MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL/MPS
SECRETARIA DE POLÍTICAS DE PREVIDÊNCIA
SOCIAL/SPPS
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013
BRASÍLIA/2014
MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL/MPS
SECRETARIA DE POLÍTICAS DE PREVIDÊNCIA
SOCIAL/SPPS
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013
Relatório de Gestão do exercício de 2013,
apresentado aos órgãos de controle interno e
externo como prestação de contas anual a que
esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70
da Constituição Federal, elaborado de acordo
com as disposições da Instrução Normativa
TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa TCU nº
127/2013, da Portaria TCU nº 175/2013 e da
Portaria CGU nº 133/2013.
BRASÍLIA/2014
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................................ 13
PARTE A - CONTEÚDO GERAL ................................................................................................................................... 14
1.
Apresentação.......................................................................................................................................................... 14
1.1. Identificação da Unidade Jurisdicionada ............................................................................................................... 14
1.2. Finalidade e Competências Institucionais da Unidade ........................................................................................... 15
1.3. Organograma Funcional ........................................................................................................................................ 16
1.4. Macroprocessos Finalísticos .................................................................................................................................. 19
1.5. Macroprocessos de Apoio ...................................................................................................................................... 20
1.6. Principais Parceiros................................................................................................................................................ 20
2.
Planejamento e Resultados Alcançados ................................................................................................................. 20
2.1. Planejamento da Unidade ...................................................................................................................................... 20
2.2. Programação Orçamentária e Financeira e Resultados Alcançados ...................................................................... 46
2.2.1. Programa Temático ................................................................................................................................................ 46
2.2.2. Objetivo ................................................................................................................................................................. 46
2.2.3. Ações ..................................................................................................................................................................... 47
2.3. Informações sobre outros resultados da gestão ...................................................................................................... 51
2.4. Demonstração da Execução do Plano de Metas ou de Ações no Exercício ........................................................... 74
2.5. Informações sobre Indicadores .............................................................................................................................. 78
3.
Estruturas de Governança e Autocontrole da Gestão ............................................................................................. 87
3.1. Estrutura de Governança ........................................................................................................................................ 87
3.2. Avaliação de Funcionamento dos Controles Internos ............................................................................................ 87
3.3. Remuneração paga a Administradores ................................................................................................................... 89
3.4. Sistema de Correição ............................................................................................................................................. 89
3.5. Cumprimento pela Instância de Correição da Portaria nº 1.043/2007 da CGU ..................................................... 89
3.6. Indicadores para Monitoramento e Avaliação do Modelo de Governança e Efetividade dos Controles Internos . 89
4.
Tópicos Especiais da Execução Orçamentária e Financeira .................................................................................. 90
4.1. Execução das Despesas .......................................................................................................................................... 90
4.1.1. Programação .......................................................................................................................................................... 90
4.1.2. Movimentação de Créditos Interna e Externa ........................................................................................................ 90
4.1.3. Realização da Despesa ........................................................................................................................................... 90
4.2. Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos .............................................................. 93
4.3. Movimentação e os Saldos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores ............................................................... 93
4.4. Transferência de Recursos ..................................................................................................................................... 94
4.4.1. Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício ...................................................................... 94
4.4.2. Quantidade de Instrumentos de Transferências Celebrados e Valores Repassados nos Três Últimos Exercícios . 94
4.4.3. Informações sobre a Prestação de Contas Relativas aos Convênios, Termos de Cooperação e Contratos ............ 95
4.4.4. Informações sobre a Análise das Prestações de Contas de Convênios e de Contratos de Repasse ........................ 95
4.4.5. Análise Crítica ....................................................................................................................................................... 95
4.5. Suprimento de Fundos ........................................................................................................................................... 95
4.6. Renuncias sob a Gestão da UJ ............................................................................................................................... 96
4.7. Gestão de Precatórios............................................................................................................................................. 96
5.
Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão-de-obra e Custos Relacionados ........................................................... 96
5.1. Informações sobre a Estrutura de Pessoal da Unidade ........................................................................................... 96
5.1.1. Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada ..................................................... 96
5.1.2. Qualificação da Força de Trabalho ........................................................................................................................ 97
5.1.3. Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada ........................................................................................................ 98
2
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
5.1.4. Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas .............................................................................. 99
5.1.5. Cadastramento no Sisac ......................................................................................................................................... 99
5.1.6. Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos.......................................................................... 99
5.1.7. Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos .............. 99
5.1.8. Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos ................................................................................................. 99
5.2. Terceirização de Mão-de-obra Empregada e Contratação de Estagiários .............................................................. 99
6.
Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário ................................................................................................... 100
6.1. Gestão da Frota de Veículos Próprios e Contratados de Terceiros ...................................................................... 100
6.2. Gestão do Patrimônio Imobiliário ........................................................................................................................ 100
6.3. Distribuição Espacial dos Bens Imóveis Locados de Terceiros ........................................................................... 100
7.
Gestão da Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento ....................................................................... 100
7.1. Gestão da Tecnologia da Informação (TI) ........................................................................................................... 100
8.
Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental ............................................................ 100
8.1. Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis ....................................................................................................... 100
8.2. Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água ....................................................................................................... 100
9.
Conformidades e Tratamento de Disposições Legais e Normativas .................................................................... 100
9.1. Tratamento de Deliberações Exaradas em Acórdãos do TCU ............................................................................. 101
9.1.1. Deliberações do TCU Atendidas no Exercício .................................................................................................... 101
9.1.2. Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício ............................................................ 103
9.2. Tratamento de Recomendações do OCI ............................................................................................................... 106
9.2.1. Recomendações do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício ............................................................. 106
9.2.2. Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício ........................................................ 106
9.3. Informações sobre a Atuação da Unidade de Auditoria Interna .......................................................................... 107
9.4. Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei nº 8.730/93 ........................................................................... 107
10.
Relacionamento com a Sociedade ....................................................................................................................... 107
11.
Informações Contábeis ........................................................................................................................................ 107
11.1. Medidas Adotadas para Adoção de Critérios e Procedimentos Estabelecidos pelas Normas Brasileiras de
Contabilidade Aplicadas ao Setor Público ...................................................................................................................... 107
11.2. Declaração do Contador Atestando a Conformidade das Demonstrações Contábeis .......................................... 108
12.
Outras Informações sobre a Gestão ..................................................................................................................... 109
PARTE B-CONTEÚDO ESPECÍFICO POR UNIDADE JURISDICIONADA OU GRUPO DE UNIDADES AFINS110
1.
