SOCIEDADE EDUCACIONAL CAPIVARI DE BAIXO - SECAB
FACULDADE CAPIVARI - FUCAP
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUACÃO EM
CIÊNCIAS CONTÁBEIS:
BACHARELADO NA MODALIDADE PRESENCIAL
Capivari de Baixo, 2012
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – SESU
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUACÃO EM
CIÊNCIAS CONTÁBEIS:
BACHARELADO NA MODALIDADE PRESENCIAL
Atualizado em fevereiro de 2013.
Capivari de Baixo, 2012.
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SUMÁRIO
1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ............................................................................... 5
1.1 CORPO DIRIGENTE ......................................................................................................... 5
1.2 DADOS DO CURSO: OBJETO DO ATO REGULATÓRIO........................................... 6
1.2.1 Histórico da Instituição ...................................................................................................... 6
1.2.2 A Inserção Regional da Instituição .................................................................................... 8
1.2.3 Retrospecto dos Cursos de Graduação da FUCAP .......................................................... 15
1.2.4 Contribuição do curso de Ciências Contábeis ao entorno ............................................... 27
1.2.5 Aderência entre as políticas do PDI e o curso de Ciências Contábeis ............................ 29
1.2.6 Ações decorrentes da avaliação no âmbito do SINAES .................................................. 35
2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ............................................................................ 37
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ................................................................ 37
2.1.1 O retrato sul catarinense .................................................................................................. 38
2.1.2 Justificativa de oferta do curso ........................................................................................ 46
2.1.3 Objetivos do Curso .......................................................................................................... 48
2.1.4 Perfil do Egresso .............................................................................................................. 48
2.1.5 Número de Vagas ............................................................................................................ 50
2.2 ESTRUTURA DO CURSO .............................................................................................. 50
2.2.1 Diagrama de Formação Curricular do Curso ................................................................... 51
2.2.2 Ações para a consecução das Competências do Egresso ................................................ 51
2.2.3 Perfil do Professor ........................................................................................................... 53
2.2.4 Iniciação Científica e Extensão como Instrumento de Aprendizagem ............................ 54
2.2.5 Diretrizes para o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC ............................................. 56
2.2.6 Diretrizes para o Acompanhamento dos Discentes e Egressos ....................................... 56
2.3 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .................................................................................. 58
2.3.1 Atividades Acadêmicas ................................................................................................... 58
2.3.2 Matriz Curricular ............................................................................................................. 59
2.3.3 Distribuição do Curso por Área ....................................................................................... 63
2.3.4 Planos de Ensino.............................................................................................................. 65
2.3.5 Estágio Supervisionado ................................................................................................... 95
2.3.6 Atividades Complementares ............................................................................................ 95
2.3.7 Metodologias de Ensino e Aprendizagem ....................................................................... 96
2.3.8 Utilização da Tecnologia Digital ..................................................................................... 97
2.3.9 Sistema de Avaliação Institucional.................................................................................. 98
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2.3.10 Sistema de Avaliação do Ensino e Aprendizagem ...................................................... 100
2.4 POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO ESTUDANTE................................................ 101
2.4.1 Indissocialbilidade entre Ensino, Iniciação Científica e Extensão ................................ 101
2.4.2 Atividades Extracurriculares ......................................................................................... 102
2.4.3 Departamentos de Apoio ao Estudante .......................................................................... 103
2.4.4 Estágios não obrigatórios .............................................................................................. 105
2.5 CORPO DOCENTE ........................................................................................................ 105
2.5.1 Dinâmicas de Produção e Publicação de Material Didático e Científico ...................... 105
2.5.2 Mecanismos de Interação entre Docentes e Discentes .................................................. 107
2.5.3 Composição do Núcleo Docente Estruturante ............................................................... 108
2.5.4 Titulação e Formação do Coordenador do Curso .......................................................... 109
2.5.5 Colegiado do Curso ....................................................................................................... 110
2.5.6 Informações do corpo docente do curso ........................................................................ 111
2.6 ESTRUTURA FÍSICA .................................................................................................... 114
2.6.1 Sala de Aula e Ambiente de Trabalho para os Professores ........................................... 114
2.6.2 Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Acadêmicos ....................................... 116
2.6.3 Biblioteca ....................................................................................................................... 117
2.6.4 Periódicos especializados .............................................................................................. 120
2.7 INFRAESTRUTURA E LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS .............................. 121
2.7.1 Laboratórios ................................................................................................................... 121
2.7.2 Infraestrutura Física do Curso ....................................................................................... 122
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................. 126
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1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
Instituição: Faculdade Capivari – FUCAP
Denominação do Curso: Curso de Ciências Contábeis
Mantenedora
Nome: Sociedade Educacional Capivari de Baixo- SECAB
Endereço: Av. Nações Unidas - 500 – Bairro Santo André
Cidade: Capivari de Baixo
Estado: SC
CEP: 88745-000
Fone: (48) 3623-6000
E-mail: [email protected]
Mantida
Nome: Faculdade Capivari – FUCAP
Endereço: Av. Nações Unidas - 500 – Bairro Santo André
Cidade: Capivari de Baixo
Estado: SC
CEP: 88745-000
Fone: (48) 3623-6000
E-mail: [email protected] - [email protected][email protected]
Coordenador do Curso
Nome: Roseli Costa Bonifácio
Endereço: Av. Nações Unidas - 500 – Bairro Santo André
Cidade: Capivari de Baixo
Estado: SC
CEP: 88745-000
E-mail: [email protected]
Titulação máxima e Regime de
Trabalho do Coordenador do
Curso
Titulação:
( ) Graduação
( ) Especialização
(X) Mestre
( ) Doutor
Regime de Trabalho do Coordenador: Tempo Integral
1.1 CORPO DIRIGENTE
ATRIBUIÇÃO
Presidência da Mantendora
Direção Geral da Mantida
Diretora Administrativa
NOME
TÍTULAÇÃO
Profº. Expedito Michels
Mestre
Profª. Maria Margarete Crema
Especialista
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Michels
Coordenadora Geral de PósGraduação
Secretaria Acadêmica
Profª. Emillie Michels
Profª. Eleine Medeiros
Especialista
(Mestranda)
Especialista
Especialista
(Mestranda)
Procurador Institucional
Profª. Emillie Michels
Coordenadora do Curso de Ciências
Contábeis
Profª. Roseli Costa Bonifácio
Mestre
Coordenadora da CPA
Profª. Ana Paula Matias
Especialista
(Mestranda)
Coordenador de Avaliação e
Inteligência Institucional
Profº. Thiago Francisco
Mestre
1.2 DADOS DO CURSO: OBJETO DO ATO REGULATÓRIO
Denominação
Habilitação
Total de Vagas anuais
Turno de funcionamento
Número de alunos por turma
Número de alunos por turno
Regime de matrícula
Modalidade do Curso
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e
máximo.
Curso de Ciências Contábeis
Bacharel em Ciências Contábeis
100 vagas
Noturno
50 alunos
100 alunos noturno
Semestral
Presencial
3.180 horas
Mínimo de 4 anos (8 semestres)
Máximo de 6 anos (12 semestres)
1.2.1 Histórico da Instituição
Com sua concepção no ano de 2001, a Faculdade Capivari – FUCAP possui as
bases estruturantes de seu Modelo Institucional centradas na qualidade e na organização
acadêmica, preconizando a geração e disseminação do conhecimento pela atuação de núcleos
de projetos dinâmicos, formando egressos com base nos ensejos sociais da região e em ações
alinhadas com as expectativas do mercado.
No contexto regional e em virtude de seus programas de graduação - nível
superior - de acordo com o Índice Geral de Cursos - IGC 2010 foi considerada uma das
melhores instituições do sul do estado de Santa Catarina, focando suas atividades no
segmento privado e contemplando aspectos diferenciados tais como os seguintes:

Considerada pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE
2009 como uma instituição que preza pela qualidade em suas ações
acadêmicas, sobretudo no curso de Administração, tendo obtido o conceito
7
cinco (5) no Índice de Diferença de Desempenho, agregando um valor
significativo à formação de seus egressos.

Possui diversos cursos de Pós-Graduação Lato Sensu, com destaque para os
cursos da área de gestão e da área da educação com ênfase para os seguintes
cursos: Pós-Graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional, PósGraduação em Metodologia do Ensino Superior, Pós-Graduação em Gestão
Empresarial e Recursos Humanos, Pós-Graduação em Gestão Ambiental, PósGraduação em Metodologia e Prática Interdisciplinar do Ensino, PósGraduação em Prática Interdisciplinar: Educação Infantil e Séries Iniciais, PósGraduação em Perícia e Auditoria Empresarial: voltada aos negócios. Pósgraduação em Gestão Financeira, entre outros.

Curso de Graduação em Administração, Reconhecimento da Portaria/MEC nº
3760 de 24/10/2005, publicada do DOU em 25/10/2005, tendo obtido o
conceito 4 (quatro) no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes na
edição de 2009, tornando-se um dos mais conceituados programas de
Graduação Superior do Estado de Santa Catarina;

Curso
de
Graduação
em
Ciências
Contábeis,
Reconhecimento
da
Portaria/MEC nº 3761 de 24/10/2005, publicada do DOU em 25/10/2005.
Desde o inicio do curso, tem sido referenciado em âmbito regional e estadual
proporcionando à instituição o contato com ferramentas de ensino de
considerável relevância, tal como o Laboratório Contábil.

Curso Superior de Tecnologia de Hotelaria reconhecido pela Portaria/MEC n º
365 de 18/05/2007, publicada do DOU em 22/05/2007, o qual foi marcado pelo
pioneirismo nas ações vinculadas a esta área de conhecimento no âmbito
regional.
Neste contexto, no qual confirmam suas expectativas de expansão, a Instituição
posiciona-se estrategicamente no âmbito estadual e regional, consolidando seus princípios
táticos e operacionais que pregam a eficiência de seus métodos de gestão. Destarte, consolidase como referencial no desenvolvimento do ensino superior no sul do Estado de Santa
Catarina, sobretudo em sua região.
Na perspectiva de desenvolvimento, obedecendo a estes pressupostos, ao analisar
a demanda regional percebe-se, por meio de expectativas acadêmicas, o potencial de
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desenvolvimento da região, demandando a necessidade de atender os anseios da comunidade
do entorno. Colimando, os cursos da Instituição pretendem formar recursos humanos para a o
desenvolvimento da região, de acordo com os pressupostos da educação superior
contemporânea e em concordância com as estruturas organizacionais centradas em suas
respectivas áreas de conhecimento.
O Projeto Pedagógico Institucional e de Ensino nesse escopo, traça as linhas de
concepção educacional e fornece a orientação metodológica da FUCAP, tendo em vista a
formação de Bacharéis e Tecnólogos, mão-de-obra específica para enfrentamento de
exigências da contemporaneidade, e contemplar a utilização de terminologias e linguagens
necessárias ao desenvolvimento regional. Tais aspectos preconizam consentir ao profissional
a oportunidade de desenvolver, com ética e conhecimento as prerrogativas prescritas da
legislação específica, revelando domínios adequados aos diferentes modelos aplicados à
organização.
As Matrizes Curriculares em consonância com o Projeto Pedagógico refletem a
sua organização didático-pedagógica permitindo à Instituição exercitar seu potencial inovador
e criativo, acatando o desenvolvimento de inovações nas bases conceituais e tecnológicas. Tal
procedimento busca subsidiar atributos aos egressos e subsequente alocação no mercado de
trabalho. E, dentro desse contexto, as disciplinas são segmentadas e orientadas em nortear a
tomada de decisão discente, considerando as normas e valores das respectivas organizações.
1.2.2 A Inserção Regional da Instituição
Em consonância com o Plano Nacional de Educação, a Sociedade Educacional de
Capivari de Baixo – SECAB e a Faculdade Capivari – FUCAP, doravante denominada
FUCAP desenvolvem suas políticas de ensino que atendem a demanda educacional prevista
na Região Sul do Estado de Santa Catarina. Por meio das prerrogativas deste processo, a
instituição, desde o ano 2001, desenvolve uma política de expansão institucional que permite
a diminuição da desigualdade social e o desenvolvimento do conhecimento para geração de
riqueza para o Estado.
Na observância destes propósitos, as Instituições agregam valor relevante aos
métodos de Ensino voltados à região sul do Estado, por meio de sua política interna, baseada
no desenvolvimento e acompanhamento de novas tecnologias e profissões, oferecendo à
região, profissionais qualificados e que apresentem competências essenciais desenvolvidas
pelos seus programas de graduação.
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A Instituição mantém, ainda, coerência com os modelos educacionais da região,
oportunizando aos egressos do Ensino Médio educação de qualidade, com base nas
características regionais e nos indicadores que determinam a eficiência da educação superior
em Santa Catarina.
No que se volta a Educação Superior, ao analisar os dados fornecidos pelo Censo
da Educação Superior 2009, percebe-se que a demanda pela educação superior na região
confirma as expectativas institucionais, onde 30% dos acadêmicos concentram-se na região
sul do país, com 15% no estado de Santa Catarina, com destaque para uma faixa territorial
que abrange três associações de municípios:
 Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense - AMESC;
 Associação dos Municípios da Região de Laguna - AMUREL;
 Associação de Municípios da Região Carbonífera - AMREC.
Com o intuito de conhecer as variáveis relacionadas à implantação de um novo
negócio, é necessário conhecer suas áreas de abrangência. Nas regiões desejadas ao
estabelecimento de uma nova proposta de negócio, a população economicamente ativa é que
dita o ritmo e permite o posicionamento estratégico deste novo empreendimento. Assim, no
posicionamento educacional, torna-se relevante identificar as variáveis que determinam a
procura por uma instituição ou curso de graduação. A economia local determina, portanto, os
princípios de atuação educacional pedagógica e acadêmica, auxiliando o posicionamento de
uma instituição que atenda suas necessidades.
Ao segmentar as regiões, conforme já identificado, pode-se dividir este mercado
em três associações municipais: AMREC, AMESC E AMUREL. Em analogia ao índice
candidato/vaga das instituições, obtidos a partir das informações dos órgãos estaduais
reguladores da Educação Superior, diversas divergências são encontradas. Por sua vez, as
universidades, por obrigação de seu desenvolvimento, possuem este número devidamente
registrado e se utilizam desta ferramenta em suas promoções e ações de marketing.
A AMREC é originária da Associação de Municípios do Sul e do Extremo Sul
Catarinense – AMSESC, micro-região que contemplava o território geográfico que abrange os
municípios de Lauro Müller até São João do Sul. Desmembrada em 1983, duas novas
associações foram criadas: a AMREC e AMESC. Esta região pode ser considerada um pólo
econômico de grande relevância no sul do estado de Santa Catarina.
Contando com 11 municípios, os principais dados desta associação são:
10
População Total
371.972
Fonte: AMREC, 2011
PEA
Percentual
PIB da Região
Eleitores
257.839
69,31%
R$ 4.718.970.000
265.958
Atualmente com 17 municípios, a AMUREL possui origem do desconforto das
administrações municipais, especialmente as das pequenas cidades. Estas, que se defrontava
com imensas barreiras impostas a por alguns municípios, dificultavam a discussão de suas
reivindicações junto aos órgãos superiores. Percebe-se que esta associação apresenta potencial
econômico na região, como referência, conta com o município de Tubarão como principal
pólo econômico.
Contando com 17 municípios, as principais informações desta região são:
População Total
PEA
Percentual
PIB da Região
Eleitores
319.644
Fonte: AMUREL, 2011
226.190
70,76%
R$ 6.158.450.000
236.795
Já a AMESC foi criada para fortalecer a estrutura dos municípios filiados a ela
permitindo uma atuação em caráter reivindicatório. Tal associação contempla municípios que
fazem parte da região carbonífera e vale do Araranguá. Criada em 1979, atualmente a
associação conta com um número de nove municípios, cujas principais informações são:
População Total
PEA
Percentual
PIB da Região
Eleitores
168.498
Fonte: AMREC, 2011.
115.973
69%
R$ 1.672.100,000
173.884
Dentre suas finalidades e objetivos, destacam-se os seguintes:
 Ampliar e fortalecer a capacidade administrativa, tecnológica e social dos
municípios;
 Prestar assistência técnica, administrativa, planejamento local e regional;
 Iniciação científica, novas alternativas para promover a modernização
administrativa e tecnológica dos municípios associados;
 Reivindicar a descentralização dos serviços públicos estaduais e federais;
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 Elaborar e propor estudos, levantamentos socioeconômico, físico-territoriais
das potencialidades da região;
 Propor e fomentar políticas de planejamento e desenvolvimento econômico,
integrados e sustentáveis;
 Elaborar e sugerir a adoção de normas e leis;
 Reivindicar e defender os interesses dos municípios associados
Situada em uma posição estratégica no sul do estado, Capivari de Baixo apresenta,
segundo dados da AMUREL (2011), um número de 21.689 mil habitantes, sendo 15.274
eleitores. Com relação ao PIB e ainda conforme a mesma fonte, a região apresenta números
consideráveis, quais sejam: Produto Interno Bruto de R$ 188.351.305,00 milhões.
Em
relação à população economicamente ativa, de acordo com o IBGE (2008), seus números
representam quase 15% da população economicamente ativa da região.
A partir desta descrição e considerando o número de egressos do ensino médio na
região, identifica-se que a região sul de Santa Catarina no âmbito da graduação superior
presencial é coberta pelas seguintes instituições:
INSTITUIÇÃO
CIDADE
IGC
FUCAP
3
244
ESUCRI
3
253
UNESC
3
239
UNISUL
3
247
UNIBAVE
3
227
Tabela: Dados do IGC – 2008, das IES do Sul do Estado de Santa Catarina
Fonte: Índice Geral de Cursos - IGC 2011 – INEP.
Por meio do que é identificado no quadro acima, pode-se dizer que a FUCAP
desenvolve programas de Educação Superior dentro dos padrões propostos pelos órgãos
regulatórios. E assim, graças à preocupação de seus gestores em delinear práticas acadêmicas
de acordo com o mercado da região, a instituição contribui para o desenvolvimento
socioeconômico da comunidade do entorno. Posicionando seus programas de graduação com
a qualidade preconizada por seu corpo diretivo, frente às concorrentes da região.
Desse modo, em observância dos aspectos qualitativos que serão agregados ao
Curso, a Instituição se baseia no que é identificado nos cursos já desenvolvidos em sua
estrutura. Fazendo menção aos diferenciais implantados e aos conceitos dos processos
avaliativos, obtidos perante aos órgãos reguladores no âmbito de sua estrutura física e
12
programas de graduação, os quais orientam a descrição de seus objetivos e das respectivas
metas.
1.2.2.1 A FUCAP na Perspectiva da Educação Superior
Os dados a seguir seguem a reflexão proporcionada pelo Censo da Educação
Superior do ano de 2009. Apesar da atualização proposta pelos dados divulgados no ano de
2010, respectivos ao ano de 2009, os números do estado de Santa Catarina revelam poucas, ou
quase nenhuma, alterações vinculadas aos dados descritos. Os dados históricos do Censo da
Educação Superior, especificamente no estado de Santa Catarina, confirmam as perspectivas
da educação superior na região. O cenário brasileiro mostra um retrato expansionista quando
se trata do recorte de 2004 a 2008, consolidando um crescimento de 12% neste período,
enquanto no estado de Santa Catarina, no mesmo período, apresenta o decréscimo de 1% em
relação ao número de Instituições. No Brasil, em 2004 eram 2013 instituições de educação
superior, enquanto o estado de Santa Catarina comportava 94 IES.
Já em 2008, o Censo apresenta um cenário semelhante, o que requer um
posicionamento estratégico das instituições, pois 2.314 instituições estão em atividades no
Brasil, sendo que 93 encontram-se em Santa Catarina. Neste caso, o Censo mostra que,
enquanto no Brasil há um acréscimo de 3% no número de instituições, em Santa Catarina
houve um acréscimo de 1,5%.
Com relação ao número de cursos, o Estado acompanha a perspectiva nacional, no
corrente da expansão da educação superior. Neste caso, no período que compreendeu os anos
de 2004 a 2008, no Brasil, houve um crescimento de 33% no número de cursos, enquanto em
Santa Catarina este crescimento foi de 26%. Já no período de 2007 a 2008, enquanto o Brasil
crescia 5%, o estado de Santa Catarina apresentou um crescimento de 4%, chegando,
inclusive, a acompanhar o crescimento de 6% que ocorreu no estado de São Paulo.
Os dados do INEP ainda apresentam as considerações relacionadas ao número de
vagas, destacando a contribuição de Santa Catarina no período que compreendeu os anos de
2004 a 2008. Os dados mostram que, no período de 2004 a 2008, o Brasil cresceu 29%,
saltando de 2.320.421 vagas para 2.985.137 vagas, enquanto Santa Catarina, que cresceu 3%
no período de 2004 á 2008, apresentou um decréscimo de 4%, saindo de 86.730 vagas em
2007 para 86.020 vagas em 2008.
O número de candidatos, um dos aspectos que apresenta uma relevância
significativa no contexto da educação superior, apresenta um crescimento nacional na faixa
13
dos 10%, no período que compreendeu 2004 a 2008, e de 7% no período de 2007 a 2008.
Enquanto isso, Santa Catarina apresenta dados distintos, já que de 2004 a 2008 apresentou um
decréscimo de 8%, mas um crescimento de 4%.
No prosseguimento das análises, com relação ao número de ingressos, o estado de
Santa Catarina apresenta números que requerem uma atenção especial do ponto de vista
estratégico. O Plano Nacional da Educação, com base nas metas propostas para o decano
2001 – 2011 propunha a inserção de 30% dos jovens de 18 a 24 anos na educação superior, o
que impulsionou o crescimento do número de ingressantes no Brasil, consolidando a
expansão durante os meados da primeira década do século XXI. Contudo, enquanto o
crescimento brasileiro no período de 2004 a 2008 foi de 16% e de 2% no período de 2007 a
2008, em Santa Catarina o crescimento, entre 2004 e 2008, foi apenas de 2%, e no período de
2007 a 2008 de 1%.
Já o número de matrículas, apresenta um dado que acompanha as perspectivas no
sentido de consolidar as atividades das instituições de educação superior. Neste caso, o Brasil,
no período de 2004 a 2008, apresentou um crescimento de 22% e de 4% no período de 2007 a
2008. O estado de Santa Catarina, neste quesito, apresentou um crescimento de 15%, no
período de 2004 a 2008, e de, apenas, 1% no período de 2007 a 2008, o que mostra a
consolidação e um novo rumo à curva do ensino superior do Estado.
Na perspectiva dos concluintes, no contexto catarinense, os números mostram
uma contribuição significativa das instituições no sentido de promover uma contribuição
social. Neste caso, com base comparativa, os números brasileiros mostram um crescimento de
28% no período de 2004 até 2008, saído de 626.617 ingressantes e indo a 800.318 concluintes
no ano de 2008. Enquanto isso, Santa Catarina, apresentou, na mesma conjectura, um
crescimento aproximado de 27%, saltando de 25.610 concluintes, para 32.610. Contudo, no
período de 2007 a 2008, enquanto o Brasil crescia 6%, o estado de Santa Catarina cresceu
apenas 1%, mas acompanhou as perspectivas do cenário nacional para a educação superior.
Os docentes, no contexto da educação superior, também constituem um aspecto
substantivo no posicionamento das atividades educacionais, sobretudo como agentes
responsáveis à consecução dos objetivos acadêmicos e, até mesmo, administrativos. Dessa
forma, os dados do Censo apresentam um retrato que deve ser considerado, sobretudo no
âmbito do estado de Santa Catarina.
Na conjuntura brasileira, ao citar o corpo docente, percebe-se que de 2004 a 2008
houve um crescimento significativo de 15% nas funções docentes da educação superior no
Brasil. Entretanto, de 2007 a 2008 o crescimento foi de, apenas, 1%, retratando a
14
consolidação destas funções nas IES brasileiras. Já no estado de Santa Catarina, os números
mostram uma tendência semelhante a encontrada no cenário brasileiro, visto que no período
de 2004 a 2008 as funções docentes crescerem 6% e apresentaram um decréscimo de 2% no
período de 2007 a 2008.
Com relação os números apresentados da relação candidato-vaga, percebe-se que
a expansão da educação superior suprimiu a demanda reprimida por este segmento de ensino
e, de igual modo, apresenta um cenário onde a expansão das instituições causa o aumento das
vagas ociosas nos diversos cursos. Neste sentido, os dados apresentam um decréscimo 15%
no período de 2004 a 2008 e, pela contribuição dos esforços vinculados ao financiamento
educacional, apresenta um crescimento de 1% no período de 2007 a 2008.
No cenário catarinense, os números seguem uma tendência semelhante, já que
apresenta uma queda e, na sequência do período, um crescimento. Contudo, tendo em vista a
queda de 11% no período de 2005 a 2008, estes números crescem de modo significativo, no
interregno de 2007 a 2008, onde o crescimento é de 9%, o que evidencia as ações de expansão
e consolidação promovidas pelas instituições catarinenses e, do mesmo modo, tem a
contribuição do REUNI, do PROUNI e do FIES, no sentido de financiar acadêmicos, vagas e
instituições.
Outro dado significativo se refere ao aspecto vinculado à relação ingresso/vaga, e
que mostra um posicionamento significativo do estado de Santa Catarina. Enquanto o Brasil,
no período de 2004 a 2008, decresceu 10% e no período de 2007 a 2008 4%, o estado
catarinense obteve um aumento de 0,2% e de 5% em 2007 a 2008.
De modo semelhante, os dados relativos à ociosidade apresentam, no estado de
Santa Catarina, um retrato diferenciado dos dados nacionais. Enquanto o Brasil apresentou, no
período de 2004 a 2008, um aumento de 13% e, de 2007 a 2008, 4%, Santa Catarina mostra
uma atuação significativa na diminuição destes números. O estado nos mesmos interregnos de
tempo apresenta, respectivamente, um decréscimo de 0,3% e de 9%, dado que mostra uma
atuação responsável das instituições do estado.
Nesta conjectura, os dados apresentam um retrato significativo no contexto da
evasão, tendo em vista que o estado de Santa Catarina, no período de 2004 a 2008, cresceu,
apenas, 0,3%, enquanto no Brasil o crescimento foi de 8%. Já no período de 2007 a 2008,
enquanto o crescimento no Brasil foi de 2%, em Santa Catarina os números mantiveram-se
estagnados.
A partir dos dados apresentados, percebe-se que é importante considerar os
principais números da educação superior no Brasil no sentido de promover a inteligência
15
competitiva no contexto das instituições, consolidando a atividade educacional responsável e
devidamente posicionada no sentido da expansão responsável. Neste sentido, busca-se, por
meio do estudo dos dados do Censo, consolidar uma atividade coerente com as metas do
Plano Nacional de Educação, posicionando a FUCAP neste contexto.
No vértice destes aspectos, a avaliação institucional na Instituição determina uma
percepção expressiva do mercado da educação superior no Brasil, neste caso a avaliação
institucional, na FUCAP, corroboram os princípios da educação superior no sentido de
posicionar as práticas de ensino e que visam a formação do egresso.
1.2.3 Retrospecto dos Cursos de Graduação da FUCAP
No contexto da Organização Didático-Pedagógica e a partir dos referenciais
mínimos de qualidade preconizados pelo INEP as Instituições devem trabalhar de modo a
perenizar seus métodos e políticas de ensino, na observância dos processos que transcendam
os estudos institucionais congêneres aos métodos de gestão pedagógica e precedam a tomada
de decisão no contexto dos métodos e formas de promover a aprendizagem no âmbito
institucional. Desse modo, no vértice do roteiro avaliativo preconizado pelos órgãos
reguladores do Ensino Superior brasileiro, as Instituições devem obedecer a um conjunto de
indicadores que subsidiam todo o processo avaliativo no âmbito dos cursos de graduação.
Dentre estes indicadores conclama-se a relevância das questões que se voltam a
identificar a implementação das políticas institucionais constantes no Plano de
Desenvolvimento Institucional – PDI – das instituições vinculadas ao contexto do ensino
público e privado do entorno acadêmico. A FUCAP, neste contexto, fundamenta suas
políticas por meio da articulação adequada entre os métodos de gestão institucional e de
cursos, a partir do estudo de políticas que constam em seus delineamentos estratégicos,
sobretudo a partir das tendências que se arrolam ao ensino superior no contexto privado no
qual a Instituição esta inserida.
Os indicadores preconizados pelo Instrumento de Avaliação de Cursos de
graduação ainda conclamam às analises das instancias coletivas e de deliberação e discussão
das questões inerentes ao desenvolvimento e a qualificação do curso, trazendo a luz a
necessidade das discussões referentes a previsão e funcionamento de órgão que permitam a
participação da comunidade acadêmica no contexto das discussões de desenvolvimento
institucional. Neste caso, os referencias mínimos de qualidade preconizados pelos
instrumentos buscam delinear a representatividade destes órgãos, por meio de seus
16
intervenientes os quais devem zelar pela eficácia dos processos de discussão e deliberação no
âmbito institucional a partir da identidade de cada organização acadêmica.
A partir da identidade institucional a avaliação deve estabelecer parâmetros que
permitam o entendimento dos aspectos voltados a percepção da similaridade dos currículos de
graduação face as Diretrizes Curriculares Nacionais, analisando o Projeto Pedagógico dos
cursos de Graduação a partir dos referenciais de qualidade propostos pelos instrumentos de
avaliação. No âmbito desta percepção preconiza-se o estudo dos projetos sob a orientação de
conteúdos adequados e definidos por meio de uma atualização frente aos objetivos do curso
de graduação. Neste contexto deve-se buscar uma linha congênere à formação do egresso, por
meio do correto dimensionamento das cargas horárias e as devidas inferências por parte das
atividades complementares e extracurriculares.
Em face de tais análises fica clara a importância dos métodos que fundamentam a
construção de parâmetros de analise das ementas e dos aspectos operacionais dos programas
de ensino, por meio dos componentes curriculares descritos no plano de ensino e as
bibliografias que alicerçam a aprendizagem. De tal modo, incorrendo como fator
preponderante ao desenvolvimento institucional estas analises dão subsídios para a
observância da importância dos laboratórios, os quais devem contribuir de modo profícuo à
proposta curricular.
Os laboratórios, considerados recursos materiais específicos vinculados aos
programas de graduação e a proposta curricular do curso, devem observar questões
específicas relacionadas aos referencias mínimos de qualidade apontados como fundamentais
ao desenvolvimento do curso. Neste caso, deve-se constituir um estudo por meio da coerência
da implantação, funcionamento e compatibilidade dos laboratórios e instrumentos específicos
e sua eficácia ao atendimento das necessidades da comunidade acadêmica, promovendo a
construção do conhecimento de modo relevante no âmbito da Instituição.
No vértice curricular do curso, a partir da contribuição das ações institucionais, os
instrumentos de avaliação se voltam para a busca da coerência entre os procedimentos
metodológicos de ensino e aprendizagem, sobretudo a partir da eficácia dos processos de
ensino e avaliação, os quais devem estar devidamente implantados sob a égide da concepção
do curso. Neste contexto, o programa de graduação deve refletir o compromisso com a
interdisciplinaridade, a partir do fomento ao espírito cientifico, formando agentes com
autonomia cientifica e com noções profícuas de cidadania.
A partir destes princípios deve-se considerar, ainda sob os princípios avaliativos,
os mecanismos que permitem a prática profissional por meio das atividades de estágio,
17
fundamentando as bases da construção dos métodos que direcionam o trabalho de conclusão
de curso na instituição. Desse modo, tais mecanismos devem estar devidamente
institucionalizados, por meio de um acompanhamento evidente a partir do cumprimento de
suas diretrizes práticas, funcionando adequadamente e em aderência com o Projeto do Curso.
A partir das premissas que constituem o escopo da Avaliação da Educação
Superior no vértice do ensino superior brasileiro, o Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes constitui-se como um instrumento eficaz e que considera a participação dos
acadêmicos e o desempenho institucional como vetor de qualificação de uma IES. O ENADE,
neste contexto, busca consolidar os métodos de ensino preconizados pelas instituições no bojo
de seu perfil socioeconômico e, sobretudo a partir da percepção da realidade na qual a
instituição se insere.
O ENADE é definido como a resultante de diversos instrumentos aplicados aos
acadêmicos devidamente habilitados à participação no exame. Especificamente tais
instrumentos preconizam identificar dados que permitam a construção de uma percepção que
se volta ao conhecimento institucional por meio do desempenho dos acadêmicos e suas
considerações referentes aos insumos institucionais. Destarte, predominantemente o ENADE
considera o Indicador de Diferença de Desempenho Observado e Esperado e os
subcomponentes dos insumos institucionais – infraestrutura, instalações físicas, recursos
didático pedagógicos, docentes com doutorado e docentes em tempo integral.
Em relação aos aspectos operacionais do exame o instrumento de avaliação da
aprendizagem acadêmica – Prova – segue duas linhas específicas, as quais devem ser parte
integrante do Projeto Pedagógico dos Programas de Graduação Superior preconizando o êxito
a ser logrado pelas instituições em geral, qualificando a consolidação de seus métodos de
ensino. A prova, neste contexto, é delimitada no bojo dos conhecimentos gerais – atualidades
– e a partir dos conhecimentos específicos que compõem a Matriz Curricular dos programas
de Graduação.
No âmbito institucional a FUCAP está inserida no contexto do ENADE desde sua
aplicação em 2006 a partir das avaliações aplicadas no contexto das Ciências Sociais
Aplicadas. Neste caso, por meio dos dados oferecidos pelo INEP, percebe-se êxito logrado
pela Instituição a partir do desempenho dos acadêmicos e da percepção destes agentes em
relação aos insumos institucionais.
1.2.3.1 Programação de abertura de Cursos de Graduação
18
A trajetória do número de acadêmicos matriculados na FUCAP obteve uma
significativa alteração a partir da preocupação da Instituição em alinhar suas práticas
gerenciais com as propostas do Plano Nacional da Educação. No alinhamento do PDI da
Instituição, com os olhos no seu cumprimento no interregno de tempo entre 2012 a 2017, a
intenção é instituir métodos de tomada de decisão sobre as diversas matrizes orçamentárias
necessárias para o gerenciamento institucional, bem como as políticas educacionais nacionais,
que repercutem na ampliação de vagas dos cursos já instituídos e a criação de novos.
Para que haja esta expansão de vagas, a FUCAP deve assumir as relevantes
discussões sobre as diretrizes curriculares nacionais para o conjunto de cursos,
especificamente no nível de bacharelado e mediante ao delineamento das reformas
curriculares designadas a cada projeto pedagógico vigente na Instituição. De igual modo,
deve-se atentar para as demandas requeridas à plena implementação tanto do ponto de vista
individual quanto do institucional, os quais visam garantir a integração do ensino, da pesquisa
e da extensão.
Em 2010 a FUCAP possuía três cursos de graduação e oferece cerca de 300 vagas
de processo seletivo. Em sua concepção, a Instituição delineou sua estratégia competitiva
pautada na diferenciação, determinando um ensino de qualidade e uma estrutura física
determinante ao aprendizado democrático. Desse modo, construiu sua história no sentido de
instituir métodos de ensino eficazes e que resguardem sua identidade institucional.
A democratização do ensino superior, sobretudo por meio das reflexões sobre o
acesso e a permanência na Faculdade, faz a Instituição refletir sobre as devidas articulações
das políticas institucionais, efetivamente implantadas e as que ainda deverão ser consolidadas
na FUCAP. Neste caso, as competências educacionais da Instituição devem estar devidamente
mapeadas no sentido de contribuir de modo a promover a responsabilidade social e a
sustentabilidade no ensino superior, buscando diminuir os números da evasão e repetência no
ensino, aumentando a eficácia institucional.
Com base nestes aspectos, no quadro que segue, são descritas os três cursos de
graduação já existentes na Instituição, bem como seus dados de concepção, os quais
partilharam das estratégias competitivas estruturantes da FUCAP e contribuíram com a oferta
de profissionais qualificados por meio de um ensino de qualidade, assim como foi atestado
nas edições dos ENADE das quais a Instituição participou.
Dentro deste contexto, a gestão institucional busca, em suas atividades,
compreender as especificidades do Plano Nacional de Educação no sentido da consecução dos
objetivos institucionais, sobretudo no sentido da interiorização do ensino superior na
19
conjuntura do sul catarinense. Neste caso, de acordo com o retrato regional, o ensino
presencial consolida-se por meio de programas que atendam as demandas encontradas na
região, onde o perfil empreendedor de seus agentes é fator determinante.
Os dados do Censo da Educação Superior apresentam um cenário significativo,
destacando o posicionamento dos cursos de graduação na conjuntura brasileira. Ao analisar os
aspectos regionais, torna-se perceptível a necessidade de alguns programas específicos e que
contemplem as metas do Plano Nacional da Educação, sobretudo no sentido da formação de
professores, na gestão escolar e na formação de profissionais liberais vinculados ao perfil
regional do sul do estado de Santa Catarina. Neste sentido, de modo paulatino, a abertura de
cursos de graduação na FUCAP observará a seguinte sequência:
Projeção de Cursos – Vigência do PDI (2012 – 2017)
Protocolo EPrevisão
Turno
MEC
Curso
Engenharia da
Produção
Engenharia Civil
Pedagogia
Direito
Curso de
Administração
Curso de Ciências
Contábeis
Curso Superior de
Tecnologia em
Hotelaria
2013
2013
2013
2014
201109029
Vagas
M/N
200
201109028
M/N
201109141
M/N
201109662
M/N
Renovação de Atos Autorizativos
150
100
150
2012
200900035
N
100
2012
200900036
N
100
2012
201102672
N
50
A partir do que é identificado na projeção de cursos pautada para este PDI,
verifica-se que as deliberações institucionais devem convergir para o atendimento das
propostas elencadas nas Diretrizes Curriculares determinadas a cada curso, respeitando as
especificidades de cada em um suas respectivas áreas do conhecimento. As pesquisas de
viabilidade de cada curso, que serão realizadas ao passo da consecução do Projeto
Institucional, esmeram-se na identificação de possibilidades congêneres no âmbito regional e
que permitam a implantação dos cursos propostos, visando a consolidação da identidade da
FUCAP como uma IES fundamentada na área de negócios e gestão. Contudo, deve-se
salientar que não se busca uma proposta “estanque”, mas sim direcionamentos que partam do
pressuposto de que a complexidade do ambiente da educação superior pauta o
desenvolvimento da Instituição e, portanto, novos programas podem ser incluídos nesta lista a
medida da necessidade encontrada na região.
20
Nesta conjectura, busca-se de modo precípuo a proposta de cursos onde as
competências essenciais se vinculem àquelas designadas pelas diretrizes, buscando uma
construção coletiva envolvendo docentes, discentes e a gestão institucional. Neste sentido, em
meio aos ensejos institucionais, busca-se também consolidar um processo avaliativo de
acordo com as preposições do SINAES, consubstanciando os objetivos do PDI e
consolidando o retrato institucional vinculado a qualidade das ações institucionais.
1.2.3.2 Programas de Criação de Turnos e Aumento de Vagas dos Cursos Reconhecidos
A perspectiva proposta pelos dados atuais do Censo da Educação Superior
apresenta um retrato vinculado à compreensão do entorno, especificamente no sentido de
consolidar e orientar a oferta dos cursos de graduação. Na FUCAP, os programas de
graduação em nível de Bacharelado estão posicionados deste a concepção de cada um,
obedecendo às diretrizes curriculares propostas a cada programa. Neste sentido, de modo
continuo, pesquisas de mercado são desenvolvidas com a intenção de orientar as atividades e
a oferta de cada curso, tirando conclusões que possam nortear as alterações curriculares
propostas.
A partir da avaliação institucional, sob os moldes do SINAES, busca-se a
orientação da oferta dos programas de graduação e compreender, entre outros aspectos, a
demanda pelos cursos existentes. Neste sentido, o aumento de vagas respeitará os termos
designados pela Portaria Normativa 40/2007, destacando a possibilidade do aumento de vagas
e criação de turnos quando este for possível, o que será identificado a partir da oferta e do
retrato regional dos cursos.
1.2.3.3 Programa de abertura de cursos de Pós-Graduação – Lato Sensu
Por meio das premissas que determinam a regulação no âmbito da Educação
Superior, a Pós-Graduação (Lato-Senso) pode ser desenvolvida mediante a documentação
institucional inerente à oferta do ensino no contexto da graduação. O ato de credenciamento
institucional permite a instituição a atuar nesta conjuntura, desde que se preconizem os
aspectos qualitativos determinados a partir dos instrumentos legais direcionados a tais
programas. Neste contexto, o desenvolvimento dos programas deve obedecer a carga horária
mínima de 360h/a e preconizar a formação de um corpo docente qualificado.
21
Especificamente no contexto pedagógico de seus programas de desenvolvimento
humano, em nível de Graduação Superior, a FUCAP preconiza ações que visam a o
incremento, o posicionamento e a qualificação dos agentes responsáveis pela construção do
conhecimento acadêmico e organizacional no âmbito da Região Sul de Santa Catarina. A
partir de tais premissas e por meio de seu contexto pedagógico a Instituição promove a
inserção regional a partir das prerrogativas que se voltam para o desenvolvimento de sua
política interna, onde a contribuição torna-se fundamental às atuantes no cenário sul
catarinense.
Por fundamento, a partir dos pressupostos de desenvolvimento institucional, a
Pós-Graduação Lato Senso traz, ao contexto institucional, princípios de formação continuada
que determinam a formação profissional a partir da construção de conhecimentos acadêmicos
aplicados ao contexto empresarial e de mercado. Neste vértice, as perspectivas que se arrolam
ao desenvolvimento mercadológico reforçam a necessidade buscar conhecimentos que
possam ser aplicados e, ou, adaptados ao contexto das organizações como subsídios
estratégicos que fundamentam seu contexto perene.
Na FUCAP, o processo de construção da identidade acadêmica foca o
desenvolvimento e a consolidação de projetos que contemplem as áreas de conhecimento
voltadas a sua personalidade acadêmico-pedagógica. Neste sentido, o processo deve
contribuir com o desenvolvimento institucional, especificamente, a partir do Projeto
Pedagógico do Departamento de Pós-Graduação e Extensão, da FUCAP, que tem como
objetivo a promoção da formação continuada nos âmbito da pós-graduação a partir e dos
aspectos de desenvolvimento humano e social de acordo com as necessidades do mercado
regional do Sul de Santa Catarina.
No contexto acadêmico, levando em consideração as diretrizes propostas pelos
órgãos reguladores da Educação Superior por meio da Resolução CES/CNE Nº1 de 2007, a
Pós-Graduação, na FUCAP, busca introduzir práticas organizacionais a partir da promoção do
conhecimento aplicado ao âmbito empresarial por meio de métodos pedagógicos inerentes a
transmissão do saber científico.
A partir destes pressupostos, a FUCAP se posiciona como uma Instituição
preocupada com a formação continuada de seus agentes, especificamente tendo a PósGraduação como uma política de manutenção das relações com o mercado e com os egressos.
Em linhas gerais, os programas buscam alocar conhecimentos específicos de determinadas
áreas, no sentido de promover uma reflexão que consolide a formação continuada dos
22
responsáveis pelo desenvolvimento socioeconômico da região. Apoiada nestes pressupostos,
desde 2007, destacaram-se os seguintes cursos:
CURSO
Gestão Financeira
Metodologia e
Prática
Interdisciplinar de
Ensino
Prática
Interdisciplinar:
Educação Infantil e
Séries Iniciais
ATO INTERNO
AUTORIZATIVO
Ata de 2001
nº 001 22/12/2001
VAGAS
TURNO
LOCAL DE
FUNCIONAMENTO
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
Ata de 2001 nº001
22/12/2001
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
Ata de 2001
nº 001 22/12/2001
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
Ata de 2006
nº001
02/02/2006
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
Ata de 2003
nº 15
17/12/2003
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
30
Sextas (noturno) e
Sábados (diurno)
Sede da FUCAP
Direito Empresarial
A
Interdisciplinaridade
na Educação
Especial
Gestão Empresarial
em Tecnologia da
Informação
Gestão Ambiental
Metodologia do
Ensino Superior
Perícia e Auditoria
Voltada aos
Negócios
Ata de 2006
nº001
02/02/2006
Ata de 2001
nº 001
22/12/2001
Ata de 2001
nº 002
22/12/2001
Ata de 2007
nº001
25/01/2007
O Cadastro da Educação Superior, no ano de 2007, identificou 8.866 cursos de
pós-graduação lato Senso em funcionamento no país. Desse total, 8.801 são presenciais e os
65 restantes a distância.
Assim como ocorre nos cursos de graduação, a Região Sudeste também concentra
o maior número de cursos de pós-graduação lato Sensu, 4.955 (55,9%). A novidade fica por
conta da sua distribuição nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, que somam mais de 1.200
desses cursos em funcionamento, número bem superior aos 951 registrados na Região Sul.
Neste vértice, percebe-se que a grande parcela dos programas encontram-se no
âmbito das instituições credenciadas como Faculdades Isoladas. A partir dos dados
analisados, dos 8.866 cursos existentes e informados ao Censo da Educação Superior, 85,3%,
o que corresponde a 7.567 cursos, são desenvolvidos nestas instituições; 14,7%,
23
correspondente à 1.299 cursos, concentram-se em instituições que gozam de autonomia
universitária.
Ainda em função dos dados, 89,5% dos cursos são ministrados em instituições
privadas, corroborando a atuação de tais instituições no âmbito do ensino superior em todas
suas esferas. Destaca-se ainda que 4,6% dos cursos concentram-se nas instituições estaduais e
2,8% nas federais, as quais tem uma atuação quase que exclusiva no âmbito da PósGraduação Stricto-Senso.
Neste contexto, tem-se ainda os dados que referem-se aos números dos egressos
do Ensino Superior. Com base no Censo da Educação Superior (2009), o Brasil tem um
número de 786.611 egressos e potencialmente direcionados aos programas de formação
continuada, sobretudo no âmbito da Pós-Graduação Lato-Senso. Destes, 227.877 são oriundos
da graduação em Instituições credenciadas como Faculdades Isoladas, tendo por certo de que
tais instituições possuem a oportunidade de desenvolver a Pós-Graduação Lato-Senso como
política de desenvolvimento, construção e manutenção de uma relação douradora com os
egressos da Instituição.
Com base nos dados de 2007, já atualizados no Cadastro da Educação Superior, a
área de Ciências Sociais, Negócios e Direito é a que registra o maior percentual de cursos
superiores: 31,2% (8.059). Entre as outras 7 grandes áreas do conhecimento existentes na
Educação Superior Brasileira, a de Educação é a que tem a segunda maior participação, com
29,2% (7.539). A seguir vêm Ciências, Matemática e Computação com 11% (2.842 cursos), e
Saúde e Bem-Estar Social com 10,5% (2.718).
Neste contexto, sobretudo no que se relaciona a área de Ciências Sociais, a
FUCAP a partir do que preconiza seu Departamento de Pós-Graduação e Extensão, visa
aplicar permear princípios organizacionais que determinem uma nova forma de atuar a partir
de um conhecimento desenvolvido e aplicado ao âmbito organizacional. A partir da tal fato, a
Instituição busca contribuir com a comunidade Sul – Catarinense por meio da oferta de
programas de formação continuada que direcionem as ações organizacionais no âmbito
regional.
A partir do retrato identificado com o fulcro nos dados descritos no Plano
Nacional de Pós-Graduação e respeitando a identidade institucional, a FUCAP se propõe a
atuar no âmbito de sua área do conhecimento, sobretudo na manutenção de programas já
consolidados em sua estrutura. Neste sentido, os cursos propostos para a vigência deste PDI
são os seguintes:
24
Proposta de Implantação dos cursos de Pós-Graduação - Lato Sensu
Curso
Ano
Vagas
Período
Gestão universitária
2012
40
N
Didática e Metodologia
2012
40
N
do Ensino Superior
Informática na Escola
2012
40
N
Gestão Escolar
2012
40
N
Métodos e técnicas de
ensino e aprendizagem
2012
40
N
no Ensino
Gestão Hoteleira
2012
40
N
Psicopedagogia
2013
40
N
Pedagogia
2013
40
N
Organizacional
Gestão Pública
2013
40
N
Gestão de Organizações
2013
40
N
do Terceiro Setor
Negócios em
Tecnologia da
2013
40
N
Informação
Gestão de Projetos
2013
40
N
Segurança da
2013
40
N
Informação
Banco de Dados
2014
40
N
Gestão universitária
2014
40
N
Pedagogia
2014
40
N
Organizacional
Gestão Pública
2014
40
N
Gestão de Organizações
2014
40
N
do Terceiro Setor
No bojo do desenvolvimento social a educação aparece como ferramenta profícua
à construção e o posicionamento de profissionais que ofertem suas contribuições à construção
dos objetivos organizacionais. Especificamente por meio dos conhecimentos adquiridos no
contexto acadêmico, os quais são utilizados como fundamento para ações e tomadas de
decisão. Tais fatos vão delinear o desenvolvimento estratégico da organização, a partir dos
objetivos e metas propostas pela organização.
Por meio da Pós-Graduação Lato-Senso as instituições de ensino superior tem a
oportunidade de ofertar suas ações ao mercado, subsidiando a formação de conhecimentos e a
aplicação de métodos e técnicas que concernem a formação de novos conhecimentos ou à
obtenção de objetivos. Sobretudo, qualificando as ações humanas e formando recursos que
determinam uma nova realidade ao contexto social no qual a devida instituição esta inserida.
No âmbito acadêmico o desenvolvimento dos conhecimentos aplicados ao entorno
promove a consolidação das políticas de ensino preconizadas pela IES, na observância dos
aspectos voltados à indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão e produzindo
25
conhecimentos profícuos à sociedade. A partir desta contribuição, não raro as instituições são
reconhecidas pela sua eficácia em produzir insumos intelectuais e ofertá-los à sociedade,
construindo um alicerce que fundamente sua consolidação.
Neste contexto, na consecução de seus objetivos e, sobretudo, de sua missão, a
FUCAP, por meio de seus programas de Pós-Graduação, contribui com a sociedade ao ofertar
programas que se enquadrem em sua linha de concentração pedagógica. Portanto, por meio
das pesquisas realizadas, os programas desenvolvidos no âmbito do Departamento de PósGraduação, permitem delinear ações que contribuam com o desenvolvimento da Instituição,
promovendo a oportunidade de construir interações entre os diversos agentes envolvidos em
seu contexto.
A partir das premissas que se voltam à Gestão e à Tecnologia, a Instituição
preconiza aspectos que atendam a comunidade empresarial da região sul do Estado de Santa
Catarina, contribuindo para seu desenvolvimento e visando o cumprimento de seu papel social
e de formação. Delineando práticas que fomentem e subsidiem a formação de recursos
humanos aptos a exercerem atividades de alta performance no contexto estratégico, tático e
operacional das organizações.
De acordo com os números contemporâneos apresentados pelo mercado do ensino
superior, a Pós-Graduação Lato-Senso aparece como um fator diferencial em um nicho de
mercado a ser explorado. Isso em função da possibilidade de capacitação e aplicabilidade
prática de seus conceitos que geram resultados diretos no contexto organizacional. E por isso,
a partir das ações pedagógicas, operacionais e estratégicas da FUCAP a perceptível
colaboração ao entorno é consubstanciada aos objetivos da Instituição.
1.2.3.4 Programa de Abertura de Cursos de Extensão
Na Instituição, a Extensão acadêmica é tida como uma forma relevante de
consolidar o ensino da graduação e, desde 2007, é uma política institucional que preconiza a
formação inicial e continuada do acadêmico e promove a inserção social de agentes da
comunidade. Neste caso, é notório o fato de que as diretrizes para a extensão encontram-se em
processo de consolidação na Instituição, adequadamente implantadas e acompanhadas,
inserindo a comunidade em seus programas de acordo com as necessidades encontradas.
A Extensão na FUCAP é uma atividade articuladora do ensino e da pesquisa com
a sociedade. Para isso, a FUCAP, por meio da Coordenação de Pós-Graduação e Extensão,
vem colocando em prática um conjunto de ações, voltadas ao enfrentamento dos desafios da
26
realidade em busca da transformação social e da sustentabilidade de suas ações. Neste caso,
os canais interativos entre a FUCAP e a sociedade e que articulam o ensino, a pesquisa e a
extensão, tem como principais objetivos os seguintes:

Proporcionar maior acesso ao conhecimento que a Instituição produz;

Possibilitar a oportunidade de estudos e práticas reais de aprendizagem aos
acadêmicos;

Ensejar oportunidades para serem detectadas lacunas no conhecimento ou no
seu uso, significativas para gerar novos problemas de pesquisa;

Estabelecer a troca sistemática de saberes acadêmicos e populares;

Democratizar o conhecimento produzido na faculdade.
Estes se valem da tradução com o compromisso de se ter uma atividade acadêmica
que enseja um processo acadêmico, social, cultural e científico, fortalecendo a interação entre
a Instituição e a sociedade. Assim sendo, este tem o intuito de mostrar a concepção, estrutura
e dinâmica de funcionamento das atividades de Extensão, elencando todos os programas e
projetos a eles vinculados, as atividades desenvolvidas que acontecem por meio de prestação
de serviços à comunidade e cursos de formação continuada.
Neste sentido, com a intenção de consolidar a proposta do PDI da Instituição, a
FUCAP se posiciona no sentido de construir sua identidade institucional a partir da
contribuição da sociedade neste sentido. As bases estruturantes desta percepção se esmeram
no sentido de desenvolver pesquisas com o intuito de buscar a melhor forma de posicionar as
ações institucionais vinculadas a extensão, consolidando programas já desenvolvidos na
Instituição e instituindo novos a partir de uma proposta que será desenvolvida, sempre com os
olhos nas políticas de extensão propostas neste PDI.
1.2.3.5 Programação de Iniciação Científica
A pesquisa busca, entre outros aspectos, proporcionar a liberalidade na construção
de conhecimento e promover o aprendizado em função do que a sociedade espera. Em sentido
estrito, está deve ser uma das funções de uma instituição de ensino superior socialmente
responsável e que tem preocupação com a sustentabilidade de seu entorno.
27
A FUCAP, dentro deste contexto, busca expandir sua identidade, introduzindo-se
na pesquisa com o objetivo de qualificar melhor seus egressos e tornar-se Instituição
referencia por sua preocupação com a construção do conhecimento. Neste caso, a Instituição
visa a consolidação de ideias que se constituam em projetos de pesquisa e que contem com a
participação de docentes e acadêmicos, os quais deverão estar envolvidos com as
preocupações sociais e institucionais, construindo conhecimentos de base sólida e que tenham
relevância no ambiente em que estes forem aplicados.
Sob estes aspectos e pressupostos, na vigência do PDI, a FUCAP buscará o ensejo
ao desenvolvimento de projetos que contemplem as políticas descritas. A partir do que é
identificado, a FUCAP se esmera em promover a iniciação científica em uma experiência
inicial, dando ênfase a participação dos cursos já autorizados na Instituição e buscando a
inserção de outros no contexto, ao passo da designação de seus atos regulatórios.
1.2.4 Contribuição do curso de Ciências Contábeis ao entorno
A contribuição do curso de Ciências Contábeis para o entorno ao qual a FUCAP está
diretamente relacionada com a responsabilidade social da instituição preconizada na sua
missão de “Desenvolver, por meio da educação superior de excelência, o potencial
realizador das pessoas, contribuindo para a formação de cidadãos sadios habilitados para a
profissão, para a vida e integrados à comunidade”.
A FUCAP mantém em sua trajetória o comprometimento com o desenvolvimento da
comunidade capivariense, estendendo à região da Associação dos Municípios da Região de
Laguna – AMUREL, e ainda, à região sul de Santa Catarina como um todo. Para tanto, a
instituição observa a regionalidade e tem o homem como foco de interesse e principal vertente
de suas ações institucionais como forma de desenvolvimento de uma sociedade.
A instituição promove a educação para o desenvolvimento da comunidade, assumindo
o compromisso de ser o centro de referência na região sul de Santa Catarina em matéria de
ensino superior, oferecendo suas atividades para os diversos segmentos a partir da
indissociabilidade entre ensino, iniciação científica, extensão e gestão e, sobretudo,
integrando teoria e prática. Portanto, a FUCAP contribui para subsidiar o desenvolvimento da
estrutura produtiva levando em conta a modernização da economia regional por meio de
premissas empreendedoras e que determinem inovações sociais.
Nesse contexto tem-se que o desenvolvimento econômico de uma região perpassa por
diversos setores onde um setor contribui, direta ou indiretamente, com a alavancagem do
28
outro. Com isso, a necessidade de profissionais capazes de acompanhar essa evolução é
indiscutível. No setor público, por exemplo, a média de crescimento do valor adicionado do
estado de Santa Catarina em 2011 foi de 10,2% e se considerados o valor adicionado dos
municípios da região da AMUREL esse crescimento foi ainda maior, atingindo 14,88%.
Diante dessa perspectiva de crescimento, problemas com preenchimento de declarações, com
informações errôneas da contabilidade ou ainda, problemas nos cálculos de rateio de custos,
sejam eles por desconhecimento ou erro de sistema podem gerar perdas econômicas para os
munícipios (JORNAL POPULAR CATARINENSE, 2011).
No que se refere à profissão contábil voltada ao setor privado, todo esse processo de
evolução e desenvolvimento vem acompanhado de mudanças específicas da área que colocam
a contabilidade em evidência envolvendo: obrigações acessórias exigidas pelo Fisco, projeto
do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, convergência com as Normas
Internacionais, ênfase na Auditoria, necessidade de consultorias, adequação com a TI, entre
outros. Com isso, as informações contábeis passaram a ter impactos ainda maiores para as
empresas (AMANO, 2012).
Importante destacar que o perfil socioeconômico do sul de Santa Catarina se destaca
pelas atividades centradas na indústria, nos serviços e nas atividades agrícolas. Acrescenta-se
a isso o comércio como uma das principais atividades da região da AMUREL onde, segundo
o Jornal Popular Catarinense (2012), foi um dos setores que mais contribuíram para o
desenvolvimento econômico dessa região. Outro ponto relevante é que o munícipio de
Capivari de Baixo, que sedia a FUCAP, está localizado em um local estratégico na região da
AMUREL, logo, trata-se de um ambiente em franca expansão, com expectativas de mudanças
devido à duplicação da Rodovia BR 101 e de instalações de grandes empresas à sua volta. No
entanto, a região é carente por educação superior de qualidade capaz de acompanhar o seu
desenvolvimento e, consequentemente, carente de profissionais com capacidade de entender
com profundidade e acompanhar as ações que permeiam a profissão contábil principalmente
considerando as constantes mudanças ocorridas nos últimos anos.
A contabilidade é essencial em todo o processo decisório, fundamental para o sucesso
e corresponsável pela mortalidade das entidades. De acordo com o CRC-SC (2012) dentre as
ações para assegurar o melhor acompanhamento de um negócio está uma boa gestão contábil,
seja na escolha do regime de tributação mais adequado, na melhor compreensão dos custos e
despesas da empresa ou no cálculo da rentabilidade do capital investido. A contabilidade é um
recurso valioso e fundamental de gestão para uma empresa que visa ter conhecimento
profundo sobre a sua situação patrimonial, econômica e financeira.
29
Nesse contexto, o curso de Ciências Contábeis visa proporcionar instrução de alto
nível, visando formar profissionais competentes, capazes de atender a demanda de um
mercado cada vez mais sofisticado e exigente e, portanto, capazes de acompanhar todo esse
processo de evolução e desenvolvimento econômico-financeiro da região.
1.2.5 Aderência entre as políticas do PDI e o curso de Ciências Contábeis
Com o intuito de cumprir a sua missão, a FUCAP busca apoiar-se nos objetivos
traçados em seu Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e promover o desenvolvimento
de métodos inovadores de acompanhamento do Projeto Pedagógico de cada curso. A
Instituição entende que dentre a estrutura de todos os seus cursos, é fundamental considerar o
desenvolvimento de ações que visam a consolidação das políticas de ensino, iniciação
científica, extensão e gestão ao longo dos cursos de graduação. Desse modo, com a intenção
de consolidar esse aspecto, promove constantemente por meio de seus gestores e dos órgãos
de apoio, fóruns, debates, cursos de capacitação docente e reuniões que tem a intenção de
acompanhar a dinâmica das políticas institucionais, promovendo o desenvolvimento de um
curso coerente com a estrutura do seu PDI.
Importante destacar que a FUCAP busca um posicionamento diferenciado no contexto
regional a partir de atividades desenvolvidas no âmbito do ensino de graduação e da
especialização contando com a contribuição da comunidade no fomento de novas ideias.
Nesse sentido, o Curso de Ciências Contábeis por meio das ações da sua Coordenação
e do Núcleo Docente Estruturante - NDE, busca o desenvolvimento de métodos de ensino e
aprendizagem que estejam alinhados ao PDI da Instituição e, sobretudo, com as políticas
institucionais delineadas no Projeto Pedagógico Institucional – PPI. Para tanto, concilia todo
esse processo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Ciências Contábeis e
com a Proposta Nacional de Conteúdo para os cursos de graduação em Ciências Contábeis
emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC.
Portanto, no que se refere à política de ensino para a graduação de Ciências
Contábeis, a indissociabilidade entre ensino, iniciação científica e extensão e, a regionalidade
embasam uma política de ensino pautada em diretrizes sustentadas pelo planejamento da
instituição como um todo.
Nesse contexto, a Coordenação do Curso de Ciências Contábeis preconiza o
desenvolvimento de métodos de aprendizagem que permitam a interação entre os estudantes,
os docentes e as necessidades regionais, por meio da utilização de estudos de caso que tem
30
relação com as competências esperadas pelo mercado de trabalho e pela comunidade do
entorno. Além disso, os docentes são orientados ao desenvolvimento de práticas de
interdisciplinaridade, por meio do desenvolvimento de ações que ensejam a visão sistêmica da
organização, inserindo, através dos conteúdos ministrados nas respectivas disciplinas, o
acadêmico em um contexto teórico-prático, formando o profissional com base no perfil
descrito no Projeto Pedagógico.
Para que todo esse processo aconteça a FUCAP promove para o curso a formação de
um corpo docente qualificado em nível de titulação, capazes de desenvolver metodologias
alinhadas com o perfil de formação do profissional contábil integrando atividades práticas e
teóricas. Como exemplo de ação para a inserção do acadêmico no contexto prático, sobretudo
profissional, tem-se um projeto titulado de “Laboratório – Prática Contábil”. Esse projeto
desenvolve atividades práticas interdisciplinares envolvendo as disciplinas de Prática
Comercial (3º semestre), Contabilidade Comercial (4º semestre), Sistema de Informações
Contábeis (5º semestre) e Análise das Demonstrações Contábeis (6º semestre). As atividades
são desenvolvidas no laboratório contábil através de software próprio, abrangendo a
legalização de empresas e a escrituração contábil, gerencial e fiscal, mediante documentação
com finalidade didática de forma manual e no sistema contábil. Este processo atinge desde a
escrituração dos fatos contábeis até a elaboração e análise das demonstrações. Essas
documentações são elaboradas pelos próprios alunos no decorrer dos semestres de acordo
com cada disciplina envolvida. Dessa forma, o aluno utiliza de maneira prática o que aprende
na teoria inserindo o conhecimento adquirido à realidade da profissão contábil. Nesse ponto a
adequação da Biblioteca é fundamental. Cabe destacar então que, as obras literárias referentes
às alterações de normas e legislações contábeis são devidamente atualizadas a partir de novas
aquisições na medida em que essas alterações acontecem.
Com o intuito de proporcionar ao egresso uma visão holística do contexto contábil, o
curso de Ciências Contábeis considera a formação de um acadêmico generalista e pluralista,
compreendendo a essência das ações pertinentes ao profissional contábil em tempos de
mudanças na legislação e na área como um todo, como forma de melhor acompanhar o
desenvolvimento das entidades contemporâneas e a utilização das principais ferramentas
contábeis para o acompanhamento e o desenvolvimento dessas entidades. Contudo, não se
pode descartar as diversas ramificações que a área contábil proporciona como forma de
habilitações profissionais específicas considerando, portanto, as bases de atuação profissional
assentada em sólidos conhecimentos fundamentais em diversas áreas do saber, quais sejam:
auditoria, perícia, fiscal, tributária, financeira, gerencial, etc. Para tanto, o curso sustenta o
31
Trabalho de Conclusão de Curso como base para a formação do contador, ensejando uma
participação direta dos docentes envolvidos como o desenvolvimento da estrutura curricular.
Outros pontos que justificam o desenvolvimento do curso de Ciências Contábeis sob a
orientação das políticas de ensino da FUCAP, centram-se no fomento do currículo alinhado
com as expectativas da região da AMUREL, da sociedade e da estrutura das organizações da
região. A Instituição também desenvolve métodos de acompanhamento de egressos, por meio
da avaliação desenvolvida pela CPA e por atividades que visam à integração dos exestudantes com a Pós-Graduação. Entre as informações consideradas no acompanhamento,
destacam-se o posicionamento profissional e as expectativas em nível de pós-graduação,
contribuindo para a educação continuada do egresso. Além de um conjunto relevante de
informações, estes dados também vão compor o escopo de atividades que visam a
manutenção dos estudantes nos bancos escolares, incidindo em ações que visam o controle
dos índices de evasão, retenção e permanência, consolidando um escopo gerencial relevante
aplicado ao curso de Ciências Contábeis.
Quanto à política de iniciação científica no curso de Ciências Contábeis, se constitui
como uma ferramenta eficaz de relacionamento entre a Instituição e o entorno ao qual está
inserida. As práticas desenvolvidas no ensino da graduação e que preconizam a investigação e
a produção de conhecimentos estão vinculadas à estrutura curricular do curso, integrando
métodos que visam o desenvolvimento de trabalhos profissionalizantes que podem compor a
estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso. De acordo com o PDI da FUCAP, percebe-se,
quanto a relação entre o ensino e a iniciação científica, o seguinte direcionamento,
A Iniciação Científica na FUCAP não é, nem deve ser, via de mão-única e
exclusividade de poucos acadêmicos e professores, mas sim como um
resultado do esforço permanente dos docentes no sentido de superar a
ciência que detém e, de acadêmicos na reinterpretação, na criação e na
recriação do conhecimento. Neste caso, o professor, enquanto cientista,
dentro da analise da realidade que deve permanentemente fazer, deve estar
comprometido com o desvendamento da verdade e com o desenvolvimento
da região sul catarinense (PDI 2011, p. 56).
Considerando esses aspectos, as orientações que emanam desse direcionamento, a
Iniciação Científica, no âmbito do curso, se consolidará por meio de atividades práticas de
ensino, leituras, produção de materiais, tais como papers e artigos, que são ajustados de
acordo com as necessidades de cada plano de ensino. Cabe destacar que, além de outras
ações, tem-se como exemplo a disciplina de Seminário de Pesquisa Aplicada (6º semestre),
com o desenvolvimento de atividades que envolvem temas atuais da área contábil, as diversas
32
ramificações da contabilidade e os tópicos emergentes que envolvem a área com o intuito de
elaborar um artigo científico com acompanhamento e orientação do professor, promovendo
assim uma ação conjunta entre acadêmicos e professores. As pesquisas são, geralmente,
aplicadas às entidades da região o que permite ao aluno conhecer e vivenciar a realidade do
mercado de trabalho regional.
Importante ponderar que, mesmo adotando práticas que visam a iniciação científica, a
FUCAP, por meio de seu credenciamento institucional, não está obrigada a promover tais
práticas em âmbito institucional. Contudo, por meio de seus pressupostos de ensino de
qualidade, a Instituição desenvolve métodos que visam a inserção do acadêmico em contexto
científico, buscando a formação de um estudante emancipado e que tem, na educação
superior, um mecanismo de libertação e consolidação de valores. As práticas ensejadas serão
propostas pelo Colegiado e implementadas com o auxílio do NDE sendo, constantemente,
avaliadas pela CPA.
O desenvolvimento da iniciação científica constitui um elemento essencial para o
direcionamento da teoria com a prática no sentido de promover um ensino de qualidade. A
Contabilidade como uma ciência social aplicada constitui áreas voltadas ao estudo e solução
de problemas atinentes ao desenvolvimento regional. É nesse sentido que o curso de Ciências
Contábeis incentiva a partir de suas disciplinas, do estágio obrigatório e do TCC, que a
pesquisa se utilize de estudo de caso tendo como objetos de estudo as entidades da região a
partir de linhas de pesquisa nas áreas socioeconômica, de economia regional, de infraestrutura
econômica e social, de empreendedorismo, de gestão pública e privada e tecnologia. Cabe
destacar que esses trabalhos abordam não somente a reprodução de conhecimentos préexistentes, mas a oferta efetiva de respostas aos problemas regionais com o conhecimento
construído a partir de propostas de melhorias, de ferramentas contábeis auxiliares ou ainda de
modelos de relatórios capazes de auxiliarem na melhoria da gestão como um todo.
Para que todo esse processo aconteça são necessários professores capacitados para o
desenvolvimento, orientação e auxílio na divulgação dos trabalhos elaborados. Para tanto, os
docentes são incentivados, a partir do plano de carreira, a publicar artigos e demais produções
científicas individuais ou em conjunto com os alunos orientados. A FUCAP auxilia ainda, na
fixação de seus docentes, inclusive por meio de mecanismos de estímulos financeiros aos
professores em tempo integral, tornando disponíveis para as atividades com vistas ao
desenvolvimento da iniciação científica, sem prejuízo de seus trabalhos no campo do ensino.
Quanto às políticas de extensão tem-se que, para a FUCAP, a extensão é uma troca
sistemática de saberes e a efetiva comunicação entre a Instituição e o seu meio com o intuito
33
de desenvolver a região em conjunto com a sociedade. A Instituição, comprometida com o
desenvolvimento social, técnico e estrutural de Capivari de Baixo e da região, que abrange um
quantitativo de quase 600 mil habitantes, tem, nas ações extensionistas, um mecanismo de
diálogo com a sociedade, determinando uma participação direta de todos os envolvidos com a
comunidade regional.
O curso de Ciências Contábeis, por suas características inerentes à ciência social
aplicada, busca desvendar as necessidades e consequências da vida na sociedade com o
objetivo de proporcionar a propagação do conhecimento e o desenvolvimento cultural. A
propagação do conhecimento se dá por meio de ações que envolvam a instituição e a
comunidade como forma de favorecer o aprendizado prático dos estudantes e envolvendo-os
em projetos específicos. O desenvolvimento cultural se dá por meio de eventos de
significação regional e nacional capaz de promover a ação comunitária, especificamente em
parceria com diversos atores sociais.
Como exemplo de ações e eventos que promovam as políticas de extensão tem-se a
Semana Acadêmica e de Práticas Profissionais – que oferece cursos como: utilização da
calculadora HP 12C, Excel, Obrigações Acessórias, Departamento de Pessoal, Reforma
Ortográfica, etc.; a Mostra Acadêmica – onde os alunos têm a oportunidade de apresentar para
a comunidade os trabalhos realizados em sala de aula, bem como, os trabalhos de conclusão
de curso; Fóruns de Orientações – capazes de promover a troca de conhecimento entre o aluno
e as pessoas e/ou empresas envolvidas nas pesquisas acadêmicas; Visitas Técnicas – em
empresas consideradas referência na região e no Conselho Regional de Contabilidade de
Santa Catarina; assim como Palestras com profissionais e pesquisadores da área, entre outras.
No que se refere às políticas de gestão a FUCAP, desde sua concepção, tem uma
preocupação significativa com o seu processo gerencial, desenvolvendo profissionais aptos e
qualificados para a tomada de decisão e a compreensão das perspectivas que envolvem suas
atividades. De acordo com o PDI, é possível perceber que:
A estrutura organizacional da FUCAP, em termos de concepção gerencial
busca, em seus aspectos morfológicos e fisiológicos, de interação, de relação
intrínseca com a missão institucional, ser integrada com simplificação dos
processos administrativos sem a perda do controle gerencial e mais próxima e
disponível de seu corpo social. Neste caso, torna-se patente a necessidade de
redução dos níveis hierárquicos, fazendo com que a estrutura organizacional
da Instituição torne-se simplificada e flexível, comprometida com os ensejos
institucionais. (PDI 2011, p. 61).
34
Para o curso de Ciências Contábeis fica claro e perceptível a preocupação da
Instituição em manter seu padrão gerencial, decorrente de sua missão, e que envolva todos os
responsáveis pelo pleno desenvolvimento das políticas institucionais. Baseada neste
pressuposto, a Coordenação do Curso de se propõe a alinhar o Projeto Pedagógico com as
políticas de gestão da FUCAP, preconizando o envolvimento dos agentes responsáveis pela
condução do curso no processo de consolidação do Projeto Pedagógico.
O Curso de Ciências Contábeis, por meio da Coordenação e dos órgãos
complementares ao processo gerencial, utiliza, no processo de gestão, de toda a
instrumentação institucional que permite o atendimento aos estudantes de maneira satisfatória,
consolidando sua plataforma de apoio gerencial (UNIMESTRE) como o mecanismo de
atendimento direto aos estudantes e docentes. Isso permite, entre outros aspectos, o
desenvolvimento de ações rápidas no atendimento à comunidade acadêmica e o conhecimento
dos principais problemas que envolvem a relação entre o docente, o acadêmico e a Instituição.
Por meio de um planejamento anual, alinhado ao Planejamento Estratégico da
FUCAP, a Coordenação de Curso levará em consideração os dados do Censo da Educação
Superior, os direcionamentos do Conselho Regional de Contabilidade e, quando existirem, as
informações do IGC (INEP) e os dados da autoavaliação, permitindo que existam
investimentos vinculados à qualificação do corpo de professores e de sua estrutura técnica. De
igual modo, os investimentos também serão aplicados na atualização da biblioteca, a qual
observará os períodos análogos aos ciclos avaliativos.
De maneira geral, a FUCAP, para o curso de Ciências Contábeis, em conjunto com as
ações da Coordenação, preconizará o desenvolvimento de suas ações gerenciais alinhadas
com o Plano de Desenvolvimento Institucional, assegurando o desenvolvimento de práticas
determinadas pelo planejamento e considerando a avaliação institucional como ferramenta de
construção de informações, as quais subsidiam a tomada de decisão no âmbito do curso.
Do mesmo modo, a Instituição também se compromete a analisar o curso, de modo
frequente, na perspectiva das Diretrizes Curriculares Nacionais e do Conselho Regional de
Contabilidade, sobretudo, das políticas nacionais de avaliação e regulação, sempre
observando a atualização dos pontos-chave para o desenvolvimento do curso de graduação.
Para tanto, a Instituição promoverá, de modo constante, o desenvolvimento de seu corpo de
colaboradores, alocando, retendo e desenvolvendo os talentos necessários para que, tanto o
curso de Ciências Contábeis, quanto a FUCAP estejam alinhados com as prerrogativas do
desenvolvimento de uma educação superior de excelência, o que é previsto no PDI.
35
1.2.6 Ações decorrentes da avaliação no âmbito do SINAES
A avaliação institucional da FUCAP tem seu desenvolvimento e consolidação voltada
a uma cultura que compreende os princípios do SINAES como fatores competitivos que faz
com que a instituição se comprometa com os seus resultados. Para tanto, conta com a
Comissão Própria de Avaliação – CPA, órgão suplementar que tem a função de organizar o
processo contínuo de autoavaliação da faculdade, em todas as suas modalidades de ação, de
modo a fornecer à comunidade acadêmica e a toda a sociedade uma visão sobre o estado de
desenvolvimento da instituição, sua qualidade educativa e sua relevância social. O objetivo da
CPA é a melhoria contínua dos processos educacionais e a construção de uma Instituição
emancipada e alinhada com o pensamento contemporâneo de educação superior.
Como forma de respeitar a conduta da FUCAP em avaliação e a preocupação
constante com o desenvolvimento de suas atividades, o curso de Ciências Contábeis também
zela por contemplar, além do que constam no PDI, os mecanismos propostos pelo Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES em suas dimensões. A Coordenação
do curso, bem como o NDE, conta com as atividades desenvolvidas pela CPA baseada nas 10
dimensões do SINAES.
AS 10 DIMENSÕES PROPOSTAS PELO SINAES, NO ÂMBITO DA AVALIAÇÃO
INSTITUCIONAL:
D-01
D-02
D-03
D-04
D-05
D-06
D-07
D-08
D-09
D-10
A Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional.
A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão, a produção acadêmica, as
bolsas de pesquisa, de monitoria e demais.
A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere a sua
contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa
do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural.
A comunicação com a Sociedade.
As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico administrativo, seu
aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho.
Organização e Gestão da Instituição, especialmente funcionamento e representatividade dos
colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação
dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios.
Infra - estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de
informação e comunicação.
O planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional.
As políticas de atendimento aos estudantes.
Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos
compromissos na oferta da educação superior.
36
Nesse contexto, o curso de Ciências Contábeis procura organizar todas as ações para
cumprir a missão da instituição com suas políticas de ensino, iniciação científica e extensão
de forma que sejam aderentes ao PDI. Nessas ações são considerados aspectos sociais de
inserção e comunicação com a comunidade, planos de carreiras para docentes e demais
colaboradores do corpo administrativo, representação do colegiado na tomada de decisão,
infraestrutura física da instituição e políticas de atendimento aos estudantes.
37
2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Essa seção trata dos itens específicos do Projeto Pedagógico do Curso de Ciências
Contábeis no que se refere à Organização Didático-Pedagógica, Estrutura do Curso,
Organização Curricular, Políticas de Atendimento ao Estudante, Corpo Docente, Estrutura
Física e, Infraestrutura e Laboratórios Especializados.
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Com forma de garantir educação e capacitação profissional de excelente qualidade e
comprometida com a prática profissional, a organização didático-pedagógica do Curso de
Ciências Contábeis considera, além das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de
Ciências Contábeis e da Proposta Nacional de Conteúdo para os cursos de graduação em
Ciências Contábeis emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC, as orientações do
instrumento de avaliação de curso e a aderência entre o Projeto Pedagógico do Curso com as
diretrizes e políticas institucionais previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional e no
Projeto Pedagógico Institucional.
Cabe destacar ainda que, o Curso de Ciências Contábeis da Faculdade Capivari,
observando as diretrizes institucionais da mantenedora, será um instrumento de disseminação
de conhecimento no contexto regional já que se posiciona sob a orientação de conceitos como
os de democratização do acesso e orientação da oferta, com base nas diretrizes da avaliação
institucional. É nesse contexto que as ações de gestão do curso devem estar alinhadas com o
Plano de Desenvolvimento Institucional da FUCAP, e assim fomentar uma integração entre as
diversas instâncias institucionais, vislumbrando o desenvolvimento de uma educação superior
de excelência.
As atividades de ensino e aprendizagem delineadas para o curso devem promover o
desenvolvimento de práticas inovadoras no contexto educacional e profissional, contribuindo
para o desenvolvimento de um programa curricular de referência na região. Para tanto, em
conjunto com o conhecimento dos conteúdos programáticos das disciplinas, os acadêmicos
enfrentam situações de debates, trabalhos individuais e em grupo, pesquisas, leituras e estudo
de casos, atividades das disciplinas em laboratórios, Estágio Supervisionado com Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) e apresentação em banca que objetivam atingir as bases destas
atividades. Busca-se desenvolver a capacidade de análise, síntese e dedução, de articulação,
38
de comunicação e de liderança para a construção do conhecimento útil e ético para a
sociedade.
Algumas estratégias complementam esta metodologia, quais sejam: atividades
acadêmicas complementares tais como: palestras, participação em eventos internos e externos,
monitoria e atividades extracurriculares; estudo e desenvolvimento de casos como ferramenta
para a produção científica dos professores e dos alunos; entre outros.
2.1.1 O retrato sul catarinense
O povoamento da região de Capivari de Baixo começou no século XVIII com o
deslocamento da colônia de Santo Antônio dos Anjos de Laguna, por volta de 1721. Os
primeiros habitantes desta região foram os tupi-guaranis, mais conhecidos como Carijó, que
posteriormente tiveram os imigrantes açorianos, portugueses e italianos para compartilharem
as suas terras.
A origem do nome Capivari de Baixo vem do significado da palavra "Capivary", que
no dicionário Tupi-Guarani, de Silveira Bueno, significa Rios das Capivaras. A este rio os
índios denominam "Capivary" e assim deu origem ao nome. Capivari de Baixo surgiu em
