AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CABECEIRAS DE BASTO PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO Ano Letivo 2011/2012 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 ÍNDICE 1 - PREÂMBULO ....................................................................................................................................... 6 1.1 - Introdução .................................................................................................................................. 7 1.2 - Enquadramento Legal ................................................................................................................ 8 1.3 - Período de vigência e destinatários ........................................................................................... 9 1.4 - Temáticas do Projeto Educativo................................................................................................. 9 2 - ORGANIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR .................................................................................... 10 2.1 - Calendários 2011/2012 ............................................................................................................ 10 2.2 - Desenhos Curriculares.............................................................................................................. 12 2.3 - Critérios de distribuição do serviço letivo................................................................................ 23 2.4 - Critérios de constituição de turmas. ........................................................................................ 25 2.5 - Critérios de elaboração dos horários das turmas .................................................................... 28 2.6 – Plano de ocupação plena dos tempos escolares..................................................................... 29 2.7 - Componente de Apoio à Família .............................................................................................. 32 2.8 - Atividades de Enriquecimento Curricular ................................................................................ 33 2.9 - Atividades Extracurriculares..................................................................................................... 33 2.10 - Bibliotecas Escolares .............................................................................................................. 34 3 - COMPETÊNCIAS ................................................................................................................................ 35 3.1 - Introdução ................................................................................................................................ 35 3.2 - Competências Gerais na Educação Pré-Escolar ....................................................................... 36 3.3 - Competências Específicas na Educação Pré-Escolar ................................................................ 37 3.4 - Competências Gerais no final do Ensino Básico e operacionalização de estratégias .............. 61 3.5 - Competências específicas para o 1.º Ciclo ............................................................................... 64 3.6 - Articulações.............................................................................................................................. 76 3.6.1 - Articulação entre o Ensino Pré-Escolar e o 1.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico................ 76 Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 2 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 3.6.2 - Articulação entre o 1.º e o 2.º ciclos do Ensino Básico ......................................................... 77 3.6.3 - Articulação entre o 2.º e o 3.º ciclos do Ensino Básico ......................................................... 77 3.6.4 - Articulação entre as Competências e Conteúdos nas Áreas Curriculares Disciplinares ....... 78 4 - ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES..................................................................................... 79 4.1 - Formação Cívica ....................................................................................................................... 79 4.2 - Estudo Acompanhado e Acompanhamento ao Estudo ........................................................... 80 4.3 - Área de Projeto ....................................................................................................................... .81 5 - AVALIAÇÃO DOS ALUNOS................................................................................................................ .82 5.1 - Conceito de Avaliação ............................................................................................................. .82 5.2 - Enquadramento Legal ............................................................................................................. .83 5.3 - O objeto da avaliação.............................................................................................................. .84 5.4 - Instrumentos de Avaliação .................................................................................................... .84 5.5 - Intervenientes ......................................................................................................................... .85 5.6 - Processo individual do aluno................................................................................................... .86 5.7 - Modalidades de Avaliação....................................................................................................... .87 5.8 - Critérios de Avaliação.............................................................................................................. .89 5.8.1 - Ensino Pré-escolar ................................................................................................................ .89 5.8.2 - Ensino Básico ....................................................................................................................... .92 5.8.3 - Critérios de Avaliação das Áreas Curriculares não Disciplinares.......................................... .95 5.8.4 - Divulgação dos critérios de avaliação ................................................................................... 97 5.9 - Aplicabilidade do Despacho Normativo nº 50/2005................................................................ 97 5.9.1 - Plano de Recuperação........................................................................................................... 97 5.9.2 - Plano de Acompanhamento.................................................................................................. 98 5.9.3 - Retenção Repetida ................................................................................................................ 98 5.9.4 - Plano de Desenvolvimento.................................................................................................... 99 6 - ASSIDUIDADE.................................................................................................................................... 99 7 - EDUCAÇÃO ESPECIAL...................................................................................................................... 100 Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 3 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 7.1 - Docentes de Educação Especial ............................................................................................. 100 7.2 - Colaboração com os professores ........................................................................................... 101 7.3 - Programa Educativo Individual/Plano Individual de Transição.............................................. 101 7.4 - Prestação de apoio aos alunos............................................................................................... 102 7.5 - Avaliação dos alunos .............................................................................................................. 103 8 - O PROJETO CURRICULAR DE TURMA ............................................................................................. 103 9 - AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO ........................................................ 110 10 - PLANIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES/CALENDARIZAÇÃO................................................................... 110 11 - NECESSIDADES DE FORMAÇÃO. ................................................................................................... 111 11.1 - Docentes............................................................................................................................... 111 11.2 - Pessoal não docente............................................................................................................. 111 12 - CONCLUSÃO.................................................................................................................................. 112 Anexo – Articulação de Competências Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 4 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 «As pessoas são resistentes à mudança porque resistência e abertura fazem parte do equilíbrio e uma e outra são constitutivos dos processos de mudança (...). Há pontos de resistência e pontos de abertura e é preciso ter isso em conta nas dinâmicas de inovação educativa. As pessoas têm resistências que têm a ver com os seus hábitos, com a tal ‘segurança’ que foram construindo, com as representações que têm do que é a profissão, do que é o bom aluno ou o mau aluno, do que é ensinar e aprender, do que é a escola e para que serve, ou seja, têm resistências que têm a ver com a sua própria espessura de pessoas pensantes, e desse ponto de vista a resistência é natural e constitutiva dos protagonistas (...). O professor tem representações do saber, da cultura, da própria disciplina que ensina, muitas dessas representações são muito pouco explícitas para si, muito pouco consistentes, mas não são o pano de fundo que dá sentido àquilo que se faz. Certas propostas de inovação vão “chocar” com as representações que os professores têm (das disciplinas, do que é ensinar e aprender, do que é a ciência, do que é o rigor, do que é a competência, do que é a eficácia.)». BENAVENTE, Ana (org.) (1995) Novo Modelo de avaliação, Avaliação do Currículo, 2, Instituto de Inovação Educacional, 1.ª edição. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 5 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 1 - PREÂMBULO Um Projeto Curricular do Agrupamento; O Projeto Curricular do Nosso Agrupamento; Um Projeto a construir; O Projeto possível; Uma Educação em Projeto. O Decreto-Lei n.º 6/2001 de 18 de janeiro estabelece os princípios orientadores da organização e gestão curricular do ensino básico bem como da avaliação das aprendizagens do processo de desenvolvimento do currículo nacional. Recentemente, o Decreto-Lei n.º94/2011 de 3 de Agosto veio alterar o artigo 13.º e os anexos II e III do referido diploma. «A alteração que se introduz constitui, na sua essência, um ajustamento na organização curricular prevista nos anexos II e III, sem prejuízo de uma alteração curricular mais profunda que urge fazer. Alarga -se ainda no artigo 13.º a avaliação da aprendizagem e o processo de desenvolvimento do currículo nacional pela implementação de provas finais no 2.º ciclo do ensino básico.». No quadro do desenvolvimento da Autonomia das Escolas, estabelece-se que as estratégias para tal desenvolvimento deverão ser objeto de um Projeto Curricular do Agrupamento, concebido, aprovado e avaliado pelos órgãos de Administração e Gestão. Este por sua vez deverá ser desenvolvido, em contexto de turma, originando assim um Projeto Curricular de Turma, concebido, aprovado e avaliado pelos órgãos designados para o efeito no pré-escolar, nos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos e no ensino secundário. A perspetiva apresentada por Del Carmen (1991) parece-nos congruente com a filosofia do preâmbulo do normativo referido, na medida em que considera um Projeto Curricular, como “um conjunto de decisões articuladas, partilhadas pela equipa docente de um centro educativo, tendentes a dotar de maior coerência a sua atuação, concretizando as orientações curriculares de âmbito nacional em propostas globais de intervenção pedagógico-didática adequadas a um contexto específico”. Por tudo isto, consideramos que o Projeto Curricular do Agrupamento funciona como uma trave mestra de todo o processo educacional. Para que se arquitete solidamente na sua individualidade, torna-se imperiosa a realização de reuniões de trabalho e de reflexão das diferentes estruturas de orientação educativa, mais precisamente, dos Conselhos de Departamento/Subdepartamento e dos Conselhos de Turma. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 6 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 1.1 – Introdução Aquando da elaboração do Projeto Educativo procurou-se explicitar até que ponto a Escola deveria garantir mais e melhores aprendizagens para todos, sendo que estas não deviam traduzir-se numa mera adição de disciplinas, mas assegurar a formação integral dos alunos. Por este motivo, julgou-se fundamental que a organização curricular obedecesse a princípios que garantissem uma efetiva congruência no percurso da escolaridade básica, clarificando-se as aprendizagens que consideramos essenciais Neste momento, pretendemos que o Projeto Curricular do Agrupamento entronque na lógica que presidiu à formulação do Projeto Educativo, o qual, por sua vez, se assume como um marco de referência, relativamente: - às questões de natureza curricular; - à estrutura e funcionamento da escola; - à forma como devem ser satisfeitas as necessidades de formação e aperfeiçoamento do pessoal docente e não-docente da escola; - aos graus e modalidades de integração comunitária; - a outras dimensões que a ação educativa venha a justificar. Nesta perspetiva, o Projeto Curricular do Agrupamento acaba por ser, por definição, um projeto de planificação, adaptação e desenvolvimento de aspetos estritamente curriculares. Por conseguinte, há-de traduzir o resultado das reflexões e decisões assumidas de forma colaborativa no âmbito do Projeto Educativo relativamente: - ao para quê, ou seja, aos objetivos curriculares que deverão presidir ao processo de ensino-aprendizagem; - ao quê, ou seja, aos conteúdos curriculares que importa trabalhar; - ao como e quando ensinar-aprender, isto é, às estratégias metodológicas que devem ser mobilizadas para trabalhar os conteúdos selecionados em função dos objetivos explicitados; - ao como e quando avaliar, ou melhor, aos procedimentos que podem e/ou devem ser utilizados, em que momentos e circunstâncias; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 7 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - ao porquê, ou seja, aos fundamentos axiológicos, científicos e epistemológicos que servem de suporte às opções assumidas ao nível das diferentes componentes curriculares. Com este Projeto Curricular do Agrupamento, pretendemos inovar a Escola, construída e situada localmente, porque surge como espaço aglutinador de intervenções e de mudanças, opondo-se ao centralismo que tem marcado a escola tradicional portuguesa. Para tal, é preciso que o mesmo contemple a flexibilização curricular, a interdisciplinaridade, o trabalho de projeto, a articulação horizontal e vertical dos currículos disciplinares, as metodologias a privilegiar, a revisão da carga horária e as várias ofertas educativas. Assim, pretendemos que todos os alunos tenham, no final da escolaridade obrigatória, garantida a aquisição de um mesmo perfil, perfil esse que mais abaixo enunciaremos. O Projeto Curricular do Agrupamento ao decidir, dentro dos limites estabelecidos a nível nacional, sobre a organização das diversas áreas e disciplinas do currículo, as cargas horárias, os tempos letivos, a distribuição do serviço docente, está no fundo a gerir a sua própria autonomia, numa tentativa séria de encontrar respostas adequadas aos alunos e aos contextos concretos em que os docentes trabalham diariamente, potenciando ainda uma capacidade de decisão relativamente ao desenvolvimento e gestão das diversas componentes do currículo, uma maior articulação entre elas, assim como um acréscimo de responsabilidade na organização das ofertas educativas. 1.2 – Enquadramento Legal As grandes mudanças que se têm vindo a operar nas escolas e as alterações sociais que se adivinham com o alargamento da escolaridade obrigatória e a situação económica nacional/internacional, pressupõem novos desafios, novos projetos de mudança que se centrem em novos conceitos, desfaçam rotinas e repetições e contribuam, de facto, para o sucesso educativo. É no Decreto-Lei n.º 6/2001 de 18 de janeiro que o Ministério da Educação assume como objetivo estratégico a necessidade de proceder a uma reorganização do currículo do Ensino Básico, no sentido de reforçar a articulação entre os três ciclos de escolaridade que o Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 8 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 compõem. A preparação desta intervenção de política educativa fez emergir a necessidade de ultrapassar uma visão de currículo uniforme e potenciar o desenvolvimento de novas práticas de gestão curricular, no contexto da crescente autonomia das escolas. No quadro desta autonomia, e também à luz do recente Decreto-Lei n.º94/2011 de 3 de Agosto o Projeto Curricular do Agrupamento assume então particular importância relativamente ao desenvolvimento e gestão das diversas componentes do currículo, assim como a sua articulação, numa lógica integradora, direcionada pela construção do próprio projeto, onde a interligação dos saberes científicos permita aprendizagens realmente significativas, a oportunidade de construir regras de vida, regular conflitos e formar cidadãos coerentes e autónomos. 1.3 – Período de vigência e destinatários Este Projeto Curricular vigora neste ano letivo (2011/2012) e aplica-se ao Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto. 1.4 – Temáticas do Projeto Educativo Atendendo à Lei de Bases do Sistema Educativo bem como ao contexto socioeducativo do Agrupamento de Cabeceiras de Basto, o Projeto Educativo define as seguintes temáticas: • Saúde e Bem-Estar; • Educação para a sexualidade e os afetos; • Higiene e Segurança; • Alimentação saudável; • Educação económico-financeira (o valor da poupança) • Educação Ambiental; • Educação para os valores; • Educação Estética (Literatura, Artes e Cultura). Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 9 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 2 - ORGANIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR 2.1 – Calendários Escolares para o ano letivo de 2011/2012 Pré-Escolar Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 10 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Do 1.º Ciclo ao Secundário Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 11 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 2.2 – Desenhos Curriculares Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 12 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO 1.º CICLO Áreas Curriculares Disciplinares N.º Tempos Língua Portuguesa 8 Matemática 7 Estudo do Meio 5 Expressões 2 Áreas Curriculares Não Disciplinares Área de Projeto 1 Estudo Acompanhado 1 Formação Cívica 1 Atividades de Enriquecimento Inglês 1.º e 2.º anos 2 Inglês 3.º e 4.º anos 3 Atividade Física/Desportiva 3 Educação Musical ou Artes Plásticas 1.º e 2.º anos 3 Educação Musical ou Artes Plásticas 3.º e 4.º anos 2 Apoio ao Estudo 2 Total 35 Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 13 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO 2.º CICLO 5.º ANO 6.