Avaliação sobre o Andamento dos Projetos e Programas Financiados com Recursos Externos ......................... 110
3
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
LISTA DE GRÁFICOS
GRÁFICO I - PERCENTUAL DE EXECUÇÃO FÍSICA DA UNIDADE ORGANIZACIONAL ANO 2013 .............. 24
GRÁFICO II – EVOLUÇÃO DA ARRECADAÇÃO LÍQUIDA, DESPESA COM BENEFÍCIOS
PREVIDENCIÁRIOS E RESULTADO PREVIDENCIÁRIO DO RGPS DE 2009 A 2013 (EM R$ BILHÕES DE
DEZEMBRO DE 2013/INPC). ......................................................................................................................................... 54
GRÁFICO III – EVOLUÇÃO DA ARRECADAÇÃO LÍQUIDA, DESPESA E NECESSIDADE DE
FINANCIAMENTO DO RGPS DE 2009 A 2013, COMO PROPORÇÃO DO PIB DE CADA ANO. .......................... 54
GRÁFICO IV – NÚMERO TOTAL DE OPTANTES PELO MEI POR MÊS – 2010 A 2013 ....................................... 56
4
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
LISTA DE TABELAS
TABELA I - AÇÕES ESTRATÉGICAS DO PLANO DE AÇÃO INTEGRADO 2013 ................................................. 23
TABELA II - APRIMORAR E ACOMPANHAR O FAP ............................................................................................... 25
TABELA III - ATUALIZAR E APERFEIÇOAR A NORMATIZAÇÃO RELACIONADA AO TEMA SAÚDE E
SEGURANÇA OCUPACIONAL ..................................................................................................................................... 26
TABELA IV - SUPERVISIONAR O FORTALECIMENTO DAS POLÍTICAS DO REGIME GERAL DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL ................................................................................................................................................. 27
TABELA V - IMPLEMENTAR PLANO DE INCLUSÃO PREVIDENCIÁRIA ........................................................... 28
TABELA VI - ELABORAR PUBLICAÇÕES E COLETÂNEAS DE ESTUDOS PREVIDENCIÁRIOS ..................... 30
TABELA VII - ELABORAR CENÁRIOS DE SUSTENTABILIDADE DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA
SOCIAL ............................................................................................................................................................................ 31
TABELA VIII - FORTALECER OS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL - RPPS COM
PERSPECTIVA DE EQUILÍBRIO E SUSTENTABILIDADE ....................................................................................... 32
TABELA IX - DIFUNDIR O CONHECIMENTO SOBRE OS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS ................................................................................................................................................................................. 34
TABELA X - ESTRUTURAR A CÂMARA DE COMPENSAÇÃO FINANCEIRA ENTRE OS REGIMES DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL ................................................................................................................................................. 36
TABELA XI - REALIZAR AUDITORIAS INDIRETAS DOS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL –
RPPS ................................................................................................................................................................................. 37
TABELA XII - REALIZAR DIRETAS DOS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – RPPS .............. 38
TABELA XIII - MODERNIZAR O SISTEMA DE INFORMAÇÕES DOS REGIMES PÚBLICOS DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL - CADPREV ........................................................................................................................... 40
TABELA XIV - CRIAR E UNIFICAR O CADASTRO DOS SERVIDORES PÚBLICOS BRASILEIROS – SRPPS . 41
TABELA XV - ELABORAR PARECERES E INFORMAÇÕES EM PROCESSOS JUDICIAIS E CONSULTAS ..... 42
TABELA XVI - GERENCIAR OS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS PREVIDENCIÁRIOS – PAP ...................... 44
TABELA XVII - DESENVOLVER AÇÕES DE DIÁLOGO SOCIAL COM A SOCIEDADE ..................................... 45
TABELA XVIII – QUANTIDADE DE BENEFÍCIOS EMITIDOS – RGPS – DEZ/2012, NOV/2013 E DEZ/2013 .... 55
TABELA XIX - INDICADORES DE DESEMPENHO DE 2013 - COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA,
ATUÁRIA, CONTABILIDADE E INVESTIMENTOS – CGACI/DRPSP .................................................................... 78
TABELA XX – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – EDIÇÃO MENSAL DO INFORME PREVIDÊNCIA
SOCIAL – DRGPS ........................................................................................................................................................... 79
TABELA XXI – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – SISTEMATIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS EM ANUÁRIOS ESTATÍSTICOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL – DRGPS ............................ 80
TABELA XXII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – EDITAR BOLETINS ESTATÍSTICOS DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL – NACIONAIS E REGIONAIS – DRGPS ............................................................................ 80
TABELA XXIII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – APURAR O VALOR MÉDIO DOS BENEFÍCOS E
MINUTAR PORTARIA MINISTERIAL PARA DIVULGAÇÃO DO VALOR APURADO – DRGPS ....................... 81
TABELA XXIV - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – PREPARAR PORTARIA MINISTERIAL PARA
DIVULGAÇÃO DOS ÍNDICES DE ATUALIZAÇÃO DOS SALÁRIOS-DE-CONTRIBUIÇÃO - DRGPS ............... 82
TABELA XXV – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – APURAR E DIVULGAR NO SITIO DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL OS VALORES DE ARRECADAÇÃO E DE PAGAMENTO DE BENEFÍCIOS NOS
MUNICÍPIOS – DRGPS .................................................................................................................................................. 82
TABELA XXVI – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – PROJETAR RECEITA E DESPESA DO ANO
SEGUINTE E DE LONGO PRAZO – DRGPS ................................................................................................................ 83
TABELA XXVII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – ACOMPANHAR EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
DO RGPS E ATUALIZAR PROJEÇÕES PARA FINS GERENCIAIS – DRGPS ......................................................... 84
TABELA XXVIII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – DISPONIBILIZAR DADOS PARA
INDICADORES DE ACIDENTES DO TRABALHO DA REDE INTERAGENCIAL DE INFORMAÇÕES PARA
SAÚDE – RIPSA – DRGPS ............................................................................................................................................. 84
5
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
TABELA XXIX - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 - ANÁLISE DE PROPOSIÇÕES LEGISLATIVAS EM
TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL DE INTERESSE DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - DRGPS ............. 85
TABELA XXX - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – ELABORAÇÃO DE PROPOSTA DE ATO
LEGISLATIVO/REGULAMENTAR (ANTEPROJETO DE LEI/MEDIDA PROVISÓRIA, MINUTAS DE
DECRETOS E PORTARIAS) .......................................................................................................................................... 86
TABELA XXXI - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 - ATENDIMENTOS A DEMANDAS INTERNAS DO
MPS E SEUS ÓRGÃOS, DE SEGURADOS/CONTRIBUINTES e DE OUTROS ÓRGÃOS/ENTIDADES DO
PODER PÚBLICO – DRGPS ........................................................................................................................................... 87
TABELA XXXII – MOVIMENTAÇÃO DE CRÉDITOS INTERNA E EXTERNA ..................................................... 90
TABELA XXXIII - VALORES EXECUTADOS DIRETAMENTE PELA UJ – DESPESAS TOTAIS POR
MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO .......................................................................................................................... 91
TABELA XXXIV - VALORES EXECUTADOS DIRETAMENTE PELA UJ – DESPESAS POR GRUPO E
ELEMENTO DE DESPESA............................................................................................................................................. 91
TABELA XXXV - ENTES SELECIONADOS .............................................................................................................. 111
6
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
LISTA DE QUADROS
QUADRO 1 - IDENTIFICAÇÃO - RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL ........................................................... 14
QUADRO 2 - OBJETIVOS, INICIATIVAS E AÇÕES ORÇAMENTÁRIAS ............................................................... 22
QUADRO 3 - INICIATIVAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 2013 .......................................................................... 22
QUADRO 4 – AÇÕES OFSS – 20GN ............................................................................................................................. 47
QUADRO 5 – AÇÕES OFSS – 20HQ ............................................................................................................................. 47
QUADRO 6 – AÇÕES OFSS - 2276 ................................................................................................................................ 48
QUADRO 7 – AÇÕES OFSS – 2274 ............................................................................................................................... 49
