Resistência dos Materiais I Trabalho realizado por: Nelson Alves Nº: 2010904 João Andrade Nº: 2065205 Carlos Xavier Nº: 2055305 Resistência dos Materiais I Trabalho de Resistência dos Materiais 1. Máquinas: • Importância da normalização e acreditação; 2. Comportamento dos materiais; 3. Tracção do aço: • Introdução; • Diagrama típico; • Módulo de elasticidade; • Resiliência; • Tenacidade; • Materiais dúcteis e frágeis; • Endurecimento; 4. Cálculos; 5. Conclusão; 6. Bibliografia; -1- Resistência dos Materiais I 1 – Máquinas • Importância da normalização e acreditação A Normalização é a actividade destinada a estabelecer, face a problemas reais ou potenciais, disposições para utilização comum e repetida, tendo em vista a obtenção do grau óptimo de ordem, num determinado contexto. Consiste, em particular, na elaboração, publicação e promoção do emprego das Normas. A importância da Normalização pode ser constatada nas mais diversas actividades desenvolvidas, no dia-a-dia, por pessoas e instituições, podendo assinalar-se, a título de exemplo: • A utilização de formatos de papéis (em desenhos, impressos, etc.) normalizados internacionalmente (a norma original foi publicada pelo DIN, em 1922) permite reduzir os desperdícios na produção de papel, aumentar a produtividade das indústrias tipográfica e de papelaria, etc. • A existência de normas para a construção, instalação e funcionamento de aparelhos eléctricos industriais e domésticos é fundamental para segurança de pessoas e bens. • A utilização da designação ISO na caracterização da sensibilidade das películas, adoptada mundialmente, entre outras normas respeitantes ao material fotográfico, facilita muito a vida dos utilizadores. • A normalização dos contentores de mercadorias, ao nível internacional, permite a todos os elementos de uma cadeia de transportes – instalações portuárias e aeroportuárias, caminhos-de-ferro, redes rodoviárias e embalagem – uma integração eficaz. • A utilização mundial de elementos com roscas métricas ISO permitiu eliminar um importante obstáculo técnico às trocas comerciais, reduzindo os problemas de manutenção. A Normalização busca a definição, a unificação e a simplificação, de forma racional, quer dos produtos acabados, quer dos elementos que se empregam para os produzir, através do estabelecimento de documentos chamados Normas. O termo definição significa precisar qualitativa e quantitativamente todos os materiais, objectos e elementos que se utilizam na produção, bem como os próprios produtos finais. Os termos Unificação e Simplificação têm em vista a redução, ao mínimo, das variedades dos materiais, das ferramentas e operações do processo produtivo e ainda dos produtos acabados. As vantagens mais significativas, que resultam da actividade normativa, podem ser enumeradas, resumidamente: • O fornecimento de meios de comunicação entre todas as partes interessadas; • A simplificação e a redução do tempo de projecto; • A economia de matérias-primas; • A economia de tempos de produção; • Uma melhor organização e coordenação do processo produtivo; -2- Resistência dos Materiais I • A protecção dos interesses dos consumidores, através da garantia de uma adequada qualidade dos bens e dos serviços, desenvolvida de forma coerente; • Uma melhor especificação dos produtos a vender e a encomendar, evitando-se as amostras; • Uma maior economia resultante da fácil intermutabilidade das peças; • A promoção da qualidade de vida: segurança, saúde e protecção do ambiente; • A promoção do comércio, através da supressão dos obstáculos originados pelas diferentes práticas nacionais. A ISO define Norma como uma especificação técnica ou outro documento do domínio público preparado com a colaboração e o consenso ou a aprovação de todas as partes interessadas, baseado em resultados conjugados da ciência, da tecnologia e da experiência, visando a optimização de benefícios para a comunidade no seu conjunto e aprovado por um organismo para tal juridicamente qualificado a nível nacional ou internacional. As normas definem características de bens ou serviços, tais como os níveis de qualidade ou de eficiência, a segurança ou as dimensões. Deve registar-se