PROJETO DO CURSO DE
CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Bacharelado em Ciências Contábeis
2
1 JUSTIFICATIVA DO CURSO
O ritmo alucinante do desenvolvimento tecnológico e da abrangência das
relações entre empresas, tanto em nível nacional como internacional, tem provocado
profundas mudanças no desempenho das organizações. A globalização dos
mercados de produtos e de capitais, por exemplo, leva os países a adaptar
continuamente suas economias para conseguir maior abertura e competitividade,
com diferentes graus de sucesso. Para todas as economias, especialmente as dos
chamados países emergentes, essa abertura tem significado variações freqüentes
nas taxas de câmbio, juros, inflação, emprego e PIB, que acarretam imensas
repercussões sobre todos os negócios. Por outro lado, os próprios consumidores,
sujeitos a um verdadeiro bombardeio diário de ofertas concorrentes de produtos e
serviços, possuem uma elevadíssima taxa de mudança de gostos, preferências e
hábitos de compra que afetam as vendas e os resultados empresariais, mesmo em
espaços de tempo relativamente curtos. Essa realidade está exigindo que as
organizações sejam estruturadas de forma diferente, através de divisões ou
unidades estratégicas de negócios, que, além de uma elevada delegação de
autoridade para tomar decisões rápidas, têm uma estruturação horizontal, um
número muito menor de escalões hierárquicos. Todo esse ambiente tem se
caracterizado por grande turbulência e profundas e contínuas mudanças nas quais
impera a necessidade de informação constante para a tomada de decisões.
O mercado competitivo exige dos profissionais de contabilidade uma
mudança de postura, deixando de lado a mera observação crítica para passar por
uma intervenção na realidade, mediante atitudes mais criativas e flexíveis. A
realidade impõe que haja uma reestruturação do ensino de contabilidade, sendo que
esta deve incluir o espírito de pesquisa, consciência crítica, liderança e
desenvolvimento tecnológico que promova no egresso competências e habilidades
que
viabilizem
aos
agentes
econômicos
o
pleno
cumprimento
de
sua
responsabilidade de prestar contas perante a sociedade, exercendo de forma ética e
proficiente as atribuições que lhes são prescritas através da legislação específica.
Com base na Resolução n. 10, de dezembro 2004, do Conselho Nacional de
Educação, foram instituídas as Diretrizes Curriculares Nacional do Curso de
Graduação em Ciências Contábeis, que nortearam o desenvolvimento desta
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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proposta de curso, a qual tem o intuito de atender aos desafios contemporâneos,
que têm imprimido novos rumos para a Contabilidade, trazendo-a para o século XXI
com o formato de habilitação do profissional nos temos da legislação e a visão da
Controladoria nas organizações. Essa habilitação deverá capacitar-se a atender às
necessidades de informação das organizações num mundo de alta volatilidade.
Neste novo contexto, o modelo contábil-financeiro continua, naturalmente, sendo o
instrumento central, mas não o único. Os princípios da Contabilidade estão sendo
expandidos e utilizados de forma mais flexível e adaptados às necessidades e
situações empresariais. Outros instrumentos e técnicas (custeio por atividades,
balanced scorecard, orçamentos e simulações), provenientes de outras ciências da
gestão (finanças, psicologia, matemática, estatística, tecnologia da informação, entre
outras), estão permitindo à Contabilidade construir, com outras métricas de geração
de valor (Capital Intelectual, Intangíveis) além da financeira, o quadro integrado de
formação de valor e da competitividade de cada empresa.
2 REFERENCIAIS ORIENTADORES
O Curso de Ciências Contábeis, buscando cumprir a missão proposta pela
Universidade de Caxias do Sul – de produzir conhecimento em todas as suas formas
e torná-lo acessível à sociedade – está orientado por referenciais ético-políticos e
teórico-técnicos, de respeito à pessoa e à diversidade do pensamento. Dessa forma,
pretende possibilitar a convivência na diversidade e a permanente busca de
inovação científica, tecnológica e cultural, bem como a construção de novos
conhecimentos.
Sendo assim, os referenciais orientadores desta proposta deverão estar em
constante revisão e recriação para o estudo de situações-problema por parte da
comunidade acadêmica em que ela deverá acessar, sistematizar (selecionando,
descrevendo, analisando, sintetizando, entre outros) e utilizar os conhecimentos
disponíveis e necessários. Nessa mesma linha de pensamento, as relações entre
professor e aluno pressupõem um ambiente de construção do conhecimento
suportado por instrumentos de avaliação, que captem a evolução dos raciocínios
desenvolvidos.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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Neste contexto é necessário que a Contabilidade tenha uma visão macro dos
processos e de outras mensurações, para poder descrever e avaliar os seus
resultados, não só das organizações como um todo, mas também de cada parte
delas, colocando em evidência as atividades que estejam ou não contribuindo para a
geração de valor. Diante disso, o modelo contábil-financeiro puro não consegue
atingir tal objetivo e tem dificuldades de poder contribuir para uma gestão moderna a
qual se caracteriza por adaptações do profissional ao ambiente em constante
evolução nas organizações.
Assim, torna-se imprescindível que as organizações utilizem a contabilidade
como ciência para desenvolver a gestão organizacional. É preciso que as
organizações construam mapas estratégicos para avaliar o negócio e busquem
formar quadros de profissionais com visão sistêmica do negócio, éticos e com
preparo técnico, de modo a assegurar a viabilização das metas estabelecidas com a
maior agilidade e o menor custo possível.
Nesse sentido, o Curso de Ciências Contábeis da UCS deverá capacitar
profissionais que tragam às entidades inúmeros benefícios, entre os quais vale
destacar as oportunidades de aumentar a produtividade; o aumento da margem de
lucro; a melhoria do retorno do investimento; o aperfeiçoamento e a modernização
dos processos produtivos e administrativos e a utilização da informação contábil
como auxílio na tomada de decisão e acompanhamento da rentabilidade do negócio.
3 OBJETIVOS
3.1 Objetivo Geral
O Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Caxias do Sul tem como
compromisso primeiro contribuir com a sociedade regional no sentido de formar
profissionais competentes para, no âmbito das organizações contábeis, empresas
públicas e privadas, organizações não empresariais ou onde vierem a exercer a
função de Contador, desenvolvendo ações compatíveis com a evolução da
contabilidade como instrumento de apoio à alta administração na tomada de
decisão, tendo uma visão geral da gestão da organização e conhecimento sobre
sistemas de informações, aplicando os princípios e normas contábeis e
desenvolvendo ações que estejam, ao mesmo tempo, sintonizadas com as
transformações do mundo contemporâneo e voltadas à evolução da contabilidade e,
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com isso, contribuir para o desenvolvimento das organizações e promover o bemestar social.
3.2 Objetivos Específicos
•
Criar condições para o desenvolvimento de uma consciência crítica que
oriente a análise e a interpretação das informações contábeis e a
proposição para o desenvolvimento de estratégias inovadoras na área
contábil, adequadas às organizações da Região e às novas exigências do
mercado nacional e internacional.
•
Preparar multiplicadores de conhecimento nas áreas específicas da
Contabilidade e seus subsistemas: contabilidade geral, contabilidade
comercial, prática de contabilidade, custos, auditoria, perícia, finanças,
controladoria,
análise
de
balanço,
contabilidade
governamental
e
contabilidade industrial.
•
Capacitar os graduandos para analisar informações gerenciais, identificar
e implantar relatórios gerenciais, desenvolver planejamento tributário nas
organizações, implantar sistemas integrados de contabilidade, criar
condições para o desenvolvimento e a implementação da controladoria,
entendimento básico de finanças corporativas, conhecimento de cenários
econômico e financeiro.
•
Proporcionar ao futuro formando conhecimentos sobre contabilidade
internacional, harmonização das normas e padrões internacionais,
contabilidade ambiental, bem como sobre outros assuntos que possam
favorecer ao Contador o desenvolvimento de competências para lidar com
questões contemporâneas.
•
Propiciar o desenvolvimento de convivência interdisciplinar estabelecendo
relações com outras áreas do conhecimento afins a ciência contábil.
•
Viabilizar ações que estimulem o espírito empreendedor.
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4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Curso de Ciências Contábeis, por meio de suas atividades de ensino, prevê
o desenvolvimento, por parte do aluno, de competências e habilidades que
viabilizem aos agentes econômicos o pleno cumprimento de sua responsabilidade
de prestar contas da gestão perante a sociedade (accountability) e subsidiem o
gestor das organizações com informações contábeis, favorecendo o processo de
tomada de decisão.
Tomando como fundamento o perfil profissional do egresso da UCS1, o Curso
de Ciências Contábeis está orientado para desenvolver uma formação:
•
humana, que permita ao egresso, baseado em princípios éticos voltados
ao bem-estar dos indivíduos e da sociedade em sentido genérico, agir com
o equilíbrio e o discernimento que o trabalho com pessoas requer, atuando
com retidão, liderança, disciplina e respeito;
•
generalista, que possibilite o exercício profissional em diferentes áreas da
contabilidade, sobretudo naquelas que forneça uma visão do desempenho
total de uma organização;
•
crítico-conceitual, que assegure ao egresso a compreensão dos
fenômenos socioeconômicos próprios de um mercado complexo e
caracterizado por incertezas, possibilidades e riscos, bem como o
desenvolvimento da capacidade de transitar nesse meio, elaborando
procedimentos fundamentados em sólidos princípios científicos;
1
As principais características que deverão compor o perfil do profissional egresso da UCS (Em: Santos, M. M. C.
dos (org.). Projeto Pedagógico: subsídios para elaboração e avaliação. EDUCS: Caxias do Sul, 1999) são:
- sólida formação geral-profissional, pautada por princípios ético-políticos e técnico-científicos voltados para a
complexidade das relações e das demandas humanas e sociais;
- entendimento de que a formação profissional é um processo contínuo de construção de competências que
demanda aperfeiçoamento e atualização permanentes;
- compreensão da profissão como uma forma de inserção e intervenção na sociedade globalizada, tendo por
base a comunidade regional;
- atuação profissional responsável, crítica e criativa, atualizada e respeitosa em relação às questões sociais e
ambientais, com vistas à identificação e à resolução de problemas;
- disponibilidade e competência para o exercício da interdisciplinaridade e para a atuação em equipes
multiprofissionais, resguardada a autonomia profissional;
- capacidade de pensar e de aportar o seu conhecimento no conhecimento já disponível, de maneira crítica,
pessoal e consistente;
- capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes e disponíveis e de produzir novos
conhecimentos, deles derivando condutas pessoais e profissionais responsáveis, justas e éticas; capacidade de
auto-análise tendo em vista o aprimoramento de seu auto-conhecimento e das suas relações interpessoais.
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•
técnica, que garanta aos graduados a instrumentalização e o domínio de
informações gerenciais, métodos, técnicas e recursos necessários ao
desempenho das tarefas pertinentes à sua área de atuação.
Nessa perspectiva, o profissional egresso do curso de Ciências Contábeis deverá ter
desenvolvido ao longo de sua formação as competências/habilidades relativas a:
•
compreender as relações sociais, políticas, econômicas e culturais do
meio em que se insere – incluindo as transformações advindas da
internacionalização da economia e dos avanços científicos e tecnológicos;
•
compreender a organização como um todo articulado e sistêmico,
constituído de múltiplas relações que se operam interna e externamente,
agindo de forma ética e profissional;
•
diagnosticar e analisar problemas contábeis, identificando as variáveis que
os constituem e/ou determinam, bem como os tipos de relação que
mantêm entre si, e propor e/ou implementar medidas que resultem em
soluções viáveis e eficazes;
•
utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem das Ciências
Contábeis;
•
demonstrar visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil;
•
elaborar pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho
eficiente e eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os modelos
organizacionais;
•
aplicar adequadamente a legislação inerente às funções contábeis;
•
desenvolver, com motivação e através de permanente articulação, a
liderança entre equipes multidisciplinares para a captação de insumos
necessários aos controles técnicos, à geração e disseminação de
informações contábeis, com reconhecido nível de precisão;
•
exercer suas responsabilidades com o expressivo domínio das funções
contábeis, incluindo as atividades atuariais e de quantificações de
informações financeiras, patrimoniais e governamentais, que viabilizem
aos agentes econômicos e aos administradores de qualquer segmento
produtivo ou institucional o pleno cumprimento de seus encargos quanto
ao gerenciamento, aos controles e à prestação de contas de sua gestão
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perante a sociedade, gerando também informações para a tomada de
decisão, organização de atitudes e construção de valores orientados para
a cidadania;
•
desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de
controle gerencial, revelando capacidade crítico-analítica para avaliar as
implicações organizacionais com a tecnologia da informação;
•
exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são
prescritas através da legislação específica, revelando domínios adequados
aos diferentes modelos organizacionais.
•
Utilizar amplamente os modernos recursos de informática em favor da
agilização dos processos contábeis e operacionais das organizações.
5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
5.1 Descrição da Organização Curricular
O Curso está organizado de forma a possibilitar o desenvolvimento, pelo
egresso, das competências e habilidades previstas no perfil profissional. A
compreensão das relações sociais, políticas e econômicas da atualidade constitui-se
como cenário no desenvolvimento de todo Curso. Desta forma, disciplinas como
Universidade e Sociedade, Epistemologia, Fundamentos de Economia e Sociologia
das Organizações têm a função específica de favorecer o desenvolvimento dessa
compreensão.
As competências relacionadas com a capacidade de lidar com a
complexidade envolvida dos fenômenos que ocorrem no ambiente organizacional
podem ser asseguradas por meio do oferecimento de disciplinas tais como
Fundamentos de Administração e Processos Comportamentais nas Organizações.
Além dessas disciplinas, que asseguram uma formação básica ao profissional de
contabilidade, existem outras que agregam conhecimentos relacionados aos
fenômenos jurídicos e legislativos presentes na organização e na atuação contábil.
Entre estas, é possível citar as disciplinas denominadas Direito do Trabalho, Direito
Empresarial e Direito Tributário.
A formação científica do profissional, que possibilita ao egresso desenvolver a
capacidade
de
produzir
novos
conhecimentos,
pode
ser
favorecida
pelo
oferecimento de disciplinas como Seminários de Pesquisa e Métodos e Técnicas de
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Pesquisa em Contabilidade. Além dessas disciplinas, no fim do Curso o aluno realiza
um Trabalho de Conclusão, na modalidade de monografia, em que pode
efetivamente realizar um processo de investigação e produção de conhecimento.
As competências relacionadas à aplicação da legislação inerente às funções
contábeis, com o diagnóstico e a intervenção sobre problemas contábeis, podem ser
asseguradas
por
meio
das
disciplinas
Fundamentos
de
Contabilidade
I,
Fundamentos de Contabilidade II, Finanças Corporativas, Contabilidade Tributária,
Contabilidade Governamental e Prática de Contabilidade.
O domínio das atividades atuariais e de quantificações de informações
financeiras, patrimoniais e governamentais está presente em disciplinas como
Matemática, Prática de Contabilidade, Estatística, Matemática Financeira, Auditoria,
Perícia e Contabilidade Avançada.
O desenvolvimento, análise e implantação dos sistemas de informação
contábil e de controle gerencial são inerentes a disciplinas como Contabilidade de
Custos, Sistemas de Informações Contábeis, Estruturação das Demonstrações
Contábeis,
Contabilidade
Demonstrações
Contábeis
Estratégica,
I,
Análise
Contabilidade
de
Custos,
Orçamentária,
Análise
Controladoria
das
e
Contabilidade Avançada.
As competências relacionadas com o diagnóstico e a intervenção sobre
problemas contábeis podem ser desenvolvidas por meio das disciplinas: Teoria da
Contabilidade, Estatística, Estatística, Matemática Financeira e Contabilidade
Societária.
Além das disciplinas citadas, estão incluídas no plano de execução curricular
outras como Leitura e Escrita na Formação Universitária que favorecem ao aluno
aprender a lidar com os fenômenos lingüísticos e de comunicação, existentes em
todas as relações, especialmente as profissionais.
São propostas atividades complementares através de seminários, monitorias,
palestras, produções culturais e artísticas, atividades profissionais, fóruns, ações em
laboratórios para atualização onde se buscará a relação teoria/prática.
Dessa forma fica caracterizada a sistematização do Curso, que garante ao
aluno avançar gradativamente construindo conhecimentos cada vez mais complexos
que favoreçam o desenvolvimento das competências previstas no perfil profissional.
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10
5.2
Plano de Execução Curricular
Bacharelado em Ciências Contábeis - 325G, 342G, 345G, 625G, 725G, 339G, 358G
(para ingressantes a partir de 2007)
Plano Curricular de Duração Média – 4,5 anos
Reconhecido: Decreto nº 75344, de 04 de fevereiro de 1975
Carga Horária UCS: 2760 h/a (180 créditos) + 240h de Ativ. Compl. = 3000 h
Resolução CEPE nº 39-08
PER
1
2
3
4
5
CÓDIGO
DISCIPLINAS
CRÉDITOS NATUREZA
PRÉ-REQUISITO
UCS0100
Universidade e Sociedade
04
FG
SIS0222
Informática Básica
04
FG
ECO0105
Fundamentos de Economia
04
FB
MAT0337
Matemática I
04
FB
COT0212
Teoria da Contabilidade
04
FP
UCS0101
Leitura e Escrita na Formação
Universitária
04
FG
SOC0242
Sociologia das Organizações
04
FB
ADM0750
Fundamentos de Administração
04
FB
COT0254
Fundamentos de Contabilidade I
04
FB
EST0227
Estatística I
04
FB
UCS0104
Epistemologia
04
FG
PSI0375
Processos Comportamentais nas
Organizações
04
FB
DIR0353
Direito do Trabalho
04
FP
DIR0352
Direito Empresarial I
04
FB
COT0255
Fundamentos de Contabilidade II
04
FP
UCS0102
Seminários de Pesquisa
02
FG
MAT0339
Matemática Financeira
04
FB
DPU0249
Direito Tributário
04
FP
DIR0354
Direito Empresarial II
04
FP
COT0256
Contabilidade Societária I
04
FP
Eletiva
02
FP
UCS0103
Ética
02
FG
COT0260
Legislação Profissional da Contabilidade
02
FP
COT0257
Contabilidade Societária II
04
FP
COT0256 (2)
COT0258
Contabilidade Tributária
04
FP
COT0256 (3)
COT0268
Finanças Corporativas
04
FP
ADM0771
Empreendedorismo
04
FB
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COT0254 (2)
COT0255 (2)
10
11
6
7
8
9
COT0277
Contabilidade Governamental
04
FP
COT0261
Contabilidade de Custos
04
FP
COT0262
Prática Contábil – Estágio
Supervisionado
04
FP
COT0257 (3)
COT0263
Estruturação das Demonstrações
Contábeis
04
FP
COT0257 (3)
XXXXXX
Eletiva
04
FC
COT0437
Contabilidade Orçamentária
04
FP
COT0257 (3)
COT0264
Análise de Custos
04
FP
COT0261 (2)
COT0278
Análise Avançada das Demonstrações
Contábeis
04
FP
COT0263 (3)
COT0266
Sistemas de Informações Contábeis
04
FP
COT0279
Contabilidade de Atividades Especiais
04
FP
COT0257 (3)
COT0267
Auditoria I
04
FP
COT0257 (3)
COT0271
Contabilidade Avançada
04
FP
COT0257 (3)
COT0281
Contabilidade estratégica
04
FP
COT0257 (3)
COT0270
Métodos e técnicas de pesquisa em
Contabilidade
04
FP
120 créditos (2)
COT0280
Contabilidade Industrial
04
FP
COT0264 (3)
COT0441
Perícia
04
FP
COT0262 (3)
COT0269
Controladoria
04
FP
COT0264 (3)
COT0272
Auditoria II
04
FP
COT0267 (3)
04
FP
COT0270 (2)
140 créditos
04
FC
COT0273
Trabalho de Conclusão de Curso
XXXXXX
Eletiva
1
1. Cada crédito do trabalho de conclusão de curso equivale a 30 horas
2. Pré-requisito obrigatório
3. Pré-requisito em caráter de orientação
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5.3 Ementas das Disciplinas
DISCIPLINA
EMENTA
TEORIA DA
CONTABILIDADE
Fundamentos epistemológicos da contabilidade, evolução histórica
e escolas do pensamento contábil. Órgãos reguladores dos
Procedimentos
contábeis.
Princípios
fundamentais
de
contabilidade, postulados e convenções, análise conceitual das
diferenças entre princípios fundamentais de contabilidade e
princípios de contabilidade geralmente aceitos.
Noções básicas de contabilidade. Estudo do Patrimônio e suas
FUNDAMENTOS DE variações. Estudo da gestão e suas variações. Elenco de contas.
CONTABILIDADE I Procedimentos básicos de escrituração. Noções gerais das
Demonstrações Contábeis.
FUNDAMENTOS
DE
CONTABILIDADE II
Plano de Contas. Escrituração das principais operações contábeis.
Provisões
operacionais:
tributárias,
fiscais,
trabalhistas,
previdenciárias; apropriação pelo regime de competência.
Inventário (avaliação de estoques). Apuração do resultado e
fechamento do balanço.
CONTABILIDADE
SOCIETÁRIA I
Constituição de Sociedade Empresária Limitada; Avaliação e
controle de estoques. Operações com Ativo Permanente e
Operações Financeiras avançadas, bem como aspectos tributários
de encerramento de exercício. Demonstrações Contábeis
CONTABILIDADE
SOCIETÁRIA II
Constituição de Sociedade Empresária Sociedade Anônima;
Estrutura das Demonstrações Contábeis voltada à publicação,
sujeita à auditoria.
CONTABILIDADE
TRIBUTÁRIA
Análise da legislação dos principais tributos federais, fato gerador,
base de cálculo e percentuais e contabilização. Tributos incidentes
sobre as receitas, sobre o lucro e sobre a folha de salários.
Planejamento tributário das pessoas jurídicas e das pessoas
físicas.
ESTRUTURAÇÃO DAS Demonstrações contábeis. Estruturação e Reestruturação
DEMONSTRAÇÕES (Deflação, inflação e moeda constante) das demonstrações de
acordo com as normas brasileiras e internacionais.
CONTÁBEIS
ANÁLISE AVANÇADA
Análise por indicadores econômico-financeiros. Fatores
DAS
previsão de falências. Interpretação e emissão de relatórios.
DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS
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de
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DISCIPLINA
EMENTA
Conceitos básicos de custos. Classificação dos custos. Métodos de
apuração, alocação e registro da utilização dos materiais, da mãoCONTABILIDADE DE
de-obra e dos custos indiretos da produção. Sistemas de custeio.
CUSTOS
Departamentalização. Mapas de alocação de custos. Elementos de
formação de custo e do preço de venda
Análise da relação custo-volume-lucro. Análise do ponto de
equilíbrio. Margem de contribuição e fatores limitantes de produção.
Decisão entre comprar ou produzir/terceirizar. Custos fixos
ANÁLISE DE CUSTOS
identificados e o retorno sobre o investimento. Custos imputados e
custos perdidos. Decisões gerenciais com base na margem de
contribuição e sistemas de custeio. Estratégias de precificação.
FINANÇAS
CORPORATIVAS
Efeitos da administração financeira sobre o patrimônio.
Organização administrativa da área financeira. Gestão financeira
de curto prazo. Sistema de planejamento financeiro e gestão
através do fluxo de caixa. Análise da estrutura de capital e custo de
capital. Estudo da administração de ativos fixos e investimento de
capital. Estruturação e avaliação de projetos de investimento e
financiamento de longo prazo.
Contabilidade Governamental e o Campo de Aplicação.
Necessidades e Serviços Públicos. Administração Pública. Receita
CONTABILIDADE Pública. Despesa Pública. Orçamento Público. Patrimônio Público.
GOVERNAMENTAL Prática de Escrituração de Operações em Contabilidade
Governamental e Apuração dos Resultados. Elaboração das
Demonstrações Contábeis. Prestação de Contas.
Utilização de sistemas informatizados para registro e controle de
operações contábeis: Estrutura formal do contrato social e sua
contabilização. Constituição de sociedades, legalização de
PRÁTICA CONTÁBIL –
sociedades, observando os aspectos tributários; Escrituração
ESTÁGIO
contábil: razão sintético e analítico, diário geral contábil e
SUPERVISIONADO
demonstrações contábeis. Registros e controles extra-contábeis:
controle de estoques, folha de pagamento, planilha de controle de
depreciação, amortização e exaustão. Escrituração fiscal.
CONTABILIDADE
ORÇAMENTÁRIA
O Controle orçamentário como parte da ciência contábil. A
estrutura e as finalidades do orçamento empresarial. Projeções de
receitas, custos e despesas, resultados econômico-financeiros e
patrimoniais. Os Sistemas de análises dos valores projetados e
suas respectivas variações.
CONTABILIDADE DE
Contabilidade de atividades diversas e pessoas jurídicas do
ATIVIDADES
Terceiro Setor.
ESPECIAIS
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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14
DISCIPLINA
EMENTA
AUDITORIA I
Normas Usuais de Auditoria, Fundamentos de auditoria, O
profissional de Auditoria, Técnicas de Execução dos Trabalhos de
Auditoria, Relatórios de Auditoria;
Auditoria do Ativo Circulante, Realizável a longo prazo e
Permanente.
AUDITORIA II
Auditoria do Passivo Circulante, Exigível a longo prazo e
Patrimônio líquido. Auditoria das Receitas, Custos e Despesas.
Prática operacional de auditoria das demonstrações Contábeis
CONTABILIDADE
ESTRATÉGICA
Planejamento estratégico e BSC. Normas internacionais de
contabilidade. Noções de conversão das demonstrações contábeis
segundo os padrões internacionais. Contabilidade Ambiental.
Contabilidade Social e Contabilidade Atuarial.
CONTABILIDADE
AVANÇADA
Concentração de empresas: vertical, horizontal, domínio direto e
indireto. Formação de grupos societários. Constituição de holding.
Fusões, Cisões e Incorporações. Contabilidade de matriz e filiais.
Métodos
de
investimentos.
Equivalência
patrimonial.
Demonstrações financeiras consolidadas.
MÉTODOS E
TÉCNICAS DE
PESQUISA EM
CONTABILIDADE
Pressupostos epistemológicos da pesquisa científica na área
contábil. Panorama atual da pesquisa contábil no Brasil e no
mundo. A monografia de conclusão de curso como pesquisa
científica. Critérios de escolha do tema e delimitação do problema.
Preparação do projeto de pesquisa. Técnicas de leitura eficiente e
analítica. Técnicas de sistematização da literatura pertinente.
Estrutura, aspectos formais e de redação da monografia.
CONTABILIDADE
INDUSTRIAL
Custo industrial. Contabilização do custo industrial integrado. Infraestrutura de controles das empresas industriais. Análise de custos
e despesas. Estruturação de uma contabilidade industrial. Estudos
de casos.
PERÍCIA
Objetivos, planejamento e execução de perícia. Normas e
procedimentos periciais. Perito contador e perito contador
assistente, normas e legislação. Relatórios periciais: laudo pericial,
parecer pericial e petições. Principais tipos de perícia contábil.
Noções de mediação e arbitragem.
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DISCIPLINA
EMENTA
CONTROLADORIA
Controladoria Tradicional e a Estratégica. Funções e ferramentas
da Controladoria. Processo de planejamento, execução e controle.
Avaliação
do
desempenho.
Análise
de
investimentos.
Responsabilidade de prestar contas da gestão perante a
sociedade-accountability. Governança corporativa. Métodos de
avaliação de empresas.
SISTEMAS DE
INFORMAÇÕES
CONTÁBEIS
Componentes dos Sistemas de Informações. Tecnologia da
Informação. Sistemas de Informações Contábeis. Tipologia de
Sistemas de Informações. Sistemas de Informações Gerenciais.
Sistemas de Apoio à Decisão. Sistemas de Gestão Empresarial
(ERP). Ferramentas de TI para Apoio à Contabilidade. Metodologia
de Desenvolvimento de Sistemas de Informações Contábeis.
LEGISLAÇÃO
PROFISSIONAL
Código de Ética Profissional do Contabilista; Processos, Infrações e
Penalidades; Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social;
Legislação do Exercício Profissional; Normas Brasileiras de
Contabilidade; Visão das Normas Internacionais Profissionais.
Sistema Tributário Nacional. Tributo: conceito e espécies.
Limitações ao Poder de Tributar. Repartição da Receita Tributária.
Legislação Tributária. Vigência. Obrigação Tributária. Fato Gerador.
DIREITO TRIBUTÁRIO Responsabilidade Tributária. Crédito Tributário. Lançamento.
Administração Tributária. Fiscalização. Dívida Ativa. Certidões.
DIREITO
EMPRESARIAL I
DIREITO
EMPRESARIAL II
UNIVERSIDADE E
SOCIEDADE
Teoria da Empresa. Conceito de Empresário e Sociedade
Empresária. Estabelecimento. Propriedade Industrial. Sociedades
Não Personificadas e Personificadas. Sociedades Contratuais (em
nome coletivo, em comandita simples e limitada) e Sociedades por
Ações (sociedade anônima e em comandita por ações).
Títulos de Crédito. Contratos de financiamentos, garantias.
Falência, Recuperação Judicial e Extrajudicial de Empresas.
A sociedade contemporânea a partir das transformações históricoestruturais mais recentes do capitalismo e suas implicações
sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais. Cultura
política e padrão de dominação característicos da sociedade
brasileira. O papel da Universidade na formação profissional
multidimensional e cidadã diante dos desafios do século XXI.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
15
16
DISCIPLINA
EMENTA
Conceitos básicos. Histórico. Hardware: componentes do
computador. Software: sistema operacional, linguagens de
INFORMÁTICA BÁSICA programação, programas aplicativos e utilitários. Utilização do
sistema operacional e de programas aplicativos.
MATEMÁTICA I
Funções: conceito, domínio, imagem, gráfico e aplicações. Tipos
de função: linear, quadrática, composta, exponencial e
logarítmica. Limites e derivadas: conceito e aplicações. Regras
de derivação. Taxas de variação. Análise marginal. Máximos e
mínimos relativos e absolutos.
Resolução de problemas
aplicados.
FUNDAMENTOS DE
ECONOMIA
Conceitos e modelos básicos da teoria econômica, fatores de
produção, demanda e oferta, formação dos preços, teoria da
produção, teoria dos custos, competição, mercados, micro-macro,
moeda, políticas econômicas e aspectos da economia
internacional.
Práticas de leitura e de escrita como forma de conhecimento, de
ação e de interação. Estudo e emprego de processos discursivos
LEITURA E ESCRITA
implicados na leitura e na produção de gêneros escritos e orais de
NA FORMAÇÃO
circulação geral e acadêmica em diferentes meios, com ênfase
UNIVERSITÁRIA
em processos argumentativos. Uso de estratégias metacognitivas
de leitura e produção oral e escrita.
Estatística descritiva: Organização de dados em série e em
distribuição de freqüências; Tabelas e gráficos; Medidas de
tendência e central e medidas de variabilidade. Estatística
indutiva: Teoria da probabilidade; Modelos discretos e contínuos
de probabilidade. Amostragem: Conceitos; Distribuição amostral
das médias; Intervalo de estimação da média. Testes de
hipóteses paramétricos: Testes da média em grandes e pequenas
amostras.
ESTATÍSTICA I
FUNDAMENTOS DE
ADMINISTRAÇÃO
Primórdios da Administração. Teorias da administração e da
organização. Interação das funções de planejamento,
organização, direção, controle e coordenação. Análise do
planejamento. Estudo de funções da direção. Análise da
autoridade e do poder. Estudo do processo de tomada de
decisões. Estudo do controle: Identificação da organização:
estrutura organizacional – tipos e princípios, descentralização e
delegação de autoridade, amplitude administrativa, níveis
hierárquicos e administração participativa, linha e assessoria.
Reflexão sobre mudanças organizacionais.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
16
17
DISCIPLINA
EMENTA
SOCIOLOGIA DAS
ORGANIZAÇÕES
Compreensão da relação da Sociologia com a administração e
sua importância no planejamento estratégico das organizações
econômicas. Análise sociológica dos processos de organização e
de gestão do trabalho na sociedade capitalista. Análise da relação
das organizações com o Estado e suas implicações econômicas,
políticas, sociais e ecológicas.
EPISTEMOLOGIA
Estudo das bases conceituais da epistemologia. Avaliação dos
critérios epistemológicos do fazer científico. Reflexão sobre os
procedimentos metodológicos do fazer científico. Estudo sobre
ciência, ética e sociedade.
O contexto das organizações: do ponto de vista da Psicologia e
suas interfaces com o mundo do trabalho. Dimensões básicas de
análise das organizações: individual, grupal, organizacional e
psicossocial. O indivíduo no contexto das organizações:
estruturação da personalidade do indivíduo. Processos mentais
PROCESSOS
COMPORTAMENTAIS básicos: percepção, memória, atenção, emoção, afetos e
NAS ORGANIZAÇÕES motivação. O significado do trabalho para o indivíduo. Vínculos do
indivíduo com o trabalho e com a organização no seu período de
permanência na empresa. As disfunções organizacionais e sua
relação com a saúde mental. Promoção da saúde mental nos
ambientes organizacionais.
DIREITO DO
TRABALHO
Trabalho: conceito. Direito do Trabalho: evolução legislativa.
Relação jurídica do emprego: sujeitos. Contrato de trabalho:
formação, vida e extinção. Regulamentação do trabalho (duração
da jornada, proteção ao trabalho do menor, mulher e trabalhador
nacional, repouso semanal e férias). Noções de Direito Coletivo
do Trabalho.
ÉTICA
Estudo dos conceitos fundamentais, das teorias, definições e
classificação da ética e da ação moral. Análise e compreensão
das principais correntes filosóficas explicativas do agir humano.
Caracterização do empreendedorismo. Estudo da relação entre o
profissional empreendedor e o mercado consumidor. Análise dos
EMPREENDEDORISMO processos administrativos empresariais destinados à qualificação
da empresa e à definição de novos negócios. Estudo a respeito
do plano de negócios.
SEMINÁRIOS DE
PESQUISA
Reflexão sobre o pesquisador e a comunicação científica. Estudo
da natureza, dos tipos de pesquisa e suas classificações.
Identificação das etapas da pesquisa. Levantamento de
informações para pesquisa. Revisão da literatura via métodos
impressos e eletrônicos. Estudo sobre a estrutura e a dinâmica de
um problema de pesquisa. Estudo sobre o método de pesquisa.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
17
18
MATEMÁTICA
FINANCEIRA
Estudo dos Juros simples e compostos. Cálculo das taxas
nominal, proporcional
e real Séries e pagamentos iguais.
Descontos. Equivalência
de capitais. Fluxo
de caixa.
Comparação entre alternativas de investimentos. Critérios
econômicos de decisão: Valor Presente líquido, Taxa Interna de
Retorno,Paybackj entre outros.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
18
19
5.4
Equivalências de Disciplinas
PLANO DE EXECUÇÃO CURRICULAR
“F”
PLANO DE EXECUÇÃO CURRICULAR “G”
PER
1
2
3
4
CÓDIGO
DISCIPLINAS (G)
CRÉD.
NAT.