º ANO x90 x90 3 3 Língua Inglesa 1,5 1,5 História e Geografia de Portugal 1,5 1,5 6 6 3 3 1,5 1,5 4,5 4,5 Educação Visual e Tecnológica 2 2 Educação Musical 1 1 1,5 1,5 4,5 4,5 E.A. 1 1 F.C. 0,5 0,5 1,5 1,5 EMRC 0,5 0,5 Total 17 17 COMPONENTES DO CURRICULO Língua Portuguesa Línguas e Estudos Sociais Sub-total Matemática Matemática e Ciências Ciências da Natureza Sub-total Educação artística, tecnológica e física Educação Física Sub-total Área curricular não disciplinar Sub-total Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 14 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO 3.º CICLO 7.º ANO 8.º ANO 9.º ANO x90 x90 x90 Língua Portuguesa 2,5 2,5 2,5 Língua Inglesa 1,5 1 1,5 Língua Francesa 1,5 1,5 1 5,5 5 5 2,5 2,5 2,5 Ciências Naturais 1 1 1 Físico-Química 1 1 1,5 COMPONENTES DO CURRICULO Línguas Sub-total Matemática C. Exatas T.I.C. 1 4,5 4,5 6 História 1 1,5 1 Geografia 1 1 1,5 2 2,5 2,5 Educação Visual 1 1 Educação Tecnológica 1 1 1,5 1,5 1,5 3,5 3,5 3 1 1 0,5 0,5 0,5 0,5 1,5 1,5 1 EMRC 0,5 0,5 0,5 Total 17,5 17,5 18 Sub-total Ciências Humanas e Sociais Sub-total 1,5 Expressões Educação Física Sub-total Acompanhamento ao Estudo ACND Formação Cívica Sub-total Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 15 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PRÁTICAS TÉCNICO-COMERCIAIS (decorre o 2.º Ano, em Cabeceiras de Basto) Carga Horária Carga Horária 1.º Ano 2.º Ano Horas Horas Língua Portuguesa 96 96 192 L.E. – Inglês 96 96 192 T. I. C. 48 48 96 Cidadania Mundo Atual 96 96 192 Higiene, Saúde e Seg. no Trabalho 15 15 30 Educação Física 48 48 96 105 105 210 Atividades Económicas 62 61 123 Stocks e merchandising 120 85 205 Técnicas de Atendimento 120 96 216 75 68 143 120 84 204 0 210 210 1001 1108 1899 Componente Áreas Formação Competências Línguas, Cultura e Comunicação SócioCultural Cidadania Sociedade Científica Tecnológica Ciências Aplicadas Tecnologias Específicas Disciplinas Domínios Matemática Aplicada Serviço pós-venda Proc. Admin. Contexto Comercial Prática Estágio em Contexto de Trabalho Total Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto Total (Horas) 16 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS (decorre o 1.º Ano, em Arco de Baúlhe) Carga Horária Carga Horária 1.º Ano 2.º Ano Horas Horas Língua Portuguesa 96 96 192 L.E. – Inglês 96 96 192 T. I. C. 66 30 96 Cidadania Mundo Atual 96 96 192 Higiene, Saúde e Seg. no Trabalho 0 30 30 66 30 96 120 90 210 Ciências Físico-Químicas 90 30 123 Instalação e manutenção de computadores 184 0 184 Aplicações Informáticas de Escritório 184 0 184 30 93 123 0 280 0 210 210 1028 1081 2109 Componente Áreas Formação Competências Línguas, Cultura e Comunicação SócioCultural Cidadania Sociedade Disciplinas Domínios Educação Física Científica Tecnológica Ciências Aplicadas Tecnologias Específicas Matemática Aplicada Sistemas de gestão de bases de dados Inst. e Config. De computadores em redes locais e à rede Internet Prática Estágio em Contexto de Trabalho Total Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto Total (Horas) 280 17 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS (decorre o 1.º Ano, em Cabeceiras de Basto) Componente Formação Áreas Competências Disciplinas Domínios Carga Horária Total 1 Ano Horas Horas Línguas, Cultura e Comunicação SócioCultural Cidadania Sociedade Científica Tecnológica Prática Ciências Aplicadas Tecnologias Específicas Língua Portuguesa 45 45 L.E. – Inglês 45 45 T. I. C. 21 21 Cidadania Mundo Atual 21 21 Higiene, Saúde e Seg. no Trabalho 30 30 Educação Física 30 30 Matemática Aplicada 45 45 Atividades Económicas 21 21 Correspondência Comercial e arquivo 250 250 Atendimento e Documentação 280 280 Rotinas de Contabilidade e Informática 202 202 210 210 1200 1200 Estágio em Contexto de Trabalho Total Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 18 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE JARDINAGEM E ESPAÇOS VERDES (decorre o 2.º Ano, em Arco de Baúlhe) Carga Horária Carga Horária 1.º Ano 2.º Ano Horas Horas Língua Portuguesa 96 96 192 L.E. – Inglês 96 96 192 T. I. C. 66 30 96 Cidadania Mundo Atual 96 96 192 Higiene, Saúde e Seg. no Trabalho 0 30 30 66 30 96 120 90 210 90 33 123 Manutenção de Jardins e Relvados 300 0 300 Infraestruturas básicas e paisagísticas de Jardins 98 127 225 0 243 243 0 210 210 1028 1081 2109 Componente Áreas Formação Competências Línguas, Cultura e Comunicação SócioCultural Cidadania Sociedade Disciplinas Domínios Educação Física Científica Tecnológica Ciências Aplicadas Tecnologias Específicas Matemática Aplicada Ciências Naturais Instalação de Jardins e Relvados Prática Estágio em Contexto de Trabalho Total Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto Total (Horas) 19 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE JARDINAGEM E ESPAÇOS VERDES (decorre o 1.º Ano, em Cabeceiras de Basto) Componente Formação Áreas Competências Disciplinas Domínios Carga Horária Carga Horária 1.º Ano 2.º Ano Horas Aulas/Bl Blocos 45 min Semanais Línguas, Cultura e Comunicação SócioCultural Cidadania Sociedade Tecnológica Ciências Aplicadas Tecnologias Específicas 96 128 2 96 128 192 L.E. - Inglês 96 128 2 96 128 192 T. I. C. 66 88 1 30 40 96 Cidadania Mundo Atual 96 128 2 96 128 192 0 0 0 30 40 30 66 88 1 30 40 96 120 160 2,5 90 120 210 90 120 1,5 33 44 123 Manutenção de Jardins Relvados 210 280 4 90 120 300 Instalação de Jardins Relvados 101 135 2,5 149 199 250 99 132 2 119 159 218 Higiene, Saúde e Seg. no Trabalho Matemática Aplicada Ciencias Naturaias Infraestruturas Básicas e Paisagísticas de Jardins Prática Aulas/Bl Blocos 45 min Semanais Língua Portuguesa Educação Física Científica Horas Total (Horas) 210 Estágio em Contexto de Trabalho Total 1040 1387 20,5 Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 1069 1899 1145 0 20 2109 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS (decorre o 1.º Ano, em Cabeceiras de Basto) CURSO PROFISSIONAL – TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS 1.º 2.º 3.º ano ano ano TOTAL (10º) (11.º) (12.º) SOCIOCULTURAL PORTUGUÊS 120 100 100 320 LÍNGUA ESTRANGEIRA 75 75 70 220 ÁREA DE INTEGRAÇÃO 75 70 75 220 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 100 - - 100 EDUCAÇÃO FÍSICA 70 35 35 140 MATEMÁTICA 100 100 100 300 FÍSICA E QUÍMICA - 100 100 200 ELETRÓNICA FUNDAMENTAL 86 86 86 258 INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS 100 100 100 300 SISTEMAS DIGITAIS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES 136 135 135 406 COMUNICAÇÃO DE DADOS 72 72 72 216 CONTEXTO DE TRABALHO - 210 210 420 TOTAL HORAS | ANO | CURSO 934 1083 1083 3100 CIENTÍFICA TÉCNICA, TECNOLÓGICA E PRÁTICA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 21 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 DESENHO CURRICULAR DO CURSO EFA SECUNDÁRIO - Tipo C Nível de Desenvolvimento Percurso Formativo Portefólio Reflexivo da Aprendizagem (PRA) Secundário Total (em horas) Formação de Base 150h 1100h 1150h Formação de Base Áreas de Competência-Chave Total em horas Cidadania e Profissionalidade (CP) 400 Sociedade Tecnologia e Ciência (STC) 350 Cultura Língua e Comunicação (CLC) 350 DESENHO CURRICULAR DO PIEC Disciplinas Tempos Letivos LÍNGUA PORTUGUESA 2 L. ESTRANGEIRA I – INGLÊS 1 MATEMÁTICA 2 CIÊNCIAS SOCIAIS 1 CIÊNCIAS NATURAIS 1 EDUCAÇÃO FÍSICA 1 EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 2 ESTUDO ACOMPANHADO 1 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 1 EDUCAÇÃO MUSICAL 1 TEATRO 1 TUTORIA 1 Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 22 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 2.3 – Critérios de distribuição do serviço letivo a) Componente não letiva de trabalho de estabelecimento • Atribuição de 2 horas semanais aos docentes do Pré-escolar, sendo aplicadas no Apoio à família; • Atribuição de 2 horas semanais aos docentes do 1.º CEB, sendo aplicadas 1 hora e 30 minutos no desenvolvimento do Apoio ao Estudo e 30 minutos na Supervisão das AEC; • 1 T para Formação dos Novos Programas de Língua Portuguesa; • Atribuição de 1 T ou 1,5 T semanais aos docentes dos 2.º e 3.º CEB, de acordo com o n.º 2 do artigo 5.º do Despacho n.º 19117/2008, sendo aplicadas da seguinte forma: - Atividades de substituição; - Desenvolvimento do Plano da Matemática; - Aulas de Recuperação; - Tutorias; - Desenvolvimento das funções de Diretor de Turma; - Atividade interna do Desporto Escolar; - Clubes; - Biblioteca Escolar; - Reuniões dos Cursos Profissionais, CEF, EFA e PIEC; - Outros por aprovação do Conselho Pedagógico. • Atribuição de 2 horas semanais aos docentes do Apoio Sócio-educativo, sendo aplicadas 1 hora em apoio direto a alunos e 1 hora para as reuniões ordinárias do NAE. b) Horas de redução da componente letiva (artigo 79.º do ECD) - Coordenação das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica; - Coordenação pedagógica do desporto escolar e outros projetos; - Apoio individual a alunos; - Biblioteca escolar; - Atividades de substituição; - Outros por aprovação do Conselho Pedagógico. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 23 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 c) Tempos supervenientes de acordo com o n.º 2 do artigo 3.º do Despacho n.º 19117/2008 - Apoio individual a alunos; - Tutoria; - Formação dos Novos Programas de Língua Portuguesa; - Assessorias a professores de Matemática no âmbito do Plano da Matemática; - Gabinete de apoio a alunos; - Desenvolvimento do Plano da Matemática; - Biblioteca escolar; - Atividade interna do desporto escolar; - Atividades Centro Novas Oportunidades; - Atividades Delegado de Segurança; - Reuniões dos Cursos Profissionais, CEF, EFA e PIEC; - Atividades de substituição; - Outros por aprovação do Conselho Pedagógico. d) Atribuição de horas extraordinárias A atribuição de horas extraordinárias só acontecerá quando a carga letiva da disciplina o justificar, fazendo com que, se as mesmas forem retiradas, o horário fique incompleto e/ou não existir no mesmo Subdepartamento curricular um outro docente que as possa receber. e) O Agrupamento seguirá ainda os seguintes princípios orientadores do Decreto-Lei nº 6/2001: • Atribuição a cada docente do menor número possível de turmas, com vista a criar Conselhos de Turma mais pequenos o que contribuirá para um maior conhecimento dos alunos, dos professores desse Conselho, e facilitando, por conseguinte, o trabalho de equipa; • Dentro de cada ciclo de estudos será dada prioridade, sempre que possível, à continuidade pedagógica, exceto por razões devidamente justificadas; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 24 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 • O Diretor de Turma deverá ser o professor de Formação Cívica. f) O critério de designação do Diretor de Turma terá por base o seguinte perfil: - Bom relacionamento interpessoal com os alunos, docentes e encarregados de educação; - Responsabilidade no cumprimento de prazos e procedimentos, assim como do que está estipulado na Lei, no Regulamento Interno e relativamente às determinações do Conselho Pedagógico; - Capacidade de organização; - Capacidade de liderança; - Capacidade de articulação com as diferentes estruturas educativas; - Continuidade do grupo turma ao longo do ciclo. g) A constituição dos conselhos de turma e equipas pedagógicas das diferentes ofertas educativas (PIEC, CEF, Cursos Profissionais, EFA, CNO) terá por base os seguintes critérios: - Perfil do docente; - Experiência profissional; - Continuidade pedagógica; - Presença no arranque das atividades letivas no início do ano letivo. 2.4 – Critérios de constituição de turmas a) Pré-escolar A constituição de turmas é uma dimensão organizacional muito importante atendendo aos reflexos pedagógicos que dela advêm. Na Educação Pré-escolar o grupo proporciona o contexto imediato de interação social que constitui a base do processo educativo. Assim a composição etária do grupo deve depender de uma opção pedagógica, tendo em conta os benefícios que podem advir de um grupo com idades próximas ou diversas. Salienta-se a importância da interação entre crianças em diferentes etapas de desenvolvimento e com saberes diversos, como Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 25 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 facilitadora do desenvolvimento e das aprendizagens. Devem ser tidas em conta, também, as condições do Jardim de Infância, no que respeita à existência de uma ou mais salas no mesmo estabelecimento. Prioridade: • Idade das crianças; • Existência de NEE. Número de alunos por grupo/sala: • 25 Crianças; • 20 Crianças no caso de existência de crianças ao abrigo do Decreto-lei 3/2008 (no máximo de 2 por grupo). b) 1.º CEB • Manutenção do grupo do Jardim de Infância; • Transportes; • Área de residência; • Respeitar o número de alunos por turma, de acordo com a legislação em vigor; • Procurar-se-á reduzir a turma se esta integra alunos com NEE em cujo PEI conste essa medida. • Situar o número de alunos por turma: - 26 Alunos (máximo); - 20 Alunos - No caso da existência de alunos ao abrigo do dec. Lei 3/2008 (no máximo de 2 por turma); - 22 Alunos - Com dois anos de escolaridade; - 18 Alunos - Com quatro anos de escolaridade. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 26 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 c) 2.º e 3.º CEB • Manter o grupo turma desde que não exista parecer em contrário por parte do Conselho de Turma; • Distribuir equitativamente os alunos retidos pelas turmas. • Atender às especificidades dos alunos retidos, garantindo a integração na turma; • Respeitar o nível etário dos alunos, de forma a constituir turmas mais homogéneas. • Transportes; • Opções dos alunos (teatro, dança, Educação Musical ou Educação Visual); • Área de residência; • Espaços existentes na Escola; • Situar o número de alunos por turma: - Mínimo de 24 e máximo de 28 alunos; - 20 Alunos - No caso da existência de alunos ao abrigo do Dec. Lei 3/2008 (no máximo de 2 por turma). d) PCA • Percurso escolar do aluno; • Risco de abandono ou de insucesso escolar repetido; • Perfil do aluno; • Interesse demonstrado pelo aluno; • Idade do aluno. e) CEF e PIEC • Percurso escolar do aluno; • Risco de abandono ou de insucesso escolar repetido; • Perfil do aluno; • Interesse demonstrado pelo aluno; • Idade do aluno. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 27 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 f) Cursos Profissionais • Percurso escolar do aluno; • Risco de abandono ou de insucesso escolar repetido; • Perfil do aluno; • Interesse demonstrado pelo aluno; • Idade do aluno. 2.5 – Critérios de elaboração dos horários das turmas a) Pré-Escolar - Alargar o horário do Estabelecimento através da implementação da componente de apoio à família, em parceria com a Autarquia. b) CEB - Manter o Estabelecimento aberto das 9H00 às 17H30, com a implementação das AEC, em parceria com a Autarquia. c) 2.º e 3.º CEB • Não ter mais de 4T diários de aulas; • Ter 1T de intervalo de almoço; • As aulas de cada disciplina não serem lecionadas em dias seguidos, sempre que possível; • As aulas das disciplinas de Línguas Estrangeiras não serem lecionadas em tempos seguidos no mesmo dia; • As aulas de Educação Física, quando lecionadas no período da tarde, ocorram após o tempo necessário à digestão; • As disciplinas que exigem uma maior concentração decorrerão, preferencialmente, no período da manhã; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 28 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 • Desdobramento das disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química; • Os horários serão elaborados em articulação com os horários dos transportes escolares. 2.6 – Plano de ocupação plena dos tempos escolares Com o objetivo de combater a existência de tempos letivos não lecionados aos alunos, o agrupamento decidiu como primeira estratégia promover junto dos docentes a necessidade de não fazerem diferir o número de aulas previstas do das aulas dadas recorrendo, sempre que possível, à permuta com colegas ou à compensação dos tempos letivos não lecionados quer através da antecipação da aula (quando a falta for previsível) quer recorrendo à reposição da mesma (quando o docente tiver de faltar por motivos imprevisíveis). O plano de ocupação plena dos tempos escolares para o ano letivo de 2011/2012 permite suprir a ausência temporária do professor titular da turma, privilegiando a realização das atividades letivas e dando prioridade ao cumprimento do currículo e dos programas de cada disciplina/área. A ocupação plena dos tempos escolares aplica-se aos alunos dos ensinos básico e secundário e recorre à figura da substituição do docente em falta, por um outro docente. a) Pré-Escolar A – No caso de faltas por motivos imprevistos, no próprio dia, as assistentes operacionais asseguram a guarda das crianças, sob a supervisão dos educadores em exercício; B – No caso de faltas por motivos previstos até 3 dias, não haverá substituição do educador titular pelo que as crianças não poderão frequentar o JI. C – No caso de faltas por motivos previstos por mais de 3 dias, o educador será substituído, sempre que possível, por um educador do agrupamento. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 29 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 b) 1.º CEB A permuta de serviço letivo corresponde a um mecanismo de troca de aulas entre o professor titular de turma e o professor das AEC ou entre professores das AEC da mesma turma. Pretende-se desta forma minimizar o efeito da falta de assiduidade às atividades letivas. Para operacionalizar a permuta, deverá ser preenchido um impresso com a indicação dos professores que pretendem permutar, o qual deverá ser entregue ao coordenador do estabelecimento, que o fará chegar à direção para que seja concedida a respetiva autorização. Nestas condições não haverá lugar à marcação de faltas. Os professores deverão avisar os alunos com antecedência para que estes sejam portadores do material didático necessário. Não havendo possibilidades de efectuar a permuta, implementar-se-á o seguinte plano de ação: 1.º - Substituição pelos professores de apoio educativo. 2.º - Distribuição dos alunos pelas outras salas/turmas. Nas escolas onde não há espaço para uma distribuição dos alunos, ficam ao cuidado do assistente operacional, sob a supervisão do(s) professor(es) em exercício de funções. Se por algum motivo não se puder cumprir o estabelecido nos pontos anteriores, caberá ao coordenador/representante de escola/jardim, em articulação direta com a direção, encontrar outra solução que se afigure adequada. c) 2.º e 3.º CEB A – NO CASO DE FALTA POR MOTIVOS PREVISTOS 1. PERMUTA Em caso de ausência planeada deve o professor fazer-se substituir através da realização de permuta com outro docente da turma, garantindo assim a ocupação plena dos tempos escolares. Para tal, deve o docente entregar na direção, com uma antecedência mínima de 48 horas, um impresso próprio contendo indicação da disciplina, ano, turma, dia e hora da aula que pretende permutar e assinatura do proponente e do aceitante. Caso a proposta seja deferida, não haverá lugar a marcação de falta, sendo informado o funcionário do setor respetivo e, no caso dos CEF, também ao diretor de curso para controlo de horas. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 30 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Todavia, caso a aula não seja cumprida de acordo com o previsto, será marcada falta ao professor que não comparecer no dia e hora autorizado. Desta situação não poderá resultar qualquer prejuízo para os alunos, devendo estes serem informados pelo professor proponente, de modo a que possam munir-se do material necessário ao funcionamento da nova aula. O livro de ponto da turma será assinado pelo professor substituto que sumariará a matéria efetivamente lecionada e numerará a lição sequencialmente relativamente à sua disciplina. No caso da permuta, a situação deverá ser regularizada no prazo de quinze dias úteis. 