QUADRO 8 - AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ ................................................... 88
QUADRO 9 - SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES ............................................ 93
QUADRO 10 - CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO
EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA ..................................................................................................................................... 94
QUADRO 11 - RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS
.......................................................................................................................................................................................... 94
QUADRO 12 – RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ
NA MODALIDADE DE CONVÊNIO, TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE. ............... 95
QUADRO 13 - FORÇA DE TRABALHO DA UJ - SITUAÇÃO APURADA EM 31/12 .............................................. 96
QUADRO 14 - SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ SITUAÇÃO EM 31/12 ............. 96
QUADRO 15 - DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES
GRATIFICADAS DA UJ (SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO) ................................................................................ 97
QUADRO 16 - QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA SITUAÇÃO APURADA EM 31/12
.......................................................................................................................................................................................... 97
QUADRO 17 - QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE SITUAÇÃO
APURADA EM 31/12 ...................................................................................................................................................... 98
QUADRO 18 - QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS
ANTERIORES .................................................................................................................................................................. 98
QUADRO 19 - COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS ............................................................................. 99
QUADR0 20 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ....................... 101
QUADRO 21 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ...................... 101
QUADRO 22 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ...................... 102
QUADRO 23 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ...................... 102
QUADRO 24 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ...................... 103
QUADRO 25 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ............................................................................................................................... 104
QUADRO 26 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ............................................................................................................................... 104
QUADRO 27 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ............................................................................................................................... 105
QUADRO 28 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ............................................................................................................................... 105
QUADRO 29 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ............................................................................................................................... 106
QUADRO 30 - DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO, POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ, DA
OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR ....................................................................................................................... 107
7
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
LISTA DE FIGURAS
FIGURA 1 - ORGANOGRAMA DA SPPS ..................................................................................................................... 16
FIGURA 2 - MODELO LÓGICO DOS MACROPROCESSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL .................................... 19
FIGURA 3 - MODELO DE HIERARQUIA DE PROCESSOS ....................................................................................... 19
FIGURA 4 - MAPA ESTRATÉGICO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. ........................................................................... 21
8
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS
Sigla
AAINT
ABIN
AGEIN
AGU
APEGR
APS
ART
ASCAD
ASCOM
ASPAR
BID
BIRD
BSC
CADPREV
CEF
CEL
CESPE
CETEAD
CGERH
CGGAB
CGLSG
CGOFC
CGTIC
CGU
CID
CIEE
CLT
CNAE
CNI
CNIS
COAMP
COARH
COEPI
COFIN
CONJUR
COPAD
COPAG
CONTRAN
CPD
CPF
CPGF
CPST
CRC
CRFB
CRP
CRPC
CRPS
CUT
DAIR
DAS
DATAPREV
DDP
DBR
Dec.
DELEPREV
Descrição
Assessoria de Assuntos Internacionais
Agência Brasileira de Inteligência
Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação Institucional
Advocacia-Geral da União
Assessoria de Pesquisa Estratégica e de Gerenciamento de Riscos
Agência da Previdência Social
Anotação de Responsabilidade Técnica
Assessoria de Cadastros Corporativos
Assessoria de Comunicação Social
Assessoria Parlamentar
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento
Balanced Scorecard
Sistema de Informações dos Regimes Públicos de Previdência
Caixa Econômica Federal
Comissão Especial de Licitação
Centro de Seleção e Promoção de Eventos
Centro Educacional de Tecnologia em Administração Geral
Coordenação-Geral de Recursos Humanos
Coordenação-Geral do Gabinete
Coordenação-Geral de Logística e Serviços Gerais
Coordenação-Geral de Orçamento, Finanças e Contabilidade
Coordenação-Geral de Informática
Controladoria-Geral da União
Classificação Internacional de Doenças
Centro de Integração Empresa-Escola
Consolidação das Leis do Trabalho
Classificação Nacional de Atividade Econômica
Confederação Nacional da Indústria
Cadastro Nacional de Informações Sociais
Coordenação de Administração de Material e Patrimônio
Coordenação de Administração de Recursos Humanos
Coordenação de Execução e Acompahamento de Projetos Internacionais
Coordenação de Finanças
Consultoria Jurídica
Coordenação de Processo Administrativo Disciplinar
Coordenação de Pagamento e Execução Orçamentária e Financeira
Conselho Nacional de Trânsito
Centro de Processamento de Dados
Cadastro de Pessoa Física
Cartão de Pagamento do Governo Federal
Carreira de Previdência, da Saúde e do Trabalho
Conselho Regional de Contabilidade
Constituição da República Federativa do Brasil
Certificado de Regularidade Previdenciária
Câmara de Recursos da Previdência Complementar
Conselho de Recuros da Previdência Social
Central Única dos Trabalhadores
Demonstrativo de Aplicações e Investimentos dos Recursos
Direção e Assessoramento Superiores
Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social
Demonstrativo de Despesas de Pessoal
Declaração de Bens e Renda
Decreto
Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários
9
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Sigla
DICAP
DIEESE
DIPR
DN
DOU
DPF
DPSSO
DPVAT
DRGPS
DRPSP
EBC
EC
EFPC
ENAP
ESAF
EsIMEx
FAP
FAT
FGTS
FNS
FPE
FPM
FUB
FUNAI
FUNASA
GADF
GAP
GDASST
GDATA
GEAP
GESST
GEX
GM
GT
IDOC
IFBr
IN
INSS
IP
IPEA
LAN
LGBT
LOA
MD
MEC
MEI
MF
MJ
MP
MPF
MPS
MRE
MS
MTE
NBCT
NTEP
OFSS
Descrição
Divisão de Cadastro de Aposentados e Pensionistas
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
Demonstrativo de Informações Previdenciárias e Repasses
Decisão Normativa
Diário Oficial da União
Departamento de Policía Federal
Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional
Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores Terrestres
Departamento do Regime Geral de Previdência Social
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público
Empresa Brasil de Comunicação
Emenda Constitucional
Entidades Fechadas de Previdência Complementar
Escola Nacional de Administração Pública
Escola de Administração Fazendária
Escola de Inteligência Militar do Exército
Fator de Acidente Previdenciário
Fundo de Amparo ao Trabalhador
Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
Fundo Nacional de Saúde
Fundo de Participação dos Municípios
Fundo de Participação dos Estados
Fundação Universidade de Brasília
Fundação Nacional do Índio
Fundação Nacional de Saúde
Gratificação de Atividade pelo Desempenho de Função
Gestão e Administração do Programa
Gratificação de Desempenho de Atividade da Seguridade Social e do Trabalho
Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa
Fundação de Seguridade Social
Gratificação Específica da Seguridade Social e do Trabalho
Gerência-Executiva
Gabinete do Ministro
Grupo de Trabalho
Identificador de Operação de Crédito
Índice de Funcionalidade Brasil
Instrução Normativa
Instituto Nacional do Seguro Social
Internet Protocol
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Local Área Network (Rede de Área Local)
Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis
Lei Orçamentária Anual
Ministério da Defesa
Ministério da Educação e Cultura
Microempreendedor Individual
Ministério da Fazenda
Ministério da Justiça
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Ministério Público Federal
Ministério da Previdência Social
Ministério das Relações Exteriores
Ministério da Saúde
Ministério do Trabalho e Emprego
Normas Brasileiras de Contabilidade
Nexo Técnico Epidemiológico
Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social
10
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Sigla
OUGPS
PAD
PAI
PARSEP
PDCA
PEX
PLC
PLN
PLOA
POA
Port.