CÓDIGO
DISCIPLINAS (F)
UCS0100
Universidade e
Sociedade
04
FG
HIS0118
Realidade Brasileira
SIS0222
Informática Básica
04
FG
SIS0232
Computação
ECO0105
Fundamentos de
Economia
04
FB
ECO0200
Economia I
MAT0337
Matemática I
04
FB
------
---------
COT0212
Teoria da Contabilidade
04
FP
COT0212
Teoria da Contabilidade
UCS0101
Leitura e Escrita na
Formação Universitária
04
FG
LET0113/
116
Língua Portuguesa
Instrumental
SOC0242
Sociologia das
Organizações
04
FB
SOC0100
Sociologia
ADM0750
Fundamentos de
Administração
04
FB
ADM0222
Introdução a
administração I
COT0254
Fundamentos de
Contabilidade I
04
FB
COT0200
Contabilidade Geral I
EST0227
Estatística I
04
FB
EST0200
Estatística I
UCS0104
Epistemologia
04
FG
FIL0132
Teoria da Ciência
PSI0375
Processos Comport. Nas
Organizações
04
FB
-----
-------
DIR0353
Direito do Trabalho
04
FP
DIR0405
Legislação Social e
Trabalhista
DIR0352
Direito Empresarial I
04
FB
DIR0230
Direito Comercial I
COT0255
Fundamentos de
Contabilidade II
04
FP
COT0201
Contabilidade Geral II
UCS0102
Seminários de Pesquisa
(mais dois créditos de
eletiva)
02
FG
FIL0136
Iniciação a pesquisa
MAT0339
Matemática Financeira
04
FB
MAT0205
Matemática Comercial e
Financeira I
DPU0249
Direito Tributário
04
FP
DIR0232
Direito Tributário I
DIR0354
Direito Empresarial II
04
FP
DIR0231
Direito Comercial II
COT0256
Contabilidade Societária I
04
FP
COT0404
Contabilidade Comercial I
Eletiva
02
FP
----
------
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
19
20
5
6
7
8
9
UCS0103
Ética
02
FG
CO0436
Legislação e ética do
Profissional em
contabilidade
COT0260
Legislação Profissional da
Contabilidade
02
FP
COT0257
Contabilidade Societária II
04
FP
COT0405
Contabilidade Comercial II
COT0258
Contabilidade Tributária
04
FP
COT0419
Contabilidade Fiscal e
Aplicada
COT0268
Finanças Corporativas
04
FP
-----
-----
ADM0771
Empreendedorismo
04
FB
-----
-----
COT0277
Contabilidade Governamental
04
FP
COT0411
Contabilidade
Governamental I
COT0261
Contabilidade de Custos
04
FP
COT0402
Contabilidade de Custos I
COT0262
Prática Contábil – Estágio
Supervisionado
04
FP
COT0450
Prática de Contabilidade
COT0263
Estruturação das
Demonstrações Contábeis
04
FP
COT0452
Análise das
Demonstrações Contábeis I
XXXXXX
Eletiva
04
FC
-----
------
COT0437
Contabilidade Orçamentária
04
FP
COT0437
Contabilidade
Orçamentária
COT0264
Análise de Custos
04
FP
COT0403
Contabilidade de Custos II
COT0278
Análise Avançada das
Demonstrações Contábeis
04
FP
COT0453
Análise das
Demonstrações Contábeis
II
COT0266
Sistemas de Informações
Contábeis
04
FP
------
------
COT0279
Contabilidade de Atividades
Especiais
04
FP
-----
-----
COT0267
Auditoria I
04
FP
COT0447
Auditoria I
COT0271
Contabilidade Avançada
04
FP
COT0428
Contabilidade Superior
COT0281
Contabilidade estratégica
04
FP
-----
-----
COT0270
Métodos e técnicas de
pesquisa em Contabilidade
04
FP
----
-----
COT0280
Contabilidade Industrial
04
FP
COT0409
Contab. Industrial I
COT0441
Perícia
04
FP
COT0451
Pericia
COT0269
Controladoria
04
FP
-----
-----
COT0272
Auditoria II
04
FP
COT0448
Auditoria II
COT0273
Trabalho de Conclusão de
Curso 1
04
FP
XXXXXX
Eletiva
04
Trabalho de Conclusão de
Curso1
-----
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
------
20
21
5.5 EMENTAS DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
DISCIPLINA: ECO0468 - CONTABILIDADE SOCIAL – 04 créditos
Conceito. Evolução. Agregados macroeconômicos. Sistemas de Contas Nacionais.
Balanço de Pagamentos. O Sistema de Contas Nacionais do Brasil: evolução,
estrutura e metodologia. Matrizes de relações interindustriais. Comparações
internacionais de agregados macroeconômicos. Indicadores sociais.
COT0222 CONTABILIDADE RURAL – 04 créditos
Noções de Administração Rural. Contabilidade Rural. Planejamento Contábil na
empresas rural. Depreciação, exaustão e amortização na agropecuária. Custos na
atividade rural. Apuração de resultado e balanço na atividade rural. Controle
gerencial. Atividade rural e a sustentabilidade ambiental.
DISCIPLINA: COT0282 – PRÁTICA DE DEPARTAMENTO DE PESSOAL - 02
créditos
Rotinas de departamento de pessoal com o reconhecimento dos encargos
trabalhistas e previdenciários e respectivos lançamentos contábeis.
LET 0281 - ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO ORAL – 04 créditos
Utilização de estratégias de comunicação oral em situações formais e semiformais,
no âmbito acadêmico e profissional. Organização e apresentação de dados, tendo
em vista objetivos e público-alvo específicos. Adequação da linguagem, (normas,
registros e funções lingüísticas) emprego de esquema na redução de informações e
planificação da apresentação oral. Emprego de mecanismos argumentativos.
ECO0296 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS E MERCADO DE CAPITAIS – 04
créditos
O mercado de Capitais e a economia. Análise do Sistema Financeiro Nacional-SFN
incluindo os. Títulos e Valores Mobiliários. Análise fundamentalista e Análise Técnica
de ações. Bolsas: estruturas, funcionamento, índices. O Relacionamento entre
investidor e as Corretoras. A Governança Corporativa e o Novo Mercado. Bolsas de
Mercadorias e Derivativos. Aplicações do Risco. Administração de Carteiras. Teoria
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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de Markowitz e da fronteira eficiente. Simulação de Carteiras. Noções de Fundos de
Investimentos.
ADM 0757 - GESTÃO DE PESSOAS I – 04 créditos
Evolução histórica da Gestão de Pessoas, objetivos e tendências. Processos, Linha,
Staff, mudanças nos Cenários Global e Impacto na Gestão de Pessoas,
Planejamento,
Recrutamento,
Seleção,
Modelagem
de
cargos,
Integração,
Remuneração e Benefícios.
COT0283 – TÓPICOS DE CONTABILIDADE – 04 créditos
Escrituração Contábil envolvendo todos os fatos contábeis decorrentes da atividade
empresarial (mercadorias, custos, avaliação e controle de estoques, pessoal,
financeira, provisões, depreciação, amortização, exaustão); Apuração do resultado e
fechamento do balanço, bem como aspectos tributários de encerramento de
exercício; Demonstrações Contábeis de acordo com as normas brasileiras; Estudos
avançados sobre análise vertical, horizontal e por indicadores econômicofinanceiros.
5.6 Trabalho de Conclusão de Curso
•
O Trabalho de Conclusão de Curso será regido pelas Diretrizes Gerais para
os Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação da Universidade de
Caxias do Sul, conforme Resolução nº 01-08/ CEPE.
•
O trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia
desenvolvido
em
áreas
teórico-práticas
e
de
formação
profissional
proporciona atividades de pesquisa que também contempla aspectos da
formação contínua do aluno. Constitui-se um trabalho acadêmico técnicocientífico,
com
abrangência
interdisciplinar,
desenvolvido
mediante
coordenação, orientação e avaliação docentes. Integra o Processo formativo
do aluno e representa um momento de sistematização dos conhecimentos e
explicitação da aprendizagem, necessário para a integralização do curso.
•
O Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia tem como
objetivos principais:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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23
•
Articular e inter-relacionar os conteúdos curriculares do curso com as
experiências cotidianas, dentro e fora da Instituição, para ratificar, retificar
e/ou ampliar o campo de conhecimento;
•
Promover o aprimoramento da capacidade investigativa, interpretativa e
crítica do estudante;
•
Ampliar a capacidade do estudante quanto aos aspectos teóricometodológicos necessários para o seu desenvolvimento pessoal e
profissional;
•
Consolidar a importância do uso de rigor metodológico e técnico-científico,
na organização, na sistematização e no aprofundamento do tema
abordado, respeitando o nível de graduação.
As etapas para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso
compreendem a elaboração e o desenvolvimento do projeto e posteriormente da
monografia com a apresentação perante uma Banca Examinadora.
O Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia é um
componente obrigatório do Plano de Execução Curricular e deverá ser cumprido pelo
estudante, como condição para integralização do Curso. Para estar apto a realizar a
monografia o aluno deverá ter cursado a disciplina de Métodos e Técnicas de
Pesquisa em Contabilidade e ter cumprido 140 créditos.
O Curso de Ciências Contábeis apresentará coordenação própria para os TCCs,
com competências administrativas e pedagógicas referentes ao desenvolvimento do
Trabalho. A coordenação dos TCCs será exercida por um professor do curso,
indicado pelo Coordenador/Orientador e aprovado pelo colegiado do Curso.
A orientação do TCC deve ser entendida como processo de acompanhamento
científico-pedagógico
e
é
de
responsabilidade
de
docente
do
curso.
Preferencialmente o orientador deverá possuir o título de Mestre ou Doutor e
afinidade com a temática.
Como etapa de conclusão do TCC encontra-se a apresentação para uma banca
examinadora. Os critérios para a composição da banca examinadora, as
competências do Coordenador de TCC, do Orientador bem como a avaliação e as
disposições gerais e transitórias são definidas no Regulamento do TCC (em anexo),
que obedece às diretrizes curriculares.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
23
24
5.7 Atividades Complementares
As atividades complementares, de acordo com as Diretrizes do Curso de
Ciências Contábeis (Resolução CNE/CES nº. 10 de 16/12/04), são componentes
curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades,
conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente
escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais,
opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do
trabalho estabelecidas ao longo do curso e notadamente integrando-as às diversas
peculiaridades regionais e culturais.
A normatização das atividades complementares privilegia a integralização da
carga horária total do curso, reconhecendo os conhecimentos adquiridos pelo
discente ao longo de sua formação acadêmica. Nesse sentido, as Atividades
Complementares dos Cursos de Graduação em Ciências Contábeis, dividem-se em
três grandes atividades: Ensino, Pesquisa e Extensão.
Sendo assim as Atividades Complementares podem incluir projetos de
pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos,
seminários, simpósios, congressos, conferências, além de disciplinas oferecidas fora
do plano de execução curricular do curso ou de regulamentação e supervisão do
exercício profissional, ainda que esses conteúdos não estejam previstos no currículo
pleno da instituição, mas nele podem ser aproveitados de forma interdisciplinar, e se
integram com os demais conteúdos realizados.
O regulamento das Atividades Complementares do Curso de Ciências
Contábeis está fundamentado nas Diretrizes Curriculares e na Instrução Normativa
01/08 do Colegiado de Curso, em anexo.
As Atividades Complementares são obrigatórias para todos os acadêmicos do
curso, de acordo com a carga horária prevista no Plano de Execução Curricular.
5.8 Estágio Curricular não-obrigatório
Os alunos tem a possibilidade de participarem de estágios curriculares nãoobrigatório, conforme os termos da Lei 11778/08, que dispõe as diretrizes nacionais
dos estágios curriculares.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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25
5.9 Estágio Curricular Supervisionado
O acadêmico do Curso de Ciências Contábeis realizará estágio curricular
supervisionado na própria Instituição, com supervisão de professor, mediante
desenvolvimento prático de conteúdo pré-determinado. Esse conteúdo versará sobre
a simulação de um ambiente empresarial, onde se aplicará a execução de todas as
tarefas pertinentes à área contábil de qualquer entidade.
Como forma de realização, serão desenvolvidos os seguintes conteúdos:
Constituição e
legalização de empresas
Atividades de Instalação
Atividades de
Funcionamento I
Atividades de
Funcionamento II
Atividades de
Funcionamento III
Atividades de
Funcionamento IV
Atividades de
Funcionamento V
Atividades de
Funcionamento VI
Atividades de
Elaboração do Contrato Social
Plano de contas básico
Contabilização inicial da empresa
Emissão de balancete
Compras e entradas de materiais, mais fretes (á vista /a prazo).
Livro Registro de entradas
Admissão de empregados
Livro Registro de empregados
Autorização de impressão de notas fiscais
Abertura de contas bancárias
Aquisição de imobilizações
Transferências de materiais do estoque para produção
Gastos Gerais de fabricação (por caixa/bancos)
Pagamentos diversos de gastos e serviços
Gastos gerais administrativos
Emissão de Balancete
Venda de produtos (caixa/clientes)
Prestação de serviço
Notas fiscais, faturas, duplicatas
Livro registro de saídas
Livro registro do imposto sobre serviços de qualquer natureza
Operações Bancárias em geral:
Desconto de duplicata
Cobrança de duplicatas
Caução de Duplicatas (contrato/financiamento)
Empréstimos bancários com juros antecipados
Integralização de capital em .../...../........
Emissão de Balancete
Operações diversas
Transferências de estoques
Compras/vendas
Despesas de fabricação
Despesas administrativas
Depósitos e retiradas bancárias
Boletim de caixa
Apropriações:
Comissões
Folha de pagamento e encargos sociais
Guias de INSS e FGTS
Provisões de férias/ 13 salário e encargos sociais
Apuração e apropriação de impostos:
Livro registro de apuração do ICMS
Livro registro de apuração do IPI
Guia para recolhimento do ICMS
Darf: IPI/COFINS/PIS
Guia para recolhimento do ISS
Férias aviso e pagamento
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
25
26
Funcionamento VII
Atividades de
Funcionamento VIII
Atividades de
Encerramento do
Exercício I
Atividades de
Encerramento do
Exercício II
Atividades de
Encerramento do
Exercício III
Aviso prévio e Rescisão contratual
Compras e recuperação de impostos- á vista e a prazo
Vendas/ débito de impostos - á vista e a prazo
Despesas administrativas
Despesas de fabricação- gastos gerais
Envio de duplicatas para cobrança, caução, desconto
Reembolso de duplicatas descontadas
Recebimento de duplicatas em cobrança, caução, desconto
Outras transferências de materiais
Recolhimento de todos os impostos e encargos sociais:
INSS/FGTS/ISS/IPI/ICMS/PIS/COFINS
Pagamento de outras despesas apropriadas
Folha de pagamento
Apropriações diversas
Fechamento de livros fiscais e guias de recolhimento de impostos
Outras movimentações de entradas e saídas de caixa
Pagamento de comissões creditadas
Depreciação/calculo e contabilização
Outros ajustes e apropriações para encerramento
Lançamento de encerramento de balanço
Demonstração do Resultado do Exercício
Destinação do Resultado do Exercício
Balanço Patrimonial
Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados
Notas explicativas das demonstrações contábeis
Emissão do Livro Diário
Emissão do Livro Razão
Lalur - Livro de Apuração do Lucro Real
O programa de estágio curricular supervisionado prevê a utilização de sistema
informatizado, com o qual serão realizadas simulações específicas dos ambientes de
entidades, sob a supervisão de professor orientador, resultando em avaliação
individual.
O estágio de que trata este item é regulamentado pela Resolução nº 30-07CEPE de 26/06/07 observada a Lei 11.788 de 25/09/08.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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27
6) CONCEPÇÃO METODOLÓGICA:
O significado da palavra educação lembra termos como desenvolver, crescer,
criar, nutrir e inovar, e, diante dessas expressões, pode-se dizer que toda a vivência
envolve o ato educativo permanente, seja de forma intencional ou não, sistemática
ou assistemática, que definirá a formação de um profissional competente e
preparado para o campo de atuação.
A formação de uma consciência profissional será garantida pelo planejamento
de ações que envolvem a criação de momentos para que nasçam as situações
inovadoras e questionadoras, que devem iniciar em sala de aula, visando levar a
análises e reflexões sobre a realidade, na certeza de transformá-la.
Dentro deste contexto, o objetivo do Curso de Ciências Contábeis é formar
profissional habilitado e competente para intervir no seu campo de atuação com
responsabilidade e ética. A meta do curso é oportunizar ao acadêmico uma
formação para ser um diferencial na sua área.
Sendo assim, serão desenvolvidas as seguintes atividades metodológicas, na
busca dos objetivos propostos:
•
Propiciar uma permanente atualização profissional no contexto técnico e
orientação pedagógica ao corpo docente por meio de cursos presenciais ou a
distância, participação em seminários, convenções e congressos, como
ouvinte, apresentador de trabalhos ou conferencista, entre outros. Ressalta-se
que tais meios contemplam dimensões técnicas da área e dimensões
didático-pedagógicas.
•
Formar grupos de docentes para troca de experiências dentro das áreas de
concentração e entre as mesmas;
•
Buscar uma padronização de apresentação e discussão dos planos de ensino
das disciplinas;
•
Buscar o apoio ao desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e
extensão;
•
Firmar convênios com a comunidade pública e privada;
•
Incentivar o uso de Tecnologia da Informação no processo de aprendizado do
aluno, além de instrumentalizá-lo de tais recursos para que possa utilizá-los
em seu contexto profissional.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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28
O curso adota um plano de ensino padronizado que será utilizado por todos
os docentes, em todos os campus e núcleos da instituição, visando planejar a sua
atuação adaptando-se às necessidades dos alunos. Para que o acadêmico possa ter
visão crítica e atualizada, serão exigidas leituras, estudos de casos, elaboração de
resenhas, preparação de seminários, trabalhos de pesquisa, debates, entre outros.
No processo ensino-aprendizagem, a postura do docente deve levar em conta
os seguintes aspectos:
•
captar dos acadêmicos as contribuições e os conhecimentos durante a
realização das atividades;
•
auxiliar os alunos a encontrarem um sentido no que estão fazendo, de modo a
terem interesse em fazer aquilo que passam a conhecer;
•
estabelecer metas para que os acadêmicos possam superá-las, com esforço
e ajuda necessários;
•
proporcionar aos acadêmicos autonomia no sentido de estabelecer objetivos,
planejar ações para alcançá-los e ter controle na sua realização;
•
estar atento às capacidades e esforços pessoais, levando em conta a
necessidade de nivelamento inicial do conhecimento e o processo por meio
do qual adquirem o conhecimento, incentivando competências como meio a
favorecer o senso crítico e a regulação da própria atividade.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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29
7 CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO
Os processos de avaliação desenvolvidos pelo Curso de Ciências Contábeis
envolvem a avaliação de aprendizagem discente, avaliação de desempenho docente
e avaliação do Projeto do Curso. Em seus aspectos gerais, dar-se-ão em
conformidade com os critérios e procedimentos definidos institucionalmente.
Em relação à avaliação de aprendizagem, compreende-se a avaliação como
um processo permanente, contínuo e sistemático, que envolve as relações de ensino
e de aprendizagem e o desempenho acadêmico, permitindo ao aluno reconhecer
possibilidades e superar suas dificuldades.
A avaliação da aprendizagem busca consolidar mecanismos que permitam ao
acadêmico apropriar-se dos conhecimentos trabalhados no decorrer das disciplinas,
adquirir as habilidades previstas no Projeto do Curso e desenvolver as competências
necessárias para a sua inserção no campo de atuação profissional. Nesta
perspectiva, o processo de avaliação deve apresentar instrumentos que permitam
identificar no processo de aprendizagem do aluno o grau de assimilação dos
conteúdos; os níveis de complexidade das operações de analisar, comparar, aplicar
e interpretar postos em ação nas diferentes situações de ensino e de aprendizagem
propostas; e, o desenvolvimento de mecanismos e recursos que permitam a
realização, em níveis crescentes, de aprendizagens de interesse.
Enquanto avaliação de aprendizagem pretende-se diagnosticar o processo de
apropriação dos alunos em relação aos conhecimentos através de atividades e
técnicas específicas, que deverão acontecer respeitando-se a diversidade das
situações pedagógicas e a particularidade de momentos específicos da formação. O
caráter continuado da avaliação implica que ao longo de seu processo avaliativo o
aluno deverá ser considerado a partir da diversidade das competências e
habilidades previstas pelo Curso e desenvolvidas em cada um dos seus momentos.
Nas disciplinas, os instrumentos e técnicas de avaliação deverão ser os mais
diversos incluindo provas objetivas, dissertativas, relatórios de observação, de
trabalho de campo, entrevistas, provas práticas, relatórios, auto-avaliação, etc.
Os instrumentos de avaliação (provas, relatórios, artigos, resenhas, análise de
casos, entre outros) permitirão aferir, através de notas específicas, o desempenho
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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dos alunos. Tal desempenho, porém, deverá ser considerado através da avaliação
da participação do acadêmico em outros momentos do processo pedagógico, tais
como as leituras individuais, pesquisas bibliográficas, participação em debates e
seminários, respostas a perguntas dirigidas, trabalhos individuais e em grupo para a
sistematização do conhecimento, apresentação de trabalhos, produção de textos
(sínteses, resenhas esquemas de idéias-chave). Os procedimentos e instrumentos
de avaliação deverão constar no programa de cada disciplina e serem previamente
apresentados e acordados entre professor e acadêmicos. Nesse conjunto, o
planejamento docente deve indicar estratégias de avaliação coerentes entre si.
Ao longo do curso e entre as disciplinas, o processo de acompanhamento da
construção de conhecimentos e desenvolvimento de habilidades e competências
dar-se-á pelo acompanhamento sistemático da coordenação de curso na definição
do calendário das avaliações, no acompanhamento ao cumprimento dos critérios de
avaliação e na construção de mecanismos que permitam a coerência entre a
metodologia de ensino e avaliação e as concepções e práticas pedagógicas. Serão
analisadas as concepções de ensino, aprendizagem e avaliação que fundamentam o
plano de execução curricular num todo e em cada disciplina do curso. Além disso, a
ação docente deve tomar por princípio o estabelecimento de relações entre as
diferentes unidades e áreas de conhecimento envolvidas, propiciando condições
para que o estudante estabeleça relações entre diferentes conteúdos das disciplinas
e das práticas desenvolvidas ao longo do curso.
Na medida em que inserida no processo formativo, a avaliação passa a ser
ela mesma compreendida como formação. Avaliar, então, se torna uma competência
que exige dos sujeitos envolvidos não apenas reconhecer o domínio de conteúdos,
mas sua capacidade de permanentemente estar aprendendo, interagindo e
compreendendo as novas demandas que são constantemente apresentadas ao
profissional egresso do curso.
A avaliação de desempenho docente e avaliação do Projeto do Curso, ambas
realizadas de forma on line pelos alunos, possibilita a participação efetiva do corpo
discente e também docente na construção de ações que direcionam a melhoria
contínua das práticas e conteúdos abordados.
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8 INTER-RELAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO COM A EXTENSÃO E
PESQUISA
Para existir uma educação superior de qualidade, torna-se indispensável
manter uma interdependência adequada entre ensino, pesquisa e extensão. Como o
curso de Ciências Contábeis da Universidade de Caxias do Sul está presente em
diversas comunidades regionais, importa propiciar aos acadêmicos e professores do
Curso a participação em atividades de extensão, no intuito de promover uma relação
bidirecional com a sociedade, buscando mudanças no sentido da promoção da
qualidade de vida e do desenvolvimento social.
Nesse objetivo, inserem-se nas atividades de extensão desenvolvidas pelos
acadêmicos do curso de Ciências Contábeis a prestação de assistência contábil
comunitária, por meio da UCS Empresa Júnior. Esta é uma empresa formada e
administrada por graduandos e professores da Universidade de Caxias do Sul. Seu
maior objetivo é proporcionar aos alunos a oportunidade de aliar os conceitos
teóricos vistos em sala de aula com a prática, ou seja, vivenciar o dia-a-dia de uma
empresa, atuando também em consultorias para micro, pequenas e médias
empresas de Caxias do Sul e região. Na UCS Empresa Júnior os alunos têm um
espaço próprio para conciliar a teoria aprendida na sala de aula com a prática do
dia-a-dia de uma empresa, os professores e alunos do Curso de Ciências Contábeis
atuam na área administrativo-financeira e de controle da gestão, contribuindo em
estudos e consultorias referentes a orçamentos e custos, contabilidade tributária,
estudo do patrimônio, desenvolvimento de indicadores de performance, avaliação de
empresas, processos de integração entre empresas e análise de desempenho das
empresas.
O Curso possui também atividades de pesquisa na área de custos atuando
em empresas da região. Entre os projetos que estão em andamento no momento
estão o “Desenvolvimento de uma metodologia para aprimorar a gestão de custos
industriais e análise de retorno em projetos de pequeno e médio porte Aplicação em
Indústrias da região serrana do Rio Grande do Sul” e “Modelo para identificação do
grau de influência dos custos nas fases de PDP sob a ótica do ABC”. Estes estudos
buscam a aplicação dos conceitos citados, o apoio para as empresas da região que
aderirem aos projetos, assim como, a coleta de dados para divulgações posteriores
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aos acadêmicos do curso, buscando assim aliar a teoria vista em sala de aula com a
prática organizacional.
O Curso desenvolve ainda atividades complementares, inseridas no contexto
de educação e cidadania, incluindo eventos que promovem o processo de ensino e
de aprendizagem, a troca de saberes e sua democratização e possibilitam aos
acadêmicos o exercício de sua cidadania como agentes de transformação social.
Essas Atividades envolvem: seminários, congressos, semanas acadêmicas,
palestras, iniciação á pesquisa, monitorias. Nestes encontros acadêmicos há uma
ampliação da vivência dos alunos com operadores da contabilidade de outras
regiões, oportunizando-lhes ampliar horizontes e expandir seus conhecimentos.
Colaborando ainda com a função de ensino-apredizagem o Curso de Ciências
Contábeis da UCS propicia aos alunos diversos cursos de extensão em áreas
específicas de formação às quais estão em evidência no momento ou que
representem uma demanda da sociedade acadêmica e comunidade local, estes
cursos ocorrem na forma presencial, in company e de educação a distância, além de
cursos oferecidos a partir de parcerias com outras instituições.
O Curso de Ciências Contábeis propicia também alguns cursos superiores de
curta duração que se compõem de um conjunto de atividades sistemáticas de
formação, alternativas ou complementares à graduação, estes têm por objetivo
possibilitar o acesso, a ampliação, a atualização ou o aprofundamento de
conhecimentos em diferentes campos de saber, podendo também ser utilizados para
complementar ou aprimorar qualificações técnico-profissionais ou acadêmicas.
Justificada por essas reflexões, a proposta do curso de Ciências Contábeis da
UCS, visa ao desenvolvimento da atividade de questionamento e de investigação
científica. Nesse sentido, trabalho de elaboração de monografia constitui-se num
momento/espaço privilegiado no processo da formação do aluno para evoluir
significativamente na direção do desenvolvimento de sua autonomia intelectual e do
perfil profissional almejado. Além disso, com a monografia, cria-se um ambiente
propício ao desenvolvimento permanente de pesquisa, motiva-se acadêmicos e
professores a manterem-se atentos e interessados em pesquisar as mais diversas
áreas da Ciência Contábil. O desenvolvimento econômico e tecnológico desafia o
profissional da Contabilidade a uma reflexão científica e aprofundada sobre as
diversas áreas da Ciência Contábil.
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Desenvolvendo a integração entre o ensino, a pesquisa e extensão, a UCS
configurou seus programas de pós-graduação em alguns campis e núcleos onde
funciona o Curso de Ciências Contábeis, a partir de um processo que envolveu
todas as instâncias acadêmicas, através do planejamento estratégico e de estudos
realizados junto aos Municípios de sua área de abrangência.
Assim, os cursos, próprios e conveniados, de pós-graduação em nível de
especialização em Ciências Contábeis foram estruturados de forma a constituir um
espaço formativo e informativo para profissionais da área nos âmbitos regional e
nacional, pretendendo-se instituir, com isso, um centro de excelência à pesquisa e à
produção científica especializada. Com as propostas de cursos de latu sensu nas
mais diversas áreas da Contabilidade, a UCS visa a uma melhoria na qualidade do
ensino do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, além do atendimento às
demandas da Região. Tais cursos se caracterizam por uma perspectiva crítica e
multidisciplinar voltada às questões mais importantes no contexto nacional e
internacional, atendendo às expectativas dos contadores
em campos de
investigação complexos e desafiadores.
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9) PROJETOS DE DISCIPLINAS
9.1. PROJETOS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
DISCIPLINA: UCS0100 – UNIVERSIDADE E SOCIEDADE
Ementa:
A sociedade contemporânea a partir das transformações histórico-estruturais mais
recentes do capitalismo e suas implicações sociais, econômicas, políticas, culturais e
ambientais. Cultura política e padrão de dominação característicos da sociedade
brasileira. O papel da Universidade na formação profissional multidimensional e
cidadã diante dos desafios do século XXI.
Objetivo
1. Identificar as dimensões históricas, sociais, econômicas, políticas, culturais e
ambientais explicativas da sociedade, do Estado e da cultura brasileira
2. Compreender as relações entre sociedade, Estado e cultura a partir da análise
histórico-crítica de processos econômicos, políticos, sociais, culturais e ambientais.
3. Refletir acerca dos desafios da Universidade na formação cidadã e profissional na
sociedade contemporânea
Conteúdo Programático:
1- Transformações histórico-estruturais da sociedade globalizada.
1.1- A sociedade capitalista
1.2- A reestruturação produtiva
1.3- Inovação Tecnológica
1.4- Globalização e democracia
2- Características históricas da sociedade brasileira
2.1- Padrão de dominação/ resistência/ ideologia
2.2- Cultura brasileira e identidade nacional
2.3- Relações de classes, gênero e etnia
2.4- Identidade e consumo
3 - Universidade e Cultura Brasileira
3.1- A Universidade - conceito e história
3.2- Ensino Superior no Brasil (LDB)
3.3- O Ensino Superior na região e a UCS
3.4- Os desafios da Universidade e a formação do profissional cidadão
Metodologia:
A disciplina terá a reflexão como pressuposto básico de trabalho no cotidiano da
sala de aula, também como forma de motivar a participação efetiva do aluno e seu
comprometimento com a própria aprendizagem. O professor, ao orientar o processo
de aprendizagem, buscará desenvolver com o grupo uma atitude autônoma. Para
tanto serão desenvolvidas atividades individuais ou em grupo com leitura orientada e
problematização de textos, estudos dirigidos e voltadas à realidade, seminários e,
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sempre que possível, serão utilizadas situações-problema, as quais exijam
fundamentos teóricos para sua resolução.
Avaliação:
A avaliação será sistemática e constante, valorizando a participação,
comprometimento e freqüência do aluno. Serão utilizados três Instrumentos de
avaliação, sendo, no mínimo, dois individuais por escrito. Também serão avaliadas
as diferentes atividades (trabalho de grupo ou individuais), juntamente com o
seminário final (ou trabalho final voltado a aspectos da realidade). Para fins de
aferição da nota, a composição final do resultado será o somatório das avaliações
individuais (50%), trabalhos (30%) e seminário final (20%). Os trabalhos realizados
ao longo do semestre em sala de aula não são recuperáveis.
Bibliografia Básica
BILHÃO Isabel Aparecida (org). Visões do Brasil: realidade e perspectivas. Caxias
do Sul, RS: EDUCS, 2003.
PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. História da cidadania. São Paulo:
Contexto, 2003.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência
universal. 5 ed. Rio de Janeiro: Record, 2004.
Bibliografia Complementar
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando:
introdução à filosofia. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2003.
BARBOSA, Lívia. O jeitinho brasileiro: a arte de ser mais igual que os outros. 8.ed.
Rio de Janeiro: Campus, 2002.
BEHRING, Elaine Rossetti. Brasil em contra reforma: desestruturação do estado e
perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003.
CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. O Racismo na História do Brasil: mito e realidade. 7.
ed. São Paulo: Ática, 2005.
CASTELLS, Manoel. A sociedade em rede. Vol. 1. 10 ed. São Paulo: Paz e Terra,
2007.
CASTRO, Cláudio de Moura e BARROS, Hélio G. O ambiente da inovação e o
sucesso
pela
tecnologia:
alguns
casos
ilustrativos.
Disponível
em:
www.claudiomouracastro.com.br/uploadArquivos/
DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil. 12. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2001.
FIORI, Jose Luís da Costa. Os moedeiros falsos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005.
JULIATTO, Clemente Ivo. Parceiros educadores. Estudantes, professores,
colaboradores e dirigentes. Curitiba: Champagnat, 2007.
LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB). Lei 9394/96 de
20 de dezembro de 1996, disponível em: portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf.
MENDONÇA, Ana Waleska P. C. A universidade no Brasil. In: Revista Brasileira de
Educação,
n.
14,
maio/jul/jun/ago,
2000.
Disponível
em:
www.anped.org.br/rbe/rbedigital/RBDE14/RBDE14_09_ANA_WALESKA_P_C_MEN
DONCA.pdf.
MOROSINI, Marilia. O ensino superior no Brasil. In: STEPHANOU, Maria e
BASTOS, Maria Helena C. (orgs.). Histórias e memórias da educação no Brasil. Vol.
3. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
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36
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional
versus identidade negra. Petrópolis: Vozes, 1999.
OCTAVIANI, Eliane Avelar Sertório. Universidade e cidadania. In: Revista Jurídica
do curso de pós-graduação em Direito da Unipinhal. Vol. 1, n.1, jan/jun de 2005.
Disponível em: www.unipinhal.edu.br/ojs/revistajuridica.
OLIVEN, Ruben. Cultura Brasileira e Identidade Nacional (O Eterno Retorno). In:
MICELI, Sérgio (Org). O que ler na Ciência Social Brasileira. São Paulo: Ed.
Sumaré/ANPOCS, 2002.
PASTORE, José. O trabalho do futuro: desafios da juventude brasileira. Palestra
proferida no Congresso de Educação 2008 promovido pelo SENAI de Belo
Horizonte,
MG,
em
16/06/08.
Disponível
em:
www.josepastore.com.br/artigos/em/em_119.htm.
REBELATTO, Jose Rubens . Área de Conhecimento e Campo de Atuação
Profissional: uma distinção fundamental para gerenciar a qualidade do trabalho.
Revista IGLU- Instituto de Gestion Y Liderazgo Universitario, Quebec, v. 11, n. 7, p.
97-113, 1997.
SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o
estado democrático. 7 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.
SINGER, Paul. Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas. São Paulo:
Contexto, 1998.
SINGER, Paul. O capitalismo - sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. 5 ed. São
Paulo: Moderna, 1987.
SORJ, Bernardo. A nova sociedade brasileira. 2.ed. rev. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2001.
TRINDADE, Helgio. A universidade em ruínas na república dos professores. 2 ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA: SIS0222 Informática Básica
Ementa:
Conceitos básicos. Histórico. Hardware: componentes do computador. Software:
sistema operacional, linguagens de programação, programas aplicativos e utilitários.
Utilização do sistema operacional e de programas aplicativos.
Objetivo:
Familiarizar o aluno com a nomenclatura básica utilizada na área de processamento
de dados e com o uso do computador através da prática em laboratório com
softwares de uso geral.
Conteúdo Programático:
1 Introdução a Informática
1.1 Conceitos
1.1Conceitos Fundamentais
1.2 História e Evolução do Computador
2 Sistema Operacional
2.1 Configurações Básicas
2.2 Gerenciador de Arquivos e Pastas
3 Internet
3.1 Correio Eletrônico
3.2 Navegadores
3.3 Mecanismos de Busca
4 Apresentação Eletrônica
4.1 Comandos de Edição e Formatação
4.2 Modelos
4.3 Assistente de Desenho
4.4 Animações
5 Editor de Texto
5.1 Comandos de Edição e Formatação
5.2 Criação de Tabelas
5.3 Estilos
5.4 Geração de Índice
5.5 Assistente de Desenho
5.6 Mala Direta
6 Planilha Eletrônica
6.1 Comandos de Edição e Formatação
6.2 Fórmulas e Funções
6.3 Referências Absolutas e Relativas
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6.4 Vínculos
6.5 Gráficos
7 Editor de Páginas Web
Metodologia:
As aulas serão expositivas e dialogadas, em sala de aula informatizada (laboratório
de informática), com o professor podendo fazer uso de recursos didáticos, tais como
retroprojetor e/ou datashow para a apresentação dos temas da disciplina. Durante
as aulas, serão sugeridos trabalhos relativos ao assunto estudado, sendo que
alguns poderão ser realizados extra-classe.
