LIVRO 1 | QUÍMICA 4 Resoluções das Atividades Sumário Módulo 1 – Estudo das dispersões – Definição, classificação, estudo dos coloides, coeficiente de solubilidade................................................................................... 1 Módulo 2 – Concentração de soluções...................................................................................................................................................................................................... 3 Módulo 3 – Propriedades coligativas – Ebulioscopia, tonoscopia, crioscopia e pressão osmótica; Termodinâmica química ................................................................. 6 Módulo 1 Estudo das dispersões – Definição, classificação, estudo dos coloides, coeficiente de solubilidade Atividades para Sala Pré-Vestibular | 1 LIVRO 1 | QUÍMICA 4 Atividades Propostas 01 E a) b) c) d) e) (F) (F) (F) (F) (V) O granito é trifásico. A mistura de água e óleo é bifásica. O petróleo no mar é bifásico. Todas são substâncias puras, não há dispersões. 02 E A: é uma solução – não é separada por filtração. B: é um coloide – pode ser separado por membranas especiais (ultrafiltros). C: é uma suspensão (mistura grosseira) – algo visível a olho nu. 03 B Nas soluções e nas dispersões coloidais, as partículas do disperso não são retidas por ação de filtros comuns. 04 E Nas placas, ocorre a eletrólise com cátions migrando para o cátodo, e ânions, para o ânodo. Ânions e cátions encontram-se solvatados. 05 B O açúcar, em água destilada, não conduz a corrente elétrica, enquanto o cloreto de sódio é um ótimo eletrólito e torna a água condutora de corrente elétrica. O açúcar é um composto molecular e, por isso, possui um ponto de fusão baixo, enquanto o NaCl possui ponto de fusão elevado por ser iônico. 06 D Durante a evaporação, a água recebe energia solar e cede parte dessa energia para o plástico, onde ocorre a condensação do vapor. A energia cedida ao plástico provoca o aumento em sua temperatura. Nessa circunstância, haverá transferência de energia do plástico para o meio externo. 07 B Tanto a margarina como a manteiga são sistemas heterogêneos. No caso da manteiga, há um coloide do tipo gel, em que a água se dissemina na gordura do leite. Assim, a manteiga é de origem animal. 08 A A lecitina da gema de ovo é um agente emulsificante porque garante a mistura de algo polar com uma substância apolar. 09 E a) b) c) d) e) (F) (F) (F) (F) (V) O chantilly é uma espuma líquida. O creme de leite é um coloide. A manteiga é um coloide. O soro não é água pura. O chantilly é um coloide (heterogêneo). 10 E O efeito Tyndall é o espalhamento do feixe de luz que ocorre quando a luz atravessa uma dispersão coloidal (coloide). 11 B Os coloides são compostos que possuem partículas de tamanho médio entre 1 e 1.000 nm, formando um aglomerado de átomos, íons ou moléculas que só podem ser separadas por meio de ultrafiltros e visualizadas em ultramicroscópios. De acordo com as características dos coloides, podemos classificar como coloides o creme dental, a maionese, a gelatina e a espuma de sabão. 12 B O detergente reduz a tensão superficial da água e facilita a disseminação entre o óleo e a água, produzindo um coloide. 13 A O solvente I, porque apresenta a maior inclinação, ou seja, a quantidade de soluto varia bastante em função da variação de temperatura. 14 B Os gases, pela Lei de Henry, apresentam uma solubilidade que é inversamente proporcional à temperatura. Desse modo, o aumento da temperatura diminui a solubilidade do oxigênio em água. 15 B Quando o NaCl foi dissolvido em água, houve um resfriamento do sistema, assim a dissolução do NaCl em água é endotérmica. Quanto mais sal for dissolvido, maior será o resfriamento do sistema. 