TREVIZAN, M.A.; MENDES, I.A.C.; FÁVERO, N.; GALVÃO, C.M.; REIS, J.N. O esperado e
o praticado pelo enfermeiro em relação à liderança no ambiente hospitalar: a visão do
atendente de enfermagem. HOSPITAL Adm. E Saúde, v.17, n.1, p.31-34, 1993.
O ESPERADO E O PRATICADO PELO ENFERMEIRO EM RELAÇÃO
À LIDERANÇA NO AMBIENTE HOSPITALAR: VISÃO DO
ATENDENTE DE ENFERMAGEM
Maria Auxiliadora Trevizan1, Isabel Amélia Costa Mendes2, Neide Fávero3, Cristina Maria
Galvão4, Jader Naves dos Reis5
RESUMO
Partindo da compreensão de que o trabalho profissional do enfermeiro tem privilegiado o exercício
administrativo, e que esta administração pressupõe o uso de liderança, o objetivo dos autores nesta
pesquisa foi verificar e analisar, à luz das Teorias Grid, o esperado e o praticado pelo enfermeiro em
relação à liderança na visão do atendente de enfermagem. O trabalho foi realizado em quatro
unidades de internação de um hospilal-escola. A coleta de dados se processou através da aplicação
de instrumentos denominados Instrumentos Grid & Liderança em Enfermagem, de Trevizan, os quais
destinam-se a averiguar os comportamentos ideal e real. Os resultados indicaram que tanto em
relação ao comportamento ideal do enfermeiro, como ao real, o estilo Grid 9,9 foi o que obteve o
maior número de pontos. Os autores discutem os resultados e enfatizam a necessidade do
desenvolvimento de liderança na Enfermagem.
ABSTRACT
EXPECTED AND PRACTISED BEHAVIOR OF THE NURSE IN RELATION TO LEADERSHIP IN
HOSPITAL: VIEWPOINT OF THE NURSE'S AID
In view of the understanding that the professional work of the nurse involves administration and that
this assumes the use of leadership, the objective of the authors was to verify and analyse, in light of
Grid Theorics, the expected and the actual behavior of the nurse in relation to leadership from the
viewpoint of the nurse's aid. This study was carried out in 4 units of a teaching hospital. Data were
1
Enfermeira, Doutora e Livre-Docente em Enfermagem. Professoras titular da Escola de Enfermagem de Ribeirão PretoUniversidade de São Paulo (EERP-USP).
2
Enfermeira, Doutora e Livre-Docente em Enfermagem. Professoras titular da Escola de Enfermagem de Ribeirão PretoUniversidade de São Paulo (EERP-USP).
3
Enfermeira, Doutora em Saúde Pública. Professora Doutora, EERP-USP.
4
Enfermeira, Mestre em Enfermagem. Professora Assistente, EERP-USP.
5
Enfermeiro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, aluno do Curso de Mestrado em
Enfermagem Fundamental, EERP-USP.
obtained by applying Trevizan's Grid Instrumented Leadership Nursing which investigates ideal and
real behavior. The results indicated that in regard to both ideal and real behavior of the nurse, Style
Grid 9,9 obtained the largest number of points. The authors discussed the results and emphasized the
necessity of developing leadership in nursing.
“Fazer, criar, inventar exigem uma unidade de concepção, de direção e de
responsabilidade. Reconheço esta evidência”.
Os cidadãos executantes, porém, não deverão nunca ser obrigados e poderão
escolher sempre seu chefe.”
Albert Einstein1
INTRODUÇÃO
No sentido econômico e social, o trabalho é definido como "o emprego que faz o homem de
suas forças físicas e morais, para produção de riquezas ou serviços". Entendemos, conforme
SANTOS3, que há trabalho coercitivo e trabalho livre, apesar de o conceito de liberdade ser muito
discutível; há trabalho criativo ou imitativo, construtivo ou destrutivo, de indivíduos ou de grupos, há
trabalhos que produzem resultados subjetivos e morais, ou resultados concretos e quantificáveis.
“Quando o trabalho visa à produção de bens ou de serviços, ou de ambos, e se enquadra em uma
classe especial de pessoas que para ele se preparam, governados por princípios técnicos e éticos,
temos o trabalho profissional. Nesse caso, o trabalho é vendido e sua produtividade e eficácia se
inserem no contexto econômico, e nos padrões e conceitos que o indivíduo e a sociedade atribuem a
esse desempenho”.