Avaliação:
Deverão ser realizadas 2 avaliações contemplando áreas diferentes (P1, P2) e um
trabalho (T1). A nota do trabalho poderá corresponder a média de notas de
trabalhos realizados pelo aluno ao longo do semestre sendo, neste caso, calculada
de acordo com os critérios definidos pelo professor da disciplina (média aritmética,
harmônica, ponderada, etc).
Será considerado aprovado o aluno que atingir média harmônica maior ou igual a 6
(seis) e freqüência igual ou superior a 75%. Se esta média não for alcançada, o
aluno poderá, no último dia de aula, recuperar uma das duas áreas (P1 ou P2), a
sua escolha, substituindo desta forma a nota antiga pela nova. A nota do trabalho
não poderá ser recuperada.
Bibliografia Básica:
VELLOSO, F.C. Informática: conceitos básicos. 4. ed. rev. Atual. Rio de Janeiro:
Editora Campus, 1997/1999.
MEYER, M. BABER, R. PFAFFENBERGER, B. O Nosso Futuro e o Computador.
Porto Alegre: Bookman, 2000.
Bibliografia Complementar:
HALVORSON, M. Microsoft Office 2000 Professional: guia autorizado. São Paulo:
Makron Books, 2001.
RAMALHO, J. A Descobrindo Windows 98. São Paulo: Makron
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DISCIPLINA: ECO0105 - FUNDAMENTOS DE ECONOMIA
EMENTA
Conceitos e modelos básicos da teoria econômica, fatores de produção, demanda e
oferta, formação dos preços, teoria da produção, teoria dos custos, competição,
mercados, micro-macro, moeda, políticas econômicas e aspectos da economia
internacional.
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Capacitar o aluno a compreensão dos fundamentos da ciência econômica, com
ênfase na microeconomia, introduzindo o aluno em algum dos principais conceitos
da economia, habilitando-o ao entendimento do processo decisório dos principais
agentes da economia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• IDENTIFICAR alguns dos principais conceitos existentes na teoria econômica,
nos aspectos micro e macroeconômicos relacionando-os com a atualidade
brasileira e mundial;
• RELACIONAR os diversos agentes econômicos, as diversas correntes
econômicas e as principais variáveis que afetam o funcionamento da economia.
• ANALISAR o comportamento dos agentes econômicos e das principais variáveis
que determinam o funcionamento dos mercados
• CONHECER o princípio básico do funcionamento do mercado e da organização
econômica
CONTÉUDO
INTRODUÇÃO A ECONOMIA:princípios, fatores de produção, agentes econômicos,
o problema da escassez, alocação e distribuição de recursos: os problemas
econômicos, principais escolas econômicas (mercantilismo, fisiocracia, clássicos,
monetaristas e keynesianos), sistemas econômicos.
OS PRINCÍPIOS DA OFERTA E DA PROCURA :
Teoria da Demanda : a teoria da utilidade,a teoria da escolha, preferências do
consumidor, equilíbrio do consumidor, demanda individual e de mercado,
elasticidades
Teoria da Oferta: teoria da produção, análise de curto prazo, análise de longo prazo,
custos (análise de curto e longo prazo e maximização de lucros)
ESTRUTURA DE MERCADO: concorrência perfeita, concorrência monopolística,
oligopólio, monopólio, oligopsônio e monopsônio.
PRINCÍPIOS DE MACROECONOMIA:
Metas da Macroeconomia: estabilidade de preços, alto nível de emprego,
distribuição equitativa da renda e desenvolvimento econômico.
Princípios básicos da contabilidade nacional: Medidas da Atividade Econômica
(PIB, renda, poupança, investimento); Valores reais e valores nominais; Teoria da
Determinação da Renda (Renda versus despesa, Oferta agregada, desemprego e
nível geral de preços, Demanda agregada, A renda nacional, consumo privado,
investimento e gastos do governo, exportação e importação de equilíbrio)
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POLÍTICAS ECONÔMICAS, METAS E INSTRUMENTOS:
Política Monetária: Moeda: conceito, funções; Oferta e demanda de moeda;
Sistema financeiro brasileiro e Inflação(conceito, causas e efeitos)
Política Fiscal: Políticas de arrecadação e gastos do governo
Política cambial: Regimes de Taxas de câmbio e Formação da taxa de câmbio
Política de renda: Caracterização
ELEMENTOS DE COMÉRCIO INTERNACIONAL, CONCEITOS FUNDAMENTAIS:
.Teoria do Comércio Internacional, Balanço de Pagamentos e Globalização,
regionalização do comércio internacional e os países em desenvolvimento.
METODOLOGIA
O desenvolvimento da disciplina prevê a utilização do método expositivo-dialogado
por meio de procedimentos didáticos que podem envolver : leitura crítica e análise
de textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de pesquisa
e reflexão, exibição de filmes e documentários, exercícios analíticos e síntese dos
temas propostos nas leituras reflexivas e uso de exemplos cotidianos.
AVALIAÇÃO
Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos conforme
instruções do professor. Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual
ou superior a 6,0(soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou mais de
presenças em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
ROSSETTI, J. Paschoal. Introdução à Economia. 16ª ed. São Paulo: Atlas, 1994
SOUZA, Nali de Jesus et alli. Introdução à Economia. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 1997.
TROSTER, Roberto Luis e Mochón, Francisco. Introdução à Economia. São Paulo.
Makron Books, 2002.
PINHO, Diva Benevides & Vasconcellos, Marco A. (orgs.). Manual de Economia. 5ª
edição. São Paulo. Editora Saraiva. 2005
VASCONCELLOS, Marco A.S. ; GARCIA, M. E. Fundamentos de Economia. São
Paulo. Editora Saraiva. 2003.
COMPLEMENTAR:
FUSFELD, Daniel. A Era do Economista. São Paulo: Saraiva, 2001.
MILLER, Roger, Microeconomia. 1ª ed. São Paulo: MacGraw-Hill do Brasil, 1981.
PINDYCK, Robert e RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. São Paulo. McGrawHill do brasil, 1994.
VASCONCELLOS, Marcos A.S. Economia: Micro e Macro. São Paulo: Atlas, 2000.
SITES PARA PESQUISA
www.fgv.br – Fundação Getúlio Vargas
www.cni.org.br – Confederação Nacional da Indústria
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www.ibge.gov.br – IBGE
www.bacen.gov.br – Banco Central
www.fee.tche.br – Fundação de Economia e Estatística – FEE-RS
www.mdic.gov.br - Ministério do Desenvolvimento
www.ufrgs.br/ppge - Programa de Pós-Graduação em Economia da
UFRGS
www.ipea.gov.br - Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas
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DISCIPLINA: MAT0337 MATEMÁTICA I
Ementa:
Funções: conceito, domínio, imagem, gráfico e aplicações. Tipos de função: linear,
quadrática composta, exponencial e logarítmica. Limites e derivadas: conceito e
aplicações. Regras de derivação. Taxas de variação. Análise marginal. Máximos e
mínimos relativos e absolutos. Resolução de problemas aplicados.
Objetivo:
Desenvolver o raciocínio lógico-matemática para interpretar, produzir e resolver
modelos matemáticos aplicados às áreas de Administração.
Conteúdo Programático:
1. Revisão: Conjuntos numéricos. Operações matemáticas. Equações de 1º e 2º
graus. Inequações. Produtos notáveis. Percentagem.
2. Função: domínio, imagem, gráficos.
Tipos de função:
- Função linear: Equação da reta. Retas paralelas e perpendiculares.
- Função quadrática
- Função composta
- Interseção de gráficos. Nivelamento e equilíbrio de mercado
- Função exponencial.
- Função logarítmica.
- Juros compostos.
3.Diferenciação: - Limites. Conceito e dedução de derivada.
- Técnicas de derivação.
- Taxas de variação.
- Análise marginal.
- Máximos e mínios relativos.
- Máximos e mínimos absolutos.
- Problemas de otimização.
Metodologia:
As aulas serão expositivo-dialogadas, proporcionando uma interpretação
adequada dos conteúdos e seus modelos. Serão realizados trabalhos em grupo,
com a finalidade de fixar conteúdos, trocar idéias e proporcionar um entrosamento
melhor entre os alunos.
Avaliação:
O aluno será avaliado sobre os conteúdos desenvolvidos no semestre, conforme
objetivos explicitados durante seu desenvolvimento.
O aluno fará duas provas individuais: a primeira com peso 3 e a segunda com peso
5, além de trabalhos, com peso total 2.
O aluno com média maior a seis, na última semana fará prova de recuperação de
uma das provas anteriores, substituindo seu valor. Se a nova média for maior ou
igual a seis, o aluno será considerado aprovado.
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A abordagem do conteúdo se dará , fundamentalmente , através de duas atividades
em sala de aula: a exposição e discussão dos assuntos e da resolução dos
exercícios propostos na bibliografia básica.
Bibliografia Básica:
HOFFMANN, BRADLEY ( 2002). Cálculos, um curso moderno e suas aplicações. 7.
ed. Rio de Janeiro: Ltda. Livros Técnicos e científicos Editora Ltda.
MEDEIROS e outros (1999). Matemática para os cursos de Economia,
Administração e Ciências Contábeis. 5 ed.São Paulo: Ed. Atlas, AS.
VERAS, Lidia Madeira. Matemática Aplicada à Economia. São Paulo. Editora Atlas.
Bibliografia Complementar:
TAN, S. T. (2001). Matemática aplicada á Administração e Economia. São Paulo:
Pioneira.
GOLDSTEIN, L e OUTROS ( 2000) Matemática Aplicada para economia,
administração contábeis. 8.ed.Porto Alegre. Editora BOOKMAN.
LEITHOLD, L. (1988). Matemática aplicada à Economia e Administração. São Paulo.
Editora Harbra.
WEBER, J. (1986). Matemática para Economia e Administração. 2.ed. São Paulo.
Editora Harbra.
PEGHER, R. E HALMENSCHLAGER, V.L.S. Matemática aplicada. Unilasalle.
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DISCIPLINA: COT0212 - TEORIA DA CONTABILIDADE
1. EMENTA:
Fundamentos epistemológicos da contabilidade, evolução histórica e escolas de
pensamento contábil. Órgãos reguladores dos Procedimentos contábeis. Princípios
fundamentais de contabilidade, postulados e convenções, análise conceitual das
diferenças entre princípios fundamentais de contabilidade e princípios de
contabilidade geralmente aceitos.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
O objetivo fundamental da disciplina Teoria da Contabilidade é propiciar a formação
de uma fundamentação teórica e histórica que permita a compreensão da estrutural
teórico-conceitual da contabilidade para o futuro exercício profissional.
Objetivos Específicos
• Apreender os conceitos fundamentais de Teoria da Contabilidade e a
evolução histórica do pensamento contábil;
• Observar e compreender distinções no âmbito da Teoria da Contabilidade;
• Examinar a questão dos princípios contábeis e da regulação de
procedimentos contábeis.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Panorama atual da profissão contábil no Brasil e no mundo
Fundamentos Epistemológicos Da Contabilidade
Definição e objetivos da contabilidade
Fundamentação da contabilidade como ciência
Evolução histórica do pensamento contábil
Origens da contabilidade
O surgimento da moderna contabilidade e o panorama econômico, histórico e
cultural do final do século XV
Escolas de pensamento contábil
Evolução histórica da contabilidade no Brasil
Estrutura conceitual contábil no Brasil e nos Estados Unidos : estrutura e aspectos
culturais
Órgãos reguladores da contabilidade
Princípios contábeis
Princípios contábeis geralmente aceitos
Postulados, convenções e princípios fundamentais de contabilidade
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4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
A avaliação consistirá em duas provas e um trabalho escrito sobre texto da
bibliografia.
6. BIBLIOGRAFIA
6.1) Bibliografia Básica
LOPES, A. B.; MARTINS, E. Teoria da contabilidade: uma nova abordagem. 1º
Edição. São Paulo: Atlas, 2005.
HENDRIKSEN, E. S.; VAN BREDA, M. F. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas,
1999.1º edição.
IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Introdução à teoria da contabilidade: para o nível
da graduação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
SCHIMIDT, P. História do pensamento contábil. Porto Alegre: Bookmann, 2000. 1º
edição.
6.2) Bibliografia Complementar
IUDÍCIBUS, S. de. Teoria da contabilidade. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1997. LOPES
DE SÁ, A. História geral e das doutrinas da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1997. 1º
edição.
LOPES DE SÁ, A. Princípios Fundamentais de Contabilidade. 2.ed. ver. Ampl. São
Paulo: Atlas, 1999.
LOPES DE SÁ, A. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2006. 4º edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA: UCS0101 - LEITURA E ESCRITA NA FORMAÇÃO UNIVESITÁRIA
Ementa:
Práticas de leitura e de escrita como forma de conhecimento, de ação e de
interação. Estudo e emprego de processos discursivos implicados na leitura e na
produção de gêneros escritos e orais de circulação geral e acadêmica em diferentes
meios, com ênfase em processos argumentativos. Uso de estratégias
metacognitivas de leitura e produção oral e escrita.
OBJETIVOS
Geral
Contribuir para o desenvolvimento da competência discursiva escrita e oral em
diferentes meios, enfatizando os processos argumentativos, com vistas à autonomia
do aprendiz no âmbito da formação universitária.
Específicos
(Re) Construir o contexto situacional tanto na leitura quanto na produção: quem
escreve, para que(m) escreve, qual sua função social, cultural, histórica, política, em
qual meio circula o texto.
Estabelecer e identificar a interação entre leitor-autor-texto nos seus respectivos
contextos de produção.
Localizar informações pontuais a partir de objetivos definidos.
Distinguir informações principais e secundárias, implícitas e explícitas, de acordo
com objetivos pré-definidos.
Analisar o processo argumentativo em textos multimodais:
1.estabelecendo relações, comparações (semelhanças e contrastes) em diferentes
situações;
2.detectando contradições;
3.reconhecendo a repercussão das escolhas linguísticas realizadas;
4.extraindo conclusões por dedução ou indução;
5.identificando tese, argumentos e evidências;
6.criticando dados apresentados.
Selecionar fontes confiáveis de informação;
Reconhecer a presença de intertextualidade e interdiscursividade como formadora
de sentido em textos;
Articular diferentes vozes com a citação e referenciação adequada das fontes;
Elaborar a síntese reconstrutiva do texto lido;
Planejar, monitorar e avaliar o processo de produção e revisão textual;
Utilizar adequadamente os recursos linguísticos e textuais atinentes ao gênero
objeto de estudo;
Planejar e realizar exposições orais.
Conteúdo
1 Prática de leitura e produção de texto através de:
1.1 Análise e prática da constituição do contexto discursivo (produto do quem, onde,
quando, para que, como, para quem e por que no uso da linguagem).
1.2 Uso de estratégias para diferentes níveis de leitura.
1.3 Leitura de implícitos.
1.4 Análise e prática dos processos de:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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47
I) organização composicional dos gêneros em estudo;
II) mecanismos argumentativos;
III) marcas linguístico-textual-discursivas dos gêneros (operadores argumentativos,
conectores, referenciadores, substituidores, entre outros);
IV) intertextualidade e interdiscursividade (incluindo as formas e funções das
referências e citações).
1.5 Escrita e reescrita de textos (observando as regras gramaticais e ortográficas da
Língua Portuguesa);
1.6 Aspectos lingüístico-textual-discursivos emergentes;
1.7 Consulta às normas da ABNT para apresentação da produção textual
acadêmica;
2 Prática de exposição oral.
Metodologia
A disciplina terá como ponto de partida uma identificação do perfil de leitor e de
produtor de textos, aprendiz nesta disciplina. As intervenções do professor terão
como fim sensibilizar os acadêmicos para os processos de interação social por meio
da linguagem escrita e falada, usada não somente no meio universitário. O professor
será orientador da disciplina e buscará desenvolver com o grupo uma atitude
autônoma de aprendizado, com base em estratégias de leitura (objetivo, inferência,
conhecimento prévio, relação entre leitor-autor-texto...) e de produção (reflexão,
planejamento, monitoramento, revisão para escrita e reescrita) de textos
multimodais. As atividades orientadas partirão de situações enunciativas que
poderão culminar em projetos de trabalho. Para isso, serão utilizados meios
diversos, como trabalhos individuais, ou em pequenos ou grandes grupos, aulas em
laboratório, etc.
Avaliação
O professor acompanhará o processo de cada aprendiz, realizando avaliação
constante, buscando (re)direcionar o trabalho de forma a auxiliar o acadêmico na
superação de suas dificuldades. Desse modo, serão desenvolvidos, no mínimo, três
instrumentos de avaliação, com percentuais crescentes, que objetivem evidenciar as
aprendizagens efetivadas.
Bibliografia Básica
FARACO, C. A.; TEZZA, C. C. Oficina do texto. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
GARCEZ, L. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. 2.ed.
São Paulo: Martins Fontes, 2008.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever aprendendo a
pensar. 24.ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004.
MINIDICIONÁRIO HOUAISS da Língua Portuguesa. São Paulo: Objetiva, 2008.
MOTTA-ROTH, D. (org.). Redação acadêmica: princípios básicos. Santa Maria:
UFSM, 2001.
VIANA, A. C.; VALENÇA, A.; CARDOSO, D. P. Roteiro de redação: lendo e
argumentando. São Paulo: Scipione, 2006.
Bibliografia Complementar
ABREU, A. S. Curso de redação. 9.ed. São Paulo: Ática, 1999.
______. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 5. ed. Cotia (SP):
Ateliê Editorial, 2002.
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48
ANDRADE, M. M; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos
superiores. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Citações. NBR 10520. Rio
de Janeiro, 2002.
______. Referências bibliográficas. NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002.
BARBOSA, S.; AMARAL, E. Escrever é desvendar o mundo: a linguagem criadora e
o pensamento lógico. 17.ed. Campinas, SP: Papirus, 2004.
BUOGO, A. L.; CHIAPINOTTO, D.; CARBONARA, V. O desafio de aprender:
ultrapassando horizontes (orgs.). Caxias do Sul: EDUCDS/NEAD, 2006.
CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção: escritura de texto. 2. ed. São
Paulo: Moderna, 2001.
CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. 5. ed. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria & prática. 11. ed. São Paulo: Pontes,
2007.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os
sentidos do texto. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2006.
MACHADO, Anna Rachel (coord.). Planejar gêneros acadêmicos. 3. ed. São Paulo:
Parábola, 2008.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.
SQUARISI, D.; SALVADOR, A. Escrever melhor: guia pra passar os textos a limpo.
São Paulo: Contexto, 2008.
ZANOTTO, Normelio. Português para uso profissional: facilitando a escrita. 3. ed.
rev. at. Caxias do Sul: Educs, 2003.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA: SOC0242 SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES
Ementa:
Compreensão da relação da Sociologia com a administração e sua importância no
planejamento estratégico das organizações econômicas. Análise sociológica dos
processos de organização e de gestão do trabalho na sociedade capitalista. Análise
da relação das organizações com o Estado e suas implicações econômicas,
políticas, sociais e ecológicas.
Objetivo:
Instrumentalizar os alunos para a análise crítica das organizações, criando situações
de ensino nas quais os alunos possam: (a) identificar as abordagens sociológicas
das organizações; (b) entender a dinâmica de funcionamento das organizações
capitalistas; (c) compreender as tendências econômicas, políticas e sociais.
Conteúdo Programático:
1. Introdução à Sociologia: história, objeto e método sociológico em Comte,
Durkheim, Mark e Weber .
2. A sociedade capitalista: surgimento, fases e crises do capitalismo.
3.Reestruturação produtiva: transformações do mundo do trabalho, dos mercados e
da força de trabalho, fordismo, toyotismo e acumulação flexível, questões de gênero
e cultura organizacional, automação e microeletrônica.
4. O Estado e as diferentes organizações: o Estado Liberal, o Estado do Bem-Estar
Social, o Estado Socialista e o Estado Neoliberal e suas relações com as diferentes
organizações.
5. O desenvolvimento sustentável, as organizações e os problemas ecológicos.
Metodologia:
-
Aulas expositivas;
Trabalhos em grupo;
Seminários;
Apresentação de trabalhos.
Avaliação:
Para a avaliação do desempenho dos alunos, levar-se-á em consideração os
objetivos propostos neste programa e utilizar-se-á os seguintes instrumentos: duas
provas, ficha de leitura orientada, seminário, trabalhos em sala de aula.
Bibliografia Básica:
ANTUNES, Ricardo & Moraes Silva, MARIA. O Avesso do Trabalho. São Paulo:
Expressão Popular, 2004.
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50
BRUM, Argemiro J. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. 17 ed. Petrópolis/Rio
de Janeiro: Vozes, 1997.
CARMO, Paulo Sérgio do. O trabalho na economia global. São Paulo: Editora
Moderna, 1997.
POCHMANN, Marcio. O Emprego na Globalização. São Paulo: Bomtempo, 2001.
SADER, Emir. Pós-Neoliberalismo II: Que Estado, para que Democracia. 3 ed.
Petrópolis: Vozes, 2001.
TOMAZI, Nelson Dácio. Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual Editora, 2001.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? São Paulo> Cortez. 1995
BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e Meio Ambiente. As estratégias de
mudanças da agenda 21. Petrópolis: vozes, 1997.
BRENER, Jayme. Regimes Políticos. São Paulo: Scipione, 1994
BRITO, Sulivan Pereira. A Sociologia e a Abordagem Sistêmica. São Paulo: Papirus,
1995.
CASTELLS, Manuel. O Poder da Identidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999.
_____________.Fim de Milênio Tempo de Mudanças. Rio de Janiro: Paz e Terra.
1999
_____________. A Sociedade em Rede. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999.
CATTANI, Antonio David. (org.) Trabalho e Tecnologia: Dicionário Crítico. Petrópolis:
Vozes, Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1997.
COSTA, Maria C. C. Sociologia: Introdução a Ciência da Sociedade. 2ª ed. São
Paulo: Moderna, 1997.
DOMINGUES, José Maurício. Sociologia e Modernidade. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1999.
DRUCKER, Peter. As novas realidades. São Paulo: Pioneira, 1997.
DUPAS, Gilberto. O Mito do Progresso. São Paulo: Editora Unesp, 2006
FIGUEIREDO, Wilma. Produção Social da Tecnologia. São Paulo: EPU, 1989
FLEURY, Afonso e FLEURY, Maria T. L. Aprendizagem e Inovação Organizacional.
São Paulo: Saraiva, 1995.
FLEURY, Afonso. Organização do Trabalho. São Paulo: Atlas. 1994.
FREITAS, Marcos C. de. A Reinvenção do Futuro. São Paulo: Cortez, 1996.
GIDDENS, Anthony. Sociologia . 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
HARVEY,, David. Condição Pós Moderna. São Paulo: Edições Loyola, 1992
HOBSMAWM, Eric. Era dos Extremos. S. Paulo. Companhia das Letras, 1995.
KUMAR, Krishan. Da Sociedade Pós-Industrial à Pós-Moderna. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Ed, 1997.
LEITE, Maria de Paula. O Futuro do Trabalho. São Paulo: Scritta, 1995
WERNER, Walter. Organização Participativa. São Paulo: Atlas. 1996
LIPIETZ, Alain. Audácia: Uma Alternativa para o Século 21. São Paulo: Nobel, 1991.
MANCE, Euclides André. A Revolução das Redes. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes,
1999.
MARCON, Christian e MOINET, Nicolas. Estratégia Redes RS. Caxias do Sul:
EDUC, 2001
mais, Domenico de. O Futuro do Trabalho: Fadiga e Ócio na Sociedade PósIndustrial. Rio de Janeiro: José Olympio; Brasília: UNB, 1999.
MATTOSO, Jorge. O Brasil Desempregado. São Paulo: Perseu Abramo, 1999.
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51
MOONEY, Pat Roy. O Século XXI. Erosão, Transformação Tecnológica e
Concentração do Poder Empresarial. São Paulo: Expressão Popular, 2002.
OLIVEIRA, Silvio Luiz. Sociologia das Organizações. São Paulo: Pioneira, 1999.
OHNO, Taichi. O Sistema Toyota de Produção. Além da Produção em Larga Escala.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
PENNA, Carlos Gabaglia. O Estado do Planeta. Sociedade de consumo e
degradação ambiental. Rio de Janeiro: Record, 1999.
SADER, Emir(Org). Pós-Neoliberalismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
SANTOS, F. de Araujo. O Liberalismo. Porto Alegre: UFRGS, 1991.
SKLAIR, Leslie. Sociologia do Sistema Global. Rio de Janeiro: Vozes, 1995.
TORRES, A. S.Jr. Integração e Flexibilidade. São Paulo: Alfa-ômega, 1994.
AGENDA 21 BRASILEIRA
Ações Prioritárias/ Comissão de Políticas de
Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional. Brasília, 2002.
(www.mma.gov.br).
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável o desafio do século XXI. Rio de
Janeiro: Garamond Universitária, 2005.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA - ADM0750 FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO
Ementa:
Primórdios da Administração. Teorias da administração e da organização. Interação
das funções de planejamento, organização, direção, controle e coordenação. Análise
do planejamento. Estudo de funções da direção. Análise da autoridade e do poder.
Estudo do processo de tomada de decisões. Estudo do controle; Identificação da
organização: estrutura organizacional – tipos e princípios, descentralização e
delegação de autoridade, amplitude administrativa, níveis hierárquicos e
administração participativa, linha e assessoria. Reflexão sobre mudanças
organizacionais.
Objetivo:
Fornecer ao aluno uma visão do processo administrativo e sua importância nas
organizações;
Apresentar as principais teorias da Administração e sua relações com as
organizações na atualidade.
Conteúdo Programático:
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO
A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES
AS ORIGENS E PRINCIPAIS TEORIAS
AS ORGANIZAÇÕES
O PROCESSO ADMINISTRATIVO: Planejamento, Organização, Direção e Controle
AS NOVAS ABORDAGENS NA ADMINISTRAÇÃO
OS EFEITOS DA GLOBALIZAÇÃO
DIFERENCIAIS COMPETITIVOS
A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA
MODELOS ORIENTAIS DE GESTÃO
Metodologia:
O desenvolvimento da disciplina prevê a utilização do método expositivo-dialogado
por meio de procedimentos didáticos que podem envolver: leitura crítica e análise de
textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de pesquisa e
reflexão, exibição de filmes e documentários, exercícios analíticos.
Avaliação:
Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos conforme
instruções do professor. Será considerado aprovado, o aluno que obtiver nota igual
ou superior a 6,0 (soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou mais de
presenças em sala de aula.
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Bibliografia Básica:
CHIAVENATTO, Idalberto. INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
– 7ª Ed. São Paulo> Ed. Campus, 2003.
CARAVANTES, Geraldo R., PANO, Cláudia C., KLOECKNER. ADMINISTRAÇÃO –
TEORIAS E PROCESSO. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONSELOS, Isabella F. Gouveia. *Teoria geral
da adminstração*.3.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006
Bibliografia Complementar:
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO – DA
REVOLUÇÃO URBANA À REVOLUÇÃO DIGITAL. São Paulo: Atlas, 2004.
MORGAN, Garet. *Imagens da organização*. São Paulo: Atlas, 1996.
MONTANA, Patrick J. E Charnov, Bruce H. ADMINISTRAÇÃO – 2ª Ed. São Paulo:
Saraiva, 2003.
MOTTA, Fernando C. Prestes. *Teoria das organizações: *evolução e crítica. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
MORAES, Anna Maris Pereira de. Iniciação ao Estudo da Administração. São Paulo:
MAKRON Books, 2000.
SILVA, Reinaldo O. da. Teoria da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2004.
PERIÓDICOS:
-
Revista Amanhã
Revista Brasileira de Administração
Revista Exame
Revista Isto É Dinheiro
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA: COT0254 FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE I
1. EMENTA:
Noções básicas de contabilidade. Estudo do Patrimônio e suas variações. Estudo da
gestão e suas variações. Elenco de contas. Procedimentos básicos de escrituração.
Noções gerais das Demonstrações Contábeis.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
A presente disciplina busca propiciar ao acadêmico um conhecimento básico numa
relação teórico-prática que permitirá uma visão geral da contabilidade.
Objetivos Específicos
A disciplina de Fundamentos de Contabilidade I está inserida no Curso com a
finalidade de capacitar o aluno a:
- Compreender os conceitos básicos utilizados na Contabilidade;
- Identificar de forma clara os conceitos vistos;
- Usar o raciocínio lógico da Contabilidade para a tomada de decisão.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Empresas e entidades: definições e aspectos formais gerais (forma jurídica e
tributária);
Contabilidade e o campo de sua aplicação: evolução histórica da contabilidade,
conceito, objeto, finalidade, usuários da informação contábil, campo de aplicação,
técnicas contábeis, demonstrações contábeis, princípios contábeis fundamentais;
Patrimônio: conceito, componentes, aspectos qualitativo e quantitativo,
representação gráfica do patrimônio, equação fundamental do patrimônio, situações
líquidas patrimoniais, formação do patrimônio (investimentos e financiamentos
patrimoniais), balanço patrimonial;
Gestão: conceito, aspectos da gestão, despesas, receita e resultado, regimes
contábeis, demonstração de resultado do exercício, atos e fatos contábeis;
Escrituração contábil: definição, origens e aplicações, mecanismo débito e crédito,
balancete de verificação, razão;
Plano de Contas: definição, divisão e função das contas, regras básicas para débitos
e créditos, contas patrimoniais e contas de resultado, modelo de plano de contas;
Livros Fiscais: definição, principais livros fiscais.
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
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5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, 2000.1º edição.
EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo.
Atlas.2006. 10º Edição.
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2006. 8º edição.
6.2) Bibliografia Complementar
GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição.
HAMILTON, Luiz Favero. Contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas,2006. 4º
Edição.
LOPES DE SÁ, Antônio. Dicionário de contabilidade. São Paulo: Atlas, 2005.10º
Edição.
TOIGO, Renato F. Introdução à contabilidade. Caxias do Sul: EDUCS, 1999. 3º
Edição.
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DISCIPLINA - EST0227 ESTATÍSTICA I
Ementa:
Estatística descritiva: Organização de dados em série e em distribuição de
freqüências; Tabelas e gráficos; Medidas de tendência e central e medidas de
variabilidade. Estatística indutiva: Teoria da probabilidade; Modelos discretos e
contínuos de probabilidade. Amostragem: Conceitos; Distribuição amostral das
médias; Intervalo de estimação da média. Testes de hipóteses paramétricos: Testes
da média em grandes e pequenas amostras.
Objetivo:
Fornecer métodos para coletar, organizar, resumir e comunicar dados; para fazer
inferências através de observações para um universo maior de observações
potenciais.
Proposição de métodos inferenciais que permitam conclusões que transcenda os
dados imediatos obtidos. Estudar modelos, matemáticos que permitam o tratamento
de dados observados, com vistas a conclusões e generalizações, através de
métodos aplicados. Medir a variabilidade na ocorrência do mesmo e a incertreza
associada a essa ocorrência.
Conteúdo Programático:
1 Estatística descritiva
1.1 Conceitos e considerações gerais
1.2 Organização de dados em séries
1.3 Tabelas e gráficos
1.4 Distribuições de freqüência
1.5 Representação gráfica de uma distribuição de freqüência
1.6 Medidas de tendência central: média, moda e mediana.
1.7 Medidas de variabilidade: variância, desvio padrão e coeficiente de variabilidade
2 Probabilidade
2.1 Teoria elementar da probabilidade: conceitos fundamentais , definições e
propriedades.
2.2 Distribuição discreta de probabilidade: esperança matemática, variância e desvio
padrão. Distribuição Binomial. Distribuição de Poisson.
2.3 Distribuição contínua de probabilidade. Distribuição normal.
3 Amostragem
3.1 Processos de amostragem : aleatória simples, sistemática, proporcional
estratificada.
4 Distribuição amostral de médias e proporções.
4.1 Média da distribuição amostral de médias e proporções.
4.2 Desvio padrão ou Erro padrão da distribuição amostral de médias e proporções.
5 Estimação
5.1 Intervalos de confiança para a média e para a proporção da população em
grandes amostras.
5.2 Intervalos de confiança para a média da população em pequenas amostra.
Distribuição de Student.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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57
6 Testes de hipóteses.
6.1 Bilaterais em grandes amostras para a média e para proporção.
6.2 Bilaterais em pequenas amostras para a média.
Metodologia:
A abordagem do conteúdo se dará, fundamentalmente, através de duas atividades
em sala de aula: a exposição e discussão dos assuntos e da resolução dos
exercícios propostos na bibliografia básica.
Avaliação:
(a) O rendimento acadêmico será avaliado mediante três Provas Parciais P1, P2 e
P3, com conteúdo e data definidos no cronograma, realizadas ao longo do
semestre, cada uma valendo 100 pontos. O aluno será considerado aprovado se
obtiver Média Aritmética M nas notas parciais, M= (p1 + P2 + P3)/3, igual ou superior
a 60.
(b) Ao aluno que não tenha sido aprovado pelo critério acima, ao final do semestre
em data definida no cronograma, serão oferecidas Provas de Recuperação para, no
máximo, duas Provas Parciais.
Bibliografia Básica:
VIEIRA, Sonia, Princípios de Estatística. Editora Pioneira, 1999.
DOWING, D. E CLARK, J. Estatística Aplicada. Editora Saraiva, 1998.
SPIEGEL, M. R. Estatística. Makron Books, 1993.
STEVENSON, W. J. Estatística Aplicada à Administração. Editora Harbra, 198.
Bibliografia Complementar:
LOPES, P. ª Probabilidade & Estatística. Reichmann & Affonso Editores, 1999.
TRIOLA, M. Introdução à Estatística. Livros Técnicos e científicos, 1999.
FREUND, J. & GARYM, ª Estatística Aplicada. Bookman Companhia Editora, 2000.
LAPPONI, J. C. Estatística usando Excel 5 e 7, Lapponi Treinamento e Editora Ltda,
1997.
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DISCIPLINA – UCS0104 – EPISTEMOLOGIA
Ementa:
Estudo das bases conceituais da epistemologia. Avaliação dos critérios
epistemológicos do fazer científico. Reflexão sobre os procedimentos metodológicos
do fazer científico. Estudo sobre ciência, ética e sociedade.
Objetivo:
1. Distinguir entre as diferentes formas de conhecer (senso comum, ciência, filosofia, arte,
mitologia e religião).
2. Compreender o que é epistemologia e suas implicações nas diversas áreas do
conhecimento.
3. Compreender os processos de construção e de validação do conhecimento científico
em diferentes áreas do conhecimento.
4. Compreender a ciência como construção humana, crítico/criativa, falível, mutável e
histórica.
5. Analisar os pressupostos epistemológicos do fazer científico.
6. Estabelecer relações entre a ciência, ética e sociedade.
Conteúdo Programático:
I- Bases conceituais da epistemologia
a) Epistemologia: conceito e função
b) Tipos de conhecimento: Senso Comum; Mítico; Científico; Filosófico; Religioso;
Estético.
II- Critérios epistemológicos do fazer científico
a) Historicidade da construção do conhecimento científico
b) Objetividade,
c) Intersubjetividade
III- Procedimentos metodológicos do fazer científico
a) Processos de construção e de validação do conhecimento científico em diferentes
áreas do conhecimento.
b) Formas de argumentação válidas e não válidas (diferença entre verdade e validade,
indução e dedução).
c) Distinção entre contexto de descoberta e de justificação
IV- Ciência, ética e sociedade.
