PROJETO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Bacharelado em Ciências Contábeis 2 1 JUSTIFICATIVA DO CURSO O ritmo alucinante do desenvolvimento tecnológico e da abrangência das relações entre empresas, tanto em nível nacional como internacional, tem provocado profundas mudanças no desempenho das organizações. A globalização dos mercados de produtos e de capitais, por exemplo, leva os países a adaptar continuamente suas economias para conseguir maior abertura e competitividade, com diferentes graus de sucesso. Para todas as economias, especialmente as dos chamados países emergentes, essa abertura tem significado variações freqüentes nas taxas de câmbio, juros, inflação, emprego e PIB, que acarretam imensas repercussões sobre todos os negócios. Por outro lado, os próprios consumidores, sujeitos a um verdadeiro bombardeio diário de ofertas concorrentes de produtos e serviços, possuem uma elevadíssima taxa de mudança de gostos, preferências e hábitos de compra que afetam as vendas e os resultados empresariais, mesmo em espaços de tempo relativamente curtos. Essa realidade está exigindo que as organizações sejam estruturadas de forma diferente, através de divisões ou unidades estratégicas de negócios, que, além de uma elevada delegação de autoridade para tomar decisões rápidas, têm uma estruturação horizontal, um número muito menor de escalões hierárquicos. Todo esse ambiente tem se caracterizado por grande turbulência e profundas e contínuas mudanças nas quais impera a necessidade de informação constante para a tomada de decisões. O mercado competitivo exige dos profissionais de contabilidade uma mudança de postura, deixando de lado a mera observação crítica para passar por uma intervenção na realidade, mediante atitudes mais criativas e flexíveis. A realidade impõe que haja uma reestruturação do ensino de contabilidade, sendo que esta deve incluir o espírito de pesquisa, consciência crítica, liderança e desenvolvimento tecnológico que promova no egresso competências e habilidades que viabilizem aos agentes econômicos o pleno cumprimento de sua responsabilidade de prestar contas perante a sociedade, exercendo de forma ética e proficiente as atribuições que lhes são prescritas através da legislação específica. Com base na Resolução n. 10, de dezembro 2004, do Conselho Nacional de Educação, foram instituídas as Diretrizes Curriculares Nacional do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, que nortearam o desenvolvimento desta Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 2 3 proposta de curso, a qual tem o intuito de atender aos desafios contemporâneos, que têm imprimido novos rumos para a Contabilidade, trazendo-a para o século XXI com o formato de habilitação do profissional nos temos da legislação e a visão da Controladoria nas organizações. Essa habilitação deverá capacitar-se a atender às necessidades de informação das organizações num mundo de alta volatilidade. Neste novo contexto, o modelo contábil-financeiro continua, naturalmente, sendo o instrumento central, mas não o único. Os princípios da Contabilidade estão sendo expandidos e utilizados de forma mais flexível e adaptados às necessidades e situações empresariais. Outros instrumentos e técnicas (custeio por atividades, balanced scorecard, orçamentos e simulações), provenientes de outras ciências da gestão (finanças, psicologia, matemática, estatística, tecnologia da informação, entre outras), estão permitindo à Contabilidade construir, com outras métricas de geração de valor (Capital Intelectual, Intangíveis) além da financeira, o quadro integrado de formação de valor e da competitividade de cada empresa. 2 REFERENCIAIS ORIENTADORES O Curso de Ciências Contábeis, buscando cumprir a missão proposta pela Universidade de Caxias do Sul – de produzir conhecimento em todas as suas formas e torná-lo acessível à sociedade – está orientado por referenciais ético-políticos e teórico-técnicos, de respeito à pessoa e à diversidade do pensamento. Dessa forma, pretende possibilitar a convivência na diversidade e a permanente busca de inovação científica, tecnológica e cultural, bem como a construção de novos conhecimentos. Sendo assim, os referenciais orientadores desta proposta deverão estar em constante revisão e recriação para o estudo de situações-problema por parte da comunidade acadêmica em que ela deverá acessar, sistematizar (selecionando, descrevendo, analisando, sintetizando, entre outros) e utilizar os conhecimentos disponíveis e necessários. Nessa mesma linha de pensamento, as relações entre professor e aluno pressupõem um ambiente de construção do conhecimento suportado por instrumentos de avaliação, que captem a evolução dos raciocínios desenvolvidos. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 3 4 Neste contexto é necessário que a Contabilidade tenha uma visão macro dos processos e de outras mensurações, para poder descrever e avaliar os seus resultados, não só das organizações como um todo, mas também de cada parte delas, colocando em evidência as atividades que estejam ou não contribuindo para a geração de valor. Diante disso, o modelo contábil-financeiro puro não consegue atingir tal objetivo e tem dificuldades de poder contribuir para uma gestão moderna a qual se caracteriza por adaptações do profissional ao ambiente em constante evolução nas organizações. Assim, torna-se imprescindível que as organizações utilizem a contabilidade como ciência para desenvolver a gestão organizacional. É preciso que as organizações construam mapas estratégicos para avaliar o negócio e busquem formar quadros de profissionais com visão sistêmica do negócio, éticos e com preparo técnico, de modo a assegurar a viabilização das metas estabelecidas com a maior agilidade e o menor custo possível. Nesse sentido, o Curso de Ciências Contábeis da UCS deverá capacitar profissionais que tragam às entidades inúmeros benefícios, entre os quais vale destacar as oportunidades de aumentar a produtividade; o aumento da margem de lucro; a melhoria do retorno do investimento; o aperfeiçoamento e a modernização dos processos produtivos e administrativos e a utilização da informação contábil como auxílio na tomada de decisão e acompanhamento da rentabilidade do negócio. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo Geral O Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Caxias do Sul tem como compromisso primeiro contribuir com a sociedade regional no sentido de formar profissionais competentes para, no âmbito das organizações contábeis, empresas públicas e privadas, organizações não empresariais ou onde vierem a exercer a função de Contador, desenvolvendo ações compatíveis com a evolução da contabilidade como instrumento de apoio à alta administração na tomada de decisão, tendo uma visão geral da gestão da organização e conhecimento sobre sistemas de informações, aplicando os princípios e normas contábeis e desenvolvendo ações que estejam, ao mesmo tempo, sintonizadas com as transformações do mundo contemporâneo e voltadas à evolução da contabilidade e, Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 4 5 com isso, contribuir para o desenvolvimento das organizações e promover o bemestar social. 3.2 Objetivos Específicos • Criar condições para o desenvolvimento de uma consciência crítica que oriente a análise e a interpretação das informações contábeis e a proposição para o desenvolvimento de estratégias inovadoras na área contábil, adequadas às organizações da Região e às novas exigências do mercado nacional e internacional. • Preparar multiplicadores de conhecimento nas áreas específicas da Contabilidade e seus subsistemas: contabilidade geral, contabilidade comercial, prática de contabilidade, custos, auditoria, perícia, finanças, controladoria, análise de balanço, contabilidade governamental e contabilidade industrial. • Capacitar os graduandos para analisar informações gerenciais, identificar e implantar relatórios gerenciais, desenvolver planejamento tributário nas organizações, implantar sistemas integrados de contabilidade, criar condições para o desenvolvimento e a implementação da controladoria, entendimento básico de finanças corporativas, conhecimento de cenários econômico e financeiro. • Proporcionar ao futuro formando conhecimentos sobre contabilidade internacional, harmonização das normas e padrões internacionais, contabilidade ambiental, bem como sobre outros assuntos que possam favorecer ao Contador o desenvolvimento de competências para lidar com questões contemporâneas. • Propiciar o desenvolvimento de convivência interdisciplinar estabelecendo relações com outras áreas do conhecimento afins a ciência contábil. • Viabilizar ações que estimulem o espírito empreendedor. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 5 6 4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Curso de Ciências Contábeis, por meio de suas atividades de ensino, prevê o desenvolvimento, por parte do aluno, de competências e habilidades que viabilizem aos agentes econômicos o pleno cumprimento de sua responsabilidade de prestar contas da gestão perante a sociedade (accountability) e subsidiem o gestor das organizações com informações contábeis, favorecendo o processo de tomada de decisão. Tomando como fundamento o perfil profissional do egresso da UCS1, o Curso de Ciências Contábeis está orientado para desenvolver uma formação: • humana, que permita ao egresso, baseado em princípios éticos voltados ao bem-estar dos indivíduos e da sociedade em sentido genérico, agir com o equilíbrio e o discernimento que o trabalho com pessoas requer, atuando com retidão, liderança, disciplina e respeito; • generalista, que possibilite o exercício profissional em diferentes áreas da contabilidade, sobretudo naquelas que forneça uma visão do desempenho total de uma organização; • crítico-conceitual, que assegure ao egresso a compreensão dos fenômenos socioeconômicos próprios de um mercado complexo e caracterizado por incertezas, possibilidades e riscos, bem como o desenvolvimento da capacidade de transitar nesse meio, elaborando procedimentos fundamentados em sólidos princípios científicos; 1 As principais características que deverão compor o perfil do profissional egresso da UCS (Em: Santos, M. M. C. dos (org.). Projeto Pedagógico: subsídios para elaboração e avaliação. EDUCS: Caxias do Sul, 1999) são: - sólida formação geral-profissional, pautada por princípios ético-políticos e técnico-científicos voltados para a complexidade das relações e das demandas humanas e sociais; - entendimento de que a formação profissional é um processo contínuo de construção de competências que demanda aperfeiçoamento e atualização permanentes; - compreensão da profissão como uma forma de inserção e intervenção na sociedade globalizada, tendo por base a comunidade regional; - atuação profissional responsável, crítica e criativa, atualizada e respeitosa em relação às questões sociais e ambientais, com vistas à identificação e à resolução de problemas; - disponibilidade e competência para o exercício da interdisciplinaridade e para a atuação em equipes multiprofissionais, resguardada a autonomia profissional; - capacidade de pensar e de aportar o seu conhecimento no conhecimento já disponível, de maneira crítica, pessoal e consistente; - capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes e disponíveis e de produzir novos conhecimentos, deles derivando condutas pessoais e profissionais responsáveis, justas e éticas; capacidade de auto-análise tendo em vista o aprimoramento de seu auto-conhecimento e das suas relações interpessoais. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 6 7 • técnica, que garanta aos graduados a instrumentalização e o domínio de informações gerenciais, métodos, técnicas e recursos necessários ao desempenho das tarefas pertinentes à sua área de atuação. Nessa perspectiva, o profissional egresso do curso de Ciências Contábeis deverá ter desenvolvido ao longo de sua formação as competências/habilidades relativas a: • compreender as relações sociais, políticas, econômicas e culturais do meio em que se insere – incluindo as transformações advindas da internacionalização da economia e dos avanços científicos e tecnológicos; • compreender a organização como um todo articulado e sistêmico, constituído de múltiplas relações que se operam interna e externamente, agindo de forma ética e profissional; • diagnosticar e analisar problemas contábeis, identificando as variáveis que os constituem e/ou determinam, bem como os tipos de relação que mantêm entre si, e propor e/ou implementar medidas que resultem em soluções viáveis e eficazes; • utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem das Ciências Contábeis; • demonstrar visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil; • elaborar pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho eficiente e eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os modelos organizacionais; • aplicar adequadamente a legislação inerente às funções contábeis; • desenvolver, com motivação e através de permanente articulação, a liderança entre equipes multidisciplinares para a captação de insumos necessários aos controles técnicos, à geração e disseminação de informações contábeis, com reconhecido nível de precisão; • exercer suas responsabilidades com o expressivo domínio das funções contábeis, incluindo as atividades atuariais e de quantificações de informações financeiras, patrimoniais e governamentais, que viabilizem aos agentes econômicos e aos administradores de qualquer segmento produtivo ou institucional o pleno cumprimento de seus encargos quanto ao gerenciamento, aos controles e à prestação de contas de sua gestão Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 7 8 perante a sociedade, gerando também informações para a tomada de decisão, organização de atitudes e construção de valores orientados para a cidadania; • desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de controle gerencial, revelando capacidade crítico-analítica para avaliar as implicações organizacionais com a tecnologia da informação; • exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são prescritas através da legislação específica, revelando domínios adequados aos diferentes modelos organizacionais. • Utilizar amplamente os modernos recursos de informática em favor da agilização dos processos contábeis e operacionais das organizações. 5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 5.1 Descrição da Organização Curricular O Curso está organizado de forma a possibilitar o desenvolvimento, pelo egresso, das competências e habilidades previstas no perfil profissional. A compreensão das relações sociais, políticas e econômicas da atualidade constitui-se como cenário no desenvolvimento de todo Curso. Desta forma, disciplinas como Universidade e Sociedade, Epistemologia, Fundamentos de Economia e Sociologia das Organizações têm a função específica de favorecer o desenvolvimento dessa compreensão. As competências relacionadas com a capacidade de lidar com a complexidade envolvida dos fenômenos que ocorrem no ambiente organizacional podem ser asseguradas por meio do oferecimento de disciplinas tais como Fundamentos de Administração e Processos Comportamentais nas Organizações. Além dessas disciplinas, que asseguram uma formação básica ao profissional de contabilidade, existem outras que agregam conhecimentos relacionados aos fenômenos jurídicos e legislativos presentes na organização e na atuação contábil. Entre estas, é possível citar as disciplinas denominadas Direito do Trabalho, Direito Empresarial e Direito Tributário. A formação científica do profissional, que possibilita ao egresso desenvolver a capacidade de produzir novos conhecimentos, pode ser favorecida pelo oferecimento de disciplinas como Seminários de Pesquisa e Métodos e Técnicas de Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 8 9 Pesquisa em Contabilidade. Além dessas disciplinas, no fim do Curso o aluno realiza um Trabalho de Conclusão, na modalidade de monografia, em que pode efetivamente realizar um processo de investigação e produção de conhecimento. As competências relacionadas à aplicação da legislação inerente às funções contábeis, com o diagnóstico e a intervenção sobre problemas contábeis, podem ser asseguradas por meio das disciplinas Fundamentos de Contabilidade I, Fundamentos de Contabilidade II, Finanças Corporativas, Contabilidade Tributária, Contabilidade Governamental e Prática de Contabilidade. O domínio das atividades atuariais e de quantificações de informações financeiras, patrimoniais e governamentais está presente em disciplinas como Matemática, Prática de Contabilidade, Estatística, Matemática Financeira, Auditoria, Perícia e Contabilidade Avançada. O desenvolvimento, análise e implantação dos sistemas de informação contábil e de controle gerencial são inerentes a disciplinas como Contabilidade de Custos, Sistemas de Informações Contábeis, Estruturação das Demonstrações Contábeis, Contabilidade Demonstrações Contábeis Estratégica, I, Análise Contabilidade de Custos, Orçamentária, Análise Controladoria das e Contabilidade Avançada. As competências relacionadas com o diagnóstico e a intervenção sobre problemas contábeis podem ser desenvolvidas por meio das disciplinas: Teoria da Contabilidade, Estatística, Estatística, Matemática Financeira e Contabilidade Societária. Além das disciplinas citadas, estão incluídas no plano de execução curricular outras como Leitura e Escrita na Formação Universitária que favorecem ao aluno aprender a lidar com os fenômenos lingüísticos e de comunicação, existentes em todas as relações, especialmente as profissionais. São propostas atividades complementares através de seminários, monitorias, palestras, produções culturais e artísticas, atividades profissionais, fóruns, ações em laboratórios para atualização onde se buscará a relação teoria/prática. Dessa forma fica caracterizada a sistematização do Curso, que garante ao aluno avançar gradativamente construindo conhecimentos cada vez mais complexos que favoreçam o desenvolvimento das competências previstas no perfil profissional. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 9 10 5.2 Plano de Execução Curricular Bacharelado em Ciências Contábeis - 325G, 342G, 345G, 625G, 725G, 339G, 358G (para ingressantes a partir de 2007) Plano Curricular de Duração Média – 4,5 anos Reconhecido: Decreto nº 75344, de 04 de fevereiro de 1975 Carga Horária UCS: 2760 h/a (180 créditos) + 240h de Ativ. Compl. = 3000 h Resolução CEPE nº 39-08 PER 1 2 3 4 5 CÓDIGO DISCIPLINAS CRÉDITOS NATUREZA PRÉ-REQUISITO UCS0100 Universidade e Sociedade 04 FG SIS0222 Informática Básica 04 FG ECO0105 Fundamentos de Economia 04 FB MAT0337 Matemática I 04 FB COT0212 Teoria da Contabilidade 04 FP UCS0101 Leitura e Escrita na Formação Universitária 04 FG SOC0242 Sociologia das Organizações 04 FB ADM0750 Fundamentos de Administração 04 FB COT0254 Fundamentos de Contabilidade I 04 FB EST0227 Estatística I 04 FB UCS0104 Epistemologia 04 FG PSI0375 Processos Comportamentais nas Organizações 04 FB DIR0353 Direito do Trabalho 04 FP DIR0352 Direito Empresarial I 04 FB COT0255 Fundamentos de Contabilidade II 04 FP UCS0102 Seminários de Pesquisa 02 FG MAT0339 Matemática Financeira 04 FB DPU0249 Direito Tributário 04 FP DIR0354 Direito Empresarial II 04 FP COT0256 Contabilidade Societária I 04 FP Eletiva 02 FP UCS0103 Ética 02 FG COT0260 Legislação Profissional da Contabilidade 02 FP COT0257 Contabilidade Societária II 04 FP COT0256 (2) COT0258 Contabilidade Tributária 04 FP COT0256 (3) COT0268 Finanças Corporativas 04 FP ADM0771 Empreendedorismo 04 FB Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 COT0254 (2) COT0255 (2) 10 11 6 7 8 9 COT0277 Contabilidade Governamental 04 FP COT0261 Contabilidade de Custos 04 FP COT0262 Prática Contábil – Estágio Supervisionado 04 FP COT0257 (3) COT0263 Estruturação das Demonstrações Contábeis 04 FP COT0257 (3) XXXXXX Eletiva 04 FC COT0437 Contabilidade Orçamentária 04 FP COT0257 (3) COT0264 Análise de Custos 04 FP COT0261 (2) COT0278 Análise Avançada das Demonstrações Contábeis 04 FP COT0263 (3) COT0266 Sistemas de Informações Contábeis 04 FP COT0279 Contabilidade de Atividades Especiais 04 FP COT0257 (3) COT0267 Auditoria I 04 FP COT0257 (3) COT0271 Contabilidade Avançada 04 FP COT0257 (3) COT0281 Contabilidade estratégica 04 FP COT0257 (3) COT0270 Métodos e técnicas de pesquisa em Contabilidade 04 FP 120 créditos (2) COT0280 Contabilidade Industrial 04 FP COT0264 (3) COT0441 Perícia 04 FP COT0262 (3) COT0269 Controladoria 04 FP COT0264 (3) COT0272 Auditoria II 04 FP COT0267 (3) 04 FP COT0270 (2) 140 créditos 04 FC COT0273 Trabalho de Conclusão de Curso XXXXXX Eletiva 1 1. Cada crédito do trabalho de conclusão de curso equivale a 30 horas 2. Pré-requisito obrigatório 3. Pré-requisito em caráter de orientação Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 11 12 5.3 Ementas das Disciplinas DISCIPLINA EMENTA TEORIA DA CONTABILIDADE Fundamentos epistemológicos da contabilidade, evolução histórica e escolas do pensamento contábil. Órgãos reguladores dos Procedimentos contábeis. Princípios fundamentais de contabilidade, postulados e convenções, análise conceitual das diferenças entre princípios fundamentais de contabilidade e princípios de contabilidade geralmente aceitos. Noções básicas de contabilidade. Estudo do Patrimônio e suas FUNDAMENTOS DE variações. Estudo da gestão e suas variações. Elenco de contas. CONTABILIDADE I Procedimentos básicos de escrituração. Noções gerais das Demonstrações Contábeis. FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE II Plano de Contas. Escrituração das principais operações contábeis. Provisões operacionais: tributárias, fiscais, trabalhistas, previdenciárias; apropriação pelo regime de competência. Inventário (avaliação de estoques). Apuração do resultado e fechamento do balanço. CONTABILIDADE SOCIETÁRIA I Constituição de Sociedade Empresária Limitada; Avaliação e controle de estoques. Operações com Ativo Permanente e Operações Financeiras avançadas, bem como aspectos tributários de encerramento de exercício. Demonstrações Contábeis CONTABILIDADE SOCIETÁRIA II Constituição de Sociedade Empresária Sociedade Anônima; Estrutura das Demonstrações Contábeis voltada à publicação, sujeita à auditoria. CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Análise da legislação dos principais tributos federais, fato gerador, base de cálculo e percentuais e contabilização. Tributos incidentes sobre as receitas, sobre o lucro e sobre a folha de salários. Planejamento tributário das pessoas jurídicas e das pessoas físicas. ESTRUTURAÇÃO DAS Demonstrações contábeis. Estruturação e Reestruturação DEMONSTRAÇÕES (Deflação, inflação e moeda constante) das demonstrações de acordo com as normas brasileiras e internacionais. CONTÁBEIS ANÁLISE AVANÇADA Análise por indicadores econômico-financeiros. Fatores DAS previsão de falências. Interpretação e emissão de relatórios. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 de 12 13 DISCIPLINA EMENTA Conceitos básicos de custos. Classificação dos custos. Métodos de apuração, alocação e registro da utilização dos materiais, da mãoCONTABILIDADE DE de-obra e dos custos indiretos da produção. Sistemas de custeio. CUSTOS Departamentalização. Mapas de alocação de custos. Elementos de formação de custo e do preço de venda Análise da relação custo-volume-lucro. Análise do ponto de equilíbrio. Margem de contribuição e fatores limitantes de produção. Decisão entre comprar ou produzir/terceirizar. Custos fixos ANÁLISE DE CUSTOS identificados e o retorno sobre o investimento. Custos imputados e custos perdidos. Decisões gerenciais com base na margem de contribuição e sistemas de custeio. Estratégias de precificação. FINANÇAS CORPORATIVAS Efeitos da administração financeira sobre o patrimônio. Organização administrativa da área financeira. Gestão financeira de curto prazo. Sistema de planejamento financeiro e gestão através do fluxo de caixa. Análise da estrutura de capital e custo de capital. Estudo da administração de ativos fixos e investimento de capital. Estruturação e avaliação de projetos de investimento e financiamento de longo prazo. Contabilidade Governamental e o Campo de Aplicação. Necessidades e Serviços Públicos. Administração Pública. Receita CONTABILIDADE Pública. Despesa Pública. Orçamento Público. Patrimônio Público. GOVERNAMENTAL Prática de Escrituração de Operações em Contabilidade Governamental e Apuração dos Resultados. Elaboração das Demonstrações Contábeis. Prestação de Contas. Utilização de sistemas informatizados para registro e controle de operações contábeis: Estrutura formal do contrato social e sua contabilização. Constituição de sociedades, legalização de PRÁTICA CONTÁBIL – sociedades, observando os aspectos tributários; Escrituração ESTÁGIO contábil: razão sintético e analítico, diário geral contábil e SUPERVISIONADO demonstrações contábeis. Registros e controles extra-contábeis: controle de estoques, folha de pagamento, planilha de controle de depreciação, amortização e exaustão. Escrituração fiscal. CONTABILIDADE ORÇAMENTÁRIA O Controle orçamentário como parte da ciência contábil. A estrutura e as finalidades do orçamento empresarial. Projeções de receitas, custos e despesas, resultados econômico-financeiros e patrimoniais. Os Sistemas de análises dos valores projetados e suas respectivas variações. CONTABILIDADE DE Contabilidade de atividades diversas e pessoas jurídicas do ATIVIDADES Terceiro Setor. ESPECIAIS Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 13 14 DISCIPLINA EMENTA AUDITORIA I Normas Usuais de Auditoria, Fundamentos de auditoria, O profissional de Auditoria, Técnicas de Execução dos Trabalhos de Auditoria, Relatórios de Auditoria; Auditoria do Ativo Circulante, Realizável a longo prazo e Permanente. AUDITORIA II Auditoria do Passivo Circulante, Exigível a longo prazo e Patrimônio líquido. Auditoria das Receitas, Custos e Despesas. Prática operacional de auditoria das demonstrações Contábeis CONTABILIDADE ESTRATÉGICA Planejamento estratégico e BSC. Normas internacionais de contabilidade. Noções de conversão das demonstrações contábeis segundo os padrões internacionais. Contabilidade Ambiental. Contabilidade Social e Contabilidade Atuarial. CONTABILIDADE AVANÇADA Concentração de empresas: vertical, horizontal, domínio direto e indireto. Formação de grupos societários. Constituição de holding. Fusões, Cisões e Incorporações. Contabilidade de matriz e filiais. Métodos de investimentos. Equivalência patrimonial. Demonstrações financeiras consolidadas. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM CONTABILIDADE Pressupostos epistemológicos da pesquisa científica na área contábil. Panorama atual da pesquisa contábil no Brasil e no mundo. A monografia de conclusão de curso como pesquisa científica. Critérios de escolha do tema e delimitação do problema. Preparação do projeto de pesquisa. Técnicas de leitura eficiente e analítica. Técnicas de sistematização da literatura pertinente. Estrutura, aspectos formais e de redação da monografia. CONTABILIDADE INDUSTRIAL Custo industrial. Contabilização do custo industrial integrado. Infraestrutura de controles das empresas industriais. Análise de custos e despesas. Estruturação de uma contabilidade industrial. Estudos de casos. PERÍCIA Objetivos, planejamento e execução de perícia. Normas e procedimentos periciais. Perito contador e perito contador assistente, normas e legislação. Relatórios periciais: laudo pericial, parecer pericial e petições. Principais tipos de perícia contábil. Noções de mediação e arbitragem. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 14 15 DISCIPLINA EMENTA CONTROLADORIA Controladoria Tradicional e a Estratégica. Funções e ferramentas da Controladoria. Processo de planejamento, execução e controle. Avaliação do desempenho. Análise de investimentos. Responsabilidade de prestar contas da gestão perante a sociedade-accountability. Governança corporativa. Métodos de avaliação de empresas. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Componentes dos Sistemas de Informações. Tecnologia da Informação. Sistemas de Informações Contábeis. Tipologia de Sistemas de Informações. Sistemas de Informações Gerenciais. Sistemas de Apoio à Decisão. Sistemas de Gestão Empresarial (ERP). Ferramentas de TI para Apoio à Contabilidade. Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações Contábeis. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Código de Ética Profissional do Contabilista; Processos, Infrações e Penalidades; Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social; Legislação do Exercício Profissional; Normas Brasileiras de Contabilidade; Visão das Normas Internacionais Profissionais. Sistema Tributário Nacional. Tributo: conceito e espécies. Limitações ao Poder de Tributar. Repartição da Receita Tributária. Legislação Tributária. Vigência. Obrigação Tributária. Fato Gerador. DIREITO TRIBUTÁRIO Responsabilidade Tributária. Crédito Tributário. Lançamento. Administração Tributária. Fiscalização. Dívida Ativa. Certidões. DIREITO EMPRESARIAL I DIREITO EMPRESARIAL II UNIVERSIDADE E SOCIEDADE Teoria da Empresa. Conceito de Empresário e Sociedade Empresária. Estabelecimento. Propriedade Industrial. Sociedades Não Personificadas e Personificadas. Sociedades Contratuais (em nome coletivo, em comandita simples e limitada) e Sociedades por Ações (sociedade anônima e em comandita por ações). Títulos de Crédito. Contratos de financiamentos, garantias. Falência, Recuperação Judicial e Extrajudicial de Empresas. A sociedade contemporânea a partir das transformações históricoestruturais mais recentes do capitalismo e suas implicações sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais. Cultura política e padrão de dominação característicos da sociedade brasileira. O papel da Universidade na formação profissional multidimensional e cidadã diante dos desafios do século XXI. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 15 16 DISCIPLINA EMENTA Conceitos básicos. Histórico. Hardware: componentes do computador. Software: sistema operacional, linguagens de INFORMÁTICA BÁSICA programação, programas aplicativos e utilitários. Utilização do sistema operacional e de programas aplicativos. MATEMÁTICA I Funções: conceito, domínio, imagem, gráfico e aplicações. Tipos de função: linear, quadrática, composta, exponencial e logarítmica. Limites e derivadas: conceito e aplicações. Regras de derivação. Taxas de variação. Análise marginal. Máximos e mínimos relativos e absolutos. Resolução de problemas aplicados. FUNDAMENTOS DE ECONOMIA Conceitos e modelos básicos da teoria econômica, fatores de produção, demanda e oferta, formação dos preços, teoria da produção, teoria dos custos, competição, mercados, micro-macro, moeda, políticas econômicas e aspectos da economia internacional. Práticas de leitura e de escrita como forma de conhecimento, de ação e de interação. Estudo e emprego de processos discursivos LEITURA E ESCRITA implicados na leitura e na produção de gêneros escritos e orais de NA FORMAÇÃO circulação geral e acadêmica em diferentes meios, com ênfase UNIVERSITÁRIA em processos argumentativos. Uso de estratégias metacognitivas de leitura e produção oral e escrita. Estatística descritiva: Organização de dados em série e em distribuição de freqüências; Tabelas e gráficos; Medidas de tendência e central e medidas de variabilidade. Estatística indutiva: Teoria da probabilidade; Modelos discretos e contínuos de probabilidade. Amostragem: Conceitos; Distribuição amostral das médias; Intervalo de estimação da média. Testes de hipóteses paramétricos: Testes da média em grandes e pequenas amostras. ESTATÍSTICA I FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO Primórdios da Administração. Teorias da administração e da organização. Interação das funções de planejamento, organização, direção, controle e coordenação. Análise do planejamento. Estudo de funções da direção. Análise da autoridade e do poder. Estudo do processo de tomada de decisões. Estudo do controle: Identificação da organização: estrutura organizacional – tipos e princípios, descentralização e delegação de autoridade, amplitude administrativa, níveis hierárquicos e administração participativa, linha e assessoria. Reflexão sobre mudanças organizacionais. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 16 17 DISCIPLINA EMENTA SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES Compreensão da relação da Sociologia com a administração e sua importância no planejamento estratégico das organizações econômicas. Análise sociológica dos processos de organização e de gestão do trabalho na sociedade capitalista. Análise da relação das organizações com o Estado e suas implicações econômicas, políticas, sociais e ecológicas. EPISTEMOLOGIA Estudo das bases conceituais da epistemologia. Avaliação dos critérios epistemológicos do fazer científico. Reflexão sobre os procedimentos metodológicos do fazer científico. Estudo sobre ciência, ética e sociedade. O contexto das organizações: do ponto de vista da Psicologia e suas interfaces com o mundo do trabalho. Dimensões básicas de análise das organizações: individual, grupal, organizacional e psicossocial. O indivíduo no contexto das organizações: estruturação da personalidade do indivíduo. Processos mentais PROCESSOS COMPORTAMENTAIS básicos: percepção, memória, atenção, emoção, afetos e NAS ORGANIZAÇÕES motivação. O significado do trabalho para o indivíduo. Vínculos do indivíduo com o trabalho e com a organização no seu período de permanência na empresa. As disfunções organizacionais e sua relação com a saúde mental. Promoção da saúde mental nos ambientes organizacionais. DIREITO DO TRABALHO Trabalho: conceito. Direito do Trabalho: evolução legislativa. Relação jurídica do emprego: sujeitos. Contrato de trabalho: formação, vida e extinção. Regulamentação do trabalho (duração da jornada, proteção ao trabalho do menor, mulher e trabalhador nacional, repouso semanal e férias). Noções de Direito Coletivo do Trabalho. ÉTICA Estudo dos conceitos fundamentais, das teorias, definições e classificação da ética e da ação moral. Análise e compreensão das principais correntes filosóficas explicativas do agir humano. Caracterização do empreendedorismo. Estudo da relação entre o profissional empreendedor e o mercado consumidor. Análise dos EMPREENDEDORISMO processos administrativos empresariais destinados à qualificação da empresa e à definição de novos negócios. Estudo a respeito do plano de negócios. SEMINÁRIOS DE PESQUISA Reflexão sobre o pesquisador e a comunicação científica. Estudo da natureza, dos tipos de pesquisa e suas classificações. Identificação das etapas da pesquisa. Levantamento de informações para pesquisa. Revisão da literatura via métodos impressos e eletrônicos. Estudo sobre a estrutura e a dinâmica de um problema de pesquisa. Estudo sobre o método de pesquisa. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 17 18 MATEMÁTICA FINANCEIRA Estudo dos Juros simples e compostos. Cálculo das taxas nominal, proporcional e real Séries e pagamentos iguais. Descontos. Equivalência de capitais. Fluxo de caixa. Comparação entre alternativas de investimentos. Critérios econômicos de decisão: Valor Presente líquido, Taxa Interna de Retorno,Paybackj entre outros. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 18 19 5.4 Equivalências de Disciplinas PLANO DE EXECUÇÃO CURRICULAR “F” PLANO DE EXECUÇÃO CURRICULAR “G” PER 1 2 3 4 CÓDIGO DISCIPLINAS (G) CRÉD. NAT. CÓDIGO DISCIPLINAS (F) UCS0100 Universidade e Sociedade 04 FG HIS0118 Realidade Brasileira SIS0222 Informática Básica 04 FG SIS0232 Computação ECO0105 Fundamentos de Economia 04 FB ECO0200 Economia I MAT0337 Matemática I 04 FB ------ --------- COT0212 Teoria da Contabilidade 04 FP COT0212 Teoria da Contabilidade UCS0101 Leitura e Escrita na Formação Universitária 04 FG LET0113/ 116 Língua Portuguesa Instrumental SOC0242 Sociologia das Organizações 04 FB SOC0100 Sociologia ADM0750 Fundamentos de Administração 04 FB ADM0222 Introdução a administração I COT0254 Fundamentos de Contabilidade I 04 FB COT0200 Contabilidade Geral I EST0227 Estatística I 04 FB EST0200 Estatística I UCS0104 Epistemologia 04 FG FIL0132 Teoria da Ciência PSI0375 Processos Comport. Nas Organizações 04 FB ----- ------- DIR0353 Direito do Trabalho 04 FP DIR0405 Legislação Social e Trabalhista DIR0352 Direito Empresarial I 04 FB DIR0230 Direito Comercial I COT0255 Fundamentos de Contabilidade II 04 FP COT0201 Contabilidade Geral II UCS0102 Seminários de Pesquisa (mais dois créditos de eletiva) 02 FG FIL0136 Iniciação a pesquisa MAT0339 Matemática Financeira 04 FB MAT0205 Matemática Comercial e Financeira I DPU0249 Direito Tributário 04 FP DIR0232 Direito Tributário I DIR0354 Direito Empresarial II 04 FP DIR0231 Direito Comercial II COT0256 Contabilidade Societária I 04 FP COT0404 Contabilidade Comercial I Eletiva 02 FP ---- ------ Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 19 20 5 6 7 8 9 UCS0103 Ética 02 FG CO0436 Legislação e ética do Profissional em contabilidade COT0260 Legislação Profissional da Contabilidade 02 FP COT0257 Contabilidade Societária II 04 FP COT0405 Contabilidade Comercial II COT0258 Contabilidade Tributária 04 FP COT0419 Contabilidade Fiscal e Aplicada COT0268 Finanças Corporativas 04 FP ----- ----- ADM0771 Empreendedorismo 04 FB ----- ----- COT0277 Contabilidade Governamental 04 FP COT0411 Contabilidade Governamental I COT0261 Contabilidade de Custos 04 FP COT0402 Contabilidade de Custos I COT0262 Prática Contábil – Estágio Supervisionado 04 FP COT0450 Prática de Contabilidade COT0263 Estruturação das Demonstrações Contábeis 04 FP COT0452 Análise das Demonstrações Contábeis I XXXXXX Eletiva 04 FC ----- ------ COT0437 Contabilidade Orçamentária 04 FP COT0437 Contabilidade Orçamentária COT0264 Análise de Custos 04 FP COT0403 Contabilidade de Custos II COT0278 Análise Avançada das Demonstrações Contábeis 04 FP COT0453 Análise das Demonstrações Contábeis II COT0266 Sistemas de Informações Contábeis 04 FP ------ ------ COT0279 Contabilidade de Atividades Especiais 04 FP ----- ----- COT0267 Auditoria I 04 FP COT0447 Auditoria I COT0271 Contabilidade Avançada 04 FP COT0428 Contabilidade Superior COT0281 Contabilidade estratégica 04 FP ----- ----- COT0270 Métodos e técnicas de pesquisa em Contabilidade 04 FP ---- ----- COT0280 Contabilidade Industrial 04 FP COT0409 Contab. Industrial I COT0441 Perícia 04 FP COT0451 Pericia COT0269 Controladoria 04 FP ----- ----- COT0272 Auditoria II 04 FP COT0448 Auditoria II COT0273 Trabalho de Conclusão de Curso 1 04 FP XXXXXX Eletiva 04 Trabalho de Conclusão de Curso1 ----- Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 ------ 20 21 5.5 EMENTAS DAS DISCIPLINAS ELETIVAS DISCIPLINA: ECO0468 - CONTABILIDADE SOCIAL – 04 créditos Conceito. Evolução. Agregados macroeconômicos. Sistemas de Contas Nacionais. Balanço de Pagamentos. O Sistema de Contas Nacionais do Brasil: evolução, estrutura e metodologia. Matrizes de relações interindustriais. Comparações internacionais de agregados macroeconômicos. Indicadores sociais. COT0222 CONTABILIDADE RURAL – 04 créditos Noções de Administração Rural. Contabilidade Rural. Planejamento Contábil na empresas rural. Depreciação, exaustão e amortização na agropecuária. Custos na atividade rural. Apuração de resultado e balanço na atividade rural. Controle gerencial. Atividade rural e a sustentabilidade ambiental. DISCIPLINA: COT0282 – PRÁTICA DE DEPARTAMENTO DE PESSOAL - 02 créditos Rotinas de departamento de pessoal com o reconhecimento dos encargos trabalhistas e previdenciários e respectivos lançamentos contábeis. LET 0281 - ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO ORAL – 04 créditos Utilização de estratégias de comunicação oral em situações formais e semiformais, no âmbito acadêmico e profissional. Organização e apresentação de dados, tendo em vista objetivos e público-alvo específicos. Adequação da linguagem, (normas, registros e funções lingüísticas) emprego de esquema na redução de informações e planificação da apresentação oral. Emprego de mecanismos argumentativos. ECO0296 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS E MERCADO DE CAPITAIS – 04 créditos O mercado de Capitais e a economia. Análise do Sistema Financeiro Nacional-SFN incluindo os. Títulos e Valores Mobiliários. Análise fundamentalista e Análise Técnica de ações. Bolsas: estruturas, funcionamento, índices. O Relacionamento entre investidor e as Corretoras. A Governança Corporativa e o Novo Mercado. Bolsas de Mercadorias e Derivativos. Aplicações do Risco. Administração de Carteiras. Teoria Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 21 22 de Markowitz e da fronteira eficiente. Simulação de Carteiras. Noções de Fundos de Investimentos. ADM 0757 - GESTÃO DE PESSOAS I – 04 créditos Evolução histórica da Gestão de Pessoas, objetivos e tendências. Processos, Linha, Staff, mudanças nos Cenários Global e Impacto na Gestão de Pessoas, Planejamento, Recrutamento, Seleção, Modelagem de cargos, Integração, Remuneração e Benefícios. COT0283 – TÓPICOS DE CONTABILIDADE – 04 créditos Escrituração Contábil envolvendo todos os fatos contábeis decorrentes da atividade empresarial (mercadorias, custos, avaliação e controle de estoques, pessoal, financeira, provisões, depreciação, amortização, exaustão); Apuração do resultado e fechamento do balanço, bem como aspectos tributários de encerramento de exercício; Demonstrações Contábeis de acordo com as normas brasileiras; Estudos avançados sobre análise vertical, horizontal e por indicadores econômicofinanceiros. 5.6 Trabalho de Conclusão de Curso • O Trabalho de Conclusão de Curso será regido pelas Diretrizes Gerais para os Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação da Universidade de Caxias do Sul, conforme Resolução nº 01-08/ CEPE. • O trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia desenvolvido em áreas teórico-práticas e de formação profissional proporciona atividades de pesquisa que também contempla aspectos da formação contínua do aluno. Constitui-se um trabalho acadêmico técnicocientífico, com abrangência interdisciplinar, desenvolvido mediante coordenação, orientação e avaliação docentes. Integra o Processo formativo do aluno e representa um momento de sistematização dos conhecimentos e explicitação da aprendizagem, necessário para a integralização do curso. • O Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia tem como objetivos principais: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 22 23 • Articular e inter-relacionar os conteúdos curriculares do curso com as experiências cotidianas, dentro e fora da Instituição, para ratificar, retificar e/ou ampliar o campo de conhecimento; • Promover o aprimoramento da capacidade investigativa, interpretativa e crítica do estudante; • Ampliar a capacidade do estudante quanto aos aspectos teóricometodológicos necessários para o seu desenvolvimento pessoal e profissional; • Consolidar a importância do uso de rigor metodológico e técnico-científico, na organização, na sistematização e no aprofundamento do tema abordado, respeitando o nível de graduação. As etapas para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso compreendem a elaboração e o desenvolvimento do projeto e posteriormente da monografia com a apresentação perante uma Banca Examinadora. O Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia é um componente obrigatório do Plano de Execução Curricular e deverá ser cumprido pelo estudante, como condição para integralização do Curso. Para estar apto a realizar a monografia o aluno deverá ter cursado a disciplina de Métodos e Técnicas de Pesquisa em Contabilidade e ter cumprido 140 créditos. O Curso de Ciências Contábeis apresentará coordenação própria para os TCCs, com competências administrativas e pedagógicas referentes ao desenvolvimento do Trabalho. A coordenação dos TCCs será exercida por um professor do curso, indicado pelo Coordenador/Orientador e aprovado pelo colegiado do Curso. A orientação do TCC deve ser entendida como processo de acompanhamento científico-pedagógico e é de responsabilidade de docente do curso. Preferencialmente o orientador deverá possuir o título de Mestre ou Doutor e afinidade com a temática. Como etapa de conclusão do TCC encontra-se a apresentação para uma banca examinadora. Os critérios para a composição da banca examinadora, as competências do Coordenador de TCC, do Orientador bem como a avaliação e as disposições gerais e transitórias são definidas no Regulamento do TCC (em anexo), que obedece às diretrizes curriculares. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 23 24 5.7 Atividades Complementares As atividades complementares, de acordo com as Diretrizes do Curso de Ciências Contábeis (Resolução CNE/CES nº. 10 de 16/12/04), são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho estabelecidas ao longo do curso e notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais. A normatização das atividades complementares privilegia a integralização da carga horária total do curso, reconhecendo os conhecimentos adquiridos pelo discente ao longo de sua formação acadêmica. Nesse sentido, as Atividades Complementares dos Cursos de Graduação em Ciências Contábeis, dividem-se em três grandes atividades: Ensino, Pesquisa e Extensão. Sendo assim as Atividades Complementares podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências, além de disciplinas oferecidas fora do plano de execução curricular do curso ou de regulamentação e supervisão do exercício profissional, ainda que esses conteúdos não estejam previstos no currículo pleno da instituição, mas nele podem ser aproveitados de forma interdisciplinar, e se integram com os demais conteúdos realizados. O regulamento das Atividades Complementares do Curso de Ciências Contábeis está fundamentado nas Diretrizes Curriculares e na Instrução Normativa 01/08 do Colegiado de Curso, em anexo. As Atividades Complementares são obrigatórias para todos os acadêmicos do curso, de acordo com a carga horária prevista no Plano de Execução Curricular. 5.8 Estágio Curricular não-obrigatório Os alunos tem a possibilidade de participarem de estágios curriculares nãoobrigatório, conforme os termos da Lei 11778/08, que dispõe as diretrizes nacionais dos estágios curriculares. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 24 25 5.9 Estágio Curricular Supervisionado O acadêmico do Curso de Ciências Contábeis realizará estágio curricular supervisionado na própria Instituição, com supervisão de professor, mediante desenvolvimento prático de conteúdo pré-determinado. Esse conteúdo versará sobre a simulação de um ambiente empresarial, onde se aplicará a execução de todas as tarefas pertinentes à área contábil de qualquer entidade. Como forma de realização, serão desenvolvidos os seguintes conteúdos: Constituição e legalização de empresas Atividades de Instalação Atividades de Funcionamento I Atividades de Funcionamento II Atividades de Funcionamento III Atividades de Funcionamento IV Atividades de Funcionamento V Atividades de Funcionamento VI Atividades de Elaboração do Contrato Social Plano de contas básico Contabilização inicial da empresa Emissão de balancete Compras e entradas de materiais, mais fretes (á vista /a prazo). Livro Registro de entradas Admissão de empregados Livro Registro de empregados Autorização de impressão de notas fiscais Abertura de contas bancárias Aquisição de imobilizações Transferências de materiais do estoque para produção Gastos Gerais de fabricação (por caixa/bancos) Pagamentos diversos de gastos e serviços Gastos gerais administrativos Emissão de Balancete Venda de produtos (caixa/clientes) Prestação de serviço Notas fiscais, faturas, duplicatas Livro registro de saídas Livro registro do imposto sobre serviços de qualquer natureza Operações Bancárias em geral: Desconto de duplicata Cobrança de duplicatas Caução de Duplicatas (contrato/financiamento) Empréstimos bancários com juros antecipados Integralização de capital em .../...../........ Emissão de Balancete Operações diversas Transferências de estoques Compras/vendas Despesas de fabricação Despesas administrativas Depósitos e retiradas bancárias Boletim de caixa Apropriações: Comissões Folha de pagamento e encargos sociais Guias de INSS e FGTS Provisões de férias/ 13 salário e encargos sociais Apuração e apropriação de impostos: Livro registro de apuração do ICMS Livro registro de apuração do IPI Guia para recolhimento do ICMS Darf: IPI/COFINS/PIS Guia para recolhimento do ISS Férias aviso e pagamento Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 25 26 Funcionamento VII Atividades de Funcionamento VIII Atividades de Encerramento do Exercício I Atividades de Encerramento do Exercício II Atividades de Encerramento do Exercício III Aviso prévio e Rescisão contratual Compras e recuperação de impostos- á vista e a prazo Vendas/ débito de impostos - á vista e a prazo Despesas administrativas Despesas de fabricação- gastos gerais Envio de duplicatas para cobrança, caução, desconto Reembolso de duplicatas descontadas Recebimento de duplicatas em cobrança, caução, desconto Outras transferências de materiais Recolhimento de todos os impostos e encargos sociais: INSS/FGTS/ISS/IPI/ICMS/PIS/COFINS Pagamento de outras despesas apropriadas Folha de pagamento Apropriações diversas Fechamento de livros fiscais e guias de recolhimento de impostos Outras movimentações de entradas e saídas de caixa Pagamento de comissões creditadas Depreciação/calculo e contabilização Outros ajustes e apropriações para encerramento Lançamento de encerramento de balanço Demonstração do Resultado do Exercício Destinação do Resultado do Exercício Balanço Patrimonial Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados Notas explicativas das demonstrações contábeis Emissão do Livro Diário Emissão do Livro Razão Lalur - Livro de Apuração do Lucro Real O programa de estágio curricular supervisionado prevê a utilização de sistema informatizado, com o qual serão realizadas simulações específicas dos ambientes de entidades, sob a supervisão de professor orientador, resultando em avaliação individual. O estágio de que trata este item é regulamentado pela Resolução nº 30-07CEPE de 26/06/07 observada a Lei 11.788 de 25/09/08. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 26 27 6) CONCEPÇÃO METODOLÓGICA: O significado da palavra educação lembra termos como desenvolver, crescer, criar, nutrir e inovar, e, diante dessas expressões, pode-se dizer que toda a vivência envolve o ato educativo permanente, seja de forma intencional ou não, sistemática ou assistemática, que definirá a formação de um profissional competente e preparado para o campo de atuação. A formação de uma consciência profissional será garantida pelo planejamento de ações que envolvem a criação de momentos para que nasçam as situações inovadoras e questionadoras, que devem iniciar em sala de aula, visando levar a análises e reflexões sobre a realidade, na certeza de transformá-la. Dentro deste contexto, o objetivo do Curso de Ciências Contábeis é formar profissional habilitado e competente para intervir no seu campo de atuação com responsabilidade e ética. A meta do curso é oportunizar ao acadêmico uma formação para ser um diferencial na sua área. Sendo assim, serão desenvolvidas as seguintes atividades metodológicas, na busca dos objetivos propostos: • Propiciar uma permanente atualização profissional no contexto técnico e orientação pedagógica ao corpo docente por meio de cursos presenciais ou a distância, participação em seminários, convenções e congressos, como ouvinte, apresentador de trabalhos ou conferencista, entre outros. Ressalta-se que tais meios contemplam dimensões técnicas da área e dimensões didático-pedagógicas. • Formar grupos de docentes para troca de experiências dentro das áreas de concentração e entre as mesmas; • Buscar uma padronização de apresentação e discussão dos planos de ensino das disciplinas; • Buscar o apoio ao desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão; • Firmar convênios com a comunidade pública e privada; • Incentivar o uso de Tecnologia da Informação no processo de aprendizado do aluno, além de instrumentalizá-lo de tais recursos para que possa utilizá-los em seu contexto profissional. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 27 28 O curso adota um plano de ensino padronizado que será utilizado por todos os docentes, em todos os campus e núcleos da instituição, visando planejar a sua atuação adaptando-se às necessidades dos alunos. Para que o acadêmico possa ter visão crítica e atualizada, serão exigidas leituras, estudos de casos, elaboração de resenhas, preparação de seminários, trabalhos de pesquisa, debates, entre outros. No processo ensino-aprendizagem, a postura do docente deve levar em conta os seguintes aspectos: • captar dos acadêmicos as contribuições e os conhecimentos durante a realização das atividades; • auxiliar os alunos a encontrarem um sentido no que estão fazendo, de modo a terem interesse em fazer aquilo que passam a conhecer; • estabelecer metas para que os acadêmicos possam superá-las, com esforço e ajuda necessários; • proporcionar aos acadêmicos autonomia no sentido de estabelecer objetivos, planejar ações para alcançá-los e ter controle na sua realização; • estar atento às capacidades e esforços pessoais, levando em conta a necessidade de nivelamento inicial do conhecimento e o processo por meio do qual adquirem o conhecimento, incentivando competências como meio a favorecer o senso crítico e a regulação da própria atividade. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 28 29 7 CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO Os processos de avaliação desenvolvidos pelo Curso de Ciências Contábeis envolvem a avaliação de aprendizagem discente, avaliação de desempenho docente e avaliação do Projeto do Curso. Em seus aspectos gerais, dar-se-ão em conformidade com os critérios e procedimentos definidos institucionalmente. Em relação à avaliação de aprendizagem, compreende-se a avaliação como um processo permanente, contínuo e sistemático, que envolve as relações de ensino e de aprendizagem e o desempenho acadêmico, permitindo ao aluno reconhecer possibilidades e superar suas dificuldades. A avaliação da aprendizagem busca consolidar mecanismos que permitam ao acadêmico apropriar-se dos conhecimentos trabalhados no decorrer das disciplinas, adquirir as habilidades previstas no Projeto do Curso e desenvolver as competências necessárias para a sua inserção no campo de atuação profissional. Nesta perspectiva, o processo de avaliação deve apresentar instrumentos que permitam identificar no processo de aprendizagem do aluno o grau de assimilação dos conteúdos; os níveis de complexidade das operações de analisar, comparar, aplicar e interpretar postos em ação nas diferentes situações de ensino e de aprendizagem propostas; e, o desenvolvimento de mecanismos e recursos que permitam a realização, em níveis crescentes, de aprendizagens de interesse. Enquanto avaliação de aprendizagem pretende-se diagnosticar o processo de apropriação dos alunos em relação aos conhecimentos através de atividades e técnicas específicas, que deverão acontecer respeitando-se a diversidade das situações pedagógicas e a particularidade de momentos específicos da formação. O caráter continuado da avaliação implica que ao longo de seu processo avaliativo o aluno deverá ser considerado a partir da diversidade das competências e habilidades previstas pelo Curso e desenvolvidas em cada um dos seus momentos. Nas disciplinas, os instrumentos e técnicas de avaliação deverão ser os mais diversos incluindo provas objetivas, dissertativas, relatórios de observação, de trabalho de campo, entrevistas, provas práticas, relatórios, auto-avaliação, etc. Os instrumentos de avaliação (provas, relatórios, artigos, resenhas, análise de casos, entre outros) permitirão aferir, através de notas específicas, o desempenho Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 29 30 dos alunos. Tal desempenho, porém, deverá ser considerado através da avaliação da participação do acadêmico em outros momentos do processo pedagógico, tais como as leituras individuais, pesquisas bibliográficas, participação em debates e seminários, respostas a perguntas dirigidas, trabalhos individuais e em grupo para a sistematização do conhecimento, apresentação de trabalhos, produção de textos (sínteses, resenhas esquemas de idéias-chave). Os procedimentos e instrumentos de avaliação deverão constar no programa de cada disciplina e serem previamente apresentados e acordados entre professor e acadêmicos. Nesse conjunto, o planejamento docente deve indicar estratégias de avaliação coerentes entre si. Ao longo do curso e entre as disciplinas, o processo de acompanhamento da construção de conhecimentos e desenvolvimento de habilidades e competências dar-se-á pelo acompanhamento sistemático da coordenação de curso na definição do calendário das avaliações, no acompanhamento ao cumprimento dos critérios de avaliação e na construção de mecanismos que permitam a coerência entre a metodologia de ensino e avaliação e as concepções e práticas pedagógicas. Serão analisadas as concepções de ensino, aprendizagem e avaliação que fundamentam o plano de execução curricular num todo e em cada disciplina do curso. Além disso, a ação docente deve tomar por princípio o estabelecimento de relações entre as diferentes unidades e áreas de conhecimento envolvidas, propiciando condições para que o estudante estabeleça relações entre diferentes conteúdos das disciplinas e das práticas desenvolvidas ao longo do curso. Na medida em que inserida no processo formativo, a avaliação passa a ser ela mesma compreendida como formação. Avaliar, então, se torna uma competência que exige dos sujeitos envolvidos não apenas reconhecer o domínio de conteúdos, mas sua capacidade de permanentemente estar aprendendo, interagindo e compreendendo as novas demandas que são constantemente apresentadas ao profissional egresso do curso. A avaliação de desempenho docente e avaliação do Projeto do Curso, ambas realizadas de forma on line pelos alunos, possibilita a participação efetiva do corpo discente e também docente na construção de ações que direcionam a melhoria contínua das práticas e conteúdos abordados. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 30 31 8 INTER-RELAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO COM A EXTENSÃO E PESQUISA Para existir uma educação superior de qualidade, torna-se indispensável manter uma interdependência adequada entre ensino, pesquisa e extensão. Como o curso de Ciências Contábeis da Universidade de Caxias do Sul está presente em diversas comunidades regionais, importa propiciar aos acadêmicos e professores do Curso a participação em atividades de extensão, no intuito de promover uma relação bidirecional com a sociedade, buscando mudanças no sentido da promoção da qualidade de vida e do desenvolvimento social. Nesse objetivo, inserem-se nas atividades de extensão desenvolvidas pelos acadêmicos do curso de Ciências Contábeis a prestação de assistência contábil comunitária, por meio da UCS Empresa Júnior. Esta é uma empresa formada e administrada por graduandos e professores da Universidade de Caxias do Sul. Seu maior objetivo é proporcionar aos alunos a oportunidade de aliar os conceitos teóricos vistos em sala de aula com a prática, ou seja, vivenciar o dia-a-dia de uma empresa, atuando também em consultorias para micro, pequenas e médias empresas de Caxias do Sul e região. Na UCS Empresa Júnior os alunos têm um espaço próprio para conciliar a teoria aprendida na sala de aula com a prática do dia-a-dia de uma empresa, os professores e alunos do Curso de Ciências Contábeis atuam na área administrativo-financeira e de controle da gestão, contribuindo em estudos e consultorias referentes a orçamentos e custos, contabilidade tributária, estudo do patrimônio, desenvolvimento de indicadores de performance, avaliação de empresas, processos de integração entre empresas e análise de desempenho das empresas. O Curso possui também atividades de pesquisa na área de custos atuando em empresas da região. Entre os projetos que estão em andamento no momento estão o “Desenvolvimento de uma metodologia para aprimorar a gestão de custos industriais e análise de retorno em projetos de pequeno e médio porte Aplicação em Indústrias da região serrana do Rio Grande do Sul” e “Modelo para identificação do grau de influência dos custos nas fases de PDP sob a ótica do ABC”. Estes estudos buscam a aplicação dos conceitos citados, o apoio para as empresas da região que aderirem aos projetos, assim como, a coleta de dados para divulgações posteriores Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 31 32 aos acadêmicos do curso, buscando assim aliar a teoria vista em sala de aula com a prática organizacional. O Curso desenvolve ainda atividades complementares, inseridas no contexto de educação e cidadania, incluindo eventos que promovem o processo de ensino e de aprendizagem, a troca de saberes e sua democratização e possibilitam aos acadêmicos o exercício de sua cidadania como agentes de transformação social. Essas Atividades envolvem: seminários, congressos, semanas acadêmicas, palestras, iniciação á pesquisa, monitorias. Nestes encontros acadêmicos há uma ampliação da vivência dos alunos com operadores da contabilidade de outras regiões, oportunizando-lhes ampliar horizontes e expandir seus conhecimentos. Colaborando ainda com a função de ensino-apredizagem o Curso de Ciências Contábeis da UCS propicia aos alunos diversos cursos de extensão em áreas específicas de formação às quais estão em evidência no momento ou que representem uma demanda da sociedade acadêmica e comunidade local, estes cursos ocorrem na forma presencial, in company e de educação a distância, além de cursos oferecidos a partir de parcerias com outras instituições. O Curso de Ciências Contábeis propicia também alguns cursos superiores de curta duração que se compõem de um conjunto de atividades sistemáticas de formação, alternativas ou complementares à graduação, estes têm por objetivo possibilitar o acesso, a ampliação, a atualização ou o aprofundamento de conhecimentos em diferentes campos de saber, podendo também ser utilizados para complementar ou aprimorar qualificações técnico-profissionais ou acadêmicas. Justificada por essas reflexões, a proposta do curso de Ciências Contábeis da UCS, visa ao desenvolvimento da atividade de questionamento e de investigação científica. Nesse sentido, trabalho de elaboração de monografia constitui-se num momento/espaço privilegiado no processo da formação do aluno para evoluir significativamente na direção do desenvolvimento de sua autonomia intelectual e do perfil profissional almejado. Além disso, com a monografia, cria-se um ambiente propício ao desenvolvimento permanente de pesquisa, motiva-se acadêmicos e professores a manterem-se atentos e interessados em pesquisar as mais diversas áreas da Ciência Contábil. O desenvolvimento econômico e tecnológico desafia o profissional da Contabilidade a uma reflexão científica e aprofundada sobre as diversas áreas da Ciência Contábil. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 32 33 Desenvolvendo a integração entre o ensino, a pesquisa e extensão, a UCS configurou seus programas de pós-graduação em alguns campis e núcleos onde funciona o Curso de Ciências Contábeis, a partir de um processo que envolveu todas as instâncias acadêmicas, através do planejamento estratégico e de estudos realizados junto aos Municípios de sua área de abrangência. Assim, os cursos, próprios e conveniados, de pós-graduação em nível de especialização em Ciências Contábeis foram estruturados de forma a constituir um espaço formativo e informativo para profissionais da área nos âmbitos regional e nacional, pretendendo-se instituir, com isso, um centro de excelência à pesquisa e à produção científica especializada. Com as propostas de cursos de latu sensu nas mais diversas áreas da Contabilidade, a UCS visa a uma melhoria na qualidade do ensino do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, além do atendimento às demandas da Região. Tais cursos se caracterizam por uma perspectiva crítica e multidisciplinar voltada às questões mais importantes no contexto nacional e internacional, atendendo às expectativas dos contadores em campos de investigação complexos e desafiadores. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 33 34 9) PROJETOS DE DISCIPLINAS 9.1. PROJETOS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DISCIPLINA: UCS0100 – UNIVERSIDADE E SOCIEDADE Ementa: A sociedade contemporânea a partir das transformações histórico-estruturais mais recentes do capitalismo e suas implicações sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais. Cultura política e padrão de dominação característicos da sociedade brasileira. O papel da Universidade na formação profissional multidimensional e cidadã diante dos desafios do século XXI. Objetivo 1. Identificar as dimensões históricas, sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais explicativas da sociedade, do Estado e da cultura brasileira 2. Compreender as relações entre sociedade, Estado e cultura a partir da análise histórico-crítica de processos econômicos, políticos, sociais, culturais e ambientais. 3. Refletir acerca dos desafios da Universidade na formação cidadã e profissional na sociedade contemporânea Conteúdo Programático: 1- Transformações histórico-estruturais da sociedade globalizada. 1.1- A sociedade capitalista 1.2- A reestruturação produtiva 1.3- Inovação Tecnológica 1.4- Globalização e democracia 2- Características históricas da sociedade brasileira 2.1- Padrão de dominação/ resistência/ ideologia 2.2- Cultura brasileira e identidade nacional 2.3- Relações de classes, gênero e etnia 2.4- Identidade e consumo 3 - Universidade e Cultura Brasileira 3.1- A Universidade - conceito e história 3.2- Ensino Superior no Brasil (LDB) 3.3- O Ensino Superior na região e a UCS 3.4- Os desafios da Universidade e a formação do profissional cidadão Metodologia: A disciplina terá a reflexão como pressuposto básico de trabalho no cotidiano da sala de aula, também como forma de motivar a participação efetiva do aluno e seu comprometimento com a própria aprendizagem. O professor, ao orientar o processo de aprendizagem, buscará desenvolver com o grupo uma atitude autônoma. Para tanto serão desenvolvidas atividades individuais ou em grupo com leitura orientada e problematização de textos, estudos dirigidos e voltadas à realidade, seminários e, Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 34 35 sempre que possível, serão utilizadas situações-problema, as quais exijam fundamentos teóricos para sua resolução. Avaliação: A avaliação será sistemática e constante, valorizando a participação, comprometimento e freqüência do aluno. Serão utilizados três Instrumentos de avaliação, sendo, no mínimo, dois individuais por escrito. Também serão avaliadas as diferentes atividades (trabalho de grupo ou individuais), juntamente com o seminário final (ou trabalho final voltado a aspectos da realidade). Para fins de aferição da nota, a composição final do resultado será o somatório das avaliações individuais (50%), trabalhos (30%) e seminário final (20%). Os trabalhos realizados ao longo do semestre em sala de aula não são recuperáveis. Bibliografia Básica BILHÃO Isabel Aparecida (org). Visões do Brasil: realidade e perspectivas. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2003. PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 5 ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. Bibliografia Complementar ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2003. BARBOSA, Lívia. O jeitinho brasileiro: a arte de ser mais igual que os outros. 8.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002. BEHRING, Elaine Rossetti. Brasil em contra reforma: desestruturação do estado e perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003. CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. O Racismo na História do Brasil: mito e realidade. 7. ed. São Paulo: Ática, 2005. CASTELLS, Manoel. A sociedade em rede. Vol. 1. 10 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. CASTRO, Cláudio de Moura e BARROS, Hélio G. O ambiente da inovação e o sucesso pela tecnologia: alguns casos ilustrativos. Disponível em: www.claudiomouracastro.com.br/uploadArquivos/ DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil. 12. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2001. FIORI, Jose Luís da Costa. Os moedeiros falsos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997. GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005. JULIATTO, Clemente Ivo. Parceiros educadores. Estudantes, professores, colaboradores e dirigentes. Curitiba: Champagnat, 2007. LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB). Lei 9394/96 de 20 de dezembro de 1996, disponível em: portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf. MENDONÇA, Ana Waleska P. C. A universidade no Brasil. In: Revista Brasileira de Educação, n. 14, maio/jul/jun/ago, 2000. Disponível em: www.anped.org.br/rbe/rbedigital/RBDE14/RBDE14_09_ANA_WALESKA_P_C_MEN DONCA.pdf. MOROSINI, Marilia. O ensino superior no Brasil. In: STEPHANOU, Maria e BASTOS, Maria Helena C. (orgs.). Histórias e memórias da educação no Brasil. Vol. 3. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 35 36 MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Petrópolis: Vozes, 1999. OCTAVIANI, Eliane Avelar Sertório. Universidade e cidadania. In: Revista Jurídica do curso de pós-graduação em Direito da Unipinhal. Vol. 1, n.1, jan/jun de 2005. Disponível em: www.unipinhal.edu.br/ojs/revistajuridica. OLIVEN, Ruben. Cultura Brasileira e Identidade Nacional (O Eterno Retorno). In: MICELI, Sérgio (Org). O que ler na Ciência Social Brasileira. São Paulo: Ed. Sumaré/ANPOCS, 2002. PASTORE, José. O trabalho do futuro: desafios da juventude brasileira. Palestra proferida no Congresso de Educação 2008 promovido pelo SENAI de Belo Horizonte, MG, em 16/06/08. Disponível em: www.josepastore.com.br/artigos/em/em_119.htm. REBELATTO, Jose Rubens . Área de Conhecimento e Campo de Atuação Profissional: uma distinção fundamental para gerenciar a qualidade do trabalho. Revista IGLU- Instituto de Gestion Y Liderazgo Universitario, Quebec, v. 11, n. 7, p. 97-113, 1997. SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o estado democrático. 7 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. SINGER, Paul. Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas. São Paulo: Contexto, 1998. SINGER, Paul. O capitalismo - sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. 5 ed. São Paulo: Moderna, 1987. SORJ, Bernardo. A nova sociedade brasileira. 2.ed. rev. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. TRINDADE, Helgio. A universidade em ruínas na república dos professores. 2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 36 37 DISCIPLINA: SIS0222 Informática Básica Ementa: Conceitos básicos. Histórico. Hardware: componentes do computador. Software: sistema operacional, linguagens de programação, programas aplicativos e utilitários. Utilização do sistema operacional e de programas aplicativos. Objetivo: Familiarizar o aluno com a nomenclatura básica utilizada na área de processamento de dados e com o uso do computador através da prática em laboratório com softwares de uso geral. Conteúdo Programático: 1 Introdução a Informática 1.1 Conceitos 1.1Conceitos Fundamentais 1.2 História e Evolução do Computador 2 Sistema Operacional 2.1 Configurações Básicas 2.2 Gerenciador de Arquivos e Pastas 3 Internet 3.1 Correio Eletrônico 3.2 Navegadores 3.3 Mecanismos de Busca 4 Apresentação Eletrônica 4.1 Comandos de Edição e Formatação 4.2 Modelos 4.3 Assistente de Desenho 4.4 Animações 5 Editor de Texto 5.1 Comandos de Edição e Formatação 5.2 Criação de Tabelas 5.3 Estilos 5.4 Geração de Índice 5.5 Assistente de Desenho 5.6 Mala Direta 6 Planilha Eletrônica 6.1 Comandos de Edição e Formatação 6.2 Fórmulas e Funções 6.3 Referências Absolutas e Relativas Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 37 38 6.4 Vínculos 6.5 Gráficos 7 Editor de Páginas Web Metodologia: As aulas serão expositivas e dialogadas, em sala de aula informatizada (laboratório de informática), com o professor podendo fazer uso de recursos didáticos, tais como retroprojetor e/ou datashow para a apresentação dos temas da disciplina. Durante as aulas, serão sugeridos trabalhos relativos ao assunto estudado, sendo que alguns poderão ser realizados extra-classe. Avaliação: Deverão ser realizadas 2 avaliações contemplando áreas diferentes (P1, P2) e um trabalho (T1). A nota do trabalho poderá corresponder a média de notas de trabalhos realizados pelo aluno ao longo do semestre sendo, neste caso, calculada de acordo com os critérios definidos pelo professor da disciplina (média aritmética, harmônica, ponderada, etc). Será considerado aprovado o aluno que atingir média harmônica maior ou igual a 6 (seis) e freqüência igual ou superior a 75%. Se esta média não for alcançada, o aluno poderá, no último dia de aula, recuperar uma das duas áreas (P1 ou P2), a sua escolha, substituindo desta forma a nota antiga pela nova. A nota do trabalho não poderá ser recuperada. Bibliografia Básica: VELLOSO, F.C. Informática: conceitos básicos. 