2. SUBSTITUIÇÃO POR DOCENTE DA MESMA ÁREA DISCIPLINAR Perante a necessidade de faltar e na impossibilidade de realizar a desejável permuta, o professor deve comunicar esse facto à direção com pelo menos 2 dias úteis de antecedência, entregando o respectivo plano de aula para que, caso seja possível, um docente do mesmo grupo disciplinar o substitua. O livro de ponto da turma será assinado pelo professor substituto que sumariará a matéria efetivamente lecionada e numerará a lição sequencialmente relativamente à disciplina substituída, com a indicação expressa no início do sumário: “Substituição com plano de aula”. Neste caso, haverá lugar a marcação de falta ao professor substituído, muito embora a aula conte como tendo sido cumprida, não penalizando, portanto, os alunos em causa e o professor ausente. 3. ANTECIPAÇÃO E/OU REPOSIÇÃO DE AULA O professor que prevê faltar pode efectuar, em situações justificáveis, antecipação ou reposição de aula, observando sempre que possível o limite máximo de blocos letivos do horário da turma (4 blocos). Para tal, deve o docente entregar à direção, com uma antecedência mínima de 2 dias úteis, um impresso próprio, contendo indicação da disciplina, ano, turma, dia e hora para onde pretende transferir a aula. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 31 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Os professores deverão informar os alunos com antecedência para que estes possam fazer a gestão do seu tempo e do material didático a transportar. Caso a antecipação ou reposição da aula venha a alterar o horário da turma, obrigando os alunos a ficar na escola para além do seu horário habitual, deverá o docente, por si ou via diretor de turma, informar por escrito os encarregados de educação, só se considerando a situação conforme quando o professor ou o diretor de turma obtiverem a respetiva autorização. Nestas condições não haverá lugar à marcação de falta ao docente, sendo informado o funcionário respetivo e, no caso do CEF, também ao diretor de curso para controlo de horas. No livro de ponto da turma, no caso de reposição de aula, o espaço reservado ao sumário ficará em aberto, e será preenchido aquando da leccionação da aula, que deverá ser numerada sequencialmente. No caso de antecipação de aula o sumário será registado no espaço para o qual aquela estava prevista, e deverá ser numerada sequencialmente relativamente à última aula leccionada. Em ambos os casos deverá constar a data de lecionação da respetiva aula no mesmo espaço onde se regista a sua numeração e no início do sumário deverá constar: “aula antecipada” ou “aula reposta”, consoante o caso. Quer por antecipação, quer por reposição, a situação deverá ser regularizada num prazo máximo de 2 semanas relativamente à data em que a aula deveria ser/ter sido dada. B – NO CASO DE FALTA POR MOTIVOS IMPREVISTOS Na ausência imprevista de um professor, os alunos terão uma atividade de substituição orientada por um docente que se encontre no plano de ocupação plena dos tempos escolares. Sempre que possível, o agrupamento assegurará a permanência de, pelo menos, um docente para o desenvolvimento destas atividades. 2.7 – Componente de Apoio à Família No ensino Pré-escolar está a ser desenvolvida a Componente de Apoio à Família nos Jardins de Infância da Escola Básica Padre Dr. Joaquim Santos, Outeiro, Alvite, Chacim, Lameiros, Gondarém, Santa Senhorinha, Arco de Baúlhe, Ferreirinha. Estas atividades são Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 32 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 coordenadas por animadores contratados pela EMUNIBASTO. As planificações deste serviço são da responsabilidade da animadora e do educador titular do grupo. Cabe ao educador titular de grupo, dentro da componente não letiva de estabelecimento, supervisionar o decurso deste serviço. 2.8 – Atividades de Enriquecimento Curricular No sentido de dar cumprimento ao Despacho n.º 16795/2005, em parceria com a EMUNIBASTO, este Agrupamento de Escolas proporciona aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico as seguintes Atividades Sócio-educativas e de Enriquecimento Curricular: Inglês, Atividade Física e Desportiva, Educação Musical, Artes Plásticas. Nos 1.º e 2.º anos a carga horária das disciplinas de Inglês e Educação Musical é de dois tempos, e de três tempos letivos nas Artes Plásticas e Atividade Física e Desportiva. Relativamente aos 3.º e 4.º anos a carga horária das disciplinas de Inglês Atividade Física e Desportiva é de três tempos, e dois tempos letivos nas Artes Plásticas e Educação Musical. Estas atividades estão incluídas no horário das turmas e são desenvolvidas por professores contratados pela EMUNIBASTO e supervisionados pelos professores titulares de turma, à exceção do Apoio ao Estudo, atividade desenvolvida pelos professores titulares das turmas. Os coordenadores de cada Atividade de Enriquecimento Curricular devem planificar, desenvolver e avaliar estas atividades de acordo com os Projetos Curriculares de Turma em articulação com o professor titular de turma. 2.9 – Atividades Extracurriculares O Agrupamento pretende proporcionar atividades de complemento curricular que promovam o desenvolvimento de capacidades, destrezas, atitudes, condutas e comportamentos que contribuam para o sucesso escolar dos alunos a par da sua formação pessoal e social. O Agrupamento conta com as seguintes atividades: • Desporto escolar; • Clubes: Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 33 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - Clube de Teatro; - Clube da Saúde; - Clube de Jornalismo; - Clube de Ciência; - Clube de Música; - Clube da Floresta (Javaleiro); - Clube Eco-Escolas. 2.10 – Bibliotecas Escolares As Bibliotecas Escolares são espaços de livre acesso, que privilegiam a pesquisa, harmoniosos, permitindo a produção de documentos em diferentes suportes, coordenados por três professores bibliotecários. Dispõem de um fundo documental em vários suportes, material informático e mobiliário, permitindo o trabalho individual, em grupo e a realização de literacias da informação, para além de apoio ao currículo com a possibilidade da realização de atividades das turmas nas Bibliotecas Escolares. Possuindo uma dinâmica própria, têm como principal finalidade a promoção de projetos de dinamização e animação da leitura, de investigação, bem como o apoio a projetos das diferentes áreas curriculares, procurando assegurar a todos os alunos condições e oportunidades para o seu desenvolvimento integral. Pretendem ainda proporcionar aprendizagens significativas e dinamizar a aplicação prática de saberes transversais. As Bibliotecas Escolares estão disponíveis para receber toda a comunidade educativa, nomeadamente os docentes e discentes de todo o agrupamento. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 34 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 3 - COMPETÊNCIAS 3.1 – Introdução As preocupações educativas inerentes à noção de currículo estão, sem dúvida alguma, relacionadas entre si e passam por uma diferenciação, adequação e flexibilização, de percursos obrigatórios para que as aprendizagens sejam bem sucedidas e se atinjam as grandes metas educacionais. Estas orientações sobre as aprendizagens consideradas fundamentais no ensino básico, são explicitadas, em termos de competências essenciais, quer transversais quer específicas das diversas disciplinas, assim como dos tipos de experiências de aprendizagem que todos os alunos devem ter oportunidade de vivenciar no percurso de uma escolaridade obrigatória, para além de se encontrarem claramente definidas nas Metas para o Ensino Básico divulgadas pelo Ministério da Educação em outubro de 2010, inscritas no Programa “Educação 2015”. (FONTE: DGIDC – http://www.min-edu.pt.)] No seu sentido mais amplo, entende-se então por competência, a aptidão de integrar conhecimentos, capacidades e atitudes/valores, o que pode ser entendido como um saber em ação. A L.B.S.E. ao definir um conjunto alargado de finalidades e objetivos para a educação básica que transcendem o campo do “saber disciplinar”, integra esse conjunto num campo transdisciplinar e no Projeto Educativo de cada escola, onde as chamadas competências gerais e transversais estão perfeitamente incluídas e se revelam essenciais não só para desenvolver uma educação para a cidadania, construir uma escola democrática e inclusiva, mas também para a aprendizagem dos próprios conteúdos programáticos. Assumem-se então como “referenciais nacionais” para o trabalho dos docentes, como saberes metodológicos que permitem a realização de aprendizagens de natureza cognitiva, afetiva e relacional. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 35 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 3.2 - Competências Gerais na Educação Pré-Escolar A Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar estabelece como princípio geral que “a educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica do processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário”. Este princípio fundamenta todo o articulado da lei e dele decorrem as competências gerais pedagógicas definidas para e educação pré-escolar: a) Promover o desenvolvimento social e pessoal da criança com base em experiências de vida democrática numa perspetiva de educação para a cidadania; b) Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade; c) Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem; d) Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diferenciadas; e) Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo; f) Despertar a curiosidade e o pensamento crítico; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 36 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 g) Proporcionar à criança ocasiões de bem-estar e de segurança, nomeadamente no âmbito da saúde individual e coletiva; h) Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências ou precocidades e promover a melhor orientação e encaminhamento da criança; i) Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efetiva relação com a comunidade. 3.3 - Competências Específicas na Educação Pré-Escolar 3 ANOS 1.º PERÍODO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Independência/Autonomia • • • • • • • • • • Sabe o seu nome Reconhece-se numa fotografia Conhece e utiliza o seu símbolo Cumpre as regras da sala Arruma o material da sala Despe algumas peças de roupa Veste algumas peças de roupa Controla os esfíncteres Utiliza adequadamente a casa de banho Come e bebe sozinho utilizando a colher e o copo Forma de estar com o outro/grupo • • • • • • • Aceita a ausência dos pais Relaciona-se com os amigos e companheiros Relaciona-se com os adultos com confiança e respeito Gosta de brincar com os companheiros Aprecia e respeita as normas elementares de convivência Procura a companhia do educador/adulto Executa alguns hábitos básicos de higiene e saúde Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 37 Matemática Domínio da CONHECI MENTO DO MUNDO Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 • • • • • • • • • • • Explora o exterior através dos sentidos Distingue as diferentes texturas: macio/áspero, duro/mole Distingue sabores: doce/salgado Explora objectos com curiosidade e iniciativa Conhece as áreas e os serviços do jardim Conhece as rotinas do dia escolar Identifica variações do tempo Observa e explora o meio local e o ambiente que o rodeia Identifica alguns comportamentos adequados durante as refeições Identifica diferentes tipos de alimentos (de origem animal e vegetal) Conhece e valoriza as tradições • • • • • • • • Identifica algumas cores primárias Enumera alguns objectos Sabe situar-se no espaço em relação a um ponto de referência (perto/longe) Faz seriação por características pré-definidas (cor, tamanho) Utiliza as noções espaciais: dentro/fora. Utiliza os quantitativos básicos: grande/ pequeno; muito/pouco. Identifica objectos iguais Começa a desenvolver o raciocínio lógico DOMINIO DA LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA Linguagem oral: • • • • • • • • • Memoriza canções e poesias simples Expressa-se a pedido Descreve imagens simples Usa frases simples Responde a perguntas simples Identifica e diz o seu nome e dos colegas Presta atenção a uma história simples Observa/reconhece figuras simples Nomeia situações vividas Linguagem escrita: • • • Regista Utiliza símbolos Reproduz figuras simples Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 38 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • • • • • • Executa movimentos livres com o corpo Desenvolve progressivamente a coordenação motora Manifesta destreza e coordenação motora Manipula materiais Explora as possibilidades de movimento do corpo Enfia contas grossas EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO Expressão Dramática • • • • • • Imita gestos Aprende a mimar com o corpo Imita ruídos e sons habituais Brinca ao faz de conta Interage com outras crianças em atividades de jogo simbólico Observa atentamente algumas dramatizações de histórias Expressão Musical • • • • • • • • • • Gosta de cantar Adquire sensibilidade para a música Memoriza e reproduz pequenas canções Mima canções Gosta de se expressar mediante a dança Participa em atividades de canto coletivo Segue o ritmo com o corpo Manipula alguns instrumentos musicais Experimenta produzir sons através dos instrumentos musicais Identifica sons conhecidos e comuns Expressão Plástica • • • • • • • Manipula materiais diversos Realiza traços por prazer motor Experimenta a cor Revela criatividade na elaboração das suas produções Desenvolve a destreza manual Explora diferentes técnicas de expressão plástica Realiza colagens simples com diversos materiais Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 39 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 3 ANOS 2.º PERÍODO Domínio da Matemática CONHECIMENTO DO MUNDO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Independência/Autonomia • • • • • Controla as necessidades básicas Sente satisfação na higiene pessoal Executa correctamente a lavagem das mãos e da cara Utiliza diferentes materiais da sala Desloca-se com autonomia nas áreas mais habituais Forma de estar com o outro/grupo • • • Conhece, utiliza e aceita as normas de convivência e relacionamento: aguardar a sua vez, ajudar os outros… Obedece ao adulto Manifesta os seus sentimentos Compreende os sentimentos dos outros • • • • • • • Reconhece o seu sexo Adquire hábitos de higiene Mostra interesse pelas plantas Conhece e respeita o meio ambiente Diz o nome de algumas árvores de fruto. Colabora na limpeza do meio envolvente Reconhece, diz o nome e localiza as principais partes do corpo humano • • • • • • Completa puzzles simples Faz jogos simples Utiliza as noções espaciais: à frente/ atrás, em cima/em baixo. Utiliza a noção quantitativa: mais/ menos Desenvolve o raciocínio lógico Desenvolve a atenção e memorização • Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Linguagem Oral: • • • • • • Gosta de ouvir uma história Guarda silêncio para ouvir o outro Participa em diálogo e conversações em grupo Diz a sua idade Responde e faz perguntas Reproduz lenga-lengas, rimas, pequenas canções e poesias Linguagem Escrita: • • • Lê e interpreta imagens Faz registos Escreve usando rabiscos e marcas como letras Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 40 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO • • • • • • Desenvolve progressivamente a habilidade manual e a coordenação óculomanual Desenvolve progressivamente a motricidade fina Modela rolos e bolas com plasticina e barro Desloca-se livremente em espaços amplos e restritos Manifesta algum domínio sobre o corpo Anda em várias direcções Consegue usar o corpo para deslizar e rastejar Expressão Dramática • • • • • Descobre e experimenta os recursos básicos de expressão do próprio corpo Brinca ao faz de conta sozinho ou em grupo Representa de forma livre, situações da vida quotidiana Manuseia fantoches Está atento e tem prazer nas representações teatrais e de fantoches Expressão Musical • • • • • • Canta pequenas canções Interpreta canções simples com gestos Diferencia ruído, silêncio Apresenta sensibilidade para a música Identifica ritmos rápidos e lentos Participa em danças de roda Expressão Plástica • • • • • • • • • Aperfeiçoa a destreza manual Descobre a relação gesto – traço Tem noção do limite de espaço Manipula e explora material de expressão plástica Desenvolve a criatividade e a imaginação Utiliza várias cores nas suas produções Promove a utilização de expressão plástica como forma de comunicar ou registar Usa a plasticina/barro com intenção Executa recortes simples Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 41 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 3 ANOS Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Domínio da Matemática CONHECIMENTO DO MUNDO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 3.º PERÍODO Independência/Autonomia Adapta o seu comportamento às diferentes atividades Colabora na limpeza da sala e espaço exterior Assume pequenas responsabilidades • • • Forma de estar com o outro/Grupo • • Toma consciência de si e dos outros Respeita as regras da sala • • • • • • • • Conhece e diz o nome de alguns animais. Aprende a tratar bem os animais Conhece alguns serviços públicos Interpreta os códigos dos semáforos. Reconhece e diz o nome dos elementos da rua: semáforo, passeio, passadeira Identifica alguns profissionais bem como as respectivas actividades Identifica os principais membros da sua família e respectivo grau de parentesco Conhece os compartimentos da casa e as suas funções • • • • Nomeia objectos iguais / diferentes Aponta para objectos que têm a mesma função Conta racionalmente até cinco Descreve relações de grandeza Reconhece algumas formas geométricas • Linguagem Oral: Identifica e nomeia os familiares Exprime oralmente fatos, ideias e vivências Aprende e aplica novos vocábulos Forma correctamente frases simples Associa palavras a gestos símbolos e imagens • • • • • Linguagem Escrita: • • • Faz registos com mais pormenor Distingue gravuras de texto É capaz de identificar a posição correcta de um livro ou imagem Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 42 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora É capaz de picotar sobre uma linha Manipula a tesoura Possui coordenação dinâmica geral em actividades que impliquem movimentos Experimenta movimentar-se de distintas formas Gosta de actividades que impliquem movimento Controla correctamente os movimentos do corpo Sobe escadas alternando os pés Desenvolve o equilíbrio Adapta o corpo a diferentes posturas Distingue o corpo em repouso do corpo em movimento Interpreta noções de direcção com o próprio corpo Desloca-se de diferentes formas imitando os animais • • • • • • • • • • • • Expressão Dramática Utiliza as possibilidades do próprio corpo para expressar sentimentos, emoções e ideias Utiliza de forma adequada os fantoches Mima com o corpo e voz, sozinho ou em grupo Expressa sentimentos e emoções através do gesto e do movimento Dramatiza pequenas situações do quotidiano Representa com o corpo animais conhecidos adoptando os gestos, movimentos, sons que os caracterizam. Participa em situações de jogo simbólico /dramático Desfruta das dramatizações e interessa-se por se expressar com o próprio corpo EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO • • • • • • • • Expressão Musical • • • • • • Memoriza e reproduz canções segundo o ritmo e a entoação adequados Distingue o som de alguns instrumentos Começa a produzir alguns batimentos Executa movimentos simples sugeridos pela audição musical Adequa o ritmo a uma melodia Tem preferência por escutar e cantar determinadas canções Expressão Plástica • • • • • • Representa a figura humana com pelo menos três elementos Revela progressos no sentido estético nas suas produções O espaço gráfico aparece organizado Revela alguma criatividade Reconhece as cores primárias Segura o lápis em posição de escrita Tecnologias de informação e Comunicação • Familiariza-se com os elementos constituintes de um computador • Mostra destreza no manuseamento do rato • Explora atividades lúdico pedagógicas no computador • Digita letras e números Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 43 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 4 ANOS Domínio da Matemática CONHECIMENTO DO MUNDO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1.