AGRUPAMENTO DE ESCOLAS
DE CABECEIRAS DE BASTO
PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO
Ano Letivo 2011/2012
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
ÍNDICE
1 - PREÂMBULO ....................................................................................................................................... 6
1.1 - Introdução .................................................................................................................................. 7
1.2 - Enquadramento Legal ................................................................................................................ 8
1.3 - Período de vigência e destinatários ........................................................................................... 9
1.4 - Temáticas do Projeto Educativo................................................................................................. 9
2 - ORGANIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR .................................................................................... 10
2.1 - Calendários 2011/2012 ............................................................................................................ 10
2.2 - Desenhos Curriculares.............................................................................................................. 12
2.3 - Critérios de distribuição do serviço letivo................................................................................ 23
2.4 - Critérios de constituição de turmas. ........................................................................................ 25
2.5 - Critérios de elaboração dos horários das turmas .................................................................... 28
2.6 – Plano de ocupação plena dos tempos escolares..................................................................... 29
2.7 - Componente de Apoio à Família .............................................................................................. 32
2.8 - Atividades de Enriquecimento Curricular ................................................................................ 33
2.9 - Atividades Extracurriculares..................................................................................................... 33
2.10 - Bibliotecas Escolares .............................................................................................................. 34
3 - COMPETÊNCIAS ................................................................................................................................ 35
3.1 - Introdução ................................................................................................................................ 35
3.2 - Competências Gerais na Educação Pré-Escolar ....................................................................... 36
3.3 - Competências Específicas na Educação Pré-Escolar ................................................................ 37
3.4 - Competências Gerais no final do Ensino Básico e operacionalização de estratégias .............. 61
3.5 - Competências específicas para o 1.º Ciclo ............................................................................... 64
3.6 - Articulações.............................................................................................................................. 76
3.6.1 - Articulação entre o Ensino Pré-Escolar e o 1.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico................ 76
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2
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
3.6.2 - Articulação entre o 1.º e o 2.º ciclos do Ensino Básico ......................................................... 77
3.6.3 - Articulação entre o 2.º e o 3.º ciclos do Ensino Básico ......................................................... 77
3.6.4 - Articulação entre as Competências e Conteúdos nas Áreas Curriculares Disciplinares ....... 78
4 - ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES..................................................................................... 79
4.1 - Formação Cívica ....................................................................................................................... 79
4.2 - Estudo Acompanhado e Acompanhamento ao Estudo ........................................................... 80
4.3 - Área de Projeto ....................................................................................................................... .81
5 - AVALIAÇÃO DOS ALUNOS................................................................................................................ .82
5.1 - Conceito de Avaliação ............................................................................................................. .82
5.2 - Enquadramento Legal ............................................................................................................. .83
5.3 - O objeto da avaliação.............................................................................................................. .84
5.4 - Instrumentos de Avaliação .................................................................................................... .84
5.5 - Intervenientes ......................................................................................................................... .85
5.6 - Processo individual do aluno................................................................................................... .86
5.7 - Modalidades de Avaliação....................................................................................................... .87
5.8 - Critérios de Avaliação.............................................................................................................. .89
5.8.1 - Ensino Pré-escolar ................................................................................................................ .89
5.8.2 - Ensino Básico ....................................................................................................................... .92
5.8.3 - Critérios de Avaliação das Áreas Curriculares não Disciplinares.......................................... .95
5.8.4 - Divulgação dos critérios de avaliação ................................................................................... 97
5.9 - Aplicabilidade do Despacho Normativo nº 50/2005................................................................ 97
5.9.1 - Plano de Recuperação........................................................................................................... 97
5.9.2 - Plano de Acompanhamento.................................................................................................. 98
5.9.3 - Retenção Repetida ................................................................................................................ 98
5.9.4 - Plano de Desenvolvimento.................................................................................................... 99
6 - ASSIDUIDADE.................................................................................................................................... 99
7 - EDUCAÇÃO ESPECIAL...................................................................................................................... 100
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
3
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
7.1 - Docentes de Educação Especial ............................................................................................. 100
7.2 - Colaboração com os professores ........................................................................................... 101
7.3 - Programa Educativo Individual/Plano Individual de Transição.............................................. 101
7.4 - Prestação de apoio aos alunos............................................................................................... 102
7.5 - Avaliação dos alunos .............................................................................................................. 103
8 - O PROJETO CURRICULAR DE TURMA ............................................................................................. 103
9 - AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO ........................................................ 110
10 - PLANIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES/CALENDARIZAÇÃO................................................................... 110
11 - NECESSIDADES DE FORMAÇÃO. ................................................................................................... 111
11.1 - Docentes............................................................................................................................... 111
11.2 - Pessoal não docente............................................................................................................. 111
12 - CONCLUSÃO.................................................................................................................................. 112
Anexo – Articulação de Competências
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4
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
«As pessoas são resistentes à mudança porque resistência e abertura fazem parte do
equilíbrio e uma e outra são constitutivos dos processos de mudança (...). Há pontos de
resistência e pontos de abertura e é preciso ter isso em conta nas dinâmicas de inovação
educativa. As pessoas têm resistências que têm a ver com os seus hábitos, com a tal
‘segurança’ que foram construindo, com as representações que têm do que é a profissão, do
que é o bom aluno ou o mau aluno, do que é ensinar e aprender, do que é a escola e para
que serve, ou seja, têm resistências que têm a ver com a sua própria espessura de pessoas
pensantes, e desse ponto de vista a resistência é natural e constitutiva dos protagonistas (...).
O professor tem representações do saber, da cultura, da própria disciplina que ensina,
muitas dessas representações são muito pouco explícitas para si, muito pouco consistentes,
mas não são o pano de fundo que dá sentido àquilo que se faz. Certas propostas de inovação
vão “chocar” com as representações que os professores têm (das disciplinas, do que é ensinar
e aprender, do que é a ciência, do que é o rigor, do que é a competência, do que é a
eficácia.)».
BENAVENTE, Ana (org.) (1995) Novo Modelo de avaliação, Avaliação do Currículo, 2,
Instituto de Inovação Educacional, 1.ª edição.
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5
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
1 - PREÂMBULO
Um Projeto Curricular do Agrupamento;
O Projeto Curricular do Nosso Agrupamento;
Um Projeto a construir;
O Projeto possível;
Uma Educação em Projeto.
O Decreto-Lei n.º 6/2001 de 18 de janeiro estabelece os princípios orientadores da
organização e gestão curricular do ensino básico bem como da avaliação das aprendizagens
do processo de desenvolvimento do currículo nacional. Recentemente, o Decreto-Lei
n.º94/2011 de 3 de Agosto veio alterar o artigo 13.º e os anexos II e III do referido diploma.
«A alteração que se introduz constitui, na sua essência, um ajustamento na organização
curricular prevista nos anexos II e III, sem prejuízo de uma alteração curricular mais profunda
que urge fazer. Alarga -se ainda no artigo 13.º a avaliação da aprendizagem e o processo de
desenvolvimento do currículo nacional pela implementação de provas finais no 2.º ciclo do
ensino básico.». No quadro do desenvolvimento da Autonomia das Escolas, estabelece-se
que as estratégias para tal desenvolvimento deverão ser objeto de um Projeto Curricular do
Agrupamento, concebido, aprovado e avaliado pelos órgãos de Administração e Gestão. Este
por sua vez deverá ser desenvolvido, em contexto de turma, originando assim um Projeto
Curricular de Turma, concebido, aprovado e avaliado pelos órgãos designados para o efeito
no pré-escolar, nos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos e no ensino secundário.
A perspetiva apresentada por Del Carmen (1991) parece-nos congruente com a
filosofia do preâmbulo do normativo referido, na medida em que considera um Projeto
Curricular, como “um conjunto de decisões articuladas, partilhadas pela equipa docente de
um centro educativo, tendentes a dotar de maior coerência a sua atuação, concretizando as
orientações curriculares de âmbito nacional em propostas globais de intervenção
pedagógico-didática adequadas a um contexto específico”.
Por tudo isto, consideramos que o Projeto Curricular do Agrupamento funciona
como uma trave mestra de todo o processo educacional. Para que se arquitete solidamente
na sua individualidade, torna-se imperiosa a realização de reuniões de trabalho e de reflexão
das diferentes estruturas de orientação educativa, mais precisamente, dos Conselhos de
Departamento/Subdepartamento e dos Conselhos de Turma.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
6
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
1.1 – Introdução
Aquando da elaboração do Projeto Educativo procurou-se explicitar até que ponto a
Escola deveria garantir mais e melhores aprendizagens para todos, sendo que estas não
deviam traduzir-se numa mera adição de disciplinas, mas assegurar a formação integral dos
alunos. Por este motivo, julgou-se fundamental que a organização curricular obedecesse a
princípios que garantissem uma efetiva congruência no percurso da escolaridade básica,
clarificando-se as aprendizagens que consideramos essenciais
Neste momento, pretendemos que o Projeto Curricular do Agrupamento entronque
na lógica que presidiu à formulação do Projeto Educativo, o qual, por sua vez, se assume
como um marco de referência, relativamente:
-
às questões de natureza curricular;
-
à estrutura e funcionamento da escola;
-
à forma como devem ser satisfeitas as necessidades de formação e aperfeiçoamento
do pessoal docente e não-docente da escola;
-
aos graus e modalidades de integração comunitária;
-
a outras dimensões que a ação educativa venha a justificar.
Nesta perspetiva, o Projeto Curricular do Agrupamento acaba por ser, por definição,
um projeto de planificação, adaptação e desenvolvimento de aspetos estritamente
curriculares. Por conseguinte, há-de traduzir o resultado das reflexões e decisões assumidas
de forma colaborativa no âmbito do Projeto Educativo relativamente:
-
ao para quê, ou seja, aos objetivos curriculares que deverão presidir ao processo de
ensino-aprendizagem;
-
ao quê, ou seja, aos conteúdos curriculares que importa trabalhar;
-
ao como e quando ensinar-aprender, isto é, às estratégias metodológicas que devem
ser mobilizadas para trabalhar os conteúdos selecionados em função dos objetivos
explicitados;
-
ao como e quando avaliar, ou melhor, aos procedimentos que podem e/ou devem ser
utilizados, em que momentos e circunstâncias;
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
7
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
-
ao porquê, ou seja, aos fundamentos axiológicos, científicos e epistemológicos que
servem de suporte às opções assumidas ao nível das diferentes componentes
curriculares.
Com este Projeto Curricular do Agrupamento, pretendemos inovar a Escola,
construída e situada localmente, porque surge como espaço aglutinador de intervenções e
de mudanças, opondo-se ao centralismo que tem marcado a escola tradicional portuguesa.
Para tal, é preciso que o mesmo contemple a flexibilização curricular, a interdisciplinaridade,
o trabalho de projeto, a articulação horizontal e vertical dos currículos disciplinares, as
metodologias a privilegiar, a revisão da carga horária e as várias ofertas educativas. Assim,
pretendemos que todos os alunos tenham, no final da escolaridade obrigatória, garantida a
aquisição de um mesmo perfil, perfil esse que mais abaixo enunciaremos.
O Projeto Curricular do Agrupamento ao decidir, dentro dos limites estabelecidos a
nível nacional, sobre a organização das diversas áreas e disciplinas do currículo, as cargas
horárias, os tempos letivos, a distribuição do serviço docente, está no fundo a gerir a sua
própria autonomia, numa tentativa séria de encontrar respostas adequadas aos alunos e aos
contextos concretos em que os docentes trabalham diariamente, potenciando ainda uma
capacidade de decisão relativamente ao desenvolvimento e gestão das diversas
componentes do currículo, uma maior articulação entre elas, assim como um acréscimo de
responsabilidade na organização das ofertas educativas.
1.2 – Enquadramento Legal
As grandes mudanças que se têm vindo a operar nas escolas e as alterações sociais
que se adivinham com o alargamento da escolaridade obrigatória e a situação económica
nacional/internacional, pressupõem novos desafios, novos projetos de mudança que se
centrem em novos conceitos, desfaçam rotinas e repetições e contribuam, de facto, para o
sucesso educativo.
É no Decreto-Lei n.º 6/2001 de 18 de janeiro que o Ministério da Educação assume
como objetivo estratégico a necessidade de proceder a uma reorganização do currículo do
Ensino Básico, no sentido de reforçar a articulação entre os três ciclos de escolaridade que o
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
8
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
compõem. A preparação desta intervenção de política educativa fez emergir a necessidade
de ultrapassar uma visão de currículo uniforme e potenciar o desenvolvimento de novas
práticas de gestão curricular, no contexto da crescente autonomia das escolas. No quadro
desta autonomia, e também à luz do recente Decreto-Lei n.º94/2011 de 3 de Agosto o
Projeto Curricular do Agrupamento assume então particular importância relativamente ao
desenvolvimento e gestão das diversas componentes do currículo, assim como a sua
articulação, numa lógica integradora, direcionada pela construção do próprio projeto, onde
a interligação dos saberes científicos permita aprendizagens realmente significativas, a
oportunidade de construir regras de vida, regular conflitos e formar cidadãos coerentes e
autónomos.
1.3 – Período de vigência e destinatários
Este Projeto Curricular vigora neste ano letivo (2011/2012) e aplica-se ao
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto.
1.4 – Temáticas do Projeto Educativo
Atendendo à Lei de Bases do Sistema Educativo bem como ao contexto
socioeducativo do Agrupamento de Cabeceiras de Basto, o Projeto Educativo define as
seguintes temáticas:
• Saúde e Bem-Estar;
• Educação para a sexualidade e os afetos;
•
Higiene e Segurança;
• Alimentação saudável;
•
Educação económico-financeira (o valor da poupança)
•
Educação Ambiental;
•
Educação para os valores;
• Educação Estética (Literatura, Artes e Cultura).
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
9
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
2 - ORGANIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR
2.1 – Calendários Escolares para o ano letivo de 2011/2012
Pré-Escolar
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
10
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Do 1.º Ciclo ao Secundário
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
11
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
2.2 – Desenhos Curriculares
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
12
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR DO 1.º CICLO
Áreas Curriculares Disciplinares
N.º Tempos
Língua Portuguesa
8
Matemática
7
Estudo do Meio
5
Expressões
2
Áreas Curriculares Não Disciplinares
Área de Projeto
1
Estudo Acompanhado
1
Formação Cívica
1
Atividades de Enriquecimento
Inglês 1.º e 2.º anos
2
Inglês 3.º e 4.º anos
3
Atividade Física/Desportiva
3
Educação Musical ou Artes Plásticas 1.º e 2.º anos
3
Educação Musical ou Artes Plásticas 3.º e 4.º anos
2
Apoio ao Estudo
2
Total
35
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
13
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR DO 2.º CICLO
5.º ANO
6.º ANO
x90
x90
3
3
Língua Inglesa
1,5
1,5
História e Geografia de Portugal
1,5
1,5
6
6
3
3
1,5
1,5
4,5
4,5
Educação Visual e Tecnológica
2
2
Educação Musical
1
1
1,5
1,5
4,5
4,5
E.A.
1
1
F.C.
0,5
0,5
1,5
1,5
EMRC
0,5
0,5
Total
17
17
COMPONENTES DO CURRICULO
Língua Portuguesa
Línguas e Estudos
Sociais
Sub-total
Matemática
Matemática e
Ciências
Ciências da Natureza
Sub-total
Educação artística,
tecnológica e física
Educação Física
Sub-total
Área curricular não
disciplinar
Sub-total
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
14
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR DO 3.º CICLO
7.º ANO
8.º ANO
9.º ANO
x90
x90
x90
Língua Portuguesa
2,5
2,5
2,5
Língua Inglesa
1,5
1
1,5
Língua Francesa
1,5
1,5
1
5,5
5
5
2,5
2,5
2,5
Ciências Naturais
1
1
1
Físico-Química
1
1
1,5
COMPONENTES DO CURRICULO
Línguas
Sub-total
Matemática
C. Exatas
T.I.C.
1
4,5
4,5
6
História
1
1,5
1
Geografia
1
1
1,5
2
2,5
2,5
Educação Visual
1
1
Educação Tecnológica
1
1
1,5
1,5
1,5
3,5
3,5
3
1
1
0,5
0,5
0,5
0,5
1,5
1,5
1
EMRC
0,5
0,5
0,5
Total
17,5
17,5
18
Sub-total
Ciências Humanas
e Sociais
Sub-total
1,5
Expressões
Educação Física
Sub-total
Acompanhamento ao Estudo
ACND
Formação Cívica
Sub-total
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
15
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR
DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PRÁTICAS TÉCNICO-COMERCIAIS
(decorre o 2.º Ano, em Cabeceiras de Basto)
Carga Horária
Carga Horária
1.º Ano
2.º Ano
Horas
Horas
Língua Portuguesa
96
96
192
L.E. – Inglês
96
96
192
T. I. C.
48
48
96
Cidadania Mundo Atual
96
96
192
Higiene, Saúde e Seg. no
Trabalho
15
15
30
Educação Física
48
48
96
105
105
210
Atividades Económicas
62
61
123
Stocks e merchandising
120
85
205
Técnicas de Atendimento
120
96
216
75
68
143
120
84
204
0
210
210
1001
1108
1899
Componente
Áreas
Formação Competências
Línguas,
Cultura e
Comunicação
SócioCultural
Cidadania
Sociedade
Científica
Tecnológica
Ciências
Aplicadas
Tecnologias
Específicas
Disciplinas
Domínios
Matemática Aplicada
Serviço pós-venda
Proc. Admin. Contexto
Comercial
Prática
Estágio em Contexto de Trabalho
Total
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Total (Horas)
16
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR
DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO
DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS
(decorre o 1.º Ano, em Arco de Baúlhe)
Carga Horária
Carga Horária
1.º Ano
2.º Ano
Horas
Horas
Língua Portuguesa
96
96
192
L.E. – Inglês
96
96
192
T. I. C.
66
30
96
Cidadania Mundo Atual
96
96
192
Higiene, Saúde e Seg. no
Trabalho
0
30
30
66
30
96
120
90
210
Ciências Físico-Químicas
90
30
123
Instalação e manutenção
de computadores
184
0
184
Aplicações Informáticas de
Escritório
184
0
184
30
93
123
0
280
0
210
210
1028
1081
2109
Componente
Áreas
Formação Competências
Línguas,
Cultura e
Comunicação
SócioCultural
Cidadania
Sociedade
Disciplinas
Domínios
Educação Física
Científica
Tecnológica
Ciências
Aplicadas
Tecnologias
Específicas
Matemática Aplicada
Sistemas de gestão de
bases de dados
Inst. e Config. De
computadores em redes
locais e à rede Internet
Prática
Estágio em Contexto de Trabalho
Total
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Total (Horas)
280
17
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR
DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS
(decorre o 1.º Ano, em Cabeceiras de Basto)