Metodologia:
A interação colaborativa (professor/aluno, aluno/aluno, aluno/conhecimento
estruturado) será a dinâmica das aulas. Serão utilizadas diferentes estratégias
pedagógicas (perguntas, temas geradores, questões-problema elaboradas a partir de
situações reais, trabalhos em grupo...) como forma de obter desestabilização cognitiva
em relação a pré-conceitos. O uso de textos permitirá ao acadêmico analisar criticamente
referenciais epistemológicos, de forma a possibilitar o exame de casos (artigos científicos,
filmes, experimentos, etc..) e ampliar sua compreensão e capacidade de justificação do
conhecimento científico.
Em cada uma das etapas metodológicas serão apresentados textos, exposições orais e
análises dos estudos de casos e sínteses pelos próprios alunos.
Avaliação:
A avaliação levará em conta aspectos formativos e classificatórios. No âmbito formativo,
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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59
serão observadas as características da participação, as análises elaboradas a partir dos
textos, dos estudos de casos e das situações-problema.
Para fins classificatórios serão observados, no mínimo, 3 momentos avaliativos, sendo
dois relacionados a produção individual (60%) e um relacionado a trabalho (s) produzido
(s) em grupo (40%).
Também fará parte da avaliação o levantamento de percepções dos alunos quanto à
própria disciplina.
Bibliografia Básica:
CHALMERS, A. O que é ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.
FOUREZ, Gerard. A construção das ciências: introdução à filosofia e a ética das ciências.
São Paulo: UNESP, _1995.
JAPIASSU, Hilton. Introdução às Ciências Humanas. SP: Letras e Letras, 1994.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da
pesquisa. 24. ed. rev. ampl. Petrópolis: Vozes, 2007.
Bibliografia Complementar:
ANDERY, Maria Amália et al. Para Compreender a Ciência: uma perspectiva histórica. 9
ed. São Paulo, 2002.
BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
BOMBASSARO, L.C. Ciência e mudança conceitual: notas sobre epistemologia e história
da ciência. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1995.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2004.
FEYERABEN, P. Contra o método. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.
KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1978.
KNELLER, G. F. A ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar, 1980.
LAKATOS, I. MUSGRAVE, A. A crítica do desenvolvimento do conhecimento. São
Paulo: Cultrix/EDUSP, 1979.
PAVIANI, Jayme. Epistemologia Prática. Caxias do Sul: EDUCS, 2009.
POPPER, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1985.
______. Conjecturas e refutações. Brasília: Universidade de Brasília, 1982.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA - PSI0375 PROCESSOS COMPORTAMENTAIS NAS
ORGANIZAÇÕES
Ementa:
O contexto das organizações: do ponto de vista da psicologia e suas interfaces com
o mundo do trabalho. Dimensões básicas da análise das organizações: individual,
grupal, organizacional e psicossocial. O indivíduo no contexto das organizações:
estruturação da personalidade do indivíduo. Processos mentais básico: percepção,
memória, atenção, emoção, afetos e motivação. O significado do trabalho para o
indivíduo. Vínculos do indivíduo com o trabalho e com a organização no seu período
de permanência na empresa. As disfunções organizacionais e sua relação com a
saúde mental. Promoção da saúde mental nos ambientes organizacionais.
Objetivo:
Fornecer condições para que o aluno possa:
• discutir conceitos e práticas em comportamento organizacional;
• analisar e entender os aspectos do comportamento organizacional;
• visualizar os pilares que sustentam os comportamentos organizacional;
• analisar a organização com todas as suas característica, sensibilizando-as para a
importância de reconhecer e saber lidar com a complexidade organizacional.
Conteúdo Programático:
Processos comportamentais e suas manifestações no contexto das organizações
Percepção Social
Comunicação
O processo de feedback como processo de mudança e crescimento pessoal e
profissional
Motivos: conceito e importância
Competência interpessoal
Liderança
Contexto Ambiental e Organizacional
Cultura e Clima Organizacional
Preparação das pessoas para as mudanças organizacional
Abordagens para lidar com a resistência humana frente a processos de mudança
organizacional.
Metodologia:
A disciplina será desenvolvida através da aula expositivo-dialogadas sobre os
tópicos do programa e sua contextualização; estudos de casos; leitura e discussão
de textos selecionados, seminários que fomentem a participação e a desenvoltura
do aluno e desenvolvimento de exercícios individuais e em grupo, em sala de aula.
Além disso, serão solicitadas leituras extraclasse de textos relacionados com o
conteúdo da disciplina.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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61
Avaliação:
Levar-se-á em consideração os objetivos propostos neste programa. Serão
utilizados os seguintes instrumentos: avaliação formal escrita, estruturação e
apresentação dos trabalhos em sala de aula e seminários. Considerar-se-á as
atividades em que o aluno envolveu-se, o interesse, freqüência e pontualidade dos
alunos em sala de aula e na entrega dos trabalhos.
A expressão dos resultados será feita conforme o previsto no Regime Geral da UCS,
em artigo 203.
Bibliografia Básica:
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 9ª ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2002.
PIANI, E. M. PEREIRA, S.; RIZZON, L.A. Temas de psicologia social. 2.ed.
Petrópolis: Vozes, 1996.
Bibliografia Complementar:
BERGAMINI, Cecília. W. Psicologia aplicada à administração. S.P. 1996
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi.
Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 13.ed. São Paulo: Saraiva,
1999.
FRITZEN, S. J. Relações humanas interpessoais: nas convivências grupais e
comunitárias. 14.ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
MOSCOVICCI, F. Equipes dão certo – a multiplicação do talento humano. Ed. José
Olímpio, 1998.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA:DIR0353 – DIREITO DO TRABALHO
1. EMENTA:
Trabalho: conceito. Direito do Trabalho: evolução legislativa. Relação jurídica do
emprego: sujeitos. Contrato de trabalho: formação, vida e extinção. Regulamentação
do trabalho (duração da jornada, proteção ao trabalho do menor, mulher e
trabalhador nacional, repouso semanal e férias). Noções de Direito Coletivo do
Trabalho.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Oportunizar ao aluno familiarizar-se com os conteúdos iniciais do Direito do
Trabalho, permitindo-lhe manejar adequadamente os principais conceitos desta
parte do direito material. Proporcionar situações de aprendizagem para que ele
possa desenvolver habilidades do pensar jurídico de forma autônoma e ética.
Objetivos Específicos
Proporcionar situações em que o aluno possa caracterizar as leis referentes ao
Direito do Trabalho desde a formação do contrato individual até seu término, com o
foco na aplicação prática das mesmas.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
-
-
Introdução ao Direito do Trabalho
Relação de trabalho e emprego
Sujeitos da relação de emprego
Contrato individual de Trabalho
Contratos especiais de trabalho
- temporário
- doméstico
- rural
Jornada de trabalho
Remuneração e salário
Gratificação Natalina
Férias
Trabalho da mulher e do “menor”
Rescisão do Contrato de Trabalho
Direito Coletivo do Trabalho
4. METODOLOGIA:
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As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bibliografia Básica
BRASIL. Constituição Federal - 1988
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho.
GOMES, Orlando. Curso de Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Forense.
7. Bibliografia Complementar
CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis de trabalho. São Paulo:
Saraiva, 2002.
MARANHÃO, Délio. Direito do trabalho. Rio de Janeiro: FGV.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: Saraiva.
RUSSOMANO, Mozart Victor. Comentários à Consolidação das leis do trabalho. Rio
de Janeiro: Forense.
SAAD, Eduardo Gabriel. Consolidação das leis de trabalho: comentada. São Paulo:
Ltr.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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64
DISCIPLINA: DIR0352 – DIREITO EMPRESARIAL I
1. EMENTA:
Teoria da Empresa. Conceito de Empresário e Sociedade Empresária.
Estabelecimento. Propriedade Industrial. Sociedades Não Personificadas e
Personificadas. Sociedades Contratuais (em nome coletivo, em comandita simples e
limitada) e Sociedades por Ações (sociedade anônima e em comandita por ações).
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao acadêmico um conhecimento básico do Direito Empresarial
Brasileiro sobremodo pelo advento do Código Civil de 2002 que substituiu o modelo
da teoria do ato de comércio pela teoria da empresa.
Objetivos Específicos
Capacitar o aluno a:
• Compreender a evolução do Direito Empresarial no Brasil;
• Estudar a estrutura jurídica da empresa e da sociedade empresária, seus
modelos, bem como a propriedade industrial;
• Identificar as características entre os diversos tipos de sociedades;
• Analisar e tomar decisões sobre a aplicação dos institutos do direito empresarial.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. TEORIA GERAL DO DIREITO COMERCIAL
1.1. Aspectos Históricos da Atividade Comercial
1.2.Matéria do Comércio
1.3.Conceito e características do Direito Comercial
1.4.Autonomia do Direito Comercial
1.5.Fontes do Direito Comercial
2. PRESSUPOSTOS AO EXERCÍCIO DO COMÉRCIO
2.1.Comerciante-empresário comercial-conceito
2.2.Comerciante no Direito Comercial Brasileiro
2.3. O Código Comercial de 1850 – Ato de Comércio
2.4. O Direito de Empresa – Código Civil de 2002
2.5. Requisitos ao Exercício da Empresa
2.5.1. Capacidade Jurídica
2.5.2. Proibidos de Comerciar
3. OBRIGAÇÕES DO EMPRESÁRIO COMERCIAL
3.1.Do nome comercial- formação, alteração e proteção
3.2. Dos livros comerciais-escrituração,espécies e exibição
3.3. Do registro da empresa- regras gerais
3.4. Do registro da propriedade industrial- regras gerais
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65
4. TEORIA GERAL DO DIREITO SOCIETÁRIO
4.1.Conceito, personalização e classificação da sociedade empresária
4.2.Sociedades não personificadas
4.3.Sociedades personificadas
4.4.Sociedade simples e empresária
4.5.Sociedade em nome coletivo
4.6.Sociedade em comandita simples
4.7.Sociedade em conta de participação
4.8.Sociedade limitada
4.9.Sociedade anônima
4.10.Sociedade em comandita por ações
4.11.Desconsideração da pessoa jurídica
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
Constituição Federal de 1988 atualizada.
Código Civil- Lei nº 10.406, de 10.01.2002.
BULGARELLI, Waldírio. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Atlas,2003.
COELHO, Fábio de Ulhoa. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva, 2005.
JUNIOR, Waldo Fazzio. Manual de Direito Comercial. São Paulo:Atlas,2007.
6.2) Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Amador Paes. Manual das Sociedades Comerciais. São Paulo :
Saraiva, 2005.
BERTOLDI, M. Marcelo e RIBEIRO, Márcia Carla Pereira. Curso avançado de direito
comercial. São Paulo: revista dos Tribunais, 2008.
BORGES; João Eunápio. Curso de Direito Comercial Terrestre. Rio de Janeiro :
Forense, 1996.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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66
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: direito de empresa.Volume 8.
São Paulo: Saraiva, 2008
LOBO, Thomaz Thedim. Introdução à Nova Lei de Propriedade Industrial. São
Paulo: Atlas, 2000.
MARTINS, Fran. Curso de Direito Comercial. Rio de Janeiro : Forense, 2000.
MENDONÇA, J.X. Carvalho de. Tratado de Direito Comercial Brasileiro. CampinasSP: Ed. Bookseller,2005.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. São Paulo : Saraiva, 2007.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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67
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE II
1. EMENTA:
Plano de Contas. Escrituração das principais operações contábeis. Provisões
operacionais: tributárias, fiscais, trabalhistas, previdenciárias; apropriação pelo
regime de competência. Inventário (avaliação de estoques). Apuração do resultado e
fechamento do balanço.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Proporcionar ao aluno um conhecimento básico de como efetuar a escrituração dos
fatos contábeis oriundos das transações empresariais, fundamental para a
interpretação e análise dos resultados decorrentes da administração econômicafinanceira das aziendas, bem como toda a prática contábil para definir e elaborar um
Plano de Contas, Inventariar e avaliar estoques, bem como a elaboração de
Balanços de Resultados e Patrimonial.
Objetivos Específicos
Elaborar Plano de Contas
Escriturar os principais fatos contábeis
Apurar Balancete
Identificar os Métodos de Avaliação de Estoques
Apurar o Custo dos Produtos ou Mercadorias Vendidas
Escriturar Provisões
Apropriar e Diferir Despesas e Receitas
Apurar o Resultado do Exercício
Elaborar o Demonstrativo do Resultado do Exercício
Elaborar o Balanço Patrimonial
2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Plano de Contas
Definição de Planificação
Definição de Contas
Divisão de Contas
Função de Contas
Regras Básicas para Débitos e Créditos de Contas
Classificação das Contas no Plano
Modelo de Plano de Contas
Escrituração
Conceito
Finalidade
Lançamentos Contábeis
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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Elementos Essenciais dos Lançamentos
Fórmulas de Lançamentos
Lançamentos das Operações Típicas das Empresas
Compra de Produtos e/ou Despesas
Venda de Produtos e/ou Obtenção de Receitas
Conta Corrente de Impostos (ICMS/IPI)
Pagamento e Recebimento de Títulos de Créditos por Caixa e por Banco,
com Juros e Com Descontos
Operações Bancárias: Depósitos, Retiradas, Cobranças, Descontos, Caução
Apropriação e Diferimento de Despesas e Receitas
Venda de Bens do Ativo Imobilizado
Apropriação de despesas e receitas considerando o regime de competência
Movimentação do Saldo das Contas
Apuração de Balancete de Verificação
Inventários
Definição
Levantamento de Estoques, Controle Permanente e Periódico
Métodos Existentes de Controle Permanente de Estoques, PEPS, UEPS e Preço
Médio
Métodos Aceitos Pela Legislação Vigente
Balanços
Conceitos
Ajustes Preliminares
Cálculo do CPV ou CMV
Depreciações, Cálculo e Contabilização
Balanço de Resultados – Apuração de Lucros ou Prejuízos com sua devida
destinação
Balanço Patrimonial – Classificação das Contas no Ativo e Passivo de acordo com a
Legislação Vigente
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas duas avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo
de ensino e aprendizagem, sendo uma parcial com peso 3 e outra final com peso 5,
bem como atividades com peso 2 de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
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Conceito
0
1
2
3
4
–
Nota
0-5,9
6,0-6,9
7,0-7,9
8,0-8,9
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição.
FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, 2000.1 edição.
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º edição.
SÁ, Antônio Lopes. Plano de Contas. São Paulo: Atlas, 2004. 12º edição.
6.2) Bibliografia Complementar
EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo.
Atlas.2006. 10º Edição.
GOUVEIA, Nelson. Contabilidade. São Paulo: Mac Graw Hill, 1993.2º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São
Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005. 1º
edição.
TOIGO, Renato F. Introdução à Contabilidade. Caxias do Sul: Educs, 1999. 3º
Edição.
COELHO, Ulysses F, José Ricardo Maia deSiqueira, Luiz. Ling. Fundamentos de
Contabilidade Estrutura, Classificação e Análise. São Paulo: Thomson, 2008 . 1º
Edição.
SÁ, Antônio Lopes. Fundamentos da Contabilidade Geral. São Paulo: Ed. Juruá,
2005.2º edição.
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DISCIPLINA: UCS0102 – SEMINÁRIOS DE PESQUISA
Ementa:
Reflexão sobre o pesquisador e a comunicação científica. Estudo da natureza, dos
tipos de pesquisa e suas classificações. Identificação das etapas da pesquisa.
Levantamento de informações para pesquisa. Revisão da literatura via métodos
impressos e eletrônicos. Estudo sobre a estrutura e a dinâmica de um problema de
pesquisa. Estudo sobre o método de pesquisa.
Objetivo:
- Compreender e delimitar a amplitude do "fenômeno" ambiental sob as diversas
abordagens interdisciplinares.
- Identificar o conhecimento disponível e de qualidade sobre o tema a ser investigado.
- Identificar a natureza da pesquisa e distinguir os diversos tipos de pesquisa.
- Explicitar, refletir sobre e correlacionar variáveis dos problemas ambientais
relacionando-as às áreas de formação dos alunos.
- Identificar e selecionar fontes de conhecimento científico, distinguindo-as do senso
comum.
- Sistematizar o conhecimento selecionado.
- Identificar problemas de pesquisa.
Conteúdo Programático:
- Contexto temático e relevância da pesquisa
- A natureza e os tipos de pesquisa
- Problemas de pesquisa
- Hipóteses e variáveis de pesquisa
- Sistematização do conhecimento científico
- Aspectos metodológicos da pesquisa
Metodologia:
A unidade de aprendizagem "Seminários de Pesquisa" será conduzida de tal forma a
priorizar a aprendizagem ativa e significativa dos alunos, dando oportunidade aos
mesmos para que façam ligações entre suas descobertas e seus conhecimentos prévios
sobre o mundo que os rodeia. O professor exercerá a atividade de mediador no processo
de ensino-aprendizagem, estando sempre atento à construção do conhecimento dos
alunos. Nesse sentido, para efetivar a aprendizagem pela inserção dos princípios da
aprendizagem ativa e significativa na sala de aula, serão utilizadas diferentes estratégias
pedagógicas, tais como: tarefas orientadas, estudos de caso, situações problema, etc...,
todas desencadeadoras de reflexão sobre o processo de pesquisa, culminando sempre
em seminários. O foco metodológico é o aluno como ator principal no processo de
construção do conhecimento coletivo e individual, em um ambiente que contemplará a
sondagem,
a
problematização,
a
sistematização
do
conhecimento,
a
generalização/aplicação e a avaliação formativa e sistemática do processo de
aprendizagem.
Avaliação:
O processo de avaliação na unidade de aprendizagem "Seminários de Pesquisa" será
processual, contínuo e cumulativo. Para a verificação das aprendizagens construídas
serão aplicados tanto instrumentos individuais, quanto atividades em grupo com
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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71
características colaborativas. Nesses instrumentos, tanto a expressão oral, quanto a
expressão escrita serão consideradas. Para a avaliação das atividades em grupo, uma
autoavaliação no grupo (contemplando itens como: comprometimento, envolvimento,
participação e desempenho individual) será realizada. Para fins de aferição de nota serão
considerados a autoavaliação no grupo, os seminários, as produções individuais e a
produção final.
Bibliografia Básica:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia do Trabalho Científico. São
Paulo: Atlas, edição mais recente disponível.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica. Petrópolis: Vozes, 2002.
CARVALHO, Maria Cecília. Construindo o Saber. São Paulo: Editora Papirus, 1991.
Bibliografia Complementar:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Técnicas de Pesquisa. São Paulo: Atlas,
edição mais recente disponível.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A Construção do Saber. Manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho Científico. São Paulo: Cortez,
2002.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1996.
ALVES-MAZZOTTI, Alda J., GEWANDSZNADJER, F. O método nas ciências naturais e
sociais: Pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
JUNG, Carlos Fernando. Metodologia para pesquisa e desenvolvimento. Rio de Janeiro:
Axcel Books, 2004.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
71
72
CÓDIGO: MAT0339 MATEMÁTICA FINANCEIRA
Ementa:
Estudo dos Juros simples e compostos. Cálculo das taxas nominal, proporcional e
real Séries e pagamentos iguais. Descontos. Equivalência de capitais. Fluxo de
caixa. Comparação entre alternativas de investimentos. Critérios econômicos de
decisão: Valor Presente líquido, Taxa Interna de Retorno,Paybackj entre outros.
Objetivo:
DOMÍNIO dos conceitos básicos da Matemática Financeira;
CONDIÇÕES de calcular e analisar um problema financeiro;
CONHECER e aplicar as diferentes formas de cálculos financeiros.
Conteúdo Programático:
PORCETAGEM: Cálculo de porcentagem e operações sobre mercadorias
JUROS SIMPLES: conceito e fórmula fundamental; montante de um capital e prazo
médio
DESCONTO SIMPLES: desconto simples bancário e racional, conceito e fórmula;
cálculo do valor líquido de uma operação de desconto e cálculo do custo efetivo de
uma operação de desconto.
JUROS COMPOSTOS: conceito e fórmula fundamental;cálculo de valor futuro, do
valor presente, da taxa de juro e do número de períodos financeiros;cálculo dos
juros compostos através da convenção linear e da convenção exponencial.
TAXA DE JUROS: taxa proporcional, taxa equivalente, taxa nominal, taxa efetiva,
taxa de ganho real; capitalização contínua, desconto composto; cálculo do valor
presente de um título.
EQUIVALÊNCIA DE CAPITAIS NO REGIME DE CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA
RENDAS : conceitos gerais,série de pagamentos iguais: rendas imediatas,
antecipadas e diferidas, séries gradientes:série de pagamentos crescentes e
decrescentes.
PLANO DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS: Sistema Francês (Price) ; Sistema
de amortizações constantes (SAC) e Sistemas de amortização com correção
monetária.
COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS.
CONCEITO E FORMA DE CÁLCULO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO.
CONCEITO E FORMA DE CÁLCULO DA TAXA INTERNA DE RETORNO.
MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO.
MÉTODO DA TAXA INTERNA DE RETORNO.
Metodologia:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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73
O desenvolvimento da discipina prevê a utilizaçpão do método exopositivodialogado por meio de procedimentos didáticos que podem envolver: leitura crítica e
análise de textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de
pesquisa e reflexão, exibição de fimes e documentários, exercícios analíticos e
síntese dos temas propostos nas leituras reflexivas e uso de exemplos cotidianos.
Avaliação:
Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos conforme
instruções do professor. Será considerado aprovado, o aluno que obtiver nota igual
ou superior a 6,0 (soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou mais de
presenças em sala de aula.
Bibliografia Básica:
CYSNE, Rubens Penha. Curso de Matemá para economia. McGraw- Hill do Brasil.
DE FRANCISCO, Walter. Matemática Financeira. Atlas.
MATHIAS, Washington. Matemática Financeira. São Paulo: Ed. Atlas, 2002.
MILONE, Grusepp. Curso de Matemática Financeira.São Paulo: Ed. Atlas, 1993.
PUCCINI, de Lima Abelardo. Matemática Financeira Objetiva e Aplicada. LTC.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia,
Administração e Contábeis. Atlas.
Bibliografia Complementar:
LAPPONI, Juan Carlos. Matemática Financeira. Laponi Treinamentos e Editora Ltda.
LAUREANO, José Luiz; LEITE, Olímpio Vissoto. Os segredos da Matemática
Financeira. Ética.
PÓLO, Fernandes Edson. Engenharia das Operações Financeiras pela HP 12 C.
Atlas.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: aplicações à Ànálise de
Investimentos. Makron.
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas Aplicações. Atlas.
LAPPONI, Juan Carlos. Matemática Financeira. Lapponi Treinamentos e Editora.
HAZZAN, Samuel; POMPEO, José Nicolau. Matemática Financeira. Saraiva.
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73
74
DISCIPLINA: DPU 0249 – DIREITO TRIBUTÁRIO
1. EMENTA:
Sistema Tributário Nacional. Tributo: conceito e espécies. Limitações ao Poder de
Tributar. Repartição da Receita Tributária. Legislação Tributária. Vigência. Obrigação
Tributária. Fato Gerador. Responsabilidade Tributária. Crédito Tributário.
Lançamento. Administração Tributária. Fiscalização. Dívida Ativa. Certidões.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
É conhecer o Código Tributário Nacional e principalmente, identificar os tributos que
envolvem a atividade empresarial, habilitando o aluno para a defesa administrativa.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. DIREITO TRIBUTÁRIO COMO CIENCIA JURÍDICA
a. Autonomia do Direito Tributário
b. Relação com os demais ramos do Direito
c. Conceito do Direito Tributário
2. Fontes do Direito Tributário
a. Materiais
b. Formais
3. Tributo
a. Conceito
b. Espécies de tributo e natureza jurídica
4. Limitações ao Poder de Tributar
a. Princípios constitucionais tributários – expresso e implícito.
b. Incidências, não-incidências, imunidade e isenção
5. Repartição da Receita Tributária
6. Obrigação tributária
a. Conceito, elemento e espécies
b. Fato gerador
c. Responsabilidade tributária
7. Crédito Tributário
a. Conceito
b. Constituição
c. Lançamento
8. Administração Tributária
a. Fiscalização
b. Dívida ativa
c. Certidões negativas
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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75
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Serão utilizadas, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
AMARO, Luciano da Silva. Direito tributário brasileiro. São Paulo. Ed. Saraiva.
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito financeiro e direito tributário. São Paulo.
Saraiva.
CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. São Paulo. Saraiva.
BASIL. Código Tributário Nacional – CTN – atualizado
BRASIL. Constituição Federal. 1988 e suas alterações.
Bibliografia Complementar:
BALEEIRO, Aliomar. Uma introdução à ciência das finanças. Rio de Janeiro.
Forense.
CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo.
Malheiros.
CASSONE, Vittorio. Direito Tributário: fenomenologia da tributação, interpretação do
Direito Tributário, crimes contra a Ordem Tributária, ICMS – análise da LC nº 87/97.
COELHO, Sacha Calmon Navarro. Curso de direito tributário brasileiro. Rio de
Janeiro. Forense.
DENARI, Zelmo. Curso de Direito Tributário. Rio de Janeiro. Forense.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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76
DISCIPLINA: DIR0354 – DIREITO EMPRESARIAL II
1. EMENTA:
Títulos de Crédito. Contratos de financiamentos, garantias. Falência, Recuperação
Judicial e Extrajudicial de Empresas.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao acadêmico o estudo acerca dos Títulos de Crédito e também dos
institutos da Falência, da Recuperação Judicial e Extrajudicial de Empresas.
Objetivos Específicos
Capacitar o aluno a:
Compreender a importância dos títulos de crédito e dos institutos falimentares no
direito empresarial brasileiro;
Estudar os principais títulos de crédito;
Identificar as características e conseqüências decorrentes da aplicação dos institutos
falimentares no direito brasileiro;
Analisar e tomar decisões sobre a utilização concreta dos títulos de crédito bem
como do uso dos institutos falimentares.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
3.1. Título de crédito: conceito e princípios gerais
3.2. Cheque
3.3. Duplicata
3.4. Nota Promissória
3.5. Letra de Câmbio
3.6. Aval
3.7. Protesto
3.8. Conhecimento de transporte
3.9. Cédulas de crédito rural
3.10.Nota promissória rural
3.11.Duplicata rural
3.12.Bilhete de mercadorias
3.13.Títulos de crédito industrial
3.14.Debêntures
3.15.Cédula de crédito à exportação
3.16.Cédula de crédito comercial e nota de crédito comercial
3.17.Títulos representativos – conhecimento de depósito, warrant
3.18.Falência: conceito e princípios gerais
3.19.Recuperação Extrajudicial: conceito e princípios gerais
3.20.Recuperação Judicial: conceito e princípios gerais
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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77
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
6.1.Constituição Federal de 1988 atualizada.
6.2.Código Civil- Lei nº 10.406, de 10.01.2002.
6.3. BULGARELLI, Waldírio. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Atlas,2003.
6.4.COELHO, Fábio de Ulhoa. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva,
2005.
6.5. JUNIOR, Waldo Fazzio. Manual de Direito Comercial. São Paulo:Atlas,2007.
6.2) Bibliografia Complementar
6.2.1. BERTOLDI, M. Marcelo e RIBEIRO, Márcia Carla Pereira. Curso avançado de
direito comercial. São Paulo: revista dos Tribunais, 2008.
6.2.2. BORGES; João Eunápio. Curso de Direito Comercial Terrestre. Rio de
Janeiro : Forense, 1996.
6.2.3. DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: direito de
empresa.Volume 8. São Paulo: Saraiva, 2008
6.2.4. MARTINS, Fran. Curso de Direito Comercial. Rio de Janeiro : Forense,
2000.
6.2.5. MENDONÇA, J.X. Carvalho de. Tratado de Direito Comercial Brasileiro.
Campinas-SP: Ed. Bookseller,2005.
6.2.6. OLIVEIRA, Jorge Alcebíades Perrone de. Títulos de Crédito. Porto Alegre :
Livraria do Advogado, 2003.
6.2.7. REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. São Paulo : Saraiva, 2007.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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78
DISCIPLINA: COT 0256 – CONTABILIDADE SOCIETÁRIA I
1. EMENTA:
Constituição de Sociedade Empresária Limitada; Avaliação e controle de estoques.
Operações com Ativo Permanente e Operações Financeiras avançadas, bem como
aspectos tributários de encerramento de exercício. Demonstrações Contábeis.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao aluno habilidade para encerramento de exercício.
Objetivos Específicos
Possibilitar ao aluno a compreensão de aspectos fundamentais da escrituração
contábil, da análise de lançamentos contábeis, da avaliação de estoques, de
depreciações e da constituição de provisões, bem como analisar a influência de
lançamentos nas demonstrações contábeis.
Espera-se que ao final da disciplina, o aluno esteja apto a:
• Desenvolver escrituração contábil
• Utilizar os métodos de avaliação de estoque
• Efetuar cálculos e escriturar depreciações e amortizações de bens
• Constituir provisões contábeis no encerramento de períodos
• Elaborar demonstrações contábeis
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1.Revisão de Contabilidade Fundamental I e II
Constituição de Sociedade Empresária Limitada
2.Estoques:
a.Avaliação (PEPS, UEPS, Custo Médio – atribuição fiscal).
b.Controles permanente e levantamento
c.Importação e Exportação
d.Formas de tributação e incidências tributárias
3.Ativo Permanente
a.Classificação
b.Efeitos fiscais e tributários
c.Depreciação / Amortização / Exaustão
d.Adequação das Taxas diante da nova legislação
e.Leasing Financeiro
f. Baixas: por venda, obsolescência e exaustão.
4. Operações Financeiras e bancárias
a. Desconto de Duplicatas
b. Desconto de cheques
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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79
c. Cobrança Simples
d. Cobrança caucionada
e. Duplicatas endossadas
f. Empréstimo – Giro
g. Financiamentos: FINAME e outros pós e pré-fixados
h. tratamento do Curto e Longo Prazo – visando Notas Explicativas
i. Operações de Câmbio – Importação e Exportação
5. Provisões
a.Cálculo da Folha de Pagamento com as incidências previstas em lei,
Provisões Dedutíveis: Férias e 13º Salário com encargos legais.
b. Provisão para Contingência – NBC –
c. Perdas de Créditos
6. Demonstrações Contábeis
ƒ
ƒ
ƒ
Balancete de Verificação
Influência dos lançamentos contábeis das principais operações nas
demonstrações contábeis
Estruturação do Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado.
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bibliografia Básica
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º edição.
GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São
Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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80
Bibliografia Complementar
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas
Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008. ok
NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase,
2008. 10º Edição.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005.5º
Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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81
DISCIPLINA: UCS0103 ÉTICA
Ementa:
Estudo dos conceitos fundamentais, das teorias, definições e classificação da ética e
da ação moral. Análise e compreensão das principais correntes filosóficas
explicativas do agir humano.
Objetivo:
- Compreender a ética e sua relação com o comportamento do profissional cidadão e
localizar a questão ética na sociedade contemporânea.
- Analisar conceitos éticos desenvolvidos em algumas das principais correntes filosóficas
e avaliar possibilidades de aplicação em situações do cotidiano.
- Compreender os princípios que fundamentam o agir humano e os critérios que justificam
as escolhas, decisões e ações pessoais, sociais e profissionais.
Conteúdo Programático:
1. Ética: definições e classificação.
2. Conceitos relacionados à ética:
a) Estruturantes: moral, subjetividade e intersubjetividade, autonomia, liberdade, justiça,
responsabilidade;
b) Derivados: valores, solidariedade, diálogo, tolerância, dignidade (humana),
consciência moral, vontade.
3. Principais correntes filosóficas explicativas do fenômeno ética.
4. A ética e o agir humano.
Metodologia:
A aprendizagem da moral e da ética dá-se no âmbito vivencial, considerando-se a
compreensão de mundo do sujeito (subjetividade) e as implicações das relações
interpessoais (intersubjetividade). Aprender a pensar eticamente implica saber interpretar
as ações humanas no seu contexto, analisá-las a partir de um aparato conceitual e
formular juízos de valor filosoficamente legitimados. A disciplina será desenvolvida
considerando fatores subjetivos e intersubjetivos do processo de aprendizagem, por isso
ocorrerão tanto atividades individuais quanto atividades colaborativas. Nestas atividades
haverá uma contínua busca de aproximação entre situações do cotidiano e o
pensamento de diferentes autores da área. Ao longo das aulas, os estudantes precisarão
apropriar-se de elementos conceituais da literatura e para isso será necessário o trabalho
com textos filosóficos.
As aulas serão organizadas de maneira a contemplar:
- Momentos de contextualização teórica.
- Estudo de problemas ético-morais a partir de base conceitual filosófica e com
formulação de juízo de valor pelos estudantes (a partir de exemplos, estudos de caso,
dilemas morais, filmes etc.).
Avaliação:
O acadêmico deverá demonstrar um nível de compreensão da base conceitual
estudada que lhe permita formular juízos de valor que possam ser teoricamente
justificados. Entende-se que isso se dê gradativamente ao longo das aulas e por isso a
avaliação privilegiará o processo de aprendizagem. Assim, todo o envolvimento do
estudante nas aulas (participações em debates, questionamentos, produções e
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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82
apresentações de trabalhos etc.) será foco de acompanhamento do professor.
Para a verificação das aprendizagens construídas serão aplicados tanto
instrumentos individuais, quanto atividades em grupo com características colaborativas.
Nesses instrumentos, tanto a expressão oral, quanto a expressão escrita serão
contempladas. Serão desenvolvidos ao menos dois momentos. Um momento será
individual, sobre compreensão de conceitos e capacidade de transposição desses
conceitos para situações do cotidiano. Este momento corresponderá a 60% da nota final.
Outro momento será de caráter colaborativo, com formulação de juízos de valor a partir
de estudos de caso ou similar, preferencialmente com apresentação oral. Este momento
corresponderá a 40% da nota final.
Bibliografia Básica:
CORTINA, A.; MARTINEZ, E. Ética. São Paulo: Loyola, 2005.
MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2007.
OLIVEIRA, M. A. de. Correntes fundamentais da ética contemporânea. 2.ed. Petrópolis:
Vozes, 2001.
PEGORARO, Olinto A. Ética: dos maiores mestres através da história. Petrópolis: Vozes,
2006.
SAVATER, Fernando. Ética para meu filho. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Bibliografia Complementar:
APEL, Karl Otto. Estudos de moral moderna. São Paulo: Vozes, 1994.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Brasília: UnB, 1985.
BENTHAM, J. Uma introdução aos princípios da moral e da legislação. Bentham - Mill.
São Paulo: Nova Cultural, 1989. (Os pensadores).
JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização
tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006. 353 p.
HABERMAS, J. Comentários à ética do discurso. Lisboa: Instituto Piaget,1999.
KANT, I Fundamentação da metafísica dos costumes Lisboa: Edições 70, 1995.
PLATÃO. Apologia de Sócrates. O banquete: texto integral. São Paulo: Martin Claret,
2003. (Coleção a obra-prima de cada autor).
RAWLS, J. Uma teoria da justiça. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1992.
SARTRE, J. P. O existencialismo é um humanismo. Trad. de Vergílio Ferreira. 2.ed. rev.
Lisboa: Presena, [19--]. (Coleção divulgação e ensaio).
SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 1994. 399 p.
SOUZA, Ricardo Timm de. Ética como fundamento: uma introdução à ética
contemporânea. São Leopoldo, RS: Nova Harmonia, 2004.
TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre Ética. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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83
DISCIPLINA: COT 0260 – LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE
1. EMENTA:
Código de Ética Profissional do Contabilista; Processos, Infrações e Penalidades;
Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social; Legislação do Exercício
Profissional; Normas Brasileiras de Contabilidade; Visão das Normas Internacionais
Profissionais.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Analisar os aspectos éticos, legais e profissionais do contabilista, propiciando acesso
a legislação quanto a habilitação, prerrogativas e fiscalização profissional;
Desenvolver consciência ética mediante o conhecimento dos direitos, deveres e
proibições; estimular a participação política, a responsabilidade e valorização do
profissional; Conhecer a fonte das Normas Brasileira de Contabilidade e as Normas
Internacionais relacionadas com as brasileiras.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Introdução à Ética
2. O que é o Código de ética, Código do Contabilista
3. Normas Brasileiras de Contabilidade
4. Ética profissional dos contabilistas
5. Ética do Trabalho
6. Comportamento Ético
7. Principais Infrações
8. Decreto Lei 9295 – cria o CFC
9. Resolução CFC 560/83 prerrogativas profissionais, virtudes básicas
10. Convergência às Normas Internacionais (Comitê de Pronunciamentos
Contábeis CPC, Comitê Gestor da Convergência no Brasil)
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
LISBOA, Lázaro P. (Coord). Ética Geral e Profissional em Contabilidade. São Paulo.
Atlas, 1996 p. 22. 1º Edição.
SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional. 6ª Ed, São Paulo. Atlas, 2005. Comprar 6
VIERIA, Maria das Graças. A Ética na Profissão Contábil. São Paulo. Thomson IOB,
2006. 1º Edição.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios e Normas Brasileiras de
Contabilidade. 3ª Ed. Brasília, 2008. (onde constam, dentre outros, os seguintes
decretos e resolução: Decreto lei nº 9295 de 27 de maio de 1946 (atribuições do
Contador e do técnico em Contabilidade). Cria o Conselho Federal de Contabilidade,
define as atribuições do Contador e do Técnico em Contabilidade e dá outras
providências. Resolução CFC nº 560 de 28 de outubro de 1993, Dispõe sobre as
prerrogativas profissionais de que trata o artigo 25 do Decreto-Lei nº 9,295, de27 de
maio de 1946. Resolução CFC nº 803/96. Aprova o Código de Ética do Contabilista.
Resolução CFC nº 819/97. Restabelece o Instituo do recurso ex officio na área do
Processo Ético. Altera o parágrafo 2º do art. 13 do CEPC. Revoga a Resolução CFC
nº 677/90 e dá outras providências. Resolução CFC nº 751/93. Dispõe sobre as
Normas Brasileiras de Contabilidade. Resolução CFC nº 1.106/07. Estabelece
Regras para a edição das Normas Brasileiras de Contaiblidade (NBCs). Resolução
CFC nº 1.055/05. Cria o Comitê de Pronunciamentos Contábeis.
Resolução CFC nº 1.103/07. Cria o Comitê Gestor da Convergência no Brasil e dá
outras providências. ok
6.2) Bibliografia Complementar
ASHLEY, Patricia Almeida ( coord). Ética e responsabilidade Social nos Negócios.
São Paulo: Saraiva, 2002. 1º Edição.
CHAUI, Marilena. Valores do processo Educativo. Porto Alegre:PUCR, 1992.1º
Edição.
LOEISINGER.Klaus M. Ética Empresarial: responsabilidade global e gerenciamento
moderno.Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 1º Edição.
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Ética: Caminhos da realização humana. 1º
Edição.
SROUR,Robert Henry. Ética Empresarial: A gestão da Reputação. Rio de Janeiro:
Campus, 2003. 1º Edição.
VASQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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85
DISCIPLINA: COT 0257 – CONTABILIDADE SOCIETÁRIA II
1. EMENTA:
Constituição de Sociedade Empresária Sociedade Anônima; Estrutura das
Demonstrações Contábeis voltada a publicação, sujeita a auditoria.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao aluno habilidade para construção das Demonstrações Contábeis.
Objetivos Específicos
Desenvolver no aluno, habilidades de construção de todas as Demonstrações
Contábeis das sociedades empresárias, tais como: Demostração do Resultado do
Exercício, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Balanço Patrimonial,
Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado e Notas
Explicativas.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1.
2.
3.
4.
Constituição jurídica de uma sociedade anônima;
Constituição de provisões legais
Avaliação das contas patrimoniais
Demonstrações Contábeis;
a. Balanço de Abertura
b. Demonstração do Resultado do Exercício
c. Demonstração dos Mutações do Patrimônio líquido
d. Balanço Patrimonial
e. Demonstração do Fluxo de Caixa
f. Demonstração do Valor Adicionado
g. Notas Explicativas
5. Roteiro para publicação
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bibliografia Básica
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º Edição.
GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São
Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
Bibliografia Complementar
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas
Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008.
NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase,
2008. 10º Edição.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005. 5º
Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA: COT0258 – CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA
1. EMENTA:
Análise da legislação dos principais tributos federais, fato gerador, base de
cálculo e percentuais e contabilização. Tributos incidentes sobre as receitas, sobre o
lucro e sobre a folha de salários. Planejamento tributário das pessoas jurídicas e das
pessoas físicas.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Analisar o Sistema Tributário Brasileiro, e a legislação dos principais tributos
federais existentes, enfocando os preceitos legais de cada tributo e analisando os
efeitos contábeis para as empresas. Realizar planejamento tributário na área da
tributação federal, analisando o custo tributário das empresas e o reflexo dos tributos
no fluxo de caixa.
Objetivos Específicos
• Conhecer o embasamento legal dos principais tributos federais
• Analisar e interpretar leis, decretos, portarias e outras normas referentes aos
tributos abordados
• Efetuar a correta tributação das Pessoas Jurídicas e das Pessoas Físicas,
identificando incidência do tributo, fato gerador, base de cálculo, percentuais,
forma de apuração prazos de recolhimentos
• Analisar a influencias da tributação das PJs e nos rendimentos das PFs
• Conhecer melhor o Sistema Tributário Nacional
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Classificação das Pessoas Jurídicas
- Imunes
- Isentas
- Não Tributadas
- Empresas em geral
- Empresas de pequeno porte
- Microempresas
Tipos de Tributação
- Lucro real
- Lucro presumido
- Lucro arbitrado
- Sistema Simples Nacional
Tipos de Tributos
Sobre folha de salários
- Contribuições previdenciárias
- Contribuição para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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88
Sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas
- Imposto de renda das pessoas jurídicas
Sobre as Receitas das Pessoas Jurídicas
- Programa de Integração Social – PIS/PASEP
- Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS
- Simples Nacional
Sobre os Ganhos das Pessoas Físicas
Imposto de renda das pessoas físicas
Previdência Social
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
Sistema previdenciário brasileiro
Dos contribuintes
Benefícios e beneficiários
Formas e obrigatoriedade de filiação
Empregadores, empregados e autônomos
Contribuintes individuais e coletivos
Salário de contribuição
Contribuição das pessoas físicas
Contribuição das empresas
Formas de recolhimentos
Contabilização e exercícios
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço
-
Introdução
Legislação
Da responsabilidade das empresas
Base de cálculo e percentuais
Dos benefícios e saques
Dos recolhimentos
Contabilização e exercícios
Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas
-
Introdução
Formas de tributação
Sistema SIMPLES de tributação
Lucro presumido
Lucro arbitrado
Lucro real estimado
Lucro real trimestral
Livro de apuração do lucro real
Do fato gerador
Base de cálculo e percentuais
Tributação de ganhos de capitais
Do Imposto de renda retido na fonte
Apuração do imposto e incentivos fiscais
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
88
89
-
Da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
Guias de recolhimentos e declarações
Contabilização e exercícios
Programa de Integração Social – PIS/PASEP
-
Introdução
Legislação
Objetivos do programa
Formas de apuração do tributo
Base de cálculo e percentuais
Formas de recolhimento
Contabilização e exercícios
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS
−
−
−
−
−
−
−
Introdução
Legislação
Objetivos da contribuição
Formas de apuração da contribuição
Base de cálculo e percentuais
Formas de recolhimento
Contabilização e exercícios
Imposto de Renda das Pessoas Físicas
-
Introdução
Legislação
Rendimentos de trabalho
Ganhos de Capitais
Do imposto de renda retido na fonte
Dos recolhimentos mensais
Base de cálculo e percentuais
Da Responsabilidade das fontes pagadoras
Das responsabilidades dos beneficiários dos rendimentos
Declaração anual de ajuste
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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Conceito
0
1
2
3
4
–
Nota
0- 5,9
6,0-6,9
7,0-7,9
8,0-8,9
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
HIGUCHI, Hiromi, Fábio e Celso. Imposto de Rendas das Empresas. São Paulo
Atlas, 2008. 33º Edição.
OLIVEIRA, Aristeu de. Previdência Social, Legislação. São Paulo: Atlas, 2002. 1º
Edição.
PINTO, João Roberto Domingues. Imposto de Renda e Sistema Simples . Porto
Alegre: CRCRS, 2007. 1º Edição.
Constituição Federal do Brasil de 1988.
Regulamento do Imposto de Renda. Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999.
6.2) Bibliografia Complementar
IUDÍCIBUS, Sérgio, MARTINS, Eliseu, GELBCKE Ernesto Rubens, Manual de
Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
BORGES, Humberto Bonavides, Planejamento Tributário. São Paulo: Atlas, 2003
OLIVEIRA, Aristeu – Tributação e Arrecadação das Contribuições Previdenciárias.
São Paulo: Atlas, 2008. 9º Edição.
FABRETTI, Láudio Camargo, Pratica Tributária da Pequena e Microempresa São
Paulo, Atlas, 2006. 6º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
90
91
DISCIPLINA: COT0268 – FINANÇAS CORPORATIVAS I
1. EMENTA:
Efeitos da administração financeira sobre o patrimônio. Organização administrativa
da área financeira. Gestão financeira de curto prazo. Sistema de planejamento
financeiro e gestão através do fluxo de caixa. Análise da estrutura de capital e custo
de capital. Estudo da administração de ativos fixos e investimento de capital.
Estruturação e avaliação de projetos de investimento e financiamento de longo
prazo.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Analisar situações de como o profissional de finanças pode maximizar os resultados
dos recursos que estão sob sua administração e integrá-los ao resultado final da
empresa.
Objetivos Específicos
•
•
•
•
Compreender o que é administração financeira, seu campo de atuação e suas
ligações com outras áreas da Administração.
Capacitar o aluno na gestão do fluxo de caixa da empresa.
Propiciar ao aluno base técnica para a análise de viabilidade econômica e
financeira para investimento em ativos permanentes.
Conhecer as estruturas de capitais das empresas e as fontes de financiamento
de longo prazo.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1.
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
A FUNÇÃO FINACEIRA
O ambiente financeiro
Principais áreas e oportunidades em finanças
Interligação com economia e contabilidade
Decisões em Administração Financeira
Objetivos da Administração Financeira
Estrutura organizacional da função financeira
2.
2.1
2.2
2.3
2.4
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO
O capital de giro
Capital de giro fixo e sazonal
Administração de caixa
Ciclo operacional e financeiro
2.5
2.6
2.7
2.8
Administração de títulos a receber
Administração de títulos a pagar
Administração de estoques
Análise do capital circulante líquido
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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2.9
2.10
2.11
2.12
2.13
2.14
Modelo dinâmico das contas patrimoniais
Necessidade de capital de giro
Efeito tesoura
Fontes de financiamento de curto prazo
Gestão financeira através do fluxo de caixa
Planejamento financeiro de curto prazo
3.
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
3.7
3.8
ESTRUTURA E CUSTO DE CAPITAL
Conceitos e teorias
Capital próprio e de terceiros
Modelos de estrutura de capital
Custo de capital próprio e de terceiros
Custo médio ponderado de capital
Fontes de financiamento de longo prazo
Custo de oportunidade
Taxa mínima da atratividade
4.
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
FLUXO DE CAIXA E ORÇAMENTO DE CAPITAL
Etapas do orçamento de capital
Determinação do investimento inicial
Fluxo de caixa relevante
Fluxo de caixa incremental
Depreciação e efeito sobre os lucros
5.
5.1
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.3
5.4
5.5
5.6
5.7
AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS DE LONGO PRAZO
Considerações sobre capital, risco e incerteza
Técnicas de análise de investimento:
Período de payback;
Valor presente líquido;
Taxa interna de retorno.
Critérios de Aceitação ou rejeição de um projeto
Análise de projetos com vidas diferentes
Tomada de decisão
Racionamento de capital
Análise de sensibilidade
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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Conceito
0
1
2
3
4
–
Nota
0-5,9
6,0-6,9
7,0-7,9
8,0-8,9
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas e valor. 3 ed. São Paulo, Atlas:
2007.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 10. ed. São Paulo:
Harbra; 2005.
HOJI, Mazakasu. Administração Financeira: uma abordagem prática. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2001.
ROSS, Stephen A, WESTERFIELD W. Randolph, JAFFE, Jeffrey F. Administração
Financeira. São Paulo: Atlas, 2002. 1º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, Cezar A. Tibúrcio. Administração do Capital de
Giro. 3.ed São Paulo: Atlas, 2001.
BERNSTAIN, Peter L. Desafio aos Deuses: a fascinante história do risco. 5. ed. Rio
de Janeiro: Campus, 1999.
BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo:
Atlas, 1995. 1º Edição.
BREALEY, Richard A.; MYERS, Stewart C. Principles of Corporate Finance. 5. ed.
Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1998.
CAOUETTE, John B.; ALTMAN, Edward I.; NARAYANAN, Paul. Gestão do Risco de
Crédito: o próximo desafio financeiro. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. 1º Edição.
FREZZATTI, Fábio. Orçamento empresarial:planejamento e controle gerencial. 3 ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
GRADILONE, Claudio. Investimento sem Susto; como lucrar na crise: como lucrar
sem susto. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
GROPPELLI & NIKBAKHT. Administração Financeira. 2 ed. São Paulo: Saraiva,
2002.
HELFERT, Erich. Técnicas de Análise Financeira: um guia prático para medir o
desempenho dos negócios. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
KIYOSAKI, Robert T. LECHTER, Sharon L. Pai Rico, Pai Pobre: o que os ricos
ensinam a seus filhos sobre dinheiro. 37. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
SANVICENTE, Antonio Zoratto.Orçamento na Administração de empresas:
planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 2000. 1º Edição.
ZDANOWICZ, José Eduardo. Planejamento Financeiro e Orçamentário. 4. ed. Rio de
Janeiro: Editora Campus, 2001.
WESTON, J. Fred; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da Administração
Financeira. 10. ed. São Paulo: Markon Books, 2000.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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94
DISCIPLINA: ADM0771 – EMPREENDEDORISMO
Ementa
Caracterização do empreendedorismo. Estudo da relação entre o profissional
empreendedor e o mercado consumidor. Análise dos processos administrativos
empresariais destinados à qualificação da empresa e à definição de novos negócios.
Estudo a respeito do plano de negócios.
Objetivos
Proporcionar ao aluno situações para que ele possa definir as principais
características do comportamento do profissional empreendedor e desenvolver
estratégias para análise de riscos e identificação de oportunidades de um novo
empreendimento.
Conteúdo
1 Descrição do empreendimento
1.1 Oportunidades do negócio
1.2 Conceito do negócio
1.3 Produto e suas características
1.4 Mercado potencial e projeção de vendas, análise da concorrência
2 Estratégia competitiva, localização do negócio, descrição de operação
3 Análise financeira
3.1Custos e receitas operacionais
3.1 Análise do ponto de equilíbrio
3.2 Necessidades financeiras, seus custos e investimentos em ativos
3.3 Pré-operacional e capital de giro
3.4 Fluxo de caixa
3.5 Pay-back e taxa interna de retorno
4 Análise de riscos
5 O comportamento do empreendedor
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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95
Conceito
0
1
2
3
4
–
Nota
0-5,9
6,0-6,9
7,0-7,9
8,0-8,9
9,0-10
Bibliografia Básica
CHIAVENATTO, Idalberto. Vamos Abrir Um Novo Negócio?. São Paulo: Makron
Books. 1995.
DOLABELA, Fernando. Oficina do Emprendedor. São paulo: Cultura, 1999.
PORTER, Michael E.. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e
da concorrência. 26 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Bibliografia Complementar
DORNELAS, José C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2005.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 5 ed.. São Paulo: Atlas, 1998.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
95
96
DISCIPLINA: COT0277 – CONTABILIDADE GOVERNAMENTAL
1. EMENTA:
Contabilidade Governamental e o Campo de Aplicação. Necessidades e Serviços
Públicos. Administração Pública. Receita Pública. Despesa Pública. Orçamento
Público. Patrimônio Público. Prática de Escrituração de Operações em Contabilidade
Governamental e Apuração dos Resultados. Elaboração das Demonstrações
Contábeis. Prestação de Contas.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Despertar no aluno a importância crescente que esse estudo assume na vida
econômica do Brasil, seja a nível das organizações públicas, seja a nível das
empresas privadas. Explicar seu conteúdo, narrar os procedimentos correntes no
Brasil e referir-se à máxima de que, ao contrário da administração privada, na
administração pública só é permitido fazer o que a lei expressamente declare como
permitido.
Objetivos Específicos
• Diferenciar a despesa pública da despesa não pública;
• Identificar os órgãos pertencentes à administração direta e indireta;
• Identificar a origem e a aplicação das receitas públicas, bem como, as
alterações que provocam no patrimônio das instituições públicas;
• Conhecer e aplicar os estágios da receita e da despesa pública;
• Conhecer o processo orçamentário das entidades públicas no Brasil;
• Conhecer e aplicar a legislação das licitações públicas;
• Identificar e classificar os componentes patrimoniais das instituições públicas;
• Calcular a Receita Corrente Líquida, a Despesa com Pessoal, o Resultado
Primário, o Resultado Nominal e Dívida Consolidada Líquida;
• Identificar as variações patrimoniais resultantes da execução orçamentária e
as variações patrimoniais independentes da execução orçamentária;
• Conhecer e aplicar o Plano de Contas completo para uma instituição pública;
• Efetuar lançamentos contábeis de operações típicas;
• Elaborar e interpretar as demonstrações contábeis exigidas pela LEI 4.320/64;
• Conhecer o processo de prestação de contas das entidades públicas.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
3.1 – O Campo de Aplicação da Contabilidade Governamental
O campo de aplicação da contabilidade governamental; os modelos centralizado e
descentralizado utilizados pelas entidades; o regime contábil.
3.2 – Necessidades e Serviços Públicos
Necessidades públicas: necessidades públicas individuais e coletivas.
Serviços públicos: características; serviço privativo do Estado; privatização e
terceirização dos serviços públicos.
3.3 – Administração Pública
A estrutura do Estado; os princípios constitucionais que norteiam ação do
administrador público; o controle interno; o controle externo.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
96
97
3.4 – Receitas Públicas
Origem dos recursos públicos no Brasil; classificação e codificação da receita
pública; estágios da receita pública; repercussões no patrimônio público.
3.5 – Despesas Públicas
Destinação da arrecadação; classificação e codificação da despesa pública,
estágios da despesa pública; repercussões no patrimônio público.
3.6 – Orçamento Público
O Plano Plurianual; a Lei de Diretrizes Orçamentárias; a Lei de Orçamento Anual;
os princípios orçamentários; conteúdo da proposta orçamentária, os créditos
adicionais.
3.7 – Patrimônio Público
Aspecto qualitativo; aspecto quantitativo; substância e contra-substância
patrimonial; inventário; desincorporação de componentes do patrimônio público,
superveniências ativas e passivas, insubsistências ativas e passivas.
3.8 – Prática de Escrituração de Operações na Contabilidade Governamental
Sistemas de registro; plano de contas para entidades públicas; registro de
operações típicas; apuração de resultados; elaboração das demonstrações
exigidas pela Lei 4.320/64 e pela Lei Complementar 101/2000.
3.9 – Prestação de Contas
Os instrumentos de transparência da gestão pública; documentação a ser
apresentada ao Tribunal de Contas, Poder Legislativo, Secretaria do Tesouro
Nacional, Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Ministério da
Previdência; periodicidade das prestações de contas.
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de
exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e
discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares,
conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de
aula e/ou extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos
distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios
estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento
desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em
conformidade com o que determina esse mesmo regimento:
Conceito
Nota
0
0,0 - 5,9
1
6,0 - 6,9
2
7,0 - 7,9
3
8,0 - 8,9
4
9,0 - 10
6.BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica
- SILVA, Lino Martins da. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo.
7ª ed. São Paulo: Atlas, 2004.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
97
98
- SLOMSKI, Valmor. Manual de contabilidade pública: um enfoque na contabilidade
municipal. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2003.
- KOHAMA, Heilio. Balanços públicos: teoria e prática. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.
Bibliografia Complementar
- KOHAMA, Heilio. Contabilidade pública: teoria e prática. 10ª ed. São Paulo: Atlas,
2006.
- ANDRADE, Nilton de Aquino. Contabilidade pública na gestão municipal. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 2007.
- BRASIL, Lei Federal nº 4.320, promulgada em 13 de Março de 1964.
- BRASIL, Lei Federal n 8.666, promulgada em 13 de Julho de 1993.
- BRASIL, Lei Complementar nº 101/2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal,
promulgada em 04 de Maio de 2000.
- BRASIL, Ministério de Orçamento e Gestão – Portaria n. 42 de 14/04/1999 – DOU
15/04/1999.
- BRASIL, Portaria Interministerial nº 163, (atualizada) de 04/05/2001.
- BRASIL, Constituição da República do Brasil, promulgada em 08 de Outubro de
1988.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
98
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DISCIPLINA: COT0261 – CONTABILIDADE DE CUSTOS
1. EMENTA:
Conceitos básicos de custos. Classificação dos custos. Métodos de apuração,
alocação e registro da utilização dos materiais, da mão-de-obra e dos custos
indiretos da produção. Sistemas de custeio. Departamentalização. Mapas de
alocação de custos. Elementos de formação de custo e do preço de venda
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar condições para que o acadêmico seja capaz de entender, analisar e
praticar ações que envolvem elementos relacionados à área de custos, visando uma
boa gestão de custos dentro das entidades.
Objetivos Específicos
- Fornecer ao aluno os conhecimentos básicos e indispensáveis de Contabilidade de
Custos.
- Familiarizar o aluno com as técnicas mais usuais de controle e apuração dos
custos.
- Habilitar o aluno a resolver problemas ligados ao planejamento, implantação e
operacionalização de sistemas de custos.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. -A TEORIA GERAL DOS CUSTOS E DAS DESPESAS
1.1-Generalidades
1.2- Evolução dos procedimentos para determinação de custos
1.3-Conceituação
1.4-Finalidade
1.5-Objetivos
1.6-Meios
2. -CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS
2.1–Diferenciação entre despesas e custos
2.2-Custos fixos e custos variáveis
2.3-Custos diretos e custos indiretos
2.4-Despesas fixas e despesas variáveis
2.5–Despesas diretas e despesas indiretas
3. -ELEMENTOS DE CUSTOS E DESPESAS
3.1-Custos com mão-de-obra
3.2-Custos com materiais
3.3-Custos com gastos gerais de fabricação
3.4-Despesas de administração
3.5- Despesas de comercialização
4. -SISTEMAS DE CUSTEIO
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
99
100
4.1-Classificação dos sistemas
4.2-Características
4.3 – Passos para a implantação de sistema de custos
4.4 – Regras para que o sistema de custos seja considerado integrado e coordenado
com a contabilidade
4.5 - Custeio Integrado e coordenado à Contabilidade X Sistema Arbitrado
5. -DEPARTAMENTALIZAÇÃO
5.1-Centros de custos
5.2 – Centros de responsabilidade
5.3-Classificação dos centros
5.4 – Regras para a apropriação dos custos
6. -CUSTEIO POR ABSORÇÃO
6.1-Sistemática e características
6.2-Planilha de apropriação
6.3-Resolução dos casos
7. -CUSTEIO VARIÁVEL
7.1-Conceituação e características
7.2-Sistemática
7.3-Apropriação
7.4-Resolução dos custos
8. -MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO
8.1-Conceituação
8.2-Margem de contribuição unitária e global
8.3-Análise das margens de contribuição
8.4-Resolução de casos
9. -CUSTEIO PADRÃO
9.1-Conceituação e apropriação
9.2-Variação de custos
9.3-Análise das variações
9.4-Resolução de casos
10. -CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES - ABC
10.1-Origem do Sistema
10.2-Conceituação
10.3-Características básicas
10.4-Campos de aplicação
10.5-Vantagens e desvantagens
10.6-Resolução de casos
11. – TEORIA DAS RESTRIÇÕES (TOC)
11.1-Origem do Sistema
11.2-Conceituação básica sobre a estrutura teórica da TOC
11.3-Características básicas
11.4-Vantagens e desvantagens
11.5 Medidas do alcance da meta
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
100
101
11.6- Medidas de desempenho
11.7- Passos do processo decisório
11.8- Contribuições da TOC para a gestão empresarial
12 – MÉTODO DA UNIDADE DE ESFORÇO DE PRODUÇÃO (UEP)
12.1 – Histórico
12.2 – A unificação da produção pela UEP
12.3 – A determinação dos esforços de produção
12.4 – Os procedimentos do método da UEP (implantação)
12.5- A operacionalização do método
13. ELEMENTOS DE FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA
13.1-Cálculo dos custos unitários
13.2-Formação dos preços
13.5-Resolução de casos
13.6 Preenchimento do mapa de rateio
13.7- Distribuição das despesas fixas indiretas
13.8 – Determinação de várias formas de preços de vendas com base nos dados
extraídos do mapa de rateio
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
CREPALDI, Silvio Aparecido – Curso básico de contabilidade de Custos – 2 edição –
São Paulo: Atlas, 2002
FERREIRA, José A. S. – Contabilidade de Custos – São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2007. 1º Edição.
MARTINS, Eliseu.- Contabilidade de custos – 9. ed. – São Paulo: Altas, 2003
SARDINHA, José Carlos – Formação de Preço – A Arte do Negócio. São Paulo:
Makron Books, 1995. 1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
101
102
VANDERBECK, Edward J. & NAGY, Charles F. - Contabilidade de custos – 11. ed. –
São Paulo: Pioneira, 2001
6.2) Bibliografia Complementar
BEULKE, Rolando e BERTÓ – Gestão de Custos - São Paulo: Saraiva, 2005. 1º
Edição.
BEULKE, Rolando e BERTÓ, Dalvio José – Marketing & Finanças – Gestão de
custos, preços e resultados. 2. ed. São Paulo: Saraiva,1996.
BÓRNIA, Antonio Cezar.- Análise gerencial de custos – aplicações em empresas
modernas – Porto Alegre: Bookman, 2002. 1º Edição.
CREPALDI, Silvio Aparecido – Contabilidade Gerencial – Teoria e Prática. São
Paulo: Atlas, 1998. 1º Ediação.
CREPALDI, Silvio Aparecido – Curso básico de contabilidade de Custos – 2 edição –
São Paulo: Atlas, 2002.
GUERREIRO, Reinaldo – A meta da empresa: seu alcance sem mistérios: 2. ed. –
São Paulo: Atlas, 1999.
IUDÍCIBUS, Sérgio de – Contabilidade Gerencial 6. ed. – São Paulo – Altas, 1998
LEONE, George S.G., Curso de contabilidade de custos: contém custeio ABC, - São
Paulo - Atlas - 1996. 1º Ediação.
MEGLIORIN, Evandir – Custos: Análise e Gestão – 2. ed. – São Paulo: Person
Prentice Hall, 2007.
MONDEN, Iasuhiro – Sistemas de Redução de Custos: Custo-alvo e Custo Kaizen.
Porto Alegre: Bookman, 1999. 1º Edição.
NEVES, Silvério das e VICECONTI, Paulo E. V. – Contabilidade de Custos – um
enfoque direto e objetivo. São Paulo: Frase, 1998. 1º Ediação.
SANTOS, Joel J. - Análise de Custos – um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas,
1990. 2º Edição.
STARK, José Antônio – Contabilidade de Custos – São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2007. 1º Edição.
VANDERBECK, Edward J. & NAGY, Charles F. - Contabilidade de custos – 11. ed. –
São Paulo: Pioneira, 2001
VICECONT, Paulo E.V. & NEVES, Silvério das – Contabilidade de Custos: um
enfoque direto e objetivo – 4. ed. Frase, 1995
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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DISCIPLINA: COT0262 PRÁTICA CONTABIL – ESTÁGIO SUPERVISIONADO
1. EMENTA:
Utilização de sistemas informatizados para registro e controle de operações
contábeis: Estrutura formal do contrato social e sua contabilização. Constituição de
sociedades, legalização de sociedades, observando os aspectos tributários;
Escrituração contábil: razão sintético e analítico, diário geral contábil e
demonstrações contábeis. Registros e controles extra-contábeis: controle de
estoques, folha de pagamento, planilha de controle de depreciação, amortização e
exaustão. Escrituração fiscal.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Esta disciplina tem por objetivo propiciar ao acadêmico do curso de Ciências
Contábeis um conhecimento prático para executar atividades contábeis variadas
com precisão e segurança, desenvolvendo habilidades especificas.
Objetivos Específicos
* Capacitar ao acadêmico a compreensão de conhecimento prático contábil dentro
de um contexto o mais próximo da realidade possível.
* Propiciar habilidades especificas para executar todas as atividades contábeis com
precisão e segurança.
* Possibilitar a utilização de software específicos/ contábil/fiscal e demais recursos
de informática.
* Oportunizar ao acadêmico a visualização contábil obtendo dados e informações
para a análise da situação patrimonial das organizações empresariais.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
3.1 CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DE EMPRESAS
3.1.1 Elaboração do Contrato Social
3.1.2 Plano de contas básico
3.1.3 Contabilização inicial da empresa
3.1.4 Emissão de balancete
3.2. ATIVIDADES DE INSTALAÇÃO
3.2.1. Compras e entradas de materiais, mais fretes (á vista /a prazo).
3.2.2. Livro Registro de entradas
3.2.3 Admissão de empregados
3.2.4 Livro Registro de empregados
3.2.5 Autorização de impressão de notas fiscais
3.2.6 Abertura de contas bancárias
3.3. ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO I
3.3.1 Aquisição de imobilizações
3.3.2 Transferências de materiais do estoque para produção
3.3.3 Gastos Gerais de fabricação ( por caixa/bancos)
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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104
3.3.4 Pagamentos diversos de gastos e serviços
3.3.5 Gastos gerais administrativos
3.3.6 Emissão de Balancete
3.4. ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO II
3.4.1.Venda de produtos ( caixa/clientes)
3.4.2 Prestação de serviço
3.4.3 Notas fiscais, faturas, duplicatas
3.4.4 Livro registro de saídas
3.4.5 Livro registro do imposto sobre serviços de qualquer natureza
3.5. ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO III
Operações Bancárias em geral:
3.5.1.Desconto de duplicata
3.5.2.Cobrança de duplicatas
3.5.3.Caução de Duplicatas (contrato/financiamento)
3.5.4.Empréstimos bancários com juros antecipados
3.5.5.Integralização de capital em .../...../........
3.5.6 Emissão de Balancete
3 .6 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO IV
Operações diversas
3.6.1 Transferências de estoques
3.6.2 Compras/vendas
3.6.3 Despesas de fabricação
3.6.4. Despesas administrativas
3.6.5. Depósitos e retiradas bancárias
3.6.6. Boletim de caixa
3.7 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO V
Apropriações:
3.7.1 Comissões
3.7.2 Folha de pagamento e encargos sociais
3.7.3 Guias de INSS e FGTS
3.7.4 Provisões de férias/ 13 salário e encargos sociais
3.8 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO VI
Apuração e apropriação de impostos:
3.8.1 Livro registro de apuração do ICMS
3.8.2 Livro registro de apuração do IPI
3.8.3 Guia para recolhimento do ICMS
3.8.4 Darf: IPI/COFINS/PIS
3.8.5 Guia para recolhimento do ISS
3.9 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO VII
3.9.1 Férias aviso e pagamento
3.9.2 Aviso prévio e Rescisão contratual
3.9.3 Compras e recuperação de impostos- á vista e a prazo
3.9.4 Vendas/ débito de impostos- á vista e a prazo
3.9.5 Despesas administrativas
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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3.9.6 Despesas de fabricação- gastos gerais
3.9.7 Envio de duplicatas para cobrança, caução, desconto
3.9.8 Reembolso de duplicatas descontadas
3.9.9 Recebimento de duplicatas em cobrança, caução, desconto
3.9.10 Outras transferências de materiais
3.9.11 Recolhimento de todos os impostos e encargos sociais:
INSS/FGTS/ISS/IPI/ICMS/PIS/COFINS
3.9.12 Pagamento de outras despesas apropriadas
3.10 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO VIII
3.10.1 Folha de pagamento
3.10.2 Apropriações diversas
3.10.3 Fechamento de livros fiscais e guias de recolhimento de impostos
3.10.4 Outras movimentações de entradas e saídas de caixa
3.10.5 Pagamento de comissões creditadas
3.11 ATIVIDADES DE ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO I
3.11.1 Depreciação/calculo e contabilização
3.11.2 Outros ajustes e apropriações para encerramento
3.12 ATIVIDADES DE ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO II
3.12.1 Lançamento de encerramento de balanço
3.12.2 Demonstração do Resultado do Exercício
3.12.3 Destinação do Resultado do Exercício
3.12.4 Balanço Patrimonial
3.12.5 Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados
3.12.6 Notas explicativas das demonstrações contábeis
3.13 ATIVIDADES DE ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO III
3.13.1 Emissão do Livro Diário
3.13.2 Emissão do Livro Razão
3.13.3 Lalur- Livro de Apuração do Lucro Real
4. METODOLOGIA:
4.1. As aulas serão ministradas de forma expositiva, em laboratório de informática,
através de módulos que compreendem uma unidade de ensino completa.
Oportunizando ao aluno sua auto-aprendizagem, ao realizar as tarefas previstas.
4.2. Procedimentos didáticos:
- Utilização de softwares específicos sob sua própria responsabilidade. Software
contábil e fiscal.
- Cada módulo é organizado com atividades para quatro horas aula e contém
informações suficientes para que, após concluído seu estudo , o aluno esteja apto a
realizar sua auto-avaliação e ser avaliado pelo professor
- Executar todas as atividades específicas contábeis demonstrando assim o
alcance dos objetivos propostos.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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5.SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
FRANCO, Hilário. Contabilidade Geral .1º Ed. São Paulo: Atlas, 2000.
GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 9ª Ed..São Paulo: Atlas, 2003
6.2) Bibliografia Complementar
IUDICIBUS, Sérgio de. ¨Contabilidade Introdutória¨.São Paulo: Atlas, 1993. 8º
Ediação.
IUDICIBUS, Sérgio de; MARTINS, Elizeu. Manual das Sociedades por Ações .São
Paulo: Atlas, 2007. 7º Ediação.
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 6ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2005 . 5º
Edição.
MARION, José Carlos; IUDICIBUS, Sergio. Contabilidade Comercial. São Paulo:
Atlas, 2006. 7º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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107
DISCIPLINA: COT0263 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
1. EMENTA:
Demonstrações contábeis. Estruturação e Reestruturação (Deflação, inflação e
moeda constante) das demonstrações de acordo com as normas brasileiras e
internacionais.
3. OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar ao acadêmico condições para que saiba estruturar as demonstrações
contábeis de conformidade com as normas brasileiras e internacionais de
contabilidade, inclusive propiciando ao aluno conhecimentos básicos necessários
para a reestruturação das demonstrações para fins de análise.
Objetivos Específicos
Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de:
• Estruturar e reclassificar as demonstrações contábeis para análise.
• Ajustar as demonstrações contábeis em função da ocorrência de
inflação/deflação.