O trabalho profissional do enfermeiro tem como propósito a prestação de serviços. No
contexto hospitalar, esta prestação de serviços tem sido traduzida pelo exercício administrativo
assumido por ele. De acordo com a literatura, os resultados de nossas pesquisas, dos eventos sobre
o tema e com depoimentos de colegas que atuam na assistência e no ensino, esse trabalho
administrativo tem sido muito mais dependente da expectativa de outros profissionais que atuam no
hospital, do que uma administração mais autônoma, orientada para resultados concretos que
fundamentem a eficácia do grupo da enfermagem. Ao mesmo tempo em que constatamos esta
situação de dependência, começamos a verificara emergência de indícios de mudança no
comportamento do enfermeiro, no sentido de reorientar sua compreensão, seus valores e seus
esforços para uma administração que tenha como centro o cliente. Esta orientação pressupõe,
segundo VÁSQUEZ4, uma ação administrativa criativa determinante, uma vez que favorece ao
profissional o enfrentamento de novas situações e necessidades.
Entendemos que se o enfermeiro desempenha funções administrativas é que ele é um
profissional competente, investido de autoridade. O uso destes atributos implica na autodeterminação
de suas tarefas e no planejamento de suas atividades. Assim, ele "deve planejar suas atividades,
visando, primordialmente, o atendimento aos pacientes, tendo como critério os ditames próprios da
profissão...". Temos advogado a idéia de que o exercício administrativo do enfermeiro deve privilegiar
a assistência ao paciente; portanto, deve ser "norteado pela compreensão e pelo conhecimento do
paciente como pessoa e de suas necessidades específicas. Este conhecimento orientará as ações do
enfermeiro, no sentido de fazer implementar a assistência de enfermagem que os pacientes
necessitam. Para tanto, ele deverá adequar princípios e medidas administrativas para a decisão e
solução de problemas específicos, e para a administração de seu pessoal". Este exercício pressupõe
o uso de liderança por parte do enfermeiro. Na enfermagem brasileira, passar da importância do tema
e da necessidade de seu desenvolvimento na profissão, liderança ainda é bastante inexplorada.
Desta forma, abordagens sobre o assunto em nosso meio são úteis e necessárias, pois
compreendemos que sem a utilização dos recursos derivados da liderança, "possivelmente os
enfermeiros serão vítimas do status quo, das disfunções da burocracia e da decadência"6.
“Se o enfermeiro desempenha funções administrativas é porque ele é um
profissional competente, e investido de autoridade”
Com o propósito de oferecer contribuição ao campo de estudo e de investigação sobre o
comportamento do enfermeiro líder, bem como de expressar nossa crença na necessidade do
emprego de habilidade de liderança na prática assistencial do enfermeiro, os autores têm como
objetivo neste trabalho verificar e analisar, à luz das Teorias Grid, o esperado e o praticado pelo
enfermeiro, em relação à liderança na visão do atendente de enfermagem.
Fundamentação Teórica: O Grid Gerencial
Da convergência de conclusões de várias pesquisas sobre liderança, conduzidas em
universidades americanas, surgiu o "Grid Gerencial" proposto por BLAKE & MOUTON7. Estes autores
fundamentam sua teoria de estilos de liderança em duas dimensões: orientação para produção e
orientação para pessoas.
O Grid é representado por duas escalas de nove pontos que indicam os graus de interesse
por essas duas dimensões. Dessa forma, há 81 combinações possíveis entre as orientações para
produção e pessoas. Dentre essas combinações, a Teoria Grid determina a identidade de cinco
estilos essenciais: 9,1; 1,9; 1,1; 5,5 e 9,9 onde o número 1 significa orientação mínima, o número 5
significa orientação média e o número 9 orientação máxima.
Aos diferentes estilos Grid subjaz formas distintas de utilização do poder, ou da hierarquia,
pelos administradores na busca de produção com pessoas, como também mediante elas.
No estilo 9,1 ocorre a união da orientação máxima para a produção com a orientação mínima
para as pessoas. A preocupação do administrador é obter o máximo de produção; assim, ele conduz
o trabalho de forma a propiciar um mínimo de interferência das pessoas.
O estilo 1,9 reúne a orientação mínima para a produção e a orientação máxima para as
pessoas. A ênfase dada aqui se relaciona ao estabelecimento de sentimentos positivos entre colegas
e subordinados.
A posição 1,1 associa a orientação mínima tanto para a produção como para as pessoas, e,
nesse sentido, o gerente que adota este estilo se preocupa em realizar apenas o mínimo necessário
para se manter na organização.
No estilo 5,5 há uma combinação de orientação mediana para a produção e para as pessoas.
O administrador busca um desempenho satisfatório na organização através de um equilíbrio entre as
metas da produção e a conservação da moral das pessoas.
Na posição 9,9 existe a coligação da orientação máxima para a produção com a orientação
máxima para as pessoas. É caracterizada pela gerência em equipe, procurando alcançar resultados
excelentes através de participação, envolvimento e compromisso.
METODOLOGIA
O trabalho foi realizado em quatro unidades de internação de um hospital-escola: Médica,
Cirúrgica, Pediátrica e Ginecológico-Obstétrica.