º PERÍODO Independência/Autonomia • • • • • • • Conhece a sua identidade Respeita a diferença entre as pessoas Conhece as normas de comportamento à mesa Conhece algumas normas de vida saudável Mostra segurança nas suas acções Executa de forma autónoma as rotinas diárias Executa com autonomia os hábitos de higiene Forma de estar com o outro/Grupo • • Aceita as regras e sugestões Mostra atitudes de respeito e colaboração com os outros Conhece, utiliza e respeita as normas de convivência elementares Respeita e mostra atitudes de solidariedade para com os idosos Identifica as partes do corpo Respeita as diferenças • • • • • • • • • • • • • • Conhece os hábitos relacionados com a alimentação Diferencia cheiro, textura, imagem e paladares Desenvolve capacidades de observação e atenção Participa em festas e acontecimentos da comunidade Reconhece a existência de doenças Conhece e valoriza algumas tradições culturais da comunidade Presta atenção às variações atmosféricas diárias e da estação Está atento às modificações da natureza Identifica a estação do ano em que se encontra e as suas características. Conhece a proveniência de alguns alimentos Manifesta hábitos adequados de alimentação Identifica as partes fundamentais do seu corpo Utiliza os sentidos na exploração do seu corpo Identifica a temperatura e a textura dos objectos • • • • • • • Distingue objectos Explora as características dos objectos Identifica as cores Distingue noções espaciais Desenvolve o raciocínio lógico: atenção e memorização Identifica algumas formas geométricas planas Compara grandezas Constrói puzzles adequados à sua idade • • • • • Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 44 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Linguagem Oral: • • • • • • • Participa nas conversas de grupo Escuta com gosto contos e narrativas Revela vivências e acontecimentos Conta pequenas histórias a partir de gravuras Expressa-se por iniciativa própria Memoriza pequenos poemas, canções… Verbaliza o que representou graficamente Linguagem Escrita: • • • • • • Utiliza símbolos Identifica o nome próprio Reproduz figuras simples Reconhece figuras simples Realiza grafismos Faz registos Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 45 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • • • • • • • • • Mantém a coordenação e o controlo dinâmico do próprio corpo Move-se com agilidade Salta a pés juntos Corre com desembaraço Lança e agarra uma bola com as duas mãos Domina progressivamente o seu corpo Desenvolve progressivamente a coordenação óculo-manual Utiliza corretamente pequenos objetos e instrumentos Recua com equilíbrio EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO Expressão Dramática • • • • • • Recria situações e experiências da vida quotidiana Faz jogos simbólicos sozinho e em grupo Utiliza objetos livremente, atribuindo significados múltiplos Expressa sentimentos através de gestos e movimento Desenvolve a imaginação Participa em pequenas dramatizações Expressão Musical • • • • • • • • • Aprecia a música e o canto Desenvolve o gosto e o desejo de se expressar através da música Identifica alguns instrumentos musicais Coordena as audições musicais com o movimento do corpo Escuta sons de diferentes fontes e sua localização Explora as propriedades sonoras do próprio corpo, de objetos diversos e de instrumentos musicais diferentes Participa em actividades de canto colectivo Repete ritmos curtos com apoio da linguagem Acompanha canções com instrumentos musicais Expressão Plástica • • • • • • • • • • Utiliza diferentes materiais e técnicas de expressão plástica Identifica os seus trabalhos Pressiona adequadamente o lápis Desenvolve a destreza manual Desenha ou pinta representações com algum detalhe Tem noção de limite de espaço Representa a figura humana com três partes principais: cabeça, tronco e membros Modela formas com plasticina, barro… Colabora com os colegas na elaboração de trabalhos plásticos coletivos Realiza colagens com diferentes materiais Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 46 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 4 ANOS 2.º PERÍODO Domínio da Matemática CONHECIMENTO DO MUNDO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Independência/Autonomia • • • Responsabiliza-se por uma tarefa Conhece algumas normas de vida saudável Cuida dos seus trabalhos Forma de estar com o outro/Grupo • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Valoriza as demonstrações afectivas dos outros Participa e toma iniciativa nas actividades de grupo Espera pela sua vez para falar Conhece e utiliza as normas de cortesia elementares Reconhece a existência de doenças relacionadas com o ambiente e alimentação Diz o nome de peças de vestuário do Inverno. Adquire hábitos de higiene e saúde É capaz de observar e explicar aquilo que observa Cuida e valoriza a natureza Identifica as características próprias do seu corpo Estabelece a relação entre higiene e bem-estar Conhece a função de alguns sentidos Conhece e participa em algumas manifestações culturais próprias da comunidade Faz correspondências Ordena sequências temporais Identifica e distingue formas Seria e agrupa segundo diferentes características Sabe situar-se no espaço em relação a um ponto de referência Possui noção de lateralidade Faz colecção de figuras Constrói puzzles adequados à sua idade Conta objectos Identifica algumas formas geométricas Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Linguagem Oral: • • • • • • • • Tem vocabulário fluente, de acordo com a sua idade Articula corretamente Troca ideias oralmente ouvindo e falando Reconta e cria histórias, com ajuda Identifica e nomeia as principais personagens e ações de uma história, com ajuda Exprime verbalmente os seus sentimentos e o dos outros Compreende ordens que impliquem mais que uma ação Executa recados Linguagem Escrita: • • • • • • • Participa nos registos escritos Aponta e nomeia elementos que faltam numa figura Contorna figuras Imita a escrita do adulto Copia palavras Reproduz figuras simples Realiza grafismos Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 47 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • • • • • • • Demonstra coordenação óculo-manual nas atividades Desloca-se no espaço e no tempo Atira e apanha bolas utilizando mãos e pés Participa em situações de jogo, cumprindo as regras do mesmo Distingue entre movimento, repouso e controle da respiração Apresenta boa motricidade global Resolve labirintos simples EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO Expressão Dramática • • • • • • Experimenta as possibilidades expressivas do seu corpo Executa o jogo dramático Explora diferentes possibilidades da voz Realiza dramatizações com temas da vida quotidiana Participa com interesse nas dramatizações, danças e canções Manipula fantoches com intenção de representar Expressão Musical • • • • • • • • Desenvolve progressivamente a memória auditiva Reproduz batimentos rítmicos Interpreta rimas e canções marcando o ritmo com palmas e batimentos com o corpo Produz sons e ritmos simples com o corpo Executa danças Utiliza instrumentos musicais Improvisa sons com instrumentos musicais Descrimina sons segundo a sua natureza e procedência Expressão Plástica • • • • • • • Completa desenhos Realiza combinações de cores Realiza cópias de modelos observados Inicia-se no desenho figurativo de imagens Utiliza de forma adequada os objetos e materiais para a atividade plástica Desenvolve a imaginação e a criatividade Experimenta as diversas técnicas e materiais, por iniciativa própria Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 48 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 4 ANOS 3.º PERÍODO • • • É organizada nas suas coisas e com o seu material Confia nas suas possibilidades Adquire hábitos saudáveis • • • • • • Identifica semelhanças e diferenças em relação aos outros Reconhece os seus sentimentos e os dos outros Mostra interesse em participar em atividades de grupo Aprecia as atividades lúdicas com os outros Respeita os seus trabalhos e o dos outros Participa em festas e acontecimentos da comunidade CONHECIMENTO DO MUNDO Forma de estar com o outro/Grupo • • • • • • • • • • • • • • • Conhece alguns serviços Públicos Identifica diferentes profissões Relaciona a atividade a instrumentos de trabalho, de várias profissões Mostra interesse pelo meio ambiente Identifica os diferentes tipos de seres vivos Distingue animais domésticos e selvagens Reconhece os principais membros da sua família Identifica graus de parentesco Diz o nome de compartimentos da casa e sabe as funções que neles se realizam Identifica diferentes tipos de habitação Conhece a utilidade de alguns estabelecimentos relacionados com o consumo Conhece e diz o nome de animais que vivem nos diversos meios. Conhece a utilidade da água, da terra e do ar. Distingue e respeita as normas básicas de segurança Distingue meios de transporte e em que meio se movimenta Domínio da Matemática FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Independência/Autonomia • • • • • • • Identifica os números Realiza correspondências Junta partes de uma figura para fazer um todo Distingue ordem de elementos: primeiro e último Distingue tamanhos e grandezas Identifica as quantidades Desenvolve o raciocínio lógico Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 49 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Linguagem Oral: • • • • • • • • • • Usa frases corretas Relata ou conta uma história com sequência lógica Cria histórias simples a partir de imagens Compreende e aplica novos vocábulos Utiliza as palavras conforme o género e o número Interpreta códigos simples Recita poemas, rimas e lenga-lengas Reconta e cria histórias Nomeia partes do livro Relaciona a oralidade com a escrita Linguagem Escrita: • • • • • • • Copia palavras Escreve o seu nome por memorização Percebe o sentido da escrita Liga linhas ponteadas com relativa firmeza no traço Faz reprodução de traçados simples Realiza grafismos seguindo a direção correta Marca com palmas as sílabas das palavras Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 50 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • • • • • • • • • • Mostra destreza na motricidade fina Manifesta segurança da sua lateralidade em situações diversas Faz contornos seguindo a direção correta Realiza labirintos adequados à sua idade Tem coordenação dinâmica geral Domina o seu corpo Manifesta gosto pelos jogos de movimento Gosta de praticar exercício físico Confronta as suas possibilidades motoras com as dos outros Faz a distinção entre mobilidade e imobilidade EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO Expressão Dramática • • • • • Gosta de utilizar o próprio corpo para se expressar Interpreta os sentimentos e emoções dos outros, Imita e representa situações e personagens reais, inventadas ou evocadas Representa com recurso a determinadas técnicas ou objetos Faz jogos de fantoches sozinho ou em grupo Expressão Musical • • • • • • • • Distingue e reproduz esquemas rítmicos simples Distingue a duração dos sons, curtos / longos Distingue ritmos, rápidos / lentos Movimenta-se de acordo com um determinado ritmo Diverte-se com o canto e dança Sabe fazer silêncio Consegue identificar algumas canções pela música Utiliza instrumentos musicais para acompanhar o canto Expressão Plástica • • • • • • Pinta as figuras utilizando as cores correctas de acordo com a realidade Utiliza as técnicas básicas de modelagem O registo gráfico das suas produções evolui para formas reconhecíveis Revela criatividade O espaço gráfico aparece organizado Aperfeiçoa o controlo na manipulação e utilização dos materiais Tecnologias de informação e Comunicação • Familiariza-se com os elementos constituintes de um computador • Mostra destreza no manuseamento do rato • Explora atividades lúdico pedagógicas no computador • Digita letras e números Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 51 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 5 ANOS 1.º PERÍODO • • • • • • • Cumpre regras Emprega correctamente os materiais escolares Conhece as posturas próprias de cada situação Realiza de forma autónoma as rotinas diárias É capaz de tomar decisões Adquire hábitos de higiene oral e corporal Adquire bons hábitos alimentares • • • • • • • • Identifica, e localiza partes do corpo humano Identifica semelhanças e diferenças entre si e os outros Aprecia, respeita e cumpre as normas elementares de convivência Sabe sair de situações conflituosas Promove hábitos de cooperação, ajuda e solidariedade Relaciona-se e brinca com os outros Gosta de participar em festas e acontecimentos populares Valoriza os seus trabalhos e dos outros CONHECIMENTO DO MUNDO Forma de estar com o outro/Grupo • • • • • • • • • • • Observa e identifica as alterações que no Outono se manifestam na Natureza. Identifica as principais cores da Natureza, no Outono Apercebe-se das diferenças climatéricas Identifica grande parte dos dias da semana Estabelece a relação entre higiene e bem-estar Identifica alimentos saudáveis Conhece os bons hábitos alimentares Conhece alguns alimentos que constituem cada sector da Roda dos Alimentos Manifesta curiosidade Manifesta respeito pelas tradições Identifica os cinco sentidos e as suas funções Domínio da Matemática FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Independência/Autonomia • • • • • • • • Conta até dez ou mais Distingue e identifica objetos quando retirados ou acrescentados a um conjunto Distingue conjuntos de mais ou menos elementos Estabelece relações entre elementos de um conjunto Estabelece relações entre os elementos de dois conjuntos Compara grandezas Relaciona sequências temporais Constrói puzzles adequados à sua idade Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 52 Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Linguagem Oral: • • • • • • • • Articula corretamente palavras e frases Relata experiências vividas Pergunta o significado de palavras novas Conta histórias a partir de gravuras Ordena gravuras de uma história, com sequência Reproduz poesias, lengalengas, adivinhas e canções Completa frases dando sequência a um pensamento Expressa emoções, sentimentos e experiências pessoais Linguagem Escrita: • • • • • Reproduz grafismos Copia e reconhece o seu primeiro nome em maiúsculas Vira as folhas de um livro uma a uma Copia letras e palavras Adquire vocabulário novo Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 53 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • • • • • • • • Tem coordenação dinâmica e específica em actividades quotidianas Desloca-se no espaço e no tempo Revela gosto pelos jogos de movimento Movimenta-se com os outros, seguindo um mesmo compasso Atira uma bola só com uma mão Salta ao pé-coxinho com equilíbrio Aperfeiçoa a execução de movimentos finos Diz o nome e conhece alguns jogos e as suas regras EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO Expressão Dramática • • • • Explora as possibilidades expressivas do próprio corpo Imita e representa situações da vida quotidiana É criativo na forma como se expressa na área da representação Cria os seus próprios jogos dramáticos Expressão Musical • • • • • • • Interpreta canções, seguindo o ritmo da melodia com palmas e com o corpo Distingue sons da natureza e da vida quotidiana, e associa os sons às suas representações Identifica canções através de linguagem não verbal (gestos) Improvisa sons e ritmos com instrumentos musicais Distingue o som dos instrumentos Tem uma atitude relaxada e atenta durante pequenas audições Associa sons às suas representações Expressão Plástica • • • • • • • • • • • • Utiliza adequadamente objectos e materiais Representa a figura humana com alguns pormenores Utiliza as cores que tem ao seu dispor Expressa no desenho as suas vivências Representa uma história, um acontecimento através do registo Realiza cópias de modelos Completa desenhos Constrói figuras com plasticina e barro Explora as possibilidades de colagem de diferentes materiais Cuida e conserva os materiais usados na expressão plástica Realiza composições plásticas individuais e colectivas Experimenta as diversas técnicas e materiais por iniciativa própria Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 54 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Domínio da Matemática CONHECIMENTO DO MUNDO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 5 ANOS 2.º PERÍODO Independência/Autonomia • • • • • Conhece as ações básicas para uma vida saudável Sente-se bem e com segurança, no âmbito da Promoção da Saúde Mantém a atenção em períodos cada vez mais longos Valoriza o aspeto pessoal cuidado Aceita, de bom grado, assumir tarefas Forma de estar com o outro/Grupo • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Manifesta a sua afetividade Participa nas atividades de grupo Respeita as caraterísticas específicas de cada pessoa Revela atitudes de ajuda e colaboração com os outros Gosta de participar em festas e acontecimentos populares. Sabe o seu nome completo e idade Sabe a sua morada/localidade Apercebe-se que está a crescer Compreende experiências realizadas Conhece a importância da Natureza para a vida Conhece e valoriza a utilidade dos elementos naturais Utiliza corretamente objetos relacionados com a limpeza, a alimentação e o vestuário Reconhece a existência de doenças Nomeia caraterísticas do inverno. Nomeia peças de vestuário interiores e exteriores. Identifica meios de comunicação social. Conhece linhas curvas, abertas e fechadas Realiza estimativas temporais e inicia-se na medida do tempo Relaciona o número à quantidade Reconhece e representa conjuntos Compara grandezas Resolve situações problemáticas Representa alguns números Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 55 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Linguagem Oral: • • • • Descreve ações pormenorizadas numa imagem Dá resposta e faz perguntas com explicação lógica Explica o significado de algumas palavras Memoriza um “texto” inventado ou contado pelo Educador • • • • • • Utiliza rimas Utiliza diferentes recursos com uma determinada intenção comunicativa Faz a divisão silábica de palavras simples Executa recados Descobre adivinhas Conhece algumas partes do livro e suas funções Linguagem Escrita: • • • • • • • • Identifica em frases as letras do seu nome Representa graficamente histórias Reproduz grafismos mais complexos Diferencia letras de números Conhece o seu nome e alguns dos colegas Copiam palavras e frases Lê palavras por visualização Faz preensão correta do lápis sobre o papel Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 56 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • • • • • • • EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO • • • • Gosta de movimentos que impliquem algum risco, Auto-controla o risco para não causar ferimentos Mantém o equilíbrio em diversas situações e atividades Exercita diversos movimentos com o corpo Desenvolve a criatividade no movimento Aceita as possibilidades e limitações dos outros Distingue entre aquecimento, movimento, relaxamento e controle da respiração. Mostra uma lateralidade dominante Mostra boa coordenação visual-motora Diverte-se em grupo com partilhas constantes Tem respeito pelo outro na coordenação, compreensão e organização Expressão Dramática • • • • • • • • Conhece e exercita as possibilidades expressivas do corpo Participa na dramatização de uma história Interpreta diversas personagens Dá vida e expressão às personagens Memoriza e interpreta o papel que desempenha na história Movimenta-se e fala de acordo com cada personagem e situação Tem gosto em criar e representar histórias e textos, sozinho ou em grupo Adquire a capacidade de planificar uma ação perante a realização de jogos dramáticos Expressão Musical • • • • • • • • Participa em atividades de canto coletivo, coordenando-se com os colegas Mostra interesse e disponibilidade para aprender novas canções Adapta-se ao ritmo de uma música ou canção Acompanha o ritmo das canções com instrumentos, batimentos e gestos Classifica instrumentos musicais Interioriza e reproduz um ritmo sonoro Mostra prazer a cantar e a dançar Identifica instrumentos pela mímica Expressão Plástica • • • • • • Faz desenhos com pormenor Desenvolve a imaginação e a criatividade Tem sentido estético na elaboração das suas obras Utiliza pintura figurativa Mistura cores de forma a obter variantes cromáticas Identifica cores e as suas tonalidades Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 57 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 5 ANOS 3.