• Compreender os aspectos relevantes das normas internacionais de contabilidade
• Harmonizar
e adequar as demonstrações contábeis visando sua
internacionalização.
• Analisar vertical e horizontalmente as demonstrações contábeis, identificar
aspectos relevantes das alterações patrimoniais e sugerir alternativas para a
melhoria do desempenho das entidades.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A DISCIPLINA
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE
Os princípios como base da contabilização e geração das demonstrações
contábeis
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
As demonstrações contábeis como a expressão do Patrimônio das entidades.
Estrutura básica no Brasil - Leis 6.404/76 e 11.638/07. O que mostram as
demonstrações contábeis
Reclassificações para fins de análise. Padronização
NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE
Visão das normas internacionais de contabilidade - sua evolução.
Adequação das demonstrações contábeis brasileiras às normas
internacionais.
INFLAÇÃO, DEFLAÇÃO E MOEDA CONSTANTE
Considerações gerais do efeito da inflação/deflação sobre as demonstrações
contábeis.
Instrumentos de ajuste para análise.
ANÁLISE VERTICAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Objetivo, finalidade, cálculo.
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Visão que proporciona. Comparativo entre períodos
ANÁLISE HORIZONTAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Objetivo, finalidade, cálculo.
Utilização de deflatores ou inflatores.
Visão que proporciona, Comparativo entre períodos.
Relação entre a visão da análise vertical e a horizontal.
A ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL DA:
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
Receitas e custos e despesas como geradoras da lucratividade bruta,
operacional e líquida. Alternativas para melhoria do desempenho.
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
A destinação dos resultados – visão da política da entidade quanto ao
pagamento de lucros e dividendos e/ou juros sobre o capital. A
evolução
do patrimônio líquido.
BALANÇO PATRIMONIAL
O Ativo e as variações no uso dos recursos.
O Passivo e as variações nas fontes de recursos.
DEMONSTRAÇÃO DE ORIGENS E APLICAÇÃO DE RECURSOS (DOAR) E
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA(DFC)
Usos e fontes de recursos de longo e curto prazo.
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (DVA)
Recursos gerados e análise de seu rateio
OUTROS ASPECTOS A EXAMINAR
Relatório da Administração
Notas Explicativas
Parecer dos Auditores
RELATÓRIO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS.
Considerações. Principais tópicos a abordar. Sugestões e conclusões.
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
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9,0-10
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6. BIBLIOGRAFIA
6.1) Bibliografia Básica
MATARAZZO, Dante Cármine. Análise Financeira de Balanços. São Paulo: Atlas,
1995.3º Edição.
SILVA, José Pereira da. Análise Financeira das Empresas. São Paulo: Atlas, 2006.
8º Edição.
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis: Contabilidade
empresarial. São Paulo: Atlas, 2005. 3º Edição.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços – um enfoque
econômico-financeiro. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de Balanços. São Paulo: Atlas, 2008. 7º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
BRAGA,Hugo Rocha. Demonstrações contábeis:estrutura,análise e interpretação.
São Paulo: Atlas, 2003. 5º Edição.
REIS, Arnaldo Carlos de Rezende. Demonstrações Contábeis:estrutura e
análise.São Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição.
PADOVESE,Clovis Luiz; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das
demonstrações financeiras. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição.
RIBEIRO,Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Saraiva, 2005. 5º
Edição.
SCHMIDT,Paulo; SANTOS,José Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves.
Fundamentos de contabilidade internacional. São Paulo:Atlas, 2006. 1º Edição.
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL.
Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade.Porto
Alegre: CRCRS, 2002.
FIPECAFI-FEA/USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São
Paulo:Atlas, 2007. 7º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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110
DISCIPLINA: COT0437 – CONTABILIDADE ORÇAMENTÁRIA
1. EMENTA:
O Controle orçamentário como parte da ciência contábil. A estrutura e as finalidades
do orçamento empresarial. Projeções de receitas, custos e despesas, resultados
econômico-financeiros e patrimoniais. Os Sistemas de análises dos valores
projetados e suas respectivas variações.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Capacitar o aluno a desenvolver, de maneira lógica e ordenada, um modelo de
sistema de orçamento empresarial, entendendo as causas e conseqüências de
alterações estratégicas a nível orçamentário.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Conceito, função e plano orçamentário;
Elaboração do Plano Orçamentário
a. Orçamento de vendas;
b. Orçamento de produção;
c. Orçamento de capital;
d. Previsão de compra de materiais.
e. Custo dos materiais utilizados.
f. Previsão de crédito de tributos
g. Previsão de gastos com salários e encargos
h. Previsão de pagamento de impostos e comissões.
i. Previsão de custos indiretos de produção.
j. Previsão de gastos administrativos.
k. Previsão das despesas com vendas, financeiras e tributárias.
l. Orçamento econômico (balancete projetado)
Demonstrativo de resultado projetado
Projeção do fluxo de caixa.
Balanço patrimonial projetado
Análise dos índices
Acompanhamento orçamentário.
Gráfico de evolução de desempenho.
Análises de rentabilidade dos produtos.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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111
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
FREZZATTI, Fábio. Orçamento Empresarial – Planejamento e Controle Gerencial.
São Paulo. Atlas. 2006. 3º Edição.
HOJI, Masakazu – Administração financeira e orçamento. São Paulo: Atlas, 7ª ed
2008.
PINHEIRO, Paulo Roberto; SCHMITT, Paulo; SANTOS, José Luis; MARTINS, Marco
Antonio. Fundamentos de Orçamento Empresarial. São Paulo: Atlas, 2008.
WELSCH, Glenn A. Orçamento Empresarial. São Paulo. Atlas, 2002. 5º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
HANSE, Don R.; MOWEN, Maryanne M. Gestão de Custos – Contabilidade e
Controle. São Paulo. Ed. Pioneira, 2001. 1º Edição.
HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; DATAR, Srikant M. Contabilidade de
Custos. 9ª Edição. Rio de Janeiro, LTC Editora, 2000.
SÁ, Carlos Alexandre; MORAES, José Rabello de. O Orçamento Estratégico; Uma
visão Empresarial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 1º Edição.
SANVICENTE, Antonio Zoratto, SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na
Administração de Empresas – Planejamento e Controle. São Paulo. Atlas, 1998. 2º
Edição.
SOBANSKI, Jaert J. Prática de Orçamento Empresarial – Um Exercício Programado.
São Paulo. Atlas, 1994. 3º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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112
DISCIPLINA: COT0264 – ANÁLISE DE CUSTOS
1. EMENTA:
Análise da relação custo-volume-lucro. Análise do ponto de equilíbrio. Margem de
contribuição e fatores limitantes de produção. Decisão entre comprar ou
produzir/terceirizar. Custos fixos identificados e o retorno sobre o investimento.
Custos imputados e custos perdidos. Decisões gerenciais com base na margem de
contribuição e sistemas de custeio. Estratégias de precificação.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar condições para que o acadêmico seja capaz de entender, analisar e
praticar ações que envolvem elementos relacionados à área de custos, visando uma
boa gestão de custos dentro das entidades.
Objetivos Específicos
- Fornecer ao aluno os conhecimentos básicos e indispensáveis de Contabilidade de
Custos.
- Familiarizar o aluno com as técnicas mais usuais de controle e apuração dos
custos.
- Habilitar o aluno a resolver problemas ligados ao planejamento, implantação e
operacionalização de sistemas de custos.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
CUSTOS E PREÇOS
Índices para formação de preços
Análise de preços
CUSTEIO VARIÁVEL
Custeio variável
Custeio variável x custeio por absorção
Razões do não uso do Custeio variável nos balanços
Resolução de casos
CUSTO FIXO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO
O problema de alocação dos custos fixos
A aplicação da margem de contribuição para fins decisoriais
Resolução de casos
CONTRIBUIÇÃO MARGINAL E LIMITAÇÕES NA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO
Margem de contribuição antes das limitações
A existência das limitações
Margem de contribuição x Fator de limitação
A existência de diversos fatores de limitação
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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113
A alocação do custo fixo e decisão
CUSTOS FIXOS IDENTIFICADOS E RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO
Margem de contribuição e custos fixos identificados
Valores que integram o cálculo da margem de contribuição
Margem de contribuição e taxa de retorno
Resolução de casos
DECISÃO SOBRE COMPRAR OU PRODUZIR
A fixação do preço
Decisão sobre comprar ou produzir
Resolução de casos
CUSTOS IMPUTADOS E CUSTOS PERDIDOS
Custo de oportunidade
O efeitos da inflação no custo de oportunidade e resultado
Custo de oportunidade e taxa de retorno (conseqüências)
Custos perdidos
Resolução de casos
RELAÇÃO CUSTO/VOLUME/LUCRO
Os custos e despesas variáveis
O ponto de equilíbrio (em custos)
Margem de segurança e alavancagem operacional
Pontos de equilíbrio contábil, econômico e financeiro
O ponto de equilíbrio econômico na inflação
A influência das alterações dos custos e despesas fixas
A influência das alterações dos custos e despesas variáveis
A influência das alterações dos preços
CUSTOS E ESTRATÉGIA
Conceitos e definições de estratégia
Curva de aprendizagem
Ciclo de vida do produto
Cadeia de valor
Matriz de crescimento e participação de mercado
Análise da rentabilidade e pelas estratégias competitivas adotadas.
DECISÕES TÁTICAS DE CURTO PRAZO
Natureza dos custos relevantes
Importância da margem de contribuição
Descontinuidade de um produto ou de uma linha de produtos
Vender ou continuar o processamento
Investir ou alugar
Produzir ou comprar
TÉCNICAS PARA UMA MELHOR GESTÃO DOS CUSTOS
Custeio ABC/ABM (activity based costing - custeio baseado em atividades)
Custeio TOC (teoria das restrições)
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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114
Custeio RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit - contadoria do reino para
assuntos econômicos )
Target costing (custeamento-alvo) e custeio Kaizen
Life-cycle costing (custeamento por ciclo de vida)
UEP – Unidade de esforço de produção
Lote econômico
Custos da qualidade e da não qualidade
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
BRUNI, Adriano Leal & FAMÁ, Rubens. - Gestão e formação de preços: com
aplicações na calculadora HP 12C e Excel – 3. ed – São Paulo: Atlas, 2004
FIGUEIREDO, Sandra & CAGGIANO – Controladoria: teoria e prática – São Paulo:
Atlas, 1997. 1º Edição.
HANSEN, Don R. & MOWEN, Maryanne M. – Gestão de Custos: Contabilidade e
Controle – 3. ed. – São Paulo: Pioneira, 1998.
MARTINS, Eliseu. - Contabilidade de custos – 9. ed. – São Paulo: Altas, 2003
WERNKE, Rodney – Gestão de custos – Uma abordagem Prática – São Paulo:
Atlas, 2001. 1º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
ALLORA, Franz & ALLORA, Valério – UP: unidade de media na produção para
custos e controles gerenciais das fabricações – São Paulo: Pioneira, 1995. 2º
Edição.
ASSEF, Roberto – Formação de Preços. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
114
115
CHING, Hong Yuh, Contabilidade Gerencial: novas práticas contábeis para a gestão
de negócios – São Paulo: Person Prentice Hall, 2005. 1º Edição.
COGAN, Samuel – Custos e Preços–Formação e Análise. São Paulo: Pioneira,
1999. 6º Edição.
CREPALDI, Silvio Aparecido - Curso Básico de Contabilidade de Custos. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 2002
LEONE, George S.G., Curso de contabilidade de custos: contém custeio ABC, - São
Paulo - Atlas - 1996.
MEGLIORINI, Evandir - Custos: análise e gestão - Person Prentice Hall, 2007. 1º
Edição.
MONDEN, Iasuhiro – Sistemas de Redução de Custos: Custo-alvo e Custo Kaizen.
Porto Alegre: Bookman, 1999 . 1º Edição.
NAGLE, Thomas T. & HOLDEN, Reed K. – Estratégia e táticas de preços: um guia
para decisões lucrativas – 3. ed. - Person Prentice Hall, 2003
NOREEN, Eric; SMITH, Debra & MACKEY, James T. – A teoria das restrições e
suas implicações na contabilidade gerencial. – São Paulo: Educador, 1996. 1º
Edição.
PADOVEZE, Clóvis Luís – Contabilidade Gerencial – Um enfoque em sistema de
informação contábil. São Paulo: Atlas, 1996
PEREZ Jr., José H.; OLIVEIRA, Luis M.de & COSTA, Rogério G. – Gestão
estratégica de custos – 4. ed. – São Paulo: Atlas, 2005.
SHANK, John K, & GOVINDARAJAN, Vijay – A revolução dos custos: como
reinventar e redefinir sua estratégia de custos para vender em mercados
competitivos – 4. ed. São Paulo: Campus, 1997
WERNKE, Rodney - Análise de custos e preços de venda: ênfase em aplicações e
casos nacionais – São Paulo: Saraiva: 2005. 1º Edição.
CORRÊA, Henrique L. & GIANESI - Irineu G.N., Just in time, MRP II e OPT: um
enfoque estratégico – São Paulo: Altas, 1996. 1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
115
116
DISCIPLINA: COT0278 – ANÁLISE AVANÇADA DAS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS
1. EMENTA:
Análise por indicadores econômico-financeiro. Fatores de previsão de falências.
Interpretação e emissão de relatórios.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao aluno conhecimentos para que saiba relacionar, comparar e analisar as
demonstrações contábeis, construindo indicadores que possibilitem uma visão geral
e abrangente do patrimônio das entidades, concluindo sobre sua posição
econômico-financeira e propondo alternativas para otimizar sua gestão.
Objetivos Específicos
Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de:
• Relacionar os diversos grupos das demonstrações contábeis, calculando
indicadores e compreendendo seus significados.
• Analisar o resultado dos indicadores e identificar o seu efeito sobre o
desempenho da entidade.
• Elaborar relatório de análise econômico-financeira e propor medidas de melhoria
da gestão.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A DISCIPLINA.
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
ANÁLISE VERTICAL,HORIZONTAL E DEFLATORES
ANÁLISE ATRAVÉS DE ÍNDICES (INDICADORES)
O papel dos índices. Aspectos evidenciados. Situação Financeira e
Econômica.
Índices de liquidez
Índices de endividamento e de imobilização dos capitais próprios.
Índices de atividade. Prazos médios. Ciclo operacional, econômico e
Financeiro
Análise das necessidades de capital de Giro - NCG
Índices de margem e Rentabilidade
Rentabilidade sobre o Ativo
Rentabilidade sobre o Patrimônio líquido
Giro e margem como determinantes da rentabilidade. O modelo
DuPont.
Alavancagem financeira
Indices de insolvência de Kanitz.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
116
117
EBITDA (Geração de Caixa Operacional)
Previsão de falências. Modelos de previsão de insolvência.
Análise da DFC e do DVA
RELATÓRIO AMPLO DE ANÁLISE
Detalhamento da situação econômica e financeira. Sugestões e conclusões.
OBS: elencar os indicadores financeiros (EVA)
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6. BIBLIOGRAFIA
6.1) Bibliografia Básica
MATARAZZO, Dante Cármine. Análise Financeira de Balanços. São Paulo: Atlas,
1995. 3º Edição.
SILVA, José Pereira da. Análise Financeira das Empresas. São Paulo: Atlas, 2006.
8º Edição.
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis: Contabilidade
empresarial. São Paulo: Atlas, 2005. 3º Edição.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços- um enfoque econômicofinanceiro. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de Balanços. São Paulo. Atlas, 2008. 7º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
117
118
6.2) Bibliografia Complementar
BRAGA,Hugo Rocha. Demonstrações contábeis:estrutura,análise e interpretação.
São Paulo: Atlas, 2003. 5º Edição.
REIS, Arnaldo Carlos de Rezende. Demonstrações Contábeis:estrutura e
análise.São Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição.
PADOVESE,Clovis Luiz; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das
demonstrações financeiras. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição.
RIBEIRO,Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Saraiva, 2005. 3º
Edição.
SCHMIDT,Paulo; SANTOS,José Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves.
Fundamentos de contabilidade internacional. São Paulo:Atlas, 2006. 1º Edição.
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL.
Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade.Porto
Alegre: CRCRS, 2002.
FIPECAFI-FEA/USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São
Paulo:Atlas, 2007. 7º Edição.
FIPECAFI-FEA/USP. Retorno de investimentos:abordagem matemática e contábil do
lucro empresarial. São Paulo: Atlas, 2005. 3º Edição.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leônidas. Análise de balanços
para controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2004. 4º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
118
119
DISCIPLINA: COT0266 – SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS
1. EMENTA:
Componentes dos Sistemas de Informações. Tecnologia da Informação. Sistemas
de Informações Contábeis. Tipologia de Sistemas de Informações. Sistemas de
Informações Gerenciais. Sistemas de Apoio à Decisão. Sistemas de Gestão
Empresarial (ERP). Ferramentas de TI para Apoio à Contabilidade. Metodologia de
Desenvolvimento de Sistemas de Informações Contábeis.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Desenvolver no aluno um claro entendimento da relação existente entre sistemas,
informações, sistemas de informações, tecnologia da informação e contabilidade,
bem como provocar a compreensão do impacto desta relação nas organizações e na
Contabilidade.
Objetivos Específicos
• Definir um Sistema de Informação e descrever suas atividades básicas e sua
relação com a Contabilidade;
• Provocar a compreensão do aluno quanto aos componentes e a importância de
um Sistema de Informação;
• Familiarizar o aluno com as principais questões técnicas e gerenciais que
envolvem a Tecnologia da Informação e os Sistemas de Informações e seu impacto
na Contabilidade;
• Desenvolver no aluno uma familiaridade com as diferentes categorias dos
Sistemas de Informações, tais como os Sistemas de Informações Gerenciais, os
Sistemas de Apoio à Decisão, etc. e provocar um entendimento de como estes
sistemas podem ser usados pelas organizações e pela Contabilidade.
• Desenvolver habilidades para conceber, desenvolver e implementar Sistemas de
Informações;
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Introdução aos Sistemas de Informações
1.1.
Dados x Informação
1.2.
A Sociedade e a Informação
1.3.
As fontes de informações
1.4.
Requisitos de Informações por Nível Administrativo
1.5.
Atributos da Informação
1.6.
Significado Estratégico da Informação
1.7.
Política de Informação
2. Visão Geral dos Sistemas de Informações Aplicados à Contabilidade
2.1. Sistemas de Informações Transacionais (SIT)
2.2. Sistemas de Informações Gerenciais (SIG)
2.3. Sistemas de Automação de Escritório (SAE)
2.4. Sistemas de Apoio à Decisão (SAD)
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
119
120
2.5.
2.6.
2.7.
Sistemas Especialistas (SE)
Sistemas de Informações para Executivos (EIS)
Sistemas de Gestão Empresarial (ERP)
3. Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações Contábeis
3.1. Metodologia de Desenvolvimento
3.2. Ferramentas e Técnicas
3.3. Projeto de Sistemas
3.4. Abordagens de Desenvolvimento de SI
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e
discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizadas, também, leituras complementares,
conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de
aula e/ou extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
LAUDON, K.C. e LAUDON, J.P. Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo.
Prentice Hall Brasil, 2007. 7º Edição.
STAIR R.M. Princípios de Sistemas de Informações. São Paulo: Editora Pioneira.
2005. 1º Edição.
TURBAN, E; McLEAN, E e WETHERBE, J. Tecnologia da Informação para Gestão:
Transformando os Negócios na Economia Digital. Porto Alegre: Bookman, 2004. 3º
Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
BIO, S.R. Sistemas de informação – um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1996.
1º Edição.
FREITAS, H. E KLADIS, C.M. Da informação à política informacional das
organizações: um quadro conceitual. São Paulo – SP: RAP, v.29, n. 3, JunhoSetembro 1995, p. 73-86. 1º Edição.
FREITAS, H. et al. Informação e decisão: sistemas de apoio e seu impacto. Porto
Alegre: Ortiz, 1997. 1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
120
121
O`BRIEN, J.A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet.
São Paulo: Saraiva, 2004. 1º Edição.
PEROTTONI, R., OLIVEIRA, M., LUCIANO E.M. e FREITAS, H. Sistemas de
Informações: Um estudo comparativo das características tradicionais às atuais. Porto
Alegre – RS: ReAd (http://read.adm.ufrgs.br). PPGA/EA/UFRGS, v.7, n. 3, 2001. 1º
Edição.
TURBAN, E.; POTTER, R.E. e RAINER JR, R.K. Introdução a Sistemas de
Informação: Uma Abordagem Gerencial. São Paulo. Editora Campus, 2007. 8º
Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
121
122
DISCIPLINA: COT0279 – CONTABILIDADE DE ATIVIDADES ESPECIAIS
1. EMENTA:
Contabilidade de atividades Diversas e pessoas jurídicas do Terceiro Setor.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao aluno habilidade para Construção das Demonstrações Contábeis de
empresas com ramos de atividades especiais e suas circunstâncias.
Objetivos Específicos
Desenvolver no aluno, habilidades de construção de todas as Demonstrações
Contábeis das sociedades empresárias e não empresárias, bem como as
circunstâncias específicas.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. ASSOCIAÇÕES E FUNDAÇÕES
1.1. Estatuto Social
1.2. Definição do Objeto Social
1.3. Definição da forma de tributação
2. OCIP e Filantropia
2.1. Registros
2.2. Benefícios Fiscais
3. COOPERATIVAS
3.1. Constituição
3.2. operação
3.3. Tributação.
4. LIVRO REGISTRO DE INVENTÁRIO e LIVRO DIÁRIO
4.1. Formalidades
4.2. Levantamento
4.3. Registro
5. LIVRO REGISTRO DE DUPLICATAS
5.1. Obrigatoriedade e repercussões pela não escrituração
6. ATIVIDADES ESPECIAIS
6.1. Serviços Profissionais
6.2. Transportes
6.3. Representações Mercantis
6.4. Bancária
6.5. Rural
6.6. Ramo Imobiliário
7. CONDOMÍNIO
7.1. Convenção
7.2. Cartilha
8. DOMÉSTICA
8.1. Contrato
8.2. Rescisão e obrigações
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
122
123
9. EVENTOS ESPECIAIS:
9.1. Avaliação de Sociedade Empresarial;
9.2. Admissão e Demissão de empregados
9.3. Adiantamento para futuro aumento de capital
9.4. Quebra ou perda de estoques
9.5. Lucros ou dividendos – distribuição
9.6. Custo orçado e contratado na atividade imobiliária
9.7. Remessas para Industrialização
9.8. Crédito presumido do IPI para ressarcimento do PIS e COFINS
9.9. Retenção de tributos e contribuições sobre pagamentos efetuados a
PJ por órgãos, autarquias e fundações da administração publica
federal.
9.10. Máquinas e equipamentos construídos pela própria empresa
9.11. Mútuos (empréstimo de dinheiro) entre sócios e sociedade –
contabilização
9.12. Exportação – aspectos contábeis
9.13. Extinção de Pessoa Jurídica – aspectos tributários
9.14. PPR – Programa de Participação nos Resultados
9.15. Uso de Imagem;
10. LEITURAS
10.1.
Como Delegar
10.2.
Idoneidade de documentos
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
123
124
Bibliografia Básica –
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas
Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º Edição.
GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São
Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
Bibliografia Complementar
NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase,
2008. 10º Edição.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005.
25º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
124
125
DISCIPLINA : COT0267 – AUDITORIA I
1. EMENTA
Normas Usuais de Auditoria, Fundamentos de auditoria, O profissional de Auditoria,
Técnicas de Execução dos Trabalhos de Auditoria , Relatórios de Auditoria;
2. OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Capacitar os alunos a identificar os Fundamentos e as Normas de
Auditoria
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Compreender a função de planejamento, dos programas e dos
• procedimentos de auditoria
• Dar condições de avaliar o sistema de controles interno e o
sistema
• contábil da entidade auditada.
• Possibilitar aos alunos os conhecimentos necessários para
feitura de
• Relatórios de Auditoria
3. PROGRAMA DE ENSINO
3.1 - NORMAS USUAIS DE AUDITORIA
1.1 -– Conceito de Normas
1.2- Divisão das Normas: Função, Prefixos, Legislação,
Conteúdo.
3.2. FUNDAMENTOS DE AUDITORIA
2.1– Conceito e finalidade da Auditoria
2.2- O objeto da Auditoria
2.3– Campos de aplicação da Auditoria
2.4– Métodos de Auditoria
2.5 - Classificação da Auditoria
2.6 - Reflexos da Auditoria sobre o patrimônio
2.7- Auditoria Externa ( independente) e Auditoria Interna
3.3. QUANTO AO PROFISSIONAL DE AUDITORIA/EXERCÍCIOS
Competência técnico profissional, independência, responsabilidade do auditor,
honorários profissionais, guarda da documentação, sigilo profissional, informações
anuais à entidades, educação continuada e exame de competência profissional
3.4. QUANTO A EXECUÇÃO DOS TRABALHOS DE AUDITORIA
4.1 - Organização dos serviços de auditoria
4.2 – Planejamento dos Trabalhos de Auditoria
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
125
126
4.3- Controles Internos
4.4 – Procedimentos de Auditoria
4.5 – Fraudes e erros em Auditoria
3.5. RELATÓRIOS DE AUDITORIA
5.1 - Relatórios de Auditoria,
5.2 - Pareceres de Auditoria, exercícios
5.3 - Papéis de Trabalho em Auditoria, exercícios
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6. BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ATTIE, William. Auditoria – Conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas, 2006. 3º
Edição.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria um curso moderno e completo. São Paulo:
Atlas, 2003. 6º Edição.
FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria Contábil. São Paulo: Atlas, 2001. 4º
Edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARRUDA, Danie Gomes; Barretto, Pedro Humberto Teixeira. Auditoria Contábil. São
Paulo: Saraiva, 2007. 2º Edição.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil – teoria e prática. São Paulo: Atlas,
2004. 3º Edição.
DAL MAS, José Ademir. Auditoria Independente. São Paulo: Atlas, 2000. 1º Edição.
JUND, Sérgio. Auditoria Independente. São Paulo: Campus, 2007. 1º Edição.
PEREZ Jr. José Hernandez. Auditoria das Demonstrações Contábeis. Normas e Procedimentos. São Paulo: Atlas, 2006. 5º Edição.
SÁ, Antonio Lopes de. Curso de Auditoria. São Paulo: Atlas, 2002. 10º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
126
127
DISCIPLINA: COT O271 – CONTABILIDADE AVANÇADA
1. EMENTA:
Concentração de empresas: vertical, horizontal, domínio direto e indireto. Formação
de grupos societários. Constituição de holding. Fusões, Cisões e Incorporações.
Contabilidade de matriz e filiais. Métodos de investimentos. Equivalência patrimonial.
Demonstrações financeiras consolidadas.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao acadêmico o conhecimento específico da Lei das sociedades anônimas
relativamente a reestruturação de empresas e seus efeitos contábeis e econômicos.
Objetivos Específicos
Capacitar o aluno a:
• Compreender as formas previstas na legislação relativamente a reestruturação
de empresas;.
• Identificar efeitos contábeis sobre investimentos em empresas controladas ou
coligadas;
• Compreender as técnicas utilizadas na formação das demonstrações financeiras
consolidadas;
• Compreender as formas de contabilização da empresa matriz e suas filiais.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. CONCENTRAÇÃO DE EMPRESAS
Concentração por ampliação
Concentração por integração
Concentração por acordo
Vantagens da integração vertical
Vantagens da integração horizontal
Sindicatos mercantis ( trustes, cartéis, Pools)
Holding
2. FORMAS DE CONCENTRAÇÃO
Fusão
Incorporação ( aquisição e absorção )
Grupos de sociedades
Consórcios
Coligadas e controladas
Subsidiária integral
3. EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL
Noções gerais e aplicação
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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128
Investimentos relevantes
Legislação e lançamentos contábeis
4. SUBSCRIÇÃO E INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL DE SOCIEDADES
Análise de casos práticos
Lançamentos contábeis
5. A FIGURA DA CISÃO EM SOCIEDADES
Cisão parcial
Cisão total
6. MATRIZ E FILIAIS
Generalidades e conceitos
Contabilidade centralizada
Contabilidade descentralizada
Demonstrações financeiras combinadas
7. CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Introdução
Condições e princípios gerais
Técnicas de consolidação
Papéis de trabalho
Casos práticos para estudo
8. TRANSFORMAÇÃO DE SOCIEDADES
Análise envolvente de casos práticos
Sucessão de firma individual por sociedade
Transformação de limitada em S/A
Transformação de S/A em limitada
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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129
Bibliografia Básica
BULGARELLI, Waldirio. Fusões, Incorporações e Cisões de Sociedades. 6.ed. São
Paulo: Atlas, 2000.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de
contabilidade das Sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade Comercial. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2006. 7º Edição.
REIS, Arnaldo Carlos de Rezende; MARION, José Carlos. Contabilidade Avançada.
São Paulo: Saraiva, 2006. 1º Edição.
Bibliografia Complementar
BULGARELLI, Waldirio. Concentração de Empresas e Direito Antitruste. 3.ed. São
Paulo: Atlas, 1997.
CHARLES, T. Horngren. Introdução à Contabilidade Gerencial. 5. ed. Rio de Janeiro:
Prentice/Hall doBrasil,1995.
EXAME – Melhores e Maiores. São Paulo: Abril,2008.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; KANITZ, Stephen Charles. Contabilidade Intermediária. 1.
ed. São Paulo: Atlas, 1981.
MUNIZ, Ivan de Porto Alegre. Reorganizações Societárias. 1. ed. São Paulo: Makron
Books, 1996.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Holding, Administração Corporativa e
Unidade Estratégica de Negócio. l. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
PEREZ JR., José Hernandez; OLIVEIRA, Luis Martins de Contabilidade avançada.
5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SADDI,Jairo..[et al].Fusões e aquisições: aspectos jurídicos e econômicos. São
Paulo: IOB, 2002. 1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
129
130
DISCIPLINA: COT0281 – CONTABILIDADE ESTRATÉGICA
1. EMENTA:
Planejamento estratégico e BSC. Normas internacionais de contabilidade. Noções
de conversão das demonstrações contábeis segundo os padrões internacionais.
Contabilidade Ambiental. Contabilidade Social e Contabilidade Atuarial.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Permitir ao aluno que discuta e reflita sobre alguns tópicos emergentes e atuais
dentro da área contábil, entre eles: Balanced Scorecard, Contabilidade Internacional,
Contabilidade Ambiental, Contabilidade Social e Contabilidade Atuarial.
Objetivos Específicos
• Permitir que o aluno realize relações entre Planejamento Estratégico Empresarial
e modelos de mensuração (Balanced Scorecard);
• Apresentar aos alunos formas e maneiras da internacionalização da
contabilidade mediante às necessidades empresariais atuais;
• Apresentar e discutir os modelos de Contabilidade Ambiental e Social, avaliando
suas necessidades e impactos na gestão empresarial;
• Compreensão básica da área atuarial.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Planejamento Estratégico e BSC (Balanced Scorecard)
1.1. Conceitos e Modelos de Implementação
1.2. Ferramentas de BSC
2. Normas Internacionais de Contabilidade
2.1. Organismos Reguladores da Contabilidade.
2.2. Princípios Contábeis Geralmente Aceitos Norte-Americanos e Internacionais.
2.3. Normas Contábeis.
2.4. Demonstrações Financeiras.
2.5. Conversão das Demonstrações Financeiras
3. Contabilidade Ambiental
3.1. Ativo, Passivo e Resultado Ambiental.
3.2. Gestão de Ativos e Passivos Ambientais.
3.3. Relatórios Ambientais.
4. Contabilidade Social
4.1. Demonstração do Valor Adicionado
4.2. Análise do Balanço Social
5. Contabilidade Atuarial
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
130
131
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e estudos de casos com a utilização de material de apoio para a análise e
discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizadas, também, leituras complementares,
conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de
aula e/ou extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bibliografia Básica
FEIJO, C. ; BARBOSA FILHO, N.H., e LIMA, F. C. G. C.Contabilidade Social. São
Paulo. Campus, 2007
FERREIRA, A.C.S. Contabilidade Ambiental: Uma Informação para o
desenvolvimento sustentável. São Paulo. Atlas, 2006
KAPLAN, R. e NORTON, D.Mapas Estratégicos. São Paulo. Campus, 2004.
GARRISON, Ray H. e NOREEN Eric W. Contabilidade Gerencial. Rio de Janeiro:
LTC Editora, 2001.
SCHMIDT, P.; SANTOS, J.L.; e FERNANDES, L.A. Contabilidade Internacional
Avançada. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
BRAGA, C. Contabilidade Ambiental. São Paulo. Atlas, 2007. 1º Edição.
BRAGA, M.B. e PAULANI, L.M. A Nova Contabilidade Social: Uma introdução a
Macroeconomia. São Paulo. Saraiva, 2007. 3º Edição.
CREPALDI, Sílvio A. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 1998. 2º Edição.
HORNGREEN, Charles T. Introdução a Contabilidade Gerencial. 5ª Ed. Rio de
Janeiro: Prentice-Hall do Brasil. 1985
IUDICIBUS, Sérgio de, Teoria da Contabilidade, São Paulo: Editora Atlas, 2003
USP. 7º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Gerencial. 5ª e 6ª Ed. São Paulo: Atlas, 1995.
Contabilidade e Atuária.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; LOPES, Alexsandro B. (Coord.). In: Teoria Avançada da
Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2004. 1º Edição.
NYIAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade Internacional. São Paulo. Ed. Atlas, 2005. 1º
Edição.
TINOCO, J. E. P e KRAEMER, M. E. P. Contabilidade e Gestão Ambiental. São
Paulo. Atlas, 2008. 2º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
131
132
DISCIPLINA: COT0270 MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM
CONTABILIDADE
1. EMENTA:
Métodos e técnicas de pesquisa adequados a projetos de monografia em
contabilidade.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
O objetivo fundamental da disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa em
Contabilidade é fornecer as diretrizes teóricas e práticas para a definição e
construção do projeto de monografia até o término da disciplina.
Objetivos Específicos
• Apreender os conceitos fundamentais da investigação científica;
• Distinguir entre os diversos tipos de pesquisa e sua aplicação na investigação
contábil;
• Fixar e exercitar técnicas de análise de textos, a fim de melhor explorar a
organização da revisão de literatura;
• Examinar técnicas de redação e argumentação em textos dissertativos, para o
projeto e a monografia de final de curso.
• Elaborar o projeto de monografia;
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Pressupostos epistemológicos da pesquisa científica
Ciência, pesquisa, teoria, método: conceitos e historicidade
O processo de pesquisa científica
Tipos de pesquisa
A pesquisa contábil atual no Brasil e no mundo
Monografia como pesquisa científica
Planejamento da pesquisa
A escolha do tema e a delimitação do problema de investigação. A seleção das
variáveis pertinentes ao problema investigado
A revisão de literatura. Métodos e técnicas de estudo, resumo e análise crítica de
textos e sistematização. A construção do marco teórico/conceitual para a definição
das variáveis e a construção e fundamentação das hipóteses.
Metodologia: definição do tipo de pesquisa, método, passos e procedimentos para a
coleta, tabulação e leitura das evidências, procedimentos de amostragem, etc.
Estrutura e elaboração do projeto de monografia
Estrutura da monografia e normas formais
Escrever uma monografia: redação e argumentação
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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133
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
Além disso, será realizada orientação em classe e extra-classe para a elaboração
dos trabalhos. Uma das ênfases será no trabalho de análise crítica de textos, a fim
de elevar a produtividade dos alunos nesta área e habilitá-los a uma mais eficiente
sistematização da bibliografia pertinente tanto para o preparo do projeto de pesquisa
quanto para a elaboração do trabalho monográfico.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
A avaliação consistirá em uma prova sobre a parte teórica, a elaboração do projeto
de pesquisa para monografia, pelo menos um trabalho de análise de textos e um
trabalho final para o início da construção do trabalho monográfico.