função de esta ser a parte final do rio que tem nascente no município de São Bonifácio.
Até 1941 Capivari era uma região agrícola. Com a criação da Companhia Siderúrgica
Nacional (CSN), em 1945, houve um aumento considerável na população e, assim, Capivari
tornou-se um imenso canteiro de obras com operários bem remunerados.
Em 2 de setembro de 1985 o então vereador Luiz Carlos Brunel Alves apresentou
projeto transformando o bairro de Capivari em distrito, aprovado por unanimidade na Câmara
de Vereadores de Tubarão. A Lei criando o distrito foi sancionada em 4 de julho de 1986 pelo
prefeito Miguel Ximenes de Melo Filho.
Em 13 de outubro de 1986 foi homologada a Lei que criou o distrito de Capivari de
Baixo pelo governador do Estado Esperidião Amin Helou Filho, depois de aprovada pela
Assembleia Legislativa.
No dia 18 de outubro de 1987 foi instalado oficialmente o distrito de Capivari de
Baixo em ato solene na praça da matriz, com inauguração do monumento alusivo ao
acontecimento, pelo prefeito de Tubarão Miguel Ximenes de Melo Filho - na interinidade de
Luiz Carlos Brunel Alves. No dia 21 de agosto de 1991 foi criada comissão de emancipação.
39
Em 15 de março de 1992 foi realizado o plebiscito e aprovada a emancipação com
4.377 votos a favor. No dia 27 de março do mesmo ano foi aprovada pela Assembleia
Legislativa a criação do município de Capivari de Baixo, desmembrando-o de Tubarão.
No dia 30 de março de 1992, o governador Vilson Pedro Kleinubing sancionou a Lei
nº 8.556 criando oficialmente o município de Capivari de Baixo. No dia 1º de janeiro de 1993
foram empossados o prefeito Nilton Augusto Sachetti e seu vice, Amadeu Felipe Maciel da
Luz, os primeiros administradores do município.
2.1.1.1 Dados Populacionais
A cidade de Capivari de Baixo possui 53 km² de extensão territorial com 20.064
habitantes conforme contagem populacional do IBGE 2007 e está situada na região da
AMUREL (Associação de Municípios da Região de Laguna) que é composta por 17
municípios, cujo centro é Tubarão. As populações desses municípios somados ao de Capivari
de Baixo alcançam 319.644 habitantes, divididas conforme segue:
População – IBGE – 2007
Municípios
Armazém
Braço do Norte
Habitantes
7.312
27.730
Grão Pará
6.051
Gravatal
10.510
Imaruí
11.675
Imbituba
36.231
Jaguaruna
15.668
Laguna
50.179
Pedras Grandes
4.817
Rio Fortuna
4.468
Sangão
Santa Rosa de Lima
10.300
2.031
São Ludgero
10.246
São Martinho
3.194
Treze de Maio
6.599
Tubarão
92.569
TOTAL
299.580
40
Os dados referentes à população e domicílios de Capivari de Baixo disponíveis pelo
IBGE, ainda datam do Censo de 2000, conforme pode ser contatado abaixo:
População e Domicílios - Censo 2000 com Divisão Territorial 2001
Pessoas residents
18.561
habitantes
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade
15.240
habitantes
Mulheres residentes - 10 anos ou mais de idade
7.859
habitantes
Homens residentes - 10 anos ou mais de idade
7.381
habitantes
Pessoas residentes - frequência à creche ou escola
5.852
habitantes
532
habitantes
1.868
habitantes
2.647
habitantes
1.624
habitantes
1.420
habitantes
1.152
habitantes
209
habitantes
51
habitantes
6.270
habitantes
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade – com rendimento
8.970
habitantes
Homens residentes - 10 anos ou mais de idade – com rendimento
5.316
habitantes
Mulheres residentes - 10 anos ou mais de idade – com rendimento
3.654
habitantes
464,92
reais
550,11
reais
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - sem instrução e menos de
1 ano de estudo
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - até 1 salário mínimo
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - mais de 1 a 2 salários mínimos
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - mais de 2 a 3 salários mínimos
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - mais de 3 a 5 salários mínimos - municípios vigentes em 2001
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - mais de 5 a 10 salários mínimos - municípios vigentes em 2001
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - mais de 10 a 20 salários mínimos
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - mais de 20 salários mínimos
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - rendimento nominal
mensal - sem rendimento
Rendimento nominal - pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade com rendimento - médio mensal
Rendimento nominal - homens residentes - 10 anos ou mais de idade com rendimento - médio mensal
41
População e Domicílios - Censo 2000 com Divisão Territorial 2001
Rendimento nominal - mulheres residentes - 10 anos ou mais de idade -
341,01
reais
Domicílios particulares permanentes - resultados da amostra
5.372
domicílios
Domicílios particulares permanentes - com rendimento domiciliar
5.139
domicílios
Famílias residentes - domicílios particulares
5.724
famílias
com rendimento - médio mensal
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - sem instrução e menos de
532
habitantes
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - 1 a 3 anos de estudo
2.263
habitantes
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - 4 a 7 anos de estudo
6.124
habitantes
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - 8 a 10 anos de estudo
3.659
habitantes
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - 11 a 14 anos de estudo
2.269
habitantes
283
habitantes
1.277
habitantes
Pessoas residentes - 4 anos
326
habitantes
Pessoas residentes - 5 e 6 anos
757
habitantes
Pessoas residentes - 7 a 9 anos
961
habitantes
Pessoas residentes - 10 a 14 anos
1.880
habitantes
Pessoas residentes - 15 a 17 anos
1.142
habitantes
Pessoas residentes - 18 a 19 anos
774
habitantes
Pessoas residentes - 20 a 24 anos
1.605
habitantes
Pessoas residentes - 25 a 29 anos
1.439
habitantes
Pessoas residentes - 30 a 39 anos
3.196
habitantes
Pessoas residentes - 40 a 49 anos
2.460
habitantes
Pessoas residentes - 50 a 59 anos
1.360
habitantes
Pessoas residentes - 60 a 64 anos
487
habitantes
Pessoas residentes - 65 a 69 anos
361
habitantes
Pessoas residentes - 70 a 74 anos
198
habitantes
Pessoas residentes - 75 a 79 anos
176
habitantes
Pessoas residentes - 80 anos e mais
161
habitantes
1 ano de estudo
Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - 15 anos ou mais de estudo
Pessoas residentes - 0 a 3 anos
Fonte: IBGE, Resultados da Amostra do Censo Demográfico 2000 - Malha municipal digital do
Brasil: situação em 2001 e Rio de Janeiro: IBGE, 2004
NOTA: Informações de acordo com a Divisão Territorial vigente em 01.01.2001.
Interessante destacar que, em Capivari de Baixo, a população de 15 a 39 anos somava
8.156 habitantes, faixa etária com plenas condições para o exercício profissional e de
desenvolvimento de atividades educacionais. Tudo isso, sem levar em consideração a faixa
42
etária de 40 a 59 anos, com 3.820 habitantes, que também não está fora do mercado de
trabalho e nem da educação.
2.1.1.2 Desenvolvimento Socioeconômico
Capivari de Baixo é a sede do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, considerado o
maior potencial termelétrico a carvão da América Latina e principal fonte econômica da
região. Com tecnologia alemã e tcheca, a termelétrica distribui energia por meio da rede que
interliga outras usinas do sul do País. Além da geração de energia, ela contribui para um
aumento substancial na produção da região carbonífera do Estado. Além de referência
econômica, o Complexo Termoelétrico é um interessante atrativo turístico para os visitantes.
Aos poucos, a economia do município volta-se para outras atividades, como a
indústria de confecções e de material de construção.
A seguir, os dados estatísticos socioeconômicos referentes ao ano de 2005 do IBGE.
ESTRUTURA EMPRESARIAL – 2005
ATIVIDADE
QTDE (Unidade)
Agricultura, Pecuária, Silvicultura e Exploração Florestal
2
Indústrias Extrativas
3
Indústrias de Transformação
Produção e Distribuição de Eletricidade, Gás e Água
Construção
Comércio
106
2
19
309
Alojamento e Alimentação
35
Transporte, Armazenagem e Comunicações
33
Intermediação Financeira, seguros e previdência
Atividades Imobiliárias, aluguéis e serviços prestados
Administração Pública, Defesa e Segurança Social
2
35
2
Educação
14
Saúde e Serviços Sociais
14
Outros serviços coletivos, sociais e pessoais
48
TOTAL
624
Os dados econômicos demonstram que Capivari de Baixo está em pleno
desenvolvimento socioeconômico, em ritmo de crescimento e gerando oportunidades em
43
todos os setores da economia, principalmente na área do comércio e da indústria de
transformação, que juntas totalizam mais de 65,0% estrutura empresarial do município.
O quadro abaixo identifica o Produto Interno Bruto do município de Capivari de
Baixo:
Valor adicionado na agropecuária
2.795 mil reais
Valor adicionado na Indústria
33.586 mil reais
Valor adicionado no Serviço
87.821 mil reais
Impostos sobre produtos líquidos de subsídios
9.123 mil reais
PIB a preço de mercado corrente
133.415 mil reais
PIB per capita
6.496 reais
A respeito da educação, o município está estruturado da seguinte forma:
EDUCAÇÃO - 2007
MATRÍCULAS – ENSINO MÉDIO
Matrículas Públicas
857
Matrículas Privadas
0
Total de Matrículas
857
MATRÍCULAS – ENSINO FUNDAMENTAL
Matrículas Públicas
3.114
Matrículas Privadas
3
Total de Matrículas
3.117
ESCOLAS – ENSINO MÉDIO
Ensino Público
1
Ensino Privado
0
Total de Escolas
1
ESCOLAS – ENSINO FUNDAMENTAL
Ensino Público
9
Ensino Privado
1
Total de Escolas
Fonte: Mec/Inep – Censo Educacional 2007
10
44
Dos 3.114 alunos matriculados no ensino fundamental público, 1.408 pertencem a
rede estadual, divididos em 4 escolas e 1.706 a rede municipal de ensino, aglomerados em 5
escolas. As 857 matrículas do ensino médio são da única escola pública estadual existente no
município.
O Ministério da Educação em conjunto com o Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira tornou público em 2007, por meio do Censo Escolar,
os dados do ensino médio regular da rede pública e privada do Brasil, demonstrando que o
país conta com 10.692.687 de alunos. Os dados também são distribuídos por município, e na
região de Capivari de Baixo apresentam 17.537 alunos matriculados no ensino médio,
conforme é demonstrado no quadro abaixo:
Municípios
Ensino Médio 2007
Armazém
265
Braço do Norte
1.207
Capivari de Baixo
857
Grão Pará
241
Gravatal
367
Imaruí
464
Imbituba
1.765
Jaguaruna
636
Laguna
2.561
Pedras Grandes
119
Rio Fortuna
231
Sangão
292
Santa Rosa de Lima
103
São Ludgero
421
São Martinho
155
Treze de Maio
262
Tubarão
7.591
TOTAL
17.537
Fonte: Censo Escolar – MEC/INEP 2007
Os dados educacionais do ensino superior no município de Capivari de Baixo
disponibilizados no IBGE ainda são referentes ao ano de 2005, onde naquela época só existia
uma instituição de ensino superior, a FUCAP, com 418 alunos matriculados.
45
No ano de 2006, conforme dados informados no Censo Educacional, a FUCAP
possuía 408 alunos matriculados nos três cursos de graduação que oferece. Esses cursos, em
relação ao número de vagas, inscritos, ingressantes e concluintes, alcançaram a seguinte
proporção:
EDUCAÇÃO SUPERIOR – 2006
DADOS GERAIS
Total de Vagas Oferecidas
300
Total de Inscritos
412
Total de Ingressos
160
Total de Concluintes
49
Fonte: Mec/Inep – Censo da Educação Superior 2006
Os dados apresentados no quadro acima sobre a educação superior no município de
Capivari de Baixo no ano de 2006 demonstram uma relação de 1,37 candidato/vaga (total de
inscritos dividido pelo total de vagas oferecidas), revelando uma carência de oportunidade
educacional neste nível de ensino. Se levarmos em consideração o Estado de Santa Catarina, a
relação passa para 1,56 candidato/vaga (total de inscritos do Estado [146.607] dividido pelo
total de vagas oferecidas no Estado [93.946]), ou seja, o Estado e o município de Capivari de
Baixo ainda permanecem com uma demanda efetiva de alunos sem oportunidade no ensino
superior.
O número de instituições de ensino superior em Capivari de Baixo continua o mesmo
que em 2005, ou seja, a FUCAP é a única que atua no município, por isso seu papel é
fundamental para formação profissional qualificada.
Com base nos dados apresentados, é importante ressaltar que a formação superior
ainda é um indicador significativo na melhoria dos processos nas mais diversas áreas,
portanto a FUCAP vê, no município de Capivari de Baixo, um campo aberto para novos
empreendimentos na área educacional, oferecendo novas oportunidades e ampliando os
horizontes na capacitação profissional de seu povo. Do ponto de vista da integração, entendese que ao traçar uma diretriz estratégica com o intuito de promover a capacitação da
população, busca-se a elevação do perfil educacional e o nível de qualificação. Esta prática
integra-se ao objetivo dos setores da Educação, Trabalho, Ciência e Tecnologia que
promovem e asseguram a inserção do Estado de Santa Catarina na sociedade do
conhecimento.
46
Assim sendo, os cursos existentes e propostos visualizam a possibilidade de seus
egressos conquistarem melhores postos de empregos e, por consequência, promover a redução
das desigualdades sociais. Quando se tem uma melhoria na qualificação profissional,
consequentemente alcança-se o desenvolvimento econômico, promove-se a transformação
social e melhoram-se os padrões de qualidade.
Tendo em vista, as características do município de Capivari de Baixo e suas
possibilidades de crescimento econômico, a FUCAP, por meio deste plano de
desenvolvimento institucional, vem oferecer seus cursos de graduação, pós-graduação e
extensão, com vistas à colaboração na formação de profissionais qualificados e integrados à
realidade da região, do estado de Santa Catarina e do país, oferecendo um ensino que conduza
à cidadania e ao comprometimento com os desafios da sociedade contemporânea.
2.1.2 Justificativa de oferta do curso
Dentro do enfoque gerencial, o Curso de Ciências Contábeis oferece efetivo grau de
sustentabilidade para o empreendedorismo, não obstante as diferentes áreas de atração no
segmento empresarial.
A retaguarda da atividade econômica deve estar respaldada por condições de
sustentabilidade contábil, assegurando assim a equidade com o desenvolvimento da empresa,
porém sob a chancela da legalidade e dos fundamentos de proteção empresarial.
O Curso de Ciências Contábeis, projetado pela Faculdade Capivari - FUCAP tem por
objetivo geral proporcionar instrução de alto nível, visando formar profissionais competentes
e capazes de atender a demanda de um mercado cada vez mais sofisticado e exigente e, acima
de tudo, em constante mudança para dar sustentabilidade ao crescimento e ao
desenvolvimento das organizações.
Estabelecendo assim sintonia com o mercado e buscando suprir possíveis deficiências,
ao egresso do Curso de Ciências Contábeis, a Faculdade Capivari quer assegurar:

A assimilação de conhecimento e habilidades, com a internalização de valores
indispensáveis à formação de um profissional-cidadão culto, crítico, ético e
consciente de sua responsabilidade social;

Um cidadão que, no futuro, seja capaz de cumprir com competência e dentro da
legalidade, as atribuições profissionais;
47

Um cidadão com condições de constituir-se num gestor, líder e técnico,
imprescindível ao mercado empresarial;

Um profissional técnico e cientificamente apto para atender ao setor público e
privado quanto ao que for requerido pelo mercado local, regional, nacional e
internacional.
Para conferir o atendimento na forma enunciada, o Projeto Pedagógico do Curso de
Ciências Contábeis é inovador, pois pretende aliar a teoria com a prática para assim
equacionar possíveis distorções no processo do aprendizado.
Como instrumentos da teorização, a matriz curricular dispõe de disciplinas de caráter
instrumental, geral, específico e complementares, fazendo com que haja interação entre a base
de sustentação do curso e as atividades práticas essências para o futuro profissional de
contabilidade no mercado de trabalho.
Associando-se ao plano teórico, as evidências de praticidade serão sustentadas por
estudos de casos práticos concebidos tanto pela simulação, como por projeção de filmes
técnicos, com capacidade de mobilização tanto do interesse dos alunos, como para promover a
desenvoltura destes. Consumando o projeto de afinidade entre a teoria e a prática, visitas
técnicas serão programadas para conhecimento diferenciado do setor contábil, nas empresas e
em escritórios especializados, conferindo uma aclimatação favorável ao conhecimento do
próprio estudante.
Desfrutará a Faculdade Capivari, para a ministração do Curso de Ciências Contábeis,
de corpo docente altamente qualificado e especializado, identificado com metodologias e
instrumentos atuais, adequados ao ensino contábil.
Para bem instrumentalizar o Curso de Ciências Contábeis, o Projeto Pedagógico voltase para os sistemas contábeis, uma vez que a realidade estampada no mercado exige do
profissional da contabilidade não apenas um senso de versatilidade, como também o
conhecimento de certos fundamentos gerados em suas especificidades.
Mantendo plena afinidade com o PDI, com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
curso de Ciências Contábeis e com a Proposta Nacional de Conteúdo para os cursos de
graduação em Ciências Contábeis emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC, o
aluno do Curso de Ciências Contábeis poderá conduzir-se profissionalmente pelas linhas
estratégicas das diversas ramificações da contabilidade, não perdendo de vista as proposições
das áreas de efetiva sustentabilidade dentro do meio contábil.
48
2.1.3 Objetivos do Curso
A missão do Curso de Ciências Contábeis é ser um curso que produza e socialize
conhecimento no campo da gestão de empreendimentos, e que forme cidadãos com
capacidade de análise crítica, postura ética e competência profissional, aptos a participar da
gestão de sistemas organizacionais com espírito empreendedor, frente aos contínuos desafios
e transformações ambientais.
O objetivo geral do curso de Ciências Contábeis é proporcionar instrução de alto nível,
visando formar profissionais competentes e capazes de atender a demanda de um mercado
cada vez mais sofisticado e exigente e, acima de tudo, em constante mudança para dar
sustentabilidade ao crescimento e ao desenvolvimento das organizações. Para tanto tem como
objetivos específicos: (i) Desenvolver com ética, conhecimentos e habilidades técnico
contábil; (ii) Formar profissionais capazes de fornecer informações econômicas relevantes aos
usuários da contabilidade; (iii) Desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação
contábil e de controle gerencial; (iv) Buscar atualização profissional contínua e a
autoconfiança através do acompanhamento da evolução da legislação social, econômica e
cultural relacionadas aos diversos programas de gestão; (v) Utilizar todos os recursos
tecnológicos para promover otimização técnica dos sistemas contábeis.
Para tanto, as principais ações para o acompanhamento constante para que se
cumpram com eficiência e eficácia os objetivos propostos ficam delimitadas pelo colegiado
com a efetiva participação do Coordenador do Curso e do Núcleo Docente Estruturante –
NDE.
2.1.4 Perfil do Egresso
O projeto do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Capivari busca o atendimento
às novas exigências do mercado de trabalho e da realidade social, proporcionando uma
formação qualificada que caracterize o bacharel como um profissional capaz de atuar com
grande desenvoltura em qualquer área contábil.
O egresso do curso será um profissional crítico, ético, empreendedor, reflexivo, (visão
sistêmica, holística, crítica e reflexiva) lúcido e capaz de planejar, organizar, liderar e dirigir
as atividades de controle do gerenciamento contábil nas empresas, com visão de globalização,
sem perder de vista as particularidades regionais.
49
A ciência contábil assim como a sociedade passa por etapas de evolução e
transformações, tanto no âmbito social como no tecnológico, o que influi em todo o processo
de atuação da contabilidade. Em consequência dessa nova ótica, é necessária uma constante
reavaliação dos objetivos dos procedimentos contábeis, tendo em vista que o seu papel é
suprir a sociedade de informações econômicas e sociais relacionadas às organizações.
Este
conhecimento
técnico-científico
para
desenvolver
atividades
práticas
profissionais priorizará a demanda regional enfocando também a demanda nacional, sem
desprezar a demanda do Mercosul e mundial.
Para tanto, serão desenvolvidas as seguintes competências e habilidades:

Aplicar adequadamente a legislação inerente às funções contábeis;

Demonstrar visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil;

Desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de
controle gerencial, revelando capacidade crítico-analítico para avaliar as
implicações organizacionais com a tecnologia da informação;

Desenvolver, com motivação e através de permanente articulação, a liderança
entre equipes multidisciplinares para a captação de insumos necessários aos
controles técnicos, à geração e disseminação de informações contábeis, com
reconhecido nível de precisão;

Elaborar pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho eficiente e
eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os modelos organizacionais;

Exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são
prescritas através da legislação específica, revelando domínios adequados aos
diferentes modelos organizacionais;

Exercer suas responsabilidades com o expressivo domínio das funções
contábeis, incluindo as atividades de quantificações de informações
financeiras, patrimoniais e governamentais, que viabilizem aos agentes
econômicos e aos administradores de qualquer segmento produtivo ou
institucional o pleno cumprimento de seus encargos quanto ao gerenciamento,
aos controles e à prestação de contas de sua gestão perante a sociedade,
gerando também informações para a tomada de decisão, organização de
atitudes e construção de valores orientados para a cidadania;

Utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem das Ciências Contábeis.
50
Importante destacar que, para o profissional da Contabilidade, seu campo de atuação é
bastante diversificado, podendo atuar nas seguintes áreas:

Contador: exercendo toda a função ligada à Contabilidade, quer seja,
financeira, geral, fiscal, societária, gerencial, entre outras, de forma autônomo
ou como funcionário de uma entidade;

Auditor: realizando Auditoria Interna, com vínculo empregatício com a
entidade auditada; Auditoria Externa, como autônomo ou em empresa de
auditoria;

Perito Contábil: participando de perícias contábeis, judiciais e extrajudiciais e
outras atribuições da área;

Analista Financeiro: com a capacitação do profissional contábil para fazer
análise econômico-financeira, este profissional pode exercer esta função
realizando análises de crédito, de desempenho e de investimento das
organizações como um todo;

Consultor: oferecendo serviços de consultoria contábil às organizações;

Empresário da Contabilidade: sendo empreendedor, montando sua própria
empresa de prestação de serviços contábeis;

Outras áreas: Investigador de Fraudes Contábeis, Pesquisador Contábil,
Escritor Contábil, Professor de Curso Técnico, Conselheiro Controller,
Controlador de Arrecadação, Escriturador Contábil e Fiscal, Fiscal de Tributos,
Conferencista, Parecerista, entre outras.
2.1.5 Número de Vagas
As turmas de Ciências Contábeis terão em média 50 alunos considerando 50 vagas
disponíveis no processo seletivo, além dos alunos remanescentes.
2.2 ESTRUTURA DO CURSO
Esta seção apresenta a estrutura do curso de Ciências Contábeis de acordo com o
diagrama de formação curricular, as ações para a consecução das competências do egresso, o
51
perfil do professor, a iniciação científica e a extensão como instrumento de aprendizagem, as
diretrizes para o TCC bem como, as diretrizes para o acompanhamento dos egressos.
2.2.1 Diagrama de Formação Curricular do Curso
Para se alcançar os objetivos do curso e para a formação de bacharéis em Ciências
Contábeis, de acordo com as perspectivas do perfil do egresso, tem-se a representação do
perfil de formação:
Formação Básica
Formação
1008 h
Profissional
1656 h
Bacharel em Ciências
Formação Teórico-
Contábeis
Prática
3180 h
516 h
2.2.2 Ações para a consecução das Competências do Egresso
Junto ao conhecimento dos conteúdos programáticos das disciplinas, os acadêmicos
enfrentam situações de debates, trabalhos individuais e em grupo, pesquisas, leituras e estudo
de casos, atividades das disciplinas em laboratórios, Estágio Supervisionado com Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) e apresentação em banca que objetivam atingir as bases destas
atividades. Busca-se desenvolver a capacidade de análise, síntese e dedução, de articulação,
52
de comunicação e de liderança para a construção do conhecimento útil e ético para a
sociedade.
Portanto, algumas ações são necessárias para que se alcance o perfil e características
do egresso propostos pelo curso de Ciências Contábeis.
PERFIL E CARACTERÍSTICAS DO
EGRESSO
Aplicar adequadamente a legislação
inerente às funções contábeis.
Demonstrar visão sistêmica e
interdisciplinar da atividade contábil.
Desenvolver, analisar e implantar sistemas
de informação contábil e de controle
gerencial, revelando capacidade críticoanalítico para avaliar as implicações
organizacionais com a tecnologia da
informação.
Desenvolver, com motivação e através de
permanente articulação, a liderança entre
equipes multidisciplinares para a captação
de insumos necessários aos controles
técnicos, à geração e disseminação de
informações contábeis, com reconhecido
nível de precisão.
Elaborar pareceres e relatórios que
contribuam para o desempenho eficiente e
eficaz de seus usuários, quaisquer que
sejam os modelos organizacionais.
Exercer com ética e proficiência as
atribuições e prerrogativas que lhe são
prescritas através da legislação específica,
revelando domínios adequados aos
diferentes modelos organizacionais.
Exercer suas responsabilidades com o
expressivo domínio das funções contábeis,
incluindo as atividades de quantificações de
AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS
A contabilidade é cercada por legislações, normas,
princípios e pronunciamentos que estão em constante
mudança. Portanto, o curso de Ciências Contábeis
prioriza o acompanhamento e a adequação de todas
essas mudanças a partir da constante atualização
perante à biblioteca no que se refere às novas obras e
curso de capacitação de seus professores.
O “Laboratório – Prática Contábil“ é uma ação que se
destaca pela participação e envolvimento de várias
disciplinas no decorrer do curso permitindo aliar prática
e teoria e proporcionar a interdisciplinaridade. Cabe
destacar que as atividades acadêmicas complementares
tais como: palestras, participação em eventos internos e
externos e atividades extracurriculares também
contribuem com a visão sistêmica e a
interdisciplinaridade.
Além do “Laboratório – Prática Contábil“ que utiliza o
sistema de informação contábil tem-se as disciplinas
que desenvolvem planilhas financeiras, de custos, etc.
Com a capacitação, formação e experiência profissional
dos docentes, o Curso de Ciências Contábeis assegura o
desenvolvimento profissional do egresso.
A partir das disciplinas teóricas o aluno é preparado
para fazer análises e elaborar relatório discritivo. A
disciplina de Teoria da Contabilidade, Contabilidade
Aplicada e Auditoria I são exemplos disso. Cabe
destacar que tanto a disciplina de Auditoria I, como a
de Auditoria II, preparam o aluno para desenvolver
pareceres padronizados dessa atividade.
O curso assegura tal domínio a partir da disciplina de
filosofia e ética profissional, além das demais
disciplinas onde os professores são orientados a abordar
a ética e demais prerrogativas de cada ramificação
correspondente.
O conjunto de disciplinas que formam a grade
curricular do curso contempla uma proposta de ensinoaprendizagem da profissão como um todo nos aspectos
53
PERFIL E CARACTERÍSTICAS DO
EGRESSO
informações financeiras, patrimoniais e
governamentais, que viabilizem aos agentes
econômicos e aos administradores de
qualquer segmento produtivo ou
institucional o pleno cumprimento de seus
encargos quanto ao gerenciamento, aos
controles e à prestação de contas de sua
gestão perante a sociedade, gerando
também informações para a tomada de
decisão, organização de atitudes e
construção de valores orientados para a
cidadania.
Utilizar adequadamente a terminologia e a
linguagem das Ciências Contábeis.
AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS
patrimoniais, financeiro e econômico. Nesse contexto,
disciplinas como análise de custos, análise das
demonstrações contábeis, gestão financeira e
orçamentária I e II, jogos empresariais, análise de
investimentos e mercado de capitais, são exemplos de
ações capazes de capacitar o aluno para as funções
contábeis.
A terminologia e linguagem específicas das Ciências
Contábeis são abordadas em todas as disciplinas de
forma específica a cada ramo de atividade
correspondente. No entanto, cabe destacar que, dentre
estas, as disciplinas com aspectos predominantemente
teórico contemplam em suas ementas termos e
definições peculiares à profissão contábil de forma
destacada para que o aluno atente à linguagem de sua
futura profissão.
2.2.3 Perfil do Professor
O processo ensino-aprendizagem é uma experiência agradável e satisfatória, tanto para
docente como para discente. Esta satisfação é completa a partir do momento em que a
comunicação entre eles é desenvolvida dentro de uma atmosfera de liberdade, disciplina e
justiça.
O acadêmico de amanhã dependerá muito menos da memória e muito mais de seu
poder criador, de suas atitudes, habilidades e de seu senso de valores. Para que o processo
ensino-aprendizagem se complete, o professor - do curso de Ciências Contábeis e de
Administração – atualmente, deve estar dotados de uma série de requisitos, que deverão ser
gradativamente aplicados e atualizados para o exercício da atividade no futuro.
Diante dessas expectativas, os professores que formam o quadro de docentes dos
Cursos de Ciências Contábeis da Faculdade de Capivari, além de profundo conhecedor da
matéria fundamental da disciplina que ministra, deverão possuir titulação acadêmica adequada
para a prática do ensino: estar permanentemente em busca de atualização contínua e do auto
aperfeiçoamento; possuir visão interdisciplinar; ser pesquisador e ter sede de saber; estar
disponível e voltado a produção científica; e possuir uma postura irradiadora de
54
conhecimentos.
Aliados a essas características, o professor deve possuir:

Habilidades com as técnicas de ensino – postura teórico-prática, capacidade de
avaliar o desempenho, habilidade para propor desafios, comprometimento com
a qualidade e habilidade para orientar a aprendizagem e provocar mudanças no
meio em que atua;

Qualidades intelectuais para o exercício do magistério – espírito analítico e
observador – agilidade mental, opinião própria, capacidade metodológica e
autoconfiança e automotivação;

Ser promotor de integração entre a classe e os demais profissionais;

Estar comprometido com a geração de conhecimento adequado as
peculiaridades de educação e civismo;

Ter liderança e postura ética – reunindo senso de estrategista e articulador;

Ser sensível às críticas;

Conviver com as condições adversas;

Ter senso de justiça e imparcialidade e ser dotado de integridade e idoneidade;

Ter um bom conhecimento de relações humanas, senso de humor e vontade de
trabalhar de forma harmônica com os acadêmicos e colegas, reunindo, para tal
fim, uma série de pontos significativos como: desejo de ajudar, capacidade de
servir, espírito de cooperação, ser elemento animador, incentivador, amigo,
conselheiro, entusiasta, flexível, sincero e humano.
2.2.4 Iniciação Científica e Extensão como Instrumento de Aprendizagem
Como os movimentos sociais, nos anos 80, a sociedade civil fortaleceu-se o que
possibilitou a elaboração de uma nova concepção de universidade, principalmente após a
promulgação da nova LDB de 1996, redefinindo suas práticas de ensino, pesquisa e extensão
a luz de uma nova realidade de profundas transformações econômicas, políticas e sociais
mundiais. A relação das universidades com a população passou a ser encarada com a
oxigenação necessária à vida acadêmica.
A concepção tradicional de extensão, por exemplo, visa esta atividade acadêmica
como meio assistencialista. Suas principais atividades consistem em: disseminação de
55
conhecimentos na forma de cursos, conferências e seminários; prestação de serviços que
poderiam ser assistenciais, assessorias ou consultorias; e de difusão cultural como realização
de eventos ou produtos artísticos e culturais. Essa democratização do conhecimento vem a
partir da produção de conhecimento e na troca de saberes entre acadêmico e comunidade e
enfatiza o confronto com a realidade. Logo, extensão universitária é considerada um processo
educativo, cultural e científico que articule o Ensino e Iniciação Científica ou Pesquisa de
forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e Sociedade.
Portanto, essa articulação possibilita a produção de conhecimento na interface
Universidade/Comunidade, priorizando metodologias participativas entre pesquisador e
pesquisadores, possibilitando transformações sociais, dependendo dos objetivos e dos
interesses envolvidos. Em relação ao ensino, a aproximação com a extensão amplia o conceito
de sala de aula ao lócus do processo histórico-social, passando a expressar um conteúdo
multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar frente aos novos desafios apresentados. Isto
se pode estender aos estágios curriculares ampliando a consciência social e ao compromisso
político.
Para se viabilizar a Indissociabilidade entre a iniciação científica, o ensino e a
extensão se faz necessário: por parte da iniciação científica, buscar os métodos e os
procedimentos científicos adequados a este fim; no caso do ensino, promover atividades
didáticas voltadas ao desenvolvimento das formas superiores de pensamento, procedimento
que promova não só o aprendizado crítico de conteúdos, habilidades, hábitos e valores, mas
também uma sólida formação política e científica a respeito do mundo de natureza e de
mundo cultura. Para tanto, deve-se lançar mão dos métodos dedutivo/indutivo, de solução de
problemas, de investigação/experimentação/ação e da busca de nexos contraditórios dos
objetos ou fenômenos em estudo.
Os procedimentos metodológicos em educação exigem um sistema pedagógicocientífico multirreferencial e conjuntivo que necessariamente promova a Indissociabilidade
entre o ensino, a iniciação científica e a extensão. É preciso, contudo, também buscar
procedimentos metodológicos pertinentes para a promoção de uma simetria crítica entre os
paradigmas do método científico. Uma aproximação possível vem sendo demonstrada pela
emergência de trabalhos interdisciplinares e das mais variadas formas tanto no campo da
educação como na pesquisa e em atividades profissionais. Cabe na organização curricular
considerarem-se tais aspectos.
56
2.2.5 Diretrizes para o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é uma ferramenta que preconiza a
superação da visão fragmentada das unidades curriculares cursadas pelo acadêmico durante a
integralização do curso. Em consonância com o ideal de interdisciplinaridade constantes do
Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e do Projeto Pedagógico do Curso de Ciências
Contábeis da FUCAP, o TCC busca a construção de conhecimento autônomo e reflexivo,
capaz de proporcionar amadurecimento acadêmico, profissional e pessoal do educando.
Ainda, o TCC estabelece a ligação entre a teoria e a prática, num movimento constante
do saber e o fazer. Nessa dinâmica dialética, a construção do conhecimento surge da
aproximação do aluno e do professor-orientador, na intenção de elaborar um trabalho que seja
um contemplador de conteúdos interligados e intercontextualizados.
O Trabalho de Conclusão de Curso consiste em atividade individual, a partir o estágio,
orientada nas áreas de conhecimento da ciência contábil, priorizando a visão sistêmica
prevista nas Diretrizes Curriculares Nacional - DCN. O objetivo do TCC é propiciar aos
alunos a possibilidade de demonstrar as aptidões adquiridas, estimular a produção científica,
aprimorar a interpretação crítica e permitir que o aluno conheça a prática contábil em
consonância com a teoria. Portanto, o TCC deverá ser apresentado pelo aluno em Banca
Examinadora composta pelo Professor Orientador, pelo Professor da disciplina de Estágio
Supervisionado e por um professor do colegiado, desde que possua o título de graduação.
O TCC será desenvolvido individualmente pelo aluno, acompanhado de Professor
Orientador e deverá ser defendido perante banca examinadora de acordo com o estabelecido
em regulamento próprio. Para tanto, é componente da matriz curricular em conjunto com o
Estágio Supervisionado.
A defesa do TCC é de natureza pública, devendo acontecer em sala de aula do
respectivo curso, obrigatoriamente durante as atividades letivas.
A entrega da versão definitiva do TCC é requisito para a colação de grau e deve ser
efetuada, no mínimo, com 15 (quinze) dias de antecedência em relação a data marcada
para a colação de grau de seu autor.
2.2.6 Diretrizes para o Acompanhamento dos Discentes e Egressos
As políticas de atendimento ao estudante e aos egressos da FUCAP contemplam a
oferta de condições de acessibilidade e permanência dos acadêmicos, promovendo um
57
programa de acompanhamento, em constante construção, mas que permite a inserção e o
monitoramento deste acadêmico, sobretudo em suas condições profissionais, sem que seja
quebrado o vínculo com a Instituição. Neste sentido, a FUCAP deve proporcionar um
programa curricular que permita a formação humana e profissional convergentes entre si a
partir de um corpo docente qualificado, uma infraestrutura adequada e um corpo-técnico
administrativo sustentado nestes pressupostos.
A Instituição tem disseminado uma cultura vinculada ao atendimento das necessidades
do entorno, procurando investir recursos na construção de uma estrutura qualificada e
promover um fluxo de informações pautadas nas premissas da indissociabilidade entre o
ensino, iniciação científica e extensão. Desse modo, contribuindo para diminuir e evitar a
centralização das informações acadêmicas e a duplicidade de trabalho entre a Secretaria
Acadêmica e os Coordenadores de Curso.
O objetivo deste procedimento é disponibilizar uma estrutura para a comunidade
acadêmica, por meio da detecção de problemas referentes à produção de conhecimento. Desse
modo, os acadêmicos da FUCAP encontram à sua disposição, dentre outras, algumas
facilidades no qual se destacam a Biblioteca, os Laboratórios de Informática, a Internet, as
Salas de Aula, o Manual do Acadêmico, a Secretaria Acadêmica e o sistema UNIMESTRE. A
Biblioteca da FUCAP conta com um sistema que permite identificar a disponibilidade de seus
títulos para consultas, empréstimos e pesquisas. Os estudantes dispõem de uma biblioteca
com acesso direto ao acervo, contando com materiais especiais de consulta – trabalhos
científicos – periódicos e salas climatizadas para estudo. Lá, ainda, o acadêmico pode receber
orientações para a normatização de trabalhos técnico-científicos e de pesquisa bibliográfica.
À FUCAP, os egressos constituem grupos institucionais que não tem seu vínculo
quebrado após a conclusão do curso. Por este fato, os Gestores e Coordenadores de curso
buscam estar próximos a estes acadêmicos, sempre que assim possível for. Neste caso, com
vias a promover a permanência e o fortalecimento dos laços institucionais, a FUCAP ensejou
programas de educação continuada, extensão e, sobretudo, de Pós-Graduação Lato Sensu.
A partir desta oferta, é perceptível e notória a participação dos egressos nos programas
de especialização da FUCAP, por meio de políticas de financiamento específicas aos
formados pela FUCAP.
Além disso, a Secretaria de Atendimento ao Estudante (SAE) é o órgão que orienta a
inserção profissional do estudante e controla, sob a orientação do Coordenador de Curso, o
desenvolvimento das atividades vinculadas ao estágio não obrigatório, como forma de
inclusão em um ambiente de desenvolvimento técnico-prático. Nesse sentido, além de buscar
58
o atendimento integral ao acadêmico, a SAE também é responsável por socializar as
principais dinâmicas de atendimento ao estudante, sobretudo por meio dos seus informativos
e demais informações que serão divulgadas amplamente no contexto institucional.
A FUCAP prevê ações nas atividades de ensino (graduação e pós-graduação),
iniciação científica e extensão, utilizando-se de núcleos temáticos e linhas de ensino, que
serão criados com a finalidade de incentivo à formação, como necessário prolongamento da
atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica. De tal modo, a partir do
desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Contábeis, a instituição
buscará oferecer ferramentas que proporcionem a aderência entre os objetivos estratégicos da
instituição e do curso.
Como importante política de ensino, o desenvolvimento, para a integração entre
ensino, iniciação científica e extensão se dará a partir da construção do conhecimento,
colocando a disposição dos estudantes ferramentas importantes para publicações e produções
acadêmicas e demais atividades. Com o auxílio do corpo docente, os acadêmicos serão
incitados a produzirem material científico, possibilitando que estes desenvolvam trabalhos
para publicação.
2.3 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Esta seção trata da organização curricular do curso de Ciências Contábeis no que se
refere às atividades acadêmicas, a matriz curricular, a distribuição do curso por área, os planos
de ensino, o estágio supervisionado, as atividades complementares, as metodologias de ensino
e aprendizagem, a utilização da tecnologia digital e o sistema de avaliação institucional.
2.3.1 Atividades Acadêmicas
Em observância a Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007 que dispõe sobre
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula, a FUCAP em relação as
atividades acadêmicas, obedecerá as seguintes considerações:
Horário de Início
19h
Horário de Término
22:30h
Nº de encontros
18 encontros/disciplina
59
Nº de dias letivos
200 dias
2.3.2 Matriz Curricular
Quanto às disciplinas curriculares, atualmente estão em vigor a matriz curricular nº
201, implementada no 1º semestre de 2006, com duração de 8 semestres e a matriz curricular
nº 202, que será implementadas a partir do 1º semestre de 2011, com duração de 8 semestres.
2.3.2.1 Matriz Curricular 201
S
Nº
Denominação da Disciplina
Cr.
Carga Horária
Semestral
N
01 Métodos e Técnicas de Pesquisa
02 Economia I
03 Contabilidade Geral I
1º
04 Introdução a Administração
05 Matemática
Sub-total
4
4
4
4
4
24
60
60
60
60
60
300
NC
NB
NB
NB
NB
06 Comunicação e Expressão
07 Contabilidade Geral II
08 Psicologia Organizacional
2º
09 Teoria Geral da Administração
10 Estatística
11 Informática
Sub-total
4
4
4
4
4
4
24
60
60
60
60
60
60
360
NC
NB
NC
NB
NB
NC
12 Instituições do Direito Público e Privado
13 Filosofia
14 Prática Comercial
3º
15 Teoria da Contabilidade
16 Matemática Financeira
17 Economia II
Sub-total
4
4
4
4
4
4
24
60
60
60
60
60
60
360
NB
NC
NB
NB
NC
NB
18 Direito Tributário
19 Legislação Comercial e Societária
20 Sistema de Informações Contábeis
21 Sociologia Organizacional
4º
22 Contabilidade Comercial
23 Ética e Legislação Profissional
24 Seminário de Contabilidade Aplicada
Sub-total
4
4
4
4
4
2
2
20
60
60
60
60
60
30
30
360
NB
NB
NC
4
4
4
4
4
60
60
60
60
60
5º
25
26
27
28
29
Legislação Social e Trabalhista
Contabilidade de Custos
Análise da Demonstração Contábeis I
Legislação e Técnicas Tributárias
Contabilidade Pública
NC
NC
NB
NO
NB
NB
NC
NB
NB
Pré-requisito.
3
4
7
7
2
12
11
14
7
22
22
18
7
60
S
Nº
Denominação da Disciplina
Sub-total
Cr.
Carga Horária
Semestral
N
Pré-requisito.
20
300
4
4
4
4
4
20
60
60
60
60
60
300
NC
NB
NC
NB
NC
16
26
27
22
35 Contabilidade Fiscal e Tributária
36 Contabilidade Avançada
37 Orçamento Empresarial
7º
38 Auditoria I
39 Estágio Supervisionado I
40 Orientação de Monografia I
Sub-total
4
4
4
4
4
4
24
60
60
60
60
120
60
420
NB
NC
NC
NB
NB
NO
22
32
30
Arbitragem e Perícia Contábil
41
Controladoria
42
Análise de Investimento
43
Auditoria II
8º 44
Estágio Supervisionado II
45
Orientação de Monografia II
46
Sub-total
4
4
4
4
4
4
24
60
60
60
60
120
60
420
NC
NC
NC
NB
NB
NO
180
180
2.820
148
32
3.000
AA
SPA
C
6º
30
31
32
33
34
Administração Financeira
Análise de Custos
Análise da Demonstração Contábeis II
Contabilidade Aplicada
Estudo e Desenvolvimento de Casos
Sub-total
Total Parcial
Atividades Acadêmicas Complementares
Seminário de Pesquisa Aplicada
Total Geral
2.3.2.1.1 Disciplinas Optativas
6º
34
Estudo e Desenvolvimento de Caso
4
60
DO
6º
34
Libras
4
60
DO
6º
34
Estágio Complementar
4
60
DO
37
38
39
40
61
2.3.2.2 Matriz Curricular 202
4
4
4
4
CH
Teórica
60
60
60
60
CH
Prática
12
12
12
12
Sub -Total
16
240
48
Disciplinas 2º Semestre
Créditos
4
4
4
4
4
CH
Teórica
60
60
60
60
60
CH
Prática
12
12
12
12
12
Sub –Total
20
300
60
Disciplinas 3º Semestre
Créditos
4
4
4
4
4
CH
Teórica
60
60
60
60
60
CH
Prática
12
12
12
12
12
Sub –Total
20
300
60
Disciplinas 4º Semestre
Créditos
4
4
4
4
4
4
CH
Teórica
60
60
60
60
60
60
CH
Prática
12
12
12
12
12
12
Sub –Total
24
360
72
Disciplinas 5º Semestre
Créditos
4
4
4
4
4
CH
Teórica
60
60
60
60
60
CH
Prática
12
12
12
12
12
Sub -Total
20
300
60
Disciplinas 6º Semestre
Créditos
CH
Teórica
60
60
60
60
60
CH
Prática
12
12
12
12
12
Disciplinas 1º Semestre
01 – Economia
02 - Contabilidade Geral I
03 - Introdução à Administração
04 – Matemática
05 - Comunicação e Expressão
06 - Contabilidade Geral II
07 - Teoria Geral da Administração
08 - Matemática Financeira
09 - Métodos e Técnicas de Pesquisa
10 - Filosofia e Ética Profissional
11 - Prática Comercial
12 - Teoria da Contabilidade
13 - Instituições do Direito Público e Privado
14 – Estatística
15 – Contabilidade Aplicada ao Setor Público I
16 - Direito Empresarial e Societário
17 - Direito e Legislação Tributária
18 - Contabilidade Fiscal e Tributária I
19 - Contabilidade Comercial
20 - Psicologia Organizacional
21 - Sistemas de Informações Contábeis
22 – Contabilidade de Custos
23 - Estrutura das Demonstrações Contábeis
24 - Contabilidade Aplicada ao Setor Público II
25 - Contabilidade Fiscal e Tributária II
26 - Seminário de Pesquisa Aplicada
27 - Gestão Financeira e Orçamentária I
28 – Análise de Custos
29 - Análise das Demonstrações Contábeis
30 - Direito Trabalhista e Legislação Social
Créditos
4
4
4
4
4
PréRequisito
PréRequisito
02
PréRequisito
06
PréRequisito
Ana Paula
11
PréRequisito
19
19
15
18
PréRequisito
22
23
62
31 - *Disciplinas Eletivas
4
60
12
Sub –Total
24
360
72
Disciplinas 7º Semestre
Créditos
4
4
4
4
8
CH
Teórica
60
60
60
60
32
CH
Prática
12
12
12
12
124
Sub -Total
24
272
172
Disciplinas 8º Semestre
Créditos
4
4
4
4
8
CH
Teórica
60
60
60
60
32
CH
Prática
12
12
12
12
124
24
272
172
172
----
2.404
60
716
----
32 - Jogos Empresariais
33 - Contabilidade Avançada
34 - Gestão Financeira e Orçamentária II
35 - Auditoria I
36 - Estágio Supervisionado e TCC I
37 - Arbitragem e Perícia Contábil
38 - Controladoria
39 - Análise de Investimentos
40 - Auditoria II
41 - Estágio Supervisionado e TCC II
Sub –Total
Total Parcial
Atividades Acadêmicas Complementares*
TOTAL GERAL (Teórica e Prática)
*Disciplinas Eletivas
Responsabilidade Social
Libras - Língua Brasileira de Sinais
*Disciplina Optativa
Informática
PréRequisito
27
26
PréRequisito
35
36
3.180
4
4
60
60
12
12
4
60
12
* Participação em eventos internos e externos à Instituição tais como: semanas acadêmicas, congressos,
seminários, palestras, conferências, atividades culturais; integralização de cursos de extensão e/ou atualização
acadêmica e profissional, atividades de iniciação científica, assim como de monitoria.
2.3.2.2.1 Disciplinas Eletivas
No 6º semestre, o discente cursará uma das Disciplinas Eletivas oferecidas pela
Instituição, quais sejam: Responsabilidade Social ou Libras - Língua Brasileira de Sinais, de
acordo com a carga horária constante do curso.
Cabe ressaltar que a carga horária do curso está distribuída em disciplinas de 72 horas,
organizadas em 4 horas por semana, durante 18 semanas. Para transformar a carga horária
regimental em hora relógio, serão realizadas atividades compensatórias a serem realizadas em
regime extraclasse de 15 horas por disciplina. Estas atividades serão definidas no plano de
ensino e registradas no diário, no último encontro, podendo ser: papers, artigos, iniciação à
pesquisa, estudo de caso e demais atividades de práticas profissionais.
2.3.2.2.2 Disciplinas semipresenciais
63
De acordo com a Portaria ministerial nº 4.059 de 10 de dezembro de 2004, as
instituições de ensino podem oferecer “[...] atividades didáticas, módulos ou unidades de
ensino-aprendizagem centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos
organizados em diferentes suportes de informação que utilizem tecnologias de comunicação
remota”, sendo denominadas disciplinas semipresenciais, aos quais não podem ultrapassar
20% da carga total do curso.
As Diretrizes para as Disciplinas Semipresenciais do curso estabelecem as
fundamentações das disciplinas ofertadas, a forma como estas serão desenvolvidas
considerando a estrutura, bem como os instrumentos utilizados e outras questões de ordem
prática, quais sejam: presença do aluno, caderno de estudo, avaliações e exercícios online.
Cabe ressaltar que, de acordo com as referidas diretrizes, os professores responsáveis pelas
disciplinas semipresenciais devem dar expediente na instituição de forma que corresponda ao
número de horas contratadas para o semestre.
2.3.2.2.3 Núcleo Orientado
Fazem parte do Núcleo Orientado as disciplinas Orientação de TCC I e Orientação de
TCC II, disciplinas estas oferecidas paralelamente às disciplinas de Estágio Supervisionado I
e II.
2.3.3 Distribuição do Curso por Área
2.3.3.1 Conteúdo de Formação Básica
Nº
01
03
04
05
07
09
10
13
14
16
17
DISCIPLINAS
Economia
Introdução à Administração
Matemática
Comunicação e Expressão
Teoria Geral da Administração
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Filosofia e Ética Profissional
Instituição do Direito Público e Privado
Estatística
Direito Empresarial e Societário
Direito e Legislação Tributária
CARGA
HORÁRIA
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
64
Nº
20
30
31
DISCIPLINAS
Psicologia Organizacional
Direito Trabalhista e Legislação Social
Disciplinas Eletivas
TOTAL
CARGA
HORÁRIA
72
72
72
1008
2.3.3.2 Conteúdo de Formação Profissional
Nº
DISCIPLINAS
02
06
08
11
12
15
18
19
22
23
24
25
26
27
28
29
33
34
35
37
38
39
40
Contabilidade Geral I
Contabilidade Geral II
Matemática Financeira
Prática Comercial
Teoria da Contabilidade
Contabilidade Aplicada ao Setor Público I
Contabilidade Fiscal e Tributária I
Contabilidade Comercial
Contabilidade de Custos
Estrutura da Demonstrações Contábeis
Contabilidade Aplicada ao Setor Público II
Contabilidade Fiscal e Tributária II
Seminário de Pesquisa Aplicada
Gestão Financeira e Orçamentária I
Análise de Custos
Análise das Demonstrações Contábeis
Contabilidade Avançada
Gestão Financeira e Orçamentária II
Auditoria I
Arbitragem e Perícia Contábil
Controladoria
Análise de Investimentos
Auditoria II
TOTAL
CARGA
HORÁRIA
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
1656
2.3.3.3 Conteúdo de Formação Prática-Profissional
Nº
21
32
36
41
DISCIPLINAS
Sistemas de Informações Contábeis
Jogos Empresariais
Estágio Supervisionado e TCC I
Estágio Supervisionado e TCC I
Atividades Acadêmicas Complementares
TOTAL
CARGA
HORÁRIA
72
72
156
156
60
516
65
2.3.4 Planos de Ensino
2.3.4.1 Descrição das unidades curriculares
PRIMEIROSEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA
1. ECONOMIA
Objetivo geral:
Propiciar aos alunos conhecimentos básicos de economia e, a partir destes, permitir a avaliação das
dinâmicas microeconômicas e suas estruturas através do estudo da regulação e suas implicações
para o funcionamento dos mercados e seus impactos sobre consumidores e fornecedores.
Objetivos específicos:
 Identificar os conceitos fundamentais de economia;
 Abordar as questões-chave relacionadas à teoria econômica;
 Discutir a evolução do pensamento econômico em seu processo histórico;
 Apresentar os conceitos básicos da microeconomia e macroeconomia.
 Conhecer os mercados;
 Analisar a competitividade de uma empresa num dado contexto.
Ementa:
Introdução à Economia e aos Princípios Microeconômicos; Conceitos básicos; Conceito de
Economia; Os dez princípios Econômicos; Modelos Econômicos, Conceitos Microeconômicos:
Oferta, Demanda é Equilíbrio de Mercado; Elasticidade; Teoria do Consumidor; Teoria da
Produção; Custos de Produção; Estruturas de Mercado; Análise Macroeconômica.
Bibliografia Básica
GASTALDI, J. Petrelli. Elementos de economia política. São Paulo: Saraiva, 2003.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2003.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval; PINHO, Diva Benevides (org.) . Manual de
introdução a Economia. São Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar
DORNBUSCH, Rudiger. 10. Ed. Macroeconomia: São Paulo: Mc Graw-Hill, 2009.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia: princípios de micro e macroeconomia. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2001.
SOUZA, Nali de Jesus de. Economia básica. São Paulo: Atlas, 2009.
VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de
Economia. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
NOME DA DISCIPLINA
2. CONTABILIDADE GERAL I
Objetivo geral:
Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de firmar conceitos buscando a aplicação prática
dos aspectos teóricos, mediante utilização dos Princípios Fundamentais de Contabilidade, manusear
raciocínio operante às diversas situações patrimoniais.
Objetivos específicos:
 Entender os fundamentos básicos da contabilidade;
 Conhecer o método das partidas dobradas, bem como o processo de escrituração contábil.
 Conhecer os livros utilizados pela contabilidade no processo de escrituração;
 Demonstrar raciocínio operante frente às diversas situações patrimoniais;
 Demonstrar conhecimentos básicos sobre os princípios de contabilidade.
66
Ementa:
Noções preliminares de contabilidade. Campos de atuação. O patrimônio e suas variações.
Contabilidade em balanços sucessivos. Fatos contábeis e administrativos. Registros contábeis.
Introdução ao Estudo dos Princípios de Contabilidade. Procedimentos básicos de Escrituração.
Bibliografia Básica:
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
Contabilidade Introdutória. Equipe de professores da Faculdade de Economia, Administração e
Contabilidade da USP; (Coord) Sérgio de Iudícibus. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006
Bibliografia Complementar:
FRANCO, Hilário. Contabilidade Geral. 23 ed. Atlas. São Paulo, ano 2006.
GOMES, Carlos Roberto. Contabilidade básica. 3. ed. São Paulo: Viena, 2008.
GONÇALVES, Eugênio Celso. Contabilidade Geral. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2007
SANTOS, José Luiz dos. Contabilidade geral. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
UDÍCIBUS, Sério de; et AL. Manual de Contabilidade Societária: aplicável as demais
sociedades. 6 Ed. São Paulo: Atlas, 2006.
NOME DA DISCIPLINA
3. INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO
Objetivo geral:
Conhecer a evolução da teoria administrativa e fornecer subsídios teóricos e práticos para a
aplicação da administração no meio contábil.
Objetivos específicos:
 Conhecer as principais teorias da administração, reconhecendo o seu caráter científico e
relacionando-as ao contexto socioeconômico do período em que foram criadas;
 Compreender a administração como consequência da evolução das organizações sociais;
 Apreciar criticamente os conceitos das teorias administrativas, relacionando-os à evolução
da administração nas organizações e conhecendo suas implicações positivas e negativas,
para utilizá-los com coerência nas organizações.
Ementa:
Bases teóricas da Administração; Administração e Gerência; Estrutura Organizacional; Processo
Organizacional; Noções de planejamento Estratégico.
Bibliografia Básica
CHIAVENATTO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7 edição. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2003.
FERREIRA, Ademir Antonio; REIS, Ana Carla Fonseca; PEREIRA, Maria Isabel. Gestão
Empresarial: de Taylor aos nossos dias: evolução e tendências da moderna administração. São
Paulo: Pioneira, 1997.
KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à Administração. 6 edição. São Paulo: ATLAS, 2006.
Bibliografia Complementar
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 7 edição. São Paulo:
ATLAS, 2007.
STONER, James A. F. Administração. 5 edição. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
MOTTA, Fernando Cláudio Prestes. Teoria Geral da Administração. 3 edição. São Paulo:
Pioneira, 2006.
FHILIPPI, Daniela A.Curso de Graduação em Administração na modalidade a distância.
Teoria Geral da Administração. I. Capivari de Baixo: FUCAP, 2007.
RIBEIRO, Antonio de Lima. Teorias da Administração. São Paulo: Saraiva, 2003.
NOME DA DISCIPLINA
4. MATÉMATICA
Objetivo geral:
Desenvolver no aluno o interesse e a finalidade pela matemática, fornecendo-lhes subsídios para a
67
compreensão da mesma e a aplicabilidade na vida profissional de Ciências Contábeis, a partir do
pensamento lógico, dando-lhe condições para: investigar, observar, analisar, delinear conclusões,
testando-as na resolução de problemas.
Objetivos específicos:
 Construir e analisar gráficos de funções;
 Determinar equações da reta e suas aplicações;
 Operar com matrizes e determinantes;
 Resolver sistemas de equações lineares;
 Identificar, resolver e representar graficamente as funções exponencial e logarítmica;
 Determinar limites de funções.
EMENTA:
Funções de 1º e 2º grau; Funções de várias Funções; Exponencial e Logaritmos; Matrizes e
Sistemas Lineares; Limites e Continuidades.
Bibliografia básica.
GIOVANNI, Jose Ruy. Matemática: uma nova abordagem. vol 1.São Paulo: FTD, 2000.
GOLDSTEIN, Larry J, [et.al]. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. 10
ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
MORETTIN, Pedro A, [et.al]. CÁLCULO: funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva,
2003.
Bibliografia Complementar
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limites, derivação,
integração. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
HARIKI, Oscar J. A. Matemática Aplicada: administração, economia, contabilidade. São Paulo:
Saraiva, 2003.
HOWARD, Anton; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 8 ed. Porto Alegre:
Bookman, 2001.
SILVA, Sebastião Medeiros da, [et.al]. Matemática: para os cursos de administração, economia
e ciências contábeis. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1999.
TAN, S.T. Matemática aplicada à administração e economia. 4 e.d. São Paulo: AMERICANA,
1997.
SEGUNDO
SEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA
5. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
Objetivo geral:
Possibilitar o esclarecimento da comunicação e sua repercussão interna e externa nas organizações,
capacitando o aluno a desenvolver os tipos de comunicação de forma eficiente e produtiva,
buscando melhorar a imagem empresarial e o compartilhamento do conhecimento nas organizações.
Objetivos específicos:
 Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e
integradora da organização de mundo e da própria identidade;
 Entender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação, associá-las aos
conhecimentos científicos, às linguagens que lhe dão suporte e aos problemas que se
propõem solucionar;
 Compreender as relações entre a fala e a escrita;
 Operar com fatores de coesão e coerência na reelaboração de textos inadequados;
 Produzir textos a partir de apropriações textuais.
EMENTA:
Teoria do texto: redação e textualidade, fatores pragmáticos da textualidade, coesão e coerência,
tipologia textual, interpretação, análise e discussão de conteúdos; Comunicação social: teoria da
comunicação; Desempenho oral, semiologia e semiótica; Oratória: teoria e prática; Redação oficial e
68
comercial.
Bibliografia Básica
FIORIN, Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2000.
MARTINS, Dileta Silveira. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT.
25 ed. São Paulo: Atlas, 2004.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 8 ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
Bibliografia Complementar
ANDRE, Hildebrando A. de. Curso de redação. 5º Ed. São Paulo: Moderna, 1998.
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação Empresarial: teoria e pesquisa. Barueri, SP: Marrole,
2003.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da Língua Portuguesa. 48 ed. rev. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
KOTLER, Philip, e ARMSTRONG, Gary. Tradução Cristina Yamagami. Princípios de marketing.
12 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 11
ed. São Paulo: Cortez, 2006.
NOME DA DISCIPLINA
6. CONTABILIDADE GERAL II
Objetivo geral:
Identificar os aspectos legais mais importantes que norteiam as atividades da área contábil em
nosso país, visando preparar o educando para o exercício consciente da cidadania e capacitá-lo a
analisar fatos econômicos visando proporcionar-lhe a formação necessária ao desenvolvimento de
suas potencialidades.
Objetivos específicos:
 Consolidar os conhecimentos dos procedimentos contábeis de acordo com o método de
partidas dobradas;
 Dominar a rotina de escrituração contábil;
 Elaborar as Demonstrações Contábeis.
Ementa:
Procedimentos e Escrituração Contábil; Plano de Contas; Encerramento do exercício; Apuração
Contábil do Resultado; Destinação do Lucro Líquido; Balancete de Verificação e Demonstrações
Contábeis.
Bibliografia Básica:
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
Contabilidade Introdutória. Equipe de professores da Faculdade de Economia, Administração e
Contabilidade da USP; (Coord) Sérgio de Iudícibus. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006
Bibliografia Complementar
FRANCO, Hilário. Contabilidade Geral. 23 ed. Atlas. São Paulo, ano 2006.
GONÇALVES, Eugênio Celso. Contabilidade Geral. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2007
SANTOS, José Luiz dos. Contabilidade geral. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
SILVA, João da. Contabilidade geral. Curitiba: 2008 .
UDÍCIBUS, Sério de; et AL. Manual de Contabilidade Societária: aplicável as demais
sociedades. 6 Ed. São Paulo: Atlas, 2006.
NOME DA DISCIPLINA SEMIPRESENCIAL
7. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
Objetivo geral:
Proporcionar ao acadêmico o conhecimento das características empreendedoras, destacando o
empreendedorismo como uma capacidade de inovação e criatividade e o desenvolvimento do plano de
69
negócios.
Objetivos Específicos:
 Adquirir a fundamentação científica quanto ao processo de tomada de decisão;
 Estabelecer diretrizes práticas para as principais técnicas de tomada de decisão;
 Conhecer as principais características empreendedoras;
 Adquirir conhecimento sobre os passos para a montagem de um plano de negócios.
EMENTA:
Processo Decisório. Empresa, Empresário e Empreendedor; Criatividade e Inovação. Noções de Plano
de Negócios.
Bibliografia básica.
ROBBINS, Stephen P. Fundamentos de administração: conceitos essenciais a aplicações. 4 ed. São
Paulo: PRENTICE HALL, 2004.
SERTEK, Paulo. Empreendedorismo. 4ª ed. Curitiba: IBPEX, 2007.
SOUZA. E.C.L. de; GUIMARÃES, T.A. Empreendedorismo além do plano de negócio. 1ª. São
Paulo: ATLAS, 2006.
Bibliografia Complementar
DRUCKER, Peter Ferdinand. Administração para Obter Resultados. 1º ed. 2003.
MORGAN, Gareth. Imagem da organização. 1º ed. 2006.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios. 11 ed.
1999.
LEVESQUE, Paul. Planejar para o sucesso-1999.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico conceitos, metodologias e
práticas. 25 ed. 2008.
NOME DA DISCIPLINA
8. MATEMÁTICA FINANCEIRA
Objetivo geral:
Pretende-se com esta disciplina propiciar ao aluno, futuro profissional em Ciências Contábeis, a
compreensão dos fundamentos teóricos e, principalmente, das aplicações práticas da Matemática
Financeira que permeiam o contexto empresarial. Tornar o aluno capaz de efetuar análises e
comparações de valores a partir do estudo do dinheiro ao longo do tempo. Contudo, proporcionar ao
aluno conhecimentos e habilidades necessárias nas tomadas de decisões referentes às diversas
possibilidades de investimentos.
Objetivos Específicos:
 Calcular juros simples e descontos simples;
 Calcular juros compostos, descontos compostos e capitais equivalentes;
 Converter taxas proporcionais, equivalentes e efetivas;
 Empregar as sequências de capitais;
 Conhecer as diversas formas de amortização de empréstimos;
 Buscar, através de pesquisas, conceitos de empréstimos e seus sistemas de amortizações,
correção monetária e depreciação, índices de preços e indexadores.
EMENTA:
Juros simples e juros compostos; Taxas de juros; Valor atual e montante; Séries de pagamentos;
Empréstimos; Correção monetária e depreciação; Equivalência de fluxo de caixa e Operações
práticas com uso de instrumentos específicos.
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 7. ed. São Paulo: ATLAS,
2002.
SILVA, André Luiz Carvalhal da. Matemática Financeira aplicada. 2. ed. São Paulo: atlas. 2008.
VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática Financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar:
MATEMÁTICA FINANCEIRA. Capivari de Baixo: FUCAP, 2007.
CASAROTTO FILHO, Nelson. Análise de investimento: matemática financeira, engenharia
70
econômica, tomada de decisão estratégia empresarial. 10ª. São Paulo: Atlas, 2008.
FEIJÓ, Ricardo. Matemática financeira com conceitos econômicos e cálculo diferencial:
utilização da hp - 12c e planilha excel. São Paulo: ATLAS, 2009.
NATAL, Dolzan Junior. Educação a distância matemática financeira UNIASSELVI. 5ª Ed.
Indaial: Asselvi, 2006.
DE FRANCISCO, Walter. Cálculos rápidos matemática financeira. 7. ed. São Paulo: ATLAS,
1993.
NOME DA DISCIPLINA
9. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISAS
Objetivo geral:
Desenvolver uma compreensão crítica da metodologia científica, possibilitando ao acadêmico o
conhecimento dos elementos cruciais para a realização de uma pesquisa.
Objetivos Específicos:
 Identificar e caracterizar os tipos de conhecimentos.
 Saber usar a linguagem científica.
 Desenvolver a atitude científica e o raciocínio lógico.
 Refletir sobre a importância da pesquisa nas práticas cotidianas como forma de
investigação e intervenção da realidade, de forma ética.
 Instrumentalizar os alunos com os referenciais teórico-metodológicos da pesquisa
científica.
 Identificar as diferentes concepções de pesquisa e suas decorrentes metodologias.
 Coletar, interpretar, analisar dados e informações no desenvolvimento da pesquisa, com
vistas à resolução de problemas.
 Saber fazer referências bibliográficas, citações e sistema de notação, conforme normas da
ABNT.
EMENTA:
Criação e produção de conhecimento; Natureza do conhecimento científico; Ciência e Método
Científico; Pesquisa Científica; Pesquisa: Conceitos e tipos; Pesquisa Bibliográfica. Planejamento
da Pesquisa; O problema de pesquisa e sua formulação; Projeto de pesquisa; Tipos de Observação;
Análise e Interpretação; Estudo de Caso; Relatos Científicos e As normas da ABNT.
Bibliografia Básica
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: 6 ed. São
Paulo: Atlas, 2003.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: 2009.
RAUEN, Fábio José. Elementos de Iniciação à Pesquisa. São Paulo: Nova Era, 1999.
Bibliografia Complementar
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo. Atlas, 1995.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. 2 ed. São Paulo:
ATLAS, 2008.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed.: São Paulo: ATLAS, 2002.
ARRUDA, Glacy Clóris Duarte. Metodologia científica: projeto de pesquisa. Curitiba: CAMÕES,
2008.
RAUSP–e- Revista de Administração – eletrônica. ISSN 1983-7488. Periodicidade: Semestral.
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA –
USP). Disponível em http://www.rausp.usp.br/Revista_eletronica.
71
TERCEIRO
SEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA SEMIPRESENCIAL
10. FILOSOFIA E ÉTICA PROFISSIONAL
Objetivo geral:
Compreender a origem e importância dos fundamentos da Filosofia, seus conceitos e objetivos na
transmissão dos princípios da ética e da moral, bem como sua aplicação e utilização nos usos e
costumes da profissão Contábil, através de normas que asseguram a competência e a qualidade dos
serviços do profissional de contabilidade.
Objetivos específicos:
 Fazer interrelação entre os conhecimentos da filosofia para a configuração de problemas
éticos de reflexão e atitude de valor moral.
 Conhecer e analisar o código de ética do contabilista.
 Possibilitar a problematização em torno de questões práticas, do cotidiano das
organizações, acerca da ética e ação, possibilidades e determinismo, dentre outras.
 Identificar as estruturas racionais das teorias organizacionais e das teorias da ação na
contemporaneidade.
 Relacionar a Filosofia Ética à sua vida prática e utilizá-la como elemento de análise crítica
de realidade individual e profissional.
EMENTA:
Fundamentos Filosóficos e Éticos do comportamento humano; Introdução à Filosofia axiológica
dos valores: ético, cultural, moral e ideológico; Doutrinas filosóficas fundamentais à ética e à
moral; Ética como prescrição de condutas; Multiculturalismo, Filosofia ética na atividade
profissional do trabalho; Legislação Profissional Contábil; O exercício da profissão e suas
responsabilidades sociais e políticas; Código de Ética do Contador; Processo de Organização do
Trabalho frente aos novos modelos de gestão contábil.
Bibliografia Básica
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda e MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.
Ética geral e profissional em contabilidade. 2 ed. São Paulo: ATLAS, 1997.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. 8 ed.: São Paulo: ATLAS, 2007.
Bibliografia Complementar
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Código de ética profissional do contabilista.
3ª: Florianópolis: CRC - SC, 2008
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2009.
NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 3ª ed.: São Paulo: REVISTA DOS TRIBUNAIS,
2001
NOGARE, Pedro Dalle. Humanismos e Anti-humanismos: introdução à Antropologia
Filosófica. Petrópolis: Vozes, 1994.Ética e responsabilidade social nas empresas. 5 ed. Rio de
Janeiro: ELSEVIER, 2005
GONZAGA, Alvaro de Azevedo. Ética profissional. São Paulo: 2007
NOME DA DISCIPLINA
11. PRÁTICA COMERCIAL
Objetivo Geral:
Proporcionar aos discentes o conhecimento através da prática pelo exercício de método e técnicas
de ensino, no que diz respeito às rotinas da sociedade comercial, permitindo ao término do período
letivo ser capaz de um conhecimento básico na constituição de uma empresa.
Objetivos Específicos:
 Desenvolver no aluno habilidades e atitudes profissionais, relacionados com as atividades
da área contábil, que lhe permitam conhecer as necessidades para o desempenho de suas
funções.
72