que, embora, normalmente, a sua aplicação não seja obrigatória, as normas têm hoje um papel relevante nas relações industriais e comerciais. A utilização de uma marca de conformidade com as normas dá, aos consumidores, uma determinada garantia de qualidade dos respectivos bens ou serviços. O Centro de Metrologia (CEM) do LREC tem a sua actividade dividida em duas grandes áreas, que funcionam de forma interligada. A área laboratorial, que executa as calibrações e os ensaios metrológicos para os quais está habilitada, e a área da investigação científica que participa em projectos com outras instituições e realiza estudos que visam garantir a qualidade metrológica dos seus padrões de referência, adequando-os as exigências de exactidão das respectivas aplicações. A área laboratorial já foi formalmente auditada pelo IPAC (Instituto Português de Acreditação) com vista a acreditação de 12 calibrações/ensaios metrológicos nas áreas de temperatura/humidade relativa, comprimento, massa e força. O processo deverá ficar concluído em Novembro de 2006. As calibrações/ensaios metrológicos acreditados são: Temperatura: • • • • Calibração de termómetro de “líquido-em-vidro” Calibração de termómetros com sonda Calibração de termohigrómetros/termohigrógrafos Ensaio de estufas e câmaras condicionadas Humidade relativa: • • Calibração de termohigrómetros/termohigrógrafos Ensaio de estufas e câmaras condicionadas Comprimento: • Calibração de micrómetros de exteriores -3- Resistência dos Materiais I • • • Calibração de paquímetros Calibração de deflectómetros/comparadores Calibração de peneiros/crivos • Calibração de instrumentos de pesagem não-automáticos • Ensaio de Verificação de máquinas de compressão Massa: Força: O CEM realiza muitos outros ensaios que não constam da lista acima, designadamente na área da engenharia civil. Uma lista completa de todos os ensaios realizados pelo CEM e respectivos custos está aqui, na página do LREC. -4- Resistência dos Materiais I 2 – Comportamento dos materiais O comportamento das deformações em cada ponto do corpo. Tais relações ditas constitutivas, são determinadas experimentalmente. Os modelos básicos são: Comportamento Mecânico Não dependente do tempo Elástico Dependente do tempo Plástico Viscoso Viscoelástico Viscoplástico • Comportamento elástico: Há recuperação instantânea da configuração inicial após a descarga, efectuando-se esta pelo mesmo caminho da carga. No comportamento elástico com atrito interno, a carga e a descarga seguem percursos diferentes, o que implica que haja dissipação de energia (é o chamado fenómeno de histerese). • Comportamento plástico: -5- Resistência dos Materiais I Há deformação residual permanente após a descarga efectuando-se esta por um caminho diferente da carga. • Comportamento viscoso: A deformação do material é dependente do tempo. No comportamento visco-elástico a deformação residual após a descarga tende progrssivamente para zero (elasticidade retardada). No comportamento visco-plástico, parte da deformação residual após após a descarga desaparece com o tempo ( plasticidade com radioactividade parcial). Fluência e relaxação são fenómenos viscosos pois dependem do tempo. A fluência é o aumento da deformação sob carga constante. A relaxação é a deformação constante enquanto a carga diminui. -6- Resistência dos Materiais I 3 – Tracção do aço: Algumas das mais importantes propriedades dos materiais obtêm-se no ensaio de tracção. • INTRODUÇÃO A utilização em Portugal dos aços para armaduras de Betão armado (armaduras ordinárias) é regulada pelo REBAP - Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Préesforço. Este Regulamento especifica os tipos de armaduras usadas (varões e redes electrossoldadas) e as principais características de cada tipo de armadura, estipulando no artigo 23° a obrigatoriedade da sua prévia Classificação pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). Os documentos de classificação elaborados pelo LNEC ao abrigo do REBAP, além de comprovarem a satisfação das características especificadas pelo REBAP para o tipo de armaduras em questão, descrevem o tipo de nervuras dos varões (no caso de varões nervurados) e