O ga ba rito oficia l provis ório e s ta rá dis poníve l no e nde re ço e le trônico
www.c o p s .u e l.b r a pa rtir da s 20 hora s do dia 02 de nove mbro de 2014.
O te ma de s ta prova é : ORIGENS
1
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s d a s o c io lo g ia h is tó ric a , d e No rb e rt Elia s , a s s in a le a a lte rn a tiva
q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a n o ç ã o d e o rig e m d o
in d ivíd u o e d a s o c ie d a d e .
An a lis e o m a p a d e fu s o s h o rá rio s d o Bra s il a s e g u ir.
a ) O indivíduo forma -s e e m s e u “e u” inte rior e todos os
outros s ã o exte rnos a e le , s e guindo ca da um de le s o
s e u ca minho a utonoma me nte .
b) A orige m do indivíduo e ncontra -s e na ra ciona lida de ,
conforme a pe rs pe ctiva ca rte s ia na , s e gundo a qua l
“pe ns o, logo exis to”.
c) A s ocie da de origina -s e do re s ulta do dire ta me nte pe rce ptíve l da s conce pçõe s , pla ne ja me ntos e cria çõe s do
s oma tório de indivíduos ou orga nis mos .
d) A s ocie da de forma -s e a pa rtir da livre de cis ã o de
muitos indivíduos , qua ndo ra ciona l e de libe ra da me nte
de cide -s e pe la e la bora çã o de um contra to s ocia l.
(Dis poníve l e m: <www.dc318.4s ha re d.com>.
Ace s s o e m: 12 s e t. 2014.)
S u p o n d o q u e u m p a s s a g e iro s a ia à s 7h d a m a n h ã
d e Fe rn a n d o d e No ro n h a (P E) c o m d e s tin o a Ca m p o
Gra n d e (MS ) p a ra u m a re u n iã o e s a b e n d o -s e q u e a
via g e m teve d u ra ç ã o d e 6 h o ra s e 30 m in u to s , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , o h o rá rio lo c a l e m q u e o p a s s a g e iro d eve c h e g a r a Ca m p o
Gra n d e (MS ).
a)
b)
c)
d)
e)
e ) A s ocie da de é forma da por re de s de funçõe s que a s
pe s s oa s de s e mpe nha m uma s e m re la çã o à s outra s
por me io de s uce s s ivos e los .
3
Na s o b ra s Comentariolus e Revolução das Orbes
Celestes, Nic o la u Co p é rn ic o fo rm u lo u u m a te o ria q u e
d e s a fio u o s d o g m a s d a Ig re ja Ca tó lic a Ap o s tó lic a Ro m a n a , a o c o n c e b e r u m n ovo m o d e lo .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
o s va lo re s c u ltu ra is d o Re n a s c im e n to .
05h30min
09h30min
10h30min
11h30min
13h30min
a ) Coloquia lis mo, funda me nta lis mo e e s ca tologia .
b) Forma lis mo, re la tivis mo e mis ticis mo.
c) Gnos ticis mo, he rme tis mo e s ofis mo.
2
d) He lioce ntris mo, a ntropoce ntris mo e ra ciona lis mo.
Le ia o texto a s e g u ir.
e ) Te oce ntris mo, a ris tote lis mo e quilia s mo.
A s ocie da de , com s ua re gula rida de , nã o é
na da exte rna a os indivíduos ; ta mpouco é s imple s me nte um “obje to opos to” a o indivíduo; e la
é a quilo que todo indivíduo que r dize r qua ndo
diz “nós”. Ma s e s s e “nós” nã o pa s s a a exis tir porque um gra nde núme ro de pe s s oa s is ola da s que dize m “e u” a s i me s ma s poste riorme nte s e une e re s olve forma r uma a s s ocia çã o. As funçõe s e a s re la çõe s inte rpe s s oa is
que expre s s a mos com pa rtícula s gra ma tica is
como “e u”, “você ”, “e le ” e “e la ”, “nós” e “e le s”
s ã o inte rde pe nde nte s . Ne nhuma de la s exis te
s e m a s outra s e a funçã o do “nós” inclui toda s a s de ma is . Compa ra do à quilo a que e la
s e re fe re , tudo o que pode mos cha ma r “e u”,
ou a té “você ”, é a pe na s pa rte .
4
As s a m a m b a ia s p e rte n c e m a o g ru p o d a s p te rid ó fita s ,
a s q u a is p o s s u e m c a ra c te rís tic a s a d a p ta tiva s q u e
p e rm itira m a c o n q u is ta d o a m b ie n te te rre s tre c o m
m a is e fic iê n c ia q u e o g ru p o d a s b rió fita s .
S o b re a s a d a p ta ç õ e s m o rfo ló g ic a s e re p ro d u tiva s
q u e p o s s ib ilita ra m o s u c e s s o d a s p te rid ó fita s n o a m b ie n te te rre s tre , c o n s id e re a s a firm a tiva s a s e g u ir.
I. A p re d o m in â n c ia d a fa s e e s p o ro fític a .
II. O a p a re c im e n to d o s te c id o s xile m a e flo e m a .
III. O d e s e nvo lvim e n to d e rizo id e s p a ra fixa ç ã o .
IV. O s u rg im e n to d o s e s p o ro s p a ra re p ro d u ç ã o .
As s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
(ELIAS , N. A S ocie da de dos Indivíduos . Rio de J a ne iro:
a ) S ome nte a s a firma tiva s I e II s ã o corre ta s .
J orge Za ha r, 1994. p.57.)
b) S ome nte a s a firma tiva s I e IV s ã o corre ta s .
O m o d o c o m o a s d ife re n te s p e rs p e c tiva s te ó ric a s tra ta m d a n o ç ã o d e id e n tid a d e vin c u la -s e à c lá s s ic a p re o c u p a ç ã o d a s Ciê n c ia s S o c ia is c o m a q u e s tã o d a re la ç ã o e n tre in d ivíd u o e s o c ie d a d e .
1 / 23
c) S ome nte a s a firma tiva s III e IV s ã o corre ta s .
d) S ome nte a s a firma tiva s I, II e III s ã o corre ta s .
e ) S ome nte a s a firma tiva s II, III e IV s ã o corre ta s .
UEL – VES TIBULAR 2015
5
Um a re s e rva flo re s ta l fo i d ivid id a e m q u a d ra n te s d e
1 m 2 d e á re a c a d a u m . Co m o o b je tivo d e s a b e r q u a n ta s s a m a m b a ia s h avia n a re s e rva , o n ú m e ro d e la s fo i
c o n ta d o p o r q u a d ra n te d a s e g u in te fo rm a :
O e le m e n to a i j d a m a triz A c o rre s p o n d e a o e le m e n to
bi j d a m a triz B, p o r exe m p lo , 8 q u a d ra n te s c o n tê m
0 (ze ro ) s a m a m b a ia , 12 q u a d ra n te s c o n tê m 1 s a m a m b a ia .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a
o p e ra ç ã o e fe tu a d a e n tre a s m a trize s A e B, q u e re s u lta n o n ú m e ro to ta l d e s a m a m b a ia s exis te n te s n a
re s e rva flo re s ta l.
a ) At × B
b) Bt × At
(A) S u a s p ro p o s ta s a rtís tic a s in te rfe re m n o e s p a ç o
c irc u n d a n te e in s ta u ra m u m a n ova re a lid a d e e m
u m a d e te rm in a d a s itu a ç ã o e s p a c ia l, e nvo lve n d o
a a tivid a d e s e n s o ria l d o p ú b lic o . S ã o u s a d o s o b je to s e m a te ria is q u e vis a m à exp lo ra ç ã o s e n s o ria l – tá til, a u d itiva , o lfa tiva e vis u a l – d a s p e s s o a s , q u e s e to rn a m c o -a u to ra s d a p ro p o s ta d o
a rtis ta e p a rtic ip a n te s d a exp lo ra ç ã o a m b ie n ta l.
(B) P ro p õ e u m a n ova m a n e ira d e fo c a liza r a re la ç ã o
e n tre a rte e p o lític a e p a u ta -s e p e la a u to n o m ia
d a lin g u a g e m a rtís tic a . Te m o rig e m e m 1967,
c o m o s p o e m a s m u s ic a is a le g ó ric o s d e Gilb e rto
Gil e Ca e ta n o Ve lo s o , c o n ju g a d o s c o m o s a rra n jo s exp e rim e n ta is d a m ú s ic a c o n c re ta e a le a tó ria
d e Ro g é rio Du p ra t e d e J ú lio Me d a g lia , u s a n d o a
a le g o ria e a iro n ia c o m o q u e s tio n a m e n to s o c ia l.
(C) In a u g u ra -s e u m a n ova fo rm a d e a tu a ç ã o p o r
a ç õ e s e fê m e ra s d e p ro te s to p o lític o e c o m p o rta m e n ta l, vo lta d a s p a ra exp e riê n c ia s ra d ic a is c o m
o c o rp o e a s s e n s a ç õ e s , a in te lig ê n c ia e o s c o n c e ito s . De s ta c a m -s e o s tra b a lh o s d e Cild o Me ire lle s , Artu r Ba rrio e An tô n io Ma n o e l. Re fe re -s e à lib e rta ç ã o d o s in s tin to s vita is , e m q u e a
e n e rg ia d o c o rp o h u m a n o s e revo lta c o n tra a re p re s s ã o d a s o c ie d a d e .
(D) De n o m in a a g e ra ç ã o d e a rtis ta s b ra s ile iro s q u e
a tu o u n o e ixo Rio -S ã o P a u lo n o fin a l d o s a n o s
1960. Re fe re -s e à exp o s iç ã o d e s s e s a rtis ta s
re a liza d a n o MAM-RJ , e m 1967, o rg a n iza d a p o r
Hé lio Oitic ic a e Ru b e n s Gu e rc h m a n . En fa tizava
a vo n ta d e c o n s tru tiva , a s u p e ra ç ã o d a s c a te g o ria s tra d ic io n a is , a te n d ê n c ia p a ra o o b je to e a s
m a n ife s ta ç õ e s c o le tiva s a b e rta s à p a rtic ip a ç ã o
d o p ú b lic o .
c) A × B
d) At + Bt
e) A + B
6
Le ia o texto a s e g u ir.
As ne ova ngua rda s a rtística s na dé ca da de
1960 fora m ma rca da s por uma e fe rve s cê ncia
cultura l e uma pos içã o crítica fre nte à he ge monia política , s ocia l e cultura l. Os jove ns que s tiona ra m os dis curs os tota litá rios e a re pre s s ã o política e comporta me nta l. No ca mpo da s
a rte s plá stica s , ma nife stou-s e uma nova figura çã o, ce ntra da na re pre s e nta çã o cotidia na do
home m urba no, a lé m da e me rgê ncia de proposta s conce itua is e proce s s ua is a tra vé s dos
ha ppe nings , a mbie nte s e pe rforma nce s .
(E) Ve io re a firm a r a ru p tu ra c o m e s p a ç o s c o n s a g ra d o s , c o m o a s g a le ria s e o s m u s e u s , m a rc a d a
p e la vo lta d o a rtis ta à n a tu re za . S u a s o b ra s s ã o
re a liza d a s n a s m o n ta n h a s , n o m a r, n o d e s e rto ,
n o c a m p o e n o s p a rq u e s d a c id a d e . Re to m ava
s u a re la ç ã o c o m o p ú b lic o p o r m e io d e fo to g ra fia s , film e s e víd e o s a p re s e n ta d o s e m g a le ria s ,
m u s e u s e b ie n a is . De s ta c a m -s e o s tra b a lh o s d e
Ch ris to e S m ith s o n .
zonte a nos 60. Be lo Horizonte : Cia da s Arte s , 1997. p.35-
As s in a le a a lte rn a tiva q u e c o n té m a a s s o c ia ç ã o c o rre ta .
84.)
a ) I-A, II-B, III-D, IV-E, V-C.
(Ada pta do de : RIBEIRO, M. A. Ne ova ngua rda s : Be lo Hori-
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re Arte
n a d é c a d a d e 1960, re la c io n e o s c o n c e ito s e a s s u a s
c a ra c te rís tic a s c o rre s p o n d e n te s .
b) I-B, II-D, III-A, IV-C, V-E.
(I)
(II)
(III)
(IV)
(V)
e ) I-D, II-E, III-A, IV-B, V-C.
Tro p ic a lis m o .
Nova Ob je tivid a d e Bra s ile ira .
Arte Am b ie n ta l.
Arte Gu e rrilh a .
Land Art.
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c) I-B, II-E, III-C, IV-A, V-D.
d) I-D, II-B, III-C, IV-A, V-E.
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7
A fig u ra a s e g u ir m o s tra a s re la ç õ e s e n tre a s
c id a d e s e m u m a re d e u rb a n a .
An a lis e a fig u ra a s e g u ir.
(Todos os e urope us s ã o ile ga is ne s te contine nte de s de 1492.
(I)
Dis poníve l e m: <http://la .indyme dia .org/uploa ds /
2006/04/s ince -1492.jpg>. Ace s s o e m: 23 jul. 2014.)
De s d e o le m a Lib e rd a d e , Ig u a ld a d e , Fra te rn id a d e ,
p rove n ie n te d a Revo lu ç ã o Fra n c e s a e , p o s te rio rm e n te , in s e rid o n o a tu a l m u n d o g lo b a liza d o e n e o lib e ra l, o trâ n s ito d e m e rc a d o ria s , c a p ita is e p e s s o a s
p a s s o u a s e r re g u la d o p o r a c o rd o s n a c io n a is e in te rn a c io n a is c o n s tru íd o s p o r g ove rn o s d e p a ís e s e m
d ife re n te s e s c a la s d e p o d e r fin a n c e iro e m ilita r.
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
u m a s p e c to e m q u e a g lo b a liza ç ã o e o n e o lib e ra lis m o
s e exp re s s a m .
a ) Pe la dis pe ns a de controle dos Es ta dos no comé rcio
de me rca doria s de a lto va lor a gre ga do.
b) Na cons tituiçã o do s is te ma ba ncá rio inte rna ciona l, que
re gula ple na me nte o fluxo de ca pita is nos pa ra ísos fis ca is .
c) Na libe rda de cultua da pe lo s is te ma fina nce iro ne olibe ra l, que expa nde s ocia lme nte a dis s e mina çã o da s
rique za s .