PPA
PR
PREVIC
PREVMUN
PROGESPES
PROPREV
RAP
RAT
RG
RH
RPPS
RPPSU
RUP
S.A.
SAF
SAN
SAT
SCDP
SE
SEBRAE
SECOM
SEFTI
SEDH-PR
SEGES
SFC
SIAFI
SIAPE
SIGA
SIGPlan
SIORG
SIPEC
SIPPS
SISAC
SISG
SISP
SLTI
SOF
SOUWeb
SPI
SOAD
SPPC
SPPS
SR
TCE
TCU
Descrição
Ouvidoria Geral da Previdência Social
Processo Administrativo Disciplinar
Plano de Ação Integrado
Programa de Apoio à Reforma dos Sistemas Estaduais de Previdência
Plan, Do, Check and Act
Plano de Expansão da Rede de Atendimento
Projeto de Lei da Câmara dos Deputados
Projeto de Lei do Congresso Nacional
Projeto de Lei Orçamentária Anual
Proposta Orçamentária Anual
Portaria
Plano Plurianual
Presidência da República
Superintendência Nacional de Previdência Complementar
Projeto de Reforma da Previdência dos Municípios
Projeto de Definição e Implementação na Previdência Social do Brasil de um Novo Modelo de
Gestão de Pessoas e Conhecimento
Programa de Apoio à Modernização da Gestão do Sistema de Previdência Social
Restos a Pagar
Riscos Ambientais do Trabalho
Relatório de Gestão
Recursos Humanos
Regime Próprio de Previdência Social
Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores da União
Rational Unified Process.
Sociedade Anônima
Subchefia de Assuntos Federativos
Storage Área Network
Seguro de Acidente de Trabalho
Sistema de Concessão de Diárias e Passagens
Secretaria-Executiva
Agência de Apoio ao Empreendedor e Pequeno Empresário
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Fiscalização de Tecnologia da Informação
Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento
Secretaria Federal de Controle Interno
Sistema Integrado de Administração Financeira
Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos
Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo
Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento
Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal
Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal
Sistema Informatizado de Protocolo da Previdência Social
Sistema de Apreciação dos Atos de Admissão e Concessões
Sistemas de Serviços Gerais
Sistemas de Administração dos Recursos de Informação e Informática
Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
Secretraria de Orçamento Federal
Sistema de Ouvidoria via Web
Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos
Subsecretaria de Orçamento e Administração
Secretaria de Políticas de Previdência Complementar
Secretaria de Políticas de Previdência Social
Superintendência Regional
Tomada de Contas Especial
Tribunal de Contas da União
11
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Sigla
TCR
TIC
UASG
UCP
UF
UGR
UJ
UMA
UNB
UNESCO
UO
VPNI
Descrição
Termo de Compromisso de Resultados
Tecnologia da Informação e Comunicação
Unidades Administrativas de Serviços Gerais
Unidade de Coordenação de Projetos
Unidade da Federação
Unidade Gestora Responsável
Unidade Jurisdicionada
Unidade de Monitoramento e Avaliação
Universidade de Brasília
United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization
Unidade Orçamentária
Vantagem Pecuniária Individual de Inteligência
12
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
INTRODUÇÃO
Esse é o Relatório de Gestão - RG apresentado ao Tribunal de Contas da União - TCU
como prestação de contas anual (2013) a que a Unidade Jurisdicionada - UJ Secretaria de Políticas
de Previdência Social – SPPS está obrigada nos termos do artigo 70 da Constituição Federal,
elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão
Normativa TCU nº 127/2013, da Portaria TCU nº 175/2013 e da Portaria CGU nº 133/2013.
O RG da UJ SPPS está estruturado de acordo com os itens constantes do Anexo II da
DN TCU nº 127/2013, subdividido em Parte A – “Informações sobre a Gestão” e Parte B –
“Conteúdo Específico por Unidade Jurisdicionada ou Grupo de Unidades Afins”, cujos itens
aplicáveis ao tipo de UJ (Órgão da Administração Direta do Poder Executivo), são: 1.1; 1.2; 1.3;
1.4; 1.5; 1.6; 2.1; 2.2; 2.3; 3.1; 3.2; 3.4; 3.5; 3.6; 4.1; 4.2; 4.3; 4.4; 4.5; 4.6; 5.1; 5.2; 6.1; 6.2; 7.1;
8.1; 8.2; 8.3; 9.1; 9.2; 9.3; 9.4; 9.5; 9.6; 10.1; 10.2; 10.3; 11.1; 11.2; e, 12.1, da parte A, e o item 28,
da parte B.
A SPPS não executou atividades relacionadas aos subitens 3.3; 4.7; 6.3; 11.3; 11.4;
11.5; e, 11.6, da Parte A, aos itens de 1 a 27 e de 29 e 49, da Parte B. A Parte C, do Anexo II da DN
TCU nº 127/2013, não se aplica à UJ SPPS. Há que se registrar que a UJ SPPS não constitui
Unidade Orçamentária (UO) e, portanto, não executa orçamento.
Os demais itens foram informados com a colaboração dos Diretores, CoordenadoresGerais e servidores lotados na SPPS, bem como de outras áreas demandadas no âmbito do MPS.
13
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
PARTE A - CONTEÚDO GERAL
1.
Apresentação
1.1.
Identificação da Unidade Jurisdicionada
QUADRO 1 - IDENTIFICAÇÃO - RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL
Poder e Órgão de vinculação
Poder: Executivo
Órgão de Vinculação: Ministério da Previdência Social
Código SIORG: 001930
Identificação da Unidade Jurisdicionada
Denominação completa: Secretaria de Políticas de Previdência Social
Denominação abreviada: SPPS
Código SIORG: 002210
Código LOA: não se aplica
Código SIAFI: 330010
Situação: ativa
Natureza Jurídica: Órgão Público – Administração Direta
Principal Atividade: Administração Pública, Defesa e Seguridade Social.
Telefones/Fax de contato:
(061) 2021-5236
Código CNAE: 8430-2/00
(061) 2021-5342
(061) 2021-5195/5045
Endereço eletrônico:
Página da Internet: http://www.previdencia.gov.br ou http://www.mps.gov.br
Endereço Postal: Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 7º andar, sala 723, CEP 70059-900, Brasília, DF.
Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada
Decreto-Lei nº 8.742, de 19 de janeiro de 1946.
Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada
Decreto n° 5.755, de 13 de abril de 2006, Decreto nº 6.417, de 31 de março de 2008, e Decreto nº. 7.078, de 26 de
janeiro de 2010.
Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada
Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Código SIAFI
Nome
330010
Secretaria de Políticas de Previdência Social
Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Código SIAFI
Nome
00001
Tesouro Nacional
Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões
Código SIAFI da Unidade Gestora
Código SIAFI da Gestão
330010
00001
14
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
1.2.
Finalidade e Competências Institucionais da Unidade
a) Finalidade
A Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS é um órgão do Ministério da
Previdência Social ao qual compete assistir o Ministro da Previdência Social na formulação,
acompanhamento e coordenação das políticas de previdência social e na supervisão dos programas
e atividades das entidades vinculadas.