Componente
Formação
Áreas
Competências
Disciplinas
Domínios
Carga Horária
Total
1 Ano
Horas
Horas
Línguas,
Cultura e
Comunicação
SócioCultural
Cidadania
Sociedade
Científica
Tecnológica
Prática
Ciências
Aplicadas
Tecnologias
Específicas
Língua Portuguesa
45
45
L.E. – Inglês
45
45
T. I. C.
21
21
Cidadania Mundo Atual
21
21
Higiene, Saúde e Seg. no
Trabalho
30
30
Educação Física
30
30
Matemática Aplicada
45
45
Atividades Económicas
21
21
Correspondência
Comercial e arquivo
250
250
Atendimento e
Documentação
280
280
Rotinas de Contabilidade e
Informática
202
202
210
210
1200
1200
Estágio em Contexto de Trabalho
Total
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
18
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR
DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE JARDINAGEM E ESPAÇOS VERDES
(decorre o 2.º Ano, em Arco de Baúlhe)
Carga Horária
Carga Horária
1.º Ano
2.º Ano
Horas
Horas
Língua Portuguesa
96
96
192
L.E. – Inglês
96
96
192
T. I. C.
66
30
96
Cidadania Mundo Atual
96
96
192
Higiene, Saúde e Seg. no
Trabalho
0
30
30
66
30
96
120
90
210
90
33
123
Manutenção de Jardins e
Relvados
300
0
300
Infraestruturas básicas e
paisagísticas de Jardins
98
127
225
0
243
243
0
210
210
1028
1081
2109
Componente
Áreas
Formação Competências
Línguas,
Cultura e
Comunicação
SócioCultural
Cidadania
Sociedade
Disciplinas
Domínios
Educação Física
Científica
Tecnológica
Ciências
Aplicadas
Tecnologias
Específicas
Matemática Aplicada
Ciências Naturais
Instalação de Jardins e
Relvados
Prática
Estágio em Contexto de Trabalho
Total
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Total (Horas)
19
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR
DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE JARDINAGEM E ESPAÇOS VERDES
(decorre o 1.º Ano, em Cabeceiras de Basto)
Componente
Formação
Áreas
Competências
Disciplinas
Domínios
Carga Horária
Carga Horária
1.º Ano
2.º Ano
Horas Aulas/Bl Blocos
45 min Semanais
Línguas,
Cultura e
Comunicação
SócioCultural
Cidadania
Sociedade
Tecnológica
Ciências
Aplicadas
Tecnologias
Específicas
96
128
2
96
128
192
L.E. - Inglês
96
128
2
96
128
192
T. I. C.
66
88
1
30
40
96
Cidadania Mundo Atual
96
128
2
96
128
192
0
0
0
30
40
30
66
88
1
30
40
96
120
160
2,5
90
120
210
90
120
1,5
33
44
123
Manutenção de Jardins Relvados
210
280
4
90
120
300
Instalação de Jardins Relvados
101
135
2,5
149
199
250
99
132
2
119
159
218
Higiene, Saúde e Seg. no Trabalho
Matemática Aplicada
Ciencias Naturaias
Infraestruturas Básicas e
Paisagísticas de Jardins
Prática
Aulas/Bl Blocos
45 min Semanais
Língua Portuguesa
Educação Física
Científica
Horas
Total
(Horas)
210
Estágio em Contexto de Trabalho
Total
1040
1387
20,5
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
1069
1899
1145
0
20
2109
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR
DO CURSO TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS
(decorre o 1.º Ano, em Cabeceiras de Basto)
CURSO PROFISSIONAL – TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS
INFORMÁTICOS
1.º
2.º
3.º
ano
ano
ano TOTAL
(10º) (11.º) (12.º)
SOCIOCULTURAL
PORTUGUÊS
120
100
100
320
LÍNGUA ESTRANGEIRA
75
75
70
220
ÁREA DE INTEGRAÇÃO
75
70
75
220
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
100
-
-
100
EDUCAÇÃO FÍSICA
70
35
35
140
MATEMÁTICA
100
100
100
300
FÍSICA E QUÍMICA
-
100
100
200
ELETRÓNICA FUNDAMENTAL
86
86
86
258
INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS
100
100
100
300
SISTEMAS DIGITAIS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES
136
135
135
406
COMUNICAÇÃO DE DADOS
72
72
72
216
CONTEXTO DE TRABALHO
-
210
210
420
TOTAL HORAS | ANO | CURSO
934
1083
1083
3100
CIENTÍFICA
TÉCNICA, TECNOLÓGICA E PRÁTICA
FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
21
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
DESENHO CURRICULAR DO CURSO EFA SECUNDÁRIO - Tipo C
Nível de
Desenvolvimento
Percurso Formativo
Portefólio Reflexivo
da Aprendizagem
(PRA)
Secundário
Total (em horas)
Formação de Base
150h
1100h
1150h
Formação de Base
Áreas de Competência-Chave
Total em horas
Cidadania e Profissionalidade (CP)
400
Sociedade Tecnologia e Ciência (STC)
350
Cultura Língua e Comunicação (CLC)
350
DESENHO CURRICULAR DO PIEC
Disciplinas
Tempos Letivos
LÍNGUA PORTUGUESA
2
L. ESTRANGEIRA I – INGLÊS
1
MATEMÁTICA
2
CIÊNCIAS SOCIAIS
1
CIÊNCIAS NATURAIS
1
EDUCAÇÃO FÍSICA
1
EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
2
ESTUDO ACOMPANHADO
1
TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
1
EDUCAÇÃO MUSICAL
1
TEATRO
1
TUTORIA
1
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
22
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
2.3 – Critérios de distribuição do serviço letivo
a) Componente não letiva de trabalho de estabelecimento
•
Atribuição de 2 horas semanais aos docentes do Pré-escolar, sendo aplicadas no Apoio à
família;
•
Atribuição de 2 horas semanais aos docentes do 1.º CEB, sendo aplicadas 1 hora e 30
minutos no desenvolvimento do Apoio ao Estudo e 30 minutos na Supervisão das AEC;
•
1 T para Formação dos Novos Programas de Língua Portuguesa;
•
Atribuição de 1 T ou 1,5 T semanais aos docentes dos 2.º e 3.º CEB, de acordo com o n.º
2 do artigo 5.º do Despacho n.º 19117/2008, sendo aplicadas da seguinte forma:
- Atividades de substituição;
- Desenvolvimento do Plano da Matemática;
- Aulas de Recuperação;
- Tutorias;
- Desenvolvimento das funções de Diretor de Turma;
- Atividade interna do Desporto Escolar;
- Clubes;
- Biblioteca Escolar;
- Reuniões dos Cursos Profissionais, CEF, EFA e PIEC;
- Outros por aprovação do Conselho Pedagógico.
• Atribuição de 2 horas semanais aos docentes do Apoio Sócio-educativo, sendo
aplicadas 1 hora em apoio direto a alunos e 1 hora para as reuniões ordinárias do NAE.
b) Horas de redução da componente letiva (artigo 79.º do ECD)
- Coordenação das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica;
- Coordenação pedagógica do desporto escolar e outros projetos;
- Apoio individual a alunos;
- Biblioteca escolar;
- Atividades de substituição;
- Outros por aprovação do Conselho Pedagógico.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
23
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
c) Tempos supervenientes de acordo com o n.º 2 do artigo 3.º do Despacho n.º
19117/2008
- Apoio individual a alunos;
- Tutoria;
- Formação dos Novos Programas de Língua Portuguesa;
- Assessorias a professores de Matemática no âmbito do Plano da Matemática;
- Gabinete de apoio a alunos;
- Desenvolvimento do Plano da Matemática;
- Biblioteca escolar;
- Atividade interna do desporto escolar;
- Atividades Centro Novas Oportunidades;
- Atividades Delegado de Segurança;
- Reuniões dos Cursos Profissionais, CEF, EFA e PIEC;
- Atividades de substituição;
- Outros por aprovação do Conselho Pedagógico.
d) Atribuição de horas extraordinárias
A atribuição de horas extraordinárias só acontecerá quando a carga letiva da
disciplina o justificar, fazendo com que, se as mesmas forem retiradas, o horário fique
incompleto e/ou não existir no mesmo Subdepartamento curricular um outro docente que
as possa receber.
e) O Agrupamento seguirá ainda os seguintes princípios orientadores do Decreto-Lei nº
6/2001:
• Atribuição a cada docente do menor número possível de turmas, com vista a criar
Conselhos de Turma mais pequenos o que contribuirá para um maior conhecimento dos
alunos, dos professores desse Conselho, e facilitando, por conseguinte, o trabalho de
equipa;
• Dentro de cada ciclo de estudos será dada prioridade, sempre que possível, à
continuidade pedagógica, exceto por razões devidamente justificadas;
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
24
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
•
O Diretor de Turma deverá ser o professor de Formação Cívica.
f) O critério de designação do Diretor de Turma terá por base o seguinte perfil:
- Bom relacionamento interpessoal com os alunos, docentes e encarregados de educação;
- Responsabilidade no cumprimento de prazos e procedimentos, assim como do que está
estipulado na Lei, no Regulamento Interno e relativamente às determinações do Conselho
Pedagógico;
- Capacidade de organização;
- Capacidade de liderança;
- Capacidade de articulação com as diferentes estruturas educativas;
- Continuidade do grupo turma ao longo do ciclo.
g) A constituição dos conselhos de turma e equipas pedagógicas das diferentes ofertas
educativas (PIEC, CEF, Cursos Profissionais, EFA, CNO) terá por base os seguintes
critérios:
- Perfil do docente;
- Experiência profissional;
- Continuidade pedagógica;
- Presença no arranque das atividades letivas no início do ano letivo.
2.4 – Critérios de constituição de turmas
a) Pré-escolar
A constituição de turmas é uma dimensão organizacional muito importante
atendendo aos reflexos pedagógicos que dela advêm.
Na Educação Pré-escolar o grupo proporciona o contexto imediato de interação
social que constitui a base do processo educativo. Assim a composição etária do grupo deve
depender de uma opção pedagógica, tendo em conta os benefícios que podem advir de um
grupo com idades próximas ou diversas. Salienta-se a importância da interação entre
crianças em diferentes etapas de desenvolvimento e com saberes diversos, como
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
25
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
facilitadora do desenvolvimento e das aprendizagens. Devem ser tidas em conta, também,
as condições do Jardim de Infância, no que respeita à existência de uma ou mais salas no
mesmo estabelecimento.
Prioridade:
•
Idade das crianças;
•
Existência de NEE.
Número de alunos por grupo/sala:
•
25 Crianças;
•
20 Crianças no caso de existência de crianças ao abrigo do Decreto-lei 3/2008 (no
máximo de 2 por grupo).
b) 1.º CEB
•
Manutenção do grupo do Jardim de Infância;
•
Transportes;
•
Área de residência;
•
Respeitar o número de alunos por turma, de acordo com a legislação em vigor;
•
Procurar-se-á reduzir a turma se esta integra alunos com NEE em cujo PEI conste essa
medida.
•
Situar o número de alunos por turma:
- 26 Alunos (máximo);
- 20 Alunos - No caso da existência de alunos ao abrigo do dec. Lei 3/2008 (no
máximo de 2 por turma);
- 22 Alunos - Com dois anos de escolaridade;
- 18 Alunos - Com quatro anos de escolaridade.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
26
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
c) 2.º e 3.º CEB
•
Manter o grupo turma desde que não exista parecer em contrário por parte do
Conselho de Turma;
•
Distribuir equitativamente os alunos retidos pelas turmas.
•
Atender às especificidades dos alunos retidos, garantindo a integração na turma;
•
Respeitar o nível etário dos alunos, de forma a constituir turmas mais homogéneas.
•
Transportes;
•
Opções dos alunos (teatro, dança, Educação Musical ou Educação Visual);
•
Área de residência;
•
Espaços existentes na Escola;
•
Situar o número de alunos por turma:
- Mínimo de 24 e máximo de 28 alunos;
- 20 Alunos - No caso da existência de alunos ao abrigo do Dec. Lei 3/2008 (no
máximo de 2 por turma).
d) PCA
•
Percurso escolar do aluno;
•
Risco de abandono ou de insucesso escolar repetido;
•
Perfil do aluno;
•
Interesse demonstrado pelo aluno;
•
Idade do aluno.
e) CEF e PIEC
•
Percurso escolar do aluno;
•
Risco de abandono ou de insucesso escolar repetido;
•
Perfil do aluno;
•
Interesse demonstrado pelo aluno;
•
Idade do aluno.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
27
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
f) Cursos Profissionais
•
Percurso escolar do aluno;
•
Risco de abandono ou de insucesso escolar repetido;
•
Perfil do aluno;
•
Interesse demonstrado pelo aluno;
•
Idade do aluno.
2.5 – Critérios de elaboração dos horários das turmas
a) Pré-Escolar
- Alargar o horário do Estabelecimento através da implementação da componente de
apoio à família, em parceria com a Autarquia.
b) CEB
- Manter o Estabelecimento aberto das 9H00 às 17H30, com a implementação das
AEC, em parceria com a Autarquia.
c) 2.º e 3.º CEB
• Não ter mais de 4T diários de aulas;
• Ter 1T de intervalo de almoço;
• As aulas de cada disciplina não serem lecionadas em dias seguidos, sempre que
possível;
• As aulas das disciplinas de Línguas Estrangeiras não serem lecionadas em tempos
seguidos no mesmo dia;
• As aulas de Educação Física, quando lecionadas no período da tarde, ocorram após o
tempo necessário à digestão;
• As disciplinas que exigem uma maior concentração decorrerão, preferencialmente,
no período da manhã;
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
28
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
• Desdobramento das disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química;
• Os horários serão elaborados em articulação com os horários dos transportes
escolares.
2.6 – Plano de ocupação plena dos tempos escolares
Com o objetivo de combater a existência de tempos letivos não lecionados aos
alunos, o agrupamento decidiu como primeira estratégia promover junto dos docentes a
necessidade de não fazerem diferir o número de aulas previstas do das aulas dadas
recorrendo, sempre que possível, à permuta com colegas ou à compensação dos tempos
letivos não lecionados quer através da antecipação da aula (quando a falta for previsível)
quer recorrendo à reposição da mesma (quando o docente tiver de faltar por motivos
imprevisíveis).
O plano de ocupação plena dos tempos escolares para o ano letivo de 2011/2012
permite suprir a ausência temporária do professor titular da turma, privilegiando a
realização das atividades letivas e dando prioridade ao cumprimento do currículo e dos
programas de cada disciplina/área.
A ocupação plena dos tempos escolares aplica-se aos alunos dos ensinos básico e
secundário e recorre à figura da substituição do docente em falta, por um outro docente.
a) Pré-Escolar
A – No caso de faltas por motivos imprevistos, no próprio dia, as assistentes
operacionais asseguram a guarda das crianças, sob a supervisão dos educadores em
exercício;
B – No caso de faltas por motivos previstos até 3 dias, não haverá substituição do
educador titular pelo que as crianças não poderão frequentar o JI.
C – No caso de faltas por motivos previstos por mais de 3 dias, o educador será
substituído, sempre que possível, por um educador do agrupamento.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
29
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
b) 1.º CEB
A permuta de serviço letivo corresponde a um mecanismo de troca de aulas entre o
professor titular de turma e o professor das AEC ou entre professores das AEC da mesma turma.
Pretende-se desta forma minimizar o efeito da falta de assiduidade às atividades letivas.
Para operacionalizar a permuta, deverá ser preenchido um impresso com a indicação dos
professores que pretendem permutar, o qual deverá ser entregue ao coordenador do
estabelecimento, que o fará chegar à direção para que seja concedida a respetiva autorização.
Nestas condições não haverá lugar à marcação de faltas. Os professores deverão avisar os alunos
com antecedência para que estes sejam portadores do material didático necessário.
Não havendo possibilidades de efectuar a permuta, implementar-se-á o seguinte plano de
ação:
1.º - Substituição pelos professores de apoio educativo.
2.º - Distribuição dos alunos pelas outras salas/turmas. Nas escolas onde não há espaço para
uma distribuição dos alunos, ficam ao cuidado do assistente operacional, sob a supervisão do(s)
professor(es) em exercício de funções.
Se por algum motivo não se puder cumprir o estabelecido nos pontos anteriores, caberá ao
coordenador/representante de escola/jardim, em articulação direta com a direção, encontrar outra
solução que se afigure adequada.
c) 2.º e 3.º CEB
A – NO CASO DE FALTA POR MOTIVOS PREVISTOS
1. PERMUTA
Em caso de ausência planeada deve o professor fazer-se substituir através da
realização de permuta com outro docente da turma, garantindo assim a ocupação plena dos
tempos escolares. Para tal, deve o docente entregar na direção, com uma antecedência
mínima de 48 horas, um impresso próprio contendo indicação da disciplina, ano, turma, dia
e hora da aula que pretende permutar e assinatura do proponente e do aceitante. Caso a
proposta seja deferida, não haverá lugar a marcação de falta, sendo informado o funcionário
do setor respetivo e, no caso dos CEF, também ao diretor de curso para controlo de horas.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
30
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Todavia, caso a aula não seja cumprida de acordo com o previsto, será marcada falta ao
professor que não comparecer no dia e hora autorizado.
Desta situação não poderá resultar qualquer prejuízo para os alunos, devendo estes
serem informados pelo professor proponente, de modo a que possam munir-se do material
necessário ao funcionamento da nova aula.
O livro de ponto da turma será assinado pelo professor substituto que sumariará a
matéria efetivamente lecionada e numerará a lição sequencialmente relativamente à sua
disciplina.
No caso da permuta, a situação deverá ser regularizada no prazo de quinze dias úteis.
2. SUBSTITUIÇÃO POR DOCENTE DA MESMA ÁREA DISCIPLINAR
Perante a necessidade de faltar e na impossibilidade de realizar a desejável permuta,
o professor deve comunicar esse facto à direção com pelo menos 2 dias úteis de
antecedência, entregando o respectivo plano de aula para que, caso seja possível, um
docente do mesmo grupo disciplinar o substitua.
O livro de ponto da turma será assinado pelo professor substituto que sumariará a
matéria efetivamente lecionada e numerará a lição sequencialmente relativamente à
disciplina substituída, com a indicação expressa no início do sumário: “Substituição com
plano de aula”.
Neste caso, haverá lugar a marcação de falta ao professor substituído, muito embora
a aula conte como tendo sido cumprida, não penalizando, portanto, os alunos em causa e o
professor ausente.