(II)
Co m b a s e n o texto , a s s o c ie o s e le m e n to s d a fig u ra
c o m a s d e s c riç õ e s a p re s e n ta d a s a s e g u ir.
(A) As re la ç õ e s s e g u e m u m a h ie ra rq u ia c re s c e n te
s o b a in flu ê n c ia d e c e rto s c e n tro s u rb a n o s .
(B) Em fu n ç ã o d o s ava n ç o s te c n o ló g ic o s n o s
tra n s p o rte s e n a s c o m u n ic a ç õ e s , ro m p e -s e
c o m a h ie ra rq u ia ríg id a .
(C) A c id a d e lo c a l p o d e s e re la c io n a r d ire ta m e n te
c o m a m e tró p o le n a c io n a l, p o is a h ie ra rq u ia é
ro m p id a .
(D) As re la ç õ e s d a s c id a d e s s ã o d ire ta s c o m a m e tró p o le n a c io n a l, s e m a in te rm e d ia ç ã o d e c id a d e d e p o rte m é d io .
(E) A h ie ra rq u ia é d e s ta c a d a a p a rtir d a s u b m is s ã o
d a s c id a d e s m e n o re s à s g ra n d e s c id a d e s .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e c o n té m a a s s o c ia ç ã o c o rre ta .
a ) I-A, I-B, II-D, II-E, II-C.
d) No pode rio bé lico milita r dos e s ta dos na ciona is , e fe tiva me nte controla do pe la ONU.
b) I-A, I-E, II-B, II-C, II-D.
e ) No e s ta be le cime nto de norma s rígida s pa ra condiciona r a imigra çã o a o controle do Es ta do.
d) I-B, I-D, II-A, II-C, II-E.
c) I-B, I-C, II-D, II-A, II-E.
e ) I-C, I-E, II-A, II-B, II-D.
8
Le ia o texto e o b s e rve a s fig u ra s a s e g u ir.
O e s que ma clá s s ico de hie ra rquia urba na teve
orige m no fina l do s é culo XIX e s e e s te nde u a té me a dos da dé ca da de 1970. Poré m,
e s s a conce pçã o tra diciona l de hie ra rquia urba na nã o explica a s re la çõe s trava da s e ntre
a s cida de s no inte rior da re de urba na . De s s a
forma , uma nova hie ra rquia urba na foi e la bora da , a proxima ndo-s e da re a lida de de uma
re de urba na .
R A
S C
U N
H O
(Ada pta do de : MOREIRA, J . C.; S ENE, E. Ge ogra fia pa ra
o Ens ino Mé dio: ge ogra fia ge ra l e do Bra s il. V.único. S ã o
Pa ulo: S cipione , 2002, p.101-102.)
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Le ia o texto I a s e g u ir e re s p o n d a à s q u e s tõ e s d e
11 a 15.
9
Le ia o texto a s e g u ir.
Texto I
Qua ndo s e fa la e m divis ã o ce lula r, nã o va le m
a s re gra s ma te má tica s : pa ra uma cé lula dividir
s ignifica duplica r. A cé lula s e divide a o me io,
ma s a nte s duplica o progra ma ge né tico loca liza do e m s e us cromos s omos . Is s o pe rmite que
ca da uma da s cé lula s -filha s re constitua tudo o
que foi dividido no proce s s o.
a ) 8 cromos s omos dis tintos , ca da um com 1 cromá tide .
De onde ve m o mundo? De onde ve m o unive rs o? Tudo o
que exis te te m que te r um come ço. Porta nto, e m a lgum mome nto, o unive rs o ta mbé m tinha de te r s urgido a pa rtir de uma
outra cois a . Ma s , s e o unive rs o de re pe nte tive s s e s urgido de
a lguma outra cois a , e ntã o e s s a outra cois a ta mbé m devia te r
s urgido de a lguma outra cois a a lgum dia . S ofia e nte nde u que
s ó tinha tra ns fe rido o proble ma de luga r. Afina l de conta s , a lgum dia , a lguma cois a tinha de te r s urgido do na da . Existe
uma s ubstâ ncia bá s ica a pa rtir da qua l tudo é fe ito? A gra nde
que s tã o pa ra os prime iros filós ofos nã o e ra s a be r como tudo
s urgiu do na da . O que os ins tiga va e ra s a be r como a á gua podia s e tra ns forma r e m pe ixe s vivos , ou como a te rra s e m vida
podia s e tra ns forma r e m á rvore s frondos a s ou flore s multicolorida s .
b) 8 cromos s omos dis tintos , ca da um com 2 cromá tide s .
(Ada pta do de : GAARDER, J . O Mundo de S ofia . Tra d. de J oã o Aze nha J r.
(AMABIS , J . M.; MARTHO, G. R. Biologia . v.1. S ã o Pa ulo:
Mode rna , 1994. p.203.)
Co n s id e ra n d o u m a c é lu la h a p lo id e c o m 8 c ro m o s s o m o s (n = 8), a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta ,
c o rre ta m e n te , a c o n s titu iç ã o c ro m o s s ô m ic a d e s s a
c é lu la e m d ivis ã o n a fa s e d e m e tá fa s e d a m ito s e .
S ã o Pa ulo: Compa nhia da s Le tra s , 1995. p.43-44.)
c) 8 cromos s omos pa re a dos 2 a 2, ca da um com
1 cromá tide .
d) 8 cromos s omos pa re a dos 2 a 2, ca da um com
2 cromá tide s .
e ) 8 cromos s omos pa re a dos 4 a 4, ca da um com
2 cromá tide s .
10
A m ito s e é u m a d ivis ã o c e lu la r, n a q u a l u m a c é lu la
d u p lic a o s e u c o n te ú d o , d ivid in d o -s e e m d u a s , d ita s
c é lu la s -filh a s . Ca d a u m a d e s ta s c é lu la s -filh a s s e d ivid e , d a n d o o rig e m a o u tra s d u a s , to ta liza n d o q u a tro
c é lu la s -filh a s e , a s s im , o p ro c e s s o c o n tin u a s e re p e tin d o s u c e s s iva m e n te .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e c o rre s p o n d e , c o rre ta m e n te , à fu n ç ã o q u e re p re s e n ta o p ro c e s s o d a m ito s e .
a ) f : Z → N, da da por f (x) = x 2
b) f : Z → Z , da da por f (x) = 2x
11
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o s u rg im e n to d a filo s o fia , a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) Os pe ns a dore s pré -s ocrá ticos explicava m os fe nôme nos e a s tra ns forma çõe s da na ture za e porque a vida
é como é , te ndo como limita dor e princípio de ve rda de
irre futáve l a s his tória s conta da s a ce rca do mundo dos
de us e s .
b) Os prime iros filós ofos da na ture za tinha m a convicçã o
de que havia a lguma s ubs tâ ncia bá s ica , uma ca us a
oculta , que e s tava por trá s de toda s a s tra ns forma çõe s
na na ture za e , a pa rtir da obs e rva çã o, bus cava m de s cobrir le is na tura is que fos s e m ete rna s .
c) Os te óricos da na ture za que de s e nvolve ra m s e us s is te ma s de pe ns a me nto por volta do s é culo VI a .C. pa rtira m da ide ia unâ nime de que a á gua e ra o princípio origina l do mundo por s ua e norme ca pa cida de de
tra ns forma çã o.
d) A filos ofia da na ture za na s ce nte a dotou a ima ge m homé rica do mundo e re forçou o a ntropomorfis mo do
mundo dos de us e s e m de trime nto de uma explica çã o
na tura l e re gula r a ce rca dos prime iros princípios que
origina m toda s a s cois a s .
c) f : N∗ → N, da da por f (x) = 2x
d) f : R+ → R+ , da da por f (x) = 2x
e ) f : R+ → R+ , da da por f (x) = 2x
e ) Pa ra os pe ns a dore s jônicos da na ture za , Ta le s , Ana xíme ne s e He rá clito, há um princípio originá rio único
de nomina do o ilimita do, que é a re produçã o da a pa rê ncia s e ns íve l que os olhos huma nos pode m obs e rva r no na s cime nto e na de ge ne ra çã o da s cois a s .
R A
S C
U N
H O
R A S
C U N
H O
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12
Ga a rd e r d is c u te a q u e s tã o d a exis tê n c ia d e u m a
“s u b s tâ n c ia b á s ic a ”, a p a rtir d a q u a l tu d o é fe ito .
Co n s id e ra n d o o á to m o c o m o “s u b s tâ n c ia b á s ic a ”,
a trib u a V (ve rd a d e iro ) o u F (fa ls o ) à s a firm a tiva s a s e g u ir.
(
) De a c o rd o c o m o m o d e lo a tô m ic o d e Ru th e rfo rd ,
o á to m o é c o n s titu íd o p o r d u a s re g iõ e s d is tin ta s : o n ú c le o e a e le tro s fe ra .
(
) Th o m s o n p ro p ô s u m m o d e lo q u e d e s c revia o
á to m o c o m o u m a e s fe ra c a rre g a d a p o s itiva m e n te , n a q u a l e s ta ria m in c ru s ta d o s o s e lé tro n s ,
c o m c a rg a n e g a tiva .
(
) No exp e rim e n to o rie n ta d o p o r Ru th e rfo rd , o d e s vio d a s p a rtíc u la s a lfa e ra re s u lta d o d a s u a a p ro xim a ç ã o c o m c a rg a s n e g a tiva s p re s e n te s n o n ú c le o d o á to m o .
(
) Ao c o n s id e ra r a c a rg a d a s p a rtíc u la s b á s ic a s
(p ró to n s , e lé tro n s e n ê u tro n s ), e m u m á to m o
n e u tro , o n ú m e ro d e p ró to n s d eve s e r s u p e rio r
a o d e e lé tro n s .
(
) Os á to m o s d e u m m e s m o e le m e n to q u ím ic o d e ve m a p re s e n ta r o m e s m o n ú m e ro a tô m ic o .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e c o n té m , d e c im a p a ra
b a ixo , a s e q u ê n c ia c o rre ta .
a ) V, V, F, F, V.
b) V, F, V, F, V.
c) V, F, F, V, F.
d) F, V, V, V, F.
14
De s d e o s p rim ó rd io s d a h u m a n id a d e , h á u m a b u s c a
p o r e n te n d e r q u e s tõ e s a c e rc a d a o rig e m , d o fu n c io n a m e n to e d a o rg a n iza ç ã o d o Un ive rs o . Na te n ta tiva
d e p ro p o r exp lic a ç õ e s , o s c ie n tis ta s e la b o ra m m o d e lo s .
Co n s id e ra n d o q u e a s p ro p rie d a d e s fís ic o -q u ím ic a s
d a m a té ria , o s tip o s d e lig a ç õ e s e a s g e o m e tria s m o le c u la re s p o d e m s e r exp lic a d o s p o r m e io d e m o d e lo s
a tô m ic o s , m o d e lo s d e lig a ç õ e s e m o d e lo s d e m o lé c u la s , re la c io n e a c o lu n a d a e s q u e rd a c o m a d a d ire ita .
(I) O Na C ℓ é u m s ó lid o (A) Ge o m e tria lin e a r, lig a e m te m p e ra tu ra a m ç ã o c ova le n te e fo rç a s
b ie n te .
in te rm o le c u la re s d o tip o d ip o lo -d ip o lo .
(II) A á g u a é u m a s u b s - (B) Ge o m e tria lin e a r, m o lé tâ n c ia
m o le c u la r,
c u la a p o la r e fo rç a s in p o la r e c o n s id e ra d a
te rm o le c u la re s d o tip o
s o lve n te u n ive rs a l.
d ip o lo -in d u zid o d ip o lo -in d u zid o .
(III) O b e n ze n o é u m a (C) Co m p o s to a ro m á tic o e
s u b s tâ n c ia a p o la r e
fo rç a s d o tip o d ip o lo líq u id a e m te m p e -in d u zid o d ip o lo -in d u ra tu ra a m b ie n te .
zid o .
(IV) O HC ℓ é u m g á s (D) Alto p o n to d e fu s ã o e
e m te m p e ra tu ra a m e b u liç ã o , c o m p o s to fo rb ie n te .
m a d o p o r lig a ç ã o iô n ic a .
(V) O CO 2 é u m g á s (E) Lig a ç õ e s d e h id ro g ê n io
e m te m p e ra tu ra a m e g e o m e tria a n g u la r.
b ie n te .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e c o n té m a a s s o c ia ç ã o c o rre ta .
e ) F, F, F, V, V.
13
Am b ie n te s d u lc íc o la s e m a rin h o s p o s s u e m c o n d iç õ e s fís ic o -q u ím ic a s d is tin ta s q u e in flu e n c ia ra m a
s e le ç ã o n a tu ra l p a ra d a r o rig e m , re s p e c tiva m e n te ,
a o s p e ixe s d e á g u a d o c e e a o s p e ixe s d e á g u a s a lg a d a , o s q u a is p o s s u e m a d a p ta ç õ e s fis io ló g ic a s p a ra
s o b revive re m n o a m b ie n te e m q u e s u rg ira m .
Co n s id e ra n d o a re g u la ç ã o d a c o n c e n tra ç ã o h id ro s s a lin a p a ra a m a n u te n ç ã o d o m e ta b o lis m o d e s s e s
p e ixe s , p o d e -s e a firm a r q u e o s p e ixe s d e á g u a d o c e
e lim in a m _________ q u a n tid a d e d e u rin a ________
e m c o m p a ra ç ã o c o m o s p e ixe s m a rin h o s , q u e e lim in a m _________ q u a n tid a d e d e u rin a __________.
