PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS SUMÁRIO 1. UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – UNIMAR ..................................................................................... 5 1.1 2. 3 4 A UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – HOJE ......................................................................... 6 O ENSINO DE CONTABILIDADE NO BRASIL.......................................................................... 7 2.2 O PROFISSIONAL, SEGUNDO O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE.......... 12 2.3 O EXERCÍCIO PROFISSIONAL ....................................................................................... 13 O CURSO DE CONTABILIDADE NA UNIMAR ...................................................................... 13 3.1 DADOS GERAIS DO CURSO .......................................................................................... 15 3.2 DIMENSIONAMENTO DAS TURMAS ........................................................................... 16 3.3 PERFIL DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR ....................................... 16 3.5 FORMA DE ACESSO AO CURSO ..................................................................................... 21 3.6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO ................................................... 24 3.7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ............. 26 3.8 ATO AUTORIZATIVO ANTERIOR OU ATO DE CRIAÇÃO .................................................... 30 3.9 RESULTADOS NO PROVÃO............................................................................................... 30 3.10 RESULTADOS NO ENADE .............................................................................................. 31 3.11 RESULTADOS NO EXAME DE SUFICIÊNCIA ................................................................. 32 3.12 GUIA DO ESTUDANTE DA EDITORA ABRIL ................................................................. 32 3.13 DADOS ESTATISTICOS ................................................................................................... 33 ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR ...... 34 4.1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA ............................................................................................ 34 4.2 ESTRUTURA PEDAGÓGICA ........................................................................................... 36 4.3 CONTEÚDOS CURRICULARES ....................................................................................... 36 4.3.1 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO......................................... 37 4.4 GRADE DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR .............................................. 38 4.5 PROGRAMA ANALÍTICO DAS DISCIPLINAS ....................................................................... 40 5 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ...................................................................... 137 6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................................................. 146 7 AVALIAÇÕES INSTITUCIONAIS.......................................................................................... 152 8 7.1 AVALIAÇÃO DO CURSO ............................................................................................... 152 7.2 AVALIAÇÕES DOS PROFESSORES ............................................................................... 153 ATIVIDADES ARTICULADAS AO ENSINO DA GRADUAÇÃO ............................................ 154 8.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................. 154 8.2 SEMANA DE ESTUDOS ................................................................................................. 157 8.3 AUDITORIA .................................................................................................................. 158 8.4 PERÍCIA CONTÁBIL ..................................................................................................... 160 8.5 LABORATÓRIO CONTÁBIL .......................................................................................... 161 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 2 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 8.6 9 HISTÓRIA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA............................................. 162 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................................... 163 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 3 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS APRESENTAÇÃO Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do curso noturno de CIÊNCIAS CONTÁBEIS da Universidade de Marília – UNIMAR, além dos dados históricos da Universidade de Marília – UNIMAR e os dados referentes ao Ensino de Contabilidade no Brasil. Demonstra-se o perfil do curso, o perfil do egresso, a forma de avaliação, os objetivos, as justificativas, as características e todos os dados gerais do curso noturno de Ciências Contábeis da Universidade de Marília - UNIMAR com detalhes da estrutura pedagógica com todas as disciplinas ministradas durante os oito termos, as ementas, a bibliografia básica e complementar utilizada em cada disciplina, o estágio curricular, o trabalho de conclusão de curso e as atividades articuladas ao ensino da graduação. A proposta da Universidade é oferecer um curso de Ciências Contábeis com a finalidade de formar profissionais com uma visão global do meio social, político, econômico e cultural com domínio total das habilidades técnicas da ciência contábil, bem como, profissionais éticos e cientes da responsabilidade que a detêm. O profissional da área de Ciências Contábeis tem a vantagem de contar com um mercado extremamente multifacetado onde pode desempenhar papéis relacionados a serviços rotineiros de escritório a gerenciando de pequenas, médias e grandes profissional liberal em escritórios, assessorias, empresas, ou como consultorias ou outras especialidades em empresas públicas ou privadas. O especialista em contabilidade tem sido procurado cada vez mais em razão das constantes modificações sócias econômicas mundiais, bem como, criar e manter controles eficazes da enorme carga tributária de nosso país. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 4 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1. UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – UNIMAR A instituição surgiu em Marília, no ano de 1938, quando a cidade - com apenas 9 anos - já apresentava perspectivas de desenvolvimento comercial, industrial e agrícola, inclusive com aumento surpreendente dos índices populacionais. Nessa ocasião, o professor Glicério Póvoas conseguiu a criação da Escola de Comércio da Alta Paulista, denominada então Academia de Comércio de Marília, que instalou o curso de Ciências Econômicas. Posteriormente em 30 de dezembro de 1956, deu origem à Associação de Ensino de Marília, hoje mantenedora da Unimar. De lá para cá o crescimento foi natural, acompanhando a evolução do próprio País. Em 1956 com a constituição da Associação de Ensino de Marília foram oferecidos os cursos: Ginasial, Escola Normal, Colégio Comercial e a Faculdade de Ciências Econômicas. Tinha como objetivo a expansão de cursos superiores, para Marília e região. A partir da década de 1970 vários cursos superiores foram criados como Educação Física, Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, Estudos Sociais, Ciências, Educação Artística, Psicologia, Serviço Social e Odontologia. Na década de 1980 foram criados Medicina Veterinária, Ciência da Computação, Tecnologia em Processamento de Dados. Em 1985, à Associação de Ensino assumiu a mantença dos cursos Superiores na época pertencia à Fundação Tamoio de Ensino e Cultura da cidade de Tupã. Foram incorporados à Associação de Ensino de Marília outros seis cursos: Arquitetura e Urbanismo, Ciências (Matemática), Letras, História, Geografia e Pedagogia. No entanto, a partir do 2º semestre de 1994 as atividades desses cursos na cidade de Tupã foram suspensas; os alunos remanescentes foram transferidos para os mesmos cursos em funcionamento, na cidade de Marília. Ainda, em 1985, já com 20 cursos superiores e oferecendo 2800 vagas anuais, as Faculdades Integradas de Marília encaminharam ao Conselho Federal de Educação Carta-Consulta solicitando sua transformação em universidade, pela via de Reconhecimento. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 5 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Em 26/04/88, às Faculdades Integradas de Marília foram reconhecidas como Universidade de Marília – UNIMAR. Desde a transformação em Universidade, a Associação de Ensino de Marília passou a realizar vultosos investimentos, a fim de promover condições adequadas para o ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento. Foram criados novos cursos, adquiridas novas áreas de terreno para construções de várias instalações. Destacamos a construção do Hospital Universitário, novas salas de aula, laboratórios, salas-ambiente, clínicas, bem como a constante aquisição de todos os equipamentos e infra- estrutura requeridos para a necessária qualidade dos cursos. 1.1 A UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – HOJE Atualmente o campus universitário da UNIMAR é considerado o maior do Brasil. A universidade está instalada numa área de 350 alqueires, parte destinada às edificações que abrigam mais de 30 cursos superiores e parte à Fazenda Experimental “Marcelo Mesquita Serva”, onde são desenvolvidas as práticas agrícolas, criação de animais, ordenha e demais atividades ligadas aos cursos da área de Ciências Agrárias: Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária e Zootecnia. A Fazenda Santa Filomena, localizada a 45 quilômetros da Universidade, possui 980 alqueires e é utilizada para a criação de animais de grande porte e para culturas agrícolas. A 18 quilômetros do campus há também a Fazenda Água Limpa, destinada a bovinocultura de leite e de corte, além de centro de referência em alta tecnologia na produção e reprodução de raças de pura origem. Infra-estrutura modelo e alta tecnologia marcam as instalações do campus, que, atualmente, transformou-se numa verdadeira cidade, São avenidas pavimentadas e arborizadas, em mais de 216.000 m² de área construída. Aqui se oferecem serviços básicos aos acadêmicos: restaurantes, livraria, posto bancário, caixas de correio, áreas de lazer, esporte e recreação, entre outros. CURSOS DE GRADUAÇÃO OFERECIDOS PELA UNIVERSIDADE Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 6 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS A Universidade de Marília oferece os seguintes cursos de graduação: Administração Alimentos Análise e desenvolvimento de Sistemas Arquitetura e Urbanismo Biomedicina Ciências Contábeis Design de Produto Direito Educação Física Enfermagem Engenharia Agronômica Engenharia Civil Engenharia de Alimentos Engenharia de Produção Mecânica Engenharia Elétrica Engenharia Química Farmácia (Bioquímica/Industrial) Fisioterapia Jornalismo Letras Manutenção industrial Medicina Medicina Veterinária Nutrição Odontologia Pedagogia Produção Sucroalcoleira Psicologia Publicidade e propaganda Serviço Social Zootecnia Curso Superior de Tecnologia em Alimentos Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Manutenção Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanas Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Segurança Privada 2. O ENSINO DE CONTABILIDADE NO BRASIL A profissão de contabilista foi regulamentada no Império, quando D. Pedro II, em 1850, ao sancionar o Código Comercial Brasileiro faz surgir a pessoa do guarda-livros que passou a ser considerado um agente auxiliar do comércio. Dispõe, ainda, neste primeiro Código, no item 3 do artigo 35 que este guarda-livros também seria considerado um preposto da Casa Comercial e antes de iniciar seus serviços deveria receber do empregador uma nomeação por escrito e esta nomeação deveria ser inscrita no Tribunal do Comércio. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 7 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Naquela época não existiam pessoas diplomadas, portanto, presumese que os contabilistas (guarda-livros) eram práticos que conheciam as rotinas de comércio, mas já utilizavam as partidas dobradas, conhecida na época como “quarta fórmula”. A primeira escola de Contabilidade no Brasil surgiu em 1902, quando o então presidente Rodrigues Alves, em janeiro de 1905, através do decreto federal nº 1339, reconheceu e declarou de utilidade pública e em caráter oficial, os diplomas conferidos pela Academia do Comércio do Rio de Janeiro, Escola Prática do Comércio de São Paulo, Instituto Comercial do Distrito Federal e Academia de Comércio de Juiz de Fora e providenciou a organização dos cursos, dividindo-o em dois: um geral e outro superior. Iniciou-se em 1908 o “Curso Superior de Ciências Comerciais”. Em 1915 fundou-se a primeira entidade de contabilista, o Instituto Brasileiro de Contadores Fiscais. Em 1916 foram fundados a Associação de Contadores de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Contabilidade. Em 1924, liderado pelo senador João Lyra, foi realizado o primeiro Congresso Brasileiro de Contabilidade, onde deu início a campanha para regulamentar a profissão do Contador. Em 1927, o contabilista Francisco D’Auria lançou a idéia do Registro Geral de Contabilista do Brasil, o que foi início para chegarmos ao complexo CFC e CRCs. Em 1930, sob a liderança do governo Brasileiro comandado por Getulio Vargas foram regulamentadas diversas profissões, entre elas, a de contabilista. Em 1931, pelo decreto nº 20158, foram criados os cursos de Contabilidade propriamente ditos, instituindo o Curso Técnico de Contabilidade com duração de dois anos para formar "guarda livros" e de três anos para formar "Peritos Contadores" e o registro obrigatório na Superintendência do Ensino Comercial. Em 1932, o governo provisório baixou o decreto nº 21033, estabelecendo novas condições para registros dos contadores e guardalivros, resolvendo o problema daqueles chamados “práticos”, dando-lhes condições e prazos para seus registros e a partir deste momento a profissão contábil passou a exigida através da preparação escolar. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 8 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Em 1943, pelo Decreto Lei 6141, os cursos técnicos foram transformados na categoria de cursos médios, garantido ao formando o título de Técnico de Contabilidade. Em 1945, foi instituído o Curso de Ciências Contábeis e Atuarias pela Lei nº7938. Em 1946, surgiu o Conselho Federal de Contabilidade, que contribuiu de maneira extraordinária para a boa qualidade do ensino superior da Contabilidade. Em 1951, através da Lei nº 1401 foram desmembrados os cursos de Ciências Contábeis e Atuarias, criando-se de forma independente, o curso de Ciências Contábeis, que veio oferecer aos formando o título de Bacharel em Contabilidade. Além do decreto de 1945, tivemos o Parecer nº 397/62 que dividiu os cursos de Ciências Contábeis em ciclo de formação básica e ciclo de formação profissional e a resolução 03/92 do extinto Conselho Federal de Educação, que fixava os conteúdos mínimos e a duração para os cursos de graduação. 2.1 DADOS HISTÓRICOS DA CONTABILIDADE NO BRASIL De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade existem 484.561 profissionais “Ativos” na área contábil até o mês de novembro/2012 e 80.691 Organizações Contábeis “Ativas”, disposto por estado e categoria, conforme abaixo: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 9 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS REGIÃO CENTROOESTE ESTADO CONTADOR TÉCNICO 9.331 5.432 DF 7.443 4.382 GO 4.096 2.747 MS 7.644 2.337 MT 28.514 14.898 TOTAL TOTAL 14.763 3,05% 11.825 2,44% 6.843 1,41% 9.981 2,06% 43.412 8,96% CLASS 8º 11º 15º 13º NORDESTE AL BA CE MA PB PE PI RN SE TOTAL 2.345 12.939 7.151 3.612 3.845 6.563 3.735 4.316 2.051 46.557 1.379 7.367 4.769 2.308 2.126 6.436 1.429 1.342 1.439 28.595 3.724 20.306 11.920 5.920 5.971 12.999 5.164 5.658 3.490 75.152 0,77% 4,19% 2,46% 1,22% 1,23% 2,68% 1,07% 1,17% 0,72% 15,51% 22º 6º 10º 18º 17º 9º 20º 19º 24º NORTE AC AM AP PA RO RR TO TOTAL 822 4.136 926 7.631 3.191 854 2.810 20.370 398 2.439 376 2.380 1.414 255 805 8.067 1.220 6.575 1.302 10.011 4.605 1.109 3.615 28.437 0,25% 1,36% 0,27% 2,07% 0,95% 0,23% 0,75% 5,87% 26º 16º 25º 12º 21º 27º 23º SUDESTE ES MG RJ SP TOTAL 6.476 26.799 31.864 74.190 139.329 3.079 26.830 21.140 59.971 111.020 9.555 53.629 53.004 134.161 250.349 1,97% 11,07% 10,94% 27,69% 51,67% 14º 2º 3º 1º SUL PR RS SC TOTAL 20.584 21.816 14.188 56.588 10.078 15.192 5.353 30.623 30.662 37.008 19.541 87.211 6,33% 7,64% 4,03% 18,00% 5º 4º 7º TOTAL BRASIL 291.358 193.203 Fonte: Conselho Federal de Contabilidade 484.561 100% Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 10 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Dos profissionais “Ativos”, 60,13% são CONTADORES E 39,87% são TÉCNICOS ESCRITÓRIOS ATIVOS - NOV/2012 ESTADO SOCIEDADE EMPRESARI O A 31 9 C A 129 42 L A 130 34 M A 21 24 P B 978 231 A C 599 240 E D 945 237 F E 708 201 S G 592 177 O M 174 91 A M 3.1 457 G 85 M 373 268 S M 379 114 T P 221 94 A P 140 25 B P 493 38 E P 140 30 IP 2.6 470 05 R 3.1 292 JR 36 206 85 N R 187 36 O R 30 6 R 2.2 369 81 S 2.0 486 C 84 S 146 35 E S 10.6 1.8 P 50 93 T 131 40 O TOTAL 30.6 6.0 94de Contabilidade 24 Fonte: Conselho Federal INDIVIDUAL 127 582 540 129 2.4 16 1.3 72 1.6 34 1.3 60 2.3 31 754 2.1 26 917 1.2 36 683 892 1.6 15 549 4.2 87 2.4 03 758 335 191 6.6 23 2.1 32 265 7.3 62 354 43.9 73 BRASIL 167 753 704 174 3625 2211 2816 2269 3100 1019 5768 1558 1729 998 1057 2146 719 7362 5831 1049 558 227 9273 4702 446 199 05 525 80.6 91 % 0,21 % 0,93 % 0,87 % 0,22 % 4,49 % 2,74 % 3,49 % 2,81 % 3,84 % 1,26 % 7,15 % 1,93 % 2,14 % 1,24 % 1,31 % 2,66 % 0,89 % 9,12 % 7,23 % 1,30 % 0,69 % 0,28 % 11,49 %5,83 % 0,55 % 24,67 %0,65 % 100 % Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 CLASS 27º 19º 21º 26º 7º 11º 9º 10º 8º 17º 5º 14º 13º 18º 15º 12º 20º 3º 4º 16º 22º 25º 2º 6º 24º 1º 23º 11 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2.2 O PROFISSIONAL, SEGUNDO O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE QUEM É? O bacharel em CIÊNCIAS CONTÁBEIS, antes de mais nada, é um profissional eclético. Todo e qualquer patrimônio necessita de critérios de formatação e de avaliação, fato do dia-a-dia do Profissional em Contabilidade. A identificação, impacto análise das transações no e, finalmente, patrimônio das determinação entidades, exige do do Profissional um amplo e variado leque de conhecimento. O mundo vem experimentando violentas transformações e requer versatilidade e abrangência nas interpretações. O Profissional Contábil está treinado e habilitado, na extensão do seu necessário envolvimento como requisito mínimo nos assuntos econômicos, tributários, organizacionais e comportamentais, a direcionar as conclusões da lógica contábil sempre respaldado por princípios e normas técnicas dando espaço à propalada interpretação da condição, qualidade e valor do patrimônio. Nenhuma decisão de negócio é tomada sem os dados contábeis e somente o Profissional Contábil dispõe de preparo técnico para com tais dados disponibilizar a verdade patrimonial e a direção dos negócios. A realidade de mercado hoje exige um profissional pronto para assumir novas responsabilidades. Mais do que apenas registrar os atos e fatos da empresa, deve ser uma verdadeira “bússola” dos negócios e ajudar a administração a manter o negócio na rota prevista. Para desempenhar essas funções com a máxima competência, sua formação hoje deve conter não só noções sólidas de finanças, economia e gestão, mas, também, de ciências humanas, ética e responsabilidade social. O bacharel em Ciências Contábeis está capacitado para pesquisar, analisar e discernir a par de muito bom senso, todo o sistema de informações econômicas, financeiras e patrimoniais das Entidades. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 12 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2.3 O EXERCÍCIO PROFISSIONAL O bacharel regulamentada pelo definidas pela em Ciências Contábeis tem sua profissão Decreto Lei nº 9.295/46 e suas atribuições Resolução nº 560/83, amplo, mercado do Conselho Federal de Contabilidade. Bastante o de trabalho oferece muitas oportunidades para uma carreira bem sucedida. Atualmente, a profissão vive um momento áureo. Vale lembrar, onde houver uma empresa, pequena, média ou grande, sempre existirá a figura do contador. Profissional liberal, o Contador pode-se dizer um profissional de múltiplas funções, podendo ser: 3 Autônomo; Empresário de Contabilidade; Auditor Independente, Auditor Interno; Consultor Tributário; Controller; Auditor Fiscal; Perito Contábil; Membro de Conselho Fiscal e de Administração; Árbitro em câmaras especializadas; Atuar na Área Acadêmica; Membro de Comitês de Auditoria; Membro em Entidade de Classe; Executivo. O CURSO DE CONTABILIDADE NA UNIMAR O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília - UNIMAR foi criado em 1973 e teve seu início em 1974 e vem atendendo aos alunos da região num raio de 100 km. Geralmente são alunos vindos da escola pública, sem a mesma preparação oferecida aos alunos de outras faculdades pelas escolas particulares e cursinhos. Normalmente são pessoas que trabalham na área contábil ou Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 13 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS financeira em empresa ou escritórios de contabilidade e estudam no período noturno pagando seus estudos e suas despesas pessoais com os ganhos do trabalho diurno. Atualmente conta com Bolsa para alunos que cursaram outra faculdade com a finalidade de contemplar com descontos na mensalidade que variam de 30 a 40% e, em 2004 a Universidade assinou o Termo de Adesão ao Programa Universidade para todos (PROUNI) para os alunos da escola pública com renda inferior 1,5 salário mensal, contando também com o Financiamento Estudantil (FIES). Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 14 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.1 DADOS GERAIS DO CURSO DENOMINAÇÃO DO CURSO: Ciências Contábeis LOCALIZAÇÃO/CIDADE/UF: Marília – SP INSTITUIÇÃO DE ENSINO: Universidade de Marília – UNIMAR REITOR: Márcio Mesquita Serva PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO: José Roberto Marques de Castro COORDENADORA DO CURSO: Ana Cláudia Rossetto INÍCIO DE FUNCIONAMENTO: 1974 AUTORIZAÇÃO: Parecer CFE 526/73 de 03/04/73 Decreto 72527 de 25/07/73 RECONHECIMENTO: Parecer CFE 4830/75 de 03/12/75 Portaria MEC 77161 de 13/02/76 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS: 50 por ano REGIME DE MATRÍCULA: Semestral PERÍODO: Noturno de 4 anos e Máximo de 7 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR: Mínimo anos DURAÇÃO DO CURSO NA UNIMAR: 8 Semestres TOTAL DE CRÉDITOS: 144 DISCIPLINAS TEÓRICAS E 2.880 horas aula PRÁTICAS: ESTÁGIO SUPERVISIONADO: 320 Horas TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 200 Horas CURSO: HORAS COMPLEMENTARES: 100 Horas TOTAL DE HORAS: 3.500 Horas DOUTORES: 07,7% MESTRES: 76,9 % Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 15 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESPECIALISTAS: 15,4% 3.2 DIMENSIONAMENTO DAS TURMAS Os colegiados superiores, CONSEPE e CONSUNI estabeleceram que os alunos devidamente matriculados dividam-se em turmas de até no máximo 100 (cem) alunos, para as aulas teóricas, e em turmas de até 50 (cinqüenta) alunos para as aulas práticas, sendo proibida a junção de turmas acima destes limites. 3.3 PERFIL DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília teve início em 1974, foi autorizado pelo Parecer CFE 526/73 de 03/04/73 e Decreto 72527 de 25/07/73 e reconhecido pelo Parecer CFE 4830/75 de 03/12/75 e pela Portaria Ministerial Portaria MEC 77161 de 13/02/76. A Universidade está localizada na cidade de Marília, região centro-oeste do Estado de São Paulo, com mais de 200.000 habitantes. Nesta região a economia é baseada na agricultura e na agropecuária, porém, a cidade também conta com um parque industrial voltado à área metalúrgica e de alimentos, sendo conhecida como "Capital Nacional do Alimento", em razão do grande número de indústrias alimentícias aqui instaladas, o que a torna um pólo econômico regional. Como pólo econômico, a região necessita de mão de obra qualificada, em especial a do contabilista, que tem a capacidade de fornecer dados históricos, financeiros e econômicos aos investidores, clientes, fornecedores e em especial ao Fisco Federal, Estadual e Municipal. O curso pretende formar o aluno com base no conjunto de conhecimentos adquiridos nas várias disciplinas e que desenvolva a capacidade de assimilar a teoria da sala de aula com a prática nas empresas. Com a globalização da economia, administradores e gestores vêm se utilizando, cada vez mais, de relatórios contábeis como instrumento para tomada de decisões em suas empresas. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 16 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR, observando atentamente toda essa evolução, tem procurado formar profissionais com capacidade de mensurar toda a gama de informações obtidas por meio das análises contábeis, colocando em prática um sistema capaz de auxiliá-los a tomar decisões, na promoção de um gerenciamento eficaz. Para a obtenção desse perfil profissional, nos dois primeiros semestres o curso oferece, além de uma sólida base de conceitos da contabilidade, conhecimentos em diversas outras áreas, numa formação multidisciplinar, envolvendo conhecimento Economia, como: Administração, Estatística, Empresarial, conteúdos de Direito, Humanística, Matemática, diferentes Direito Informática, Matemática áreas do Comercial, Comunicação Financeira, Legislação Societária e Tributária, Ética Profissional, Metodologia do Trabalho Científico e profissional Sociologia, tornando-o proporcionando capaz de uma exercer visão atividades geral nos ao mais diferentes setores de uma organização. Nos específicas demais dos Intermediária, semestres o curso oferece as disciplinas profissionais da contabilidade, como Contabilidade Contabilidade Avançada, Contabilidade Industrial, Contabilidade Agrícola, Contabilidade Pública, Contabilidade Gerencial, Contabilidade de Custos, Contabilidade Financeira e Orçamentária, Auditoria, Perícia Contábil e Análise de Demonstrações Contábeis. Complementando o aprendizado, nos dois últimos semestres são oferecidos um Estágio Supervisionado e um programa específico de contabilidade a ser utilizado no Laboratório Contábil, onde o aluno põe em prática todos os conhecimentos adquiridos durante o curso. Para a consecução dos objetivos propostos, recorre-se a aulas teóricas e práticas, estas com utilização de recursos da informática, hoje imprescindível à atuação do profissional contábil. Dessa forma, possibilita-se aos Bacharéis em Ciências Contábeis formados pela Universidade de Marília possuir uma visão global do meio social, político, econômico e cultural, com domínio total das habilidades técnicas da ciência da contabilidade, sendo, além de tudo, um profissional ético e ciente da responsabilidade que detém. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 17 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.4 PERFIL DO EGRESSO Para atender às exigências da sociedade atual, a Universidade de Marília (UNIMAR) projetou para o seu graduando um processo de formação profissional que o caracterize como um bacharel crítico, ético, lúcido e solidamente capacitado para planejar, organizar, analisar, liderar e dirigir as atividades de controle do gerenciamento contábil nas empresas, com visão de globalização, sem perder de vista as particularidades regionais. A preocupação da Unimar corresponde às diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Ciências Contábeis, apresentada pela Comissão de Especialistas do Ensino de Contabilidade, cujo objetivo é estimular uma visão crítica para a educação em contabilidade, buscando criar condições para formar contadores competentes e articulados às tendências mundiais. A contabilidade assim como a sociedade passa por rápidas transformações, onde as mudanças nas atitudes sociais cominadas com o progresso da tecnologia, da informação e da utilização dos métodos quantitativos e das ciências do comportamento, têm afetado o cenário de atuação da contabilidade. Como conseqüência dessa nova ótica, é necessária uma constante reavaliação dos objetivos dos procedimentos contábeis, tendo em vista que o seu papel é suprir a sociedade de informações econômicas e sociais relacionadas às entidades. Nessa perspectiva, o curso de Ciências Contábeis traçou para os futuros bacharéis o seguinte perfil profissional: - nas organizações micro, pequenas, médias e grandes, se optar por trabalhar como empregado; - na qualidade de empresário da Contabilidade, se optar pelo seu próprio escritório; - na condição de autônomo, se optar por ser consultor, perito contábil, auditor independente na forma de pessoa física, etc. Este conhecimento técnico-científico para desenvolver atividades práticas profissionais priorizará a demanda regional enfocando também a demanda nacional, sem desprezar a demanda do Mercosul e mundial. Para tanto, serão desenvolvidas as seguintes competências e habilidades: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 18 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem das Ciências Contábeis e Atuariais; - demonstrar visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil; - elaborar pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho eficiente e eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os modelos organizacionais; - aplicar adequadamente a legislação inerente às funções contábeis; - desenvolver, com motivação e através de permanente articulação, a liderança entre equipes multidisciplinares para a captação de insumos necessários aos controles técnicos, à geração e disseminação de informações contábeis, com reconhecido nível de precisão; - exercer suas responsabilidades com o expressivo domínio das funções contábeis, incluindo as atividades atuariais e de quantificações de informações financeiras, patrimoniais e governamentais, que viabilizem aos agentes econômicos e aos administradores de qualquer segmento produtivo ou institucional o pleno cumprimento de seus encargos quanto ao gerenciamento, aos controles e à prestação de contas de sua gestão perante à sociedade, gerando também informações para a tomada de decisão, organização de atitudes e construção de valores orientados para a cidadania; - desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de controle gerencial, revelando capacidade crítico-analítica para avaliar as implicações organizacionais com a tecnologia da informação; - exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são prescritas através da legislação específica, revelando domínios adequados aos diferentes modelos organizacionais. Em linhas gerais, quer se formar profissionais dotados dessas competências e habilidades visando atender principalmente à demanda regional (sem desprezar a demanda nacional e internacional) pelos serviços contábeis, com capacidade de exercer com ética, justiça e responsabilidade as atribuições e prerrogativas compatíveis à profissão. Contudo, para o profissional da Contabilidade, seu campo de atuação é bastante diversificado, podendo atuar nas seguintes áreas: - Como contador: exercer a Contabilidade Financeira (ou Contabilidade Geral, ou Contabilidade Fiscal ou Contabilidade Societária), a Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 19 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Contabilidade de Custos, a Contabilidade Gerencial e Contabilidade Estratégica. A Contabilidade Financeira ou Contabilidade Geral, quando aplicada a atividades específicas, recebe uma "nova roupagem", se considerarmos suas peculiaridades do ramo de atividades ao qual ela é aplicada. Estas atividades precisam ser abordadas no curso, considerando, principalmente, as demandas regionais. Assim surgem a Contabilidade Pública, Contabilidade Rural, a Contabilidade Hospitalar, a Contabilidade Industrial, a Contabilidade Comercial, a Contabilidade Imobiliária, a Contabilidade de Seguros, a Contabilidade de Serviços, a Contabilidade de Transportes, a Contabilidade de Entidades sem Fins Lucrativos, etc. - Como auditor: exercer Auditoria Interna, sendo empregado da empresa; ou Auditoria Externa, como autônomo ou em empresa de auditoria. A Auditoria Interna pode ser voltada exclusivamente para controles internos, como também pode estar voltada para Auditoria de Sistemas, ou Auditoria de Gestão, ou ainda, de acordo com as necessidades de cada empresa. Assim sendo, o recém-formado em Contabilidade Superior, com registro no Conselho Regional de Contabilidade, já está habilitado ao exercício da Auditoria Externa, na condição de profissional liberal ou autônomo. O Auditor Independente, da mesma forma que Auditor Interno, é uma das áreas que mais cresce na profissão contábil. - Como perito Contábil: Participar de perícias contábeis, judiciais e extrajudiciais, assim como auditorias e outras atribuições, são privativas dos profissionais contábeis (Resolução CFC nº 560/83 - Art. 3º). Também pode ser trabalho de perito contábil a apuração de haveres e avaliação de direitos e obrigações do acervo patrimonial de quaisquer entidades, em vista de liquidação, fusão, cisão, expropriação no interesse público, transformação ou incorporação dessas entidades, bem como em razão de entrada, retirada, exclusão ou falecimento de sócios, entre outras. A área de Perícia Contábil, diretamente ligada ao campo de direitos, das ações judiciais e extrajudiciais, requer atenção curricular e metodológica nos cursos de Contabilidade. - Como Analista Financeiro: O curso de Ciências Contábeis propõe-se a capacitar o profissional contábil para fazer análise econômico-financeira das entidades em três ângulos: - análise de crédito: analista externo de entidades para fins de concessão de crédito do ponto de vista da instituição financeira e vendas a prazo; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 20 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - análise de desempenho: analista interno que avalia indicadores de desempenho das entidades; - análise de investimento: analista externo que tem por objetivo avaliar entidades para fins de investimento em nível de mercado de capitais, novos negócios, fusões, etc. - Como Consultor: A consultoria contábil permite às entidades, buscarem esporadicamente especialistas em determinadas áreas a um custo menor que a manutenção de um funcionário permanente. À medida que o profissional se especializa numa determinada área, há um mercado considerável para prestação de serviços de consultor: tributos, comércio exterior, contabilidade aplicada, processamento de dados, custos, sistemas, análise financeira, etc. - Como Empresário da Contabilidade: Sem dúvida, a área onde há maior concentração é na atividade contábil. - Em outras áreas como: Investigador de Fraudes Contábeis, Pesquisador Contábil, Escritor Contábil, Professor de Curso Técnico, Conselheiro Controller, Controlador de Arrecadação, Escriturador Contábil e Fiscal, Fiscal de Tributos, Conferencista, Parecerista, são alguns exemplos de funções comuns aos contadores. 