRIMONIAL: Ativo(aplicações); Passivo(origens); Notas Explicativas.
2. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
3. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: Considerações gerais; Métodos de
análise; Índices – padrões; Fase Preliminar; Ajustes.
4. ÍNDICES DE ESTRUTURA PATRIMONIAL: Patrimônio; Estrutura de fontes; Estrutura de
Aplicações; Estrutura do capital próprio.
5. INDICES DE RESULTADO: Índices de Rentabilidade; Índices de remuneração; Outros
índices
6. ÍNDICES DE ROTATIVIDADE: Rotação dos estoques; Recebimento da receita líquida;
Retorno do Ativo Circulante; Pagamento das compras; Índices de produtividade;
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
75
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Necessidade de Capital de Giro.
7. INDICES DE LIQUIDEZ: Liquidez seca; Liquidez corrente; Liquidez geral;
8. MÉTODO DUPONT
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografias Básicas:
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços: um enfoque econômicofinanceiro. 10ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
GITMAN, Lawrence J.. Princípios da Administração Financeira. 12ª. ed. São Paulo:
Pearson, 2010.
MATARAZZO, Dante Pinheiro. Análise Financeira de Balanço: abordagem básica e gerencial.
7ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro.
2ª. ed. São Paulo: Atlas,
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2010.
MELLAGI FILHO, Armando. Curso Básico de Finanças. 1ª ed. São Paulo: Atlas
ROSS, S.A.; RANDOLPH W. W.; BRADFORD, J.D. Princípios da administração financeira. 2ª
Ed. São Paulo: Atlas,
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas,
DISCIPLINA:
200371 – CONTABILIDADE SOCIAL
CARGA HORÁRIA TOTAL:
80
2 .
O B J E T I V O S
Proporcionar ao aluno contribuição teórica para o processo de evolução na
informações
sociais,
ecológicas,
de
meio
ambiente
e
cidadania,
bem
geração de
como,
da
responsabilidade social das empresas. Tais informações darão condições ao entendimento e
organização do balanço social e demonstração do valor adicionado, ferramentas estas
utilizadas pelas empresas para divulgação de seus indicadores sociais e relacionamento com a
sociedade.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
76
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Aulas expositivas, estudos de casos, análise de textos sobre Responsabilidade Social e Balanço
Social na empresas e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Empresa pública e cidadã; responsabilidade social das empresas (RSE) e balanço social no
Brasil; organizações empresariais em face da responsabilidade social das empresas no Brasil;
balanço social francês, português, belga e brasileiro; Demonstração do Valor Adicionado
(DVA); ética nas empresas e balanço social.
Textos sobre as matérias acima para análise dos alunos.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- EMPRESA PÚBLICA E CIDADÃ.
2- RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS (R.S.E.) E BALANÇO SOCIAL NO
BRASIL: Origens nos anos 60 e 70; Anos 80 fortalecimento da questão; Anos 90 e
consolidação da R.S.E. e do balanço social no Brasil; Ibase e consolidação da idéia de empresa
cidadã, balanço social das empresas; Legislação sobre balanço social.
3- ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS EM FACE DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS
EMPRESAS NO BRASIL: Compromisso social no mundo dos negócios Enfoques do balanço
social no Brasil e outras nações; Aspectos a serem contemplados pelo balanço social;
Considerações sobre informações do Balanço Social; Pirâmide da responsabilidade social
empresarial
(R.S.E.);
Empresa
responsável
para
quem;
Entidades
de
representação
empresarial, cenários das ações coletivas; Concepções e práticas da responsabilidade social;
Atitudes e práticas institucionais, entidades em ação; Ações cooperativas; Conjugar ética e
economia; A prioridade é econômica Uma opção pessoal; Quando há externalidades positivas;
Segurança pública; Metas de médio e longo alcance; Desempenho social do sistema "S";
Concepções e práticas de responsabilidade ambiental.
4.
BALANÇO SOCIAL FRANCÊS, PORTUGUÊS, BELGA, BRASILEIRO: Introdução;
Balanço social francês; Contexto político-social de seu surgimento; Modelo balanço social
francês; Balanço social português; Surgimento do balanço social em Portugal Lei n. 141/85;
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
77
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Indicadores do balanço social português; Vantagens e desvantagens do balanço social
português; Balanço social belga; Modelo de balanço social belga; Vantagens e desvantagens do
balanço social belga; Balanço social no Brasil; Modelo do balanço social proposto pelo IBASE e
instruções para preenchimento.
5.
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO: Modelo; Instruções para preenchimento.
6.
ÉTICA NAS EMPRESAS E BALANÇO SOCIAL: Contexto atual; Posicionamentos
antagônicos quanto ao conceito de responsabilidade social; Ética na estratégia empresarial; O
que é balanço social; Quem são os beneficiaries; Modelo para mensuração; O que revelam os
balanços sociais.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografias Básicas:
REIS, Carlos Nelson dos, MEDEIROS, Luiz Edgar. Responsabilidade social das empresas e
balanço social: meios propulsores do desenvolvimento econômico e social. São Paulo: Atlas,
2007.
SILVA, César Augusto Tibúrcio (Org.), FREIRE, Fátima de Souza (Org.). Balanço social teoria
e prática. São Paulo: Atlas, 2001.
TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço social e o relatório da sustentabilidade. São
Paulo: Atlas,
Bibliografia Complementar:
BÊRNI, D. A.; LAUTERT, V. Mesoeconomia: lições de contabilidade social – a mensuração do
esforço produtivo da sociedade. São Paulo: Bookman, 2011.
ROMAN, Sérgio Medina. Responsabilidade social. BOLETIM CRCSP. São Paulo, nº 161, pg.22
e 23.
ROSSETTI & LEWHING. Contabilidade social. São Paulo: Atlas,
TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço social: uma abordagem da transparência e da
responsabilidade pública das organizações.
São Paulo: Atlas,
5º TERMO
DISCIPLINA:
CARGA
TOTAL:
HORÁRIA
200370 – ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS II
80
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
78
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
2 .
O B J E T I V O S
Proporcionar ao aluno conhecimentos necessários mais aprofundados das Demonstrações
Contábeis, em especial o “Balanço Patrimonial” e a “Demonstração do Resultado do Exercício”,
utilizando os cálculos dos índices mais comuns à análise de balanços, evidenciando suas
fórmulas matemáticas e a interpretação isolada os seus resultados. Atenção especial também,
para as notas explicativas, ensinando-os a retirar informações preciosas para os usuários da
contabilidade que não estão evidenciadas de forma clara nas principais demonstrações
contábeis, sempre tendo como base a Lei das S.A´s e a Normas Internacionais de
Contabilidade (IFRS / IAS e CPC´s).
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Balanço Patrimonial
Demonstração do Resultado do Exercício
Demonstração dos Lucros ou Prejuízos do Exercício / Demonstração das Mutações do
Patrimônio Líquido
Demonstração de Fluxo de Caixa
Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos
Demonstração do Valor Adicionado
Notas Explicativas
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. BALANÇO PATRIMONIAL: Ativo, Passivo, PL e Notas Explicativas
2. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO: Análise dos resultados obtidos;
comparação com os padrões de mercado.
3. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: método direto e indireto
4. DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS
5. DEMOSNTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO
6. DOAR: Demonstrar sua importância e compará-la com a DFC obrigatória.
7. BIBLIOGRAFIA
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
79
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços: um enfoque econômicofinanceiro. 10ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
GITMAN, Lawrence J.. Princípios da Administração Financeira. 12ª. ed. São Paulo:
Pearson, 2010.
MATARAZZO, Dante Pinheiro. Análise Financeira de Balanço: abordagem básica e gerencial.
7ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro.
2ª. ed. São Paulo: Atlas,
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2010.
MELLAGI FILHO, Armando. Curso Básico de Finanças. 1ª ed. São Paulo: Atlas
ROSS, S.A.; RANDOLPH W. W.; BRADFORD, J.D. Princípios da administração financeira. 2ª
Ed. São Paulo: Atlas,
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas,
DISCIPLINA:
200372 – CONTABILIDADE AVANÇADA
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Dar ao aluno conhecimentos teóricos e práticos da contabilidade avançada, para conhecer e
dominar os procedimentos básicos relacionados à essa área contábil.
Compreender e elaborar toda a movimentação dos fatos contábeis, demonstrando todo o
sistema operativo e com isso, despertar-lhe interesse e conhecimentos do processo contábil.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Estudos e debates em grupo
Utilização de recursos técnicos disponíveis
Utilização de procedimentos teóricos
Execução de procedimentos administrativos da legislação contábil
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
80
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
1ª Prova Escrita – 7 pontos
Exercício prático – 2 ponto
Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto
5 .
E M E N T A
Considerações gerais sobre o contexto contábil, comercial e administrativo.
Os registros contábeis e os procedimentos dos fatos ocorridos e as variações patrimoniais.
As demonstrações financeiras obrigatórias e a Lei das Sociedades Anônimas.
Os requisitos necessários para a elaboração das demonstrações financeiras.
A consolidação das contas patrimoniais e a avaliação dos investimentos no contexto contábil
empresarial.
As Normas Brasileiras de Contabilidade e sua aplicação às demonstrações financeiras.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – CONSIDERAÇÕES GERAIS: A Aplicação da Contabilidade Avançada nas Empresas
Comerciais; Os Encargos Financeiros, Os Financiamentos e Empréstimos; As Aplicações, os
Juros e as Variações Monetárias;
2 – REGISTRO CONTÁBIL: A Folha de Pagamento e os Encargos Sociais; Encargos dos
Funcionários; Outras Obrigações Sociais e Financeiras.
3 – CONTAS DO ATIVO NÃO CIRCULANTE: Investimentos; Imobilizado; Intangível;
Depreciação, Exaustão e Amortização; Reavaliação de Ativo; Reservas de Reavaliação; Baixa de
Reserva de Reavaliação.
4 – AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS: Conceito; Tipos de Investimentos; Métodos de
Avaliação; Métodos de Equivalência Patrimonial; Ágio e Deságio; Coligadas e Controladas;
Investimentos Relevantes.
5 – CONSOLIDAÇÃO DE BALANÇO: Demonstrações financeiras e notas explicativas.
7 – BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, M.C. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios resolvidos. 3ª Ed. São
Paulo: Atlas, 2013.
FIPECAFI. Manual de normas internacionais de contabilidade: ifrs versus normas
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
81
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
brasileiras. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, J. L.; FERNANDES, L. A.; SCHMIDT, P. Contabilidade avançada: aspectos
societários e tributários. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
IUDÍCIBUS, S.; LOPES, A. B. Teoria avançada da contabilidade. 2ª Ed. São Paulo: Atlas,
2012.
PEREZ JR., J. H. Contabilidade Avançada: textos e testes com respostas. 8ª Ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
SANTOS, J. L.; FERNANDES, L. A.; SCHMIDT, P. Contabilidade internacional avançada:
aspectos societários e tributários. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
VICENCONTI. P. E.; NEVES, S.D. Contabilidade avançada e análise das demonstrações
financeiras. 7.ed. São Paulo: Frase, 1998
DISCIPLINA:
200373 – PERÍCIA CONTÁBIL I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão introdutória, conceitos de
perícia contábil e estudos de caso com exercícios práticos, tanto no campo de atuação direta do
bacharel em ciências contábeis, como áreas de conhecimento técnico das quais se requer um
mínimo necessário à iniciação do contador para o exercício em quaisquer de suas outras
especialidades.
O campo de atuação do profissional de contabilidade inclui diversos caminhos, mas o seu
convívio com a perícia contábil é extremamente próximo, independente de sua formação. Se
especializado nesta área de conhecimento técnico e passando a exercê-la como atividade
exclusiva notará que a perícia é permanente e rotineira.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
AULAS TEÓRICAS:
Aulas expositivas com projeção em multimídia e comentários sobre da parte teórica dos
temas selecionados (introdução, conceito etc.);
Avaliação diária através de perguntas feitas pelos próprios alunos sobre a aula realizada;
Estudo em processos judiciais da área trabalhista, estadual e federal; Debates
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
82
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
sobre processos (inicial, contestação e sentença, recursos); Comentários sobre
legislação trabalhista, estadual e federal.
EXERCÍCIOS E CÁLCULOS: Estudo de casos
reais;
Na justiça do trabalho: Cálculos de liquidação de sentença
– Na justiça federal:
Financiamento para casa própria e cheques especiais – Na justiça estadual: Imposto ICMS;
Confecção do laudo pericial para perito judicial e do parecer para assistente técnico
(modelo);
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
1ª Prova Escrita – 7 pontos
Exercício prático – 2 ponto
Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto
(Por Bimestre)
5 .
E M E N T A
Processo judicial, sentença, prova pericial, perícia contábil, exercício profissional da função
pericial contábil, exercícios práticos, perícia no código de processo civil, processo trabalhista e
federal.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
PROCESSOS E SENTENÇAS: Introdução; Processos em geral Sentenças ; Cálculos de
liquidação de sentença Exercícios práticos de cálculos de liquidação .
2.
PROVA PERICIAL : Introdução; Prova Pericial; Função da Prova Pericial Ônus da
prova; Meio de prova; Modalidades das provas
3.
PERÍCIA CONTÁBIL
4.
Alguns Conceitos : Objeto da Perícia Contábil Espécie de Perícia Contábil Admissão da
Perícia Contábil
5.
EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA FUNÇÃO PERICIAL CONTÁBIL: Quem pode exercer
a função; Escolha do Perito Contábil; Direitos e Deveres Funcionais; Perfil do Profissional
6.
EXERCÍCIOS PRÁTICOS - distribuídos durante o semestre Exercícios de cálculos
trabalhistas ; Exercícios cálculos fiscais; Exercícios de cálculos previdenciários Confecção de
Planilhas
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
83
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
7.
PERÍCIA NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL : Código de 1939; Decreto Lei de 1946;
Lei de 1992
8.
PROCESSOS TRABALHISTAS: Inicial e Contestação; Sentenças; Nomeação e indicação
dos peritos; Cálculos das partes; Cálculo do perito judicial
7 – BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ORNELAS, M.M.G. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SÁ, Antonio Lopes de. Perícia Contábil. 10ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil nos processos cível e
trabalhista: o valor informacional da contabilidade para o sistema judiciário. São Paulo: Atlas,
2008.
MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil: abordagem teórica, ética, legal,
processual e operacional: casos praticados. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009
WAKIM, E. A. M., WAKIM, V.R. Perícia contábil e ambiental: fundamentação e prática. 1ª
Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
DISCIPLINA:
200375 – CONTABILIDADE E ANÁLISE DE CUSTOS I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
80
2 .
O B J E T I V O S
Proporcionar ao aluno conhecimento acerca da contabilidade de custos utilizada para a
mensuração de estoque e do resultado, com enfoque na legislação contábil / fiscal e gerencial.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
84
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Departamentalização
Custeio Baseado em Atividade
Custeio por Absorção x Custeio Variável
Análise de Custo x Volume x Lucro
Contribuição Marginal e Limitações na Capacidade de Produção
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. DEPARTAMENTALIZAÇÃO: centros de custos e rateio de custos
2. CUSTEIO
POR
ATIVIDADE
(ABC):
Principais
características,
Atividades,
Direcionadores de custos, Vantagens e Desvantagens .
3. CUSTEIO POR ABSORÇÃO X CUSTEIO VARIÁVEL: vantagens e desvantagens.
Restrições ao uso do Custeio variável
4. ANÁLISE DE CUSTO X VOLUME X LUCRO: para que serve, margem de contribuição,
custos fixos e lucratividade do produto e produção.
5. CONTRIBUIÇÃO MARGINAL E LIMITAÇÕES NA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO:
como decidir sobre qual o melhor mix de produção quando há falta de componentes
para a produção.
7. BIBLIOGRAFIAS
Bibliografia Básica:
BRUNI. Adriano Leal. Administração de Custos, Preços e Lucros: com aplicações na HP12C
e Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de Custos Para
Não Contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas,
2012,
Bibliografias Complementares:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de Custos: uma abordagem
quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de Contabilidade de
Custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
85
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2
WERNKE, Rodney. Análise de custos e preços de venda:
ênfase em aplicações e casos
nacionais. São Paulo: Saraiva,
DISCIPLINA:
200377 - CONTABILIDADE GERENCIAL I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Contribuir para que o profissional contábil tenha uma visão ampla, com conhecimentos voltados
para a prática, fornecendo técnicas usuais do gerenciamento da atividade empresarial, como
instrumento de tomada de decisão;
através de
exercícios e estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob medida
para as decisões importantes das empresas;
através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira
das entidades empresariais, suprindo os gestores com informações seguras a amplas para
tomadas de decisão;
finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios para
aumentar lucros e diminuir competitividade;
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Estudos de textos
Aulas expositivas
Resolução de exercícios
Estudos de casos reais e fictícios
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
1ª Prova Escrita – 7 pontos
Exercício prático – 2 ponto
Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto
5 .
E M E N T A
Aborda a contabilidade como geradora de informações para o processo de gestão da empresa.
Estuda a conversão das demonstrações contábeis em documentos que sejam de fácil
interpretação.
Analisa a relação custo-volume-lucro, tendo em vista a capacidade da empresa gerar lucros.
Discute aspectos da gestão do preço de venda
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
86
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
A verificação dos fatos reais determina uma visão ampla e atual da necessidade de se usar a
Contabilidade Gerencial, como fonte de informação. A discussão sobre organização empresarial,
controles internos, determinação de custos em todos os segmentos, não só industriais, garante
ao educando uma visão crítica e formadora de opinião sobre o destino da gerência empresarial
em nossos dias.
O estudos desses fatos serão sempre consolidados com a prática e voltados para a dinâmica
empresarial.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – Introdução a Contabilidade Gerencial: Conceito; Campo de aplicação; Conceito de
Contador Gerencial; Exercício de Fixação
2 – Contabilidade – sistema de Informação Gerencial: Histórico; Objetivos; Contabilidade
Gerencial; Sistemas de apoio da informação; Finanças e Contabilidade Gerencial
3 – Controller – Funções e Atribuições: Atitudes e características do Contador Gerencial;
Funções do Controller; Ciclo do Controle; Conclusão
4 – Arquitetura de um Sistema de Informação Contábil: Pressupostos básicos;