A principal missão da SPPS é voltada para as políticas de previdência social no âmbito
do Regime Geral de Previdência Social - RGPS; dos Regimes Próprios de Previdência Social RPPS; e da Saúde e Segurança Ocupacional.
Integram a SPPS, o Departamento do Regime Geral de Previdência Social - DRGPS; o
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP; o Departamento de
Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional - DPSSO; e suas respectivas coordenações-gerais.
b) Competências Institucionais
A Secretaria de Políticas da Previdência Social – SPPS, parte integrante da estrutura do
Ministério da Previdência Social - MPS, tem por atribuições:
 assistir o Ministro de Estado na formulação, acompanhamento e coordenação das
políticas de previdência social e na supervisão dos programas e atividades das entidades
vinculadas;
 assistir o Ministro de Estado na proposição de normas gerais para a organização e
manutenção dos regimes próprios de previdência social dos servidores públicos e dos
militares da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
 elaborar e promover, em articulação com os demais órgãos envolvidos, o
aperfeiçoamento da legislação e a atualização e a revisão dos planos de custeio e de
benefícios da Previdência Social;
 orientar, acompanhar, normatizar e supervisionar as ações da previdência social na
área de benefícios e, em coordenação com a Secretaria da Receita Federal do Brasil do
Ministério da Fazenda, as ações de arrecadação;
 exercer as funções de Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Previdência
Social - CNPS;
 realizar estudos e subsidiar a formulação de políticas, diretrizes e parâmetros gerais
do sistema de Previdência Social;
 acompanhar e avaliar as ações estratégicas de sua área de competência;
 promover ações de desregulamentação voltadas para a racionalização e a
simplificação do ordenamento normativo e institucional da Previdência Social;
 orientar, acompanhar, avaliar e supervisionar as ações da previdência social, no
âmbito do Regime Geral de Previdência Social;
 orientar, acompanhar e supervisionar os regimes próprios de previdência social dos
servidores públicos e dos militares da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios;
 articular-se com entidades governamentais e organismos nacionais, internacionais e
estrangeiros com atuação no campo econômico-previdenciário, para realização de
estudos, conferências técnicas, congressos e eventos semelhantes;
15
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
 avaliar as propostas de alteração da legislação previdenciária e seus impactos sobre
os regimes de previdência;
 acompanhar a política externa do Governo Federal, no que se refere à Previdência
Social;
 promover o desenvolvimento harmônico e integrado dos regimes próprios de
previdência e a permanente articulação entre o Ministério e os órgãos ou entidades
gestoras desses regimes, fomentando o intercâmbio de experiências nacionais e
internacionais;
 coordenar e promover a disseminação das políticas de previdência social no âmbito
do Regime Geral, dos regimes próprios de previdência social e de saúde e segurança
ocupacional; e
 definir diretrizes relativas à ampliação da cobertura previdenciária mediante
programas de educação previdenciária.
1.3.
a)
Organograma Funcional
Organograma da Secretaria de Políticas de Previdência Social
FIGURA 1 - ORGANOGRAMA DA SPPS
b)
Estrutura
A Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS tem a seguinte estrutura:
16
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
1. Gabinete - GABIN
1.1. Serviço de Apoio Técnico - SEATE
1.2. Coordenação de Apoio Administrativo - COAAD
1.2.1. Serviço de Apoio Administrativo - SEAAD
1.2.2. Serviço de Apoio Técnico - SEATE
1.3. Coordenação de Diálogo Social - CODIS
1.3.1. Serviço de Apoio do Diálogo Social - SEADS
2. Departamento do Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
2.1. Coordenação-Geral de Estudos Previdenciários - CGEPR
2.1.1. Coordenação de Políticas Previdenciárias - CPREV
2.1.2. Coordenação de Análise de Conjuntura - COANC
2.1.3. Coordenação de Pesquisas Previdenciárias - COPEP
2.2. Coordenação-Geral de Estatística, Demografia e Atuaria - CGEDA
2.2.1. Coordenação de Estatística - COEST
2.2.2. Coordenação de Atuária - COATU
2.2.3. Coordenação de Acompanhamento, Análise e Avaliação - COAVA
2.3. Coordenação-Geral de Legislação e Normas - CGLEN
2.3.1. Coordenação de Legislação - COLEG
2.3.2. Coordenação de Regulamentação - COREG
3. Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
3.1. Coordenação-Geral de Estudos Técnicos, Estatísticas e Informações Gerenciais - CGEEI
3.1.1. Coordenação de Estudos Técnicos - COETE
3.1.2. Serviço de Apoio Administrativo - SEAAD
3.1.3. Serviço de Apoio Técnico - SEATE
3.2. Coordenação-Geral de Auditoria, Atuária, Contabilidade e Investimentos - CGACI
3.2.1. Coordenação de Auditoria - COAUD
3.2.2. Coordenação de Contabilidade e Atuária - CCOAT
3.2.3. Coordenação de Investimentos - COINV
3.3. Coordenação-Geral de Normatização e Acompanhamento Legal - CGNAL
3.3.1. Coordenação de Normatização - CONOR
3.3.2. Coordenação de Acompanhamento Legal de Municípios - COALM
3.3.3. Coordenação de Acompanhamento Legal de Estados - COALE
3.3.4. Coordenação de Repasse e Compensação Previdenciária - CORCP
4. Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional - DPSSO
4.1. Coordenação-Geral de Política de Seguro Contra Acidentes do Trabalho e Relacionamento
Interinstitucional - CGSAT
4.1.1. Coordenação de Prevenção de Acidentes do Trabalho - COPAT
4.1.2. Serviço de Apoio Técnico - SEATE
4.2. Coordenação-Geral de Monitoramento dos Benefícios por Incapacidade - CGMBI
4.2.1. Serviço de Apoio Administrativo - SEAAD.
A Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS é dirigida por Secretário; os
Departamentos, por Diretor; as Coordenações-Gerais, por Coordenador-Geral; as Coordenações,
por Coordenador; o Gabinete e os Serviços, por Chefe.
c)
Competências e Atribuições das Áreas
Departamento do Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
17
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Ao Departamento do Regime Geral de Previdência Social compete coordenar,
acompanhar, avaliar e supervisionar as ações do Regime Geral de Previdência Social nas áreas de
benefícios e custeio, coordenar, acompanhar e supervisionar a atualização e a revisão dos planos de
custeio e de benefícios do Regime Geral de Previdência Social em articulação com a Secretaria da
Receita Federal do Brasil, desenvolver projetos de racionalização e simplificação do ordenamento
normativo e institucional da Previdência Social, elaborar projeções e simulações das receitas e
despesas do Regime Geral de Previdência Social, coletar e sistematizar informações
previdenciárias, acidentárias, socioeconômicas e demográficas e realizar estudos visando ao
aprimoramento do Regime Geral de Previdência Social.