As s in a le a a lte rn a tiva q u e p re e n c h e , c o rre ta e re s p e c tiva m e n te , a s la c u n a s d o e n u n c ia d o .
a ) gra nde , diluída , pe que na , conce ntra da .
a ) I-B, II-A, III-C, IV-E, V-D.
b) I-B, II-A, III-E, IV-D, V-C.
c) I-D, II-C, III-E, IV-B, V-A.
d) I-D, II-E, III-C, IV-A, V-B.
e ) I-C, II-E, III-B, IV-A, V-D.
15
De s d e a e la b o ra ç ã o d o s m o d e lo s a tô m ic o s p o r Da lto n , Th o m s o n , Ru th e rfo rd e Bo h r, c ie n tis ta s c o m o
Mu rray Ge ll-Ma n (EUA) e Ge o rg Zwe ig (Ale m a n h a )
tê m d e s ve n d a d o o s s e g re d o s s u b a tô m ic o s d a m a té ria .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
a s s u b p a rtíc u la s q u e c o n s titu e m a s p a rtíc u la s a tô m ic a s c o n fo rm e o s m o d e lo s d e Ge ll-Ma n e Ge o rg Zwe ig .
a ) Qua rks , lé ptons e bós ons .
b) gra nde , conce ntra da , gra nde , diluída .
b) Elé trons , nê utrons e prótons .
c) gra nde , conce ntra da , pe que na , diluída .
c) Ne utrinos e pós itrons .
d) pe que na , conce ntra da , gra nde , diluída .
d) Núcle o e e le tros fe ra .
e ) pe que na , diluída , gra nde , conce ntra da .
e ) Fótons .
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Le ia o texto a s e g u ir.
As orige ns do s urre a lis mo na s a rte s vis ua is e s tã o no movime nto Da dá e na s obra s de De
Chirico e Ma rc Cha ga ll. Es s e s a rtis ta s já re a lizava m um a rra njo irra ciona l de obje tos , e m
uma a us ê ncia de lógica que ca ra cte riza a s
ima ge ns onírica s , a brindo ca minho pa ra os domínios do incons cie nte . Com a cola bora çã o
dos da da ísta s , Ha ns Arp e Ma x Erns t, Bre ton propôs , com ba s e na ps ica ná lis e , um mé todo de cria çã o poé tica e s pontâ ne o, de nomina do “a utoma tis mo ps íquico”. Ta l mé todo pre te ndia a ce s s a r dire ta me nte a s ima ge ns s imbólica s do incons cie nte , inde pe nde nte de qua lque r pre ocupa çã o e sté tica ou mora l, s e m o
“filtro” da ra zã o e da lógica . Alé m de Ernst e
Arp, s e de s ta ca o tra ba lho de J oa n Miró, com
poé tica s ma is intuitiva s que ra ciona is . Alguns
a rtista s , como Buñue l, Da li, Ma gritte , Gia come tti, tive ra m re la çã o com o movime nto s urre a lis ta . Artis ta s bra s ile ira s , como a e s cultora
Ma ria Ma rtins e a pintora Ta rs ila do Ama ra l
(na s ua fa s e a ntropofá gica ), tive ra m influê ncia
ma rca nte de s s e movime nto.
b)
(Ada pta do de : HERBERT, R. His tória da P intura Mode rna .
c)
S ã o Pa ulo: Círculo do Livro S .A., s /d. p.23-143.)
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o
te m a , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta e
re s p e c tiva m e n te , a s im a g e n s d a s o b ra s d e u m p re c u rs o r d o s u rre a lis m o , d e u m s u rre a lis ta e u ro p e u e
d e u m a rtis ta b ra s ile iro s u rre a lis ta .
d)
a)
e)
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Le ia o texto a s e g u ir.
As ide ia s produze m a s ima ge ns de s i me s ma s
e m nova s ide ia s , ma s , como s e s upõe que a s
prime ira s ide ia s de riva m de impre s s õe s , continua a inda a s e r ve rda de que toda s a s nos s a s
ide ia s s imple s proce de m, me dia ta ou ime dia ta me nte , da s impre s s õe s que lhe s corre s ponde m.
(HUME, D. Tra ta do da Na ture za Huma na .
S e ra fim da S ilva Fonte s .
Tra d.
de
Lis boa : Funda çã o Ca lous te
Gulbe nkia n, 2001. p.35.)
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re a
q u e s tã o d a s e n s ib ilid a d e , ra zã o e ve rd a d e e m David
Hu m e , c o n s id e re a s a firm a tiva s a s e g u ir.
I. Ge ra lm e n te a s id e ia s s im p le s , n o s e u p rim e iro
a p a re c im e n to , d e riva m d a s im p re s s õ e s s im p le s
q u e lh e s c o rre s p o n d e m .
II. A c o n exã o e n tre a s id e ia s e a s im p re s s õ e s p ro vé m d o a c a s o , d e m o d o q u e h á u m a in d e p e n d ê n c ia d a s id e ia s c o m re la ç ã o à s im p re s s õ e s .
18
O a p a re c im e n to d e ovo s c o m c a s c a fo i u m a evo lu ç ã o a d a p ta tiva d o s ré p te is p a ra a c o n q u is ta d e fin itiva
d o a m b ie n te te rre s tre p e lo s c o rd a d o s . Alé m d o ovo
c o m c a s c a , h á o u tra s a d a p ta ç õ e s q u e p e rm itira m q u e
o s ré p te is p u d e s s e m s o b revive r n o a m b ie n te te rre s tre q u a n d o c o m p a ra d a s c o m a s a d a p ta ç õ e s d o s a n fíb io s . Po rta n to , h á a d a p ta ç õ e s q u e s u rg e m n o s a n fíb io s e p e rm a n e c e m n o s ré p te is e h á a d a p ta ç õ e s q u e
tê m s u a o rig e m p e la p rim e ira ve z n e s s e g ru p o .
S o b re a s c a ra c te rís tic a s a d a p ta tiva s a s s o c ia d a s à
c o n q u is ta d o a m b ie n te te rre s tre q u e s u rg ira m p e la
p rim e ira ve z n o s ré p te is , c o n s id e re a s a firm a tiva s a
s e g u ir.
I. P e rn a s lo c o m o to ra s e re s p ira ç ã o p u lm o n a r.
II. Ec to te rm ia e d u p la c irc u la ç ã o .
III. Qu e ra tin iza ç ã o d a p e le e á c id o ú ric o c o m o exc re ta n itro g e n a d o .
IV. Ovo a m n io ta e d e s e nvo lvim e n to d ire to .
As s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) S ome nte a s a firma tiva s I e II s ã o corre ta s .
III. As id e ia s s ã o s e m p re a s c a u s a s d e n o s s a s
im p re s s õ e s .
b) S ome nte a s a firma tiva s I e IV s ã o corre ta s .
IV. As s im c o m o a s id e ia s s ã o a s im a g e n s d a s im p re s s õ e s , é ta m b é m p o s s íve l fo rm a r id e ia s s e c u n d á ria s , q u e s ã o im a g e n s d a s id e ia s p rim á ria s .
d) S ome nte a s a firma tiva s I, II e III s ã o corre ta s .
As s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) S ome nte a s a firma tiva s I e II s ã o corre ta s .
b) S ome nte a s a firma tiva s I e IV s ã o corre ta s .
c) S ome nte a s a firma tiva s III e IV s ã o corre ta s .
c) S ome nte a s a firma tiva s III e IV s ã o corre ta s .
e ) S ome nte a s a firma tiva s II, III e IV s ã o corre ta s .
19
A c ro s ta te rre s tre s o fre u , n o d e c o rre r d a h is tó ria d a
Te rra , p ro c e s s o s e n d ó g e n o s p re s e n te s n a fo rm a ç ã o
d o re levo .
Em re la ç ã o a o s p ro c e s s o s e n d ó g e n o s p re s e n te s
n e s s a fo rm a ç ã o , c o n s id e re a s a firm a tiva s a s e g u ir.
I. Oro g e n ia d e d o b ra m e n to re s u lta d e p re s s õ e s
h o rizo n ta is q u e fo rm a m o n d u la ç õ e s n o te rre n o
e m e s tru tu ra s p lá s tic a s .
d) S ome nte a s a firma tiva s I, II e III s ã o corre ta s .
e ) S ome nte a s a firma tiva s II, III e IV s ã o corre ta s .
II. Oro g e n ia d e fa lh a m e n to é s u b m e tid a a u m e s fo rç o in te rn o d e g ra n d e in te n s id a d e (ve rtic a l o u
in c lin a d o ) s o b re ro c h a s d e e s tru tu ra s ríg id a s
q u e s e q u e b ra m .
R
A
III. Dia s tro fis m o re s u lta d e m ovim e n to s d a c ro s ta
p ro d u zid o s p o r p ro c e s s o s te c tô n ic o s p rovo c a d o s e p ro p a g a d o s p e la e n e rg ia in te rn a d a Te rra .
S
C
IV. Do b ra m e n to s g e o ló g ic o s re s u lta m d e p re s s õ e s
ve rtic a is q u e o c o rre m , g e ra lm e n te , s o b re a s ro c h a s b a s á ltic a s .
U
As s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
N
a ) S ome nte a s a firma tiva s I e II s ã o corre ta s .
H
b) S ome nte a s a firma tiva s I e IV s ã o corre ta s .
c) S ome nte a s a firma tiva s III e IV s ã o corre ta s .
O
d) S ome nte a s a firma tiva s I, II e III s ã o corre ta s .
e ) S ome nte a s a firma tiva s II, III e IV s ã o corre ta s .
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d) na inca pa cida de dos indivíduos s itua dos na s ca ma da s
infe riore s da e s trutura s ocia l e m incorpora r a cultura
domina nte qua nto à s me ta s s ocia is va loriza da s e a os
me ios s ocia is le gítimos pa ra a s ua re a liza çã o.
20
Le ia a tira e o texto a s e g u ir.
e ) no fra ca s s o dos proce s s os e da s ins tituiçõe s s ocia liza dora s re s pons áve is pe la tra ns mis s ã o à s ge ra çõe s
e m de s e nvolvime nto da s re gra s e dos va lore s cultura is a prova dos s ocia lme nte pa ra a obte nçã o do s uce s s o.
Le ia o texto II, a n a lis e a fig u ra 1 a s e g u ir e re s p o n d a à s
q u e s tõ e s 21 e 22.
Texto II
No início do s é culo XVII, a química come çou a de s ponta r
como ciê ncia , com ba s e na química prá tica (mine ra çã o, purifica çã o de me ta is , cria çã o de joia s , ce râ mica s e a rma s de
fogo), química mé dica (pla nta s me dicina is ) e cre nça s mís tica s (bus ca pe la Pe dra Filos ofa l). A figura 1 re pre s e nta a
vis ta do inte rior de um la bora tório de a ná lis e de mine ra is do
fina l do s é culo XVI, utiliza do pa ra a ma lga ma çã o de conce ntra dos de ouro e re cupe ra çã o do me rcúrio pe la de s tila çã o da
a má lga ma . O miné rio, conte ndo ouro e a lguns s a is à ba s e
de s ulfe to, e ra inicia lme nte tra ta do com vina gre (s oluçã o de
á cido a cé tico) por 3 dia s ; e m s e guida , e ra lava do e , pos te riorme nte , e s fre ga do ma nua lme nte com me rcúrio líquido pa ra
forma r a má lga ma me rcúrio-ouro (de ta lhe B na Figura 1). A
de s tila çã o da a má lga ma pa ra s e pa ra r o ouro do me rcúrio
e ra re a liza da e m um forno cha ma do a ta nor (de ta lhe A na
Figura 1).
(Dis poníve l e m: <http://kdima ge ns .com/ima ge m/
a pre nde ndo-a -da r-va lor-a o-dinhe iro-938>. Ace s s o e m: 14
ma io 2014.)
Em gra nde pa rte , o dinhe iro te m s ido cons a gra do como um va lor e m s i me s mo, a lé m e
a cima de s e u ga s to a troco de a rtigos de cons umo ou de s e u us o pa ra o a ume nto do pode r. O “dinhe iro” é pe culia rme nte be m a da pta do a torna r-s e um símbolo de pre stígio. Conforme S imme l s a lie ntou, o dinhe iro é a lta me nte
a bstra to e impe s s oa l. O exa ge ro cultura l que
conduz o home m a obte r s uce s s o de qua lque r
ma ne ira , leva -o a de s pre za r o a poio e mociona l
da s re gra s , produzindo, a s s im, a s fonte s s ocia is do comporta me nto de s via do.
(Ada pta do de : MERTON, R. K. S ociologia : te oria e e s trutura . S ã o Pa ulo: Me s tre J ou, 1968. p.208-209.)
De a c o rd o c o m a a n á lis e s o c io ló g ic a e s tru tu ra l e fu n c io n a l, n a s o c ie d a d e c o n te m p o râ n e a , o d e s vio d e
c o m p o rta m e n to s e m re la ç ã o à s n o rm a s s o c ia lm e n te
a c e ita s te m o rig e m
a ) na s fa lha s do controle s ocia l s obre os impe rios os impuls os biológicos dos s e re s huma nos , os qua is procura m expre s s ã o tota l, deve ndo s e r controla dos pe lo
proce s s a me nto s ocia l da s te ns õe s pa ra a re núncia à s
s a tis fa çõe s dos ins tintos .
b) na pobre za e na s ca ra cte rís tica s a e la a s s ocia da s , e m
conflito com os va lore s a prova dos pa ra o conjunto dos
me mbros da s ocie da de re la tivos à ê nfa s e cultura l nos
modos a ce itáve is de a lca nça r os obje tivos de s uce s s o.
c) na pre s s ã o exe rcida pe la dis junçã o e ntre os ince ntivos
pa ra o êxito, inculca dos pe la s norma s e s ta be le cida s
da cultura , e a s re a is pos s ibilida de s de a ce s s o a e s s e
obje tivo, limita da s pe la e s trutura de cla s s e .
8 / 23
Figura 1
(Ada pta do de : GREENBERD, A. Uma Breve His tória da
Química da Alquimia à s Ciê ncia s Mole cula re s Mode rna s .
S ã o Pa ulo: Edga rd Blüche r Ltda ., 2009. p.18-19.)