Fundamentos de um sistema de informação contábil; Abrangência de um Sistema de
Informação
5 – Construção dos Relatórios e Característica da Informação Contábil: Relatórios;
Plano de Contas como Sistema de Informação; Resolução 1115/2007 – Pequena e Media
empresa; Plano de Contas Simplificado.
6 - Controle Interno: Conceito; Sistema; Categorias de Controles Internos; Controles
Organizacionais; Controle do Sistema de Informação; Controle dos Procedimentos; Pecados do
Capital; Princípios Gerais da Administração Aplicados à Organização
7 – Demonstrativos Contábeis Básicos: Demonstrativos como Sistema de Informação :
Balanço Patrimonial; Avaliação dos Estoques: Demonstração de Resultados; Fluxo de Caixa –
Inicio da Vigência com a Lei 11.638/2007; DVA - Inicio da Vigência com a Lei 11.638/2007;
Receitas e Despesas; Métodos de Depreciação – Resolução 1027/05; Receitas e Despesas
Financeiras; Variações Cambiais e Monetárias
8 – Demonstração dos Fluxos de Caixa: Conceito, Aplicabilidade – Lei 11638/2007;
Diversas Formas
9- Demonstrativo das Origens e Aplicação de Recursos: Conceito; Não aplicabilidade pela
Lei 11638/2007
10- Correção Integral de Balanços: Conceito, Formas praticas.
7 – BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
87
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
FIGUEIREDO, S.; CAGIANNO, P. C.; Controladoria: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Cláudio Luiz. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação
contábil. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leônidas. Análise de balanço para
controle gerencial. São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, José Ângelo. Custos na prática: gerenciamento integrado e descomplicado dos
custos industriais pela margem de contribuição. São Paulo: STS - Publicações e Serviços Ltda,
2000.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. São Paulo: Ed. Atla, 2010.
NAKAGAWA, Massayuki. Introdução à controladoria, São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Cláudio Luiz. Controladoria avançada. São Paulo: Thomson Learning, 2010.
SANVICENTE, Antonio Zorato; SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na administração das
empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 1994.
6º TERMO
200374 - PERÍCIA CONTÁBIL II
DISCIPLINA:
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão introdutória, conceitos
de perícia contábil e estudos de caso com exercícios práticos, tanto no campo de atuação
direta do bacharel em ciências contábeis, como áreas de conhecimento técnico das quais se
requer um mínimo necessário à iniciação do contador para o exercício em quaisquer de suas
outras especialidades.
O campo de atuação do profissional de contabilidade inclui diversos caminhos, mas o seu
convívio com a perícia contábil é extremamente próximo, independente de sua formação. Se
especializado nesta área de conhecimento técnico e passando a exercê-la como atividade
exclusiva notará que a perícia é permanente e rotineira.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas com projeção em multimídia e comentários sobre da parte teórica dos temas
selecionados (introdução, conceito etc.);
Avaliação diária através de perguntas feitas pelos próprios alunos sobre a aula realizada;
Estudo em processos judiciais da área trabalhista, estadual e federal; Debates
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
88
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
sobre processos (inicial, contestação e sentença, recursos); Comentários sobre
legislação trabalhista, estadual e federal.
Exercícios de Cálculos: Estudo de casos reais.
Na justiça do trabalho: Cálculos de liquidação de sentença – Na justiça federal: Financiamento
para casa própria e cheques especiais – Na justiça estadual: Imposto ICMS;
Confecção do laudo pericial para perito judicial e do parecer para assistente técnico (modelo);
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
1ª Prova Escrita – 7 pontos
Exercício prático – 2 ponto
Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto
(Por Bimestre)
5 .
E M E N T A
Processo judicial, sentença, prova pericial, perícia contábil, exercício profissional da função
pericial contábil, exercícios práticos, perícia no código de processo civil, processo trabalhista e
federal.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
PROCESSOS E SENTENÇAS: Introdução; Processos em geral Sentenças ; Cálculos de
liquidação de sentença Exercícios práticos de cálculos de liquidação .
2.
PROVA PERICIAL : Introdução; Prova Pericial; Função da Prova Pericial Ônus da
prova; Meio de prova; Modalidades das provas
3.
PERÍCIA CONTÁBIL
4.
Alguns Conceitos : Objeto da Perícia Contábil Espécie de Perícia Contábil Admissão da
Perícia Contábil
5.
EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA FUNÇÃO PERICIAL CONTÁBIL: Quem pode exercer
a função; Escolha do Perito Contábil; Direitos e Deveres Funcionais; Perfil do Profissional
6.
EXERCÍCIOS PRÁTICOS - distribuídos durante o semestre Exercícios de cálculos
trabalhistas ; Exercícios cálculos fiscais; Exercícios de cálculos previdenciários Confecção de
Planilhas
7.
PERÍCIA NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL : Código de 1939; Decreto Lei de 1946;
Lei de 1992
8.
PROCESSOS TRABALHISTAS: Inicial e Contestação; Sentenças; Nomeação e indicação
dos peritos; Cálculos das partes; Cálculo do perito judicial
7 – BIBLIOGRAFIA
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
89
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bibliografia Básica:
ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ORNELAS, M.M.G. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SÁ, Antonio Lopes de. Perícia Contábil. 10ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil nos processos cível e
trabalhista: o valor informacional da contabilidade para o sistema judiciário. São Paulo: Atlas,
2008.
MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil: abordagem teórica, ética, legal,
processual e operacional: casos praticados. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009
WAKIM, E. A. M., WAKIM, V.R. Perícia contábil e ambiental: fundamentação e prática. 1ª
Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
DISCIPLINA:
200376 – CONTABILIDADE E ANÁLISE DE CUSTOS II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
80
2 .
O B J E T I V O S
Fornecer subsidios aos alunos, ao entendimento e a utilização da Contabilidade de Custos como
instrumento de gerência e controle. Dar condições à análise dos métodos e sistemas de
custos e sua influência na gestão empresarial, além do
controle
aplicável em sua
administração.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Custos para Decisão: Margem de Contribuição, Custos Fixos Identificados e Retorno sobre o
Investimento; Fixação do Preço de Venda e Decisão sobre Compra ou Produção; Considerações
adicionais sobre Custo/Volume/Lucro; Custo Padrão.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
90
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
1. MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO, CUSTOS FIXOS IDENTIFICADOS E RETORNO
SOBRE O INVESTIMENTO: margem de contribuição e custos fixos identificados;
valores que integram o cálculo da margem de contribuição; taxa de retorno.
2. DECISÃO SOBRE COMPRA OU PRODUÇÃO: comprar ou produzir.
3. FIXAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: Aspectos Quantitativos: objetivos, métodos
genéricos de formação de preços, emprego dos custos na formação de preços, preços
com base no custo pleno, preços com base no custo de transformação, preços com base
no custo marginal, aplicação de do mark-ups.
4. CONSIDERAÇÕES
ADICIONAIS
SOBRE
CUSTO/VOLUME/LUCRO:
ponto
de
equilíbrio contábil, econômico e financeiro; limitações do ponto de equilíbrio; pontos de
equilíbrio por produto.
5. CUSTO-PADRÃO: conceito; finalidades e utilização; fixação do padrão; custo-padrão e
orçamento; influência das variações de preço.
7. BIBLIOGRAFIAS
Bibliografia Básica:
BRUNI. Adriano Leal. Administração de Custos, Preços e Lucros: com aplicações na HP12C
e Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de Custos Para
Não Contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas,
2012,
Bibliografias Complementares:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de Custos: uma abordagem
quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de Contabilidade de
Custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2
WERNKE, Rodney. Análise de custos e preços de venda:
ênfase em aplicações e casos
nacionais. São Paulo: Saraiva,
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
91
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA:
200378 - CONTABILIDADE GERENCIAL II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Contribuir para que o profissional contábil tenha uma visão ampla, com conhecimentos voltados
para a prática, fornecendo técnicas usuais do gerenciamento da atividade empresarial, como
instrumento de tomada de decisão;
através de
exercícios e estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob medida
para as decisões importantes das empresas;
através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira
das entidades empresariais, suprindo os gestores com informações seguras a amplas para
tomadas de decisão;
finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios para
aumentar lucros e diminuir competitividade;
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Estudos de textos
Aulas expositivas
Resolução de exercícios
Estudos de casos reais e fictícios
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
1ª Prova Escrita – 7 pontos
Exercício prático – 2 ponto
Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto
5 .
E M E N T A
Planejamento de Longo Prazo; Planejamento dos Investimentos de Capital; Planejamento
Orçamentário; Análise de Custo x Volume x Lucro; Ponto de Equilíbrio; Ferramentas de Gestão
Controle de Custos Administrativos;
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO: Determinação dos objetivos de longo prazo –
importância do fluxo de caixa; Análise ambiental interna e externa; Formulação de estratégia –
análise do interval (GAP) e metas de lucro; Preparação e implementação do plano; Revisão e
atualização contínua do plano; importância das metas no longo prazo; Planejamento financeiro.
2 – PLANEJAMENTO DOS INVESTIMENTOS DE CAPITAL – Decisões de investimento de
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
92
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
capital; tipos de decisões de investimento de capital; Análise das propostas de investimento de
capital; Métodos de avaliação de investimentos de capital (payback, taxa contábil de retorno,
fluxo de caixa descontado, valor presente liquido, taxa interna de retorno); Custo do Capital;
Avaliação de investimentos e inflação.
3
–
PLANEJAMENTO
ORÇAMENTÁRIO
–
Necessidade
de
flexibilidade;
Etapas
do
planejamento orçamentário (orçamentos de: vendas, produção, material-prima, compras, mão
de obra direta, custos indiretos, estoque final, despesas administrativas e de vendas, despesa
de capital; custos dos produtos vendidos, orçamento de caixa, projeção da DRE, Projeção do
BP).
4 – ANÁLISE DE CUSTO X VOLUME X LUCRO: Aplicações da análise custo x volume x lucro;
Análise do custo e planejamento do lucro; Análise do ponto de equilíbrio; Planejamento do lucro
através de mudanças: nos custos fixos, nos custos variáveis, nos preços de venda; Mix de
vendas; limitações deste método.
5
–
FERRAMENTAS
DE
GESTÃO:
Introdução
ao
BALANCED
SCORCARED,
Criando
organizações voltadas à estratégia, Construindo o BSC; EVA; Benchmarking; EBITDA.
6 – CONTROLE DE CUSTOS ADMINISTRATIVOS: controle das despesas: administrativas e
de vendas.
7 – BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
FIGUEIREDO, S.; CAGIANNO, P. C.; Controladoria: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Cláudio Luiz. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação
contábil. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leônidas. Análise de balanço para
controle gerencial. São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. São Paulo: Ed. Atla, 2010.
KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de
Janeiro: Campus, 1997.
NAKAGAWA, Massayuki. Introdução à controladoria, São Paulo: Atlas, 2009.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia
e práticas. 26. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Cláudio Luiz. Controladoria avançada. São Paulo: Thomson Learning, 2010.
SANVICENTE, Antonio Zorato; SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na administração das
empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 1994.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
93
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA:
200380 – ÉTICA PROFISSIONAL
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Proporcionar o conhecimento e as origens da ética geral, moral e profissional na busca da
dinâmica de uma sociedade mais justa e consciente; e, assim mostrando o caminho a ser
trilhado, principalmente no exercício da profissão de Contabilista.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Debates
Trabalhos em grupo
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial – até 3,0 pontos
Avaliação regimental – até 7,0 pontos
5 .
E M E N T A
Conceitos básicos e gerais. A ética de acordo com o Conselho Federal de Contabilidade; A
ética e a Moral; A liberdade e a independência; A necessidade do estudo da ética; Normas
legais; A doutrina e a moral e deveres éticos; A relação profissional do contabilista e seu
cliente; A função pública do contabilista; A auto
disciplina da classe representativa; A
obediência às regras.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – ÉTICA: O comportamento moral; Os homens na sociedade; A filosofia que estuda os valores
morais.
2 - ABC NA ANTIÉTICA E DE VALORES MORAIS - Valores morais para uma reflexão
consciente; Filosofia e ética; A essência da realidade; Os princípios; O universo material e a vida
humana; A forma dos problemas éticos; Fatores organizacionais, os procedimentos, políticas,
regras etc.
3 - O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA - Do exercício da profissão,
Das atribuições legais; Dos deveres e proibições; O que é vedado ao contabilista; Do valor dos
serviços; profissionais; Dos deveres em relação aos colegas e à classe; Das penalidades.
7. BIBLIOGRAFIA
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
94
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bibliografia Básica:
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução CFC n.º 803, de 10 de outubro de
1996. Aprova o Código de Ética Profissional do Contabilista – CEPC. Disponível em:
<http://www.cfc.org.br/sisweb/sre/docs/RES_803.doc>. Acesso em: 10 ago. 2009.
Bibliografia Complementar:
FERREL, Linda; FRAEDRICH, John P.; FERREL, O. C. Ética empresarial: dilemas, tomadas
de decisões e casos. Rio de Janeiro: Reichmann & Autores, 2001. 420 p. ISBN 85 871 4849
4.
FORTES, José Carlos. Ética e responsabilidade profissional do contabilista. Fortaleza:
Fortes, 2002. 376 p. ISBN 85 884 4103 9.
FIPECAFI; LISBOA, Lazaro Plácido (Coord.). Ética geral e profissional em contabilidade.
2.ed. 10. tir. São Paulo: Atlas, 1997. 176 p. ISBN 85 224 1799 5.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009. ISBN 978 85 224
5534 8.
DISCIPLINA:
200381 – NORMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Conhecer os principais aspectos da harmonização contábil internacional, seus organismos
reguladores e as diferenças relevantes entre os padrões nacionais e internacionais.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Debates
Trabalhos em grupo
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial – até 3,0 pontos
Avaliação regimental – até 7,0 pontos
5 .
E M E N T A
Normas brasileiras de contabilidade; organismos regulamentadores da contabilidade, normas
brasileiras, legislação societária; harmonização de padrões
principais
organismos
mundiais
e
regionais
responsáveis
contábeis internacionais e os
pela
internacionalização
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
95
da
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
contabilidade; demonstrações financeiras obrigatórias
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE: classificação; normas profissionais;
normas técnicas.
2 - ORGANISMOS REGULAMENTADORES DA CONTABILIDADE, NORMAS BRASILEIRAS,
LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA : leis; Conselho Federal de Contabilidade (CFC); Comissão de
Valores mobiliários (CVM); Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC); Comitê Gestor da
Convergência no Brasil.
3 - HARMONIZAÇÃO DE PADRÕES CONTÁBEIS INTERNACIONAIS E OS PRINCIPAIS
ORGANISMOS
MUNDIAIS
E
REGIONAIS
RESPONSÁVEIS
PELA
INTERNACIONALIZAÇÃO DA CONTABILIDADE: globalização de mercado; harmonização;
vantagens da harmonização contábil internacional;
desvantagens da harmonização contábil
internacional; principais organismos mundiais e regionais responsáveis pela internacionalização
da contabilidade; IASB; IFAC; IOSCO; EU; FASB; AICPA.
4 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBRIGATÓRIAS:
normas brasileiras;
normas
internacionais; normas norte-americanas .
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
FIPECAFI. Manual de normas internacionais de contabilidade: ifrs versus normas
brasileiras. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MOURAD, N. A.; PARASKEVOPOULOS. A. IFRS – Introdução às normas internacionais de
contabilidade: contém mais de 100 exemplos práticos. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
NIYAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade Internacional. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, Jose Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves. Introdução a
Contabilidade Internacional. São Paulo: Atlas, 2006.
SANTOS, João José dos. IFRS –Manual de contabilidade internacional. São Paulo: Lex
Editora, 2006.
DISCIPLINA:
200384 – CONTABILIDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
96
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Capacitar o aluno com conhecimento específico de Contabilidade Agropecuária suficiente e
necessário ao desempenho da profissão de contador.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Exercícios
Trabalhos em grupo
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial – até 3,0 pontos
Avaliação regimental – até 7,0 pontos
5 .
E M E N T A
Atividade rural – conceitos básicos, fluxos contábil na atividade agrícola, nos projetos
agropecuários e os gastos de melhorias,depreciação na agropecuária,
na atividade agrícola, contabilidade pecuária - introdução
contabilização
pelo
método
de
custo,
custos
planificação contábil
Contabilidade
da
pecuária
-
na pecuária, contabilidade da pecuária -
método de avaliação pelo preço de mercado Cálculo do custo do bezerro, imposto de renda –
agropecuária
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – ATIVIDADE RURAL – CONCEITOS BÁSICOS:
Empresas rurais;
Contabilidade
rural; Ano agrícola x exercício social; Forma jurídica de exploração na agropecuária.
2 - FLUXO CONTÁBIL NA ATIVIDADE AGRÍCOLA:
Culturas
temporárias;
Culturas
permanentes; Alguns comentários sobre cultura permanente.
3 - NOVOS PROJETOS AGROPECUÁRIOS E OS GASTOS DE MELHORIAS: Início de uma
atividade agrícola (cultura permanente); Culturas novas em empresa agrícola já existente;
Desmatamento, destocamento e outras melhorias no solo para o cultivo.
4 - DEPRECIAÇÃO NA AGROPECUÁRIA: Conceitos conforme a teoria da contabilidade;
Entendimento fiscal (na agropecuária); Casos de depreciação; Casos
de
exaustão;
Amortização; Taxas de depreciação.
5 - PLANIFICAÇÃO CONTÁBIL NA ATIVIDADE AGRÍCOLA: Objetivos; Resumo
dos
principais itens que compõem o balanço patrimonial e a demonstração do resultado do
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
97
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
exercício de uma empresa industrial; Adequação de alguns itens para empresas agrícolas;
Operacionalização do plano de contas; Sistema auxiliar de contas.
6 - CONTABILIDADE PECUÁRIA – INTRODUÇÃO: Introdução; Tipos de atividade pecuária;
Classificação do gado no balanço patrimonial; Curto e longo prazos na pecuária; Plano de
contas; Sistema auxiliar de conta; Variação
patrimonial
líquida
(superveniências
ativas
x
insubsistências ativas); Método de custo x método a valor de Mercado; Nascimento do bezerro.
7 - CONTABILIDADE DA PECUÁRIA - CONTABILIZAÇÃO PELO MÉTODO DE CUSTO:
Conceito; Técnica para utilização do custo histórico na pecuária; Exemplo de contabilização pelo
custo histórico.
8 - CUSTOS NA PECUÁRIA: Críticas ao custo histórico utilizado na pecuária; Exceções ao
custo histórico aceitas; Uma proposição de contabilidade na pecuária; Uma proposição de
contabilidade de custos na pecuária.
9 - CONTABILIDADE DA PECUÁRIA
- MÉTODO DE AVALIAÇÃO PELO PREÇO DE
MERCADO: Princípio da realização da receita e da confrontação da despesa; Reconhecimento
da receita na pecuária; Reconhecimento da receita na pecuária e repercussão na distribuição de
dividendos e no imposto de renda; Momento da avaliação; Confrontação da despesa; Exemplo
de contabilidade na pecuária através do estoque avaliado a preço de Mercado.
10 - CÁLCULO DO CUSTO DO BEZERRO: Introdução; Custo médio do rebanho; Custo médio
dos reprodutores; Custo específico; Custo corrigido considerando os bezerros a nascer.
11 - IMPOSTO DE RENDA – AGROPECUÁRIA: Microempresas e empresas de pequeno
porte; Pessoa jurídica, imposto de renda da agropecuária; Pessoa física; Avaliação de estoques;
Despesas/custos com culturas agrícolas.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Rural: uma abordagem decisória. São Paulo:
Atlas, 2012
MARION, José Carlos, SEGATTI, Sônia. Contabilidade da pecuária: atualizada pelas Leis
11.638/07 e 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2012.
SANTOS,
Gilberto
Jose
Dos,
MARION,
Jose
Carlos. Administração
de
custos
agropecuária. 2.ed. Sao Paulo : Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, Massilon J. Fundamentos de agronegócios. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, 2013.
FRANCO, Hilário. Contabilidade Industrial e Agrícola. São Paulo: Atlas,
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
98
na
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
MATTOS, Zilda Paes De Barros. Contabilidade financeira rural. São Paulo: Atlas, 1999.
NEPOMUCENO, F. Contabilidade rural e seus custos de produção. São Paulo: IOB, 2004.
7º TERMO
DISCIPLINA:
200354 – MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Garantir ao aluno o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, à consulta de
doutrinas especializadas e o aprimoramento da capacidade de interpretação crítica à Ciências
Contábeis.
Reconhecer a importância da base teórico-empírica no processo de pesquisa e a utilidade de
diferentes tipos de pesquisa e dar oportunidade para elaboração do projeto do Trabalho de
Conclusão de Curso.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Orientações individuais quanto as Normas da ABNT
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial e regimental
Apresentação de Projeto de Pesquisa
5 .
E M E N T A
MÉTODO DE PESQUISA; PESQUISA; NORMAS DA A.B.N.T; ELEMENTOS DO PROJETO DE
PESQUISA; APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – MÉTODO DE PESQUISA: Indutivo; Hipotético; Dedutivo
2 PESQUISA: razões para pesquisas; classificação das pesquisas: explicativa, exploratórias e
descritivas
3 – NORMAS DA A.B.N.T.: formatação; citações diretas e indiretas; referências
4 – ELEMENTOS DO PROJETO DE PESQUISA: elementos pré-textuais; elementos textuais;
elementos pós-textuais
5 – APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA: apresentação escrita;
apresentação oral
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
99
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
FERRER, Walkíria Martinez Heinrich. Metodologia da pesquisa científica. Elaborado pela
Universidade de Marília (UNIMAR), 2012
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
cientifica. São Paulo: Atlas,2003.
Bibliografia Complementar:
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003.
LIMA, M. C.. Monografia: a engenhariada produção acadêmica. 2ª ed. São Paulo: Saraiva,
2008.
MEZZABORA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa. São Paulo:
Saraiva, 2003
OLIVEIRA, Antônio Benedito Silva (Coord.).
Métodos e técnicas de pesquisa em
contabilidade. Sâo Paulo: Saraiva, 2003.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.
DISCIPLINA:
200379 – LABORATÓRIO CONTÁBIL I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão real da aplicação de um
sistema informatizado utilizado na contabilidade das empresas comerciais e
de serviços,
especialmente estruturação e operacionalização.
O programa é fornecido pela Empresa SÓFOLHA INFORMÁTICA.
Na primeira parte a sala é dividida em grupos de 2 alunos e cada grupo constitui uma
empresa comercial (fictícia), onde abordamos a rotina básica para realizar a abertura de uma
empresa, e, quais os dados mínimos necessários para compor um contrato social.
A seguir são cadastrados todos os dados da empresa e a criação de um plano de contas, o
cadastro dos contadores, os tipos de relatórios e outras informações necessárias ao bom
funcionamento do programa.
Após cadastramento tem início a movimentação diária comum às empresas comerciais, com
simulações de compra e venda de mercadorias, encerramento de folha de pagamento,
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
100
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
pagamentos de diversas despesas, cálculo dos diversos impostos.
A segunda parte, com proposta metodológica, apresenta-se as mesmas questões, porém,
enfatizando o programa de Escrituração Fiscal, com a apuração do ICMS e ISS.
A cada exercício são emitidos os diversos relatórios e livros contábeis, tais como:
Razão, Livro Diário, Balancete de verificação,
Balanço Patrimonial,
Livro
Demonstração
do
Resultado do Exercício, Livro Registro de Entradas e Livro de Registro de Saída.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas teóricas;
Introdução e conceitos dos tópicos do conteúdo programático;
Introduções e conceitos dos tópicos do conteúdo programático.
Noções fundamentais da abordagem sistêmica;
Informação contábil sistematizada;
Críticas aos formulários e relatórios gerados Debates atuais;
Normas tributárias.
Aulas Práticas: Estudo de casos (cadastro de empresas fictícias); Escrituração Fiscal e Contábil
de toda a movimentação da empresa Levantamento de dados; Emissão de Livros e relatórios
contábeis; Aplicação das Normas Tributárias
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
1º Bimestre:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três)
Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete)
Média final ..........................................................................: 10 (dez)
2º Bimestre:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três)
Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete)
Média final ..........................................................................: 10 (dez)
Substitutiva:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez)
Exame:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez)
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
101
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
5 .
E M E N T A
Realização de trabalhos práticos na área de contabilidade empresarial, sob a orientação de um
professor responsável. Procedimentos para abertura de empresas. Escrituração contábil e
fiscal de empresas. Utilização de softwares específicos de contabilidade. Registro, análise e
auditoria
de
informações
contábeis.
Análise
e
crítica
do
sistema
de
informações
empresariais por meio de softwares de contabilidade.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I - Cadastro: Empresa; Responsáveis administrativos e contadores; Plano de Contas;
Contadores e responsáveis pela empresa; Histórico padrão; Complementares ao plano de contas
(DRE-CMV etc.); Fornecedores, Clientes.
II - Lançamentos contábeis e fiscais: Movimentação diária da empresa; Apuração dos
Custos; Encerramento do período.
III - Relatórios: Balancetes; Livros Contábeis: Diário e Razão; Demonstração Resultado do
Exercício; Balanço Patrimonial; Livros Fiscais: Registro de Entrada; Registro de Saída; Registro
de apuração de ICMS.
IV - Outros: Configuração de impressão; Importação de dados de outros programas Cópias de
Segurança;
Restauração de cópias, Ativação de empresas; Termos de Abertura e de Encerramento dos
Livros contábeis e Fiscais.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Programa utilizado: SÓ FOLHA INFORMÁTICA: Contabilidade e escrita fiscal.
Bibliografia Complementar:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
102
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
DISCIPLINA:
200382 - AUDITORIA I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
O estudo de AUDITORIA como objetivos gerais, dar ao educando condições de:
Contribuir para que o profissional contábil tenha uma visão ampla, com conhecimentos voltados
para a prática, fornecendo técnicas usuais do trabalho de auditoria na atividade empresarial,
como instrumento de tomada de decisão;
Através de exercícios e estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob medida
para as decisões importantes das empresas;
Através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira
das entidades empresariais, análise financeira das empresas, confirmação do grau de solvência
e determinar posição de endividamento;
Finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios para
aumentar lucros e diminuir competitividade;
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Estudos de textos
Aulas expositivas
Resolução de Exercícios em classe
Estudos de casos reais e fictícios
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Primeira prova escrita – avaliação primeira – de 0 a 10 pontos
Exercício Prático – avaliação Segunda – de 0 a 10 pontos
Prova regimental – avaliação terceira - de 0 a 10 pontos
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103
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
5 .
E M E N T A
Aborda a contabilidade como geradora de informações para o processo de auditoria da empresa
Interna e Externa. Estuda a conversão das demonstrações contábeis em documentos que
sejam de fácil interpretação. Analisa a relação auditor e instrumentos de tomada de decisão,
tendo em vista a capacidade da empresa gerar lucros. Discute aspectos dos Pareceres com e
sem ressalvas;
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I – AUDITORIA GERAL : Introdução: Origem da Auditoria Externa; Desenvolvimento das
Técnicas de Auditoria; Evolução da Auditoria no Brasil; Auditoria Interna; Órgãos Relacionados
com os Auditores; O que leva uma empresa a contratar auditor externo; Responsabilidades
civis e criminais da auditoria
II - TESTES DE SUPERAVALIAÇÃO E SUBAVALIAÇÃO
III - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA: Contagem física; Confirmação com terceiros;
Conferência de cálculos; Inspeção de documentos;
IV - CONTROLE INTERNO: Introdução; Definição; Princípios fundamentais dos controles
contábeis;
V - PAPEIS DE TRABALHO: Objetivos; Tipos de Papeis de Trabalho; Natureza dos Papeis de
Trabalho; Técnicas de Elaboração dos Pápeis de Trabalho
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, M. C. Auditoria: um curso moderno e completo. 8ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ATTIE, William – Auditoria: conceitos e aplicação. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
CREPALDI, S.A. Auditoria contábil: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, I. P. S. Introdução à auditoria operacional. 3ª ed. Rio de Janeiro: FGV Editora
DE CASTRO, D. P. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor público. 5ª ed.
São Paulo: Atlas, 2013.
GRAMLING, A. A.; JOHNSTONE, K. M.; RITTENBERG, L. E. Auditoria. 1ª Ed. Rio de Janeiro:
Cengage Learning, 2011.
LINS, L.S. Auditoria: uma abordagem prática com ênfase na auditoria externa: atualizada e
revisada pelas leis 11.638/07, 11.941/09 e normas do CPC: contém exercícios.
2ª Ed. São
Paulo: Atlas, 2012.
PEREZ
JR.,
Jose
Hernandes.
Auditoria
de
demonstrações
contábeis:
normas
procedimentos. São Paulo: Atlas, 2012.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
104
e
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA:
2001181 – OPTATIVA I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Tem como objetivo principal, proporcionar ao aluno as execuções de tarefas próprias da área
profissional, principalmente para enriquecer a sua formação prática, bem como, propiciar
condições para que ele possa tratar de assuntos inerentes à profissão, preparando-o para atuar
no mercado de trabalho.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Utilização de reforço das práticas contábeis e profissionais, levando para a sala de aula
situações do cotidiano das empresas e proporcionando condições para que se possa conhecer a
realidade contábil.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0
pontos, totalizando 10,0 pontos.
5 .
E M E N T A
Desenvolvimento de pesquisas com temas e assuntos relacionados à área contábil, envolvendo
as matérias básicas e assim, com ênfase aos conhecimentos teóricos e práticos através de
relatórios contábeis, explicitando o que ocorre no dia-a-dia da empresa, tais como:
O registro dos fatos contábeis e fiscais, as formalidades intrínsecas e extrínsecas, a ética
profissional, a contabilidade geral com extensão às demais contabilidades, os princípios
fundamentais da contabilidade , a contabilidade gerencial , a Lei das Sociedades Anônimas,
Novo Código Civil aplicado às empresas e ao profissional da área contábil, Contabilidade Pública,
Lei de Responsabilidade Fiscal, Conceitos básicos de tributos, a legislação tributária federal e
estadual.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I – A Contabilidade geral e suas ramificações: normas brasileiras de contabilidade
II – A escrituração contábil: resolução CFC nº 563/83
III – A contabilidade de acordo com a Lei das S.A´s
IV – A escrituração contábil e a legislação fiscal
V – Os princípios fundamentais de contabilidade
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105
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
VI – A ética profissional aplicada à contabilidade
VII – A Contabilidade gerencial
VIII – A auditoria contábil
IX – A contabilidade pública
X – A lei da responsabilidade fiscal
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para
contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora,
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas,
2012.
Código
de
Ética
do
Profissional
de
Contabilidade.
Acesso
em
http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
Outras Fontes de Pesquisa:
1 – BRASIL, Lei nº 6.404/76 – atualizada pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09.
2 - ----------, Lei nº 10.406/02 – Código Civil
3 – BRASIL, Lei nº 9.430/96 – Legislação do Imposto de Renda.
4 - ----------, Decreto nº 3.000 – RIR/99 – Regulamento do Imposto de Renda.
5 - -----------, Lei nº 11.638/07 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade.
6 - -----------, Lei nº 11.941/09 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade.
7 - -----------, Normas Brasileiras de Contabilidade. Conselho Federal de Contabilidade. Brasília.
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106
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA:
200589 – CONTABILIDADE PÚBLICA
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Proporcionar e apresentar colaboração inicial ao profissional da área contábil para facilitar o
estudo à consulta e as pesquisas necessárias ao conhecimento e funcionamento teórico e
prático da contabilidade pública, bem como dar condições práticas ao desempenhar suas
funções na entidade pública.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Dinâmicas de grupos
Leituras e pesquisas individuais dirigidas aos assuntos pertinentes e orientação
Orientações individuais quanto as Normas da ABNT
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial (0,0 a 3,0) e regimental (0,0 a 7,0)
Substitutiva (0,0 a 10,0)
Exame (0,0 a 10,0)
5 .
E M E N T A
A legislação pertinente da administração pública. Conceitos da administração pública. A lei da
responsabilidade fiscal. A estrutura das empresas públicas. O patrimônio público. A lei do
orçamento público. Princípios orçamentários. A importância dos registros contábeis. A receita
pública e o sistema de previsão e arrecadação. A receita orçamentária e exra-orçamentária. A
despesa pública e o sistema de empenho e liquidação. A despesa orçamentária e extraorçamentária. O registro contábil da receita orçamentária e da despesa orçamentária. Licitação
pública. Modalidades de licitação. A aplicação da Lei 8.666/93. Os regimes contábeis adotados
na administração pública. O regime de adiantamento e a despesa de acordo com a Lei nº
4.320/64. As demonstrações contábeis da administração pública. O Balanço orçamentário de
acordo com a Lei nº 4.320/64. O Balanço financeiro de acordo com a Lei nº 4.320/64. O Balanço
patrimonial de acordo com a Lei nº 4.320/64. A demonstração de receitas e despesas. A
legislação pertinente.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
107
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
1 - A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: conceito e organização, campo de atuação; estruturação; a
entidade pública
2 – ORÇAMENTO PÚBLICO: objetivo e finalidade; conceito e definição, lei orçamentária,
previsão da receita; fixação da despesa; previsão e resultado orçamentários; princípios
orçamentários
3 – CONTABILIDADE PÚBLICA: conceito e campo de atuação; divisão; sistemas; regimes
contábeis; livros contábeis; legislação empregada
4 – RECEITA PÚBLICA:
arrecadação e recolhimento; conceito e classificação; estágios da
receita; receita orçamentária e extra orçamentária; dívida ativa; superávit; escrituração da
receita
5 – DESPESA PÚBLICA: empenho, liquidação e pagamento; conceito e classificação; estágios
da despesa; despesa orçamentária e extra orçamentária; restos a pagar; déficit; escrituração de
despesas
6 – LICITAÇÃO: órgão público – objetivo e finalidade; conceito; edital de publicação;
concorrência; tomada de preços; convite; dispensa de licitação
7 – REGIMES CONTÁBEIS: princípios; regime de caixa; de competência; misto; legislação
pertinente
8
–
REGIME
DE
ADIANTAMENTO:
conceito
e
finalidade;
período
de
aplicação;
responsabilidade e prestação de contas
9 – PATRIMÔNIO PÚBLICO: conceito; bens públicos; variação patrimonial; registro contábil
10 – DEMOSNTRAÇÕES CONTÁBEIS: conceito, balanço orçamentário; balanço financeiro;
balanço patrimonial; balanço de compensação; variações do patrimônio.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
KOHAMA, Héilio. Contabilidade pública: teoria e prática. 11ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
QUINTANA, Alexandre Costa; et al. Contabilidade pública. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SCHNEIDER, César; MIGUEL, Marcos Portela. Manual da contabilidade pública. 1ª ed. São
Paulo: IOB Editoria, 2013.
Bibliografia Complementar:
ANGÉLICO, João. Contabilidade pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas
ARRUDA, Daniel, ARAUJO, Inaldo da Paixão Santos. Contabilidade pública. São Paulo:
Saraiva, 2004.
CARVALHO, Deusvaldo. Orçamento e contabilidade pública: provas e concursos. 5ª ed. Rio
de Janeiro: Ed. Campus Elsevier, 2010.
CASTRO, Domingos Poubel de; GARCIA, Leice Maria. Contabilidade pública no governo
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
108
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
federal. São Paulo: Atlas
PISCITELLI, Roberto Bocaccio; TIMBO, Maria Zulene & ROSA, Maria Berenice. Contabilidade
publica: uma abordagem da administração financeira publica. São Paulo: Atlas, 2002.
DISCIPLINA:
201871 - GESTÃO TRIBUTÁRIA I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Tem o objetivo de proporcionar uma formação sólida e consistente com as necessidades dos
profissionais que buscam conhecimentos na gestão tributária empresarial, especialmente para
atuarem em ambientes onde os tributos impactam significativamente a competitividade e o
desempenho econômico-financeiro das organizações. Desenvolver os conhecimentos teóricos e
práticos necessários para a identificação de oportunidades e o desenvolvimento de estratégias
para a otimização do custo tributário nas empresas, contribuindo para o aumento da sua
competitividade e a melhoria dos seus resultados.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Será aplicado o conteúdo programático, juntamente com exemplos reais e exercícios.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Será feita 2 avaliações bimestrais, com peso 3(Três) a parcial e Peso 7(sete) a regimental
5 .
E M E N T A