4. ed. rev. Atual. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997/1999. MEYER, M. BABER, R. PFAFFENBERGER, B. O Nosso Futuro e o Computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. Bibliografia Complementar: HALVORSON, M. Microsoft Office 2000 Professional: guia autorizado. São Paulo: Makron Books, 2001. RAMALHO, J. A Descobrindo Windows 98. São Paulo: Makron Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 38 39 DISCIPLINA: ECO0105 - FUNDAMENTOS DE ECONOMIA EMENTA Conceitos e modelos básicos da teoria econômica, fatores de produção, demanda e oferta, formação dos preços, teoria da produção, teoria dos custos, competição, mercados, micro-macro, moeda, políticas econômicas e aspectos da economia internacional. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Capacitar o aluno a compreensão dos fundamentos da ciência econômica, com ênfase na microeconomia, introduzindo o aluno em algum dos principais conceitos da economia, habilitando-o ao entendimento do processo decisório dos principais agentes da economia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • IDENTIFICAR alguns dos principais conceitos existentes na teoria econômica, nos aspectos micro e macroeconômicos relacionando-os com a atualidade brasileira e mundial; • RELACIONAR os diversos agentes econômicos, as diversas correntes econômicas e as principais variáveis que afetam o funcionamento da economia. • ANALISAR o comportamento dos agentes econômicos e das principais variáveis que determinam o funcionamento dos mercados • CONHECER o princípio básico do funcionamento do mercado e da organização econômica CONTÉUDO INTRODUÇÃO A ECONOMIA:princípios, fatores de produção, agentes econômicos, o problema da escassez, alocação e distribuição de recursos: os problemas econômicos, principais escolas econômicas (mercantilismo, fisiocracia, clássicos, monetaristas e keynesianos), sistemas econômicos. OS PRINCÍPIOS DA OFERTA E DA PROCURA : Teoria da Demanda : a teoria da utilidade,a teoria da escolha, preferências do consumidor, equilíbrio do consumidor, demanda individual e de mercado, elasticidades Teoria da Oferta: teoria da produção, análise de curto prazo, análise de longo prazo, custos (análise de curto e longo prazo e maximização de lucros) ESTRUTURA DE MERCADO: concorrência perfeita, concorrência monopolística, oligopólio, monopólio, oligopsônio e monopsônio. PRINCÍPIOS DE MACROECONOMIA: Metas da Macroeconomia: estabilidade de preços, alto nível de emprego, distribuição equitativa da renda e desenvolvimento econômico. Princípios básicos da contabilidade nacional: Medidas da Atividade Econômica (PIB, renda, poupança, investimento); Valores reais e valores nominais; Teoria da Determinação da Renda (Renda versus despesa, Oferta agregada, desemprego e nível geral de preços, Demanda agregada, A renda nacional, consumo privado, investimento e gastos do governo, exportação e importação de equilíbrio) Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 39 40 POLÍTICAS ECONÔMICAS, METAS E INSTRUMENTOS: Política Monetária: Moeda: conceito, funções; Oferta e demanda de moeda; Sistema financeiro brasileiro e Inflação(conceito, causas e efeitos) Política Fiscal: Políticas de arrecadação e gastos do governo Política cambial: Regimes de Taxas de câmbio e Formação da taxa de câmbio Política de renda: Caracterização ELEMENTOS DE COMÉRCIO INTERNACIONAL, CONCEITOS FUNDAMENTAIS: .Teoria do Comércio Internacional, Balanço de Pagamentos e Globalização, regionalização do comércio internacional e os países em desenvolvimento. METODOLOGIA O desenvolvimento da disciplina prevê a utilização do método expositivo-dialogado por meio de procedimentos didáticos que podem envolver : leitura crítica e análise de textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão, exibição de filmes e documentários, exercícios analíticos e síntese dos temas propostos nas leituras reflexivas e uso de exemplos cotidianos. AVALIAÇÃO Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos conforme instruções do professor. Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0(soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou mais de presenças em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ROSSETTI, J. Paschoal. Introdução à Economia. 16ª ed. São Paulo: Atlas, 1994 SOUZA, Nali de Jesus et alli. Introdução à Economia. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 1997. TROSTER, Roberto Luis e Mochón, Francisco. Introdução à Economia. São Paulo. Makron Books, 2002. PINHO, Diva Benevides & Vasconcellos, Marco A. (orgs.). Manual de Economia. 5ª edição. São Paulo. Editora Saraiva. 2005 VASCONCELLOS, Marco A.S. ; GARCIA, M. E. Fundamentos de Economia. São Paulo. Editora Saraiva. 2003. COMPLEMENTAR: FUSFELD, Daniel. A Era do Economista. São Paulo: Saraiva, 2001. MILLER, Roger, Microeconomia. 1ª ed. São Paulo: MacGraw-Hill do Brasil, 1981. PINDYCK, Robert e RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. São Paulo. McGrawHill do brasil, 1994. VASCONCELLOS, Marcos A.S. Economia: Micro e Macro. São Paulo: Atlas, 2000. SITES PARA PESQUISA www.fgv.br – Fundação Getúlio Vargas www.cni.org.br – Confederação Nacional da Indústria Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 40 41 www.ibge.gov.br – IBGE www.bacen.gov.br – Banco Central www.fee.tche.br – Fundação de Economia e Estatística – FEE-RS www.mdic.gov.br - Ministério do Desenvolvimento www.ufrgs.br/ppge - Programa de Pós-Graduação em Economia da UFRGS www.ipea.gov.br - Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 41 42 DISCIPLINA: MAT0337 MATEMÁTICA I Ementa: Funções: conceito, domínio, imagem, gráfico e aplicações. Tipos de função: linear, quadrática composta, exponencial e logarítmica. Limites e derivadas: conceito e aplicações. Regras de derivação. Taxas de variação. Análise marginal. Máximos e mínimos relativos e absolutos. Resolução de problemas aplicados. Objetivo: Desenvolver o raciocínio lógico-matemática para interpretar, produzir e resolver modelos matemáticos aplicados às áreas de Administração. Conteúdo Programático: 1. Revisão: Conjuntos numéricos. Operações matemáticas. Equações de 1º e 2º graus. Inequações. Produtos notáveis. Percentagem. 2. Função: domínio, imagem, gráficos. Tipos de função: - Função linear: Equação da reta. Retas paralelas e perpendiculares. - Função quadrática - Função composta - Interseção de gráficos. Nivelamento e equilíbrio de mercado - Função exponencial. - Função logarítmica. - Juros compostos. 3.Diferenciação: - Limites. Conceito e dedução de derivada. - Técnicas de derivação. - Taxas de variação. - Análise marginal. - Máximos e mínios relativos. - Máximos e mínimos absolutos. - Problemas de otimização. Metodologia: As aulas serão expositivo-dialogadas, proporcionando uma interpretação adequada dos conteúdos e seus modelos. Serão realizados trabalhos em grupo, com a finalidade de fixar conteúdos, trocar idéias e proporcionar um entrosamento melhor entre os alunos. Avaliação: O aluno será avaliado sobre os conteúdos desenvolvidos no semestre, conforme objetivos explicitados durante seu desenvolvimento. O aluno fará duas provas individuais: a primeira com peso 3 e a segunda com peso 5, além de trabalhos, com peso total 2. O aluno com média maior a seis, na última semana fará prova de recuperação de uma das provas anteriores, substituindo seu valor. Se a nova média for maior ou igual a seis, o aluno será considerado aprovado. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 42 43 A abordagem do conteúdo se dará , fundamentalmente , através de duas atividades em sala de aula: a exposição e discussão dos assuntos e da resolução dos exercícios propostos na bibliografia básica. Bibliografia Básica: HOFFMANN, BRADLEY ( 2002). Cálculos, um curso moderno e suas aplicações. 7. ed. Rio de Janeiro: Ltda. Livros Técnicos e científicos Editora Ltda. MEDEIROS e outros (1999). Matemática para os cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. 5 ed.São Paulo: Ed. Atlas, AS. VERAS, Lidia Madeira. Matemática Aplicada à Economia. São Paulo. Editora Atlas. Bibliografia Complementar: TAN, S. T. (2001). Matemática aplicada á Administração e Economia. São Paulo: Pioneira. GOLDSTEIN, L e OUTROS ( 2000) Matemática Aplicada para economia, administração contábeis. 8.ed.Porto Alegre. Editora BOOKMAN. LEITHOLD, L. (1988). Matemática aplicada à Economia e Administração. São Paulo. Editora Harbra. WEBER, J. (1986). Matemática para Economia e Administração. 2.ed. São Paulo. Editora Harbra. PEGHER, R. E HALMENSCHLAGER, V.L.S. Matemática aplicada. Unilasalle. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 43 44 DISCIPLINA: COT0212 - TEORIA DA CONTABILIDADE 1. EMENTA: Fundamentos epistemológicos da contabilidade, evolução histórica e escolas de pensamento contábil. Órgãos reguladores dos Procedimentos contábeis. Princípios fundamentais de contabilidade, postulados e convenções, análise conceitual das diferenças entre princípios fundamentais de contabilidade e princípios de contabilidade geralmente aceitos. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral O objetivo fundamental da disciplina Teoria da Contabilidade é propiciar a formação de uma fundamentação teórica e histórica que permita a compreensão da estrutural teórico-conceitual da contabilidade para o futuro exercício profissional. Objetivos Específicos • Apreender os conceitos fundamentais de Teoria da Contabilidade e a evolução histórica do pensamento contábil; • Observar e compreender distinções no âmbito da Teoria da Contabilidade; • Examinar a questão dos princípios contábeis e da regulação de procedimentos contábeis. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Panorama atual da profissão contábil no Brasil e no mundo Fundamentos Epistemológicos Da Contabilidade Definição e objetivos da contabilidade Fundamentação da contabilidade como ciência Evolução histórica do pensamento contábil Origens da contabilidade O surgimento da moderna contabilidade e o panorama econômico, histórico e cultural do final do século XV Escolas de pensamento contábil Evolução histórica da contabilidade no Brasil Estrutura conceitual contábil no Brasil e nos Estados Unidos : estrutura e aspectos culturais Órgãos reguladores da contabilidade Princípios contábeis Princípios contábeis geralmente aceitos Postulados, convenções e princípios fundamentais de contabilidade Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 44 45 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 A avaliação consistirá em duas provas e um trabalho escrito sobre texto da bibliografia. 6. BIBLIOGRAFIA 6.1) Bibliografia Básica LOPES, A. B.; MARTINS, E. Teoria da contabilidade: uma nova abordagem. 1º Edição. São Paulo: Atlas, 2005. HENDRIKSEN, E. S.; VAN BREDA, M. F. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 1999.1º edição. IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Introdução à teoria da contabilidade: para o nível da graduação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. SCHIMIDT, P. História do pensamento contábil. Porto Alegre: Bookmann, 2000. 1º edição. 6.2) Bibliografia Complementar IUDÍCIBUS, S. de. Teoria da contabilidade. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1997. LOPES DE SÁ, A. História geral e das doutrinas da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1997. 1º edição. LOPES DE SÁ, A. Princípios Fundamentais de Contabilidade. 2.ed. ver. Ampl. São Paulo: Atlas, 1999. LOPES DE SÁ, A. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2006. 4º edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 45 46 DISCIPLINA: UCS0101 - LEITURA E ESCRITA NA FORMAÇÃO UNIVESITÁRIA Ementa: Práticas de leitura e de escrita como forma de conhecimento, de ação e de interação. Estudo e emprego de processos discursivos implicados na leitura e na produção de gêneros escritos e orais de circulação geral e acadêmica em diferentes meios, com ênfase em processos argumentativos. Uso de estratégias metacognitivas de leitura e produção oral e escrita. OBJETIVOS Geral Contribuir para o desenvolvimento da competência discursiva escrita e oral em diferentes meios, enfatizando os processos argumentativos, com vistas à autonomia do aprendiz no âmbito da formação universitária. Específicos (Re) Construir o contexto situacional tanto na leitura quanto na produção: quem escreve, para que(m) escreve, qual sua função social, cultural, histórica, política, em qual meio circula o texto. Estabelecer e identificar a interação entre leitor-autor-texto nos seus respectivos contextos de produção. Localizar informações pontuais a partir de objetivos definidos. Distinguir informações principais e secundárias, implícitas e explícitas, de acordo com objetivos pré-definidos. Analisar o processo argumentativo em textos multimodais: 1.estabelecendo relações, comparações (semelhanças e contrastes) em diferentes situações; 2.detectando contradições; 3.reconhecendo a repercussão das escolhas linguísticas realizadas; 4.extraindo conclusões por dedução ou indução; 5.identificando tese, argumentos e evidências; 6.criticando dados apresentados. Selecionar fontes confiáveis de informação; Reconhecer a presença de intertextualidade e interdiscursividade como formadora de sentido em textos; Articular diferentes vozes com a citação e referenciação adequada das fontes; Elaborar a síntese reconstrutiva do texto lido; Planejar, monitorar e avaliar o processo de produção e revisão textual; Utilizar adequadamente os recursos linguísticos e textuais atinentes ao gênero objeto de estudo; Planejar e realizar exposições orais. Conteúdo 1 Prática de leitura e produção de texto através de: 1.1 Análise e prática da constituição do contexto discursivo (produto do quem, onde, quando, para que, como, para quem e por que no uso da linguagem). 1.2 Uso de estratégias para diferentes níveis de leitura. 1.3 Leitura de implícitos. 1.4 Análise e prática dos processos de: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 46 47 I) organização composicional dos gêneros em estudo; II) mecanismos argumentativos; III) marcas linguístico-textual-discursivas dos gêneros (operadores argumentativos, conectores, referenciadores, substituidores, entre outros); IV) intertextualidade e interdiscursividade (incluindo as formas e funções das referências e citações). 1.5 Escrita e reescrita de textos (observando as regras gramaticais e ortográficas da Língua Portuguesa); 1.6 Aspectos lingüístico-textual-discursivos emergentes; 1.7 Consulta às normas da ABNT para apresentação da produção textual acadêmica; 2 Prática de exposição oral. Metodologia A disciplina terá como ponto de partida uma identificação do perfil de leitor e de produtor de textos, aprendiz nesta disciplina. As intervenções do professor terão como fim sensibilizar os acadêmicos para os processos de interação social por meio da linguagem escrita e falada, usada não somente no meio universitário. O professor será orientador da disciplina e buscará desenvolver com o grupo uma atitude autônoma de aprendizado, com base em estratégias de leitura (objetivo, inferência, conhecimento prévio, relação entre leitor-autor-texto...) e de produção (reflexão, planejamento, monitoramento, revisão para escrita e reescrita) de textos multimodais. As atividades orientadas partirão de situações enunciativas que poderão culminar em projetos de trabalho. Para isso, serão utilizados meios diversos, como trabalhos individuais, ou em pequenos ou grandes grupos, aulas em laboratório, etc. Avaliação O professor acompanhará o processo de cada aprendiz, realizando avaliação constante, buscando (re)direcionar o trabalho de forma a auxiliar o acadêmico na superação de suas dificuldades. Desse modo, serão desenvolvidos, no mínimo, três instrumentos de avaliação, com percentuais crescentes, que objetivem evidenciar as aprendizagens efetivadas. Bibliografia Básica FARACO, C. A.; TEZZA, C. C. Oficina do texto. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. GARCEZ, L. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever aprendendo a pensar. 24.ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004. MINIDICIONÁRIO HOUAISS da Língua Portuguesa. São Paulo: Objetiva, 2008. MOTTA-ROTH, D. (org.). Redação acadêmica: princípios básicos. Santa Maria: UFSM, 2001. VIANA, A. C.; VALENÇA, A.; CARDOSO, D. P. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006. Bibliografia Complementar ABREU, A. S. Curso de redação. 9.ed. São Paulo: Ática, 1999. ______. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 5. ed. Cotia (SP): Ateliê Editorial, 2002. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 47 48 ANDRADE, M. M; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2007. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Citações. NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002. ______. Referências bibliográficas. NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002. BARBOSA, S.; AMARAL, E. Escrever é desvendar o mundo: a linguagem criadora e o pensamento lógico. 17.ed. Campinas, SP: Papirus, 2004. BUOGO, A. L.; CHIAPINOTTO, D.; CARBONARA, V. O desafio de aprender: ultrapassando horizontes (orgs.). Caxias do Sul: EDUCDS/NEAD, 2006. CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção: escritura de texto. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2001. CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria & prática. 11. ed. São Paulo: Pontes, 2007. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2006. MACHADO, Anna Rachel (coord.). Planejar gêneros acadêmicos. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008. SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. SQUARISI, D.; SALVADOR, A. Escrever melhor: guia pra passar os textos a limpo. São Paulo: Contexto, 2008. ZANOTTO, Normelio. Português para uso profissional: facilitando a escrita. 3. ed. rev. at. Caxias do Sul: Educs, 2003. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 48 49 DISCIPLINA: SOC0242 SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES Ementa: Compreensão da relação da Sociologia com a administração e sua importância no planejamento estratégico das organizações econômicas. Análise sociológica dos processos de organização e de gestão do trabalho na sociedade capitalista. Análise da relação das organizações com o Estado e suas implicações econômicas, políticas, sociais e ecológicas. Objetivo: Instrumentalizar os alunos para a análise crítica das organizações, criando situações de ensino nas quais os alunos possam: (a) identificar as abordagens sociológicas das organizações; (b) entender a dinâmica de funcionamento das organizações capitalistas; (c) compreender as tendências econômicas, políticas e sociais. Conteúdo Programático: 1. Introdução à Sociologia: história, objeto e método sociológico em Comte, Durkheim, Mark e Weber . 2. A sociedade capitalista: surgimento, fases e crises do capitalismo. 3.Reestruturação produtiva: transformações do mundo do trabalho, dos mercados e da força de trabalho, fordismo, toyotismo e acumulação flexível, questões de gênero e cultura organizacional, automação e microeletrônica. 4. O Estado e as diferentes organizações: o Estado Liberal, o Estado do Bem-Estar Social, o Estado Socialista e o Estado Neoliberal e suas relações com as diferentes organizações. 5. O desenvolvimento sustentável, as organizações e os problemas ecológicos. Metodologia: - Aulas expositivas; Trabalhos em grupo; Seminários; Apresentação de trabalhos. Avaliação: Para a avaliação do desempenho dos alunos, levar-se-á em consideração os objetivos propostos neste programa e utilizar-se-á os seguintes instrumentos: duas provas, ficha de leitura orientada, seminário, trabalhos em sala de aula. Bibliografia Básica: ANTUNES, Ricardo & Moraes Silva, MARIA. O Avesso do Trabalho. São Paulo: Expressão Popular, 2004. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 49 50 BRUM, Argemiro J. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. 17 ed. Petrópolis/Rio de Janeiro: Vozes, 1997. CARMO, Paulo Sérgio do. O trabalho na economia global. São Paulo: Editora Moderna, 1997. POCHMANN, Marcio. O Emprego na Globalização. São Paulo: Bomtempo, 2001. SADER, Emir. Pós-Neoliberalismo II: Que Estado, para que Democracia. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 2001. TOMAZI, Nelson Dácio. Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual Editora, 2001. Bibliografia Complementar: ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? São Paulo> Cortez. 1995 BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e Meio Ambiente. As estratégias de mudanças da agenda 21. Petrópolis: vozes, 1997. BRENER, Jayme. Regimes Políticos. São Paulo: Scipione, 1994 BRITO, Sulivan Pereira. A Sociologia e a Abordagem Sistêmica. São Paulo: Papirus, 1995. CASTELLS, Manuel. O Poder da Identidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999. _____________.Fim de Milênio Tempo de Mudanças. Rio de Janiro: Paz e Terra. 1999 _____________. A Sociedade em Rede. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999. CATTANI, Antonio David. (org.) Trabalho e Tecnologia: Dicionário Crítico. Petrópolis: Vozes, Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1997. COSTA, Maria C. C. Sociologia: Introdução a Ciência da Sociedade. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1997. DOMINGUES, José Maurício. Sociologia e Modernidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. DRUCKER, Peter. As novas realidades. São Paulo: Pioneira, 1997. DUPAS, Gilberto. O Mito do Progresso. São Paulo: Editora Unesp, 2006 FIGUEIREDO, Wilma. Produção Social da Tecnologia. São Paulo: EPU, 1989 FLEURY, Afonso e FLEURY, Maria T. L. Aprendizagem e Inovação Organizacional. São Paulo: Saraiva, 1995. FLEURY, Afonso. Organização do Trabalho. São Paulo: Atlas. 1994. FREITAS, Marcos C. de. A Reinvenção do Futuro. São Paulo: Cortez, 1996. GIDDENS, Anthony. Sociologia . 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. HARVEY,, David. Condição Pós Moderna. São Paulo: Edições Loyola, 1992 HOBSMAWM, Eric. Era dos Extremos. S. Paulo. Companhia das Letras, 1995. KUMAR, Krishan. Da Sociedade Pós-Industrial à Pós-Moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 1997. LEITE, Maria de Paula. O Futuro do Trabalho. São Paulo: Scritta, 1995 WERNER, Walter. Organização Participativa. São Paulo: Atlas. 1996 LIPIETZ, Alain. Audácia: Uma Alternativa para o Século 21. São Paulo: Nobel, 1991. MANCE, Euclides André. A Revolução das Redes. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1999. MARCON, Christian e MOINET, Nicolas. Estratégia Redes RS. Caxias do Sul: EDUC, 2001 mais, Domenico de. O Futuro do Trabalho: Fadiga e Ócio na Sociedade PósIndustrial. Rio de Janeiro: José Olympio; Brasília: UNB, 1999. MATTOSO, Jorge. O Brasil Desempregado. São Paulo: Perseu Abramo, 1999. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 50 51 MOONEY, Pat Roy. O Século XXI. Erosão, Transformação Tecnológica e Concentração do Poder Empresarial. São Paulo: Expressão Popular, 2002. OLIVEIRA, Silvio Luiz. Sociologia das Organizações. São Paulo: Pioneira, 1999. OHNO, Taichi. O Sistema Toyota de Produção. Além da Produção em Larga Escala. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. PENNA, Carlos Gabaglia. O Estado do Planeta. Sociedade de consumo e degradação ambiental. Rio de Janeiro: Record, 1999. SADER, Emir(Org). Pós-Neoliberalismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. SANTOS, F. de Araujo. O Liberalismo. Porto Alegre: UFRGS, 1991. SKLAIR, Leslie. Sociologia do Sistema Global. Rio de Janeiro: Vozes, 1995. TORRES, A. S.Jr. Integração e Flexibilidade. São Paulo: Alfa-ômega, 1994. AGENDA 21 BRASILEIRA Ações Prioritárias/ Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional. Brasília, 2002. (www.mma.gov.br). VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2005. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 51 52 DISCIPLINA - ADM0750 FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO Ementa: Primórdios da Administração. Teorias da administração e da organização. Interação das funções de planejamento, organização, direção, controle e coordenação. Análise do planejamento. Estudo de funções da direção. Análise da autoridade e do poder. Estudo do processo de tomada de decisões. Estudo do controle; Identificação da organização: estrutura organizacional – tipos e princípios, descentralização e delegação de autoridade, amplitude administrativa, níveis hierárquicos e administração participativa, linha e assessoria. Reflexão sobre mudanças organizacionais. Objetivo: Fornecer ao aluno uma visão do processo administrativo e sua importância nas organizações; Apresentar as principais teorias da Administração e sua relações com as organizações na atualidade. Conteúdo Programático: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES AS ORIGENS E PRINCIPAIS TEORIAS AS ORGANIZAÇÕES O PROCESSO ADMINISTRATIVO: Planejamento, Organização, Direção e Controle AS NOVAS ABORDAGENS NA ADMINISTRAÇÃO OS EFEITOS DA GLOBALIZAÇÃO DIFERENCIAIS COMPETITIVOS A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA MODELOS ORIENTAIS DE GESTÃO Metodologia: O desenvolvimento da disciplina prevê a utilização do método expositivo-dialogado por meio de procedimentos didáticos que podem envolver: leitura crítica e análise de textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão, exibição de filmes e documentários, exercícios analíticos. Avaliação: Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos conforme instruções do professor. Será considerado aprovado, o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou mais de presenças em sala de aula. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 52 53 Bibliografia Básica: CHIAVENATTO, Idalberto. INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO – 7ª Ed. São Paulo> Ed. Campus, 2003. CARAVANTES, Geraldo R., PANO, Cláudia C., KLOECKNER. ADMINISTRAÇÃO – TEORIAS E PROCESSO. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONSELOS, Isabella F. Gouveia. *Teoria geral da adminstração*.3.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006 Bibliografia Complementar: MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO – DA REVOLUÇÃO URBANA À REVOLUÇÃO DIGITAL. São Paulo: Atlas, 2004. MORGAN, Garet. *Imagens da organização*. São Paulo: Atlas, 1996. MONTANA, Patrick J. E Charnov, Bruce H. ADMINISTRAÇÃO – 2ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003. MOTTA, Fernando C. Prestes. *Teoria das organizações: *evolução e crítica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. MORAES, Anna Maris Pereira de. Iniciação ao Estudo da Administração. São Paulo: MAKRON Books, 2000. SILVA, Reinaldo O. da. Teoria da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. PERIÓDICOS: - Revista Amanhã Revista Brasileira de Administração Revista Exame Revista Isto É Dinheiro Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 53 54 DISCIPLINA: COT0254 FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE I 1. EMENTA: Noções básicas de contabilidade. Estudo do Patrimônio e suas variações. Estudo da gestão e suas variações. Elenco de contas. Procedimentos básicos de escrituração. Noções gerais das Demonstrações Contábeis. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral A presente disciplina busca propiciar ao acadêmico um conhecimento básico numa relação teórico-prática que permitirá uma visão geral da contabilidade. Objetivos Específicos A disciplina de Fundamentos de Contabilidade I está inserida no Curso com a finalidade de capacitar o aluno a: - Compreender os conceitos básicos utilizados na Contabilidade; - Identificar de forma clara os conceitos vistos; - Usar o raciocínio lógico da Contabilidade para a tomada de decisão. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Empresas e entidades: definições e aspectos formais gerais (forma jurídica e tributária); Contabilidade e o campo de sua aplicação: evolução histórica da contabilidade, conceito, objeto, finalidade, usuários da informação contábil, campo de aplicação, técnicas contábeis, demonstrações contábeis, princípios contábeis fundamentais; Patrimônio: conceito, componentes, aspectos qualitativo e quantitativo, representação gráfica do patrimônio, equação fundamental do patrimônio, situações líquidas patrimoniais, formação do patrimônio (investimentos e financiamentos patrimoniais), balanço patrimonial; Gestão: conceito, aspectos da gestão, despesas, receita e resultado, regimes contábeis, demonstração de resultado do exercício, atos e fatos contábeis; Escrituração contábil: definição, origens e aplicações, mecanismo débito e crédito, balancete de verificação, razão; Plano de Contas: definição, divisão e função das contas, regras básicas para débitos e créditos, contas patrimoniais e contas de resultado, modelo de plano de contas; Livros Fiscais: definição, principais livros fiscais. 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 54 55 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, 2000.1º edição. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo. Atlas.2006. 10º Edição. MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2006. 8º edição. 6.2) Bibliografia Complementar GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição. HAMILTON, Luiz Favero. Contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas,2006. 4º Edição. LOPES DE SÁ, Antônio. Dicionário de contabilidade. São Paulo: Atlas, 2005.10º Edição. TOIGO, Renato F. Introdução à contabilidade. Caxias do Sul: EDUCS, 1999. 3º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 55 56 DISCIPLINA - EST0227 ESTATÍSTICA I Ementa: Estatística descritiva: Organização de dados em série e em distribuição de freqüências; Tabelas e gráficos; Medidas de tendência e central e medidas de variabilidade. Estatística indutiva: Teoria da probabilidade; Modelos discretos e contínuos de probabilidade. Amostragem: Conceitos; Distribuição amostral das médias; Intervalo de estimação da média. Testes de hipóteses paramétricos: Testes da média em grandes e pequenas amostras. Objetivo: Fornecer métodos para coletar, organizar, resumir e comunicar dados; para fazer inferências através de observações para um universo maior de observações potenciais. Proposição de métodos inferenciais que permitam conclusões que transcenda os dados imediatos obtidos. Estudar modelos, matemáticos que permitam o tratamento de dados observados, com vistas a conclusões e generalizações, através de métodos aplicados. Medir a variabilidade na ocorrência do mesmo e a incertreza associada a essa ocorrência. Conteúdo Programático: 1 Estatística descritiva 1.1 Conceitos e considerações gerais 1.2 Organização de dados em séries 1.3 Tabelas e gráficos 1.4 Distribuições de freqüência 1.5 Representação gráfica de uma distribuição de freqüência 1.6 Medidas de tendência central: média, moda e mediana. 1.7 Medidas de variabilidade: variância, desvio padrão e coeficiente de variabilidade 2 Probabilidade 2.1 Teoria elementar da probabilidade: conceitos fundamentais , definições e propriedades. 2.2 Distribuição discreta de probabilidade: esperança matemática, variância e desvio padrão. Distribuição Binomial. Distribuição de Poisson. 2.3 Distribuição contínua de probabilidade. Distribuição normal. 3 Amostragem 3.1 Processos de amostragem : aleatória simples, sistemática, proporcional estratificada. 4 Distribuição amostral de médias e proporções. 4.1 Média da distribuição amostral de médias e proporções. 4.2 Desvio padrão ou Erro padrão da distribuição amostral de médias e proporções. 5 Estimação 5.1 Intervalos de confiança para a média e para a proporção da população em grandes amostras. 5.2 Intervalos de confiança para a média da população em pequenas amostra. Distribuição de Student. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 56 57 6 Testes de hipóteses. 6.1 Bilaterais em grandes amostras para a média e para proporção. 6.2 Bilaterais em pequenas amostras para a média. Metodologia: A abordagem do conteúdo se dará, fundamentalmente, através de duas atividades em sala de aula: a exposição e discussão dos assuntos e da resolução dos exercícios propostos na bibliografia básica. Avaliação: (a) O rendimento acadêmico será avaliado mediante três Provas Parciais P1, P2 e P3, com conteúdo e data definidos no cronograma, realizadas ao longo do semestre, cada uma valendo 100 pontos. O aluno será considerado aprovado se obtiver Média Aritmética M nas notas parciais, M= (p1 + P2 + P3)/3, igual ou superior a 60. (b) Ao aluno que não tenha sido aprovado pelo critério acima, ao final do semestre em data definida no cronograma, serão oferecidas Provas de Recuperação para, no máximo, duas Provas Parciais. Bibliografia Básica: VIEIRA, Sonia, Princípios de Estatística. Editora Pioneira, 1999. DOWING, D. E CLARK, J. Estatística Aplicada. Editora Saraiva, 1998. SPIEGEL, M. R. Estatística. Makron Books, 1993. STEVENSON, W. J. Estatística Aplicada à Administração. Editora Harbra, 198. Bibliografia Complementar: LOPES, P. ª Probabilidade & Estatística. Reichmann & Affonso Editores, 1999. TRIOLA, M. Introdução à Estatística. Livros Técnicos e científicos, 1999. FREUND, J. & GARYM, ª Estatística Aplicada. Bookman Companhia Editora, 2000. LAPPONI, J. C. Estatística usando Excel 5 e 7, Lapponi Treinamento e Editora Ltda, 1997. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 57 58 DISCIPLINA – UCS0104 – EPISTEMOLOGIA Ementa: Estudo das bases conceituais da epistemologia. Avaliação dos critérios epistemológicos do fazer científico. Reflexão sobre os procedimentos metodológicos do fazer científico. Estudo sobre ciência, ética e sociedade. Objetivo: 1. Distinguir entre as diferentes formas de conhecer (senso comum, ciência, filosofia, arte, mitologia e religião). 2. Compreender o que é epistemologia e suas implicações nas diversas áreas do conhecimento. 3. Compreender os processos de construção e de validação do conhecimento científico em diferentes áreas do conhecimento. 4. Compreender a ciência como construção humana, crítico/criativa, falível, mutável e histórica. 5. Analisar os pressupostos epistemológicos do fazer científico. 6. Estabelecer relações entre a ciência, ética e sociedade. Conteúdo Programático: I- Bases conceituais da epistemologia a) Epistemologia: conceito e função b) Tipos de conhecimento: Senso Comum; Mítico; Científico; Filosófico; Religioso; Estético. II- Critérios epistemológicos do fazer científico a) Historicidade da construção do conhecimento científico b) Objetividade, c) Intersubjetividade III- Procedimentos metodológicos do fazer científico a) Processos de construção e de validação do conhecimento científico em diferentes áreas do conhecimento. b) Formas de argumentação válidas e não válidas (diferença entre verdade e validade, indução e dedução). c) Distinção entre contexto de descoberta e de justificação IV- Ciência, ética e sociedade. Metodologia: A interação colaborativa (professor/aluno, aluno/aluno, aluno/conhecimento estruturado) será a dinâmica das aulas. Serão utilizadas diferentes estratégias pedagógicas (perguntas, temas geradores, questões-problema elaboradas a partir de situações reais, trabalhos em grupo...) como forma de obter desestabilização cognitiva em relação a pré-conceitos. O uso de textos permitirá ao acadêmico analisar criticamente referenciais epistemológicos, de forma a possibilitar o exame de casos (artigos científicos, filmes, experimentos, etc..) e ampliar sua compreensão e capacidade de justificação do conhecimento científico. Em cada uma das etapas metodológicas serão apresentados textos, exposições orais e análises dos estudos de casos e sínteses pelos próprios alunos. Avaliação: A avaliação levará em conta aspectos formativos e classificatórios. No âmbito formativo, Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 58 59 serão observadas as características da participação, as análises elaboradas a partir dos textos, dos estudos de casos e das situações-problema. Para fins classificatórios serão observados, no mínimo, 3 momentos avaliativos, sendo dois relacionados a produção individual (60%) e um relacionado a trabalho (s) produzido (s) em grupo (40%). Também fará parte da avaliação o levantamento de percepções dos alunos quanto à própria disciplina. Bibliografia Básica: CHALMERS, A. O que é ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993. FOUREZ, Gerard. A construção das ciências: introdução à filosofia e a ética das ciências. São Paulo: UNESP, _1995. JAPIASSU, Hilton. Introdução às Ciências Humanas. SP: Letras e Letras, 1994. KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 24. ed. rev. ampl. Petrópolis: Vozes, 2007. Bibliografia Complementar: ANDERY, Maria Amália et al. Para Compreender a Ciência: uma perspectiva histórica. 