º PERÍODO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Independência/Autonomia • • • • • • • Forma de estar com o outro/Grupo • • • • • • CONHECIMENTO DO MUNDO • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Domínio da Matemática Confia nas suas capacidades e possibilidades Realiza actividades de maneira controlada e sem ajuda Desenvolve as capacidades de observação e atenção Reconhece os seus erros e tenta evitá-los Valoriza a importância do trabalho bem feito Demonstra hábitos de organização Manifesta e controla os seus sentimentos e emoções • • • • • • • • • • • • Valoriza a aproximação da família ao J.I. Identifica uma boa relação familiar Dá valor a si próprio e aos outros Colabora em tarefas para a manutenção do espaço envolvente Aceita as correções como meio para melhorar Coordena os seus interesses com os dos outros Gosta de participar em festas e acontecimentos populares Sabe o nome da sua Freguesia/Concelho/País Identifica os membros da família e as suas funções Identifica-se com os seus pais Situa-se socialmente numa família Identifica símbolos nacionais Descreve a sua casa atendendo ao aspeto exterior e interior Conhece os compartimentos da casa e as suas funções. Tem noções de segurança Conhece e diz o nome de alguns meios de transporte. Diz o nome de estabelecimentos relacionados com o consumo. Identifica diferentes profissões do seu meio. Identifica animais que vivem em meios diferentes. Reconhece os ciclos naturais dos animais e plantas Conhece as várias etapas dos seres vivos Observa as alterações que se produzem na Natureza. Reconhece a importância das plantas e dos animais para os seres humanos. Revela curiosidade em descobrir respostas para as questões do mundo que o rodeia. Adquire uma educação baseada na pesquisa Conhece e utiliza os ordinais corretamente para seriar elementos Conhece e representa graficamente números Associa número à quantidade Nomeia os dias da semana/mês/ano com sequência lógica Utiliza a noção numérica, ascendente e descendente Reconhece objetos inteiros e metades Sabe quantos elementos tem um par Distingue noções temporais Identifica noções topológicas Representa graficamente sequências Ordena objetos segundo critérios Promove o colecionismo Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 58 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Linguagem Oral: • • • • • • • • • Exprime-se oralmente com progressiva autonomia e clareza Relata acontecimentos vividos Tem noção da existência de outras línguas Relata histórias ou acontecimentos com sequência lógica Localiza as ações de uma história no tempo e no espaço Reconta e dramatiza histórias Improvisa diálogos Percebe a falta de sentido em frases simples Identifica alguns iniciados literários fáceis como prosa e verso Linguagem Escrita: • • • • • • Copia palavras e frases Distingue letra maiúscula/minúscula Faz grafismos em série Regista Reconhece algumas palavras escritas Compreende que a escrita é um código com regras próprias Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 59 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Expressão Motora • • • • • • • • Desloca-se no espaço com movimentos amplos e restritos Adapta o seu ritmo às necessidades da ação, Confia nas suas possibilidades motoras Participa ativamente em jogos com regras bem definidas Explora o jogo competitivo, gerindo as suas vitórias e frustrações Identifica o lado direito e esquerdo do próprio corpo e orienta-se no espaço Mantém o equilíbrio em atitudes estáticas e dinâmicas Revela coordenação e controlo dos movimentos globais EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO Expressão Dramática • • • • • • Gosta de utilizar as possibilidades do próprio corpo para se expressar Interpreta e representa uma personagem atendendo às suas emoções, vestuário e aspeto físico Utiliza os movimentos mais adequados para reproduzir a personagem que está a interpretar Tem gosto e sente prazer em representar para os outros Cria e encena pequenas histórias Exprime sentimentos, emoções e situações através de marionetas/fantoches Expressão Musical • • • • • • Reproduz e conhece a proveniência de sons Reconhece uma canção pela melodia Canta canções populares Identifica e nomeia os instrumentos musicais Utiliza adequadamente instrumentos musicais para acompanhar as canções É participativo e tem precisão de movimentos na dança Expressão Plástica • • • • • • Representa cenas familiares e o que rodeia Realiza puzzles e mosaicos Faz dobragens simples Valoriza as criações plásticas como suporte para o jogo lúdico/dramático Adquire desejo de aperfeiçoamento Domina as técnicas de expressão plástica adquirida Tecnologias de informação e Comunicação: • Familiariza-se com os elementos constituintes de um computador • Mostra destreza no manuseamento do rato • Explora atividades lúdico pedagógicas no computador • Digita letras e números Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 60 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 3.4 - Competências Gerais no final do Ensino Básico e operacionalização de estratégias Competências Gerais Operacionalização de estratégias Prestar atenção a situações e/ou problemas do quotidiano e da vida do aluno de forma a suscitar a sua curiosidade e envolvimento; Orientar as práticas pedagógicas para a identificação e articulação de saberes e conhecimento a fim de questionar a realidade observada e compreender 1. Mobilizar saberes culturais, científicos situações e/ou problemas; e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e Diversificar materiais e recursos técnicos e problemas do quotidiano atividades que mobilizem os saberes e conhecimentos do aluno necessários à resolução de problemas e tomada de decisões; Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos mobilizados e o proceder a ajustamentos necessários. Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens para a comunicação de uma informação, de uma ideia e de uma intenção; Utilizar formas de comunicação diversificadas (incluindo as tecnologias da informação e 2. Usar adequadamente linguagens das comunicação) de acordo com as situações, os diferentes áreas do saber cultural, contextos e as necessidades; científico e tecnológico para se expressar Traduzir ideias e informações de uma linguagem para outra(s), melhorando a capacidade comunicar, discutir e defender ideias; de Valorizar as diferentes formas de linguagem nos respetivos contextos. corretamente a Língua Adquirir o vocabulário e as regras do funcionamento da Língua Portuguesa promotores de clareza e Portuguesa para comunicar de forma correção da expressão oral e escrita; adequada para estruturar pensamento próprio Analisar, interpretar e sintetizar vários tipos de 3. Usar Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 61 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 documentos; Produzir o seu discurso adequando-o às diferentes situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspetiva de construção pessoal do conhecimento; Autoavaliar a correção e adequação dos desempenhos linguísticos na perspetiva do seu aperfeiçoamento. Sensibilizar o aluno para a importância das Línguas Estrangeiras numa futura integração cultural, social e profissional; 4. Usar línguas estrangeiras comunicar adequadamente situações do quotidiano e apropriação de informação para Adquirir o vocabulário e as regras do funcionamento em das Línguas Estrangeiras, permitindo a interação oral para e escrita, em situações do quotidiano, com interlocutores/parceiros estrangeiros; Autoavaliar os desempenhos linguísticos em Línguas Estrangeiras, quanto à adequação e eficácia. Incrementar a análise de situações que valorizem a dúvida científica e o espírito de investigação e que promovam a adoção de métodos de trabalho; Promover a construção do percurso de aprendizagem, manifestando atitudes, hábitos de 5. Adotar metodologias personalizadas trabalho e de organização; de trabalho e de aprendizagem Confrontar diferentes métodos com vista à adequadas aos objetivos visados identificação, seleção e aplicação do método mais adequado para a realização de uma determinada tarefa; Autoavaliar e ajustar os métodos de trabalho à forma de aprender e aos objetivos visados Pesquisar, selecionar, organizar e interpretar informação de forma crítica em função de questões, 6. Pesquisar, selecionar e organizar necessidades e problemas a resolver nos respetivos informação para a transformar em contextos; conhecimento mobilizável Utilizar diversificadas fontes de informação incluindo Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 62 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 as tecnologias da informação e de comunicação para promover a mobilização ao conhecimento resultante da interpretação da informação; Autoavaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento produzido com os objetivos visados e com a perspetiva de outros. Selecionar informação e organizar estratégias criativas face às questões colocadas por um problema Debater a pertinência das estratégias adotadas em função de um problema; 7. Adotar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de Confrontar diferentes perspetivas face a um problema, de modo a tomar decisões adequadas; decisões Propor situações de intervenção individual e/ou coletiva e a realização de projetos que envolvam a resolução de problemas e tomada de decisões. Valorizar a realização de atividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade; 8. Realizar atividades de forma autónoma, responsável e criativa Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que o aluno se propõe realizar, valorizando na avaliação da sua aprendizagem, a produção de trabalhos livres e autoconcebidos; Responsabilizar o aluno pela realização integral de uma tarefa. Participar em atividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de atuação, de convivência e de trabalho em vários contextos e desenvolvendo uma atitude solidária perante os 9. Cooperar com outros em tarefas e outros; projetos comuns Manifestar flexibilidade e respeito pelas ideias e pelo trabalho do próprio e do grupo, permitindo a intervenção de todos os elementos do grupo nas Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 63 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 tomadas de decisões; Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objetivos visados. Mobilizar e coordenar os aspetos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas; 10. Relacionar harmoniosamente o Realizar diferentes tipos de atividades, promotoras corpo com o espaço, numa perspetiva da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida; pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida Manifestar respeito por regras de uso coletivo de espaços, cumprindo normas de segurança pessoal e coletiva. 3.5 – Competências específicas para o 1.º Ciclo 1.º ano Estudo do Meio • Identifica os seus itinerários. Caminho casa/escola Outros caminhos • Localiza espaços em relação a um ponto de referência. Onde se encontra • Aspetos físicos do meio local Duração do dia e da noite O tempo que faz. A água na Natureza Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 64 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 • Identifica cores, sons e cheiros da Natureza. • Os seres vivos no seu ambiente Animais: cuidados a ter com eles Plantas, cuidados ater com elas Fases do ciclo da vida vegetal e animal. • Experiências com alguns materiais e objetos. • Experiências com a água. • Experiências com o som. Língua Portuguesa • Reconhece e reproduz o seu nome ; • Copia da letra de imprensa para manuscrita; • Lê e escreve frases e pequenos textos; • Interpreta pequenos textos (orais e escritos); • Ordena ideias e situações; • Preenche lacunas, dando sentido às frases; • Identifica e aplica os casos de leitura; • Forma, ordena e sinaliza frases de acordo com o texto dado; • Dramatiza e reconta histórias. • Memoriza lengalengas/versos/rimas. • Completa diálogos. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 65 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 • Lê e interpreta textos. • Responde a questionários • Respeita as regras de trabalho em equipa. Matemática • Compõe e decompõe os números até 50; • Identifica e reproduz padrões; • Domina os algoritmos da subtração e adição; • Relaciona os espaços temporais – duração do dia - o dia - a semana; • Identifica superfícies planas e não planas; • Resolve problemas; • Adquire as noções de comprimento, capacidade, volume e massa; • Identifica o euro – moedas e notas Áreas de Expressão Expressão Plástica Adquire a capacidade de expressar de forma pessoal o seu mundo interior e de representar a realidade através de: - desenho; - pintura; - recorte; - colagem; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 66 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - contornos... Expressão Musical Acompanha canções com percussão corporal e movimento. Diz rimas e lengalengas. Participa na dramatização de textos e histórias. Educação Física Realiza ações motoras básicas com encadeamento ou combinação de movimentos. Tem boa coordenação de movimentos. ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES Área de Projeto Recolhe informação. Participa nos trabalhos de grupo. É responsável Colabora com os colegas Estudo Acompanhado Adquire métodos e técnicas de estudo Torna-se progressivamente autónomo. Realiza trabalhos de casa Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 67 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Formação Cívica Relaciona-se com os colegas. Relaciona-se com professor e outros. Cumpre de regras. 2.º Ano Estudo do Meio Identifica animais domésticos e selvagens. Reconhece os diferentes ambientes onde vivem os animais. Reconhece as características externas de alguns animais. Realiza experiências com alguns materiais e objetos de uso corrente (sal, açúcar...). Compara materiais segundo propriedades. Conhece e aplica alguns cuidados de segurança na utilização de materiais. Língua Portuguesa Exprime-se por iniciativa própria. Relata acontecimentos vividos ou imaginados. Lê e interpreta pequenos textos. Responde a questionários. Escreve pequenos textos por iniciativa própria. Reconta histórias simples por escrito. Produz pequenos textos. Utiliza os sinais de pontuação mais importantes. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 68 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Escreve com correção ortográfica. Matemática Lê e escreve números até 999. Ordena números em sequências crescentes e decrescentes. Reconhece metade, o dobro, o triplo... Reparte uma quantidade em duas, três e quatro partes iguais. Resolve situações problemáticas simples. Faz estimativas de medidas. Compara capacidades e volumes. Áreas de Expressão Expressão Plástica É capaz de expressar de forma pessoal o seu mundo interior e de representar a realidade através de: desenho, pintura, recorte, construção, colagem, dobragem, contornos... Expressão Musical Acompanha canções com percussão corporal e movimento. Diz rimas e lengalengas. Participa na dramatização de textos e histórias. Educação Física Realiza ações motoras básicas com encadeamento ou combinação de movimentos. Tem boa coordenação de movimentos. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 69 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES Área de Projeto Recolha de informação. Participação nos trabalhos de grupo. Responsabilidade individual. Estudo Acompanhado Aquisição de métodos e técnicas. Aquisição de autonomia. Realização de trabalhos de casa Formação Cívica Relacionamento com os colegas. Relacionamento com professor e outros. Cumprimento de regras. 3.º Ano Estudo do Meio Identifica os membros da sua família e o passado familiar mais longínquo Identifica figuras da história local, factos e datas importantes e vestígios do passado local. Conhece símbolos locais, regionais e nacionais. Compara e classifica plantas seguindo critérios. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 70 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Reconhece a utilidade das plantas. Compara e classifica animais seguindo critérios. Reconhece fatores ambientais da vida das plantas e dos animais. Língua Portuguesa Exprime-se por iniciativa própria. Relata acontecimentos vividos ou imaginados. Lê e interpreta pequenos textos. Responde a questionários. Aplica a gramática estudada. Escreve com correção ortográfica. Escreve textos por iniciativa própria. Revela gosto pela leitura e escrita. Possui boa caligrafia. Matemática Divide por um algarismo e aplica a divisão . Multiplica por dois algarismos. Multiplica por 10, 100 e 1000. Aplica a Numeração Romana. Lê e escreve números decimais. Estabelece relação entre números inteiros e decimais. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 71 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Relaciona o m., o dm. e o cm. Identifica o círculo e a circunferência. Identifica retas paralelas e perpendiculares. Áreas de Expressão Expressão Plástica Utiliza régua e compasso. Faz jogos de simetria. Desenha em superfícies não planas. Pinta cenários, adereços e construções. Faz composições colando recortes de papel. Ilustra de forma pessoal. Expressão Musical Associa movimentos a ritmos. Participa em coreografias elementares. Organiza e relaciona sons segundo as suas características. Educação Física Realiza jogos vários. Domina as técnicas de movimentos. Aplica as regras de jogo. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 72 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES Área de Projeto Recolha de informação. Participação nos trabalhos de grupo. Responsabilidade individual. Estudo Acompanhado Aquisição de métodos e técnicas de trabalho. Aquisição de autonomia. Realização de trabalho de casa Formação Cívica Relacionamento com os colegas. Relacionamento com o professor e outros. Cumprimento de regras. 4º Ano Estudo do Meio Reconhece as atividades económicas mais importantes de Portugal. Identifica os principais produtos agrícolas, pecuários e industriais portugueses. Reconhece o efeito da poluição atmosférica, as formas de poluição sonora e de poluição dos cursos de água e dos oceanos. Identifica alguns desequilíbrios ambientais provocados pela atividade humana. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 73 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Reconhece a existência de oxigénio no ar e da pressão atmosférica. Participa em experiências de produção de eletricidade por fricção em objetos. Identifica a forma da Terra, as fases da Lua e o Sistema Solar. Língua Portuguesa Exprime-se por iniciativa própria. Formula recados e avisos. Participa na elaboração de histórias. Escreve textos livres . Lê textos com entoações e pausas e interpreta. Consulta o dicionário. Decompões palavras em sílabas. Matemática Lê e escreve números inteiros e decimais. Estabelece relações de ordem e utiliza a simbologia <, >, =. Conhece a regra para calcular o quociente de um número por 10, 100 ou 1000. Utiliza tabelas de duas entradas para a multiplicação e divisão. Relaciona as unidades de capacidade. Relaciona o m2, dm2 e cm2. Desenha figuras em papel quadriculado a partir de pontos dados. Identifica o m3 e o dm3. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 74 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Desenha figuras geométricas simples em superfícies curvas. Áreas de Expressão Expressão Plástica Utiliza o recorte, colagem e dobragem na realização de composições com fins comunicativos. Utiliza régua e esquadro. Participa harmoniosamente em trabalhos de grupo. Expressão Musical Explora os movimentos globais do corpo. Improvisa gestos, movimentos e atitudes a partir de estímulos. Educação Física Cumpre as regras do jogo. Realiza habilidades básicas com bolas em situação de jogo. ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES Área de Projeto Recolhe informação. Participação nos trabalhos de grupo/projetos a elaborar Responsabilidade individual. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 75 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Estudo Acompanhado Aquisição de métodos e técnicas. Aquisição de autonomia. Realização de trabalhos de casa Formação Cívica Relacionamento com os colegas. Relacionamento com professores e outros. Cumprimento de regras. 3.6 – Articulações 3.6.1- Articulação entre o Ensino Pré-Escolar e o 1.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico A articulação curricular entre o pré-escolar e o 1.º ciclo far-se-á recorrendo a reuniões trimestrais de avaliação , estando presentes professores do 1.º ciclo e educadores. Estas reuniões cumprirão os seguintes objetivos: - Conhecer as Orientações do Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico; - Identificar pontos comuns; - Conhecer as respetivas planificações; - Dar a conhecer aos educadores problemáticas experimentadas pelos alunos do 1.º ano do 1.º ciclo; - Partilhar materiais, estratégias e situações de aprendizagem, regras de controle de salas de aula; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 76 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - Propiciar momentos conjuntos de trabalho (ex.: as crianças de cinco anos integrarão uma aula da EB1, no terceiro período…) - Preenchimento da ficha de articulação do Agrupamento; - Reflexão sobre a avaliação das crianças do pré-escolar e dos alunos do primeiro ciclo; - Outros. Este pretende ser o ponto de partida para um trabalho colaborativo e de partilha. 3.6.2 - Articulação entre o 1.º e o 2.º Ciclos do Ensino Básico Para a articulação curricular entre o 1.º e o 2.º ciclos, a C.A.P. deve promover reuniões entre os professores do 1.º ciclo e os do 2.º ciclo das disciplinas de Língua Portuguesa, História de Portugal, Matemática e Ciências Naturais, e também entre o coordenador das AEC e os delegados da disciplinas de Inglês e das Expressões. Nestas reuniões, os professores trocarão ideias sobre conteúdos abordados no 1.º ciclo e a abordar no 2.º ciclo. Muito importante será neste espaço de reflexão que se encontre um equilíbrio entre as expectativas dos professores do 2.º ciclo e as práticas pedagógicas do 1.º ciclo. 3.6.3 - Articulação entre o 2.º e o 3.º Ciclos do Ensino Básico A articulação curricular entre o 2.º e o 3.º ciclos será efetuada nas reuniões de Departamento e de Sub-departamento, uma vez que a composição destes compreende professores dos dois ciclos de aprendizagem. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 77 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 3.6.4 – Articulação entre as Competências e Conteúdos nas Áreas Curriculares Disciplinares - 1.º CICLOCompete ao professor titular de turma, em colaboração com os professores das Atividades de Enriquecimento Curricular, proceder à articulação das competências e dos conteúdos do(s) ano(s) que leciona de acordo com as características e necessidades do grupo turma. -2.º e 3.º CICLOSAs articulações curriculares são da responsabilidade do Conselho de Turma que, na primeira reunião intercalar, deverá proceder à elaboração de uma grelha onde fiquem sistematizadas as articulações curriculares possíveis e desejáveis no contexto do grupo turma em questão. Não obstante o mencionado entre 3.6.1 e 3.6.4, segue em anexo ao Projecto Curricular de Agrupamento, uma proposta de articulação entre as competências essenciais e transversais e as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, bem como entre as competências e conteúdos nas áreas curriculares disciplinares. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 78 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 4 - ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES As ACND constituem espaços de autonomia curricular da escola e dos professores. O planeamento, regulação e avaliação das ACND devem ter em conta o contributo para a melhoria da qualidade das aprendizagens. 4.1 – Formação Cívica A "Formação Cívica é o espaço privilegiado para o desenvolvimento da consciência cívica dos alunos como elemento fundamental no processo de formação de cidadãos responsáveis, críticos, ativos e intervenientes, com recurso, nomeadamente, ao intercâmbio de experiências vividas pelos alunos e à sua participação, individual e coletiva, na vida da turma, da escola e da comunidade". Tendo em conta o quadro de competências gerais e transversais definidas no documento de trabalho do Departamento de Educação Básica e no âmbito de uma ação concertada a nível do conselho de turma, as atividades a desenvolver nesta área, deverão permitir ao aluno: - Conhecer-se a si próprio e situar-se no espaço envolvente; - Desenvolver o sentido de responsabilidade para consigo próprio, com os outros, com o meio ambiente e com as regras comummente aceites; - Fomentar a entreajuda e o trabalho cooperativo; - Resolver democraticamente situações de conflito; - Promover o intercâmbio de ideias e opiniões através de uma participação ativa; - Fomentar a criatividade e reforçar a coesão e a solidariedade. Como metodologias de trabalho propõe-se a organização de “Plenários de ideias”, pesquisas, debates, registo de conclusões e inventariação de soluções. Tais metodologias visam promover a integração do aluno na Escola e na sociedade, o desenvolvimento da capacidade de comunicação verbal e não verbal, o desenvolvimento do espírito crítico e o reconhecimento de valores éticos, individuais ou coletivos. A avaliação de Formação Cívica é qualitativa. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 79 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Assim, nesta área disciplinar não curricular desenvolver-se-ão os seguintes projetos: Pré-Escolar e 1.º Ciclo: Promoção da Saúde e Educação para a Cidadania; 2.º e 3.º Ciclos Cidadania e Segurança (5 blocos de 90 min) 5.º Ano Educação Sexual (mínimo 6 horas) 6.º Ano Educação Sexual (mínimo 6 horas) 7.º Ano Educação Sexual (mínimo 12 horas) 8.º Ano Educação Sexual (mínimo 12 horas) Educação Sexual (mínimo 12 horas) 9.º Ano Orientação Vocacional (Serviços de Psicologia e Orientação) 4.2 - Estudo Acompanhado e Acompanhamento ao Estudo O Estudo Acompanhado (2.º Ciclo) e o Acompanhamento ao Estudo (3.º Ciclo) visam promover a aquisição, por parte dos alunos, de métodos de estudo, de trabalho e de organização, que lhes permitam realizar com crescente autonomia a sua aprendizagem e desenvolver a capacidade de “aprender a aprender”. Tudo isto deve assentar, na prática, em atividades de autoavaliação e autocorreção constantes, de forma a valorizar a autoestima, confiança e motivação dos alunos (avaliação formativa). O Estudo Acompanhado (2.º Ciclo) e o Acompanhamento ao Estudo (3.º Ciclo) serão organizados pelo Conselho de Turma e inscritos no respetivo Projeto Curricular de Turma, de acordo com um diagnóstico feito pelos alunos, como meio de detetar as suas dificuldades e preferências. Todavia, as atividades a desenvolver terão sempre por base as seguintes competências transversais: - Relacionamento interpessoal e de grupo; - Métodos de trabalho e de estudo; - Tratamento de informação; - Estratégias cognitivas; - Comunicação. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 80 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Tendo por base estas competências, será elaborado por cada Conselho de Turma um plano que identifique as respetivas situações de aprendizagem e metodologias. A operacionalização destas áreas permitirá: - a aquisição autónoma de um estilo de aprendizagem; - a individualização do processo de ensino-aprendizagem; - gerar momentos mais ricos de aprendizagem cooperativa; - proporcionar um clima favorável ao desenvolvimento de relações interpessoais positivas entre professores e alunos. A avaliação do Estudo Acompanhado (2.º Ciclo) e do Acompanhamento ao Estudo (3.º Ciclo) é qualitativa. Neste contexto e, de acordo com o despacho nº 19308/2008, de 21 de julho e a Lei n.º 60/2009, de 06 de agosto o tempo letivo atribuído ao Estudo Acompanhado é utilizado pela escola para o apoio aos projetos em curso, designadamente: 1.º Ciclo – Plano da Matemática II e Plano Nacional da Leitura; 2.º e 3.º Ciclos – Apoio a Projetos definidos pelo Projeto Educativo do Agrupamento, incluindo-se, também, no 9.º Ano o apoio à Orientação Vocacional (Serviços de Psicologia e Orientação). 4.3 - Área de Projeto No 1.º Ciclo, a Área de Projeto é obrigatória. Caberá aos docentes a gestão desta área no âmbito das temáticas a desenvolver, definidas no Projeto Educativo do Agrupamento. As temáticas escolhidas devem estar ligadas à vida e aos interesses dos alunos. Devem ser adequadas, de modo a poderem ser tratadas por eles, tendo em conta as suas capacidades, recursos e limites. Acima de tudo, devem ser os alunos os responsáveis pela escolha da situação-problema, enquanto os professores deverão assumir-se como animadores das atividades que se disponibilizam como um recurso constante. A apresentação final da Área de Projeto será feita, sob diversas formas, à comunidade. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 81 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 5 - AVALIAÇÃO DOS ALUNOS “Nada é mais difícil do que tornar iguais as coisas desiguais” Aristóteles 5.1 - Conceito de Avaliação Os desenvolvimentos teóricos realizados à volta do conceito de avaliação levaram vários autores recentes a categorizá-la segundo várias formas e tipos de avaliação. Mas nos milhares de obras publicadas sobre avaliação, encontra-se uma característica comum a todas: “avaliar é recolher informação, tendo em vista a fundamentação para a tomada de decisões”. A partir destes conceitos desenvolveram-se investigações e práticas no âmbito da avaliação educacional, designadamente na avaliação das aprendizagens dos alunos. Os conceitos de avaliação formativa e sumativa passaram então a fazer parte do património conceptual de todos os professores, tornando-se num saber técnico específico, inerente à formação profissional de base. A dimensão que ela assume no contexto do sistema educativo potencia e valoriza o aspeto mais sensível de toda a atividade escolar, porque engloba no seu processo questões de enorme importância para todos os intervenientes, e uma boa parte das razões da vida: expectativas, o autoconceito, a capacidade de aprender e realizar o sistema de valores. A L.B.S.E. estabelece uma conceção clara de Educação e de Escola, que alteram significativamente os velhos modelos de avaliação que vinham a ser praticados, e os normativos posteriores abriram possibilidades orientando para novos caminhos em relação a um sistema capaz de criar condições para o sucesso de todos, de forma a contribuir para a superação de dificuldades e para a condução eficaz dos processos de aprendizagem. Tal avaliação assume então um papel decisivo no processo de ensino/aprendizagem porque: - se constitui como um elemento integrador da prática educativa, permitindo a recolha de informações e a formulação de decisões adaptadas às necessidades dos alunos; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 82 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - regula a prática pedagógica (seleção de métodos e recursos, adaptações curriculares, resposta às necessidades educativas especiais, ...); - permite ao professor analisar criticamente a sua intervenção; - permite ao aluno controlar a sua aprendizagem. Uma avaliação focalizada nas competências do aluno assume deste modo uma dimensão formativa que ultrapassa a função de classificação e de certificação, projetando-se numa dimensão de orientação, nos momentos em que o aluno tem de fazer opções curriculares ou vocacionais ou ainda nos casos de insucesso. 5.2 - Enquadramento Legal O Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro, consagra as principais orientações e disposições relativas à avaliação das aprendizagens no Ensino Básico, remetendo a aprovação das medidas de desenvolvimento das referidas disposições para outro despacho o Despacho Normativo n.º 1/2005. As medidas aí aprovadas, respeitam todos os princípios definidos na L.B.S.E., nomeadamente “a consistência entre os processos de avaliação e as aprendizagens e competências pretendidas, a consequente necessidade de utilização de modos e instrumentos de avaliação adequados à diversidade de aprendizagem e à natureza de cada uma delas, bem como aos contextos em que ocorrem, a atenção especial à evolução do aluno ao longo do E. B. e à promoção da confiança social na informação que a Escola transmite” (artigo 6º). Na avaliação dos alunos dos cursos CEF, deverá atender-se ao Despacho conjunto n.º453/2004 do Ministério da Educação e da Segurança Social e do Trabalho (retificado pelo 1673/2004 do Ministério da Educação). Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 83 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 5.3 - O objeto da avaliação No plano curricular, as competências gerais do ensino básico, constituem os referenciais orientadores da prática pedagógica e é a partir deles que se estabelecem o conjunto de competências essenciais exigíveis no final da etapa em consideração, as quais devem por sua vez estar articuladas, de forma a que se possam inventariar meios e criar instrumentos de aplicação desses meios e configurar estratégias de verificação dos progressos e dos obstáculos à aprendizagem. O desenvolvimento da capacidade de aprender com autonomia envolve conteúdos do ensino de aprendizagem que deve contemplar o domínio Cognitivo-Operatório e o Domínio das Atitudes e Valores (mais à frente far-se-á referência ao enquadramento destes domínios no processo de avaliação). 5.4 - Instrumentos de Avaliação Aceitando o princípio de que a avaliação está ao serviço do processo de ensino/aprendizagem, é necessário proceder à recolha de dados que abranjam todos os domínios da aprendizagem já referidos: a aquisição de conceitos, métodos de trabalho, técnicas utilizadas (diversificadas e adequadas ao tipo de informação procurada e ao desenvolvimento do aluno), aptidões demonstradas e atitudes reveladas. Incidindo a avaliação sobre a progressão de cada aluno, são de admitir diferentes ritmos na aquisição de um conceito, não se exigindo que todos os alunos atinjam o mesmo nível de desempenho ao mesmo tempo. Critério semelhante é de aplicar quanto ao desenvolvimento de capacidades e atitudes. Uma avaliação formativa e contínua que contemple todos os domínios de aprendizagem e respeite o ritmo do aluno, implica uma mudança de meios e instrumentos de avaliação. A ser assim, é necessário que a avaliação se processe no quotidiano letivo, por meio de instrumentos de registos específicos e diversificados que permitam uma avaliação fundamentada em critérios previamente definidos pelos intervenientes e poderão passar por: - listas de verificação; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 84 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - grelhas de observação; - grelhas de análise; - questionários de opinião; - testes; - trabalhos individuais e de grupo; - entrevistas; - relatórios; - discussões/debates; - dramatizações; - exposições; - organização do caderno diário; - outros... 5.5 - Intervenientes São intervenientes no processo de avaliação o educador/professor, o aluno, os Departamentos do Pré-escolar e 1.º Ciclo ou o conselho de turma nos 2.º e 3.º Ciclos, os órgãos de gestão da escola, o encarregado de educação, os serviços especializados de apoio educativo, a administração educativa. A avaliação é da responsabilidade do educador/professor, dos Departamentos do Pré-escolar e 1.º Ciclo, do conselho de turma, dos órgãos de gestão da escola e da administração educativa. A intervenção do educador/professor no processo de avaliação deve integrar uma orientação para o exercício contínuo da autoavaliação e coavaliação, as quais desempenham um valioso papel formativo, pois constituem procedimentos de participação e implicação responsável dos alunos na sua própria formação. Nos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, o professor/diretor de turma tem de assumir um papel relevante na orientação dos alunos, ao estabelecer, por um lado, a ligação entre os diferentes professores da turma e, por outro lado, entre alunos, professores e técnicos de Apoio Educativo e os encarregados de educação. Neste contexto, assumirá grande Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 85 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 importância os contactos frequentes, pela promoção de reuniões onde todos os intervenientes dialoguem de forma aberta, para a identificação de formas mais oportunas e eficazes no acompanhamento do aluno. O Conselho de Turma deve então constituir a estrutura de orientação educativa mais privilegiada para a ponderação dos vários contributos da avaliação porque entre outras ordens de razões: - permite pesar a diversidade dos ritmos de aprendizagem e de desenvolvimento, pela quantidade de informação que é posta em comum; - fundamenta a seleção de formas de compreensão dos desvios detetados; - prepara as decisões relativas à orientação dos alunos e à sua progressão no sistema educativo. Aos pais deve ser facultada a informação recolhida no Conselho de Turma e, aquando da tomada de decisão relativa ao trânsito ou retenção de ano ou ciclo, devem ser tomados em conta todos os dados que, para esse fim se encontram superiormente legislados nos normativos vigentes. 5.6 - Processo individual do aluno O percurso escolar do aluno deve ser documentado, de forma sistemática no processo individual, e acompanhá-lo-á ao longo de todo o ensino básico, ou até sempre que este mude de estabelecimento de ensino, proporcionando uma visão global do seu percurso, de modo a facilitar o seu acompanhamento e intervenção adequados. É da responsabilidade do professor titular da turma, no 1.º ciclo, e do diretor de turma nos 2.º e 3.º ciclos. No processo individual do aluno devem constar: os elementos fundamentais de identificação do aluno, os registos de avaliação, relatórios médicos e/ou de avaliação psicológica, quando existam, planos e relatórios de apoio pedagógico, quando existam, o plano educativo individual, no caso de o aluno ser abrangido pela modalidade de educação especial, uma autoavaliação do aluno, no final de cada ano, com exceção dos 1.º e 2.º anos, Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 86 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 de acordo com critérios definidos pelo estabelecimento de ensino e outros elementos considerados relevantes para a evolução e formação do aluno. Ao processo individual têm acesso, em termos a definir no regulamento interno da escola, os professores, o aluno, o encarregado de educação e outros intervenientes no processo de aprendizagem do aluno, sendo garantida a confidencialidade dos dados nele contidos. 