Gestão dos Impostos sobre a Produção e a Circulação de Mercadorias e Serviços – IPI,
ICMS e ISS

Gestão das Contribuições sobre o Faturamento – PIS e COFINS

Gestão dos Tributos sobre o Patrimônio e as Transferências Patrimoniais – IPTU, IPVA,
ITR, ITBI

Gestão de Contribuições Sociais e Encargos Trabalhistas – INSS, FGTS

Gestão dos Tributos sobre Operações Financeiras – IOF, CPMF, IRRF

Gestão dos Tributos sobre a Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ e CSLL: Lucro Real,
Presumido e Arbitrado

Gestão dos Regimes de Tributação Simplificada

Gestão dos Tributos sobre o Comércio Exterior – Importações e Exportações – Benefícios
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
109
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Fiscais
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O QUE É GESTÃO TRIBUTÁRIA;
A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO TRIBUTÁRIA;
ICMS:
Incidências
Não Incidências
Contribuinte
Substituição Tributária
Local da Operação ou Prestação
Ocorrência do Fato Gerador
Não Cumulatividade do Imposto
Saldos Credores Acumulados
Performance dos Créditos do ICMS
Expectativa de Débitos do ICMS
Análise de Desvio Padrão
Créditos na Compra de Bens Arrendados
Créditos “Ocultos”
Materiais de Uso e Consumo
Loja Virtual
Reforma do Imobilizado
Financiamento – Encargos Financeiros
IPI
Industrialização: Características
Estabelecimento Industrial - Conceito
Imunidade do IPI
Contribuintes do IPI
Fato Gerador do IPI
Período de Apuração
Prazo de Recolhimento
Detalhamentos a Serem Observados pelo Gestor
A Magnitude Relativa do IPI
Os Créditos do IPI
IPI: Crédito Presumido - Lei 9363/96 (PIS E COFINS)
IPI: Regime de Suspensão
Descontos Incondicionais
Frete – Empresa Coligada, Interligada
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
110
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Crédito IPI - Alíquota Zero, Isento – Insumos
Crédito IPI - Insumos na Venda de Produtos Final á Alíquota Zero ou Isento
Crédito IPI - Insumos Adquiridos de Comércio Atacadista não Contribuinte – 50%
Aluguel dos Bens Produzidos
Recondicionamento de Bens Usados
ISS
Contribuinte
Local dos Serviços
Alíquota Mínima
Alíquota Máxima
Exportação de Serviços
Planejamento do ISS
A Magnitude Relativa do ISS
ISS Gerado por Estabelecimento
A Questão da Tributação das Subempreitadas
Atividades em que o ISS deve ser Recolhido no Local da Prestação do Serviço
Não Incidência Sobre Locação de Bens Móveis ou Imóveis
Materiais Fornecidos na Construção Civil
Os focos de conflitos entre ISS e ICMS
COFINS – Contribuintes
PIS - Contribuintes
Base de Cálculo do PIS e da COFINS
A polêmica da Tributação dos Créditos da Lei 9363/96
A polêmica da Isenção da COFINS nas Sociedades Civis
Alíquotas
Prazo de Pagamento
Exclusões da Receita Bruta
PIS Não Cumulativo
Créditos Admissíveis
Cálculo do Crédito
Valor da Depreciação a ser Considerada
Conceito de Insumos
Direito do Crédito Exclusivo a Bens e Serviços Nacionais
IPI – Não Inclusão para Cálculo do Crédito Presumido
Não Integração á Base de Cálculo do PIS
Aproveitamento do Crédito nos Períodos Seguintes
Não Incidência do PIS
Crédito Presumido - Aquisição de Mercadorias de Origem Animal ou Vegetal
Crédito do PIS na Exportação
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
111
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Não Aplicação do PIS Não Cumulativo
Desconto Relativo aos Estoques
Proporcionalização de Custos e Despesas
Os créditos “vedados (?!)” do PIS e da COFINS
COFINS Não Cumulativa
Exemplo da Apuração da Base de Cálculo
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
CAMARGO, L. FABRETTI, D. FABRETTI, D. R., FABRETTI, J.L.M. Contabilidade tributária. 13ª Ed.
São Paulo: Atlas, 2013.
CHAVES, F. C.; MUNIZ, E. G. Contabilidade tributária na prática. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
REZENDE, A.J.; PEREIRA, A.; ALENCAR, C. de. Contabilidade tributária: entendendo a lógica
dos tributos e seus reflexos sobre os resultados das empresas. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
BORGES, Humberto Bonavides. Planejamento tributário: IPI, ICMS, ISS e IR. São Paulo: Atlas,
2012.
CHAVES, F. C. Planejamento tributário na prática: gestão tributária na prática. São Paulo:
Atlas, 2010.
LOPES, A.B.; GALDI, I.S.L.; FIPECAFI. Manual de contabilidade e tributação de instrumentos
financeiros e derivativos:
IAS 39, IAS 32, IFRS 7; CPC 14; minutas do CPC 38, 39 e 40,
normas da CVM, do Bacen e da Receita Federal do Brasil. São Paulo: Atlas, 2011.
PERES JÚNIOR, J.H.; OLIVEIRA, L.M.; GOMES, M.B.; CHIEREGATO, R. Manual de contabilidade
tributária: textos e testes com respostas. São Paulo: Atlas, 2013.
Textos de Leis
Constituição
Federal
1988
-
Disponível
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm
RIPI (regulamento do IPI) – Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7212.htm
RICMS/SP - Governo do Estado de São Paulo – Disponível em
http://info.fazenda.sp.gov.br/NXT/gateway.dll?f=templates&fn=default.htm&vid=sefaz_tributar
ia:vtribut
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112
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA:
200361 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
100
O B J E T I V O S
Promover uma revisão geral dos conceitos elementares de Metodologia Científica e Técnicas de
Pesquisa, com aprofundamento através de debates e orientações sobre o planejamento e
execução do projeto de monografia, identificando as etapas predominantes desse processo de
pesquisa.
Em termos específicos, o objetivo da disciplina é levar o aluno a:

Definir temas, formular problemas, hipóteses e objetivos de pesquisa;

Reconhecer a importância da base teórica e empírica no processo de pesquisa e a
utilidade de diferentes tipos e métodos de pesquisa;

3 .
Oportunizar a cada aluno a elaboração do projeto de monografia.
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas (com ou sem datashow);
Orientações individuais quanto as Normas da ABNT;
Textos preparatórios como pré-requisito informacional;
Leituras individuais dirigidas aos temas definidos.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Serão avaliados o pré-projeto de pesquisa e o projeto final. (0,0 a 10,0)
5 .
E M E N T A
Aspectos Técnicos e Metodológicos do TCC; Conceituração; Escolha do Tema; Problema e
Hipóteses de Pesquisa; Justificativa; Fundamentação Teórico-Empírica; Metodologia; Definição
dos Termos da Pesquisa; Cronograma de Trabalho; Referências Bibliográficas; Elaboração do
Projeto de Monografia.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – ASPECTOS TÉCNICOS E METODOLÓGICOS DO TRABALHO CIENTÍFICO: Revisão dos
principais aspectos técnicos e metodológicos do trabalho científico; Pesquisa científica e a
relação com o estudo dos problemas administrativos.
2 - CONCEITUAÇÃO: Conceito e objetivos da elaboração de um projeto de monografia.
3 – ESCOLHA DO TEMA: A importância na escolha do tema; Ajustamento do tema às
inclinações e interesses dos alunos; Acesso à coleta de dados e a disponibilidade de tempo do
aluno.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
113
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4 – PROBLEMAS E HIPÓTESES DE PESQUISA: A importância e os cuidados na definição do
problema; Construção de hipóteses; Formulação do problema e da(s) hipótese(s).
5 – OBJETIVOS DA PESQUISA: Definição dos objetivos gerais e específicos da pesquisa.
11 – JUSTIFICATIVA: Razões e importância da elaboração da monoagrafia.
12 – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO-EMPÍRICA: Seleção das bibliografias existentes; Leitura
do material; Redação e a inter-relação entre as variáveis; Citações.
13 – METODOLOGIA: Tipos de pesquisa, Delimitação da pesquisa; Procedimentos do
pesquisador.
14 – DEFINIÇÃO DOS TERMOS DA PESQUISA: Definições dos termos considerados
relevantes no estudo.
15 – CRONOGRAMA DE TRABALHO: Distribuição no tempo das etapas do trabalho.
16 - REFERÊNCIAS: Conceituação e a citação das referências bibliográficas.
17 – PROJETO DE MONOGRAFIA: Elaboração individual de um projeto de monografia.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
FERRER, Walkíria Martinez Heinrich. Metodologia da pesquisa científica. Elaborado pela
Universidade de Marília (UNIMAR), 2012
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
cientifica. São Paulo: Atlas,2003.
Bibliografia Complementar:
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003.
LIMA, M. C.. Monografia: a engenhariada produção acadêmica. 2ª ed. São Paulo: Saraiva,
2008.
MEZZABORA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa. São Paulo:
Saraiva, 2003
OLIVEIRA, Antônio Benedito Silva (Coord.).
Métodos e técnicas de pesquisa em
contabilidade. Sâo Paulo: Saraiva, 2003.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.
DISCIPLINA:
200363 – ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
CARGA HORÁRIA TOTAL:
160
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
114
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
2 .
O B J E T I V O S
O Estágio Supervisionado tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno as execuções de
tarefas e ações próprias ou típicas do profissional contábil, desenvolvendo trabalhos
práticos a serem conhecidos e executados no setor administrativo e contábil da empresa. O
empresário cede espaço em sua empresa para que os alunos possam desenvolver suas
atividades e se preparar adequadamente para a vida profissional.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
A orientação estará a cargo do professor e a supervisão sera do responsável na empresa em
que o aluno realiza seu estágio. A conscientização das obrigações do estagiário com relação À
sua atividade desenvolvidas na empresa sera o principal fator de estimulação ao seu trabalho.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Entrega de relatórios ao final de cada mês, com as atividades desenvolvidas na empresa, bem
como o o aproveitamento da avaliação fornecida pelo supervisor de campo, através de
consulta, pelo professor orientador.
Média: 0,0 a 10,0 PONTOS AO FINAL DO SEMESTRE
5 .
E M E N T A
Como as atividades serão desenvolvidas fora da sala de aula, então há a necessidade de se
fazer uma "ponte" entre o conhecimento adquirido na Universidade e a atuação profissional, o
desenvolvimento de um currículo voltado às necessidades sociais e à formação de um
profissional correto e com as exigências que o mercado necessita, principalmente com relação
às atividades da área Contábil como: Escrituração Contábil e Fiscal; A ética profissional; A
contabilidade geral com extensão às contabilidades comercial, industrial, agrícola, pecuária,
bancária, pública etc. Os princípios fundamentais da contabilidade; A contabilidade gerencial;
custos; A auditoria contábil; A análise de balanço; A perícia contábil; A Legislação das
Sociedades Anônimas - Lei nº 11.638/07 Enfim, o que o Decreto nº 87.497 de 18/08/82
define no aspecto legal, as regras básicas para o desenvolvimento do estágio; bem como a
Resolução CFE nº 03/93.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I - A CONTABILIDADE GERAL E SUAS RAMIFICAÇÕES;
II – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
III – ESCRITURAÇÃO FISCAL
IV – ÉTICA PROFISSIONAL
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
115
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
V – PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE
VI – CONTABILIDADE GERENCIAL
VII – CONTABILIDADE FINANCEIRA
VIII – AUDITORIA CONTÁBIL
IX – PERÍCIA CONTÁBIL
X – LEGISLAÇÃO CONTÁBIL E FISCAL DAS EMPRESAS – no âmbito municipal, estadual e
federal.
OBS: Como o estágio supervisionado I e II são desenvolvidos na contabilidade das empresas,
sendo estas com atividades diversas, o conteúdo programático é abrangente para dar condições
técnicas de pesquisa naquela área em que ele for estagiar. A base principal será em forma de
relatórios mensais.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para
contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora,
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas,
2012.
Código
de
Ética
do
Profissional
de
Contabilidade.
Acesso
em
http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
116
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
8º TERMO
DISCIPLINA:
200383 - AUDITORIA II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Proporcionar a oportunidade de continuarmos com o estudo sobre a forma objetiva de realizar
os trabalhos em Auditoria.
O estudo de AUDITORIA
do primeiro semestre teve como objetivos gerais, dar ao educando
condições de:
Contribuir
para
que
o
profissional
contábil
tenha
uma
visão
ampla,
com
conhecimentos voltados para a prática, fornecendo técnicas usuais do trabalho de auditoria
na atividade empresarial, como instrumento de tomada de decisão;
estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob
através de exercícios e
medida para as decisões
importantes das empresas;
Através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira
das entidades empresariais, análise financeira das empresas, confirmação
do grau de
solvencia e determinar posição de endividamento ;
Finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios
para aumentar lucros e diminuir competitividade;
Este terá os mesmos objetivos, apenas sendo incluídas práticas para a realização de
trabalhos reais em auditoria.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Estudos de textos
Aulas expositivas
Resolução de Exercícios em classe
Estudos de casos reais e fictícios
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Primeira prova escrita – avaliação primeira – de 0 a 10 pontos
Exercício Prático – avaliação Segunda – de 0 a 10 pontos
Prova regimental – avaliação terceira - de 0 a 10 pontos
5 .
E M E N T A
Aborda a contabilidade como geradora de informações para o processo de auditoria da empresa
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
117
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Interna e Externa. Estuda a conversão das demonstrações contábeis em documentos que
sejam de fácil interpretação. Analisa a relação auditor e instrumentos de tomada de decisão,
tendo em vista a capacidade da empresa gerar lucros. Discute aspectos dos Pareceres com e
sem ressalvas;
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I – PROCEDIMENTOS PRÁTICOS DE AUDITORIA : Auditoria das Disponibilidade; Auditoria
das Contas a Receber; Processos de conciliação bancária; Auditoria das contas a pagar;
Auditoria das exigibilidades; Auditoria do Patrimônio Líquido; Auditoria das Contas de
Resultados.
II - PROCESSO AUDITORIAL: Introdução; Análise de Afirmação: Revisão analítica,
Planejamento, Conhecimento, Preparação dos Demonstrativos Contábeis com base na Lei
11.638/2007, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado;
Avaliação da afirmação: Nível de controle interno, Subjetividade Inerente, Integridade dos
administradores, Ponderação da relevância, Ponderação dos riscos; Obtenção dos elementos
comprobatórios: testes de procedimentos, Testes de saldos.
III
- PARECER DE AUDITORIA: Introdução, Divisão do parecer de auditoria; Classificação
do Parecer; Tipos de Parecer; Exemplos
IV
-
CONTROLES
INTERNOS:
Introdução;
Conceitos;
Interpretação;
Importância;
Características de um controle interno; Objetivos; Controle interno e bancos de dados; Controle
Interno e a Fraude.
V
-
FINALIZAÇÃO
Lançamentos
de
ajustes;
DOS
TRABALHOS:
Pontos
de
Orientação;
recomendação;
Procedimentos
Resumo
dos
de
ajustes;
auditoria;
Carta
de
recomendação .
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, M. C. Auditoria: um curso moderno e completo. 8ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ATTIE, William – Auditoria: conceitos e aplicação. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
CREPALDI, S.A. Auditoria contábil: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, I. P. S. Introdução à auditoria operacional. 3ª ed. Rio de Janeiro: FGV Editora
DE CASTRO, D. P. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor público. 5ª ed.
São Paulo: Atlas, 2013.
GRAMLING, A. A.; JOHNSTONE, K. M.; RITTENBERG, L. E. Auditoria. 1ª Ed. Rio de Janeiro:
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
118
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Cengage Learning, 2011.
LINS, L.S. Auditoria: uma abordagem prática com ênfase na auditoria externa: atualizada e
revisada pelas leis 11.638/07, 11.941/09 e normas do CPC: contém exercícios.
2ª Ed. São
Paulo: Atlas, 2012.
PEREZ
JR.,
Jose
Hernandes.
Auditoria
de
demonstrações
contábeis:
normas
e
procedimentos. São Paulo: Atlas, 2012.
DISCIPLINA:
200386 – LABORATÓRIO CONTÁBIL II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão real da aplicação de um
sistema informatizado utilizado na contabilidade das empresas comerciais e
de serviços,
especialmente estruturação e operacionalização.
O programa é fornecido pela Empresa SÓFOLHA INFORMÁTICA.
Na primeira parte a sala é dividida em grupos de 2 alunos e cada grupo constitui uma
empresa comercial (fictícia), onde abordamos a rotina básica para realizar a abertura de uma
empresa, e, quais os dados mínimos necessários para compor um contrato social.
A seguir são cadastrados todos os dados da empresa e a criação de um plano de contas, o
cadastro dos contadores, os tipos de relatórios e outras informações necessárias ao bom
funcionamento do programa.
Após cadastramento tem início a movimentação diária comum às empresas comerciais, com
simulações de compra e venda de mercadorias, encerramento de folha de pagamento,
pagamentos de diversas despesas, cálculo dos diversos impostos.
A segunda parte, com proposta metodológica, apresenta-se as mesmas questões, porém,
enfatizando o programa de Escrituração Fiscal, com a apuração do ICMS e ISS.
A cada exercício são emitidos os diversos relatórios e livros contábeis, tais como:
Razão, Livro Diário, Balancete de verificação,
Balanço Patrimonial,
Livro
Demonstração
Resultado do Exercício, Livro Registro de Entradas e Livro de Registro de Saída.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas teóricas;
Introdução e conceitos dos tópicos do conteúdo programático;
Introduções e conceitos dos tópicos do conteúdo programático.
Noções fundamentais da abordagem sistêmica;
Informação contábil sistematizada;
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
119
do
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Críticas aos formulários e relatórios gerados Debates atuais;
Normas tributárias.
Aulas Práticas: Estudo de casos (cadastro de empresas fictícias); Escrituração Fiscal e Contábil
de toda a movimentação da empresa Levantamento de dados; Emissão de Livros e relatórios
contábeis; Aplicação das Normas Tributárias.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
1º Bimestre:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três)
Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete)
Média final ..........................................................................: 10 (dez)
2º Bimestre:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três)
Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete)
Média final ..........................................................................: 10 (dez)
Substitutiva:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez)
Exame:
Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez)
5 .
E M E N T A
Realização de trabalhos práticos na área de contabilidade empresarial, sob a orientação de um
professor responsável. Procedimentos para abertura de empresas. Escrituração contábil e
fiscal de empresas. Utilização de softwares específicos de contabilidade. Registro, análise e
auditoria
de
informações
contábeis.
Análise
e
crítica
do
sistema
de
informações
empresariais por meio de softwares de contabilidade.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I - Cadastro: Empresa; Responsáveis administrativos e contadores; Plano de Contas;
Contadores e responsáveis pela empresa; Histórico padrão; Complementares ao plano de contas
(DRE-CMV etc.); Fornecedores, Clientes.
II - Lançamentos contábeis e fiscais: Movimentação diária da empresa; Apuração dos
Custos; Encerramento do período.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
120
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
III - Relatórios: Balancetes; Livros Contábeis: Diário e Razão; Demonstração Resultado do
Exercício; Balanço Patrimonial; Livros Fiscais: Registro de Entrada; Registro de Saída; Registro
de apuração de ICMS.
IV - Outros: Configuração de impressão; Importação de dados de outros programas Cópias de
Segurança;
Restauração de cópias, Ativação de empresas; Termos de Abertura e de Encerramento dos
Livros contábeis e Fiscais.
V – APURAÇÃO DO SIMPLES, LUCRO REAL E PRESUMIDO
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Programa utilizado: SÓ FOLHA INFORMÁTICA: Contabilidade e escrita fiscal.
Bibliografia Complementar:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela
Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
DISCIPLINA:
200387 – CONTABILIDADE INDUSTRIAL
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
80
O B J E T I V O S
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
121
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Dar condições ao aluno de utilizer a contabilidade aplicada às empresas industriais, no que
tange à parte prática, de contabilização, a departamentalização, à análise de
resultados e
custos.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Custos Imputados e Custos Perdidos; Produção conjunta e problemas fiscais na avaliação de
Estoques Industriais: Custos Conjuntos. Efeitos dos tributos sobre custos e preços.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CUSTOS IMPUTADOS E CUSTOS PERDIDOS: Custo de oportunidade; Consequencias
do custo de oportunidade e da taxa de retorno; custos perdidos (sunk costs); Custos
Imputados.
2. CONTROLE,
CUSTOS
CONTROLÁVEIS
E
CUSTOS
ESTIMADOS:
significado;
problemas comportamentais decorrentes de custos de controle; custo por produto
versus custo por departamento; custo por responsabilidade.
3. PRODUÇÃO CONJUNTA E PROBLEMAS FISCAIS NA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES
INDUSTRIAIS – CUSTOS CONJUNTOS: Distinção entre co-produtos, subprodutos e
sucatas; Apropriação dos custos conjuntos aos co-produtos; principais critéiros de
apropriação dos custos conjuntos; Problemas fiscais com relação à Contabilidade de
Custos; Conceito fiscal de Custeio por Absorção; Critérios de Avaliação de Estoque;
Coordenação e integração entre as contabilidade geral e de custos; Valor arbitrado;
Inflação.
4. EFEITO DOS TRIBUTOS SOBRE CUSTOS E PREÇOS: Tributos, custos e preços, IPI,
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Substituição tributária; ISS;
COFINS, PIS, IRPJ, CSSL, Simples.
7. BIBLIOGRAFIA
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
122
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bibliografia Básica:
BRUNI. Adriano Leal. Administração de custos, preços e lucros: com aplicações na HP12C e
Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de custos para
não contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas,
2012,
Bibliografia Complementar:
BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio José. Estrutura e análise de custos. São Paulo: Ed. Saraiva
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de custos: uma abordagem
quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1
HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª
ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2
LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de
custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
DISCIPLINA:
201182 – OPTATIVA II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Proporcionar aos alunos o conhecimento das Práticas Contábeis e seus segmentos, para uma
formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, bem como, a continuidade
da programação da disciplina em que o curso oferece, visando à preparação para o mercado de
trabalho.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
A metodologia é baseada no desenvolvimento teórico e prático, utilizando recursos disponíveis,
com a finalidade em que o aluno saiba praticar, resolver e demonstrar as situações contábeis e
econômicas na vivência do cotidiano da empresa, principalmente nas demonstrações
financeiras.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
123
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos;
Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos,
cujas notas somadas para obter a média do bimestre.
5 .
E M E N T A
Desenvolvimento de pesquisas com assuntos relacionados a área contábil, principalmente às
novas normas de contabilidade, envolvendo matérias básicas com ênfase aos conhecimentos
teóricos e práticos de relatórios contábeis, determinando os acontecimentos que devam ser
registrados, tais como: as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09. O
registro dos fatos contábeis e fiscais de acordo com a legislação contábil e fiscal. As
formalidades intrínsecas e extrínsecas. Os Princípios de Contabilidade (PC). A contabilidade
geral com extensão das demais contabilidades existentes. A Lei das Sociedades Anônimas e a
legislação pertinente – Lei nº 6.404/76 e alterações produzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº
11.941/09. O Patrimônio Líquido de acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações. O Plano de
Contas da entidade. A Lei nº 10.406 de 10/01/2002 – Código Civil, aplicado às sociedades
empresárias. A legislação Tributária Federal e Estadual. A escrituração contábil de acordo com
as Normas Brasileiras de Contabilidade e as normas internacionais de contabilidade.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – A CONTABILIDADE E SUAS RAMIFICAÇÕES DE ACORDO COM AS NORMAS BRASILEIRAS DE
CONTABILIDADE E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE.
2 – A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO CFC Nº 1.330/11 DO
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE.
3 – A CONTABILIDADE DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS DE ACORDO COM A LEI Nº 6.404/76 E
ALTERAÇÕES POSTERIORES.
4 – O REGISTRO DOS FATOS CONTÁBEIS E MUTAÇÕES.
5 – OS PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO CFC Nº 1.282/10.
6 – A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL E A LEGISLAÇÃO FISCAL.
7 – O PLANO DE CONTAS DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS.
8 – A SOCIEDADE EMPRESÁRIA
9
–
AS
NORMAS
INTERNACIONAIS
DE
CONTABILIDADE
APLICADA
ÀS
ENTIDADES
BRASILEIRAS.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
124
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para
contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora,
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas,
2012.
Código
de
Ética
do
Profissional
de
Contabilidade.
Acesso
em
http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
Outras Fontes de pesquisa:
1 – BRASIL, Lei nº 6.404/76 – atualizada pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09.
2 - ----------, Lei nº 10.406/02 – Código Civil
3 – BRASIL, Lei nº 9.430/96 – Legislação do Imposto de Renda.
4 - ----------, Decreto nº 3.000 – RIR/99 – Regulamento do Imposto de Renda.
5 - -----------, Lei nº 11.638/07 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade.
6 - -----------, Lei nº 11.941/09 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade.
7 - -----------, Normas Brasileiras de Contabilidade. Conselho Federal de Contabilidade. Brasília.
DISCIPLINA:
201575 - GESTÃO TRIBUTÁRIA II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Tem o objetivo de proporcionar uma formação sólida e consistente com as necessidades dos
profissionais que buscam conhecimentos na gestão tributária empresarial, especialmente para
atuarem em ambientes onde os tributos impactam significativamente a competitividade e o
desempenho econômico-financeiro das organizações. Desenvolver os conhecimentos teóricos e
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125
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
práticos necessários para a identificação de oportunidades e o desenvolvimento de estratégias
para a otimização do custo tributário nas empresas, contribuindo para o aumento da sua
competitividade e a melhoria dos seus resultados.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Será aplicado o conteúdo programático, juntamente com exemplos reais e exercícios.
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Será feita 2 avaliações bimestrais, com peso 3(Três) a parcial e Peso 7(sete) a regimental
5 .
E M E N T A