16 A No lago A, há menor temperatura – o que implica em maior solubilidade. Assim, quanto maior a pressão, menor a altitude. Fato que implica em maior solubilidade. 2 | Pré-Vestibular LIVRO 1 | QUÍMICA 4 17 B Para se aumentar a solubilidade dos gases nos líquidos são necessárias as seguintes condições: baixa temperatura e alta pressão. 18 B O resfriamento da solução é o resultado da absorção de calor por parte do NH4Cl para se dissolver. Por isso, o processo necessita de calor, sendo endotérmico, ou seja, é intensificado com aumento da temperatura. Módulo 2 Concentração de soluções Atividades para Sala Pré-Vestibular | 3 LIVRO 1 | QUÍMICA 4 Atividades Propostas 01 E Concentração máxima de íons fluoreto = 4,2 · 10–5 mol/L 19 g 1,0 mol de fluoreto 4,2 · 10–5 mol x x = 79,8 · 10 g de fluoreto –5 1.000 mg 1,0 g 79,8 · 10–5 g x= x 79, 8 ⋅ 10 −5 g ⋅ 10 3 mg 1, 0 g x ≅ 8,0 · 10–1 mg/L de fluoreto 02 E A concentração 0,004 mg/L corresponde a 4 p.p.b. Como d = 1 g/mL → 1.000 g 1 L → 1.000 mL → 1000 g 4 · 10–6 g 1.000 g 109 g x x = 4 p.p.b. Brasil: 5 p.p.b.: está de acordo. OMS: 3 p.p.b.: está em desacordo. 03 A 3, 3 p.p.m. = 3, 3 3, 3 3, 3 = 2 = ⋅ 10 −4 = 3, 3 ⋅ 10 −4% 6 4 10 10 ⋅ 10 100 04 B I. 50 mL gasolina + 50 mL de água II. 62 mL de álcool + água = 12 mL álcool + 50 mL de água III. 50 mL → 100% 12 mL → x x = 24% 05 E Com o aumento da temperatura, ocorre um aumento da energia cinética média das partículas, aumentando os espaços vazios entre elas. Com o aumento do volume, há uma diminuição da densidade dos líquidos. Esses fenômenos estarão acontecendo com o combustível e o mercúrio, e assim ocorre uma correção na altura de referência. 06 C Se o volume final foi menor que o inicial e não ocorreu uma reação química, podemos concluir que a distância média entre as moléculas vizinhas diminuiu após a mistura. 4 | Pré-Vestibular LIVRO 1 | QUÍMICA 4 07 B Massa do soluto = 3,42 g Massa molar do soluto = 342 g · mol–1 Volume da solução = 50 mL = 50 · 10–3 L = 5 · 10–2 > 3, 42 g n= = 0, 01 mol = 10 −2 mol 342 g ⋅ mol−1 Concentração em mol = 12 C 0,1 g 0,1⋅ 10 3 mg 10 −1 ⋅ 10 3 mg 10 2 mg 100 mg = = = = kg kg kg kg kg 13 D a) (F) Os minerais não são evaporados com a água, pois apresentam elevados pontos de ebulição. b) (F) Quando ocorre a evaporação, os constituintes solúveis são mantidos. 60 mg mg = 300 = 300 p.p.m. c) (F) I. c = 0, 2 L L II. 300 p.p.m. ≠ 30 p.p.m. 10 −2 mol = 0, 2 mol/L 5 ⋅ 10 −2 L 08 E I. 10 ng = 10 · 10–9 g = 10 · 10–9 · 103 mg = 10 · 10–6 mg = 10–5 mg mg II. p.p.m. = mg/kg. Portanto 10–5 = 10–5 p.p.m. kg 60 mg n1 m1 mMol = = = 7, 5 v M1 ⋅ v 4 0 g L ⋅ 0, 2L mol e) (F) 60 mg d)(V) 09 C I. (V)H2O II. (F) O sistema é uma solução, algo que não decanta. III.(F) Ba(HCO3)2, Sr(HCO3)2, Ca(HCO3)2, Mg(HCO3)2, KHCO3, A2O3 e S1O2 – mais do que sete. IV. (V) 50,26 mg m m = 5,026 mg 1 dL de sangue 0,57 · 10–3 g de morfina Morfina: C17H19NO3 Massa molar: 285 g/mol 5 L de sangue 16 C 1 mol 285 g y mol 28,5 · 10–3 g y= I. Suco M 20 mg → 200 mL (suco em volume quatro vezes maior) II.Suco T 75 mg → 1 L (1.000 mL) m = 15 mg m → 200 mL 28, 5 ⋅ 10 −3 = 0,1⋅ 10 −3 = 10 −4 mol 285 11 C Terra → Toda água → Só 3% é potável a) (F) Ocorre a extração do café. b)(V)O café percolado absorve as substâncias que irão compor o café. Após isso, por meio de diversos processos, deixa-se somente o pó. Ao dissolvê-lo em água, obtêm-se, novamente, a bebida. c) (F) O texto não cita isso. d) (F) O instantâneo é o café solúvel. e) (F) No instantâneo pode haver diluição. 2, 85 ⋅ 10 −3 = 28, 5 ⋅ 10 −3 g de morfina 0 ,1 0,1 L de sangue Xg de morfina a) (V) O volume de 20 mL (a metade) apresenta o dobro da concentração de 40 mL. b)(V)A massa presente em 15 gotas é o triplo da existente em 5 gotas. c) (F) A concentração é idêntica. d) (V) A massa do soluto não se modifica. 