3. ANTECIPAÇÃO E/OU REPOSIÇÃO DE AULA
O professor que prevê faltar pode efectuar, em situações justificáveis, antecipação ou
reposição de aula, observando sempre que possível o limite máximo de blocos letivos do
horário da turma (4 blocos). Para tal, deve o docente entregar à direção, com uma
antecedência mínima de 2 dias úteis, um impresso próprio, contendo indicação da disciplina,
ano, turma, dia e hora para onde pretende transferir a aula.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
31
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Os professores deverão informar os alunos com antecedência para que estes possam
fazer a gestão do seu tempo e do material didático a transportar. Caso a antecipação ou
reposição da aula venha a alterar o horário da turma, obrigando os alunos a ficar na escola
para além do seu horário habitual, deverá o docente, por si ou via diretor de turma, informar
por escrito os encarregados de educação, só se considerando a situação conforme quando o
professor ou o diretor de turma obtiverem a respetiva autorização. Nestas condições não
haverá lugar à marcação de falta ao docente, sendo informado o funcionário respetivo e, no
caso do CEF, também ao diretor de curso para controlo de horas.
No livro de ponto da turma, no caso de reposição de aula, o espaço reservado ao
sumário ficará em aberto, e será preenchido aquando da leccionação da aula, que deverá ser
numerada sequencialmente.
No caso de antecipação de aula o sumário será registado no espaço para o qual
aquela estava prevista, e deverá ser numerada sequencialmente relativamente à última aula
leccionada. Em ambos os casos deverá constar a data de lecionação da respetiva aula no
mesmo espaço onde se regista a sua numeração e no início do sumário deverá constar: “aula
antecipada” ou “aula reposta”, consoante o caso.
Quer por antecipação, quer por reposição, a situação deverá ser regularizada num
prazo máximo de 2 semanas relativamente à data em que a aula deveria ser/ter sido dada.
B – NO CASO DE FALTA POR MOTIVOS IMPREVISTOS
Na ausência imprevista de um professor, os alunos terão uma atividade de
substituição orientada por um docente que se encontre no plano de ocupação plena dos
tempos escolares. Sempre que possível, o agrupamento assegurará a permanência de, pelo
menos, um docente para o desenvolvimento destas atividades.
2.7 – Componente de Apoio à Família
No ensino Pré-escolar está a ser desenvolvida a Componente de Apoio à Família nos
Jardins de Infância da Escola Básica Padre Dr. Joaquim Santos, Outeiro, Alvite, Chacim,
Lameiros, Gondarém, Santa Senhorinha, Arco de Baúlhe, Ferreirinha. Estas atividades são
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
32
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
coordenadas por animadores contratados pela EMUNIBASTO. As planificações deste serviço
são da responsabilidade da animadora e do educador titular do grupo.
Cabe ao educador titular de grupo, dentro da componente não letiva de
estabelecimento, supervisionar o decurso deste serviço.
2.8 – Atividades de Enriquecimento Curricular
No sentido de dar cumprimento ao Despacho n.º 16795/2005, em parceria com a
EMUNIBASTO, este Agrupamento de Escolas proporciona aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino
Básico as seguintes Atividades Sócio-educativas e de Enriquecimento Curricular: Inglês,
Atividade Física e Desportiva, Educação Musical, Artes Plásticas.
Nos 1.º e 2.º anos a carga horária das disciplinas de Inglês e Educação Musical é de
dois tempos, e de três tempos letivos nas Artes Plásticas e Atividade Física e Desportiva.
Relativamente aos 3.º e 4.º anos a carga horária das disciplinas de Inglês Atividade Física e
Desportiva é de três tempos, e dois tempos letivos nas Artes Plásticas e Educação Musical.
Estas atividades estão incluídas no horário das turmas e são desenvolvidas por
professores contratados pela EMUNIBASTO e supervisionados pelos professores titulares de
turma, à exceção do Apoio ao Estudo, atividade desenvolvida pelos professores titulares das
turmas.
Os coordenadores de cada Atividade de Enriquecimento Curricular devem planificar,
desenvolver e avaliar estas atividades de acordo com os Projetos Curriculares de Turma em
articulação com o professor titular de turma.
2.9 – Atividades Extracurriculares
O Agrupamento pretende proporcionar atividades de complemento curricular que
promovam o desenvolvimento de capacidades, destrezas, atitudes, condutas e
comportamentos que contribuam para o sucesso escolar dos alunos a par da sua formação
pessoal e social.
O Agrupamento conta com as seguintes atividades:
•
Desporto escolar;
•
Clubes:
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
33
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
- Clube de Teatro;
- Clube da Saúde;
- Clube de Jornalismo;
- Clube de Ciência;
- Clube de Música;
- Clube da Floresta (Javaleiro);
- Clube Eco-Escolas.
2.10 – Bibliotecas Escolares
As Bibliotecas Escolares são espaços de livre acesso, que privilegiam a pesquisa,
harmoniosos, permitindo a produção de documentos em diferentes suportes, coordenados
por três professores bibliotecários.
Dispõem de um fundo documental em vários suportes, material informático e
mobiliário, permitindo o trabalho individual, em grupo e a realização de literacias da
informação, para além de apoio ao currículo com a possibilidade da realização de atividades
das turmas nas Bibliotecas Escolares.
Possuindo uma dinâmica própria, têm como principal finalidade a promoção de
projetos de dinamização e animação da leitura, de investigação, bem como o apoio a
projetos das diferentes áreas curriculares, procurando assegurar a todos os alunos condições
e oportunidades para o seu desenvolvimento integral.
Pretendem ainda proporcionar aprendizagens significativas e dinamizar a aplicação
prática de saberes transversais.
As Bibliotecas Escolares estão disponíveis para receber toda a comunidade educativa,
nomeadamente os docentes e discentes de todo o agrupamento.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
34
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
3 - COMPETÊNCIAS
3.1 – Introdução
As preocupações educativas inerentes à noção de currículo estão, sem dúvida
alguma, relacionadas entre si e passam por uma diferenciação, adequação e flexibilização,
de percursos obrigatórios para que as aprendizagens sejam bem sucedidas e se atinjam as
grandes metas educacionais. Estas orientações sobre as aprendizagens consideradas
fundamentais no ensino básico, são explicitadas, em termos de competências essenciais,
quer transversais quer específicas das diversas disciplinas, assim como dos tipos de
experiências de aprendizagem que todos os alunos devem ter oportunidade de vivenciar no
percurso de uma escolaridade obrigatória, para além de se encontrarem claramente
definidas nas Metas para o Ensino Básico divulgadas pelo Ministério da Educação
em outubro de 2010, inscritas no Programa “Educação 2015”. (FONTE: DGIDC –
http://www.min-edu.pt.)]
No seu sentido mais amplo, entende-se então por competência, a aptidão de
integrar conhecimentos, capacidades e atitudes/valores, o que pode ser entendido como um
saber em ação.
A L.B.S.E. ao definir um conjunto alargado de finalidades e objetivos para a
educação básica que transcendem o campo do “saber disciplinar”, integra esse conjunto
num campo transdisciplinar e no Projeto Educativo de cada escola, onde as chamadas
competências gerais e transversais estão perfeitamente incluídas e se revelam essenciais
não só para desenvolver uma educação para a cidadania, construir uma escola democrática
e inclusiva, mas também para a aprendizagem dos próprios conteúdos programáticos.
Assumem-se então como “referenciais nacionais” para o trabalho dos docentes,
como saberes metodológicos que permitem a realização de aprendizagens de natureza
cognitiva, afetiva e relacional.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
35
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
3.2 - Competências Gerais na Educação Pré-Escolar
A Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar estabelece como princípio geral que “a
educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica do processo de educação ao
longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, com a qual deve
estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da
criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e
solidário”.
Este princípio fundamenta todo o articulado da lei e dele decorrem as competências
gerais pedagógicas definidas para e educação pré-escolar:
a) Promover o desenvolvimento social e pessoal da criança com base em
experiências de vida democrática numa perspetiva de educação para a cidadania;
b) Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela
pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro
da sociedade;
c)
Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso
da aprendizagem;
d) Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas
características
individuais,
incutindo
comportamentos
que
favoreçam
aprendizagens significativas e diferenciadas;
e) Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como
meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do
mundo;
f)
Despertar a curiosidade e o pensamento crítico;
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
36
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
g) Proporcionar à criança ocasiões de bem-estar e de segurança, nomeadamente no
âmbito da saúde individual e coletiva;
h) Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências ou precocidades e
promover a melhor orientação e encaminhamento da criança;
i)
Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações
de efetiva relação com a comunidade.
3.3 - Competências Específicas na Educação Pré-Escolar
3 ANOS
1.º PERÍODO
FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL
Independência/Autonomia
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Sabe o seu nome
Reconhece-se numa fotografia
Conhece e utiliza o seu símbolo
Cumpre as regras da sala
Arruma o material da sala
Despe algumas peças de roupa
Veste algumas peças de roupa
Controla os esfíncteres
Utiliza adequadamente a casa de banho
Come e bebe sozinho utilizando a colher e o copo
Forma de estar com o outro/grupo
•
•
•
•
•
•
•
Aceita a ausência dos pais
Relaciona-se com os amigos e companheiros
Relaciona-se com os adultos com confiança e respeito
Gosta de brincar com os companheiros
Aprecia e respeita as normas elementares de convivência
Procura a companhia do educador/adulto
Executa alguns hábitos básicos de higiene e saúde
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
37
Matemática
Domínio da
CONHECI MENTO DO
MUNDO
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Explora o exterior através dos sentidos
Distingue as diferentes texturas: macio/áspero, duro/mole
Distingue sabores: doce/salgado
Explora objectos com curiosidade e iniciativa
Conhece as áreas e os serviços do jardim
Conhece as rotinas do dia escolar
Identifica variações do tempo
Observa e explora o meio local e o ambiente que o rodeia
Identifica alguns comportamentos adequados durante as refeições
Identifica diferentes tipos de alimentos (de origem animal e vegetal)
Conhece e valoriza as tradições
•
•
•
•
•
•
•
•
Identifica algumas cores primárias
Enumera alguns objectos
Sabe situar-se no espaço em relação a um ponto de referência (perto/longe)
Faz seriação por características pré-definidas (cor, tamanho)
Utiliza as noções espaciais: dentro/fora.
Utiliza os quantitativos básicos: grande/ pequeno; muito/pouco.
Identifica objectos iguais
Começa a desenvolver o raciocínio lógico
DOMINIO
DA LINGUAGEM ORAL
E ABORDAGEM À ESCRITA
Linguagem oral:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Memoriza canções e poesias simples
Expressa-se a pedido
Descreve imagens simples
Usa frases simples
Responde a perguntas simples
Identifica e diz o seu nome e dos colegas
Presta atenção a uma história simples
Observa/reconhece figuras simples
Nomeia situações vividas
Linguagem escrita:
•
•
•
Regista
Utiliza símbolos
Reproduz figuras simples
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
38
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
•
•
•
•
•
Executa movimentos livres com o corpo
Desenvolve progressivamente a coordenação motora
Manifesta destreza e coordenação motora
Manipula materiais
Explora as possibilidades de movimento do corpo
Enfia contas grossas
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
Expressão Dramática
•
•
•
•
•
•
Imita gestos
Aprende a mimar com o corpo
Imita ruídos e sons habituais
Brinca ao faz de conta
Interage com outras crianças em atividades de jogo simbólico
Observa atentamente algumas dramatizações de histórias
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Gosta de cantar
Adquire sensibilidade para a música
Memoriza e reproduz pequenas canções
Mima canções
Gosta de se expressar mediante a dança
Participa em atividades de canto coletivo
Segue o ritmo com o corpo
Manipula alguns instrumentos musicais
Experimenta produzir sons através dos instrumentos musicais
Identifica sons conhecidos e comuns
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
•
Manipula materiais diversos
Realiza traços por prazer motor
Experimenta a cor
Revela criatividade na elaboração das suas produções
Desenvolve a destreza manual
Explora diferentes técnicas de expressão plástica
Realiza colagens simples com diversos materiais
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
39
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
3 ANOS
2.º PERÍODO
Domínio da
Matemática
CONHECIMENTO
DO
MUNDO
FORMAÇÃO PESSOAL E
SOCIAL
Independência/Autonomia
•
•
•
•
•
Controla as necessidades básicas
Sente satisfação na higiene pessoal
Executa correctamente a lavagem das mãos e da cara
Utiliza diferentes materiais da sala
Desloca-se com autonomia nas áreas mais habituais
Forma de estar com o outro/grupo
•
•
•
Conhece, utiliza e aceita as normas de convivência e relacionamento: aguardar
a sua vez, ajudar os outros…
Obedece ao adulto
Manifesta os seus sentimentos
Compreende os sentimentos dos outros
•
•
•
•
•
•
•
Reconhece o seu sexo
Adquire hábitos de higiene
Mostra interesse pelas plantas
Conhece e respeita o meio ambiente
Diz o nome de algumas árvores de fruto.
Colabora na limpeza do meio envolvente
Reconhece, diz o nome e localiza as principais partes do corpo humano
•
•
•
•
•
•
Completa puzzles simples
Faz jogos simples
Utiliza as noções espaciais: à frente/ atrás, em cima/em baixo.
Utiliza a noção quantitativa: mais/ menos
Desenvolve o raciocínio lógico
Desenvolve a atenção e memorização
•
Domínio da Linguagem
Oral e Abordagem à
Escrita
Linguagem Oral:
•
•
•
•
•
•
Gosta de ouvir uma história
Guarda silêncio para ouvir o outro
Participa em diálogo e conversações em grupo
Diz a sua idade
Responde e faz perguntas
Reproduz lenga-lengas, rimas, pequenas canções e poesias
Linguagem Escrita:
•
•
•
Lê e interpreta imagens
Faz registos
Escreve usando rabiscos e marcas como letras
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
40
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
•
•
•
•
•
•
Desenvolve progressivamente a habilidade manual e a coordenação óculomanual
Desenvolve progressivamente a motricidade fina
Modela rolos e bolas com plasticina e barro
Desloca-se livremente em espaços amplos e restritos
Manifesta algum domínio sobre o corpo
Anda em várias direcções
Consegue usar o corpo para deslizar e rastejar
Expressão Dramática
•
•
•
•
•
Descobre e experimenta os recursos básicos de expressão do próprio corpo
Brinca ao faz de conta sozinho ou em grupo
Representa de forma livre, situações da vida quotidiana
Manuseia fantoches
Está atento e tem prazer nas representações teatrais e de fantoches
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
Canta pequenas canções
Interpreta canções simples com gestos
Diferencia ruído, silêncio
Apresenta sensibilidade para a música
Identifica ritmos rápidos e lentos
Participa em danças de roda
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Aperfeiçoa a destreza manual
Descobre a relação gesto – traço
Tem noção do limite de espaço
Manipula e explora material de expressão plástica
Desenvolve a criatividade e a imaginação
Utiliza várias cores nas suas produções
Promove a utilização de expressão plástica como forma de comunicar ou
registar
Usa a plasticina/barro com intenção
Executa recortes simples
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
41
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
3 ANOS
Domínio da Linguagem
Oral e Abordagem
à Escrita
Domínio da
Matemática
CONHECIMENTO
DO MUNDO
FORMAÇÃO
PESSOAL E
SOCIAL
3.º PERÍODO
Independência/Autonomia
Adapta o seu comportamento às diferentes atividades
Colabora na limpeza da sala e espaço exterior
Assume pequenas responsabilidades
•
•
•
Forma de estar com o outro/Grupo
•
•
Toma consciência de si e dos outros
Respeita as regras da sala
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhece e diz o nome de alguns animais.
Aprende a tratar bem os animais
Conhece alguns serviços públicos
Interpreta os códigos dos semáforos.
Reconhece e diz o nome dos elementos da rua: semáforo, passeio, passadeira
Identifica alguns profissionais bem como as respectivas actividades
Identifica os principais membros da sua família e respectivo grau de parentesco
Conhece os compartimentos da casa e as suas funções
•
•
•
•
Nomeia objectos iguais / diferentes
Aponta para objectos que têm a mesma função
Conta racionalmente até cinco
Descreve relações de grandeza
Reconhece algumas formas geométricas
•
Linguagem Oral:
Identifica e nomeia os familiares
Exprime oralmente fatos, ideias e vivências
Aprende e aplica novos vocábulos
Forma correctamente frases simples
Associa palavras a gestos símbolos e imagens
•
•
•
•
•
Linguagem Escrita:
•
•
•
Faz registos com mais pormenor
Distingue gravuras de texto
É capaz de identificar a posição correcta de um livro ou imagem
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
42
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
É capaz de picotar sobre uma linha
Manipula a tesoura
Possui coordenação dinâmica geral em actividades que impliquem movimentos
Experimenta movimentar-se de distintas formas
Gosta de actividades que impliquem movimento
Controla correctamente os movimentos do corpo
Sobe escadas alternando os pés
Desenvolve o equilíbrio
Adapta o corpo a diferentes posturas
Distingue o corpo em repouso do corpo em movimento
Interpreta noções de direcção com o próprio corpo
Desloca-se de diferentes formas imitando os animais
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Expressão Dramática
Utiliza as possibilidades do próprio corpo para expressar sentimentos,
emoções e ideias
Utiliza de forma adequada os fantoches
Mima com o corpo e voz, sozinho ou em grupo
Expressa sentimentos e emoções através do gesto e do movimento
Dramatiza pequenas situações do quotidiano
Representa com o corpo animais conhecidos adoptando os gestos,
movimentos, sons que os caracterizam.
Participa em situações de jogo simbólico /dramático
Desfruta das dramatizações e interessa-se por se expressar com o próprio
corpo
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
•
•
•
•
•
•
•
•
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
Memoriza e reproduz canções segundo o ritmo e a entoação adequados
Distingue o som de alguns instrumentos
Começa a produzir alguns batimentos
Executa movimentos simples sugeridos pela audição musical
Adequa o ritmo a uma melodia
Tem preferência por escutar e cantar determinadas canções
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
Representa a figura humana com pelo menos três elementos
Revela progressos no sentido estético nas suas produções
O espaço gráfico aparece organizado
Revela alguma criatividade
Reconhece as cores primárias
Segura o lápis em posição de escrita
Tecnologias de informação e Comunicação
• Familiariza-se com os elementos constituintes de um computador
• Mostra destreza no manuseamento do rato
• Explora atividades lúdico pedagógicas no computador
• Digita letras e números
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
43
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
4 ANOS
Domínio da
Matemática
CONHECIMENTO DO
MUNDO
FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL
1.º PERÍODO
Independência/Autonomia
•
•
•
•
•
•
•
Conhece a sua identidade
Respeita a diferença entre as pessoas
Conhece as normas de comportamento à mesa
Conhece algumas normas de vida saudável
Mostra segurança nas suas acções
Executa de forma autónoma as rotinas diárias
Executa com autonomia os hábitos de higiene
Forma de estar com o outro/Grupo
•
•
Aceita as regras e sugestões
Mostra atitudes de respeito e colaboração com os outros
Conhece, utiliza e respeita as normas de convivência elementares
Respeita e mostra atitudes de solidariedade para com os idosos
Identifica as partes do corpo
Respeita as diferenças
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhece os hábitos relacionados com a alimentação
Diferencia cheiro, textura, imagem e paladares
Desenvolve capacidades de observação e atenção
Participa em festas e acontecimentos da comunidade
Reconhece a existência de doenças
Conhece e valoriza algumas tradições culturais da comunidade
Presta atenção às variações atmosféricas diárias e da estação
Está atento às modificações da natureza
Identifica a estação do ano em que se encontra e as suas características.