9 ed. São Paulo, 2002. BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. BOMBASSARO, L.C. Ciência e mudança conceitual: notas sobre epistemologia e história da ciência. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1995. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2004. FEYERABEN, P. Contra o método. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977. KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1978. KNELLER, G. F. A ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar, 1980. LAKATOS, I. MUSGRAVE, A. A crítica do desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix/EDUSP, 1979. PAVIANI, Jayme. Epistemologia Prática. Caxias do Sul: EDUCS, 2009. POPPER, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1985. ______. Conjecturas e refutações. Brasília: Universidade de Brasília, 1982. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 59 60 DISCIPLINA - PSI0375 PROCESSOS COMPORTAMENTAIS NAS ORGANIZAÇÕES Ementa: O contexto das organizações: do ponto de vista da psicologia e suas interfaces com o mundo do trabalho. Dimensões básicas da análise das organizações: individual, grupal, organizacional e psicossocial. O indivíduo no contexto das organizações: estruturação da personalidade do indivíduo. Processos mentais básico: percepção, memória, atenção, emoção, afetos e motivação. O significado do trabalho para o indivíduo. Vínculos do indivíduo com o trabalho e com a organização no seu período de permanência na empresa. As disfunções organizacionais e sua relação com a saúde mental. Promoção da saúde mental nos ambientes organizacionais. Objetivo: Fornecer condições para que o aluno possa: • discutir conceitos e práticas em comportamento organizacional; • analisar e entender os aspectos do comportamento organizacional; • visualizar os pilares que sustentam os comportamentos organizacional; • analisar a organização com todas as suas característica, sensibilizando-as para a importância de reconhecer e saber lidar com a complexidade organizacional. Conteúdo Programático: Processos comportamentais e suas manifestações no contexto das organizações Percepção Social Comunicação O processo de feedback como processo de mudança e crescimento pessoal e profissional Motivos: conceito e importância Competência interpessoal Liderança Contexto Ambiental e Organizacional Cultura e Clima Organizacional Preparação das pessoas para as mudanças organizacional Abordagens para lidar com a resistência humana frente a processos de mudança organizacional. Metodologia: A disciplina será desenvolvida através da aula expositivo-dialogadas sobre os tópicos do programa e sua contextualização; estudos de casos; leitura e discussão de textos selecionados, seminários que fomentem a participação e a desenvoltura do aluno e desenvolvimento de exercícios individuais e em grupo, em sala de aula. Além disso, serão solicitadas leituras extraclasse de textos relacionados com o conteúdo da disciplina. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 60 61 Avaliação: Levar-se-á em consideração os objetivos propostos neste programa. Serão utilizados os seguintes instrumentos: avaliação formal escrita, estruturação e apresentação dos trabalhos em sala de aula e seminários. Considerar-se-á as atividades em que o aluno envolveu-se, o interesse, freqüência e pontualidade dos alunos em sala de aula e na entrega dos trabalhos. A expressão dos resultados será feita conforme o previsto no Regime Geral da UCS, em artigo 203. Bibliografia Básica: ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 9ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. PIANI, E. M. PEREIRA, S.; RIZZON, L.A. Temas de psicologia social. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1996. Bibliografia Complementar: BERGAMINI, Cecília. W. Psicologia aplicada à administração. S.P. 1996 BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 13.ed. São Paulo: Saraiva, 1999. FRITZEN, S. J. Relações humanas interpessoais: nas convivências grupais e comunitárias. 14.ed. Petrópolis: Vozes, 2002. MOSCOVICCI, F. Equipes dão certo – a multiplicação do talento humano. Ed. José Olímpio, 1998. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 61 62 DISCIPLINA:DIR0353 – DIREITO DO TRABALHO 1. EMENTA: Trabalho: conceito. Direito do Trabalho: evolução legislativa. Relação jurídica do emprego: sujeitos. Contrato de trabalho: formação, vida e extinção. Regulamentação do trabalho (duração da jornada, proteção ao trabalho do menor, mulher e trabalhador nacional, repouso semanal e férias). Noções de Direito Coletivo do Trabalho. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Oportunizar ao aluno familiarizar-se com os conteúdos iniciais do Direito do Trabalho, permitindo-lhe manejar adequadamente os principais conceitos desta parte do direito material. Proporcionar situações de aprendizagem para que ele possa desenvolver habilidades do pensar jurídico de forma autônoma e ética. Objetivos Específicos Proporcionar situações em que o aluno possa caracterizar as leis referentes ao Direito do Trabalho desde a formação do contrato individual até seu término, com o foco na aplicação prática das mesmas. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - - Introdução ao Direito do Trabalho Relação de trabalho e emprego Sujeitos da relação de emprego Contrato individual de Trabalho Contratos especiais de trabalho - temporário - doméstico - rural Jornada de trabalho Remuneração e salário Gratificação Natalina Férias Trabalho da mulher e do “menor” Rescisão do Contrato de Trabalho Direito Coletivo do Trabalho 4. METODOLOGIA: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 62 63 As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bibliografia Básica BRASIL. Constituição Federal - 1988 BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. GOMES, Orlando. Curso de Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Forense. 7. Bibliografia Complementar CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis de trabalho. São Paulo: Saraiva, 2002. MARANHÃO, Délio. Direito do trabalho. Rio de Janeiro: FGV. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: Saraiva. RUSSOMANO, Mozart Victor. Comentários à Consolidação das leis do trabalho. Rio de Janeiro: Forense. SAAD, Eduardo Gabriel. Consolidação das leis de trabalho: comentada. São Paulo: Ltr. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 63 64 DISCIPLINA: DIR0352 – DIREITO EMPRESARIAL I 1. EMENTA: Teoria da Empresa. Conceito de Empresário e Sociedade Empresária. Estabelecimento. Propriedade Industrial. Sociedades Não Personificadas e Personificadas. Sociedades Contratuais (em nome coletivo, em comandita simples e limitada) e Sociedades por Ações (sociedade anônima e em comandita por ações). 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao acadêmico um conhecimento básico do Direito Empresarial Brasileiro sobremodo pelo advento do Código Civil de 2002 que substituiu o modelo da teoria do ato de comércio pela teoria da empresa. Objetivos Específicos Capacitar o aluno a: • Compreender a evolução do Direito Empresarial no Brasil; • Estudar a estrutura jurídica da empresa e da sociedade empresária, seus modelos, bem como a propriedade industrial; • Identificar as características entre os diversos tipos de sociedades; • Analisar e tomar decisões sobre a aplicação dos institutos do direito empresarial. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. TEORIA GERAL DO DIREITO COMERCIAL 1.1. Aspectos Históricos da Atividade Comercial 1.2.Matéria do Comércio 1.3.Conceito e características do Direito Comercial 1.4.Autonomia do Direito Comercial 1.5.Fontes do Direito Comercial 2. PRESSUPOSTOS AO EXERCÍCIO DO COMÉRCIO 2.1.Comerciante-empresário comercial-conceito 2.2.Comerciante no Direito Comercial Brasileiro 2.3. O Código Comercial de 1850 – Ato de Comércio 2.4. O Direito de Empresa – Código Civil de 2002 2.5. Requisitos ao Exercício da Empresa 2.5.1. Capacidade Jurídica 2.5.2. Proibidos de Comerciar 3. OBRIGAÇÕES DO EMPRESÁRIO COMERCIAL 3.1.Do nome comercial- formação, alteração e proteção 3.2. Dos livros comerciais-escrituração,espécies e exibição 3.3. Do registro da empresa- regras gerais 3.4. Do registro da propriedade industrial- regras gerais Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 64 65 4. TEORIA GERAL DO DIREITO SOCIETÁRIO 4.1.Conceito, personalização e classificação da sociedade empresária 4.2.Sociedades não personificadas 4.3.Sociedades personificadas 4.4.Sociedade simples e empresária 4.5.Sociedade em nome coletivo 4.6.Sociedade em comandita simples 4.7.Sociedade em conta de participação 4.8.Sociedade limitada 4.9.Sociedade anônima 4.10.Sociedade em comandita por ações 4.11.Desconsideração da pessoa jurídica 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica Constituição Federal de 1988 atualizada. Código Civil- Lei nº 10.406, de 10.01.2002. BULGARELLI, Waldírio. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Atlas,2003. COELHO, Fábio de Ulhoa. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva, 2005. JUNIOR, Waldo Fazzio. Manual de Direito Comercial. São Paulo:Atlas,2007. 6.2) Bibliografia Complementar ALMEIDA, Amador Paes. Manual das Sociedades Comerciais. São Paulo : Saraiva, 2005. BERTOLDI, M. Marcelo e RIBEIRO, Márcia Carla Pereira. Curso avançado de direito comercial. São Paulo: revista dos Tribunais, 2008. BORGES; João Eunápio. Curso de Direito Comercial Terrestre. Rio de Janeiro : Forense, 1996. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 65 66 DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: direito de empresa.Volume 8. São Paulo: Saraiva, 2008 LOBO, Thomaz Thedim. Introdução à Nova Lei de Propriedade Industrial. São Paulo: Atlas, 2000. MARTINS, Fran. Curso de Direito Comercial. Rio de Janeiro : Forense, 2000. MENDONÇA, J.X. Carvalho de. Tratado de Direito Comercial Brasileiro. CampinasSP: Ed. Bookseller,2005. REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. São Paulo : Saraiva, 2007. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 66 67 DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE II 1. EMENTA: Plano de Contas. Escrituração das principais operações contábeis. Provisões operacionais: tributárias, fiscais, trabalhistas, previdenciárias; apropriação pelo regime de competência. Inventário (avaliação de estoques). Apuração do resultado e fechamento do balanço. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Proporcionar ao aluno um conhecimento básico de como efetuar a escrituração dos fatos contábeis oriundos das transações empresariais, fundamental para a interpretação e análise dos resultados decorrentes da administração econômicafinanceira das aziendas, bem como toda a prática contábil para definir e elaborar um Plano de Contas, Inventariar e avaliar estoques, bem como a elaboração de Balanços de Resultados e Patrimonial. Objetivos Específicos Elaborar Plano de Contas Escriturar os principais fatos contábeis Apurar Balancete Identificar os Métodos de Avaliação de Estoques Apurar o Custo dos Produtos ou Mercadorias Vendidas Escriturar Provisões Apropriar e Diferir Despesas e Receitas Apurar o Resultado do Exercício Elaborar o Demonstrativo do Resultado do Exercício Elaborar o Balanço Patrimonial 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Plano de Contas Definição de Planificação Definição de Contas Divisão de Contas Função de Contas Regras Básicas para Débitos e Créditos de Contas Classificação das Contas no Plano Modelo de Plano de Contas Escrituração Conceito Finalidade Lançamentos Contábeis Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 67 68 Elementos Essenciais dos Lançamentos Fórmulas de Lançamentos Lançamentos das Operações Típicas das Empresas Compra de Produtos e/ou Despesas Venda de Produtos e/ou Obtenção de Receitas Conta Corrente de Impostos (ICMS/IPI) Pagamento e Recebimento de Títulos de Créditos por Caixa e por Banco, com Juros e Com Descontos Operações Bancárias: Depósitos, Retiradas, Cobranças, Descontos, Caução Apropriação e Diferimento de Despesas e Receitas Venda de Bens do Ativo Imobilizado Apropriação de despesas e receitas considerando o regime de competência Movimentação do Saldo das Contas Apuração de Balancete de Verificação Inventários Definição Levantamento de Estoques, Controle Permanente e Periódico Métodos Existentes de Controle Permanente de Estoques, PEPS, UEPS e Preço Médio Métodos Aceitos Pela Legislação Vigente Balanços Conceitos Ajustes Preliminares Cálculo do CPV ou CMV Depreciações, Cálculo e Contabilização Balanço de Resultados – Apuração de Lucros ou Prejuízos com sua devida destinação Balanço Patrimonial – Classificação das Contas no Ativo e Passivo de acordo com a Legislação Vigente 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem, sendo uma parcial com peso 3 e outra final com peso 5, bem como atividades com peso 2 de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 68 69 Conceito 0 1 2 3 4 – Nota 0-5,9 6,0-6,9 7,0-7,9 8,0-8,9 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição. FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, 2000.1 edição. MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º edição. SÁ, Antônio Lopes. Plano de Contas. São Paulo: Atlas, 2004. 12º edição. 6.2) Bibliografia Complementar EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo. Atlas.2006. 10º Edição. GOUVEIA, Nelson. Contabilidade. São Paulo: Mac Graw Hill, 1993.2º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005. 1º edição. TOIGO, Renato F. Introdução à Contabilidade. Caxias do Sul: Educs, 1999. 3º Edição. COELHO, Ulysses F, José Ricardo Maia deSiqueira, Luiz. Ling. Fundamentos de Contabilidade Estrutura, Classificação e Análise. São Paulo: Thomson, 2008 . 1º Edição. SÁ, Antônio Lopes. Fundamentos da Contabilidade Geral. São Paulo: Ed. Juruá, 2005.2º edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 69 70 DISCIPLINA: UCS0102 – SEMINÁRIOS DE PESQUISA Ementa: Reflexão sobre o pesquisador e a comunicação científica. Estudo da natureza, dos tipos de pesquisa e suas classificações. Identificação das etapas da pesquisa. Levantamento de informações para pesquisa. Revisão da literatura via métodos impressos e eletrônicos. Estudo sobre a estrutura e a dinâmica de um problema de pesquisa. Estudo sobre o método de pesquisa. Objetivo: - Compreender e delimitar a amplitude do "fenômeno" ambiental sob as diversas abordagens interdisciplinares. - Identificar o conhecimento disponível e de qualidade sobre o tema a ser investigado. - Identificar a natureza da pesquisa e distinguir os diversos tipos de pesquisa. - Explicitar, refletir sobre e correlacionar variáveis dos problemas ambientais relacionando-as às áreas de formação dos alunos. - Identificar e selecionar fontes de conhecimento científico, distinguindo-as do senso comum. - Sistematizar o conhecimento selecionado. - Identificar problemas de pesquisa. Conteúdo Programático: - Contexto temático e relevância da pesquisa - A natureza e os tipos de pesquisa - Problemas de pesquisa - Hipóteses e variáveis de pesquisa - Sistematização do conhecimento científico - Aspectos metodológicos da pesquisa Metodologia: A unidade de aprendizagem "Seminários de Pesquisa" será conduzida de tal forma a priorizar a aprendizagem ativa e significativa dos alunos, dando oportunidade aos mesmos para que façam ligações entre suas descobertas e seus conhecimentos prévios sobre o mundo que os rodeia. O professor exercerá a atividade de mediador no processo de ensino-aprendizagem, estando sempre atento à construção do conhecimento dos alunos. Nesse sentido, para efetivar a aprendizagem pela inserção dos princípios da aprendizagem ativa e significativa na sala de aula, serão utilizadas diferentes estratégias pedagógicas, tais como: tarefas orientadas, estudos de caso, situações problema, etc..., todas desencadeadoras de reflexão sobre o processo de pesquisa, culminando sempre em seminários. O foco metodológico é o aluno como ator principal no processo de construção do conhecimento coletivo e individual, em um ambiente que contemplará a sondagem, a problematização, a sistematização do conhecimento, a generalização/aplicação e a avaliação formativa e sistemática do processo de aprendizagem. Avaliação: O processo de avaliação na unidade de aprendizagem "Seminários de Pesquisa" será processual, contínuo e cumulativo. Para a verificação das aprendizagens construídas serão aplicados tanto instrumentos individuais, quanto atividades em grupo com Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 70 71 características colaborativas. Nesses instrumentos, tanto a expressão oral, quanto a expressão escrita serão consideradas. Para a avaliação das atividades em grupo, uma autoavaliação no grupo (contemplando itens como: comprometimento, envolvimento, participação e desempenho individual) será realizada. Para fins de aferição de nota serão considerados a autoavaliação no grupo, os seminários, as produções individuais e a produção final. Bibliografia Básica: LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, edição mais recente disponível. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica. Petrópolis: Vozes, 2002. CARVALHO, Maria Cecília. Construindo o Saber. São Paulo: Editora Papirus, 1991. Bibliografia Complementar: LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A. Técnicas de Pesquisa. São Paulo: Atlas, edição mais recente disponível. LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A Construção do Saber. Manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002. RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1996. ALVES-MAZZOTTI, Alda J., GEWANDSZNADJER, F. O método nas ciências naturais e sociais: Pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998. JUNG, Carlos Fernando. Metodologia para pesquisa e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2004. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 71 72 CÓDIGO: MAT0339 MATEMÁTICA FINANCEIRA Ementa: Estudo dos Juros simples e compostos. Cálculo das taxas nominal, proporcional e real Séries e pagamentos iguais. Descontos. Equivalência de capitais. Fluxo de caixa. Comparação entre alternativas de investimentos. Critérios econômicos de decisão: Valor Presente líquido, Taxa Interna de Retorno,Paybackj entre outros. Objetivo: DOMÍNIO dos conceitos básicos da Matemática Financeira; CONDIÇÕES de calcular e analisar um problema financeiro; CONHECER e aplicar as diferentes formas de cálculos financeiros. Conteúdo Programático: PORCETAGEM: Cálculo de porcentagem e operações sobre mercadorias JUROS SIMPLES: conceito e fórmula fundamental; montante de um capital e prazo médio DESCONTO SIMPLES: desconto simples bancário e racional, conceito e fórmula; cálculo do valor líquido de uma operação de desconto e cálculo do custo efetivo de uma operação de desconto. JUROS COMPOSTOS: conceito e fórmula fundamental;cálculo de valor futuro, do valor presente, da taxa de juro e do número de períodos financeiros;cálculo dos juros compostos através da convenção linear e da convenção exponencial. TAXA DE JUROS: taxa proporcional, taxa equivalente, taxa nominal, taxa efetiva, taxa de ganho real; capitalização contínua, desconto composto; cálculo do valor presente de um título. EQUIVALÊNCIA DE CAPITAIS NO REGIME DE CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA RENDAS : conceitos gerais,série de pagamentos iguais: rendas imediatas, antecipadas e diferidas, séries gradientes:série de pagamentos crescentes e decrescentes. PLANO DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS: Sistema Francês (Price) ; Sistema de amortizações constantes (SAC) e Sistemas de amortização com correção monetária. COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS. CONCEITO E FORMA DE CÁLCULO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO. CONCEITO E FORMA DE CÁLCULO DA TAXA INTERNA DE RETORNO. MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO. MÉTODO DA TAXA INTERNA DE RETORNO. Metodologia: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 72 73 O desenvolvimento da discipina prevê a utilizaçpão do método exopositivodialogado por meio de procedimentos didáticos que podem envolver: leitura crítica e análise de textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão, exibição de fimes e documentários, exercícios analíticos e síntese dos temas propostos nas leituras reflexivas e uso de exemplos cotidianos. Avaliação: Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos conforme instruções do professor. Será considerado aprovado, o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou mais de presenças em sala de aula. Bibliografia Básica: CYSNE, Rubens Penha. Curso de Matemá para economia. McGraw- Hill do Brasil. DE FRANCISCO, Walter. Matemática Financeira. Atlas. MATHIAS, Washington. Matemática Financeira. São Paulo: Ed. Atlas, 2002. MILONE, Grusepp. Curso de Matemática Financeira.São Paulo: Ed. Atlas, 1993. PUCCINI, de Lima Abelardo. Matemática Financeira Objetiva e Aplicada. LTC. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia, Administração e Contábeis. Atlas. Bibliografia Complementar: LAPPONI, Juan Carlos. Matemática Financeira. Laponi Treinamentos e Editora Ltda. LAUREANO, José Luiz; LEITE, Olímpio Vissoto. Os segredos da Matemática Financeira. Ética. PÓLO, Fernandes Edson. Engenharia das Operações Financeiras pela HP 12 C. Atlas. SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: aplicações à Ànálise de Investimentos. Makron. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas Aplicações. Atlas. LAPPONI, Juan Carlos. Matemática Financeira. Lapponi Treinamentos e Editora. HAZZAN, Samuel; POMPEO, José Nicolau. Matemática Financeira. Saraiva. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 73 74 DISCIPLINA: DPU 0249 – DIREITO TRIBUTÁRIO 1. EMENTA: Sistema Tributário Nacional. Tributo: conceito e espécies. Limitações ao Poder de Tributar. Repartição da Receita Tributária. Legislação Tributária. Vigência. Obrigação Tributária. Fato Gerador. Responsabilidade Tributária. Crédito Tributário. Lançamento. Administração Tributária. Fiscalização. Dívida Ativa. Certidões. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral É conhecer o Código Tributário Nacional e principalmente, identificar os tributos que envolvem a atividade empresarial, habilitando o aluno para a defesa administrativa. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. DIREITO TRIBUTÁRIO COMO CIENCIA JURÍDICA a. Autonomia do Direito Tributário b. Relação com os demais ramos do Direito c. Conceito do Direito Tributário 2. Fontes do Direito Tributário a. Materiais b. Formais 3. Tributo a. Conceito b. Espécies de tributo e natureza jurídica 4. Limitações ao Poder de Tributar a. Princípios constitucionais tributários – expresso e implícito. b. Incidências, não-incidências, imunidade e isenção 5. Repartição da Receita Tributária 6. Obrigação tributária a. Conceito, elemento e espécies b. Fato gerador c. Responsabilidade tributária 7. Crédito Tributário a. Conceito b. Constituição c. Lançamento 8. Administração Tributária a. Fiscalização b. Dívida ativa c. Certidões negativas Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 74 75 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizadas, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica AMARO, Luciano da Silva. Direito tributário brasileiro. São Paulo. Ed. Saraiva. BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito financeiro e direito tributário. São Paulo. Saraiva. CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. São Paulo. Saraiva. BASIL. Código Tributário Nacional – CTN – atualizado BRASIL. Constituição Federal. 1988 e suas alterações. Bibliografia Complementar: BALEEIRO, Aliomar. Uma introdução à ciência das finanças. Rio de Janeiro. Forense. CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo. Malheiros. CASSONE, Vittorio. Direito Tributário: fenomenologia da tributação, interpretação do Direito Tributário, crimes contra a Ordem Tributária, ICMS – análise da LC nº 87/97. COELHO, Sacha Calmon Navarro. Curso de direito tributário brasileiro. Rio de Janeiro. Forense. DENARI, Zelmo. Curso de Direito Tributário. Rio de Janeiro. Forense. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 75 76 DISCIPLINA: DIR0354 – DIREITO EMPRESARIAL II 1. EMENTA: Títulos de Crédito. Contratos de financiamentos, garantias. Falência, Recuperação Judicial e Extrajudicial de Empresas. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao acadêmico o estudo acerca dos Títulos de Crédito e também dos institutos da Falência, da Recuperação Judicial e Extrajudicial de Empresas. Objetivos Específicos Capacitar o aluno a: Compreender a importância dos títulos de crédito e dos institutos falimentares no direito empresarial brasileiro; Estudar os principais títulos de crédito; Identificar as características e conseqüências decorrentes da aplicação dos institutos falimentares no direito brasileiro; Analisar e tomar decisões sobre a utilização concreta dos títulos de crédito bem como do uso dos institutos falimentares. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.1. Título de crédito: conceito e princípios gerais 3.2. Cheque 3.3. Duplicata 3.4. Nota Promissória 3.5. Letra de Câmbio 3.6. Aval 3.7. Protesto 3.8. Conhecimento de transporte 3.9. Cédulas de crédito rural 3.10.Nota promissória rural 3.11.Duplicata rural 3.12.Bilhete de mercadorias 3.13.Títulos de crédito industrial 3.14.Debêntures 3.15.Cédula de crédito à exportação 3.16.Cédula de crédito comercial e nota de crédito comercial 3.17.Títulos representativos – conhecimento de depósito, warrant 3.18.Falência: conceito e princípios gerais 3.19.Recuperação Extrajudicial: conceito e princípios gerais 3.20.Recuperação Judicial: conceito e princípios gerais Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 76 77 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica 6.1.Constituição Federal de 1988 atualizada. 6.2.Código Civil- Lei nº 10.406, de 10.01.2002. 6.3. BULGARELLI, Waldírio. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Atlas,2003. 6.4.COELHO, Fábio de Ulhoa. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva, 2005. 6.5. JUNIOR, Waldo Fazzio. Manual de Direito Comercial. São Paulo:Atlas,2007. 6.2) Bibliografia Complementar 6.2.1. BERTOLDI, M. Marcelo e RIBEIRO, Márcia Carla Pereira. Curso avançado de direito comercial. São Paulo: revista dos Tribunais, 2008. 6.2.2. BORGES; João Eunápio. Curso de Direito Comercial Terrestre. Rio de Janeiro : Forense, 1996. 6.2.3. DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: direito de empresa.Volume 8. São Paulo: Saraiva, 2008 6.2.4. MARTINS, Fran. Curso de Direito Comercial. Rio de Janeiro : Forense, 2000. 6.2.5. MENDONÇA, J.X. Carvalho de. Tratado de Direito Comercial Brasileiro. Campinas-SP: Ed. Bookseller,2005. 6.2.6. OLIVEIRA, Jorge Alcebíades Perrone de. Títulos de Crédito. Porto Alegre : Livraria do Advogado, 2003. 6.2.7. REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. São Paulo : Saraiva, 2007. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 77 78 DISCIPLINA: COT 0256 – CONTABILIDADE SOCIETÁRIA I 1. EMENTA: Constituição de Sociedade Empresária Limitada; Avaliação e controle de estoques. Operações com Ativo Permanente e Operações Financeiras avançadas, bem como aspectos tributários de encerramento de exercício. Demonstrações Contábeis. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao aluno habilidade para encerramento de exercício. Objetivos Específicos Possibilitar ao aluno a compreensão de aspectos fundamentais da escrituração contábil, da análise de lançamentos contábeis, da avaliação de estoques, de depreciações e da constituição de provisões, bem como analisar a influência de lançamentos nas demonstrações contábeis. Espera-se que ao final da disciplina, o aluno esteja apto a: • Desenvolver escrituração contábil • Utilizar os métodos de avaliação de estoque • Efetuar cálculos e escriturar depreciações e amortizações de bens • Constituir provisões contábeis no encerramento de períodos • Elaborar demonstrações contábeis 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Revisão de Contabilidade Fundamental I e II Constituição de Sociedade Empresária Limitada 2.Estoques: a.Avaliação (PEPS, UEPS, Custo Médio – atribuição fiscal). b.Controles permanente e levantamento c.Importação e Exportação d.Formas de tributação e incidências tributárias 3.Ativo Permanente a.Classificação b.Efeitos fiscais e tributários c.Depreciação / Amortização / Exaustão d.Adequação das Taxas diante da nova legislação e.Leasing Financeiro f. Baixas: por venda, obsolescência e exaustão. 4. Operações Financeiras e bancárias a. Desconto de Duplicatas b. Desconto de cheques Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 78 79 c. Cobrança Simples d. Cobrança caucionada e. Duplicatas endossadas f. Empréstimo – Giro g. Financiamentos: FINAME e outros pós e pré-fixados h. tratamento do Curto e Longo Prazo – visando Notas Explicativas i. Operações de Câmbio – Importação e Exportação 5. Provisões a.Cálculo da Folha de Pagamento com as incidências previstas em lei, Provisões Dedutíveis: Férias e 13º Salário com encargos legais. b. Provisão para Contingência – NBC – c. Perdas de Créditos 6. Demonstrações Contábeis Balancete de Verificação Influência dos lançamentos contábeis das principais operações nas demonstrações contábeis Estruturação do Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado. 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bibliografia Básica MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º edição. GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 79 80 Bibliografia Complementar CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008. ok NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase, 2008. 10º Edição. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005.5º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 80 81 DISCIPLINA: UCS0103 ÉTICA Ementa: Estudo dos conceitos fundamentais, das teorias, definições e classificação da ética e da ação moral. Análise e compreensão das principais correntes filosóficas explicativas do agir humano. Objetivo: - Compreender a ética e sua relação com o comportamento do profissional cidadão e localizar a questão ética na sociedade contemporânea. - Analisar conceitos éticos desenvolvidos em algumas das principais correntes filosóficas e avaliar possibilidades de aplicação em situações do cotidiano. - Compreender os princípios que fundamentam o agir humano e os critérios que justificam as escolhas, decisões e ações pessoais, sociais e profissionais. Conteúdo Programático: 1. Ética: definições e classificação. 2. Conceitos relacionados à ética: a) Estruturantes: moral, subjetividade e intersubjetividade, autonomia, liberdade, justiça, responsabilidade; b) Derivados: valores, solidariedade, diálogo, tolerância, dignidade (humana), consciência moral, vontade. 3. Principais correntes filosóficas explicativas do fenômeno ética. 4. A ética e o agir humano. Metodologia: A aprendizagem da moral e da ética dá-se no âmbito vivencial, considerando-se a compreensão de mundo do sujeito (subjetividade) e as implicações das relações interpessoais (intersubjetividade). Aprender a pensar eticamente implica saber interpretar as ações humanas no seu contexto, analisá-las a partir de um aparato conceitual e formular juízos de valor filosoficamente legitimados. A disciplina será desenvolvida considerando fatores subjetivos e intersubjetivos do processo de aprendizagem, por isso ocorrerão tanto atividades individuais quanto atividades colaborativas. Nestas atividades haverá uma contínua busca de aproximação entre situações do cotidiano e o pensamento de diferentes autores da área. Ao longo das aulas, os estudantes precisarão apropriar-se de elementos conceituais da literatura e para isso será necessário o trabalho com textos filosóficos. As aulas serão organizadas de maneira a contemplar: - Momentos de contextualização teórica. - Estudo de problemas ético-morais a partir de base conceitual filosófica e com formulação de juízo de valor pelos estudantes (a partir de exemplos, estudos de caso, dilemas morais, filmes etc.). Avaliação: O acadêmico deverá demonstrar um nível de compreensão da base conceitual estudada que lhe permita formular juízos de valor que possam ser teoricamente justificados. Entende-se que isso se dê gradativamente ao longo das aulas e por isso a avaliação privilegiará o processo de aprendizagem. Assim, todo o envolvimento do estudante nas aulas (participações em debates, questionamentos, produções e Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 81 82 apresentações de trabalhos etc.) será foco de acompanhamento do professor. Para a verificação das aprendizagens construídas serão aplicados tanto instrumentos individuais, quanto atividades em grupo com características colaborativas. Nesses instrumentos, tanto a expressão oral, quanto a expressão escrita serão contempladas. Serão desenvolvidos ao menos dois momentos. Um momento será individual, sobre compreensão de conceitos e capacidade de transposição desses conceitos para situações do cotidiano. Este momento corresponderá a 60% da nota final. Outro momento será de caráter colaborativo, com formulação de juízos de valor a partir de estudos de caso ou similar, preferencialmente com apresentação oral. Este momento corresponderá a 40% da nota final. Bibliografia Básica: CORTINA, A.; MARTINEZ, E. Ética. São Paulo: Loyola, 2005. MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. OLIVEIRA, M. A. de. Correntes fundamentais da ética contemporânea. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 2001. PEGORARO, Olinto A. Ética: dos maiores mestres através da história. Petrópolis: Vozes, 2006. SAVATER, Fernando. Ética para meu filho. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996. Bibliografia Complementar: APEL, Karl Otto. Estudos de moral moderna. São Paulo: Vozes, 1994. ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Brasília: UnB, 1985. BENTHAM, J. Uma introdução aos princípios da moral e da legislação. Bentham - Mill. São Paulo: Nova Cultural, 1989. (Os pensadores). JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006. 353 p. HABERMAS, J. Comentários à ética do discurso. Lisboa: Instituto Piaget,1999. KANT, I Fundamentação da metafísica dos costumes Lisboa: Edições 70, 1995. PLATÃO. Apologia de Sócrates. O banquete: texto integral. São Paulo: Martin Claret, 2003. (Coleção a obra-prima de cada autor). RAWLS, J. Uma teoria da justiça. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1992. SARTRE, J. P. O existencialismo é um humanismo. Trad. de Vergílio Ferreira. 2.ed. rev. Lisboa: Presena, [19--]. (Coleção divulgação e ensaio). SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 1994. 399 p. SOUZA, Ricardo Timm de. Ética como fundamento: uma introdução à ética contemporânea. São Leopoldo, RS: Nova Harmonia, 2004. TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre Ética. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1999. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 82 83 DISCIPLINA: COT 0260 – LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE 1. EMENTA: Código de Ética Profissional do Contabilista; Processos, Infrações e Penalidades; Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social; Legislação do Exercício Profissional; Normas Brasileiras de Contabilidade; Visão das Normas Internacionais Profissionais. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Analisar os aspectos éticos, legais e profissionais do contabilista, propiciando acesso a legislação quanto a habilitação, prerrogativas e fiscalização profissional; Desenvolver consciência ética mediante o conhecimento dos direitos, deveres e proibições; estimular a participação política, a responsabilidade e valorização do profissional; Conhecer a fonte das Normas Brasileira de Contabilidade e as Normas Internacionais relacionadas com as brasileiras. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Introdução à Ética 2. O que é o Código de ética, Código do Contabilista 3. Normas Brasileiras de Contabilidade 4. Ética profissional dos contabilistas 5. Ética do Trabalho 6. Comportamento Ético 7. Principais Infrações 8. Decreto Lei 9295 – cria o CFC 9. Resolução CFC 560/83 prerrogativas profissionais, virtudes básicas 10. Convergência às Normas Internacionais (Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC, Comitê Gestor da Convergência no Brasil) 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 83 84 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica LISBOA, Lázaro P. (Coord). Ética Geral e Profissional em Contabilidade. São Paulo. Atlas, 1996 p. 22. 1º Edição. SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional. 6ª Ed, São Paulo. Atlas, 2005. Comprar 6 VIERIA, Maria das Graças. A Ética na Profissão Contábil. São Paulo. Thomson IOB, 2006. 1º Edição. CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios e Normas Brasileiras de Contabilidade. 3ª Ed. Brasília, 2008. (onde constam, dentre outros, os seguintes decretos e resolução: Decreto lei nº 9295 de 27 de maio de 1946 (atribuições do Contador e do técnico em Contabilidade). Cria o Conselho Federal de Contabilidade, define as atribuições do Contador e do Técnico em Contabilidade e dá outras providências. Resolução CFC nº 560 de 28 de outubro de 1993, Dispõe sobre as prerrogativas profissionais de que trata o artigo 25 do Decreto-Lei nº 9,295, de27 de maio de 1946. Resolução CFC nº 803/96. Aprova o Código de Ética do Contabilista. Resolução CFC nº 819/97. Restabelece o Instituo do recurso ex officio na área do Processo Ético. Altera o parágrafo 2º do art. 13 do CEPC. Revoga a Resolução CFC nº 677/90 e dá outras providências. Resolução CFC nº 751/93. Dispõe sobre as Normas Brasileiras de Contabilidade. Resolução CFC nº 1.106/07. Estabelece Regras para a edição das Normas Brasileiras de Contaiblidade (NBCs). Resolução CFC nº 1.055/05. Cria o Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Resolução CFC nº 1.103/07. Cria o Comitê Gestor da Convergência no Brasil e dá outras providências. ok 6.2) Bibliografia Complementar ASHLEY, Patricia Almeida ( coord). Ética e responsabilidade Social nos Negócios. São Paulo: Saraiva, 2002. 1º Edição. CHAUI, Marilena. Valores do processo Educativo. Porto Alegre:PUCR, 1992.1º Edição. LOEISINGER.Klaus M. Ética Empresarial: responsabilidade global e gerenciamento moderno.Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 1º Edição. SANTOS, Antonio Raimundo dos. Ética: Caminhos da realização humana. 1º Edição. SROUR,Robert Henry. Ética Empresarial: A gestão da Reputação. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 1º Edição. VASQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 84 85 DISCIPLINA: COT 0257 – CONTABILIDADE SOCIETÁRIA II 1. EMENTA: Constituição de Sociedade Empresária Sociedade Anônima; Estrutura das Demonstrações Contábeis voltada a publicação, sujeita a auditoria. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao aluno habilidade para construção das Demonstrações Contábeis. Objetivos Específicos Desenvolver no aluno, habilidades de construção de todas as Demonstrações Contábeis das sociedades empresárias, tais como: Demostração do Resultado do Exercício, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Balanço Patrimonial, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado e Notas Explicativas. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 2. 3. 4. Constituição jurídica de uma sociedade anônima; Constituição de provisões legais Avaliação das contas patrimoniais Demonstrações Contábeis; a. Balanço de Abertura b. Demonstração do Resultado do Exercício c. Demonstração dos Mutações do Patrimônio líquido d. Balanço Patrimonial e. Demonstração do Fluxo de Caixa f. Demonstração do Valor Adicionado g. Notas Explicativas 5. Roteiro para publicação 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 85 86 professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bibliografia Básica MARION, José Carlos. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º Edição. GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. Bibliografia Complementar CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008. NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase, 2008. 10º Edição. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005. 5º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 86 87 DISCIPLINA: COT0258 – CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1. EMENTA: Análise da legislação dos principais tributos federais, fato gerador, base de cálculo e percentuais e contabilização. Tributos incidentes sobre as receitas, sobre o lucro e sobre a folha de salários. Planejamento tributário das pessoas jurídicas e das pessoas físicas. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Analisar o Sistema Tributário Brasileiro, e a legislação dos principais tributos federais existentes, enfocando os preceitos legais de cada tributo e analisando os efeitos contábeis para as empresas. Realizar planejamento tributário na área da tributação federal, analisando o custo tributário das empresas e o reflexo dos tributos no fluxo de caixa. Objetivos Específicos • Conhecer o embasamento legal dos principais tributos federais • Analisar e interpretar leis, decretos, portarias e outras normas referentes aos tributos abordados • Efetuar a correta tributação das Pessoas Jurídicas e das Pessoas Físicas, identificando incidência do tributo, fato gerador, base de cálculo, percentuais, forma de apuração prazos de recolhimentos • Analisar a influencias da tributação das PJs e nos rendimentos das PFs • Conhecer melhor o Sistema Tributário Nacional 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Classificação das Pessoas Jurídicas - Imunes - Isentas - Não Tributadas - Empresas em geral - Empresas de pequeno porte - Microempresas Tipos de Tributação - Lucro real - Lucro presumido - Lucro arbitrado - Sistema Simples Nacional Tipos de Tributos Sobre folha de salários - Contribuições previdenciárias - Contribuição para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 87 88 Sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas - Imposto de renda das pessoas jurídicas Sobre as Receitas das Pessoas Jurídicas - Programa de Integração Social – PIS/PASEP - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS - Simples Nacional Sobre os Ganhos das Pessoas Físicas Imposto de renda das pessoas físicas Previdência Social − − − − − − − − − − − Sistema previdenciário brasileiro Dos contribuintes Benefícios e beneficiários Formas e obrigatoriedade de filiação Empregadores, empregados e autônomos Contribuintes individuais e coletivos Salário de contribuição Contribuição das pessoas físicas Contribuição das empresas Formas de recolhimentos Contabilização e exercícios Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - Introdução Legislação Da responsabilidade das empresas Base de cálculo e percentuais Dos benefícios e saques Dos recolhimentos Contabilização e exercícios Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas - Introdução Formas de tributação Sistema SIMPLES de tributação Lucro presumido Lucro arbitrado Lucro real estimado Lucro real trimestral Livro de apuração do lucro real Do fato gerador Base de cálculo e percentuais Tributação de ganhos de capitais Do Imposto de renda retido na fonte Apuração do imposto e incentivos fiscais Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 88 89 - Da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Guias de recolhimentos e declarações Contabilização e exercícios Programa de Integração Social – PIS/PASEP - Introdução Legislação Objetivos do programa Formas de apuração do tributo Base de cálculo e percentuais Formas de recolhimento Contabilização e exercícios Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS − − − − − − − Introdução Legislação Objetivos da contribuição Formas de apuração da contribuição Base de cálculo e percentuais Formas de recolhimento Contabilização e exercícios Imposto de Renda das Pessoas Físicas - Introdução Legislação Rendimentos de trabalho Ganhos de Capitais Do imposto de renda retido na fonte Dos recolhimentos mensais Base de cálculo e percentuais Da Responsabilidade das fontes pagadoras Das responsabilidades dos beneficiários dos rendimentos Declaração anual de ajuste 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 89 90 Conceito 0 1 2 3 4 – Nota 0- 5,9 6,0-6,9 7,0-7,9 8,0-8,9 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica HIGUCHI, Hiromi, Fábio e Celso. Imposto de Rendas das Empresas. São Paulo Atlas, 2008. 33º Edição. OLIVEIRA, Aristeu de. Previdência Social, Legislação. São Paulo: Atlas, 2002. 1º Edição. PINTO, João Roberto Domingues. Imposto de Renda e Sistema Simples . Porto Alegre: CRCRS, 2007. 1º Edição. Constituição Federal do Brasil de 1988. Regulamento do Imposto de Renda. Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999. 6.2) Bibliografia Complementar IUDÍCIBUS, Sérgio, MARTINS, Eliseu, GELBCKE Ernesto Rubens, Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. BORGES, Humberto Bonavides, Planejamento Tributário. São Paulo: Atlas, 2003 OLIVEIRA, Aristeu – Tributação e Arrecadação das Contribuições Previdenciárias. São Paulo: Atlas, 2008. 9º Edição. FABRETTI, Láudio Camargo, Pratica Tributária da Pequena e Microempresa São Paulo, Atlas, 2006. 6º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 90 91 DISCIPLINA: COT0268 – FINANÇAS CORPORATIVAS I 1. EMENTA: Efeitos da administração financeira sobre o patrimônio. Organização administrativa da área financeira. Gestão financeira de curto prazo. Sistema de planejamento financeiro e gestão através do fluxo de caixa. Análise da estrutura de capital e custo de capital. Estudo da administração de ativos fixos e investimento de capital. Estruturação e avaliação de projetos de investimento e financiamento de longo prazo. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Analisar situações de como o profissional de finanças pode maximizar os resultados dos recursos que estão sob sua administração e integrá-los ao resultado final da empresa. Objetivos Específicos • • • • Compreender o que é administração financeira, seu campo de atuação e suas ligações com outras áreas da Administração. Capacitar o aluno na gestão do fluxo de caixa da empresa. Propiciar ao aluno base técnica para a análise de viabilidade econômica e financeira para investimento em ativos permanentes. Conhecer as estruturas de capitais das empresas e as fontes de financiamento de longo prazo. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 A FUNÇÃO FINACEIRA O ambiente financeiro Principais áreas e oportunidades em finanças Interligação com economia e contabilidade Decisões em Administração Financeira Objetivos da Administração Financeira Estrutura organizacional da função financeira 2. 2.1 2.2 2.3 2.4 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO O capital de giro Capital de giro fixo e sazonal Administração de caixa Ciclo operacional e financeiro 2.5 2.6 2.7 2.8 Administração de títulos a receber Administração de títulos a pagar Administração de estoques Análise do capital circulante líquido Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 91 92 2.9 2.10 2.11 2.12 2.13 2.14 Modelo dinâmico das contas patrimoniais Necessidade de capital de giro Efeito tesoura Fontes de financiamento de curto prazo Gestão financeira através do fluxo de caixa Planejamento financeiro de curto prazo 3. 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 ESTRUTURA E CUSTO DE CAPITAL Conceitos e teorias Capital próprio e de terceiros Modelos de estrutura de capital Custo de capital próprio e de terceiros Custo médio ponderado de capital Fontes de financiamento de longo prazo Custo de oportunidade Taxa mínima da atratividade 4. 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 FLUXO DE CAIXA E ORÇAMENTO DE CAPITAL Etapas do orçamento de capital Determinação do investimento inicial Fluxo de caixa relevante Fluxo de caixa incremental Depreciação e efeito sobre os lucros 5. 5.1 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS DE LONGO PRAZO Considerações sobre capital, risco e incerteza Técnicas de análise de investimento: Período de payback; Valor presente líquido; Taxa interna de retorno. Critérios de Aceitação ou rejeição de um projeto Análise de projetos com vidas diferentes Tomada de decisão Racionamento de capital Análise de sensibilidade 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 92 93 Conceito 0 1 2 3 4 – Nota 0-5,9 6,0-6,9 7,0-7,9 8,0-8,9 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas e valor. 3 ed. São Paulo, Atlas: 2007. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 10. ed. São Paulo: Harbra; 2005. HOJI, Mazakasu. Administração Financeira: uma abordagem prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001. ROSS, Stephen A, WESTERFIELD W. Randolph, JAFFE, Jeffrey F. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2002. 1º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, Cezar A. Tibúrcio. Administração do Capital de Giro. 3.ed São Paulo: Atlas, 2001. BERNSTAIN, Peter L. Desafio aos Deuses: a fascinante história do risco. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 1995. 1º Edição. BREALEY, Richard A.; MYERS, Stewart C. Principles of Corporate Finance. 5. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1998. CAOUETTE, John B.; ALTMAN, Edward I.; NARAYANAN, Paul. Gestão do Risco de Crédito: o próximo desafio financeiro. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. 1º Edição. FREZZATTI, Fábio. Orçamento empresarial:planejamento e controle gerencial. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2006. GRADILONE, Claudio. Investimento sem Susto; como lucrar na crise: como lucrar sem susto. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. GROPPELLI & NIKBAKHT. Administração Financeira. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2002. HELFERT, Erich. Técnicas de Análise Financeira: um guia prático para medir o desempenho dos negócios. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. KIYOSAKI, Robert T. LECHTER, Sharon L. Pai Rico, Pai Pobre: o que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro. 37. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002. SANVICENTE, Antonio Zoratto.Orçamento na Administração de empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 2000. 1º Edição. ZDANOWICZ, José Eduardo. Planejamento Financeiro e Orçamentário. 4. ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2001. WESTON, J. Fred; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da Administração Financeira. 10. ed. São Paulo: Markon Books, 2000. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 93 94 DISCIPLINA: ADM0771 – EMPREENDEDORISMO Ementa Caracterização do empreendedorismo. Estudo da relação entre o profissional empreendedor e o mercado consumidor. Análise dos processos administrativos empresariais destinados à qualificação da empresa e à definição de novos negócios. Estudo a respeito do plano de negócios. Objetivos Proporcionar ao aluno situações para que ele possa definir as principais características do comportamento do profissional empreendedor e desenvolver estratégias para análise de riscos e identificação de oportunidades de um novo empreendimento. Conteúdo 1 Descrição do empreendimento 1.1 Oportunidades do negócio 1.2 Conceito do negócio 1.3 Produto e suas características 1.4 Mercado potencial e projeção de vendas, análise da concorrência 2 Estratégia competitiva, localização do negócio, descrição de operação 3 Análise financeira 3.1Custos e receitas operacionais 3.1 Análise do ponto de equilíbrio 3.2 Necessidades financeiras, seus custos e investimentos em ativos 3.3 Pré-operacional e capital de giro 3.4 Fluxo de caixa 3.5 Pay-back e taxa interna de retorno 4 Análise de riscos 5 O comportamento do empreendedor 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 94 95 Conceito 0 1 2 3 4 – Nota 0-5,9 6,0-6,9 7,0-7,9 8,0-8,9 9,0-10 Bibliografia Básica CHIAVENATTO, Idalberto. Vamos Abrir Um Novo Negócio?. São Paulo: Makron Books. 1995. DOLABELA, Fernando. Oficina do Emprendedor. São paulo: Cultura, 1999. PORTER, Michael E.. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 26 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Bibliografia Complementar DORNELAS, José C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 5 ed.. São Paulo: Atlas, 1998. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 95 96 DISCIPLINA: COT0277 – CONTABILIDADE GOVERNAMENTAL 1. EMENTA: Contabilidade Governamental e o Campo de Aplicação. Necessidades e Serviços Públicos. Administração Pública. Receita Pública. Despesa Pública. Orçamento Público. Patrimônio Público. Prática de Escrituração de Operações em Contabilidade Governamental e Apuração dos Resultados. Elaboração das Demonstrações Contábeis. Prestação de Contas. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Despertar no aluno a importância crescente que esse estudo assume na vida econômica do Brasil, seja a nível das organizações públicas, seja a nível das empresas privadas. Explicar seu conteúdo, narrar os procedimentos correntes no Brasil e referir-se à máxima de que, ao contrário da administração privada, na administração pública só é permitido fazer o que a lei expressamente declare como permitido. Objetivos Específicos • Diferenciar a despesa pública da despesa não pública; • Identificar os órgãos pertencentes à administração direta e indireta; • Identificar a origem e a aplicação das receitas públicas, bem como, as alterações que provocam no patrimônio das instituições públicas; • Conhecer e aplicar os estágios da receita e da despesa pública; • Conhecer o processo orçamentário das entidades públicas no Brasil; • Conhecer e aplicar a legislação das licitações públicas; • Identificar e classificar os componentes patrimoniais das instituições públicas; • Calcular a Receita Corrente Líquida, a Despesa com Pessoal, o Resultado Primário, o Resultado Nominal e Dívida Consolidada Líquida; • Identificar as variações patrimoniais resultantes da execução orçamentária e as variações patrimoniais independentes da execução orçamentária; • Conhecer e aplicar o Plano de Contas completo para uma instituição pública; • Efetuar lançamentos contábeis de operações típicas; • Elaborar e interpretar as demonstrações contábeis exigidas pela LEI 4.320/64; • Conhecer o processo de prestação de contas das entidades públicas. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.1 – O Campo de Aplicação da Contabilidade Governamental O campo de aplicação da contabilidade governamental; os modelos centralizado e descentralizado utilizados pelas entidades; o regime contábil. 3.2 – Necessidades e Serviços Públicos Necessidades públicas: necessidades públicas individuais e coletivas. Serviços públicos: características; serviço privativo do Estado; privatização e terceirização dos serviços públicos. 3.3 – Administração Pública A estrutura do Estado; os princípios constitucionais que norteiam ação do administrador público; o controle interno; o controle externo. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 96 97 3.4 – Receitas Públicas Origem dos recursos públicos no Brasil; classificação e codificação da receita pública; estágios da receita pública; repercussões no patrimônio público. 3.5 – Despesas Públicas Destinação da arrecadação; classificação e codificação da despesa pública, estágios da despesa pública; repercussões no patrimônio público. 3.6 – Orçamento Público O Plano Plurianual; a Lei de Diretrizes Orçamentárias; a Lei de Orçamento Anual; os princípios orçamentários; conteúdo da proposta orçamentária, os créditos adicionais. 3.7 – Patrimônio Público Aspecto qualitativo; aspecto quantitativo; substância e contra-substância patrimonial; inventário; desincorporação de componentes do patrimônio público, superveniências ativas e passivas, insubsistências ativas e passivas. 3.8 – Prática de Escrituração de Operações na Contabilidade Governamental Sistemas de registro; plano de contas para entidades públicas; registro de operações típicas; apuração de resultados; elaboração das demonstrações exigidas pela Lei 4.320/64 e pela Lei Complementar 101/2000. 3.9 – Prestação de Contas Os instrumentos de transparência da gestão pública; documentação a ser apresentada ao Tribunal de Contas, Poder Legislativo, Secretaria do Tesouro Nacional, Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Ministério da Previdência; periodicidade das prestações de contas. 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito Nota 0 0,0 - 5,9 1 6,0 - 6,9 2 7,0 - 7,9 3 8,0 - 8,9 4 9,0 - 10 6.BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica - SILVA, Lino Martins da. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 97 98 - SLOMSKI, Valmor. Manual de contabilidade pública: um enfoque na contabilidade municipal. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. - KOHAMA, Heilio. Balanços públicos: teoria e prática. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000. Bibliografia Complementar - KOHAMA, Heilio. Contabilidade pública: teoria e prática. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. - ANDRADE, Nilton de Aquino. Contabilidade pública na gestão municipal. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2007. - BRASIL, Lei Federal nº 4.320, promulgada em 13 de Março de 1964. - BRASIL, Lei Federal n 8.666, promulgada em 13 de Julho de 1993. - BRASIL, Lei Complementar nº 101/2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal, promulgada em 04 de Maio de 2000. - BRASIL, Ministério de Orçamento e Gestão – Portaria n. 42 de 14/04/1999 – DOU 15/04/1999. - BRASIL, Portaria Interministerial nº 163, (atualizada) de 04/05/2001. - BRASIL, Constituição da República do Brasil, promulgada em 08 de Outubro de 1988. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 98 99 DISCIPLINA: COT0261 – CONTABILIDADE DE CUSTOS 1. EMENTA: Conceitos básicos de custos. Classificação dos custos. Métodos de apuração, alocação e registro da utilização dos materiais, da mão-de-obra e dos custos indiretos da produção. Sistemas de custeio. Departamentalização. Mapas de alocação de custos. Elementos de formação de custo e do preço de venda 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar condições para que o acadêmico seja capaz de entender, analisar e praticar ações que envolvem elementos relacionados à área de custos, visando uma boa gestão de custos dentro das entidades. Objetivos Específicos - Fornecer ao aluno os conhecimentos básicos e indispensáveis de Contabilidade de Custos. - Familiarizar o aluno com as técnicas mais usuais de controle e apuração dos custos. - Habilitar o aluno a resolver problemas ligados ao planejamento, implantação e operacionalização de sistemas de custos. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. -A TEORIA GERAL DOS CUSTOS E DAS DESPESAS 1.1-Generalidades 1.2- Evolução dos procedimentos para determinação de custos 1.3-Conceituação 1.4-Finalidade 1.5-Objetivos 1.6-Meios 2. -CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS 2.1–Diferenciação entre despesas e custos 2.2-Custos fixos e custos variáveis 2.3-Custos diretos e custos indiretos 2.4-Despesas fixas e despesas variáveis 2.5–Despesas diretas e despesas indiretas 3. -ELEMENTOS DE CUSTOS E DESPESAS 3.1-Custos com mão-de-obra 3.2-Custos com materiais 3.3-Custos com gastos gerais de fabricação 3.4-Despesas de administração 3.5- Despesas de comercialização 4. -SISTEMAS DE CUSTEIO Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 99 100 4.1-Classificação dos sistemas 4.2-Características 4.3 – Passos para a implantação de sistema de custos 4.4 – Regras para que o sistema de custos seja considerado integrado e coordenado com a contabilidade 4.5 - Custeio Integrado e coordenado à Contabilidade X Sistema Arbitrado 5. -DEPARTAMENTALIZAÇÃO 5.1-Centros de custos 5.2 – Centros de responsabilidade 5.3-Classificação dos centros 5.4 – Regras para a apropriação dos custos 6. -CUSTEIO POR ABSORÇÃO 6.1-Sistemática e características 6.2-Planilha de apropriação 6.3-Resolução dos casos 7. -CUSTEIO VARIÁVEL 7.1-Conceituação e características 7.2-Sistemática 7.3-Apropriação 7.4-Resolução dos custos 8. -MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO 8.1-Conceituação 8.2-Margem de contribuição unitária e global 8.3-Análise das margens de contribuição 8.4-Resolução de casos 9. -CUSTEIO PADRÃO 9.1-Conceituação e apropriação 9.2-Variação de custos 9.3-Análise das variações 9.4-Resolução de casos 10. -CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES - ABC 10.1-Origem do Sistema 10.2-Conceituação 10.3-Características básicas 10.4-Campos de aplicação 10.5-Vantagens e desvantagens 10.6-Resolução de casos 11. – TEORIA DAS RESTRIÇÕES (TOC) 11.1-Origem do Sistema 11.2-Conceituação básica sobre a estrutura teórica da TOC 11.3-Características básicas 11.4-Vantagens e desvantagens 11.5 Medidas do alcance da meta Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 100 101 11.6- Medidas de desempenho 11.7- Passos do processo decisório 11.8- Contribuições da TOC para a gestão empresarial 12 – MÉTODO DA UNIDADE DE ESFORÇO DE PRODUÇÃO (UEP) 12.1 – Histórico 12.2 – A unificação da produção pela UEP 12.3 – A determinação dos esforços de produção 12.4 – Os procedimentos do método da UEP (implantação) 12.5- A operacionalização do método 13. ELEMENTOS DE FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 13.1-Cálculo dos custos unitários 13.2-Formação dos preços 13.5-Resolução de casos 13.6 Preenchimento do mapa de rateio 13.7- Distribuição das despesas fixas indiretas 13.8 – Determinação de várias formas de preços de vendas com base nos dados extraídos do mapa de rateio 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica CREPALDI, Silvio Aparecido – Curso básico de contabilidade de Custos – 2 edição – São Paulo: Atlas, 2002 FERREIRA, José A. S. – Contabilidade de Custos – São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 1º Edição. MARTINS, Eliseu.- Contabilidade de custos – 9. ed. – São Paulo: Altas, 2003 SARDINHA, José Carlos – Formação de Preço – A Arte do Negócio. São Paulo: Makron Books, 1995. 1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 101 102 VANDERBECK, Edward J. & NAGY, Charles F. - Contabilidade de custos – 11. ed. – São Paulo: Pioneira, 2001 6.2) Bibliografia Complementar BEULKE, Rolando e BERTÓ – Gestão de Custos - São Paulo: Saraiva, 2005. 1º Edição. BEULKE, Rolando e BERTÓ, Dalvio José – Marketing & Finanças – Gestão de custos, preços e resultados. 2. ed. São Paulo: Saraiva,1996. BÓRNIA, Antonio Cezar.- Análise gerencial de custos – aplicações em empresas modernas – Porto Alegre: Bookman, 2002. 1º Edição. CREPALDI, Silvio Aparecido – Contabilidade Gerencial – Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 1998. 1º Ediação. CREPALDI, Silvio Aparecido – Curso básico de contabilidade de Custos – 2 edição – São Paulo: Atlas, 2002. GUERREIRO, Reinaldo – A meta da empresa: seu alcance sem mistérios: 2. ed. – São Paulo: Atlas, 1999. IUDÍCIBUS, Sérgio de – Contabilidade Gerencial 6. ed. – São Paulo – Altas, 1998 LEONE, George S.G., Curso de contabilidade de custos: contém custeio ABC, - São Paulo - Atlas - 1996. 1º Ediação. MEGLIORIN, Evandir – Custos: Análise e Gestão – 2. ed. – São Paulo: Person Prentice Hall, 2007. MONDEN, Iasuhiro – Sistemas de Redução de Custos: Custo-alvo e Custo Kaizen. Porto Alegre: Bookman, 1999. 1º Edição. NEVES, Silvério das e VICECONTI, Paulo E. V. – Contabilidade de Custos – um enfoque direto e objetivo. São Paulo: Frase, 1998. 1º Ediação. SANTOS, Joel J. - Análise de Custos – um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1990. 2º Edição. STARK, José Antônio – Contabilidade de Custos – São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 1º Edição. VANDERBECK, Edward J. & NAGY, Charles F. - Contabilidade de custos – 11. ed. – São Paulo: Pioneira, 2001 VICECONT, Paulo E.V. & NEVES, Silvério das – Contabilidade de Custos: um enfoque direto e objetivo – 4. ed. Frase, 1995 Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 102 103 DISCIPLINA: COT0262 PRÁTICA CONTABIL – ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1. EMENTA: Utilização de sistemas informatizados para registro e controle de operações contábeis: Estrutura formal do contrato social e sua contabilização. Constituição de sociedades, legalização de sociedades, observando os aspectos tributários; Escrituração contábil: razão sintético e analítico, diário geral contábil e demonstrações contábeis. Registros e controles extra-contábeis: controle de estoques, folha de pagamento, planilha de controle de depreciação, amortização e exaustão. Escrituração fiscal. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Esta disciplina tem por objetivo propiciar ao acadêmico do curso de Ciências Contábeis um conhecimento prático para executar atividades contábeis variadas com precisão e segurança, desenvolvendo habilidades especificas. Objetivos Específicos * Capacitar ao acadêmico a compreensão de conhecimento prático contábil dentro de um contexto o mais próximo da realidade possível. * Propiciar habilidades especificas para executar todas as atividades contábeis com precisão e segurança. * Possibilitar a utilização de software específicos/ contábil/fiscal e demais recursos de informática. * Oportunizar ao acadêmico a visualização contábil obtendo dados e informações para a análise da situação patrimonial das organizações empresariais. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 3.1 CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DE EMPRESAS 3.1.1 Elaboração do Contrato Social 3.1.2 Plano de contas básico 3.1.3 Contabilização inicial da empresa 3.1.4 Emissão de balancete 3.2. ATIVIDADES DE INSTALAÇÃO 3.2.1. Compras e entradas de materiais, mais fretes (á vista /a prazo). 3.2.2. Livro Registro de entradas 3.2.3 Admissão de empregados 3.2.4 Livro Registro de empregados 3.2.5 Autorização de impressão de notas fiscais 3.2.6 Abertura de contas bancárias 3.3. ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO I 3.3.1 Aquisição de imobilizações 3.3.2 Transferências de materiais do estoque para produção 3.3.3 Gastos Gerais de fabricação ( por caixa/bancos) Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 103 104 3.3.4 Pagamentos diversos de gastos e serviços 3.3.5 Gastos gerais administrativos 3.3.6 Emissão de Balancete 3.4. ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO II 3.4.1.Venda de produtos ( caixa/clientes) 3.4.2 Prestação de serviço 3.4.3 Notas fiscais, faturas, duplicatas 3.4.4 Livro registro de saídas 3.4.5 Livro registro do imposto sobre serviços de qualquer natureza 3.5. ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO III Operações Bancárias em geral: 3.5.1.Desconto de duplicata 3.5.2.Cobrança de duplicatas 3.5.3.Caução de Duplicatas (contrato/financiamento) 3.5.4.Empréstimos bancários com juros antecipados 3.5.5.Integralização de capital em .../...../........ 3.5.6 Emissão de Balancete 3 .6 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO IV Operações diversas 3.6.1 Transferências de estoques 3.6.2 Compras/vendas 3.6.3 Despesas de fabricação 3.6.4. Despesas administrativas 3.6.5. Depósitos e retiradas bancárias 3.6.6. Boletim de caixa 3.7 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO V Apropriações: 3.7.1 Comissões 3.7.2 Folha de pagamento e encargos sociais 3.7.3 Guias de INSS e FGTS 3.7.4 Provisões de férias/ 13 salário e encargos sociais 3.8 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO VI Apuração e apropriação de impostos: 3.8.1 Livro registro de apuração do ICMS 3.8.2 Livro registro de apuração do IPI 3.8.3 Guia para recolhimento do ICMS 3.8.4 Darf: IPI/COFINS/PIS 3.8.5 Guia para recolhimento do ISS 3.9 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO VII 3.9.1 Férias aviso e pagamento 3.9.2 Aviso prévio e Rescisão contratual 3.9.3 Compras e recuperação de impostos- á vista e a prazo 3.9.4 Vendas/ débito de impostos- á vista e a prazo 3.9.5 Despesas administrativas Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 104 105 3.9.6 Despesas de fabricação- gastos gerais 3.9.7 Envio de duplicatas para cobrança, caução, desconto 3.9.8 Reembolso de duplicatas descontadas 3.9.9 Recebimento de duplicatas em cobrança, caução, desconto 3.9.10 Outras transferências de materiais 3.9.11 Recolhimento de todos os impostos e encargos sociais: INSS/FGTS/ISS/IPI/ICMS/PIS/COFINS 3.9.12 Pagamento de outras despesas apropriadas 3.10 ATIVIDADES DE FUNCIONAMENTO VIII 3.10.1 Folha de pagamento 3.10.2 Apropriações diversas 3.10.3 Fechamento de livros fiscais e guias de recolhimento de impostos 3.10.4 Outras movimentações de entradas e saídas de caixa 3.10.5 Pagamento de comissões creditadas 3.11 ATIVIDADES DE ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO I 3.11.1 Depreciação/calculo e contabilização 3.11.2 Outros ajustes e apropriações para encerramento 3.12 ATIVIDADES DE ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO II 3.12.1 Lançamento de encerramento de balanço 3.12.2 Demonstração do Resultado do Exercício 3.12.3 Destinação do Resultado do Exercício 3.12.4 Balanço Patrimonial 3.12.5 Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados 3.12.6 Notas explicativas das demonstrações contábeis 3.13 ATIVIDADES DE ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO III 3.13.1 Emissão do Livro Diário 3.13.2 Emissão do Livro Razão 3.13.3 Lalur- Livro de Apuração do Lucro Real 4. METODOLOGIA: 4.1. As aulas serão ministradas de forma expositiva, em laboratório de informática, através de módulos que compreendem uma unidade de ensino completa. Oportunizando ao aluno sua auto-aprendizagem, ao realizar as tarefas previstas. 4.2. Procedimentos didáticos: - Utilização de softwares específicos sob sua própria responsabilidade. Software contábil e fiscal. - Cada módulo é organizado com atividades para quatro horas aula e contém informações suficientes para que, após concluído seu estudo , o aluno esteja apto a realizar sua auto-avaliação e ser avaliado pelo professor - Executar todas as atividades específicas contábeis demonstrando assim o alcance dos objetivos propostos. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 105 106 5.SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica FRANCO, Hilário. Contabilidade Geral .1º Ed. São Paulo: Atlas, 2000. GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 9ª Ed..São Paulo: Atlas, 2003 6.2) Bibliografia Complementar IUDICIBUS, Sérgio de. ¨Contabilidade Introdutória¨.São Paulo: Atlas, 1993. 8º Ediação. IUDICIBUS, Sérgio de; MARTINS, Elizeu. Manual das Sociedades por Ações .São Paulo: Atlas, 2007. 7º Ediação. MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 6ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2005 . 5º Edição. MARION, José Carlos; IUDICIBUS, Sergio. Contabilidade Comercial. São Paulo: Atlas, 2006. 7º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 106 107 DISCIPLINA: COT0263 – ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1. EMENTA: Demonstrações contábeis. Estruturação e Reestruturação (Deflação, inflação e moeda constante) das demonstrações de acordo com as normas brasileiras e internacionais. 3. OBJETIVOS Objetivo Geral Proporcionar ao acadêmico condições para que saiba estruturar as demonstrações contábeis de conformidade com as normas brasileiras e internacionais de contabilidade, inclusive propiciando ao aluno conhecimentos básicos necessários para a reestruturação das demonstrações para fins de análise. Objetivos Específicos Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de: • Estruturar e reclassificar as demonstrações contábeis para análise. • Ajustar as demonstrações contábeis em função da ocorrência de inflação/deflação. • Compreender os aspectos relevantes das normas internacionais de contabilidade • Harmonizar e adequar as demonstrações contábeis visando sua internacionalização. • Analisar vertical e horizontalmente as demonstrações contábeis, identificar aspectos relevantes das alterações patrimoniais e sugerir alternativas para a melhoria do desempenho das entidades. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A DISCIPLINA PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE Os princípios como base da contabilização e geração das demonstrações contábeis DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis como a expressão do Patrimônio das entidades. Estrutura básica no Brasil - Leis 6.404/76 e 11.638/07. O que mostram as demonstrações contábeis Reclassificações para fins de análise. Padronização NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE Visão das normas internacionais de contabilidade - sua evolução. Adequação das demonstrações contábeis brasileiras às normas internacionais. INFLAÇÃO, DEFLAÇÃO E MOEDA CONSTANTE Considerações gerais do efeito da inflação/deflação sobre as demonstrações contábeis. Instrumentos de ajuste para análise. ANÁLISE VERTICAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Objetivo, finalidade, cálculo. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 107 108 Visão que proporciona. Comparativo entre períodos ANÁLISE HORIZONTAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Objetivo, finalidade, cálculo. Utilização de deflatores ou inflatores. Visão que proporciona, Comparativo entre períodos. Relação entre a visão da análise vertical e a horizontal. A ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL DA: DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Receitas e custos e despesas como geradoras da lucratividade bruta, operacional e líquida. Alternativas para melhoria do desempenho. DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO A destinação dos resultados – visão da política da entidade quanto ao pagamento de lucros e dividendos e/ou juros sobre o capital. A evolução do patrimônio líquido. BALANÇO PATRIMONIAL O Ativo e as variações no uso dos recursos. O Passivo e as variações nas fontes de recursos. DEMONSTRAÇÃO DE ORIGENS E APLICAÇÃO DE RECURSOS (DOAR) E DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA(DFC) Usos e fontes de recursos de longo e curto prazo. DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (DVA) Recursos gerados e análise de seu rateio OUTROS ASPECTOS A EXAMINAR Relatório da Administração Notas Explicativas Parecer dos Auditores RELATÓRIO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Considerações. Principais tópicos a abordar. Sugestões e conclusões. 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 108 109 6. BIBLIOGRAFIA 6.1) Bibliografia Básica MATARAZZO, Dante Cármine. Análise Financeira de Balanços. São Paulo: Atlas, 1995.3º Edição. SILVA, José Pereira da. Análise Financeira das Empresas. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição. MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis: Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2005. 3º Edição. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços – um enfoque econômico-financeiro. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de Balanços. São Paulo: Atlas, 2008. 7º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar BRAGA,Hugo Rocha. Demonstrações contábeis:estrutura,análise e interpretação. São Paulo: Atlas, 2003. 5º Edição. REIS, Arnaldo Carlos de Rezende. Demonstrações Contábeis:estrutura e análise.São Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição. PADOVESE,Clovis Luiz; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição. RIBEIRO,Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Saraiva, 2005. 5º Edição. SCHMIDT,Paulo; SANTOS,José Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves. Fundamentos de contabilidade internacional. São Paulo:Atlas, 2006. 1º Edição. CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL. Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade.Porto Alegre: CRCRS, 2002. FIPECAFI-FEA/USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São Paulo:Atlas, 2007. 7º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 109 110 DISCIPLINA: COT0437 – CONTABILIDADE ORÇAMENTÁRIA 1. EMENTA: O Controle orçamentário como parte da ciência contábil. A estrutura e as finalidades do orçamento empresarial. Projeções de receitas, custos e despesas, resultados econômico-financeiros e patrimoniais. Os Sistemas de análises dos valores projetados e suas respectivas variações. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Capacitar o aluno a desenvolver, de maneira lógica e ordenada, um modelo de sistema de orçamento empresarial, entendendo as causas e conseqüências de alterações estratégicas a nível orçamentário. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conceito, função e plano orçamentário; Elaboração do Plano Orçamentário a. Orçamento de vendas; b. Orçamento de produção; c. Orçamento de capital; d. Previsão de compra de materiais. e. Custo dos materiais utilizados. f. Previsão de crédito de tributos g. Previsão de gastos com salários e encargos h. Previsão de pagamento de impostos e comissões. i. Previsão de custos indiretos de produção. j. Previsão de gastos administrativos. k. Previsão das despesas com vendas, financeiras e tributárias. l. Orçamento econômico (balancete projetado) Demonstrativo de resultado projetado Projeção do fluxo de caixa. Balanço patrimonial projetado Análise dos índices Acompanhamento orçamentário. Gráfico de evolução de desempenho. Análises de rentabilidade dos produtos. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 110 111 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica FREZZATTI, Fábio. Orçamento Empresarial – Planejamento e Controle Gerencial. São Paulo. Atlas. 2006. 3º Edição. HOJI, Masakazu – Administração financeira e orçamento. São Paulo: Atlas, 7ª ed 2008. PINHEIRO, Paulo Roberto; SCHMITT, Paulo; SANTOS, José Luis; MARTINS, Marco Antonio. Fundamentos de Orçamento Empresarial. São Paulo: Atlas, 2008. WELSCH, Glenn A. Orçamento Empresarial. São Paulo. Atlas, 2002. 5º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar HANSE, Don R.; MOWEN, Maryanne M. Gestão de Custos – Contabilidade e Controle. São Paulo. Ed. Pioneira, 2001. 1º Edição. HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; DATAR, Srikant M. Contabilidade de Custos. 9ª Edição. Rio de Janeiro, LTC Editora, 2000. SÁ, Carlos Alexandre; MORAES, José Rabello de. O Orçamento Estratégico; Uma visão Empresarial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 1º Edição. SANVICENTE, Antonio Zoratto, SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na Administração de Empresas – Planejamento e Controle. São Paulo. Atlas, 1998. 2º Edição. SOBANSKI, Jaert J. Prática de Orçamento Empresarial – Um Exercício Programado. São Paulo. Atlas, 1994. 3º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 111 112 DISCIPLINA: COT0264 – ANÁLISE DE CUSTOS 1. EMENTA: Análise da relação custo-volume-lucro. Análise do ponto de equilíbrio. Margem de contribuição e fatores limitantes de produção. Decisão entre comprar ou produzir/terceirizar. Custos fixos identificados e o retorno sobre o investimento. Custos imputados e custos perdidos. Decisões gerenciais com base na margem de contribuição e sistemas de custeio. Estratégias de precificação. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar condições para que o acadêmico seja capaz de entender, analisar e praticar ações que envolvem elementos relacionados à área de custos, visando uma boa gestão de custos dentro das entidades. Objetivos Específicos - Fornecer ao aluno os conhecimentos básicos e indispensáveis de Contabilidade de Custos. - Familiarizar o aluno com as técnicas mais usuais de controle e apuração dos custos. - Habilitar o aluno a resolver problemas ligados ao planejamento, implantação e operacionalização de sistemas de custos. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: CUSTOS E PREÇOS Índices para formação de preços Análise de preços CUSTEIO VARIÁVEL Custeio variável Custeio variável x custeio por absorção Razões do não uso do Custeio variável nos balanços Resolução de casos CUSTO FIXO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO O problema de alocação dos custos fixos A aplicação da margem de contribuição para fins decisoriais Resolução de casos CONTRIBUIÇÃO MARGINAL E LIMITAÇÕES NA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO Margem de contribuição antes das limitações A existência das limitações Margem de contribuição x Fator de limitação A existência de diversos fatores de limitação Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 112 113 A alocação do custo fixo e decisão CUSTOS FIXOS IDENTIFICADOS E RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO Margem de contribuição e custos fixos identificados Valores que integram o cálculo da margem de contribuição Margem de contribuição e taxa de retorno Resolução de casos DECISÃO SOBRE COMPRAR OU PRODUZIR A fixação do preço Decisão sobre comprar ou produzir Resolução de casos CUSTOS IMPUTADOS E CUSTOS PERDIDOS Custo de oportunidade O efeitos da inflação no custo de oportunidade e resultado Custo de oportunidade e taxa de retorno (conseqüências) Custos perdidos Resolução de casos RELAÇÃO CUSTO/VOLUME/LUCRO Os custos e despesas variáveis O ponto de equilíbrio (em custos) Margem de segurança e alavancagem operacional Pontos de equilíbrio contábil, econômico e financeiro O ponto de equilíbrio econômico na inflação A influência das alterações dos custos e despesas fixas A influência das alterações dos custos e despesas variáveis A influência das alterações dos preços CUSTOS E ESTRATÉGIA Conceitos e definições de estratégia Curva de aprendizagem Ciclo de vida do produto Cadeia de valor Matriz de crescimento e participação de mercado Análise da rentabilidade e pelas estratégias competitivas adotadas. DECISÕES TÁTICAS DE CURTO PRAZO Natureza dos custos relevantes Importância da margem de contribuição Descontinuidade de um produto ou de uma linha de produtos Vender ou continuar o processamento Investir ou alugar Produzir ou comprar TÉCNICAS PARA UMA MELHOR GESTÃO DOS CUSTOS Custeio ABC/ABM (activity based costing - custeio baseado em atividades) Custeio TOC (teoria das restrições) Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 113 114 Custeio RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit - contadoria do reino para assuntos econômicos ) Target costing (custeamento-alvo) e custeio Kaizen Life-cycle costing (custeamento por ciclo de vida) UEP – Unidade de esforço de produção Lote econômico Custos da qualidade e da não qualidade 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica BRUNI, Adriano Leal & FAMÁ, Rubens. - Gestão e formação de preços: com aplicações na calculadora HP 12C e Excel – 3. ed – São Paulo: Atlas, 2004 FIGUEIREDO, Sandra & CAGGIANO – Controladoria: teoria e prática – São Paulo: Atlas, 1997. 1º Edição. HANSEN, Don R. & MOWEN, Maryanne M. – Gestão de Custos: Contabilidade e Controle – 3. ed. – São Paulo: Pioneira, 1998. MARTINS, Eliseu. - Contabilidade de custos – 9. ed. – São Paulo: Altas, 2003 WERNKE, Rodney – Gestão de custos – Uma abordagem Prática – São Paulo: Atlas, 2001. 1º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar ALLORA, Franz & ALLORA, Valério – UP: unidade de media na produção para custos e controles gerenciais das fabricações – São Paulo: Pioneira, 1995. 2º Edição. ASSEF, Roberto – Formação de Preços. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997 Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 114 115 CHING, Hong Yuh, Contabilidade Gerencial: novas práticas contábeis para a gestão de negócios – São Paulo: Person Prentice Hall, 2005. 1º Edição. COGAN, Samuel – Custos e Preços–Formação e Análise. São Paulo: Pioneira, 1999. 6º Edição. CREPALDI, Silvio Aparecido - Curso Básico de Contabilidade de Custos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2002 LEONE, George S.G., Curso de contabilidade de custos: contém custeio ABC, - São Paulo - Atlas - 1996. MEGLIORINI, Evandir - Custos: análise e gestão - Person Prentice Hall, 2007. 1º Edição. MONDEN, Iasuhiro – Sistemas de Redução de Custos: Custo-alvo e Custo Kaizen. Porto Alegre: Bookman, 1999 . 1º Edição. NAGLE, Thomas T. & HOLDEN, Reed K. – Estratégia e táticas de preços: um guia para decisões lucrativas – 3. ed. - Person Prentice Hall, 2003 NOREEN, Eric; SMITH, Debra & MACKEY, James T. – A teoria das restrições e suas implicações na contabilidade gerencial. – São Paulo: Educador, 1996. 1º Edição. PADOVEZE, Clóvis Luís – Contabilidade Gerencial – Um enfoque em sistema de informação contábil. São Paulo: Atlas, 1996 PEREZ Jr., José H.; OLIVEIRA, Luis M.de & COSTA, Rogério G. – Gestão estratégica de custos – 4. ed. – São Paulo: Atlas, 2005. SHANK, John K, & GOVINDARAJAN, Vijay – A revolução dos custos: como reinventar e redefinir sua estratégia de custos para vender em mercados competitivos – 4. ed. São Paulo: Campus, 1997 WERNKE, Rodney - Análise de custos e preços de venda: ênfase em aplicações e casos nacionais – São Paulo: Saraiva: 2005. 1º Edição. CORRÊA, Henrique L. & GIANESI - Irineu G.N., Just in time, MRP II e OPT: um enfoque estratégico – São Paulo: Altas, 1996. 1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 115 116 DISCIPLINA: COT0278 – ANÁLISE AVANÇADA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1. EMENTA: Análise por indicadores econômico-financeiro. Fatores de previsão de falências. Interpretação e emissão de relatórios. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao aluno conhecimentos para que saiba relacionar, comparar e analisar as demonstrações contábeis, construindo indicadores que possibilitem uma visão geral e abrangente do patrimônio das entidades, concluindo sobre sua posição econômico-financeira e propondo alternativas para otimizar sua gestão. Objetivos Específicos Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Relacionar os diversos grupos das demonstrações contábeis, calculando indicadores e compreendendo seus significados. • Analisar o resultado dos indicadores e identificar o seu efeito sobre o desempenho da entidade. • Elaborar relatório de análise econômico-financeira e propor medidas de melhoria da gestão. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A DISCIPLINA. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ANÁLISE VERTICAL,HORIZONTAL E DEFLATORES ANÁLISE ATRAVÉS DE ÍNDICES (INDICADORES) O papel dos índices. Aspectos evidenciados. Situação Financeira e Econômica. Índices de liquidez Índices de endividamento e de imobilização dos capitais próprios. Índices de atividade. Prazos médios. Ciclo operacional, econômico e Financeiro Análise das necessidades de capital de Giro - NCG Índices de margem e Rentabilidade Rentabilidade sobre o Ativo Rentabilidade sobre o Patrimônio líquido Giro e margem como determinantes da rentabilidade. O modelo DuPont. Alavancagem financeira Indices de insolvência de Kanitz. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 116 117 EBITDA (Geração de Caixa Operacional) Previsão de falências. Modelos de previsão de insolvência. Análise da DFC e do DVA RELATÓRIO AMPLO DE ANÁLISE Detalhamento da situação econômica e financeira. Sugestões e conclusões. OBS: elencar os indicadores financeiros (EVA) 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6. BIBLIOGRAFIA 6.1) Bibliografia Básica MATARAZZO, Dante Cármine. Análise Financeira de Balanços. São Paulo: Atlas, 1995. 3º Edição. SILVA, José Pereira da. Análise Financeira das Empresas. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição. MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis: Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2005. 3º Edição. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços- um enfoque econômicofinanceiro. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de Balanços. São Paulo. Atlas, 2008. 7º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 117 118 6.2) Bibliografia Complementar BRAGA,Hugo Rocha. Demonstrações contábeis:estrutura,análise e interpretação. São Paulo: Atlas, 2003. 5º Edição. REIS, Arnaldo Carlos de Rezende. Demonstrações Contábeis:estrutura e análise.São Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição. PADOVESE,Clovis Luiz; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição. RIBEIRO,Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Saraiva, 2005. 3º Edição. SCHMIDT,Paulo; SANTOS,José Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves. Fundamentos de contabilidade internacional. São Paulo:Atlas, 2006. 1º Edição. CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL. Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade.Porto Alegre: CRCRS, 2002. FIPECAFI-FEA/USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São Paulo:Atlas, 2007. 7º Edição. FIPECAFI-FEA/USP. Retorno de investimentos:abordagem matemática e contábil do lucro empresarial. São Paulo: Atlas, 2005. 3º Edição. SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leônidas. Análise de balanços para controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2004. 4º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 118 119 DISCIPLINA: COT0266 – SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS 1. EMENTA: Componentes dos Sistemas de Informações. Tecnologia da Informação. Sistemas de Informações Contábeis. Tipologia de Sistemas de Informações. Sistemas de Informações Gerenciais. Sistemas de Apoio à Decisão. Sistemas de Gestão Empresarial (ERP). Ferramentas de TI para Apoio à Contabilidade. Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações Contábeis. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Desenvolver no aluno um claro entendimento da relação existente entre sistemas, informações, sistemas de informações, tecnologia da informação e contabilidade, bem como provocar a compreensão do impacto desta relação nas organizações e na Contabilidade. Objetivos Específicos • Definir um Sistema de Informação e descrever suas atividades básicas e sua relação com a Contabilidade; • Provocar a compreensão do aluno quanto aos componentes e a importância de um Sistema de Informação; • Familiarizar o aluno com as principais questões técnicas e gerenciais que envolvem a Tecnologia da Informação e os Sistemas de Informações e seu impacto na Contabilidade; • Desenvolver no aluno uma familiaridade com as diferentes categorias dos Sistemas de Informações, tais como os Sistemas de Informações Gerenciais, os Sistemas de Apoio à Decisão, etc. e provocar um entendimento de como estes sistemas podem ser usados pelas organizações e pela Contabilidade. • Desenvolver habilidades para conceber, desenvolver e implementar Sistemas de Informações; 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Introdução aos Sistemas de Informações 1.1. Dados x Informação 1.2. A Sociedade e a Informação 1.3. As fontes de informações 1.4. Requisitos de Informações por Nível Administrativo 1.5. Atributos da Informação 1.6. Significado Estratégico da Informação 1.7. Política de Informação 2. Visão Geral dos Sistemas de Informações Aplicados à Contabilidade 2.1. Sistemas de Informações Transacionais (SIT) 2.2. Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) 2.3. Sistemas de Automação de Escritório (SAE) 2.4. Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 119 120 2.5. 2.6. 2.7. Sistemas Especialistas (SE) Sistemas de Informações para Executivos (EIS) Sistemas de Gestão Empresarial (ERP) 3. Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações Contábeis 3.1. Metodologia de Desenvolvimento 3.2. Ferramentas e Técnicas 3.3. Projeto de Sistemas 3.4. Abordagens de Desenvolvimento de SI 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizadas, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica LAUDON, K.C. e LAUDON, J.P. Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo. Prentice Hall Brasil, 2007. 7º Edição. STAIR R.M. Princípios de Sistemas de Informações. São Paulo: Editora Pioneira. 2005. 1º Edição. TURBAN, E; McLEAN, E e WETHERBE, J. Tecnologia da Informação para Gestão: Transformando os Negócios na Economia Digital. Porto Alegre: Bookman, 2004. 3º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar BIO, S.R. Sistemas de informação – um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1996. 1º Edição. FREITAS, H. E KLADIS, C.M. Da informação à política informacional das organizações: um quadro conceitual. São Paulo – SP: RAP, v.29, n. 3, JunhoSetembro 1995, p. 73-86. 1º Edição. FREITAS, H. et al. Informação e decisão: sistemas de apoio e seu impacto. Porto Alegre: Ortiz, 1997. 1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 120 121 O`BRIEN, J.A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2004. 1º Edição. PEROTTONI, R., OLIVEIRA, M., LUCIANO E.M. e FREITAS, H. Sistemas de Informações: Um estudo comparativo das características tradicionais às atuais. Porto Alegre – RS: ReAd (http://read.adm.ufrgs.br). PPGA/EA/UFRGS, v.7, n. 3, 2001. 1º Edição. TURBAN, E.; POTTER, R.E. e RAINER JR, R.K. Introdução a Sistemas de Informação: Uma Abordagem Gerencial. São Paulo. Editora Campus, 2007. 8º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 121 122 DISCIPLINA: COT0279 – CONTABILIDADE DE ATIVIDADES ESPECIAIS 1. EMENTA: Contabilidade de atividades Diversas e pessoas jurídicas do Terceiro Setor. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao aluno habilidade para Construção das Demonstrações Contábeis de empresas com ramos de atividades especiais e suas circunstâncias. Objetivos Específicos Desenvolver no aluno, habilidades de construção de todas as Demonstrações Contábeis das sociedades empresárias e não empresárias, bem como as circunstâncias específicas. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ASSOCIAÇÕES E FUNDAÇÕES 1.1. Estatuto Social 1.2. Definição do Objeto Social 1.3. Definição da forma de tributação 2. OCIP e Filantropia 2.1. Registros 2.2. Benefícios Fiscais 3. COOPERATIVAS 3.1. Constituição 3.2. operação 3.3. Tributação. 4. LIVRO REGISTRO DE INVENTÁRIO e LIVRO DIÁRIO 4.1. Formalidades 4.2. Levantamento 4.3. Registro 5. LIVRO REGISTRO DE DUPLICATAS 5.1. Obrigatoriedade e repercussões pela não escrituração 6. ATIVIDADES ESPECIAIS 6.1. Serviços Profissionais 6.2. Transportes 6.3. Representações Mercantis 6.4. Bancária 6.5. Rural 6.6. Ramo Imobiliário 7. CONDOMÍNIO 7.1. Convenção 7.2. Cartilha 8. DOMÉSTICA 8.1. Contrato 8.2. Rescisão e obrigações Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 122 123 9. EVENTOS ESPECIAIS: 9.1. Avaliação de Sociedade Empresarial; 9.2. Admissão e Demissão de empregados 9.3. Adiantamento para futuro aumento de capital 9.4. Quebra ou perda de estoques 9.5. Lucros ou dividendos – distribuição 9.6. Custo orçado e contratado na atividade imobiliária 9.7. Remessas para Industrialização 9.8. Crédito presumido do IPI para ressarcimento do PIS e COFINS 9.9. Retenção de tributos e contribuições sobre pagamentos efetuados a PJ por órgãos, autarquias e fundações da administração publica federal. 9.10. Máquinas e equipamentos construídos pela própria empresa 9.11. Mútuos (empréstimo de dinheiro) entre sócios e sociedade – contabilização 9.12. Exportação – aspectos contábeis 9.13. Extinção de Pessoa Jurídica – aspectos tributários 9.14. PPR – Programa de Participação nos Resultados 9.15. Uso de Imagem; 10. LEITURAS 10.1. Como Delegar 10.2. Idoneidade de documentos 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 123 124 Bibliografia Básica – CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 2005. 5º Edição. GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. Bibliografia Complementar NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase, 2008. 10º Edição. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005. 25º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 124 125 DISCIPLINA : COT0267 – AUDITORIA I 1. EMENTA Normas Usuais de Auditoria, Fundamentos de auditoria, O profissional de Auditoria, Técnicas de Execução dos Trabalhos de Auditoria , Relatórios de Auditoria; 2. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Capacitar os alunos a identificar os Fundamentos e as Normas de Auditoria OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Compreender a função de planejamento, dos programas e dos • procedimentos de auditoria • Dar condições de avaliar o sistema de controles interno e o sistema • contábil da entidade auditada. • Possibilitar aos alunos os conhecimentos necessários para feitura de • Relatórios de Auditoria 3. PROGRAMA DE ENSINO 3.1 - NORMAS USUAIS DE AUDITORIA 1.1 -– Conceito de Normas 1.2- Divisão das Normas: Função, Prefixos, Legislação, Conteúdo. 3.2. FUNDAMENTOS DE AUDITORIA 2.1– Conceito e finalidade da Auditoria 2.2- O objeto da Auditoria 2.3– Campos de aplicação da Auditoria 2.4– Métodos de Auditoria 2.5 - Classificação da Auditoria 2.6 - Reflexos da Auditoria sobre o patrimônio 2.7- Auditoria Externa ( independente) e Auditoria Interna 3.3. QUANTO AO PROFISSIONAL DE AUDITORIA/EXERCÍCIOS Competência técnico profissional, independência, responsabilidade do auditor, honorários profissionais, guarda da documentação, sigilo profissional, informações anuais à entidades, educação continuada e exame de competência profissional 3.4. QUANTO A EXECUÇÃO DOS TRABALHOS DE AUDITORIA 4.1 - Organização dos serviços de auditoria 4.2 – Planejamento dos Trabalhos de Auditoria Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 125 126 4.3- Controles Internos 4.4 – Procedimentos de Auditoria 4.5 – Fraudes e erros em Auditoria 3.5. RELATÓRIOS DE AUDITORIA 5.1 - Relatórios de Auditoria, 5.2 - Pareceres de Auditoria, exercícios 5.3 - Papéis de Trabalho em Auditoria, exercícios 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ATTIE, William. Auditoria – Conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas, 2006. 3º Edição. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria um curso moderno e completo. São Paulo: Atlas, 2003. 6º Edição. FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria Contábil. São Paulo: Atlas, 2001. 4º Edição. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARRUDA, Danie Gomes; Barretto, Pedro Humberto Teixeira. Auditoria Contábil. São Paulo: Saraiva, 2007. 2º Edição. CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil – teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004. 3º Edição. DAL MAS, José Ademir. Auditoria Independente. São Paulo: Atlas, 2000. 1º Edição. JUND, Sérgio. Auditoria Independente. São Paulo: Campus, 2007. 1º Edição. PEREZ Jr. José Hernandez. Auditoria das Demonstrações Contábeis. Normas e Procedimentos. São Paulo: Atlas, 2006. 5º Edição. SÁ, Antonio Lopes de. Curso de Auditoria. São Paulo: Atlas, 2002. 10º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 126 127 DISCIPLINA: COT O271 – CONTABILIDADE AVANÇADA 1. EMENTA: Concentração de empresas: vertical, horizontal, domínio direto e indireto. Formação de grupos societários. Constituição de holding. Fusões, Cisões e Incorporações. Contabilidade de matriz e filiais. Métodos de investimentos. Equivalência patrimonial. Demonstrações financeiras consolidadas. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao acadêmico o conhecimento específico da Lei das sociedades anônimas relativamente a reestruturação de empresas e seus efeitos contábeis e econômicos. Objetivos Específicos Capacitar o aluno a: • Compreender as formas previstas na legislação relativamente a reestruturação de empresas;. • Identificar efeitos contábeis sobre investimentos em empresas controladas ou coligadas; • Compreender as técnicas utilizadas na formação das demonstrações financeiras consolidadas; • Compreender as formas de contabilização da empresa matriz e suas filiais. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCENTRAÇÃO DE EMPRESAS Concentração por ampliação Concentração por integração Concentração por acordo Vantagens da integração vertical Vantagens da integração horizontal Sindicatos mercantis ( trustes, cartéis, Pools) Holding 2. FORMAS DE CONCENTRAÇÃO Fusão Incorporação ( aquisição e absorção ) Grupos de sociedades Consórcios Coligadas e controladas Subsidiária integral 3. EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL Noções gerais e aplicação Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 127 128 Investimentos relevantes Legislação e lançamentos contábeis 4. SUBSCRIÇÃO E INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL DE SOCIEDADES Análise de casos práticos Lançamentos contábeis 5. A FIGURA DA CISÃO EM SOCIEDADES Cisão parcial Cisão total 6. MATRIZ E FILIAIS Generalidades e conceitos Contabilidade centralizada Contabilidade descentralizada Demonstrações financeiras combinadas 7. CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Introdução Condições e princípios gerais Técnicas de consolidação Papéis de trabalho Casos práticos para estudo 8. TRANSFORMAÇÃO DE SOCIEDADES Análise envolvente de casos práticos Sucessão de firma individual por sociedade Transformação de limitada em S/A Transformação de S/A em limitada 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 128 129 Bibliografia Básica BULGARELLI, Waldirio. Fusões, Incorporações e Cisões de Sociedades. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2000. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de contabilidade das Sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade Comercial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 7º Edição. REIS, Arnaldo Carlos de Rezende; MARION, José Carlos. Contabilidade Avançada. São Paulo: Saraiva, 2006. 1º Edição. Bibliografia Complementar BULGARELLI, Waldirio. Concentração de Empresas e Direito Antitruste. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1997. CHARLES, T. Horngren. Introdução à Contabilidade Gerencial. 5. ed. Rio de Janeiro: Prentice/Hall doBrasil,1995. EXAME – Melhores e Maiores. São Paulo: Abril,2008. IUDÍCIBUS, Sérgio de; KANITZ, Stephen Charles. Contabilidade Intermediária. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1981. MUNIZ, Ivan de Porto Alegre. Reorganizações Societárias. 1. ed. São Paulo: Makron Books, 1996. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Holding, Administração Corporativa e Unidade Estratégica de Negócio. l. ed. São Paulo: Atlas, 1995. PEREZ JR., José Hernandez; OLIVEIRA, Luis Martins de Contabilidade avançada. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007. SADDI,Jairo..[et al].Fusões e aquisições: aspectos jurídicos e econômicos. São Paulo: IOB, 2002. 1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 129 130 DISCIPLINA: COT0281 – CONTABILIDADE ESTRATÉGICA 1. EMENTA: Planejamento estratégico e BSC. Normas internacionais de contabilidade. Noções de conversão das demonstrações contábeis segundo os padrões internacionais. Contabilidade Ambiental. Contabilidade Social e Contabilidade Atuarial. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Permitir ao aluno que discuta e reflita sobre alguns tópicos emergentes e atuais dentro da área contábil, entre eles: Balanced Scorecard, Contabilidade Internacional, Contabilidade Ambiental, Contabilidade Social e Contabilidade Atuarial. Objetivos Específicos • Permitir que o aluno realize relações entre Planejamento Estratégico Empresarial e modelos de mensuração (Balanced Scorecard); • Apresentar aos alunos formas e maneiras da internacionalização da contabilidade mediante às necessidades empresariais atuais; • Apresentar e discutir os modelos de Contabilidade Ambiental e Social, avaliando suas necessidades e impactos na gestão empresarial; • Compreensão básica da área atuarial. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Planejamento Estratégico e BSC (Balanced Scorecard) 1.1. Conceitos e Modelos de Implementação 1.2. Ferramentas de BSC 2. Normas Internacionais de Contabilidade 2.1. Organismos Reguladores da Contabilidade. 2.2. Princípios Contábeis Geralmente Aceitos Norte-Americanos e Internacionais. 2.3. Normas Contábeis. 2.4. Demonstrações Financeiras. 2.5. Conversão das Demonstrações Financeiras 3. Contabilidade Ambiental 3.1. Ativo, Passivo e Resultado Ambiental. 3.2. Gestão de Ativos e Passivos Ambientais. 3.3. Relatórios Ambientais. 4. Contabilidade Social 4.1. Demonstração do Valor Adicionado 4.2. Análise do Balanço Social 5. Contabilidade Atuarial Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 130 131 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e estudos de casos com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizadas, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bibliografia Básica FEIJO, C. ; BARBOSA FILHO, N.H., e LIMA, F. C. G. C.Contabilidade Social. São Paulo. Campus, 2007 FERREIRA, A.C.S. Contabilidade Ambiental: Uma Informação para o desenvolvimento sustentável. São Paulo. Atlas, 2006 KAPLAN, R. e NORTON, D.Mapas Estratégicos. São Paulo. Campus, 2004. GARRISON, Ray H. e NOREEN Eric W. Contabilidade Gerencial. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001. SCHMIDT, P.; SANTOS, J.L.; e FERNANDES, L.A. Contabilidade Internacional Avançada. São Paulo: Atlas, 2004. Bibliografia Complementar BRAGA, C. Contabilidade Ambiental. São Paulo. Atlas, 2007. 1º Edição. BRAGA, M.B. e PAULANI, L.M. A Nova Contabilidade Social: Uma introdução a Macroeconomia. São Paulo. Saraiva, 2007. 3º Edição. CREPALDI, Sílvio A. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 1998. 2º Edição. HORNGREEN, Charles T. Introdução a Contabilidade Gerencial. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil. 1985 IUDICIBUS, Sérgio de, Teoria da Contabilidade, São Paulo: Editora Atlas, 2003 USP. 7º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Gerencial. 5ª e 6ª Ed. São Paulo: Atlas, 1995. Contabilidade e Atuária. IUDÍCIBUS, Sérgio de; LOPES, Alexsandro B. (Coord.). In: Teoria Avançada da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2004. 1º Edição. NYIAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade Internacional. São Paulo. Ed. Atlas, 2005. 1º Edição. TINOCO, J. E. P e KRAEMER, M. E. P. Contabilidade e Gestão Ambiental. São Paulo. Atlas, 2008. 2º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 131 132 DISCIPLINA: COT0270 MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM CONTABILIDADE 1. EMENTA: Métodos e técnicas de pesquisa adequados a projetos de monografia em contabilidade. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral O objetivo fundamental da disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa em Contabilidade é fornecer as diretrizes teóricas e práticas para a definição e construção do projeto de monografia até o término da disciplina. Objetivos Específicos • Apreender os conceitos fundamentais da investigação científica; • Distinguir entre os diversos tipos de pesquisa e sua aplicação na investigação contábil; • Fixar e exercitar técnicas de análise de textos, a fim de melhor explorar a organização da revisão de literatura; • Examinar técnicas de redação e argumentação em textos dissertativos, para o projeto e a monografia de final de curso. • Elaborar o projeto de monografia; 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Pressupostos epistemológicos da pesquisa científica Ciência, pesquisa, teoria, método: conceitos e historicidade O processo de pesquisa científica Tipos de pesquisa A pesquisa contábil atual no Brasil e no mundo Monografia como pesquisa científica Planejamento da pesquisa A escolha do tema e a delimitação do problema de investigação. A seleção das variáveis pertinentes ao problema investigado A revisão de literatura. Métodos e técnicas de estudo, resumo e análise crítica de textos e sistematização. A construção do marco teórico/conceitual para a definição das variáveis e a construção e fundamentação das hipóteses. Metodologia: definição do tipo de pesquisa, método, passos e procedimentos para a coleta, tabulação e leitura das evidências, procedimentos de amostragem, etc. Estrutura e elaboração do projeto de monografia Estrutura da monografia e normas formais Escrever uma monografia: redação e argumentação Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 132 133 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. Além disso, será realizada orientação em classe e extra-classe para a elaboração dos trabalhos. Uma das ênfases será no trabalho de análise crítica de textos, a fim de elevar a produtividade dos alunos nesta área e habilitá-los a uma mais eficiente sistematização da bibliografia pertinente tanto para o preparo do projeto de pesquisa quanto para a elaboração do trabalho monográfico. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 A avaliação consistirá em uma prova sobre a parte teórica, a elaboração do projeto de pesquisa para monografia, pelo menos um trabalho de análise de textos e um trabalho final para o início da construção do trabalho monográfico. 6. BIBLIOGRAFIA 6.1) Bibliografia Básica KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 1997. ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1999. 9º Edição. YIN, R. K. Estudos de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 6.2) Bibliografia Complementar ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2.ed. São Paulo: Thomson, 1999. BEUREN, I. M. (Org.) Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade. São Paulo: Atlas, 2004. 2º Edição. KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2001. 3º Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 133 134 Edição. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2000. 3º Edição. POPPER, K. R. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 2003. 8º Edição. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 1996. SIMKA, Sérgio (Coord); CORREIA, Wilson. TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) não é um bicho-de-sete-cabeças. Editora Ciência Moderna, 2009 Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 134 135 DISCIPLINA: COT 0280 – CONTABILIDADE INDUSTRIAL 1. EMENTA: Custo industrial. Contabilização do custo industrial integrado. Infra-estrutura de controles das empresas industriais. Análise de custos e despesas. Estruturação de uma contabilidade industrial. Estudos de casos. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Propiciar ao aluno meios suficientes para que possa identificar e selecionar fatos oriundos de uma gestão econômico-financeira, os quais alteram o patrimônio de uma empresa industrial. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Empresa Industrial a. Funções b. Classificação c. Campo de aplicação 2. Sistema de Custo Integrado a contabilidade a. Registro de consumo de materiais e controle de estoques b. Registros de mão-de-obra direta e indireta c. Registro dos gastos gerais de fabricação d. Rateios e. Apuração do resultado bruto f. Elaboração das demonstrações contábeis 3. Exame do custo integrado e custo padrão. 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 135 136 6.1) Bibliografia Básica – FRANCO, Hilário. Contabilidade Industrial. São Paulo: Atlas, 1996. 9º Edição. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, 2006. 9º Edição. GRECO, Aluísio; AREND, Lauro. Contabilidade: teoria e práticas básicas. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2007. 9º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar PEREZ JR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luiz Martins; COSTA, Rogério Guedes. Gestão Estratégica de Custos. São Paulo: Atlas, 2006. 5º Edição. VANDERBECK, Edward J., NAGY, Charles F. Contabilidade de Custos. São Paulo: Thomson, 2005. 11º Edição. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 136 137 DISCIPLINA: COT0441 PERÍCIA 1. EMENTA: Objetivos, planejamento e execução de pericia. Normas e procedimentos periciais. Perito contador e perito contador assistente, normas e legislação. Relatórios periciais: laudo pericial, parecer pericial e petições. Principais tipos de perícia contábil. Noções de mediação e arbitragem. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Desenvolver a capacidade de aprendizagem dos conteúdos relacionados à perícia contábil, tanto na esfera judicial como extrajudicial. Objetivos Específicos A disciplina de Perícia tem a finalidade de capacitar o aluno a: • Entender os conceitos, objetivos e procedimentos de perícia contábil • Interpretar corretamente as normas profissionais e a legislação pertinente à perícia contábil • Entender os princípios básicos da Ciência Atuarial • Interpretar os quesitos oficiais e das partes • Realizar os cálculos necessários à perícia contábil • Elaborar laudos e petições pertinentes a perícia contábil 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Abordagem conceitual, processual e operacional Perícia: Conceitos e objetivos Perito Contábil Judicial, Extrajudicial e Arbitral Perito: Perfil profissional e requisitos exigíveis Normas Brasileiras de Perícia Contábil Da prova pericial no Código de Processo Civil Brasileiro Perícia contábil na mediação e arbitragem Noções básicas de perícia atuarial Procedimentos periciais no âmbito das justiças comum, trabalhista e federal Técnicas no trabalho pericial Laudo, parecer e petições Casos práticos Perícias em financiamentos bancários Liquidação de sentença na Justiça do Trabalho Elaboração de petições Elaboração de laudo pericial 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado leituras complementares, conforme a bibliografia do Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 137 138 programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. Também serão analisados estudos de casos práticos . 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: No decorrer do semestre serão realizadas duas provas e um trabalho prático supervisionado, sendo atribuído a cada um os seguintes pesos: Prova Parcial: Peso 3,0 Prova Geral : Peso 5,0 Trabalhos : Peso 2,0 A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina o regimento desta Instituição: Conceito – Nota 0 0 - 5,9 1 6,0 - 6,9 2 7,0 - 7,9 3 8,0 - 8,9 4 9,0 – 10 Para ser aprovado o aluno deverá ter, no mínimo, conceito 1 e 75% de presenças. 6.1) Bibliografia Básica ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia Contábil. São Paulo: Atlas, 2007. 4º Edição. CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL. Normas Brasileiras de Contabilidade: Auditoria Independente, Auditoria Interna, Perícia Contábil. 5. ed. Porto Alegre, RS: CRC-RS, 2007. MAGALHÃES, Antonio de Deus Farias. SOUZA, Clóvis de; FAVERO, Amilton Luiz; LONARDONI, Mario. Perícia Contábil. uma abordagem teórica, ética, legal, processual e operacional: casos praticados. São Paulo: Atlas, 2008. 6º Edição. SÁ, Antônio Lopes de. Perícia Contábil. São Paulo: Atlas, 2008. 8º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar HOOG, Wilson Alberto Zappa; PETRENCO, Solange Aparecida. Prova Pericial Contábil: Aspectos Práticos & Fundamentais. 4. ed. Curitiba, PR: Juruá, 2005. _____. Perícia contábil: normas brasileiras. 2. ed. Curitiba, PR: Juruá, 2007. SILVA, Marcos Aurélio da. Fundamentos de perícia contábil: teoria e prática. 2. ed. São Bernardo do Campo, SP: Universidade Metodista de São Paulo, 2006. MOURA, Ril. Perícia contábil: judicial e extrajudicial. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2007. ZANNA. Remo Dalla. Prática de perícia contábil. São Paulo: Thomson, 2005. 1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 138 139 DISCIPLINA: COT0269 - CONTROLADORIA 1. EMENTA: Controladoria Tradicional e a Estratégica. Funções e ferramentas da Controladoria. Processo de planejamento, execução e controle. Avaliação do desempenho. Análise de investimentos. Responsabilidade de prestar contas da gestão perante a sociedade-accountability. Governança corporativa. Métodos de avaliação de empresas. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Apresentar ao aluno uma visão da Controladoria, tanto em seus aspectos conceituais e estruturais, como em seus aspectos de utilização prática, dentro de uma arquitetura organizada. Objetivos Específicos • Capacitar o aluno a identificar as teorias que fundamentam a Controladoria, os principais conceitos, objetivos e as funções do Controller; • Permitir ao aluno realizar conexões entre as funções operacionais da Controladoria e a visão estratégica da empresa; • Instrumentalizar o aluno com métodos e técnicas de avaliação de desempenho das organizações e de investimentos. • Desenvolver no aluno uma visão de responsabilidade de prestar contas junto à sociedade. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Controladoria no Processo de Gestão 1.1. Conceitos em Controladoria 1.2. Missão da Controladoria 1.3. Funções básicas da Controladoria 1.4. Papel da Controladoria na Criação de Indicadores de desempenho e acompanhamento da Gestão 1.5. Papel do Controller na criação de valor 2. A Controladoria no Planejamento Operacional 2.1. Determinação da Estrutura do Ativo 2.2. Determinação da Estrutura do Passivo 3. Avaliação de Desempenho e Investimentos 3.1. Avaliação Global de Resultado e Desempenho e Análise da Geração de Lucros 3.2. Avaliação de Desempenho Setorial: Contabilidade por Responsabilidade e Unidades de Negócio 3.3. Decisão de Investimentos Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 139 140 4. Controladoria Estratégica e Planejamento Estratégico 4.1. Sistema de Informação de Acompanhamento do Negócio 4.2. Controle de Metas Estratégicas 5. Governança Corporativa 5.1 Gorvenança empresarial, corporativa e de negócios 5.2. Conceitos básicos de integração conceitual e sistêmica entre a governança corporativa e a controladoria 5.3. Relações com investidores 6. Valor da Empresa: O Foco da Controladoria 6.1. O Processo Empresarial de Criação de Valor 6.2. Valor da Empresa 6.3. Principais Critérios para Apurar Valor da Empresa 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizados, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica HERNANDEZ, Perez, Controladoria Estratégica . São Paulo: Atlas, 2004. 2º Edição. HERNANDEZ, Perez, Jr, PESTANA, A. FRANCO, S. Controladoria de Gestão . São Paulo: Atlas. 1997. 2º Edição. PADOVEZE, Clóvis Luis. Controladoria Estratégica e Operacional. São P aulo, Pioneira Thomsom Learning, 2005. 1º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar IUDÍCIBUS, Sérgio , Contabilidade Gerencial. Ed. Atlas, 2ª edição, 1996. CAGGIANO, Paulo, FIGUEIREDO, Sandra. Controladoria: Teoria e Prática. Ed. Atlas, 2ª edição. 1997. CATELLI, Armando. Controladoria. São Paulo, Ed. Atlas, 1999. 29º Edição. SCHIMIDT, Paulo. Controladoria: agregando valor para a empresa. Porto Alegre, Bookman, 2002. 1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 140 141 DISCIPLINA : COT 0272 - AUDITORIA II 1.EMENTA Auditoria do Ativo Circulante, Realizável a longo prazo e Permanente. Auditoria do Passivo Circulante, Exigível a longo prazo e Patrimônio líquido. Auditoria das Receitas, Custos e Despesas. Prática operacional de auditoria das demonstrações Contábeis. 2.OBJETIVOS Objetivo Geral Capacitar os alunos a relacionarem dentro de uma seqüência lógica, os procedimentos de auditoria aplicados nas diversas áreas das entidades. Objetivos Específicos 1 – Identificar as deficiências das demonstrações contábeis em decorrência do uso de práticas de contabilidade geralmente aceitas e não satisfatórias. 2 – Efetuar o levantamento de sistema contábil em funcionamento, identificando os pontos fracos e fortes, através das técnicas de avaliação dos controles internos e programas de auditoria. 3 – Ter uma percepção clara sobre o significado e importância do Relatório e do Parecer de Auditoria. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: − AUDITORIA DO ATIVO: 1.1 – AUDITORIA DO CIRCULANTE: Disponibilidades, Créditos, Outros Créditos, Estoque. − - AUDITORIA DO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 1.3 - AUDITORIA DO PERMANENTE: Investimentos, Imobilizado e Diferido. − AUDITORIA DO PASSIVO: 2.1 – AUDITORIA DO PASSIVO CIRCULANTE − – AUDITORIA DO PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO − – AUDITORIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO − AUDITORIA DAS CONTAS DE RESULTADO 3.1. Auditoria das Receitas 3.2. Auditoria dos Custos e Despesas PROCEDIMENTOS: Em todos os tópicos acima mencionados deverão ser estudados: TEORIA CONTÁBIL ASPECTOS FISCAIS CONTROLES INTERNOS Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 141 142 PROGRAMA E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA PAPÉIS DE TRABALHO EM AUDITORIA UTILIZADOS E, CONCLUSÕES SOBRE O PONTO. Após serão feitos exercícios e estudos de casos sobre o conteúdo estudado. 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizados, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6. BIBLIOGRAFIA 6.1 -BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ATTIE, William. Auditoria – Conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas, 2006. 3º Edição. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria um curso moderno e completo. São Paulo: Atlas, 2003. 6º Edição. FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria Contábil. São Paulo: Atlas, 2001. 4º Edição. 6.2 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARRUDA, Danie Gomes; Barretto, Pedro Humberto Teixeira. Auditoria Contábil. São Paulo: Saraiva, 2007. 2º Edição. CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil – teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004. 3º Edição. DAL MAS, José Ademir. Auditoria Independente. São Paulo: Atlas, 2000. 1º Edição. JUND, Sérgio. Auditoria Independente. São Paulo: Campus, 2007. 1º Edição. PEREZ Jr. José Hernandez. Auditoria das Demonstrações Contábeis. Normas e Procedimentos. São Paulo: Atlas, 2006. 5º Edição. SÁ, Antonio Lopes de. Curso de Auditoria. São Paulo: Atlas, 2002. 10º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 142 143 9.2. Projetos de Disciplina das Disciplinas Eletivas LET281 – ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO ORAL EMENTA: Utilização de estratégias de comunicação oral em situações formais e semiformais, no âmbito acadêmico e profissional. Organização e apresentação de dados, tendo em vista objetivos e público-alvo específicos. Adequação da linguagem, (normas, registros e funções lingüísticas) emprego de esquema na redução de informações e planificação da apresentação oral. Emprego de mecanismos argumentativos. OBJETIVO GERAL Oportunizar ao aluno o desenvolvimento de conhecimentos e de habilidades para um desempenho eficiente do ponto de vista da comunicação oral em público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Conscientizar o aprendiz a respeito das distinções entre as modalidades oral e escrita da língua e do uso adequado de cada uma em situações de comunicação formal, semiformal e informal. • Instrumentalizar o aprendiz para usar adequadamente os recursos e técnicas de expressão oral para alcançar os propósitos de comunicação estabelecidos. • Oportunizar ao aprendiz o desenvolvimento de estratégias de comunicação oral que contribuam para a sua realização pessoal e profissional, tendo em vista também a formação ética do cidadão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1 Distinção entre linguagem oral e linguagem escrita: características lingüísticas e discursivas 2 Análise da diversidade das produções orais 2.1 Quanto ao registro 2.2 Quanto às funções 2.3 Quanto à situação de comunicação 3 Caracterização, identificação e aplicação de funções retóricas (diferentes possibilidades de organização textual discursiva): definição, comparação, classificação, instrução, descrição, narração, explicação, argumentação). 4 Caracterização e emprego dos fatores de coesão e coerência nos textos produzidos. 5 Tipos de comunicação: 5.1 Com intercâmbio, com receptor presente e próximo 5.2 Sem intercâmbio, com receptor presente e próximo 5.3 Sem intercâmbio, com receptor ausente (imprensa falada e televisionada; teleconferência). 6 O texto argumentativo 6.1 Caracterização e função enunciativa da argumentação 6.2 Análise das proposições 6.3 Escolha da tese 6.4 Seleção dos argumentos (quanto às circunstâncias e quanto à estrutura) 6.5 Tipos de argumentos (formal e informa) Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 143 144 7 Gêneros discursivos orais 7.1 Palestra, comunicação, aula (apresentação de trabalhos técnicos e científicos) 7.2 Reunião (planejamento e coordenação em diferentes situações de comunicação) 7.3 Falas circunstanciais 7.4 Discurso (preparação e apresentação) 8 Recursos da comunicação oral 8.1 No nível paralingüístico: ênfase, entonação, pronúncia, ritmo, emissão de voz 8.2 No nível não-verbal: postura, movimentação, gestos, expressão 8.3 No nível psicológico: autoconfiança, controle emocional, entusiasmo, interesse, rapport com o público METODOLOGIA: As aulas serão expositivo-dialógicas. Serão realizadas leituras e discussões de conteúdos que abordem os aspectos lingüísticos, textuais, discursivos e técnicos propostos no programa. Uso de recursos tecnológicos e audiovisuais necessários e disponíveis para uma adequada apresentação oral. Haverá aulas práticas de planejamento e de apresentação dos gêneros discursivos propostos com ênfase no de maior circulação na área de conhecimento ou de atividade dos alunos. Serão feitas apresentações a partir de temas ou de situações comunicativas escolhidos pelos grupos, além, de trabalhos individuais e em grupo. AVALIAÇÃO: As atividades realizadas pelos alunos serão avaliadas enquanto processo de construção dos conhecimentos e das habilidades aprendidos, em termos qualitativos e quantitativos, segundo os seguintes critérios e instrumentos: - Leitura, análise e discussão de textos teóricos e técnicos. Elaboração de planejamento e apresentações (palestra, reunião, discurso), com utilização de recursos e técnicas em estudo. Apresentação individual de palestra-reunião e discurso com utilização de recursos e técnicas adequados. A expressão dos resultados da avaliação será feita conforme o previsto no Regimento Geral da UCS, em seu artigo 203. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FROLDI, Albertina Silva; O’NEIL, Helen Froldi. Comunicação verbal: um guia prático para você falar em público. São Paulo: Pioneira, 1998. GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna: aprendendo a escrever, aprendendo a pensar. 21. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2002. MACHADO, André Monteiro de Barros. Falando muito bem em público. São Paulo: Makron Books, 1999. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 144 145 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARNEGIE, Dale. Como falar em público e influenciar no mundo dos negócios. 35. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. CASTELLIANO, Tânia. Desperte! É tempo de falar em público. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. GARCEZ, Lucília H. do Carmo. Técnicas de redação: o que é preciso saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes, 2001. HINDLE, Tim. Como fazer apresentações. São Paulo: PubliFolha, 1999. ______. Como liderar reuniões. São Paulo: PubliFolha, 1999. MARCON, Leoclides. Falar em público: desinibição, oratória, dicção. Porto Alegre: CDP, 1992. MILANEZ, Vânia. Pedagogia do Oral. 9. ed. São Paulo: Pioneira, 1986. MILLER, Roberto F. Como conduzir uma reunião eficaz. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995. KOCH, Ingedore G. Villaça. Argumentação e linguagem. 7. ed. rev São Paulo: Cortez, 2002. KUSHNER, Malcolm. Como falar em público para Dummies. Rio de Janeiro: Campus, 2000. OSBORNE, John W. Aprenda a falar bem e impulsione sua carreira. (guia para executivo). São Paulo: Nobel, 1999. POLITO, Reinaldo. Gestos e posturas para falar melhor. 23. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. POLITO, Reinaldo. Como falar corretamente e sem inibições. 98. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. ______. Falar de improviso e outras técnicas de apresentação. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. ______. Como se tornar um bom orador e se relacionar bem com a imprensa. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. ______. Recursos audiovisuais nas apresentações de sucesso. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. ______. Assim é que se fala: como organizar a fala e transmitir idéias. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2000. REYZABAL, Maria Victória. A comunicação e sua didática. São Paulo: EDUSC, 1999. RIBEIRO, Lair. A magia da comunicação. São Paulo: Moderna, 1998. ______. Comunicação global: a mágica da influência a neurolingüística aplicada a comunicação. 38. ed. rev e ampli. Rio de Janeiro: Objetiva, 1993. VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. WEIL, Pierre e TOMPAROW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal. 52. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 145 146 DISCIPLINA: ECO0468 - CONTABILIDADE SOCIAL 1. EMENTA: - Conceito. Evolução. Agregados macroeconômicos. Sistemas de Contas Nacionais. Balanço de Pagamentos. O Sistema de Contas Nacionais do Brasil: evolução, estrutura e metodologia. Matrizes de relações interindustriais. Comparações internacionais de agregados macroeconômicos. Indicadores sociais. 2. OBJETIVOS DE ENSINO: 2.1 OBJETIVO GERAL O conhecimento dos principais agregados macroeconômicos, sua mensuração e uso como instrumentos de análise. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 2.2.1 Identificar os principais agregados macroeconômicos. 2.2.2 Conhecer os sistemas de contas nacionais. 2.2.3 Analisar a economia através das informações das contas. 2.2.4 Estabelecer as relações entre os diferentes agregados. 3. METODOLOGIA: 3.1 Método: expositivo 3.2 Procedimentos didáticos: Exposição da matéria. 6 Resolução de exercícios em aula pelos alunos, em grupos ou individualmente. 7 Apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão. 8 Exibição de filmes que envolvam questões econômicas. 9 Uso de exemplos cotidianos. Esta proposição pressupõe leitura aprofundada das bibliografias indicadas no programa da disciplina, bem como o acompanhamento constante do que acontece na mídia nacional e internacional. O aluno deverá exercitar a disciplina intelectual através do estudo dos textos indicados, a fim de construir e sistematizar o conhecimento gerando, deste modo, reflexão e análise, alicerçadas no aporte teórico e na prática econômica. 4. PROGRAMA DE ENSINO: 4.1 - A Contabilidade Social. 4.1.1 Histórico. 4.1.2 O que é a Contabilidade Social (Nacional). - Macroeconomia e contas nacionais. 4.2 - Agregados macroeconômicos e identidades contábeis 4.3 - Balanço de Pagamentos 4.4 - Contas Econômicas Integradas - CEI 4.4.1 Introdução. 4.4.2 Contas Econômicas Integradas (CEI). Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 146 147 4.5 - CEI por setores institucionais 4.6 - Matrizes de insumo-produto. 4.6.1 Histórico. 4.6.2 A álgebra do sistema. 4.7 - Tabelas de Recursos e Usos (TRU). 4.8 4.8.1 4.8.2 4.8.3 Indicadores sociais. Crescimento e desenvolvimento. Curva de Lorenz e índice de Gini. Índice de desenvolvimento humano (IDH). 4.9 4.9.1 4.9.2 4.9.3 Comparações internacionais dos agregados macroeconômicos. Moeda comum de referência. Paridades de poder de compra. Índice Big-mac. 4.10 - Contas Regionais 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos, estudos de casos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Serão utilizados, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6. BIBLIOGRAFIA 6.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEIJÓ, Carmem Aparecida e outros. Contabilidade Social – o novo sistema de contas nacionais do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 2º Edição. PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova Contabilidade Social. São Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição. ROSSETTI, José Paschoal . Contabilidade Social. São Paulo: Atlas. 1993. 3º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 147 148 ________ e LEHWING, Maria Lúcia Moraes. Contabilidade Social – Livro de exercícios. São Paulo: Atlas. MONTORO FILHO, André Franco. Contabilidade Social. São Paulo: Atlas.1992. 7º Edição. FEE. Contas Regionais do RS 1970-85. 6.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - IBGE. Contas Nacionais do Brasil 2000-2005. Disponível no site www.ibge.gov.br - IBGE. Contas Regionais do Brasil 2004. Disponível no site www.ibge.gov.br - Paridades de poder de compra (material traduzido do “site” www.oecd.org) - Mc Currencies. The Economist, 25/5/2006. - FRIEDMAN, Milton. Capitalismo e Liberdade, cap. 3. Abril Cultural. São Paulo, 1982. - QUESNAY, François. Quadro econômico dos fisiocratas, in: Petty, Hume, Quesnay. Abril Cultural. São Paulo, 1983. - PNUD. Relatório do desenvolvimento humano 2007. Disponível no “site” www.pnud.org.br - www.ibge.gov.br (IBGE : Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) - www.pnud.org.br (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) - www.eco.unicamp.br/publicações/revista.html - www.fee.tche.br/ensaios.html - www.ipea.gov.br (IPEA: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) - www.bcb.gov.br (Banco Central do Brasil) - www.fgv.br/epge/home/publi/RBE/index.cfm (Revista Brasileira de Economia, da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) da Fundação Getúlio Vargas. - www.race.nuca.ie.ufrj.br (RACE: Rede Acadêmica de Ciência Econômica) Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 148 149 DISCIPLINA: COT0222 CONTABILIDADE RURAL EMENTA: Noções de Administração Rural. Contabilidade Rural. Planejamento Contábil na empresas rural. Depreciação, exaustão e amortização na agropecuária. Custos na atividade rural. Apuração de resultado e balanço na atividade rural. Controle gerencial. Atividade rural e a sustentabilidade ambiental. OBJETIVOS: Propiciar ao aluno o estudo da contabilidade no contexto rural, sua forma de apuração de resultado, custeio e controle gerencial. PROGRAMA: 1. Administração Rural: - Campo de ação; - Empresa rural; - Características do setor agrícola; - Características do setor pecuário; - Arrendamento rural. 2. Sustentabilidade ambiental - Princípios - Normas - Atividade sustentável 3. Contabilidade Rural: - Conceito; - Objeto; - Finalidades. 4. Planejamento contábil na empresa rural: - Plano de contas; - Avaliação de estoques; - Ciclo econômico; - Ciclo financeiro. 5. Depreciação, exaustão e amortização na agropecuária: - Depreciação; - Amortização; - Exaustão. 6. Custos na Atividade Rural: - Classificação de atividades; - Custos, despesas, gastos e investimentos; - Custos diretos e indiretos; - Custos fixos e variáveis; - Contabilização: 9 Culturas temporárias; 9 Culturas permanentes. 7. Turismo Rural - Turismo no meio rural Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 149 150 - Perspectivas - Estudo de viabilidade 8. Apuração de resultado e balanço: - Demonstração do Resultado na atividade rural; - Balanço Patrimonial na atividade rural. 9. Controle Gerencial: - Gerencia em propriedades rurais. AVALIAÇÃO: de acordo com cada Campi, Núcleo ou Centro onde a disciplina será oferecida. METODOLOGIA: - aula expositiva – dialogada, aplicando o método investigativo de pensamento; - seminários; - trabalhos em grupo; - estudo individualizado. BIBLIOGRAFIA: Básica: CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Rural - uma abordagem decisorial. São Paulo: Atlas, 2004. 3º Edição. MARION, José Carlos. Contabilidade Rural: contabilidade agrícola, pecuária e imposto de renda - pessoa jurídica. São Paulo: Atlas, 2005. 8º Edição. Complementar: ALMEIDA, Joaquim Anécio. FROEHLICH, José Marcos. RIEDL, Mário. Turismo rural e desenvolvimento sustentável. Campinas: Papirus, 2003. 1º Edição. FERREIRA, Aracéli Cristina de Souza. Contabilidade ambiental: uma informação para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atlas, 2006. 2º Edição. MATTOS, Zilda Paes de Barros. Contabilidade Financeira Rural. São Paulo: Atlas, 1999. 1º Edição. NEPOMUCENO FILHO, Fernando. Contabilidade Rural e seus custos de produção. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição. PORTUGUEZ, Anderson Pereira. Turismo no espaço rural: enfoques e perspectivas. São Paulo: Roca, 2006. 1º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 150 151 DISCIPLINA: COT0282 – PRÁTICA DE DEPARTAMENTO DE PESSOAL 1. EMENTA Rotinas de departamento de pessoal com o reconhecimento dos encargos trabalhistas e previdenciários e respectivos lançamentos contábeis. 1. OBJETIVO OBJETIVO GERAL Proporcionar ao aluno a aplicação prática da legislação trabalhista e previdenciária. OBJETIVO ESPECÍFICO • Proporcionar ao aluno a aplicação prática das rotinas trabalhistas • Capacitar o aluno a efetuar os registros contábeis • Compreender os efeitos dos registros nas Demonstrações Contábeis 3. CONTEÚDO Admissão de empregado, registro, elaboração da folha de pagamento, cálculo de contribuições sociais sobre a folha, encargos trabalhistas tais como adicionais e hora-extra, inclusive remuneração dos administradores. Provisões (férias e 13º salário) e registro contábil. Demissão de empregado, contabilização da folha de pagamento, integração da folha com a contabilidade. 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Sera utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 Bibliografia Bibliografia Básica BRONDI, Benjamin, BERMUDEZ, René Zambrana. Departamento Pessoal Modelo. São Paulo: IOB Thompson, 2004. 2º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 151 152 OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Prática Trabalhista. São Paulo: Atlas, 1997. 22º Edição. CARRION, Valentin – Comentários a Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo: Saraiva, 2008. 33º Edição. PINTO, Luiz Toledo de; WINDT, Márcia Cristina Vaz dos Santos; CÉSPEDES, Lívia. Segurança e medicina do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2008 Regulamento do Imposto de Renda – Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999. Previdência Social – Lei nº 8.212 de 24 de julho de 1991. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. Bibliografia Complementar Boletim IOB – Legislação Trabalhista Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 152 153 DISCIPLINA: ECO0296 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS E MERCADO DE CAPITAIS 1. EMENTA: O mercado de Capitais e a economia. Análise do Sistema Financeiro Nacional-SFN incluindo os. Títulos e Valores Mobiliários. Análise fundamentalista e Análise Técnica de ações. Bolsas: estruturas, funcionamento, índices. O Relacionamento entre investidor e as Corretoras. A Governança Corporativa e o Novo Mercado. Bolsas de Mercadorias e Derivativos. Aplicações do Risco. Administração de Carteiras. Teoria de Markowitz e da fronteira eficiente. Simulação de Carteiras. Noções de Fundos de Investimentos. 2. OBJETIVOS • • • • • • PROPORCIONAR aos alunos os conhecimentos básicos sobre o mercado de capitais; POSSIBILITAR aos alunos os conhecimentos mínimos necessários para que possam ingressar no mercado de capitais; PERMITIR gerenciar investimentos e administrar carteiras próprias conseguindo um ganho complementar ao seu salário; UTILIZAR técnicas e instrumentos financeiros modernos para análise do comportamento do mercado de capitais; MENSURAR os risco e determinar os retornos a serem oferecidos pelos diversos investimentos existentes na economia; SELECIONAR e avaliar carteiras de investimentos; 3. CONTEÚDO ECONOMIA E MERCADO DE CAPITAIS: poupança e investimento; moeda e política monetária; políticas e governo;os mercados do dinheiro (mercado monetário; mercado de crédito; mercado de capitais; mercado de câmbio) SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL-ESTRUTURA E FINANCIAMENTO: a reforma bancária;o sistema financeiro; o sistema financeiro nacional subsistema normativo; subsistema operativo OS TÍTULOS DO MERCADO DE CAPITAIS: as ações: ordinárias; preferenciais; nominativas; escriturais; os impostos das ações; as Ações no mercado internacional; as debêntures e as DCA; os títulos privados de crédito; os títulos públicos. AS COMPANHIAS BRASILEIRAS: a companhia aberta; registros na CVM; os acionistas; o direito de retirada; os livros da companhia; modificações no capital social; controle acionário - demonstrações financeiras FINANÇAS DAS EMPRESAS E MERCADO DE CAPOTAIS: ações para alcançar objetos; o investimento; o financiamento; endividamento e capitalização OS RECURSOS ESTÁVEIS (FONTES DE CAPTAÇÃO DE LONGO PRAZO): através de emissão de ações; o acesso ao mercado; abertura de capital mediante subscrição: underwriting - block trade AS BOLSAS DE VALORES, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO: evolução no brasil; conceito legal e objetivo social; organização interna; as sociedades Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 153 154 corretoras; o pregão; o tele-pregão; sistema eletrônico de negociação - o cats; sistema eletrônico de negociação nacional – senn; modalidades operacionais: mercado de opções, índices de ações; os sistemas de informações;o fundo de garantia das bolsas; caixas de registro e liquidação e custódia ANÁLISE DE INVESTIMENTOS:matemática financeira aplicada às operações de bolsas; fluxos de recursos; solução de fluxos de caixas; métodos das tentativas. utilização das calculadoras; o algoritmo de boulding e o método de newton-raphson; análise econômico-financeira; cálculo de taxas internas de fluxos financeiros; sistemas de amortização de Empréstimos; análise comparativa e seleção de investimentos; a análise fundamentalista; determinação do preço justo; o p/l - o l/a estimado; política de dividendos; a liquidez em bolsa; bonificação; análise técnica; a teoria de dow. a teoria das vagas. a escola técnica; princípios. a série de fibonacci; tipos de gráficos: barras e ponto-figura; médias móveis e sinais de compra e venda ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: análise horizontal e vertical; análise de liquidez TEORIA DA UTILIDADE - uma explicação pela preferência ao retorno e risco O RISCO NO INVESTIMENTO EM AÇÕES: a quantificação do risco; o desviopadrão como medida do risco; cálculo do risco total TEORIA DA SELEÇÃO DE CARTEIRAS: retorno esperado de uma carteira de ativos; risco de uma combinação de ativos; co-variância dos retornos; a carteira ideal; modelo simplificado para seleção de uma carteira eficiente MERCADOS FUTUROS E AS BOLSAS DE MERCADORIAS: contrate agora e acerte depois; as câmaras de compensação; hedge e especulação; os especuladores; os contratos futuros: ouro, índice Bovespa, dólar, depósitos interfinanceiros, café, boi e algodão. INVESTIDORES INSTITUCIONAIS MERCADO DE DERIVATIVOS GLOBALIZAÇÃO E CRISES INTERNACIONAIS VISITAS TÉCNICAS ÀS BOLSAS E CORRETORAS.(Porto Alegre e São Paulo- não obrigatória). SIMULAÇÃO DE CARTEIRAS 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 154 155 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,0-8,9 4 9,0-10 6. BIBLIOGRAFIA : BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BESSADA,Octavio.O mercado futuro e de opções.Rio,Record, 1994. BODIE, Zvi, KANE, Alex, MARCUS, Alan J. Fundamentos de investimentos. 3.ed.Porto Alegre: Bookman, 2000. DAMODARAN, Aswath. Avaliação de investimentos: ferramentas e técnicas para a determinação do valor de qualquer ativo. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 2001. FAMA, Eugene F., MacBETH, James D. Risk, return, and equilibrium: empirical tests. Journal of Political Economy, v. 81, nº 3. May/June, 1973, pág, 607-636 FILHO, Francisco Silva Cavalcante. Mercado de Capitais. CNBV: Belo Horizonte,1998. HULL, John, Introdução aos Mercados Futuros e de Opções. BM&F –1996 LEMBRUBER, Eduardo Facó, 1948- Avaliação de contratos de opções. SP: BM&F, 1992. MATARAZZO, Dante Carmine, 1947- Análise financeira de balanços. SP: Atlas, 1997 MELLAGI FILHO, Armando. Mercado de capitais e estratégias de invest. SP:Atlas,1998. NORONHA, Márcio.Análise Técnica: Teoria, Ferramentas e Estratégias.Editora LTC-1995. OLIVEIRA, Miguel D. Introdução ao Mercado de Ações. Belo Horizonte. CNBV – 1994. ROSS, Stephen A.,WESTERFIELD, Randolph W.,JAFFE, Jeffrey F. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 1995. SANVICENTE, A. Z. , MELLAGI F, A. Mercados de capitais e estratégias.SP: Atlas, 1988 TAVARES, Miguel D. Fonseca.Análise Técnica: gráfico ponto& figura. RJ:IBMRC. 1987. TAVARES, Miguel D. Fonseca. Análise Técnica: gráfico de barras. RJ: IBMRC. 1987. TREUHEZ, Rolf Mário,1930-.Como investir em ações no Brasil. SP. Edgar Blucher.1972. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 155 156 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BREALY, R. Myers,S Princípios de finanças empresariais. Edt.Lisboa Mc grawwill – 1998 FORBES, Luis F., “Mercados Futuros: Uma Introdução”, São Paulo, BM&F, 1994. Material complementar encontrado no mercado: GALBRAITH, J. K. 1929: O colapso da bolsa. São Paulo, Pioneira, 1988. GRANVILLE, Joseph E. Timing – A Nova Estratégia diária de Maximização dos Lucros no Mercado de Ações. Tradução de Márcio Noronha. Ed. Livros Técnicos Ltda. FORBES, Luis F., “Mercados Futuros: Uma Introdução”, São Paulo, BM&F, 1994. HAGSTROM, Jr., Robert G. The Warren Buffet way. New York, John Wiley, 1995. KINDELBERGER, Charles P. Manias, pânico e crashes: Um histórico das crises financeiras. Porto Alegre, Ortiz, 1992. LORIS, James H. The stock market: theories and evidence. Illinois. Richard B Irwin. 1973 MADDALA, G.S. Introduction to econometrics. 2nd ed. New Jersey: Prentice Hall, Inc.Enflewood Cliffs, 1992. MALTHEUS, Thomas Robert. Economia. São Paulo. Ática. 