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
Ao Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público compete coordenar,
acompanhar, supervisionar e auditar os regimes próprios de Previdência Social dos servidores
públicos e dos militares da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, realizar
estudos técnicos necessários ao aprimoramento dos regimes de previdência no serviço público,
elaborar e assessorar a confecção de projeções e simulações das receitas e despesas dos regimes
próprios de previdência social dos servidores públicos e dos militares da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, prestar assistência técnica com vistas ao aprimoramento das
bases de dados previdenciárias, à realização de diagnósticos e à elaboração de propostas de
reformas dos sistemas previdenciários no serviço público, emitir pareceres para acompanhamento
dos resultados apresentados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios na organização dos
seus regimes de previdência, administrar o Certificado de Regularidade Previdenciária - CRP, bem
como o Processo Administrativo Previdenciário - PAP, normatizar, em articulação com os demais
órgãos envolvidos, o Sistema Integrado de Dados e Remunerações, Proventos e Pensões dos
Servidores Públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, fomentar a
articulação institucional entre as esferas de governo em matéria de sua competência, coletar e
sistematizar informações dos regimes de previdência social dos servidores públicos e dos militares
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e fiscalizar as entidades e fundos dos
regimes próprios de previdência social e suas operações, com vistas ao cumprimento da legislação,
assim como lavrar os respectivos autos de infração.
Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional - DPSSO
Ao Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional compete subsidiar a
formulação e a proposição de diretrizes e normas relativas à interseção entre as ações de segurança
e saúde no trabalho e as ações de fiscalização e reconhecimento dos benefícios previdenciários
decorrentes dos riscos ambientais do trabalho, coordenar, acompanhar, avaliar e supervisionar as
ações do Regime Geral de Previdência Social, bem como a política direcionada aos regimes
próprios de previdência social, nas áreas que guardem inter-relação com a segurança e saúde dos
trabalhadores, coordenar, acompanhar e supervisionar a atualização e a revisão dos planos de
custeio e de benefícios, em conjunto com o Departamento do Regime Geral de Previdência Social,
relativamente a temas de sua área de competência, desenvolver projetos de racionalização e
simplificação do ordenamento normativo e institucional do Regime Geral de Previdência Social,
nas áreas de sua competência, realizar estudos, pesquisas e propor ações formativas visando ao
aprimoramento da legislação e das ações do Regime Geral de Previdência Social e dos regimes
18
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
próprios de previdência social, no âmbito de sua competência, propor, no âmbito da Previdência
Social e em articulação com os demais órgãos envolvidos, políticas voltadas para a saúde e
segurança dos trabalhadores, com ênfase na proteção e prevenção e assessorar a Secretaria de
Políticas de Previdência Social nos assuntos relativos à área de sua competência.
1.4.
Macroprocessos Finalísticos
Na Secretaria de Políticas de Previdência Social os Macroprocessos Finalísticos são 2
(dois) e estão relacionados à definição de políticas e gestão do Regime Geral de Previdência Social
- RGPS e do Regime Público de Previdência Social - RPPS.
A condução dos macroprocessos e dos processos estão detalhados no conteúdo deste
Relatório de Gestão.
FIGURA 2 - MODELO LÓGICO DOS MACROPROCESSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL
Esses Macroprocessos são detalhados em níveis menores de hierarquia que são
representados por: processo, processo de trabalho, atividades e tarefas.
FIGURA 3 - MODELO DE HIERARQUIA DE PROCESSOS
19
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Os processos da Gestão do Regime Geral de Previdência Social são: políticas,
diretrizes e estudos do Regime Geral; Saúde e Segurança Ocupacional; e, Recursos do Regime
Geral.
Os processos da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social são: políticas,
diretrizes e estudos do Regime Próprio; Supervisão e Orientação; Auditoria Direta e Indireta do
Regime Próprio; Contencioso; Contabilidade e Atuária; e, Investimentos dos Regimes Próprios.
Estes processos estão a cargo no MPS por meio da Secretaria de Políticas de Previdência Social SPPS.
1.5.
Macroprocessos de Apoio
Não se aplica.
1.6.
Principais Parceiros
Os principais parceiros para os Macroprocessos Finalísticos da SPPS são:

Para Gestão do Regime Geral de Previdência Social: Instituto Nacional do Seguro
Social – INSS, Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social - DATAPREV,
Advocacia Geral da União – CGU, Universidade de Brasília, Secretaria da Receita Federal do
Brasil, Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – DIEESE, Instituto
de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA e Conselho Nacional de Previdência Social – CNPS.

Para Gestão do Regime Público de Previdência Social – RPPS: Empresa de Tecnologia
e Informações da Previdência Social - DATAPREV, Advocacia Geral da União – CGU, Conselho
Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social - CONAPREV, Tribunais de
Contas dos Estados e dos Municípios, Tribunal de Contas da União, Instituto Nacional do Seguro
Social – INSS, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada – IPEA, Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC e Conselho
Monetário Nacional – CMN.
2.
Planejamento e Resultados Alcançados
2.1.
Planejamento da Unidade
O modelo de planejamento adotado pela Previdência Social, onde está inserida a SPPS,
está alicerçado na gestão estratégica, considerando sempre os direcionadores do “Mapa Estratégico da
Previdência Social”, a autoavaliação, e leva em conta o modelo de excelência da Gestão-Pública, com
a finalidade de aprimorar os processos da organização, propiciando que todos os seus integrantes
participem da sua estruturação e execução proativamente, focando na satisfação do seu público de
interesse.
A SPPS, como todo o MPS, procura, desde o lançamento do Plano Estratégico da
Previdência Social direcionar esforços no sentido de difundi-lo a todos os seus servidores, alcançando
20
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
os mesmos objetivos e direções, cujos resultados estão se solidificando e ampliando a melhoria na
cultura voltada para o planejamento na Unidade, que são perceptíveis na avaliação da execução do
Plano de Ação Integrado - PAI.
I - Análise do andamento do Plano Estratégico da Secretaria de Políticas de Previdência
Social.
O Mapa Estratégico é o instrumento que traduz o Planejamento Estratégico da Previdência
Social, apresenta sua missão, visão de futuro da organização e direcionadores estratégicos em uma
representação gráfica, composta por um conjunto de desafios denominados objetivos estratégicos, que
se relacionam de forma a alcançar a consecução da visão de futuro e fortalecimento da missão. Estes
objetivos são aferidos por indicadores de desempenho e metas, alavancados pela efetivação das Ações
Estratégicas.
FIGURA 4 - MAPA ESTRATÉGICO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL.
A Portaria MPS nº 331, de 27 de julho de 2012 regulamenta critérios e procedimentos para
avaliação de desempenho, que no contexto da avaliação de desempenho institucional visa a aferir o
alcance das metas do Ministério e de suas unidades organizacionais, considerando as metas
institucionais constantes no Planejamento Estratégico da Previdência Social. Estabelece, também, a
elaboração do Plano de Ação Integrado - PAI anualmente com a participação dos gestores das
unidades organizacionais do Ministério e publicado por ato do Ministro de Estado da Previdência
Social, que representa o Termo de Compromisso de Resultados - TCR para o alcance das metas
institucionais, que estão segmentadas em: i) metas globais, elaboradas a partir do planejamento
estratégico e fixadas anualmente, considerando seus objetivos estratégicos e seus respectivos
indicadores de desempenho e, quando couber, em consonância com o Plano Plurianual - PPA, a Lei de
Diretrizes Orçamentárias - LDO e a Lei Orçamentária Anual - LOA; e ii) metas intermediárias,
21
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
elaboradas e publicadas anualmente a partir da identificação das Ações Estratégicas, que estão
representadas pelos projetos, processos ou atividades prioritárias, em consonância com metas globais.