Conhece a proveniência de alguns alimentos
Manifesta hábitos adequados de alimentação
Identifica as partes fundamentais do seu corpo
Utiliza os sentidos na exploração do seu corpo
Identifica a temperatura e a textura dos objectos
•
•
•
•
•
•
•
Distingue objectos
Explora as características dos objectos
Identifica as cores
Distingue noções espaciais
Desenvolve o raciocínio lógico: atenção e memorização
Identifica algumas formas geométricas planas
Compara grandezas
Constrói puzzles adequados à sua idade
•
•
•
•
•
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
44
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Domínio da Linguagem
Oral e Abordagem
à Escrita
Linguagem Oral:
•
•
•
•
•
•
•
Participa nas conversas de grupo
Escuta com gosto contos e narrativas
Revela vivências e acontecimentos
Conta pequenas histórias a partir de gravuras
Expressa-se por iniciativa própria
Memoriza pequenos poemas, canções…
Verbaliza o que representou graficamente
Linguagem Escrita:
•
•
•
•
•
•
Utiliza símbolos
Identifica o nome próprio
Reproduz figuras simples
Reconhece figuras simples
Realiza grafismos
Faz registos
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
45
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Mantém a coordenação e o controlo dinâmico do próprio corpo
Move-se com agilidade
Salta a pés juntos
Corre com desembaraço
Lança e agarra uma bola com as duas mãos
Domina progressivamente o seu corpo
Desenvolve progressivamente a coordenação óculo-manual
Utiliza corretamente pequenos objetos e instrumentos
Recua com equilíbrio
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
Expressão Dramática
•
•
•
•
•
•
Recria situações e experiências da vida quotidiana
Faz jogos simbólicos sozinho e em grupo
Utiliza objetos livremente, atribuindo significados múltiplos
Expressa sentimentos através de gestos e movimento
Desenvolve a imaginação
Participa em pequenas dramatizações
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Aprecia a música e o canto
Desenvolve o gosto e o desejo de se expressar através da música
Identifica alguns instrumentos musicais
Coordena as audições musicais com o movimento do corpo
Escuta sons de diferentes fontes e sua localização
Explora as propriedades sonoras do próprio corpo, de objetos diversos e de
instrumentos musicais diferentes
Participa em actividades de canto colectivo
Repete ritmos curtos com apoio da linguagem
Acompanha canções com instrumentos musicais
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Utiliza diferentes materiais e técnicas de expressão plástica
Identifica os seus trabalhos
Pressiona adequadamente o lápis
Desenvolve a destreza manual
Desenha ou pinta representações com algum detalhe
Tem noção de limite de espaço
Representa a figura humana com três partes principais: cabeça, tronco e
membros
Modela formas com plasticina, barro…
Colabora com os colegas na elaboração de trabalhos plásticos coletivos
Realiza colagens com diferentes materiais
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
46
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
4 ANOS
2.º PERÍODO
Domínio da
Matemática
CONHECIMENTO
DO
MUNDO
FORMAÇÃO
PESSOAL
E SOCIAL
Independência/Autonomia
•
•
•
Responsabiliza-se por uma tarefa
Conhece algumas normas de vida saudável
Cuida dos seus trabalhos
Forma de estar com o outro/Grupo
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Valoriza as demonstrações afectivas dos outros
Participa e toma iniciativa nas actividades de grupo
Espera pela sua vez para falar
Conhece e utiliza as normas de cortesia elementares
Reconhece a existência de doenças relacionadas com o ambiente e alimentação
Diz o nome de peças de vestuário do Inverno.
Adquire hábitos de higiene e saúde
É capaz de observar e explicar aquilo que observa
Cuida e valoriza a natureza
Identifica as características próprias do seu corpo
Estabelece a relação entre higiene e bem-estar
Conhece a função de alguns sentidos
Conhece e participa em algumas manifestações culturais próprias da comunidade
Faz correspondências
Ordena sequências temporais
Identifica e distingue formas
Seria e agrupa segundo diferentes características
Sabe situar-se no espaço em relação a um ponto de referência
Possui noção de lateralidade
Faz colecção de figuras
Constrói puzzles adequados à sua idade
Conta objectos
Identifica algumas formas geométricas
Domínio da Linguagem
Oral e Abordagem
à Escrita
Linguagem Oral:
•
•
•
•
•
•
•
•
Tem vocabulário fluente, de acordo com a sua idade
Articula corretamente
Troca ideias oralmente ouvindo e falando
Reconta e cria histórias, com ajuda
Identifica e nomeia as principais personagens e ações de uma história, com ajuda
Exprime verbalmente os seus sentimentos e o dos outros
Compreende ordens que impliquem mais que uma ação
Executa recados
Linguagem Escrita:
•
•
•
•
•
•
•
Participa nos registos escritos
Aponta e nomeia elementos que faltam numa figura
Contorna figuras
Imita a escrita do adulto
Copia palavras
Reproduz figuras simples
Realiza grafismos
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
47
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
•
•
•
•
•
•
Demonstra coordenação óculo-manual nas atividades
Desloca-se no espaço e no tempo
Atira e apanha bolas utilizando mãos e pés
Participa em situações de jogo, cumprindo as regras do mesmo
Distingue entre movimento, repouso e controle da respiração
Apresenta boa motricidade global
Resolve labirintos simples
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
Expressão Dramática
•
•
•
•
•
•
Experimenta as possibilidades expressivas do seu corpo
Executa o jogo dramático
Explora diferentes possibilidades da voz
Realiza dramatizações com temas da vida quotidiana
Participa com interesse nas dramatizações, danças e canções
Manipula fantoches com intenção de representar
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
•
•
Desenvolve progressivamente a memória auditiva
Reproduz batimentos rítmicos
Interpreta rimas e canções marcando o ritmo com palmas e batimentos
com o corpo
Produz sons e ritmos simples com o corpo
Executa danças
Utiliza instrumentos musicais
Improvisa sons com instrumentos musicais
Descrimina sons segundo a sua natureza e procedência
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
•
Completa desenhos
Realiza combinações de cores
Realiza cópias de modelos observados
Inicia-se no desenho figurativo de imagens
Utiliza de forma adequada os objetos e materiais para a atividade plástica
Desenvolve a imaginação e a criatividade
Experimenta as diversas técnicas e materiais, por iniciativa própria
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
48
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
4 ANOS
3.º PERÍODO
•
•
•
É organizada nas suas coisas e com o seu material
Confia nas suas possibilidades
Adquire hábitos saudáveis
•
•
•
•
•
•
Identifica semelhanças e diferenças em relação aos outros
Reconhece os seus sentimentos e os dos outros
Mostra interesse em participar em atividades de grupo
Aprecia as atividades lúdicas com os outros
Respeita os seus trabalhos e o dos outros
Participa em festas e acontecimentos da comunidade
CONHECIMENTO DO MUNDO
Forma de estar com o outro/Grupo
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhece alguns serviços Públicos
Identifica diferentes profissões
Relaciona a atividade a instrumentos de trabalho, de várias profissões
Mostra interesse pelo meio ambiente
Identifica os diferentes tipos de seres vivos
Distingue animais domésticos e selvagens
Reconhece os principais membros da sua família
Identifica graus de parentesco
Diz o nome de compartimentos da casa e sabe as funções que neles se realizam
Identifica diferentes tipos de habitação
Conhece a utilidade de alguns estabelecimentos relacionados com o consumo
Conhece e diz o nome de animais que vivem nos diversos meios.
Conhece a utilidade da água, da terra e do ar.
Distingue e respeita as normas básicas de segurança
Distingue meios de transporte e em que meio se movimenta
Domínio
da
Matemática
FORMAÇÃO PESSOAL E
SOCIAL
Independência/Autonomia
•
•
•
•
•
•
•
Identifica os números
Realiza correspondências
Junta partes de uma figura para fazer um todo
Distingue ordem de elementos: primeiro e último
Distingue tamanhos e grandezas
Identifica as quantidades
Desenvolve o raciocínio lógico
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
49
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Domínio da Linguagem Oral
e Abordagem à Escrita
Linguagem Oral:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Usa frases corretas
Relata ou conta uma história com sequência lógica
Cria histórias simples a partir de imagens
Compreende e aplica novos vocábulos
Utiliza as palavras conforme o género e o número
Interpreta códigos simples
Recita poemas, rimas e lenga-lengas
Reconta e cria histórias
Nomeia partes do livro
Relaciona a oralidade com a escrita
Linguagem Escrita:
•
•
•
•
•
•
•
Copia palavras
Escreve o seu nome por memorização
Percebe o sentido da escrita
Liga linhas ponteadas com relativa firmeza no traço
Faz reprodução de traçados simples
Realiza grafismos seguindo a direção correta
Marca com palmas as sílabas das palavras
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
50
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Mostra destreza na motricidade fina
Manifesta segurança da sua lateralidade em situações diversas
Faz contornos seguindo a direção correta
Realiza labirintos adequados à sua idade
Tem coordenação dinâmica geral
Domina o seu corpo
Manifesta gosto pelos jogos de movimento
Gosta de praticar exercício físico
Confronta as suas possibilidades motoras com as dos outros
Faz a distinção entre mobilidade e imobilidade
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
Expressão Dramática
•
•
•
•
•
Gosta de utilizar o próprio corpo para se expressar
Interpreta os sentimentos e emoções dos outros,
Imita e representa situações e personagens reais, inventadas ou evocadas
Representa com recurso a determinadas técnicas ou objetos
Faz jogos de fantoches sozinho ou em grupo
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
•
•
Distingue e reproduz esquemas rítmicos simples
Distingue a duração dos sons, curtos / longos
Distingue ritmos, rápidos / lentos
Movimenta-se de acordo com um determinado ritmo
Diverte-se com o canto e dança
Sabe fazer silêncio
Consegue identificar algumas canções pela música
Utiliza instrumentos musicais para acompanhar o canto
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
Pinta as figuras utilizando as cores correctas de acordo com a realidade
Utiliza as técnicas básicas de modelagem
O registo gráfico das suas produções evolui para formas reconhecíveis
Revela criatividade
O espaço gráfico aparece organizado
Aperfeiçoa o controlo na manipulação e utilização dos materiais
Tecnologias de informação e Comunicação
• Familiariza-se com os elementos constituintes de um computador
• Mostra destreza no manuseamento do rato
• Explora atividades lúdico pedagógicas no computador
• Digita letras e números
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
51
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
5 ANOS
1.º PERÍODO
•
•
•
•
•
•
•
Cumpre regras
Emprega correctamente os materiais escolares
Conhece as posturas próprias de cada situação
Realiza de forma autónoma as rotinas diárias
É capaz de tomar decisões
Adquire hábitos de higiene oral e corporal
Adquire bons hábitos alimentares
•
•
•
•
•
•
•
•
Identifica, e localiza partes do corpo humano
Identifica semelhanças e diferenças entre si e os outros
Aprecia, respeita e cumpre as normas elementares de convivência
Sabe sair de situações conflituosas
Promove hábitos de cooperação, ajuda e solidariedade
Relaciona-se e brinca com os outros
Gosta de participar em festas e acontecimentos populares
Valoriza os seus trabalhos e dos outros
CONHECIMENTO DO
MUNDO
Forma de estar com o outro/Grupo
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Observa e identifica as alterações que no Outono se manifestam na Natureza.
Identifica as principais cores da Natureza, no Outono
Apercebe-se das diferenças climatéricas
Identifica grande parte dos dias da semana
Estabelece a relação entre higiene e bem-estar
Identifica alimentos saudáveis
Conhece os bons hábitos alimentares
Conhece alguns alimentos que constituem cada sector da Roda dos Alimentos
Manifesta curiosidade
Manifesta respeito pelas tradições
Identifica os cinco sentidos e as suas funções
Domínio
da
Matemática
FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL
Independência/Autonomia
•
•
•
•
•
•
•
•
Conta até dez ou mais
Distingue e identifica objetos quando retirados ou acrescentados a um conjunto
Distingue conjuntos de mais ou menos elementos
Estabelece relações entre elementos de um conjunto
Estabelece relações entre os elementos de dois conjuntos
Compara grandezas
Relaciona sequências temporais
Constrói puzzles adequados à sua idade
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
52
Domínio da Linguagem Oral e
Abordagem
à Escrita
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Linguagem Oral:
•
•
•
•
•
•
•
•
Articula corretamente palavras e frases
Relata experiências vividas
Pergunta o significado de palavras novas
Conta histórias a partir de gravuras
Ordena gravuras de uma história, com sequência
Reproduz poesias, lengalengas, adivinhas e canções
Completa frases dando sequência a um pensamento
Expressa emoções, sentimentos e experiências pessoais
Linguagem Escrita:
•
•
•
•
•
Reproduz grafismos
Copia e reconhece o seu primeiro nome em maiúsculas
Vira as folhas de um livro uma a uma
Copia letras e palavras
Adquire vocabulário novo
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
53
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
•
•
•
•
•
•
•
Tem coordenação dinâmica e específica em actividades quotidianas
Desloca-se no espaço e no tempo
Revela gosto pelos jogos de movimento
Movimenta-se com os outros, seguindo um mesmo compasso
Atira uma bola só com uma mão
Salta ao pé-coxinho com equilíbrio
Aperfeiçoa a execução de movimentos finos
Diz o nome e conhece alguns jogos e as suas regras
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
Expressão Dramática
•
•
•
•
Explora as possibilidades expressivas do próprio corpo
Imita e representa situações da vida quotidiana
É criativo na forma como se expressa na área da representação
Cria os seus próprios jogos dramáticos
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
•
Interpreta canções, seguindo o ritmo da melodia com palmas e com o corpo
Distingue sons da natureza e da vida quotidiana, e associa os sons às suas
representações
Identifica canções através de linguagem não verbal (gestos)
Improvisa sons e ritmos com instrumentos musicais
Distingue o som dos instrumentos
Tem uma atitude relaxada e atenta durante pequenas audições
Associa sons às suas representações
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Utiliza adequadamente objectos e materiais
Representa a figura humana com alguns pormenores
Utiliza as cores que tem ao seu dispor
Expressa no desenho as suas vivências
Representa uma história, um acontecimento através do registo
Realiza cópias de modelos
Completa desenhos
Constrói figuras com plasticina e barro
Explora as possibilidades de colagem de diferentes materiais
Cuida e conserva os materiais usados na expressão plástica
Realiza composições plásticas individuais e colectivas
Experimenta as diversas técnicas e materiais por iniciativa própria
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
54
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Domínio
da
Matemática
CONHECIMENTO
DO MUNDO
FORMAÇÃO PESSOAL
E SOCIAL
5 ANOS
2.º PERÍODO
Independência/Autonomia
•
•
•
•
•
Conhece as ações básicas para uma vida saudável
Sente-se bem e com segurança, no âmbito da Promoção da Saúde
Mantém a atenção em períodos cada vez mais longos
Valoriza o aspeto pessoal cuidado
Aceita, de bom grado, assumir tarefas
Forma de estar com o outro/Grupo
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Manifesta a sua afetividade
Participa nas atividades de grupo
Respeita as caraterísticas específicas de cada pessoa
Revela atitudes de ajuda e colaboração com os outros
Gosta de participar em festas e acontecimentos populares.
Sabe o seu nome completo e idade
Sabe a sua morada/localidade
Apercebe-se que está a crescer
Compreende experiências realizadas
Conhece a importância da Natureza para a vida
Conhece e valoriza a utilidade dos elementos naturais
Utiliza corretamente objetos relacionados com a limpeza, a alimentação e o
vestuário
Reconhece a existência de doenças
Nomeia caraterísticas do inverno.
Nomeia peças de vestuário interiores e exteriores.
Identifica meios de comunicação social.
Conhece linhas curvas, abertas e fechadas
Realiza estimativas temporais e inicia-se na medida do tempo
Relaciona o número à quantidade
Reconhece e representa conjuntos
Compara grandezas
Resolve situações problemáticas
Representa alguns números
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
55
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Domínio da Linguagem
Oral e Abordagem à
Escrita
Linguagem Oral:
•
•
•
•
Descreve ações pormenorizadas numa imagem
Dá resposta e faz perguntas com explicação lógica
Explica o significado de algumas palavras
Memoriza um “texto” inventado ou contado pelo Educador
•
•
•
•
•
•
Utiliza rimas
Utiliza diferentes recursos com uma determinada intenção comunicativa
Faz a divisão silábica de palavras simples
Executa recados
Descobre adivinhas
Conhece algumas partes do livro e suas funções
Linguagem Escrita:
•
•
•
•
•
•
•
•
Identifica em frases as letras do seu nome
Representa graficamente histórias
Reproduz grafismos mais complexos
Diferencia letras de números
Conhece o seu nome e alguns dos colegas
Copiam palavras e frases
Lê palavras por visualização
Faz preensão correta do lápis sobre o papel
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
56
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
•
•
•
•
•
•
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
•
•
•
•
Gosta de movimentos que impliquem algum risco,
Auto-controla o risco para não causar ferimentos
Mantém o equilíbrio em diversas situações e atividades
Exercita diversos movimentos com o corpo
Desenvolve a criatividade no movimento
Aceita as possibilidades e limitações dos outros
Distingue entre aquecimento, movimento, relaxamento e controle da
respiração.