6. BIBLIOGRAFIA
6.1) Bibliografia Básica
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica. 21. ed. Petrópolis: Vozes,
1997.
ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para
estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 1999.
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1999. 9º
Edição.
YIN, R. K. Estudos de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001.
6.2) Bibliografia Complementar
ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais
e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2.ed. São Paulo: Thomson, 1999.
BEUREN, I. M. (Org.) Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade. São
Paulo: Atlas, 2004. 2º Edição.
KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2001. 3º
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
133
134
Edição.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2000.
3º Edição.
POPPER, K. R. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 2003. 8º Edição.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 1996.
SIMKA, Sérgio (Coord); CORREIA, Wilson. TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)
não é um bicho-de-sete-cabeças. Editora Ciência Moderna, 2009
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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135
DISCIPLINA: COT 0280 – CONTABILIDADE INDUSTRIAL
1. EMENTA:
Custo industrial. Contabilização do custo industrial integrado. Infra-estrutura de
controles das empresas industriais. Análise de custos e despesas. Estruturação de
uma contabilidade industrial. Estudos de casos.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Propiciar ao aluno meios suficientes para que possa identificar e selecionar fatos
oriundos de uma gestão econômico-financeira, os quais alteram o patrimônio de uma
empresa industrial.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Empresa Industrial
a. Funções
b. Classificação
c. Campo de aplicação
2. Sistema de Custo Integrado a contabilidade
a. Registro de consumo de materiais e controle de estoques
b. Registros de mão-de-obra direta e indireta
c. Registro dos gastos gerais de fabricação
d. Rateios
e. Apuração do resultado bruto
f. Elaboração das demonstrações contábeis
3. Exame do custo integrado e custo padrão.
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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136
6.1) Bibliografia Básica –
FRANCO, Hilário. Contabilidade Industrial. São Paulo: Atlas, 1996. 9º Edição.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, 2006. 9º Edição.
GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
PEREZ JR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luiz Martins; COSTA, Rogério Guedes.
Gestão Estratégica de Custos. São Paulo: Atlas, 2006. 5º Edição.
VANDERBECK, Edward J., NAGY, Charles F. Contabilidade de Custos. São Paulo:
Thomson, 2005. 11º Edição.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São
Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
136
137
DISCIPLINA: COT0441 PERÍCIA
1. EMENTA:
Objetivos, planejamento e execução de pericia. Normas e procedimentos periciais.
Perito contador e perito contador assistente, normas e legislação. Relatórios
periciais: laudo pericial, parecer pericial e petições. Principais tipos de perícia
contábil. Noções de mediação e arbitragem.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Desenvolver a capacidade de aprendizagem dos conteúdos relacionados à perícia
contábil, tanto na esfera judicial como extrajudicial.
Objetivos Específicos
A disciplina de Perícia tem a finalidade de capacitar o aluno a:
• Entender os conceitos, objetivos e procedimentos de perícia contábil
• Interpretar corretamente as normas profissionais e a legislação pertinente à
perícia contábil
• Entender os princípios básicos da Ciência Atuarial
• Interpretar os quesitos oficiais e das partes
• Realizar os cálculos necessários à perícia contábil
• Elaborar laudos e petições pertinentes a perícia contábil
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Abordagem conceitual, processual e operacional
Perícia: Conceitos e objetivos
Perito Contábil Judicial, Extrajudicial e Arbitral
Perito: Perfil profissional e requisitos exigíveis
Normas Brasileiras de Perícia Contábil
Da prova pericial no Código de Processo Civil Brasileiro
Perícia contábil na mediação e arbitragem
Noções básicas de perícia atuarial
Procedimentos periciais no âmbito das justiças comum, trabalhista e federal
Técnicas no trabalho pericial
Laudo, parecer e petições
Casos práticos
Perícias em financiamentos bancários
Liquidação de sentença na Justiça do Trabalho
Elaboração de petições
Elaboração de laudo pericial
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado leituras complementares, conforme a bibliografia do
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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138
programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe.
Também serão analisados estudos de casos práticos .
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
No decorrer do semestre serão realizadas duas provas e um trabalho prático
supervisionado, sendo atribuído a cada um os seguintes pesos:
Prova Parcial:
Peso 3,0
Prova Geral :
Peso 5,0
Trabalhos : Peso 2,0
A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina o regimento desta Instituição:
Conceito
–
Nota
0
0 - 5,9
1
6,0 - 6,9
2
7,0 - 7,9
3
8,0 - 8,9
4
9,0 – 10
Para ser aprovado o aluno deverá ter, no mínimo, conceito 1 e 75% de presenças.
6.1) Bibliografia Básica
ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia Contábil. São Paulo: Atlas, 2007. 4º Edição.
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL. Normas
Brasileiras de Contabilidade: Auditoria Independente, Auditoria Interna, Perícia Contábil.
5. ed. Porto Alegre, RS: CRC-RS, 2007.
MAGALHÃES, Antonio de Deus Farias. SOUZA, Clóvis de; FAVERO, Amilton Luiz;
LONARDONI, Mario. Perícia Contábil. uma abordagem teórica, ética, legal, processual e
operacional: casos praticados. São Paulo: Atlas, 2008. 6º Edição.
SÁ, Antônio Lopes de. Perícia Contábil. São Paulo: Atlas, 2008. 8º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
HOOG, Wilson Alberto Zappa; PETRENCO, Solange Aparecida. Prova Pericial Contábil:
Aspectos Práticos & Fundamentais. 4. ed. Curitiba, PR: Juruá, 2005.
_____. Perícia contábil: normas brasileiras. 2. ed. Curitiba, PR: Juruá, 2007.
SILVA, Marcos Aurélio da. Fundamentos de perícia contábil: teoria e prática. 2. ed. São
Bernardo do Campo, SP: Universidade Metodista de São Paulo, 2006.
MOURA, Ril. Perícia contábil: judicial e extrajudicial. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
2007.
ZANNA. Remo Dalla. Prática de perícia contábil. São Paulo: Thomson, 2005. 1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
138
139
DISCIPLINA: COT0269 - CONTROLADORIA
1. EMENTA:
Controladoria Tradicional e a Estratégica. Funções e ferramentas da Controladoria.
Processo de planejamento, execução e controle. Avaliação do desempenho.
Análise de investimentos. Responsabilidade de prestar contas da gestão perante a
sociedade-accountability. Governança corporativa. Métodos de avaliação de
empresas.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Apresentar ao aluno uma visão da Controladoria, tanto em seus aspectos
conceituais e estruturais, como em seus aspectos de utilização prática, dentro de
uma arquitetura organizada.
Objetivos Específicos
• Capacitar o aluno a identificar as teorias que fundamentam a Controladoria, os
principais conceitos, objetivos e as funções do Controller;
• Permitir ao aluno realizar conexões entre as funções operacionais da
Controladoria e a visão estratégica da empresa;
• Instrumentalizar o aluno com métodos e técnicas de avaliação de desempenho
das organizações e de investimentos.
• Desenvolver no aluno uma visão de responsabilidade de prestar contas junto à
sociedade.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Controladoria no Processo de Gestão
1.1. Conceitos em Controladoria
1.2. Missão da Controladoria
1.3. Funções básicas da Controladoria
1.4. Papel da Controladoria na Criação de Indicadores de desempenho e
acompanhamento da Gestão
1.5. Papel do Controller na criação de valor
2. A Controladoria no Planejamento Operacional
2.1. Determinação da Estrutura do Ativo
2.2. Determinação da Estrutura do Passivo
3. Avaliação de Desempenho e Investimentos
3.1. Avaliação Global de Resultado e Desempenho e Análise da Geração de
Lucros
3.2. Avaliação de Desempenho Setorial: Contabilidade por Responsabilidade e
Unidades de Negócio
3.3. Decisão de Investimentos
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
139
140
4. Controladoria Estratégica e Planejamento Estratégico
4.1. Sistema de Informação de Acompanhamento do Negócio
4.2. Controle de Metas Estratégicas
5. Governança Corporativa
5.1 Gorvenança empresarial, corporativa e de negócios
5.2. Conceitos básicos de integração conceitual e sistêmica entre a governança
corporativa e a controladoria
5.3. Relações com investidores
6. Valor da Empresa: O Foco da Controladoria
6.1. O Processo Empresarial de Criação de Valor
6.2. Valor da Empresa
6.3. Principais Critérios para Apurar Valor da Empresa
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e
discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizados, também, leituras complementares,
conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de
aula e/ou extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
HERNANDEZ, Perez, Controladoria Estratégica . São Paulo: Atlas, 2004. 2º Edição.
HERNANDEZ, Perez, Jr, PESTANA, A. FRANCO, S. Controladoria de Gestão . São
Paulo: Atlas. 1997. 2º Edição.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Controladoria Estratégica e Operacional. São P aulo,
Pioneira Thomsom Learning, 2005. 1º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
IUDÍCIBUS, Sérgio , Contabilidade Gerencial. Ed. Atlas, 2ª edição, 1996.
CAGGIANO, Paulo, FIGUEIREDO, Sandra. Controladoria: Teoria e Prática. Ed.
Atlas, 2ª edição. 1997.
CATELLI, Armando. Controladoria. São Paulo, Ed. Atlas, 1999. 29º Edição.
SCHIMIDT, Paulo. Controladoria: agregando valor para a empresa. Porto Alegre,
Bookman, 2002. 1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
140
141
DISCIPLINA : COT 0272 - AUDITORIA II
1.EMENTA
Auditoria do Ativo Circulante, Realizável a longo prazo e Permanente. Auditoria do
Passivo Circulante, Exigível a longo prazo e Patrimônio líquido. Auditoria das
Receitas, Custos e Despesas. Prática operacional de auditoria das demonstrações
Contábeis.
2.OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar os alunos a relacionarem dentro de uma seqüência lógica, os
procedimentos de auditoria aplicados nas diversas áreas das entidades.
Objetivos Específicos
1 – Identificar as deficiências das demonstrações contábeis em decorrência do uso
de práticas de contabilidade geralmente aceitas e não satisfatórias.
2 – Efetuar o levantamento de sistema contábil em funcionamento, identificando os
pontos fracos e fortes, através das técnicas de avaliação dos controles internos e
programas de auditoria.
3 – Ter uma percepção clara sobre o significado e importância do Relatório e do
Parecer de Auditoria.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
−
AUDITORIA DO ATIVO:
1.1 – AUDITORIA DO CIRCULANTE:
Disponibilidades, Créditos, Outros Créditos, Estoque.
− - AUDITORIA DO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
1.3 - AUDITORIA DO PERMANENTE:
Investimentos, Imobilizado e Diferido.
−
AUDITORIA DO PASSIVO:
2.1 – AUDITORIA DO PASSIVO CIRCULANTE
− – AUDITORIA DO PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO
− – AUDITORIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
−
AUDITORIA DAS CONTAS DE RESULTADO
3.1. Auditoria das Receitas
3.2. Auditoria dos Custos e Despesas
PROCEDIMENTOS:
Em todos os tópicos acima mencionados deverão ser estudados:
TEORIA CONTÁBIL
ASPECTOS FISCAIS
CONTROLES INTERNOS
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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PROGRAMA E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA
PAPÉIS DE TRABALHO EM AUDITORIA UTILIZADOS E,
CONCLUSÕES SOBRE O PONTO.
Após serão feitos exercícios e estudos de casos sobre o conteúdo estudado.
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e
discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizados, também, leituras complementares,
conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de
aula e/ou extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6. BIBLIOGRAFIA
6.1 -BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ATTIE, William. Auditoria – Conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas, 2006. 3º
Edição.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria um curso moderno e completo. São Paulo:
Atlas, 2003. 6º Edição.
FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria Contábil. São Paulo: Atlas, 2001. 4º
Edição.
6.2 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARRUDA, Danie Gomes; Barretto, Pedro Humberto Teixeira. Auditoria Contábil. São
Paulo: Saraiva, 2007. 2º Edição.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil – teoria e prática. São Paulo: Atlas,
2004. 3º Edição.
DAL MAS, José Ademir. Auditoria Independente. São Paulo: Atlas, 2000. 1º Edição.
JUND, Sérgio. Auditoria Independente. São Paulo: Campus, 2007. 1º Edição.
PEREZ Jr. José Hernandez. Auditoria das Demonstrações Contábeis. Normas e Procedimentos. São Paulo: Atlas, 2006. 5º Edição.
SÁ, Antonio Lopes de. Curso de Auditoria. São Paulo: Atlas, 2002. 10º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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9.2. Projetos de Disciplina das Disciplinas Eletivas
LET281 – ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO ORAL
EMENTA:
Utilização de estratégias de comunicação oral em situações formais e
semiformais, no âmbito acadêmico e profissional. Organização e apresentação de
dados, tendo em vista objetivos e público-alvo específicos. Adequação da
linguagem, (normas, registros e funções lingüísticas) emprego de esquema na
redução de informações e planificação da apresentação oral. Emprego de
mecanismos argumentativos.
OBJETIVO GERAL
Oportunizar ao aluno o desenvolvimento de conhecimentos e de habilidades
para um desempenho eficiente do ponto de vista da comunicação oral em público.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Conscientizar o aprendiz a respeito das distinções entre as modalidades oral e
escrita da língua e do uso adequado de cada uma em situações de comunicação
formal, semiformal e informal.
• Instrumentalizar o aprendiz para usar adequadamente os recursos e técnicas de
expressão oral para alcançar os propósitos de comunicação estabelecidos.
• Oportunizar ao aprendiz o desenvolvimento de estratégias de comunicação oral
que contribuam para a sua realização pessoal e profissional, tendo em vista
também a formação ética do cidadão.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1 Distinção entre linguagem oral e linguagem escrita: características lingüísticas
e discursivas
2 Análise da diversidade das produções orais
2.1 Quanto ao registro
2.2 Quanto às funções
2.3 Quanto à situação de comunicação
3 Caracterização, identificação e aplicação de funções retóricas (diferentes
possibilidades de organização textual discursiva): definição, comparação,
classificação, instrução, descrição, narração, explicação, argumentação).
4 Caracterização e emprego dos fatores de coesão e coerência nos textos
produzidos.
5 Tipos de comunicação:
5.1 Com intercâmbio, com receptor presente e próximo
5.2 Sem intercâmbio, com receptor presente e próximo
5.3 Sem intercâmbio, com receptor ausente (imprensa falada e televisionada;
teleconferência).
6 O texto argumentativo
6.1 Caracterização e função enunciativa da argumentação
6.2 Análise das proposições
6.3 Escolha da tese
6.4 Seleção dos argumentos (quanto às circunstâncias e quanto à estrutura)
6.5 Tipos de argumentos (formal e informa)
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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7 Gêneros discursivos orais
7.1 Palestra, comunicação, aula (apresentação de trabalhos técnicos e
científicos)
7.2 Reunião (planejamento e coordenação em diferentes situações de
comunicação)
7.3 Falas circunstanciais
7.4 Discurso (preparação e apresentação)
8 Recursos da comunicação oral
8.1 No nível paralingüístico: ênfase, entonação, pronúncia, ritmo, emissão de
voz
8.2 No nível não-verbal: postura, movimentação, gestos, expressão
8.3 No nível psicológico: autoconfiança, controle emocional, entusiasmo,
interesse, rapport com o público
METODOLOGIA:
As aulas serão expositivo-dialógicas. Serão realizadas leituras e discussões
de conteúdos que abordem os aspectos lingüísticos, textuais, discursivos e técnicos
propostos no programa.
Uso de recursos tecnológicos e audiovisuais necessários e disponíveis para
uma adequada apresentação oral.
Haverá aulas práticas de planejamento e de apresentação dos gêneros
discursivos propostos com ênfase no de maior circulação na área de conhecimento
ou de atividade dos alunos.
Serão feitas apresentações a partir de temas ou de situações comunicativas
escolhidos pelos grupos, além, de trabalhos individuais e em grupo.
AVALIAÇÃO:
As atividades realizadas pelos alunos serão avaliadas enquanto processo de
construção dos conhecimentos e das habilidades aprendidos, em termos qualitativos
e quantitativos, segundo os seguintes critérios e instrumentos:
- Leitura, análise e discussão de textos teóricos e técnicos.
Elaboração de planejamento e apresentações (palestra, reunião,
discurso), com utilização de recursos e técnicas em estudo.
Apresentação individual de palestra-reunião e discurso com utilização
de recursos e técnicas adequados.
A expressão dos resultados da avaliação será feita conforme o previsto no
Regimento Geral da UCS, em seu artigo 203.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FROLDI, Albertina Silva; O’NEIL, Helen Froldi. Comunicação verbal: um guia
prático para você falar em público. São Paulo: Pioneira, 1998.
GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna: aprendendo a escrever,
aprendendo a pensar. 21. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2002.
MACHADO, André Monteiro de Barros. Falando muito bem em público. São
Paulo: Makron Books, 1999.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
144
145
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARNEGIE, Dale. Como falar em público e influenciar no mundo dos negócios.
35. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.
CASTELLIANO, Tânia. Desperte! É tempo de falar em público. 2. ed. Rio de
Janeiro: Record, 1998.
GARCEZ, Lucília H. do Carmo. Técnicas de redação: o que é preciso saber para
bem escrever. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
HINDLE, Tim. Como fazer apresentações. São Paulo: PubliFolha, 1999.
______. Como liderar reuniões. São Paulo: PubliFolha, 1999.
MARCON, Leoclides. Falar em público: desinibição, oratória, dicção. Porto
Alegre: CDP, 1992.
MILANEZ, Vânia. Pedagogia do Oral. 9. ed. São Paulo: Pioneira, 1986.
MILLER, Roberto F. Como conduzir uma reunião eficaz. Rio de Janeiro: Ediouro,
1995.
KOCH, Ingedore G. Villaça. Argumentação e linguagem. 7. ed. rev São Paulo:
Cortez, 2002.
KUSHNER, Malcolm. Como falar em público para Dummies. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
OSBORNE, John W. Aprenda a falar bem e impulsione sua carreira. (guia para
executivo). São Paulo: Nobel, 1999.
POLITO, Reinaldo. Gestos e posturas para falar melhor. 23. ed. São Paulo:
Saraiva, 2001.
POLITO, Reinaldo. Como falar corretamente e sem inibições. 98. ed. São Paulo:
Saraiva, 2001.
______. Falar de improviso e outras técnicas de apresentação. 9. ed. São Paulo:
Saraiva, 2001.
______. Como se tornar um bom orador e se relacionar bem com a imprensa. 7.
ed. São Paulo: Saraiva, 2001.
______. Recursos audiovisuais nas apresentações de sucesso. 4. ed. São
Paulo: Saraiva, 1999.
______. Assim é que se fala: como organizar a fala e transmitir idéias. 18. ed.
São Paulo: Saraiva, 2000.
REYZABAL, Maria Victória. A comunicação e sua didática. São Paulo: EDUSC,
1999.
RIBEIRO, Lair. A magia da comunicação. São Paulo: Moderna, 1998.
______. Comunicação global: a mágica da influência a neurolingüística
aplicada a comunicação. 38. ed. rev e ampli. Rio de Janeiro: Objetiva, 1993.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e
escrita. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
WEIL, Pierre e TOMPAROW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da
comunicação não-verbal. 52. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
145
146
DISCIPLINA: ECO0468 - CONTABILIDADE SOCIAL
1. EMENTA:
- Conceito. Evolução. Agregados macroeconômicos. Sistemas de Contas
Nacionais. Balanço de Pagamentos. O Sistema de Contas Nacionais do Brasil:
evolução, estrutura e metodologia. Matrizes de relações interindustriais.
Comparações internacionais de agregados macroeconômicos. Indicadores sociais.
2. OBJETIVOS DE ENSINO:
2.1 OBJETIVO GERAL
O conhecimento dos principais agregados macroeconômicos, sua mensuração e uso
como instrumentos de análise.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
2.2.1 Identificar os principais agregados macroeconômicos.
2.2.2 Conhecer os sistemas de contas nacionais.
2.2.3 Analisar a economia através das informações das contas.
2.2.4 Estabelecer as relações entre os diferentes agregados.
3. METODOLOGIA:
3.1 Método: expositivo
3.2 Procedimentos didáticos:
Exposição da matéria.
6 Resolução de exercícios em aula pelos alunos, em grupos ou individualmente.
7 Apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão.
8 Exibição de filmes que envolvam questões econômicas.
9 Uso de exemplos cotidianos.
Esta proposição pressupõe leitura aprofundada das bibliografias indicadas no
programa da disciplina, bem como o acompanhamento constante do que acontece
na mídia nacional e internacional.
O aluno deverá exercitar a disciplina intelectual através do estudo dos textos
indicados, a fim de construir e sistematizar o conhecimento gerando, deste modo,
reflexão e análise, alicerçadas no aporte teórico e na prática econômica.
4. PROGRAMA DE ENSINO:
4.1 - A Contabilidade Social.
4.1.1 Histórico.
4.1.2 O que é a Contabilidade Social (Nacional).
- Macroeconomia e contas nacionais.
4.2 -
Agregados macroeconômicos e identidades contábeis
4.3 -
Balanço de Pagamentos
4.4 - Contas Econômicas Integradas - CEI
4.4.1 Introdução.
4.4.2 Contas Econômicas Integradas (CEI).
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
146
147
4.5 -
CEI por setores institucionais
4.6 - Matrizes de insumo-produto.
4.6.1 Histórico.
4.6.2 A álgebra do sistema.
4.7 - Tabelas de Recursos e Usos (TRU).
4.8 4.8.1
4.8.2
4.8.3
Indicadores sociais.
Crescimento e desenvolvimento.
Curva de Lorenz e índice de Gini.
Índice de desenvolvimento humano (IDH).
4.9 4.9.1
4.9.2
4.9.3
Comparações internacionais dos agregados macroeconômicos.
Moeda comum de referência.
Paridades de poder de compra.
Índice Big-mac.
4.10 - Contas Regionais
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e
discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizados, também, leituras complementares,
conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de
aula e/ou extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6. BIBLIOGRAFIA
6.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FEIJÓ, Carmem Aparecida e outros. Contabilidade Social – o novo sistema de
contas nacionais do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 2º Edição.
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova Contabilidade Social. São
Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição.
ROSSETTI, José Paschoal . Contabilidade Social. São Paulo: Atlas. 1993. 3º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
147
148
________ e LEHWING, Maria Lúcia Moraes. Contabilidade Social – Livro de
exercícios. São Paulo: Atlas.
MONTORO FILHO, André Franco. Contabilidade Social. São Paulo: Atlas.1992. 7º
Edição.
FEE. Contas Regionais do RS 1970-85.
6.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- IBGE. Contas Nacionais do Brasil 2000-2005. Disponível no site www.ibge.gov.br
- IBGE. Contas Regionais do Brasil 2004. Disponível no site www.ibge.gov.br
- Paridades de poder de compra (material traduzido do “site” www.oecd.org)
- Mc Currencies. The Economist, 25/5/2006.
- FRIEDMAN, Milton. Capitalismo e Liberdade, cap. 3. Abril Cultural. São Paulo,
1982.
- QUESNAY, François. Quadro econômico dos fisiocratas, in: Petty, Hume,
Quesnay. Abril Cultural. São Paulo, 1983.
- PNUD. Relatório do desenvolvimento humano 2007. Disponível no “site”
www.pnud.org.br
- www.ibge.gov.br (IBGE : Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
- www.pnud.org.br (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento)
- www.eco.unicamp.br/publicações/revista.html
- www.fee.tche.br/ensaios.html
- www.ipea.gov.br (IPEA: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)
- www.bcb.gov.br (Banco Central do Brasil)
- www.fgv.br/epge/home/publi/RBE/index.cfm (Revista Brasileira de Economia,
da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) da Fundação Getúlio
Vargas.
- www.race.nuca.ie.ufrj.br (RACE: Rede Acadêmica de Ciência Econômica)
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
148
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DISCIPLINA: COT0222 CONTABILIDADE RURAL
EMENTA:
Noções de Administração Rural. Contabilidade Rural. Planejamento Contábil na
empresas rural. Depreciação, exaustão e amortização na agropecuária. Custos na
atividade rural. Apuração de resultado e balanço na atividade rural. Controle
gerencial. Atividade rural e a sustentabilidade ambiental.
OBJETIVOS:
Propiciar ao aluno o estudo da contabilidade no contexto rural, sua forma de
apuração de resultado, custeio e controle gerencial.
PROGRAMA:
1. Administração Rural:
- Campo de ação;
- Empresa rural;
- Características do setor agrícola;
- Características do setor pecuário;
- Arrendamento rural.
2. Sustentabilidade ambiental
- Princípios
- Normas
- Atividade sustentável
3. Contabilidade Rural:
- Conceito;
- Objeto;
- Finalidades.
4. Planejamento contábil na empresa rural:
- Plano de contas;
- Avaliação de estoques;
- Ciclo econômico;
- Ciclo financeiro.
5. Depreciação, exaustão e amortização na agropecuária:
- Depreciação;
- Amortização;
- Exaustão.
6. Custos na Atividade Rural:
- Classificação de atividades;
- Custos, despesas, gastos e investimentos;
- Custos diretos e indiretos;
- Custos fixos e variáveis;
- Contabilização:
9 Culturas temporárias;
9 Culturas permanentes.
7. Turismo Rural
- Turismo no meio rural
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
149
150
- Perspectivas
- Estudo de viabilidade
8. Apuração de resultado e balanço:
- Demonstração do Resultado na atividade rural;
- Balanço Patrimonial na atividade rural.
9. Controle Gerencial:
- Gerencia em propriedades rurais.
AVALIAÇÃO: de acordo com cada Campi, Núcleo ou Centro onde a disciplina
será oferecida.
METODOLOGIA:
- aula expositiva – dialogada, aplicando o método investigativo de pensamento;
- seminários;
- trabalhos em grupo;
- estudo individualizado.
BIBLIOGRAFIA:
Básica:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Rural - uma abordagem
decisorial. São Paulo: Atlas, 2004. 3º Edição.
MARION, José Carlos. Contabilidade Rural: contabilidade agrícola, pecuária
e imposto de renda - pessoa jurídica. São Paulo: Atlas, 2005. 8º Edição.
Complementar:
ALMEIDA, Joaquim Anécio. FROEHLICH, José Marcos. RIEDL, Mário. Turismo
rural e desenvolvimento sustentável. Campinas: Papirus, 2003. 1º Edição.
FERREIRA, Aracéli Cristina de Souza. Contabilidade ambiental: uma
informação para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atlas, 2006. 2º
Edição.
MATTOS, Zilda Paes de Barros. Contabilidade Financeira Rural. São Paulo:
Atlas, 1999. 1º Edição.
NEPOMUCENO FILHO, Fernando. Contabilidade Rural e seus custos de
produção. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição.
PORTUGUEZ, Anderson Pereira. Turismo no espaço rural: enfoques e
perspectivas. São Paulo: Roca, 2006. 1º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
150
151
DISCIPLINA: COT0282 – PRÁTICA DE DEPARTAMENTO DE PESSOAL
1. EMENTA
Rotinas de departamento de pessoal com o reconhecimento dos encargos
trabalhistas e previdenciários e respectivos lançamentos contábeis.
1. OBJETIVO
OBJETIVO GERAL
Proporcionar ao aluno a aplicação prática da legislação trabalhista e previdenciária.
OBJETIVO ESPECÍFICO
• Proporcionar ao aluno a aplicação prática das rotinas trabalhistas
• Capacitar o aluno a efetuar os registros contábeis
• Compreender os efeitos dos registros nas Demonstrações Contábeis
3. CONTEÚDO
Admissão de empregado, registro, elaboração da folha de pagamento, cálculo de
contribuições sociais sobre a folha, encargos trabalhistas tais como adicionais e
hora-extra, inclusive remuneração dos administradores. Provisões (férias e 13º
salário) e registro contábil. Demissão de empregado, contabilização da folha de
pagamento, integração da folha com a contabilidade.
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Sera utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
Bibliografia
Bibliografia Básica
BRONDI, Benjamin, BERMUDEZ, René Zambrana. Departamento Pessoal Modelo.
São Paulo: IOB Thompson, 2004. 2º Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
151
152
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Prática Trabalhista. São Paulo: Atlas, 1997. 22º
Edição.
CARRION, Valentin – Comentários a Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo:
Saraiva, 2008. 33º Edição.
PINTO, Luiz Toledo de; WINDT, Márcia Cristina Vaz dos Santos; CÉSPEDES, Lívia.
Segurança e medicina do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2008
Regulamento do Imposto de Renda – Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999.
Previdência Social – Lei nº 8.212 de 24 de julho de 1991.
Constituição da República Federativa do Brasil, 1988.
Bibliografia Complementar
Boletim IOB – Legislação Trabalhista
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
152
153
DISCIPLINA: ECO0296 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS E MERCADO DE
CAPITAIS
1. EMENTA:
O mercado de Capitais e a economia. Análise do Sistema Financeiro Nacional-SFN
incluindo os. Títulos e Valores Mobiliários. Análise fundamentalista e Análise Técnica
de ações. Bolsas: estruturas, funcionamento, índices. O Relacionamento entre
investidor e as Corretoras. A Governança Corporativa e o Novo Mercado. Bolsas de
Mercadorias e Derivativos. Aplicações do Risco. Administração de Carteiras. Teoria
de Markowitz e da fronteira eficiente. Simulação de Carteiras. Noções de Fundos de
Investimentos.
2. OBJETIVOS
•
•
•
•
•
•
PROPORCIONAR aos alunos os conhecimentos básicos sobre o mercado de
capitais;
POSSIBILITAR aos alunos os conhecimentos mínimos necessários para que
possam ingressar no mercado de capitais;
PERMITIR gerenciar investimentos e administrar carteiras próprias
conseguindo um ganho complementar ao seu salário;
UTILIZAR técnicas e instrumentos financeiros modernos para análise do
comportamento do mercado de capitais;
MENSURAR os risco e determinar os retornos a serem oferecidos pelos
diversos investimentos existentes na economia;
SELECIONAR e avaliar carteiras de investimentos;
3. CONTEÚDO
ECONOMIA E MERCADO DE CAPITAIS: poupança e investimento; moeda e
política monetária;
políticas e governo;os mercados do dinheiro (mercado
monetário; mercado de crédito; mercado de capitais; mercado de câmbio)
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL-ESTRUTURA E FINANCIAMENTO: a reforma
bancária;o sistema financeiro; o sistema financeiro nacional
subsistema
normativo; subsistema operativo
OS TÍTULOS DO MERCADO DE CAPITAIS: as ações: ordinárias; preferenciais;
nominativas; escriturais; os impostos das ações; as Ações no mercado internacional;
as debêntures e as DCA; os títulos privados de crédito; os títulos públicos.
AS COMPANHIAS BRASILEIRAS: a companhia aberta; registros na CVM; os
acionistas; o direito de retirada; os livros da companhia; modificações no capital
social; controle acionário - demonstrações financeiras
FINANÇAS DAS EMPRESAS E MERCADO DE CAPOTAIS: ações para alcançar
objetos; o investimento; o financiamento; endividamento e capitalização
OS RECURSOS ESTÁVEIS (FONTES DE CAPTAÇÃO DE LONGO PRAZO):
através de emissão de ações; o acesso ao mercado; abertura de capital mediante
subscrição: underwriting - block trade
AS BOLSAS DE VALORES, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO: evolução no
brasil;
conceito legal e objetivo social; organização interna; as sociedades
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
153
154
corretoras; o pregão; o tele-pregão; sistema eletrônico de negociação - o cats;
sistema eletrônico de negociação nacional – senn; modalidades operacionais:
mercado de opções, índices de ações; os sistemas de informações;o fundo de
garantia das bolsas; caixas de registro e liquidação e custódia
ANÁLISE DE INVESTIMENTOS:matemática financeira aplicada às operações de
bolsas; fluxos de recursos; solução de fluxos de caixas; métodos das tentativas.
utilização das calculadoras; o algoritmo de boulding e o método de newton-raphson;
análise econômico-financeira; cálculo de taxas internas de fluxos financeiros;
sistemas de amortização de Empréstimos; análise comparativa e seleção de
investimentos; a análise fundamentalista; determinação do preço justo; o p/l - o l/a
estimado; política de dividendos; a liquidez em bolsa; bonificação; análise técnica; a
teoria de dow. a teoria das vagas. a escola técnica; princípios. a série de fibonacci;
tipos de gráficos: barras e ponto-figura; médias móveis e sinais de compra e venda
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: análise horizontal e vertical;
análise de liquidez
TEORIA DA UTILIDADE - uma explicação pela preferência ao retorno e risco
O RISCO NO INVESTIMENTO EM AÇÕES: a quantificação do risco; o desviopadrão como medida do risco; cálculo do risco total
TEORIA DA SELEÇÃO DE CARTEIRAS: retorno esperado de uma carteira de
ativos; risco de uma combinação de ativos; co-variância dos retornos; a carteira
ideal; modelo simplificado para seleção de uma carteira eficiente
MERCADOS FUTUROS E AS BOLSAS DE MERCADORIAS: contrate agora e
acerte depois; as câmaras de compensação; hedge e especulação; os
especuladores; os contratos futuros: ouro, índice Bovespa, dólar, depósitos interfinanceiros, café, boi e algodão.
INVESTIDORES INSTITUCIONAIS
MERCADO DE DERIVATIVOS
GLOBALIZAÇÃO E CRISES INTERNACIONAIS
VISITAS TÉCNICAS ÀS BOLSAS E CORRETORAS.(Porto Alegre e São Paulo- não
obrigatória).
SIMULAÇÃO DE CARTEIRAS
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
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5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento:
Conceito
–
Nota
0
0-5,9
1
6,0-6,9
2
7,0-7,9
3
8,0-8,9
4
9,0-10
6. BIBLIOGRAFIA :
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BESSADA,Octavio.O mercado futuro e de opções.Rio,Record, 1994.
BODIE, Zvi, KANE, Alex, MARCUS, Alan J. Fundamentos de investimentos. 3.ed.Porto Alegre: Bookman, 2000.
DAMODARAN, Aswath. Avaliação de investimentos: ferramentas e técnicas para
a determinação do valor de qualquer ativo. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 2001.
FAMA, Eugene F., MacBETH, James D. Risk, return, and equilibrium: empirical
tests. Journal of Political Economy, v. 81, nº 3. May/June, 1973, pág, 607-636
FILHO, Francisco
Silva Cavalcante.
Mercado de Capitais. CNBV: Belo
Horizonte,1998.
HULL, John, Introdução aos Mercados Futuros e de Opções. BM&F –1996
LEMBRUBER, Eduardo Facó, 1948- Avaliação de contratos de opções. SP:
BM&F, 1992.
MATARAZZO, Dante Carmine, 1947- Análise financeira de balanços. SP: Atlas,
1997
MELLAGI FILHO, Armando. Mercado de capitais e estratégias de invest.
SP:Atlas,1998.
NORONHA, Márcio.Análise Técnica: Teoria, Ferramentas e Estratégias.Editora
LTC-1995.
OLIVEIRA, Miguel D. Introdução ao Mercado de Ações. Belo Horizonte. CNBV –
1994.
ROSS, Stephen A.,WESTERFIELD, Randolph W.,JAFFE, Jeffrey F. Administração
financeira. São Paulo: Atlas, 1995.
SANVICENTE, A. Z. , MELLAGI F, A. Mercados de capitais e estratégias.SP:
Atlas, 1988
TAVARES, Miguel D. Fonseca.Análise Técnica: gráfico ponto& figura. RJ:IBMRC.
1987.
TAVARES, Miguel D. Fonseca. Análise Técnica: gráfico de barras. RJ: IBMRC.