“Esperam que o enfermeiro concilie alta preocupação com a prestação de
serviços a um interesse acentuado pelos aspectos individuais da equipe”
A amostra foi constituída por 66 atendentes de enfermagem lotados nessas quatro unidades
de internação, representando 51% do pessoal auxiliar de enfermagem em exercício no período da
coleta de dados.
A técnica utilizada para a coleta de dados consistiu na aplicação de dois instrumentos
denominados Instrumento Grid & Liderança em Enfermagem, de TREVIZAN6, os quais destinamse a averiguar o comportamento ideal, esperado e o comportamento real, praticado pelo
enfermeiro, em termos de estilos de liderança, segundo a visão do atendente de enfermagem. Cada
instrumento contém 25 proposições referentes às cinco Teorias Grid.
Dos 66 participantes da pesquisa, 36 responderam que tinham como objetivo detectar o
comportamento desejável para o enfermeiro, enquanto 30 responderam que visavam a obtenção dos
dados sobre o comportamento real desse profissional.
Ao grupo que respondeu sobre o comportamento ideal, foi solicitado que tomasse por base
um estilo de conduta desejável para o enfermeiro, segundo sua própria expectativa; foi solicitado que
tomasse por base o enfermeiro de plantão no momento da coleta de dados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Aos dados obtidos, referentes ao comportamento ideal ou esperado do enfermeiro em termos
de liderança, foram atribuídos os valores 4, 3, 2 e 1 às alternativas de resposta de cada proposição,
respectivamente: totalmente desejável, desejável, indesejável e totalmente indesejável. A seguir,
as 25 proposições foram classificadas e agrupadas de acordo com cada estilo Grid, o que permitiu a
elaboração de uma ficha para cada sujeito, contendo os valores por ele indicados cm cada
proposição, por estilo. Assim, obteve-se um total de pontos para cada estilo, para cada um dos
entrevistados.
Os 36 atendentes que responderam sobre o comportamento ideal do enfermeiro, atribuíram
ao estilo Grid 9,9 o maior número de pontos, indicando ser este o estilo gerencial que mais esperam
do enfermeiro. O estilo Grid 9,9 é indicativo de ser totalmente desejável para a maioria dos sujeitos
inquiridos; os estilos 5,5 e 1,9 apresentam-se como desejáveis e os estilos 9,1 e 1,1 como
indesejáveis, tendendo para totalmente indesejáveis.
Estatisticamente este resultado é confirmado pela análise de variância, através da qual se
verifica que os atendentes fazem diferença significativa entre os cinco estilos.
Com estes resultados, os atendentes de enfermagem estão demonstrando que idealizam
para o enfermeiro uma liderança fundamentada no estilo Grid 9,9, ou seja, esperam que o enfermeiro
concilie alta preocupação com a prestação de serviços a um interesse acentuado pêlos aspectos
individuais da equipe.
Em segundo lugar, os atendentes apontam o estilo 5,5, o que significa que esperam do
enfermeiro a busca de decisões viáveis, mesmo que não sejam as melhores e que mantenha
equilíbrio na preocupação com o serviço e com as pessoas. Ao indicarem o estilo Grid 1,9 como
terceira opção, têm a expectativa de que o enfermeiro demonstre orientação mínima para os serviços
hospitalares e máxima para as questões pessoais dos membros da equipe.
Investigando o estilo de liderança idealizado para o enfermeiro no Centro Cirúrgico, GALVÃO8
conclui que os sujeitos de seu estudo desejam, prioritariamente, que os enfermeiros de Centro
Cirúrgico adotem uma liderança fundamentada no estilo Grid 9,9, seguido pêlos estilos 1,9 e 5,5.
Portanto, podemos deduzir que tanto por parte dos enfermeiros como dos atendentes, há expectativa
de liderança norteada pelo modelo 9,9.
Para a análise dos dados relativos ao comportamento real ou praticado pelo enfermeiro,
adotou-se o mesmo critério de atribuição de valores às alternativas de resposta de cada proposição,
ou seja, concordo plenamente, mais concordo que discordo, mais discordo que concordo e
discordo totalmente. Nesta etapa, foi seguido o mesmo processo utilizado para analisar os dados
referentes ao comportamento ideal.
Os atendentes de enfermagem mais concordam que discordam que o comportamento real do
enfermeiro se vincula ao estilo 9,9. Em relação aos estilos 5,5, 1,9, 9,1 e 1,1, também esses
ocupacionais situam-se entre as alternativas mais discordo que concordo e mais concordo que
discordo, para indicar o comportamento real do enfermeiro.
A análise estatística revelou que os atendentes percebem uma diferença significativa entre os
estilos de liderança exercidos pelo enfermeiro.