Mostra uma lateralidade dominante
Mostra boa coordenação visual-motora
Diverte-se em grupo com partilhas constantes
Tem respeito pelo outro na coordenação, compreensão e organização
Expressão Dramática
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhece e exercita as possibilidades expressivas do corpo
Participa na dramatização de uma história
Interpreta diversas personagens
Dá vida e expressão às personagens
Memoriza e interpreta o papel que desempenha na história
Movimenta-se e fala de acordo com cada personagem e situação
Tem gosto em criar e representar histórias e textos, sozinho ou em grupo
Adquire a capacidade de planificar uma ação perante a realização de jogos
dramáticos
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
•
•
Participa em atividades de canto coletivo, coordenando-se com os colegas
Mostra interesse e disponibilidade para aprender novas canções
Adapta-se ao ritmo de uma música ou canção
Acompanha o ritmo das canções com instrumentos, batimentos e gestos
Classifica instrumentos musicais
Interioriza e reproduz um ritmo sonoro
Mostra prazer a cantar e a dançar
Identifica instrumentos pela mímica
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
Faz desenhos com pormenor
Desenvolve a imaginação e a criatividade
Tem sentido estético na elaboração das suas obras
Utiliza pintura figurativa
Mistura cores de forma a obter variantes cromáticas
Identifica cores e as suas tonalidades
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
57
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
5 ANOS
3.º PERÍODO
FORMAÇÃO PESSOAL
E SOCIAL
Independência/Autonomia
•
•
•
•
•
•
•
Forma de estar com o outro/Grupo
•
•
•
•
•
•
CONHECIMENTO DO MUNDO
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Domínio da
Matemática
Confia nas suas capacidades e possibilidades
Realiza actividades de maneira controlada e sem ajuda
Desenvolve as capacidades de observação e atenção
Reconhece os seus erros e tenta evitá-los
Valoriza a importância do trabalho bem feito
Demonstra hábitos de organização
Manifesta e controla os seus sentimentos e emoções
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Valoriza a aproximação da família ao J.I.
Identifica uma boa relação familiar
Dá valor a si próprio e aos outros
Colabora em tarefas para a manutenção do espaço envolvente
Aceita as correções como meio para melhorar
Coordena os seus interesses com os dos outros
Gosta de participar em festas e acontecimentos populares
Sabe o nome da sua Freguesia/Concelho/País
Identifica os membros da família e as suas funções
Identifica-se com os seus pais
Situa-se socialmente numa família
Identifica símbolos nacionais
Descreve a sua casa atendendo ao aspeto exterior e interior
Conhece os compartimentos da casa e as suas funções.
Tem noções de segurança
Conhece e diz o nome de alguns meios de transporte.
Diz o nome de estabelecimentos relacionados com o consumo.
Identifica diferentes profissões do seu meio.
Identifica animais que vivem em meios diferentes.
Reconhece os ciclos naturais dos animais e plantas
Conhece as várias etapas dos seres vivos
Observa as alterações que se produzem na Natureza.
Reconhece a importância das plantas e dos animais para os seres humanos.
Revela curiosidade em descobrir respostas para as questões do mundo que o
rodeia.
Adquire uma educação baseada na pesquisa
Conhece e utiliza os ordinais corretamente para seriar elementos
Conhece e representa graficamente números
Associa número à quantidade
Nomeia os dias da semana/mês/ano com sequência lógica
Utiliza a noção numérica, ascendente e descendente
Reconhece objetos inteiros e metades
Sabe quantos elementos tem um par
Distingue noções temporais
Identifica noções topológicas
Representa graficamente sequências
Ordena objetos segundo critérios
Promove o colecionismo
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
58
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Domínio da Linguagem
Oral e Abordagem à
Escrita
Linguagem Oral:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Exprime-se oralmente com progressiva autonomia e clareza
Relata acontecimentos vividos
Tem noção da existência de outras línguas
Relata histórias ou acontecimentos com sequência lógica
Localiza as ações de uma história no tempo e no espaço
Reconta e dramatiza histórias
Improvisa diálogos
Percebe a falta de sentido em frases simples
Identifica alguns iniciados literários fáceis como prosa e verso
Linguagem Escrita:
•
•
•
•
•
•
Copia palavras e frases
Distingue letra maiúscula/minúscula
Faz grafismos em série
Regista
Reconhece algumas palavras escritas
Compreende que a escrita é um código com regras próprias
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
59
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Expressão Motora
•
•
•
•
•
•
•
•
Desloca-se no espaço com movimentos amplos e restritos
Adapta o seu ritmo às necessidades da ação,
Confia nas suas possibilidades motoras
Participa ativamente em jogos com regras bem definidas
Explora o jogo competitivo, gerindo as suas vitórias e frustrações
Identifica o lado direito e esquerdo do próprio corpo e orienta-se no espaço
Mantém o equilíbrio em atitudes estáticas e dinâmicas
Revela coordenação e controlo dos movimentos globais
EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
Expressão Dramática
•
•
•
•
•
•
Gosta de utilizar as possibilidades do próprio corpo para se expressar
Interpreta e representa uma personagem atendendo às suas
emoções, vestuário e aspeto físico
Utiliza os movimentos mais adequados para reproduzir a personagem
que está a interpretar
Tem gosto e sente prazer em representar para os outros
Cria e encena pequenas histórias
Exprime sentimentos, emoções e situações através de
marionetas/fantoches
Expressão Musical
•
•
•
•
•
•
Reproduz e conhece a proveniência de sons
Reconhece uma canção pela melodia
Canta canções populares
Identifica e nomeia os instrumentos musicais
Utiliza adequadamente instrumentos musicais para acompanhar as canções
É participativo e tem precisão de movimentos na dança
Expressão Plástica
•
•
•
•
•
•
Representa cenas familiares e o que rodeia
Realiza puzzles e mosaicos
Faz dobragens simples
Valoriza as criações plásticas como suporte para o jogo lúdico/dramático
Adquire desejo de aperfeiçoamento
Domina as técnicas de expressão plástica adquirida
Tecnologias de informação e Comunicação:
• Familiariza-se com os elementos constituintes de um computador
• Mostra destreza no manuseamento do rato
• Explora atividades lúdico pedagógicas no computador
• Digita letras e números
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
60
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
3.4 - Competências Gerais no final do Ensino Básico e operacionalização de
estratégias
Competências Gerais
Operacionalização de estratégias
Prestar atenção a situações e/ou problemas do
quotidiano e da vida do aluno de forma a suscitar a
sua curiosidade e envolvimento;
Orientar as práticas pedagógicas para a identificação
e articulação de saberes e conhecimento a fim de
questionar a realidade observada e compreender
1. Mobilizar saberes culturais, científicos
situações e/ou problemas;
e tecnológicos para compreender a
realidade e para abordar situações e Diversificar materiais e recursos técnicos e
problemas do quotidiano
atividades que mobilizem os saberes e
conhecimentos do aluno necessários à resolução de
problemas e tomada de decisões;
Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos
mobilizados e o proceder a ajustamentos
necessários.
Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas
linguagens para a comunicação de uma informação,
de uma ideia e de uma intenção;
Utilizar formas de comunicação diversificadas
(incluindo as tecnologias da informação e
2. Usar adequadamente linguagens das
comunicação) de acordo com as situações, os
diferentes áreas do saber cultural,
contextos e as necessidades;
científico e tecnológico para se
expressar
Traduzir ideias e informações de uma linguagem
para outra(s), melhorando a capacidade
comunicar, discutir e defender ideias;
de
Valorizar as diferentes formas de linguagem nos
respetivos contextos.
corretamente
a
Língua Adquirir o vocabulário e as regras do funcionamento
da Língua Portuguesa promotores de clareza e
Portuguesa para comunicar de forma
correção da expressão oral e escrita;
adequada para estruturar pensamento
próprio
Analisar, interpretar e sintetizar vários tipos de
3. Usar
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
61
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
documentos;
Produzir o seu discurso adequando-o às diferentes
situações de comunicação criadas nas diversas áreas
do saber, numa perspetiva de construção pessoal do
conhecimento;
Autoavaliar a correção e adequação dos
desempenhos linguísticos na perspetiva do seu
aperfeiçoamento.
Sensibilizar o aluno para a importância das Línguas
Estrangeiras numa futura integração cultural, social
e profissional;
4. Usar
línguas estrangeiras
comunicar
adequadamente
situações do quotidiano e
apropriação de informação
para
Adquirir o vocabulário e as regras do funcionamento
em
das Línguas Estrangeiras, permitindo a interação oral
para
e escrita, em situações do quotidiano, com
interlocutores/parceiros estrangeiros;
Autoavaliar os desempenhos linguísticos em Línguas
Estrangeiras, quanto à adequação e eficácia.
Incrementar a análise de situações que valorizem a
dúvida científica e o espírito de investigação e que
promovam a adoção de métodos de trabalho;
Promover a construção do percurso de
aprendizagem, manifestando atitudes, hábitos de
5. Adotar metodologias personalizadas
trabalho e de organização;
de trabalho e de aprendizagem
Confrontar diferentes métodos com vista à
adequadas aos objetivos visados
identificação, seleção e aplicação do método mais
adequado para a realização de uma determinada
tarefa;
Autoavaliar e ajustar os métodos de trabalho à
forma de aprender e aos objetivos visados
Pesquisar, selecionar, organizar e interpretar
informação de forma crítica em função de questões,
6. Pesquisar, selecionar e organizar
necessidades e problemas a resolver nos respetivos
informação para a transformar em
contextos;
conhecimento mobilizável
Utilizar diversificadas fontes de informação incluindo
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
62
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
as tecnologias da informação e de comunicação para
promover a mobilização ao conhecimento resultante
da interpretação da informação;
Autoavaliar as aprendizagens, confrontando o
conhecimento produzido com os objetivos visados e
com a perspetiva de outros.
Selecionar informação e organizar estratégias
criativas face às questões colocadas por um
problema
Debater a pertinência das estratégias adotadas em
função de um problema;
7. Adotar
estratégias adequadas à
resolução de problemas e à tomada de Confrontar diferentes perspetivas face a um
problema, de modo a tomar decisões adequadas;
decisões
Propor situações de intervenção individual e/ou
coletiva e a realização de projetos que envolvam a
resolução de problemas e tomada de decisões.
Valorizar a realização de atividades intelectuais,
artísticas e motoras que envolvam esforço,
persistência, iniciativa e criatividade;
8. Realizar
atividades
de
forma
autónoma, responsável e criativa
Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas
que o aluno se propõe realizar, valorizando na
avaliação da sua aprendizagem, a produção de
trabalhos livres e autoconcebidos;
Responsabilizar o aluno pela realização integral de
uma tarefa.
Participar em atividades interpessoais e de grupo,
respeitando normas, regras e critérios de atuação,
de convivência e de trabalho em vários contextos e
desenvolvendo uma atitude solidária perante os
9. Cooperar com outros em tarefas e
outros;
projetos comuns
Manifestar flexibilidade e respeito pelas ideias e
pelo trabalho do próprio e do grupo, permitindo a
intervenção de todos os elementos do grupo nas
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
63
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
tomadas de decisões;
Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à forma de
aprender, às necessidades do grupo e aos objetivos
visados.
Mobilizar e coordenar os aspetos psicomotores
necessários ao desempenho de tarefas;
10. Relacionar
harmoniosamente o
Realizar diferentes tipos de atividades, promotoras
corpo com o espaço, numa perspetiva
da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida;
pessoal e interpessoal promotora da
saúde e da qualidade de vida
Manifestar respeito por regras de uso coletivo de
espaços, cumprindo normas de segurança pessoal e
coletiva.
3.5 – Competências específicas para o 1.º Ciclo
1.º ano
Estudo do Meio
•
Identifica os seus itinerários.
 Caminho casa/escola
 Outros caminhos
•
Localiza espaços em relação a um ponto de referência.
 Onde se encontra
•
Aspetos físicos do meio local
 Duração do dia e da noite
 O tempo que faz.
 A água na Natureza
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
64
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
•
Identifica cores, sons e cheiros da Natureza.
•
Os seres vivos no seu ambiente
 Animais: cuidados a ter com eles
 Plantas, cuidados ater com elas
 Fases do ciclo da vida vegetal e animal.
•
Experiências com alguns materiais e objetos.
•
Experiências com a água.
•
Experiências com o som.
Língua Portuguesa
•
Reconhece e reproduz o seu nome ;
•
Copia da letra de imprensa para manuscrita;
•
Lê e escreve frases e pequenos textos;
•
Interpreta pequenos textos (orais e escritos);
•
Ordena ideias e situações;
•
Preenche lacunas, dando sentido às frases;
•
Identifica e aplica os casos de leitura;
•
Forma, ordena e sinaliza frases de acordo com o texto dado;
•
Dramatiza e reconta histórias.
•
Memoriza lengalengas/versos/rimas.
•
Completa diálogos.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
65
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
•
Lê e interpreta textos.
•
Responde a questionários
•
Respeita as regras de trabalho em equipa.
Matemática
•
Compõe e decompõe os números até 50;
•
Identifica e reproduz padrões;
•
Domina os algoritmos da subtração e adição;
•
Relaciona os espaços temporais – duração do dia - o dia - a semana;
•
Identifica superfícies planas e não planas;
•
Resolve problemas;
•
Adquire as noções de comprimento, capacidade, volume e massa;
•
Identifica o euro – moedas e notas
Áreas de Expressão
Expressão Plástica
Adquire a capacidade de expressar de forma pessoal o seu mundo interior e de
representar a realidade através de:
- desenho;
- pintura;
- recorte;
- colagem;
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
66
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
- contornos...
Expressão Musical
Acompanha canções com percussão corporal e movimento.
Diz rimas e lengalengas.
Participa na dramatização de textos e histórias.
Educação Física
Realiza ações motoras básicas com encadeamento ou combinação de movimentos.
Tem boa coordenação de movimentos.
ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
Área de Projeto
Recolhe informação.
Participa nos trabalhos de grupo.
É responsável
Colabora com os colegas
Estudo Acompanhado
Adquire métodos e técnicas de estudo
Torna-se progressivamente autónomo.
Realiza trabalhos de casa
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
67
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Formação Cívica
Relaciona-se com os colegas.
Relaciona-se com professor e outros.
Cumpre de regras.
2.º Ano
Estudo do Meio
Identifica animais domésticos e selvagens.
Reconhece os diferentes ambientes onde vivem os animais.
Reconhece as características externas de alguns animais.
Realiza experiências com alguns materiais e objetos de uso corrente (sal, açúcar...).
Compara materiais segundo propriedades.
Conhece e aplica alguns cuidados de segurança na utilização de materiais.
Língua Portuguesa
Exprime-se por iniciativa própria.
Relata acontecimentos vividos ou imaginados.
Lê e interpreta pequenos textos.
Responde a questionários.
Escreve pequenos textos por iniciativa própria.
Reconta histórias simples por escrito.
Produz pequenos textos.
Utiliza os sinais de pontuação mais importantes.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
68
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Escreve com correção ortográfica.
Matemática
Lê e escreve números até 999.
Ordena números em sequências crescentes e decrescentes.
Reconhece metade, o dobro, o triplo...
Reparte uma quantidade em duas, três e quatro partes iguais.
Resolve situações problemáticas simples.
Faz estimativas de medidas.
Compara capacidades e volumes.
Áreas de Expressão
Expressão Plástica
É capaz de expressar de forma pessoal o seu mundo interior e de representar a realidade
através de: desenho, pintura, recorte, construção, colagem, dobragem, contornos...
Expressão Musical
Acompanha canções com percussão corporal e movimento.
Diz rimas e lengalengas.
Participa na dramatização de textos e histórias.
Educação Física
Realiza ações motoras básicas com encadeamento ou combinação de movimentos.
Tem boa coordenação de movimentos.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
69
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
Área de Projeto
Recolha de informação.
Participação nos trabalhos de grupo.
Responsabilidade individual.
Estudo Acompanhado
Aquisição de métodos e técnicas.
Aquisição de autonomia.
Realização de trabalhos de casa
Formação Cívica
Relacionamento com os colegas.
Relacionamento com professor e outros.
Cumprimento de regras.
3.º Ano
Estudo do Meio
Identifica os membros da sua família e o passado familiar mais longínquo
Identifica figuras da história local, factos e datas importantes e vestígios do passado local.
Conhece símbolos locais, regionais e nacionais.
Compara e classifica plantas seguindo critérios.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
70
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Reconhece a utilidade das plantas.
Compara e classifica animais seguindo critérios.
Reconhece fatores ambientais da vida das plantas e dos animais.
Língua Portuguesa
Exprime-se por iniciativa própria.
Relata acontecimentos vividos ou imaginados.
Lê e interpreta pequenos textos.
Responde a questionários.
Aplica a gramática estudada.
Escreve com correção ortográfica.
Escreve textos por iniciativa própria.
Revela gosto pela leitura e escrita.
Possui boa caligrafia.
Matemática
Divide por um algarismo e aplica a divisão .
Multiplica por dois algarismos.
Multiplica por 10, 100 e 1000.
Aplica a Numeração Romana.
Lê e escreve números decimais.
Estabelece relação entre números inteiros e decimais.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
71
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Relaciona o m., o dm. e o cm.
Identifica o círculo e a circunferência.
Identifica retas paralelas e perpendiculares.
Áreas de Expressão
Expressão Plástica
Utiliza régua e compasso.
Faz jogos de simetria.
Desenha em superfícies não planas.
Pinta cenários, adereços e construções.
Faz composições colando recortes de papel.
Ilustra de forma pessoal.
Expressão Musical
Associa movimentos a ritmos.
Participa em coreografias elementares.
Organiza e relaciona sons segundo as suas características.
Educação Física
Realiza jogos vários.
Domina as técnicas de movimentos.
Aplica as regras de jogo.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
72
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
Área de Projeto
Recolha de informação.
Participação nos trabalhos de grupo.
Responsabilidade individual.
Estudo Acompanhado
Aquisição de métodos e técnicas de trabalho.
Aquisição de autonomia.
Realização de trabalho de casa
Formação Cívica
Relacionamento com os colegas.
Relacionamento com o professor e outros.
Cumprimento de regras.
4º Ano
Estudo do Meio
Reconhece as atividades económicas mais importantes de Portugal.
Identifica os principais produtos agrícolas, pecuários e industriais portugueses.
Reconhece o efeito da poluição atmosférica, as formas de poluição sonora e de poluição
dos cursos de água e dos oceanos.
Identifica alguns desequilíbrios ambientais provocados pela atividade humana.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
73
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Reconhece a existência de oxigénio no ar e da pressão atmosférica.
Participa em experiências de produção de eletricidade por fricção em objetos.
Identifica a forma da Terra, as fases da Lua e o Sistema Solar.
Língua Portuguesa
Exprime-se por iniciativa própria.
Formula recados e avisos.
Participa na elaboração de histórias.
Escreve textos livres .
Lê textos com entoações e pausas e interpreta.
Consulta o dicionário.
Decompões palavras em sílabas.
Matemática
Lê e escreve números inteiros e decimais.
Estabelece relações de ordem e utiliza a simbologia <, >, =.
Conhece a regra para calcular o quociente de um número por 10, 100 ou 1000.
Utiliza tabelas de duas entradas para a multiplicação e divisão.
Relaciona as unidades de capacidade.
Relaciona o m2, dm2 e cm2.
Desenha figuras em papel quadriculado a partir de pontos dados.
Identifica o m3 e o dm3.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Desenha figuras geométricas simples em superfícies curvas.
Áreas de Expressão
Expressão Plástica
Utiliza o recorte, colagem e dobragem na realização de composições com fins
comunicativos.
Utiliza régua e esquadro.