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S o b re o s p ro c e s s o s d e o b te n ç ã o d e o u ro e m p re g a d o s n o fin a l d o s é c u lo XVI, a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) Ao cons ide ra r que o s a l pre s e nte no miné rio é o P bS ,
o e mpre go do vina gre te m como fina lida de e vita r a dis s oluçã o de s s e s a l.
b) A a má lga ma ouro-me rcúrio é uma mis tura a ze otrópica , por is s o é pos s íve l s e pa ra r o ouro do me rcúrio.
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
u m a c o m p o s iç ã o d e ro ta ç ã o d o s p o n to s P ( − 3 4) e
Q( 2 − 3) re p re s e n ta d o s p e lo s n ú m e ro s c o m p lexo s
z = − 3 + 4i e w = 2 − 3i .
a ) − 18 + 17i
b) − 6 − 12i
c) − 1 + i
d) 5 + 7i
e ) 6 + 17i
c) A de s tila çã o da a má lga ma compos ta por ouro e me rcúrio é cons ide ra da um proce s s o de fra ciona me nto fís ico.
d) A s e pa ra çã o do me rcúrio do ouro, por me io da de s tila çã o, ocorre por um proce s s o de va poriza çã o cha ma do
de e va pora çã o.
24
Co m o o b je tivo d e re p re s e n ta r, o m a is p róxim o p o s s íve l d o re a l, o e s p a ç o g e o g rá fic o , o s c ie n tis ta s u s a ra m
a s p ro je ç õ e s c a rto g rá fic a s . As m a is u tiliza d a s s ã o a s
d e Me rc a to r e Pe te rs , re p re s e n ta d a s p e la s fig u ra s a
s e g u ir.
e ) É pos s íve l s e pa ra r a a má lga ma ouro-me rcúrio por
me io de de s tila çã o porque o ouro é ma is de ns o que
o me rcúrio.
22
Co n s id e re q u e o in te rio r d e u m a ta n o r c o rre s p o n d e
a u m vo lu m e inva riáve l, s o b u m a p re s s ã o in ic ia l d e
1 a tm , d e u m g á s m o n o a tô m ic o e q u e n ã o h á d is s ip a ç õ e s d e c a lo r p a ra o m e io exte rio r. Ap ó s fe c h a d o ,
s e u in te rio r é a q u e c id o d e 30 °C p a ra 720 °C.
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a
p re s s ã o in te rn a fin a l, re s u lta d o d o p ro c e s s o is ovo lu m é tric o p e lo q u a l p a s s a o g á s d e n tro d o fo rn o .
a)
b)
c)
d)
e)
20
21
22
23
24
a tm
a tm
a tm
a tm
a tm
Co m b a s e n o s c o n h e c im e n to s s o b re p ro je ç õ e s c a rto g rá fic a s , a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
23
Le ia o texto a s e g u ir.
a ) Na proje çã o de Pe te rs , o e s pa ça me nto e ntre os pa ra le los a ume nta da linha do e qua dor pa ra os polos , e nqua nto o e s pa ça me nto e ntre os me ridia nos diminui a
pa rtir do me ridia no ce ntra l.
Na vira da do s é culo XVIII pa ra o s é culo XIX,
um a grime ns or norue guê s , We s s e l (1798), e
um de s conhe cido ma te má tico s uíço, Arga nd
(1806), fora m, a pa re nte me nte , os prime iros a
compre e nde r que os núme ros complexos nã o
tê m na da de “irre a l”. S ã o a pe na s os pontos (ou
ve tore s ) do pla no que s e s oma m a travé s da
compos içã o de tra ns la çõe s e que s e multiplica m a travé s da compos içã o de rota çõe s e dila ta çõe s (na nome ncla tura a tua l). Ma s e s s a s inicia tiva s nã o tive ra m re pe rcus s ã o e nqua nto nã o
fora m re de s cobe rta s e a pa drinha da s , qua s e
s imulta ne a me nte , por Ga us s , gra nde a utorida de da que le te mpo que , já e m vida , e ra re conhe cido como um dos ma iore s ma te má ticos
de todos os te mpos .
b) Na proje çã o de Me rca tor, o e s pa ça me nto e ntre os
pa ra le los diminui da linha do e qua dor pa ra os polos , e nqua nto o e s pa ça me nto e ntre os me ridia nos a ume nta a pa rtir do me ridia no ce ntra l.
c) Na proje çã o de Pe te rs , o pla no da s upe rfície de proje çã o é ta nge nte à e s fe ra te rre s tre (proje çã o a zimuta l);
já , na proje çã o de Me rca tor, o pla no da s upe rfície de
proje çã o é um cone (proje çã o cônica ) e nvolve ndo a
e s fe ra te rre s tre .
d) Na e la bora çã o de uma proje çã o ca rtográ fica , o pla nis fé rio de Pe te rs ma nté m a s dis tâ ncia s proporciona is
e ntre os e le me ntos do ma pa , a ume nta ndo o comprime nto do me ridia no ce ntra l.
e ) A proje çã o de Me rca tor é de s e nvolvida e m um cilindro, s e ndo ma ntida a proprie da de forma ; e s s a proje çã o mos tra uma vis ã o de mundo e urocê ntrica .
(Ada pta do de : CARNEIRO, J . P. A Ge ome tria e o Ens ino
dos Núme ros Complexos . Revis ta do P rofe s s or de Ma te má tica . 2004. v.55. p.18.)
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Le ia o texto a s e g u ir.
A a rte pré -his tórica é uma a rte de linha s e croquis ; é uma e ta pa a lé m da pe rce pçã o, um a rtifício que a juda a re te r a ima ge m na me nte .
Na a rte pré -his tórica , e ncontra mos figura s huma na s , ge ra lme nte a rma da s , e m a çã o, s e ja
pe rs e guindo a nima is , luta ndo ou da nça ndo.
Os a nima is s ã o re pre s e nta dos de forma na tura lis ta , ou s e ja , re produçõe s de ima ge ns pe rce ptíve is . As figura s huma na s , pe lo contrá rio, e s tã o muito e stiliza da s ; s e e stã o e m movime nto, os bra ços e a s pe rna s s ã o a la rga dos . O obje tivo do a rtis ta foi indica r o movime nto; a s forma s s ã o dita da s por s e ns a çõe s
inte rna s ma is que obs e rva çã o exte rna . Os
dois principa is e stilos pré -his tóricos s ã o vita lis ta s e s e a cha m de te rmina dos pe la ima ge m
ca pta da exte riorme nte e pe la s e ns a çã o inte rna me nte s e ntida . A a rte pode have r e sta do
a s s ocia da com ritos , com a inte nçã o de exe rce r os pode re s má gicos a travé s de um re tra to
fie l que a pre s e nta na tura lis mo na s re pre s e nta çõe s a nima is . J á o s ímbolo e s tiliza do e dinâ mico da forma huma na é de te rmina do por um
s e ntime nto inte rno.
b)
c)
(Ada pta do de : READ, H. Ima ge n e Ide a . La función de l
a rte e n e l de s a rollo de la concie ncia huma na . México:
FCE, 2003. p.23-31.)
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o
te m a , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta
e re s p e c tiva m e n te , a s im a g e n s d a a rte p ré -h is tó ric a
q u e re p re s e n ta m o e s tilo a n im a l n a tu ra lis ta (re p ro d u ç ã o d e im a g e n s p e rc e p tíve is ) e o s s ím b o lo s e s tiliza d o s e d in â m ic o s d a fo rm a h u m a n a d e te rm in a d o s
m a is p e la s e n s a ç ã o q u e p e la o b s e rva ç ã o e q u e b u s c a m in d ic a r o m ovim e n to .
d)
e)
R A
S C
U N
H O
a)
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Co m b a s e n o texto , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a e s c o la h is to rio g rá fic a q u e s e
p o s ic io n a s o b re e s s e te m a e a te s e c o rre s p o n d e n te .
26
Le ia o s texto s a s e g u ir.
A a rte de imita r e s tá be m longe da ve rda de , e
s e exe cuta tudo, a o que pa re ce , é pe lo fa cto
de a tingir a pe na s uma pe que na porçã o de
ca da cois a , que nã o pa s s a de uma a pa riçã o.
a ) Es cola Me tódica – compre e nde a orige m como o princípio dos e s tudos his tóricos .
b) Es cola Ma rxis ta – cons ide ra os e s tudos cultura is
como funda me nto da crítica .
(Ada pta do de : P LATÃO. A Re pública . 7.e d. Tra d. de Ma ria
He le na da Rocha Pe re ira . Lis boa : Ca lous te Gulbe nkia n,
c) Es cola dos Anna le s – cons ide ra mitologia a bus ca pe la s orige ns .
1993. p.457.)
d) Es cola Ide a lis ta – conce be a his tória como a re a liza çã o huma na no te mpo.
O imita r é congê nito no home m e os home ns
s e compra ze m no imita do.
e ) Es cola de Fra nkfurt – formula a ide ia da inve nçã o da s
tra diçõe s his tórica s .
(Ada pta do de : ARISTÓTELES . Poé tica . 4.e d. Tra d. de
Eudoro de S ouza . S ã o Pa ulo: Nova Cultura l, 1991. p.203.
(Cole çã o Os Pe ns a dore s .))
Co m b a s e n o s texto s , n o s c o n h e c im e n to s s o b re e s té tic a e a q u e s tã o d a m ím e s is e m P la tã o e Aris tóte le s ,
a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) Pa ra P la tã o, a obra do a rtis ta é cópia de cois a s fe nomê nica s , um exe mplo pa rticula r e , por is s o, a lgo ina de qua do e infe rior, ta nto e m re la çã o a os obje tos re pre s e nta dos qua nto à s ide ia s unive rs a is que os pre s s upõe m.
b) Pa ra P la tã o, a s obra s produzida s pe los poe ta s , pintore s e e s cultore s re pre s e nta m pe rfe ita me nte a ve rda de
e a e s s ê ncia do pla no inte ligíve l, s e ndo a a tivida de do
a rtis ta um fa ze r nobre , impre s cindíve l pa ra o e ngra nde cime nto da pólis e da filos ofia .
c) Na compre e ns ã o de Aris tóte le s , a a rte s e re s tringe à
re produçã o de obje tos exis te nte s , o que ve da o pode r
do a rtis ta de inve nçã o do re a l e impos s ibilita a funçã o
ca rica tura l que a a rte pode ria a s s umir a o a pre s e nta r
os mode los de ma ne ira dis torcida .
d) Aris tóte le s conce be a míme s is a rtís tica como uma a tivida de que re produz pa s s iva me nte a a pa rê ncia da s
cois a s , o que impe de a o a rtis ta a pos s ibilida de de re cria çã o da s cois a s s e gundo uma nova dime ns ã o.
e ) Aris tóte le s s e opõe à conce pçã o de que a a rte é imita çã o e e nte nde que a mús ica , o te a tro e a poe s ia s ã o
inca pa ze s de provoca r um e fe ito be né fico e purifica dor
no e s pe cta dor.
27
Le ia o texto a s e g u ir.
28
Le ia o texto a s e g u ir.
Até o s é culo XVIII, a ma ioria dos ca mpos de
conhe cime nto, hoje e nqua dra dos s ob o rótulo
de ciê ncia s , e ra a inda , como na Antiguida de
Clá s s ica , pa rte inte gra l dos gra nde s s iste ma s
filos óficos . A cons tituiçã o de s a be re s a utônomos , orga niza dos e m dis ciplina s e s pe cífica s ,
como a Biologia ou a própria S ociologia , e nvolve rá , de uma forma ou de outra , a progre s s iva
re flexã o filos ófica , como a libe rda de e a ra zã o.
(Ada pta do de : QUINTANEIRO, T.; BARBOSA, M. L. O.;
OLIVEIRA, M. G. M. Um Toque de Clá s s icos : Ma rx,
Durkhe im e We be r. Be lo Horizonte : UFMG, 2002. p.12.)
Co m b a s e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o s u rg im e n to d a
S o c io lo g ia , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a re la ç ã o e n tre c o n h e c im e n to s o c io ló g ic o
d e Au g u s te Co m te e a s id e ia s ilu m in is ta s .
a ) A ide ia de de s e nvolvime nto pe la re voluçã o s ocia l foi
de fe ndida pe lo Iluminis mo, que influe nciou o Pos itivis mo.
b) A cre nça na ra zã o como promotora do progre s s o da
s ocie da de foi compa rtilha da pe lo Iluminis mo e pe lo
Pos itivis mo.
c) O Iluminis mo forne ce u os princípios e a s ba s e s te órica s da luta de cla s s e s pa ra a formula çã o do Pos itivis mo.
d) O re conhe cime nto da va lida de do conhe cime nto te ológico pa ra explica r a re a lida de s ocia l é um ponto comum e ntre o Iluminis mo e o Pos itivis mo.
Foi Re na n, a cho, que m e s creve u um dia (cito
de me mória ; porta nto re ce io, inexa ta me nte ):
“Em toda s a s cois a s huma na s , a s orige ns
e m prime iro luga r s ã o digna s de e studo”. E
S a int-Be uve a nte s de le : “Es pio e obs e rvo com
curios ida de a quilo que come ça ”. A ide ia é be m
de s ua é poca . A pa lavra orige ns ta mbé m. Ma s
a pa la vra é pre ocupa nte , pois e quívoca .
e ) Os limite s e a s contra diçõe s do progre s s o pa ra a libe rda de huma na fora m a ponta dos pe lo Iluminis mo e
a ce itos pe lo Pos itivis mo.
(Ada pta do de : BLOCH, M. Apologia da His tória ou O ofício
do his toria dor. Rio de J a ne iro: Za ha r, 2002. p.56.)
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Ob s e rve a s fig u ra s 2 e 3 a s e g u ir e re s p o n d a à s q u e s tõ e s
31 e 32.
29
Le ia o texto a s e g u ir.