As respostas apresentadas em relação ao comportamento real do enfermeiro restringiram-se
às alternativas centrais, o que equivale a dizer que estes profissionais não concordam plenamente e
nem discordam totalmente com qualquer estilo de gerência Grid, exercido pêlos enfermeiros aos
quais são subordinados. Isto indica que os atendentes não têm posições definidas, quanto ao estilo
de liderança adotado pêlos enfermeiros que serviram como ponto de referência para esta
investigação, e pode também sugerir que tais enfermeiros não têm estilos de liderança definidos.
Entretanto, definem concretamente uma postura de maior concordância para com 9,9 e de maior
discordância para com o 1,1.
GALVÁO8, ao averiguar a conduta ideal de liderança entre enfermeiros de centro cirúrgico,
verificou que percebem estilo 9,9 como o mais exercido por eles mesmos, seguidos pêlos estilos 5,5
e 1,9. Deste modo, em relação 9,9 houve coincidência de percepção dos enfermeiros com os
atendentes, enquanto comportamento praticado.
Considerando outros resultados de investigações conduzidas por TREVIZAN5, durante vários
anos nesta mesma instituição, seria de se esperar que os dados relativos ao comportamento real
indicassem maiores valores ao estilo 9,1, porque através daqueles estudos a autora constatou que o
enfermeiro prioriza o atendimento de expectativas provenientes de organizações burocratizadas.
Todavia, como já mencionamos, começamos observar indícios de mudança no comportamento do
enfermeiro, no sentido de uma administração mais participativa e mais criativa. Talvez, o enfermeiro
esteja compreendendo que dirigir o componente humano seja a mais importante das tarefas
administrativas.
Ao tratar de novos alicerces na arte de administrar, LIKERT9 afirma que as pesquisas sobre
liderança, administração organização conduzidas pêlos cientistas sociais proporcionam ensinamentos
mais estáveis e duradouros que os do passado. Na compreensão de EHRAT10, a arte de liderança
encontra-se em transição; o líder dos anos noventa terá maneiras suaves ao invés de dogmáticas,
menos diretivas, mais filosóficas e mais para generalista do que os líderes dos anos oitenta. Para
aqueles que estão atravessando as décadas de 80 e 90, sugere-se que assimilem os estilos antigos e
novos para que possam produzir resulta dos positivos, lembrando que a evolução ambiental,
econômica e social requer comportamentos adaptativos de liderança, independentemente do tempo.
CONCLUSÃO
Competência em liderança deve ser procurada pelo enfermeiro se ele quiser, de fato,
contribuir com a maturidade da profissão, e maximizar a qualidade da assistência ao paciente.
Segundo depoimentos encontrados na literatura, onde a Enfermagem está mais
desenvolvida, a necessidade de líderes e administradores tem sido realçada como a chave para
nossa profissionalização. Para GOLDENBERG11, os enfermeiros, em posição de liderança, devem
considerar seriamente o processo de auto-avaliação para a identificação de forças e fraquezas, e
para o ajuste de seu comportamento de liderança.
No nosso entender, as Teorias Grid proporcionam meios para esse desenvolvimento.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1) EINSTEIN, A. - Como vejo o mundo. Trad. H.P. de Andrade. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1981.
2) COLSON, C. – Cours d'economic politique. Paris. F. Alcan, 1924. IN: SANTOS, O.B. - Orientação e
desenvolvimento do potencial humano. São Paulo, Pioneira, 1978.
3) SANTOS, O. B. - Orientação e desenvolvimento do potencial humano. São Paulo, Pioneira, 1978.
4) VÁSQUEZ, A.S. - Filosofia da práxis. Trad. Luiz Fernando Cardoso. 2a ed. Rio de Janeiro, Paz e
Terra, 1977.
5) TREVIZAN,M.A. - Enfermagem hospitalar: administração & burocracia. Brasília, Ed. UnB, 1988.
6) TREVIZAN, M.A. - Liderança do enfermeiro: o ideal e o real no contexto hospitalar. Ribeirão Preto.
Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-USP, 1989, 166p. (Tese de Livre-Docência).
7) BLAKE, R.R. & MOUTON, J.S. - O novo Grid Gerêncial. Trad. Lélio de Barros, 4a ed., São Paulo,
Pioneira, 1987.
8) GALVÁO, C.M. - Liderança do Enfermeiro de Centro Cirúrgico. Ribeirão Preto. Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto-USP, 1990. 69p. (Dissertação de Mestrado).
9) LIKERT, R. - A organização humana. Trad. Márcio Cotrin. São Paulo, Atlas, 1975.
10) EHRAT, K.S. - Leadership in transition. Journal of Nursing Administration, 20(10): 6-7, 1990.
11) GOLDENBERG, D. - Nursing education leadership. Effect of situation and constraint variables on
leadership style. Journal of Advanced Nursing, 15: 1326-1334,1990.
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o esperado e o praticado pelo enfermeiro em relação à liderança no