Participa harmoniosamente em trabalhos de grupo.
Expressão Musical
Explora os movimentos globais do corpo.
Improvisa gestos, movimentos e atitudes a partir de estímulos.
Educação Física
Cumpre as regras do jogo.
Realiza habilidades básicas com bolas em situação de jogo.
ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
Área de Projeto
Recolhe informação.
Participação nos trabalhos de grupo/projetos a elaborar
Responsabilidade individual.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
75
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Estudo Acompanhado
Aquisição de métodos e técnicas.
Aquisição de autonomia.
Realização de trabalhos de casa
Formação Cívica
Relacionamento com os colegas.
Relacionamento com professores e outros.
Cumprimento de regras.
3.6 – Articulações
3.6.1- Articulação entre o Ensino Pré-Escolar e o 1.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico
A articulação curricular entre o pré-escolar e o 1.º ciclo far-se-á recorrendo a
reuniões trimestrais de avaliação , estando presentes professores do 1.º ciclo e educadores.
Estas reuniões cumprirão os seguintes objetivos:
- Conhecer as Orientações do Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico;
- Identificar pontos comuns;
- Conhecer as respetivas planificações;
- Dar a conhecer aos educadores problemáticas experimentadas pelos alunos do 1.º
ano do 1.º ciclo;
- Partilhar materiais, estratégias e situações de aprendizagem, regras de controle de
salas de aula;
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
76
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
- Propiciar momentos conjuntos de trabalho (ex.: as crianças de cinco anos integrarão
uma aula da EB1, no terceiro período…)
- Preenchimento da ficha de articulação do Agrupamento;
- Reflexão sobre a avaliação das crianças do pré-escolar e dos alunos do primeiro
ciclo;
- Outros.
Este pretende ser o ponto de partida para um trabalho colaborativo e de partilha.
3.6.2 - Articulação entre o 1.º e o 2.º Ciclos do Ensino Básico
Para a articulação curricular entre o 1.º e o 2.º ciclos, a C.A.P. deve promover
reuniões entre os professores do 1.º ciclo e os do 2.º ciclo das disciplinas de Língua
Portuguesa, História de Portugal, Matemática e Ciências Naturais, e também entre o
coordenador das AEC e os delegados da disciplinas de Inglês e das Expressões. Nestas
reuniões, os professores trocarão ideias sobre conteúdos abordados no 1.º ciclo e a abordar
no 2.º ciclo. Muito importante será neste espaço de reflexão que se encontre um equilíbrio
entre as expectativas dos professores do 2.º ciclo e as práticas pedagógicas do 1.º ciclo.
3.6.3 - Articulação entre o 2.º e o 3.º Ciclos do Ensino Básico
A articulação curricular entre o 2.º e o 3.º ciclos será efetuada nas reuniões de
Departamento e de Sub-departamento, uma vez que a composição destes compreende
professores dos dois ciclos de aprendizagem.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
77
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
3.6.4 – Articulação entre as Competências e Conteúdos nas Áreas Curriculares
Disciplinares
- 1.º CICLOCompete ao professor titular de turma, em colaboração com os professores das
Atividades de Enriquecimento Curricular, proceder à articulação das competências e dos
conteúdos do(s) ano(s) que leciona de acordo com as características e necessidades do
grupo turma.
-2.º e 3.º CICLOSAs articulações curriculares são da responsabilidade do Conselho de Turma que, na
primeira reunião intercalar, deverá proceder à elaboração de uma grelha onde fiquem
sistematizadas as articulações curriculares possíveis e desejáveis no contexto do grupo
turma em questão.
Não obstante o mencionado entre 3.6.1 e 3.6.4, segue em anexo ao Projecto
Curricular de Agrupamento, uma proposta de articulação entre as competências
essenciais e transversais e as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, bem
como entre as competências e conteúdos nas áreas curriculares disciplinares.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
4 - ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
As ACND constituem espaços de autonomia curricular da escola e dos professores.
O planeamento, regulação e avaliação das ACND devem ter em conta o contributo para a
melhoria da qualidade das aprendizagens.
4.1 – Formação Cívica
A "Formação Cívica é o espaço privilegiado para o desenvolvimento da consciência
cívica dos alunos como elemento fundamental no processo de formação de cidadãos
responsáveis, críticos, ativos e intervenientes, com recurso, nomeadamente, ao intercâmbio
de experiências vividas pelos alunos e à sua participação, individual e coletiva, na vida da
turma, da escola e da comunidade".
Tendo em conta o quadro de competências gerais e transversais definidas no
documento de trabalho do Departamento de Educação Básica e no âmbito de uma ação
concertada a nível do conselho de turma, as atividades a desenvolver nesta área, deverão
permitir ao aluno:
-
Conhecer-se a si próprio e situar-se no espaço envolvente;
-
Desenvolver o sentido de responsabilidade para consigo próprio, com os outros,
com o meio ambiente e com as regras comummente aceites;
-
Fomentar a entreajuda e o trabalho cooperativo;
-
Resolver democraticamente situações de conflito;
-
Promover o intercâmbio de ideias e opiniões através de uma participação ativa;
-
Fomentar a criatividade e reforçar a coesão e a solidariedade.
Como metodologias de trabalho propõe-se a organização de “Plenários de ideias”,
pesquisas, debates, registo de conclusões e inventariação de soluções. Tais metodologias
visam promover a integração do aluno na Escola e na sociedade, o desenvolvimento da
capacidade de comunicação verbal e não verbal, o desenvolvimento do espírito crítico e o
reconhecimento de valores éticos, individuais ou coletivos.
A avaliação de Formação Cívica é qualitativa.
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Assim, nesta área disciplinar não curricular desenvolver-se-ão os seguintes projetos:
Pré-Escolar e 1.º Ciclo: Promoção da Saúde e Educação para a Cidadania;
2.º e 3.º Ciclos
Cidadania e Segurança (5 blocos de 90 min)
5.º Ano
Educação Sexual (mínimo 6 horas)
6.º Ano
Educação Sexual (mínimo 6 horas)
7.º Ano
Educação Sexual (mínimo 12 horas)
8.º Ano
Educação Sexual (mínimo 12 horas)
Educação Sexual (mínimo 12 horas)
9.º Ano
Orientação Vocacional (Serviços de Psicologia e Orientação)
4.2 - Estudo Acompanhado e Acompanhamento ao Estudo
O Estudo Acompanhado (2.º Ciclo) e o Acompanhamento ao Estudo (3.º Ciclo) visam
promover a aquisição, por parte dos alunos, de métodos de estudo, de trabalho e de
organização, que lhes permitam realizar com crescente autonomia a sua aprendizagem e
desenvolver a capacidade de “aprender a aprender”. Tudo isto deve assentar, na prática, em
atividades de autoavaliação e autocorreção constantes, de forma a valorizar a autoestima,
confiança e motivação dos alunos (avaliação formativa). O Estudo Acompanhado (2.º Ciclo) e
o Acompanhamento ao Estudo (3.º Ciclo) serão organizados pelo Conselho de Turma e
inscritos no respetivo Projeto Curricular de Turma, de acordo com um diagnóstico feito pelos
alunos, como meio de detetar as suas dificuldades e preferências. Todavia, as atividades a
desenvolver terão sempre por base as seguintes competências transversais:
- Relacionamento interpessoal e de grupo;
- Métodos de trabalho e de estudo;
- Tratamento de informação;
- Estratégias cognitivas;
- Comunicação.
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Tendo por base estas competências, será elaborado por cada Conselho de Turma um
plano que identifique as respetivas situações de aprendizagem e metodologias. A
operacionalização destas áreas permitirá:
- a aquisição autónoma de um estilo de aprendizagem;
- a individualização do processo de ensino-aprendizagem;
- gerar momentos mais ricos de aprendizagem cooperativa;
- proporcionar um clima favorável ao desenvolvimento de relações interpessoais
positivas entre professores e alunos.
A avaliação do Estudo Acompanhado (2.º Ciclo) e do Acompanhamento ao Estudo
(3.º Ciclo) é qualitativa.
Neste contexto e, de acordo com o despacho nº 19308/2008, de 21 de julho e a Lei
n.º 60/2009, de 06 de agosto o tempo letivo atribuído ao Estudo Acompanhado é utilizado
pela escola para o apoio aos projetos em curso, designadamente:
1.º Ciclo – Plano da Matemática II e Plano Nacional da Leitura;
2.º e 3.º Ciclos – Apoio a Projetos definidos pelo Projeto Educativo do Agrupamento,
incluindo-se, também, no 9.º Ano o apoio à Orientação Vocacional (Serviços de Psicologia e
Orientação).
4.3 - Área de Projeto
No 1.º Ciclo, a Área de Projeto é obrigatória. Caberá aos docentes a gestão desta
área no âmbito das temáticas a desenvolver, definidas no Projeto Educativo do
Agrupamento.
As temáticas escolhidas devem estar ligadas à vida e aos interesses dos alunos.
Devem ser adequadas, de modo a poderem ser tratadas por eles, tendo em conta as suas
capacidades, recursos e limites. Acima de tudo, devem ser os alunos os responsáveis pela
escolha da situação-problema, enquanto os professores deverão assumir-se como
animadores das atividades que se disponibilizam como um recurso constante.
A apresentação final da Área de Projeto será feita, sob diversas formas, à
comunidade.
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5 - AVALIAÇÃO DOS ALUNOS
“Nada é mais difícil do que tornar iguais as
coisas desiguais”
Aristóteles
5.1 - Conceito de Avaliação
Os desenvolvimentos teóricos realizados à volta do conceito de avaliação levaram
vários autores recentes a categorizá-la segundo várias formas e tipos de avaliação. Mas nos
milhares de obras publicadas sobre avaliação, encontra-se uma característica comum a
todas: “avaliar é recolher informação, tendo em vista a fundamentação para a tomada de
decisões”. A partir destes conceitos desenvolveram-se investigações e práticas no âmbito da
avaliação educacional, designadamente na avaliação das aprendizagens dos alunos. Os
conceitos de avaliação formativa e sumativa passaram então a fazer parte do património
conceptual de todos os professores, tornando-se num saber técnico específico, inerente à
formação profissional de base.
A dimensão que ela assume no contexto do sistema educativo potencia e valoriza o
aspeto mais sensível de toda a atividade escolar, porque engloba no seu processo questões
de enorme importância para todos os intervenientes, e uma boa parte das razões da vida:
expectativas, o autoconceito, a capacidade de aprender e realizar o sistema de valores. A
L.B.S.E. estabelece uma conceção clara de Educação e de Escola, que alteram
significativamente os velhos modelos de avaliação que vinham a ser praticados, e os
normativos posteriores abriram possibilidades orientando para novos caminhos em relação
a um sistema capaz de criar condições para o sucesso de todos, de forma a contribuir para a
superação de dificuldades e para a condução eficaz dos processos de aprendizagem.
Tal avaliação assume então um papel decisivo no processo de ensino/aprendizagem
porque:
-
se constitui como um elemento integrador da prática educativa, permitindo a
recolha de informações e a formulação de decisões adaptadas às necessidades
dos alunos;
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
-
regula a prática pedagógica (seleção de métodos e recursos, adaptações
curriculares, resposta às necessidades educativas especiais, ...);
-
permite ao professor analisar criticamente a sua intervenção;
-
permite ao aluno controlar a sua aprendizagem.
Uma avaliação focalizada nas competências do aluno assume deste modo uma
dimensão formativa que ultrapassa a função de classificação e de certificação, projetando-se
numa dimensão de orientação, nos momentos em que o aluno tem de fazer opções
curriculares ou vocacionais ou ainda nos casos de insucesso.
5.2 - Enquadramento Legal
O Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro, consagra as principais orientações e
disposições relativas à avaliação das aprendizagens no Ensino Básico, remetendo a
aprovação das medidas de desenvolvimento das referidas disposições para outro despacho o Despacho Normativo n.º 1/2005.
As medidas aí aprovadas, respeitam todos os princípios definidos na L.B.S.E.,
nomeadamente “a consistência entre os processos de avaliação e as aprendizagens e
competências pretendidas, a consequente necessidade de utilização de modos e
instrumentos de avaliação adequados à diversidade de aprendizagem e à natureza de cada
uma delas, bem como aos contextos em que ocorrem, a atenção especial à evolução do
aluno ao longo do E. B. e à promoção da confiança social na informação que a Escola
transmite” (artigo 6º).
Na avaliação dos alunos dos cursos CEF, deverá atender-se ao Despacho conjunto
n.º453/2004 do Ministério da Educação e da Segurança Social e do Trabalho (retificado pelo
1673/2004 do Ministério da Educação).
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
5.3 - O objeto da avaliação
No plano curricular, as competências gerais do ensino básico, constituem os
referenciais orientadores da prática pedagógica e é a partir deles que se estabelecem o
conjunto de competências essenciais exigíveis no final da etapa em consideração, as quais
devem por sua vez estar articuladas, de forma a que se possam inventariar meios e criar
instrumentos de aplicação desses meios e configurar estratégias de verificação dos
progressos e dos obstáculos à aprendizagem.
O desenvolvimento da capacidade de aprender com autonomia envolve conteúdos
do ensino de aprendizagem que deve contemplar o domínio Cognitivo-Operatório e o
Domínio das Atitudes e Valores (mais à frente far-se-á referência ao enquadramento destes
domínios no processo de avaliação).
5.4 - Instrumentos de Avaliação
Aceitando o princípio de que a avaliação está ao serviço do processo de
ensino/aprendizagem, é necessário proceder à recolha de dados que abranjam todos os
domínios da aprendizagem já referidos: a aquisição de conceitos, métodos de trabalho,
técnicas utilizadas (diversificadas e adequadas ao tipo de informação procurada e ao
desenvolvimento do aluno), aptidões demonstradas e atitudes reveladas.
Incidindo a avaliação sobre a progressão de cada aluno, são de admitir diferentes
ritmos na aquisição de um conceito, não se exigindo que todos os alunos atinjam o mesmo
nível de desempenho ao mesmo tempo. Critério semelhante é de aplicar quanto ao
desenvolvimento de capacidades e atitudes.
Uma avaliação formativa e contínua que contemple todos os domínios de
aprendizagem e respeite o ritmo do aluno, implica uma mudança de meios e instrumentos
de avaliação. A ser assim, é necessário que a avaliação se processe no quotidiano letivo, por
meio de instrumentos de registos específicos e diversificados que permitam uma avaliação
fundamentada em critérios previamente definidos pelos intervenientes e poderão passar
por:
- listas de verificação;
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
- grelhas de observação;
- grelhas de análise;
- questionários de opinião;
- testes;
- trabalhos individuais e de grupo;
- entrevistas;
- relatórios;
- discussões/debates;
- dramatizações;
- exposições;
- organização do caderno diário;
- outros...
5.5 - Intervenientes
São intervenientes no processo de avaliação o educador/professor, o aluno, os
Departamentos do Pré-escolar e 1.º Ciclo ou o conselho de turma nos 2.º e 3.º Ciclos, os
órgãos de gestão da escola, o encarregado de educação, os serviços especializados de apoio
educativo, a administração educativa.
A avaliação é da responsabilidade do educador/professor, dos Departamentos do
Pré-escolar e 1.º Ciclo, do conselho de turma, dos órgãos de gestão da escola e da
administração educativa.
A intervenção do educador/professor no processo de avaliação deve integrar uma
orientação para o exercício contínuo da autoavaliação e coavaliação, as quais desempenham
um valioso papel formativo, pois constituem procedimentos de participação e implicação
responsável dos alunos na sua própria formação.
Nos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, o professor/diretor de turma tem de assumir
um papel relevante na orientação dos alunos, ao estabelecer, por um lado, a ligação entre os
diferentes professores da turma e, por outro lado, entre alunos, professores e técnicos de
Apoio Educativo e os encarregados de educação. Neste contexto, assumirá grande
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importância os contactos frequentes, pela promoção de reuniões onde todos os
intervenientes dialoguem de forma aberta, para a identificação de formas mais oportunas e
eficazes no acompanhamento do aluno.
O Conselho de Turma deve então constituir a estrutura de orientação educativa
mais privilegiada para a ponderação dos vários contributos da avaliação porque entre outras
ordens de razões:
-
permite pesar a diversidade dos ritmos de aprendizagem e de desenvolvimento,
pela quantidade de informação que é posta em comum;
-
fundamenta a seleção de formas de compreensão dos desvios detetados;
-
prepara as decisões relativas à orientação dos alunos e à sua progressão no
sistema educativo.
Aos pais deve ser facultada a informação recolhida no Conselho de Turma e,
aquando da tomada de decisão relativa ao trânsito ou retenção de ano ou ciclo, devem ser
tomados em conta todos os dados que, para esse fim se encontram superiormente
legislados nos normativos vigentes.
5.6 - Processo individual do aluno
O percurso escolar do aluno deve ser documentado, de forma sistemática no
processo individual, e acompanhá-lo-á ao longo de todo o ensino básico, ou até sempre que
este mude de estabelecimento de ensino, proporcionando uma visão global do seu percurso,
de modo a facilitar o seu acompanhamento e intervenção adequados.
É da responsabilidade do professor titular da turma, no 1.º ciclo, e do diretor de
turma nos 2.º e 3.º ciclos.
No processo individual do aluno devem constar: os elementos fundamentais de
identificação do aluno, os registos de avaliação, relatórios médicos e/ou de avaliação
psicológica, quando existam, planos e relatórios de apoio pedagógico, quando existam, o
plano educativo individual, no caso de o aluno ser abrangido pela modalidade de educação
especial, uma autoavaliação do aluno, no final de cada ano, com exceção dos 1.º e 2.º anos,
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de acordo com critérios definidos pelo estabelecimento de ensino e outros elementos
considerados relevantes para a evolução e formação do aluno.
Ao processo individual têm acesso, em termos a definir no regulamento interno da
escola, os professores, o aluno, o encarregado de educação e outros intervenientes no
processo de aprendizagem do aluno, sendo garantida a confidencialidade dos dados nele
contidos.
5.7 - Modalidades de Avaliação
A avaliação das aprendizagens compreende as modalidades de avaliação diagnóstica,
formativa e sumativa.
Avaliação Diagnóstica
A avaliação diagnóstica conduz à adoção de estratégias de diferenciação pedagógica
e contribui para elaborar, adequar e reformular o projeto curricular de turma, facilitando a
integração escolar do aluno, apoiando a orientação escolar e vocacional. Pode ocorrer em
qualquer momento do ano em articulação com a avaliação formativa.
Avaliação Formativa
A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação, assume caráter contínuo
e sistemático e visa a regulação do ensino e da aprendizagem, recorrendo a uma variedade
de instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza das aprendizagens e
dos contextos em que ocorrem.