1982 MOBIUS, Mark. Mercados Emergentes/Mark Mobius; -São Paulo; Makrons Books,1996 MURPHY, John J., Technical Analsys of the Futures Markets. SHARPE, Willian F. Investimento. Englewood Cliffs. Prentice-Hall. 1978. SLAFER, Robert Soros. São Paulo, Makron Book, 1992. TEIXEIRA, Marco Aurélio, “Mercados Futuros – Fundamentos e Características Operacionais”, São Paulo, BM&F, 1992. VINCE, Ralph. Cálculo e Análise de Risco no Mercado Financeiro. SP: Makron Books, 1999. VODOPIC, Don, Trading for Profit with Precision Timing- A Technical Approach, Traders Press, Inc. Greenville, Sout Carolina, 1987. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 156 157 ADM0757 - GESTÃO DE PESSOAS I Ementa Evolução histórica da Gestão de Pessoas, objetivos e tendências. Processos, Linha, Staff, mudanças nos Cenários Global e Impacto na Gestão de Pessoas, Planejamento, Recrutamento, Seleção, Modelagem de cargos, Integração, Remuneração e Benefícios. Objetivo Propiciar visão holística do papel da Gestão de Pessoas e sua contribuição para os resultados das organizações no contexto atual. Conteúdo Programático 3.1. Evolução Histórica da Gestão de Pessoas. 3.2. Estudos dos processos de Gestão de Pessoas: 3.2.1. O Relacionamento entre Pessoas e Organizações: 3.2.2. A Gestão de Pessoas num Ambiente Dinâmico e Competitivo: 3.2.3. Modelagem de cargos: 3.2.4. Recompensando pessoas: 3.2.5. Recrutamento (captação) de Pessoas: 3.2.6. Seleção de Pessoas: 3.2.7. Orientação das pessoas: 3.2.8. Benefícios e Serviços: Metodologia O desenvolvimento da disciplina prevê a utilização do método expositivodialogado por meio de procedimentos didáticos que podem envolver: leitura crítica e análise de textos, estudos dirigidos em sala de aula, apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão, exibição de filmes e documentários, exercícios analíticos, seminários e sínteses de temas propostos através de leituras reflexivas e uso de exemplos cotidianos. Avaliação Serão realizadas, no mínimo, três avaliações, com pesos distribuídos conforme instruções do professor. Será considerado aprovado, o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (soma das notas das avaliações) e que tenha 75% ou mais de presenças em sala de aula. A expressão dos resultados da avaliação será feita conforme o previsto no Regimento Geral da UCS. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 157 158 Bibliografia básica: CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 2.ed. revisada. Rio de Janeiro: Campus, 2005. BITENCOURT, Claudia. Barbosa, Allan C.Q., Pizzato, Fabio. A Gestão de Competências. In: Bitencourt, Claudia (Org.), Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos tradicionais. Porto Alegre: Bookman, 2004. Bibliografia Complementar BOOG, Magdalena. Boog, Gustavo. Manual de Gestão de pessoas e equipes: estratégias e tendências, volume 1 e 2 São Paulo: Editora Gente, 2002. BOUDREAU, John & MILKOVICH, George. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. CARVALHO, Antônio Vieira de & NASCIMENTO, Luiz Paulo. Administração de Recursos Humanos - Volumes I e II. São Paulo: Pioneira, 1993. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 2.ed. revisada. Rio de Janeiro: Campus, 2005. GIL, Antônio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2001. HANASHIRO, Darcy M. M., TEIXEIRA, Maria Luisa M., ZACCARELLI, Laura Menegon. (org). Gestão do fator Humano - uma visão baseada em stakeholders. São Paulo: Saraiva, 2008. LACOMBE, Francisco José Masset. Recursos Humanos: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2005. LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1995. MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 5. ed. rev. São Paulo: Futura, 2002. MILKOVICH, George T., BOUDREAU, John W. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 2006. NAKAYAMA, Marina Keiko et all. Tendências em recursos humanos. Porto Alegre: Multimpressos, 2001. ULRICH, Dave. Campeões de recursos humanos. São Paulo: Futura, 2000. VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de Pessoas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003. Periódicos e sites de pesquisa Revista GV Executivo, FGV - www.rae.com.br, Revista RAE, Revista de Administração de Empresas, FGV - www.rae.com.br Revista Exame Revista Carta Capital www.endeavor.com.br www.guiarh.com.br www.mpas.gov.br www.mte.gov.br www.ufmg.br Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 158 159 COT0283 – TÓPICOS DE CONTABILIDADE 1. EMENTA: Escrituração Contábil envolvendo todos os fatos contábeis decorrentes da atividade empresarial (mercadorias, custos, avaliação e controle de estoques, pessoal, financeira, provisões, depreciação, amortização, exaustão); Apuração do resultado e fechamento do balanço, bem como aspectos tributários de encerramento de exercício; Demonstrações Contábeis de acordo com as normas brasileiras; Estudos avançados sobre análise vertical, horizontal e por indicadores econômicofinanceiros. 2. OBJETIVOS: Objetivo Geral Esta disciplina tem por objetivo propiciar ao acadêmico do curso de Ciências Contábeis um aprimoramento dos conhecimentos de escrituração dos fatos contábeis oriundos das transações empresariais e das estruturaras das Demonstrações Contábeis, de acordo com os princípios fundamentais e as normas brasileiras de contabilidade, bem como, a interpretação dos dados para emissão de relatório da situação econômica-financeira das empresas. Objetivos Específicos A disciplina Tópicos da Contabilidade está inserida no Curso de Ciências Contábeis com a finalidade de aprimorar o conhecimento do aluno relativo a: Conceitos básicos utilizados na Contabilidade; Utilização do Plano de Contas; Escrituração dos principais fatos contábeis; Apuração de Balancete; Identificação dos Métodos de Avaliação de Estoques e de Sistemas de Custeio; Elaboração das Demonstrações Contábeis; Analise vertical e horizontal das demonstrações contábeis; Analise por indicadores econômico-financeiros. Emissão de relatórios para diagnóstico da situação econômico-financeira. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.1 Escrituração contábil integrada das seguintes transações: - Operações com mercadorias e produtos (custos industriais) - Operações com pessoal - Operações financeiras - Provisões - Depreciação, amortização, exaustão - Demonstrações Contábeis - Balancete de Verificação - Balanço Patrimonial - Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 159 160 - Demonstração do Resultado do Exercício - Demonstração do Fluxo de Caixa - Demonstração do Valor Adicionado 3.3 Reclassificação para Análise 3.4 Análise das Demonstrações Contábeis- Análise Horizontal e Vertical 3.5 Análise das Demonstrações Contábeis através de indicadores: - A)ÍNDICES DE LIQUIDEZ Índice de liquidez corrente (ou liquidez comum) (LC) Índice de liquidez seca (LS) Índice de liquidez geral (LG) Liquidez imediata (LI) 10 11 12 13 14 B)ÍNDICES DE ENDIVIDAMENTO Quantidade da dívida (alta, razoável, baixa) Qualidade da dívida (boa, razoável, ruim) Alguns indicadores Quantidade x qualidade da dívida Endividamento e tripé da análise C)ÍNDICES DE ATIVIDADE - Índices de atividades e situação financeira - Necessidade de capital de giro D)ÍNDICES DE RENTABILIDADE z Indicadores econômicos z Aspectos a serem observados no cálculo da rentabilidade z Taxa de Retorno sobre investimentos (TRI) (do ponto de vista da empresa) z Taxa de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (do ponto de vista dos proprietários) Rentabilidade da empresa x rentabilidade do empresário (ROI X ROE) z Introdução à alavancagem financeira − − − − − E)ANÁLISE DA TAXA DE RETORNO SOBRE INVESTIMENTOS (MARGEM LUCRO X GIRO DO ATIVO) Taxa de retorno e margem X giro Análise da margem X giro Rentabilidade e ramos de atividades Exemplo de análise margem X giro Comentários finais 4. METODOLOGIA: As aulas serão ministradas de forma teórico-expositiva, com o uso de exercícios práticos e com a utilização de material de apoio para a análise e discussão dos conteúdos vistos. Será utilizado, também, leituras complementares, conforme a Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 160 161 bibliografia do programa, e de trabalhos dirigidos e realizados em sala de aula e/ou extra-classe. 5. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO: Serão realizadas no mínimo três avaliações diferenciadas em momentos distintos do processo de ensino e aprendizagem e de acordo com critérios estabelecidos pelo professor, desde que respeitado o estabelecido no regimento desta Instituição. A nota final será convertida em conceitos de 0 a 4, em conformidade com o que determina esse mesmo regimento: Conceito – Nota 0 0-5,9 1 6,0-6,9 2 7,0-7,9 3 8,08,9 4 9,0-10 6.1) Bibliografia Básica ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços – um enfoque econômico-financeiro. São Paulo: Atlas, 2006. 8º Edição. BRAGA,Hugo Rocha. Demonstrações Contábeis: estrutura ,análise e interpretação. São Paulo: Atlas, 2003. 5º Edição. HAMILTON, Luiz Favero. Contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas,2006. 4ºEdição. MARION, José Carlos; IUDICIBUS, Sergio. Contabilidade Comercial. São Paulo:Atlas, 2006. 7º Edição. 6.2) Bibliografia Complementar CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2008. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2007. 7º Edição. LOPES DE SÁ, Antônio. Dicionário de contabilidade. São Paulo: Atlas, 2005.10ºEdição. MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 6ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2005 . 5º Edição. NEVES, Silveiro , VICECONTI, Paulo E. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase, 2008. 10º Edição. PADOVESE,Clovis Luiz; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Thomson, 2004. 1º Edição. REIS, Arnaldo Carlos de Rezende. Demonstrações Contábeis:estrutura e análise.São Paulo: Saraiva, 2006. 2º Edição. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005. 1ºedição. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Comercial Fácil. São Paulo: Saraiva, 2005.5º Edição. RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Saraiva, 2005. 5º Edição. TOIGO, Renato F. Introdução à contabilidade. Caxias do Sul: EDUCS, 1999. 3º Edição. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 161 162 ANEXOS Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 162 163 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2008 O Colegiado do Curso de Bacharelado em Ciências Contábeis da Universidade de Caxias do Sul, em atendimento à Resolução nº 10 de 16 de dezembro de 2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e à Resolução nº 81/04 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade de Caxias do Sul e à Instrução Normativa nº 01/2005 da PróReitoria de Graduação, estabelece as seguintes diretrizes gerais para programação, realização, comprovação e registro das Atividades Complementares do referido Curso: Art. 1º- As atividades complementares que integram, em caráter obrigatório, o currículo do Curso de Ciências Contábeis terão carga horária de 240 (duzentas e quarenta) horas e compreenderão as seguintes categorias de atividades: - ensino; pesquisa; extensão. Art. 2º- As atividades complementares contemplarão diferentes áreas de conhecimento que concorram na formação profissional do graduando do Curso de Ciências Contábeis e deverão ser realizadas ao longo do referido curso em, pelo menos, duas das categorias de atividades previstas no artigo anterior. Art. 3º- As atividades de ensino, nas quais poderão ser cumpridos até 80% da carga horária total estabelecida para atividades complementares, compreendem: I – disciplinas não previstas no currículo pleno do Curso de Ciências Contábeis, com equivalência à carga horária contida no histórico escolar; II – monitorias institucionais em disciplinas que integram o currículo do Curso de Ciências Contábeis ou cursos afins, com equivalência a 60 horas de atividades de acordo com o atestado de realização emitido pelo Diretor da Unidade. Poderão ser desenvolvidas monitorias voluntárias com equivalência de até 30 horas, com atestado de realização emitido pelo professor responsável; Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 163 164 III – cursos de certificação (atualização, aperfeiçoamento, complementação, aprofundamento de estudos ou outros) que versem sobre matéria de interesse na formação do graduando em Ciências Contábeis: a) cursos realizados na UCS e em outras Instituições de Ensino Superior, com equivalência à carga horária contida no certificado de realização, registrado no órgão competente especificando freqüência e desempenho. b) cursos de certificação realizados em outras Instituições, que não Instituições de Ensino Superior (Atualização, Aperfeiçoamento, Complementação, Aprofundamento de Estudos, outros) com equivalência à carga horária contida no certificado de realização, registrado no órgão competente especificando freqüência e desempenho. Art. 4º- As atividades de pesquisa, nas quais poderão ser cumpridos até 80% da carga horária total estabelecida para as atividades complementares, compreendem: - iniciação científica institucional, com equivalência a 60 horas, conforme atestado de realização emitido pela Coordenadoria de Pesquisa. Poderão ser desenvolvidas atividades de iniciação científica voluntária, com equivalência de 40 a 50 horas, conforme atestado de realização emitido pelo professor responsável; publicações e/ou apresentação de trabalhos científicos: a) artigos completos/Revistas ou Anais de Eventos Internacionais indexados, com equivalência de 20 a 30 horas, mediante apresentação de cópia da publicação; b) artigos completos/Revistas ou Anais de Eventos Nacionais, com equivalência até 15 horas, mediante apresentação de cópia da publicação. c) Resumos/Anais de Encontros, com equivalência até 05 horas, mediante apresentação de cópia da publicação. Parágrafo único: Para os fins previstos nesta Instrução Normativa, relatórios de pesquisa não serão considerados publicações. Art. 5º- As atividades de extensão, nas quais poderão ser cumpridos até 80% da carga horária total estabelecida para as atividades complementares, compreendem: - - seminários, congressos, simpósios, conferências, cursos, oficinas, feiras encontros, visitas técnicas, ações comunitárias institucionais e similares no âmbito do voluntariado, com equivalência à carga horária contida no certificado de realização, registrado no órgão competente especificando duração e carga horária; estágios profissionais eletivos, com equivalência de 1/2 da carga horária cumprida até o limite de 50% do total das horas de Extensão, conforme termo de compromisso de Estágio ou Comprovante de realização especificando duração e carga horária. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 164 165 bolsas de iniciação profissional na área afim do curso, com equivalência a 40 horas, conforme atestado de realização emitido pelo Coordenador do setor correspondente, especificando duração, atividades e carga horária; gestão de órgão(s) de representação estudantil da Instituição, com equivalência de 30 horas, por ano de representação, apresentando documento comprobatório. representação discente junto a órgãos colegiados da Instituição (colegiados de curso, assembléias departamentais, conselhos de unidade, conselhos superiores), com equivalência de 20 horas, por ano de representação, apresentando documento comprobatório. Parágrafo único- Nas atividades previstas no inciso I deste artigo, quando promovidas pelo Curso de Ciências Contábeis da UCS, os alunos não receberão certificado, pois as presenças para fins de registro serão confirmadas por um relatório assinado pelo coordenador/orientador. - Art. 6º- Atividades profissionais desenvolvidas na área de formação do curso e/ou em áreas afins poderão ser reconhecidas como atividades complementares, mediante a devida comprovação e a juízo da autoridade competente. Parágrafo único- Para os fins previstos nesta Instrução Normativa, as atividades profissionais de que trata o artigo integrarão a categoria atividades de extensão, e o respectivo reconhecimento observará o limite de 25% da carga destinada a atividades de extensão relativas a um mínimo de um ano de registro profissional comprovado em carteira profissional em uma organização. Art. 7º- A coordenação das atividades complementares no Curso de Ciências Contábeis ficará a cargo de um professor do curso, indicado pelo Coordenador ou Sub Coordenador do Curso e designado pelo Pró-Reitor de Graduação. Parágrafo único: A coordenação das atividades complementares poderá ser exercida pelo coordenador ou Sub Coordenador do curso, nos casos em que o número de alunos vinculados ao curso assim recomendar. Art. 8º- Caberá ao Coordenador de Atividades Complementares do Curso de Ciências Contábeis: - - - analisar e despachar os pedidos de aproveitamento/lançamento de atividades complementares formulados pelos alunos, exigindo a comprovação documental pertinente; enviar para a Divisão de Registro Acadêmico, no final de cada semestre letivo, os documentos comprobatórios de realização de atividade complementar pelo aluno (cópia xerográfica); apresentar, semestralmente, à coordenação do curso propostas ou sugestões de atividades complementares a serem implementadas no período letivo subseqüente. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 165 166 Art. 9º- A programação de atividades complementares ficará sob a responsabilidade do coordenador ou Sub Coordenador do curso, que deverá prever, pelo menos, a realização de um evento por semestre. Art. 10- Poderão ser aceitos, para fins de comprovação de cumprimento de atividade complementar, documentos que dêem conta da participação do aluno em eventos promovidos por instituições e entidades alheias à UCS. Art. 11- A solicitação de aproveitamento e/ou lançamento de atividade complementar deverá ser formalizada pelo aluno do Curso de Ciências Contábeis junto à Coordenação de Atividades Complementares do referido curso, mediante preenchimento de formulário específico e apresentação de original e fotocópia do documento comprobatório (certificado, atestado, declaração) de realização da atividade que pretende ver reconhecida. Art. 12- Do Histórico Escolar do aluno deverá constar o número de horas por ele já cumpridas em atividades complementares. Art. 13- As atividades complementares, em vista de sua natureza, não serão computadas para fins de cálculo da média semestral dos alunos. Art. 14- A Divisão de Registro Acadêmico manterá o registro das atividades complementares realizadas pelos alunos. Art. 15- Os casos omissos e de adaptação curricular serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Ciências Contábeis. Art. 16- Revogadas as disposições em contrário, as normas estabelecidas na presente Instrução Normativa passam a vigorar a partir desta data. Caxias do Sul, 20 de agosto de 2008. Colegiado do Curso de Ciências Contábeis Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 166 167 ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC) DO CURSO DE CONTÁBEIS (Grade ”G”) = 240 horas ATIVIDADES DE ENSINO CARGA HORÁRIA REQUISITO Disciplinas não previstas no currículo do curso Histórico Escolar Obs. até o máximo de 3 disciplinas Monitoria Institucional Equivalência: 1h =1h (atividade complementar) 60 h Monitoria Voluntária Até 30 h Cursos de Certificação / realizados na UCS e outras IES (Atualização, Aperfeiçoamento, Aprofundamento de Estudos e outros). Equivalência: 1h = 1 h (atividade complementar) Cursos de Certificação / realizados em outras instituições que não IES (Atualização, Aperfeiçoamento, Complementação, Aprofundamento de Estudos,outros) Equivalência: 1h = 1 h (atividade complementar) Certificado de Realização especificando freqüência e desempenho ATIVIDADES DE PESQUISA CARGA HORÁRIA REQUISITO Iniciação Científica Institucional 60h Atestado de realização emitido pela Coordenadoria de Pesquisa Iniciação Científica Voluntária De 40 a 50 h Atestado de realização emitido pelo professor responsável Publicações: Artigos Completos / Revistas ou Anais de Eventos Internacionais Publicações: Artigos Completos / Revistas ou Anais de Eventos Nacionais Publicações: Resumos / Anais Encontros Atestado de realização emitido pelo Diretor da Unidade Atestado de realização emitido pelo professor responsável Certificado de Realização registrado no órgão competente especificando freqüência e desempenho Cópia da Publicação De 20 a 30 h Até 15 h Cópia da Publicação 5h Cópia da Publicação Produções Culturais e Artísticas A ser definida pelo colegiado Comprovação da Produção ATIVIDADES DE EXTENSÃO CARGA HORÁRIA REQUISITO Seminários, Congressos, Simpósios, Conferências, Encontros, Ações Comunitárias institucionais e similares Equivalência: 1h = 1 h (atividade complementar) Certificado de Realização especificando carga horária e participação Estágios/Laboratórios Profissionais Eletivos Bolsas de Iniciação Profissional Equivalência: 1h = 1/2 até o limite de 50% do total das horas de Extensão 40h Gestão de órgão de representação estudantil 30h (para cada ano de representação) Termo de compromisso de Estágio ou Comprovante de realização especificando duração e carga horária Atestado de realização emitido pelo órgão competente Documento Comprobatório Representação discente junto a órgãos colegiados 20 h (para cada ano de representação) Atividades Profissionais Documento Comprobatório De acordo com o Art. 6º da Registro da atividade comprovado em Resolução 81/04 – CEPE: até Carteira Profissional em uma o limite de 25% da carga organização no mínimo 1 ano de destinada a atividades de registro extensão. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 167 168 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2008 O Colegiado do Curso de Bacharelado em Ciências Contábeis da Universidade de Caxias do Sul, em atendimento à Resolução nº 10 de 16 de dezembro de 2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e à Resolução nº 01/08 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade de Caxias do Sul, estabelece as seguintes diretrizes gerais para programação, realização, comprovação e registro do Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia do referido Curso: CONCEITO O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação – TCC constitui-se em um trabalho acadêmico técnico-científico, com abrangência interdisciplinar, desenvolvido mediante coordenação, orientação e avaliação docentes. Integra o processo formativo do aluno e representa um momento de sistematização dos conhecimentos e explicitação da aprendizagem, necessário para a integralização do curso. OBJETIVOS • Articular e inter-relacionar os conteúdos curriculares do curso com as experiências cotidianas, dentro e fora da Instituição, para ratificar, retificar e/ou ampliar o campo de conhecimento. • Promover o aprimoramento da capacidade investigativa, interpretativa e crítica do estudante. • Ampliar a capacidade do estudante quanto aos aspectos teóricometodológicos necessários para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. • Consolidar a importância do uso de rigor metodológico e técnico-científico, na organização, na sistematização e no aprofundamento do tema abordado, respeitando o nível de graduação. ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO - Elaboração de projeto. - Desenvolvimento do projeto. - Elaboração da monografia. - Apresentação perante Banca Examinadora. O TCC deve ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformidade com o objetivo previsto no projeto de curso e nas Diretrizes Curriculares Nacionais do curso. A modalidade do TCC no Curso de Ciências Contábeis será monografia possibilitando a vinculação a outras unidades de Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 168 169 aprendizagem, e ao perfil do profissional. Ao integrar o projeto de curso, esse componente curricular assume caráter obrigatório, devendo ser cumprido pelo estudante, como condição para integralização do curso. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA DA COORDENAÇÃO O Curso terá coordenação própria para os TCCs, com competências administrativas e pedagógicas referentes ao desenvolvimento do Trabalho. A Coordenação dos TCCs será exercida por um professor do curso, indicado pelo coordenador/sub-coordenador e aprovado pelo colegiado do curso. DA ORIENTAÇÃO A orientação do TCC deve ser entendida como processo de acompanhamento científico-pedagógico e é de responsabilidade de docente do Curso. Preferencialmente, o orientador deve possuir o título de Mestre ou Doutor e afinidade com a temática. É preservado o direito ao estudante e ao professor de solicitarem à Coordenação do TCC mudança de orientação, mediante justificativa formalizada, sendo permitida quando outro docente assumir formalmente a orientação e após anuência expressa do professor substituído. DAS BANCAS EXAMINADORAS Entende-se por banca examinadora o evento que envolve os seguintes momentos: • apresentação do trabalho, aberta ao público, o qual participará apenas como espectador, sem direito a quaisquer intervenções; • apresentação oral e defesa do TCC, quando o aluno deve dispor de um tempo de 20 minutos para expor seu trabalho; • argüição e comentários, quando os membros da banca devem dispor de um tempo máximo de 30 minutos para fazer seus questionamentos e comentários; • resposta à banca, quando, após a argüição de todos os membros, o aluno poderá dispor de mais um tempo de 10 minutos para responder questões não esclarecidas. Os critérios para a composição da banca examinadora deverão ser de acordo com a afinidade da área de atuação dos professores e também obedecer às diretrizes curriculares. A banca deverá ser composta por três membros (professores da instituição), devendo um deles ser o orientador do trabalho e outros dois convidados. O registro da realização da banca deverá ser efetuado através de ata onde todos os membros deverão assinar a mesma. Nesta ata deve ser explicitado a data, horário e o local de realização, bem como, a identificação do aluno, orientador e membros da banca com o parecer referente ao trabalho apresentado. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 169 170 COMPETÊNCIAS COMPETÊNCIAS DO COORDENADOR DO TCC De caráter administrativo: • tomar decisões e medidas necessárias para o cumprimento das normas desta diretriz; • elaborar a relação dos professores orientadores com o número de alunos sob sua orientação, obedecendo ao número máximo de 12 alunos equivalente a duas turmas, e encaminhar às instâncias competentes; • sugerir a relação de docentes que comporão as bancas examinadoras e submeter à apreciação dos orientadores; • compor as bancas, organizar e fazer cumprir o cronograma da apresentação dos TCCs em cada período letivo; • adotar soluções para os casos especiais, podendo encaminhá-los para análise do colegiado do curso; • encaminhar ao colegiado e/ou à PRGR documentação sobre atos, procedimentos e processos acadêmicos, em grau de recurso; • providenciar o arquivamento dos documentos referentes aos TCCs desenvolvidos ou em andamento no curso; • articular-se com os demais coordenadores de TCC, do mesmo curso de diferentes unidades acadêmicas, com vistas à adesão de procedimentos e critérios de avaliação idênticos. De caráter acadêmico-pedagógico: • sugerir medidas que visem ao aprimoramento das atividades concernentes ao TCC; • articular com a coordenação do curso e gestores acadêmicos das unidades envolvidas a compatibilização entre o projeto do curso e o desenvolvimento dos TCCs; • convocar e coordenar reuniões periódicas com orientadores, membros de bancas avaliadoras e alunos, para discutir questões relativas à organização, ao planejamento e à avaliação do TCC, com vistas à melhoria do seu processo de desenvolvimento; • auxiliar os estudantes na escolha de professores orientadores, tendo em vista suas respectivas áreas de atuação. COMPETÊNCIAS DO ORIENTADOR DO TCC De caráter administrativo: • estabelecer o plano e o cronograma de trabalho em conjunto com os orientandos; • esclarecer os orientandos sobre as normas, os procedimentos e os critérios de avaliação respectivos; • registrar os encontros periódicos em fichas individuais de freqüência e/ou relatório de acompanhamento conforme modelo; • participar das reuniões convocadas pela Coordenação do TCC, para discussão do processo de desenvolvimento dos trabalhos; • submeter à Coordenação do TCC eventuais desvios ou ajustes não previstos e necessários ao bom andamento da unidade de aprendizagem; Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 170 171 • cumprir e fazer cumprir as normas vigentes. De caráter acadêmico-pedagógico: • orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as suas etapas; • encaminhar ao Coordenador do TCC o projeto da monografia de acordo com o calendário estabelecido pela Coordenação; • participar da banca examinadora dos TCCs de seus orientandos; • encaminhar o TCC para avaliação pela Banca Examinadora; • emitir parecer quando o trabalho não tiver condições de ser submetido à Banca Examinadora; • participar de bancas de defesa para as quais estiver designado, sendo indicado para no máximo 8 bancas, além das relativas aos trabalhos de seus orientandos; • analisar as sugestões propostas pela banca examinadora e encaminhar ao aluno; • acompanhar a execução, que deverá ser realizada pelo aluno, dos ajustes solicitados pela Banca Examinadora; • assinar as fichas de avaliação dos TCCs e as atas finais das sessões de defesa. OBRIGAÇÕES DO ORIENTANDO DO TCC • formalizar, junto à Coordenação do TCC, a solicitação de um orientador; • cumprir o plano, o cronograma e o horário de orientação estabelecidos em conjunto com o orientador; • respeitar os prazos e datas estabelecidos para a entrega de projetos, partes do trabalho e apresentação e/ou defesa do TCC; • comparecer às orientações de TCC, prestando informações sobre o andamento do trabalho, apresentando as etapas cumpridas e as alterações requisitadas; • rubricar a ficha de freqüência e/ou relatório de acompanhamento, por ocasião das sessões de orientação; • freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC; • cumprir as normas e regulamentos do TCC. AVALIAÇÃO A avaliação do TCC é de caráter obrigatório e processual, compreendendo dois momentos: • em um primeiro momento a avaliação será continua na realização do TCC pelo professor orientador. • Em um segundo momento ocorrerá a avaliação pela Banca Examinadora. O resultado da avaliação do processo de orientação será expresso por notas referentes ao registro das atividades desenvolvidas pelo estudante. A nota do Professor orientador terá um peso de 50% na avaliação total, ou seja, 5 pontos, compreendendo os seguintes itens: organização pessoal, participação e desenvolvimento das monografia conforme as orientações 1,0 ponto, apresentação escrita conforme normas técnicas do Curso 0,5 ponto, observação aos objetivos geral e específicos no desenvolvimento do trabalho 1,0 ponto, adequação da revisão de literatura às questões de pesquisa e aos objetivos 1,0 ponto, adequação da Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 171 172 metodologia ao estudo 0,5 ponto, coerência das conclusões com as evidências teóricas e empíricas apresentadas 1,0 ponto. A nota da banca examinadora terá um peso de 50% da avaliação total, ou seja, 5 pontos, compreendendo os seguintes itens: apresentação escrita conforme normas técnicas do Curso/ABNT 0,5 ponto, observação aos objetivos geral e específicos no desenvolvimento do trabalho 1,0 ponto, adequação da revisão de literatura às questões de pesquisa e aos objetivos 1,0 ponto, adequação da metodologia ao estudo 0,5 ponto, coerência das conclusões com as evidências teóricas e empíricas apresentadas 1,0 ponto, apresentação oral: domínio de conteúdo, clareza de raciocínio e argumentação 1,0 ponto. O resultado da avaliação pela banca examinadora será definido pela média das notas dos membros participantes. A nota final do TCC, na modalidade de monografia, será composta pela nota do professor orientador, somada a nota da banca examinadora. A Banca Examinadora terá autonomia para atribuição de sua nota do TCC, devendo ser registrada em documentos próprios (ata e parecer do trabalho), com a assinatura de todos os seus membros. As normas técnicas para formatação do conteúdo do trabalho e para apresentação à banca deverão obedecer as normas estabelecidas pela ABNT. A não-apresentação do trabalho à Banca Examinadora decorrente de situações excepcionais (doença, acidentes) deverá ser justificada por documento escrito, assinado pelo professor orientador, devendo a Coordenação do TCC determinar outra data. No caso em que o orientador não autorize a submissão do TCC para avaliação pela Banca Examinadora, o estudante poderá solicitar à Coordenação do TCC a avaliação do caso e a possibilidade de composição de Banca. DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS − Os TCCs, contendo o encaminhamento do orientador deverão ser entregues nas secretarias das respectivas unidades, mediante protocolo de entrega conforme cronograma definido pela coordenação do TCC e posteriormente encaminhados ao Coordenador do TCC. O trabalho deverá ser entregue em meio digital (CD) no formato PDF com autorização do(s) aluno(s) para divulgação parcial ou total do conteúdo. − quando necessário será solicitado ao Comitê de Ética em Pesquisa que emita parecer sobre pesquisas que contenham informações de cunho pessoal sobre seres humanos. Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 172 173 CENTRO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, CONTÁBEIS E COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS FICHA DE AVALIAÇÃO DE TCC – MODALIDADE MONOGRAFIA NOME DO ALUNO(A) TÍTULO DA MONOGRAFIA COMPOSIÇÃO DA BANCA: Professores: A) _____________________________________________________Assinatura__________________________ B) _____________________________________________________Assinatura__________________________ Local: Sala: Data: Horário: Professor(a) Orientador(a):________________________________________ Assinatura___________________ 1 2 3 4 5 6 7 Critérios Pontuação Organização pessoal, participação e desenvolvimento da monografia conforme as orientações Apresentação escrita conforme normas técnicas do Curso/ABNT Observação aos objetivos geral e específicos no desenvolvimento do trabalho Adequação da revisão de literatura às questões de pesquisa e aos objetivos Adequação da metodologia ao estudo Coerência das conclusões com as evidências teóricas e empíricas apresentadas Apresentação oral: domínio de conteúdo, clareza de raciocínio e argumentação Nota individual dos membros da banca Nota do orientador e Média da nota da banca Nota final (nota do orientador + nota média da banca) (1,0 ponto) Professor Orientador Professores Banca A B (0,5 ponto) (1,0 ponto) (1,0 ponto) (0,5 ponto) (1,0 ponto) (1,0 ponto) Considerações da Banca: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 173 174 CENTRO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, CONTÁBEIS E COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Relatório de acompanhamento de orientação de monografia Professor Orientador: Semestre/ano: Nome do Aluno: E-mail: Telefone: Empresa Função Área/Título Data Desenvolvimento do trabalho e observações Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 Rubrica Professor e aluno 174 175 CENTRO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, CONTÁBEIS E COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Protocolo de Entrega Aluno: Título da monografia: Professor Orientador: Data da entrega Declaração de autorização para divulgação: Eu, ( ) autorizo ( ) não autorizo a Universidade de Caxias do Sul, através do Curso de Ciências Contábeis, a divulgar parcial ou total o conteúdo da monografia de minha autoria entregue a instituição através de meio digital (CD) em formato PDF Assinatura do Aluno Assinatura da Secretaria Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 175 176 CENTRO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, CONTÁBEIS E COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Termo de Encaminhamento para Avaliação de Banca Examinadora Tipo de Trabalho: Monografia Acadêmico: _______________________________________________________ Professor Orientador: _______________________________________________ Encaminho para avaliação da Banca Examinadora o referido trabalho, desenvolvido para obtenção o grau de Bacharel em Ciências Contábeis, cujo acadêmico ao longo do processo de orientação demonstrou (descrever pontos fortes e fracos apresentados): Data: _______/__________________/_________ ________________________________________________ Assinatura Orientador: Bacharelado em Ciências Contábeis - 2009 176