Proporcionar experiências que lhe permitam conhecer as técnicas e constituição de
sociedades.
EMENTA:
Constituição e Legalização da Empresa; Tipos de Sociedades; Noções de Comércio e Instituições
Comerciais; Estrutura física e Administrativa; Notas Fiscais e Livros obrigatórios; Impostos,
Encargos e Formulários Oficiais; Estabelecimento Comercial e Industrial; Compras e Vendas;
Estocagem e Controle de mercadorias para venda e Consumo; Relacionamento da Empresa com o
Sistema Financeiro; Instituições Financeiras; Aplicações e Captação de Recursos.
Bibliografia Básica:
BRAGA, Hugo Rocha. Mudanças contábeis na lei societária: lei nº 11.638 de 28-12-2007.
Edição: 1ª: São Paulo: ATLAS, 2009.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 5ª Ed. São Paulo:
ATLAS, 2011.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. Edição: 27 ed.: São Paulo: SARAIVA, 2010.
Bibliografia Complementar:
BORGES, Humberto Bonavides. Auditoria de tributos: IPI, ICMS, ISS. São Paulo: ATLAS,
2000.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária e societária para advogados. Edição: 2ª:
São Paulo: ATLAS, 2008.
FERNANDES, Edilson Carlos. Impacto da lei nº 11.638/07 sobre os tributos e a contabilidade:
acompanha adendo. São Paulo: ATLAS, 2009.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade comercial. Edição: 9 ed.: São Paulo: ATLAS, 2010.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil: Atualizado conforme Lei n° 11.638/2007 e
Medida provisória n° 449/2008. convertida na Lei n° 11.941/2009. Edição: 5. ed.: São Paulo:
SARAIVA, 2009.
NOME DA DISCIPLINA
12. TEORIA DA CONTABILIDADE
Objetivo geral:
Capacitar os alunos a adquirirem uma visão ampla do processo contábil, pela sua fundamentação
teórica e prática. A interpretarem e analisarem os fenômenos patrimoniais de tal modo a permitirlhes a sua adequada análise, avaliação, classificação e reconhecimento, de acordo com os princípios
e normas contábeis.
Objetivos Específicos:
 Compreender a evolução da contabilidade;
 Identificar o objeto e os objetivos da contabilidade;
 Conhecer os princípios e as normas contábeis;
 Avaliar adequadamente os elementos patrimoniais;
 Entender e analisar criticamente a estrutura conceitual e o corpo teórico que norteiam a
ciência contábil;
 Entender a finalidade dos Relatórios contábeis;
Ementa:
O desenvolvimento do pensamento contábil; A evolução da Ciência Contábil; A Contabilidade no
Brasil; Contabilidade: Objeto e Objetivos; Os Princípios e as normas contábeis; Órgãos reguladores
da contabilidade; Identificação e Avaliação do: Ativo, Passivo, Patrimônio Liquido, Receitas,
despesas, perdas e ganhos; Evidenciação e relatórios Contábeis; Governança nas Organizações.
Bibliografia básica
IUDICIBUS, Sérgio de. Teoria da Contabilidade. 7º edição, São Paulo. Ed. Atlas, 2004.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Introdução à teoria da contabilidade: para o nível de graduação. 3 ed.
São Paulo: ATLAS, 2002.
SÁ, Antônio Lopes de. Teoria da contabilidade. 3 ed. São Paulo: ATLAS, 2002.
73
Bibliografia complementar
HENDRIKSEN, Eldon S. VAN BREDA, Michael F. Teoria da contabilidade. 5 ed. São Paulo:
ATLAS, 1999.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. et. al. Manual de Contabilidade Societária: Aplicável a todas as
sociedades de acordo com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010.
RIBEIRO FILHO, José Francisco. et. al. (org.) Estudando Teoria da Contabilidade. São Paulo:
Atlas, 2009.
Revista de Administração / Departamento de Administração, Faculdade de Economia,
Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo. – v.1, n. 1 (1947)- . – São Paulo : EAD
/FEA/USP, 1947- Trimestral . Publicação suspensa de 1967 a 1976. ISSN 00802107
Disponível em: http://www.rausp.usp.br
NOME DA DISCIPLINA
13. INSTITUIÇÕES DO DIREITO PÚBLICO E PRIVADO
Objetivo Geral:
Estimular o aluno, por meio do conhecimento teórico e prático, ao estudo do Direito Público e
Privado, no que concerne aos aspectos gerais e introdutórios, incentivando-o à pesquisa e a
atualização da legislação vigente necessária ao desempenho de sua atividade profissional.
Objetivos específicos:
 Propiciar a compreensão do direito como norma jurídica distinguindo-as das demais
regras sociais;
 Preparar o aluno para o exame de suficiência do Conselho Federal de Contabilidade,
Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes do Ensino Superior - ENADE, e testes
de ingresso e seleção profissional na área de Ciências Contábeis, no que tange aos
conhecimentos sobre Instituições de Direito Público e Privado.
 Oportunizar a análise das transformações da legislação diante das mudanças sociais;
 Oportunizar discussão acerca do papel das leis no cotidiano da sociedade brasileira;
 Estimular o uso da legislação vigente e atual bem como das demais fontes de direito
quando necessárias;
 Facilitar o conhecimento geral dos diversos ramos do direito;
 Fornecer noções básicas sobre direito público e privado, seus institutos, seus princípios,
sua legislação, fazendo-o engajar-se na necessidade de aplicar as normas corretamente
em âmbito profissional;
 Propor um estudo sobre as mudanças para os profissionais em contabilidade e suas
adaptações diante das novas responsabilidades, destacando a importância deste
profissional no contexto empresarial;
 Demonstrar ao aluno a necessidade de lapidar seus conhecimentos no contexto sóciojurídico, reciclando os já adquiridos, fazendo despertar o senso crítico com intuito de
incentivar a busca de informações para o entendimento do assunto e num futuro o
deslinde de questões.
EMENTA:
Introdução ao Estudo do Direito; Noções de Direito Público: Direito Constitucional,
Administrativo, Internacional, Penal, Tributário e Processual. Noções de Direito Privado: Civil,
Comercial e Trabalhista. Direito do Consumidor.
Bibliografia básica:
BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de direito público e de direito privado. 14 ed. São
Paulo: Saraiva, 2011.
DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito público e privado. 13. ed. São Paulo:
Saraiva, 2005.
MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. 11. ed. São Paulo: Atlas,
2011.
Bibliografia Complementar:
74
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 17. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de direito constitucional. 38. ed. rev. e atual. São
Paulo: Saraiva, 2012.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 35. ed. São Paulo: Malheiros, 2009.
MONTEIRO, Washington de Barros; PINTO, Ana Cristina de Barros Monteiro França. Curso de
direito civil: parte geral. Vol. 1. 44. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. 28. ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2012.
TARTUCE, Flávio. Direito civil: direito das obrigações e responsabilidade civil. 7. ed. rev. e atual.
Vol. 2. São Paulo: Método, 2012.
VENOSA, Silvio de Salvo. Introdução ao estudo do direito: primeiras linhas. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
______. Direito civil: responsabilidade civil.Vol. 4. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
NOME DA DISCIPLINA
14. ESTATÍSTICA
Objetivo geral:
Desenvolver no aluno o interesse e a afinidade pelas coletas de dados e análise dos mesmos,
utilizando-os em seu cotidiano. Tem-se como meta principal o fornecimento de subsídios para a
melhor compreensão do mundo empresarial no qual estão inseridos.
Objetivos específicos:
 Entender a importância da quantificação das variáveis com as quais a contabilidade
trabalha;
 Criticar e discutir os métodos estatísticos dentro de técnica de pesquisa;
 Utilizar a estatística como instrumento para tratamento e análise de dados obtidos através
da investigação cientifica.
Ementa:
Amostragem; Arredondamento de dados; Tabelas e gráficos; Distribuição de Frequência;
Introdução à Pesquisa de Campo; Medidas de Posição e de Dispersão; Separatrizes; Assimetria e
curtose; Análise bidimensional; Probabilidade; Noções de números índices; Ajustamentos;
Correlação e Regressão linear simples; Séries temporais; Aplicação dos softwares estatísticos.
Bibliografia básica:
TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística Básica. 2 ed. São Paulo: ATLAS, 2009.
BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística aplicada às ciências sociais . 5 ed. Florianópolis: UFSC,
2002.
BUSSAB, Wilton de O. Estatística Básica. 5 ed. São Paulo: SARAIVA, 2004.
Bibliografia Complementar:
CRESPO, Antônio arnot. Estatística Fácil. 17 ed. .: São Paulo: SARAIVA, 2002.
VIEIRA, Sonia. Elementso da Estatística. 4 ed. São Paulo: ATLAS, 2008.
BISQUERRA, Rafael. Et al. Introdução á estatística. : Enfoque informático com o pacote estatístico
SPSS. Porto Alegre: ARTMED, 2004.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Princípios de estatística : 900 exercícios resolvidos e propostos.
4ª ed.: São Paulo: ATLAS, 1990.
TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística Básica. 2 ed. São Paulo: ATLAS, 2009.
QUARTO SEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA:
15. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO I
Objetivo geral:
Possibilitar ao aluno a compreensão dos instrumentos de planejamento aplicados no setor público:
75
Plano Plurianual – PPA, Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO, Lei Orçamentária Anual – LOA e
Programação Financeira Anual. Apresentar os aspectos gerais quanto a classificação das receitas e
despesas Públicas, bem como, no acompanhamento e no controle dos gastos públicos na
transparência à luz da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.
Objetivos específicos:
 Proporcionar ao acadêmico a compreensão dos instrumentos de planejamento (PPA, LDO e
LOA);
 Auxiliar o aluno na compreensão quanto à classificação da receita e da despesa;
 Propiciar ao acadêmico o entendimento dos relatórios da execução orçamentária e demais
relatórios exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Ementa:
Estrutura Conceitual da Contabilidade Aplicada ao Setor Público; Planejamento do Setor Público;
Responsabilidade Fiscal.
Bibliografia Básica
ANDRADE, Nilton de Aquino. Contabilidade pública na Gestão Municipal. 4. ed. São Paulo:
ATLAS, 2012.
PISCITELLI, Roberto Bocaccio. Contabilidade pública: uma abordagem da administração
financeira pública. 10 ed: São Paulo: ATLAS, 2009.
SILVA, Lino Martins. Contabilidade governamental : um enfoque administrativo. 6ª ed.: São
Paulo: ATLAS, 2003.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Deusvaldo. Orçamento e contabilidade pública: teoria, prática e mais de 500
exercícios. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2005.
CRUZ, Flávio. Comentários à Lei nº 4320 : normas gerais de direito financeiro. Orçamentos e
balanços, dos Estados dos Municípios e do Distrito. 3ª ed.: São Paulo: ATLAS, 2003
BEZERRA FILHO, João Eudes. Contabilidade pública: teoria, técnica de elaboração de balanços e
questões. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2006.
SILVA. Valmir Leôncio da. A nova contabilidade aplicada ao setor público. São Paulo: ATLAS,
2012.
SLOMSKI, Valmor. Controladoria e governança na gestão pública. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
NOME DA DISCIPLINA
16. DIREITO EMPRESARIAL E SOCIETÁRIO
Objetivo geral:
O objetivo geral da disciplina é fornecer ao acadêmico um arsenal de conhecimentos necessários
para se qualificarem como profissionais contadores, tendo noções mínimas da relação jurídica
societária, bem como noções da estrutura das sociedades empresariais, possibilitando ao mesmo
processar atos perante a Junta Comercial.
Objetivos específicos:
 Promover o conhecimento da nova estrutura do novo Código Civil bem como
particularidades de sua parte geral e da parte específica, relacionada ao direito empresarial;
 Despertar o educando para a nova teoria do direito empresarial abarcado pelo novo Código
Civil, além da identificação da existência de muitos regramentos de Direito Comercial, que
continuam a existir fora do Código Civil, em verdadeiros microssistemas;
 Obter noções básicas de direito empresarial (Direito Comercial), sobretudo em relação à
estrutura das sociedades empresariais, necessário para análise da responsabilidade dos
administradores e demais sócios;
 Conhecer os princípios e conceitos básicos registro, constituição e alterações de sociedades e
empresas individuais;
 Finalmente, fazer com que o aluno tenha conhecimento jurídico necessário para exercer sua
profissão com independência, redigindo e registrando dos os atos necessários para
constituição das atividades empresariais.
Ementa:
76
Origem do direito comercial e evolução para direito empresarial. Empresa e empresário. Empresa
individual e sociedade.
Bibliografia Básica:
BULGARELLI, Waldírio. O novo direito empresarial. Rio de Janeiro: Renovar, 1999.
FINKELSTEIN, Maria Eugênia. Direito empresarial. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, 2008.
SABATOVSKI, Emílio. Constituição Federal de 1988. 12° ed. Curitiba: Juruá, 2002.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Código Comercial: atualizada até 01.01.2003. 8ª Ed. São Paulo: Revistas dos Tribunais,
2003.
BRASIL. Novo Código Civil: exposição de motivos e texto sancionado. Brasília: Senado Federal,
2008.
COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial: atualizado de acordo com o novo Código
Civil. 8ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
UDÍCIBUS, Sério de; et AL. Manual de Contabilidade Societária: aplicável as demais sociedades. 6
Ed. São Paulo: Atlas, 2006.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade comercial: atualizado conforme o novo Código Civil. 6ª
Ed. São Paulo: Atlas, 2004.
NOME DA DISCIPLINA
17. DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
Objetivo geral:
Proporcionar o conhecimento das particularidades da legislação, doutrina e jurisprudência sobre o
Direito Tributário.
Objetivos específicos:
 Compreender as características do Direito Tributário, bem como suas fontes e hermenêutica
constitucional;
 Saber aplicar e interpretar as normas de Direito Tributário, principalmente as que envolvem
as espécies tributárias;
 Identificar as limitações constitucionais no poder de tributar, envolvendo temas de relevância
política e de interesse da sociedade, com a contribuição das inovações trazidas pelo projeto
de lei do novo código tributário nacional.
 Definir o conceito, o alcance e os elementos constitutivos da obrigação tributária;
 Compreender as formas de lançamento tributário, bem como o conceito de crédito tributário,
e suas implicações no processo tributário;
 Identificar as formas de suspensão, extinção e exclusão do crédito tributário, incluindo as
garantias e privilégios;
 Obter visualização prática dos processos administrativo e judicial tributário.
Ementa:
Sistema tributário nacional. Princípios tributários. Tributos e tributação internacional. Estudo e
aplicação das leis que regem o sistema tributário nacional, estadual e municipal.
Bibliografia básica:
SABBAG, Eduardo. Manual de Direito Tributário:Ideal para concursos públicos.- São Paulo. 2ª
ed. Editora: Saraiva. 2010.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. Edição: 31 ed.: São Paulo: MALHEIROS,
2010.
COELHO, Sacha Clamon Navaro. Curso de Direito Tributário Brasileiro. Rio de Janeiro. 8 edição.
Forense. 2005.
Bibliografia Complementar
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito financeiro e tributário. 9 ed. São Paulo: CELSO
BASTOS, 2002
CAMPOS, Dejalma. Direito tributário contemporâneo : estudos de especialistas. São Paulo:
ATLAS, 1995
FÜHRER, Maximilianus Claúdio Américo. Resumo de direito tributário. 19 ed. São Paulo:
77
MALHEIROS, 2008
PAULSEN, Leandro. Direito tributário: constituição e Código Tributário à luz da Doutrina e da
Jurisprudência. 6º ed. Porto Alegre: LIVROS TÉCNICOS 2004.
WATANABE, Ippo. Manual de processo administrativo tributário. São Paulo: JUAREZ DE
OLIVEIRA, 2000.
NOME DA DISCIPLINA
18. CONTABILIDADE FISCAL E TRIBUTÁRIA I
Objetivo geral:
Conhecer os principais aspectos fiscais relacionados com a tributação, com base no lucro presumido,
lucro real, lucro arbitrado, pessoa jurídica isentas ou imunes, empresas optante pelo simples.
Objetivos específicos:
 Fazer pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho eficiente e eficaz de seus
usuários, na estrutura fiscal e tributária da contabilidade.
 Ser capaz de Aplicar adequadamente a legislação inerente às funções fiscais e tributárias nas
empresas.
 Ter competência para Utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem adequada à
contabilidade fiscal e tributária;
 Idealizar e criar mecanismo para: captar, registrar, resumir e interpretar os fenômenos que
afetam as situações patrimoniais, fiscais e tributárias das empresas.
Ementa:
Código Tributário Nacional; Apuração e Escrituração Contábil; Evasão e Elisão fiscal; Ajuste do
Lucro Contábil para Apuração do Lucro Real; Reconhecimento dos Efeitos dos Ajustes na Apuração
do Lucro Real; Apuração e Escrituração do Lucro Presumido e Simples Nacional; Lucro Arbitrado;
Planejamento Tributário.
Bibliografia básica:
BRAGA, Hugo Rocha. Mudanças contábeis na lei societária: lei nº 11.638 de 28-12-2007. Edição:
1ª: São Paulo: ATLAS, 2009.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 5ª Ed. São Paulo:
ATLAS, 2011.
FERNANDES, Edilson Carlos. Impacto da lei nº 11.638/07 sobre os tributos e a contabilidade:
acompanha adendo. São Paulo: ATLAS, 2009.
Bibliografia Complementar:
BORGES, Humberto Bonavides. Auditoria de tributos: IPI, ICMS, ISS. São Paulo: ATLAS, 2000.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária e societária para advogados. Edição: 2ª:
São Paulo: ATLAS, 2008.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade comercial. Edição: 9 ed.: São Paulo: ATLAS, 2010.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. Edição: 30 ed.: São Paulo: MALHEIROS,
2009.
PAULSEN, Leandro. Direito tributário: constituição e Código Tributário à luz da Doutrina e da
Jurisprudência. 6ª ed.: Porto Alegre: LIVROS TÉCNICOS, 2004.
NOME DA DISCIPLINA
19. CONTABILIDADE COMERCIAL
Objetivo Geral:
Permitir aos discentes a compreensão das características e do funcionamento das Informações
Contábeis como parte do aprendizado, utilizando como base a estrutura da contabilidade comercial,
e o papel estratégico de informação, passando a visão de empresa moderna.
Objetivos Específicos:
 Proporcionar aos discentes, as técnicas e procedimentos contábeis de controle do patrimônio;
 Desenvolver e operacionalizar em sala de aula, modelos, processos e sistemas de mensuração
dos eventos econômicos que afetam o patrimônio de uma empresa.
Ementa:
78
Lucro Real, Presumido e Simples Nacional para empresas comerciais; Operações com mercadorias;
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa; Apuração Contábil do Resultado; Amortização,
Depreciação e Exaustão; Baixa do Bem do Ativo Imobilizado; Balanço Patrimonial; Elaboração e
contabilização da folha de pagamento.
Bibliografia básica:
BRAGA, Hugo Rocha. Mudanças contábeis na lei societária: lei nº 11.638 de 28-12-2007. São
Paulo: ATLAS, 2009.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 5ª Ed. São Paulo: ATLAS,
2011.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 27 ed.: São Paulo: SARAIVA, 2010.
Bibliografia Complementar:
BORGES, Humberto Bonavides. Auditoria de tributos: IPI, ICMS, ISS. São Paulo: ATLAS, 2000.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária e societária para advogados. 2ª: São
Paulo: ATLAS, 2008.
FERNANDES, Edilson Carlos. Impacto da lei nº 11.638/07 sobre os tributos e a contabilidade:
acompanha adendo. São Paulo: ATLAS, 2009.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade comercial. 9 ed.: São Paulo: ATLAS, 2010.
VEIGA, Windsor Espenser; SANTOS, Fernando de Almeida. Contabilidade: com ênfase em micro,
pequenas e médias empresas atualizado pela legislação. 2. ed. São Paulo: ATLAS, 2012.
NOME DA DISCIPLINA SEMIPRESENCIAL
20. PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
Objetivo geral:
Possibilitar aos alunos a compreensão das relações que se estabelecem no interior das organizações
entre os indivíduos e grupo/organização e conhecer os fatores determinantes de como as referidas
relações acontecem na dinâmica organizacional.
Objetivos específicos:

Adquirir conhecimentos teórico-práticos da psicologia para uma compreensão e intervenção
mais eficaz sobre o comportamento humano no ambiente de trabalho;

Entender como se processam as formações grupais dentro das organizações;

Compreender como o comportamento humano cria climas favoráveis e desfavoráveis para o
desenvolvimento organizacional;

Refletir sobre o quanto a valorização humana contribui para o desenvolvimento
organizacional.
Ementa:
Introdução ao estudo da psicologia organizacional; O indivíduo e a organização; Comportamento
humano; Personalidade; Papéis e valores; Processo de liderança. Criatividade; Tensão e conflitos;
Feedback; Funcionamento e desenvolvimento de grupo; Comunicação e poder; Interface da vida
pessoal e no trabalho e Aspecto psicológico de um empresário.
Bibliografia básica:
BOCK, Ana (org). Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia.14º ed. São Paulo: Saraiva.
2008.
CHANLAT, Jean François (cord). O indivíduo na organização1: dimensões esquecidas. São Paulo:
Ática, 1996.
CHANLAT, Jean François (cord). O indivíduo na organização2: dimensões esquecidas. São Paulo:
Ática, 2001.
Bibliografia Complementar:
ALVES, Rubens. O amor que acende a lua. São Paulo: 9º ed. Papirus. 2008.
CHANLAT, Jean François. O indivíduo nas organizações 3: dimensões esquecidas. São Paulo:
Ática,1996.
CHIAVENATO, IDALBERTO. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações.2º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
79
BERGAMINI, Cecilía Whitake. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do
comportamento organizacional. 4º ed. São Paulo: Atlas,2011.
MINICUCCI, Agostinho. Relações humanas: Psicologia das relações interpessoais. 6 ed. São Paulo:
ATLAS, 2008.
ROBBIM, STEPLEN P. Comportamento Organizacional. 9º ed. Prentice hall, 2002.
QUINTO SEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA
21. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS
Objetivo geral:
Propiciar ao aluno condições para a utilização e ao gerenciamento de sistemas informações voltados
à contabilidade das sociedades.
Objetivos Específicos:
 Desenvolver e utilizar sistemas de informações administrativo-contábeis;
 Gerenciar através dos instrumentos de controle e orientação contábil, as informações
gerenciais através dos instrumentos de controle contábil, as informações pertinentes na
tomadas de decisões.
Ementa:
O sistema de informações administrativo-contábil e financeiro; Desenvolvimento de sistema de
informações; Programas Disponíveis no Mercado; A contabilidade como geradora de relatórios
informativos; Instrumentos de controle e orientação contábil; Instrumentos financeiros para controle
gerencial; Administração de caixa; Administração de valores a receber e estoque.
Bibliografia Básica:
GIL, Antonio de Loureiro. Sistemas de informações contábil/financeiros. São Paulo, Atlas, 1999.
GIL, Antonio de Loureiro. Sistemas de informações contábil/financeiros: Integrados a sistemas de
gestão empresarial tecnologia ERP. 3 ed.: São Paulo: ATLAS, 1999
PADOVEZE, Luís Clóvis. Contabilidade gerencial: Um enfoque em sistema de informação
contábil, 3 ed. São Paulo: ATLAS, 2004.
Bibliografia Complementar:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial : Teoria e prática. 5 ed.: São Paulo:
ATLAS, 2011
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 12 ed.: São Paulo: ATLAS, 2006
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil: Atualizado conforme Lei n° 11.638/2007 e
Medida provisória n° 449/2008. convertida na Lei n° 11.941/2009. Edição: 5. ed.: São Paulo:
SARAIVA, 2009.
Revista de Administração / Departamento de Administração, Faculdade de
Economia,
Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo. – v.1, n. 1 (1947)- . – São Paulo : EAD
/FEA/USP, 1947- Trimestral . Publicação suspensa de 1967 a 1976. ISSN 00802107
UDÍCIBUS, Sério de; et AL. Manual de Contabilidade Societária: aplicável as demais sociedades. 6
Ed. São Paulo: Atlas, 2006.
Disponível em: http://www.rausp.usp.br
NOME DA DISCIPLINA
22. CONTABILIDADE DE CUSTOS
Objetivo geral:
Introduzir a contabilidade de custos, possibilitando a capacidade de diferenciação dos demais tipos de
contabilidade, o conhecimento da terminologia contábil utilizada em custos e sua classificação e a
habilidade de identificação, controle e avaliação dos custos de uma empresa.
Objetivos específicos:
 Conhecer os conceitos, terminologias e classificações dos custos de produção;
 Conhecer as formas de controle, avaliação e apropriação de custos;
80