A avaliação formativa inclui uma vertente de diagnóstico tendo em vista a elaboração
e adequação do projeto curricular de turma e conduzindo à adoção de estratégias de
diferenciação pedagógica. Fornece informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens
e competências, de modo a permitir rever e melhorar os processos de trabalho.
É da responsabilidade de cada professor, em diálogo com os alunos e em colaboração
com os outros professores, designadamente no âmbito dos órgãos coletivos que concebem
e gerem o respetivo projeto curricular e, ainda, sempre que necessário, com os serviços
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especializados de apoio educativo e os encarregados de educação, devendo recorrer,
quando tal se justifique, a registos estruturados.
Avaliação Sumativa
A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o
desenvolvimento das aprendizagens do aluno e das competências definidas para cada
disciplina e área curricular.
A avaliação sumativa inclui: a avaliação sumativa interna e a avaliação sumativa
externa no 9º ano de escolaridade.
Avaliação sumativa interna
A avaliação sumativa interna ocorre no final de cada período letivo, de cada ano
letivo e de cada ciclo e é da responsabilidade do professor titular da turma em articulação
com o respetivo conselho de docentes, no 1.º ciclo, e dos professores que integram o
conselho de turma, no 2.º e no 3.º ciclos, reunindo, para o efeito, no final de cada período.
Esta avaliação tem como finalidades: informar o aluno e o seu encarregado de educação
sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências definidas para cada disciplina e
área disciplinar e tomar decisões sobre o percurso escolar do aluno.
Compete ao professor titular da turma no 1.º ciclo, e ao diretor de turma nos 2.º e 3.º
ciclos, coordenar o processo de tomada de decisões relativas à avaliação sumativa interna e
garantir tanto a sua natureza globalizante como o respeito pelos critérios de avaliação
referidos nos números 15 e 16 do presente despacho.
A decisão quanto à avaliação final do aluno é da competência do professor titular da
turma em articulação com o conselho de docentes, no 1.ºciclo e do conselho de turma sob
proposta do professor de cada área disciplinar/área curricular não disciplinar, nos 2.º e 3.º
ciclos.
No 1.º ciclo a informação resultante da avaliação sumativa expressa-se de forma
descritiva em todas as áreas curriculares. Nos 2.º e 3.º ciclos a informação resultante da
avaliação sumativa interna expressa-se numa classificação de 1 a 5, em todas as disciplinas, a
qual pode ser acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciação
descritiva sobre a evolução do aluno e numa menção qualitativa de Não satisfaz, Satisfaz e
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Satisfaz bem, nas áreas curriculares não disciplinares, a qual pode ser acompanhada, sempre
que se considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno;
Com base na avaliação sumativa, compete ao professor titular, no 1.º ciclo, em
articulação com o conselho de docentes, e ao conselho de turma, nos restantes ciclos,
analisar o projeto curricular de turma, com vista à introdução de eventuais reajustamentos
ou à apresentação de propostas para o ano letivo seguinte.
Avaliação sumativa externa
A avaliação sumativa externa é da responsabilidade dos serviços centrais do
Ministério da Educação e compreende a realização de Exames Nacionais no nono ano, nas
disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, os quais tendo como referência o currículo
do 3.º ciclo, incidem sobre as aprendizagens e competências de ciclo dessas mesmas
disciplinas.
5.8 - Critérios de Avaliação
Os critérios gerais de avaliação constituem uma referência para docentes, alunos e
pais/encarregados de educação. Sustentam-se no currículo nacional, nas características
disciplinares, nos normativos legais e, sobretudo, nas necessidades apresentadas das
turmas/alunos.
O órgão de direção executiva do agrupamento deve garantir a divulgação dos
critérios
referidos
nos
números
anteriores
junto
dos
diversos
intervenientes,
nomeadamente alunos e encarregados de educação.
5.8.1 - Ensino Pré-escolar
A avaliação é entendida como um caminho para a aprendizagem. Um caminho que,
ao ser percorrido de forma inteligente e responsável, ajudará o educador a compreender o
que acontece e porquê e lhe facilitará a retificação do rumo, o reconhecimento dos erros e a
melhoria das práticas.
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
A avaliação servirá, assim, para dar indicações ao educador sobre as crianças de
forma a ajudá-lo a conduzir o seu trabalho de maneira que possa contemplar positivamente
as necessidades, curiosidades e solicitações das mesmas, na medida em que, quando se
avalia, reconhece-se o seu progresso, a sua individualidade, as diferenças, entre elas.
Concluindo, a avaliação é um dos elementos da organização do trabalho pedagógico.
Cabe, deste modo, aos educadores a responsabilidade de desenvolverem processos
pedagógicos que conduzam à melhoria da aprendizagem e do ensino, valorizando as
modalidades formativas que permitam ao aluno aprender a desenvolver-se.
A Avaliação na Educação Pré-escolar assume uma dimensão marcadamente
formativa descritiva pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo e interpretativo
que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados e procura tornar a criança
protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já
conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. A Educação Préescolar é perspetivada no sentido da educação ao longo da vida, assegurando à criança
condições para abordar com sucesso a etapa seguinte.
Avaliar é um ato pedagógico que requer uma atitude e um saber específicos que
permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os contextos de cada criança
e do grupo, no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada.
Assim, compete ao educador:
- Elaborar o relatório de avaliação do projeto curricular de grupo/turma;
- Produzir um documento escrito com a informação global das aprendizagens mais
significativas de cada criança, realçando o seu percurso, evolução e progressos;
- Comunicar aos Pais/Encarregados de Educação bem como aos Educadores/Professores o
que as crianças sabem e são capazes de fazer.
Na avaliação de cada aluno, ter-se-ão em linha de conta as áreas de conteúdo:
1) Formação Pessoal e Social
2) Expressão e Comunicação
3) Conhecimento do Mundo
Na educação pré-escolar, a avaliação é feita do seguinte modo:
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
É elaborada pelos educadores, trimestralmente, uma ficha descritiva a entregar a todos os
encarregados de educação. No final do ano letivo, elaborar-se-á uma ficha de avaliação dos
meninos finalistas, com a intenção de ser entregue ao professor do Primeiro Ciclo,
Os Jardins de Infância utilizarão técnicas e instrumentos de observação e registo
diversificados que possibilitem sistematizar e organizar a informação a informação recolhida
(registos de observação, portfolios, entrevistas, cadernetas informativas, comunicação aos
pais com informação global do filho…)
No final de cada período, será feita uma avaliação dos grupos, em reunião do
Departamento.
Critérios de avaliação:
3 Anos
1) Formação Pessoal e Social – 50%
2) Expressões e Comunicação – 40%
3) Conhecimento do Mundo – 10%
4 Anos
1) Formação Pessoal e Social – 30%
2) Expressões e Comunicação – 50%
3) Conhecimento do Mundo – 20%
5 Anos
1) Formação Pessoal e Social – 10%
2) Expressões e Comunicação– 45%
3) Conhecimento do Mundo – 45%
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5.8.2 - Ensino Básico
Os critérios gerais de avaliação constituem uma referência para os docentes, alunos e
pais/encarregados de educação. Sustentam-se no currículo nacional e características
disciplinares, nos normativos legais e, sobretudo, nas necessidades das turmas/alunos.
Na avaliação de cada aluno deve ter-se em conta dois domínios:
•
Domínio Cognitivo – Operatório;
•
Domínio Atitudes e Valores,
No Domínio Cognitivo – Operatório avaliar-se-á:
- Expressão oral e escrita;
- Aquisição, compreensão e aplicação dos conhecimentos;
- Compreensão de enunciados orais e/ou escritos;
- Capacidade de pesquisa e tratamento de dados;
- Utilização das tecnologias de informação;
- Raciocínio lógico;
- Domínio de técnicas/procedimentos experimentais;
- Destrezas técnicas, artísticas e físicas;
No Domínio das Atitudes e Valores avaliar-se-á:
- Capacidade de organização;
- Empenho e cooperação nas atividades propostas (letivas ou não letivas);
- Pontualidade e assiduidade;
- Autonomia e criatividade;
- Sentido crítico;
- Espírito de iniciativa;
- Interesse e participação nas atividades letivas;
- Trabalhos de casa;
- Material escolar;
- Responsabilidade demonstrada;
- Capacidade de autoavaliação;
- Capacidade de diálogo e resolução de problemas;
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- Respeito pelos outros;
- Respeito pelas regras instituídas.
A classificação dos instrumentos de avaliação utilizados no domínio cognitivo –
operatório é qualitativa e terá, em todos os ciclos do ensino básico e no ensino secundário,
a seguinte terminologia:
Classificação
1.º Ciclo Ensino
2.º e 3.º Ciclos do
Ensino Secundário
Básico (%)
Ensino Básico (%)
(valores)
Fraco
0 – 19
0 – 5,9
Não Satisfaz
0 – 49
20 – 49
6 – 9,9
Satisfaz
50 – 69
50 – 69
10 – 13,9
Satisfaz Bastante
70 – 89
70 – 89
14 – 17,9
Excelente
90 – 100
90 – 100
18 – 20
Peso atribuído aos domínios da avaliação
Domínio
Domínio das
Cognitivo–Operatório
Atitudes e Valores
1.º Ciclo
70%
30%
2.º Ciclo
70%
30%
3.º Ciclo
70%
30%
40%
60%
70%
30%
CEF
PIEC
Cursos Profissionais
Nota:
1. A partir destes critérios gerais de agrupamento cada departamento curricular, sub-departamento
curricular elabora os seus critérios específicos com os ajustes necessários à especificidade de cada um.
Nos Departamentos de 2.º e 3.º Ciclos, o peso atribuído ao domínio cognitivo operatório não poderá
ser inferior a 60 nem superior a 70%, e o peso atribuído ao domínio das atitudes e valores oscilará
entre os 40 e os 30% respetivamente, sempre que a natureza da disciplina assim o exija.
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2.
Nos cursos EFA a avaliação incide sobre as aprendizagens efetuadas e Unidades de Competências
validadas, de acordo com os referenciais de formação existentes para este percurso formativo e os
normativos em vigor -Portaria N.º 230/2007, de 5 de março.
3. A avaliação destina-se a informar o adulto sobre os progressos, as dificuldades e os resultados obtidos
no processo formativo bem como a certificar as competências adquiridas pelos formandos.
4. Os critérios de avaliação mencionados constituem referenciais comuns, no interior de cada
estabelecimento de ensino, sendo operacionalizados pelo professor titular da turma no 1.º ciclo e pelo
conselho de turma nos 2.º, 3.º ciclos e secundário, no âmbito do respetivo projeto curricular de turma.
Avaliação Sumativa
A avaliação sumativa processa-se no final de cada período. Será descritiva para o 1.º
ciclo e terá a forma de um nível para os 2.º e 3.º ciclos.
Nos 2.º e 3.º ciclos, o nível a atribuir depende do resultado obtido na ponderação dos
domínios acima apresentados:
Resultado da ponderação
Nível
0 – 19%
1
20% – 49%
2
50% - 69%
3
70% - 89%
4
90% - 100%
5
No caso dos cursos profissionais a avaliação sumativa ocorre no final de cada módulo,
com a intervenção do professor e do aluno, expressa-se na escala de 0 a 20 valores a
publicar em pauta, acontecendo apenas quando o aluno atingir a classificação mínima de 10
valores.
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5.8.3- Critérios de Avaliação das Áreas Curriculares não Disciplinares
As áreas curriculares não disciplinares devem constituir elementos relevantes no
processo de articulação / integração dos saberes das diversas áreas disciplinares /
disciplinas, propiciando, desse modo, mais e melhores oportunidades para a realização de
aprendizagens significativas pelos alunos.
Neste sentido, a gestão pedagógica do processo educativo, realizada em conselho de
turma, tomando por referência o currículo nacional, deve associar o ato pedagógico ao
desenvolvimento de competências – “saber”, “saber ser / estar” e “saber fazer”.
A avaliação nestas áreas expressa-se de forma descritiva, conduzindo à atribuição de
uma menção qualitativa: “Não Satisfaz”; “Satisfaz” e “Satisfaz Bem”.
Descritores de cada menção:
Satisfaz Bem:
- Resolve conflitos sem usar violência respeitando as normas, regras e critérios de
atuação, de convivência e de trabalho;
- Participa ativa e oportunamente nos trabalhos de grupo e de turma, debatendo o
plano de trabalho adotado em função do problema escolhido;
- Apresenta propostas e sugestões para melhorar o trabalho da turma e do grupo,
que constituam tomadas de decisão adequadas face ao problema selecionado;
- Defende os seus pontos de vista, fundamentando as suas opiniões e respeitando a
opinião dos outros;
- É assíduo e responsável pelo seu trabalho e faz todas as tarefas que lhe são
atribuídas;
- Faz uma comunicação clara e com rigor, utilizando as formas adequadas ao
conhecimento resultante da interpretação;
- Sabe pesquisar, selecionar, organizar e interpretar informação de forma crítica, em
função de questões surgidas no trabalho;
- Sabe planear, organizar e construir instrumentos de trabalho úteis;
- Sabe utilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas individuais e
em grupo;
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
95
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
- Sabe avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas propostas, a realizar
individualmente e em grupo (autoavaliação), bem como o trabalho efetuado pelos
colegas (heteroavaliação).
Satisfaz:
- Resolve, pontualmente, conflitos sem usar violência, respeitando as normas, regras
e critérios de atuação, de convivência e de trabalho;
- Participa nos trabalhos de grupo e da turma, debatendo o plano de trabalho
adotado em função do problema escolhido;
- Apresenta, quando solicitado, algumas propostas e sugestões para melhorar o
trabalho da turma e do grupo, que constituam tomadas de decisão adequadas face
ao problema selecionado;
- Defende os seus pontos de vista, fundamentando as suas opiniões e respeitando a
opinião dos outros;
- É assíduo e responsável pelo seu trabalho e faz todas as tarefas que lhe são
atribuídas;
- Faz uma comunicação aceite pelos colegas e professor;
- Pesquisa, seleciona, organiza e interpreta informação em função de questões
surgidas no trabalho;
- Quando solicitado, planeia, organiza e constrói instrumentos de trabalho úteis;
- Utiliza, quando solicitado, as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas
individuais e em grupo;
- Avalia o seu trabalho, bem como o trabalho efetuado pelos colegas.
Não Satisfaz:
Esta menção é aplicável aos alunos cujo nível de desempenho não se integre nos
itens referidos nos critérios acima apresentados.
Todos os outros aspetos não contemplados neste documento seguem em rigoroso
acordo com o ensino desenvolvido no âmbito do Projeto Curricular de Turma, com as
especificidades e literacia de cada disciplina, assim como o que se encontra superiormente
legislado para o efeito (Despacho Normativo n.º 50/2005).
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96
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
5.8.4 - Divulgação dos critérios de avaliação
Deve ser assegurada a divulgação dos critérios de avaliação a todos os intervenientes
no processo de avaliação, nomeadamente, aos encarregados de educação e alunos. A
divulgação dos critérios de avaliação aos encarregados de educação será feita pelo
professor titular de turma/diretor de turma de acordo com o ciclo de ensinos.
Relativamente aos alunos a divulgação deve ser feita pelo professor de cada disciplina e
reforçada pelo respetivo Diretor de Turma.
5.9 - Aplicabilidade do Despacho Normativo nº 50/2005
Uma das linhas orientadoras do Projeto Educativo é favorecer e melhorar o sucesso
escolar dos alunos do Agrupamento.
Nesta linha são definidos objetivos e estratégias a implementar. Para que essas
estratégias não apareçam isoladas, é necessário definir uma política de desenvolvimento de
medidas que permitam a consecução desse objetivo.
Neste sentido, e sempre que um aluno revele dificuldades ou capacidades
excecionais de aprendizagem, o professor do 1.º ciclo e o conselho de turma dos outros
ciclos analisam a situação específica do aluno e definem a(s) medida(s) de apoio educativo a
adotar em conformidade com o Despacho Normativo nº. 50/2005 até à data da reunião de
avaliação intercalar de segundo período:
5.9.1 - Plano de Recuperação
É aplicável aos alunos que revelem dificuldades de aprendizagem em qualquer
disciplina, área curricular disciplinar ou não disciplinar.
O Plano de Recuperação pode integrar as seguintes modalidades:
a) Pedagogia diferenciada na sala de aula;
b) Atividades de compensação em qualquer momento do ano letivo ou no início de
um novo ciclo;
c) Aulas de recuperação;
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97
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
d) Atividades de enriquecimento;
e) Adaptações programáticas;
f) Apoio do SPO;
g) Apoios educativos;
h) Programa de tutoria;
i) Atividades de ensino específico da língua portuguesa estrangeiros.
O Plano de recuperação é planeado, realizado e avaliado, quando necessário em
articulação com outros técnicos de educação, envolvendo os pais ou encarregados de
educação e os alunos.
5.9.2 - Plano de Acompanhamento
É aplicável aos alunos que tenham sido objeto de retenção em resultado da avaliação
sumativa final do respetivo ano de escolaridade.
O Plano de acompanhamento pode incluir as modalidades previstas no plano de
recuperação.
É planeado, realizado e avaliado, quando necessário, em articulação com outros
técnicos de educação, envolvendo os pais/encarregados de educação e os alunos.
5.9.3 - Retenção Repetida
Quando na sequência de uma avaliação sumativa final se concluir que um aluno já foi
retido em qualquer ano de escolaridade, mas não possui as condições necessárias à sua
progressão, deve o mesmo ser submetido a uma avaliação extraordinária que ponderará as
vantagens educativas de nova retenção.
A proposta de progressão ou retenção do aluno está sujeita à anuência do conselho
pedagógica, com base em relatório que inclua:
- Processo individual do aluno;
- Apoios, atividades de enriquecimento curricular e planos aplicados;
- Contactos estabelecidos com encarregados de educação incluindo o parecer deste
sobre o proposto;
- Parecer dos serviços de psicologia e orientação;
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98
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
- Proposta de encaminhamento do aluno para um plano de acompanhamento,
percurso alternativo ou curso de educação e formação, nos termos da respetiva
regulamentação.
5.9.4 - Plano de Desenvolvimento
É aplicável aos alunos que apresentem capacidades excecionais.
Pode integrar as seguintes modalidades:
a) Pedagogia diferenciada na sala de aula;
b) Atividades de enriquecimento em qualquer momento do ano letivo ou no início
de um novo ciclo;
c) Programa de tutoria.
O Plano de desenvolvimento também é planeado, realizado e avaliado, quando
necessário, em articulação com outros técnicos de educação, envolvendo os
pais/encarregados de educação e os alunos.
6 – ASSIDUIDADE
Para além do dever de frequência da escolaridade obrigatória os alunos são
responsáveis pelo cumprimento do dever de assiduidade. Os pais e encarregados de
educação dos alunos menores de idades são responsáveis conjuntamente com estes pelo
cumprimento do dever de assiduidade.