Le mbra -te de que te mpo é dinhe iro; a que le
que pode ga nha r de z xe lins por dia por s e u tra ba lho e va i pa s s e a r, ou fica va dia ndo me ta de
do dia , e mbora nã o de s pe nda ma is do que
s e is pe nce dura nte s e u dive rtime nto ou va dia çã o, nã o deve computa r a pe na s e s s a de s pe s a ;
ga s tou, na re a lida de , ou me lhor, jogou fora ,
cinco xe lins a ma is .
(WEBER, M. A Ética P rote s ta nte e o Es pírito do Ca pita lis mo. S ã o Pa ulo: P ione ira ; Bra s ília : UNB, 1981, p.29.)
O c o n s e lh o d e Be n ja m in Fra n klin é a n a lis a d o p o r Ma x
We b e r (1864-1920) n a o b ra A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.
Co m b a s e n e s s a o b ra , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e
a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a c o m p re e n s ã o we b e ria n a
s o b re o s e n tid o d a c o n d u ta d o in d ivíd u o n a fo rm a ç ã o
d o c a p ita lis m o m o d e rn o o c id e n ta l.
a ) Tra diciona lida de .
b) Ra ciona lida de .
Figura 2
c) Funciona lida de .
(Dis poníve l e m: <http://a pi.ning.com/file s />. Ace s s o e m: 26 a br. 2014.)
d) Utilita rie da de .
e ) Orga nicida de .
30
Co n s id e re q u e u m a p re n s a a p lic a s o b re u m a c h a p a
m e tá lic a u m a fo rç a d e 1,0 × 10 6 N, c o m o in tu ito d e
g rava r e c o rta r 100 m o e d a s .
S u p o n d o q u e c a d a m o e d a p o s s u i ra io ig u a l a 1 c m ,
a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a
p re s s ã o to ta l d a p re n s a s o b re a á re a d e a p lic a ç ã o n a
chapa.
a)
104
Pa
π
b)
106
Pa
π
c)
108
Pa
π
Figura 3
1010
d)
Pa
π
(Dis poníve l e m: <http://www.bra s ile s cola .com>.
Ace s s o e m: 26 a br. 2014.)
12
e)
10
Pa
π
R A S
C U N
H O
R A S
C U N
H O
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A c o lo n iza ç ã o n o Bra s il p e la c o ro a p o rtu g u e s a teve
s u a o rig e m n o s is te m a d e Ca p ita n ia s He re d itá ria s
q u e d e fin iu a p ro p rie d a d e e a p o s s e d a s te rra s . No
in íc io d o s é c u lo XIX, c o m a vin d a d e im ig ra n te s e u ro p e u s p a ra o Bra s il, e s ta b e le c e u -s e a Le i d e Te rra s d e
1850, c o m o in tu ito d e n o rm a tiza r a p ro p rie d a d e e o
s eu us o.
S o b re o d o m ín io d e te rra s n o Bra s il, n o c o n texto d a s
Ca p ita n ia s He re d itá ria s e d a Le i d e 1850, a s s in a le a
a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) Os dona tá rios e ra m impe didos pe la Coroa Portugue s a
de ve nde r s ua s te rra s . A Le i de Te rra s de finiu que
a s te rra s pública s pode ria m torna r-s e proprie da de priva da s ome nte pe la compra .
b) Os dona tá rios s e is e ntava m da de fe s a de s ua s te rra s ,
convoca ndo o pode r re a l pa ra fa zê -la . Com a vinda
dos imigra nte s , a Le i de Te rra s pos s ibilitou a a propria çã o a os de s providos de re curs os .
c) Os re curs os e mpre ga dos pe los dona tá rios via biliza ra m o ple no s uce s s o do mode lo da s ca pita nia s . Com
a Le i de Te rra s , expa ndiu-s e o domínio do s e tor indus tria l pe lo monopólio do pode r e conômico.
d) O s is te ma de ca pita nia s vigorou a té o s é culo XIX
qua ndo a conte ce ra m a s ins urre içõe s do Ma ra nhã o e
da Ba hia . A Le i de Te rra s impe diu que a mã o de obra
livre pude s s e s e locomove r pa ra a s a tivida de s indus tria is .
e ) A Coroa tinha o dire ito de confis ca r todos os me ta is
pre cios os extra ídos da s ca pita nia s . A Le i de Te rra s
fa cilitou a ocupa çã o ile ga l e o a rre nda me nto da s te rra s
cons ide ra da s de voluta s .
32
Le ia o texto a s e g u ir.
a ) O a s s e nhore a me nto de gra nde s qua ntida de s de te rra s no “novo mundo” por povos , utiliza ndo-s e da força
pa ra a fa s ta r de la s os outros home ns .
b) A concilia çã o do tra ba lho e da ne ce s s ida de pa ra s ubs is tê ncia de ca da um, inde pe nde nte me nte da priorida de te mpora l do ocupa nte .
c) A expuls ã o dos ha bita nte s da te rra , a de cla ra çã o “is to
é me u” e o conve ncime nto dos de ma is s obre a s ua
ocupa çã o.
d) A ocupa çã o de te rra s de s a bita da s , que , devido à s ua
va s tidã o, e s tã o pa ra a lé m da ca pa cida de do prime iro
ocupa nte de cultivá -la s .
e ) A prime ira ocupa çã o da te rra , limita da à e s fe ra da s ubs is tê ncia e de s ua re a l utiliza çã o, via cultivo da te rra .
33
O d in h e iro a lte ro u e n o rm e m e n te a s re la ç õ e s s o c ia is
e , n o d e s e nvo lvim e n to d a h is tó ria e c o n ô m ic a d a s o c ie d a d e , a tin g iu o s e u á p ic e c o m o m o d o d e p ro d u ç ã o
c a p ita lis ta .
Co m b a s e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o s e s tu d o s d e
Ka rl Ma rx, a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a s exp lic a ç õ e s s o b re a p ro d u ç ã o d a riq u e za
n a s o c ie d a d e c a p ita lis ta .
a ) A me rca ntiliza çã o da s re la çõe s de produçã o e de re produçã o, por inte rmé dio do dinhe iro, pos s ibilita a
de s mistifica çã o do fe tichis mo da me rca doria .
b) Enqua nto me dia çã o da re la çã o s ocia l, o dinhe iro de mons tra a s pa rticula rida de s da s re la çõe s e ntre indivíduos , como a s política s e a s fa milia re s .
c) O dinhe iro te m a funçã o de re ve la r o va lor de us o da s
me rca doria s , a o de s ta ca r a va loriza çã o dife re ncia da
e ntre os dive rs os tra ba lhos .
d) O dinhe iro é um ins trume nto té cnico que fa cilita a s re la çõe s de troca e e vide ncia a explora çã o contida no
tra ba lho a s s a la ria do.
Em ge ra l, s ã o ne ce s s á ria s a s s e guinte s condiçõe s pa ra a utoriza r o dire ito do prime iro ocupa nte de qua lque r pe da ço de chã o: prime iro,
que e s s e te rre no nã o e s te ja a inda ha bita do por
ningué m; s e gundo, que de le s ó s e ocupe a
porçã o de que s e te m ne ce s s ida de pa ra s ubs is tir; te rce iro, que de le s e tome pos s e nã o por
uma ce rimônia vã , ma s pe lo tra ba lho e pe la
cultura , únicos s ina is de proprie da de que de ve m s e r re s pe ita dos pe los outros , na a us ê ncia
de títulos jurídicos .
e ) O dinhe iro ca ra cte riza -s e por s ua ca pa cida de de expre s s a r um va lor ge né rico e quiva le nte , inte rca mbiáve l
por qua lque r outro va lor.
34
Co n s id e re q u e u m c o n trib u in te d eve p a g a r d e te rm in a d o im p o s to n o va lo r d e R$ 5000,00 e m 5 p a rc e la s
d e m e s m o va lo r.
S a b e n d o q u e s o b re o va lo r d e c a d a p a rc e la in c id e 1%
d e ju ro s m a is u m a ta xa fixa T d e 0,82%, a s s in a le a
a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , o va lo r d e
c a d a p a rc e la a s e r p a g a p e lo c o n trib u in te .
(ROUS S EAU, J . J . Do Contra to S ocia l. Tra d. de Lourde s
Ma cha do. S ã o Pa ulo: Abril S . A. Cultura l, 1973. p.44.
a ) R$ 1008,20
(Cole çã o Os Pe ns a dore s .))
b) R$ 1010,00
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s a c e rc a d a
q u e s tã o d o c o n tra tu a lis m o e m Ro u s s e a u , a s s in a le
a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a s c o n d iç õ e s q u e a u to riza m o d ire ito d o p rim e iro o c u p a n te .
13 / 23
c) R$ 1018,20
d) R$ 1050,00
e ) R$ 1090,00
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35
Le ia a tirin h a e o texto a s e g u ir.
36
De a c o rd o c o m a h ip ó te s e h e te ro tró fic a , o p rim e iro
s e r vivo d o p la n e ta Te rra o b tin h a e n e rg ia p a ra s e u
m e ta b o lis m o p o r m e io d e u m p ro c e s s o a d e q u a d o à s
c o n d iç õ e s exis te n te s n a a tm o s fe ra p rim itiva .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
a s e q u ê n c ia o rd e n a d a d o s p ro c e s s o s e n e rg é tic o s ,
d e s d e o s u rg im e n to d o p rim e iro s e r vivo d o p la n e ta .
a ) Fotos s ínte s e , re s pira çã o a e róbia e fe rme nta çã o.
b) Re s pira çã o a e róbia , fe rme nta çã o e fotos s ínte s e .
c) Re s pira çã o a e róbia , fotos s ínte s e e fe rme nta çã o.
d) Fe rme nta çã o, fotos s ínte s e e re s pira çã o a e róbia .
e ) Fe rne nta çã o, re s pira çã o a e róbia e fotos s ínte s e .
37
Le ia o texto a s e g u ir.
(Dis poníve l e m: <www.ums a ba doqua lque r.com/ca te gory/da rwin/>.
Ace s s o e m: 27 jun. 2014.)
Ante s do s é culo XVIII, a s e s pe cula çõe s s obre
a orige m da s e s pé cie s ba s e ava m-s e e m mitologia e s upe rstiçõe s e nã o e m a lgo s e me lha nte
a uma te oria cie ntífica te s tá ve l. Os mitos de
cria çã o postulava m que o mundo pe rma ne ce ra
consta nte a pós s ua cria çã o. No e nta nto, a lguma s pe s s oa s propus e ra m a ide ia de que a na ture za tinha uma longa história de muda nça s
consta nte s e irreve rs íve is .
(Ada pta do de : HICKMAN, C. P.; ROBERTS , L.; LARS ON,
A. P rincípios Inte gra dos de Zoologia . Rio de J a ne iro: Gua na ba ra Kooga n, 2001. p.99.)
De a c o rd o c o m a ilu s tra ç ã o , o texto e o s c o n h e c im e n to s s o b re a s te o ria s d e fa to re s evo lu tivo s , a s s in a le a
a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) A va ria bilida de ge né tica que s urge e m ca da ge ra çã o
s ofre a s e le çã o na tura l, confe rindo ma ior a da pta çã o à
e s pé cie .
b) A va ria bilida de ge né tica é de corre nte da s muta çõe s
cromos s ômica s e inde pe nde da s re combina çõe s cromos s ômica s .
c) A a da pta çã o a lte ra a fre quê ncia a lé lica da muta çã o,
re s ulta ndo na s e le çã o na tura l e m uma popula çã o.
Pa ra muitos filós ofos na tura is gre gos , toda s
a s s ubs tâ ncia s infla máve is continha m e m s i o
e le me nto fogo, que e ra cons ide ra do um dos
qua tro e le me ntos funda me nta is . S é culos ma is
ta rde , Ge orge S ta hl a mpliou os e s tudos s obre
combustã o com a te oria do flogís tico, s e gundo
a qua l a combustã o ocorria com ce rtos ma te ria is porque e ste s pos s uía m um “e le me nto” ou
um princípio comum infla má ve l que e ra libe ra do no mome nto da que ima . Porta nto, s e a lgum ma te ria l nã o que ima s s e , e ra porque nã o
te ria flogístico e m s ua compos içã o. Uma dificulda de cons ide ráve l e ncontra da pe la te oria
do flogís tico e ra a de explica r o a ume nto de
ma s s a dos me ta is a pós a combus tã o, e m s is te ma a be rto. La vois ie r critica a te oria do flogís tico e , a pós s e us e studos , conciliou a de s cobe rta a cide nta l do oxigê nio fe ita por J os e ph
P rie stley, com s e us e s tudos , che ga ndo à conclus ã o de que o e le me nto pa rticipa nte da combus tã o e s tava ne s s e compone nte da a tmos fe ra (o a r e m s i) junta me nte com o ma te ria l, e
nã o e m uma e s s ê ncia que todos os ma te ria is
continha m.
(Ada pta do de : STRATHERN, P. O P rincípio da Combus tã o. In: STRATHERN, P. O S onho de Me nde le iev. Rio de
J a ne iro: J orge Za ha r, 2002. p.175-193.)
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re c o m b u s tã o , a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) De a cordo com a Le i de Lavois ie r, a o que ima r uma
pa lha de a ço, e m um s is te ma fe cha do, a ma s s a do
s is te ma irá a ume nta r.
d) A a da pta çã o é de corre nte de um proce s s o de flutua çã o na fre quê ncia a lé lica a o a ca s o de uma ge ra çã o
pa ra a s s e guinte s .
b) Ao que ima r uma folha de pa pe l e m uma ca ixa a be rta ,
a ma s sa da folha de pa pe l diminui, porque os produtos
da combus tã o s ã o ga s os os e s e dis pe rs a m na a tmos fe ra .
e ) A a da pta çã o é o re s ulta do da ca pa cida de de os indivíduos de uma me s ma popula çã o pos s uíre m a s me s ma s ca ra cte rís tica s pa ra de ixa r de s ce nde nte s .
c) Ao que ima r uma ve la s obre uma ba nca da de la bora tório, a ma s s a da ve la s e ma nte rá cons ta nte , pois houve
a pe na s uma muda nça de e s ta do fís ico.