Em 14/08/2012, houve o lançamento do Plano de Ação Integrado 2013 no auditório
principal do Ministério da Previdência Social. Esse evento contou com a presença do Ministro de
Estado e demais autoridades das quatro casas que compõe a Previdência Social. No período de 12 de
setembro a 11 de outubro de 2012, os gestores do Ministério da Previdência Social participaram de
reuniões, sob a supervisão da Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação Institucional - AGEIN, para
avaliação do Plano de Ação Integrado - PAI 2011 e a elaboração do PAI 2013, integrando, além dos
objetivos setoriais do PPA, as Ações Estratégicas das unidades organizacionais do MPS.
Os Objetivos Estratégicos da SPPS em 2013, desdobrados em Iniciativas que têm as suas
respectivas ações orçamentárias vinculadas, incluídos no PPA 2012-2015, estão integralmente
convergentes com o Mapa Estratégico da Previdência Social, conforme tabela adiante:
QUADRO 2 - OBJETIVOS, INICIATIVAS E AÇÕES ORÇAMENTÁRIAS
OBJETIVOS/ INICIATIVAS/ AÇÕES ORÇAMENTÁRIAS.
Objetivo 01: Promover ações de inclusão e permanência no sistema previdenciário.
Iniciativa: Aprimorar as informações sobre o perfil do cidadão e o mercado de trabalho.
Ação 20GN: Educação Previdenciária e Financeira.
Ação 20HQ: Promoção de Ações de Diálogo Social
Objetivo 03: Fomentar políticas e ações de sustentabilidade dos regimes previdenciários.
Iniciativa: Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das entidades fechadas de previdência complementar.
Ação 2276: Auditoria nos Regimes Próprios dos Servidores Públicos.
Iniciativa: Promover políticas de sustentabilidade do sistema previdenciário.
Ação 2274: Assistência Técnica à Ampliação e Reformas dos Regimes Próprios de Previdência.
Fonte: Plano Plurianual - PPA
II - Plano Estratégico da Previdência Social 2012-2015.
O Plano Estratégico 2012-2015 e o efetivo Plano Plurianual - PPA 2012-2015 apresenta
integral convergência com o instrumento de planejamento, Mapa Estratégico da Previdência Social, de
forma que os dois documentos reproduzem exatamente a mesma orientação estratégica.
Em continuidade ao “Plano Estratégico 2012-2015” a SPPS elegeu as iniciativas e
objetivos estratégicos, constantes do quadro adiante, no Plano de Ação Integrado - PAI para execução
em 2013, aprovado pela Portaria nº 623, de 26/12/2012, vinculados aos objetivos estratégicos da
Previdência Social:
QUADRO 3 - INICIATIVAS E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 2013
N
o
1
2
3
Iniciativas Estratégicas
Aprimorar e acompanhar o Fator Acidentário de
Prevenção - FAP.
Atualizar e aperfeiçoar a normatização relacionada
ao tema saúde e segurança ocupacional.
Supervisionar o fortalecimento das políticas do
Regime Geral de Previdência Social.
4
Implementar Plano de Inclusão Previdenciária.
5
Elaborar publicações e coletâneas de estudos
Objetivos Estratégicos
Aprimorar a prevenção de riscos ocupacionais e
mitigar os efeitos da incapacidade laboral.
Aprimorar a prevenção de riscos ocupacionais e
mitigar os efeitos da incapacidade laboral.
Promover o acesso à informação de forma
transparente e tempestiva.
Fortalecer a educação previdenciária com foco na
inclusão e fidelização.
Promover o acesso à informação de forma
22
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
No
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
Iniciativas Estratégicas
previdenciários.
Elaborar cenários de sustentabilidade do Regime
Geral de Previdência Social.
Fortalecer os Regimes Próprios de Previdência
Social - RPPS com perspectiva de equilíbrio e
sustentabilidade.
Difundir o conhecimento sobre os Regimes Próprios
de Previdência Social - RPPS.
Estruturar a Câmara de Compensação Financeira
entre os Regimes de Previdência Social
Realizar Auditorias Indiretas dos Regimes Próprios
de Previdência Social - RPPS.
Modernizar o Sistema de Informações dos Regimes
Públicos de Previdência Social - CADPREV.
Criar e unificar o cadastro dos servidores públicos
brasileiros - SRPPS.
Elaborar pareceres e informações em processos
judiciais e consultas.
Realizar Auditorias Diretas dos Regimes Próprios de
Previdência Social - RPPS.
Gerenciar
os
Processos
Administrativos
Previdenciários - PAP.
Desenvolver ações de diálogo social com a
sociedade.
Objetivos Estratégicos
transparente e tempestiva.
Promover políticas de sustentabilidade do sistema
previdenciário.
Promover políticas de sustentabilidade do sistema
previdenciário.
Fortalecer a educação previdenciária com foco na
inclusão e fidelização.
Promover políticas de sustentabilidade do sistema
previdenciário.
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das
entidades fechadas de previdência complementar.
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das
entidades fechadas de previdência complementar.
Aprimorar as informações sobre o perfil do cidadão e
o mercado de trabalho.
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das
entidades fechadas de previdência complementar
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das
entidades fechadas de previdência complementar.
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das
entidades fechadas de previdência complementar.
Promover políticas de sustentabilidade do sistema
previdenciário.
Fonte: AGEIN/MPS
O Plano de Ação Integrado – PAI de 2013 foi elaborado, em caráter participativo,
envolvendo todos os níveis gerenciais da SPPS para execução no exercício referido. É composto
por um conjunto de Ações Estratégicas classificadas por projetos ou atividades e suas respectivas
metas intermediárias as quais são firmadas por meio do Termo de Compromisso de Resultados,
junto à Secretaria-Executiva do MPS.
As Ações Estratégicas constantes do Plano de Ação Integrado 2013 da SPPS são
projetos ou atividades prioritárias, que estão detalhadas em seu escopo, cronograma, recursos
necessários, identificação da equipe de trabalho, meta intermediária de desempenho institucional e
metas de desempenho individual pactuadas com os servidores, que serão acompanhadas por meio
de indicadores de desempenho e suas respectivas metas, constituindo o vetor considerado como
Meta Intermediária, prevista no Decreto nº 7.133, de 19 de março de 2010, que trata da Avaliação
de Desempenho Institucional.
Os Objetivos Estratégicos e as Ações Estratégicas da SPPS são monitoradas
mensalmente pela Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação Institucional - AGEIN.
O PAI 2013 representa o alinhamento da estratégia da SPPS com o conjunto do MPS.
A SPPS implementou no decorrer de 2013 16 (dezesseis) Ações Estratégicas, elencadas
na tabela adiante, com os seus respectivos percentuais de execução:
TABELA I - AÇÕES ESTRATÉGICAS DO PLANO DE AÇÃO INTEGRADO 2013
No
Ações Estratégicas do Plano de Ação Integrado 2013
1
Aprimorar e acompanhar o Fator Acidentário de Prevenção - FAP.
Atualizar e aperfeiçoar a normatização relacionada ao tema saúde e segurança
ocupacional.
2
% de Execução
em 2013
59,86%
121,87%
23
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
No
Ações Estratégicas do Plano de Ação Integrado 2013
Implementar Plano de Inclusão Previdenciária.
Elaborar publicações e coletâneas de estudos previdenciários.