O cumprimento do dever de assiduidade depende, desta forma, do cumprimento do
estatuído na Lei n.º 39/2010, de 2 de setembro.
Relativamente aos Cursos de Educação e Formação, os procedimentos a adotar no
que se refere à assiduidade seguem o estabelecido nos números 1, 2 e 3 do artigo 9.º do
Regulamento anexo ao Despacho Conjunto n.º 453/2004, de 27 de julho.
No atinente aos formandos do Curso EFA, o cumprimento do dever de assiduidade
depende do definido na Portaria n.º 230/2008, de 7 de março.
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
7 – EDUCAÇÃO ESPECIAL
Qualquer docente, encarregado de educação ou elemento da comunidade pode
sinalizar o aluno com necessidades educativas especiais e dar conhecimento ao órgão de
gestão. Este agirá em conformidade com o Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro.
Quando após a apreciação do processo, e/ou avaliação do aluno, se concluir tratar de
necessidades educativas especiais de caráter permanente, devem adotar-se as medidas
educativas especiais previstas na legislação supracitada, optando pelas medidas mais
integradoras e menos restritivas, para que as condições de frequência sejam as mais
inclusivas. Quando o perfil de funcionalidade da criança lhe permita um acesso ao currículo
sem adequações no processo de ensino e aprendizagem, mas careça de um apoio pontual no
desenvolvimento de competências académicas nas áreas de leitura, escrita e matemática, ou
de integração social, será encaminhada para os outros apoios providenciados pelo
Agrupamento (apoio sócio-educativo e/ou apoio prestado pelos professores da turma).
7.1 - Docentes de Educação Especial
Existe no Agrupamento o Subdepartamento de Educação Especial, integrado no
Departamento de Expressões. Este Subdepartamento é constituído por 11 docentes de
Educação Especial, sendo dez deles docentes especializados e um não especializado, a
trabalhar em Intervenção Precoce nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto,
Ribeira de Pena, Vieira do Minho e Mondim de Basto, no âmbito da Rede de Agrupamentos
de Escolas de Referência, dois docentes especializados a lecionar na Escola Básica e
Secundária de Cabeceiras de Basto na Unidade de Apoio Especializado para a educação de
alunos com multideficiência e surdo cegueira congénita, três docentes especializados na
Escola Básica Padre Dr. Joaquim Santos onde prestam apoio aos alunos do pré-escolar e
primeiro ciclo, dois docentes especializados na Escola Básica e Secundária de Cabeceiras a
prestar apoio aos alunos dos segundo e terceiro Ciclos e dois docentes especializados na
Escola Básica do Arco de Baúlhe a prestar apoio aos alunos do segundo e terceiro Ciclos.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
100
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
7.2 - Colaboração com os professores
A colaboração a prestar pelos docentes de apoio educativo ao professor titular de
turma poderá incidir em um, ou mais, dos seguintes domínios:
a)
Aplicação de técnicas de pedagogia diferenciada;
c)
Participação na elaboração e avaliação de Programas Educativos Individuais;
f)
Participação nas reuniões com os pais das crianças portadoras de NEE.
Consoante se realize dentro ou fora da turma, o apoio poderá assumir duas
modalidades:
1.ª - Dentro da sala de aula, implica a organização e a gestão de um trabalho
cooperativo entre os dois professores;
2.ª - Fora da turma, o apoio deverá, sempre que possível, desenvolver-se em
pequenos grupos de alunos para que se rentabilizem os recursos e se promova o diálogo e a
reflexão conjunta.
7.3 - Programa Educativo Individual/Plano Individual de Transição
O Programa Educativo Individual (PEI) constitui o documento que responde às
especificidades educativas das crianças com necessidades educativas especiais de caráter
permanente estabelecendo as respostas educativas requeridas por cada aluno de acordo
com o artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 3/2008.
As respostas educativas previstas no PEI podem ser de dois tipos diferentes:
Medidas Educativas que integram adequações no processo de ensino e de
aprendizagem, previstas no artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 3/2008:
•
Apoio pedagógico personalizado;
•
Adequações curriculares individuais;
•
Adequações no processo de matrícula;
•
Adequações no processo de avaliação;
•
Currículo específico individual
•
Tecnologias de apoio
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
101
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Modalidades Específicas de Educação, artigo 26.º do Decreto-Lei 3/2008
•
Unidade de Apoio Especializado para a educação de alunos com
multideficiência e surdo cegueira congénita.
Também, sempre que os alunos apresentem necessidades educativas especiais de
caráter permanente que os impeçam de adquirir as aprendizagens e competências definidas
no currículo comum, a escola, três anos antes da idade limite da escolaridade obrigatória,
complementará o PEI com um Plano Individual de Transição (PIT) de acordo com o previsto
no artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 3/2008.
7.4 - Prestação de apoio aos alunos
O tipo de apoio pedagógico a prestar ao aluno deve constar no seu Plano Educativo
Individual e deve seguir as seguintes orientações:
a)
O apoio pedagógico ao aluno deve ser, preferencialmente, prestado pelo professor
do ensino regular. O docente de apoio educativo especializado deverá, sempre que
lhe seja solicitado, disponibilizar informação técnica ao professor do ensino regular
para que este possa promover as condições adequadas à gestão do processo
ensino/aprendizagem.
b)
O apoio pedagógico pode, contudo, ser realizado diretamente ao aluno, no interior
da turma. Neste caso, o apoio pedagógico deve ser realizado durante um período de
tempo concertado entre os dois docentes e quantificado em carga horária semanal
no Plano Educativo do aluno.
c)
No caso de alunos com dificuldades nas aprendizagens instrumentais de leitura,
escrita ou cálculo, pode prever-se um apoio intensivo, fora da sala de aula.
d)
Os apoios fora da sala de aula serão sempre de caráter excecional, devendo ser
utilizados para o efeito, os momentos em que os restantes alunos estão a realizar
trabalho individual.
e)
A natureza e o tempo de apoio dedicado a cada aluno devem ser objeto de
programação específica elaborada no início da implementação do apoio educativo.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
102
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
7.5 - Avaliação dos alunos
Quanto à avaliação dos alunos com necessidades educativas de caráter permanente
esta deve obedecer ao que for definido no PEI, prevendo-se que possam ocorrer adequações
no processo de avaliação de acordo com disposto no ponto 1 do artigo 20.º do Decreto-Lei
n.º 3/2008, traduzindo-se em alterações:
•
do tipo de provas;
•
dos instrumentos de avaliação;
•
das condições de avaliação (formas e meios de comunicação, periodicidade,
duração e local das mesmas).
Os critérios de avaliação dos alunos com Currículo Específico Individual farão parte do
mesmo.
8 – O PROJETO CURRICULAR DE TURMA
O papel do Professor como educador e (in)formador assume cada vez maior
importância no quadro do desenvolvimento do processo educativo.
As atribuições de caráter pedagógico e administrativo (que lhe são conferidas pela
lei) não se esgotam no exercício dessas funções...
A função de Diretor de Turma incorpora um conjunto de vertentes de atuação
correspondendo aos seus diversos interlocutores: alunos, professores e encarregados de
educação.
A atuação do Diretor de Turma junto dos alunos e encarregados de educação tende,
na prática mais comum, a prevalecer sobre a ação junto dos professores que é, contudo,
uma dimensão crucial deste cargo, que não pode, aliás, ser dissociada das restantes.
O Diretor de Turma desempenha, junto dos docentes da turma, uma função de
coordenação – das atuações de cada um deles no âmbito da respetiva área de docência – e
de articulação/mediação entre essa ação dos professores e os restantes atores envolvidos
no processo educativo: os alunos e os encarregados de educação. Estas funções do Diretor
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
103
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
de Turma situam-no, assim, na interface entre duas áreas de intervenção: a docência e a
gestão.
O Diretor de Turma é, por um lado, um docente que coordena um grupo de docentes
e é, simultaneamente, um elemento do sistema de gestão da escola a quem cabem
responsabilidades na gestão global do Conselho de Turma a que preside.
De entre as competências atribuídas ao Diretor de Turma, salienta-se a elaboração,
em conjunto com todos os elementos que constituem o Conselho de Turma
(pais/encarregados de educação, alunos e professores da turma) do Projeto Curricular de
Turma (PCT).
O PCT deverá seguir as orientações emanadas do PE e PCA e ter como ponto de
partida a síntese dos dados existentes sobre os alunos e respetivas aprendizagens
produzidos pelos Diretores de Turma /professor Titular de Turma anteriores, e a análise de
projetos curriculares aplicados aos mesmos alunos em anos anteriores.
Tempos e fases de construção do PCT:
•
Conceção da 1.ª versão: início da ano letivo.
•
Entrega na Direção para verificação e devolução: início da ano letivo.
•
Implementação: ao longo dos 1.º, 2.º e 3.º Períodos.
•
Avaliação: no final do 1.º Período, na reunião intercalar de 2.º período e no
final dos 2.º e 3.º Períodos.
Nota: O PCT é um documento que pode, e deverá, ser constantemente monitorizado e
atualizado.
Conceção do Projeto Curricular de Turma
Em todos os níveis de ensino, o Projeto Curricular de Turma deverá obedecer à
seguinte proposta:
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104
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
PROPOSTA DE GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DO PCT
INTRODUÇÃO
TER COMO REFERÊNCIA O PE, PCA, E PAA
CARACTERIZAÇÃO/ESTUDO /PERFIL DA TURMA
Caracterização da Turma
Aprendizagens
● Contexto sócio-económico e cultural
● Competências essenciais: pré-requisitos
● Percurso escolar (retenções)
● Dificuldades de aprendizagem
● Dificuldades específicas (Planos de
● Necessidades educativas especiais
Acompanhamento e outros)
● Atitudes e integração passíveis de interferência no
● Necessidades Educativas Especiais
processo de ensino-aprendizagem dos alunos.
● Desenvolvimento cognitivo e psicoafetivo
(análise feita ao longo do ano)
Caracterização de alunos com
particularidades ao nível dos pontos
anteriores.
OBJETIVOS FUNDAMENTAIS
- Definir critérios comuns de atuação do ● Definição de linhas orientadoras do trabalho
Conselho de Turma (interdisciplinaridade pedagógico
de atitudes)
● Definição de critérios de atuação (estratégia
educativa global)
● Definição de práticas de diferenciação pedagógica
● Definição de modos e instrumentos de avaliação
- Definir critérios comuns de atuação com
os alunos para as diversas áreas
disciplinares e não disciplinares
● Definição de dispositivos de apoio educativo
● Definição de um contrato coletivo com os alunos
sobre as regras de comportamento (envolver
alunos, E. Educação e diretor de Turma e outros)
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
105
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
- Planificar a intervenção educativa de ● Definição das prioridades educativas;
acordo com o perfil da turma
competências essenciais
● Contextualização das aprendizagens; plano anual
de atividades
● Explicitação do trabalho de diferenciação
pedagógica
● Adequações curriculares
● Atividades de reforço e de apoio educativo
● Definição das prioridades educativas dos alunos
com Programa Educativo Individual (educação
especial)
● Definição de estratégias e de instrumentos de
avaliação diversificados
DEFINIÇÃO DE METAS DE SUCESSO PARA A TURMA
ARTICUÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL DAS AREAS CURRICULARES
- Definir modos de articulação horizontal entre as áreas curriculares disciplinares e entre estas e
as áreas curriculares não disciplinares, de acordo com o Projeto Curricular de Escola (adaptandoo à turma).
- Planificações das Áreas Curriculares Não disciplinares (de acordo com as novas propostas de
planificação).
PRINCIPAIS PROBLEMAS IDENTIFICADOS AO LONGO DO ANO LETIVO
- Identificar os problemas resultantes do ● Tomada de decisão para a resolução de
diagnóstico da situação:
problemas
● Definição com os alunos e a comunidade escolar
● Resultantes de cada Reunião do de regras, valores e atitudes
Conselho de Turma (Intercalar e Avaliação)
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
AÇÃO DO CONSELHO DE TURMA
- Definir modos de trabalho em equipa
● Concretização do PCT, PE, PCA e PAA
● Modos de articulação curricular
● Atividades a realizar, articuladamente, ao
longo do ano letivo
● Atividades de enriquecimento curricular
(Plano Anual de Atividades e outras)
● Articulação com equipa de apoios educativos
● Intervenção para a resolução dos problemas
identificados
● Acompanhamento e análise dos projetos
MONITORIZAÇÃO/AVALIAÇÃO
- Definir modos/ momentos de avaliação do
Projeto Curricular de Turma
● Diversificação de estratégias, atividades e
processos de avaliação
● Processos de avaliação contínua, formativa e de
autoavaliação
● Avaliação diferenciada (educação especial)
● Participação da turma (relatos, observação e
debate)
- Reajustar/Reconstruir o PCT
● Dados de avaliação dos alunos.
● Grelha de avaliação intermédia do PCT*
para 2.º e 3.º Ciclos
● A partir dos dados de avaliação do projeto.
AVALIAÇÃO FINAL DO PCT
PROPOSTAS PARA O PCT DO ANO LETIVO SEGUINTE
É de salientar que, no 1.º Ciclo, foi aprovado um modelo de PCT a implementar e
que o mesmo está conforme à proposta acima indicada.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Grelha de avaliação intermédia/monitorização do PCT
ASPETO AVALIADO
SIM
NÃO
OBSERVAÇÕES
Houve alterações de horário da turma?
Houve alterações da situação familiar e sócio-económica de
algum agregado?
Surgiram (novos) problemas de saúde?
Os problemas detetados mantêm-se?
Há novas estratégias a propor?
Os critérios de avaliação a valorizar especialmente mantêm-se?
Houve alterações ao nível de planificações das áreas curriculares?
Houve alterações ao nível da planificação das áreas curriculares
não disciplinares?
Os Encarregados de Educação têm cumprido o seu papel de
coadjuvantes no processo educativo?
A articulação interdisciplinar tem vindo a ser levada à prática?
Os alunos têm participado, como previsto, nas atividades de
enriquecimento curricular?
A divulgação do PCT junto dos pais e encarregados de educação
tem vindo a ser cumprida?
A divulgação do PCT junto dos alunos tem vindo a ser cumprida?
De um modo geral, o PCT tem sido levado a cabo
satisfatoriamente?
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
Grelha de avaliação final do PCT
Aspecto avaliado
Sim
Não
Observações
Houve alterações de horário da turma?
Houve alterações da situação familiar e socioeconómica de
algum agregado?
Surgiram (novos) problemas de saúde?
Os problemas detectados foram resolvidos?
Há novas estratégias a propor para o próximo ano lectivo?
Os critérios de avaliação foram respeitados?
Qual é o balanço geral relativamente ao cumprimento das
planificações das áreas curriculares?
Qual é o balanço geral relativamente ao cumprimento das
planificações das áreas curriculares não disciplinares?
Os níveis obtidos pelos alunos correspondem às
expectativas do Conselho de Turma?
Qual é o balanço geral do C. T. relativamente à eficácia dos
Plano de Recuperação oportunamente propostos?
Há Planos de Acompanhamento a propor para o próximo
ano lectivo?
Os Encarregados de Educação cumpriram o seu papel de
coadjuvantes no processo educativo?
A articulação interdisciplinar foi efectivamente levada à
prática?
Os alunos participaram, como previsto, nas actividades de
enriquecimento curricular?
A divulgação do PCT junto dos pais e encarregados de
educação foi cumprida?
A divulgação do PCT junto dos alunos foi cumprida?
De um modo geral, o PCT foi levado a cabo
satisfatoriamente?
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
9 – AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO
A avaliação do Projeto Curricular do Agrupamento efetuar-se-á em dois momentos:
-
Avaliação intermédia a realizar sempre que a comunidade escolar o solicite no
seio dos órgãos adequados;
-
Avaliação final, a realizar antes do final do ano letivo.
Será avaliada a eficácia, a adequação do projeto ao público-alvo e a eficiência na
gestão dos recursos, através do seguinte leque de indicadores ou de outros considerados
convenientes no momento:
-
análise dos resultados de aprendizagem;
-
práticas pedagógicas implementadas;
-
trabalhos de equipa desenvolvidos;
-
adequação da organização escolar;
-
análise dos contextos educativos.
10 - PLANIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES/CALENDARIZAÇÃO
julho/agosto – Preparação de materiais para as áreas curriculares não disciplinares,
organização de recursos e levantamento de necessidades.
setembro – Preparação do ano letivo, planificação a longo prazo e definição de critérios de
avaliação.
Início do ano letivo
•
Elaboração do PAA.
Até outubro/novembro - Reformulação dos documentos internos – avaliar para melhorar as
aprendizagens.
Início do ano letivo
•
Elaboração da primeira versão do Projeto Curricular da Turma
Em julho:
•
Organização e inventariação dos recursos existentes.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
110
Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
•
Levantamento dos recursos necessários por Departamento e indicação de
prioridades.
Ao longo do ano:
•
Coordenação e autoavaliação das atividades realizadas/aprendizagens conseguidas e
sua reformulação sempre que necessário.
•
Trabalho de equipa.
11 - NECESSIDADES DE FORMAÇÃO
De acordo com o Projeto Educativo do Agrupamento e em coordenação com o
Centro de Formação de Basto e Barroso, as equipas de Saúde Escolar e Escola Segura, a
Escola pretende dinamizar a realização de ações que tenham em conta necessidades /
carências sentidas ou ambição justificada de melhoria da qualidade de desempenho. Neste
contexto propõe-se promover as seguintes ações junto dos públicos elencados:
11.1 – Docentes
Ações nas áreas: do PTE; da Promoção da Leitura e da Dinamização de Bibliotecas
Escolares; no Ensino da Matemática; na FPLPEB – Formação nos novos Programas de Língua
Portuguesa do Ensino Básico (2.º e 3º Ciclos); na Didática (envolvendo a generalidade das
disciplinas); Socorrismo; Técnicas de Utilização da Voz.
11.2 - Pessoal não docente
Ações na área: da Saúde; da Higiene e Segurança no Trabalho; do Socorrismo.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
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Projeto Curricular do Agrupamento 2011/2012
12 - CONCLUSÃO
Estamos convencidos de que o Projeto Curricular do Agrupamento que agora
apresentamos, não está concluído, porque existe a consciência que haverá sempre a
possibilidade de proceder a alterações, visto que o mesmo se inscreve numa política de
abertura. Todavia, se forem concretizadas, cumpridas, e operacionalizadas as prioridades
que o mesmo contempla, estaremos a contribuir para um novo conceito de Escola, menos
formal, mais integrada e caracterizada pelos princípios de “aprender a ser”, “aprender a
aprender” e de “educação permanente”.
Cabeceiras de Basto, novembro de 2011.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
112
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agrupamento de escolas de cabeceiras de basto projeto curricular