3.5 FORMA DE ACESSO AO CURSO As formas de acesso ao curso de Ciências Contábeis são através do Processo Seletivo e transferência externa e portadores de diploma de nível superior, obedecendo ao REGIMENTO GERAL aprovados pelo CONSEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em 06/03/08 e CONSUNI – Conselho Universitário em 07/03/08, abaixo transcrito: CAPÍTULO II DO PROCESSO SELETIVO Art. 58. O processo seletivo de ingresso no 1º período ou termo de cada curso destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los, dentro do estrito limite das vagas oferecidas. § 1º . A Pró-reitoria de Graduação designará, através de Portaria, Comissão Coordenadora dos Processos Seletivos de Admissão Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 dos 21 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Candidatos. § 2º . As inscrições para o processo seletivo são abertas em Edital, no qual constarão os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida, a relação das provas, o critério de classificação e de desempate e demais informações úteis. § 3º . No ato de inscrição ao processo seletivo de ingresso, a UNIMAR colocará à disposição dos candidatos um catálogo informativo, contendo as condições de oferta dos cursos. Art. 59. O processo seletivo de admissão estabelecerá metodologia uniforme e tratamento idêntico para todos os candidatos, e em todos os cursos oferecidos, nos termos das normas e procedimentos aprovados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Parágrafo único. A UNIMAR pode realizar prova de habilidade específica nos processos seletivos de admissão, para quaisquer dos cursos oferecidos, na forma proposta pela Comissão Coordenadora e aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Art. 60. A classificação far-se-á por ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixado e excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos. § 1º . A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza o concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la ou não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados. § 2º . Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, esgotadas as chamadas de excedentes, nelas poderão ser recebidos alunos transferidos de outra instituição, ou portadores de diplomas de graduação mediante processo seletivo próprio, ou excedentes do mesmo processo seletivo que requererem, regularmente, reopção de curso. Art. 61. Não ocorrendo o preenchimento das vagas iniciais, é facultada à UNIMAR a realização de novo processo seletivo de admissão, mediante publicação de novo Edital, nos termos da legislação em vigor. CAPÍTULO III DA MATRÍCULA Art. 62. A matrícula, ato formal de ingresso do aluno no curso e de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 22 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS vinculação do mesmo à UNIMAR, realiza-se na Secretaria Geral, em prazos estabelecidos no calendário acadêmico, no 1º e 2º semestres letivos, distintamente, instruído o requerimento com a documentação competente, condicionada à regularidade administrativa do aluno e à celebração de um Contrato de Prestação de Serviços Educacionais. § 1º . Quando da ocorrência de vagas, será permitida a matrícula de alunos não regulares, desde que comprovada sua capacidade de cursar as disciplinas oferecidas no currículo com proveito e mediante processo seletivo prévio, devidamente regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, sendo conferido, ao final, certidão dos estudos realizados. § 2º . No caso de graduado em outro curso superior, é exigida a apresentação do diploma, devidamente registrado, para substituir o comprovante de Conclusão de Ensino Médio ou equivalente. Art. 63. A matrícula deverá ser renovada semestralmente, pois são independentes, no prazo estabelecido pelo calendário acadêmico. Parágrafo único. Ressalvado o disposto no artigo 65 deste Regimento Geral, a não renovação de matrícula a cada semestre implica em abandono do curso e desvinculação do aluno da UNIMAR. Art. 64. É permitida a exclusão ou inclusão de disciplinas, se requeridas dentro do prazo previsto pelo Calendário Acadêmico, e desde que seja atendido o disposto no art. 62 deste Regimento Geral. CAPÍTULO IV DO TRANCAMENTO DE MATRÍCULA Art. 65. É concedido trancamento de matrícula para o efeito de, interrompidos temporariamente os estudos, manter o aluno sua vinculação à UNIMAR. § 1º . O trancamento é concedido por quatro (4) semestres consecutivos ou seis (6) alternados e só será deferido se o requerente estiver em dia com suas obrigações com a UNIMAR. § 2º . O trancamento não assegura ao aluno o retorno no currículo que cursava. § 3º . Não será computado no prazo de integralização do curso o período correspondente ao trancamento, feito na forma prevista, exceto ou somente se possuir o benefício do FIES ou PROUNI. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 23 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Art. 66. Pode o aluno solicitar cancelamento de sua matrícula que, após deferido, desvincula o aluno da UNIMAR. Parágrafo único. O pedido de cancelamento de matrícula só será deferido se o requerente estiver em dia com suas obrigações perante a UNIMAR. CAPÍTULO V DAS TRANSFERÊNCIAS E DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Art. 67. A UNIMAR aceita transferências de alunos regulares, para cursos afins, na estrita conformidade das vagas existentes, mediante processo seletivo regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Art. 68 As transferências ex-ofício dar-se-ão na forma da legislação vigente. Art. 69 Em qualquer época, a requerimento do interessado e respeitadas as normas vigentes, a UNIMAR concede transferência de aluno nela matriculado. Parágrafo único. Não é concedida transferência a aluno que se encontre respondendo a inquérito administrativo ou cumprindo penalidade disciplinar. Art. 70 O interessado que apresentar certidão de estudos realizados fica sujeito a prestar Processo Seletivo de Ingresso na Unimar, e requerer convalidação de estudos. Art. 71 O aluno que já tenha concluído curso superior autorizado ou reconhecido, ou mesmo disciplinas de cursos afins, pode requerer, por ocasião da matrícula, aproveitamento de disciplinas estudadas, observada a legislação de ensino. Art. 72 A transferência interna será possível se houver vagas no curso pretendido e se forem plenamente atendidas normas fixadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão 3.6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO As avaliações do curso são realizadas através de reuniões com o Conselho de Curso e com os professores visando adaptar as orientações do Conselho Regional de Contabilidade (CRC) e do Conselho Federal de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 24 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Contabilidade (CFC) referente às exigências para formação profissional do seu alunado, tais como: Avaliação participativa constante da grade curricular, efetuada pelo corpo docente; Discussão da importância da relação teoria - prática na formação profissional; Adequar os conteúdos programáticos das disciplinas seguindo as constantes mudanças e transformações sociais de forma a atender o exercício profissional; Implementar atividades constantes conciliando a teoria e a prática; Acompanhar as exigências do mercado de trabalho gerando adequações necessárias na formação do contador atual. Há alguns anos (desde 2000) a Universidade de Marília – UNIMAR vem avaliando seus professores através de perguntas respondidas pelos alunos do curso de Ciências Contábeis. Numa data pré-estabelecida, sem o conhecimento dos discentes, o coordenador do curso de Ciências Contábeis vai a cada uma das salas para explicar o motivo da Avaliação. Lê todas as perguntas e esclarece todas as dúvidas. Em seguida distribui os questionários e aguarda até que o último aluno tenha termine de preencher. Preenchido os questionários pelos alunos, os envelopes são lacrados e encaminhados para a confecção das planilhas para alimentar um banco de dados. Através de estudos foram desenvolvidas planilhas com fórmulas matemáticas e estatísticas para apuração do resultado. Os resultados são apurados, individualmente, com a quantidade de conceitos “ótimos”, “bons”, “regulares”, “fracos” e “insuficientes”. Para cada uma das perguntas (por disciplina) foi atribuído o peso correspondente ao conceito indicado pelo aluno. Calculou-se a da média individualizada por pergunta, por disciplina, por termo e geral pelo curso de Ciências Contábeis desta Universidade. Além das médias, apuradas de acordo com o parágrafo anterior, foram calculados os percentuais de conceitos (5-ótimo, 4-bons, 3-regulares, 2-fracos e 1- insuficientes) para cada uma das disciplinas de acordo com Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 25 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS cada uma das perguntas do questionário. Para essa avaliação são formuladas as seis (06) perguntas abaixo relacionadas: Metodologia e didática do professor; Conhecimento e domínio do assunto; Capacidade de relacionar teoria X prática; Pontualidade do docente: entrada e saída da sala de aula; Se as avaliações estão coerentes com o conteúdo ministrados; Com relação a expectativa quanto a disciplina. 3.7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Quanto ao SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM, o Curso de Ciências Contábeis obedece ao REGIMENTO GERAL aprovados pelo CONSEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em 06/03/08 e CONSUNI – Conselho Universitário em 07/03/08, abaixo transcrito: CAPÍTULO VI DO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM Art. 73 O plano de ensino da disciplina é elaborado a cada semestre e deve conter, no mínimo, a indicação dos objetivos gerais e específicos da mesma, o conteúdo programático, a metodologia a ser adotada, a carga horária, os critérios de avaliação e os recursos materiais e bibliográficos de apoio. § 1º . O plano de ensino da disciplina é elaborado pelo professor ou grupo de professores e aprovado pelo respectivo Conselho de Curso, devendo ser submetido à aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. § 2º . É obrigatório o cumprimento do conteúdo programático e da carga horária prevista em cada disciplina de cada semestre. Art. 74 São atividades curriculares as preleções, pesquisas, exercícios, arguições, trabalhos práticos, seminários, excursões, estágios e demais atividades complementares, inclusive as realizadas em “campus avançado”, previstas nos respectivos planos de ensino. Art. 75 A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento obtidos em cada semestre Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 26 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS letivo. Art. 76 A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas é obrigatória, vedado o abono de faltas, exceto em casos previstos na legislação de ensino. § 1º . considerado Independentemente reprovado na dos disciplina demais o resultados aluno que obtidos, não é obtenha frequência em, no mínimo, setenta e cinco por cento (75%) das aulas e demais atividades programadas. § 2º . A verificação e o registro da frequência são de através de responsabilidade do professor, e seu controle pela Secretaria Geral. Art. 77 O aproveitamento escolar é avaliado acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares e no exame final. § 1º. As avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, independentes, serão o resultado da média de no mínimo dois instrumentos: trabalhos escritos ou orais, individuais ou em grupos, seminários, pesquisas, arguições, sendo uma delas a prova escrita prevista no Calendário Acadêmico. § 2º. O professor da disciplina deve encaminhar a coordenação do respectivo curso os resultados da avaliação de seus alunos, até três dias após a realização da prova referente ao 1º bimestre (P1) e, na forma estabelecida pela coordenação do Curso, os resultados referentes ao 2º bimestre (P2); em cada semestre. § 3º. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão regulará os procedimentos para que os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, possam ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas vigentes. Art. 78. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de zero (0) a dez (10) pontos, permitindo-se o fracionamento de inteiro em cinco (5) décimos. § 1º. Pode ser concedida revisão da nota atribuída à verificação do aproveitamento, quando requerida no prazo de dois (2) dias úteis após sua divulgação. § 2º . O professor responsável pela atribuição da nota da prova revisada, pode mantê-la ou alterá-la, devendo, sempre, fundamentar sua Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 27 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS decisão. § 3º. Não acatando a decisão do professor, o aluno, desde que tenha justificado, poderá requerer ao Coordenador do Curso banca, composta por dois (2) outros professores do curso, para reapreciar seu pedido de revisão. § 4º. Se ambos concordarem em alterar a nota, prevalecerá esta decisão, mas não havendo unanimidade, prevalecerá a nota originalmente atribuída pelo professor da disciplina. § 5º. É atribuída nota 0 (zero) ao aluno que utilizar-se de meio fraudulento na realização de qualquer prova. Art. 79 O aluno que deixar de comparecer à verificação na data fixada, poderá requerer uma prova substitutiva para cada disciplina perdida, de acordo com o Calendário Acadêmico. § 1º. O aluno que comparecer a todas as avaliações poderá, também, requerer a prova de que trata o caput, de acordo com o Calendário Acadêmico, para substituir a menor nota das avaliações anteriores (P1 ou P2), pela nota obtida. § 2º. Quando a nota obtida na prova substitutiva for menor do que a nota anterior, prevalecerá a nota maior. § 3º. É atribuída nota zero (0) ao aluno que se utilizar de meios fraudulentos na realização de qualquer prova substitutiva, sendo lançada a nota zero (0) em substituição a menor nota regimental da disciplina. § 4º. A ausência nas avaliações regimentais são computadas como faltas, portanto a participação do aluno na prova substitutiva somente substitui a nota e não a frequência Art. 80. Atendidas, em qualquer caso, a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares, para aprovação a cada semestre, aplicam-se as seguintes normas: I - é aprovado o aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, alcançar média igual ou superior a sete (7); II - deverá submeter-se a exame final o aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, alcançar média igual ou superior a quatro (4.0), mas inferior a sete (7.0); Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 28 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS III – será considerado aprovado o aluno que alcançar, após o exame final, média final igual ou superior a cinco (5.0), resultante da média das avaliações parciais de cada semestre letivo mais a nota do exame final dividida por dois; IV - será considerado reprovado o aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, não alcançar a média quatro (4.0) em cada disciplina. V - quanto ao Estágio Supervisionado será considerado aprovado o aluno que obtiver, após cumprimento da carga horária mínima prevista no respectivo currículo pleno, nota final igual ou superior a sete (7.0), resultante das avaliações parciais aplicadas durante o período de estágio. Art. 81. É promovido ao período seguinte, o aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado, admitindo-se, ainda a promoção com dependências. § 1º . No ato da renovação semestral da matrícula, o aluno deverá matricular-se, obrigatoriamente, nas disciplinas dependentes de termo menor e, logo a seguir, fechar o horário, com aquelas outras que se enquadrem na compatibilidade horária. § 2º . Os estágios, internatos e trabalhos de conclusão de curso obedecerão normas e procedimentos fixados segundo as características de cada curso, aprovados pelos respectivos Conselhos de Curso e pelo CONSEPE. § 3º. O aluno reprovado por insuficiência de nota ou de freqüência em disciplinas exclusivamente teóricas e que não pertençam às clínicas, internato de Medicina ou Estágio, ficam amparados pelo regime semipresencial até o limite de 20% (vinte por cento) da carga horária do curso. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 29 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.8 ATO AUTORIZATIVO ANTERIOR OU ATO DE CRIAÇÃO 3.9 RESULTADOS NO PROVÃO O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR participou em dois (02) Exames Nacional de Cursos, antigo PROVÃO, realizado pelo MEC, obtendo os seguintes resultados: Turma do ano de 2002: Conceito “C” Turma do ano de 2003: Conceito “A” Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 30 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.10 RESULTADOS NO ENADE O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR, participou do ENADE – Exame Nacional de Desempenho Estudantil, realizado pelo MEC em 2006 e 2009, obtendo os seguintes resultados: ENADE DO ANO DE 2006 ENADE – Exame Nacional de Desenvolvimento Estudantil Conceito “4” IDD – Índice de Diferença de Desempenho Conceito “5” ENADE DO ANO DE 2009 ENADE – Exame Nacional de Desenvolvimento Estudantil IDD – Índice de Diferença de Desempenho CPC CPC CONTÍNUO - (2,85) Conceito “4” Conceito “4” Conceito “3” ENADE DO ANO DE 2012 ENADE – Exame Nacional de Desenvolvimento Estudantil ENADE CONTÍNUO - (3,71) CPC CPC CONTÍNUO - (3,6370) Conceito “4” Conceito “4” O nosso curso está entre as melhores avaliações dos cursos de Ciências Contábeis do Estado de São Paulo e do país. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 31 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.11 RESULTADOS NO EXAME DE SUFICIÊNCIA Abaixo os dados referentes aos últimos exames de suficiência do CFC, cujo periodo compreendido entre março de 2011 a setembro de 2013. Total Total Total (%) Total (%) Total Inscritos Presentes Aprov. Aprov. Reprov. Reprov. Ausentes MAR-2011 18 17 12 71,00% 05 29,00% 01 SET-2011 19 18 05 28,00% 13 72,00% 01 MAR-2012 29 27 13 48,00% 14 52,00% 02 SET-2012 18 16 02 13,00% 14 88,00% 02 MAR-2013 33 33 18 55,00% 15 45,00% 00 SET-2013 22 22 15 68,18% 07 31,82% 00 Ano 3.12 GUIA DO ESTUDANTE DA EDITORA ABRIL O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR, recebeu “ESTRELAS” em 6 vezes das 7 realizadas pela Editora Abril na pesquisa do Guia do Estudante das Melhores Universidades do Brasil, conforme abaixo: Ano de 2006 Ano de 2007 Ano de 2009 Ano de 2010 Ano de 2011 Ano de 2012 Ano de 2013 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 32 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.13 DADOS ESTATISTICOS De 1995 a 1998 (14 anos) foram inscritos 1558 (um mil, quinhentos e cinquenta e oito) candidatos para o concurso Vestibular que ofereceu 1330 (um mil trezentos e trinta) vagas para o curso de Ciências Contábeis e destes inscritos 743 (setecentos e quarenta e três) foram matriculados normalmente e 351 (trezentos e cinquenta e um) concluíram o curso. Vale lembrar que no ano de 1992 o curso de Ciências Contábeis passou de 4 (quatro) para 5 (cinco) anos para sua conclusão, influenciando, assim, na quantidade de formandos no ano de 1995. EVOLUÇÃO DE ALUNOS NOS ÚLTIMOS CATORZE (14) ANOS VESTIBULAR Inscrições VAGAS Oferecidas 1995 85 1996 239 1997 ANOS MATRICULAS FORMANDOS 100 2 180 29 57 1 4 140 0 120 69 8 1998 40 120 34 34 1999 52 80 0 30 2000 517 100 47 58 2001 43 80 27 34 2002 40 80 31 24 2003 12 80 42 22 2004 111 80 52 16 2005 109 80 37 44 2006 134 27 28 2007 60 1 0 80 0 40 22 2008 59 50 57 (*) (*) – Não publicado: Tabela confeccionada em 10/03/2013 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 33 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4 ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR 4.1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA A organização Didática está fixada em propósitos e metas a serem alcançados durante a formação dos estudantes do Curso de Ciências Contábeis, em consonância com o planejamento global e com as diretrizes e princípios da UNIMAR, expressos no Projeto Pedagógico Institucional - PPI e no Projeto de Desenvolvimento Institucional - PDI. Desta forma, a Organização Didática favorecerá: a conceitualização uniforme entre professores e estudantes; a seleção da metodologia ensino/aprendizagem; o estabelecimento de padrões de desempenho para docentes e estudantes, visando ao replanejamento e atualização contínua do curso; a identificação de modelos para a avaliação dos estudantes, seja ela classificatória e/ou formativa. A matriz curricular do Curso de Graduação em 2013 está formulada para que o acadêmico, como agente do aprendizado, venha a desenvolver um programa de estudos coerente, integrado e flexível, com sólida formação básica, para que esteja apto a enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional. A distribuição das cargas horárias destinadas aos ambientes de aprendizado é organizada de forma equilibrada entre os ciclos básicos e os profissionalizantes, a fim de criar oportunidades ao acadêmico para que adquira os conhecimentos indispensáveis à sua formação. A metodologia de ensino-aprendizagem é baseada na “concepção programática de formação e desenvolvimento humano”. Está comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. A aprendizagem é entendida como processo de construção de conhecimentos, habilidades e valores em interação com a realidade e com os demais indivíduos, no qual são colocadas em uso capacidades pessoais. Todo fortalecimento o da processo educação acadêmico centrada na está voltado para auto-aprendizagem, o na vivência de uma proposta ousada que coloca o aluno frente a situações reais de construção do conhecimento, e aos desafios que exigem Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 34 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS competências e habilidades desenvolvidas em cada fase da aprendizagem. Essa prática torna-o mais humano, do ponto de vista social e possibilita, por meio de um processo de formação transformador, uma melhor preparação, do ponto de vista técnicocientífico. Na crença de que a academia é o espaço próprio para estudos e pesquisas, transformação e produção de novos saberes, a Instituição busca atualizar periodicamente seu projeto pedagógico com o propósito de preparar pessoas para atender as exigências do mundo o trabalho. Esse processo favorece o desenvolvimento crítico-reflexivo na construção do conhecimento, favorece a formação integral do aluno, possibilitando mediante propostas interdisciplinares, a resolução de problemas e a sistematização de processos dialógicos. Está voltada para a formação de competências, orientando o aluno para a busca e a construção do seu próprio conhecimento, aprendendo não só a ser o profissional, mas também a ser um cidadão integrado à realidade social em que vive. Destacam-se, como metodologia de ensino-aprendizagem, as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas, discussão de artigos e casos clínicos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas, seminários, estágios, simpósios, palestras, pesquisa bibliográfica e iniciação científica. Segundo o referencial teórico que fundamenta o trabalho desenvolvido na UNIMAR, pode-se afirmar que currículo é a totalidade das vivências educacionais de um curso. Na UNIMAR, essas vivências envolvem o trabalho a ser realizado em sala de aula e após sala de aula, nos laboratórios, salas ambientes, oficinas, estágios, biblioteca, e principalmente estudos livres, tendo em vista atender as disposições da legislação educacional referente às normas de hora-aula e às respectivas normas de carga horária mínima do curso. Os planos de aula, ou seja, a proposta de trabalho do professor para uma determinada aula ou conjunto de aulas contempla a orientação aos alunos do que fazer e de como fazer. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 35 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4.2 ESTRUTURA PEDAGÓGICA A estrutura pedagógica do Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília acompanha as determinações estabelecidas pelo MEC, as tendências da atualidade, a capacitação continuada de profissionais da educação e a Proposta Nacional de Conteúdo para o Curso de Graduação em Ciências Contábeis elaborado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). 4.3 CONTEÚDOS CURRICULARES Segundo as Diretrizes curriculares, os cursos de graduação em Ciências Contábeis, bacharelado, deverão contemplar, em seus projetos pedagógicos e em sua organização curricular, conteúdos que revelem conhecimento do cenário econômico e financeiro, nacional e internacional, de forma a proporcionar a harmonização das normas e padrões internacionais de contabilidade, em conformidade com a formação exigida pela Organização Mundial do Comércio e pelas peculiaridades das organizações governamentais, observado o perfil definido para o formando e que atendam aos seguintes campos interligados de formação: FORMAÇÃO BÁSICA: Relacionados com outras áreas, tais como: Administração, Direito, Direito Empresarial, Economia, Estatística, Humanística, Informática, Comunicação Empresarial, Matemática, Matemática Financeira, Legislação Societária Profissional, e Tributária, Metodologia do Ética Trabalho Científico e Sociologia. FORMAÇÃO Relacionados PROFISSIONAL: da especificamente às Teorias Contabilidade, incluindo atividades atuariais e de quantificação de informações patrimoniais, governamentais e não- governamentais, financeiras, de auditorias, perícias, arbitragens e controladoria Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 com 36 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS aplicações no setor público e privado. FORMAÇÃO TEÓRICA: Relacionados como: com Estágio Atividades outras Curricular atividades tais Supervisionado, Complementares, Estudos Independentes, Conteúdos optativos, Práticas em Laboratório Contábil e de Informática com a utilização de softwares atualizados para contabilidade. 4.3.1 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 37 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4.4 GRADE DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIMAR As grades do curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília sofreram diversas modificações, sempre com o objetivo de se adaptar às necessidades do mercado e da economia do País. Atualmente está sendo utilizada a grade de número 4120, abaixo transcrita: GRADE Nº 4120 – CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1º TERMO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS 200325 INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE 80 4 200326 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 80 4 200327 INTRODUÇÃO A ECONOMIA 60 3 200328 PORTUGUÊS 60 3 200329 MATEMÁTICA 80 4 360 18 SUB-TOTAL 2º TERMO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS 200330 CONTABILIDADE GERAL 80 4 200331 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II 80 4 200332 ECONOMIA 80 4 200333 MATEMÁTICA FINANCEIRA 80 4 200334 INTRODUÇÃO AO DIREITO SUB-TOTAL 40 2 360 18 3º TERMO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS 200335 ESTATÍSTICA 80 4 200337 SOCIOLOGIA 40 2 200338 INFORMÁTICA 80 4 200339 DIREITO EMPRESARIAL 80 4 200340 INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE DE CUSTOS 80 4 360 18 SUB-TOTAL 4º TERMO DISCIPLINA 200342 ADMINISTRAÇÃO CARGA HORÁRIA FINANCEIRA E CRÉDITOS 80 4 80 4 ORÇAMENTÁRIA 200367 TEORIA DA CONTABILIDADE Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 38 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 200368 CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA 80 4 200369 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS I 80 4 200371 CONTABILIDADE SOCIAL 40 2 360 18 SUB-TOTAL 5º TERMO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS 200370 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS II 80 4 200372 CONTABILIDADE AVANÇADA 40 2 200373 PERICIA CONTABIL I 80 4 200375 CONTABILDADE DE ANÁLISE DE CUSTOS I 80 4 200377 CONTABILIDADE GERENCIAL I 80 4 360 18 SUB-TOTAL 6º TERMO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS 200374 PERÍCIA CONTABIL II 80 4 200376 CONTABILIDADE ANÁLISE DE CUSTOS II 80 4 200378 CONTABILIDADE GERENCIAL II 80 4 200380 ÉTICA PROFISSIONAL 40 2 200381 NORMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS 40 2 200384 CONTABILIDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA 40 2 360 18 SUB-TOTAL 7º TERMO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA 200354 MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA I 200361 200363 200379 CRÉDITOS 40 2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 100 5 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I 160 8 LABORATÓRIO CONTÁBIL I 80 4 200382 AUDITORIA I 80 4 201181 OPTATIVA I 40 2 201589 CONTABILIDADE PÚBLICA 80 4 201871 GESTÃO TRIBUTÁRIA I SUB-TOTAL 40 2 620 31 8º TERMO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS 200362 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 100 5 200364 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II 160 8 200383 AUDITORIA II 80 4 200386 LABORATÓRIO CONTÁBIL II 80 4 200387 CONTABILIDADE INDUSTRIAL 80 4 201182 OPTATIVA II 40 2 201575 GESTÃO TRIBUTÁRIA II 40 2 201580 METODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA II 40 2 HISTÓRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E 40 2 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 39 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS INDÍGENA SUB-TOTAL 540 33 RESUMO HISTÓRICO CARGA HORÁRIA TOTAL GERAL CRÉDITOS 3540 172 100 0 3440 172 TRABALHO CONCLUSÃO CURSO 200 10 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 320 16 2920 146 ATIVIDADES COMPLEMENTARES TOTAL DE HORAS TOTAL DISCIPLINAS TEÓRICAS E PRÁTICAS OPTATIVA I PRÁTICAS CONTÁBEIS I ESPANHOL LIBRAS OPTATIVA II PRÁTICAS CONTÁBEIS II INGLÊS LIBRAS 4.5 PROGRAMA ANALÍTICO DAS DISCIPLINAS As disciplinas, abaixo relacionadas, fazem parte da grade curricular de número 4120, do curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR. 1º TERMO DISCIPLINA: 200325 – INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Proporcionar aos alunos conhecimentos na condição de aprendizagem da Contabilidade Introdutória, criando base teórica para o aprofundamento no estudo da Ciência Contábil. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 40 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O A metodologia é baseada no desenvolvimento teórico e prático, utilizando recursos técnicos com aulas expositivas da teoria introdutória da contabilidade geral, com isso, trazendo o aluno a resolver e praticar situações contábeis, isso de acordo com a estrutura patrimonial, financeira e econômica. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0 pontos, totalizando 10,0 pontos. 5 . E M E N T A A contabilidade; patrimônio; a entidade contábil. O patrimônio da entidade. Introdução ao balanço patrimonial. Grupos de contas do balanço patrimonial. As contas contábeis. Plano de contas. Apuração do resultado e regimes de contabilidade. Demonstração do resultado do exercício. Elaboração das demonstrações contábeis. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. CONTABILIDADE: conceito; aplicação; usuários; para quem é mantida a contabilidade; o profissional contábil; pilares da contabilidade; princípios de metodologia da contabilidade. 2. A ENTIDADE contabilidade; CONTÁBIL: fatos contábeis; objetivo relatórios da contabilidade; contábeis; a aplicação da Lei n. 6.404/76, da Lei n. 11.638/07 e da Lei n. 11.941/09; as novas normas contábeis; relatórios contábeis. 3. O PATRIMÔNIO DA ENTIDADE: conceito; bens; direitos; obrigações; patrimônio líquido; situação líquida; bens tangíveis e intangíveis; representação gráfica; situações patrimoniais; os pilares da contabilidade. 4. INTRODUÇÃO AO BALANÇO PATRIMONIAL: identificação; ativo; passivo; patrimônio líquido; o termo capital em contabilidade; origens e aplicações de recursos; principal origem de recursos; a expressão balanço patrimonial; classificação funcional das contas; débito e crédito; saldo devedor e saldo credor. 5. GRUPO DE CONTAS DO BALANÇO PATRIMONIAL: introdução; conceito de curto e longo prazo em contabilidade; ativo; ativo circulante; ativo não circulante; passivo circulante; passivo não circulante; patrimônio líquido; principais deduções do ativo, do passivo e do patrimônio líquido. 6. AS CONTAS CONTÁBEIS: conceito; principais demonstrações contábeis; períodos de apresentação das demonstrações contábeis; requisitos para publicação das Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 41 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS demonstrações contábeis; balancete de verificação; despesa e receita; o método das partidas dobradas; escrituração contábil; livro Diário; livro Razão; razonetes; saldo devedor e saldo credor; procedimentos contábeis. 7. PLANO DE CONTAS: plano de contas importado; importância do plano de contas; plano de contas e o usuário da contabilidade; plano de contas simplificado; como adequar o plano de contas a outras atividades. 8. APURAÇÃO DO RESULTADO E REGIMES DE CONTABILIDADE: Apuração do resultado; conceito de receita e despesa; regime de competência; regime de caixa; balanço patrimonial x demonstração do resultado do exercício e regime de competência; outros ajustes em relação ao regime de competência; efeito do lucro no balanço; diferença entre despesa e custo. 9. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO: demonstração dedutiva; como apurar a receita líquida; como apurar o lucro bruto; custo das vendas; despesas operacionais; despesas X custos; como apurar o lucro antes do imposto de renda; como apurar o lucro depois do imposto de renda; como apurar o lucro líquido; distribuição do lucro; demonstração de lucros ou prejuízos acumulados e sua estrutura. 10. ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: Balanço patrimonial, demonstração do resultado do exercício; demonstração dos lucros e prejuízos acumulados; encerramento das contas de resultado e contas patrimoniais. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013. Bibliografias Complementares: IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 42 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Atlas, 2009. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. DISCIPLINA: 200326 - TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Que ao final do curso, o aluno seja capaz de compreender os conceitos e principais teorias administrativas e correlacionar com o processo administrativo atual, sua importância para gestão das empresas. E usar como base para o entendimento das modernas técnicas de gestão. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, utilização de recursos de multimídia, lousa e discussão de artigos atuais relacionados com o tema. Após a explicação e discussão de cada teoria, será apresentado estudos de casos para fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A A História das Empresas; Fundamentos da Administração; Escolas: Clássica e Científica; Escola de Relações Humanas; Behaviorismo; Estruturalismo; Teoria da Burocracia; Teoria dos Sistemas; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 43 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Desenvolvimento Organizacional. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A evolução do pensamento administrativo; Práticas dos fundamentos da administração; A importância das escolas e seus paradigmas como base para as Teorias modernas e emergentes de gestão. Ênfase nas Relações Humanas (comportamento/liderança/motivação) Hierarquia das Necessidades; Behaviorismo (comportamentalismo/Teorias X e Y); Estruturalismo; Teoria dos Sistemas; Desenvolvimento Organizacional. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: FERREIRA, A. A. REIS, A.C.F.PEREIRA, M.I. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias. São Paulo: Pioneira. 2011. MAXIMIANO, A. C. A.Teoria Geral da Administração: da escola cientifica a competitividade em economia globalizada.4.ed. São Paulo : Atlas, 2005. CHIAVENATO, I. Administração: Teoria, Processo e Pratica.4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, I. Iniciação a Administração geral.3.ed. São Paulo : Makron Books, 2000. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução a Administração.5.ed. São Paulo : Atlas, 2000. MOTTA, F. C. P.Teoria Geral da Administração: Uma Introdução.22.ed. São Paulo : Pioneira, 2000. SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: Liderança e Colaboração no Mundo Competitivo.7.ed. São Paulo : Mc Graw Hill, 2007. SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: construindo vantagem competitiva.1.ed. São Paulo : Atlas, 2007. DISCIPLINA: 200327 - Introdução à Economia CARGA HORÁRIA TOTAL: 60 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 44 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2 . O B J E T I V O S Fornecer uma formação em economia para futuros contabilistas por meio de conceitos básicos e do enfoque microeconômico, fundamentais para a compreensão da estrutura das organizações e da inserção destas na economia. Objetiva-se permitir a compreensão das variáveis que afetam os mercados e possibilidade do aluno interagir neste. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas e dialogadas com os alunos, realização de trabalhos, discussão de questões atuais que permitam uma interação entre aluno e docente e uma maior compreensão do cenário econômico. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Provas regimentais: 7,0 (individuais) + atividades em grupo 3,0 5 . E M E N T A Conceito de Economia e Sistemas Econômicos; Análise da Economia de Mercado: Oferta, Demanda e Equilíbrio – Principais Problemas; Análise da Produção e dos Mercados: Formação de Monopólios e Oligopólios – Intervenção Estatal na Regulamentação dos Mercados; Introdução à Macroeconomia: Conceitos de PIB, PIB per capita e Análise da Distribuição de Renda, Conceitos de Crescimento e Desenvolvimento Econômico. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - Conceito de Economia: Economia, escassez e necessidade;Recursos e fatores de Produção; Custo de oportunidade: empresarial, orçamento público e familiar 2 - Agentes Econômicos 3 - Sistema Econômico 4 - Economia de mercado e outras estruturas: economia concorrencial – oferta, demanda e equilíbrio; estruturas de mercado: monopólio, oligopólio, cartel; bens substitutos e complementares; elasticidade-preço e elasticidade renda; o papel do CADE. 5 - Produção e Custos: conceitos de produto total, produto médio e economia de escala; custo total, custo médio, custo unitário e economia de escala. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: GREMAUD, A. P. ; VASCONCELOS, M. A. S. Economia brasileira contemporânea. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2011. ROSSETI, J. P. Introdução à Economia. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2009. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 45 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TROSTER, R. L.; MOCHON, M. F. Introdução à Economia. São Paulo: Makron Books, 2005. Bibliografia Complementar: KRUGMAN, Paul. A crise de 2008 e a economia da depressão. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2009. PASSOS, Carlos Roberto Martins; NOGAMI, Otto. Princípios de economia. 5. ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2010. PINHO, D. B; VASCONCELOS, M. A. S. (Org.) Manual de Economia: equipe de professores da USP. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. SOUZA, Nali de Jesus de. Economia básica. São Paulo: Atlas, 2007 DISCIPLINA: 200328 - LÍNGUA PORTUGUESA CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 60 O B J E T I V O S Proporcionar ao aluno o conhecimento gramatical com identificação na linguagem própria da sua área de atuação, através de certas regras e técnicas de redação. Aprofundar e/ou revisar estudos desenvolvidos no Ensino Médio, explorando aspectos mais complexos e específicos do conhecimento da língua portuguesa. Oferecer subsídios linguísticos para que o aluno repense sobre os problemas ortográficos, formais, de conteúdo e linguísticos encontrados no texto escrito. Desenvolver a habilidade para a comunicação e a expressão em termos de recepção e produção adequada de textos dentro dos padrões gramaticais. Assegurar a conscientização sobre o valor da redação, observando as qualidades essenciais de sua aplicação. Desenvolver a prática através da redação, como elemento fundamental para atuação no meio profissional. Fazer com que o aluno identifique, em situação de recepção e função social do texto, a unidade temática do texto lido, a organização dos diferentes tipos de texto (narração, dissertação, descrição, relatório etc.). Redigir textos técnicos necessários ao seu desempenho profissional de forma clara, direta, objetiva, concisa. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas e dialogadas através de leitura, reflexões; com ênfase nos conceitos, princípios e aplicabilidade na administração empresarial. Estudo de texto com interpretação, discussão e produção, e o uso do dicionário Estudo dirigido e dinâmica de grupo. Estudos e debates em grupo. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 46 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Aplicação de exercícios de fixação em sala de aula e como atividade extraclasse com a respectiva correção Trabalhos individuais de produção de textos. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Serão aplicados dois tipos de avaliação no decorrer de cada bimestre: Uma avaliação parcial com peso 4 (quatro) – que engloba: apresentação de trabalhos/tarefas, exercícios em classe, participação em aula, interesse, assiduidade e pontualidade; e uma avaliação regimental com peso 6 (seis). A MÉDIA FINAL SEMESTRAL será a média aritmética das notas obtidas em cada bimestre. 5 . E M E N T A Conscientização da importância da Língua Portuguesa e do processo de comunicação principalmente no texto empresarial. Produção e reescrita de diferentes tipos de texto usando corretamente as regras gramaticais da língua portuguesa, enfatizando o sistema ortográfico e os recursos de pontuação, expressando-se de maneira adequada. Leitura e interpretação de textos para apreender a mensagem principal e para verificar as funções e elementos da teoria da comunicação. Adequação gramatical nas diferentes e variadas modalidades redacionais (empresarial e oficial): argumentativa, reflexiva, narrativa e descritiva. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- A LÍNGUA: Modalidades, tipos e estilo 2 - Da PALAVRA ao TEXTO: Palavra; Frase – Tipos de frases; Parágrafo – Tipos de parágrafos; Texto – Prosa & Verso (Correspondência empresarial moderna (carta) / Vícios de linguagem) 3 - A TEORIA DA COMUNICAÇÃO: Comunicação e Expressão; O Circuito da Comunicação; Funções da Linguagem na Comunicação 5 -CURRICULUM VITAE: Elementos, utilização, importância e características; Elaboração 6 -REVISÃO GRAMATICAL – Aspectos linguísticos 5.1. Dúvidas comuns: 5.1.1. há/a 5.1.2. porquê/por quê/porque/por que – onde/aonde – etc. 5.2. Crase 5.3. Ortografia – notações léxicas Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 47 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5.4. Pontuação 5.5. Acentuação Gráfica 6 -RECURSOS EXPRESSIVOS – MODALIDADES REDACIONAIS: narração; descrição; dissertação 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ANDRADE, Maria Margarida de & HENRIQUES, Antonio. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1996. BELTRÃO, Odacir & BELTRÃO, Mariúsa. Correspondência: linguagem e comunicação. 19.ed. São Paulo: Atlas, 1995. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 8.ed. São Paulo: Ática, 1990. FIORIN, José & SAIOLI, Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1992. Bibliografia Complementar GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 13.ed. Rio de Janeiro: F.G.V., 1996. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2.ed. ver. e amp. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo: o Estado de São Paulo. 3.ed. ver. e ampl. São Paulo: Moderna, 1996. MEDEIROS, João B. Correspondência: técnicas de comunicação criativa. 11.ed. São Paulo: Atlas, 1996. __________. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1998. MESQUITA, Roberto Melo & MARTOS. Cloder Rivas. Gramática pedagógica. 17.ed. São Paulo: Saraiva, 1997. DISCIPLINA: 200329 – MATEMÁTICA CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S O aluno deverá rever os tópicos importantes da matemática básica e dominar os seus Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 48 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS conteúdos para aplicação futura na resolução de problemas. Identificar problemas que são resolvidos por regras de três simples e composta. Fazer divisão justa em sociedades. Resolver equações do 1º e 2º graus, equações exponenciais e logarítmicas que serão usadas na matemática financeira. Construir gráficos, interseção das curvas de oferta e demanda. Determinar valores desconhecidos nas sequencias aritméticas e geométricas e descobrir a lei de capitalização simples e composta da matemática financeira. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas teóricas e práticas, com exercícios ilustrativos e propostos. Elucidação dos exercícios propostos, estudo de casos, utilização das tabelas financeiras e utilização de calculadora científica/ ou financeira. Exercícios aplicativos. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 ( três pontos ). AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 ( sete ). 5 . E M E N T A REVISÃO DAS OPERAÇÕES EM R. RAZÃO, PROPORÇÃO E PROPRIEDADES. DIVISÃO PROPORCIONAL, REGRAS DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA. FUNÇÕES, SEQUÊNCIAS E PORCENTAGEM E APLICAÇÕES. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – REVISÃO DE MATEMÁTICA – operações.: Conjuntos numéricos : N, Z, Q e R ( incluindo também os números reais irracionais ); operações em R: Adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação; - Propriedades e aplicações. 2- RAZÕES E PROPORÇÕES: Definições e propriedades; Exercícios propostos e aplicados. 3- REGRA DE SOCIEDADE: Regra de três simples e composta; Regra de sociedade: divisão diretamente e inversamente proporcional; Exercícios propostos e aplicados. 4- FUNÇÕES: função do primeiro grau – gráficos e exercícios de aplicações; função do segundo grau – gráficos e exercícios de aplicações; função exponencial – gráficos e exercícios de aplicações; função logarítmica – gráficos e exercícios de aplicações; exercícios propostos e aplicativos dessas funções. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 49 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5- SEQUÊNCIAS NUMÉRICAS: Progressão aritmética – definição, fórmulas e aplicações; Progressão Geométrica – definição, fórmulas e aplicações; Exercícios propostos e aplicações. 6- PORCENTAGEM: Definição, taxa percentual e representações; Operações de venda com lucro e prejuízo sobre o custo ou sobre o preço de venda; Exercícios com aplicações práticas; Exercícios propostos e aplicações. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica ASSAF NET0, A. Matemática financeira e suas aplicações. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. CRESPO, Antonio Arnot . Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: Saraiva. PARENTE, E. CARIBE, R. Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: FTD. Bibliografia Complementar FARIA, R. G. de. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2000. LEITE, Ângela. Aplicações da Matemática. São Paulo: Cengage Learning, 2008. PUCCINI, A. de L. Matemática financeira objetiva e aplicada. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações à análise de investimentos. 3. ed. São Paulo: Makron Books (Prentice Hall), 2007. SPINELLI, W.; QUEIROZ, M.H. Matemática comercial 2º TERMO DISCIPLINA: 200330 – CONTABILIDADE GERAL CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Proporcionar aos alunos o conhecimento da Contabilidade Geral e seus segmentos, como continuidade do programa de aprendizado das demonstrações financeiras, principalmente o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício, bem como na preparação para o mercado de trabalho. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O A metodologia é baseada no desenvolvimento teórico e prático na elaboração da escrituração contábil, com ênfase nos registros contábeis do balancete de verificação, da demonstração do resultado do exercício e balanço patrimonial, com aplicação dos recursos disponíveis.Exercícios Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 50 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS aplicativos. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0 pontos, totalizando 10,0 pontos. 5 . E M E N T A A contabilidade como fonte de informações de acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações produzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09. O Balanço Patrimonial e os grupos de contas do Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. As alterações da legislação contábil para enquadramento junto às Normas Internacional de Contabilidade. As contas de despesas e receitas operacionais e não operacionais. O Custo da Mercadoria Vendida. As operações comerciais de compras e vendas de mercadorias e serviços. O resultado com mercadorias. A Constituição do Capital Social. A aquisição de bens a vista e a prazo. O Balancete de Verificação. O registro contábil das operações comerciais. As contas de débito e Crédito. Contas com saldos devedores e credores. A Demonstração do Resultado do Exercício. O Balancete de Verificação e as contas com saldos positivos e negativos. O resultado do exercício e as apurações necessárias. As demonstrações financeiras de uma entidade. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – BALANÇO PATRIMONIAL: Introdução, grupos de contas do Ativo, Passivo e Patrimônio líquido de acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09. 2 – AS CONTAS DE RESULTADO: despesas e receitas operacionais e não operacionais. Compras e Vendas de mercadorias. O custo da mercadoria vendida e o resultado com mercadorias. 3 - A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL: Conceito; sistemas contábeis. A escrituração do Livro Diário e do Livro Razão. Outros tipos de controle do registro contábil. O capital social. 4 – O BALANCETE DE VERIFICAÇÃO: Conceito, métodos da primeira, segunda, terceira e quarta fórmula. O balancete de quatro e duas colunas. O balancete como instrumento de decisão. 5 – O RESULTADO DO EXERCÍCIO: Demonstração dedutiva de acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09. A nova demonstração de acordo com as normas internacionais de contabilidade. As receitas e despesas operacionais. O lucro antes do imposto de renda. A dedução da contribuição social sobre o lucro líquido e as deduções do imposto de renda. O lucro líquido do exercício. 6 – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: O Balanço Patrimonial. A demonstração do resultado do exercício. A demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados. O encerramento das contas Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 51 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS patrimoniais e de resultado. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013. Bibliografias Complementares: IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. DISCIPLINA: 200331 - TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Desenvolver nos alunos o aprendizadi sobre os novos modelos de gestão que têm sido utilizados pela empresas nas últimas décadas. O aluno deverá saber os conceitos tradicionais que ainda estão em vigor e os que não, ou seja, os atuais. Ainda deverá compreender a importância das funções administrativas e suas interrelações. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 52 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, utilização de recursos de multimídia, lousa e discussão de artigos atuais relacionados com o tema. Após a explicação e discussão de cada teoria, será apresentado estudos de casos para fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Teorias modernas de gestão: Abordagem contingencial, Administração por objetivos, Administração estratégica, Administração japonesa, Estratégias Emergentes de Gestão: A visão holística, Administração Empreendedora, Administração virtual, O fim do emprego, Gestão empresarial: A gestão da mudança. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Teoria Modernas de Gestão: Abordagem contingencial, Administração por objetivos, Administração estratégia, Administração participativa, Administração Japonesa (benchmarking e Learning). 2. Estratégias Emergentes de Gestão: A visão holística (o que é Holismo, características gerais); Administração empreendedora: A inovação sistemática, Empreendimento e Empreendedor; Administração Virtual: O que é corporação virtual?; O Fim do Emprego: O desemprego como consequência da tecnologia, um fenômeno macroeconômico, as novas características do trabalho. 3. Gestão Empresarial: A Gestão da Mudança: o contexto e a mudança, liderando o processo de mudança, as pessoas fazendo acontecer as mudanças. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: FERREIRA, A. A. REIS, A.C.F.PEREIRA, M.I. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias. São Paulo: Pioneira. 2011. MAXIMIANO, A. C. A.Teoria Geral da Administração: da escola cientifica a competitividade em economia globalizada.4.ed. São Paulo : Atlas, 2005. CHIAVENATO, I. Administração: Teoria, Processo e Pratica.4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 53 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, I. Iniciação a Administração geral.3.ed. São Paulo : Makron Books, 2000. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução a Administração.5.ed. São Paulo : Atlas, 2000. MOTTA, F. C. P.Teoria Geral da Administração: Uma Introdução.22.ed. São Paulo : Pioneira, 2000. SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: Liderança e Colaboração no Mundo Competitivo.7.ed. São Paulo : Mc Graw Hill, 2007. SNELL, S. A., BATEMAN, T. S..Administração: construindo vantagem competitiva.1.ed. São Paulo : Atlas, 2007. DISCIPLINA: 200332 – ECONOMIA CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S A disciplina tem como objetivo, juntamente com a disciplina de introdução à economia, fornecer uma formação básica de estudos das Ciências Econômicas, através de exposições, analyses e debates dos problemas relativos à disciplina, visando estimular os alunos do curso de Ciências Contábeis, à percepção e ao interesse pelos problemas econômicos e familiarizá-los com as teorias que analisam esses problemas. Para isto, sera dado enfoque na economia brasileira. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O O programa sera desenvolvido através da utilização dos seguintes recursos didáticos: Aulas expositivas com o auxílio de transparências e textos preparatórios como prérequisito informacional; Leituras dirigidas com discussão crítica em sala de aula; Seminários com exposição individual ou em grupo, sobre um tema determinado. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Provas regimentais: 7,0 (individuais) + atividades: 3,0 5 . E M E N T A A concorrência perfeita, o monopólio e o oligopólio; o enfoque macroeconômico, a renda nacional e outros agregados; a intervenção do estado na e a política fiscal; o financiamento da economia, o dinheiro e os bancos; o controle da quantidade de dinheiro por parte do Banco Central do Brasil; o comércio internacional e a balança de pagamentos. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 54 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – Concorrência Perfeita, O Monopólio e o Oligopólio: o Mercado e a concorrência; a concorrência perfeita; o monopólio; os mercados oligopolistas. 2 - Enfoque Macroeconômico, A Renda Nacional e Outros Agregados: a macroeconomia e a política macroeconômica; a contabilidade nacional; o produto nacional, produtos intermediaries e produtos finais. 3 - A Intervenção do Estado na Economia e a Política Fiscal: a intervenção do estado e seus objetivos; os instrumentos do setor publico, a política fiscal; o caráter automático da política fiscal; limitações no emprego de políticas fiscais discricionárias; reflexes finais sobre a política fiscal. 4 - O Financiamento da Economia – O Dinheiro e os Bancos: o processo de financiamento, o dinheiro; os bancos e o dinheiro bancário; os bancos e os serviços que oferecem; os depósitos dos bancos e a criação de dinheiro. 5 – Controle da Quantidade de Dinheiro por Parte do Banco Central do Brasil: o controle da oferta monetária e o Banco Central do Brasil; a política monetária; os instrumentos da política monetária; os efeitos da política monetária. 6 – Comércio Internacional e a Balança de Pagamentos: o comércio entre países, fatores explicativos; obstáculos ao livre comércio entre países; as transações internacionais e as balanças de pagamentos; o saldo da balança de pagamento, o papel do Banco Central do Brasil. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: GREMAUD, A. P. ; VASCONCELOS, M. A. S. Economia brasileira contemporânea. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2011. ROSSETI, J. P. Introdução à Economia. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2009. TROSTER, R. L.; MOCHON, M. F. Introdução à Economia. São Paulo: Makron Books, 2005. Bibliografia Complementar: KRUGMAN, Paul. A crise de 2008 e a economia da depressão. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2009. PASSOS, Carlos Roberto Martins; NOGAMI, Otto. Princípios de economia. 5. ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2010. PINHO, D. B; VASCONCELOS, M. A. S. (Org.) Manual de Economia: equipe de professores da USP. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. SAYAD, João. O dólar. São Paulo: Publifolha, 2002. SOUZA, Nali de Jesus de. Economia básica. São Paulo: Atlas, 2007 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 55 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: 200333 – MATEMÁTICA FINANCEIRA CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Propiciar aos alunos o desenvolvimento dos conhecimentos da matemática financeira e o entendimento dos sistemas de financiamento existentes, assim como as taxas de juros realmente cobradas, na maioria das vezes, de difícil entendimento. Desenvolver habilidades no manuseio da calculadora financeira, preferencialmente a HP-12C, a qual é material indispensável na solução de problemas da disciplina e de uso constant na vida professional. Entender e utilizer as tabelas financeiras, úteis em concursos. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas teóricas e práticas, com exercícios ilustrativos e propostos. Elucidação dos exercícios propostos, estudo de casos, utilização das tabelas financeiras e utilização de calculadora financeira. Exercícios aplicativos. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 ( três pontos ). AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 ( sete ). 5 . E M E N T A Juros Simples; Descontos simples; Juros compostos; Descontos compostos; Equivalência de capitais diferidos pelo desconto composto; Rendas imediatas; Rendas antecipadas; Rendas diferidas; Sistema de Amortização Francês; Sistema de Amortização Constante; Sistema de Amortização Misto; Avaliação de Fluxo de Caixa (NPV – IRR). 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – JUROS SIMPLES – Conceitos; Fórmula dos juros simples; Fórmula do montante; Aplicação do Método Hamburguês; Exercícios resolvidos e propostos. 2- DESCONTOS SIMPLES: Conceito; Desconto Comercial – Valor Atual; Desconto racional – Valor Atual; Relação entre taxa de desconto comercial e taxa de juros. 3- JUROS COMPOSTOS: Conceito; Fórmula do montante a juros compostos; Fórmula decorrentes; Montante para períodos não inteiros: convenção linear, convenção exponencial, exercícios resolvidos e propostos. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 56 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4- ESTUDO DE TAXAS: Taxa proporcional; Taxa equivalente; Taxa nominal; Taxa efetiva. 5- DESCONTOS COMPOSTOS: Conceito; Fórmula do desconto Real (desconto composto racional); Fórmulas decorrentes; Valor atual pelo desconto real; Equivalência de capitais diferidos pelo desconto real. 6- REAL: Conceito; Rendas imediatas: valor atual das rendas imediatas, valor futuro das rendas imediatas; Rendas Antecipadas: valor atual das rendas antecipadas, valor futuro das rendas antecipadas; Rendas diferidas: valor atual das rendas diferidas, valor futuro das rendas diferidas, outras rendas especiais. 7 – SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO: Conceitos; Sistema de Amortização Francês (SAF): plano de amortização; Sistema de Amortização Constante (SAC): plano de amortização; Sistema de Amortização Misto (SAM): plano de amortização. 8 – ANÁLISE DE INVESTIMENTOS: Avaliação de Fluxos de Caixa: introdução, método do valor Presente Líquido. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica ASSAF NET0, A. Matemática financeira e suas aplicações. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. CRESPO, Antonio Arnot . Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: Saraiva. PARENTE, E. CARIBE, R. Matemática Comercial e Financeira. São Paulo: FTD. Bibliografia Complementar FARIA, R. G. de. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2000. LEITE, Ângela. Aplicações da Matemática. São Paulo: Cengage Learning, 2008. PUCCINI, A. de L. Matemática financeira objetiva e aplicada. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações à análise de investimentos. 3. ed. São Paulo: Makron Books (Prentice Hall), 2007. SPINELLI, W.; QUEIROZ, M.H. Matemática comercial DISCIPLINA: 200334 – INTRODUÇÃO AO DIREITO Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 57 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CARGA HORÁRIA TOTAL: 40 2 . O B J E T I V O S Proporcionar aos alunos um conhecimento geral do Direito. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Proporcionar ao aluno uma visão geral do direito, com finalidade específica de criar senso critic e alertá-lo sobre seus direitos e deveres. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 ( três pontos ). AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 ( sete ). 5 . E M E N T A A formação profissional, quanto ao conhecimento das questões que envolvem Direito, a teoria positivista e a sua aplicação no ordenamento jurídico do Direito Público e Privado e suas ramificações. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – NOÇÕES PRELIMINARES AO ESTUDO DO DIREITO – Surgimento do direito; divisão do direito; 2- DA LEI JURÍDICA: Definição; Quando a Lei Jurídica se torna obrigatória; Revogação da Lei; Ninguém se acusa, alegando ignorar a própria lei; Da aplicação da Lei e de sua lacuna (Analogia, os Costumes e os Princípios Gerais do Direito); Hierarquia das normas jurídicas; 3- DA APLICAÇÃO DA NORMA JURÍDICA NO TEMPO: Da retroatividade da lei nova; Efeito imediato da lei nova; Sobrevivência da lei antiga. 4- DIREITO CONSTITUCIONAL: Conceito de Constituição; Formas de governo.; Sistema de governo; Os princípios fundamentais constitucionais; Existência dos três poderes; Dos Direitos e garantias constitucionais. 5- DIREITO CIVIL: Apresentação; Divisão do Código Civil; Início da existência da personalidade humana; Capacidade jurídica e capacidade de exercício; Os incapazes (absolutamente e relativamente); Cessação de incapacidade; Casos de emancipações. 6- DA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO: Noções.de pessoa jurídica de Direito Privado; Sociedade de fato; Começo da personalidade jurídica da Sociedade Civil ou Mercantil; Classificação das pessoas jurídicas; Extinção da pessoa jurídica. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 58 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 7 – DO OBJETO DO DIREITO: Conceito jurídico de bens; Espécies de bens 8 – DOS FATOS JURÍDICOS 9 – DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS 10 – ATOS ILÍCITOS 11 – DA PRESCRIÇÃO E DECADÊNCIA DA PROVA 12 – DIREITO DO TRABALHO: Definição; Natureza juridical; Aspectos legais; Noções gerais. 13 – DIREITO COMERCIAL: Conceito de Direito Comercial; Natureza jurídica, aspectos legais e noções gerais. 14 – DIREITO DO CONSUMIDOR: Natureza jurídica, aspectos legais e noções gerais. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica BRASIL, Constituição federal de 1998. São Paulo: Saraiva, 1998. COELHO, F.U. Manual de direito comercial. São Paulo: Ed. Saraiva DOWER, N.G.B. Instituições de direito público e privado. São Paulo: Ed. Saraiva. Bibliografia Complementar COELHO, F.U. Curso de direito comercial. Ed. Saraiva. COELHO, F.U. Código comercial e legislação complementar anotadas. Ed. Saraiva FUNHER, Cláudio Américo Maximilianus. Resumo de Direito Comercial. Ed. Saraiva. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. Ed. Saraiva. OLIVEIRA, Juarez. CLT. Ed. Saraiva. REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito. Ed. Saraiva. TEIXEIRA, T. Direito empresarial sistematizado. Ed. Saraiva. TEMER, Michel. Elementos de Direito Constitucional. Ed. Revista dos Tribunais. 3º TERMO DISCIPLINA: 200335 – ESTATÍSTICA 1 CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 59 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Desenvolver a compreensão dos princípios básicos e dos métodos estatísticos, considerando o quanto um profissional pode beneficiar-se destes, nas tomadas de decisões e estimativas. Basear os exercícios e pesquisas, em sua maioria, em situações reais, favorecendo a interpretação e análise dos resultados, ampliando o conhecimento das aplicações dos conceitos teóricos. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas teóricas e práticas, com exercícios ilustrativos e propostos. Construções de tabelas e gráficos. Utilização da planilha Excel. Utilização de calculadoras financeiras/ou científicas, tabelas estatísticas na resolução de problemas. Exercícios aplicativos. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO - AVALIAÇÃO PARCIAL – Atividades e avaliações cuja soma seja no máximo 3,0 (três pontos). - AVALIAÇÃO REGIMENTAL – De acordo com o calendário, com nota máxima igual a 7,0 (sete). 5 . E M E N T A Arredondamento de dados de acordo com a precisão desejada ( uso da HP 12C ). Técnicas para obtenção de uma Amostragem. Tabelas, Gráficos estatísticos e Séries Estatísticas. Análise dos gráficos e tabelas. Medidas de posições Centrais e de variabilidade. Separatrizes. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – ESTATÍSTICA. 1.1 – Conceitos, definições. 1.2 – Método estatístico. 1.3 – Etapas para a obtenção e apuração de uma pesquisa de campo. 1.4 - População e Amostra. 1.5 – Tipos de amostras: discretas e contínuas. 1.6 - Arredondamento de dados. 2 – Séries Estatísticas. 2.1 – Construção de Tabelas e suas classificações. Interpretação. 2.2 - Exercícios propostos e aplicações. 3 – Gráficos Estatísticos. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 60 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.1 – Tipos de Gráficos, pesquisa e classificações. 3.2 - Construções de Gráficos – Planilha do Excel 3.3 - Exercícios propostos e aplicativos com interpretação e análise dos gráficos. 4 – Distribuição de Frequências com dados sem e com intervalo de classe. 4.1 – Polígono de Frequência. 4.2 - Gráficos de frequências acumulada e relativa. 4.3 - Exercícios propostos e aplicativos. 5 – Medidas de posição Central: 5.1 – Cálculo da Média, Moda e Mediana para dados sem e com intervalo de classe. 5.2 - Estudo e Cálculo dos Quartis, Decis e Percentis. 5.3 - Exercícios propostos e aplicações. 6 – Medias de Dispersão: 6.1 – Desvio Médio para Dados simples e agrupados. 6.2 - Variância e Desvio Padrão para dados simples e agrupados. 6.3 - Exercícios propostos e aplicações. 7 – Medidas de Assimetria e Curtose: 7.1 – Coeficientes de Assimetria e de Curtose. 7.2 - Exercícios propostos e aplicações. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ARA, A.B., MUSETTI, A.V., SCHNEIDERMAN, B. Introdução a estatística.1.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 2011 BUSSAB, W. O; MORETIN, P. A. Estatística Básica. 5.ed. 10. tiragem. São Paulo: Saraiva, 2002 SILVA, E. M. da et al. Estatística para os cursos de: Economia, Administração e Ciências Contábeis. 3.ed. v. 1 e 2. São Paulo: Atlas Bibliografia Complementar CRESPO, Antonio Arnot . Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva. FONSECA, J. S.; MARTINS, G. A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 61 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS KAZMIER, L. J. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1992. LEVIN, J.; FOX, J. A. Estatística para ciências humanas. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2004. WILTON, O. Bussab / MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo:Saraiva, 2002. DISCIPLINA: 20337 - Sociologia CARGA HORÁRIA TOTAL: 40 2 . O B J E T I V O S Caracterizar o conhecimento científico e contextualizar historicamente o surgimento e desenvolvimento da ciência moderna no mundo ocidental. Desenvolver temas que permitam pensar o homem e a sociedade como objeto de estudos, principalmente através da sociologia, da antropologia, economia e política. Discutir conceitos fundamentais desenvolvidos pela sociologia. Conhecer a importância das instituições sociais e o pensamento dos precursores da sociologia. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas dialogadas; Estudo e discussão de textos; Dinâmica de grupo; Envolver os alunos no desenvolvimento de projetos com a comunidade. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Trabalhos escritos; Apresentação de projetos desenvolvidos na comunidade; Provas Regimentais e Parciais. 5 . E M E N T A O desenvolvimento científico e a correspondência com a vida social. O pensamento dos precursores da sociologia. Relações dos indivíduos e a sociedade. As principais instituições da sociedade e o processo de institucionalização. Desigualdades Sociais no Brasil e no mundo. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 62 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O que é Ciência: Características do pensamento científico; O método científico; Tipos de conhecimento 2. Alguns conceitos fundamentais: Status Social; Estratificação Social; Cultura; Ideologia 3. Precursores da Sociologia: Pensamento positivista de Auguste Comte e Emile Durkheim; Pensamento de Max Weber e Karl Marx 4. Individuo e Sociedade: Estrutura Social; Globalização 5. Instituições Sociais: Principais instituições da sociedade: família, educação, religião, política; Processo de institucionalização. 6. Desigualdades Sociais no Brasil e no mundo: Os impactos da Globalização no sistema capitalista; Desigualdade Mundial: Colonialismo e Mercantilismo 7. Sociologia e a prática social comunitária 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia básica: ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008. 