5.7 - Modalidades de Avaliação A avaliação das aprendizagens compreende as modalidades de avaliação diagnóstica, formativa e sumativa. Avaliação Diagnóstica A avaliação diagnóstica conduz à adoção de estratégias de diferenciação pedagógica e contribui para elaborar, adequar e reformular o projeto curricular de turma, facilitando a integração escolar do aluno, apoiando a orientação escolar e vocacional. Pode ocorrer em qualquer momento do ano em articulação com a avaliação formativa. Avaliação Formativa A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação, assume caráter contínuo e sistemático e visa a regulação do ensino e da aprendizagem, recorrendo a uma variedade de instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem. A avaliação formativa inclui uma vertente de diagnóstico tendo em vista a elaboração e adequação do projeto curricular de turma e conduzindo à adoção de estratégias de diferenciação pedagógica. Fornece informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências, de modo a permitir rever e melhorar os processos de trabalho. É da responsabilidade de cada professor, em diálogo com os alunos e em colaboração com os outros professores, designadamente no âmbito dos órgãos coletivos que concebem e gerem o respetivo projeto curricular e, ainda, sempre que necessário, com os serviços Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 87 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 especializados de apoio educativo e os encarregados de educação, devendo recorrer, quando tal se justifique, a registos estruturados. Avaliação Sumativa A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o desenvolvimento das aprendizagens do aluno e das competências definidas para cada disciplina e área curricular. A avaliação sumativa inclui: a avaliação sumativa interna e a avaliação sumativa externa no 9º ano de escolaridade. Avaliação sumativa interna A avaliação sumativa interna ocorre no final de cada período letivo, de cada ano letivo e de cada ciclo e é da responsabilidade do professor titular da turma em articulação com o respetivo conselho de docentes, no 1.º ciclo, e dos professores que integram o conselho de turma, no 2.º e no 3.º ciclos, reunindo, para o efeito, no final de cada período. Esta avaliação tem como finalidades: informar o aluno e o seu encarregado de educação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências definidas para cada disciplina e área disciplinar e tomar decisões sobre o percurso escolar do aluno. Compete ao professor titular da turma no 1.º ciclo, e ao diretor de turma nos 2.º e 3.º ciclos, coordenar o processo de tomada de decisões relativas à avaliação sumativa interna e garantir tanto a sua natureza globalizante como o respeito pelos critérios de avaliação referidos nos números 15 e 16 do presente despacho. A decisão quanto à avaliação final do aluno é da competência do professor titular da turma em articulação com o conselho de docentes, no 1.ºciclo e do conselho de turma sob proposta do professor de cada área disciplinar/área curricular não disciplinar, nos 2.º e 3.º ciclos. No 1.º ciclo a informação resultante da avaliação sumativa expressa-se de forma descritiva em todas as áreas curriculares. Nos 2.º e 3.º ciclos a informação resultante da avaliação sumativa interna expressa-se numa classificação de 1 a 5, em todas as disciplinas, a qual pode ser acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno e numa menção qualitativa de Não satisfaz, Satisfaz e Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 88 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Satisfaz bem, nas áreas curriculares não disciplinares, a qual pode ser acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno; Com base na avaliação sumativa, compete ao professor titular, no 1.º ciclo, em articulação com o conselho de docentes, e ao conselho de turma, nos restantes ciclos, analisar o projeto curricular de turma, com vista à introdução de eventuais reajustamentos ou à apresentação de propostas para o ano letivo seguinte. Avaliação sumativa externa A avaliação sumativa externa é da responsabilidade dos serviços centrais do Ministério da Educação e compreende a realização de Exames Nacionais no nono ano, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, os quais tendo como referência o currículo do 3.º ciclo, incidem sobre as aprendizagens e competências de ciclo dessas mesmas disciplinas. 5.8 - Critérios de Avaliação Os critérios gerais de avaliação constituem uma referência para docentes, alunos e pais/encarregados de educação. Sustentam-se no currículo nacional, nas características disciplinares, nos normativos legais e, sobretudo, nas necessidades apresentadas das turmas/alunos. O órgão de direção executiva do agrupamento deve garantir a divulgação dos critérios referidos nos números anteriores junto dos diversos intervenientes, nomeadamente alunos e encarregados de educação. 5.8.1 - Ensino Pré-escolar A avaliação é entendida como um caminho para a aprendizagem. Um caminho que, ao ser percorrido de forma inteligente e responsável, ajudará o educador a compreender o que acontece e porquê e lhe facilitará a retificação do rumo, o reconhecimento dos erros e a melhoria das práticas. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 89 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 A avaliação servirá, assim, para dar indicações ao educador sobre as crianças de forma a ajudá-lo a conduzir o seu trabalho de maneira que possa contemplar positivamente as necessidades, curiosidades e solicitações das mesmas, na medida em que, quando se avalia, reconhece-se o seu progresso, a sua individualidade, as diferenças, entre elas. Concluindo, a avaliação é um dos elementos da organização do trabalho pedagógico. Cabe, deste modo, aos educadores a responsabilidade de desenvolverem processos pedagógicos que conduzam à melhoria da aprendizagem e do ensino, valorizando as modalidades formativas que permitam ao aluno aprender a desenvolver-se. A Avaliação na Educação Pré-escolar assume uma dimensão marcadamente formativa descritiva pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados e procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. A Educação Préescolar é perspetivada no sentido da educação ao longo da vida, assegurando à criança condições para abordar com sucesso a etapa seguinte. Avaliar é um ato pedagógico que requer uma atitude e um saber específicos que permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os contextos de cada criança e do grupo, no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada. Assim, compete ao educador: - Elaborar o relatório de avaliação do projeto curricular de grupo/turma; - Produzir um documento escrito com a informação global das aprendizagens mais significativas de cada criança, realçando o seu percurso, evolução e progressos; - Comunicar aos Pais/Encarregados de Educação bem como aos Educadores/Professores o que as crianças sabem e são capazes de fazer. Na avaliação de cada aluno, ter-se-ão em linha de conta as áreas de conteúdo: 1) Formação Pessoal e Social 2) Expressão e Comunicação 3) Conhecimento do Mundo Na educação pré-escolar, a avaliação é feita do seguinte modo: Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 90 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 É elaborada pelos educadores, trimestralmente, uma ficha descritiva a entregar a todos os encarregados de educação. No final do ano letivo, elaborar-se-á uma ficha de avaliação dos meninos finalistas, com a intenção de ser entregue ao professor do Primeiro Ciclo, Os Jardins de Infância utilizarão técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados que possibilitem sistematizar e organizar a informação a informação recolhida (registos de observação, portfolios, entrevistas, cadernetas informativas, comunicação aos pais com informação global do filho…) No final de cada período, será feita uma avaliação dos grupos, em reunião do Departamento. Critérios de avaliação: 3 Anos 1) Formação Pessoal e Social – 50% 2) Expressões e Comunicação – 40% 3) Conhecimento do Mundo – 10% 4 Anos 1) Formação Pessoal e Social – 30% 2) Expressões e Comunicação – 50% 3) Conhecimento do Mundo – 20% 5 Anos 1) Formação Pessoal e Social – 10% 2) Expressões e Comunicação– 45% 3) Conhecimento do Mundo – 45% Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 91 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 5.8.2 - Ensino Básico Os critérios gerais de avaliação constituem uma referência para os docentes, alunos e pais/encarregados de educação. Sustentam-se no currículo nacional e características disciplinares, nos normativos legais e, sobretudo, nas necessidades das turmas/alunos. Na avaliação de cada aluno deve ter-se em conta dois domínios: • Domínio Cognitivo – Operatório; • Domínio Atitudes e Valores, No Domínio Cognitivo – Operatório avaliar-se-á: - Expressão oral e escrita; - Aquisição, compreensão e aplicação dos conhecimentos; - Compreensão de enunciados orais e/ou escritos; - Capacidade de pesquisa e tratamento de dados; - Utilização das tecnologias de informação; - Raciocínio lógico; - Domínio de técnicas/procedimentos experimentais; - Destrezas técnicas, artísticas e físicas; No Domínio das Atitudes e Valores avaliar-se-á: - Capacidade de organização; - Empenho e cooperação nas atividades propostas (letivas ou não letivas); - Pontualidade e assiduidade; - Autonomia e criatividade; - Sentido crítico; - Espírito de iniciativa; - Interesse e participação nas atividades letivas; - Trabalhos de casa; - Material escolar; - Responsabilidade demonstrada; - Capacidade de autoavaliação; - Capacidade de diálogo e resolução de problemas; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 92 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - Respeito pelos outros; - Respeito pelas regras instituídas. A classificação dos instrumentos de avaliação utilizados no domínio cognitivo – operatório é qualitativa e terá, em todos os ciclos do ensino básico e no ensino secundário, a seguinte terminologia: Classificação 1.º Ciclo Ensino 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Secundário Básico (%) Ensino Básico (%) (valores) Fraco 0 – 19 0 – 5,9 Não Satisfaz 0 – 49 20 – 49 6 – 9,9 Satisfaz 50 – 69 50 – 69 10 – 13,9 Satisfaz Bastante 70 – 89 70 – 89 14 – 17,9 Excelente 90 – 100 90 – 100 18 – 20 Peso atribuído aos domínios da avaliação Domínio Domínio das Cognitivo–Operatório Atitudes e Valores 1.º Ciclo 70% 30% 2.º Ciclo 70% 30% 3.º Ciclo 70% 30% 40% 60% 70% 30% CEF PIEC Cursos Profissionais Nota: 1. A partir destes critérios gerais de agrupamento cada departamento curricular, sub-departamento curricular elabora os seus critérios específicos com os ajustes necessários à especificidade de cada um. Nos Departamentos de 2.º e 3.º Ciclos, o peso atribuído ao domínio cognitivo operatório não poderá ser inferior a 60 nem superior a 70%, e o peso atribuído ao domínio das atitudes e valores oscilará entre os 40 e os 30% respetivamente, sempre que a natureza da disciplina assim o exija. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 93 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 2. Nos cursos EFA a avaliação incide sobre as aprendizagens efetuadas e Unidades de Competências validadas, de acordo com os referenciais de formação existentes para este percurso formativo e os normativos em vigor -Portaria N.º 230/2007, de 5 de março. 3. A avaliação destina-se a informar o adulto sobre os progressos, as dificuldades e os resultados obtidos no processo formativo bem como a certificar as competências adquiridas pelos formandos. 4. Os critérios de avaliação mencionados constituem referenciais comuns, no interior de cada estabelecimento de ensino, sendo operacionalizados pelo professor titular da turma no 1.º ciclo e pelo conselho de turma nos 2.º, 3.º ciclos e secundário, no âmbito do respetivo projeto curricular de turma. Avaliação Sumativa A avaliação sumativa processa-se no final de cada período. Será descritiva para o 1.º ciclo e terá a forma de um nível para os 2.º e 3.º ciclos. Nos 2.º e 3.º ciclos, o nível a atribuir depende do resultado obtido na ponderação dos domínios acima apresentados: Resultado da ponderação Nível 0 – 19% 1 20% – 49% 2 50% - 69% 3 70% - 89% 4 90% - 100% 5 No caso dos cursos profissionais a avaliação sumativa ocorre no final de cada módulo, com a intervenção do professor e do aluno, expressa-se na escala de 0 a 20 valores a publicar em pauta, acontecendo apenas quando o aluno atingir a classificação mínima de 10 valores. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 94 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 5.8.3- Critérios de Avaliação das Áreas Curriculares não Disciplinares As áreas curriculares não disciplinares devem constituir elementos relevantes no processo de articulação / integração dos saberes das diversas áreas disciplinares / disciplinas, propiciando, desse modo, mais e melhores oportunidades para a realização de aprendizagens significativas pelos alunos. Neste sentido, a gestão pedagógica do processo educativo, realizada em conselho de turma, tomando por referência o currículo nacional, deve associar o ato pedagógico ao desenvolvimento de competências – “saber”, “saber ser / estar” e “saber fazer”. A avaliação nestas áreas expressa-se de forma descritiva, conduzindo à atribuição de uma menção qualitativa: “Não Satisfaz”; “Satisfaz” e “Satisfaz Bem”. Descritores de cada menção: Satisfaz Bem: - Resolve conflitos sem usar violência respeitando as normas, regras e critérios de atuação, de convivência e de trabalho; - Participa ativa e oportunamente nos trabalhos de grupo e de turma, debatendo o plano de trabalho adotado em função do problema escolhido; - Apresenta propostas e sugestões para melhorar o trabalho da turma e do grupo, que constituam tomadas de decisão adequadas face ao problema selecionado; - Defende os seus pontos de vista, fundamentando as suas opiniões e respeitando a opinião dos outros; - É assíduo e responsável pelo seu trabalho e faz todas as tarefas que lhe são atribuídas; - Faz uma comunicação clara e com rigor, utilizando as formas adequadas ao conhecimento resultante da interpretação; - Sabe pesquisar, selecionar, organizar e interpretar informação de forma crítica, em função de questões surgidas no trabalho; - Sabe planear, organizar e construir instrumentos de trabalho úteis; - Sabe utilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas individuais e em grupo; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 95 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - Sabe avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas propostas, a realizar individualmente e em grupo (autoavaliação), bem como o trabalho efetuado pelos colegas (heteroavaliação). Satisfaz: - Resolve, pontualmente, conflitos sem usar violência, respeitando as normas, regras e critérios de atuação, de convivência e de trabalho; - Participa nos trabalhos de grupo e da turma, debatendo o plano de trabalho adotado em função do problema escolhido; - Apresenta, quando solicitado, algumas propostas e sugestões para melhorar o trabalho da turma e do grupo, que constituam tomadas de decisão adequadas face ao problema selecionado; - Defende os seus pontos de vista, fundamentando as suas opiniões e respeitando a opinião dos outros; - É assíduo e responsável pelo seu trabalho e faz todas as tarefas que lhe são atribuídas; - Faz uma comunicação aceite pelos colegas e professor; - Pesquisa, seleciona, organiza e interpreta informação em função de questões surgidas no trabalho; - Quando solicitado, planeia, organiza e constrói instrumentos de trabalho úteis; - Utiliza, quando solicitado, as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas individuais e em grupo; - Avalia o seu trabalho, bem como o trabalho efetuado pelos colegas. Não Satisfaz: Esta menção é aplicável aos alunos cujo nível de desempenho não se integre nos itens referidos nos critérios acima apresentados. Todos os outros aspetos não contemplados neste documento seguem em rigoroso acordo com o ensino desenvolvido no âmbito do Projeto Curricular de Turma, com as especificidades e literacia de cada disciplina, assim como o que se encontra superiormente legislado para o efeito (Despacho Normativo n.º 50/2005). Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 96 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 5.8.4 - Divulgação dos critérios de avaliação Deve ser assegurada a divulgação dos critérios de avaliação a todos os intervenientes no processo de avaliação, nomeadamente, aos encarregados de educação e alunos. A divulgação dos critérios de avaliação aos encarregados de educação será feita pelo professor titular de turma/diretor de turma de acordo com o ciclo de ensinos. Relativamente aos alunos a divulgação deve ser feita pelo professor de cada disciplina e reforçada pelo respetivo Diretor de Turma. 5.9 - Aplicabilidade do Despacho Normativo nº 50/2005 Uma das linhas orientadoras do Projeto Educativo é favorecer e melhorar o sucesso escolar dos alunos do Agrupamento. Nesta linha são definidos objetivos e estratégias a implementar. Para que essas estratégias não apareçam isoladas, é necessário definir uma política de desenvolvimento de medidas que permitam a consecução desse objetivo. Neste sentido, e sempre que um aluno revele dificuldades ou capacidades excecionais de aprendizagem, o professor do 1.º ciclo e o conselho de turma dos outros ciclos analisam a situação específica do aluno e definem a(s) medida(s) de apoio educativo a adotar em conformidade com o Despacho Normativo nº. 50/2005 até à data da reunião de avaliação intercalar de segundo período: 5.9.1 - Plano de Recuperação É aplicável aos alunos que revelem dificuldades de aprendizagem em qualquer disciplina, área curricular disciplinar ou não disciplinar. O Plano de Recuperação pode integrar as seguintes modalidades: a) Pedagogia diferenciada na sala de aula; b) Atividades de compensação em qualquer momento do ano letivo ou no início de um novo ciclo; c) Aulas de recuperação; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 97 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 d) Atividades de enriquecimento; e) Adaptações programáticas; f) Apoio do SPO; g) Apoios educativos; h) Programa de tutoria; i) Atividades de ensino específico da língua portuguesa estrangeiros. O Plano de recuperação é planeado, realizado e avaliado, quando necessário em articulação com outros técnicos de educação, envolvendo os pais ou encarregados de educação e os alunos. 5.9.2 - Plano de Acompanhamento É aplicável aos alunos que tenham sido objeto de retenção em resultado da avaliação sumativa final do respetivo ano de escolaridade. O Plano de acompanhamento pode incluir as modalidades previstas no plano de recuperação. É planeado, realizado e avaliado, quando necessário, em articulação com outros técnicos de educação, envolvendo os pais/encarregados de educação e os alunos. 5.9.3 - Retenção Repetida Quando na sequência de uma avaliação sumativa final se concluir que um aluno já foi retido em qualquer ano de escolaridade, mas não possui as condições necessárias à sua progressão, deve o mesmo ser submetido a uma avaliação extraordinária que ponderará as vantagens educativas de nova retenção. A proposta de progressão ou retenção do aluno está sujeita à anuência do conselho pedagógica, com base em relatório que inclua: - Processo individual do aluno; - Apoios, atividades de enriquecimento curricular e planos aplicados; - Contactos estabelecidos com encarregados de educação incluindo o parecer deste sobre o proposto; - Parecer dos serviços de psicologia e orientação; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 98 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - Proposta de encaminhamento do aluno para um plano de acompanhamento, percurso alternativo ou curso de educação e formação, nos termos da respetiva regulamentação. 5.9.4 - Plano de Desenvolvimento É aplicável aos alunos que apresentem capacidades excecionais. Pode integrar as seguintes modalidades: a) Pedagogia diferenciada na sala de aula; b) Atividades de enriquecimento em qualquer momento do ano letivo ou no início de um novo ciclo; c) Programa de tutoria. O Plano de desenvolvimento também é planeado, realizado e avaliado, quando necessário, em articulação com outros técnicos de educação, envolvendo os pais/encarregados de educação e os alunos. 