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d) Cons ide re que , e m um s is te ma fe cha do, 32,7 g de
zinco e m pó re a ge m com 4 g de gá s oxigê nio, forma ndo 40,7 g de óxido de zinco (ZnO).
e ) Na combus tã o do ca rvã o, e m um s is te ma fe cha do,
1 mol de C ( s) re a ge com 1 mol de oxigê nio forma ndo
2 mols de dióxido de ca rbono (CO 2 ).
38
Alé m d o flo g ís tic o , o u tro c o n c e ito q u e s u rg e n a o rig e m d a c o m p re e n s ã o d a te rm o d in â m ic a é o c a ló ric o , flu id o e lá s tic o q u e p e rm e a ria to d a s a s s u b s tâ n c ia s e s e m ove ria d e u m c o rp o a o u tro a tra vé s d e p ro c e s s o s d e a tra ç ã o e re p u ls ã o . Co n d e
Ru m fo rd , a o e s tu d a r a p e rfu ra ç ã o d e c a n h õ e s s o b
a á g u a , c o n c lu iu q u e a p a re n te m e n te h ave ria c a ló ric o ilim ita d o s e n d o exp e lid o d o s b lo c o s m e tá lic o s a o
lo n g o d o p ro c e s s o d e u s in a g e m , fa to q u e c o n tra ria a
p re m is s a d e q u e ta l s u b s tâ n c ia n ã o p o d e ria s e r c ria d a , s o m e n te c o n s e rva d a . Ta is o b s e rva ç õ e s in ic ia ra m
a d e rro c a d a d o c o n c e ito d e c a ló ric o .
De a c o rd o c o m a Fís ic a a tu a l, é c o rre to a firm a r q u e o
fe n ô m e n o o b s e rva d o p o r Ru m fo rd d iz re s p e ito à
40
Na m o lé c u la d o Me ta n o (CH4 ), o á to m o d e c a rb o n o
o c u p a o c e n tro d e u m te tra e d ro re g u la r e m c u jo s vé rtic e s e s tã o o s á to m o s d e h id ro g ê n io .
Co n s id e ra n d o q u e a s a re s ta s ℓ d o te tra√e d ro re g u la r
m e d e m 6 c m e q u e a a ltu ra m e d e h = 13 ℓ 6, a s s in a le
a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , o vo lu m e
d e s s e te tra e d ro .
√
a ) 03 3 cm 3
√
a ) combus tã o da s molé cula s da á gua .
b) 18 2 cm 3
b) combus tã o dos blocos de me ta l.
c) 18 3 cm 3
c) conve rs ã o de flogís tico e m ca lórico.
d) 36 2 cm 3
d) conve rs ã o de e ne rgia ciné tica e m ca lor.
e ) 54 2 cm 3
√
√
√
e ) troca de ca lor e ntre a á gua e o me ta l.
39
P o r m e io d a c o m b u s tã o , é p o s s íve l d e te rm in a r a fó rm u la m o le c u la r d e u m a s u b s tâ n c ia q u ím ic a , o q u e
é c o n s id e ra d o u m d o s g ra n d e s ava n ç o s d a q u ím ic a
m o d e rn a . Ma is d e 80 m ilh õ e s d e s u b s tâ n c ia s já fo ra m re g is tra d a s , s e n d o a m a io ria s u b s tâ n c ia s o rg â n ic a s , o q u e é exp lic a d o p e la c a p a c id a d e d o á to m o d e
c a rb o n o d e s e lig a r a q u a s e to d o s o s e le m e n to s . Em
u m exp e rim e n to d e c o m b u s tã o , u m c o m p o s to o rg â n ic o é q u e im a d o e o s p ro d u to s fo rm a d o s , CO 2 e H2 O
lib e ra d o s , s ã o c o le ta d o s e m d is p o s itivo s a b s o rve n te s . Co n s id e re q u e a q u e im a d e 14,7 g d e u m c o m p o s to o rg â n ic o (C x Hy ) g a s o s o p u ro q u e o c u p a 8 L
a 1 a tm e 300 K c o m c o m p o rta m e n to id e a l p ro d u za
a p roxim a d a m e n te 24 g d e H2 O e 44 g d e CO 2 .
(Da d o : R = 0,08 a tm L/K)
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a
fó rm u la m o le c u la r d e s s e c o m p o s to o rg â n ic o .
a ) C 2 H4
41
Um d o s m a io re s p ro b le m a s d o h o m e m , d e s d e o s te m p o s p ré -h is tó ric o s , é e n c o n tra r u m a m a n e ira d e o b te r
e n e rg ia p a ra a q u e c ê -lo n o s rig o re s d o inve rn o , a c io n a r e d e s e nvo lve r s e u s a rte fa to s , tra n s p o rtá -lo d e u m
c a n to a o u tro e p a ra a m a n u te n ç ã o d e s u a vid a e la ze r.
A re a ç ã o d e c o m b u s tã o é u m a m a n e ira s im p le s d e s e
o b te r e n e rg ia n a fo rm a d e c a lo r. S o b re a o b te n ç ã o d e
c a lo r, c o n s id e re a s e q u a ç õ e s a s e g u ir.
C ( gr af i t e) + O 2( g) → CO 2( g)
H2 O ( ℓ ) → H2( g) +
C ( gr af i t e) + 2H2( g) → CH4( g)
∆ H = + 68,3 kca l
∆ H = − 17,9 kca l
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , o
va lo r d o c a lo r d e c o m b u s tã o (∆ H) d o m e ta n o (CH4 )
n a e q u a ç ã o a s e g u ir.
CH4( g) + 2O 2( g) → CO 2( g) + 2H2 O ( ℓ )
b) C 2 H6
a ) − 212,8 kca l
c) C 3 H6
b) − 144,5 kca l
d) C 3 H8
c) − 043,7 kca l
e ) C 4 H8
d) + 144,5 kca l
e ) + 212,8 kca l
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1
2 O 2( g)
∆ H = − 94,1 kca l
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42
An a lis e a fig u ra a s e g u ir.
43
Le ia o texto a s e g u ir.
É pois ma nife s to que a ciê ncia a a dquirir é a
da s ca us a s prime ira s (pois dize mos que conhe ce mos ca da cois a s ome nte qua ndo julga mos conhe ce r a s ua prime ira ca us a ); ora ,
ca us a diz-s e e m qua tro s e ntidos : no prime iro,
e nte nde mos por ca us a a s ubs tâ ncia e a e s s ê ncia (o “porquê ” re conduz-s e pois à noçã o
última , e o prime iro “porquê ” é ca us a e princípio); a s e gunda ca us a é a ma té ria e o s uje ito;
a te rce ira é a de onde ve m o início do movime nto; a qua rta ca us a , que s e opõe à pre ce de nte , é o “fim pa ra que ” e o be m (porque e s te
é , com e fe ito, o fim de toda a ge ra çã o e movime nto).
(A Cria çã o do Home m. Ca pe la S is tina . Miche lâ nge lo Buona rroti –
Va tica no 1508-1512.)
Os fis io lo g is ta s Ba rre to e Olive ira (2004) id e n tific a m ,
n a o b ra Criação d e Mic h e lâ n g e lo , o c o n to rn o d o fo rm a to d o c é re b ro h u m a n o . O c é re b ro e a m e d u la e s p in h a l s ã o c e n tro s n e rvo s o s .
(Ada pta do de : ARISTÓTELES . Me ta fís ica .
Tra d.
de
Vince nzo Cocco. S ã o Pa ulo: Abril S . A. Cultura l, 1984.
(BARRETO, G.; OLIVEIRA, M. G. A Arte Secreta de Michelângelo.
p.16. (Cole çã o Os Pe ns a dore s .))
S ã o P a u lo : ARX, 2004.)
Co n s id e ra n d o a o rig e m d o im p u ls o n e rvo s o n o
a rc o -re flexo , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta ,
c o rre ta m e n te , o p e rc u rs o d a c o n d u ç ã o n o s n e u rô n io s s e n s o ria l e m o to r.
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o
te m a , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e in d ic a , c o rre ta m e n te ,
a o rd e m e m q u e Aris tó te le s a p re s e n to u a s c a u s a s p rim e ira s .
a ) No ne urônio s e ns oria l, o e s tímulo s e propa ga na dire çã o do a xônio pa ra o corpo ce lula r e de s te pa ra o
de ndrito, do me s mo modo que no ne urônio motor.
a ) Ca us a fina l, ca us a e ficie nte , ca us a ma te ria l e ca us a
forma l.
b) Ca us a forma l, ca us a ma te ria l, ca us a fina l e ca us a e ficie nte .
b) No ne urônio s e ns oria l, o e s tímulo s e propa ga na dire çã o do a xônio pa ra o corpo ce lula r e de s te pa ra o
de ndrito, s e ndo o inve rs o no ne urônio motor.
c) Ca us a forma l, ca us a ma te ria l, ca us a e ficie nte e ca us a
fina l.
c) No ne urônio s e ns oria l, o e s tímulo s e propa ga na dire çã o do de ndrito pa ra o a xônio e de s te pa ra o corpo
ce lula r, s e ndo o inve rs o no ne urônio motor.
d) No ne urônio s e ns oria l, o e s tímulo s e propa ga na dire çã o do de ndrito pa ra o corpo ce lula r e de s te pa ra o
a xônio, s e ndo o inve rs o no ne urônio motor.
e ) No ne urônio s e ns oria l, o e s tímulo s e propa ga na dire çã o do de ndrito pa ra o corpo ce lula r e de s te pa ra o
a xônio, do me s mo modo que no ne urônio motor.
R
A
S
C
U
N
H
O
d) Ca us a ma te ria l, ca us a forma l, ca us a e ficie nte e ca us a
fina l.
e ) Ca us a ma te ria l, ca us a forma l, ca us a fina l e ca us a e ficie nte .
Le ia o texto III a s e g u ir e re s p o n d a à s q u e s tõ e s 44 e 45.
Texto III
Na s orige ns do e studo s obre o movime nto, o filós ofo gre go
Aristóte le s (384/383-322 a .C.) dizia que tudo o que havia no
mundo pe rte ncia a o s e u luga r na tura l. De a cordo com e s s e
mode lo, a te rra a pre s e nta -s e e m s e u luga r na tura l a ba ixo da
á gua , a á gua a ba ixo do a r, e o a r, por s ua ve z, a ba ixo do fogo,
e a cima de tudo um loca l pe rfe ito constituído pe lo ma nto de
e s tre la s , pe la Lua , pe lo S ol e pe los de ma is pla ne ta s . De s s a
forma , o mode lo a ristoté lico explicava o motivo pe lo qua l a
cha ma da ve la te nta e s ca pa r do pavio, pa ra cima , a a re ia ca i
de nos s a s mã os a o chã o, e o rio corre pa ra o ma r, que s e
e ncontra a cima da te rra . A me câ nica a ristoté lica ta mbé m de fe ndia que um corpo de ma ior qua ntida de de ma s s a ca i ma is
rá pido que um corpo de me nor ma s s a , conhe cime nto que
foi contra ria do s é culos de pois , principa lme nte pe los e studos
re a liza dos por Ga lile u, Ke ple r e Ne wton.
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44
Co m o ava n ç o d o c o n h e c im e n to c ie n tífic o a c e rc a
d a q u e d a livre d o s c o rp o s , a s s in a le a a lte rn a tiva
q u e in d ic a , c o rre ta m e n te , o g rá fic o d e d e s lo c a m e n to
versus te m p o q u e m e lh o r re p re s e n ta e s s e m ovim e n to e m re g iõ e s o n d e a re s is tê n c ia d o a r é d e s p re zíve l.
46
Le ia o texto a s e g u ir.
Origina lme nte os da dos e ra m fe itos de os s o,
ma rfim ou a rgila . Há evidê ncia s da existê ncia
de le s no Pa quistã o, Afe ga nistã o e noroe ste da
Índia , da ta ndo de 3500 a .C. Os da dos cúbicos
de a rgila continha m de 1 a 6 pontos , dis postos
de ta l ma ne ira que a s oma dos pontos de ca da
pa r de fa ce s opos ta s é s e te .
(Ada pta do de : Mus e u Arque ológico do Re d Fort. De lhi,
India .)
a)
Atu a lm e n te , a lé m d o s d a d o s e m fo rm a d e c u b o (h e xa e d ro ), e n c o n tra m -s e d a d o s e m vá rio s fo rm a to s , in c lu s ive e s fé ric o s , c o m o m o s tra m a s fig u ra s a s e g u ir.
b)
Ap e s a r d o fo rm a to e s fé ric o , a o s e r la n ç a d o , o d a d o
m o s tra p o n to s d e u m a s e is , c o m o s e fo s s e u m d a d o
c ú b ic o . Is s o a c o n te c e p o rq u e n o in te rio r d a e s fe ra
exis te u m a c avid a d e e m fo rm a d e o c ta e d ro , n a q u a l
exis te u m p e s o (u m c h u m b in h o ) q u e s e a lo ja e m u m
d o s vé rtic e s d o o c ta e d ro .
c)
d)
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
a p ro p rie d a d e d o s p o lie d ro s re g u la re s q u e ju s tific a
o fa to d e a c avid a d e n o in te rio r d a e s fe ra s e r o c ta é d ric a .
e)
45
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re c o s m o g o n ia , é c o rre to a firm a r q u e a c o n c e p ç ã o a ris to té lic a a p re s e n ta u m u n ive rs o
a ) a cê ntrico.
a ) O núme ro de vé rtice s do octa e dro é igua l a o núme ro
de fa ce s do hexa e dro.
b) O núme ro de vé rtice s do octa e dro é dife re nte do núme ro de fa ce s do hexa e dro.
c) O núme ro de a re s ta s do octa e dro é igua l a o núme ro
de a re sta s do hexa e dro.
d) O núme ro de fa ce s do octa e dro é igua l a o núme ro de
vé rtice s do hexa e dro.
b) finito.
c) infinito.
e ) O núme ro de fa ce s do octa e dro é dife re nte do núme ro
de vé rtice s do hexa e dro.
d) he liocê ntrico.
e ) policê ntrico.