358p. BAUMAN, Z. Aprendendo a pensar com a sociologia. 1.ed. Rio de Janeiro : Jorge Zahar, 2010. 301p. COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2005. 415p. Bibliografia complementar: DIAS, R. Introdução à Sociologia. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 338p. GIDDENS, A. Sociologia, 4.ed. Lisboa: CalousteGulbenkian, 2004. 725p. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia geral. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2009. TENÓRIO, F. G. Responsabilidade social empresarial: teoria e prática. Rio de Janeiro: FGV Editora, TOMAZI, N.D. Iniciação a sociologia.2.ed. São Paulo : Saraiva, 2007. 264p. DISCIPLINA: 200338 - INFORMÁTICA CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S O Objetivo da Disciplina de Informática à passar para o aluno as noções básicas de informática, Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 63 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS desde os termos utilizados aos softwares mais utilizados no mercado. Como o editor de textos Word for Windows, Power Point e Excel. Com estas ferramentas os Alunos terão condições de ingressar no mercado com um conhecimento de ferramentas atualizadas. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas Expositivas / Projetor Multimídia Aulas práticas utilizando o laboratório de informática. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Para cada bimestre serão aplicados duas ou mais avaliações e uma prova regimental demonstrada no plano de Aula, todas terão peso 10. Para obtenção da média final soma-se as avaliações e a prova regimental e divide-a pelo numero de avaliações e a prova regimental 5 . E M E N T A Noções básicas de informática: conceitos e configurações. Windows: comando, utilitários e funções do Windows Explorer. Word for Windows: Configurações de página, fontes e parágrafos; exibir, ocultar e personalizar barras de ferramentas; utilização de corretor ortográficos e gramatical; inserção de cabeçalho e rodapé, auto correção, auto texto, notas, comentários e símbolos; marcadores e numeração, colunas e auto formatação; geração de índice, seção e tabelas; definição de mala direta; PowerPoint: Apresentação e métodos de criação de slides; edição e formatação de slides; inserção de gráficos e figuras; aplicação de efeito de animação e transição de slides. Excel: conceitos e comandos básicos; criando planilhas; comandos operacionais; formulas e funções simples e complexas; determinação de gráficos, filtro, classificação, auditoria e integração com software. Programas de informações integradas: Jogo de Empresa e utilização na prática de programa de Informação Gerencial. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Noções básicas de informática 1.1 Conceitos básicos 1.2 Configurações 2 Windows 2.1 Noções do Windows Explorer 2.2 Comando e funções 2.3 Utilitários 3 Word for Windows 3.1 Configurações de Página, fontes e parágrafos 3.2 Exibir, ocultar e personalizar barras de ferramentas 3.3 Utilização de corretor ortográficos e gramatical Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 64 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3.4 Inserção de cabeçalho e rodapé 3.5 Processo de Auto Correção, Auto Texto, Notas, Comentários e Símbolos 3.6 Marcadores e numeração, colunas e auto formatação 3.7 Geração de índice, seção e tabelas 3.8 Definição de Mala Direta 4. Software de apresentação PowerPoint 4.1 Apresentação e métodos de criação de slides 4.2 Edição e formatação de slides 4.3 Inserção de gráficos e figuras 4.4 Aplicação de efeito de animação e transição de slides 5 Planilha Excel 5.1 Conceitos e comandos básicos 5.2 Criando planilhas 5.3 Comandos operacionais 5.4 Formulas e funções simples 5.5 Determinação de funções complexas 5.6 Determinação de Gráficos 5.7 Filtro, classificação, auditoria e integração com software 6 Programas de informações integradas 6.1 Jogo de Empresa 6.2 Programa de Informação Gerencial – ERP 7. BIBLIOGRAFIA Básica: MICROSOFT, Word: Passo a Passo Microsoft Word 97. 1ª ed. São Paulo:Makron Book, 1997. MICROSOFT, Power Point : Passo a Passo Microsoft Power Point 97. 1ª ed. São Paulo:Makron Book, 1997. MICROSOFT, Excel: Passo a Passo Microsoft Excel 97. 1ª ed. São Paulo:Makron Book, 1997. Complementar: ALENCAR, Dalton Conde De, LAUDON, Kenneth C..Sistemas de Informação com Internet. 4ª ed. Rio de Janeiro : LTC, 1999. ALENCAR, Dalton Conde De, VIEIRA, Maria Lucia Tecker, STAIR, Ralph M..Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. CORTES, Pedro Luiz. MS Word 7.0 para Windows 95. 1ª ed. São Paulo: Érica, 1995. DAMASCENO JR., Américo. Aprendendo windows 95. 1ª ed. São Paulo:Érica, 1995. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 65 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: 200339 - Direito Empresarial CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Propiciar ao aluno uma visão geral do direito comercial, com finalidade específica de criar senso crítico e alertá-lo sobre seus direitos e deveres. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, bem como, discussões entre docente e discentes. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO AV 1 – 03 pontos AV 2 – 07 pontos (Prova Regimental) Discussões em sala sobre temas pré-estabelecidos. 5 . E M E N T A 1- Direito empresarial 2- Do empresário 3- Obrigações profissionais do empresário. 4- Registro do empresário. 5- Do empresário individual 6- Sociedades empresariais. 7- Do estabelecimento empresarial. 8- Dos títulos de crédito. 9- Falência e recuperação de empresas. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Direito empresarial: Surgimento do comércio, evolução do comércio, conceito de direito empresarial, fontes do direito empresarial e divisão do direito empresarial. 2-Do empresário: Apresentação, natureza jurídica e elementos caracterizadores do perfil de empresário. 3- Obrigações profissionais do empresário: Obrigações comuns a todos os empresários, os livros mercantis e sua classificação e requisitos de todos os livros comerciais. 4- Do registro de comércio: Empresário de direito e de fato, finalidade do registro, as juntas comerciais e suas atividades. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 66 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5- Do empresário individual: Conceito, requisitos para qualificação do comerciante individual, capacidade para o exercício da profissão, responsabilidade do comerciante individual. 6- Sociedades empresariais: Conceito de sociedade empresarial, sociedades empresariais regulares, sociedades sem personalidade jurídica, sociedade de fato ou irregular, sociedade em conta de participação. 7- Do estabelecimento empresarial. 8- Títulos de crédito 9- Falência e recuperação de empresas. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica BRASIL, Constituição federal de 1998. São Paulo: Saraiva, 1998. COELHO, F.U. Manual de direito comercial. São Paulo: Ed. Saraiva DOWER, N.G.B. Instituições de direito público e privado. São Paulo: Ed. Saraiva. Bibliografia Complementar COELHO, F.U. Curso de direito comercial. Ed. Saraiva. COELHO, F.U. Código comercial e legislação complementar anotadas. Ed. Saraiva FUNHER, Cláudio Américo Maximilianus. Resumo de Direito Comercial. Ed. Saraiva. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. Ed. Saraiva. OLIVEIRA, Juarez. CLT. Ed. Saraiva. REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito. Ed. Saraiva. TEIXEIRA, T. Direito empresarial sistematizado. Ed. Saraiva. TEMER, Michel. Elementos de Direito Constitucional. Ed. Revista dos Tribunais. DISCIPLINA: 200340 – INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE DE CUSTOS CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Proporcionar conhecimentos introdutórios sobre a contabilidade de custos, seus objetivos e sua utilização com propósitos contábeis, gerenciais e para fins de controle. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 67 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Terminologia de Custos; Princípios Contábeis Aplicados a Custos; Algumas Classificações e Nomenclaturas de Custos; Esquema Básico de Contabilidade de Custos; Critérios de Rateio dos Custos Indiretos, Materiais Diretos e Mão-de-Obra Direta 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Contabilidade de Custos, a Contabilidade Financeira e a Contabilidade Gerencial. Classificação de Custos, Despesas, Gastos, Perdas e Investimentos. Princípios Contábeis Aplicados à Custos Classificação de Custos Diretos e Indiretos, Fixos, Variáveis e Mistos Custeio por Absorção Esquema Básico de Contabilidade de Custos: separação de custos, despesas, ativos e Passivos Elaboração do Custo do Produto Mateirais Diretos: custo de aquisição e de importação / IPI e ICMS Distinção entre co-produtos, subprodutos e sucatas Custeio de produção conjunta, dos subprodutos, das sucatas e perdas de materiais. Controle de Estoques: Métodos de avaliação de estoques PEPS e Médio Ponderado Mão-de-Obra direta: separação de mão-de-obra direta e indireta; Tempo não produtivo; Horas extras. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: BRUNI. Adriano Leal. Administração de custos, preços e lucros: com aplicações na HP12C e Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010. PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de custos para não contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012, Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 68 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bibliografia Complementar: BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio José. Estrutura e análise de custos. São Paulo: Ed. Saraiva CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de custos: uma abordagem quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1 HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2 LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. 4º TERMO DISCIPLINA: 200342/ ADM FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Proporcionar ao aluno conhecimentos necessários para implementação de orçamento empresarial, utilizando as técnicas da administração financeira. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Princípios de fluxos de caixa e orçamento de capital, técnicas de análise de orçamentos de capital, o custo do capital, alavancagem e estrutura de capital; Exigível a longo prazo, banco de investimento, ações ordinárias e políticas de dividendos, ações preferenciais, leasing, títulos conversíveis, warrants e opções; Planejamento financeiro, capitais circulantes líquidos e financiamento a curto prazo, caixa e títulos negociáveis, duplicatas a receber e estoques, noções de alienação de investimento. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 69 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. PRINCÍPIOS DE FLUXO DE CAIXA E ORÇAMENTO DE CAPITAL: O processo de decisão de orçamento de capital; Fluxos de caixa relevantes; Cálculo do investimento inicial; Variações do capital Circulante líquido. 2. TÉCNICAS DE ANÁLISE DE ORÇAMENTOS DE CAPITAL: Técnica de análise de orçamentos de capital; Comparação entre as técnicas do VPL e TIR; Abordagem para lidar com risco; Técnicas de ajuste ao risco. 3. O CUSTO DE CAPITAL: Uma síntese do custo de capital; Custo da dívida a longo prazo; Custo marginal e decisão de investimentos. 4. ALAVANCAGEM E ESTRUTURA DE CAPITAL: Alvancagem operacional, financeira, total ponto de equilíbrio; A estrutura de capital da empresa; A escolha da estrutura ótima de capital. 5. EXIGÍVEL A LONGO PRAZO E BANCOS DE INVESTIMENTOS: Características dos financiamentos a longo prazo; Empréstimos a prazo; Títulos privados; Bancos de investimentos; 6. AÇÕES ORDINÁRIAS E POLÍTICAS DE DIVIDENDOS, AÇÕES PREFERENCIAIS, LEASING, TÍTULOS CONVERSÍVEIS WARRANTS E OPÇÕES: Natureza do capital próprio; Fundamentos dos dividendos; Ação ordinária, preferencial; Leasing; Títulos conversíveis; Warants. 7. PLANEJAMENTO FINANCEIRO: O processo de planejamento financeiro; Planejamento de caixa; Planejamento de lucro; Demonstração de resultados projetados. 8. CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO E FINANCIAMENTO A CURTO PRAZO: Noções fundamentais sobre o capital de giro líquido; Estratégias de administração de capital circulante; Fontes espontâneas de financiamento; Caixa e títulos negociáveis. 9. CAIXA E TÍTULOS NEGOCIÁVEIS: Administração eficiente de caixa; Técnicas de administração de caixa. 10. DUPLICATAS A RECEBER E ESTOQUES: Seleção de crédito; Administração de estoque. 11. NOÇÕES DE ALIENAÇÃO DE INVESTIMENTO: Terminologia Básica; Motivos para Fusões 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografias Básicas: GITMAN, Lawrence J.. Princípios da Administração Financeira. 12ª. ed. São Paulo: Pearson, 2010. ROSS, S.A.; RANDOLPH W. W.; BRADFORD, J.D. Princípios da administração financeira. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 70 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bibliografia Complementar: ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro. 2ª. ed. São Paulo: Atlas, IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013 MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2010. MATARAZZO, Dante Pinheiro. Análise Financeira de Balanço: abordagem básica e gerencial. 7ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MELLAGI FILHO, Armando. Curso Básico de Finanças. 1ª ed. São Paulo: Atlas DISCIPLINA: CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 200367/ TEORIA DA CONTABILIDADE 80 O B J E T I V O S Proporcionar ao aluno o conhecimento das premissas orientadoras das Ciências Contábeis, abordando diretrizes reguladoras da contabilidade, como os princípios e normas contábeis, avaliação dos itens patrimoniais e os relatórios contábeis. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A A profissão contábil; O produto final da contabilidade; Princípios fundamentais da contabilidade; Patrimônio e resultado; Relatórios contábeis; Escrituração contábil; Pesquisa e perspectiva. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A PROFISSÃO CONTÁBIL: A evolução da contabilidade; A contabilidade e o contador; Os objetivos da contabilidade. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 71 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2. O PRODUTO FINAL DA CONTABILIDADE: Qualidade e característica da informação contábil; Relatórios contábeis. 3. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CONTABILIDADE: Os princípios fundamentais da contabilidade. A entidade e a continuidade; O custo, a moeda, a competência e a essência; Convenções contábeis; Os princípios fundamentais de contabilidade segundo o CFC. 4. PATRIMÔNIO E RESULTADO: Definição e critérios de avaliação de ativos; Definição e critérios de avaliação de passivo e de patrimônio líquido; Receitas, despesas, perdas e ganhos. 5. RELATÓRIOS CONTÁBEIS: O balanço patrimonial; A demonstração do resultado do exercício; A demonstração das mutações do patrimônio líquido; A demonstração de origens e aplicações de recursos (DOAR) – Extinção pela Lei 11638/07; A demonstração do fluxo de caixa; a Demonstração do valor adicionado. 6. ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL: Aspectos sobre escrituração contábil; Normas do Conselho de Contabilidade sobre escrituração contábil. 7 . PESQUISA E PERSPECTIVA: Metodologias e enfoques da pesquisa contábil; Origem e perspectiva da contabilidade. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografias Básicas: HENDRIKSEN, Eldon S. e BREDA, Michael F. Van. Teoria da Contabilidade. São Paulo:Atlas, IUDÍCIBUS, Sérgio de. Teoria da Contabilidade. 10ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARION, José Carlos; IUDÍCIBUS, Sérgio de. Introdução à Teoria da Contabilidade: para o nível de graduação. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SÁ, Antônio Lopes De. Teoria da Contabilidade. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografias Complementares: IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 16ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2012 RIBEIRO FILHO, José Francisco; LOPES, Jorge; PEDERNEIRAS, Marcleide. Estudando Teoria da Contabilidade. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. SILVA, César Augusto Tibúrcio e NIYAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade para concursos e Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 72 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS exame de suficiência. 3ª. ed. São Paulo: Atlas, 2013. DISCIPLINA: 200368/CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Oferecer subsidios e conhecimentos dos elementos da Contabilidade Intermediária desde o seu início, dando-lhe o enfoque teórico e prático de todo o sistema patrimonial, econômico e financeiro, e assim, despertando o interesse do futuro profissional no processo do conhecimento contábil, principalmente para seu campo de trabalho. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O A metodologia tem por objetivo principal demonstrar os seguimentos da Contabilidade Intermediária, para que ao final do periodo seja capaz de planejar programar e executar todos os procedimentos que a contabilidade oferece, principalmente em relação às formalidades intrínsecas e extrínsecas 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0 pontos, totalizando 10,0 pontos. 5 . E M E N T A Tipos de sociedades. Sociedade Anônima e Sociedade por quotas de limitada. Estatuto e contrato social. O registro contábil do responsabilidade patrimônio da empresa. A constituição do patrimônio. Operações comerciais. Operações financeiras. Fluxo de caixa. O capital e o patrimônio. O plano de contas. Finalidade e usuários. As operações comerciais. Os impostos incidentes sobre as operações comerciais. As operações com mercadorias. RCM e CMV. Devoluções e abatimentos. A apuração do resultado do exercício. As demonstrações financeiras de acordo com a Lei nº 6.404/76 e Lei 11.638/07. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - SOCIEDADES COMERCIAIS: Sociedades Mercantis; Sociedades mercantis; Sociedade Anônima; Sociedade por quotas de responsabilidade limitada; Estatuto social e contrato social. 2 - O REGISTRO CONTÁBIL: Equação do patrimônio; Estática patrimonial; Contas patrimoniais; Configuração do estado patrimonial; Subscrição do capital social; Tipos de capitais; Método das partidas dobradas; Contas Débito e crédito; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 73 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Operações financeiras. 3 - PLANO DE CONTAS: Finalidade e objetivo; Tipos de atividades; Usuários do plano de contas; As contas do plano de contas. 4 - CONSTITUIÇÃO DA EMPRESA: Conceito; Formação do patrimônio Integralização de capital Subscrição de capital; Livros sociais e fiscais obrigatório 7 - OPERAÇÕES COMERCIAIS: Escrituração contábil - Resolução 563/83; Operações comerciais de compras, vendas e serviços; Descontos, devoluções e outros; Impostos incidentes sobre compras e vendas; Custo da mercadoria vendida. 8 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS: Custo da Mercadoria vendida – CMV; Resultado com mercadorias – RCM; Inventário periódico e permanente - PEPS, UEPS e MP; Compras e vendas de mercadorias e serviços. 9 - RESULTADO DO EXERCÍCIO: Despesas operacionais e não operacionais; Receitas operacionais e não operacionai; os Balancete de verificação; Demonstração do resultado do exercício; Resultado final. 10 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: Balanço patrimonial; Demonstração do resultado do exercício; Outras demonstrações contábeis. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade intermediária: atualizada de acordo com a Lei 11.638/07 e medida provisória 449/08. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Contabilidade intermediária: atualizada pela Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. Bibliografias Complementares: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 74 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. DISCIPLINA: 200369 – ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS II CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Proporcionar ao aluno conhecimentos necessários mais aprofundados das Demonstrações Contábeis, demonstrações contábeis, em especial o “balanço patrimonial e a demonstração de resultado”, utilizando os cálculos dos índices mais comuns à análise de balanços, evidenciando suas fórmulas matemáticas e a interpretação isolada dos seus resultados. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Balanço patrimonial, DRE, análise das demonstrações financeiras, análise vertical e horizontal, índices de estrutura patrimonial, índices de resultado, índices de liquidez. Índices Padrão. Método DuPont. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. BALANÇO PATRIMONIAL: Ativo(aplicações); Passivo(origens); Notas Explicativas. 2. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 3. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: Considerações gerais; Métodos de análise; Índices – padrões; Fase Preliminar; Ajustes. 4. ÍNDICES DE ESTRUTURA PATRIMONIAL: Patrimônio; Estrutura de fontes; Estrutura de Aplicações; Estrutura do capital próprio. 5. INDICES DE RESULTADO: Índices de Rentabilidade; Índices de remuneração; Outros índices 6. ÍNDICES DE ROTATIVIDADE: Rotação dos estoques; Recebimento da receita líquida; Retorno do Ativo Circulante; Pagamento das compras; Índices de produtividade; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 75 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Necessidade de Capital de Giro. 7. INDICES DE LIQUIDEZ: Liquidez seca; Liquidez corrente; Liquidez geral; 8. MÉTODO DUPONT 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografias Básicas: ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços: um enfoque econômicofinanceiro. 10ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012. GITMAN, Lawrence J.. Princípios da Administração Financeira. 12ª. ed. São Paulo: Pearson, 2010. MATARAZZO, Dante Pinheiro. Análise Financeira de Balanço: abordagem básica e gerencial. 7ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro. 2ª. ed. São Paulo: Atlas, IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013 MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2010. MELLAGI FILHO, Armando. Curso Básico de Finanças. 1ª ed. São Paulo: Atlas ROSS, S.A.; RANDOLPH W. W.; BRADFORD, J.D. Princípios da administração financeira. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, DISCIPLINA: 200371 – CONTABILIDADE SOCIAL CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Proporcionar ao aluno contribuição teórica para o processo de evolução na informações sociais, ecológicas, de meio ambiente e cidadania, bem geração de como, da responsabilidade social das empresas. Tais informações darão condições ao entendimento e organização do balanço social e demonstração do valor adicionado, ferramentas estas utilizadas pelas empresas para divulgação de seus indicadores sociais e relacionamento com a sociedade. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 76 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Aulas expositivas, estudos de casos, análise de textos sobre Responsabilidade Social e Balanço Social na empresas e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Empresa pública e cidadã; responsabilidade social das empresas (RSE) e balanço social no Brasil; organizações empresariais em face da responsabilidade social das empresas no Brasil; balanço social francês, português, belga e brasileiro; Demonstração do Valor Adicionado (DVA); ética nas empresas e balanço social. Textos sobre as matérias acima para análise dos alunos. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- EMPRESA PÚBLICA E CIDADÃ. 2- RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS (R.S.E.) E BALANÇO SOCIAL NO BRASIL: Origens nos anos 60 e 70; Anos 80 fortalecimento da questão; Anos 90 e consolidação da R.S.E. e do balanço social no Brasil; Ibase e consolidação da idéia de empresa cidadã, balanço social das empresas; Legislação sobre balanço social. 3- ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS EM FACE DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS NO BRASIL: Compromisso social no mundo dos negócios Enfoques do balanço social no Brasil e outras nações; Aspectos a serem contemplados pelo balanço social; Considerações sobre informações do Balanço Social; Pirâmide da responsabilidade social empresarial (R.S.E.); Empresa responsável para quem; Entidades de representação empresarial, cenários das ações coletivas; Concepções e práticas da responsabilidade social; Atitudes e práticas institucionais, entidades em ação; Ações cooperativas; Conjugar ética e economia; A prioridade é econômica Uma opção pessoal; Quando há externalidades positivas; Segurança pública; Metas de médio e longo alcance; Desempenho social do sistema "S"; Concepções e práticas de responsabilidade ambiental. 4. BALANÇO SOCIAL FRANCÊS, PORTUGUÊS, BELGA, BRASILEIRO: Introdução; Balanço social francês; Contexto político-social de seu surgimento; Modelo balanço social francês; Balanço social português; Surgimento do balanço social em Portugal Lei n. 141/85; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 77 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Indicadores do balanço social português; Vantagens e desvantagens do balanço social português; Balanço social belga; Modelo de balanço social belga; Vantagens e desvantagens do balanço social belga; Balanço social no Brasil; Modelo do balanço social proposto pelo IBASE e instruções para preenchimento. 5. DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO: Modelo; Instruções para preenchimento. 6. ÉTICA NAS EMPRESAS E BALANÇO SOCIAL: Contexto atual; Posicionamentos antagônicos quanto ao conceito de responsabilidade social; Ética na estratégia empresarial; O que é balanço social; Quem são os beneficiaries; Modelo para mensuração; O que revelam os balanços sociais. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografias Básicas: REIS, Carlos Nelson dos, MEDEIROS, Luiz Edgar. Responsabilidade social das empresas e balanço social: meios propulsores do desenvolvimento econômico e social. São Paulo: Atlas, 2007. SILVA, César Augusto Tibúrcio (Org.), FREIRE, Fátima de Souza (Org.). Balanço social teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2001. TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço social e o relatório da sustentabilidade. São Paulo: Atlas, Bibliografia Complementar: BÊRNI, D. A.; LAUTERT, V. Mesoeconomia: lições de contabilidade social – a mensuração do esforço produtivo da sociedade. São Paulo: Bookman, 2011. ROMAN, Sérgio Medina. Responsabilidade social. BOLETIM CRCSP. São Paulo, nº 161, pg.22 e 23. ROSSETTI & LEWHING. Contabilidade social. São Paulo: Atlas, TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço social: uma abordagem da transparência e da responsabilidade pública das organizações. São Paulo: Atlas, 5º TERMO DISCIPLINA: CARGA TOTAL: HORÁRIA 200370 – ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS II 80 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 78 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2 . O B J E T I V O S Proporcionar ao aluno conhecimentos necessários mais aprofundados das Demonstrações Contábeis, em especial o “Balanço Patrimonial” e a “Demonstração do Resultado do Exercício”, utilizando os cálculos dos índices mais comuns à análise de balanços, evidenciando suas fórmulas matemáticas e a interpretação isolada os seus resultados. Atenção especial também, para as notas explicativas, ensinando-os a retirar informações preciosas para os usuários da contabilidade que não estão evidenciadas de forma clara nas principais demonstrações contábeis, sempre tendo como base a Lei das S.A´s e a Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS / IAS e CPC´s). 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado do Exercício Demonstração dos Lucros ou Prejuízos do Exercício / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Demonstração do Valor Adicionado Notas Explicativas 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. BALANÇO PATRIMONIAL: Ativo, Passivo, PL e Notas Explicativas 2. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO: Análise dos resultados obtidos; comparação com os padrões de mercado. 3. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: método direto e indireto 4. DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS 5. DEMOSNTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO 6. DOAR: Demonstrar sua importância e compará-la com a DFC obrigatória. 7. BIBLIOGRAFIA Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 79 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bibliografia Básica: ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços: um enfoque econômicofinanceiro. 10ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012. GITMAN, Lawrence J.. Princípios da Administração Financeira. 12ª. ed. São Paulo: Pearson, 2010. MATARAZZO, Dante Pinheiro. Análise Financeira de Balanço: abordagem básica e gerencial. 7ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro. 2ª. ed. São Paulo: Atlas, IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013 MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2010. MELLAGI FILHO, Armando. Curso Básico de Finanças. 1ª ed. São Paulo: Atlas ROSS, S.A.; RANDOLPH W. W.; BRADFORD, J.D. Princípios da administração financeira. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, DISCIPLINA: 200372 – CONTABILIDADE AVANÇADA CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Dar ao aluno conhecimentos teóricos e práticos da contabilidade avançada, para conhecer e dominar os procedimentos básicos relacionados à essa área contábil. Compreender e elaborar toda a movimentação dos fatos contábeis, demonstrando todo o sistema operativo e com isso, despertar-lhe interesse e conhecimentos do processo contábil. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Estudos e debates em grupo Utilização de recursos técnicos disponíveis Utilização de procedimentos teóricos Execução de procedimentos administrativos da legislação contábil Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 80 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 1ª Prova Escrita – 7 pontos Exercício prático – 2 ponto Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto 5 . E M E N T A Considerações gerais sobre o contexto contábil, comercial e administrativo. Os registros contábeis e os procedimentos dos fatos ocorridos e as variações patrimoniais. As demonstrações financeiras obrigatórias e a Lei das Sociedades Anônimas. Os requisitos necessários para a elaboração das demonstrações financeiras. A consolidação das contas patrimoniais e a avaliação dos investimentos no contexto contábil empresarial. As Normas Brasileiras de Contabilidade e sua aplicação às demonstrações financeiras. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – CONSIDERAÇÕES GERAIS: A Aplicação da Contabilidade Avançada nas Empresas Comerciais; Os Encargos Financeiros, Os Financiamentos e Empréstimos; As Aplicações, os Juros e as Variações Monetárias; 2 – REGISTRO CONTÁBIL: A Folha de Pagamento e os Encargos Sociais; Encargos dos Funcionários; Outras Obrigações Sociais e Financeiras. 3 – CONTAS DO ATIVO NÃO CIRCULANTE: Investimentos; Imobilizado; Intangível; Depreciação, Exaustão e Amortização; Reavaliação de Ativo; Reservas de Reavaliação; Baixa de Reserva de Reavaliação. 4 – AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS: Conceito; Tipos de Investimentos; Métodos de Avaliação; Métodos de Equivalência Patrimonial; Ágio e Deságio; Coligadas e Controladas; Investimentos Relevantes. 5 – CONSOLIDAÇÃO DE BALANÇO: Demonstrações financeiras e notas explicativas. 7 – BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, M.C. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios resolvidos. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2013. FIPECAFI. Manual de normas internacionais de contabilidade: ifrs versus normas Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 81 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS brasileiras. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTOS, J. L.; FERNANDES, L. A.; SCHMIDT, P. Contabilidade avançada: aspectos societários e tributários. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. Bibliografia Complementar: IUDÍCIBUS, S.; LOPES, A. B. Teoria avançada da contabilidade. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. PEREZ JR., J. H. Contabilidade Avançada: textos e testes com respostas. 8ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. SANTOS, J. L.; FERNANDES, L. A.; SCHMIDT, P. Contabilidade internacional avançada: aspectos societários e tributários. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. VICENCONTI. P. E.; NEVES, S.D. Contabilidade avançada e análise das demonstrações financeiras. 7.ed. São Paulo: Frase, 1998 DISCIPLINA: 200373 – PERÍCIA CONTÁBIL I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão introdutória, conceitos de perícia contábil e estudos de caso com exercícios práticos, tanto no campo de atuação direta do bacharel em ciências contábeis, como áreas de conhecimento técnico das quais se requer um mínimo necessário à iniciação do contador para o exercício em quaisquer de suas outras especialidades. O campo de atuação do profissional de contabilidade inclui diversos caminhos, mas o seu convívio com a perícia contábil é extremamente próximo, independente de sua formação. Se especializado nesta área de conhecimento técnico e passando a exercê-la como atividade exclusiva notará que a perícia é permanente e rotineira. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O AULAS TEÓRICAS: Aulas expositivas com projeção em multimídia e comentários sobre da parte teórica dos temas selecionados (introdução, conceito etc.); Avaliação diária através de perguntas feitas pelos próprios alunos sobre a aula realizada; Estudo em processos judiciais da área trabalhista, estadual e federal; Debates Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 82 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS sobre processos (inicial, contestação e sentença, recursos); Comentários sobre legislação trabalhista, estadual e federal. EXERCÍCIOS E CÁLCULOS: Estudo de casos reais; Na justiça do trabalho: Cálculos de liquidação de sentença – Na justiça federal: Financiamento para casa própria e cheques especiais – Na justiça estadual: Imposto ICMS; Confecção do laudo pericial para perito judicial e do parecer para assistente técnico (modelo); 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 1ª Prova Escrita – 7 pontos Exercício prático – 2 ponto Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto (Por Bimestre) 5 . E M E N T A Processo judicial, sentença, prova pericial, perícia contábil, exercício profissional da função pericial contábil, exercícios práticos, perícia no código de processo civil, processo trabalhista e federal. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. PROCESSOS E SENTENÇAS: Introdução; Processos em geral Sentenças ; Cálculos de liquidação de sentença Exercícios práticos de cálculos de liquidação . 2. PROVA PERICIAL : Introdução; Prova Pericial; Função da Prova Pericial Ônus da prova; Meio de prova; Modalidades das provas 3. PERÍCIA CONTÁBIL 4. Alguns Conceitos : Objeto da Perícia Contábil Espécie de Perícia Contábil Admissão da Perícia Contábil 5. EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA FUNÇÃO PERICIAL CONTÁBIL: Quem pode exercer a função; Escolha do Perito Contábil; Direitos e Deveres Funcionais; Perfil do Profissional 6. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - distribuídos durante o semestre Exercícios de cálculos trabalhistas ; Exercícios cálculos fiscais; Exercícios de cálculos previdenciários Confecção de Planilhas Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 83 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 7. PERÍCIA NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL : Código de 1939; Decreto Lei de 1946; Lei de 1992 8. PROCESSOS TRABALHISTAS: Inicial e Contestação; Sentenças; Nomeação e indicação dos peritos; Cálculos das partes; Cálculo do perito judicial 7 – BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. ORNELAS, M.M.G. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011. SÁ, Antonio Lopes de. Perícia Contábil. 10ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011. Bibliografia Complementar: MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil nos processos cível e trabalhista: o valor informacional da contabilidade para o sistema judiciário. São Paulo: Atlas, 2008. MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil: abordagem teórica, ética, legal, processual e operacional: casos praticados. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009 WAKIM, E. A. M., WAKIM, V.R. Perícia contábil e ambiental: fundamentação e prática. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. DISCIPLINA: 200375 – CONTABILIDADE E ANÁLISE DE CUSTOS I CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Proporcionar ao aluno conhecimento acerca da contabilidade de custos utilizada para a mensuração de estoque e do resultado, com enfoque na legislação contábil / fiscal e gerencial. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 84 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Departamentalização Custeio Baseado em Atividade Custeio por Absorção x Custeio Variável Análise de Custo x Volume x Lucro Contribuição Marginal e Limitações na Capacidade de Produção 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. DEPARTAMENTALIZAÇÃO: centros de custos e rateio de custos 2. CUSTEIO POR ATIVIDADE (ABC): Principais características, Atividades, Direcionadores de custos, Vantagens e Desvantagens . 3. CUSTEIO POR ABSORÇÃO X CUSTEIO VARIÁVEL: vantagens e desvantagens. Restrições ao uso do Custeio variável 4. ANÁLISE DE CUSTO X VOLUME X LUCRO: para que serve, margem de contribuição, custos fixos e lucratividade do produto e produção. 5. CONTRIBUIÇÃO MARGINAL E LIMITAÇÕES NA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO: como decidir sobre qual o melhor mix de produção quando há falta de componentes para a produção. 7. BIBLIOGRAFIAS Bibliografia Básica: BRUNI. Adriano Leal. Administração de Custos, Preços e Lucros: com aplicações na HP12C e Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010. PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de Custos Para Não Contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012, Bibliografias Complementares: CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de Custos: uma abordagem quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de Contabilidade de Custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 85 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2 WERNKE, Rodney. Análise de custos e preços de venda: ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo: Saraiva, DISCIPLINA: 200377 - CONTABILIDADE GERENCIAL I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Contribuir para que o profissional contábil tenha uma visão ampla, com conhecimentos voltados para a prática, fornecendo técnicas usuais do gerenciamento da atividade empresarial, como instrumento de tomada de decisão; através de exercícios e estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob medida para as decisões importantes das empresas; através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira das entidades empresariais, suprindo os gestores com informações seguras a amplas para tomadas de decisão; finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios para aumentar lucros e diminuir competitividade; 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Estudos de textos Aulas expositivas Resolução de exercícios Estudos de casos reais e fictícios 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 1ª Prova Escrita – 7 pontos Exercício prático – 2 ponto Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto 5 . E M E N T A Aborda a contabilidade como geradora de informações para o processo de gestão da empresa. Estuda a conversão das demonstrações contábeis em documentos que sejam de fácil interpretação. Analisa a relação custo-volume-lucro, tendo em vista a capacidade da empresa gerar lucros. Discute aspectos da gestão do preço de venda Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 86 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS A verificação dos fatos reais determina uma visão ampla e atual da necessidade de se usar a Contabilidade Gerencial, como fonte de informação. A discussão sobre organização empresarial, controles internos, determinação de custos em todos os segmentos, não só industriais, garante ao educando uma visão crítica e formadora de opinião sobre o destino da gerência empresarial em nossos dias. O estudos desses fatos serão sempre consolidados com a prática e voltados para a dinâmica empresarial. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – Introdução a Contabilidade Gerencial: Conceito; Campo de aplicação; Conceito de Contador Gerencial; Exercício de Fixação 2 – Contabilidade – sistema de Informação Gerencial: Histórico; Objetivos; Contabilidade Gerencial; Sistemas de apoio da informação; Finanças e Contabilidade Gerencial 3 – Controller – Funções e Atribuições: Atitudes e características do Contador Gerencial; Funções do Controller; Ciclo do Controle; Conclusão 4 – Arquitetura de um Sistema de Informação Contábil: Pressupostos básicos; Fundamentos de um sistema de informação contábil; Abrangência de um Sistema de Informação 5 – Construção dos Relatórios e Característica da Informação Contábil: Relatórios; Plano de Contas como Sistema de Informação; Resolução 1115/2007 – Pequena e Media empresa; Plano de Contas Simplificado. 6 - Controle Interno: Conceito; Sistema; Categorias de Controles Internos; Controles Organizacionais; Controle do Sistema de Informação; Controle dos Procedimentos; Pecados do Capital; Princípios Gerais da Administração Aplicados à Organização 7 – Demonstrativos Contábeis Básicos: Demonstrativos como Sistema de Informação : Balanço Patrimonial; Avaliação dos Estoques: Demonstração de Resultados; Fluxo de Caixa – Inicio da Vigência com a Lei 11.638/2007; DVA - Inicio da Vigência com a Lei 11.638/2007; Receitas e Despesas; Métodos de Depreciação – Resolução 1027/05; Receitas e Despesas Financeiras; Variações Cambiais e Monetárias 8 – Demonstração dos Fluxos de Caixa: Conceito, Aplicabilidade – Lei 11638/2007; Diversas Formas 9- Demonstrativo das Origens e Aplicação de Recursos: Conceito; Não aplicabilidade pela Lei 11638/2007 10- Correção Integral de Balanços: Conceito, Formas praticas. 7 – BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 87 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS FIGUEIREDO, S.; CAGIANNO, P. C.; Controladoria: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2009. PADOVEZE, Cláudio Luiz. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leônidas. Análise de balanço para controle gerencial. São Paulo: Ed. Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: FERREIRA, José Ângelo. Custos na prática: gerenciamento integrado e descomplicado dos custos industriais pela margem de contribuição. São Paulo: STS - Publicações e Serviços Ltda, 2000. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. São Paulo: Ed. Atla, 2010. NAKAGAWA, Massayuki. Introdução à controladoria, São Paulo: Atlas, 2009. PADOVEZE, Cláudio Luiz. Controladoria avançada. São Paulo: Thomson Learning, 2010. SANVICENTE, Antonio Zorato; SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na administração das empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 1994. 6º TERMO 200374 - PERÍCIA CONTÁBIL II DISCIPLINA: CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão introdutória, conceitos de perícia contábil e estudos de caso com exercícios práticos, tanto no campo de atuação direta do bacharel em ciências contábeis, como áreas de conhecimento técnico das quais se requer um mínimo necessário à iniciação do contador para o exercício em quaisquer de suas outras especialidades. O campo de atuação do profissional de contabilidade inclui diversos caminhos, mas o seu convívio com a perícia contábil é extremamente próximo, independente de sua formação. Se especializado nesta área de conhecimento técnico e passando a exercê-la como atividade exclusiva notará que a perícia é permanente e rotineira. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas com projeção em multimídia e comentários sobre da parte teórica dos temas selecionados (introdução, conceito etc.); Avaliação diária através de perguntas feitas pelos próprios alunos sobre a aula realizada; Estudo em processos judiciais da área trabalhista, estadual e federal; Debates Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 88 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS sobre processos (inicial, contestação e sentença, recursos); Comentários sobre legislação trabalhista, estadual e federal. Exercícios de Cálculos: Estudo de casos reais. Na justiça do trabalho: Cálculos de liquidação de sentença – Na justiça federal: Financiamento para casa própria e cheques especiais – Na justiça estadual: Imposto ICMS; Confecção do laudo pericial para perito judicial e do parecer para assistente técnico (modelo); 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 1ª Prova Escrita – 7 pontos Exercício prático – 2 ponto Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto (Por Bimestre) 5 . E M E N T A Processo judicial, sentença, prova pericial, perícia contábil, exercício profissional da função pericial contábil, exercícios práticos, perícia no código de processo civil, processo trabalhista e federal. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. PROCESSOS E SENTENÇAS: Introdução; Processos em geral Sentenças ; Cálculos de liquidação de sentença Exercícios práticos de cálculos de liquidação . 2. PROVA PERICIAL : Introdução; Prova Pericial; Função da Prova Pericial Ônus da prova; Meio de prova; Modalidades das provas 3. PERÍCIA CONTÁBIL 4. Alguns Conceitos : Objeto da Perícia Contábil Espécie de Perícia Contábil Admissão da Perícia Contábil 5. EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA FUNÇÃO PERICIAL CONTÁBIL: Quem pode exercer a função; Escolha do Perito Contábil; Direitos e Deveres Funcionais; Perfil do Profissional 6. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - distribuídos durante o semestre Exercícios de cálculos trabalhistas ; Exercícios cálculos fiscais; Exercícios de cálculos previdenciários Confecção de Planilhas 7. PERÍCIA NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL : Código de 1939; Decreto Lei de 1946; Lei de 1992 8. PROCESSOS TRABALHISTAS: Inicial e Contestação; Sentenças; Nomeação e indicação dos peritos; Cálculos das partes; Cálculo do perito judicial 7 – BIBLIOGRAFIA Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 89 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bibliografia Básica: ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. ORNELAS, M.M.G. Perícia contábil. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011. SÁ, Antonio Lopes de. Perícia Contábil. 10ª Ed. São Paulo: Atlas, 2011. Bibliografia Complementar: MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil nos processos cível e trabalhista: o valor informacional da contabilidade para o sistema judiciário. São Paulo: Atlas, 2008. MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias et al. Perícia contábil: abordagem teórica, ética, legal, processual e operacional: casos praticados. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009 WAKIM, E. A. M., WAKIM, V.R. Perícia contábil e ambiental: fundamentação e prática. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. DISCIPLINA: 200376 – CONTABILIDADE E ANÁLISE DE CUSTOS II CARGA HORÁRIA TOTAL: 80 2 . O B J E T I V O S Fornecer subsidios aos alunos, ao entendimento e a utilização da Contabilidade de Custos como instrumento de gerência e controle. Dar condições à análise dos métodos e sistemas de custos e sua influência na gestão empresarial, além do controle aplicável em sua administração. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Custos para Decisão: Margem de Contribuição, Custos Fixos Identificados e Retorno sobre o Investimento; Fixação do Preço de Venda e Decisão sobre Compra ou Produção; Considerações adicionais sobre Custo/Volume/Lucro; Custo Padrão. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 90 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1. MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO, CUSTOS FIXOS IDENTIFICADOS E RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO: margem de contribuição e custos fixos identificados; valores que integram o cálculo da margem de contribuição; taxa de retorno. 2. DECISÃO SOBRE COMPRA OU PRODUÇÃO: comprar ou produzir. 3. FIXAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: Aspectos Quantitativos: objetivos, métodos genéricos de formação de preços, emprego dos custos na formação de preços, preços com base no custo pleno, preços com base no custo de transformação, preços com base no custo marginal, aplicação de do mark-ups. 4. CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS SOBRE CUSTO/VOLUME/LUCRO: ponto de equilíbrio contábil, econômico e financeiro; limitações do ponto de equilíbrio; pontos de equilíbrio por produto. 5. CUSTO-PADRÃO: conceito; finalidades e utilização; fixação do padrão; custo-padrão e orçamento; influência das variações de preço. 7. BIBLIOGRAFIAS Bibliografia Básica: BRUNI. Adriano Leal. Administração de Custos, Preços e Lucros: com aplicações na HP12C e Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010. PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de Custos Para Não Contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012, Bibliografias Complementares: CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de Custos: uma abordagem quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de Contabilidade de Custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1 HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de Custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2 WERNKE, Rodney. Análise de custos e preços de venda: ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo: Saraiva, Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 91 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: 200378 - CONTABILIDADE GERENCIAL II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Contribuir para que o profissional contábil tenha uma visão ampla, com conhecimentos voltados para a prática, fornecendo técnicas usuais do gerenciamento da atividade empresarial, como instrumento de tomada de decisão; através de exercícios e estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob medida para as decisões importantes das empresas; através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira das entidades empresariais, suprindo os gestores com informações seguras a amplas para tomadas de decisão; finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios para aumentar lucros e diminuir competitividade; 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Estudos de textos Aulas expositivas Resolução de exercícios Estudos de casos reais e fictícios 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 1ª Prova Escrita – 7 pontos Exercício prático – 2 ponto Avaliação em trabalhos esporádicos – 1 ponto 5 . E M E N T A Planejamento de Longo Prazo; Planejamento dos Investimentos de Capital; Planejamento Orçamentário; Análise de Custo x Volume x Lucro; Ponto de Equilíbrio; Ferramentas de Gestão Controle de Custos Administrativos; 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO: Determinação dos objetivos de longo prazo – importância do fluxo de caixa; Análise ambiental interna e externa; Formulação de estratégia – análise do interval (GAP) e metas de lucro; Preparação e implementação do plano; Revisão e atualização contínua do plano; importância das metas no longo prazo; Planejamento financeiro. 2 – PLANEJAMENTO DOS INVESTIMENTOS DE CAPITAL – Decisões de investimento de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 92 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS capital; tipos de decisões de investimento de capital; Análise das propostas de investimento de capital; Métodos de avaliação de investimentos de capital (payback, taxa contábil de retorno, fluxo de caixa descontado, valor presente liquido, taxa interna de retorno); Custo do Capital; Avaliação de investimentos e inflação. 3 – PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO – Necessidade de flexibilidade; Etapas do planejamento orçamentário (orçamentos de: vendas, produção, material-prima, compras, mão de obra direta, custos indiretos, estoque final, despesas administrativas e de vendas, despesa de capital; custos dos produtos vendidos, orçamento de caixa, projeção da DRE, Projeção do BP). 4 – ANÁLISE DE CUSTO X VOLUME X LUCRO: Aplicações da análise custo x volume x lucro; Análise do custo e planejamento do lucro; Análise do ponto de equilíbrio; Planejamento do lucro através de mudanças: nos custos fixos, nos custos variáveis, nos preços de venda; Mix de vendas; limitações deste método. 5 – FERRAMENTAS DE GESTÃO: Introdução ao BALANCED SCORCARED, Criando organizações voltadas à estratégia, Construindo o BSC; EVA; Benchmarking; EBITDA. 6 – CONTROLE DE CUSTOS ADMINISTRATIVOS: controle das despesas: administrativas e de vendas. 7 – BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: FIGUEIREDO, S.; CAGIANNO, P. C.; Controladoria: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2009. PADOVEZE, Cláudio Luiz. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leônidas. Análise de balanço para controle gerencial. São Paulo: Ed. Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. São Paulo: Ed. Atla, 2010. KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Campus, 1997. NAKAGAWA, Massayuki. Introdução à controladoria, São Paulo: Atlas, 2009. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 26. ed. São Paulo: Atlas, 2009. PADOVEZE, Cláudio Luiz. Controladoria avançada. São Paulo: Thomson Learning, 2010. SANVICENTE, Antonio Zorato; SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na administração das empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 1994. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 93 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: 200380 – ÉTICA PROFISSIONAL CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Proporcionar o conhecimento e as origens da ética geral, moral e profissional na busca da dinâmica de uma sociedade mais justa e consciente; e, assim mostrando o caminho a ser trilhado, principalmente no exercício da profissão de Contabilista. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Debates Trabalhos em grupo 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial – até 3,0 pontos Avaliação regimental – até 7,0 pontos 5 . E M E N T A Conceitos básicos e gerais. A ética de acordo com o Conselho Federal de Contabilidade; A ética e a Moral; A liberdade e a independência; A necessidade do estudo da ética; Normas legais; A doutrina e a moral e deveres éticos; A relação profissional do contabilista e seu cliente; A função pública do contabilista; A auto disciplina da classe representativa; A obediência às regras. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – ÉTICA: O comportamento moral; Os homens na sociedade; A filosofia que estuda os valores morais. 2 - ABC NA ANTIÉTICA E DE VALORES MORAIS - Valores morais para uma reflexão consciente; Filosofia e ética; A essência da realidade; Os princípios; O universo material e a vida humana; A forma dos problemas éticos; Fatores organizacionais, os procedimentos, políticas, regras etc. 3 - O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA - Do exercício da profissão, Das atribuições legais; Dos deveres e proibições; O que é vedado ao contabilista; Do valor dos serviços; profissionais; Dos deveres em relação aos colegas e à classe; Das penalidades. 7. BIBLIOGRAFIA Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 94 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bibliografia Básica: CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução CFC n.º 803, de 10 de outubro de 1996. Aprova o Código de Ética Profissional do Contabilista – CEPC. Disponível em: <http://www.cfc.org.br/sisweb/sre/docs/RES_803.doc>. Acesso em: 10 ago. 2009. Bibliografia Complementar: FERREL, Linda; FRAEDRICH, John P.; FERREL, O. C. Ética empresarial: dilemas, tomadas de decisões e casos. Rio de Janeiro: Reichmann & Autores, 2001. 420 p. ISBN 85 871 4849 4. FORTES, José Carlos. Ética e responsabilidade profissional do contabilista. Fortaleza: Fortes, 2002. 376 p. ISBN 85 884 4103 9. FIPECAFI; LISBOA, Lazaro Plácido (Coord.). Ética geral e profissional em contabilidade. 2.ed. 10. tir. São Paulo: Atlas, 1997. 176 p. ISBN 85 224 1799 5. SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009. ISBN 978 85 224 5534 8. DISCIPLINA: 200381 – NORMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Conhecer os principais aspectos da harmonização contábil internacional, seus organismos reguladores e as diferenças relevantes entre os padrões nacionais e internacionais. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Debates Trabalhos em grupo 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial – até 3,0 pontos Avaliação regimental – até 7,0 pontos 5 . E M E N T A Normas brasileiras de contabilidade; organismos regulamentadores da contabilidade, normas brasileiras, legislação societária; harmonização de padrões principais organismos mundiais e regionais responsáveis contábeis internacionais e os pela internacionalização Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 95 da PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS contabilidade; demonstrações financeiras obrigatórias 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE: classificação; normas profissionais; normas técnicas. 2 - ORGANISMOS REGULAMENTADORES DA CONTABILIDADE, NORMAS BRASILEIRAS, LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA : leis; Conselho Federal de Contabilidade (CFC); Comissão de Valores mobiliários (CVM); Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC); Comitê Gestor da Convergência no Brasil. 3 - HARMONIZAÇÃO DE PADRÕES CONTÁBEIS INTERNACIONAIS E OS PRINCIPAIS ORGANISMOS MUNDIAIS E REGIONAIS RESPONSÁVEIS PELA INTERNACIONALIZAÇÃO DA CONTABILIDADE: globalização de mercado; harmonização; vantagens da harmonização contábil internacional; desvantagens da harmonização contábil internacional; principais organismos mundiais e regionais responsáveis pela internacionalização da contabilidade; IASB; IFAC; IOSCO; EU; FASB; AICPA. 4 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBRIGATÓRIAS: normas brasileiras; normas internacionais; normas norte-americanas . 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: FIPECAFI. Manual de normas internacionais de contabilidade: ifrs versus normas brasileiras. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. MOURAD, N. A.; PARASKEVOPOULOS. A. IFRS – Introdução às normas internacionais de contabilidade: contém mais de 100 exemplos práticos. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. NIYAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade Internacional. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: SCHMIDT, Paulo; SANTOS, Jose Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves. Introdução a Contabilidade Internacional. São Paulo: Atlas, 2006. SANTOS, João José dos. IFRS –Manual de contabilidade internacional. São Paulo: Lex Editora, 2006. DISCIPLINA: 200384 – CONTABILIDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 96 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Capacitar o aluno com conhecimento específico de Contabilidade Agropecuária suficiente e necessário ao desempenho da profissão de contador. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Exercícios Trabalhos em grupo 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial – até 3,0 pontos Avaliação regimental – até 7,0 pontos 5 . E M E N T A Atividade rural – conceitos básicos, fluxos contábil na atividade agrícola, nos projetos agropecuários e os gastos de melhorias,depreciação na agropecuária, na atividade agrícola, contabilidade pecuária - introdução contabilização pelo método de custo, custos planificação contábil Contabilidade da pecuária - na pecuária, contabilidade da pecuária - método de avaliação pelo preço de mercado Cálculo do custo do bezerro, imposto de renda – agropecuária 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – ATIVIDADE RURAL – CONCEITOS BÁSICOS: Empresas rurais; Contabilidade rural; Ano agrícola x exercício social; Forma jurídica de exploração na agropecuária. 2 - FLUXO CONTÁBIL NA ATIVIDADE AGRÍCOLA: Culturas temporárias; Culturas permanentes; Alguns comentários sobre cultura permanente. 3 - NOVOS PROJETOS AGROPECUÁRIOS E OS GASTOS DE MELHORIAS: Início de uma atividade agrícola (cultura permanente); Culturas novas em empresa agrícola já existente; Desmatamento, destocamento e outras melhorias no solo para o cultivo. 4 - DEPRECIAÇÃO NA AGROPECUÁRIA: Conceitos conforme a teoria da contabilidade; Entendimento fiscal (na agropecuária); Casos de depreciação; Casos de exaustão; Amortização; Taxas de depreciação. 5 - PLANIFICAÇÃO CONTÁBIL NA ATIVIDADE AGRÍCOLA: Objetivos; Resumo dos principais itens que compõem o balanço patrimonial e a demonstração do resultado do Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 97 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS exercício de uma empresa industrial; Adequação de alguns itens para empresas agrícolas; Operacionalização do plano de contas; Sistema auxiliar de contas. 6 - CONTABILIDADE PECUÁRIA – INTRODUÇÃO: Introdução; Tipos de atividade pecuária; Classificação do gado no balanço patrimonial; Curto e longo prazos na pecuária; Plano de contas; Sistema auxiliar de conta; Variação patrimonial líquida (superveniências ativas x insubsistências ativas); Método de custo x método a valor de Mercado; Nascimento do bezerro. 7 - CONTABILIDADE DA PECUÁRIA - CONTABILIZAÇÃO PELO MÉTODO DE CUSTO: Conceito; Técnica para utilização do custo histórico na pecuária; Exemplo de contabilização pelo custo histórico. 8 - CUSTOS NA PECUÁRIA: Críticas ao custo histórico utilizado na pecuária; Exceções ao custo histórico aceitas; Uma proposição de contabilidade na pecuária; Uma proposição de contabilidade de custos na pecuária. 9 - CONTABILIDADE DA PECUÁRIA - MÉTODO DE AVALIAÇÃO PELO PREÇO DE MERCADO: Princípio da realização da receita e da confrontação da despesa; Reconhecimento da receita na pecuária; Reconhecimento da receita na pecuária e repercussão na distribuição de dividendos e no imposto de renda; Momento da avaliação; Confrontação da despesa; Exemplo de contabilidade na pecuária através do estoque avaliado a preço de Mercado. 10 - CÁLCULO DO CUSTO DO BEZERRO: Introdução; Custo médio do rebanho; Custo médio dos reprodutores; Custo específico; Custo corrigido considerando os bezerros a nascer. 11 - IMPOSTO DE RENDA – AGROPECUÁRIA: Microempresas e empresas de pequeno porte; Pessoa jurídica, imposto de renda da agropecuária; Pessoa física; Avaliação de estoques; Despesas/custos com culturas agrícolas. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Rural: uma abordagem decisória. São Paulo: Atlas, 2012 MARION, José Carlos, SEGATTI, Sônia. Contabilidade da pecuária: atualizada pelas Leis 11.638/07 e 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2012. SANTOS, Gilberto Jose Dos, MARION, Jose Carlos. Administração de custos agropecuária. 2.ed. Sao Paulo : Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: ARAÚJO, Massilon J. Fundamentos de agronegócios. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, 2013. FRANCO, Hilário. Contabilidade Industrial e Agrícola. São Paulo: Atlas, Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 98 na PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATTOS, Zilda Paes De Barros. Contabilidade financeira rural. São Paulo: Atlas, 1999. NEPOMUCENO, F. Contabilidade rural e seus custos de produção. São Paulo: IOB, 2004. 7º TERMO DISCIPLINA: 200354 – MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Garantir ao aluno o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, à consulta de doutrinas especializadas e o aprimoramento da capacidade de interpretação crítica à Ciências Contábeis. Reconhecer a importância da base teórico-empírica no processo de pesquisa e a utilidade de diferentes tipos de pesquisa e dar oportunidade para elaboração do projeto do Trabalho de Conclusão de Curso. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Orientações individuais quanto as Normas da ABNT 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial e regimental Apresentação de Projeto de Pesquisa 5 . E M E N T A MÉTODO DE PESQUISA; PESQUISA; NORMAS DA A.B.N.T; ELEMENTOS DO PROJETO DE PESQUISA; APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – MÉTODO DE PESQUISA: Indutivo; Hipotético; Dedutivo 2 PESQUISA: razões para pesquisas; classificação das pesquisas: explicativa, exploratórias e descritivas 3 – NORMAS DA A.B.N.T.: formatação; citações diretas e indiretas; referências 4 – ELEMENTOS DO PROJETO DE PESQUISA: elementos pré-textuais; elementos textuais; elementos pós-textuais 5 – APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA: apresentação escrita; apresentação oral Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 99 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: FERRER, Walkíria Martinez Heinrich. Metodologia da pesquisa científica. Elaborado pela Universidade de Marília (UNIMAR), 2012 GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. São Paulo: Atlas,2003. Bibliografia Complementar: FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003. LIMA, M. C.. Monografia: a engenhariada produção acadêmica. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. MEZZABORA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa. São Paulo: Saraiva, 2003 OLIVEIRA, Antônio Benedito Silva (Coord.). Métodos e técnicas de pesquisa em contabilidade. Sâo Paulo: Saraiva, 2003. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002. DISCIPLINA: 200379 – LABORATÓRIO CONTÁBIL I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão real da aplicação de um sistema informatizado utilizado na contabilidade das empresas comerciais e de serviços, especialmente estruturação e operacionalização. O programa é fornecido pela Empresa SÓFOLHA INFORMÁTICA. Na primeira parte a sala é dividida em grupos de 2 alunos e cada grupo constitui uma empresa comercial (fictícia), onde abordamos a rotina básica para realizar a abertura de uma empresa, e, quais os dados mínimos necessários para compor um contrato social. A seguir são cadastrados todos os dados da empresa e a criação de um plano de contas, o cadastro dos contadores, os tipos de relatórios e outras informações necessárias ao bom funcionamento do programa. Após cadastramento tem início a movimentação diária comum às empresas comerciais, com simulações de compra e venda de mercadorias, encerramento de folha de pagamento, Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 100 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS pagamentos de diversas despesas, cálculo dos diversos impostos. A segunda parte, com proposta metodológica, apresenta-se as mesmas questões, porém, enfatizando o programa de Escrituração Fiscal, com a apuração do ICMS e ISS. A cada exercício são emitidos os diversos relatórios e livros contábeis, tais como: Razão, Livro Diário, Balancete de verificação, Balanço Patrimonial, Livro Demonstração do Resultado do Exercício, Livro Registro de Entradas e Livro de Registro de Saída. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas teóricas; Introdução e conceitos dos tópicos do conteúdo programático; Introduções e conceitos dos tópicos do conteúdo programático. Noções fundamentais da abordagem sistêmica; Informação contábil sistematizada; Críticas aos formulários e relatórios gerados Debates atuais; Normas tributárias. Aulas Práticas: Estudo de casos (cadastro de empresas fictícias); Escrituração Fiscal e Contábil de toda a movimentação da empresa Levantamento de dados; Emissão de Livros e relatórios contábeis; Aplicação das Normas Tributárias 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 1º Bimestre: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três) Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete) Média final ..........................................................................: 10 (dez) 2º Bimestre: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três) Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete) Média final ..........................................................................: 10 (dez) Substitutiva: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez) Exame: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez) Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 101 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5 . E M E N T A Realização de trabalhos práticos na área de contabilidade empresarial, sob a orientação de um professor responsável. Procedimentos para abertura de empresas. Escrituração contábil e fiscal de empresas. Utilização de softwares específicos de contabilidade. Registro, análise e auditoria de informações contábeis. Análise e crítica do sistema de informações empresariais por meio de softwares de contabilidade. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I - Cadastro: Empresa; Responsáveis administrativos e contadores; Plano de Contas; Contadores e responsáveis pela empresa; Histórico padrão; Complementares ao plano de contas (DRE-CMV etc.); Fornecedores, Clientes. II - Lançamentos contábeis e fiscais: Movimentação diária da empresa; Apuração dos Custos; Encerramento do período. III - Relatórios: Balancetes; Livros Contábeis: Diário e Razão; Demonstração Resultado do Exercício; Balanço Patrimonial; Livros Fiscais: Registro de Entrada; Registro de Saída; Registro de apuração de ICMS. IV - Outros: Configuração de impressão; Importação de dados de outros programas Cópias de Segurança; Restauração de cópias, Ativação de empresas; Termos de Abertura e de Encerramento dos Livros contábeis e Fiscais. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013. Programa utilizado: SÓ FOLHA INFORMÁTICA: Contabilidade e escrita fiscal. Bibliografia Complementar: IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 102 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. DISCIPLINA: 200382 - AUDITORIA I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S O estudo de AUDITORIA como objetivos gerais, dar ao educando condições de: Contribuir para que o profissional contábil tenha uma visão ampla, com conhecimentos voltados para a prática, fornecendo técnicas usuais do trabalho de auditoria na atividade empresarial, como instrumento de tomada de decisão; Através de exercícios e estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob medida para as decisões importantes das empresas; Através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira das entidades empresariais, análise financeira das empresas, confirmação do grau de solvência e determinar posição de endividamento; Finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios para aumentar lucros e diminuir competitividade; 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Estudos de textos Aulas expositivas Resolução de Exercícios em classe Estudos de casos reais e fictícios 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Primeira prova escrita – avaliação primeira – de 0 a 10 pontos Exercício Prático – avaliação Segunda – de 0 a 10 pontos Prova regimental – avaliação terceira - de 0 a 10 pontos Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 103 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5 . E M E N T A Aborda a contabilidade como geradora de informações para o processo de auditoria da empresa Interna e Externa. Estuda a conversão das demonstrações contábeis em documentos que sejam de fácil interpretação. Analisa a relação auditor e instrumentos de tomada de decisão, tendo em vista a capacidade da empresa gerar lucros. Discute aspectos dos Pareceres com e sem ressalvas; 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I – AUDITORIA GERAL : Introdução: Origem da Auditoria Externa; Desenvolvimento das Técnicas de Auditoria; Evolução da Auditoria no Brasil; Auditoria Interna; Órgãos Relacionados com os Auditores; O que leva uma empresa a contratar auditor externo; Responsabilidades civis e criminais da auditoria II - TESTES DE SUPERAVALIAÇÃO E SUBAVALIAÇÃO III - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA: Contagem física; Confirmação com terceiros; Conferência de cálculos; Inspeção de documentos; IV - CONTROLE INTERNO: Introdução; Definição; Princípios fundamentais dos controles contábeis; V - PAPEIS DE TRABALHO: Objetivos; Tipos de Papeis de Trabalho; Natureza dos Papeis de Trabalho; Técnicas de Elaboração dos Pápeis de Trabalho 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, M. C. Auditoria: um curso moderno e completo. 8ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. ATTIE, William – Auditoria: conceitos e aplicação. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. CREPALDI, S.A. Auditoria contábil: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2013. Bibliografia Complementar: ARAÚJO, I. P. S. Introdução à auditoria operacional. 3ª ed. Rio de Janeiro: FGV Editora DE CASTRO, D. P. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor público. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. GRAMLING, A. A.; JOHNSTONE, K. M.; RITTENBERG, L. E. Auditoria. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Cengage Learning, 2011. LINS, L.S. Auditoria: uma abordagem prática com ênfase na auditoria externa: atualizada e revisada pelas leis 11.638/07, 11.941/09 e normas do CPC: contém exercícios. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. PEREZ JR., Jose Hernandes. Auditoria de demonstrações contábeis: normas procedimentos. São Paulo: Atlas, 2012. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 104 e PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: 2001181 – OPTATIVA I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Tem como objetivo principal, proporcionar ao aluno as execuções de tarefas próprias da área profissional, principalmente para enriquecer a sua formação prática, bem como, propiciar condições para que ele possa tratar de assuntos inerentes à profissão, preparando-o para atuar no mercado de trabalho. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Utilização de reforço das práticas contábeis e profissionais, levando para a sala de aula situações do cotidiano das empresas e proporcionando condições para que se possa conhecer a realidade contábil. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Pesquisas e avaliações parciais com notas até 3,0 pontos e prova regimental com notas até 7,0 pontos, totalizando 10,0 pontos. 5 . E M E N T A Desenvolvimento de pesquisas com temas e assuntos relacionados à área contábil, envolvendo as matérias básicas e assim, com ênfase aos conhecimentos teóricos e práticos através de relatórios contábeis, explicitando o que ocorre no dia-a-dia da empresa, tais como: O registro dos fatos contábeis e fiscais, as formalidades intrínsecas e extrínsecas, a ética profissional, a contabilidade geral com extensão às demais contabilidades, os princípios fundamentais da contabilidade , a contabilidade gerencial , a Lei das Sociedades Anônimas, Novo Código Civil aplicado às empresas e ao profissional da área contábil, Contabilidade Pública, Lei de Responsabilidade Fiscal, Conceitos básicos de tributos, a legislação tributária federal e estadual. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I – A Contabilidade geral e suas ramificações: normas brasileiras de contabilidade II – A escrituração contábil: resolução CFC nº 563/83 III – A contabilidade de acordo com a Lei das S.A´s IV – A escrituração contábil e a legislação fiscal V – Os princípios fundamentais de contabilidade Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 105 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS VI – A ética profissional aplicada à contabilidade VII – A Contabilidade gerencial VIII – A auditoria contábil IX – A contabilidade pública X – A lei da responsabilidade fiscal 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora, Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas, 2012. Código de Ética do Profissional de Contabilidade. Acesso em http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. Outras Fontes de Pesquisa: 1 – BRASIL, Lei nº 6.404/76 – atualizada pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09. 2 - ----------, Lei nº 10.406/02 – Código Civil 3 – BRASIL, Lei nº 9.430/96 – Legislação do Imposto de Renda. 4 - ----------, Decreto nº 3.000 – RIR/99 – Regulamento do Imposto de Renda. 5 - -----------, Lei nº 11.638/07 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade. 6 - -----------, Lei nº 11.941/09 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade. 7 - -----------, Normas Brasileiras de Contabilidade. Conselho Federal de Contabilidade. Brasília. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 106 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: 200589 – CONTABILIDADE PÚBLICA CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Proporcionar e apresentar colaboração inicial ao profissional da área contábil para facilitar o estudo à consulta e as pesquisas necessárias ao conhecimento e funcionamento teórico e prático da contabilidade pública, bem como dar condições práticas ao desempenhar suas funções na entidade pública. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Dinâmicas de grupos Leituras e pesquisas individuais dirigidas aos assuntos pertinentes e orientação Orientações individuais quanto as Normas da ABNT 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial (0,0 a 3,0) e regimental (0,0 a 7,0) Substitutiva (0,0 a 10,0) Exame (0,0 a 10,0) 5 . E M E N T A A legislação pertinente da administração pública. Conceitos da administração pública. A lei da responsabilidade fiscal. A estrutura das empresas públicas. O patrimônio público. A lei do orçamento público. Princípios orçamentários. A importância dos registros contábeis. A receita pública e o sistema de previsão e arrecadação. A receita orçamentária e exra-orçamentária. A despesa pública e o sistema de empenho e liquidação. A despesa orçamentária e extraorçamentária. O registro contábil da receita orçamentária e da despesa orçamentária. Licitação pública. Modalidades de licitação. A aplicação da Lei 8.666/93. Os regimes contábeis adotados na administração pública. O regime de adiantamento e a despesa de acordo com a Lei nº 4.320/64. As demonstrações contábeis da administração pública. O Balanço orçamentário de acordo com a Lei nº 4.320/64. O Balanço financeiro de acordo com a Lei nº 4.320/64. O Balanço patrimonial de acordo com a Lei nº 4.320/64. A demonstração de receitas e despesas. A legislação pertinente. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 107 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1 - A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: conceito e organização, campo de atuação; estruturação; a entidade pública 2 – ORÇAMENTO PÚBLICO: objetivo e finalidade; conceito e definição, lei orçamentária, previsão da receita; fixação da despesa; previsão e resultado orçamentários; princípios orçamentários 3 – CONTABILIDADE PÚBLICA: conceito e campo de atuação; divisão; sistemas; regimes contábeis; livros contábeis; legislação empregada 4 – RECEITA PÚBLICA: arrecadação e recolhimento; conceito e classificação; estágios da receita; receita orçamentária e extra orçamentária; dívida ativa; superávit; escrituração da receita 5 – DESPESA PÚBLICA: empenho, liquidação e pagamento; conceito e classificação; estágios da despesa; despesa orçamentária e extra orçamentária; restos a pagar; déficit; escrituração de despesas 6 – LICITAÇÃO: órgão público – objetivo e finalidade; conceito; edital de publicação; concorrência; tomada de preços; convite; dispensa de licitação 7 – REGIMES CONTÁBEIS: princípios; regime de caixa; de competência; misto; legislação pertinente 8 – REGIME DE ADIANTAMENTO: conceito e finalidade; período de aplicação; responsabilidade e prestação de contas 9 – PATRIMÔNIO PÚBLICO: conceito; bens públicos; variação patrimonial; registro contábil 10 – DEMOSNTRAÇÕES CONTÁBEIS: conceito, balanço orçamentário; balanço financeiro; balanço patrimonial; balanço de compensação; variações do patrimônio. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: KOHAMA, Héilio. Contabilidade pública: teoria e prática. 11ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. QUINTANA, Alexandre Costa; et al. Contabilidade pública. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. SCHNEIDER, César; MIGUEL, Marcos Portela. Manual da contabilidade pública. 1ª ed. São Paulo: IOB Editoria, 2013. Bibliografia Complementar: ANGÉLICO, João. Contabilidade pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas ARRUDA, Daniel, ARAUJO, Inaldo da Paixão Santos. Contabilidade pública. São Paulo: Saraiva, 2004. CARVALHO, Deusvaldo. Orçamento e contabilidade pública: provas e concursos. 5ª ed. Rio de Janeiro: Ed. Campus Elsevier, 2010. CASTRO, Domingos Poubel de; GARCIA, Leice Maria. Contabilidade pública no governo Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 108 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS federal. São Paulo: Atlas PISCITELLI, Roberto Bocaccio; TIMBO, Maria Zulene & ROSA, Maria Berenice. Contabilidade publica: uma abordagem da administração financeira publica. São Paulo: Atlas, 2002. DISCIPLINA: 201871 - GESTÃO TRIBUTÁRIA I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Tem o objetivo de proporcionar uma formação sólida e consistente com as necessidades dos profissionais que buscam conhecimentos na gestão tributária empresarial, especialmente para atuarem em ambientes onde os tributos impactam significativamente a competitividade e o desempenho econômico-financeiro das organizações. Desenvolver os conhecimentos teóricos e práticos necessários para a identificação de oportunidades e o desenvolvimento de estratégias para a otimização do custo tributário nas empresas, contribuindo para o aumento da sua competitividade e a melhoria dos seus resultados. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Será aplicado o conteúdo programático, juntamente com exemplos reais e exercícios. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Será feita 2 avaliações bimestrais, com peso 3(Três) a parcial e Peso 7(sete) a regimental 5 . E M E N T A Gestão dos Impostos sobre a Produção e a Circulação de Mercadorias e Serviços – IPI, ICMS e ISS Gestão das Contribuições sobre o Faturamento – PIS e COFINS Gestão dos Tributos sobre o Patrimônio e as Transferências Patrimoniais – IPTU, IPVA, ITR, ITBI Gestão de Contribuições Sociais e Encargos Trabalhistas – INSS, FGTS Gestão dos Tributos sobre Operações Financeiras – IOF, CPMF, IRRF Gestão dos Tributos sobre a Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ e CSLL: Lucro Real, Presumido e Arbitrado Gestão dos Regimes de Tributação Simplificada Gestão dos Tributos sobre o Comércio Exterior – Importações e Exportações – Benefícios Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 109 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Fiscais 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O QUE É GESTÃO TRIBUTÁRIA; A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO TRIBUTÁRIA; ICMS: Incidências Não Incidências Contribuinte Substituição Tributária Local da Operação ou Prestação Ocorrência do Fato Gerador Não Cumulatividade do Imposto Saldos Credores Acumulados Performance dos Créditos do ICMS Expectativa de Débitos do ICMS Análise de Desvio Padrão Créditos na Compra de Bens Arrendados Créditos “Ocultos” Materiais de Uso e Consumo Loja Virtual Reforma do Imobilizado Financiamento – Encargos Financeiros IPI Industrialização: Características Estabelecimento Industrial - Conceito Imunidade do IPI Contribuintes do IPI Fato Gerador do IPI Período de Apuração Prazo de Recolhimento Detalhamentos a Serem Observados pelo Gestor A Magnitude Relativa do IPI Os Créditos do IPI IPI: Crédito Presumido - Lei 9363/96 (PIS E COFINS) IPI: Regime de Suspensão Descontos Incondicionais Frete – Empresa Coligada, Interligada Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 110 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Crédito IPI - Alíquota Zero, Isento – Insumos Crédito IPI - Insumos na Venda de Produtos Final á Alíquota Zero ou Isento Crédito IPI - Insumos Adquiridos de Comércio Atacadista não Contribuinte – 50% Aluguel dos Bens Produzidos Recondicionamento de Bens Usados ISS Contribuinte Local dos Serviços Alíquota Mínima Alíquota Máxima Exportação de Serviços Planejamento do ISS A Magnitude Relativa do ISS ISS Gerado por Estabelecimento A Questão da Tributação das Subempreitadas Atividades em que o ISS deve ser Recolhido no Local da Prestação do Serviço Não Incidência Sobre Locação de Bens Móveis ou Imóveis Materiais Fornecidos na Construção Civil Os focos de conflitos entre ISS e ICMS COFINS – Contribuintes PIS - Contribuintes Base de Cálculo do PIS e da COFINS A polêmica da Tributação dos Créditos da Lei 9363/96 A polêmica da Isenção da COFINS nas Sociedades Civis Alíquotas Prazo de Pagamento Exclusões da Receita Bruta PIS Não Cumulativo Créditos Admissíveis Cálculo do Crédito Valor da Depreciação a ser Considerada Conceito de Insumos Direito do Crédito Exclusivo a Bens e Serviços Nacionais IPI – Não Inclusão para Cálculo do Crédito Presumido Não Integração á Base de Cálculo do PIS Aproveitamento do Crédito nos Períodos Seguintes Não Incidência do PIS Crédito Presumido - Aquisição de Mercadorias de Origem Animal ou Vegetal Crédito do PIS na Exportação Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 111 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Não Aplicação do PIS Não Cumulativo Desconto Relativo aos Estoques Proporcionalização de Custos e Despesas Os créditos “vedados (?!)” do PIS e da COFINS COFINS Não Cumulativa Exemplo da Apuração da Base de Cálculo 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: CAMARGO, L. FABRETTI, D. FABRETTI, D. R., FABRETTI, J.L.M. Contabilidade tributária. 13ª Ed. São Paulo: Atlas, 2013. CHAVES, F. C.; MUNIZ, E. G. Contabilidade tributária na prática. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. REZENDE, A.J.; PEREIRA, A.; ALENCAR, C. de. Contabilidade tributária: entendendo a lógica dos tributos e seus reflexos sobre os resultados das empresas. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar BORGES, Humberto Bonavides. Planejamento tributário: IPI, ICMS, ISS e IR. São Paulo: Atlas, 2012. CHAVES, F. C. Planejamento tributário na prática: gestão tributária na prática. São Paulo: Atlas, 2010. LOPES, A.B.; GALDI, I.S.L.; FIPECAFI. Manual de contabilidade e tributação de instrumentos financeiros e derivativos: IAS 39, IAS 32, IFRS 7; CPC 14; minutas do CPC 38, 39 e 40, normas da CVM, do Bacen e da Receita Federal do Brasil. São Paulo: Atlas, 2011. PERES JÚNIOR, J.H.; OLIVEIRA, L.M.; GOMES, M.B.; CHIEREGATO, R. Manual de contabilidade tributária: textos e testes com respostas. São Paulo: Atlas, 2013. Textos de Leis Constituição Federal 1988 - Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm RIPI (regulamento do IPI) – Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7212.htm RICMS/SP - Governo do Estado de São Paulo – Disponível em http://info.fazenda.sp.gov.br/NXT/gateway.dll?f=templates&fn=default.htm&vid=sefaz_tributar ia:vtribut Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 112 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: 200361 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 100 O B J E T I V O S Promover uma revisão geral dos conceitos elementares de Metodologia Científica e Técnicas de Pesquisa, com aprofundamento através de debates e orientações sobre o planejamento e execução do projeto de monografia, identificando as etapas predominantes desse processo de pesquisa. Em termos específicos, o objetivo da disciplina é levar o aluno a: Definir temas, formular problemas, hipóteses e objetivos de pesquisa; Reconhecer a importância da base teórica e empírica no processo de pesquisa e a utilidade de diferentes tipos e métodos de pesquisa; 3 . Oportunizar a cada aluno a elaboração do projeto de monografia. M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas (com ou sem datashow); Orientações individuais quanto as Normas da ABNT; Textos preparatórios como pré-requisito informacional; Leituras individuais dirigidas aos temas definidos. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Serão avaliados o pré-projeto de pesquisa e o projeto final. (0,0 a 10,0) 5 . E M E N T A Aspectos Técnicos e Metodológicos do TCC; Conceituração; Escolha do Tema; Problema e Hipóteses de Pesquisa; Justificativa; Fundamentação Teórico-Empírica; Metodologia; Definição dos Termos da Pesquisa; Cronograma de Trabalho; Referências Bibliográficas; Elaboração do Projeto de Monografia. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – ASPECTOS TÉCNICOS E METODOLÓGICOS DO TRABALHO CIENTÍFICO: Revisão dos principais aspectos técnicos e metodológicos do trabalho científico; Pesquisa científica e a relação com o estudo dos problemas administrativos. 2 - CONCEITUAÇÃO: Conceito e objetivos da elaboração de um projeto de monografia. 3 – ESCOLHA DO TEMA: A importância na escolha do tema; Ajustamento do tema às inclinações e interesses dos alunos; Acesso à coleta de dados e a disponibilidade de tempo do aluno. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 113 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4 – PROBLEMAS E HIPÓTESES DE PESQUISA: A importância e os cuidados na definição do problema; Construção de hipóteses; Formulação do problema e da(s) hipótese(s). 5 – OBJETIVOS DA PESQUISA: Definição dos objetivos gerais e específicos da pesquisa. 11 – JUSTIFICATIVA: Razões e importância da elaboração da monoagrafia. 12 – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO-EMPÍRICA: Seleção das bibliografias existentes; Leitura do material; Redação e a inter-relação entre as variáveis; Citações. 13 – METODOLOGIA: Tipos de pesquisa, Delimitação da pesquisa; Procedimentos do pesquisador. 14 – DEFINIÇÃO DOS TERMOS DA PESQUISA: Definições dos termos considerados relevantes no estudo. 15 – CRONOGRAMA DE TRABALHO: Distribuição no tempo das etapas do trabalho. 16 - REFERÊNCIAS: Conceituação e a citação das referências bibliográficas. 17 – PROJETO DE MONOGRAFIA: Elaboração individual de um projeto de monografia. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: FERRER, Walkíria Martinez Heinrich. Metodologia da pesquisa científica. Elaborado pela Universidade de Marília (UNIMAR), 2012 GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. São Paulo: Atlas,2003. Bibliografia Complementar: FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003. LIMA, M. C.. Monografia: a engenhariada produção acadêmica. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. MEZZABORA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa. São Paulo: Saraiva, 2003 OLIVEIRA, Antônio Benedito Silva (Coord.). Métodos e técnicas de pesquisa em contabilidade. Sâo Paulo: Saraiva, 2003. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002. DISCIPLINA: 200363 – ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I CARGA HORÁRIA TOTAL: 160 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 114 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2 . O B J E T I V O S O Estágio Supervisionado tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno as execuções de tarefas e ações próprias ou típicas do profissional contábil, desenvolvendo trabalhos práticos a serem conhecidos e executados no setor administrativo e contábil da empresa. O empresário cede espaço em sua empresa para que os alunos possam desenvolver suas atividades e se preparar adequadamente para a vida profissional. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O A orientação estará a cargo do professor e a supervisão sera do responsável na empresa em que o aluno realiza seu estágio. A conscientização das obrigações do estagiário com relação À sua atividade desenvolvidas na empresa sera o principal fator de estimulação ao seu trabalho. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Entrega de relatórios ao final de cada mês, com as atividades desenvolvidas na empresa, bem como o o aproveitamento da avaliação fornecida pelo supervisor de campo, através de consulta, pelo professor orientador. Média: 0,0 a 10,0 PONTOS AO FINAL DO SEMESTRE 5 . E M E N T A Como as atividades serão desenvolvidas fora da sala de aula, então há a necessidade de se fazer uma "ponte" entre o conhecimento adquirido na Universidade e a atuação profissional, o desenvolvimento de um currículo voltado às necessidades sociais e à formação de um profissional correto e com as exigências que o mercado necessita, principalmente com relação às atividades da área Contábil como: Escrituração Contábil e Fiscal; A ética profissional; A contabilidade geral com extensão às contabilidades comercial, industrial, agrícola, pecuária, bancária, pública etc. Os princípios fundamentais da contabilidade; A contabilidade gerencial; custos; A auditoria contábil; A análise de balanço; A perícia contábil; A Legislação das Sociedades Anônimas - Lei nº 11.638/07 Enfim, o que o Decreto nº 87.497 de 18/08/82 define no aspecto legal, as regras básicas para o desenvolvimento do estágio; bem como a Resolução CFE nº 03/93. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I - A CONTABILIDADE GERAL E SUAS RAMIFICAÇÕES; II – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL III – ESCRITURAÇÃO FISCAL IV – ÉTICA PROFISSIONAL Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 115 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS V – PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE VI – CONTABILIDADE GERENCIAL VII – CONTABILIDADE FINANCEIRA VIII – AUDITORIA CONTÁBIL IX – PERÍCIA CONTÁBIL X – LEGISLAÇÃO CONTÁBIL E FISCAL DAS EMPRESAS – no âmbito municipal, estadual e federal. OBS: Como o estágio supervisionado I e II são desenvolvidos na contabilidade das empresas, sendo estas com atividades diversas, o conteúdo programático é abrangente para dar condições técnicas de pesquisa naquela área em que ele for estagiar. A base principal será em forma de relatórios mensais. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora, Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas, 2012. Código de Ética do Profissional de Contabilidade. Acesso em http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 116 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 8º TERMO DISCIPLINA: 200383 - AUDITORIA II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Proporcionar a oportunidade de continuarmos com o estudo sobre a forma objetiva de realizar os trabalhos em Auditoria. O estudo de AUDITORIA do primeiro semestre teve como objetivos gerais, dar ao educando condições de: Contribuir para que o profissional contábil tenha uma visão ampla, com conhecimentos voltados para a prática, fornecendo técnicas usuais do trabalho de auditoria na atividade empresarial, como instrumento de tomada de decisão; estudos de caso, levar o educando a elaborar relatórios sob através de exercícios e medida para as decisões importantes das empresas; Através do conhecimento prático, transmitir dados e técnicas para a administração financeira das entidades empresariais, análise financeira das empresas, confirmação do grau de solvencia e determinar posição de endividamento ; Finalmente, demonstrar através de exemplos práticos, a necessidade de gerir os negócios para aumentar lucros e diminuir competitividade; Este terá os mesmos objetivos, apenas sendo incluídas práticas para a realização de trabalhos reais em auditoria. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Estudos de textos Aulas expositivas Resolução de Exercícios em classe Estudos de casos reais e fictícios 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Primeira prova escrita – avaliação primeira – de 0 a 10 pontos Exercício Prático – avaliação Segunda – de 0 a 10 pontos Prova regimental – avaliação terceira - de 0 a 10 pontos 5 . E M E N T A Aborda a contabilidade como geradora de informações para o processo de auditoria da empresa Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 117 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Interna e Externa. Estuda a conversão das demonstrações contábeis em documentos que sejam de fácil interpretação. Analisa a relação auditor e instrumentos de tomada de decisão, tendo em vista a capacidade da empresa gerar lucros. Discute aspectos dos Pareceres com e sem ressalvas; 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I – PROCEDIMENTOS PRÁTICOS DE AUDITORIA : Auditoria das Disponibilidade; Auditoria das Contas a Receber; Processos de conciliação bancária; Auditoria das contas a pagar; Auditoria das exigibilidades; Auditoria do Patrimônio Líquido; Auditoria das Contas de Resultados. II - PROCESSO AUDITORIAL: Introdução; Análise de Afirmação: Revisão analítica, Planejamento, Conhecimento, Preparação dos Demonstrativos Contábeis com base na Lei 11.638/2007, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado; Avaliação da afirmação: Nível de controle interno, Subjetividade Inerente, Integridade dos administradores, Ponderação da relevância, Ponderação dos riscos; Obtenção dos elementos comprobatórios: testes de procedimentos, Testes de saldos. III - PARECER DE AUDITORIA: Introdução, Divisão do parecer de auditoria; Classificação do Parecer; Tipos de Parecer; Exemplos IV - CONTROLES INTERNOS: Introdução; Conceitos; Interpretação; Importância; Características de um controle interno; Objetivos; Controle interno e bancos de dados; Controle Interno e a Fraude. V - FINALIZAÇÃO Lançamentos de ajustes; DOS TRABALHOS: Pontos de Orientação; recomendação; Procedimentos Resumo dos de ajustes; auditoria; Carta de recomendação . 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, M. C. Auditoria: um curso moderno e completo. 8ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. ATTIE, William – Auditoria: conceitos e aplicação. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. CREPALDI, S.A. Auditoria contábil: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2013. Bibliografia Complementar: ARAÚJO, I. P. S. Introdução à auditoria operacional. 3ª ed. Rio de Janeiro: FGV Editora DE CASTRO, D. P. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor público. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. GRAMLING, A. A.; JOHNSTONE, K. M.; RITTENBERG, L. E. Auditoria. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 118 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Cengage Learning, 2011. LINS, L.S. Auditoria: uma abordagem prática com ênfase na auditoria externa: atualizada e revisada pelas leis 11.638/07, 11.941/09 e normas do CPC: contém exercícios. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2012. PEREZ JR., Jose Hernandes. Auditoria de demonstrações contábeis: normas e procedimentos. São Paulo: Atlas, 2012. DISCIPLINA: 200386 – LABORATÓRIO CONTÁBIL II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Esta disciplina tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão real da aplicação de um sistema informatizado utilizado na contabilidade das empresas comerciais e de serviços, especialmente estruturação e operacionalização. O programa é fornecido pela Empresa SÓFOLHA INFORMÁTICA. Na primeira parte a sala é dividida em grupos de 2 alunos e cada grupo constitui uma empresa comercial (fictícia), onde abordamos a rotina básica para realizar a abertura de uma empresa, e, quais os dados mínimos necessários para compor um contrato social. A seguir são cadastrados todos os dados da empresa e a criação de um plano de contas, o cadastro dos contadores, os tipos de relatórios e outras informações necessárias ao bom funcionamento do programa. Após cadastramento tem início a movimentação diária comum às empresas comerciais, com simulações de compra e venda de mercadorias, encerramento de folha de pagamento, pagamentos de diversas despesas, cálculo dos diversos impostos. A segunda parte, com proposta metodológica, apresenta-se as mesmas questões, porém, enfatizando o programa de Escrituração Fiscal, com a apuração do ICMS e ISS. A cada exercício são emitidos os diversos relatórios e livros contábeis, tais como: Razão, Livro Diário, Balancete de verificação, Balanço Patrimonial, Livro Demonstração Resultado do Exercício, Livro Registro de Entradas e Livro de Registro de Saída. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas teóricas; Introdução e conceitos dos tópicos do conteúdo programático; Introduções e conceitos dos tópicos do conteúdo programático. Noções fundamentais da abordagem sistêmica; Informação contábil sistematizada; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 119 do PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Críticas aos formulários e relatórios gerados Debates atuais; Normas tributárias. Aulas Práticas: Estudo de casos (cadastro de empresas fictícias); Escrituração Fiscal e Contábil de toda a movimentação da empresa Levantamento de dados; Emissão de Livros e relatórios contábeis; Aplicação das Normas Tributárias. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 1º Bimestre: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três) Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete) Média final ..........................................................................: 10 (dez) 2º Bimestre: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 3 (três) Prova regimental com a utilização do programa ........................: 7 (sete) Média final ..........................................................................: 10 (dez) Substitutiva: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez) Exame: Avaliação - prova com a utilização do programa .......................: 10 (dez) 5 . E M E N T A Realização de trabalhos práticos na área de contabilidade empresarial, sob a orientação de um professor responsável. Procedimentos para abertura de empresas. Escrituração contábil e fiscal de empresas. Utilização de softwares específicos de contabilidade. Registro, análise e auditoria de informações contábeis. Análise e crítica do sistema de informações empresariais por meio de softwares de contabilidade. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I - Cadastro: Empresa; Responsáveis administrativos e contadores; Plano de Contas; Contadores e responsáveis pela empresa; Histórico padrão; Complementares ao plano de contas (DRE-CMV etc.); Fornecedores, Clientes. II - Lançamentos contábeis e fiscais: Movimentação diária da empresa; Apuração dos Custos; Encerramento do período. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 120 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS III - Relatórios: Balancetes; Livros Contábeis: Diário e Razão; Demonstração Resultado do Exercício; Balanço Patrimonial; Livros Fiscais: Registro de Entrada; Registro de Saída; Registro de apuração de ICMS. IV - Outros: Configuração de impressão; Importação de dados de outros programas Cópias de Segurança; Restauração de cópias, Ativação de empresas; Termos de Abertura e de Encerramento dos Livros contábeis e Fiscais. V – APURAÇÃO DO SIMPLES, LUCRO REAL E PRESUMIDO 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013. Programa utilizado: SÓ FOLHA INFORMÁTICA: Contabilidade e escrita fiscal. Bibliografia Complementar: IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. SCHMIDT, Paulo. SANTOS, José Luiz Dos; et al. Introdução à Contabilidade: atualizada pela Lei nº 11.941/09 e pelas normas do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. SILVA, César Augusto Tibúrcio. TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. DISCIPLINA: 200387 – CONTABILIDADE INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 80 O B J E T I V O S Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 121 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Dar condições ao aluno de utilizer a contabilidade aplicada às empresas industriais, no que tange à parte prática, de contabilização, a departamentalização, à análise de resultados e custos. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas, estudos de casos e exercícios de fixação. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Custos Imputados e Custos Perdidos; Produção conjunta e problemas fiscais na avaliação de Estoques Industriais: Custos Conjuntos. Efeitos dos tributos sobre custos e preços. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. CUSTOS IMPUTADOS E CUSTOS PERDIDOS: Custo de oportunidade; Consequencias do custo de oportunidade e da taxa de retorno; custos perdidos (sunk costs); Custos Imputados. 2. CONTROLE, CUSTOS CONTROLÁVEIS E CUSTOS ESTIMADOS: significado; problemas comportamentais decorrentes de custos de controle; custo por produto versus custo por departamento; custo por responsabilidade. 3. PRODUÇÃO CONJUNTA E PROBLEMAS FISCAIS NA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES INDUSTRIAIS – CUSTOS CONJUNTOS: Distinção entre co-produtos, subprodutos e sucatas; Apropriação dos custos conjuntos aos co-produtos; principais critéiros de apropriação dos custos conjuntos; Problemas fiscais com relação à Contabilidade de Custos; Conceito fiscal de Custeio por Absorção; Critérios de Avaliação de Estoque; Coordenação e integração entre as contabilidade geral e de custos; Valor arbitrado; Inflação. 4. EFEITO DOS TRIBUTOS SOBRE CUSTOS E PREÇOS: Tributos, custos e preços, IPI, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Substituição tributária; ISS; COFINS, PIS, IRPJ, CSSL, Simples. 7. BIBLIOGRAFIA Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 122 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bibliografia Básica: BRUNI. Adriano Leal. Administração de custos, preços e lucros: com aplicações na HP12C e Excel - v. 5 ( Série Desvendando as Finanças). São Paulo: Atlas, 2012. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010. PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. OLIVEIRA, Luiz Martins De. Contabilidade de custos para não contadores: textos e casos práticos com solução proposta. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012, Bibliografia Complementar: BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio José. Estrutura e análise de custos. São Paulo: Ed. Saraiva CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. IUDÍCIBUS, Sérgio de. MELLO, Gilberto Ribeiro de. Análise de custos: uma abordagem quantitativa. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.1 HORNGREN, Charles T., DATAR, Srikant M. e FOSTER, George. Contabilidade de custos. 11ª ed. São Paulo: Pearson, 2004. V.2 LEONE, George Sebastião Guerra, LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. DISCIPLINA: 201182 – OPTATIVA II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Proporcionar aos alunos o conhecimento das Práticas Contábeis e seus segmentos, para uma formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, bem como, a continuidade da programação da disciplina em que o curso oferece, visando à preparação para o mercado de trabalho. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O A metodologia é baseada no desenvolvimento teórico e prático, utilizando recursos disponíveis, com a finalidade em que o aluno saiba praticar, resolver e demonstrar as situações contábeis e econômicas na vivência do cotidiano da empresa, principalmente nas demonstrações financeiras. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 123 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação bimestral com valor de até 7,0(sete) pontos; Avaliações parciais e ou trabalhos individuais ou em grupos que valerão até 3,0 (três) pontos, cujas notas somadas para obter a média do bimestre. 5 . E M E N T A Desenvolvimento de pesquisas com assuntos relacionados a área contábil, principalmente às novas normas de contabilidade, envolvendo matérias básicas com ênfase aos conhecimentos teóricos e práticos de relatórios contábeis, determinando os acontecimentos que devam ser registrados, tais como: as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09. O registro dos fatos contábeis e fiscais de acordo com a legislação contábil e fiscal. As formalidades intrínsecas e extrínsecas. Os Princípios de Contabilidade (PC). A contabilidade geral com extensão das demais contabilidades existentes. A Lei das Sociedades Anônimas e a legislação pertinente – Lei nº 6.404/76 e alterações produzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09. O Patrimônio Líquido de acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações. O Plano de Contas da entidade. A Lei nº 10.406 de 10/01/2002 – Código Civil, aplicado às sociedades empresárias. A legislação Tributária Federal e Estadual. A escrituração contábil de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade e as normas internacionais de contabilidade. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – A CONTABILIDADE E SUAS RAMIFICAÇÕES DE ACORDO COM AS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE. 2 – A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO CFC Nº 1.330/11 DO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. 3 – A CONTABILIDADE DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS DE ACORDO COM A LEI Nº 6.404/76 E ALTERAÇÕES POSTERIORES. 4 – O REGISTRO DOS FATOS CONTÁBEIS E MUTAÇÕES. 5 – OS PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO CFC Nº 1.282/10. 6 – A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL E A LEGISLAÇÃO FISCAL. 7 – O PLANO DE CONTAS DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS. 8 – A SOCIEDADE EMPRESÁRIA 9 – AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE APLICADA ÀS ENTIDADES BRASILEIRAS. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 124 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora, Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas, 2012. Código de Ética do Profissional de Contabilidade. Acesso em http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. Outras Fontes de pesquisa: 1 – BRASIL, Lei nº 6.404/76 – atualizada pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09. 2 - ----------, Lei nº 10.406/02 – Código Civil 3 – BRASIL, Lei nº 9.430/96 – Legislação do Imposto de Renda. 4 - ----------, Decreto nº 3.000 – RIR/99 – Regulamento do Imposto de Renda. 5 - -----------, Lei nº 11.638/07 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade. 6 - -----------, Lei nº 11.941/09 – Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade. 7 - -----------, Normas Brasileiras de Contabilidade. Conselho Federal de Contabilidade. Brasília. DISCIPLINA: 201575 - GESTÃO TRIBUTÁRIA II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Tem o objetivo de proporcionar uma formação sólida e consistente com as necessidades dos profissionais que buscam conhecimentos na gestão tributária empresarial, especialmente para atuarem em ambientes onde os tributos impactam significativamente a competitividade e o desempenho econômico-financeiro das organizações. Desenvolver os conhecimentos teóricos e Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 125 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS práticos necessários para a identificação de oportunidades e o desenvolvimento de estratégias para a otimização do custo tributário nas empresas, contribuindo para o aumento da sua competitividade e a melhoria dos seus resultados. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Será aplicado o conteúdo programático, juntamente com exemplos reais e exercícios. 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Será feita 2 avaliações bimestrais, com peso 3(Três) a parcial e Peso 7(sete) a regimental 5 . E M E N T A Gestão dos Impostos sobre a Produção e a Circulação de Mercadorias e Serviços – IPI, ICMS e ISS Gestão das Contribuições sobre o Faturamento – PIS e COFINS Gestão dos Tributos sobre o Patrimônio e as Transferências Patrimoniais – IPTU, IPVA, ITR, ITBI Gestão de Contribuições Sociais e Encargos Trabalhistas – INSS, FGTS Gestão dos Tributos sobre Operações Financeiras – IOF, CPMF, IRRF Gestão dos Tributos sobre a Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ e CSLL: Lucro Real, Presumido e Arbitrado Gestão dos Regimes de Tributação Simplificada Gestão dos Tributos sobre o Comércio Exterior – Importações e Exportações – Benefícios Fiscais 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O QUE É GESTÃO TRIBUTÁRIA; A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO TRIBUTÁRIA; ICMS: Incidências Não Incidências Contribuinte Substituição Tributária Local da Operação ou Prestação Ocorrência do Fato Gerador Não Cumulatividade do Imposto Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 126 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Saldos Credores Acumulados Performance dos Créditos do ICMS Expectativa de Débitos do ICMS Análise de Desvio Padrão Créditos na Compra de Bens Arrendados Créditos “Ocultos” Materiais de Uso e Consumo Loja Virtual Reforma do Imobilizado Financiamento – Encargos Financeiros IPI Industrialização: Características Estabelecimento Industrial - Conceito Imunidade do IPI Contribuintes do IPI Fato Gerador do IPI Período de Apuração Prazo de Recolhimento Detalhamentos a Serem Observados pelo Gestor A Magnitude Relativa do IPI Os Créditos do IPI IPI: Crédito Presumido - Lei 9363/96 (PIS E COFINS) IPI: Regime de Suspensão Descontos Incondicionais Frete – Empresa Coligada, Interligada Crédito IPI - Alíquota Zero, Isento – Insumos Crédito IPI - Insumos na Venda de Produtos Final á Alíquota Zero ou Isento Crédito IPI - Insumos Adquiridos de Comércio Atacadista não Contribuinte – 50% Aluguel dos Bens Produzidos Recondicionamento de Bens Usados ISS Contribuinte Local dos Serviços Alíquota Mínima Alíquota Máxima Exportação de Serviços Planejamento do ISS A Magnitude Relativa do ISS ISS Gerado por Estabelecimento Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 127 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS A Questão da Tributação das Subempreitadas Atividades em que o ISS deve ser Recolhido no Local da Prestação do Serviço Não Incidência Sobre Locação de Bens Móveis ou Imóveis Materiais Fornecidos na Construção Civil Os focos de conflitos entre ISS e ICMS COFINS – Contribuintes PIS - Contribuintes Base de Cálculo do PIS e da COFINS A polêmica da Tributação dos Créditos da Lei 9363/96 A polêmica da Isenção da COFINS nas Sociedades Civis Alíquotas Prazo de Pagamento Exclusões da Receita Bruta PIS Não Cumulativo Créditos Admissíveis Cálculo do Crédito Valor da Depreciação a ser Considerada Conceito de Insumos Direito do Crédito Exclusivo a Bens e Serviços Nacionais IPI – Não Inclusão para Cálculo do Crédito Presumido Não Integração á Base de Cálculo do PIS Aproveitamento do Crédito nos Períodos Seguintes Não Incidência do PIS Crédito Presumido - Aquisição de Mercadorias de Origem Animal ou Vegetal Crédito do PIS na Exportação Não Aplicação do PIS Não Cumulativo Desconto Relativo aos Estoques Proporcionalização de Custos e Despesas Os créditos “vedados (?!)” do PIS e da COFINS COFINS Não Cumulativa Exemplo da Apuração da Base de Cálculo 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: CAMARGO, L. FABRETTI, D. FABRETTI, D. R., FABRETTI, J.L.M. Contabilidade tributária. 13ª Ed. São Paulo: Atlas, 2013. CHAVES, F. C.; MUNIZ, E. G. Contabilidade tributária na prática. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 128 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS REZENDE, A.J.; PEREIRA, A.; ALENCAR, C. de. Contabilidade tributária: entendendo a lógica dos tributos e seus reflexos sobre os resultados das empresas. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar BORGES, Humberto Bonavides. Planejamento tributário: IPI, ICMS, ISS e IR. São Paulo: Atlas, 2012. CHAVES, F. C. Planejamento tributário na prática: gestão tributária na prática. São Paulo: Atlas, 2010. LOPES, A.B.; GALDI, I.S.L.; FIPECAFI. Manual de contabilidade e tributação de instrumentos financeiros e derivativos: IAS 39, IAS 32, IFRS 7; CPC 14; minutas do CPC 38, 39 e 40, normas da CVM, do Bacen e da Receita Federal do Brasil. São Paulo: Atlas, 2011. PERES JÚNIOR, J.H.; OLIVEIRA, L.M.; GOMES, M.B.; CHIEREGATO, R. Manual de contabilidade tributária: textos e testes com respostas. São Paulo: Atlas, 2013. Textos de Leis Constituição Federal 1988 - Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm RIPI (regulamento do IPI) – Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7212.htm RICMS/SP - Governo do Estado de São Paulo – Disponível em http://info.fazenda.sp.gov.br/NXT/gateway.dll?f=templates&fn=default.htm&vid=sefaz_tributar ia:vtribut DISCIPLINA: 200364 – ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 160 O B J E T I V O S O Estágio Supervisionado tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno as execuções de tarefas e ações próprias ou típicas do profissional contábil, desenvolvendo trabalhos práticos a serem conhecidos e executados no setor administrativo e contábil da empresa. O empresário cede espaço em sua empresa para que os alunos possam desenvolver suas atividades e se preparar adequadamente para a vida profissional. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O A orientação estará a cargo do professor e a supervisão sera do responsável na empresa em que o aluno realiza seu estágio. A conscientização das obrigações do estagiário com relação À sua atividade desenvolvidas na empresa sera o principal fator de estimulação ao seu trabalho. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 129 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Entrega de relatórios ao final de cada mês, com as atividades desenvolvidas na empresa, bem como o o aproveitamento da avaliação fornecida pelo supervisor de campo, através de consulta, pelo professor orientador. Média: 0,0 a 10,0 PONTOS AO FINAL DO SEMESTRE 5 . E M E N T A Como as atividades serão desenvolvidas fora da sala de aula, então há a necessidade de se fazer uma "ponte" entre o conhecimento adquirido na Universidade e a atuação profissional, o desenvolvimento de um currículo voltado às necessidades sociais e à formação de um profissional correto e com as exigências que o mercado necessita, principalmente com relação às atividades da área Contábil como: Escrituração Contábil e Fiscal; A ética profissional; A contabilidade geral com extensão às contabilidades comercial, industrial, agrícola, pecuária, bancária, pública etc. Os princípios fundamentais da contabilidade; A contabilidade gerencial; custos; A auditoria contábil; A análise de balanço; A perícia contábil; A Legislação das Sociedades Anônimas - Lei nº 11.638/07 Enfim, o que o Decreto nº 87.497 de 18/08/82 define no aspecto legal, as regras básicas para o desenvolvimento do estágio; bem como a Resolução CFE nº 03/93. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I - A CONTABILIDADE GERAL E SUAS RAMIFICAÇÕES; II – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL III – ESCRITURAÇÃO FISCAL IV – ÉTICA PROFISSIONAL V – PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE VI – CONTABILIDADE GERENCIAL VII – CONTABILIDADE FINANCEIRA VIII – AUDITORIA CONTÁBIL IX – PERÍCIA CONTÁBIL X – LEGISLAÇÃO CONTÁBIL E FISCAL DAS EMPRESAS – no âmbito municipal, estadual e federal. OBS: Como o estágio supervisionado I e II são desenvolvidos na contabilidade das empresas, sendo estas com atividades diversas, o conteúdo programático é abrangente para dar condições técnicas de pesquisa naquela área em que ele for estagiar. A base principal será em forma de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 130 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS relatórios mensais. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade e contabilidade básica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTOS, Cleonimo dos.; BARROS, Sidney Ferro. Imposto de renda pessoa jurídica para contadores. 4ª ed. São Paulo: IOB Editora, Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas, 2012. Código de Ética do Profissional de Contabilidade. Acesso em http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/crcsp_jovem/home/pdf/codigo_de_etica.pdf IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. SANTOS, Ariovaldo dos. Manual de Contabilidade Societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais de do CPC. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade introdutória e intermediária – texto e execícios. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. VEIGA, Windsor Espenser. SANTOS, Fernando De Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro, pequenas e médias empresas atualizado pela legislação de julho de 2012 (Leis nº 11.638/07, 11.941/09, LC nº139, de 10/11/2011 e NBC TG 1000 – CPC – PME). 2ª ed. Atlas: São Paulo, 2012. DISCIPLINA: 200380 – MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA II CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Garantir ao aluno o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, à consulta de doutrinas especializadas e o aprimoramento da capacidade de interpretação crítica à Ciências Contábeis. Reconhecer a importância da base teórico-empírica no processo de pesquisa e a utilidade de diferentes tipos de pesquisa e dar oportunidade para elaboração do projeto do Trabalho de Conclusão de Curso. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 131 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Orientações individuais quanto as Normas da ABNT 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial e regimental Apresentação de Projeto de Pesquisa 5 . E M E N T A MÉTODO DE PESQUISA; PESQUISA; NORMAS DA A.B.N.T; ELEMENTOS DO PROJETO DE PESQUISA; APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – MÉTODO DE PESQUISA: Indutivo; Hipotético; Dedutivo. 2 PESQUISA: razões para pesquisas; classificação das pesquisas: explicativa, exploratórias e descritivas 3 – NORMAS DA A.B.N.T.: formatação; citações diretas e indiretas; referências. 4 – ELEMENTOS DO PROJETO DE PESQUISA: elementos pré-textuais; elementos textuais; elementos pós-textuais. 5 – APRESENTAÇÃO ESCRITA E ORAL DO PROJETO DE PESQUISA: apresentação escrita; apresentação oral. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: FERRER, Walkíria Martinez Heinrich. Metodologia da pesquisa científica. Elaborado pela Universidade de Marília (UNIMAR), 2012 GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. São Paulo: Atlas,2003. Bibliografia Complementar: FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003. LIMA, M. C.. Monografia: a engenhariada produção acadêmica. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. MEZZABORA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa. São Paulo: Saraiva, 2003 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 132 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS OLIVEIRA, Antônio Benedito Silva (Coord.). Métodos e técnicas de pesquisa em contabilidade. Sâo Paulo: Saraiva, 2003. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002. DISCIPLINA: História e Cultura Afro-brasileiras e Indígenas CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Conhecer as primeiras populações do continente africano e seu percurso histórico; Conhecer a história Afro-brasileira, diáspora africana no Brasil; Debater questões sobre racismos e antirracismos no Brasil – raças e etnias; O tráfico negreiro e a resistência; História da escravidão no Brasil (aspectos econômicos e socioculturais); Refletir sobre a história indígena no Brasil, referenciando as políticas coloniais, imperiais e republicanas para os povos indígenas no Brasil; Refletir a subalternização dos índios na história do Brasil. Refletir a subalternização dos “negros no trabalho” na história do Brasil; Problematizar “a invenção da África” e o olhar eurocêntrico sobre os saberes produzidos acerca do continente africano; Compreender a complexidade das políticas indígenas atuais: cultural, habitacional e assistencial; Estudar a cultura e a participação do negro no Brasil atual. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Orientações individuais quanto as Normas da ABNT 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial e regimental Apresentação de Projeto de Pesquisa 5 . E M E N T A História e influência da cultura africana na formação da cultura brasileira; história e influência da cultura indígena na formação da cultura brasileira. Primeiros habitantes do continente africano; A religiosidade africana disseminada pela cultura brasileira; aspectos da arte africana na cultura brasileira. Aspectos da cultura e da religiosidade indígena na cultura brasileira. A Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 133 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS identidade afro-brasileira; A identidade indígena; o desenvolvimento das questões raça-etnia no espaço social. ‘Africanidade” no Brasil. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Lei 10.639/03, refletindo sobre a igualdade racial (questões históricas e sociais na formação brasileiras). - A importância histórica e cultural do continente africano para o Brasil. - questão da Identidade afro-brasileira. - Questão da identidade indígena no Brasil - As religiões e religiosidades afro-brasileiras; - Discriminação racial e étnica no Brasil: uma questão sócio histórica; - A região de Marília e a questão afro-brasileira; - O continente africano e sua organização no âmbito político internacional; - História da África; 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: ARAUJO PEREIRA, Amilcar; MONTEIRO, Ana Maria. Ensino de História e Cultura Afrobrasileiras e indígenas. Rio de Janeiro: Pallas, 2013. LUCIANO, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional, 2006. MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias, línguas, cultura e civilizações. São Paulo: Global, 2009. Bibliografia Complementar: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília: MEC-SECAD/SEPPIR/INEP, 2005. GOMES, Flávio dos Santos. Histórias de Quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995. PENA, Sérgio D. J.. (2005). Razões para banir o conceito de raça da medicina brasileira. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 12(2), 321-346. Recuperado em 25 de setembro de 2013, de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 59702005000200006&lng=pt&tlng=pt. 10.1590/S0104-59702005000200006. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 134 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Sugestão de Sites para Pesquisa http://oglobo.globo.com/infograficos/paraiso-sitiado/ http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/cultura-brasileira/cultura-afro-brasileira http://www.palmares.gov.br/tag/cultura-afro-brasileira/ DISCIPLINA: LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS CARGA HORÁRIA TOTAL: 2 . 40 O B J E T I V O S Proporcionar subsídios teóricos e práticos que fundamente a atividade Docente na área do surdo e da surdez e compreender as transformações educacionais, considerando os princípios sócio-antropológicos e as novas perspectivas da educação relacionadas à comunidade surda. 3 . M E T O D O L O G I A D E E N S I N O Aulas expositivas Orientações individuais quanto as Normas da ABNT 4. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação parcial e regimental Apresentação de Projeto de Pesquisa 5 . E M E N T A A disciplina de LIBRAS busca oportunizar aos estudantes acadêmicos a formação diferenciada na área da Educação especial através das fundamentações teóricas: Legislação, Evolução Histórica, Os contextos da educação inclusiva, A cultura Surda: Surdo e Surdez, cultura e comunidade surda, noções da lingüística aplicada à LIBRAS; além de proporcionar condições necessárias para a aquisição da LIBRAS a nível básico. 6. DISCRIMINAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teoria: Textos - Conceituação de Língua de Sinais; - O que é cultura e comunidade surda? - Surdo quem é ele? O que é surdez? - Amparo legal da educação inclusiva; -Textos e contextos da educação inclusiva; - Noções de Lingüística aplicada a LIBRAS. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 135 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Prática: Sinais - Posicionamento de mãos; - Alfabeto: Letras e números; - Identificação; - Saudações; - Nomes e Pronomes; - Dias da Semana; - Meses do Ano; - Comandos; - Verbos; - Sentimentos; - Familiares; - Cores; - Tipos de Frases; - Deficiências; - Nomenclatura de cursos. 7. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: Capovilla, Fernando C. & Raphael, Walkiria D. Dicionário: língua de sinais brasileira – LIBRAS. Vol. I e II. 2ª Ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. Stainback, S. e Stainback, W. Inclusão – um guia para educadores, Porto Alegre: Artmed, 1999. Thoma, Adriana da S. & Lopes, Maura C. (org.). A invenção da surdez – cultura, alteridade, identidade e diferença no campo da educação. 2ª Ed. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2005. Bibliografia Complementar: Mantoan, M. T. Égler. A integração de Pessoas com Deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon: Editora SENAC, 1997. Feltrin, Antônio E. Inclusão Social na Escola – Quando a pedagogia se encontra com a diferença. São Paulo: Paulinas, 2004. Skliar, Carlos (org.). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2005. Revista: Ciranda da Inclusão – A revista do Educador. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 136 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO PORTARIA PROGRAD Nº 12, DE 31 DE JULHO DE 2008 ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - DO ESTÁGIO E SEUS FINS TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO CAPÍTULO II - DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E DOS CONTRATOS CAPÍTULO III - DO ESTAGIÁRIO CAPÍTULO IV - DO PLANO DE ESTÁGIO, DOS RELATÓRIOS, DA CARGA HORÁRIA E DOS PRÉ-REQUISITOS SEÇÃO I - DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA E DO ESTÁGIO DO CURSO DE ENFERMAGEM SEÇÃO II - DOS DEMAIS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS TÍTULO III DA AVALIAÇÃO TÍTULO IV - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO TÍTULO I DO ESTÁGIO E SEUS FINS Art. 1º - O ESTÁGIO SUPERVISIONADO visa complementar a formação acadêmica e efetivar a habilitação profissional, exigida por lei, para a expedição do respectivo diploma do curso de graduação. Art. 2º - Entende-se por ESTÁGIO SUPERVISIONADO o conjunto de atividades de aprendizagem prática, profissional e cultural, proporcionadas ao aluno através da participação em situações reais de vida e trabalho no seu meio. § 1º - Além do aspecto profissionalizante que é direto e específico, o estágio poderá assumir a forma de atividade de extensão, mediante a participação do acadêmico em projetos de interesse social. § 2º - Existindo a possibilidade de o Estágio Supervisionado aliar o crescimento profissional dos alunos, o contato com a profissão e o desenvolvimento da consciência profissional dentro de conceitos éticos Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 137 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS e morais com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), fica o respectivo Conselho de Curso autorizado a implantar o trabalho conjunto, respeitadas as respectivas cargas horárias e pré-requisitos para matricula. TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO Art. 3º - O estágio deve propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e ser planejado, executado, acompanhado e avaliado conforme currículos, programas, calendários escolares, tornando-se assim instrumento de integração no que se refere ao treinamento prático, aperfeiçoamento teórico, cultural, científico e de relacionamento humano. Art.4º - Cada Curso, através do Conselho de Curso, estabelecerá as diretrizes básicas do ESTÁGIO SUPERVISIONADO, consideradas as suas peculiaridades, respeitadas as normas estabelecidas neste Regulamento. CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO Art. 5º - O Setor de Estágio da Secretaria Geral é o responsável pela organização dos estágios profissionais supervisionados da Universidade de Marília. Art. 6º - É da competência do Setor de Estágios da Secretaria Geral: I - orientar os estagiários, em conjunto com os professores responsáveis, na escolha ou indicação do campo de estágio; II - prover, juntamente com os respectivos responsáveis, todas as informações aos estagiários, distribuindo orientações, resolvendo problemas e sugerindo soluções para um desempenho eficiente; III - manter serviço de documentação sobre o estágio curricular e organizar um cadastro de entidades e campos de atuação, bem como programas institucionais que poderão tornar-se em futuros campos de estágio; IV - apresentar, sempre que solicitado, informações sobre o andamento dos estágios; V – cumprir e fazer cumprir este Regulamento. Art. 7º - O Coordenador de cada Curso é o responsável pela supervisão de estágio, competindo-lhe: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 138 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS I - orientar o estagiário na escolha ou indicação do campo de estágio; II - elaborar plano de atividades de estágio e apresentá-lo à Prograd; III - definir, acompanhar e orientar o estagiário no planejamento, execução e avaliação do estágio, prestando-lhe assistência técnico científica; IV - analisar e aprovar o plano de estágio apresentado pelo aluno, observando sua adequação à filosofia dos programas do referido Curso, bem como a sua exeqüibilidade; V - orientar o estagiário na elaboração de relatórios, conforme normas específicas; VI - programar seminários, reuniões e outras atividades preparatórias para o desenvolvimento do estágio; VII - visar as fichas-controle de freqüência, plano e relatórios dos estagiários, emitindo parecer conclusivo sobre o desempenho do mesmo, subsidiado pela avaliação do supervisor de campo ou orientador, quando existir, encaminhando a documentação pertinente para a Secretaria Geral. CAPÍTULO II DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E DOS CONTRATOS Art. 8º - O ESTÁGIO SUPERVISIONADO é desenvolvido junto a órgãos do serviço público ou empresa privada ou de economia mista, que desenvolvam atividades relacionadas às habilitações pretendidas, segundo a opção do estagiário. § 1º - Em casos especiais, a critério do Coordenador do respectivo Curso, o aluno pode estagiar na própria empresa ou órgão público em que trabalha, ou ainda, em campos avançados, em programas especiais de extensão, de acordo com as oportunidades oferecidas e garantida a sua supervisão. § 2º - O estágio somente poderá realizar-se em unidades que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação considerada, e que aceite o estagiário e se comprometa a supervisionar suas atividades, devidamente explicitado nos termos de cooperação e de compromisso. Art. 9º - Para a caracterização e definição dos contratos para o ESTÁGIO SUPERVISIONADO deverão ser observadas as seguintes condições: I - a existência de instrumento jurídico entre a UNIMAR e pessoas jurídicas de direito público e privado, periodicamente reexaminado, onde estarão acordadas todas as condições de realização, constituindo-se na matrícula do aluno em estágio; II - a realização do estágio dar-se-á mediante termo de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 139 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS compromisso entre o estudante e a parte concedente de estágio, com a interveniência obrigatória da UNIMAR, devendo ser mencionado necessariamente o instrumento jurídico a que se vincula; III - cabe à UNIMAR diretamente, ou à entidade pública ou privada concedente da oportunidade de estágio, através de atuação conjunta com agentes de integração, providenciar seguro contra acidentes pessoais em favor do estagiário; IV - o termo de compromisso mencionado no inciso II constitui-se em comprovante, exigível pela autoridade competente, da inexistência de vínculo empregatício; V - não ocorrerá celebração de termo de compromisso quando o estágio curricular não se verificar em qualquer atividade pública ou privada, isto é, quando realizado o estágio sob a forma de ação comunitária. CAPÍTULO III DO ESTAGIÁRIO Art. 10 - É considerado estagiário o aluno regularmente matriculado e que tenha obedecido aos requisitos mínimos previstos pelo respectivo Curso. Art. 11 - São deveres do Estagiário: I – ter pleno conhecimento do Regulamento do Estágio e dos prazos estabelecidos; II – escolher o local para a realização do seu estágio, formalizando o instrumento jurídico e sua caracterização, para aprovação pelos responsáveis; III – elaborar e cumprir individualmente o programa de estágio; IV – cumprir os prazos previstos para a entrega dos relatórios, parcial e final. Art. 12 – O aluno deverá indicar, impreterivelmente, até a última semana de aulas do período anterior ao da realização do estágio o local da realização de seu Estágio. Art. 13 - A realização do estágio curricular, por parte do aluno, não acarreta vínculo empregatício de qualquer natureza, e o estagiário pode receber bolsa, ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, ressalvado o que dispuser a legislação providenciaria, devendo o estagiário, em qualquer hipótese, estar segurado contra acidentes pessoais. Art. 14 - A jornada de atividades em estágio a ser cumprida pelo aluno, deve compatibilizar-se com o seu horário escolar e com o horário da parte em que venha a ocorrer o estágio. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 140 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS § 1º - Nos períodos de férias escolares, a jornada de estágio será estabelecida de comum acordo entre o estagiário e a parte concedente de estágio, sempre com a interveniência da UNIMAR § 2º - Sendo o Estágio atividade eminentemente prática e que exige a presença física do aluno não é concedido o regime de exercícios domiciliares previsto no tratamento excepcional. A carga horária prevista no currículo pleno deve ser cumprida integralmente pelo aluno. CAPÍTULO IV DO PLANO DE ESTÁGIO, DOS RELATÓRIOS, DA CARGA HORÁRIA E DOS PRÉ-REQUISITOS Art. 15 – Os planos de estágio, elaborados e aprovados pelos respectivos responsáveis, devem ser entregues para o Setor de Estágios da Secretaria Geral, obedecidos os prazos estabelecidos pelo Calendário Acadêmico. Art. 16 – A composição do relatório de estágio obedecerá as normas previstas pelo Setor de Estágio da Secretaria Geral. Art. 17 - A carga horária do ESTÁGIO SUPERVISIONADO de cada Curso é a estabelecida pelo respectivo currículo pleno em que o aluno se encontra matriculado. SEÇÃO I DO INTERNATO DE MEDICINA Art. 18 - Para a matrícula no internato do Curso de Medicina ( 5º e 6º ano), o aluno, obrigatoriamente, deverá ter cursado e obtido aprovação em todas as disciplinas constantes do currículo pleno anteriores ao início do Internato. SEÇÃO II DOS DEMAIS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS Art. 19 - A disciplina de Estágio Supervisionado dos Cursos de Administração, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Direito, Serviço Social, Arquitetura, Engenharia de Alimentos, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção Mecânica, Biomedicina, Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária, Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 141 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Zootecnia, Letras, Pedagogia, Publicidade e Propaganda e Jornalismo, somente poderá ser realizada por alunos regularmente matriculados no respectivo curso e desde que aprovados em todas as disciplinas do currículo pleno, anteriores ao termo inicial do Estágio, permitida a dependência em até duas (2) disciplinas pendentes (não cursada, trancada, reprovada por notas ou faltas) nos termos anteriores ao inicio do Estágio. Parágrafo único - São obrigatórias (pré-requisitos) para a matrícula no Estágio Supervisionado ter cursado e obtido aprovação nos termos e disciplinas abaixo especificadas: Curso de Farmácia Industrial e Farmácia e Bioquímica Estágio Supervisionado em FARMÁCIA I = Farmácia Hospitalar - 5º termo = Deontologia e Legislação Farmacêutica – 5º termo Estágio Supervisionado em FARMÁCIA II = Farmacotécnica I – 4º termo = Farmacotécnica II – 5º termo Estágio Supervisionado em FARMÁCIA III = Farmacologia I – 6º termo = Farmacologia II – 7º termo Curso de Farmácia Industrial Para matrícula no 9º termo = Tecnologia Farmacêutica – 6º termo = Tecnologia de Cosméticos – 7º termo = Tecnologia de Fototerápicos Fitocosméticos – 8º termo = Tecnologia das Fermentações – 7º termo = Análise de Alimentos – 5º termo = Controle de Qualidade – 8º termo Curso de Farmácia e Bioquímica Para matrícula no 9º termo = Microbiologia Clínica – 5º termo = Parasitologia Clínica – 5º termo = Bioquímica Clínica – 6º termo = Citologia Clínica – 7º termo = Hematologia Clínica – 8º termo Curso de Biomedicina Para matrícula em Estágio de Análises Clínicas I = Bioquímica Clínica – 6º termo = Parasitologia Clínica 6º termo = Microbiologia Clínica – 6º termo Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 142 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS = Citologia Clínica – 6º termo Para matrícula em Estágio de Análises Clínicas II = Estágio Supervisionado em Análises Clinicas I = Hematologia Clínica – 7º termo Curso de Serviço Social Para matrícula no 5º termo = Ética Profissional em Serviço Social I – 3º termo = Ética Profissional em Serviço Social II – 4º termo Para matrícula no 7º termo = Política Social I – 5º termo = Política Social II – 6º termo Curso de Psicologia Para matriculas no 10º termo: = Estágio Supervisionado em Psicologia Clínica I = Estágio Supervisionado em Psicologia Organizacional I = Estágio Supervisionado em Psicologia Escolar I = Estágio Supervisionado em Psicopedagogia I = Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal Curso de Fisioterapia Para matriculados no 7º termo: =Fisioterapia em Cardiologia II – 6º termo =Fisioterapia em Geriatria II – 6º termo =Fisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia – 5º termo =Fisioterapia em Neurologia II – 6º termo =Fisioterapia em Ortopedia II – 5º termo =Fisioterapia em Pediatria II – 6º termo =Fisioterapia em Pneumologia II – 6º termo =Fisioterapia em Reumatologia II – 6º termo Para matrículas no 8º termo =Estágio Supervisionado I Curso de Educação Física Para matrículas em Estágio Supervisionado em Atividade Física I = Avaliação e Prescrição da Atividade Física - 6º termo = Teoria do Treinamento Físico Desportivo I – 6º termo Para matrícula em Estágio Supervisionado em Atividade Física II = Estágio Supervisionado Atividade Física I – 7º termo = Avaliação e Prescrição da Atividade Física – 6º termo = Teoria do Treinamento Físico Desportivo II – 7º termo Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 143 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Curso de Nutrição Para matricula em Disciplinas Práticas em Nutrição – 6º termo = Nutrição e Dietética – 4º termo = Educação Nutricional – 4º termo = Avaliação e Diagnóstico Nutricional – 5º termo = Terapia Nutricional – 5º termo Para matrícula em Estágio Supervisionado em Nutrição I – 7º termo = Atividades Práticas em Nutrição – 6º termo = Terapia Nutricional II – 6º termo = Nutrição em Pediatria – 6º termo = Nutrição Social – 6º termo = Gerenciamento de Unidades de Alimentação e Nutrição – 6º termo Para matrícula em Estágio Supervisionado em Nutrição II – 8º termo = Estágio Supervisionado do 7º termo = Atividades Práticas em Nutrição – 6º termo = Terapia Nutricional II – 6º termo = Nutrição em Pediatria – 6º termo = Nutrição Social – 6º termo = Gerenciamento de Unidades de Alimentação e Nutrição – 6º termo TÍTULO III DA AVALIAÇÃO Art. 20 - O Processo de avaliação do estagiário deve levar em conta, obrigatoriamente, a assiduidade e a produtividade ou aproveitamento: Parágrafo único - O professor supervisor acompanha o desenvolvimento do estagiário, seu aproveitamento nas atividades desenvolvidas, suas dificuldades, seu interesse, suas habilidades, suas propostas e o seu processo de formação. Art. 21 Será considerado aprovado no ESTÁGIO SUPERVISIONADO o aluno que obtiver, após cumprimento da carga horária mínima prevista no currículo pleno, nota final igual ou superior a 7,0 (sete), resultante das avaliações parciais aplicadas durante o período de estágio; Parágrafo único - Para a aprovação prevista no caput, são três as condições integradas: I II - cumprimento da carga horária mínima prevista; - nota mínima 7,0 (sete) como nota final de estágio; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 144 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS III - apresentação dos relatórios e outros documentos, conforme orientação da supervisão, que comprovem a experiência realizada. TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 22 – Aplica-se subsidiariamente a este Regulamento, o Regimento Geral da UNIMAR e a legislação vigente sobre estágios Art. 23 – Os casos não previstos são resolvidos pelo Coordenador do Curso envolvido, cabendo recurso inicialmente ao Conselho do respectivo Curso, e após, a Pró- Reitoria de Graduação. Art. 24 - Este Regulamento fica fazendo parte integrante da Portaria Prograd nº 12, de 31 de julho de 2008, entrando em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Marília, 31 de julho de 2008 José Roberto Marques de Castro Pró reitor de Graduação Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 145 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO I DA FINALIDADE, OBJETIVO E IMPORTÂNCIA Art. 1º - A FCHSA – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas da UNIMAR – Universidade de Marília, cria o Regulamento Geral de TCC - Trabalho de Conclusão de Curso que tem por finalidade estabelecer as normas gerais para sua realização, conforme determina as Diretrizes Curriculares, orientando os acadêmicos na elaboração de trabalhos de acordo com as normas da ABNT. Art. 2º - Este regulamento objetiva a normatização da atividade, bem como a explicação para os discentes das etapas e atividades que envolvem a realização do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 3º - O TCC é uma produção escrita, com fundamentação teórica, pesquisa documental e/ou pesquisa de campo, de acordo com o tema escolhido, resultado de uma investigação em caráter de iniciação científica. Art. 4º - A importância do TCC consiste em um trabalho de pesquisa exploratório – teoria e prática – de caráter individual ou em dupla, através de um orientador, estruturado na forma de um trabalho monográfico, em qualquer área do saber, devendo ser abrangida pelo currículo de cada curso. CAPÍTULO II DOS PRÉ-REQUISITOS Art. 5º - Os pré-requisitos para a realização do TCC são: Parágrafo primeiro: O aluno só poderá iniciar o TCC no último ano do curso se: I – tiver no máximo 3 (três) disciplinas pendentes (Não cursada, trancada, reprovada por nota ou falta); II - Tiver seu Projeto de Pesquisa de TCC aprovado; III – Ter sido aprovado em Pesquisa em Serviço Social I e II (5° e 6º Termos curso de Serviço Social). Parágrafo segundo: para a realização do “TCC II” é obrigatória a aprovação de “TCC I”. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 146 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CAPÍTULO III DA ORIENTAÇÃO E SEUS REQUISITOS Art. 6º - O aluno terá a sua disposição um orientador para seus trabalhos monográficos; Parágrafo único: As orientações obedecerão aos seguintes requisitos: O(s) orientador(es) das atividades de TCC II também serão responsáveis pela aprovação dos itens abaixo relacionados, os quais deverão ser definidos pelo Núcleo de Trabalho Acadêmico e de Pesquisa da FCHSA: ▪ elaboração dos Termos de Compromisso dos alunos matriculados em TCC II; ▪ cronogramas das orientações, bem como das entregas e das defesas dos trabalhos finais para cada um dos cursos da FCHSA ; ▪ elaboração de convites com critérios de avaliação do TCC e atestados de participação para os membros das bancas avaliadoras dos trabalhos; ▪ elaboração de atestados de defesa oral para os alunos que apresentaram os trabalhos; ▪ elaboração das atas das defesas orais apresentadas; ▪ encaminhamento à Direção de eventuais situações não contempladas neste regulamento para o devido estudo e decisão. 2 . DA RESPONSABILIDADE DO ORIENTADOR Art. 7º - O Orientador da(s) atividade(s) de TCC em cada curso, será responsável pela: I –definição, junto à Direção, para a divulgação e explicação dos procedimentos para a realização do TCC; II – definição do cronograma de prazos para a realização e a entrega dos TCC, definindo períodos diferenciados para cada curso; III – definição de calendário, bancas e local de apresentação dos trabalhos; IV – aprovação do calendário definido pelo Orientador; V – encaminhamento à Direção de eventuais situações não contempladas neste regulamento. DA RESPONSABILIDADE DO ORIENTANDO Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 147 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Art. 8º – No período de realização do TCC, o aluno deverá participar de reuniões agendadas com o Orientador, no mínimo, quinzenalmente, de acordo com Calendário definido no início de cada semestre, em caso de trabalhos em dupla, será considerada presença individual. Parágrafo único: O não comparecimento em três reuniões seguidas ou cinco reuniões durante o semestre implicará na não aceitação do trabalho para defesa em banca examinadora, e conseqüente reprova. CAPÍTULO IV DOS REQUISITOS PARA APROVAÇÃO EM TCC I Art. 9° - São considerados como requisitos mínimos para a aprovação em TCC I, os seguintes itens: a elaboração do projeto de pesquisa de acordo com as normas vigentes neste Manual Acadêmico, contendo: Elementos pré-textuais: capa; folha de rosto; sumário. Elementos textuais: 1 Tema e Problema de Pesquisa (discussão introdutória a respeito do assunto/tema de pesquisa conduzindo ao Problema de Pesquisa, o qual deve finalizar esse tópico e ser apresentado na forma de interrogação); 2 ação): Objetivos (devem sempre começar com um verbo de 2.1 Geral (deve estar diretamente relacionado com o problema de pesquisa); 2.2 Específicos (devem detalhar de que maneira será solucionado o problema de pesquisa – os caminhos a serem percorridos, observando a ordem crescente da proposta); 3 Hipótese(s) – elemento opcional (normalmente é apresentada como uma pré-solução para o problema proposto, servindo de caminho para a busca da resposta definitiva); 4 Justificativas (importância/relevância do tema, contribuição científica – porque a pesquisa deve ser realizada); 5 Fundamentação Teórico-Empírica (revisão de literatura acerca do assunto/tema escolhido); Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 148 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 6 Metodologia (descrição dos instrumentos, dos procedimentos, das ferramentas, dos caminhos para se atingir o objetivo da pesquisa); 7 Definição de termos (definição dos principais termos utilizados no trabalho); 8 Cronograma (descrição das etapas/fases da pesquisa e sua distribuição ao longo do tempo). Elementos pós-textuais: referências; apêndice – elemento opcional; anexo – elemento opcional. - a elaboração do segundo capítulo (mesmo que de forma parcial e adaptado à realidade de cada trabalho), contendo a revisão de literatura referente aos objetivos propostos. - a nota final das referidas atividades, será o resultado de uma análise com base nas orientações e nos trabalhos escritos (P1 = projeto parcial; P2 = projeto concluído e desenvolvimento do segundo capítulo), atribuídas pelo(s) Orientador(es), de acordo com o calendário da FCHSA. - a média mínima (entre as notas de P1 e P2) para aprovação é sete (7,0), não sendo permitida a realização de Exame. I a) b) c) d) e) f) – Revisão do Projeto contendo: Introdução Justificativa Objetivo Metodologia Cronograma Referências; II – Elaboração da Fundamentação Teórica; III – Elaboração do Cronograma para as atividades referentes ao TCC II; IV – A nota será atribuída pelo Orientador, de acordo com calendário da FCHSA. CAPÍTULO V DOS REQUISITOS PARA APROVAÇÃO EM TCC II Art. 10 - São considerados como requisitos para a aprovação em TCC II, a conclusão de trabalho escrito e apresentação/defesa oral perante a banca examinadora, sendo que: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 149 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ▪ os alunos deverão entregar 3 (três) cópias do trabalho escrito (encadernação em espiral) ao orientador, uma semana antes da data de defesa marcada no calendário estipulado pela FCHSA; ▪ a assinatura do Termo de Compromisso determinado pela FCHSA da Unimar; ▪ as sessões de defesa dos trabalhos são públicas e serão realizadas de acordo com o calendário divulgado pela FCHSA; ▪ o(s) aluno(s) que não comparecer(em) em local, data e horário definidos será(ão) reprovado(s), salvo exceções de acordo com legislação em vigor; ▪ cada sessão terá duração de no máximo 60 (sessenta) minutos, sendo o máximo de: vinte minutos (20min.) para apresentação do Trabalho pelo(s) aluno(s); trinta minutos (30min.) para questões e comentários da Banca; dez minutos (10min.) para atribuição da nota e encerramento da sessão; ▪ cada banca examinadora será composta por três membros assim definidos: - Orientador(a) que irá presidi-la; - dois membros escolhidos pela FCHSA e/ou pelo(a) Orientador(a), dentre o corpo docente da Unimar - podendo ainda, um dos membros não pertencer ao corpo docente referido, mas que possua curso superior, ou seja, ser um profissional da área em questão, desde que não apresente grau de parentesco com os alunos em avaliação; Observações: - no caso do não comparecimento de um dos membros da banca, a apresentação do Trabalho ainda será realizada, sendo que tal questão não se atribui ao Orientador; - deve, sempre que possível, ser mantida a eqüidade no número de indicações para compor as bancas examinadoras, por semestre, procurando ainda evitar-se a designação de avaliadores para um número superior a 10 (dez) bancas examinadoras. ▪ a nota final será o resultado de uma análise qualitativa dos critérios definidos pela FCHSA, sendo que a nota mínima para aprovação é sete (7,0) e não há a realização de Exame; CAPÍTULO VI DA ENTREGA DO TRABALHO ESCRITO E CONCLUÍDO Art. 13 - Depois de aprovado(s) na defesa do Trabalho, sob pena de não receberem o diploma, o(s) aluno(s) deve(m): ▪ realizar as correções solicitadas pela banca examinadora Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 150 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS (quando for o caso); ▪ entregar na secretaria da FCHSA, uma cópia do trabalho escrita, encadernada em capa dura e com letras douradas, nas cores dos respectivos cursos (azul royal para a Administração, bordô para as Ciências Contábeis, preto para o Direito, e verde oliva para o Serviço Social) e uma cópia do trabalho em versão eletrônica, formato PDF (disquete ou CD); CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 14 – O presente só pode ser alterado através do voto da maioria absoluta dos membros da Comissão. Art. 15 – Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Marília, 14 de junho de 2007. CLÁUDIA PEREIRA DE PÁDUA SABIA Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 151 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 7 AVALIAÇÕES INSTITUCIONAIS 7.1 AVALIAÇÃO DO CURSO PORTARIA PROGRAD 01/2003 O professor do Curso de Ciências Contábeis obedece à portaria Prograd nº 01/2003 onde determina a realização de avaliações no primeiro e segundo bimestre, de cada semestre letivo, e deverá apresentar, obrigatoriamente, uma nota denominada média geral resultante de, no mínimo, duas avaliações aplicadas dentre trabalhos escritos ou orais, individuais ou em grupos, seminários, pesquisas, argüições e mais a prova escrita oficial prevista no calendário acadêmico. Cada professor deverá determinar nas provas escritas bimestrais e nos exames, quais os valores de cada questão que servirá para avaliar o conhecimento do aluno e os formulários utilizados deverão ser personalizados. A duração da prova, respeitando a particularidade da disciplina, terá seu tempo estipulado pelo professor, antes de seu início. Após a correção das avaliações e das provas bimestrais, o professor deverá na aula seguinte explicar as questões aplicadas e desfazer qualquer dúvidas, apontando os erros cometidos pelos alunos. O aluno que não comparecer à avaliação na data fixada ou se desejar substituir a menor nota das avaliações anteriores, poderá requerer uma prova substitutiva para cada disciplina perdida, de acordo com calendário acadêmico. Neste caso a prova deverá ser aplicada, abrangendo todo o programa da disciplina naquele semestre e deverá ser dissertativa para conteúdos teóricos com o mínimo de 5 (cinco) questões. Ao final se o aluno alcançar a média igual ou superior a 7,0 (sete) entre as médias dos bimestres será aprovado sem a necessidade do exame final e para aqueles que atingirem médias inferiores, deverão fazer o exame final que somado com as médias Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 152 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS dos bimestres deverão atingir média igual ou maior do que 5 (cinco). Além da avaliação por notas, acima, o aluno deverá ter freqüência no mínimo de 75% das aulas, por disciplina. 7.2 AVALIAÇÕES DOS PROFESSORES Há alguns anos (desde 2000) a Universidade de Marília – UNIMAR vem avaliando seus professores através de perguntas respondidas pelos alunos do curso de Ciências Contábeis. Numa data pré-estabelecida, sem o conhecimento dos discentes, o coordenador do curso de Ciências Contábeis vai a cada uma das salas para explicar o motivo da Avaliação. Lê todas as perguntas e esclarece todas as dúvidas. Em seguida distribui os questionários e aguarda até que o último aluno tenha termine de preencher. Preenchido os questionários pelos alunos, os envelopes são lacrados e encaminhados para a confecção das planilhas para alimentar um banco de dados. Através de estudos foram desenvolvidas planilhas com fórmulas matemáticas e estatísticas para apuração do resultado. Os resultados são apurados, individualmente, com a quantidade de conceitos “ótimos”, “bons”, “regulares”, “fracos” e “insuficientes”. Para cada uma das perguntas (por disciplina) foi atribuído o peso correspondente ao conceito indicado pelo aluno. Calculou-se a da média individualizada por pergunta, por disciplina, por termo e geral pelo curso de Ciências Contábeis desta Universidade. Além das médias, apuradas de acordo com o parágrafo anterior, foram calculados os percentuais de conceitos (5-ótimo, 4-bons, 3- regulares, 2-fracos e 1- insuficientes) para cada uma das disciplinas de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 153 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS acordo com cada uma das perguntas do questionário. Para essa avaliação são formuladas as seis (06) perguntas abaixo relacionadas: a) metodologia e didática do professor; b) conhecimento e domínio do assunto; c) capacidade de relacionar teoria X prática; d) pontualidade do docente: entrada e saída da sala de aula; e) se as avaliações estão coerentes com o conteúdo ministrados; f) com relação a expectativa quanto a disciplina. A seguir demonstra-se o resultado da avaliação dos docentes nos últimos dez (10) anos para o Curso de Ciências Contábeis. ANO 20 02 20 03 20 04 20 05 20 06 20 07 20 08 20 09 20 10 20 11 20 12 Média 1º semestre Não teve 4, 32 4, 35 4, 32 4, 37 Não teve 4, 31 4, 33 4, 31 4, 40 Média do 2º semestre 4, 40 4, 40 4, 20 4, 49 4, 60 4, 45 4, 31 4, 24 4, 32 4, 38 8 ATIVIDADES ARTICULADAS AO ENSINO DA GRADUAÇÃO 8.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES COMPLEMENTARES – REGULAMENTO PORTARIA PROGRAD Nº 12, DE 31 DE JULHO DE 2008 Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 154 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Art 1º O presente conjunto de normas tem por finalidade estabelecer critérios para o a proveitamento e validação das atividades complementares que compõem currículo pleno dos cursos de graduação e os de tecnologia superior da Universidade de Marília, sendo o seu integral cumprimento requisito indispensável à conclusão do respectivo curso e a colação de grau. Art 2º O objetivo geral das atividades complementares é o de flexibilizar o currículo pleno dos cursos e propiciar aos alunos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar. Art 3º Compõem as atividades complementares do currículo pleno de cada curso, com os respectivos limites de horas, as seguintes: I - disciplinas optativas ofertadas por cursos da UNIMAR e que não integram a grade curricular do curso matriculado, até 80 horas; II - estágios extra-curriculares em áreas afins à formação acadêmica realizados tanto na própria Unimar como extra-muros, até 40 horas; III - monitorias em disciplinas pertencentes ao currículo pleno do curso, até 40 horas por semestre, limitadas a 80 horas no total; IV - projetos e programas de pesquisa orientados por docentes do Curso e aprovados pelo Conselho de Curso, até 40 horas por semestre, limitadas a 80 horas no total; V - projetos e programas de extensão coordenados por docentes da Unimar e aprovados pelo Conselho de Curso, até 40 horas por semestre, limitadas a 80 horas no total; VI - profissional, eventos diversos seminários, nas simpósios, respectivas congressos, áreas de atuação conferências, etc., obedecendo os seguintes limites: a - evento local – até 08 horas por dia; b - evento em outra cidade – até 10 horas por dia; c - limite por evento – até 50 horas; d - limite total – até 100 horas. VII - outras atividades complementares, limitadas a até 40 horas por semestre e 80 horas no total, compreendendo: Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 155 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS a - representação estudantil; b - cursos de línguas; c - assistência de defesas de monografias; d- atividades diversas, analisadas e autorizadas antecipadamente, em cada caso específico, pelo Coordenador do Curso. VIII - produção científica - artigos publicados em periódicos, trabalhos apresentados em congressos ou outros eventos científicos, considerando a carga horária de 40 horas por trabalho publicado ou apresentado. § 1º - As atividades de que trata o inciso I necessitam ser autorizadas previamente pelo Coordenador do Curso, mediante requerimento justificado e documentado pelo aluno. § 2° - As atividades de que tratam os incisos IV, V e VI, quando promovidas pelo Curso, ou por ela referendadas, são consideradas complementares válidas, respeitada a carga horária máxima fixada. § 3° - As atividades de que tratam os incisos VI e VII, quando promovidas por necessitam ser outras validadas instituições pelo que não Coordenador o do respectivo Curso, Curso, mediante requerimento justificado e documentado pelo aluno. Art. 4° - As atividades complementares terão a carga horária global previstas e fixadas no currículo pleno de cada Curso de Graduação e de Tecnologia Superior, devendo seu cumprimento distribuir-se, a partir do 2° termo, ao longo do curso. § 1º - É obrigatório o preenchimento da carga horária global mínima com pelo menos três (3) grupos de atividades dentre as explicitadas neste artigo. § 2º - Os prazos previstos e obrigatórios para a conclusão e entrega dos trabalhos referentes às Atividades Complementares, é de: 1. cursos com duração de oito semestres = até o final do 7° termo; 2. cursos com duração de nove semestres = até o final do 8° termo; 3. cursos com duração de dez semestres = até o final do 9° termo. Art. 5° - Caberá ao Coordenador do respectivo Curso: I - elaborar o calendário anual de atividades complementares que serão ofertadas pelo Curso; II - aprovar o plano de atividades complementares de cada aluno; Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 156 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS III - exigir a comprovação documental pertinente; IV - controlar as atividades cumpridas pelos alunos; V - remeter para a Secretaria complementar e a respectiva carga Geral o tipo horária computada de atividade para fins de registro no histórico escolar correspondente. Art. 6° - É da exclusiva competência do Coordenador de Curso a atribuição das horas de atividades complementares de cada aluno, dentro dos tipos e limites fixados neste Regulamento. Parágrafo único – Os Coordenadores de Curso podem baixar normas complementares para cada tipo de atividade, especificando a exigência de certificados de freqüência e participação, notas obtidas, carga horária cumprida, relatório de desempenho, relatórios individuais circunstanciados e avaliados e outro instrumentos para evitar abusos e fraudes. Art. 7° - O cumprimento do total da carga horária prevista para as atividades complementares até a data estabelecida pelo Calendário Acadêmico, é requisito para a Colação de Grau Acadêmico do aluno. § 1º - o não cumprimento do disposto no "caput," obriga o aluno a efetuar a matrícula na modalidade Atividades Complementares no semestre seguinte e efetuar o pagamento da respectiva taxa de matrícula. § 2º - A Certidão de Colação de Grau e demais documentos pertinentes a conclusão de curso do aluno somente serão expedidos após a complementação da carga horária das Atividades Complementares. Art. 8º - Este Regulamento entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário e fica fazendo parte integrante da Portaria Prograd nº 12, de 31 de julho de 2008. Marília, 31 de julho de 2008 José Roberto Marques de Castro Pró-Reitor de Graduação 8.2 SEMANA DE ESTUDOS O Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR reserva o equivalente a uma semana durante o ano destinada a Palestras para os alunos do curso e eventualmente abrem-se as portas Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 157 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS para a comunidade. As palestras são realizadas por profissionais do Conselho Regional de Contabilidade – CRC ou profissionais da área contábil com temas que envolvem assuntos relacionados com a Contabilidade, normalmente, assuntos atuais e/ou assuntos não vistos pelas Disciplinas normais do curso. Reserva-se, ainda, um dia para uma palestra motivacional. Para os alunos presentes são confeccionados um Certificado que dá o direito a utilização das horas nas Atividades Complementares. 8.3 AUDITORIA A Auditoria Externa ou Auditoria Independente surgiu como resultado da evolução da economia moderna para o capitalismo. A demanda de novos produtos para o consumo e a conquista de mercados emergentes, obrigou a economia moderna adaptar-se às novas regras para o financiamento dos capitais das empresas, portando, o valor do “lucro” passou a ser o objetivo principal dos administradores capitalistas. O lucro imediato significa o retorno do capital aplicado em curto espaço de tempo. As demonstrações contábeis se constituem em documentos de grande valor decisório, pois a sua análise determina de imediato, a capacidade de solvência, demonstrando de forma planificada, a saúde financeira da empresa. Diante do exposto, alunos do curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília - UNIMAR, supervisionado pelo professor da disciplina de Auditoria, vem praticando uma experiência real de trabalho prático, oferecendo às entidades beneficiadas de nossa região, um trabalho para determinar a veracidade das Demonstrações Contábeis através de técnicas de Auditoria. O objetivo deste trabalho prático é determinar, com participação integral dos alunos do Sétimo e Oitavo Termos do Curso de Ciências Contábeis, um levantamento financeiro nas contas de qualquer entidade interessada. O projeto obedece ao seguinte cronograma: - Planejamento das funções distribuídas em grupos de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 158 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS alunos; - Trabalhos de preparação da documentação a ser manipulada; - Busca e análise dos documentos financeiros da entidade; - Relatório com Carta de Recomendação e Parecer final. Após o cotejo das cópias de cheques com os respectivos documentos contábeis e fiscais originais, por um grupo pré-estabelecido, são confeccionadas as planilhas financeiras, por ordem de data, valor e nº do cheque compensado. Outro grupo faz a conferência de todas as informações digitadas nas planilhas com os respectivos cheques compensados constantes dos extratos bancários, com a finalidade de comprovar se todos os valores sacados das contas bancárias estão com o devido comprovante fiscal. Faz-se, recebidas ainda, pela uma análise tributária das notas fiscais entidade, checando os compromissos fiscais e o cumprimento das obrigações acessórias e principais de cada fato, observando se as várias obrigações geraram os tributos ou, se foram simplesmente ignoradas, o que poderá acarretar sanções fiscais, principalmente no âmbito da Previdência Social. Encerrado o levantamento das contas descritas no Balanço Patrimonial e Demonstrativo de Resultados do Exercício, são elaborados os Relatório Auxiliares, tais como: - Demonstrativo do Fluxo de Disponibilidade; - Demonstrativo das Origens e Aplicação de Recursos; - Além do cotejo integral das receitas e das despesas. Como em todo trabalho prático, as dificuldades acontecem, mas os grupos juntamente com o Professor responsável pela disciplina procuram solucioná-las de imediato. O Relatório Final é inserido numa peça técnica denominada PARECER, onde os alunos do Curso de Ciências da Universidade de Marília – UNIMAR, funcionam como verdadeiros Auditores Independentes do Curso de Contábeis, além de uma CARTA DE RECOMENDAÇÃO onde serão descritos todos os fatos encontrados e todas as soluções possíveis e cabíveis naquele momento e naquela situação. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 159 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Desta forma, o trabalho é encerrado com a entrega de todo o material colecionado e em sessão solene com a presença de todos os alunos participantes do trabalho e dos responsáveis pela entidade auditada. 8.4 PERÍCIA CONTÁBIL A disciplina da grade curricular tem o propósito de fornecer aos alunos uma visão introdutória, conceitos de perícia contábil e estudos de caso com exercícios práticos, tanto no campo de atuação direta do bacharel em ciências contábeis, como áreas de conhecimento técnico das quais se requer um mínimo necessário à iniciação do contador para o exercício em quaisquer de suas outras especialidades. O campo de atuação do profissional de contabilidade inclui diversos caminhos, mas o seu convívio com a perícia contábil é extremamente próximo, independente de sua formação. Se especializado nesta área de conhecimento técnico e passando a exercê-la como atividade exclusiva notará que a perícia é permanente e rotineira. O Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR oferece um trabalho aos alunos do 7º Termo que deve ser realizado em grupo de no máximo 4 alunos referente ao LAUDO PERICIAL CONTÁBIL extraído de um processo real. O professor da disciplina de Perícia Contábil II fornece cópias xerográficas de alguns processos reais da Justiça do Trabalho ou da Justiça Federal para que sejam analisados, estudados e a final emitido um Laudo Pericial Contábil. Durante o período, normalmente ao final de cada aula, o professor esclarece as dúvidas que podem surgir quando da análise e entendimento dos documentos constantes do processo. Esclarecidos e entendido, os alunos emitem o Laudo Pericial que devem conter dados que serão utilizados pelo Juízo em tomada de decisão na fase de instrução do processo ou em cálculos que serão utilizados para liquidar uma sentença, sempre acompanhado de planilhas. Terminado o trabalho e emitido o Laudo Pericial Contábil os Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 160 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS alunos oferecem uma cópia aos demais grupos para que todos tenham diversos tipos de laudos e apresentam em multimídia com a participação obrigatória de todos os participantes do grupo e entregam uma cópia escrita para que seja avaliado pelo professor da disciplina. 8.5 LABORATÓRIO CONTÁBIL O curso de Ciências Contábeis da Universidade de Marília – UNIMAR, conta com um laboratório de informática com 25 computadores ligados em rede onde são ministradas as aulas de Laboratório Contábil para os dois últimos Termos (7º e 8º) com acesso a rede mundial de computadores (internet). Para as aulas de laboratório contábil são utilizados os softwares de Contabilidade e Escrita Fiscal de grande aceitação no mercado. Esta é uma parceria entre a Universidade de Marília com a empresa SOFOLHA através de seus programas de contabilidade e escrita fiscal. A empresa fornecedora do programa disponibiliza a atualização, sempre que acontece alguma modificação, quer seja interna ou na legislação. Neste curso os alunos aprendem a cadastrar todos os dados necessários para utilização em contabilidade, tais como: Razão Social da empresa, endereços, CNPJ, Inscrições em todas as repartições, forma de distribuição de lucro, tipo de Imposto de Renda, Encerramento dos exercícios, planos de contas, quem assina pela empresa e pelo escritório de contabilidade, e diversos outros cadastros. Após a fase do cadastramento, cria-se uma empresa comercial onde são feitas as simulações de movimentos diários que são lançados nas contas da empresa. Estas simulações atende a todo tipo de movimentação estudada pelo aluno, tais como, bancária, caixa, compra de mercadoria, venda de mercadoria, compra de imobilizado, empréstimos financeiros, apropriação de juros, folha de pagamento, impostos e taxas (ICMS, PIS, COFINS, FGTS, INSS) e outras. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 161 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Feitas todas as simulações, o aluno está em condição de encerrar o período apurando o Custo das Mercadorias Vendidas e imprimindo todos os Balancetes, Balanço relatórios contábeis necessários, tais como: Patrimonial, Demonstrativo do Resultado do Exercício, Livro Diário, Razão, Livro de Entrada, Livro de Saída e outros. 8.6 HISTÓRIA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA De acordo com a Portaria da PROGRAD, Nº 12/2013, elaborada pelo PróReitor Acadêmico, Prof. José Roberto Marques de Castro, em obediência às exigências das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais e pela necessidade de incentivar as pesquisar científicas, segundo os princípios e os referenciais teóricos definidos nas DCN, foi criado o Núcleo de Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. São atribuições deste Núcleo: 1. Oferecer a disciplina História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena a todos os cursos mantidos pela Unimar; 2. Desenvolver pesquisas com finalidade de promover os conteúdos que suprirão a demanda dos cursos de graduação; 3. Promover cursos a docentes da Educação Básica e a comunidade. A disciplina terá 40(quarenta) horas, que será oferecida, no curso de Ciências Contábeis, no 8º termo. A avaliação do desempenho escolar é feita incidindo sobre a frequência e o aproveitamento obtidos no semestre letivo. Será considerado aprovado o aluno que obtiver, após o cumprimento da carga horária minima, nota final igual ou superior a sete (7,0), resultante das avaliações arciais aplicadas durante o periodo letivo. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 162 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARNEIRO, José Domingues (Org.); et al. Proposta nacional de conteúdo para o curso de graduação em Ciências Contábeis. 2ª ed. (revisada e atualizada). Brasília: Fundação Brasileira de Contabilidade, 2009. Conselho Federal de Educação – Resolução nº. 3 de 05 de Outubro de 1992. Brasília: 1992 FACEG - Faculdade de Ciências Administrativas, Econômicas e Contábeis de Guaxupé. Projeto Pedagógico. Minas Gerais: 2004 FBC – Funcação Brasileira de Contabilidade. Proposta Nacional de Conteúdo para o Curso de Graduação em Ciências Contábeis. Brasília: 2008 FECAP - Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Projeto Pedagógico para o Curso de Ciências Contábeis. São Paulo: 2004 FECAP - Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Edição Comemorativa 1902-1992. São Paulo: Editora Letras e Letras, 1992. FECAP - Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Diretrizes Acadêmicas 2002. Edição Comemorativa 100 anos de FECAP – São Paulo: Atlas, 2002 MARION, José Carlos. O ensino da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1996. MARION, José Carlos. Artigo: Reflexões sobre “Proposta de um Projeto Pedagógico para o Curso de Ciências Contábeis da FEA/USF” – Outubro/1998. MARION, José Carlos. A Busca da Qualidade no Ensino Superior de Contabilidade no Brasil. São Paulo: Artigo Site do www.mec.gov.br. Legislações e Pareceres pertinentes ao Curso de Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 163 PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Ciências Contábeis. Av. Higyno Muzzi Filho, 1001 – Bloco II – Campus Universitário – Marília/SP – Fone: (14) 2105-4089 164