Gestão dos Impostos sobre a Produção e a Circulação de Mercadorias e Serviços – IPI,
ICMS e ISS

Gestão das Contribuições sobre o Faturamento – PIS e COFINS

Gestão dos Tributos sobre o Patrimônio e as Transferências Patrimoniais – IPTU, IPVA,
ITR, ITBI

Gestão de Contribuições Sociais e Encargos Trabalhistas – INSS, FGTS

Gestão dos Tributos sobre Operações Financeiras – IOF, CPMF, IRRF

Gestão dos Tributos sobre a Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ e CSLL: Lucro Real,
Presumido e Arbitrado

Gestão dos Regimes de Tributação Simplificada

Gestão dos Tributos sobre o Comércio Exterior – Importações e Exportações – Benefícios
Fiscais
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O QUE É GESTÃO TRIBUTÁRIA;
A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO TRIBUTÁRIA;
ICMS:
Incidências
Não Incidências
Contribuinte
Substituição Tributária
Local da Operação ou Prestação
Ocorrência do Fato Gerador
Não Cumulatividade do Imposto
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126
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Saldos Credores Acumulados
Performance dos Créditos do ICMS
Expectativa de Débitos do ICMS
Análise de Desvio Padrão
Créditos na Compra de Bens Arrendados
Créditos “Ocultos”
Materiais de Uso e Consumo
Loja Virtual
Reforma do Imobilizado
Financiamento – Encargos Financeiros
IPI
Industrialização: Características
Estabelecimento Industrial - Conceito
Imunidade do IPI
Contribuintes do IPI
Fato Gerador do IPI
Período de Apuração
Prazo de Recolhimento
Detalhamentos a Serem Observados pelo Gestor
A Magnitude Relativa do IPI
Os Créditos do IPI
IPI: Crédito Presumido - Lei 9363/96 (PIS E COFINS)
IPI: Regime de Suspensão
Descontos Incondicionais
Frete – Empresa Coligada, Interligada
Crédito IPI - Alíquota Zero, Isento – Insumos
Crédito IPI - Insumos na Venda de Produtos Final á Alíquota Zero ou Isento
Crédito IPI - Insumos Adquiridos de Comércio Atacadista não Contribuinte – 50%
Aluguel dos Bens Produzidos
Recondicionamento de Bens Usados
ISS
Contribuinte
Local dos Serviços
Alíquota Mínima
Alíquota Máxima
Exportação de Serviços
Planejamento do ISS
A Magnitude Relativa do ISS
ISS Gerado por Estabelecimento
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127
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
A Questão da Tributação das Subempreitadas
Atividades em que o ISS deve ser Recolhido no Local da Prestação do Serviço
Não Incidência Sobre Locação de Bens Móveis ou Imóveis
Materiais Fornecidos na Construção Civil
Os focos de conflitos entre ISS e ICMS
COFINS – Contribuintes
PIS - Contribuintes
Base de Cálculo do PIS e da COFINS
A polêmica da Tributação dos Créditos da Lei 9363/96
A polêmica da Isenção da COFINS nas Sociedades Civis
Alíquotas
Prazo de Pagamento
Exclusões da Receita Bruta
PIS Não Cumulativo
Créditos Admissíveis
Cálculo do Crédito
Valor da Depreciação a ser Considerada
Conceito de Insumos
Direito do Crédito Exclusivo a Bens e Serviços Nacionais
IPI – Não Inclusão para Cálculo do Crédito Presumido
Não Integração á Base de Cálculo do PIS
Aproveitamento do Crédito nos Períodos Seguintes
Não Incidência do PIS
Crédito Presumido - Aquisição de Mercadorias de Origem Animal ou Vegetal
Crédito do PIS na Exportação
Não Aplicação do PIS Não Cumulativo
Desconto Relativo aos Estoques
Proporcionalização de Custos e Despesas
Os créditos “vedados (?!)” do PIS e da COFINS
COFINS Não Cumulativa
Exemplo da Apuração da Base de Cálculo
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
CAMARGO, L. FABRETTI, D. FABRETTI, D. R., FABRETTI, J.L.M. Contabilidade tributária. 13ª Ed.
São Paulo: Atlas, 2013.
CHAVES, F. C.; MUNIZ, E. G. Contabilidade tributária na prática. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
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128
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
REZENDE, A.J.; PEREIRA, A.; ALENCAR, C. de. Contabilidade tributária: entendendo a lógica
dos tributos e seus reflexos sobre os resultados das empresas. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
BORGES, Humberto Bonavides. Planejamento tributário: IPI, ICMS, ISS e IR. São Paulo: Atlas,
2012.
CHAVES, F. C. Planejamento tributário na prática: gestão tributária na prática. São Paulo:
Atlas, 2010.
LOPES, A.B.; GALDI, I.S.L.; FIPECAFI. Manual de contabilidade e tributação de instrumentos
financeiros e derivativos:
IAS 39, IAS 32, IFRS 7; CPC 14; minutas do CPC 38, 39 e 40,
normas da CVM, do Bacen e da Receita Federal do Brasil. São Paulo: Atlas, 2011.
PERES JÚNIOR, J.H.; OLIVEIRA, L.M.; GOMES, M.B.; CHIEREGATO, R. Manual de contabilidade
tributária: textos e testes com respostas. São Paulo: Atlas, 2013.
Textos de Leis
Constituição
Federal
1988
-
Disponível
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm
RIPI (regulamento do IPI) – Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7212.htm
RICMS/SP - Governo do Estado de São Paulo – Disponível em
http://info.fazenda.sp.gov.br/NXT/gateway.dll?f=templates&fn=default.htm&vid=sefaz_tributar
ia:vtribut
DISCIPLINA:
200364 – ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
160
O B J E T I V O S
O Estágio Supervisionado tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno as execuções de
tarefas e ações próprias ou típicas do profissional contábil, desenvolvendo trabalhos
práticos a serem conhecidos e executados no setor administrativo e contábil da empresa. O
empresário cede espaço em sua empresa para que os alunos possam desenvolver suas
atividades e se preparar adequadamente para a vida profissional.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
A orientação estará a cargo do professor e a supervisão sera do responsável na empresa em
que o aluno realiza seu estágio. A conscientização das obrigações do estagiário com relação À
sua atividade desenvolvidas na empresa sera o principal fator de estimulação ao seu trabalho.
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129
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Entrega de relatórios ao final de cada mês, com as atividades desenvolvidas na empresa, bem
como o o aproveitamento da avaliação fornecida pelo supervisor de campo, através de
consulta, pelo professor orientador.
Média: 0,0 a 10,0 PONTOS AO FINAL DO SEMESTRE
5 .
E M E N T A
Como as atividades serão desenvolvidas fora da sala de aula, então há a necessidade de se
fazer uma "ponte" entre o conhecimento adquirido na Universidade e a atuação profissional, o
desenvolvimento de um currículo voltado às necessidades sociais e à formação de um
profissional correto e com as exigências que o mercado necessita, principalmente com relação
às atividades da área Contábil como: Escrituração Contábil e Fiscal; A ética profissional; A
contabilidade geral com extensão às contabilidades comercial, industrial, agrícola, pecuária,
bancária, pública etc. Os princípios fundamentais da contabilidade; A contabilidade gerencial;
custos; A auditoria contábil; A análise de balanço; A perícia contábil; A Legislação das
Sociedades Anônimas - Lei nº 11.638/07 Enfim, o que o Decreto nº 87.497 de 18/08/82
define no aspecto legal, as regras básicas para o desenvolvimento do estágio; bem como a
Resolução CFE nº 03/93.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I - A CONTABILIDADE GERAL E SUAS RAMIFICAÇÕES;
II – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
III – ESCRITURAÇÃO FISCAL
IV – ÉTICA PROFISSIONAL
V – PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE
VI – CONTABILIDADE GERENCIAL
VII – CONTABILIDADE FINANCEIRA
VIII – AUDITORIA CONTÁBIL
IX – PERÍCIA CONTÁBIL
X – LEGISLAÇÃO CONTÁBIL E FISCAL DAS EMPRESAS – no âmbito municipal, estadual e
federal.
OBS: Como o estágio supervisionado I e II são desenvolvidos na contabilidade das empresas,
sendo estas com atividades diversas, o conteúdo programático é abrangente para dar condições
técnicas de pesquisa naquela área em que ele for estagiar. A base principal será em forma de
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130
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
relatórios mensais.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia
da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para
contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora,
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas,
2012.
Código
de
Ética
do
Profissional
de
Contabilidade.
Acesso
em
http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf
IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade
Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais
de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em
micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis
nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
DISCIPLINA:
200380 – MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA II
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Garantir ao aluno o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, à consulta de
doutrinas especializadas e o aprimoramento da capacidade de interpretação crítica à Ciências
Contábeis.
Reconhecer a importância da base teórico-empírica no processo de pesquisa e a utilidade de
diferentes tipos de pesquisa e dar oportunidade para elaboração do projeto do Trabalho de
Conclusão de Curso.
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131
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Orientações individuais quanto as Normas da ABNT
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial e regimental
Apresentação de Projeto de Pesquisa
5 .
E M E N T A
MÉTODO DE PESQUISA; PESQUISA; NORMAS DA A.B.N.T; ELEMENTOS DO PROJETO DE
PESQUISA; APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – MÉTODO DE PESQUISA: Indutivo; Hipotético; Dedutivo.
2 PESQUISA: razões para pesquisas; classificação das pesquisas: explicativa, exploratórias e
descritivas
3 – NORMAS DA A.B.N.T.: formatação; citações diretas e indiretas; referências.
4 – ELEMENTOS DO PROJETO DE PESQUISA: elementos pré-textuais; elementos textuais;
elementos pós-textuais.
5 – APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA: apresentação escrita;
apresentação oral.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
FERRER, Walkíria Martinez Heinrich. Metodologia da pesquisa científica. Elaborado pela
Universidade de Marília (UNIMAR), 2012
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
cientifica. São Paulo: Atlas,2003.
Bibliografia Complementar:
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003.
LIMA, M. C.. Monografia: a engenhariada produção acadêmica. 2ª ed. São Paulo: Saraiva,
2008.
MEZZABORA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa. São Paulo:
Saraiva, 2003
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132
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
OLIVEIRA, Antônio Benedito Silva (Coord.).
Métodos e técnicas de pesquisa em
contabilidade. Sâo Paulo: Saraiva, 2003.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.
DISCIPLINA:
História e Cultura Afro-brasileiras e Indígenas
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Conhecer as primeiras populações do continente africano e seu percurso histórico;
Conhecer a história Afro-brasileira, diáspora africana no Brasil;
Debater questões sobre racismos e antirracismos no Brasil – raças e etnias;
O tráfico negreiro e a resistência;
História da escravidão no Brasil (aspectos econômicos e socioculturais);
Refletir sobre a história indígena no Brasil, referenciando as políticas coloniais, imperiais e
republicanas para os povos indígenas no Brasil;
Refletir a subalternização dos índios na história do Brasil.
Refletir a subalternização dos “negros no trabalho” na história do Brasil;
Problematizar “a invenção da África” e o olhar eurocêntrico sobre os saberes produzidos acerca
do continente africano;
Compreender
a
complexidade
das
políticas
indígenas
atuais:
cultural,
habitacional
e
assistencial;
Estudar a cultura e a participação do negro no Brasil atual.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Orientações individuais quanto as Normas da ABNT
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial e regimental
Apresentação de Projeto de Pesquisa
5 .
E M E N T A
História e influência da cultura africana na formação da cultura brasileira; história e influência
da cultura indígena na formação da cultura brasileira. Primeiros habitantes do continente
africano; A religiosidade africana disseminada pela cultura brasileira; aspectos da arte africana
na cultura brasileira. Aspectos da cultura e da religiosidade indígena na cultura brasileira. A
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133
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
identidade afro-brasileira; A identidade indígena; o desenvolvimento das questões raça-etnia
no espaço social. ‘Africanidade” no Brasil.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Lei 10.639/03, refletindo sobre a igualdade racial (questões históricas e sociais na formação
brasileiras).
- A importância histórica e cultural do continente africano para o Brasil.
- questão da Identidade afro-brasileira.
- Questão da identidade indígena no Brasil
- As religiões e religiosidades afro-brasileiras;
- Discriminação racial e étnica no Brasil: uma questão sócio histórica;
- A região de Marília e a questão afro-brasileira;
- O continente africano e sua organização no âmbito político internacional;
- História da África;
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
ARAUJO PEREIRA, Amilcar; MONTEIRO, Ana Maria. Ensino de História e Cultura Afrobrasileiras e indígenas. Rio de Janeiro: Pallas, 2013.
LUCIANO, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos
indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional, 2006.
MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias, línguas,
cultura e civilizações. São Paulo: Global, 2009.
Bibliografia Complementar:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das
relações étnico-raciais e para o ensino de
história e cultura afro-brasileira e
africana. Brasília: MEC-SECAD/SEPPIR/INEP, 2005.
GOMES, Flávio dos Santos. Histórias de Quilombolas: mocambos e comunidades de
senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995.
PENA, Sérgio D. J.. (2005). Razões para banir o conceito de raça da medicina brasileira.
História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 12(2), 321-346. Recuperado em 25 de setembro
de
2013,
de
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
59702005000200006&lng=pt&tlng=pt. 10.1590/S0104-59702005000200006.
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Sugestão de Sites para Pesquisa
http://oglobo.globo.com/infograficos/paraiso-sitiado/
http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/cultura-brasileira/cultura-afro-brasileira
http://www.palmares.gov.br/tag/cultura-afro-brasileira/
DISCIPLINA:
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
CARGA HORÁRIA TOTAL:
2 .
40
O B J E T I V O S
Proporcionar subsídios teóricos e práticos que fundamente a atividade Docente na área do
surdo e da surdez e compreender as transformações educacionais, considerando os princípios
sócio-antropológicos e as novas perspectivas da educação relacionadas à comunidade surda.
3 .
M E T O D O L O G I A
D E
E N S I N O
Aulas expositivas
Orientações individuais quanto as Normas da ABNT
4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação parcial e regimental
Apresentação de Projeto de Pesquisa
5 .
E M E N T A
A disciplina de LIBRAS busca oportunizar aos estudantes acadêmicos a formação diferenciada
na área da Educação especial através das fundamentações teóricas: Legislação, Evolução
Histórica, Os contextos da educação inclusiva, A cultura Surda: Surdo e Surdez, cultura e
comunidade surda, noções da lingüística aplicada à LIBRAS; além de proporcionar condições
necessárias para a aquisição da LIBRAS a nível básico.
6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Teoria: Textos
- Conceituação de Língua de Sinais;
- O que é cultura e comunidade surda?
- Surdo quem é ele? O que é surdez?
- Amparo legal da educação inclusiva; -Textos e contextos da educação inclusiva;
- Noções de Lingüística aplicada a LIBRAS.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
135
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Prática: Sinais
- Posicionamento de mãos;
- Alfabeto: Letras e números;
- Identificação;
- Saudações;
- Nomes e Pronomes;
- Dias da Semana;