Implantar um sistema de custos;
Conhecer o fluxo de contabilização e elaboração de relatórios contábeis, tendo em vista os
custos de produção.
Ementa:
Conceitos básicos sobre gastos, desembolsos, custos, despesas e investimentos; Princípios básicos da
contabilidade de custos integrada; Classificação dos custos em diretos e indiretos; Custos fixos e
variáveis; Critérios de rateio dos custos indiretos de fabricação (CIF): mão-de-obra indireta, materiais
indiretos, depreciação e outros; Departamentalização.
Bibliografia Básica.
CREPALDI, SILVIO APARECIDO. Curso Básico de Contabilidade de Custos. 5 ed.:-São Paulo:
Atlas, 2010.
MARTINS, ELISEU. Contabilidade de Custos. 9ª ed.:-São Paulo: Atlas, 2003
SANTOS, JOSÉ LUIZ. Fundamentos de Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, 2006-volume
22.
Bibliografia Complementar
BRUNI, ADRIANO LEAL. A Administração de Custos, preços e Lucros-2ª edição- São Paulo:
Atlas, 2008.
DUBOIS, ALEXY. Gestão de Custos e Formação de Preços: Conceitos, Modelos e Instrumentos:
Abordagem do Capital de Giro e da Margem de Competitividade- São Paulo: Atlas, 2006.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 12 ed. São Paulo: ATLAS, 2006.
MICHAEL, MAHER. Contabilidade de custos: Criando valor Para a Administração. Tradução:
José Evaristo dos Santos. São Paulo: Atlas, 2001.
REVISTA DE CONTABILIDADE & FINANÇAS. Quadrimestral. On-line. Version ISSN 1808057X. Disponível em http://www.eac.fea.usp.br/eac/revista.
NOME DA DISCIPLINA
23. ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Objetivo geral:
Propiciar ao aluno a compreensão do conteúdo e da estrutura dos demonstrativos contábeis, bem
como das notas explicativas que complementam tais demonstrações, levando
em consideração os Princípios Fundamentais de Contabilidade, a legislação societária e
fiscal, os pronunciamentos e as necessidades dos usuários de um modo geral.
Objetivos Específicos:
 Elaborar as demonstrações contábeis;
 Compreender a estrutura das demonstrações contábeis;
 Entender os fundamentos da análise contábil;
Ementa:
Estrutura das demonstrações contábeis: Balanço Patrimonial (BP), Demonstração de Resultado do
Exercício (DRE), Demonstração do Valor Adicionado (DVA), Demonstração das Mutações do
Patrimônio Líquido (DMPL), Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA),
Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) e Notas Explicativas; e Fundamentos da análise.
Bibliografia básica:
CAPIVARI, Faculdade. Estrutura e análise das demonstrações contábeis. Capivari de Baixo:
FUCAP, 2007.
BRAGA, Hugo Rocha. Mudanças contábeis na lei societária : lei nº 11.638 de 28-12-2007. 1ªed. :
São Paulo: ATLAS, 2009.
NETO, Alexandre Assaf. Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômico-financeiro:
comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e múltiplos. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
IUDÍCIBUS, Sérgio. Análise de balanços. 7ª ed.: São Paulo: ATLAS, 1998.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade societária: Aplicável a todas as sociedades de
acordo com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 12 ed. São Paulo: ATLAS, 2006.
81
RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e análise de balanços fácil. 7.ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
Normas internacionais de relatório financeiro (IFRSs). vol. 2 Londres: International accounting
standards commitee foundation, 2008.
NOME DA DISCIPLINA:
24. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO II
Objetivo geral:
Apresentar ao aluno a compreensão do arcabouço conceitual da contabilidade, bem como das
demonstrações contábeis aplicadas ao setor público para geração de informações que orientem a
tomada de decisão.
Objetivos específicos:
 Propiciar ao acadêmico o conhecimento do plano de contas aplicado ao setor público;
 Contribuir para que o aluno tenha a capacidade de controlar o patrimônio público, bem como
a elaboração das demonstrações contábeis;
 Oportunizar ao acadêmico a aplicação da prática contábil no setor público por meio de
aprendizado teórico-prático;
 Propiciar ao discente oportunidade de demonstrar as informações contábeis e de contribuir
para a transparência no setor público.
Ementa:
Plano de Contas Aplicado ao Setor Público; Lançamentos Contábeis; Demonstrações Contábeis
Aplicadas ao Setor Público; Controle interno e externo.
Bibliografia Básica
KOHAMA, Heilio. Contabilidade pública: Teoria e Prática. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
PISCITELLI, Roberto Bocaccio. Contabilidade pública: uma abordagem da administração
financeira pública. 10 ed: São Paulo: ATLAS, 2009.
SILVA, Lino Martins. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. 6ª ed.: São
Paulo: ATLAS, 2003.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Deusvaldo. Orçamento e contabilidade pública: teoria, prática e mais de 500
exercícios. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2005.
CRUZ, Flávio. Comentários à Lei nº 4320 : normas gerais de direito financeiro. Orçamentos e
balanços, dos Estados dos Municípios e do Distrito. 3ª ed.: São Paulo: ATLAS, 2003
BEZERRA FILHO, João Eudes. Contabilidade pública: teoria, técnica de elaboração de balanços e
questões. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
SILVA, Maurício Corrêa da. Demonstrações Contábeis Públicas. São Paulo, ATLAS, 2012.
SLOMSKI, Valmor. Controladoria e governança na gestão pública. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
NOME DA DISCIPLINA
25. CONTABILIDADE FISCAL E TRIBUTÁRIA II
Objetivo geral:
Conhecer os principais aspectos fiscais relacionados à tributação do ICMS e as principais obrigações
acessórias federais e estaduais.
Objetivos específicos:
Ao final do Curso, o aluno deverá ser capaz de:
 Compreender os principais aspectos da tributação do ICMS;
 Conhecer e executar em ambiente acadêmico as principais obrigações acessórias federais e
estaduais.
Ementa:
Substituição tributária do ICMS; principais tópicos da legislação do ICMS, incluindo Regime
Especial e Benefícios Fiscais; Pis e Cofins: tributação monofásica; obrigações acessórias do tipo:
DIME, Sintegra, PERD/COMP, DIPJ, DCTF e e-Lalur, IRPF.
82
Bibliografia básica:
BRAGA, Hugo Rocha. Mudanças contábeis na lei societária: lei nº 11.638 de 28-12-2007. Edição:
1ª: São Paulo: ATLAS, 2009.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 5ª Ed. São Paulo:
ATLAS, 2011.
FERNANDES, Edilson Carlos. Impacto da lei nº 11.638/07 sobre os tributos e a contabilidade:
acompanha adendo. São Paulo: ATLAS, 2009.
Bibliografia Complementar:
BORGES, Humberto Bonavides. Auditoria de tributos: IPI, ICMS, ISS. São Paulo: ATLAS, 2000.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária e societária para advogados. Edição: 2ª:
São Paulo: ATLAS, 2008.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade comercial. Edição: 9 ed.: São Paulo: ATLAS, 2010.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. Edição: 30 ed.: São Paulo: MALHEIROS,
2009.
PAULSEN, Leandro. Direito tributário: constituição e Código Tributário à luz da Doutrina e da
Jurisprudência. 6ª ed.: Porto Alegre: LIVROS TÉCNICOS, 2004.
SEXTO
SEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA
26. SEMINÁRIO DE PESQUISA APLICADA
Objetivo geral:
Pretende-se com esta disciplina proporcionar ao aluno conhecimentos específicos de contabilidade
aplicada, visando prepará-lo para uma atuação profissional com interesse pela pesquisa científica e
por discussões e argumentações de suas ideias a partir de debates de temas das diversas
especializações da disciplina contábil.
Objetivos específicos:
 Discutir tópicos emergentes da contabilidade a serem trabalhados;
 Interpretar e expressar conceitos absorvidos a partir dos temas escolhidos;
 Permitir a exposição dialogada através de seminários e apresentações diversas;
 Despertar para a importância da contabilidade aplicada com temas atuais;
 Conhecer a importância do contador para os diversos ramos de atividade;
 Integrar tópicos emergentes (contemporâneo) com outras disciplinas já vista.
Ementa:
Iniciação científica aplicada às ciências sociais.
Bibliografia básica:
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 8ª. São Paulo: Atlas, 2008.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 13 ed. São Paulo: ATLAS, 2008.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade comercial. 4 ed. São Paulo: Atlas,
2000.
Bibliografia Complementar:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade das sociedades por ações : aplicável às demais
sociedades. 5 ed.: São Paulo: ATLAS, 2002
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de gestão das cooperativas : uma abordagem
prática. Edição: 3ª: São Paulo: ATLAS, 2006.
REIS, Carlos Nelson dos. Responsabilidade social das empresas e balanço social: meios
propulsores do desenvolvimento econômico e social. São Paulo: ATLAS, 2007
SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo. Avaliação de ativos intangíveis: goodwill, capital
intelectual, marcas e patentes, propriedade intelectual, pesquisa e desenvolvimento. 2.ed. São
Paulo: atlas, 2009.
STEWART, Thomas A. Capital intelectual: A nova vantagem competitiva das empresas. Rio de
Janeiro: CAMPUS, 1998.
TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço social: uma abordagem de transparência e da
83
responsabilidade pública das organizações. 1ª. São Paulo: ATLAS, 2006.
NOME DA DISCIPLINA
27. GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I
Objetivo geral:
Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos de Administração Financeira, abordando o
complexo ambiente econômico e institucional onde são tomadas as principais decisões financeiras.
Objetivos específicos:
 Definir e demonstrar a importância do estudo da Administração Financeira para o
desenvolvimento das organizações neste ambiente competitivo e inovador;
 Identificar, analisar e avaliar as decisões e procedimentos de gestão financeira da empresa,
de curto prazo ou, seja, a gestão do capital de giro, quanto à aplicação dos fundos em suas
diversas atividades e o respectivo financiamento dos mesmos;
 Analisar a situação econômico-financeira de uma empresa, através da interpretação de suas
demonstrações financeiras, da utilização de índices-padrão e de outras técnicas financeiras
adequadas ao contexto organizacional;
 Relacionar e demonstrar as principais interdependências entre a administração financeira e
as demais áreas estudadas no curso.
EMENTA:
A função financeira; Análise e planejamento financeiro; Alavancagem Financeira, Administração e
fluxo de caixa; Administração dos estoques; Administração de contas a receber e Administração do
capital de giro; Política de Dividendos.
Bibliografia básica:
ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de Administração Financeira. São
Paulo: ATLAS, 2009.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Introdução à Administração Financeira. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2005.
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração financeira. 3ª ed. São Paulo: ATLAS, 1997.
Bibliografia Complementar:
FRETTA, Elaine C.L., at al. Administração financeira. Organização de Gilson Karkotl/i: Camões,
2008.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 7ª Ed. São Paulo: Harbra, 2002.
LEITE. Helio de Paula. Introdução à administração financeira. São Paulo: ATLAS, 1994.
SILVA. José Pereira da. Análise financeira das empresas. 11 ed. São Paulo: ATLAS, 2012.
ZDANOWICZ, José Eduardo. Fluxo de caixa. 10ª edição. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2004.
NOME DA DISCIPLINA
28. ANÁLISE DE CUSTOS
Objetivo geral:
Preparar o acadêmico, para que ao final da disciplina possa implementar um modelo de gestão de
custos, bem como analisar e tomar decisões estratégicas.
Objetivos específicos:
 Discutir a potencialidade de um sistema de custos que forneça informações visando análise
e o controle dos custos, voltados à tomada de decisão.
 Conhecer e analisar todas as vantagens e desvantagens dos sistemas de custos;
 Identificar e analisar todas as variáveis de custos que possam intervir, direta e indiretamente
na tomada de decisão.
Ementa:
Custos influentes na tomada de decisão; Conceito de margem de contribuição; contribuição
84
marginal e lucro; Sistemas de Custeio: por absorção e variável; Formação do preço de venda;
Decisão entre comprar ou produzir; Análise custo, volume e lucro; Ponto de equilíbrio contábil:
econômico e financeiro e suas respectivas análises; Limitações do uso do ponto de equilíbrio como
instrumento de análise; Custo padrão e Implantação de sistemas de custos.
Bibliografia Básica:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 5ª Ed. São Paulo:
ATLAS, 2011.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 9ª Ed. São Paulo: ATLAS, 2003.
SANTOS, José Luiz dos. Fundamentos da contabilidade de custos. Vol 22. São Paulo: ATLAS,
2006.
Bibliografia Complementar:
BRUNI, Adriano Leal. A Administração de custos, preços e lucros. : Com aplicações na hp12c e
Excel. 2ª Ed. São Paulo: ATLAS, 2008.
MAHER, Michael. Contabilidade de Custos: criando valor para a administração. São Paulo:
Atlas, 2001.
MEGLIORINI, Evandir. Custos. Rio de Janeiro: MAKRON, 2001.
VICECONTI, Paulo E. Contabilidade de custos: um enfoque direito e objetivo. 7ª ed.: São
Paulo: FRASE EDITORA, 2003.
WERNKE, Rodney. Gestão de custos: Uma abordagem prática. 2ª ed.: São Paulo: ATLAS,
2004.
NOME DA DISCIPLINA
29. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Objetivo geral:
Compreender e analisar a realidade empresarial a partir de seus demonstrativos contábeis,
gerando informações úteis ao processo de tomada de decisão.
Objetivos específicos:
 Entender o universo da análise contábil;
 avaliar a situação financeira empresarial;
 analisar a rentabilidade da empresa e gerar informações gerenciais.
 identificar e analisar o desempenho financeiro e operacional;
 analisar a origem e aplicação de recursos e o capital de giro.
Ementa:
Avaliação do desempenho empresarial por meio de indicadores de análise vertical, análise
horizontal, análise de liquidez, análise de endividamento, análise de rentabilidade, análise de
atividade e relatório de análise empresarial.
Bibliografia básica
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade das sociedades por ações : aplicável às demais
sociedades. 7 ed.: São Paulo: ATLAS, 2007
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial,
atualizada conforme a lei nº 11.638/07. São Paulo: ATLAS, 2009.
MATARAZZO, Dante C. Análise Financeira de Balanços: Abordagem básica e gerencial. 7ª ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: Um enfoque econômico-financeiro.
São Paulo: Atlas, 2002.
Perez Junior, Jose Hernandez e Begalli, Glaucos Antonio. Elaboração e Análise das
Demonstracões Contábeis. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços: análise da liquidez e do desenvolvimento, análise do
giro, rentabilidade e alavancagem financeira, indicadores e análise especiais . 9ª. ed.. São Paulo:
Atlas, 2008.
NEVES, Silvério das e VISCONTI, Paulo Eduardo V.. Contabilidade Avançada e Análise das
Demonstrações Financeiras. 7a.ed.. São Paulo: Ed.FRASE, 2003.
85
PADOVEZE, Clóvis Luís. Controladoria básica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
NOME DA DISCIPLINA SEMIPRESENCIAL
30. DIREITO TRABALHISTA E LEGISLAÇÃO SOCIAL
Objetivo geral:
Apresentar uma compreensão da atividade humana no trabalho em conjunto com a
legislação trabalhista, abrangendo a medicina e segurança do trabalho, bem como uma
reflexão sobre a atual contextualização da Seguridade Social no Brasil.
Objetivos específicos:
 Possibilitar ao aluno o conhecimento acerca da importância dos conceitos relacionados às
atividades trabalhistas, bem como as principais transformações ocorridas nesse instituto;
 Oportunizar ao aluno o conhecimento da legislação trabalhista correspondente às relações
de trabalho;
 Apresentar ao aluno os principais conceitos acerca do cooperativismo e dos sistemas
previdenciários, possibilitando a formação de opiniões que interfiram positivamente no
meio social em que estão inseridos.
Ementa:
Legislação trabalhista. Empregador e empregado. Contrato individual de trabalho. Justiça do
Trabalho. Segurança e medicina do trabalho. Seguridade Social.
Bibliografia básica.
MANUS, Pedro Paulo Teixeira. Direito do trabalho. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SILVA FILHO, Cícero Virgulino da. Cooperativas de trabalho. São Paulo: Atlas, 2002.
ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de legislação social: direito do trabalho. 11. ed. rev., atua. e
ampl. São Paulo: Atlas, 2008.
Bibliografia complementar:
BATIZ, Eduardo Concepción. Saúde e segurança do trabalho. 2. ed. Joinville: Tupy Virtual,
2008.
IBRAHIM, Fábio Zambitte. Curso de direito previdenciário. 13. ed. rev. e atual. Niterói: Impetus,
2008.
MARTINS, Sérgio Pinto. Cooperativas de trabalho. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
______. Direito da seguridade social: custeio da seguridade social. 26. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao direito do trabalho. 29. ed. São Paulo: LTr, 2003.
NEVES, Gustavo Bregalda. Seguridade social. São Paulo: Saraiva, 2009.
PESSOA, Eduardo. Direito do trabalho doméstico: procedimento e legislação atualizados. São
Paulo: Hábeas, 2000.
NOME DA DISCIPLINA
31. DISCIPLINA ELETIVA*
SÉTIMO SEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA
32. JOGOS EMPRESARIAIS
Objetivo geral:
86
Aplicar os conhecimentos teóricos obtidos em outras unidades curriculares para vivenciar a prática
das empresas através de um simulador empresarial.
Objetivos específicos:

Adquirir competências e desenvolver a capacidade analítica para diagnosticar problemas
empresariais;

Compreender o funcionamento das organizações;

Desenvolver habilidades técnicas para solucionar problemas organizacionais.
Ementa:
Localização de Capacidade; Gestão de Estoques; Gestão de Pessoas, Gestão de Produção; Gestão
Financeira; Estrutura Organizacional.Análise de Processos.
Bibliografia básica:
SLACK, Nigel. Administração da produção. 1ª. São Paulo: ATLAS, 2009
SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 6 ed. São Paulo: ATLAS, 2004
POZO, Hamilton. Adiministração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem
logística. 3º. São Paulo: ATLAS, 2004
Bibliografia Complementar:
BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Planejamento, organização e
logística empresarial. 4ª ed. Porto Alegre: BOOKMAN, 2001.
HOJI, Masakasu. Administração financeira e orçamentária: Matemática financeira aplicada,
estratégias financeiras, orçamento empresarial. 10 ed. São Paulo: ATLAS, 2012
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Recursos Humanos: Fundamentos básicos. 7 ed.
Barueri: MANOLE, 2009
BAKER, Michael J. Administração de marketing. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2005
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. 6 ed. São Paulo: ATLAS,
2008
NOME DA DISCIPLINA
33. CONTABILIDADE AVANÇADA
Objetivo geral:
Proporcionar a aquisição de conhecimento para um contato amplo com os conceitos contábeis
aplicados a grandes corporações e grupos empresariais, nacionais e internacionais, mediante estudo
e análise dos aspectos avançados da Contabilidade.
Objetivos Específicos:
 Proporcionar aos alunos o conhecimento e a aplicação da avaliação de investimentos
permanentes e da técnica contábil de consolidação das demonstrações contábeis;
 Desenvolver o conhecimento sobre as operações que tratam das modalidades de
reorganização de sociedades que permeiam as empresas promoverem as reformulações que
lhes forem apropriadas, tais como: Incorporação, Cisão, e Fusão;
 Aplicar e interpretar os aspectos mais relevantes, sob o ponto de vista societário e contábil,
no que se refere aos procedimentos relativos aos processos de extinções, liquidações e
dissoluções de sociedades;
 Conhecer os aspectos legais e societários que envolvem as organizações, como operações
de conversões de moeda e outros instrumentos financeiros, bem como os principais
aspectos da harmonização contábil internacional.
Ementa:
Métodos de avaliação dos investimentos Societários; Consolidação das Demonstrações Contábeis;
Contabilidade das fusões, Incorporações e cisões; Contabilidade das extinções, liquidações e
dissoluções; Conversão em Moedas Estrangeiras; Operações com Derivativos, Hedge e outros
Instrumentos Financeiros; Contabilidade Internacional e Contabilidade Societária.
Bibliografia básica:
FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária: Aplicável a todas as sociedades de acordo com
87
as normas internacionais e do CPC. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
PEREZ JUNIOR, José Hernandez, OLIVEIRA, Luís Martins de. Contabilidade Avançada: Texto
e Testes com as Respostas. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Avançada. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
Bibliografia Complementar:
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: atualizada conforme a nova lei societária lei
nº 11.638 de 28-12-07 e pronunciamentos do comitê de pronunciamento contábeis. 14 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
NEVES, Silvério das. Contabilidade Avançada e Análise das Demonstrações Financeiras. 12.
ed. São Paulo: Frase, 2003.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil: atualizada conforme lei nº 11.638/2007 e
medida provisória nº 449/2008. 26. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
SANTOS, José Luiz dos. Contabilidade avançada: aspectos societários e tributários. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2008.
SANTOS, José Luiz dos, SCHMIDT, Paulo, FERNANDES, Luciane Alves. Contabilidade
Avançada: Aspectos Societários e Tributários, atualizada pela Lei nº 11.638/07 e Instrução CVM
n° 469/08. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
NOME DA DISCIPLINA
34. GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA II
Objetivo geral:
Proporcionar aos estudantes conhecimentos de ordem teórica e prática que possibilitem sua
compreensão e execução do Orçamento Empresarial. Abordar a utilização de orçamentos como
instrumento de Planejamento e controle das atividades empresariais. Operacionalizar conceitos
através das técnicas orçamentárias, permitindo a reflexão, análise e tomada de decisão.
Objetivos Específicos:
 Compreender o orçamento e sua necessidade para a eficiência empresarial;
 Analisar o ambiente onde se insere a organização e a sua influência na tomada de decisão e
na elaboração dor orçamentos;
 Implementar os planos econômicos e financeiros a nível operacional;
 Identificar instrumentos adequados para acompanhar a implementação do processo
orçamentário;
 Entender a finalidade do controle orçamentário.
Ementa:
Noções preliminares de orçamento empresarial; Sistema orçamentário como instrumento de
planejamento e controle econômico financeiro; Orçamento de vendas; Orçamento de produção;
Orçamento de despesas operacionais; Orçamento de caixa; Demonstrativo de resultado de exercício
projetado; Balanço patrimonial projetado; Controle orçamentário; e orçamentos empresariais.
Bibliografia básica:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: Teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004.
MATIAS, A.B; CARNEIRO, M. Orçamento empresarial: Teoria, práticas e novas técnicas. São
Paulo: Atlas, 2011.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Planejamento Orçamentário: Textos e Exercícios . São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2005.
Bibliografia Complementar:
FREZATTI, Fábio. Orçamento Empresarial: Planejamento e controle gerencial. 5 ed: São Paulo:
ATLAS, 2009.
LUNKES, Rogério João. Manual de Orçamento. São Paulo: Atlas, 2003.
MOREIRA, José Carlos. Orçamento Empresarial: manual de elaboração. 5 ed. São Paulo: Atlas,
2002.
SEM AUTOR, Sem autor. Fundamentos de orçamento empresarial. São Paulo: ATLAS, 2008
SOBANSKI, Jaert J. Prática de orçamento empresarial: um exercício programado. 3. ed. São
88
Paulo.2000.
NOME DA DISCIPLINA
35. AUDITORIA I
Objetivo geral:
Elaborar e emitir relatório de auditoria contábil.
Objetivos específicos:

Conhecer o campo de atuação da auditoria;

Conhecer os princípios, normas e técnicas usuais em auditoria;

Conhecer os papéis de trabalho de um auditor;

Elaborar um planejamento e programação do trabalho de auditoria;

Elaborar um relatório de auditoria.
Ementa:
Campo de atuação; princípios, normas e técnicas de auditoria; controle interno; planejamento;
execução e avaliação dos trabalhos; papéis de trabalho, pareceres e relatórios de auditoria.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
LONGO. Cláudio Gonçalo. Manual de auditoria e revisão das demonstrações financeiras –
novas normas brasileiras internacionais de auditoria. FIPECAFI. São Paulo: ed. Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
FONTES, Joaquim Rubens. Manual de auditoria de sistemas. Rio de Janeiro: CIÊNCIA
MODERNA, 1991.
FRANCO, Hilário. Auditoria contábil: Normas de auditoria. 3ª ed.: São Paulo: ATLAS, 2000.
IMONIANA, Joshua Onome. Auditoria de sistemas de informação. 2ª ed. São Paulo: ATLAS,
2008.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade das sociedades por ações (aplicável às demais
sociedades). 6 ed. São Paulo: ATLAS, 2007.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade das sociedades por ações (aplicável às demais
sociedades): suplemento. São Paulo: ATLAS, 2008.
NOME DA DISCIPLINA
36. ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TCC I
Objetivo geral:
Proporcionar aos acadêmicos o desenvolvimento de postura profissional e a aplicabilidade da teoria
desenvolvida em sala de aula através do contato e observação na empresa e a elaboração do projeto
de pesquisa.
Objetivos específicos:
 Planejar as atividades e etapas do estágio I
 Executar o roteiro do relatório de estágio.
 Estimular a produção científica, o aprofundamento temático e consulta bibliográfica
especializada.
 Preparar o aluno para a escolha do tema, elaboração do problema e construção do projeto
de pesquisa de trabalho de conclusão de curso na área contábil.
Ementa:
Proposta de plano de estágio; Realização de trabalhos práticos na área de contabilidade aplicada, no
setor público ou privado, sob a modalidade de Estágio curricular supervisionado obrigatório,
regulado pela legislação federal, com a orientação de professores previamente designados pela
coordenação de estágio. Desenvolvimento e elaboração de plano de projeto e relatório de estágio
89
curricular supervisionado para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
Bibliografia básica:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 8 ed. São
Paulo: Atlas, 2007.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6 ed.: São Paulo: ATLAS, 2009.
RAUEN, Fábio José. Elementos de Iniciação à Pesquisa. São Paulo: Nova Era, 1999.
Revista de Contabilidade do Rio Grande do Sul. Versão on-line. INSS 1981-4666.
Bibliografia Complementar:
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípios científicos e educativos. 12 ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. 2ª: São Paulo:
ATLAS, 2008.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed.: São Paulo: ATLAS, 2006.
NETO, João Augusto Mattar. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva,
2002.
Revista Contabilidade e Finanças. Versão on-line- Universidade de São Paulo, Faculdade de
Economia, Administração e Contabilidade, Departamento de Contabilidade e Atuária. ISSN 1808057X. Disponível em http://www.eac.fea.usp.br/eac/revista/
OITAVO
SEMESTRE
NOME DA DISCIPLINA
37. ARBITRAGEM E PERÍCIA CONTÁBIL
Objetivo geral:
Facilitar ao aluno, a identificação e compreensão dos aspectos básicos da Perícia Judicial Contábil,
como meio de prova no Judiciário; e da Perícia extrajudicial, semi judicial e arbitral, como forma de
aprovação ou não, das contas de qualquer atividade ou função administrativa.
Objetivos específicos:

Ser capaz de dominar as normas brasileiras sobre perícia contábil;

Ser capaz de desenvolver procedimentos periciais, definindo o que é e para que se presta a
perícia contábil;

Enfatizar os requisitos éticos e educacionais do perito contábil e a sistematização das
técnicas periciais;

Ter ampla visão das finalidades e das formas de atuação das perícias em geral e oferecer o
embasamento doutrinário-institucional da Perícia Contábil.
Ementa:
Conceitos e técnicas de arbitragem e perícia contábil; Exercício Profissional do Perito-Contador;
Legislação aplicada a Perícia Contábil; Normas de Perícia Contábil; A Perícia como prova Judicial;
Técnicas do trabalho Pericial; Formulação de Quesitos; Laudo Pericial Contábil; Estudos dos
aspectos e atividades relacionadas à arbitragem e perícia contábil; Diagnóstico e apuração de fatos;
Negociação; Comportamento e responsabilidades do mediador; Análise de relatórios contábeis e
Relatório final de perícia contábil.
Bibliografia Básica
MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias. Perícia contábil: Uma abordagem teórica, ética, legal,
processual e operacional. São Paulo: Atlas, 2004.
ORNELAS, Martinho Maurício Gomes de. Perícia contábil. São Paulo: ATLAS, 2003.
SÁ, Antônio Lopes de. Perícia contábil. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar:
ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil: Normas brasileiras de perícia contábil. São
Paulo: ATLAS, 1996.
CONTABILIDADE, CONSELHO FEDERAL DE. Princípios fundamentais e normas brasileiras
de contabilidade Auditoria e Perícia. Brasilia: CFC, 2003
90
MARTINS, Wolney da Costa. Contabilidade empresarial, auditoria e perícia. 3 ed.: São Paulo:
HEMUS
MOURA, Ril. Perícia contábil Judicial e extrajudicial: Teoria e prática. Rio de Janeiro:
FREITAS BASTOS, 2002.
MORAIS, Antonio Carlos. Perícia contábil Judicial e extrajudicial: Uma abordagem conceitual
e prática. Brasília: Editora do Autor, 2004.
NOME DA DISCIPLINA:
38. CONTROLADORIA
Objetivo geral:
Compreender o processo de gerenciamento das empresas por meio das funções de controladoria, do
planejamento, da avaliação de desempenho e das ferramentas de gestão empresarial.
Objetivos específicos:
Conhecer a função de Controller;
Organizar e reportar dados relevantes para a tomada de decisões.
Ementa:
Função da Controladoria e do Controller; Ambiente organizacional; Modelo de Gestão e Processo
de Gestão. Planejamento Estratégico e Operacional; Implementação e acompanhamento da
execução dos planos; Governança Coorporativa e Teoria da Agência; Processo decisório; Sistema e
modelos de avaliação de desempenho; tipos de indicadores; Administração por centros de
responsabilidades; Ferramentas de Gestão: EVA, Balanced Scorecard, Benchmarking, ABC e
EBITDA.
Bibliografia Básica:
BRUNI, Adriano Leal. A Administração de custos, preços e lucros. : Com aplicações na hp12c e
Excel. 2ª Ed. São Paulo: ATLAS, 2008.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 5ª Ed. São Paulo:
ATLAS, 2011.
NAKAGAWA, Masayuki. Introdução a Controladoria: Conceitos, sistemas, implementação. 1ª
edição, São Paulo, Atlas, 1993.
Bibliografia Complementar:
FIGUEIREDO, Sandra. Controladoria: teoria e prática. Edição: 3ª ed.: São Paulo: ATLAS, 2004.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de investimentos. Edição: 8ª ed.: São Paulo: PEARSON, 2005.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 9ª Ed. São Paulo: ATLAS, 2003.
SÁ, Carlos Alexandre. Fluxo de caixa: a visão da tesouraria e da controladoria. 4 ed. São Paulo:
ATLAS, 2012.
WERNKE, Rodney. Gestão de custos: Uma abordagem prática. 2ª ed.: São Paulo: ATLAS, 2004.
NOME DA DISCIPLINA
39. ANÁLISE DE INVESTIMENTO
Objetivo geral:
Pretende-se com esta disciplina propiciar ao aluno a compreensão da importância da análise de
investimentos sobre a gestão de empreendimentos. Busca-se a discussão de temas relevantes na área
para a tomada de decisões.
Objetivos específicos:
 Analisar o processo de tomada de decisões sobre investimentos;
 Utilizar métodos determinísticos de avaliação de investimentos;
 Discutir as limitações dos métodos de análise de investimentos;
 Repassar o instrumental necessário para análise de investimentos;
 Dar condições de selecionar a melhor alternativa de investimento entre várias alternativas;
 Avaliar projetos reais de investimento.
Ementa:
Métodos de análise alternativa de investimentos. Análise de fluxo de caixa. Análise de viabilidade
91
econômica de empreendimentos e equipamentos. Análise de riscos. Precificação de ativos. Custo
médio ponderado do capital.
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 4a ed. São Paulo: Atlas,
2002.
CASAROTTO Filho, Nelson. Análise de investimentos: Matemática financeira, engenharia
econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 2000.
MOTTA, Regis da Rocha & CALÔBA, Guilherme Marques. Análise de Investimentos: tomada de
decisões em projetos industriais. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
VIEIRA Sobrinho, José Dutra. Matemática financeira: edição compacta. 3 ed. São Paulo: Atlas,
2008.
Bibliografia complementar:
ARAUJO, Carlos Roberto Vieira. Matemática financeira: Uso das minicalculadoras HP-12 e HP19 BII. São Paulo: Atlas, 1993.
HELFERT, Erich A. Técnicas de análise financeira: Um guia prático para medir o desempenho
dos negócios. Porto Alegre: BOOKMAN, 2000.
MARTINS, Eliseu. Administração financeira: As finanças das empresas sob condições
inflacionárias. São Paulo: Atlas, 1990.
SILVA, André Luiz Carvalhal da. Matemática financeira aplicada. 2 ed – São Paulo: Atlas, 2008.
VIEIRA Sobrinho, José Dutra. Matemática financeira: edição compacta. 3 ed. São Paulo: Atlas,
2008.
NOME DA DISCIPLINA
40. AUDITORIA II
Objetivo geral:
Oferecer aos acadêmicos do curso conhecimentos mínimos necessários para execução de serviços
de auditoria contábil sobre as demonstrações financeiras, bem como dos sistemas operacionais
(controles internos).
Objetivos específicos:
 Dar conhecimentos dos procedimentos e programas de auditoria aplicáveis na avaliação dos
controles internos e dos registros contábeis.
 Apresentar as normas e técnicas de elaboração e emissão dos pareceres de auditoria usuais
aos casos estudados.
 Propiciar conhecimentos das normas de elaboração das notas explicativas às demonstrações
financeiras.
 Emitir pareceres sobre relatórios contábeis.
Ementa:
Objetivos da Auditoria; Aspectos de controle, auditoria e procedimentos de auditoria aplicáveis às
diversas demonstrações financeiras; Aspectos relacionados às exigências dos órgãos normativos e
fiscalizadores (SRF, CVM, CPC, entre outros).
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcantti: Auditoria: um curso moderno e completo. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
CREPALDI. Silvio Aparecido. Auditoria: teoria e prática. 6 ed. São Paulo: ATLAS, 2010.
SÁ, Antonio Lopes de. Curso de Auditoria. 10ª ed.: São Paulo: ATLAS, 2002.
Bibliografia Complementar:
BORGES, Humberto Bonavides. Auditoria de tributos: IPI, ICMS, ISS. São Paulo: Atlas, 2000.
FRANCO, Hilário. Auditoria contábil: Normas de auditoria. 4ª ed.: São Paulo: ATLAS, 2001.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade das sociedades por ações (aplicável às demais
sociedades). 6 ed. São Paulo: ATLAS, 2007
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade das sociedades por ações (aplicáveis às
demais sociedades): suplemento. São Paulo: ATLAS, 2008.
CRUZ, F. Auditoria governamental. São Paulo: Atlas, 2002.
92
IMONIANA, Joshua Onome. Auditoria de sistemas de informação. 2ª ed. São Paulo: ATLAS,
2008.
NOME DA DISCIPLINA
41. ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TCC II
Objetivo geral:
Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de aplicar os conhecimentos teóricos obtidos em
outras disciplinas, vivenciando a prática contábil e fiscal das empresas, gerando, analisando e dando
o tratamento adequado para fins de tomada de decisão, bem como ser capaz de elaborar do plano de
projeto de pesquisa relacionado ao estágio curricular supervisionado II.
Objetivos específicos:
 Propiciar ao estudante oportunidades de desenvolver suas potencialidades e habilidades;
 Aperfeiçoar o processo de ensino/aprendizagem, criando oportunidades para os alunos do
Curso de Ciências Contábeis aplicarem os conhecimentos teóricos na prática.
 Oportunizar o aluno o contato direto com a atividade Contábil.
 Proporcionar mecanismos de integração entre a Faculdade, e comunidade, provocando um
valioso intercâmbio entre os dois pólos o que contribui para o desenvolvimento regional.
 Fornecer diretrizes metodológicas e operacionais aos professores orientadores e seus
respectivos orientandos.
 Proporcionar aos acadêmicos, orientação de forma continuada através de professororientador designado.
 Estimular a produção científica, o aprofundamento temático e consulta bibliográfica
especializada.
Ementa:
Realização de trabalhos práticos na área de contabilidade aplicada; Desenvolvimento e elaboração
de plano de projeto de estágio curricular supervisionado. Aplicação de diretrizes metodológicas e
formalidades para a elaboração e arguição do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Bibliografia básica:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: 8 ed. São
Paulo: Atlas, 2007.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6 ed.: São Paulo: ATLAS, 2005
RAUEN, Fábio José. Elementos de Iniciação à Pesquisa. São Paulo: Nova Era, 1999.
Bibliografia Complementar:
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8. ed. Campinas: Autores Associados, 2007FRAÇA,
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. 2ª: São Paulo:
ATLAS, 2008.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed.: São Paulo: ATLAS, 2008.
MARTHA, Alice Áurea Penteado (Org.). Leitor, Leitura e Literatura: teoria, pesquisa e prática:
conexões. MARINGÁ: EDUEM, 2008.
Revista de Administração / Departamento de Administração, Faculdade de Economia,
Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo. – v.1, n. 1 (1947)- . – São Paulo
: EAD /FEA/USP, 1947- Trimestral . Publicação suspensa de 1967 a 1976. ISSN 00802107.
Disponível em: http://www.rausp.usp.br
*DISCIPLINAS ELETIVAS
NOME DA DISCIPLINA
31. RESPONSABILIDADE SOCIAL
Objetivo Geral:
93
Compreender o papel do contador e dos demais cidadãos no exercício contábil e sua consciência moral
(Accountability), resultante da relação econômica, social e ambiental, em uma sociedade de constante
mudança.
Objetivos Específicos:
 Despertar um novo perfil para atividade contábil sob a luz da transparência, como fator de
responsabilidade socioambiental;
 Estimular nas organizações-clientes ações sociais, diante das informações adquiridas ao longo
da atuação profissional;
 Perceber no resultado da seriedade da relação contratual entre o profissional, o cliente e a
sociedade, como meio para resolução dos problemas sociais.
EMENTA:
Conceitos e evolução histórica. Responsabilidade socioambiental. Marketing social. Função social do
contador e das organizações (Accountability). Empreendedorismo e Balanço social. Legislação e
Auditoria em balanço social. Terceiro Setor. Filantropia.
Bibliografia Básica:
KARKOTLI, Gilson. Responsabilidade social: corporativa. Curitiba: CAMÕES, 2008
KROETZ, César Eduardo Stevens. Balanço social: teoria e prática. São Paulo: ATLAS, 2000.
TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço Social: uma abordagem da transparência e da
responsabilidade pública das organizações. São Paulo: Atlas, 2006.
Bibliografia complementar:
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Teoria da contabilidade. 6 ed. São Paulo: ATLAS, 2000
IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Introdução à teoria da contabilidade para o nível de
graduação. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003
OLIVEIRA, E. Contabilidade informatizada: teria e prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
REVISTA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE. Brasília. XL Nº 187- bimestral. ISSN
0104/8341. Disponível em http://www.cfc.org.br
REIS, Carlos Nelson dos. Responsabilidade social das empresas e balanço social: meios propulsores
do desenvolvimento econômico e social. São Paulo: ATLAS, 2007.
NOME DA DISCIPLINA
31. LIBRAS
Objetivo geral:
Analisar, refletir e conhecer a Língua Brasileira de Sinais como mais uma alternativa de comunicação,
principalmente na comunidade surda. Analisar, refletir e conhecer a Língua Brasileira de Sinais como
mais uma alternativa de comunicação, principalmente na comunidade surda.
Objetivos específicos:
 Situar questões conceituais a respeito da história da Língua de Sinais;
 Propiciar um conhecimento básico com o uso do Alfabeto Manual e as LIBRAS;
 Identificar questões gramáticas e de configurações entre a Língua Portuguesa e a Língua de
Sinais.
EMENTA:
Discussão quanto ao papel da Língua Brasileira de Sinais e o conhecimento a respeito no que se refere
ao sistema de transcrição para libras, as configurações da mão e estrutura sintática; Possibilitar a
comunicação visual e gestual entre surdos e ouvintes; Divulgar a língua, a cultura e a comunidade
surda.
Bibliografia Básica:
CAPOVILLA, Fernando César & RAPHAEL, Walkiria Duarte et al. Enciclopédia da Língua de
Sinais Brasileira. Ensino de Língua Portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógicfa.
Vol.1 e 2. Brasília: MEC/SEESP, 2003.
CASTRO, Alberto R.; CARVALHO, Ilza S. Comunicação por Língua Brasileira de Sinais. Brasília:
SENAC, 2005.
QUADROS, Ronice M.; KARNOPP, Lodenir B. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artmed,
2004.
94
GOLDFELD, Márcia. A Criança Surda. São Paulo: Plexus, 1997.
Bibliografia complementar:
Histórias dos Surdos. Caderno Pedagogia para Surdos. Florianópolis: UDESC, CEAAD, 2002.
LUCHESI, Maria Regina C. Educação de Pessoas Surdas. Campinas (SP): Papirus, 2003.
SCHNEIDER, Roseléia. Educação de Surdos: inclusão no ensino regular. Passo Fundo (RS): UPF
Editora, 2006.
SILVA, Marília da Piedade M. Construção de Sentidos na Escrita do Aluno Surdo. São Paulo:
Plexus, 2001.
DISCIPLINA OPTATIVA
NOME DA DISCIPLINA
INFORMÁTIVA
Objetivo Geral:
Proporcionar ao aluno embasamento teórico e prático na área de Informática, a fim de possibilitar a
resolução de problemas e tratamento de informações. Dominar certas atividades no convívio e na
obtenção de informações, sejam elas gerenciais ou técnicas, através de tecnologias de informação
disponíveis para que esse sujeito transforma-se em um profissional qualificado.
Objetivos Específicos:
 Obter noções de hardware e software e sistemas operacionais;
 Conhecer aplicativos específicos como editores de texto, planilhas eletrônicas, e software
de apresentação com suas funcionalidades;
 Familiarizar-se com os conceitos de básicos de informação, como está sendo estruturada nas
empresas, tendo em vista a importância da informática nesse processo;
 Conhecer as novas tendências da informática, bem como noções de banco de dados, multimídia,
computação gráfica e trabalho em redes.
EMENTA:
Fundamentos de hardware e utilização de equipamentos; Sistemas e ambientes operacionais; Software;
Utilização de aplicativos específicos ao curso: editores, planilhas; Noções sobre o uso da Internet.
Conceitos básicos de informação; Estrutura de informações empresariais; Utilização dos recursos de
informática no tratamento de informações: Aspectos teóricos e práticos; Novas tendências da
informática na contabilidade; Banco de dados, multimídia, computação gráfica e trabalho em redes.
Bibliografia Básica:
CORNACHIONE JR.; EDGARD B. Informática Aplicada às áreas de contabilidade, administração
e economia- 3ed.- 7 reimp.- São Paulo: Atlas, 2008.
BENEDET, Leonardo. Informática Aplicada ao processo gerencial. Capivari de Baixo: FUCAP,
2007.
DINWIDDIE, Robert- Como fazer planilhas- 2ed.- São Paulo; Publicafolha,2002-(série sucesso
profissional: informática)Bibliografia Complementar:
BURROWS, Terry – Como criar apresentações – 2 ed.- São Paulo: Publica folha, 2001 - (série
sucesso profissional: informática)
ETHERINGTON, Sue – Como criar tabelas e gráficos – São Paulo – Publica folha, 2001 - (série
sucesso profissional: informática)
COOPER, Brian – Como usar a Internet - São Paulo – Publica folha, 2002 – 3 ed. (série sucesso
profissional: informática)
ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de informática: funções e fatores críticos do sucesso. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2004.
KLOCH. Hermínio. Informática básica e tecnologias na educação. Indaial: Asselvi, 2007.
95

As obras de bibliografias básicas e complementares para o curso devem ser solicitadas pelos
professores no semestre corrente ao coordenador do curso para aquisição no semestre
seguinte e atualização do Projeto Político Pedagógico.