15 B 0,57 mg de morfina x= 14 C 1.000 mL 100 mL 10 A = ↓ desses 3% 17 E Veja as dissociações: KCl ( s ) 0, 01 mol 98% é subterrânea 2% é superficial 0,98 · 3 L subterrânea Assim 100 L água → 3 L potável 0,02 · 3 L superficial Segundo o Conselho Nacional de Meio Ambiente, é aceitável a concentração: 3,0 mg O2 ––––––– 1,0 L água potável x ––––––– 100 L água potável x = 300 mg MgCl 2( s ) 0, 01 mol → K (+aq ) + 0, 01 mol 2+ + ( aq ) → Mg 0, 01 mol Cl −( aq ) 0, 01 mol + 2Cl −( aq ) 0, 02 mol Por fim: nK + 0, 01 K + = = = 0, 05 mol /L 0, 2 V nMg2 + 0, 01 Mg2 + = = = 0, 05 mol /L V 0, 2 nCl − 0, 03 Cl − = = = 0,15 mol /L 0, 2 V Pré-Vestibular | 5 LIVRO 1 | QUÍMICA 4 18 D Veja: + − HBr → H + Br MHBr = 0, 2 ⋅ 0, 2 = 0, 04 mol + − HCl → H + Cl nHCl = 0,1 ⋅ 0, 3 = 0, 03 mol Sendo V = 300 + 200 = 500 mL, temos: 0, 04 [Br − ] = = 0, 08 mol /L 0, 5 0, 03 = 0, 06 mol /L [Cl − ] = 0, 5 ( 0, 03 + 0, 04 ) [H+ ] = = 0,14 mol /L 0, 5 Módulo 3 Propriedades coligativas – Ebulioscopia, tonoscopia, crioscopia e pressão osmótica; Termodinâmica química Atividades para Sala 6 | Pré-Vestibular LIVRO 1 | QUÍMICA 4 Atividades Propostas 06 D 01 B Quanto maior a concentração em mol/L de uma solução que contém soluto não volátil e de natureza molecular, maior será o abaixamento da temperatura de congelamento, logo, são diretamente proporcionais. O NaC conserva a carne, pois, pelo fenômeno da osmose, retira água de suas células, impedindo o crescimento de micro-organismos. 02 D A adição de um soluto não volátil a uma solução eleva o seu ponto de ebulição e diminui o seu ponto de congelamento. A razão é a interação existente entre soluto e solvente. 07 B O único item em que ocorre diminuição da entropia do sistema é o item B, pois, além de ocorrer diminuição do número de mols das partículas do sistema, ocorre também a produção de uma substância na fase líquida, enquanto nos reagentes existe uma substância na fase gasosa. → C6H12( ) C6H6( ) + 3H2( g ) A adição de cloreto de sódio (NaC) em alimentos, como a carne, funciona como agente desidratante (retira água) por osmose. 4 mols 1 mol 08 B 03 D Efeito ebuliométrico: ∆TE = KE · W Em que: ∆TE = elevação da temperatura de ebulição KE = constante ebuliométrica W = molalidade ∆TE = TE – TEo Em que: TE = temperatura de ebulição do solvente na solução TEo = temperatura de ebulição do solvente puro Obs.: Iremos considerar a temperatura de ebulição da H2O puro na pressão de 1 atm (100 °C) W= N1 m2 (kg) Em que: N1 = número de mols do soluto m2 = massa do solvente em kg TE − TE ° = KE ⋅ N1 m2 TE − 100 = 0, 52 ⋅ 09 A Perceba que o número de mols gasosos diminui (∆Ngás = 1 – 5 = –4), portanto, ∆S° < 0. Para a variação de entalpia, fica: ∆HRo = [2 · (–285,8) – 74,8] – [0 – 393,5] ∆HRo = –252,9kJ/mol < 0. 10 D ∆G = ∆H – T∆S < 0 9713 – T · 26,04 < 0 –26,04 T < –9713 T > 373 K ou T > 100 °C 11 B 0, 5 0, 4 O critério absoluto de determinação da espontaneidade ou não de um processo é a variação da energia livre de Gibbs negativa. Todavia, substâncias sólidas, ao se transformarem em líquidas, aumentam a entropia. TE − 100 = 0, 65 12 A TE = 100, 65 °C → CO(g) + C2(g) COC2(g) 04 D Sendo ∆Go < 0, a reação é espontânea. No entanto, deve apresentar uma alta energia de ativação para necessitar de um agente externo para iniciar. O processo de cristalização fracionada tem como objetivo a precipitação dos solutos por diferença do coeficiente de solubilidade. O importante na questão é o solvente, portanto, o processo descrito acima não é adequado. ∆H = – 108,28 kJ = –108,280 g ∆S = –131,63 J/k ∆G < 0 ∆H – T · ∆S < 0 –108,280 – T · (–131,63) < 0 131,63 T < 108,280 T< T < 822,6 k ou t < 549,6 ºC 05 C A solução Y, formada por sacarose, deve ser hipertônica em relação a X, já que o seu volume aumentou ao longo do tempo. Portanto, a pressão osmótica de Y é maior. 108, 280 131, 63 Pré-Vestibular | 7