especificam o modo de identificação das armaduras. Estes documentos especificam, à luz dos conhecimentos e exigências actuais, as condições a que os varões das armaduras devem satisfazer com vista ao cumprimento do REBAP mas também outras disposições, nomeadamente, exigências de ductilidade, de soldabilidade e de resistência à fadiga, assim como as características geométricas das nervuras no caso de varões classificados como de alta aderência. Apresentam ainda o código de identificação do fabricante e do país de origem. IDENTIFICAÇÃO DOS VARÕES O código das marcas de identificação dos varões consiste no engrossamento ou omissão de nervuras transversais numa das séries de nervuras do varão, efectuado durante a laminagem, e que se repete uniformemente ao longo do seu comprimento. Na figura 1 exemplifica-se este código. O início da identificação e o sentido de leitura é assinalado por uma ou duas nervuras normais (consoante o tipo de aço) entre duas engrossadas (ou omitidas) que se situará à esquerda do observador. A partir da segunda nervura engrossada (ou omitida) há um intervalo com um determinado número de nervuras normais que identifica o país e engrossa-se (ou omite-se) a nervura seguinte. -7- Resistência dos Materiais I A identificação de Portugal é feita através de um intervalo de sete nervuras normais. A seguir aparece a identificação do fabricante através de uma ou duas séries de nervuras normais entre uma ou duas nervuras engrossadas (ou omitidas), respectivamente. No caso das redes electrossoldadas a identificação é feita através de etiquetas indicando o fabricante e a designação da rede, sendo, no caso de redes constituídas por varões nervurados, os varões também identificados pelo código respectivo. TIPOS DE NERVURAS O tipo e a disposição das nervuras transversais dos varões nervurados permitem identificar o tipo de armadura: A400 NR; A400 NR de Ductilidade Especial; A500 NR; A500 NR de Ductilidade Especial e A500 ER. Nas figuras seguintes estão representados os cinco tipos de perfis nervurados, que constam dos vários Documentos de Classificação. -8- Resistência dos Materiais I -9- Resistência dos Materiais I ALGUMAS PROPRIEDADES FISICAS: O aço deve possuir uma massa volúmica de 7850 kg/m3. Coeficiente de dilatação térmica: No intervalo entre – 20º e 200º C o coeficiente de dilatação térmica deve ser igual a 10-5 /º C. ALGUMAS PROPRIEDADES MECANICAS: É possível caracterizar o aço quanto á sua geometria e quanto ás suas propriedades mecânicas. As propriedades mecânicas do aço são a tensão de cedência, módulo de elasticidade, ductilidade, relaxação, comportamento em relação á fadiga e a temperaturas extremas. - 10 - Resistência dos Materiais I • Diagrama típico A – Limite de proporcionalidade B – Limite de elasticidade C – Limite superior de cedência D – Limite inferior de cedência E – Tensão máxima de ruptura F – Tensão final de ruptura Desde o ponto 0 até o ponto de cedência, há um ligeiro desvio da lei de Hooke, no ponto A antes de se atingir o limite de elasticidade. - 11 - Resistência dos Materiais I O ponto A é o limite de proporcionalidade, visto que de 0 a A se verifica a lei de Hooke. A inclinação deste troço inicial da curva mede o módulo de elasticidade. O limite elástico é a maior tensão que o material é capaz de suportar sem se produzir uma deformação permanente, quando a carga é retirada. O simples ensaio de tracção não dá o valor do limite elástico. Este só pode ser determinado carregando e descarregando sucessivamente o espécime. Os materiais dúcteis, o ponto B, limite de elasticidade, está muito próximo do limite de proporcionalidade, A, e praticamente podem se considerar coincidentes. São ambos muito difíceis de determinar com precisão. O ponto C é o limite superior de cedência, e o D é o limite inferior de cedência. A porção do diagrama tensão/extensão DEF, além do ponto de cedência inferior, representa o domínio plástico em que a deformação aumenta mais rapidamente do que a tensão. Como o ponto de cedência inferior é menos afectado pelo ensaio do que o superior, toma-se este limite inferior de cedência como o ponto de cedência do material. A explicação da existência destes pontos