A atualização do ementário poderá ser feita à luz das diretrizes curriculares, desde que
aprovadas pelo colegiado do curso.
2.3.5 Estágio Supervisionado
De acordo com o regulamento institucional, o Estágio Supervisionado é obrigatório e
consiste em desempenho de atividades relacionadas com o fluxo curricular vivenciado em
sala de aula, articulado com a prática e ação na organização ao qual o aluno exercerá as
atividades de estágio. O resultado expresso na atividade de estágio supervisionado deverá
constar nos moldes do Trabalho de Conclusão de Curso em qualquer área de conhecimento de
Ciências Contábeis. Neste contexto, este conjunto de fatores permite a consolidação dos
desempenhos profissionais desejados inerentes ao perfil do formando proposto pela
Instituição.
O estágio não obrigatório deve manter coerência com o perfil profissional de
conclusão do curso, conforme prevê a lei de estágio nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Os
acadêmicos do curso são incentivados a realizar o estágio não obrigatório através da
Secretaria de Apoio ao Estudante - SAE, da Faculdade.
2.3.6 Atividades Complementares
Além das disciplinas teóricas e das disciplinas práticas, ditas "laboratoriais",
formatadas em um padrão de ‘turma/docente/aula’ semanal, serão previstas atividades
complementares para os cursos de graduação da Faculdade Capivari - FUCAP, visando
propiciar ao aluno a oportunidade de realizar uma trajetória autônoma e particular, no
desenvolvimento do currículo.
As atividades acadêmicas complementares serão desenvolvidas em três níveis:

como instrumento de integração e conhecimento do aluno da realidade social,
econômica e do trabalho de sua área/curso;

como instrumento de iniciação à pesquisa e ao ensino;
96

como instrumento de iniciação profissional.
É de competência do colegiado de curso normalizar as atividades acadêmicas
complementares ao longo do tempo de integralização curricular, em coerência com as
diretrizes estabelecidas pela Faculdade e com as do MEC. As atividades complementares são
computadas a carga horária, para efeito de integralização do total previsto para o curso não
incluindo as horas dedicadas ao Trabalho de Conclusão de Curso ou aos Projetos
Experimentais.
2.3.7 Metodologias de Ensino e Aprendizagem
O desenvolvimento das habilidades cognitivas têm como base os processos de ensinoaprendizagem que quando significativos produzem mudanças nos conhecimentos,
comportamentos e ações das pessoas.
O processo de ensino-aprendizagem baseado na junção entre teoria e prática provoca
mudanças nas habilidades e conhecimentos prévios e contribui na construção de novos
conhecimentos. Portanto, metodologicamente se faz necessário primeiro compreender os
valores das pessoas envolvidas para definir objetivos comumente reconhecidos como
significativos e só então o professor aproxima-se das competências do aluno para acionar suas
várias habilidades, sejam elas cognitivas, sociais, afetivas ou de ação.
A metodologia do curso de Ciências Contábeis busca a totalidade do conhecimento,
respeitando a especificidade das disciplinas levando em conta a interdisciplinaridade e a
indissociabilidade entre o ensino, iniciação científica e extensão.
Nesse contexto, o curso de Ciências Contábeis busca a formação de um profissional
apto à resolução de problemas concretos na área contábil a partir do Laboratório Contábil e de
estudos de casos.
O Laboratório Contábil desenvolve atividades práticas interdisciplinares envolvendo
as disciplinas de Prática Comercial, Contabilidade Comercial, Sistema de Informações
Contábeis e Análise das Demonstrações Contábeis II. Essas atividades abrangem a
legalização de empresas e a escrituração contábil, gerencial e fiscal, mediante documentação
com finalidade didática de forma manual e no sistema contábil. Este processo atinge desde a
escrituração dos fatos contábeis até a elaboração e análise das demonstrações.
O estudo de caso tem a função de orientar a construção do pensamento sistêmico a
partir do estudo da organização integral, permitindo que o acadêmico possa construir a visão
97
sistêmica a partir de casos concretos que visem uma formação baseada em todas as
competências necessárias para a formação do contador considerando as diversas ramificações
da profissão contábil.
2.3.8 Utilização da Tecnologia Digital
A estrutura da FUCAP, em sua unidade sede, tem se consolidado continuamente por
meio de investimentos efetuados pela Mantenedora, incorporando, gradual e continuamente,
mecanismos efetivos para a melhoria da ocupação e utilização do espaço físico da Instituição.
Estes investimentos se traduzem na melhoria do padrão das salas de aula, na elevação da
qualidade geral e a utilização racional das instalações físicas, a modernização dos sistemas de
climatização e iluminação da Instituição, o cuidado com a higiene e a conservação das
dependências.
Por meio dos direcionamentos propostos em seu PDI, a FUCAP busca se consolidar
no ambiente da educação superior por meio de ações dinâmicas e arrojadas, atendendo aos
ensejos da comunidade acadêmica e aos objetivos do processo de formação de seus egressos.
Desse modo, visando à eficácia de seu processo de construção de conhecimento, a Instituição
utiliza instrumentos de tecnologia da informação para contribuir com as atividades de ensino e
aprendizagem, especialmente pelo fato da necessidade de inserir o acadêmico em um contexto
voraz, onde a tecnologia da informação se faz presente a todo o momento.
A partir da conjuntura identificada no cenário da profissão, percebe-se que a evolução
tecnológica tem demandado as Instituições a construir e utilizar instrumentos diferenciados
que permitam a interação entre o conhecimento teórico e a prática, envolvendo acadêmicos e
docentes no processo de produção de conhecimento e na aplicação de diversos instrumentos
que preconizam a formação da estrutura social da região.
A FUCAP disponibiliza os laboratórios que são utilizados para dar suporte ao
processo de ensino e aprendizagem, com destaque para os laboratórios de informática que
contempla equipamentos que podem ser utilizados por estudantes que cursam as diversas
fases, permitindo o desenvolvimento de atividades práticas, além de orientar a socialização
dos conhecimentos produzidos. Ainda se tratando de tecnologias de informação e
comunicação, a FUCAP disponibiliza uma estrutura com diversos pontos de conexão a
internet, além de retroprojetores multimídia (Datashow) que estão disponíveis para a
utilização dos professores, considerados recursos e atividades “meio” que orientam o processo
formativo e a socialização de conhecimentos.
98
Cabe destacar que além desses materiais, comuns a instituição como um todo, a
FUCAP disponibiliza para o curso de Ciências Contábeis um laboratório equipado com o
Sistema Domínio de contabilidade que permite a execução do Projeto Laboratório Contábil.
2.3.9 Sistema de Avaliação Institucional
A FUCAP, por meio da Comissão Própria de Avaliação, responsável pelos processos
de Auto Avaliação, Avaliação Externa e Avaliação das Condições de Ensino, em consonância
com o Conselho Superior, adotará um sistema de controle e acompanhamento da evolução
geral do corpo docente a cada semestre, propondo melhorias, correções e apontamentos
estratégicos, nos aspectos deficitários. Concomitantemente, a CPA-FUCAP acompanhará a
evolução isolada de cada professor, da disciplina e suas inter-relações com as demais e do
desempenho dos docentes, intervindo quando julgar necessário e adotando medidas que visam
a melhoria no desenvolvimento dos conteúdos e no aproveitamento dos acadêmicos, por meio
do processo da avaliação.
Caberá ao CPA: a avaliação do desempenho dos docentes; a sugestão de cursos de
aperfeiçoamento e capacitação e em último caso, encaminhar considerações a fim de solicitar
a substituição do professor que não corresponder com as expectativas.
A FUCAP, por meio da Comissão Própria de Avaliação, desenvolverá, a cada ano
letivo, um projeto de avaliação baseado nas 10 dimensões propostas pelo SINAES. Pelas
disposições da Lei nº 10.861/04, a instituição busca apurar as informações relevantes sobre o
desempenho institucional, proporcionando aos dirigentes da FUCAP oportunidades de
análises referentes ao cumprimento da Missão e da Visão Institucional.
Em observância aos processos de avaliação, a cada semestre, a CPA-FUCAP
desenvolverá junto a comunidade acadêmica um processo de sensibilização, corroborando a
importância do processo avaliativo, permitindo que os membros da comunidade conheçam e
se integrem com a identidade institucional da FUCAP, contribuindo para a fidedignidade do
processo de avaliação.
Ainda em consonância com a legislação, a CPA-FUCAP será constituída de acordo
com o que se pede, e seu Projeto de Avaliação Institucional disponibilizado à comunidade
acadêmica e apresentado a instituição por meio de simpósios semestrais, com a presença de
toda a comunidade acadêmica.
No âmbito do curso de Ciências Contábeis, a autoavaliação se posiciona como um
aspecto cultural, contribuindo com a consolidação das políticas de ensino para a graduação e,
99
sobretudo, com o desenvolvimento de aspectos que orientam as reflexões no sentido das
inovações propostas ao currículo. Neste contexto, os resultados do processo são fundamentais
e contribuem para o desenvolvimento das propostas de melhoria no cerne estrutural e
curricular.
A CPA-FUCAP, por meio dos aspectos que consolidam a epistemologia da identidade
da Instituição, coordena os procedimentos avaliativos alicerçados nos pressupostos da
avaliação institucional e de cursos. No sentido da avaliação institucional, sob a égide das
dimensões do SINAES, a Comissão defende seu projeto de avaliação a partir das premissas de
um aprendizado contínuo e sistemático, o qual sustenta a construção do conhecimento na
Instituição. No contexto do curso, os procedimentos são organizados a partir da orientação
dos instrumentos avaliativos, destacando as investigações no âmbito da organização didático
pedagógica, da estrutura física e do corpo docente.
Os resultados que se referem à organização didático-pedagógica mostram a eficácia
dos aspectos estruturantes da matriz curricular do curso de Ciências Contábeis, onde o
processo de formação, especificamente quando se toma por referência os indicativos descritos
nas Diretrizes Curriculares Nacionais, contempla instrumentos que consolidam os métodos
interativos de ensino.
O Projeto Pedagógico, neste entendimento, é reconhecido pelo corpo social da
FUCAP como sendo um diferencial competitivo, já que enseja, entre diversos aspectos
qualitativos, a reflexão sobre as principais características regionais, inteirando os
conhecimentos necessários a compreensão dos aspectos políticos, sociais e humanos da
sociedade em geral. Neste sentido, o Corpo Docente é reconhecido como um diferencial de
qualidade no âmbito institucional, onde se destaca a eficácia dos métodos de ensino utilizados
e a observância aos aspectos de titulação requeridos à organização acadêmica da FUCAP.
Nos aspectos estruturais, com base na percepção dos agentes da avaliação
institucional, a estrutura física da FUCAP aloca seus usuários de modo satisfatório e permite
o pleno desenvolvimento das aulas, de acordo com a demanda do Curso.
As salas de aula e os laboratórios seguem estes pressupostos, obedecem aos aspectos
elencados pelos instrumentos avaliativos, onde se destaca a plena condição de atender a todas
as práticas curriculares. Já a Biblioteca, a partir dos aspectos elencados nos instrumentos de
avaliação, foi reestruturada, sobretudo na questão do acervo, o qual atende plenamente ao
curso de Ciências Contábeis. Neste sentido, destaca-se a contribuição dos resultados da AutoAvaliação que permitiram, entre diversos aspectos, construir um Plano de Desenvolvimento
do Acervo e da Estrutura da Biblioteca.
100
2.3.10 Sistema de Avaliação do Ensino e Aprendizagem
De acordo com o Regimento Geral da Faculdade Capivari, o processo de avaliação do
ensino e aprendizagem se fundamenta nos aspectos descritos a seguir, considerando os pontos
destacados nos Art. 66 até o Art. 77, cujo fragmentos seguem destacados:
Art. 66. A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina e por
período letivo, incidindo sobre a apuração de frequência e avaliação do
aproveitamento escolar ou através de avaliação de proficiência.
Parágrafo Único. Os aluno que comprovarem extraordinário aproveitamento
nos estudos, demonstrados por meio de provas e outros instrumentos de
avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, convocada
pelo Diretor Acadêmico para este fim, serão aprovados e terão abreviada a
duração dos seus cursos, de acordo com as normas do sistema federal de
ensino.
Art. 67. A frequência às aulas e demais atividades escolares do ensino
presencial é obrigatória aos docentes de conformidade com o Art. 47 § 3º da
LDB, e, permitida apenas aos discentes matriculados, é obrigatória, não
haverá abono de faltas, ressalvados o Art 47 § 2º da LDB e os casos
previstos em legislação específica.
§ 1º Independentemente dos demais resultados obtidos é considerado
reprovado o aluno que não obtenha frequência, no mínimo 75% (setenta e
cinco por cento), das aulas e demais atividades programadas.
§ 2º A avaliação e registro de frequência são de responsabilidade do
professor, e seu controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretaria
Geral.
§ 3º A ausência coletiva às aulas, por parte de uma turma, implica na
atribuição de faltas a todos os alunos da mesma, e não impede que o
professor considere lecionado o conteúdo programático planejado para o
período em que a ausência se verificar, representando, neste caso, ao
Diretor-Geral sobre a ocorrência.
§ 4º O aluno que for convocado para integrar o Conselho de Sentença em
Tribunal de Júri, Serviço Militar Obrigatório ou Eleitoral, bem como aqueles
que participarem de conclaves oficiais, as gestantes e os portadores de
doença infectocontagiosas, devidamente comprovadas e amparadas pela
legislação especial, têm sua frequência apurada na forma da legislação em
vigor.
Demais aspectos podem ser verificados junto ao Regimento Geral da FUCAP,
documento que congrega todas as orientações para a observancia dos aspectos vinculados ao
ensino e aprendizagem, bem como validação dos mecanismos de verificação de
aprendizagem.
A avaliação, considerando os aspectos que versam sobre a aprendizagem do estudante,
será tratada na forma do Regimento Geral, aceitando alterações, quando pertinentes, que serão
tratadas sob a égide do Conselho Superior da FUCAP e da Coordenação do Curso de Ciências
Contábeis, apresentadas, quando for o caso, na forma de resolução.
101
2.4 POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO ESTUDANTE
2.4.1 Indissocialbilidade entre Ensino, Iniciação Científica e Extensão
A concepção tradicional de extensão visa esta atividade acadêmica como meio
assistencialismo. Suas principais atividades consistem em: disseminação de conhecimentos na
forma de cursos, conferências e seminários; prestação de serviços que poderiam ser
assistenciais, assessorias ou consultorias; e de difusão cultural como realização de eventos ou
produtos artísticos e culturais.
Como os movimentos sociais, nos anos 80, a sociedade civil fortaleceu-se o que
possibilitou a elaboração de uma nova concepção de universidade, principalmente após a
promulgação da nova LDB de 1996, redefinindo suas práticas de ensino, pesquisa e extensão
à luz de uma nova realidade de profundas transformações econômicas, políticas e sociais
mundiais. A relação das universidades com a população passou a ser encarada com a
oxigenação necessária à vida acadêmica.
Neste novo contexto, “a produção de conhecimento, na extensão, se faria na troca de
saberes sistematizado, acadêmico e popular, tendo como consequência a democratização do
conhecimento, a participação efetiva de comunidade na atuação da universidade e uma
produção resultante do confronto com a realidade” (FORUM DE PRÓ-REITORES DE
EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS).
Hoje, extensão universitária é considerada um processo educativo, cultural e científico
que articule o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora
entre Universidade e Sociedade. “A Extensão é uma via de mão-dupla, com trânsito
assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de
elaboração de práxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à Universidade, docentes e
discentes trarão um aprendizado que, submetido à reflexão teórica, será acrescido aquele
conhecimento. Esse fluxo, que estabelece a troca de saberes sistematizados, acadêmico e
popular, terá como consequências a produção do conhecimento resultante do confronto com a
realidade brasileira e regional, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação
efetiva da comunidade na atuação da Universidade. Além de instrumentalizadora deste
processo dialético/prática, a Extensão é um trabalho interdisciplinar que favorece a visão
integrada do social” .
A articulação Pesquisa e Extensão possibilita a produção de conhecimento na interface
Universidade/Comunidade, priorizando metodologias participativas entre pesquisador e
102
pesquisadores, possibilitando transformações sociais, dependendo dos objetivos e dos
interesses envolvidos. Em relação ao ensino, a aproximação com a extensão amplia o conceito
de sala de aula ao lócus do processo histórico-social, passando a expressar um conteúdo
multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar frente aos novos desafios apresentados. Isto
se pode estender aos estágios curriculares ampliando a consciência social e ao compromisso
político.
Para se viabilizar a Indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão se faz
necessário: por parte da pesquisa, buscar os métodos e os procedimentos científicos adequado
a este fim; no caso do ensino, promover atividades didáticas voltadas ao desenvolvimento das
formas superiores de pensamento, procedimento que promova não só o aprendizado crítico de
conteúdos, habilidades, hábitos e valores, mas também uma sólida formação política e
científica a respeito do mundo de natureza e de mundo cultura. Para tanto, deve-se lançar mão
dos
métodos
dedutivo/indutivo,
de
solução
de
problemas,
de
investigação/experimentação/ação e da busca de nexos contraditórios dos objetos ou
fenômenos em estudo.
Como salienta Rays (2003, p. 5), os tempos e os espaços de elaboração do saber, do
ensino e da extensão não são idênticos, por uma razão óbvia: não se faz extensão e muito
menos pesquisa, sem o domínio das bases epistemológicas tanto das áreas de conhecimento,
objeto da investigação ou da extensão, quanto do domínio dos métodos e procedimentos
inerentes a essas atividades.
No mundo da complexidade, os procedimentos metodológicos em educação exigem
um sistema pedagógico-científico multirreferencial e conjuntivo que necessariamente
promova a Indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão. É preciso, contudo,
também buscar procedimentos metodológicos pertinentes para a promoção de uma simetria
crítica entre os paradigmas do método científico. Uma aproximação possível vem sendo
demonstrada pela emergência de trabalhos interdisciplinares, em vários lugares do mundo, e
das mais variadas formas tanto no campo da educação como na pesquisa e em atividades
profissionais. Cabe na organização curricular considerarem-se tais aspectos.
2.4.2 Atividades Extracurriculares
Para dar apoio às práticas pedagógicas inovadoras algumas ações são estabelecidas,
dentre elas tem-se as atividades extracurriculares. As atividades extracurriculares contribuem
com a integração do ensino, pesquisa e iniciação científica como forma de promover a
103
produção do conhecimento e no seu relacionamento concreto com a sociedade.
São consideradas disciplinas extracurriculares as disciplinas oferecidas pela faculdade
ou outras Instituições de Ensino Superior, fora do horário regular das aulas e cujo conteúdo
não esteja integralmente contemplado por nenhuma disciplina do currículo.
2.4.3 Departamentos de Apoio ao Estudante
Os alunos da FUCAP contam com a Secretaria de Apoio ao Estudante (SAE) e com a
Associação de Consultoria dos Alunos da Faculdade Capivari (MEGA ASSESSORIA E
CONSULTORIA).
O SAE tem como objetivo oportunizar ao acadêmico o desenvolvimento de atividades
profissionais capazes de contribuir positivamente com sua aprendizagem social, profissional e
cultural e, ainda, apoiar e orientar os alunos no que diz respeito as suas dificuldades pessoais e
educativas, visando um processo de aprendizagem otimizado. Para tanto oferece: apoio
psicopedagógico; orientação profissional; encaminhamento aos estágios; interface com o
mercado de trabalho.
O apoio psicopedagógico tem a função de cadastrar acadêmicos interessados em
estágios remunerados e não remunerados; realizar convênios entre FUCAP e empresas
interessadas em integrar estagiários em seu quadro; encaminhar, orientar e acompanhar a vida
acadêmica dos estagiários e seu desempenho no mercado de trabalho; assessorar as empresas
em relação a pré-seleção dos candidatos, a renovação e ou substituição do compromisso de
estágio; dá apoio psicopedagógico afim de solucionar possíveis problemas que interfiram no
seu processo de aprendizagem; prestar orientação profissional no que concerne às diversas
possibilidades de atuação na carreira e às oportunidades diretamente relacionadas aos seus
interesses.
Quanto aos estágios, são direcionados aos alunos matriculados e que estejam
frequentando as aulas com assiduidade. Seus benefícios são: propicia aos estudantes
condições de completar, sintetizar e aplicar os conhecimentos adquiridos, mediante a vivência
de situações concretas da prática profissional; constitui um elo entre faculdade e empresa,
visando possibilitar um fluxo de realimentação acadêmica e formação profissional; contribui
para a redução do tempo de adaptação do recém-formado a sua atividade profissional; renova
e amplia o setor empresarial, disponibilizando recursos humanos capacitados.
A Associação de Consultoria dos Alunos da Faculdade Capivari “MEGA
ASSESSORIA E CONSULTORIA” é uma associação privada, sem fins lucrativos, com sede
104
na Avenida Nações Unidas, 500, bairro Santo André, município de Capivari de Baixo – SC.
Possui prazo de duração indeterminado, regendo-se por Estatuto próprio e pela legislação que
lhe for aplicável.
A Mega Assessoria e Consultoria tem por finalidades:

Contribuir para o aperfeiçoamento do aluno, visando ao seu desenvolvimento
acadêmico, profissional e humano, bem como incentivando o seu espírito
empreendedor, com o propósito de abrir espaço para novas lideranças;

Proporcionar aos seus associados as condições necessárias para a aplicação prática
de conhecimentos teóricos relativos à área de formação profissional;

Facilitar o ingresso de seus associados colaboradores no mercado de trabalho, em
caráter de treinamento à futura profissão;

Promover o desenvolvimento econômico e social da comunidade, por intermédio
de suas atividades;

Reconhecer, praticar e promover padrões de ética e responsabilidade profissional;

Representar a classe acadêmica em todos os seus objetivos, inclusive nas reuniões
do Conselho de ensino, pesquisa e extensão.
Para a consecução de suas finalidades, a Mega Assessoria e Consultoria poderá:

Estabelecer um modelo de gestão de qualidade, com enfoque sistêmico e
metodológico, e interdisciplinar com a finalidade de atingir e preservar um
equilíbrio dinâmico entre os meios e finalidades no âmbito administrativo, a partir
da definição das missões, estratégias, configuração organizacional, recursos
humanos, processos e sistema;

Utilizar formas alternativas de prestação de serviços ao mercado, com a
consequente criação de espaço de atuação para os alunos, que terão oportunidade
de unir a teoria à prática, na medida em que projetos de apoio às organizações
públicas e privadas venham a ser desenvolvidos com o respaldo técnico dos
docentes;

Propor eventos que fomentem o conhecimento, a cultura e a integração de seus
membros e comunidade em geral.
105
A Mega Assessoria e Consultoria admitirá como associados os alunos dos cursos de
graduação em Administração: empreendedorismo, Ciências Contábeis, tecnólogo em
Hotelaria e demais cursos regulares que a faculdade Capivari FUCAP venha a implantar em
seu campus.
2.4.4 Estágios não obrigatórios
O estágio não obrigatório deve manter coerência com o perfil profissional de
conclusão do curso, conforme prevê a lei de estágio nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Os
acadêmicos do curso são incentivados a realizar o estágio não obrigatório através da
Secretaria de Apoio ao Estudante - SAE, da Faculdade.
2.5 CORPO DOCENTE
A seção que trata do corpo docente se refere às dinâmicas de produção e publicação de
material didático e científico, aos mecanismos de interação entre docentes e discentes, à
composição do núcleo docente estruturante, à titulação e formação do coordenador do curso,
ao colegiado do curso, à titulação do corpo docente e mecanismos de qualificação e à
experiência no magistério superior.
2.5.1 Dinâmicas de Produção e Publicação de Material Didático e Científico
A Produção Científica, Artística, Cultural ou Tecnológica na FUCAP se esmera em
conseguintes essenciais para a produção de conhecimento em uma esfera social, tendo em
vista a relevância das propostas designadas a este fim, sobretudo no âmbito das Instituições de
Ensino Superior. Sob este aspecto, identifica-se a relevante contribuição dos docentes no
sentido de promover a pesquisa como um instrumento de ensino e aprendizagem, exercitando
o potencial investigativo dos acadêmicos no sentido de promover conhecimentos inerentes as
suas funções acadêmicas. No decorrer do processo de implementação do curso, esse aspecto
será devidamente regulamentado com a intenção de envolver acadêmicos e docentes no
processo de construção do conhecimento.
No âmbito do ensino superior, o texto constitucional aclama o desenvolvimento da
pesquisa às instituições universitárias, sejam elas Universidades ou Centros Universitários.
Entretanto, tem-se por fato de que os procedimentos metodológicos de pesquisa científica,
106
sobretudo no âmbito da tecnologia, promovem um aprendizado substantivo e, desse modo, a
qualificação dos procedimentos de ensino e aprendizagem.
A partir desta orientação, a pesquisa, no âmbito institucional, deve conter uma relação
de atividades alinhadas as dimensões curriculares, incluindo uma política de pesquisa
concretizada em carga horária docente e infraestrutura de apoio. Assim, o suporte aos
acadêmicos se faz por meio de subvenções pecuniárias, ou não, promovendo o contato deste
acadêmico com o âmbito das investigações. Nesta linha, a articulação e a proposição de uma
política de produção científica que inclua a divulgação, publicação, relações interinstitucionais, convênios, cooperações e intercâmbios nacionais e internacionais, quando for o
caso.
Por meio de um aporte significativo do Coordenador do Curso, a Instituição preconiza
práticas acadêmicas, sobretudo no âmbito do ensino e aprendizagem, que permitam a
construção de conhecimento, especificamente na área de conhecimento do curso, e que
contam com a participação conjunta de professores e acadêmicos. Destaca-se também que, de
acordo com o Plano de Carreira da FUCAP, os docentes são incentivados a produzir um
material didático por semestre, seja ele apostila, livros ou o que se fizer necessário para o
desenvolvimento da disciplina.
A iniciação científica, em conjunto com o estágio, é um dos meios de interação entre a
teoria e a prática e fator importante na formação profissional do acadêmico. Esta integração
poderá ser realizada por meio do ensino, pesquisa e extensão e se dará a partir do momento
em que a instituição e o Curso propiciem ao acadêmico a construção de conhecimentos
ligados à sua área de atuação, priorizando sua aplicação no meio social.
Assim sendo a iniciação científica apresenta-se como materialização da articulação da
construção do conhecimento. Promovendo a imersão aos conhecimentos específicos do curso
e a percepção social de sua área em diferentes dimensões. Ela tem a finalidade de promover a
inserção dos acadêmicos no âmbito profissiográfico. Aperfeiçoando suas qualificações, por
meio do estudo e pela construção da informação relacionada ao Curso de Graduação.
Corroborando a possibilidade de desenvolvimento de competências e habilidades específicas
a profissão, além de conhecimentos, valores e atitudes essenciais ao exercício da cidadania.
Dessa forma, pela pesquisa, o Trabalho de Conclusão de Curso se dará na forma de
projeto interdisciplinar e tornar-se-á base para a obtenção do diploma de graduação. Este
trabalho será regulamentado em documentação própria considerando o Regulamento Geral do
Trabalho de Conclusão do curso de Ciências Contábeis. E será elaborado por equipe
multidisciplinar que normatizará o processo de construção, orientação e avaliação dos
107
trabalhos. Destarte, portanto, há de se considerar que no curso existe o pleno desenvolvimento
da produção, contanto com a participação adequada dos professores neste sentido.
2.5.2 Mecanismos de Interação entre Docentes e Discentes
O emprego de meios apropriados para adquirir os conhecimentos teóricos passa
necessariamente pela prática que ultrapasse a experiência empírica e contribua para a
formação de aprendizagem com conteúdo e estrutura apropriados. Esse processo só é possível
com a adequada interação entre docentes e discentes. O que se busca são modelos que visem a
compreensão não fragmentado do conhecimento, onde, o professor não é apenas o transmissor
de conhecimentos mas o provocador de saberes na sua totalidade.
Por uma questão ética, o conhecimento, por representar uma forma de poder, deve ser
tratado como um modo de os estudantes expandirem e aprofundarem a compreensão de si
próprios e de seu mundo, uma vez que pode ajudar as pessoas a terem certo controle sobre
suas próprias vidas. Numa sociedade democrática, o exercício da cidadania pressupõe a
capacidade de procurar resoluções inteligentes para seus problemas tanto individuais quanto
os que demandam uma ação coletiva. Um sistema de ensino que tenha esta preocupação não
pode prescindir de tratar de questões relevantes para os alunos e de integrar saberes
disciplinares com os professores.
Nesse contexto, a interação entre docentes e discentes tem como base as habilidades e
os conhecimentos prévios dos alunos, a cooperação dos alunos entre si e, principalmente, a
iniciativa dos professores no intuito de propiciar novas habilidades e as competências a elas
relacionadas. Caberá aos professores e alunos envolvidos nos processos discutir temas ligados
a elementos teórico-práticos concretos para o conhecimento e intervenção na realidade
sociocultural do cotidiano da área de formação profissional do curso de Ciências Contábeis.
Para tanto a prática pedagógica do professor deve:
a) Privilegiar a aprendizagem, tendo o professor como mediador;
b) Oferecer oportunidades de práticas simuladas ou em condições reais de
trabalho paralelas ao ensino dos conteúdos teóricos;
c) Dar ênfase às metodologias que possam desenvolver o espírito crítico, a
análise e reflexão do aluno;
d) Garantir a participação efetiva dos alunos nas aulas expositivas e
demonstrativas;
e) Estimular a aquisição de competências, habilidades e atitudes.
108
Os professores são estimulados a desenvolverem situação-problema conjuntamente
com seus alunos considerando ainda, a interdisciplinaridade e técnicas que envolvam estudo
de caso.
Importante destacar que todo esse processo é considerado no curso de capacitação dos
docentes bem como na elaboração dos planos de ensino de cada disciplina.
2.5.3 Composição do Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante - NDE é uma instância de deliberação e discussão da
instituição que tem como objetivo implementar, acompanhar e avaliar permanentemente o
Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC) com a responsabilidade de implantar e consolidar os
mesmos. São atribuições do Núcleo:

Analisar, anualmente, o PPC e propor alterações para possíveis adequações às
diretrizes curriculares nacionais e aos avanços no campo do ensino, da
pesquisa, da extensão e das práticas contemporâneas e sua articulação com
projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI);

Analisar e avaliar os planos de ensino à luz do PPC, recomendando à
Coordenadoria dos Cursos possíveis alterações;

Propor melhorias na qualidade do ensino ofertado.
O coordenador do Curso deve proporcionar adequada articulação do NDE com o
Colegiado do Curso, com o objetivo de aprimorar o processo de oferta do curso e o
cumprimento das normas legais aplicáveis. Cabe à Coordenação do Curso oferecer apoio
técnico-administrativo ao NDE para o seu pleno funcionamento.
Nesse contexto, a FUCAP enseja a qualidade do programa curricular a partir do
envolvimento direto de professores titulados e, portanto, o NDE funda-se por meio da
deliberação do Conselho Superior da Instituição, que avalizou suas atividades por meio da
Portaria Institucional, permitindo que a equipe de Docentes participe e controle a
implementação do Projeto do Curso.
No que se refere às suas atribuições, o NDE visa o planejamento e controle da
implementação do Projeto Pedagógico, refletindo e discutindo suas especificidades no âmbito
do Curso de Ciências Contábeis. As atividades são coordenadas pelo Professor Coordenador
109
do Curso, sendo esse o presidente do núcleo e o responsável direto por coordenar as reuniões
e as demais reflexões do grupo de professores.
A atuação do NDE é condicionada a um regulamento próprio e plenamente discutida
no contexto do colegiado do curso, o qual é responsável por direcionar as reflexões do núcleo
e lavrá-las a partir de uma reflexão final vinculada a cada atividade determinada. Dentre as
principais atribuições do NDE, destacam-se aquelas vinculadas a elaboração do projeto do
Curso, definindo a concepção e os fundamentos curriculares para o ensino, especificamente
visando a estruturação dos conteúdos.
O NDE do curso de Ciências Contábeis é responsável por analisar e fazer as
considerações necessárias à obtenção dos objetivos do curso, especificamente a partir das
perspectivas que se arrolam à área de conhecimento. Cabe ainda ao núcleo a condução dos
trabalhos de estruturação das atividades curriculares e análise dos instrumentos de avaliação,
respeitando os princípios metodológicos propostos pelo Colegiado do Curso, bem como
supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso, avaliar os planos de ensino
e demais matérias que compõem o escopo curricular de cada disciplina.
2.5.4 Titulação e Formação do Coordenador do Curso
A coordenação do curso fica a cargo da Profª Msc. Roseli Costa Bonifácio, mestre em
Contabilidade pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (2010); Especialista em
Metodologia e Didática do Ensino Superior pela Universidade do Extremo Sul de Santa
Catarina - UNESC (2007); Especialista em Administração Pública pela Universidade do
Extremo Sul de Santa Catarina - UNESC (2003) e Especialista em Direito Administrativo
pela Universidade do Sul de Santa Catarina- UNISUL (2001). Possui graduação em Ciências
Contábeis pela Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL (1995). Atualmente exerce a
função de contadora na Câmara Municipal de Capivari de Baixo, e de Professora e
Coordenadora do Curso de Ciências Contábeis nessa instituição. Tem experiência na área de
Ciências Contábeis, com ênfase em Contabilidade Pública e Orçamento Empresarial.
Nome
Titulação
Regime de Trabalho
Vínculo Institucional
DADOS DO COORDENADOR DO CURSO
Profª Msc. Roseli Costa Bonifácio
Mestre em Ciências Contábeis – Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC)
Integral
11 anos, sendo 3 como Coordenadora de Curso
110
Experiência Profissional
Experiência no Magistério
Superior
Experiência em Gestão
Institucional
Currículo Lattes
Disciplinas Ministradas no
Curso
20 anos
11 anos
3 anos
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4744533Y3
Orçamento Empresarial e Contabilidade Aplicada ao Setor Público
2.5.5 Colegiado do Curso
O Colegiado de Curso é a menor unidade da estrutura da Faculdade, para todos os
efeitos de organização administrativa, didático-científica e de recursos humanos. Reúne-se,
ordinariamente, em datas fixadas no calendário escolar e, extraordinariamente, quando
convocados pelo Coordenador, por iniciativa própria, por solicitação do Diretor ou a
requerimento de dois terços de seus membros.
O Colegiado de Curso é dirigido por um Coordenador, substituído em suas faltas e
impedimentos eventuais por um suplente, ambos designados pelo Diretor, para mandato de 1
(um) ano. Constituem cada Colegiado os professores das disciplinas que integram o Curso e
um representante do corpo discente, indicado pela representação estudantil.
Cada Colegiado é responsável pelo planejamento, distribuição e execução das tarefas
que lhe são peculiares, em todos os níveis e para todos os fins da educação superior, em
subordinação aos órgãos superiores de coordenação do ensino e da pesquisa na forma do
Regimento.
Compete ao Colegiado de Curso:

Distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão entre seus professores,
respeitadas as especialidades e coordenar-lhes as atividades;

Aprovar os programas e planos de ensino das disciplinas dos cursos de
graduação, pós-graduação e de cursos de extensão e cursos sequenciais;

Elaborar os projetos de ensino, pesquisa e de extensão e supervisionar a sua
realização, depois de aprovados pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão;

Pronunciar-se sobre aproveitamento de estudos e adaptações de alunos
transferidos e diplomados;

Opinar sobre admissão, promoção e afastamento de seu pessoal docente;
111

Aprovar o plano e o calendário anual de atividades do Colegiado elaborado
pelo seu Coordenador;

Aprovar ingresso de portadores de diploma de curso superior para ocupar
vagas remanescentes de vestibular;

Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em Lei e no
Regimento.
2.5.6 Informações do corpo docente do curso
O texto constitucional, sob a égide do capítulo direcionado a Educação, traz o conceito
da Universidade, direcionando suas atividades no sentido da busca constante pela
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, estas instituições ensejam
um amparo substantivo de pesquisadores, especificamente os que possuam uma formação no
âmbito do Doutoramento.
Com o advento da democratização do ensino superior, especificamente por meio da
atuação das instituições privadas, destaca-se uma nova formação arrolada ao perfil docente, o
qual enseja a compreensão dos aspectos curriculares, mas também busca evidenciar a relação
entre teoria e prática na formação do egresso. Contudo, é evidente a preocupação relativa à
titulação acadêmica, já que esta é imprescindível a atuação docente e substantiva na
construção de uma estrutura vinculada a qualidade.
A FUCAP enseja um perfil docente que busque a convergência de esforços na
consolidação de uma identidade construída no alicerce do ensino por qualidade. Destarte, a
Instituição se esmera por desenvolver competências no sentido de qualificar os docentes no
âmbito de sua identidade e, sobretudo, promover um entendimento da complexidade dos
diversos perfis sociais envolvidos com o ensino superior.
Nesta ótica, com base nos registros institucionais, a Instituição obedece ao disposto no
instrumento de avaliação de cursos. E neste retrato, percebe-se que a Instituição possui em seu
corpo docente um número de, aproximadamente, 44% de seus docentes com formação
acadêmica obtida em programas de Pós-Graduação Srticto-Sensu, os quais possuem a
titulação de Mestre. Destaca-se, ainda, a atuação dos professores especialistas, numa esfera
de, aproximadamente 30%, os quais apresentam significativa experiência profissional em
aderência à disciplina que ministram. Destaca-se que não existem professores graduados no
âmbito do curso.
112
A partir desta orientação, a Instituição enseja a observância da Portaria 23/2010, a qual
propõe uma nova métrica para a mensuração do Conceito Preliminar de Curso e,
consequentemente, do Índice Geral de Cursos. Neste sentido, a FUCAP vale-se da
prerrogativa de manter professores com o título de Mestre em seu corpo docente, valorizando
a experiência acadêmica destes profissionais e ensejando a relação destes profissionais com os
demais docentes com título de especialista, sobretudo no âmbito da troca de experiências
profissionais.
O processo de consolidação da Pós-Graduação no Brasil trouxe diversos benefícios ao
fomento de práticas de ensino e aprendizagem no âmbito da Educação Superior,
especialmente em função de processos de qualificação da força operacional de trabalho das
Instituições. Anualmente, de acordo com o Plano Nacional de Pós-Graduação, aumentam os
indicadores de titulação e os profissionais titulados passam a se tornarem aptos ao
desenvolvimento de atividades de docência na educação superior. Mesmo com este aumento,
ainda é importante destacar que algumas áreas não são devidamente acolhidas com a
formação adequada, sobretudo em função da necessidade de se atentar para a valorização da
profissão.
As políticas educacionais propostas pelo Plano Nacional da Educação, especialmente
na versão que se encontra em vias de ser aprovada, passam a nortear o importante fundamento
de se constituir um corpo docente qualificado e apto a desenvolver atividades de
aprendizagem pautadas na reflexão crítica e na produção de conhecimento. Contudo, áreas
profissionais prioritárias para o desenvolvimento do país ainda não são atendidas com a
formação de Doutores, tornando difícil a alocação de profissionais com este tipo de titulação.
Quanto à profissão contábil, esse fato se agrava quando considerados que para um mercado de
aproximadamente 291 mil contadores registrados no Conselho Federal de Contabilidade, e
para uma população de 1.052 cursos presenciais de bacharelado em Ciências Contábeis,
existem apenas 4 cursos de doutorado. A discrepância é ainda maior quando comprado com a
situação norte-americana. Enquanto no Brasil existem 4 cursos de doutorado em
Contabilidade em atividade em 2011, nos EUA existem 91 programas (SOARES e
PFITSCHER, 2012).
Mesmo com essa dificuldade, a FUCAP se esmera para atender a esta estrutura,
sobretudo pelo fato substantivo de permitir uma formação integral do acadêmico egresso.
Com um perfil voltado para as atividades técnicas, a FUCAP preza pela valorização dos
professores com a certificação de especialistas, tendo nestes profissionais os principais
responsáveis pela integração entre a teoria e prática em âmbito profissional. Contudo, a
113
Instituição busca nos professores Mestres e Doutores o equilíbrio necessário entre o
tecnicismo e a epistemologia, fomentando competências nos projetos pedagógicos que são
fundamentais para o desenvolvimento da profissão.
A democratização do Ensino Superior no Brasil remete a uma reflexão sobre a
importância da experiência profissional dos docentes, sobretudo na busca pela aderência entre
suas atividades de formação e o que desenvolvem em suas atividades no mercado de trabalho.
Neste sentido, é importante evidenciar que tal fato pode inviabilizar a presença dos docentes
em tempo integral na Instituição.
Com base nestas perspectivas, a Instituição busca profissionais que possam contribuir
com suas experiências e que busquem compreender a complexidade inerente ao ensino
superior, sobretudo em seu âmbito privado. Neste caso, busca-se a contratação de professores
que contribuam de maneira parcial, os quais participam das reflexões no sentido de consolidar
os aspectos curriculares e operacionais do curso.
Destaca-se ainda, a oportunidade de participação nas instâncias decisórias da
instituição e a colaboração nos projetos institucionais, determinando um clima organizacional
favorável, tal como elenca um dos valores institucionais. Esses elementos perfazem um
conjunto de programas, e quando bem integrados e coerentes entre si, possibilitam o
estabelecimento de indicadores da melhoria da atuação docente na Instituição.
A FUCAP pauta seu relacionamento com o corpo docente e técnico-administrativo
mediante a implementação de políticas de relações humanas, sob a orientação de seus valores
e devidamente vinculados à sua missão. Este processo evidencia a importância do profissional
como ser humano e participante ativo das estratégias da Instituição.
Para o Regime Horista, os docentes são contratados com base na legislação trabalhista
vigente e na Convenção Coletiva de Trabalho, abrangendo a categoria econômica dos
estabelecimentos particulares de ensino e a categoria profissional dos professores. Esse
regime estabelece que o professor horista não poderá ultrapassar a carga horária semanal de
36 horas e também deve proporcionar a remuneração por qualquer atividade desenvolvida
além das atuações vinculadas ao salário-aula. O que estiver acima destas considerações, passa
a ser enquadrado como professor em regime de trabalho parcial. Já aos membros do corpo
docente em Regime de Tempo Integral são indicados pela Mantenedora e desempenham
atividades acadêmicas designadas pelo Diretor Geral da SECAB, especificamente
direcionadas ao planejamento e avaliação curricular ou institucional.
Os índices mostrados revelam os desafios de uma instituição particular, situada na
região sul do estado de Santa Catarina e exposta a uma alta concorrência local. Para se manter
114
nesse mercado competitivo e carente de professores titulados, a FUCAP, com base nas
inferências da CPA, deve destinar recursos oriundos de sua receita de anuidades para
qualificação dos docentes, ofertando bolsas, ou incentivos de estudos, para cursos de
Mestrado e Doutorado em instituições nacionais devidamente recomendadas pela CAPES.
2.6 ESTRUTURA FÍSICA
A infraestrutura da FUCAP converge à construção de condições gerais para o
desenvolvimento do ensino presencial da graduação, da extensão e da Pós-Graduação – lato
sensu – a partir de suas especificidades. Neste contexto, a formação acadêmica requer um
ensino integrado aos preceitos da ciência e a extensão, provendo instalações e recursos que
exigem da mantenedora e dos gestores a utilização de investimentos racionais na aquisição de
recursos, manutenção, atualização dos equipamentos e acervos e na ampliação, limpeza,
funcionalidade e adequação dos espaços físicos.
Os espaços da instituição tornam-se canais abertos ao processo formativo, os quais são
adicionados ao corpo docente e à estrutura administrativa da FUCAP. Nesta dimensão, as
investigações da infraestrutura física na Instituição se justifica a partir da oferta de uma
estrutura qualificada ao corpo social, sobretudo por meio de uma compreensão pautada no
desenvolvimento dos equipamentos e serviços oferecidos.
Nesse contexto, esta seção trata da estrutura física da instituição no que se refere às
salas de aula e ambiente de trabalho para os professores, acesso dos acadêmicos aos
equipamentos de informática e biblioteca.
2.6.1 Sala de Aula e Ambiente de Trabalho para os Professores
No prédio da FUCAP são 30 salas que abrigam os três cursos de graduação e os
programas de extensão e especialização lato sensu.
As investigações da avaliação
demonstram que é perceptível a coerência da estrutura física com a adequação dos programas
de graduação, já que a comunidade acadêmica, sobretudo acadêmicos e professores, atestam a
qualidade dos aspectos físicos.
Destaca-se também que a FUCAP se utiliza o PDI como base para as orientações e o
desenvolvimento dos aspectos físicos, o que concerne à construção de um plano de
manutenção e adequação de determinados materiais de utilização no âmbito dos programas
institucionais.
115
Com relação à utilização da tecnologia da informação, especificamente vislumbrando
o seu crescimento em âmbito de graduação, a FUCAP buscará desenvolver sua estrutura física
que já conta com uma aparelhagem completa para o desenvolvimento do ensino da graduação,
com destaque para as salas de aula que contém os seguintes itens: uma estrutura de alto
desempenho nas salas de aula, a partir dos equipamentos instalados, destacando os seguintes:
•
Antena para acesso à Internet sem fio;
•
Retroprojetor multimídia;
•
Carteiras adaptadas para utilização de Notebook.
A utilização destes instrumentos se aperfeiçoa a cada ano, permitindo a inserção
tecnológica de alto desempenho, diferenciando a estrutura física das salas de aula da FUCAP.
Importante destacar que os laboratórios da possuem um Plano de Atualização dos
softwares e equipamentos disponíveis na Instituição, contribuindo de maneira sistemática à
consolidação dessa estrutura. A partir dos procedimentos de avaliação interna, é possível
perceber que as Salas de Aula da FUCAP, sobretudo as utilizadas no curso de Ciências
Contábeis, atendem de modo excelente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação,
acústica, ventilação, conservação e comodidade, qualificando os aspectos inerentes à
transmissão do conhecimento e a comodidade do acadêmico e do professor.
A FUCAP pauta seu relacionamento com o corpo docente e técnico-administrativo
mediante a implementação de políticas de relações humanas, sob a orientação de seus valores
e devidamente vinculados à sua missão. Esse processo evidencia a importância do profissional
como ser humano e participante ativo das estratégias da Instituição. Neste sentido, a oferta de
condições de trabalho recebe uma considerável atenção, evidenciando a oferta de uma
estrutura qualificada e que permite o trabalho de acordo com as premissas da qualidade. Sob
este aspecto, destacam-se as salas de aula e os laboratórios climatizados, a sala dos
professores com acesso a internet sem fio assim como em toda a estrutura da FUCAP e que
permite que professores e acadêmicos estejam constantemente em contato. Destaca-se
também, o apoio a reprodução de material didático e de modernos equipamentos audiovisuais
para utilização em sala de aula.
Em linhas gerais, o ambiente de trabalho na Instituição oferece condições para o
trabalho docente, sobretudo ao ofertar um ambiente para reflexões e discussões sobre a
construção curricular direcionada ao semestre letivo. Além disso, a Direção Geral da
Instituição oferece condições para que as reflexões gerais efetuadas pelo conjunto de
professores da Instituição, e do referido Curso, sejam realizadas em ambientes fora da
116
estrutura física da FUCAP, promovendo, entre outros aspectos, a integração entre os diversos
agentes que compõem o corpo docente da Instituição.
Tal postura induz ao aumento da criatividade pessoal docente para desenvolver
programas de pesquisa e de extensão, melhorando a sintonia docente e discente com as
demandas da sociedade regional, nacional e internacional e introduzindo o docente como
diferencial competitivo na FUCAP. No âmbito da Instituição, a Sala dos Professores aglutina
uma estrutura climatizada e que comporta os membros do corpo docente com conforto e com
os equipamentos necessários para o pleno desempenho do planejamento das aulas e das
discussões necessárias a formalização do escopo curricular. De igual modo, a estrutura
direcionada para a sala dos professores atende plenamente aos requisitos essenciais aos fins
propostos, destacando a dimensão, que permite alocar confortavelmente os professores, a
limpeza, realizada diuturnamente pelos responsáveis por estes serviços na Instituição. Da
mesma forma, pode-se evidenciar a acústica, a ventilação, visto que a sala possui um
climatizador de ar, a conservação dos equipamentos e a comodidade ofertada pela estrutura
designada.
2.6.2 Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Acadêmicos
O acesso aos equipamentos de informática pelos acadêmicos da FUCAP é substantivo,
ao passo de se considerar a disponibilidade de terminais com acesso a internet na proporção
de um terminal para trinta e cinco acadêmicos matriculados em todos os cursos de graduação
da Instituição.
A FUCAP dispõe de uma moderna estrutura de informação e comunicação, contando
com uma assessoria que promove a consolidação dos princípios vinculados à tecnologia na
Instituição. Estes profissionais estão segmentados em diversos âmbitos de conhecimento,
prestando serviços no âmbito estrutural e de software, amparando a utilização das plataformas
tecnológicas e auxiliando a gestão administrativa da Instituição.
Este setor torna-se responsável pelo pleno funcionamento de todos os equipamentos
do curso de Ciências Contábeis da Instituição, garantindo o pleno acesso às informações a
partir de qualquer terminal, mantendo o acesso à internet à todos os acadêmicos, professores e
colaboradores da FUCAP. Os responsáveis por este segmento se dividem nas funções de
programadores, técnicos em redes e equipamentos, desenvolvedores e controladores de
bancos de dados, contando com a contribuição de um estagiário.
117
Com a intenção de garantir o pleno acesso aos equipamentos de informática,
servidores e serviços de rede de computadores, além da comunicação interna e externa da
Instituição, o Departamento de Informática mantém alguns serviços complementares,
destacando o apoio do sistema UNIMESTRE.
A FUCAP possui Laboratórios específicos e apropriados aos seus cursos de
graduação, sendo que há um núcleo responsável pela conservação dos equipamentos,
substituição e aquisição de materiais em conformidade com as necessidades apresentadas
durante os semestres letivos. Entretanto, não existe uma previsão determinada ou um plano
necessário à atualização ou a fundamentação do trabalho para os laboratórios.
A estrutura dos laboratórios de informática é preparada para receber 50 acadêmicos,
sendo que estão de acordo com as premissas dos instrumentos avaliativos, os quais concernem
em um número determinado de acadêmicos por base de trabalho. Neste caso, tendo em vista a
reorientação do PDI e a implantação de novos cursos de graduação e pós-graduação na
Instituição a CPA FUCAP sugere que sejam adquiridos novos equipamentos a partir da
construção de um plano de desenvolvimento, manutenção e aquisição de novos materiais para
os laboratórios da Instituição.
Os laboratórios apresentam uma estrutura muito boa, especificamente em relação aos
equipamentos disponíveis. Isso fica claro a partir dos dados emitidos por acadêmicos e
professores nos processos avaliativos, já que a estrutura dos laboratórios atende de maneira
adequada às necessidades pedagógicas. A Instituição ainda dedica-se ao estudo da
necessidade de se constituir um plano de manutenção e aquisição de materiais, com vias a
proporcionar a implantação de uma nova estrutura. Assim como na biblioteca, isso vai
consolidar as diretrizes substantivas à utilização destes equipamentos, bem como as
penalidades pelo mau uso.
2.6.3 Biblioteca
A Biblioteca é um órgão de atividades meio da FUCAP, e sua missão é desenvolver e
colocar à disposição da comunidade acadêmica um acervo bibliográfico que atenda às
necessidades de informação para as atividades de ensino, pesquisa e iniciação científica,
adotando modernas tecnologias para o tratamento, recuperação e transferência da informação
e catalogação dos volumes.
A estrutura da Biblioteca, no contexto da graduação superior deve atender aos
conteúdos curriculares nas proporções descritas aos títulos bibliográficos e que compõem a
118
proporção delimitada às indicações básicas e complementares. Neste contexto, a estrutura da
biblioteca da instituição deve permitir que a catalogação das indicações, bem como a
comprovação de patrimônio dos títulos, além de compreender a oferta dos títulos
complementares e periódicos vinculados ao curso.
2.6.3.1 Biblioteca Básica
Na FUCAP, com base nas orientações dos preceitos avaliativos e que consolidam a
qualidade dos programas de graduação, o planejamento institucional promulgará a adequação
constante da Biblioteca, a partir das diretrizes propostas pelos órgãos reguladores do ensino
superior. Desse modo, a cada semestre e com o auxilio dos professores e demais membros da
comunidade acadêmica, serão realizados fóruns e simpósios institucionais que promulguem a
relevância da biblioteca no contexto dos programas de graduação da FUCAP.
Os títulos da Bibliografia Básica possuem significativa relevância no contexto do
desenvolvimento curricular do Curso de Ciências Contábeis da FUCAP, visto que orientam a
construção do conhecimento e as métricas de aprendizagem propostas pelo corpo docente da
Instituição. Os livros, de acordo com as orientações institucionais, devem ser aderentes a
ementa da disciplina e estar disponível ao acadêmico a partir de uma proporção coerente com
as necessidades ensejadas.
Neste caso, especificamente para o curso de Ciências Contábeis, as políticas
institucionais da FUCAP se esmeram em oferecer a quantidade especificada pelos
regulamentos propostos ao ensino superior. Percebe-se, com base nestas orientações, que a
Biblioteca da Instituição, direcionada ao curso de Ciências Contábeis, alicerça a construção
dos planos de ensino, sobretudo em função da necessidade do amparo bibliográfico ao
desenvolvimento das disciplinas.
As reuniões de colegiado visam orientar aos professores na construção do plano de
ensino, especificamente na utilização dos títulos disponíveis na biblioteca e, sobretudo, na
observância da quantidade mínima estipulada na FUCAP. Assim sendo, os docentes devem
utilizar um número de 3 (três) títulos, vinculando os conteúdos às suas disciplinas e
utilizando-se destas bases bibliográficas para a consolidação de sua ementa.
A partir desta orientação, pode-se perceber que o acervo da Instituição, designado ao
curso em analise, atende aos pressupostos básicos e necessários à consecução dos objetivos
das disciplinas. Desse modo, dentro das suas políticas estruturantes, a Biblioteca atende aos
Planos de Ensino em quantidade suficiente, sendo que todos os títulos disponíveis encontram-
119
se tombados e informatizados, na medida em que são possíveis, a atualizados. Há de se
considerar, contudo, que a Instituição busca, na medida dos esforços da Mantenedora,
desenvolver um plano de aquisição e atualização direcionado à Biblioteca, ensejando, entre
outros aspectos, a contribuição direta do professor nesta construção.
2.6.3.2 Biblioteca Complementar
A Bibliografia Complementar visa consolidar a formação do acadêmico e o
posicionamento dos objetivos do curso, sobretudo no sentido de estruturar os aspectos
cognitivos e orientar o aprendizado. Neste sentido, os títulos devem variar entre suas
estruturas, com vias a promover um significativo contato com produções de qualidade e que
possam, entre outros aspectos, direcionar a compreensão do acadêmico no sentido de elucidar
os aspectos estruturantes da disciplina.
A partir da orientação do PDI da FUCAP, identifica-se um aspecto fundamental no
sentido da qualificação do acervo da Instituição, visto que há a prerrogativa da atualização
constante e da busca por novas orientações com vias ofertar, aos acadêmicos, um acervo de
qualidade e sustentado por títulos de utilização constante. No curso de Ciências Contábeis da
FUCAP, a Bibliografia Complementar serve como instrumento auxiliar na formação do
acadêmico, devendo estar vinculada a disciplina ou a algum aspecto norteador do Plano de
Ensino. Contudo, estes títulos devem estar disponíveis na Biblioteca, sendo estes
fundamentais à consecução dos objetivos cognitivos das disciplinas.
Nas reuniões de colegiado, os membros do Corpo Docente do curso de Ciências
Contábeis recebem as devidas orientações sobre a construção do Plano de Ensino, com
destaque precípuo à utilização das referências complementares. Neste caso, o professor é
levado até a Biblioteca, onde escolhe as principais obras que vão compor sua disciplina e
determinando em qual momento vai utilizá-la.
Com base nesta orientação, os professores são levados a uma reflexão relevante no
sentido de buscar a interdisciplinaridade na utilização destes títulos, sobretudo no sentido de
levar os acadêmicos a uma reflexão sobre a relevância do contato com estas obras e de sua
utilização no direcionamento curricular do semestre. Dessa forma, o Professor é incitado a
utilizar estes títulos, sobretudo com a intenção de levar o acadêmico a uma reflexão sobre a
importância das conexões entre as diversas disciplinas do curso.
Assim sendo, os planos de ensino devem, obrigatoriamente, contar com um número de
cinco títulos bibliográficos no campo complementar, devendo estes manifestar uma aderência
120
significativa com as interconexões entre as disciplinas, consolidando a coerência teórico
metodológica prospectada no PPI da Instituição. Fica claro, portanto, que a Instituição se
esmera em cumprir o exposto em seu planejamento, especificamente no sentido de qualificar
seus planos de ensino no sentido de contemplarem os exemplares bibliográficos citados no
documento, os quais são plenamente contemplados em todo este contexto.
2.6.4 Periódicos especializados
As políticas de atendimento ao estudante, sobretudo aplicadas ao curso de Ciências
Contábeis, ensejam aspectos vinculados à contribuição na formação do acadêmico, sobretudo
no sentido de promover a prática acadêmica e a interdisciplinaridade por meio da interação
dos conteúdos curriculares. Neste sentido, a colaboração do corpo docente na indicação de
títulos e periódicos torna-se relevante no contexto do ensino, sobretudo visto o fato da
importância da contribuição destes materiais na formação do egresso.
Os princípios vinculados a tecnologia da informação e, principalmente, as constantes
mudanças que permeiam a profissão contábil requerem, entre outros aspectos, o contato
profícuo com materiais de qualidade que ensejam a indissociabilidade entre ensino, iniciação
científica e extensão, considerando conteúdos inerentes ao currículo. Os periódicos, neste
sentido, passam a direcionar estudos de caso e trabalhos importantes e que qualificam os
procedimentos de ensino e aprendizagem no contexto institucional.
A Biblioteca atende aos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Hotelaria e aos
cursos de Pós-Graduação, disponibilizando, em 2011, um número de quase 13.500
exemplares segmentados em Livros, Periódicos e demais materiais bibliográficos. Neste
aspecto, a contribuição de portais de pesquisa promove o acesso a base de dados da CAPES, a
qual é utilizada no sentido de amparar a utilização dos títulos bibliográficos e orientar a
estruturação dos procedimentos de ensino e aprendizagem no sentido de contemplar a
formação do egresso.
A estrutura da Biblioteca existe na FUCAP desde sua concepção, atendendo as
necessidades dos acadêmicos e professores e seguindo as orientações institucionais rumo à
melhoria dos serviços ofertados a todos os usuários. Neste caso, o a Biblioteca acompanhou o
desenvolvimento da FUCAP, automatizando seus serviços e adquirindo novos serviços e
aumentando, consideravelmente, seu acervo desde sua concepção a partir da contribuição do
acesso à base de dados da CAPES, mesmo que a de domínio público.
121
Contudo, a avaliação interna desenvolvida pela CPA destaca algumas recomendações
necessárias ao desenvolvimento desta ferramenta, orientando a gestão institucional a destinar
recursos à expansão estrutural da biblioteca e de seu acervo bibliográfico, como forma de
oferecer materiais qualificados no atendimento às necessidades curriculares dos programas de
Graduação e Pós-Graduação, além da busca por periódicos representativos de acesso virtual.
Assim sendo, há de se destacar o compromisso da Instituição, especificamente de seus
gestores, no sentido de promover a expansão bibliográfica da Biblioteca da FUCAP,
especificamente por meio da aquisição e acesso de novos periódicos, os quais possuem, sem
sombra de dúvida, conteúdos contemporâneos e relevantes na formação do egresso em
Ciências Contábeis.
2.7 INFRAESTRUTURA E LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
Esta seção trata do acesso aos equipamentos de informática considerando os
laboratórios especializados disponíveis aos discentes, bem como, da infraestrutura física do
curso.
2.7.1 Laboratórios
O acesso aos equipamentos de informática pelos acadêmicos da FUCAP é substantivo,
ao passo de se considerar a disponibilidade de terminais com acesso a internet na proporção
de um terminal para trinta e cinco acadêmicos matriculados em todos os cursos de graduação
da Instituição.
A FUCAP dispõe de uma moderna estrutura de informação e comunicação, contando
com uma assessoria que promove a consolidação dos princípios vinculados à tecnologia na
Instituição. Estes profissionais estão segmentados em diversos âmbitos de conhecimento,
prestando serviços no âmbito estrutural e de software, amparando a utilização das plataformas
tecnológicas e auxiliando a gestão administrativa da Instituição.
Este setor torna-se responsável pelo pleno funcionamento de todos os equipamentos
do curso de Ciências Contábeis da Instituição, garantindo o pleno acesso às informações a
partir de qualquer terminal, mantendo o acesso à internet à todos os acadêmicos, professores e
colaboradores da FUCAP. Os responsáveis por este segmento se dividem nas funções de
122
programadores, técnicos em redes e equipamentos, desenvolvedores e controladores de
bancos de dados, contando com a contribuição de um estagiário.
Com a intenção de garantir o pleno acesso aos equipamentos de informática,
servidores e serviços de rede de computadores, além da comunicação interna e externa da
Instituição, o Departamento de Informática mantém alguns serviços complementares,
destacando o apoio UNIMESTRE.
A FUCAP possui laboratórios específicos e apropriados aos seus cursos de graduação,
sendo que há um núcleo responsável pela conservação dos equipamentos, substituição e
aquisição de materiais em conformidade com as necessidades apresentadas durante os
semestres letivos. Entretanto, não existe uma previsão determinada ou um plano necessário à
atualização ou a fundamentação do trabalho para os laboratórios.
A estrutura dos laboratórios de informática é preparada para receber 50 acadêmicos,
sendo que estão de acordo com as premissas dos instrumentos avaliativos, os quais concernem
em um número determinado de acadêmicos por base de trabalho. Neste caso, tendo em vista a
reorientação do PDI e a implantação de novos cursos de graduação e pós-graduação na
Instituição a CPA FUCAP sugere que sejam adquiridos novos equipamentos a partir da
construção de um plano de desenvolvimento, manutenção e aquisição de novos materiais para
os laboratórios da Instituição.
Os laboratórios apresentam uma estrutura muito boa, especificamente em relação aos
equipamentos disponíveis. Isso fica claro a partir dos dados emitidos por acadêmicos e
professores nos processos avaliativos, já que a estrutura dos laboratórios atende de maneira
adequada às necessidades pedagógicas. A Instituição ainda dedica-se ao estudo da
necessidade de se constituir um plano de manutenção e aquisição de materiais, com vias a
proporcionar a implantação de uma nova estrutura. Assim como na biblioteca, isso vai
consolidar as diretrizes substantivas à utilização destes equipamentos, bem como as
penalidades pelo mau uso.
2.7.2 Infraestrutura Física do Curso
A FUCAP, sobretudo em sua estrutura física, possui um caráter dinâmico e sustentado
na orientação de sua oferta a partir dos aspectos qualitativos. Assim sendo, os gestores
institucionais se esmeram em oferecer as condições de trabalho de acordo com as
necessidades de seu corpo social, destacando, neste contexto, o atendimento ao corpo docente,
realizado no âmbito de sua estrutura física. No ano de 2012, há a previsão do acréscimo de
123
mais equipamentos para a consolidação das salas de aula em ambientes tecnológicos, e que
permitirá buscar a oferta de novos cursos de graduação.
As instalações da Direção Geral e o complexo de gabinetes na unidade sede abrigam
todos os segmentos deliberativos da Instituição, bem como os órgãos responsáveis pelas
relações institucionais com a comunidade. Na unidade sede, percebe-se que as instalações são
amplas e confortáveis, reservadas aos trabalhos acadêmicos, o que indica que o planejamento
e a orientação para os investimentos devem ser planejadas, mantendo e, se for o caso,
aumentando a qualidade estrutural no processo de crescimento institucional.
Na unidade sede encontram-se as instalações específicas à Secretaria de Registro
Acadêmico e às demais funções acadêmicas da Instituição, cumprindo suas orientações
emendadas nos documentos institucionais. A unidade sede ainda conta com as salas de aulas e
da direção, a salas dos coordenadores de curso, a secretaria de matriculas, a CPA, as salas dos
professores, as salas do apoio logístico, as cozinhas, os banheiros, a lanchonete e o
restaurante. Destaca-se, neste contexto, a equipe de colaboradores responsável por controlar
estas atividades, os quais estão devidamente amparados à gestão institucional.
Complementando as atividades acadêmicas, a FUCAP ainda conta com espaços
específicos e que servem de apoio à integração teórico-prática dos conhecimentos, destacando
o Auditório com capacidade para 500 pessoas, os dois laboratórios com capacidade para 50
acadêmicos cada, a Biblioteca com capacidade plena para o atendimento aos membros do
corpo social. A partir deste registro, percebe-se que a FUCAP, especificamente em sua
estrutura física, contempla uma estrutura devidamente equipada para as deliberações do
Coordenador do Curso e para o atendimento aos professores em vias de reuniões de
planejamento curricular ou demais reflexões que sejam pertinentes. Nesta estrutura, destacamse as evidências tecnológicas, sendo que possuem acesso irrestrito à Internet e atendem de
modo suficiente e pleno os aspectos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação,
conservação e comodidade.
Importa destacar também que a FUCAP apresenta dependências para as atividades dos
Professores contratados em regime de tempo integral, na medida em que existe demanda para
o desenvolvimento de trabalhos interdependentes. As estruturas são compartilhadas com
docentes de outros cursos e ainda são adequadas as necessidades de trabalho dos docentes,
permitindo que exista uma estrutura confortável e aderente as demandas que se apresentam
em função do ensino de qualidade ensejado pela FUCAP.
A FUCAP pauta seu relacionamento com o corpo docente e técnico-administrativo
mediante a implementação de políticas de relações humanas, sob a orientação de seus valores
124
e devidamente vinculados à sua missão. Este processo evidencia a importância do profissional
como ser humano e participante ativo das estratégias da Instituição. Neste sentido, a oferta de
condições de trabalho recebe uma considerável atenção, evidenciando a oferta de uma
estrutura qualificada e que permite o trabalho de acordo com as premissas da qualidade. Sob
este aspecto, destacam-se as salas de aula e os laboratórios climatizados, a sala dos
professores com acesso a internet sem fio assim como em toda a estrutura da FUCAP e que
permite que professores e acadêmicos estejam constantemente em contato. Destaca-se
também, o apoio a reprodução de material didático e de modernos equipamentos audiovisuais
para utilização em sala de aula.
Em linhas gerais, o ambiente de trabalho na Instituição oferece condições para o
trabalho docente, sobretudo ao ofertar um ambiente para reflexões e discussões sobre a
construção curricular direcionada ao semestre letivo. Além disso, a Direção Geral da
Instituição oferece condições para que as reflexões gerais efetuadas pelo conjunto de
professores da Instituição, e do Curso de Ciências Contábeis, sejam realizadas em ambientes
fora da estrutura física da FUCAP, promovendo, entre outros aspectos, a integração entre os
diversos agentes que compõem o corpo docente da Instituição.
Tal postura induz ao aumento da criatividade pessoal docente para desenvolver
programas de pesquisa e de extensão, melhorando a sintonia docente e discente com as
demandas da sociedade regional, nacional e internacional e introduzindo o docente como
diferencial competitivo na FUCAP. No âmbito da Instituição, a Sala dos Professores aglutina
uma estrutura climatizada e que comporta os membros do corpo docente com conforto e com
os equipamentos necessários para o pleno desempenho do planejamento das aulas e das
discussões necessárias a formalização do escopo curricular. De igual modo, a estrutura
direcionada para a sala dos professores atende plenamente aos requisitos essenciais aos fins
propostos, destacando a dimensão, que permite alocar confortavelmente os professores, a
limpeza, realizada diuturnamente pelos responsáveis por estes serviços na Instituição. Da
mesma forma, pode-se evidenciar a acústica, a ventilação, visto que a sala possui um
climatizador de ar, a conservação dos equipamentos e a comodidade ofertada pela estrutura
designada.
A infraestrutura da FUCAP converge à construção de condições gerais para o
desenvolvimento do ensino presencial da graduação, da extensão e da Pós-Graduação – lato
sensu – a partir de suas especificidades. Neste contexto, a formação acadêmica requer um
ensino integrado aos preceitos da ciência e a extensão, provendo instalações e recursos que
exigem da mantenedora e dos gestores a utilização de investimentos racionais na aquisição de
125
recursos, manutenção, atualização dos equipamentos e acervos e na ampliação, limpeza,
funcionalidade e adequação dos espaços físicos.
Os espaços da instituição tornam-se canais abertos ao processo formativo, os quais são
adicionados ao corpo docente e à estrutura administrativa da FUCAP. Nesta dimensão, as
investigações da infraestrutura física na Instituição se justifica a partir da oferta de uma
estrutura qualificada ao corpo social, sobretudo por meio de uma compreensão pautada no
desenvolvimento dos equipamentos e serviços oferecidos.
No prédio da FUCAP são 30 salas que abrigam os três cursos de graduação e os
programas de extensão e especialização lato sensu.
As investigações da avaliação
demonstram que é perceptível a coerência da estrutura física com a adequação dos programas
de graduação, já que a comunidade acadêmica, sobretudo acadêmicos e professores, atestam a
qualidade dos aspectos físicos.
Destaca-se também que a FUCAP se utiliza do PDI como base para as orientações e o
desenvolvimento dos aspectos físicos, o que concerne à construção de um plano de
manutenção e adequação de determinados materiais de utilização no âmbito dos programas
institucionais.
Com relação à utilização da tecnologia da informação, especificamente vislumbrando
o seu crescimento em âmbito de graduação, a FUCAP buscará desenvolver sua estrutura física
que já conta com uma aparelhagem completa para o desenvolvimento do ensino da graduação,
com destaque para as salas de aula que contem os seguintes itens: uma estrutura de alto
desempenho nas salas de aula, a partir dos equipamentos instalados, destacando os seguintes:

Antena para acesso à Internet sem fio;

Retroprojetor multimídia;

Carteiras adaptadas para utilização de Notebook.
A utilização destes instrumentos se aperfeiçoa a cada ano, permitindo a inserção
tecnológica de alto desempenho, diferenciando a estrutura física das salas de aula da FUCAP.
É importante destacar que os laboratórios da FUCAP possuem um Plano de
Atualização dos softwares e equipamentos disponíveis na Instituição, contribuindo de maneira
sistemática à consolidação desta estrutura. A partir dos procedimentos de avaliação interna, é
possível perceber que as Salas de Aula da FUCAP atendem de modo excelente aos requisitos
de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade,
qualificando os aspectos inerentes à transmissão do conhecimento e a comodidade do
acadêmico e do professor.
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3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O ensino superior, em uma abordagem epistemológica, parte do pressuposto que
direciona a formação de agentes capacitados a refletir de modo sistêmico na orientação
construtivista de uma nova sociedade. Sob este contexto, Melo (2002) destaca o aspecto
colaborativo da Universidade no sentido de promover a qualificação do entorno no qual ela
está inserida. Contudo, para que tal fato se consolide, há de se observar os dispostos
constitucionais inerentes ao exercício do ensino superior, especificamente na observância de
seus aspectos de qualidade.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – regulamenta o disposto no
texto constitucional, ao qual inclui os pressupostos elencados no sentido da promoção do
ensino superior com qualidade. Neste sentido, no lume de seu artigo 209 expõem-se os
direcionamentos vinculados a oferta do ensino superior sob a égide das questões vinculadas a
qualidade. Sob estes aspectos, a avaliação da qualidade no ensino superior passa a regular e
direcionar a autorização e o credenciamento de novas instituições a partir de preposições
elencadas pelos órgãos reguladores.
Os aspectos estruturantes da revisão sistemática permitem elucidar as evidências
empíricas sobre a aprendizagem no contexto gerencial do ensino superior, elencando métodos
e sistemas que permitem compartilhar experiências, ferramentas e processos que ensejem a
construção do conhecimento. Nesta preposição, as construções teórico-metodológicas no
sentido de sedimentar a memória organizacional neste segmento devem partir do pressuposto
do respeito aos princípios estruturais e técnicos de cada modelo institucional, solidificando
premissas inerentes à construção de uma organização que aprende.
Com base neste pressuposto, a construção de uma organização orientada ao
aprendizado deve partir da utilização dos ativos intangíveis disponíveis na instituição,
consolidando a estruturação cognitiva sob o lume dos aspectos gerenciais. Desse modo,
pressupõe-se uma evidencia concreta, onde a convergência de esforços passa pela
compreensão do sistema processual da organização do ensino superior.
O papel do Curso de Ciências Contábeis nesse processo é cumprir seus objetivos
propostos de acordo com os ideais da Instituição no sentido de corroborar com o
desenvolvimento do ensino superior na região, com expansão da própria instituição e,
sobretudo, com o desenvolvimento das inovações propostas pela FUCAP.
Portanto, se a missão da FUCAP é “desenvolver, por meio da educação superior de
excelência, o potencial realizador das pessoas, contribuindo para a formação de cidadãos
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sadios habilitados para a profissão, para a vida e integrados à comunidade”, cabe ao Curso
de Ciências Contábeis o comprometimento em formar profissionais competentes para
acompanhar o processo de evolução e desenvolvimento econômico-financeiro da região e,
principalmente, formar cidadãos éticos, responsáveis e de confiança.
Cabe destacar que as políticas institucionais delineadas no Projeto Pedagógico
Institucional – PPI alinhadas ao Projeto Pedagógico do Curso – PPC, formam o conjunto de
polícias de ensino para a graduação de Ciências Contábeis e representam ações indispensáveis
para que todo esse processo aconteça.
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PPC - curso de Ciências Contábeis