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Le ia o texto a s e g u ir.
49
Le ia o texto a s e g u ir.
Monte s Cla ros (MG) re gis trou uma s e quê ncia
de tre more s nos últimos trê s a nos . O ma is
forte de le s – de 4,2 de ma gnitude na e s ca la
Richte r, ocorrido e m 19 de ma io de 2012 – motivou a ins ta la çã o de e sta çõe s s is mográ fica s
na Unive rs ida de de Bra s ília (UnB) e na Unive rs ida de de S ã o Pa ulo (US P ), que pa s s a ra m
a monitora r os fe nôme nos e m pa rce ria com
a Unive rs ida de Esta dua l de Monte s Cla ros
(Unimonte s ).
(Ada pta do de : <http://s e lmawe bs ite .blogs pot.com.br/2014/
04/a ba los -s is micos -e m-mina s -ge ra is .html>.
Ace s s o e m:
30 a br. 2014.)
Co n s id e ra n d o q u e o Bra s il e n c o n tra -s e n a p la c a
te c tô n ic a S u l-Am e ric a n a , a s s in a le a a lte rn a tiva q u e
a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , o q u e g e ro u o a b a lo s ís m ic o n o e s ta d o d e Min a s Ge ra is , e m a b ril d e 2014.
A a tivida de óptica foi um misté rio funda me nta l da ma té ria dura nte a ma ior pa rte do s é culo
XIX. O fís ico fra ncê s , J e a n Ba ptist Biot, e m
1815, de s cobriu que ce rtos mine ra is e ra m optica me nte a tivos , ou s e ja , de s viava m o pla no
de luz pola riza da . Em 1848, Louis Pa ste ur
foi a lé m e , us a ndo um pola ríme tro, pe rce be u
que o fe nôme no e s tá a s s ocia do à pre s e nça de
dois tipos de s ubstâ ncia s optica me nte a tiva s :
a s dextrógira s (de s vio do pla no de luz pa ra a
dire ita ) e a s levógira s (de s vio do pla no de luz
pa ra a e s que rda ). As obs e rva çõe s de Pa ste ur
come ça ra m a s e cone cta r com outra s a nte riore s , como a s de S che lle que , e m 1770, is olou
o á cido lá tico (Figura 4) optica me nte ina tivo do
le ite fe rme nta do e Be rze lius que , e m 1807, is olou a me s ma s ubstâ ncia de mús culos , poré m
com a tivida de óptica .
a ) As a comoda çõe s da fa lha ge ológica , de a proxima da me nte 3 km de exte ns ã o.
(Ada pta do de : GREENBERD, A. Uma Breve His tória da
b) A colis ã o da pla ca de Na zca com a pla ca S ul-Ame rica na .
Tra d. de He nrique Eis i Toma , Pa ola Corio e Viktoria Kla ra
c) O cons ta nte choque e ntre a s pla ca s S ul-Ame rica na e
Africa na .
d) Os s e ntidos dive rge nte s
-Ame rica na e de Na zca .
e ntre
as
pla ca s
Química da Alquimia à s Ciê ncia s Mole cula re s Mode rna s .
La ka tos Os ório. S ã o Pa ulo: Edga rd Blüche r Ltda ., 2009.
p.297-299.)
S ul-
e ) Os s e ntidos conve rge nte s da s fa lha s ge ológica s que
limita m a s pla ca s S ul-Ame rica na e Africa na .
48
A d is tâ n c ia e n tre a s c id a d e s m in e ira s d e Be lo Ho rizo n te e Mo n te s Cla ro s , e m u m m a p a re p re s e n ta d o e m
e s c a la 1:7000000, é d e 6,5 c m .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , a
d is tâ n c ia re a l e n tre e s s a s d u a s c id a d e s .
a ) 045,5 km
Figura 4: Fórmula e s trutura l do á cido lá tico.
Co m b a s e n o texto e n o s c o n h e c im e n to s s o b re is o m e ria ó p tic a , a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) Os is ôme ros ópticos do á cido lá tico pos s ue m proprie da de s fís ico-química s dife re nte s , como pontos de fus ã o e e buliçã o.
b) 092,8 km
c) 107,0 km
d) 455,0 km
b) O á cido lá tico is ola do do mús culo por Be rze lius e ra
optica me nte a tivo porque pos s uía pla no de s ime tria .
e ) 928,0 km
c) O á cido lá tico pos s ui dois ca rbonos quira is e dois is ôme ros ópticos que s ã o dia s te rois ôme ros .
d) O á cido lá tico, do le ite fe rme nta do, is ola do por
S che lle , pode forma r a té dua s mis tura s ra cê mica s .
R A S
C U N
H O
e ) O á cido lá tico, do le ite fe rme nta do, is ola do por
S che lle , tinha os dois e na ntiôme ros e m qua ntida de s
igua is , a mis tura ra cê mica .
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As s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
50
Le ia o s texto s a s e g u ir.
a ) S ome nte a s a firma tiva s I e II s ã o corre ta s .
b) S ome nte a s a firma tiva s I e IV s ã o corre ta s .
S im be m prime iro na s ce u Ca os , de pois
ta mbé m Te rra de a mplo s e io, de todos s e de
irre s va láve l s e mpre .
c) S ome nte a s a firma tiva s III e IV s ã o corre ta s .
d) S ome nte a s a firma tiva s I, II e III s ã o corre ta s .
e ) S ome nte a s a firma tiva s II, III e IV s ã o corre ta s .
(HES ÍODO. Te ogonia : a orige m dos de us e s . 3.e d. Tra d.
de J a a Torra no. S ã o Pa ulo: Iluminura s , 1995. p.91.)
51
Ob s e rve a im a g e m e le ia o texto a s e g u ir.
S e gundo a mitologia ioruba , no início dos te mpos havia dois mundos : Orum, e s pa ço s a gra do dos orixá s , e Aiyê , que s e ria dos home ns , fe ito a pe na s de ca os e á gua . Por orde m
de Olorum, o de us s upre mo, o orixá Oduduá
ve io à Te rra tra ze ndo uma ca ba ça com ingre die nte s e s pe cia is , e ntre e le s a te rra e s cura que
joga ria s obre o oce a no pa ra ga ra ntir mora da e
s uste nto a os home ns.
(A Cria çã o do Mundo.
S upe rInte re s s a nte .
jul.
2008.
No come ço do te mpo, tudo e ra ca os , e e s te
ca os tinha a forma de um ovo de ga linha . De ntro do ovo e stava m Yin e Ya ng, a s dua s força s
oposta s que compõe m o unive rs o. Yin e Ya ng
s ã o e s curidã o e luz, fe minino e ma s culino, frio
e ca lor, s e co e molha do.
Pa ra P ica s s o: “A pintura nã o é fe ita pa ra de cora r a pa rta me ntos . É um ins trume nto de gue rra
pa ra a ta que e de fe s a contra o inimigo.” O
inimigo é o home m que explora s e us s e me lha nte s por e goís mo e lucro. Gue rnica foi pinta da com pa ixã o e convicçã o. O a rtis ta us a
s ímbolos a rque típicos (o touro, o ca va lo, a figura s us te nta ndo a o a lto uma luz) cria ndo uma
obra a le górica .
(P HILIP, N. O Livro Ilus tra do dos Mitos : contos e le nda s
(Ada pta do de : WARNCKE, C. P. W. Ingo Pa blo P ica s s o.
do mundo. Ilus tra do por Nile s h Mis try. Tra d. de Fe lipe
China Ta s che n, 2007. p.387-401.)
Dis poníve l e m: <http://s upe r.a bril.com.br/re ligia o/cria ca omundo-447670.s htm>. Ace s s o e m: 1 a br. 2014.)
Lindos o. S ã o Pa ulo: Ma rco Ze ro, 1996. p.22.)
Co m b a s e n o s texto s e n o s c o n h e c im e n to s s o b re a
p a s s a g e m d o m ito p a ra o lo g o s n a filo s o fia , c o n s id e re a s a firm a tiva s a s e g u ir.
I. As d ive rs a s n a rra tiva s m ític a s d a o rig e m d o
m u n d o , d o s s e re s e d a s c o is a s s ã o g e n e a lo g ia s
q u e c o n c e b e m o n a s c im e n to o rd e n a d o d o s s e re s ; s ã o d is c u rs o s q u e b u s c a m o p rin c íp io q u e
c a u s a e o rd e n a tu d o q u e exis te .
II. Os m ito s re p re s e n ta m u m re la to d e a lg o fa b u lo s o q u e a firm a m te r o c o rrid o e m u m p a s s a d o
re m o to e im p re c is o , e m g e ra l g ra n d e s fe ito s
a p re s e n ta d o s c o m o fu n d a m e n to e c o m e ç o d a
h is tó ria d e d a d a c o m u n id a d e .
Co m b a s e n a im a g e m , n o texto e n o s c o n h e c im e n to s
s o b re a o b ra Guernica d e P a b lo P ic a s s o , c o n s id e re
a s a firm a tiva s a s e g u ir.
I. A o rig e m d e Guernica re s trin g e -s e a o s e s tu d o s
q u e P ic a s s o re a lizo u d a s o b ra s d e Goya e Ve lá s q u e z, n ã o te n d o q u a lq u e r re la ç ã o d ire ta c o m a
d e s tru iç ã o d a c id a d e b a s c a p e lo s b o m b a rd e io s
a le m ã e s .
II. A exp e riê n c ia d a g u e rra fo i in te rp re ta d a p o r P ic a s s o p o r u m m e io d e exp re s s ã o im a g é tic o , e m
q u e , p e la lin g u a g e m d a p in tu ra , o a rtis ta a b o rd a
o s o frim e n to h u m a n o . O a c o n te c im e n to c o n d u ziu à c ria ç ã o d e u m a o b ra q u e s e m a n teve p re s e n te n a c o n s c iê n c ia c o le tiva d o s é c u lo XX.
III. P a ra P la tã o , a n a rra tiva m ito ló g ic a fo i c o n s id e ra d a , e m c e rta m e d id a , u m m o d o d e exp re s s a r
d e te rm in a d a s ve rd a d e s q u e fo g e m a o ra c io c ín io ,
s e n d o , c o m fre q u ê n c ia , a lg o m a is d o q u e u m a
o p in iã o p rováve l a o exp rim ir o vir-a -s e r.
III. P ic a s s o u s o u e le m e n to s d a exp re s s ivid a d e ,
a travé s d e s u a p ró p ria lin g u a g e m fo rm a l, c o m
m o tivo s e e s q u e m a s p ic tó ric o s u n ive rs a is , d ifu n d id o s p o r u m a tra d iç ã o . A c o m p o s iç ã o e m
trê s p a rte s b a s e ia -s e n o tríptic o , fo rm a c lá s s ic a
d o re tá b u lo c ris tã o .
IV. Qu a n d o to m a d o c o m o u m re la to a le g ó ric o , o
m ito é re d u zid o a u m c o n to fic tíc io d e s p rovid o
d e q u a lq u e r c o rre s p o n d ê n c ia c o m a lg u m tip o d e
a c o n te c im e n to , e m q u e in exis te re la ç ã o e n tre o
re a l e o n a rra d o .
IV. Guernica d ia lo g a c o m o u tra o b ra d e P ic a s s o , a
s é rie d e á g u a s -fo rte s in titu la d a Sonhos e Mentiras de Franco, e m q u e s ã o in tro d u zid a s fig u ra s
s a íd a s d o re p e rtó rio d e Guernica, q u e re p re s e n ta m o s s o frim e n to s d a s vítim a s d a g u e rra c ivil.
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As s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
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S o b re vio lê n c ia e c rim in a lid a d e n o Bra s il, a s s in a le a
a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) S ome nte a s a firma tiva s I e II s ã o corre ta s .
b) S ome nte a s a firma tiva s I e IV s ã o corre ta s .
a ) As política s re pre s s iva s contra o crime orga niza do s ã o
s uficie nte s pa ra e rra dica r a violê ncia e a ins e gura nça
na s cida de s .
c) S ome nte a s a firma tiva s III e IV s ã o corre ta s .
d) S ome nte a s a firma tiva s I, II, III s ã o corre ta s .
e ) S ome nte a s a firma tiva s II, III e IV s ã o corre ta s .
b) As a lta s ta xa s de violê ncia e de homicídios contra jove ns e m s itua çã o de pobre za tê m s ido re ve rtida s com
a e ficá cia do s is te ma pris iona l.
Le ia o texto IV a s e g u ir e re s p o n d a à s q u e s tõ e s 52 e 53.
Texto IV
O de s e nvolvime nto da civiliza çã o e de s e us modos de produçã o fe z a ume nta r o pode r bé lico e ntre os home ns , ge ne ra liza ndo no pla ne ta a a titude de pe rma ne nte violê ncia . No
mundo conte mporâ ne o, a forma çã o dos Es ta dos na ciona is
fe z dos exé rcitos ins tituiçõe s de de fe s a de fronte ira s e fa tor
e stra té gico de pe rma ne nte dis puta e ntre na çõe s . Nos a rma me ntos milita re s s e conce ntra o gra nde pote ncia l de de s truiçã o da huma nida de . Ca da Esta do, e m nome da a utode fe s a e
dos inte re s s e s do cida dã o comum, de s e nvolve me ca nis mos
de controle ca da ve z ma is pote nte s e os te ns ivos . O us o da
força pe lo Es ta do tra ns forma -s e e m re curs o cotidia na me nte
utiliza do no comba te à violê ncia e à crimina lida de .
(Ada pta do de : COSTA, C. S ociologia : introduçã o à ciê ncia da s ocie da de .
S ã o Pa ulo: Mode rna , 1997. p.283-285.)