- Meses do Ano;
- Comandos;
- Verbos;
- Sentimentos;
- Familiares;
- Cores;
- Tipos de Frases;
- Deficiências;
- Nomenclatura de cursos.
7. BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
Capovilla, Fernando C. & Raphael, Walkiria D. Dicionário: língua de sinais brasileira –
LIBRAS. Vol. I e II. 2ª Ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
Stainback, S. e Stainback, W. Inclusão – um guia para educadores, Porto Alegre: Artmed,
1999.
Thoma, Adriana da S. & Lopes, Maura C. (org.). A invenção da surdez – cultura, alteridade,
identidade e diferença no campo da educação. 2ª Ed. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2005.
Bibliografia Complementar:
Mantoan, M. T. Égler. A integração de Pessoas com Deficiência: contribuições para uma
reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon: Editora SENAC, 1997.
Feltrin, Antônio E. Inclusão Social na Escola – Quando a pedagogia se encontra com a
diferença. São Paulo: Paulinas, 2004.
Skliar, Carlos (org.). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª Ed. Porto Alegre: Mediação,
2005.
Revista: Ciranda da Inclusão – A revista do Educador.
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
5
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
PORTARIA PROGRAD Nº 12, DE 31 DE JULHO DE 2008
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
REGULAMENTO
SUMÁRIO
TÍTULO I - DO ESTÁGIO E SEUS FINS
TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DO
ESTÁGIO
CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO
CAPÍTULO II - DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E DOS CONTRATOS
CAPÍTULO III - DO ESTAGIÁRIO
CAPÍTULO IV - DO PLANO DE ESTÁGIO, DOS RELATÓRIOS, DA CARGA
HORÁRIA E DOS PRÉ-REQUISITOS
SEÇÃO I - DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA E DO ESTÁGIO
DO CURSO DE ENFERMAGEM
SEÇÃO II - DOS DEMAIS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS TÍTULO III DA AVALIAÇÃO
TÍTULO IV - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
REGULAMENTO
TÍTULO I
DO ESTÁGIO E SEUS FINS
Art. 1º - O ESTÁGIO SUPERVISIONADO visa complementar a
formação acadêmica e efetivar a habilitação profissional, exigida por
lei, para a expedição do respectivo diploma do curso de graduação.
Art. 2º - Entende-se por ESTÁGIO SUPERVISIONADO o conjunto de
atividades de aprendizagem prática, profissional e cultural,
proporcionadas ao aluno através da participação em situações reais de
vida e trabalho no seu meio.
§ 1º - Além do aspecto profissionalizante que é direto e específico, o
estágio poderá assumir a forma de atividade de extensão, mediante a
participação do acadêmico em projetos de interesse social.
§ 2º - Existindo a possibilidade de o Estágio Supervisionado aliar o
crescimento profissional dos alunos, o contato com a profissão e o
desenvolvimento da consciência profissional dentro de conceitos éticos
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
137
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
e morais com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), fica o
respectivo Conselho de Curso autorizado a implantar o trabalho
conjunto, respeitadas as respectivas cargas horárias e pré-requisitos
para matricula.
TÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
Art. 3º - O estágio deve propiciar a complementação do ensino e da
aprendizagem e ser planejado, executado, acompanhado e avaliado
conforme currículos, programas, calendários escolares, tornando-se
assim instrumento de integração no que se refere ao treinamento
prático,
aperfeiçoamento
teórico,
cultural,
científico
e
de
relacionamento humano.
Art.4º - Cada Curso, através do Conselho de Curso, estabelecerá as
diretrizes básicas do ESTÁGIO SUPERVISIONADO, consideradas as
suas peculiaridades, respeitadas as normas estabelecidas neste
Regulamento.
CAPÍTULO I
DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO
Art. 5º - O Setor de Estágio da Secretaria Geral é o responsável pela
organização
dos
estágios
profissionais
supervisionados
da
Universidade de Marília.
Art. 6º - É da competência do Setor de Estágios da Secretaria Geral:
I
- orientar os estagiários, em conjunto com os professores
responsáveis, na escolha ou indicação do campo de estágio;
II
- prover, juntamente com os respectivos responsáveis, todas as
informações aos estagiários, distribuindo orientações, resolvendo
problemas e sugerindo soluções para um desempenho eficiente;
III - manter serviço de documentação sobre o estágio curricular e
organizar um cadastro de entidades e campos de atuação, bem como
programas institucionais que poderão tornar-se em futuros campos de
estágio;
IV - apresentar, sempre que solicitado, informações sobre o
andamento dos estágios;
V
– cumprir e fazer cumprir este Regulamento.
Art. 7º - O Coordenador de cada Curso é o responsável pela
supervisão de estágio, competindo-lhe:
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
138
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
I - orientar o estagiário na escolha ou indicação do campo de estágio;
II - elaborar plano de atividades de estágio e apresentá-lo à Prograd;
III - definir, acompanhar e orientar o estagiário no planejamento,
execução e avaliação do estágio, prestando-lhe assistência técnico científica;
IV - analisar e aprovar o plano de estágio apresentado pelo aluno,
observando sua adequação à filosofia dos programas do referido
Curso, bem como a sua exeqüibilidade;
V
- orientar o estagiário na elaboração de relatórios, conforme
normas específicas;
VI - programar seminários, reuniões e outras atividades
preparatórias para o desenvolvimento do estágio;
VII - visar as fichas-controle de freqüência, plano e relatórios dos
estagiários, emitindo parecer conclusivo sobre o desempenho do
mesmo, subsidiado pela avaliação do supervisor de campo ou
orientador, quando existir, encaminhando a documentação pertinente
para a Secretaria Geral.
CAPÍTULO II
DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E DOS CONTRATOS
Art. 8º - O ESTÁGIO SUPERVISIONADO é desenvolvido junto a órgãos
do serviço público ou empresa privada ou de economia mista, que
desenvolvam atividades relacionadas às habilitações pretendidas,
segundo a opção do estagiário.
§ 1º - Em casos especiais, a critério do Coordenador do respectivo
Curso, o aluno pode estagiar na própria empresa ou órgão público em
que trabalha, ou ainda, em campos avançados, em programas
especiais de extensão, de acordo com as oportunidades oferecidas e
garantida a sua supervisão.
§ 2º - O estágio somente poderá realizar-se em unidades que tenham
condições de proporcionar experiência prática na linha de formação
considerada, e que aceite o estagiário e se comprometa a
supervisionar suas atividades, devidamente explicitado nos termos de
cooperação e de compromisso.
Art. 9º - Para a caracterização e definição dos contratos para o
ESTÁGIO SUPERVISIONADO deverão ser observadas as seguintes
condições:
I
- a existência de instrumento jurídico entre a UNIMAR e pessoas
jurídicas de direito público e privado, periodicamente reexaminado,
onde estarão acordadas todas as condições de realização,
constituindo-se na matrícula do aluno em estágio;
II
- a realização do estágio dar-se-á mediante termo de
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
139
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
compromisso entre o estudante e a parte concedente de estágio, com
a interveniência obrigatória da UNIMAR, devendo ser mencionado
necessariamente o instrumento jurídico a que se vincula;
III - cabe à UNIMAR diretamente, ou à entidade pública ou privada
concedente da oportunidade de estágio, através de atuação conjunta
com agentes de integração, providenciar seguro contra acidentes
pessoais em favor do estagiário;
IV - o termo de compromisso mencionado no inciso II constitui-se
em comprovante, exigível pela autoridade competente, da inexistência
de vínculo empregatício;
V
- não ocorrerá celebração de termo de compromisso quando o
estágio curricular não se verificar em qualquer atividade pública ou
privada, isto é, quando realizado o estágio sob a forma de ação
comunitária.
CAPÍTULO III
DO ESTAGIÁRIO
Art. 10 - É considerado estagiário o aluno regularmente matriculado e
que tenha obedecido aos requisitos mínimos previstos pelo respectivo
Curso.
Art. 11 - São deveres do Estagiário:
I
– ter pleno conhecimento do Regulamento do Estágio e dos
prazos estabelecidos;
II
– escolher o local para a realização do seu estágio, formalizando
o instrumento jurídico e sua caracterização, para aprovação pelos
responsáveis;
III – elaborar e cumprir individualmente o programa de estágio;
IV – cumprir os prazos previstos para a entrega dos relatórios,
parcial e final.
Art. 12 – O aluno deverá indicar, impreterivelmente, até a última
semana de aulas do período anterior ao da realização do estágio o
local da realização de seu Estágio.
Art. 13 - A realização do estágio curricular, por parte do aluno, não
acarreta vínculo empregatício de qualquer natureza, e o estagiário
pode receber bolsa, ou outra forma de contraprestação que venha a
ser acordada, ressalvado o que dispuser a legislação providenciaria,
devendo o estagiário, em qualquer hipótese, estar segurado contra
acidentes pessoais.
Art. 14 - A jornada de atividades em estágio a ser cumprida pelo
aluno, deve compatibilizar-se com o seu horário escolar e com o
horário da parte em que venha a ocorrer o estágio.
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
140
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
§ 1º - Nos períodos de férias escolares, a jornada de estágio será
estabelecida de comum acordo entre o estagiário e a parte
concedente de estágio, sempre com a interveniência da UNIMAR
§ 2º - Sendo o Estágio atividade eminentemente prática e que exige a
presença física do aluno não é concedido o regime de exercícios
domiciliares previsto no tratamento excepcional. A carga horária
prevista no currículo pleno deve ser cumprida integralmente pelo
aluno.
CAPÍTULO IV
DO PLANO DE ESTÁGIO, DOS RELATÓRIOS, DA CARGA
HORÁRIA E DOS PRÉ-REQUISITOS
Art. 15 – Os planos de estágio, elaborados e aprovados pelos
respectivos responsáveis, devem ser entregues para o Setor de
Estágios da Secretaria Geral, obedecidos os prazos estabelecidos pelo
Calendário Acadêmico.
Art. 16 – A composição do relatório de estágio obedecerá as normas
previstas pelo Setor de Estágio da Secretaria Geral.
Art. 17 - A carga horária do ESTÁGIO SUPERVISIONADO de cada
Curso é a estabelecida pelo respectivo currículo pleno em que o aluno
se encontra matriculado.
SEÇÃO I
DO INTERNATO DE MEDICINA
Art. 18 - Para a matrícula no internato do Curso de Medicina ( 5º e 6º
ano), o aluno, obrigatoriamente, deverá ter cursado e obtido
aprovação em todas as disciplinas constantes do currículo pleno
anteriores ao início do Internato.
SEÇÃO II
DOS DEMAIS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS
Art. 19 - A disciplina de Estágio Supervisionado dos Cursos de
Administração, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Direito,
Serviço Social, Arquitetura, Engenharia de Alimentos, Engenharia
Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção Mecânica,
Biomedicina, Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição,
Odontologia, Psicologia, Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária,
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
141
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Zootecnia, Letras, Pedagogia, Publicidade e Propaganda e Jornalismo,
somente poderá ser realizada por alunos regularmente matriculados
no respectivo curso e desde que aprovados em todas as disciplinas do
currículo pleno, anteriores ao termo inicial do Estágio, permitida a
dependência em até duas (2) disciplinas pendentes (não cursada,
trancada, reprovada por notas ou faltas) nos termos anteriores ao
inicio do Estágio.
Parágrafo único - São obrigatórias (pré-requisitos) para a matrícula no
Estágio Supervisionado ter cursado e obtido aprovação nos termos e
disciplinas abaixo especificadas:
Curso de Farmácia Industrial e Farmácia e Bioquímica
Estágio Supervisionado em FARMÁCIA I
= Farmácia Hospitalar - 5º termo
= Deontologia e Legislação Farmacêutica – 5º termo
Estágio Supervisionado em FARMÁCIA II
= Farmacotécnica I – 4º termo
= Farmacotécnica II – 5º termo
Estágio Supervisionado em FARMÁCIA III
= Farmacologia I – 6º termo
= Farmacologia II – 7º termo
Curso de Farmácia Industrial
Para matrícula no 9º termo
= Tecnologia Farmacêutica – 6º termo
= Tecnologia de Cosméticos – 7º termo
= Tecnologia de Fototerápicos Fitocosméticos – 8º termo
= Tecnologia das Fermentações – 7º termo
= Análise de Alimentos – 5º termo
= Controle de Qualidade – 8º termo
Curso de Farmácia e Bioquímica
Para matrícula no 9º termo
= Microbiologia Clínica – 5º termo
= Parasitologia Clínica – 5º termo
= Bioquímica Clínica – 6º termo
= Citologia Clínica – 7º termo
= Hematologia Clínica – 8º termo
Curso de Biomedicina
Para matrícula em Estágio de Análises Clínicas I
= Bioquímica Clínica – 6º termo
= Parasitologia Clínica 6º termo
= Microbiologia Clínica – 6º termo
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142
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
= Citologia Clínica – 6º termo
Para matrícula em Estágio de Análises Clínicas II
= Estágio Supervisionado em Análises Clinicas I
= Hematologia Clínica – 7º termo
Curso de Serviço Social
Para matrícula no 5º termo
= Ética Profissional em Serviço Social I – 3º termo
= Ética Profissional em Serviço Social II – 4º termo Para
matrícula no 7º termo
= Política Social I – 5º termo
= Política Social II – 6º termo
Curso de Psicologia
Para matriculas no 10º termo:
= Estágio Supervisionado em Psicologia Clínica I
= Estágio Supervisionado em Psicologia Organizacional I
= Estágio Supervisionado em Psicologia Escolar I
= Estágio Supervisionado em Psicopedagogia I
= Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal
Curso de Fisioterapia
Para matriculados no 7º termo:
=Fisioterapia em Cardiologia II – 6º termo
=Fisioterapia em Geriatria II – 6º termo
=Fisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia – 5º termo
=Fisioterapia em Neurologia II – 6º termo
=Fisioterapia em Ortopedia II – 5º termo
=Fisioterapia em Pediatria II – 6º termo
=Fisioterapia em Pneumologia II – 6º termo
=Fisioterapia em Reumatologia II – 6º termo
Para matrículas no 8º termo
=Estágio Supervisionado I
Curso de Educação Física
Para matrículas em Estágio Supervisionado em Atividade Física I
= Avaliação e Prescrição da Atividade Física - 6º termo
= Teoria do Treinamento Físico Desportivo I – 6º termo
Para matrícula em Estágio Supervisionado em Atividade Física II
= Estágio Supervisionado Atividade Física I – 7º termo
= Avaliação e Prescrição da Atividade Física – 6º termo
= Teoria do Treinamento Físico Desportivo II – 7º termo
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143
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Curso de Nutrição
Para matricula em Disciplinas Práticas em Nutrição – 6º termo
= Nutrição e Dietética – 4º termo
= Educação Nutricional – 4º termo
= Avaliação e Diagnóstico Nutricional – 5º termo
= Terapia Nutricional – 5º termo
Para matrícula em Estágio Supervisionado em Nutrição I – 7º termo
= Atividades Práticas em Nutrição – 6º termo
= Terapia Nutricional II – 6º termo
= Nutrição em Pediatria – 6º termo
= Nutrição Social – 6º termo
= Gerenciamento de Unidades de Alimentação e Nutrição – 6º
termo
Para matrícula em Estágio Supervisionado em Nutrição II – 8º termo
= Estágio Supervisionado do 7º termo
= Atividades Práticas em Nutrição – 6º termo
= Terapia Nutricional II – 6º termo
= Nutrição em Pediatria – 6º termo
= Nutrição Social – 6º termo
= Gerenciamento de Unidades de Alimentação e Nutrição – 6º
termo
TÍTULO III
DA AVALIAÇÃO
Art. 20 - O Processo de avaliação do estagiário deve levar em
conta, obrigatoriamente, a assiduidade e a produtividade ou
aproveitamento:
Parágrafo único - O professor supervisor acompanha o
desenvolvimento do estagiário, seu aproveitamento nas atividades
desenvolvidas, suas dificuldades, seu interesse, suas habilidades, suas
propostas e o seu processo de formação.
Art.
21
Será
considerado
aprovado
no
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO o aluno que obtiver, após cumprimento da carga
horária mínima prevista no currículo pleno, nota final igual ou superior
a 7,0 (sete), resultante das avaliações parciais aplicadas durante o