de cedência superior e inferior, reside na propriedade principal das ligas intersticiais ás deslocações, que são pontos de tensão na rede, tendem a concentrará roda delas “nuvens” ou “atmosferas” de impurezas intersticiais. Aplicando uma tracção a este material, esta concentração de átomos intersticiais restringe o movimento das deslocações, provocando um ponto de cedência artificialmente elevado. Por consequência, quando se atinge o ponto de cedência e as deslocações se libertam as impurezas movem-se com mais facilidade e a tensão no metal desce bruscamente. Uma outra causa possível poderá ser a criação de novas concentrações precisamente antes da cedência, que se multiplicariam rapidamente, mas supondo que a velocidade de aumento da extensão é constante, se moveriam tanto mais lentamente quanto maior fosse o seu número. Esta multiplicação de deslocações na cedência permitiria que a deformação continuasse a uma tensão reduzida. O ponto em que se dá a redução da tensão, designado por limite de cedência superior, não pode existir nas ligas substitucionais, porque as impurezas substitucionais tem mobilidade muito menor que as intersticiais. Á medida que a tensão da tracção aumenta além do ponto de cedência, atinge-se um ponto máximo (E), designado por tensão máxima de ruptura. De facto a partir do ponto E, a deformação continua mas num simples local do espécime em ensaio, visto que devido a uma concentração de tensões neste ponto, talvez devido a algum defeito superficial da barra em ensaio, a deformação plástica é suficiente para provocar um redução local da secção, chamada extrição. A curva tensão/deformação parece ter um gradiente negativo a partir deste ponto, mas na realidade, a tensão real na secção de extrição aumenta. A descoesão do material, dá-se no ponto F, quando as ligações nos limites dos grãos da parte fortemente solicitada, na área central do provete, se separam. As fendas propagam-se deste modo nos planos de tensão máxima de corte (45º com a direcção de tracção), produzindo uma espécie de cone de fractura. - 12 - Resistência dos Materiais I • Módulo de elasticidade O quociente da tensão pela extensão é o módulo de elasticidade, ou de Yong, e é uma característica do metal. Quanto mais intensas forem as forças de ligação entre os átomos, maior é o módulo de elasticidade. Por este facto todos os aços têm praticamente os mesmos módulos de elasticidade, pois a célula base é a do ferro. A existência de carbono não altera praticamente as forças de ligação entre os átomos de ferro. • Resiliência É a capacidade do material em absorver energia sem adquirir deformações permanentes. Esta energia é usada para a recuperação elástica durante a descarga. A resiliência mede-se pela área triangular que fica abaixo do diagrama Tensão(σ)Deformação(ε) na fase correspondente ao regime elástico (energia necessária para provocar a cedência plástica). Material A é mais resiliente que o material B - 13 - Resistência dos Materiais I • Tenacidade Com significado oposto ao de fragilidade, representa a energia necessária capaz de provocar a rotura do material. Mede-se pela área abaixo do diagrama Tensão (σ) – Deformação (ε) até à rotura. Para cada material, a tenacidade é sempre maior ou igual à resiliência. • Materiais dúcteis e frágeis Aumentando o material até à rotura, o material diz-se: • Frágil – se tiver deformação plástica reduzida, como é o caso do ferro fundido, aços de alta resistência, pedra e betão velho já estabilizado. • Dúctil – se tiver deformação plástica, como é o caso do aço macio, cobre alumínio. Os materiais dúcteis e frágeis distinguem-se pela respectiva tenacidade. Enquanto os dúcteis têm elevada tenacidade, os frágeis apresentam tenacidade reduzida. Num material dúctil a tenacidade é muito superior à resiliência, enquanto que num material frágil os valores destas grandezas se aproximam um do outro, uma vez que as deformações plásticas são pequenas. Enquanto o material frágil rompe por tracção, com pequenas deformações, o material dúctil rompe por corte, com grandes deformações. Em geral, os materiais frágeis são mais perigosos para a construção do que os dúcteis, por não fornecerem o “aviso” característico da fase de cedência. A extensão após a rotura (relação entre o alongamento final e o comprimento inicial) que dá ideia da ductilidade de um metal, oscila, para os aços macios correntes, entre 20% e 30%. Dar ideia de ductilidade significa que presta informação sobre a maior ou menor facilidade com que os varões podem ser dobrados. - 14 - Resistência dos Materiais I • Endurecimento O endurecimento dos aços é muito importante na engenharia civil. Podem usar-se, no betão armado, fundamentalmente três tipos de aço. 1. Aços macios – com patamar de cedência muito marcado e elevada extensão final; 2. Aços de alta resistência naturais – em que a resistência elevada se deve à composição química (elevada percentagem de carbono) ou ao processo de fabrico siderúrgico (laminagem) e que são também utilizados no betão préesforço. O patamar de cedência é mais curto e a extensão final é menor; 3. Aços de alta resistência endurecidos a frio – características mecânicas semelhantes aos aços de alta resistência naturais. São obtidos a partir dos aços macios por pré-deformação plástica do material. Para explicar o endurecimento a frio, considere-se o caso de tracção. Se, na fase do endurecimento, se proceder à descarga do provete, o aço apresentará, num carregamento posterior, uma zona elástica aumentada com valores da tensão superiores aos do carregamento inicial. Este processo, que permite obter um aumento da tensão limite de elasticidade do aço, por endurecimento a frio e provoca diminuição da tenacidade, porque consome parte da capacidade de dissipação da energia de deformação, e provoca um aumento da resiliência, uma vez que aumentou o limite de elasticidade. Em consequência do endurecimento a frio, o material torna-se mais frágil. O endurecimento a frio por tracção provoca ainda uma diminuição da tensão limite de elasticidade à compressão, o que representa o chamado Efeito de Bauchinger – o endurecimento a frio aumenta o limite de elasticidade correspondente ao esforço aplicado, mas diminui o limite de elasticidade correspondente ao esforço oposto. Em virtude deste efeito, os varões de aço para betão armados são endurecidos a frio por tracção. Neste caso, o endurecimento a frio aumenta o limite de elasticidade da resistência à torção, no sentido em que se torce, e diminui-o em sentido inverso. Simultaneamente, ambos os limites de elasticidade, à torção e à compressão, aumentam, desaparecendo a assimetria no Efeito de bauchinger do esforço normal. Assim, não é necessário ter em consideração o sentido em que o aço foi torcido, para se obter o endurecimento. - 15 - Resistência dos Materiais I • Cálculos Módulo de elasticidade: 225 GPa Limite de proporcionalidade: 225 GPa Cálculo da resiliência: 173,229128 MPa Cálculo de tenacidade: 13799,10888 MPa Tensão máxima de rotura: 599,217 MPa Tensão final de rotura: 297,4694 MPa Nota: Os cálculos que efectuamos estão nas folhas de excel em anexo http://ensaiodoaco.no.sapo.pt/Calculo_de_resilencia.xls http://ensaiodoaco.no.sapo.pt/Calculos_de_Tenacidade.xls - 16 - Resistência dos Materiais I • Conclusão Os ensaios normalizados onde a aplicação de cargas nos aços se dá de forma uniaxial, contínua e crescente até á ruptura, procura colher dados que caracterizem as propriedades mecânicas dos materiais que constituem os mesmos. No caso deste estudo, o ensaio que normalmente é realizado é o ensaio de tracção. Resumidamente, este ensaio analisa a variação de comprimento em função da carga que aplicamos, assim como alguns outros parâmetros também. Como é lógico, este ensaio (e outros que realizamos no aço) é de extrema importância para estudarmos as reacções do mesmo perante determinadas condições extremas. - 17 - Resistência dos Materiais I • Bibliografia • http://www-ext.lnec.pt/LNEC/ • http://paginas.fe.up.pt/~jcouti/4-06%20ensaio%20traccao.pdf • http://ltodi.est.ips.pt/rmendes/Elementos_de_Maquinas/capitulo2.PDF • http://66.102.9.104/search?q=cache:gPDXu0iogMJ:www.fei.edu.br/mecanica/LabMat/PROJETOS_IC/rel04/GHBD04_1b.pdf+ import%C3%A2ncia+de+ensaios+%C3%A0+tra%C3%A7%C3%A3o+no+a%C3 %A7o&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=5&gl=pt&lr=lang_pt - 18 -