1987.
TREUHEZ, Rolf Mário,1930-.Como investir em ações no Brasil. SP. Edgar
Blucher.1972.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
155
156
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BREALY, R. Myers,S Princípios de finanças empresariais. Edt.Lisboa Mc grawwill – 1998
FORBES, Luis F., “Mercados Futuros: Uma Introdução”, São Paulo, BM&F, 1994.
Material complementar encontrado no mercado:
GALBRAITH, J. K. 1929: O colapso da bolsa. São Paulo, Pioneira, 1988.
GRANVILLE, Joseph E. Timing – A Nova Estratégia diária de Maximização dos
Lucros no Mercado de Ações. Tradução de Márcio Noronha. Ed. Livros Técnicos
Ltda.
FORBES, Luis F., “Mercados Futuros: Uma Introdução”, São Paulo, BM&F, 1994.
HAGSTROM, Jr., Robert G. The Warren Buffet way. New York, John Wiley, 1995.
KINDELBERGER, Charles P. Manias, pânico e crashes: Um histórico das crises
financeiras. Porto Alegre, Ortiz, 1992.
LORIS, James H. The stock market: theories and evidence. Illinois. Richard B
Irwin. 1973
MADDALA, G.S. Introduction to econometrics. 2nd ed. New Jersey: Prentice Hall,
Inc.Enflewood Cliffs, 1992.
MALTHEUS, Thomas Robert. Economia. São Paulo. Ática. 1982
MOBIUS, Mark. Mercados Emergentes/Mark Mobius; -São Paulo; Makrons
Books,1996
MURPHY, John J., Technical Analsys of the Futures Markets.
SHARPE, Willian F. Investimento. Englewood Cliffs. Prentice-Hall. 1978.
SLAFER, Robert Soros. São Paulo, Makron Book, 1992.
TEIXEIRA, Marco Aurélio, “Mercados Futuros – Fundamentos e Características
Operacionais”, São Paulo, BM&F, 1992.
VINCE, Ralph. Cálculo e Análise de Risco no Mercado Financeiro. SP: Makron
Books, 1999.
VODOPIC, Don, Trading for Profit with Precision Timing- A Technical Approach,
Traders
Press, Inc. Greenville, Sout Carolina, 1987.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
156
157
ADM0757 - GESTÃO DE PESSOAS I
Ementa
Evolução histórica da Gestão de Pessoas, objetivos e tendências.
Processos, Linha, Staff, mudanças nos Cenários Global e Impacto na Gestão de
Pessoas, Planejamento, Recrutamento, Seleção, Modelagem de cargos, Integração,
Remuneração e Benefícios.
Objetivo
Propiciar visão holística do papel da Gestão de Pessoas e sua contribuição para os
resultados das organizações no contexto atual.
Conteúdo Programático
3.1. Evolução Histórica da Gestão de Pessoas.
3.2. Estudos dos processos de Gestão de Pessoas:
3.2.1. O Relacionamento entre Pessoas e Organizações:
3.2.2. A Gestão de Pessoas num Ambiente Dinâmico e Competitivo:
3.2.3. Modelagem de cargos:
3.2.4. Recompensando pessoas:
3.2.5. Recrutamento (captação) de Pessoas:
3.2.6. Seleção de Pessoas:
3.2.7. Orientação das pessoas:
3.2.8. Benefícios e Serviços:
Metodologia
O desenvolvimento da disciplina prevê a utilização do método expositivodialogado por meio de procedimentos didáticos que podem envolver: leitura crítica e
análise de textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de
pesquisa e reflexão, exibição de filmes e documentários, exercícios analíticos,
seminários e sínteses de temas propostos através de leituras reflexivas e uso de
exemplos cotidianos.
Avaliação
Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos
conforme instruções do professor. Será considerado aprovado, o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou
mais de presenças em sala de aula.
A expressão dos resultados da avaliação será feita conforme o previsto no
Regimento Geral da UCS.
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157
158
Bibliografia básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 2.ed. revisada. Rio de Janeiro:
Campus, 2005.
BITENCOURT, Claudia. Barbosa, Allan C.Q., Pizzato, Fabio. A Gestão de
Competências. In: Bitencourt, Claudia (Org.), Gestão contemporânea de pessoas:
novas práticas, conceitos tradicionais. Porto Alegre: Bookman, 2004.
Bibliografia Complementar
BOOG, Magdalena. Boog, Gustavo. Manual de Gestão de pessoas e equipes:
estratégias e tendências, volume 1 e 2 São Paulo: Editora Gente, 2002.
BOUDREAU, John & MILKOVICH, George. Administração de recursos humanos.
São Paulo: Atlas, 2000.
CARVALHO, Antônio Vieira de & NASCIMENTO, Luiz Paulo. Administração de
Recursos Humanos - Volumes I e II. São Paulo: Pioneira, 1993.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas,
2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 2.ed. revisada. Rio de Janeiro:
Campus, 2005.
GIL, Antônio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São
Paulo: Atlas, 2001.
HANASHIRO, Darcy M. M., TEIXEIRA, Maria Luisa M., ZACCARELLI, Laura
Menegon. (org). Gestão do fator Humano - uma visão baseada em stakeholders.
São Paulo: Saraiva, 2008.
LACOMBE, Francisco José Masset. Recursos Humanos: princípios e tendências.
São Paulo: Saraiva, 2005.
LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo:
Atlas, 1995.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao
estratégico. 5. ed. rev. São Paulo: Futura, 2002.
MILKOVICH, George T., BOUDREAU, John W. Administração de Recursos
Humanos. São Paulo: Atlas, 2006.
NAKAYAMA, Marina Keiko et all. Tendências em recursos humanos. Porto Alegre:
Multimpressos, 2001.
ULRICH, Dave. Campeões de recursos humanos. São Paulo: Futura, 2000.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de Pessoas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
Periódicos e sites de pesquisa
Revista GV Executivo, FGV - www.rae.com.br,
Revista RAE, Revista de Administração de Empresas, FGV - www.rae.com.br
Revista Exame
Revista Carta Capital
www.endeavor.com.br
www.guiarh.com.br
www.mpas.gov.br
www.mte.gov.br
www.ufmg.br
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158
159
COT0283 – TÓPICOS DE CONTABILIDADE
1. EMENTA:
Escrituração Contábil envolvendo todos os fatos contábeis decorrentes da atividade
empresarial (mercadorias, custos, avaliação e controle de estoques, pessoal,
financeira, provisões, depreciação, amortização, exaustão); Apuração do resultado e
fechamento do balanço, bem como aspectos tributários de encerramento de
exercício; Demonstrações Contábeis de acordo com as normas brasileiras; Estudos
avançados sobre análise vertical, horizontal e por indicadores econômicofinanceiros.
2. OBJETIVOS:
Objetivo Geral
Esta disciplina tem por objetivo propiciar ao acadêmico do curso de Ciências
Contábeis um aprimoramento dos conhecimentos de escrituração dos fatos
contábeis oriundos das transações empresariais e das estruturaras das
Demonstrações Contábeis, de acordo com os princípios fundamentais e as normas
brasileiras de contabilidade, bem como, a interpretação dos dados para emissão de
relatório da situação econômica-financeira das empresas.
Objetivos Específicos
A disciplina Tópicos da Contabilidade está inserida no Curso de Ciências Contábeis
com a finalidade de aprimorar o conhecimento do aluno relativo a:
Conceitos básicos utilizados na Contabilidade;
Utilização do Plano de Contas;
Escrituração dos principais fatos contábeis;
Apuração de Balancete;
Identificação dos Métodos de Avaliação de Estoques e de Sistemas de Custeio;
Elaboração das Demonstrações Contábeis;
Analise vertical e horizontal das demonstrações contábeis;
Analise por indicadores econômico-financeiros.
Emissão de relatórios para diagnóstico da situação econômico-financeira.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
3.1 Escrituração contábil integrada das seguintes transações:
- Operações com mercadorias e produtos (custos industriais)
- Operações com pessoal
- Operações financeiras
- Provisões
- Depreciação, amortização, exaustão
- Demonstrações Contábeis
- Balancete de Verificação
- Balanço Patrimonial
- Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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- Demonstração do Resultado do Exercício
- Demonstração do Fluxo de Caixa
- Demonstração do Valor Adicionado
3.3 Reclassificação para Análise
3.4
Análise das Demonstrações Contábeis- Análise Horizontal e Vertical
3.5
Análise das Demonstrações Contábeis através de indicadores:
-
A)ÍNDICES DE LIQUIDEZ
Índice de liquidez corrente (ou liquidez comum) (LC)
Índice de liquidez seca (LS)
Índice de liquidez geral (LG)
Liquidez imediata (LI)
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14
B)ÍNDICES DE ENDIVIDAMENTO
Quantidade da dívida (alta, razoável, baixa)
Qualidade da dívida (boa, razoável, ruim)
Alguns indicadores
Quantidade x qualidade da dívida
Endividamento e tripé da análise
C)ÍNDICES DE ATIVIDADE
- Índices de atividades e situação financeira
- Necessidade de capital de giro
D)ÍNDICES DE RENTABILIDADE
z Indicadores econômicos
z Aspectos a serem observados no cálculo da rentabilidade
z Taxa de Retorno sobre investimentos (TRI) (do ponto de vista da empresa)
z Taxa de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (do ponto de vista dos
proprietários) Rentabilidade da empresa x rentabilidade do empresário (ROI X
ROE)
z Introdução à alavancagem financeira
−
−
−
−
−
E)ANÁLISE DA TAXA DE RETORNO SOBRE INVESTIMENTOS (MARGEM
LUCRO X GIRO DO ATIVO)
Taxa de retorno e margem X giro
Análise da margem X giro
Rentabilidade e ramos de atividades
Exemplo de análise margem X giro
Comentários finais
4. METODOLOGIA:
As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios
práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos
conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou
extra-classe.
5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO:
Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do
processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo
professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A
nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que
determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,08,9 4 9,0-10
6.1) Bibliografia Básica
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços – um enfoque
econômico-financeiro. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição.
BRAGA,Hugo Rocha. Demonstrações Contábeis: estrutura ,análise e interpretação.
São Paulo: Atlas, 2003. 5º Edição.
HAMILTON, Luiz Favero. Contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas,2006.
4ºEdição.
MARION, José Carlos; IUDICIBUS, Sergio. Contabilidade Comercial. São
Paulo:Atlas, 2006. 7º Edição.
6.2) Bibliografia Complementar
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas
Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São
Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição.
LOPES DE SÁ, Antônio. Dicionário de contabilidade. São Paulo: Atlas,
2005.10ºEdição.
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 6ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2005 . 5º
Edição.
NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase,
2008. 10º Edição.
PADOVESE,Clovis Luiz; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das
demonstrações financeiras. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição.
REIS, Arnaldo Carlos de Rezende. Demonstrações Contábeis:estrutura e
análise.São Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005.
1ºedição.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005.5º
Edição.
RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Saraiva, 2005.
5º Edição.
TOIGO, Renato F. Introdução à contabilidade. Caxias do Sul: EDUCS, 1999. 3º
Edição.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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ANEXOS
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2008
O Colegiado do Curso de Bacharelado em
Ciências Contábeis da Universidade de
Caxias do Sul, em atendimento à
Resolução nº 10 de 16 de dezembro de
2004, da Câmara de Educação Superior do
Conselho Nacional de Educação e à
Resolução nº 81/04 do Conselho de
Ensino,
Pesquisa
e
Extensão
da
Universidade de Caxias do Sul e à
Instrução Normativa nº 01/2005 da PróReitoria de Graduação, estabelece as
seguintes
diretrizes
gerais
para
programação, realização, comprovação e
registro das Atividades Complementares
do referido Curso:
Art. 1º- As atividades complementares que integram, em caráter
obrigatório, o currículo do Curso de Ciências Contábeis terão carga horária de 240
(duzentas e quarenta) horas e compreenderão as seguintes categorias de
atividades:
-
ensino;
pesquisa;
extensão.
Art. 2º- As atividades complementares contemplarão diferentes áreas de
conhecimento que concorram na formação profissional do graduando do Curso de Ciências
Contábeis e deverão ser realizadas ao longo do referido curso em, pelo menos, duas das
categorias de atividades previstas no artigo anterior.
Art. 3º- As atividades de ensino, nas quais poderão ser cumpridos
até 80% da carga horária total estabelecida para atividades complementares,
compreendem:
I – disciplinas não previstas no currículo pleno do Curso de Ciências
Contábeis, com equivalência à carga horária contida no histórico escolar;
II – monitorias institucionais em disciplinas que integram o currículo
do Curso de Ciências Contábeis ou cursos afins, com equivalência a 60 horas de
atividades de acordo com o atestado de realização emitido pelo Diretor da Unidade.
Poderão ser desenvolvidas monitorias voluntárias com equivalência de até 30 horas,
com atestado de realização emitido pelo professor responsável;
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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164
III – cursos de certificação (atualização, aperfeiçoamento,
complementação, aprofundamento de estudos ou outros) que versem sobre matéria
de interesse na formação do graduando em Ciências Contábeis:
a) cursos realizados na UCS e em outras Instituições de Ensino
Superior, com equivalência à carga horária contida no certificado de realização,
registrado no órgão competente especificando freqüência e desempenho.
b) cursos de certificação realizados em outras Instituições, que não
Instituições de Ensino Superior (Atualização, Aperfeiçoamento, Complementação,
Aprofundamento de Estudos, outros) com equivalência à carga horária contida no
certificado de realização, registrado no órgão competente especificando freqüência e
desempenho.
Art. 4º- As atividades de pesquisa, nas quais poderão ser cumpridos
até 80% da carga horária total estabelecida para as atividades complementares,
compreendem:
-
iniciação científica institucional, com equivalência a 60 horas,
conforme atestado de realização emitido pela Coordenadoria
de Pesquisa. Poderão ser desenvolvidas atividades de
iniciação científica voluntária, com equivalência de 40 a 50
horas, conforme atestado de realização emitido pelo professor
responsável;
publicações e/ou apresentação de trabalhos científicos:
a) artigos completos/Revistas ou Anais de Eventos Internacionais
indexados, com equivalência de 20 a 30 horas, mediante apresentação de cópia da
publicação;
b) artigos completos/Revistas ou Anais de Eventos Nacionais, com
equivalência até 15 horas, mediante apresentação de cópia da publicação.
c) Resumos/Anais de Encontros, com equivalência até 05 horas,
mediante apresentação de cópia da publicação.
Parágrafo único: Para os fins previstos nesta Instrução Normativa,
relatórios de pesquisa não serão considerados publicações.
Art. 5º- As atividades de extensão, nas quais poderão ser cumpridos
até 80% da carga horária total estabelecida para as atividades complementares,
compreendem:
-
-
seminários, congressos, simpósios, conferências, cursos,
oficinas, feiras encontros, visitas técnicas, ações comunitárias
institucionais e similares no âmbito do voluntariado, com
equivalência à carga horária contida no certificado de
realização, registrado no órgão competente especificando
duração e carga horária;
estágios profissionais eletivos, com equivalência de 1/2 da
carga horária cumprida até o limite de 50% do total das horas
de Extensão, conforme termo de compromisso de Estágio ou
Comprovante de realização especificando duração e carga
horária.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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165
bolsas de iniciação profissional na área afim do curso, com
equivalência a 40 horas, conforme atestado de realização
emitido pelo Coordenador do setor correspondente,
especificando duração, atividades e carga horária;
gestão de órgão(s) de representação estudantil
da
Instituição, com equivalência de 30 horas, por ano de
representação, apresentando documento comprobatório.
representação discente junto a órgãos colegiados da
Instituição (colegiados de curso, assembléias departamentais,
conselhos de unidade, conselhos superiores), com
equivalência de 20 horas, por ano de representação,
apresentando documento comprobatório.
Parágrafo único- Nas atividades previstas no inciso I deste artigo,
quando promovidas pelo Curso de Ciências Contábeis da UCS, os alunos não
receberão certificado, pois as presenças para fins de registro serão confirmadas por
um relatório assinado pelo coordenador/orientador.
-
Art. 6º- Atividades profissionais desenvolvidas na área de formação
do curso e/ou em áreas afins poderão ser reconhecidas como atividades
complementares, mediante a devida comprovação e a juízo da autoridade
competente.
Parágrafo único- Para os fins previstos nesta Instrução Normativa,
as atividades profissionais de que trata o artigo integrarão a categoria atividades de
extensão, e o respectivo reconhecimento observará o limite de 25% da carga
destinada a atividades de extensão relativas a um mínimo de um ano de registro
profissional comprovado em carteira profissional em uma organização.
Art. 7º- A coordenação das atividades complementares no Curso de
Ciências Contábeis ficará a cargo de um professor do curso, indicado pelo
Coordenador ou Sub Coordenador do Curso e designado pelo Pró-Reitor de
Graduação.
Parágrafo único: A coordenação das atividades complementares
poderá ser exercida pelo coordenador ou Sub Coordenador do curso, nos casos em
que o número de alunos vinculados ao curso assim recomendar.
Art. 8º- Caberá ao Coordenador de Atividades Complementares do
Curso de Ciências Contábeis:
-
-
-
analisar
e
despachar
os
pedidos
de
aproveitamento/lançamento de atividades complementares
formulados pelos alunos, exigindo a comprovação documental
pertinente;
enviar para a Divisão de Registro Acadêmico, no final de cada
semestre letivo, os documentos comprobatórios de realização
de atividade complementar pelo aluno (cópia xerográfica);
apresentar, semestralmente, à coordenação do curso
propostas ou sugestões de atividades complementares a
serem implementadas no período letivo subseqüente.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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Art. 9º- A programação de atividades complementares ficará sob a
responsabilidade do coordenador ou Sub Coordenador do curso, que deverá prever,
pelo menos, a realização de um evento por semestre.
Art. 10- Poderão ser aceitos, para fins de comprovação de
cumprimento de atividade complementar, documentos que dêem conta da
participação do aluno em eventos promovidos por instituições e entidades alheias à
UCS.
Art. 11- A solicitação de aproveitamento e/ou lançamento de
atividade complementar deverá ser formalizada pelo aluno do Curso de Ciências
Contábeis junto à Coordenação de Atividades Complementares do referido curso,
mediante preenchimento de formulário específico e apresentação de original e
fotocópia do documento comprobatório (certificado, atestado, declaração) de
realização da atividade que pretende ver reconhecida.
Art. 12- Do Histórico Escolar do aluno deverá constar o número de
horas por ele já cumpridas em atividades complementares.
Art. 13- As atividades complementares, em vista de sua natureza,
não serão computadas para fins de cálculo da média semestral dos alunos.
Art. 14- A Divisão de Registro Acadêmico manterá o registro das
atividades complementares realizadas pelos alunos.
Art. 15- Os casos omissos e de adaptação curricular serão
resolvidos pelo Colegiado do Curso de Ciências Contábeis.
Art. 16- Revogadas as disposições em contrário, as normas
estabelecidas na presente Instrução Normativa passam a vigorar a partir desta data.
Caxias do Sul, 20 de agosto de 2008.
Colegiado do Curso de Ciências Contábeis
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ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC) DO CURSO DE CONTÁBEIS
(Grade ”G”) = 240 horas
ATIVIDADES DE ENSINO
CARGA HORÁRIA
REQUISITO
Disciplinas não previstas no currículo do
curso
Histórico Escolar
Obs. até o máximo de 3 disciplinas
Monitoria Institucional
Equivalência:
1h =1h (atividade
complementar)
60 h
Monitoria Voluntária
Até 30 h
Cursos de Certificação / realizados na UCS
e outras IES (Atualização, Aperfeiçoamento,
Aprofundamento de Estudos e outros).
Equivalência: 1h = 1 h
(atividade complementar)
Cursos de Certificação / realizados em
outras instituições que não IES
(Atualização, Aperfeiçoamento,
Complementação, Aprofundamento de
Estudos,outros)
Equivalência: 1h = 1 h
(atividade complementar)
Certificado de Realização
especificando freqüência e
desempenho
ATIVIDADES DE PESQUISA
CARGA HORÁRIA
REQUISITO
Iniciação Científica Institucional
60h
Atestado de realização emitido pela
Coordenadoria de Pesquisa
Iniciação Científica Voluntária
De 40 a 50 h
Atestado de realização emitido pelo
professor responsável
Publicações: Artigos Completos / Revistas
ou Anais de Eventos Internacionais
Publicações: Artigos Completos / Revistas
ou Anais de Eventos Nacionais
Publicações: Resumos / Anais Encontros
Atestado de realização emitido pelo
Diretor da Unidade
Atestado de realização emitido pelo
professor responsável
Certificado de Realização registrado
no órgão competente especificando
freqüência e desempenho
Cópia da Publicação
De 20 a 30 h
Até 15 h
Cópia da Publicação
5h
Cópia da Publicação
Produções Culturais e Artísticas
A ser definida pelo colegiado
Comprovação da Produção
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
CARGA HORÁRIA
REQUISITO
Seminários, Congressos, Simpósios,
Conferências, Encontros, Ações
Comunitárias institucionais e similares
Equivalência: 1h = 1 h
(atividade complementar)
Certificado de Realização
especificando carga horária e
participação
Estágios/Laboratórios Profissionais Eletivos
Bolsas de Iniciação Profissional
Equivalência: 1h = 1/2
até o limite de 50% do total
das horas de Extensão
40h
Gestão de órgão de representação
estudantil
30h (para cada ano de
representação)
Termo de compromisso de Estágio ou
Comprovante de realização
especificando duração e carga horária
Atestado de realização emitido pelo
órgão competente
Documento Comprobatório
Representação discente junto a órgãos
colegiados
20 h (para cada ano de
representação)
Atividades Profissionais
Documento Comprobatório
De acordo com o Art. 6º da Registro da atividade comprovado em
Resolução 81/04 – CEPE: até
Carteira Profissional em uma
o limite de 25% da carga
organização no mínimo 1 ano de
destinada a atividades de
registro
extensão.
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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2008
O Colegiado do Curso de Bacharelado em
Ciências Contábeis da Universidade de
Caxias do Sul, em atendimento à
Resolução nº 10 de 16 de dezembro de
2004, da Câmara de Educação Superior do
Conselho Nacional de Educação e à
Resolução nº 01/08 do Conselho de
Ensino,
Pesquisa
e
Extensão
da
Universidade de Caxias do Sul, estabelece
as seguintes diretrizes gerais para
programação, realização, comprovação e
registro do Trabalho de Conclusão de
Curso na modalidade de monografia do
referido Curso:
CONCEITO
O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação – TCC constitui-se em um
trabalho acadêmico técnico-científico, com abrangência interdisciplinar, desenvolvido
mediante coordenação, orientação e avaliação docentes. Integra o processo
formativo do aluno e representa um momento de sistematização dos conhecimentos
e explicitação da aprendizagem, necessário para a integralização do curso.
OBJETIVOS
• Articular e inter-relacionar os conteúdos curriculares do curso com as
experiências cotidianas, dentro e fora da Instituição, para ratificar, retificar
e/ou ampliar o campo de conhecimento.
• Promover o aprimoramento da capacidade investigativa, interpretativa e
crítica do estudante.
• Ampliar a capacidade do estudante quanto aos aspectos teóricometodológicos necessários para o seu desenvolvimento pessoal e
profissional.
• Consolidar a importância do uso de rigor metodológico e técnico-científico, na
organização, na sistematização e no aprofundamento do tema abordado,
respeitando o nível de graduação.
ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO
- Elaboração de projeto.
- Desenvolvimento do projeto.
- Elaboração da monografia.
- Apresentação perante Banca Examinadora.
O TCC deve ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em
conformidade com o objetivo previsto no projeto de curso e nas Diretrizes
Curriculares Nacionais do curso. A modalidade do TCC no Curso de Ciências
Contábeis será monografia possibilitando a vinculação a outras unidades de
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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aprendizagem, e ao perfil do profissional. Ao integrar o projeto de curso, esse
componente curricular assume caráter obrigatório, devendo ser cumprido pelo
estudante, como condição para integralização do curso.
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA
DA COORDENAÇÃO
O Curso terá coordenação própria para os TCCs, com competências
administrativas e pedagógicas referentes ao desenvolvimento do Trabalho. A
Coordenação dos TCCs será exercida por um professor do curso, indicado pelo
coordenador/sub-coordenador e aprovado pelo colegiado do curso.
DA ORIENTAÇÃO
A orientação do TCC deve ser entendida como processo de
acompanhamento científico-pedagógico e é de responsabilidade de docente do
Curso. Preferencialmente, o orientador deve possuir o título de Mestre ou Doutor e
afinidade com a temática. É preservado o direito ao estudante e ao professor de
solicitarem à Coordenação do TCC mudança de orientação, mediante justificativa
formalizada, sendo permitida quando outro docente assumir formalmente a
orientação e após anuência expressa do professor substituído.
DAS BANCAS EXAMINADORAS
Entende-se por banca examinadora o evento que envolve os seguintes momentos:
• apresentação do trabalho, aberta ao público, o qual participará apenas como
espectador, sem direito a quaisquer intervenções;
• apresentação oral e defesa do TCC, quando o aluno deve dispor de um
tempo de 20 minutos para expor seu trabalho;
• argüição e comentários, quando os membros da banca devem dispor de um
tempo máximo de 30 minutos para fazer seus questionamentos e
comentários;
• resposta à banca, quando, após a argüição de todos os membros, o aluno
poderá dispor de mais um tempo de 10 minutos para responder questões não
esclarecidas.
Os critérios para a composição da banca examinadora deverão ser de acordo com a
afinidade da área de atuação dos professores e também obedecer às diretrizes
curriculares.
A banca deverá ser composta por três membros (professores da instituição),
devendo um deles ser o orientador do trabalho e outros dois convidados.
O registro da realização da banca deverá ser efetuado através de ata onde todos os
membros deverão assinar a mesma. Nesta ata deve ser explicitado a data, horário e
o local de realização, bem como, a identificação do aluno, orientador e membros da
banca com o parecer referente ao trabalho apresentado.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIAS DO COORDENADOR DO TCC
De caráter administrativo:
• tomar decisões e medidas necessárias para o cumprimento das normas desta
diretriz;
• elaborar a relação dos professores orientadores com o número de alunos sob
sua orientação, obedecendo ao número máximo de 12 alunos equivalente a
duas turmas, e encaminhar às instâncias competentes;
• sugerir a relação de docentes que comporão as bancas examinadoras e
submeter à apreciação dos orientadores;
• compor as bancas, organizar e fazer cumprir o cronograma da apresentação
dos TCCs em cada período letivo;
• adotar soluções para os casos especiais, podendo encaminhá-los para
análise do colegiado do curso;
• encaminhar ao colegiado e/ou à PRGR documentação sobre atos,
procedimentos e processos acadêmicos, em grau de recurso;
• providenciar o arquivamento dos documentos referentes aos TCCs
desenvolvidos ou em andamento no curso;
• articular-se com os demais coordenadores de TCC, do mesmo curso de
diferentes unidades acadêmicas, com vistas à adesão de procedimentos e
critérios de avaliação idênticos.
De caráter acadêmico-pedagógico:
• sugerir medidas que visem ao aprimoramento das atividades concernentes ao
TCC;
• articular com a coordenação do curso e gestores acadêmicos das unidades
envolvidas a compatibilização entre o projeto do curso e o desenvolvimento
dos TCCs;
• convocar e coordenar reuniões periódicas com orientadores, membros de
bancas avaliadoras e alunos, para discutir questões relativas à organização,
ao planejamento e à avaliação do TCC, com vistas à melhoria do seu
processo de desenvolvimento;
• auxiliar os estudantes na escolha de professores orientadores, tendo em vista
suas respectivas áreas de atuação.
COMPETÊNCIAS DO ORIENTADOR DO TCC
De caráter administrativo:
• estabelecer o plano e o cronograma de trabalho em conjunto com os
orientandos;
• esclarecer os orientandos sobre as normas, os procedimentos e os critérios
de avaliação respectivos;
• registrar os encontros periódicos em fichas individuais de freqüência e/ou
relatório de acompanhamento conforme modelo;
• participar das reuniões convocadas pela Coordenação do TCC, para
discussão do processo de desenvolvimento dos trabalhos;
• submeter à Coordenação do TCC eventuais desvios ou ajustes não previstos
e necessários ao bom andamento da unidade de aprendizagem;
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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•
cumprir e fazer cumprir as normas vigentes.
De caráter acadêmico-pedagógico:
• orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as
suas etapas;
• encaminhar ao Coordenador do TCC o projeto da monografia de acordo com
o calendário estabelecido pela Coordenação;
• participar da banca examinadora dos TCCs de seus orientandos;
• encaminhar o TCC para avaliação pela Banca Examinadora;
• emitir parecer quando o trabalho não tiver condições de ser submetido à
Banca Examinadora;
• participar de bancas de defesa para as quais estiver designado, sendo
indicado para no máximo 8 bancas, além das relativas aos trabalhos de seus
orientandos;
• analisar as sugestões propostas pela banca examinadora e encaminhar ao
aluno;
• acompanhar a execução, que deverá ser realizada pelo aluno, dos ajustes
solicitados pela Banca Examinadora;
• assinar as fichas de avaliação dos TCCs e as atas finais das sessões de
defesa.
OBRIGAÇÕES DO ORIENTANDO DO TCC
• formalizar, junto à Coordenação do TCC, a solicitação de um orientador;
• cumprir o plano, o cronograma e o horário de orientação estabelecidos em
conjunto com o orientador;
• respeitar os prazos e datas estabelecidos para a entrega de projetos, partes
do trabalho e apresentação e/ou defesa do TCC;
• comparecer às orientações de TCC, prestando informações sobre o
andamento do trabalho, apresentando as etapas cumpridas e as alterações
requisitadas;
• rubricar a ficha de freqüência e/ou relatório de acompanhamento, por ocasião
das sessões de orientação;
• freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC;
• cumprir as normas e regulamentos do TCC.
AVALIAÇÃO
A avaliação do TCC é de caráter obrigatório e processual, compreendendo dois
momentos:
• em um primeiro momento a avaliação será continua na realização do TCC
pelo professor orientador.
• Em um segundo momento ocorrerá a avaliação pela Banca Examinadora.
O resultado da avaliação do processo de orientação será expresso por notas
referentes ao registro das atividades desenvolvidas pelo estudante. A nota do
Professor orientador terá um peso de 50% na avaliação total, ou seja, 5 pontos,
compreendendo os seguintes itens: organização pessoal, participação e
desenvolvimento das monografia conforme as orientações 1,0 ponto, apresentação
escrita conforme normas técnicas do Curso 0,5 ponto, observação aos objetivos
geral e específicos no desenvolvimento do trabalho 1,0 ponto, adequação da revisão
de literatura às questões de pesquisa e aos objetivos 1,0 ponto, adequação da
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metodologia ao estudo 0,5 ponto, coerência das conclusões com as evidências
teóricas e empíricas apresentadas 1,0 ponto.
A nota da banca examinadora terá um peso de 50% da avaliação total, ou seja, 5
pontos, compreendendo os seguintes itens: apresentação escrita conforme normas
técnicas do Curso/ABNT 0,5 ponto, observação aos objetivos geral e específicos no
desenvolvimento do trabalho 1,0 ponto, adequação da revisão de literatura às
questões de pesquisa e aos objetivos 1,0 ponto, adequação da metodologia ao
estudo 0,5 ponto, coerência das conclusões com as evidências teóricas e empíricas
apresentadas 1,0 ponto, apresentação oral: domínio de conteúdo, clareza de
raciocínio e argumentação 1,0 ponto.
O resultado da avaliação pela banca examinadora será definido pela média das
notas dos membros participantes.
A nota final do TCC, na modalidade de monografia, será composta pela nota do
professor orientador, somada a nota da banca examinadora.
A Banca Examinadora terá autonomia para atribuição de sua nota do TCC, devendo
ser registrada em documentos próprios (ata e parecer do trabalho), com a assinatura
de todos os seus membros.
As normas técnicas para formatação do conteúdo do trabalho e para apresentação à
banca deverão obedecer as normas estabelecidas pela ABNT.
A não-apresentação do trabalho à Banca Examinadora decorrente de situações
excepcionais (doença, acidentes) deverá ser justificada por documento escrito,
assinado pelo professor orientador, devendo a Coordenação do TCC determinar
outra data.
No caso em que o orientador não autorize a submissão do TCC para avaliação pela
Banca Examinadora, o estudante poderá solicitar à Coordenação do TCC a
avaliação do caso e a possibilidade de composição de Banca.
DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
− Os TCCs, contendo o encaminhamento do orientador deverão ser entregues nas
secretarias das respectivas unidades, mediante protocolo de entrega conforme
cronograma definido pela coordenação do TCC e posteriormente encaminhados
ao Coordenador do TCC. O trabalho deverá ser entregue em meio digital (CD) no
formato PDF com autorização do(s) aluno(s) para divulgação parcial ou total do
conteúdo.
− quando necessário será solicitado ao Comitê de Ética em Pesquisa que emita
parecer sobre pesquisas que contenham informações de cunho pessoal sobre
seres humanos.
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
172
173
CENTRO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, CONTÁBEIS E COMÉRCIO
INTERNACIONAL
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
FICHA DE AVALIAÇÃO DE TCC – MODALIDADE MONOGRAFIA
NOME DO ALUNO(A)
TÍTULO DA
MONOGRAFIA
COMPOSIÇÃO DA BANCA:
Professores:
A) _____________________________________________________Assinatura__________________________
B) _____________________________________________________Assinatura__________________________
Local:
Sala:
Data:
Horário:
Professor(a) Orientador(a):________________________________________ Assinatura___________________
1
2
3
4
5
6
7
Critérios
Pontuação
Organização pessoal, participação e
desenvolvimento da monografia conforme
as orientações
Apresentação escrita conforme normas
técnicas do Curso/ABNT
Observação aos objetivos geral e
específicos no desenvolvimento do trabalho
Adequação da revisão de literatura às
questões de pesquisa e aos objetivos
Adequação da metodologia ao estudo
Coerência das conclusões com as evidências
teóricas e empíricas apresentadas
Apresentação oral: domínio de conteúdo,
clareza de raciocínio e argumentação
Nota individual dos membros da banca
Nota do orientador e Média da nota da
banca
Nota final (nota do orientador + nota
média da banca)
(1,0 ponto)
Professor
Orientador
Professores Banca
A
B
(0,5 ponto)
(1,0 ponto)
(1,0 ponto)
(0,5 ponto)
(1,0 ponto)
(1,0 ponto)
Considerações da Banca:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Relatório de acompanhamento de orientação de monografia
Professor Orientador:
Semestre/ano:
Nome do Aluno:
E-mail:
Telefone:
Empresa
Função
Área/Título
Data
Desenvolvimento do trabalho e observações
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Rubrica
Professor e
aluno
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CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Protocolo de Entrega
Aluno:
Título da monografia:
Professor Orientador:
Data da entrega
Declaração de autorização para divulgação:
Eu,
( ) autorizo ( ) não autorizo
a Universidade de Caxias do Sul, através do Curso de Ciências Contábeis, a
divulgar parcial ou total o conteúdo da monografia de minha autoria entregue a
instituição através de meio digital (CD) em formato PDF
Assinatura do Aluno
Assinatura da Secretaria
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Termo de Encaminhamento para Avaliação de Banca Examinadora
Tipo de Trabalho: Monografia
Acadêmico: _______________________________________________________
Professor Orientador: _______________________________________________
Encaminho para avaliação da Banca Examinadora o referido trabalho, desenvolvido
para obtenção o grau de Bacharel em Ciências Contábeis, cujo acadêmico ao longo
do processo de orientação demonstrou (descrever pontos fortes e fracos
apresentados):
Data: _______/__________________/_________
________________________________________________
Assinatura Orientador:
Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009
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