período de estágio;
Parágrafo único - Para a aprovação prevista no caput, são três as
condições integradas:
I
II
- cumprimento da carga horária mínima prevista;
- nota mínima 7,0 (sete) como nota final de estágio;
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144
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
III
- apresentação dos relatórios e outros documentos,
conforme orientação da supervisão, que comprovem a experiência
realizada.
TÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 22 – Aplica-se subsidiariamente a este Regulamento, o
Regimento Geral da UNIMAR e a legislação vigente sobre estágios
Art. 23 – Os casos não previstos são resolvidos pelo Coordenador
do Curso envolvido, cabendo recurso inicialmente ao Conselho do
respectivo Curso, e após, a Pró- Reitoria de Graduação.
Art. 24 - Este Regulamento fica fazendo parte integrante da
Portaria Prograd nº 12, de 31 de julho de 2008, entrando em vigor na
data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Marília, 31 de julho de 2008 José Roberto Marques de Castro Pró
reitor de Graduação
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145
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
6
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
CAPÍTULO I
DA FINALIDADE, OBJETIVO E IMPORTÂNCIA
Art. 1º - A FCHSA – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas da UNIMAR – Universidade de Marília, cria o Regulamento
Geral de TCC - Trabalho de Conclusão de Curso que tem por finalidade
estabelecer as normas gerais para sua realização, conforme determina
as Diretrizes Curriculares, orientando os acadêmicos na elaboração de
trabalhos de acordo com as normas da ABNT.
Art.
2º - Este regulamento objetiva a normatização da
atividade, bem como a explicação para os discentes das etapas e
atividades que envolvem a realização do Trabalho de Conclusão de
Curso.
Art. 3º - O TCC é uma produção escrita, com fundamentação
teórica, pesquisa documental e/ou pesquisa de campo, de acordo com
o tema escolhido, resultado de uma investigação em caráter de
iniciação científica.
Art. 4º - A importância do TCC consiste em um trabalho de
pesquisa exploratório – teoria e prática – de caráter individual ou em
dupla, através de um orientador, estruturado na forma de um
trabalho monográfico, em qualquer área do saber, devendo ser
abrangida pelo currículo de cada curso.
CAPÍTULO II
DOS PRÉ-REQUISITOS
Art. 5º - Os pré-requisitos para a realização do TCC são:
Parágrafo primeiro: O aluno só poderá iniciar o TCC no último ano do
curso se:
I
– tiver no máximo 3 (três) disciplinas pendentes (Não
cursada, trancada, reprovada por nota ou falta);
II
- Tiver seu Projeto de Pesquisa de TCC aprovado;
III
– Ter sido aprovado em Pesquisa em Serviço Social I e II
(5° e 6º Termos curso de Serviço Social).
Parágrafo segundo: para a realização do “TCC II” é
obrigatória a aprovação de “TCC I”.
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146
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CAPÍTULO III
DA ORIENTAÇÃO E SEUS REQUISITOS
Art. 6º - O aluno terá a sua disposição um orientador para seus
trabalhos monográficos;
Parágrafo único: As orientações obedecerão aos seguintes
requisitos:
O(s) orientador(es) das atividades de TCC II também serão
responsáveis pela aprovação dos itens abaixo relacionados, os quais
deverão ser definidos pelo Núcleo de Trabalho Acadêmico e de
Pesquisa da FCHSA:
▪
elaboração dos Termos de Compromisso dos alunos matriculados
em TCC II;
▪
cronogramas das orientações, bem como das entregas e das
defesas dos trabalhos finais para cada um dos cursos da FCHSA ;
▪
elaboração de convites com critérios de avaliação do TCC e
atestados de participação para os membros das bancas avaliadoras
dos trabalhos;
▪
elaboração de
atestados
de
defesa
oral para
os
alunos
que apresentaram os trabalhos;
▪
elaboração das atas das defesas orais apresentadas;
▪
encaminhamento à Direção de eventuais situações não
contempladas neste regulamento para o devido estudo e decisão.
2 . DA RESPONSABILIDADE DO ORIENTADOR
Art. 7º - O Orientador da(s) atividade(s) de TCC em cada curso,
será responsável pela:
I
–definição, junto à Direção, para a divulgação e explicação
dos procedimentos para a realização do TCC;
II
– definição do cronograma de prazos para a realização e a
entrega dos TCC, definindo períodos diferenciados para cada curso;
III
– definição de calendário, bancas e local de apresentação
dos trabalhos;
IV
– aprovação do calendário definido pelo Orientador;
V
– encaminhamento à Direção de eventuais situações não
contempladas neste regulamento.
DA RESPONSABILIDADE DO ORIENTANDO
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147
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Art. 8º – No período de realização do TCC, o aluno deverá
participar de reuniões agendadas com o Orientador, no mínimo,
quinzenalmente, de acordo com Calendário definido no início de cada
semestre, em caso de trabalhos em dupla, será considerada presença
individual.
Parágrafo único: O não comparecimento em três reuniões
seguidas ou cinco reuniões durante o semestre implicará na não
aceitação do trabalho para defesa em banca examinadora, e
conseqüente reprova.
CAPÍTULO IV
DOS REQUISITOS PARA APROVAÇÃO EM TCC I
Art. 9° - São considerados como requisitos mínimos para a
aprovação em TCC I, os seguintes itens:
a elaboração do projeto de pesquisa de acordo com as normas
vigentes neste Manual Acadêmico, contendo:
Elementos pré-textuais:
capa;
folha de rosto; sumário.
Elementos textuais:
1
Tema e Problema de Pesquisa (discussão introdutória a
respeito do assunto/tema de pesquisa conduzindo ao Problema de
Pesquisa, o qual deve finalizar esse tópico e ser apresentado na forma
de interrogação);
2
ação):
Objetivos (devem sempre começar com um verbo de
2.1
Geral (deve estar diretamente relacionado com o problema
de pesquisa);
2.2
Específicos (devem detalhar de que maneira será
solucionado o problema de pesquisa – os caminhos a serem
percorridos, observando a ordem crescente da proposta);
3
Hipótese(s) – elemento opcional (normalmente é
apresentada como uma pré-solução para o problema proposto,
servindo de caminho para a busca da resposta definitiva);
4
Justificativas (importância/relevância do tema, contribuição
científica – porque a pesquisa deve ser realizada);
5
Fundamentação Teórico-Empírica (revisão de literatura
acerca do assunto/tema escolhido);
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148
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
6
Metodologia
(descrição
dos
instrumentos,
dos
procedimentos, das ferramentas, dos caminhos para se atingir o
objetivo da pesquisa);
7
Definição de termos (definição dos principais termos
utilizados no trabalho);
8
Cronograma (descrição das etapas/fases da pesquisa e sua
distribuição ao longo do tempo).
Elementos pós-textuais:
referências;
apêndice – elemento opcional;
anexo – elemento opcional.
- a elaboração do segundo capítulo (mesmo que de forma parcial
e adaptado à realidade de cada trabalho), contendo a revisão de
literatura referente aos objetivos propostos.
- a nota final das referidas atividades, será o resultado de uma
análise com base nas orientações e nos trabalhos escritos (P1 =
projeto parcial; P2 = projeto concluído e desenvolvimento do segundo
capítulo), atribuídas pelo(s) Orientador(es), de acordo com o
calendário da FCHSA.
- a média mínima (entre as notas de P1 e P2) para aprovação é
sete (7,0), não sendo permitida a realização de Exame.
I
a)
b)
c)
d)
e)
f)
– Revisão do Projeto contendo:
Introdução
Justificativa
Objetivo
Metodologia
Cronograma
Referências;
II
– Elaboração da Fundamentação Teórica;
III
– Elaboração do Cronograma para as atividades referentes
ao TCC II;
IV – A nota será atribuída pelo Orientador, de acordo com
calendário da FCHSA.
CAPÍTULO V
DOS REQUISITOS PARA APROVAÇÃO EM TCC II
Art.
10 - São considerados como requisitos para a aprovação
em TCC II, a conclusão de trabalho escrito e apresentação/defesa oral
perante a banca examinadora, sendo que:
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149
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
▪
os alunos deverão entregar 3 (três) cópias do trabalho
escrito (encadernação em espiral) ao orientador, uma semana antes
da data de defesa marcada no calendário estipulado pela FCHSA;
▪
a assinatura do Termo de Compromisso determinado pela
FCHSA da Unimar;
▪
as sessões de defesa dos trabalhos são públicas e serão
realizadas de acordo com o calendário divulgado pela FCHSA;
▪
o(s) aluno(s) que não comparecer(em) em local, data e
horário definidos será(ão) reprovado(s), salvo exceções de acordo
com legislação em vigor;
▪
cada sessão terá duração de no máximo 60 (sessenta)
minutos, sendo o máximo de:
vinte minutos (20min.) para apresentação do Trabalho pelo(s)
aluno(s);
trinta minutos (30min.) para questões e comentários da Banca;
dez minutos (10min.) para atribuição da nota e encerramento da
sessão;
▪
cada banca examinadora será composta por três membros
assim definidos:
- Orientador(a) que irá presidi-la;
- dois membros escolhidos pela FCHSA e/ou pelo(a)
Orientador(a), dentre o corpo docente da Unimar - podendo ainda, um
dos membros não pertencer ao corpo docente referido, mas que
possua curso superior, ou seja, ser um profissional da área em
questão, desde que não apresente grau de parentesco com os alunos
em avaliação;
Observações:
- no caso do não comparecimento de um dos membros da banca,
a apresentação do Trabalho ainda será realizada, sendo que tal
questão não se atribui ao Orientador;
- deve, sempre que possível, ser mantida a eqüidade no número
de indicações para compor as bancas examinadoras, por semestre,
procurando ainda evitar-se a designação de avaliadores para um
número superior a 10 (dez) bancas examinadoras.
▪ a nota final será o resultado de uma análise qualitativa dos
critérios definidos pela FCHSA, sendo que a nota mínima para
aprovação é sete (7,0) e não há a realização de Exame;
CAPÍTULO VI
DA ENTREGA DO TRABALHO ESCRITO E CONCLUÍDO
Art. 13 - Depois de aprovado(s) na defesa do Trabalho, sob
pena de não receberem o diploma, o(s) aluno(s) deve(m):
▪ realizar as correções solicitadas pela banca examinadora
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150
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
(quando for o caso);
▪ entregar na secretaria da FCHSA, uma cópia do trabalho escrita,
encadernada em capa dura e com letras douradas, nas cores dos
respectivos cursos (azul royal para a Administração, bordô para as
Ciências Contábeis, preto para o Direito, e verde oliva para o Serviço
Social) e uma cópia do trabalho em versão eletrônica, formato PDF
(disquete ou CD);
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 14 – O presente só pode ser alterado através do voto da
maioria absoluta dos membros da Comissão.
Art. 15 – Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação,
revogadas as disposições em contrário.
Marília, 14 de junho de 2007.
CLÁUDIA PEREIRA DE PÁDUA SABIA
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151
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
7
AVALIAÇÕES INSTITUCIONAIS
7.1
AVALIAÇÃO DO CURSO
PORTARIA PROGRAD 01/2003
O professor do Curso de Ciências Contábeis obedece à portaria
Prograd nº 01/2003 onde determina a realização de avaliações no
primeiro e segundo
bimestre, de cada semestre letivo, e deverá
apresentar, obrigatoriamente, uma nota
denominada
média
geral
resultante de, no mínimo, duas avaliações aplicadas dentre trabalhos
escritos ou orais, individuais ou em grupos, seminários, pesquisas,
argüições
e
mais
a
prova
escrita
oficial
prevista
no calendário
acadêmico.
Cada
professor
deverá
determinar
nas
provas
escritas
bimestrais e nos exames, quais os valores de cada questão que
servirá
para
avaliar
o
conhecimento do aluno e os formulários
utilizados deverão ser personalizados.
A duração da prova, respeitando a particularidade da disciplina,
terá seu tempo estipulado pelo professor, antes de seu início.
Após a correção das avaliações e das provas bimestrais, o
professor deverá na aula seguinte explicar as questões aplicadas e
desfazer
qualquer
dúvidas, apontando os erros cometidos pelos
alunos.
O aluno que não comparecer à avaliação na data fixada ou se
desejar substituir a menor nota das avaliações anteriores, poderá
requerer uma prova substitutiva para cada disciplina perdida, de
acordo com calendário acadêmico.
Neste caso a prova deverá ser aplicada, abrangendo todo o
programa da disciplina naquele semestre e deverá ser dissertativa
para conteúdos teóricos com o mínimo de 5 (cinco) questões.
Ao final se o aluno alcançar a média igual ou superior a 7,0
(sete) entre
as
médias
dos
bimestres
será
aprovado
sem
a
necessidade do exame final e para aqueles que atingirem médias
inferiores, deverão fazer o exame final que somado com as médias
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
152
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
dos bimestres deverão atingir média igual ou maior do que 5 (cinco).
Além da avaliação por notas, acima, o aluno deverá ter
freqüência no mínimo de 75% das aulas, por disciplina.
7.2
AVALIAÇÕES DOS PROFESSORES
Há alguns anos (desde 2000) a Universidade de Marília – UNIMAR
vem avaliando seus professores através de perguntas respondidas pelos
alunos do curso de Ciências Contábeis.
Numa data pré-estabelecida, sem o conhecimento dos discentes, o
coordenador do curso de Ciências Contábeis vai a cada uma das salas para
explicar o motivo da Avaliação. Lê todas as perguntas e esclarece todas as
dúvidas. Em seguida distribui os questionários e aguarda até que o último
aluno tenha termine de preencher.
Preenchido
os
questionários
pelos
alunos,
os
envelopes
são
lacrados e encaminhados para a confecção das planilhas para alimentar um
banco de dados.
Através de estudos foram desenvolvidas planilhas com fórmulas
matemáticas e estatísticas para apuração do resultado.
Os resultados são apurados, individualmente, com a quantidade
de conceitos “ótimos”, “bons”, “regulares”, “fracos” e “insuficientes”.
Para cada uma das perguntas (por disciplina) foi atribuído o peso
correspondente
ao
conceito
indicado
pelo
aluno.
Calculou-se
a
da
média individualizada por pergunta, por disciplina, por termo e geral
pelo curso de Ciências Contábeis desta Universidade.
Além das médias, apuradas de acordo com o parágrafo anterior,
foram
calculados os percentuais de conceitos (5-ótimo, 4-bons, 3-
regulares, 2-fracos e 1- insuficientes) para cada uma das disciplinas de
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153
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
acordo com cada uma das perguntas do questionário.
Para essa avaliação são formuladas as seis (06) perguntas abaixo
relacionadas:
a) metodologia e didática do professor;
b) conhecimento e domínio do assunto;
c) capacidade de relacionar teoria X prática;
d) pontualidade do docente: entrada e saída da sala de aula;
e) se as avaliações estão coerentes com o conteúdo ministrados;
f)
com relação a expectativa quanto a disciplina.
A seguir demonstra-se o resultado da avaliação dos docentes nos
últimos dez (10) anos para o Curso de Ciências Contábeis.
ANO
20
02
20
03
20
04
20
05
20
06
20
07
20
08
20
09
20
10
20
11
20
12
Média 1º semestre
Não
teve
4,
32
4,
35
4,
32
4,
37
Não
teve
4,
31
4,
33
4,
31
4,
40
Média do 2º
semestre
4,
40
4,
40
4,
20
4,
49
4,
60
4,
45
4,
31
4,
24
4,
32
4,
38
8
ATIVIDADES ARTICULADAS AO ENSINO DA GRADUAÇÃO
8.1
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – REGULAMENTO
PORTARIA PROGRAD Nº 12, DE 31 DE JULHO DE
2008
Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089
154
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Art
1º
O
presente
conjunto
de
normas
tem
por
finalidade
estabelecer critérios para o a proveitamento e validação das atividades
complementares que compõem currículo pleno dos cursos de graduação
e os de tecnologia superior da Universidade de Marília, sendo o seu
integral cumprimento requisito indispensável à conclusão do respectivo
curso e a colação de grau.
Art 2º O objetivo geral das atividades complementares é o de
flexibilizar
o
currículo pleno dos cursos e propiciar aos alunos a
possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar.
Art 3º Compõem as atividades complementares do currículo pleno
de cada curso, com os respectivos limites de horas, as seguintes:
I - disciplinas optativas ofertadas por cursos da UNIMAR e que não
integram a grade curricular do curso matriculado, até 80 horas;
II -
estágios
extra-curriculares
em
áreas
afins
à
formação
acadêmica realizados tanto na própria Unimar como extra-muros, até 40
horas;
III - monitorias em disciplinas pertencentes ao currículo pleno do
curso, até 40 horas por semestre, limitadas a 80 horas no total;
IV - projetos e programas de pesquisa orientados por docentes do
Curso e aprovados pelo Conselho de Curso, até 40 horas por semestre,
limitadas a 80 horas no total;
V - projetos e programas de extensão coordenados por docentes da
Unimar e aprovados pelo Conselho de Curso, até 40 horas por semestre,
limitadas a 80 horas no total;
VI -
profissional,
eventos
diversos
seminários,
nas
simpósios,
respectivas
congressos,
áreas
de
atuação
conferências,
etc.,
obedecendo os seguintes limites:
a - evento local – até 08 horas por dia;
b - evento em outra cidade – até 10 horas por
dia; c - limite por evento – até 50 horas;
d - limite total – até 100 horas.
VII - outras atividades complementares, limitadas a até 40 horas por
semestre e 80 horas no total, compreendendo:
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155
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
a - representação
estudantil; b - cursos de
línguas;
c - assistência de defesas de monografias;
d- atividades diversas, analisadas e autorizadas antecipadamente,
em cada caso específico, pelo Coordenador do Curso.
VIII - produção científica
-
artigos
publicados
em
periódicos,
trabalhos apresentados em congressos ou outros eventos científicos,
considerando a carga horária de 40 horas por trabalho publicado ou
apresentado.
§ 1º - As atividades de que trata o inciso I necessitam ser
autorizadas
previamente
pelo
Coordenador
do
Curso,
mediante
requerimento justificado e documentado pelo aluno.
§ 2° - As atividades de que tratam os incisos IV, V e VI, quando
promovidas pelo Curso, ou por ela referendadas, são consideradas
complementares válidas, respeitada a carga horária máxima fixada.
§ 3° - As atividades de que tratam os incisos VI e VII, quando
promovidas
por
necessitam
ser
outras
validadas
instituições
pelo
que
não
Coordenador
o
do
respectivo
Curso,
Curso,
mediante
requerimento justificado e documentado pelo aluno.
Art. 4° - As atividades complementares terão a carga horária global
previstas e fixadas no currículo pleno de cada Curso de Graduação e de
Tecnologia Superior, devendo seu cumprimento distribuir-se, a partir do 2°
termo, ao longo do curso.
§ 1º - É obrigatório o preenchimento da carga horária global
mínima com pelo menos três (3) grupos de atividades dentre as explicitadas
neste artigo.
§ 2º - Os prazos previstos e obrigatórios para a conclusão e
entrega dos trabalhos referentes às Atividades Complementares, é de:
1. cursos com duração de oito semestres = até o final do 7° termo;
2. cursos com duração de nove semestres = até o final do 8° termo;
3. cursos com duração de dez semestres = até o final do 9° termo.
Art. 5° - Caberá ao Coordenador do respectivo Curso:
I - elaborar o calendário anual de atividades complementares que
serão ofertadas pelo Curso;
II - aprovar o plano de atividades complementares de cada aluno;
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156
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
III - exigir a comprovação documental pertinente;
IV - controlar as atividades cumpridas pelos alunos;
V -
remeter
para
a
Secretaria
complementar e a respectiva carga
Geral
o
tipo
horária computada
de
atividade
para fins de
registro no histórico escolar correspondente.
Art. 6° - É da exclusiva competência do Coordenador de Curso a
atribuição das horas de atividades complementares de cada aluno, dentro
dos tipos e limites fixados neste Regulamento.
Parágrafo único – Os Coordenadores de Curso podem baixar normas
complementares para cada tipo de atividade, especificando a exigência
de certificados de freqüência e participação, notas obtidas, carga horária
cumprida, relatório de desempenho, relatórios individuais circunstanciados
e avaliados e outro instrumentos para evitar abusos e fraudes.
Art. 7° - O cumprimento do total da carga horária prevista para as
atividades
complementares
até
a
data
estabelecida
pelo
Calendário
Acadêmico, é requisito para a Colação de Grau Acadêmico do aluno.
§ 1º - o não cumprimento do disposto no "caput," obriga o aluno a
efetuar a matrícula na modalidade Atividades Complementares no semestre
seguinte e efetuar o pagamento da respectiva taxa de matrícula.
§ 2º - A Certidão de Colação de Grau e demais documentos
pertinentes a conclusão de curso do aluno somente serão expedidos após
a complementação da carga horária das Atividades Complementares.
Art. 8º - Este Regulamento entra em vigor na data da sua publicação,
revogadas as disposições em contrário e fica fazendo parte integrante da
Portaria Prograd nº 12, de 31 de julho de 2008.
Marília, 31 de julho de 2008
José Roberto Marques de
Castro Pró-Reitor de
Graduação
8.2 SEMANA DE ESTUDOS
O Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR reserva o equivalente a uma semana durante o ano destinada
a Palestras para os alunos do curso e eventualmente abrem-se as portas
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
para a comunidade.
As
palestras
são
realizadas
por
profissionais
do
Conselho
Regional de Contabilidade – CRC ou profissionais da área contábil com
temas que envolvem
assuntos relacionados com a Contabilidade,
normalmente, assuntos atuais e/ou assuntos não vistos pelas Disciplinas
normais do curso.
Reserva-se, ainda, um dia para uma palestra motivacional.
Para os alunos presentes são confeccionados um Certificado
que dá o direito a utilização das horas nas Atividades Complementares.
8.3 AUDITORIA
A Auditoria Externa ou Auditoria Independente surgiu como
resultado da evolução da economia moderna para o capitalismo.
A demanda de novos produtos para o consumo e a conquista de
mercados emergentes, obrigou a economia moderna adaptar-se às
novas
regras
para
o
financiamento
dos
capitais
das
empresas,
portando, o valor do “lucro” passou a ser o objetivo principal dos
administradores capitalistas.
O lucro imediato significa o retorno do capital aplicado em curto
espaço de tempo. As demonstrações contábeis se constituem em
documentos de grande valor decisório, pois a sua análise determina de
imediato,
a
capacidade
de
solvência,
demonstrando
de
forma
planificada, a saúde financeira da empresa.
Diante do exposto, alunos do curso de Ciências Contábeis da
Universidade de Marília - UNIMAR, supervisionado pelo professor da
disciplina
de Auditoria, vem praticando uma experiência real de
trabalho prático, oferecendo
às
entidades
beneficiadas
de
nossa
região, um trabalho para determinar a veracidade das Demonstrações
Contábeis através de técnicas de Auditoria.
O objetivo deste trabalho prático é determinar, com participação
integral dos alunos do Sétimo e Oitavo Termos do Curso de Ciências
Contábeis, um levantamento financeiro nas contas de qualquer entidade
interessada.
O projeto obedece ao seguinte cronograma:
-
Planejamento das funções distribuídas em grupos de
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158
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
alunos;
-
Trabalhos de preparação da documentação a ser
manipulada;
-
Busca e análise dos documentos financeiros da entidade;
-
Relatório com Carta de Recomendação e Parecer final.
Após o cotejo das cópias de cheques com os respectivos
documentos contábeis e fiscais originais, por um grupo pré-estabelecido,
são confeccionadas as planilhas financeiras, por ordem de data, valor e
nº do cheque compensado.
Outro
grupo
faz
a
conferência
de
todas
as
informações
digitadas nas planilhas com os respectivos cheques compensados
constantes dos extratos bancários, com a finalidade de comprovar se
todos os valores sacados das contas bancárias estão com o devido
comprovante fiscal.
Faz-se,
recebidas
ainda,
pela
uma
análise
tributária
das
notas
fiscais
entidade, checando os compromissos fiscais e o
cumprimento das obrigações acessórias e principais de cada fato,
observando se as várias obrigações geraram os tributos ou, se foram
simplesmente ignoradas, o que poderá
acarretar sanções fiscais,
principalmente no âmbito da Previdência Social.
Encerrado o levantamento das contas descritas no Balanço
Patrimonial
e
Demonstrativo
de
Resultados
do
Exercício,
são
elaborados os Relatório Auxiliares, tais como:
-
Demonstrativo do Fluxo de Disponibilidade;
-
Demonstrativo das Origens e Aplicação de Recursos;
-
Além do cotejo integral das receitas e das despesas.
Como em todo trabalho prático, as dificuldades acontecem,
mas os grupos juntamente com o Professor responsável pela disciplina
procuram solucioná-las de imediato.
O Relatório Final é inserido numa peça técnica denominada
PARECER, onde os alunos do Curso de Ciências da Universidade de
Marília
–
UNIMAR,
funcionam
como
verdadeiros
Auditores
Independentes do Curso de Contábeis, além de uma CARTA DE
RECOMENDAÇÃO onde serão descritos todos os fatos encontrados e
todas as soluções possíveis e cabíveis naquele momento e naquela
situação.
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159
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Desta forma, o trabalho é encerrado com a entrega de todo o material
colecionado e em sessão solene com a presença de todos os alunos
participantes do trabalho e dos responsáveis pela entidade auditada.
8.4 PERÍCIA CONTÁBIL
A disciplina da grade curricular tem o propósito de fornecer aos
alunos uma visão introdutória, conceitos de perícia contábil e estudos
de caso com exercícios práticos, tanto no campo de atuação direta do
bacharel em ciências contábeis, como áreas de conhecimento técnico
das quais se requer um mínimo necessário à iniciação do contador para
o exercício em quaisquer de suas outras especialidades.
O campo de atuação do profissional de contabilidade inclui
diversos caminhos, mas o seu convívio com a perícia contábil é
extremamente
próximo,
independente
de
sua
formação.
Se
especializado nesta área de conhecimento técnico e passando a
exercê-la como atividade exclusiva notará que a perícia é permanente e
rotineira.
O Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR oferece um trabalho aos alunos do 7º Termo que deve ser
realizado em grupo de no máximo 4 alunos referente ao LAUDO
PERICIAL CONTÁBIL extraído de um processo real.
O professor da disciplina de Perícia Contábil II fornece cópias
xerográficas de alguns processos reais da Justiça do Trabalho ou da
Justiça Federal para que sejam analisados, estudados e a final
emitido um Laudo Pericial Contábil.
Durante o período, normalmente ao final de cada aula, o
professor esclarece as dúvidas que podem surgir quando da análise e
entendimento dos documentos constantes do processo.
Esclarecidos e entendido, os alunos emitem o Laudo Pericial que
devem conter dados que serão utilizados pelo Juízo em tomada de
decisão na fase de instrução do processo ou em cálculos que serão
utilizados
para
liquidar
uma
sentença, sempre acompanhado de
planilhas.
Terminado o trabalho e emitido o Laudo Pericial Contábil os
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160
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
alunos oferecem uma cópia aos demais grupos para que todos tenham
diversos
tipos
de
laudos
e
apresentam
em
multimídia
com
a
participação obrigatória de todos os participantes do grupo e entregam
uma cópia escrita para que seja avaliado pelo professor da disciplina.
8.5 LABORATÓRIO CONTÁBIL
O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília –
UNIMAR, conta com um laboratório de informática com 25 computadores
ligados em rede
onde
são
ministradas
as
aulas
de
Laboratório
Contábil para os dois últimos Termos (7º e 8º) com acesso a rede
mundial de computadores (internet).
Para
as
aulas
de
laboratório
contábil
são
utilizados
os
softwares de Contabilidade e Escrita Fiscal de grande aceitação no
mercado.
Esta é uma parceria entre a Universidade de Marília com a
empresa SOFOLHA através de seus programas de contabilidade e escrita
fiscal.
A empresa fornecedora do programa disponibiliza a atualização,
sempre que acontece alguma modificação, quer seja interna ou na
legislação.
Neste curso os alunos aprendem a cadastrar todos os dados
necessários para utilização em contabilidade, tais como: Razão Social
da empresa, endereços, CNPJ, Inscrições em todas as repartições,
forma
de
distribuição
de
lucro,
tipo
de
Imposto
de
Renda,
Encerramento dos exercícios, planos de contas, quem assina pela
empresa e pelo escritório de contabilidade, e diversos outros cadastros.
Após a fase do cadastramento, cria-se uma empresa comercial
onde são feitas
as
simulações
de
movimentos
diários
que
são
lançados nas contas da empresa.
Estas
simulações
atende
a
todo
tipo
de
movimentação
estudada pelo aluno, tais como, bancária, caixa, compra de mercadoria,
venda de mercadoria, compra de imobilizado, empréstimos financeiros,
apropriação de juros, folha de pagamento, impostos e taxas (ICMS, PIS,
COFINS, FGTS, INSS) e outras.
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161
PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Feitas todas as simulações, o aluno está em condição de
encerrar o período apurando o Custo das Mercadorias Vendidas e
imprimindo todos os
Balancetes,
Balanço
relatórios contábeis necessários, tais como:
Patrimonial,
Demonstrativo do Resultado do
Exercício, Livro Diário, Razão, Livro de Entrada, Livro de Saída e outros.
8.6 HISTÓRIA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA
De acordo com a Portaria da PROGRAD, Nº 12/2013, elaborada pelo PróReitor Acadêmico, Prof. José Roberto Marques de Castro, em obediência às
exigências das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico Raciais e pela necessidade de incentivar as pesquisar científicas,
segundo os princípios e os referenciais teóricos definidos nas DCN, foi criado
o Núcleo de Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
São atribuições deste Núcleo:
1.
Oferecer a disciplina História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena a
todos os cursos mantidos pela Unimar;
2.
Desenvolver pesquisas com finalidade de promover os conteúdos
que suprirão a demanda dos cursos de graduação;
3.
Promover cursos a docentes da Educação Básica e a comunidade.
A disciplina terá 40(quarenta) horas, que será oferecida, no curso de Ciências
Contábeis, no 8º termo. A avaliação do desempenho escolar é feita incidindo
sobre a frequência e o aproveitamento obtidos no semestre letivo.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver, após o cumprimento da
carga horária minima, nota final igual ou superior a sete (7,0), resultante das
avaliações arciais aplicadas durante o periodo letivo.
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PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
9
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CARNEIRO, José Domingues (Org.); et al. Proposta nacional de conteúdo
para o curso de graduação em Ciências Contábeis. 2ª ed. (revisada e
atualizada). Brasília: Fundação Brasileira de Contabilidade, 2009.
Conselho Federal de Educação – Resolução nº. 3 de 05 de
Outubro de 1992. Brasília: 1992
FACEG - Faculdade de Ciências Administrativas, Econômicas e Contábeis
de Guaxupé. Projeto Pedagógico. Minas Gerais: 2004
FBC – Funcação Brasileira de Contabilidade. Proposta Nacional de
Conteúdo para o Curso de Graduação em Ciências Contábeis.
Brasília: 2008
FECAP - Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Projeto
Pedagógico para o Curso de Ciências Contábeis. São Paulo: 2004
FECAP
-
Fundação
Escola
de
Comércio
Álvares
Penteado.
Edição
Comemorativa 1902-1992. São Paulo: Editora Letras e Letras, 1992.
FECAP - Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Diretrizes
Acadêmicas
2002. Edição Comemorativa 100 anos de FECAP – São
Paulo: Atlas, 2002
MARION, José Carlos. O ensino da contabilidade. São Paulo: Atlas,
1996.
MARION, José Carlos. Artigo: Reflexões sobre “Proposta de
um Projeto Pedagógico para o Curso de Ciências Contábeis
da FEA/USF” – Outubro/1998.
MARION,
José
Carlos.
A
Busca
da
Qualidade
no
Ensino
Superior de Contabilidade no Brasil. São Paulo: Artigo
Site do www.mec.gov.br. Legislações e Pareceres pertinentes ao Curso de
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