6 – ASSIDUIDADE Para além do dever de frequência da escolaridade obrigatória os alunos são responsáveis pelo cumprimento do dever de assiduidade. Os pais e encarregados de educação dos alunos menores de idades são responsáveis conjuntamente com estes pelo cumprimento do dever de assiduidade. O cumprimento do dever de assiduidade depende, desta forma, do cumprimento do estatuído na Lei n.º 39/2010, de 2 de setembro. Relativamente aos Cursos de Educação e Formação, os procedimentos a adotar no que se refere à assiduidade seguem o estabelecido nos números 1, 2 e 3 do artigo 9.º do Regulamento anexo ao Despacho Conjunto n.º 453/2004, de 27 de julho. No atinente aos formandos do Curso EFA, o cumprimento do dever de assiduidade depende do definido na Portaria n.º 230/2008, de 7 de março. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 99 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 7 – EDUCAÇÃO ESPECIAL Qualquer docente, encarregado de educação ou elemento da comunidade pode sinalizar o aluno com necessidades educativas especiais e dar conhecimento ao órgão de gestão. Este agirá em conformidade com o Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro. Quando após a apreciação do processo, e/ou avaliação do aluno, se concluir tratar de necessidades educativas especiais de caráter permanente, devem adotar-se as medidas educativas especiais previstas na legislação supracitada, optando pelas medidas mais integradoras e menos restritivas, para que as condições de frequência sejam as mais inclusivas. Quando o perfil de funcionalidade da criança lhe permita um acesso ao currículo sem adequações no processo de ensino e aprendizagem, mas careça de um apoio pontual no desenvolvimento de competências académicas nas áreas de leitura, escrita e matemática, ou de integração social, será encaminhada para os outros apoios providenciados pelo Agrupamento (apoio sócio-educativo e/ou apoio prestado pelos professores da turma). 7.1 - Docentes de Educação Especial Existe no Agrupamento o Subdepartamento de Educação Especial, integrado no Departamento de Expressões. Este Subdepartamento é constituído por 11 docentes de Educação Especial, sendo dez deles docentes especializados e um não especializado, a trabalhar em Intervenção Precoce nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Ribeira de Pena, Vieira do Minho e Mondim de Basto, no âmbito da Rede de Agrupamentos de Escolas de Referência, dois docentes especializados a lecionar na Escola Básica e Secundária de Cabeceiras de Basto na Unidade de Apoio Especializado para a educação de alunos com multideficiência e surdo cegueira congénita, três docentes especializados na Escola Básica Padre Dr. Joaquim Santos onde prestam apoio aos alunos do pré-escolar e primeiro ciclo, dois docentes especializados na Escola Básica e Secundária de Cabeceiras a prestar apoio aos alunos dos segundo e terceiro Ciclos e dois docentes especializados na Escola Básica do Arco de Baúlhe a prestar apoio aos alunos do segundo e terceiro Ciclos. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 100 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 7.2 - Colaboração com os professores A colaboração a prestar pelos docentes de apoio educativo ao professor titular de turma poderá incidir em um, ou mais, dos seguintes domínios: a) Aplicação de técnicas de pedagogia diferenciada; c) Participação na elaboração e avaliação de Programas Educativos Individuais; f) Participação nas reuniões com os pais das crianças portadoras de NEE. Consoante se realize dentro ou fora da turma, o apoio poderá assumir duas modalidades: 1.ª - Dentro da sala de aula, implica a organização e a gestão de um trabalho cooperativo entre os dois professores; 2.ª - Fora da turma, o apoio deverá, sempre que possível, desenvolver-se em pequenos grupos de alunos para que se rentabilizem os recursos e se promova o diálogo e a reflexão conjunta. 7.3 - Programa Educativo Individual/Plano Individual de Transição O Programa Educativo Individual (PEI) constitui o documento que responde às especificidades educativas das crianças com necessidades educativas especiais de caráter permanente estabelecendo as respostas educativas requeridas por cada aluno de acordo com o artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 3/2008. As respostas educativas previstas no PEI podem ser de dois tipos diferentes: Medidas Educativas que integram adequações no processo de ensino e de aprendizagem, previstas no artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 3/2008: • Apoio pedagógico personalizado; • Adequações curriculares individuais; • Adequações no processo de matrícula; • Adequações no processo de avaliação; • Currículo específico individual • Tecnologias de apoio Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 101 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Modalidades Específicas de Educação, artigo 26.º do Decreto-Lei 3/2008 • Unidade de Apoio Especializado para a educação de alunos com multideficiência e surdo cegueira congénita. Também, sempre que os alunos apresentem necessidades educativas especiais de caráter permanente que os impeçam de adquirir as aprendizagens e competências definidas no currículo comum, a escola, três anos antes da idade limite da escolaridade obrigatória, complementará o PEI com um Plano Individual de Transição (PIT) de acordo com o previsto no artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 3/2008. 7.4 - Prestação de apoio aos alunos O tipo de apoio pedagógico a prestar ao aluno deve constar no seu Plano Educativo Individual e deve seguir as seguintes orientações: a) O apoio pedagógico ao aluno deve ser, preferencialmente, prestado pelo professor do ensino regular. O docente de apoio educativo especializado deverá, sempre que lhe seja solicitado, disponibilizar informação técnica ao professor do ensino regular para que este possa promover as condições adequadas à gestão do processo ensino/aprendizagem. b) O apoio pedagógico pode, contudo, ser realizado diretamente ao aluno, no interior da turma. Neste caso, o apoio pedagógico deve ser realizado durante um período de tempo concertado entre os dois docentes e quantificado em carga horária semanal no Plano Educativo do aluno. c) No caso de alunos com dificuldades nas aprendizagens instrumentais de leitura, escrita ou cálculo, pode prever-se um apoio intensivo, fora da sala de aula. d) Os apoios fora da sala de aula serão sempre de caráter excecional, devendo ser utilizados para o efeito, os momentos em que os restantes alunos estão a realizar trabalho individual. e) A natureza e o tempo de apoio dedicado a cada aluno devem ser objeto de programação específica elaborada no início da implementação do apoio educativo. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 102 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 7.5 - Avaliação dos alunos Quanto à avaliação dos alunos com necessidades educativas de caráter permanente esta deve obedecer ao que for definido no PEI, prevendo-se que possam ocorrer adequações no processo de avaliação de acordo com disposto no ponto 1 do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, traduzindo-se em alterações: • do tipo de provas; • dos instrumentos de avaliação; • das condições de avaliação (formas e meios de comunicação, periodicidade, duração e local das mesmas). Os critérios de avaliação dos alunos com Currículo Específico Individual farão parte do mesmo. 8 – O PROJETO CURRICULAR DE TURMA O papel do Professor como educador e (in)formador assume cada vez maior importância no quadro do desenvolvimento do processo educativo. As atribuições de caráter pedagógico e administrativo (que lhe são conferidas pela lei) não se esgotam no exercício dessas funções... A função de Diretor de Turma incorpora um conjunto de vertentes de atuação correspondendo aos seus diversos interlocutores: alunos, professores e encarregados de educação. A atuação do Diretor de Turma junto dos alunos e encarregados de educação tende, na prática mais comum, a prevalecer sobre a ação junto dos professores que é, contudo, uma dimensão crucial deste cargo, que não pode, aliás, ser dissociada das restantes. O Diretor de Turma desempenha, junto dos docentes da turma, uma função de coordenação – das atuações de cada um deles no âmbito da respetiva área de docência – e de articulação/mediação entre essa ação dos professores e os restantes atores envolvidos no processo educativo: os alunos e os encarregados de educação. Estas funções do Diretor Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 103 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 de Turma situam-no, assim, na interface entre duas áreas de intervenção: a docência e a gestão. O Diretor de Turma é, por um lado, um docente que coordena um grupo de docentes e é, simultaneamente, um elemento do sistema de gestão da escola a quem cabem responsabilidades na gestão global do Conselho de Turma a que preside. De entre as competências atribuídas ao Diretor de Turma, salienta-se a elaboração, em conjunto com todos os elementos que constituem o Conselho de Turma (pais/encarregados de educação, alunos e professores da turma) do Projeto Curricular de Turma (PCT). O PCT deverá seguir as orientações emanadas do PE e PCA e ter como ponto de partida a síntese dos dados existentes sobre os alunos e respetivas aprendizagens produzidos pelos Diretores de Turma /professor Titular de Turma anteriores, e a análise de projetos curriculares aplicados aos mesmos alunos em anos anteriores. Tempos e fases de construção do PCT: • Conceção da 1.ª versão: início da ano letivo. • Entrega na Direção para verificação e devolução: início da ano letivo. • Implementação: ao longo dos 1.º, 2.º e 3.º Períodos. • Avaliação: no final do 1.º Período, na reunião intercalar de 2.º período e no final dos 2.º e 3.º Períodos. Nota: O PCT é um documento que pode, e deverá, ser constantemente monitorizado e atualizado. Conceção do Projeto Curricular de Turma Em todos os níveis de ensino, o Projeto Curricular de Turma deverá obedecer à seguinte proposta: Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 104 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 PROPOSTA DE GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DO PCT INTRODUÇÃO TER COMO REFERÊNCIA O PE, PCA, E PAA CARACTERIZAÇÃO/ESTUDO /PERFIL DA TURMA Caracterização da Turma Aprendizagens ● Contexto sócio-económico e cultural ● Competências essenciais: pré-requisitos ● Percurso escolar (retenções) ● Dificuldades de aprendizagem ● Dificuldades específicas (Planos de ● Necessidades educativas especiais Acompanhamento e outros) ● Atitudes e integração passíveis de interferência no ● Necessidades Educativas Especiais processo de ensino-aprendizagem dos alunos. ● Desenvolvimento cognitivo e psicoafetivo (análise feita ao longo do ano) Caracterização de alunos com particularidades ao nível dos pontos anteriores. OBJETIVOS FUNDAMENTAIS - Definir critérios comuns de atuação do ● Definição de linhas orientadoras do trabalho Conselho de Turma (interdisciplinaridade pedagógico de atitudes) ● Definição de critérios de atuação (estratégia educativa global) ● Definição de práticas de diferenciação pedagógica ● Definição de modos e instrumentos de avaliação - Definir critérios comuns de atuação com os alunos para as diversas áreas disciplinares e não disciplinares ● Definição de dispositivos de apoio educativo ● Definição de um contrato coletivo com os alunos sobre as regras de comportamento (envolver alunos, E. Educação e diretor de Turma e outros) Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 105 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 - Planificar a intervenção educativa de ● Definição das prioridades educativas; acordo com o perfil da turma competências essenciais ● Contextualização das aprendizagens; plano anual de atividades ● Explicitação do trabalho de diferenciação pedagógica ● Adequações curriculares ● Atividades de reforço e de apoio educativo ● Definição das prioridades educativas dos alunos com Programa Educativo Individual (educação especial) ● Definição de estratégias e de instrumentos de avaliação diversificados DEFINIÇÃO DE METAS DE SUCESSO PARA A TURMA ARTICUÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL DAS AREAS CURRICULARES - Definir modos de articulação horizontal entre as áreas curriculares disciplinares e entre estas e as áreas curriculares não disciplinares, de acordo com o Projeto Curricular de Escola (adaptandoo à turma). - Planificações das Áreas Curriculares Não disciplinares (de acordo com as novas propostas de planificação). PRINCIPAIS PROBLEMAS IDENTIFICADOS AO LONGO DO ANO LETIVO - Identificar os problemas resultantes do ● Tomada de decisão para a resolução de diagnóstico da situação: problemas ● Definição com os alunos e a comunidade escolar ● Resultantes de cada Reunião do de regras, valores e atitudes Conselho de Turma (Intercalar e Avaliação) Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 106 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 AÇÃO DO CONSELHO DE TURMA - Definir modos de trabalho em equipa ● Concretização do PCT, PE, PCA e PAA ● Modos de articulação curricular ● Atividades a realizar, articuladamente, ao longo do ano letivo ● Atividades de enriquecimento curricular (Plano Anual de Atividades e outras) ● Articulação com equipa de apoios educativos ● Intervenção para a resolução dos problemas identificados ● Acompanhamento e análise dos projetos MONITORIZAÇÃO/AVALIAÇÃO - Definir modos/ momentos de avaliação do Projeto Curricular de Turma ● Diversificação de estratégias, atividades e processos de avaliação ● Processos de avaliação contínua, formativa e de autoavaliação ● Avaliação diferenciada (educação especial) ● Participação da turma (relatos, observação e debate) - Reajustar/Reconstruir o PCT ● Dados de avaliação dos alunos. ● Grelha de avaliação intermédia do PCT* para 2.º e 3.º Ciclos ● A partir dos dados de avaliação do projeto. AVALIAÇÃO FINAL DO PCT PROPOSTAS PARA O PCT DO ANO LETIVO SEGUINTE É de salientar que, no 1.º Ciclo, foi aprovado um modelo de PCT a implementar e que o mesmo está conforme à proposta acima indicada. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 107 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Grelha de avaliação intermédia/monitorização do PCT ASPETO AVALIADO SIM NÃO OBSERVAÇÕES Houve alterações de horário da turma? Houve alterações da situação familiar e sócio-económica de algum agregado? Surgiram (novos) problemas de saúde? Os problemas detetados mantêm-se? Há novas estratégias a propor? Os critérios de avaliação a valorizar especialmente mantêm-se? Houve alterações ao nível de planificações das áreas curriculares? Houve alterações ao nível da planificação das áreas curriculares não disciplinares? Os Encarregados de Educação têm cumprido o seu papel de coadjuvantes no processo educativo? A articulação interdisciplinar tem vindo a ser levada à prática? Os alunos têm participado, como previsto, nas atividades de enriquecimento curricular? A divulgação do PCT junto dos pais e encarregados de educação tem vindo a ser cumprida? A divulgação do PCT junto dos alunos tem vindo a ser cumprida? De um modo geral, o PCT tem sido levado a cabo satisfatoriamente? Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 108 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 Grelha de avaliação final do PCT Aspecto avaliado Sim Não Observações Houve alterações de horário da turma? Houve alterações da situação familiar e socioeconómica de algum agregado? Surgiram (novos) problemas de saúde? Os problemas detectados foram resolvidos? Há novas estratégias a propor para o próximo ano lectivo? Os critérios de avaliação foram respeitados? Qual é o balanço geral relativamente ao cumprimento das planificações das áreas curriculares? Qual é o balanço geral relativamente ao cumprimento das planificações das áreas curriculares não disciplinares? Os níveis obtidos pelos alunos correspondem às expectativas do Conselho de Turma? Qual é o balanço geral do C. T. relativamente à eficácia dos Plano de Recuperação oportunamente propostos? Há Planos de Acompanhamento a propor para o próximo ano lectivo? Os Encarregados de Educação cumpriram o seu papel de coadjuvantes no processo educativo? A articulação interdisciplinar foi efectivamente levada à prática? Os alunos participaram, como previsto, nas actividades de enriquecimento curricular? A divulgação do PCT junto dos pais e encarregados de educação foi cumprida? A divulgação do PCT junto dos alunos foi cumprida? De um modo geral, o PCT foi levado a cabo satisfatoriamente? Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 109 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 9 – AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO A avaliação do Projeto Curricular do Agrupamento efetuar-se-á em dois momentos: - Avaliação intermédia a realizar sempre que a comunidade escolar o solicite no seio dos órgãos adequados; - Avaliação final, a realizar antes do final do ano letivo. Será avaliada a eficácia, a adequação do projeto ao público-alvo e a eficiência na gestão dos recursos, através do seguinte leque de indicadores ou de outros considerados convenientes no momento: - análise dos resultados de aprendizagem; - práticas pedagógicas implementadas; - trabalhos de equipa desenvolvidos; - adequação da organização escolar; - análise dos contextos educativos. 10 - PLANIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES/CALENDARIZAÇÃO julho/agosto – Preparação de materiais para as áreas curriculares não disciplinares, organização de recursos e levantamento de necessidades. setembro – Preparação do ano letivo, planificação a longo prazo e definição de critérios de avaliação. Início do ano letivo • Elaboração do PAA. Até outubro/novembro - Reformulação dos documentos internos – avaliar para melhorar as aprendizagens. Início do ano letivo • Elaboração da primeira versão do Projeto Curricular da Turma Em julho: • Organização e inventariação dos recursos existentes. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 110 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 • Levantamento dos recursos necessários por Departamento e indicação de prioridades. Ao longo do ano: • Coordenação e autoavaliação das atividades realizadas/aprendizagens conseguidas e sua reformulação sempre que necessário. • Trabalho de equipa. 11 - NECESSIDADES DE FORMAÇÃO De acordo com o Projeto Educativo do Agrupamento e em coordenação com o Centro de Formação de Basto e Barroso, as equipas de Saúde Escolar e Escola Segura, a Escola pretende dinamizar a realização de ações que tenham em conta necessidades / carências sentidas ou ambição justificada de melhoria da qualidade de desempenho. Neste contexto propõe-se promover as seguintes ações junto dos públicos elencados: 11.1 – Docentes Ações nas áreas: do PTE; da Promoção da Leitura e da Dinamização de Bibliotecas Escolares; no Ensino da Matemática; na FPLPEB – Formação nos novos Programas de Língua Portuguesa do Ensino Básico (2.º e 3º Ciclos); na Didática (envolvendo a generalidade das disciplinas); Socorrismo; Técnicas de Utilização da Voz. 11.2 - Pessoal não docente Ações na área: da Saúde; da Higiene e Segurança no Trabalho; do Socorrismo. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 111 Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012 12 - CONCLUSÃO Estamos convencidos de que o Projeto Curricular do Agrupamento que agora apresentamos, não está concluído, porque existe a consciência que haverá sempre a possibilidade de proceder a alterações, visto que o mesmo se inscreve numa política de abertura. Todavia, se forem concretizadas, cumpridas, e operacionalizadas as prioridades que o mesmo contempla, estaremos a contribuir para um novo conceito de Escola, menos formal, mais integrada e caracterizada pelos princípios de “aprender a ser”, “aprender a aprender” e de “educação permanente”. Cabeceiras de Basto, novembro de 2011. Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto 112