52
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
a c o n c e p ç ã o s o c io ló g ic a we b e ria n a s o b re o u s o d a
fo rç a p e lo Es ta d o c o n te m p o râ n e o .
c) As de s igua lda de s e a s s ime tria s na s re la çõe s s ocia is ,
a dis crimina çã o e o ra cis mo s ã o fa tore s que a ce ntua m
a violê ncia no Bra s il.
d) A violê ncia urba na conte mporâ ne a é re s ulta do dos
choque s e ntre dife re nte s civiliza çõe s que s e ma nife s ta m na s me trópole s bra s ile ira s .
e ) O rigor punitivo da s a gê ncia s oficia is no comba te à crimina lida de impe de o s urgime nto de jus tice iros e milícia s .
54
O e s ta d o d o P a ra n á é c o n s titu íd o p o r trê s P la n a lto s ,
q u e s e a p re s e n ta m c o m o típ ic a p a is a g e m d e d e g ra u s
e s tru tu ra is o u e s c a rp a s d e e s tra to s .
Co m b a s e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o s P la n a lto s p a ra n a e n s e s , a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
a ) O P rime iro P la na lto é forma do pe los ca mpos de Curitiba e Ca s tro e divide -s e e m trê s re giõe s : P la na lto de
Curitiba , Re giã o Açungui e P la na lto Ma ra ca nã .
a ) A força milita r conte mporâ ne a , por s e u pode r de
pe rs ua s ã o e a tributos pe rs ona lís ticos , é um a ge nte
exe mpla r do tipo de domina çã o ca ris má tica .
b) O P rime iro P la na lto é forma do pe los ca mpos de Ca mba rá e Igua çu, onde s e e ncontra m os principa is be ns
mine ra is e ne rgé ticos , como ca rvã o mine ra l, urâ nio e
xis to pirobe tuminos o.
b) Na s ocie da de conte mporâ ne a , o pode r compa rtilha do
e ntre cida dã os e Es ta do, pa ra o us o da força , de fine a
domina çã o le gítima do tipo ra ciona l-le ga l.
c) O S e gundo P la na lto, forma do pe los ca mpos de Pa lma s , é a re giã o onde s e loca liza m os mine ra is me tá licos , como ouro e pra ta .
c) O Es ta do conte mporâ ne o ca ra cte riza -s e pe la fra gme nta çã o do pode r de força , conforme o tipo ide a l de
domina çã o ca ris má tica , a exe mplo do pa tria rca .
d) O S e gundo P la na lto re pre s e nta o pla no de de clive que
forma a e ncos ta S e rra Ge ra l do Pa ra ná , de nomina da
de e s ca rpa me s ozoica .
d) O Es ta do conte mporâ ne o de fine -s e pe lo dire ito de
monopólio do us o da força , ba s e a do na domina çã o
le gítima do tipo ra ciona l-le ga l.
e ) O Te rce iro P la na lto, forma do pe los ca mpos Ge ra is e
pe lo Aquífe ro Ca rs te , a pre s e nta vá ria s que da s d’á gua ,
como S a lto S ã o Fra ncis co.
e ) O tipo ide a l de domina çã o tra diciona l é exe rcido com
ba s e na le gitimida de e na le ga lida de do pode r de us o
de mocrá tico da força pe lo Es ta do conte mporâ ne o.
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O s e r h u m a n o , n o d e c o rre r d e s e u p ro c e s s o h is tó ric o , d e s e nvo lve u n o ç õ e s d e ju s tiç a e m d e trim e n to
d a p rá tic a d a vin g a n ç a . O p rim e iro c ó d ig o d e le is ,
d e n o m in a d o d e Có d ig o d e Ha m u ra b i, p o u c o ro m p ia
c o m a va lo riza ç ã o d a vin g a n ç a , m a n te n d o o p rin c íp io
d a Le i d e Ta liã o exp re s s o n a m á xim a “Olh o p o r o lh o ,
d e n te p o r d e n te ”.
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te , o
p ovo q u e e la b o ro u n a a n tig u id a d e o re fe rid o c ó d ig o
e e m q u e tip o d e e s c rita e le fo i im p re s s o .
a ) As s írios – e s crita á ra be .
b) Ba bilônios – e s crita cune iforme .
57
Le ia o texto a s e g u ir.
A conquista do te mpo a travé s da me dida é cla ra me nte pe rce bida como um dos importa nte s
a s pe ctos do controle do Unive rs o pe lo home m.
De um modo nã o tã o ge ra l, obs e rva -s e como,
e m uma s ocie da de , a inte rve nçã o dos de te ntore s do pode r na me dida do te mpo é um e le me nto e s s e ncia l do s e u pode r: o ca le ndá rio
é um dos gra nde s e mble ma s e ins trume ntos
do pode r; por outro la do, a pe na s os de te ntore s
ca ris má ticos do pode r s ã o s e nhore s do ca le ndá rio: re is , pa dre s , revolucioná rios .
(LE GOFF, J . His tória e Me mória . Tra d. de Be rna rdo Le itã o
c) Me s opotâ mios – e s crita a lfa bé tica .
e t a l. 7.e d. Ca mpina s : Unica mp, 2013. p.442.)
d) Pe rs a s – e s crita fa rs i.
No p ro c e s s o h is tó ric o d a s s o c ie d a d e s h u m a n a s , o s
s e n h o re s d o p o d e r p ro c u ra m a m p lia r o s e u d o m ín io
s o c io e c o n ô m ic o vin c u la n d o -o a o te m p o c ro n o ló g ic o .
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta m e n te ,
u m exe m p lo d e a p ro p ria ç ã o d o te m p o a s s o c ia d o a
u m p o d e r q u e o rig in o u u m n ovo c a le n d á rio .
e ) S umé rios – e s crita hie roglífica .
56
Le ia o texto a s e g u ir.
As le is mora is junta me nte com s e us princípios
nã o s ó s e dis tingue m e s s e ncia lme nte , e m todo
o conhe cime nto prá tico, de tudo o ma is onde
ha ja um e le me nto e mpírico qua lque r, ma s toda
a Filos ofia mora l re pous a inte ira me nte s obre
a s ua pa rte pura e , a plica da a o home m, nã o
toma e mpre s ta do o mínimo que s e ja a o conhe cime nto do me s mo (Antropologia ).
a ) O Édito de Cons ta ntino impôs o ca le ndá rio jus tinia no
a todo o Ocide nte cris tã o modifica ndo a s da ta s de ce le bra çõe s re ligios a s .
b) A Re forma Ca lvinis ta produziu uma nova conta ge m de
te mpo pa ra a s ocie da de re fe re nte a o mundo s a gra do,
cons a gra ndo a e pope ia da libe rta çã o.
c) A Re voluçã o Chine s a criou um novo ca le ndá rio
a propria ndo-s e do controle da te mpora lida de no
ca mpo pe la s nova s té cnica s a grícola s de s e nvolvida s
por Ma o Ts e Tung.
(KANT, I. Funda me nta çã o da Me ta fís ica dos Cos tume s .
Tra d. de Guido A. de Alme ida . S ã o Pa ulo: Dis curs o Editoria l, 2009. p.73.)
Co m b a s e n o texto e n a q u e s tã o d a lib e rd a d e e a u to n o m ia e m Im m a n u e l Ka n t, a s s in a le a a lte rn a tiva c o rre ta .
d) A Re voluçã o Fra nce s a rompe u com o ca le ndá rio e m
vigor, a pa rtir da de pos içã o do re i pe la Conve nçã o
cria da pa ra formula r uma nova cons tituiçã o.
a ) A fonte da s a çõe s mora is pode s e r e ncontra da a travé s
da a ná lis e ps icológica da cons ciê ncia mora l, na qua l
s e pe s quis a ma is o que o home m é , do que o que e le
deve ria s e r.
e ) A Revoluçã o Ingle s a modificou o ca le ndá rio no qua l
s e re gulava a ba la nça come rcia l britâ nica com a s s ua s
colônia s , a primora ndo a conce ntra çã o do lucro.
b) O e le me nto de te rmina nte do ca rá te r mora l de uma
a çã o e s tá na inclina çã o da qua l s e origina , s e ndo a s
inclina çõe s s e re na s mora lme nte ma is pe rfe ita s do que
a s pa s s iona is .
c) O s e ntime nto é o e le me nto de te rmina nte pa ra a a çã o
mora l, e a ra zã o, por s ua ve z, s ome nte pode da r uma
dire çã o à pre s e nte inclina çã o, na me dida e m que forne ce o me io pa ra a lca nça r o que é de s e ja do.
d) O ponto de pa rtida dos juízos mora is e ncontra -s e nos
“propuls ore s” huma nos na tura is , os qua is s e dire ciona m a o be m próprio e a o be m do outro.
e ) O princípio s upre mo da mora lida de deve a s s e nta r-s e
na ra zã o prá tica pura , e a s le is mora is deve m s e r inde pe nde nte s de qua lque r condiçã o s ubje tiva da na ture za huma na .
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As o rig e n s d a Arte Mo d e rn a e s tã o re la c io n a d a s c o m
o tra b a lh o in ova d o r d e vá rio s a rtis ta s q u e a tu a ra m
a té o s é c u lo XIX. Po d e m -s e re la c io n a r a lg u n s p re c u rs o re s c o m o s m ovim e n to s d a Arte Mo d e rn a : Ma n e t
e o Im p re s s io n is m o , Va n Go g h e o Exp re s s io n is m o ,
Cé za n n e e o Cu b is m o , Ga u g u in e o Fovis m o e Bo s c h
e o S u rre a lis m o .
Co m b a s e n o s c o n h e c im e n to s s o b re o s a n te c e d e n te s d a Arte Mo d e rn a , re la c io n e a s o b ra s d o s a rtis ta s
m e n c io n a d o s c o m a s d o s re s p e c tivo s m ovim e n to s .
59
Le ia o s texto s a s e g u ir.
(Be ba coca cola , Dé cio P igna ta ri, 1957.)
Va i minha tris te za
E diz a e la que s e m e la nã o pode s e r
Diz-lhe numa pre ce
Que e la re gre s s e
Porque nã o pos s o ma is s ofre r
Che ga de s a uda de
A re a lida de é que s e m e la
Nã o há pa z
Nã o há be le za
É s ó tris te za e a me la ncolia
Que nã o s a i de mim
Nã o s a i de mim
Nã o s a i
(Che ga de S a uda de , Vinícius de Mora e s e Antônio Ca rlos
J obim, 1958.)
Es s a s p ro d u ç õ e s a rtís tic a s n a c io n a is , c ria d a s n a d é c a d a d e 1950, e s tã o a rtic u la d a s e m u m m o m e n to d a
vid a re p u b lic a n a b ra s ile ira d e n o m in a d o De s e nvo lvim e n tis m o .
Em re la ç ã o à s c a ra c te rís tic a s d e s s e p e río d o , a trib u a
V (ve rd a d e iro ) o u F (fa ls o ) à s a firm a tiva s a s e g u ir.
(
(
(
(
(
As s in a le a a lte rn a tiva q u e c o n té m a a s s o c ia ç ã o c o rre ta .
a ) I-A, II-C, III-E, IV-B, V-D.
As s in a le a a lte rn a tiva q u e c o n té m , d e c im a p a ra
b a ixo , a s e q u ê n c ia c o rre ta .
a)
b)
c)
d)
e)
b) I-A, II-D, III-B, IV-C, V-E.
c) I-C, II-B, III-A, IV-E, V-D.
d) I-C, II-D, III-E, IV-A, V-B.
e ) I-D, II-C, III-A, IV-B, V-E.
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) A b o s s a n ova e a p o e s ia c o n c re ta fo ra m re fe rê n c ia s c u ltu ra is d a é p o c a , tra n s fo rm a n d o -s e , p o s te rio rm e n te , e m p ro d u to s d e exp o rta ç ã o .
) O m ila g re e c o n ô m ic o im p u ls io n o u a in d ú s tria
s u c ro a lc o o le ira , o q u e c u lm in o u c o m a c ria ç ã o
d o P ROALCOOL.
) O m o d e rn is m o , re p re s e n ta d o p e la s o b ra s d e
Vila n ova Artig a s e Os c a r Nie m aye r, p re d o m in o u
n a lin g u a g e m a rq u ite tô n ic a d o p e río d o .
) Co m o slogan “50 a n o s e m 5”, o g ove rn o J K
c o n s o lid o u a in d u s tria liza ç ã o n a re g iã o No rte d o
p a ís .
) A c ria ç ã o d o INCRA p o s s ib ilito u u m a p o lític a d e
d is trib u iç ã o d e te rra s , c u lm in a n d o c o m m e lh o ria
n a s c o n d iç õ e s d e vid a d o s c a m p o n e s e s .
V, V, F, V, F.
V, V, F, F, V.
V, F, V, F, F.
F, V, F, V, F.
F, F, V, F, V.
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Le ia o texto a s e g u ir.
O Concre tis mo teve s ua orige m no Bra s il a pa rtir da I Bie na l de S ã o Pa ulo, e m 1951, qua ndo
fora m pre mia dos a rtista s bra s ile iros e e s tra nge iros que de s e nvolvia m pe s quis a s orie nta da s
na dire çã o da Arte Concre ta . Ma x Bill re ce be u
o 1º prê mio de e s cultura com a fa mos a Unida de Tripa rtida , uma e s cultura e m a ço inoxidáve l e strutura da no e s pa ço a tra vé s de uma
forma orgâ nica e dinâ mica . Lygia Cla rk e Hé lio Oiticica a s s umira m ra dica lme nte a ruptura
com a s lingua ge ns tra diciona is , inte gra ndo a
pa rticipa çã o do corpo na cons tituiçã o da obra ,
de s e nca de a ndo o movime nto ne oconcre to. Lygia Cla rk explorou a expe riê ncia tá til e Oiticica
explorou forma s e core s no e s pa ço e criou os
Ambie nte s e Pa ra ngolé s .
c)
(Ada pta do de : RIBEIRO, M. A. Ne ova ngua rda s : Be lo Horizonte a nos 60. Be lo Horizonte : Cia da s Arte s , 1997.
p.58-61.)
As s in a le a a lte rn a tiva q u e a p re s e n ta , c o rre ta e re s p e c tiva m e n te , a s o b ra s d e Ma x Bill, Lyg ia Cla rk e Hé lio Oitic ic a .
d)
a)
e)
b)
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