Supervisionar o fortalecimento das políticas do Regime Geral de Previdência Social.
Elaborar cenários de sustentabilidade do Regime Geral de Previdência Social.
Fortalecer os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS com perspectiva de
7
equilíbrio e sustentabilidade.
8 Difundir o conhecimento sobre os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS.
9 Estruturar a Câmara de Compensação Financeira entre os Regimes de Previdência Social
10 Realizar Auditorias Indiretas dos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS.
Modernizar o Sistema de Informações dos Regimes Públicos de Previdência Social 11
CADPREV.
12 Criar e unificar o cadastro dos servidores públicos brasileiros - SRPPS.
13 Elaborar pareceres e informações em processos judiciais e consultas.
14 Realizar Auditorias Diretas dos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS.
15 Gerenciar os Processos Administrativos Previdenciários - PAP.
16 Desenvolver ações de diálogo social com a sociedade.
PERCENTUAL MÉDIO DE AVALIAÇÃO ANUAL
Fonte: AGEIN/MPS.
3
4
5
6
% de Execução
em 2013
64,29%
70,00%
75,45%
142,86%
70,27%
35,00%
27,50%
192,92%
0,00%
24,27%
116,40%
115,50%
170,00%
183,78%
91,87%
Análise da Execução das Ações Estratégicas da SPPS
GRÁFICO I - PERCENTUAL DE EXECUÇÃO FÍSICA DA UNIDADE ORGANIZACIONAL ANO 2013
Fonte: AGEIN/MPS.
A média anual de execução das ações da Unidade de Avaliação Secretária de
Políticas de Previdência Social foi de 91,87%, índice que contribuiu para superação da meta
institucional.
24
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
A seguir estão as Ações Estratégicas do Plano de Ação Integrado - PAI 2013 da
Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS, detalhadas em seu escopo para melhor
visualização do compromisso de Avaliação.
a.
Ação Estratégica: Aprimorar e acompanhar o Fator Acidentário de Prevenção (FAP)
TABELA II - APRIMORAR E ACOMPANHAR O FAP
Aprimorar a prevenção de riscos ocupacionais e mitigar os efeitos da incapacidade
laboral.
Direcionador Estratégico Excelência do atendimento e controle social
Estimular as empresas a implementarem políticas mais efetivas de saúde e segurança no
trabalho para reduzir a acidentalidade e assim melhorar as condições ambientais do
Justificativa
trabalho e consequentemente gerar condições favoráveis à saúde do trabalhador.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Período
Projeto/Atividade: Atividade
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional (DPSSO)
Luiz Eduardo Alcântara de Melo
Coordenador de Ação
Helenice Maria Silva
Coordenador Executivo
Atualizar e aperfeiçoar a normatização relacionada à incapacidade laboral.
Ação Dependente
DATAPREV; INSS; SE; SEDOC-MPS; COAAD-SPPS; GCJ-MPS; CGMBI-SPPS.
Parceiros
Estimular as empresas a investir em prevenção de acidentes do trabalho.
Resultados Esperados
Contribuintes - pessoa jurídica e trabalhadores; MPS; INSS; Receita Federal do Brasil.
Público alvo
20HQ.
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Índice de Processos de Contestação FAP Analisados.
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 80%
Polaridade:
Objetivo Estratégico
Metas
Jan
Programa
80%
da
75,76
Realizado
%
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Total
80%
80%
80%
80%
80%
80%
80%
80%
80%
80%
80%
80%
55,11
%
54,86
%
41,54
%
37,51
%
32,79
%
44,56
%
42,13
%
40,63
%
38,90
%
47,95
%
62,88
%
47,89
%
%
Execução 94,70% 68,89% 68,58%
51,93% 46,89% 40,99%
55,70% 52,66% 50,79% 48,63% 59,94% 78,60%
% Período
59,86
%
59,86%
Fonte: AGEIN/MPS.
a.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
25
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
a.2. Avaliação da Ação Estratégica
A atividade não conseguiu alcançar o padrão satisfatório devido a problemas no sistema
do FAP, cujas soluções estão sendo elaboradas e implementadas pala DATAPREV.
b.
Ação Estratégica: Atualizar e aperfeiçoar a normatização relacionada ao tema saúde e
segurança ocupacional.
TABELA III - ATUALIZAR E APERFEIÇOAR A NORMATIZAÇÃO RELACIONADA AO TEMA SAÚDE E
SEGURANÇA OCUPACIONAL
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Parceiros
Resultados Esperados
Público alvo
Ação Orçamentária
Aprimorar a prevenção de riscos ocupacionais e mitigar os efeitos da incapacidade
laboral.
Excelência do atendimento e controle social
Acidentes e doenças do trabalho devem ser evitados e por isso a construção e materialização
de políticas públicas voltadas à área de saúde e segurança ocupacional devem ser adotadas
pelos setores governamentais, em esforço conjunto aos trabalhadores e empresas. A
realidade do mundo do trabalho modifica-se a cada dia e ocorrem novas situações de
adoecimento com as velhas e novas tecnologias, por isso há a necessidade premente de
atualizar e aperfeiçoar a normatização relativas a incapacidade laboral e estabelecer
estratégias e atividades que visem o avanço da prevenção acidentária.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Atividade
Projeto/Atividade:
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional (DPSSO)/CGMBI
Paulo Rogério Albuquerque de Oliveira
Indicador
Meta Intermediária
Não há
DATAPREV; INSS; GCJ-MPS; ASPAR-MPS; CGLN.
Auxilio na promoção da prevenção de riscos laborais
A sociedade
20HQ
Indicador e Meta
Índice de estudos em Saúde e Segurança no Trabalho (SST)
80%
Polaridade:
Quanto maior melhor.
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Fev
80%
70%
88%
Nov
80%
177%
221%
Jan
80%
92%
115%
Mar
80%
64%
80%
Abr
80%
93%
116%
Mai
80%
69%
86%
Jun
80%
70%
88%
Jul
80%
180%
224%
Ago
80%
71%
89%
Set
80%
60%
75%
Out
80%
76%
95%
% Período
Dez
80%
150%
188%
Total
80%
98%
122%
122%
Fonte: AGEIN/MPS.
26
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
b.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
b.2. Avaliação da Ação Estratégica
O aumento de recursos humanos e a resolução de demandas remanescentes do ano
anterior contribuíram para superação da meta.
c.
Ação Estratégica: Supervisionar o fortalecimento das políticas do Regime Geral de
Previdência Social.
TABELA IV - SUPERVISIONAR O FORTALECIMENTO DAS POLÍTICAS DO REGIME GERAL DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Parceiros
Resultados Esperados
Público alvo
Ação Orçamentária
Promover o acesso a informação de forma transparente e tempestiva.
Excelência do atendimento e controle social
O grande desafio da Previdência Social Brasileira tem sido o de ampliar a proteção social,
via inclusão previdenciária, e, ao mesmo tempo, garantir a sustentabilidade futura desse
sistema tão importante para a sociedade, especialmente para os trabalhadores mais pobres
e para os agricultores familiares. Obviamente que a ampliação da inclusão previdenciária,
somada ao envelhecimento da população brasileira e à diminuição da população em idade
ativa, trará a médio e longo prazo aumento do gasto com pagamento de benefícios
previdenciários, o que torna inevitável a adoção de medidas que incentivem a permanência
dos segurados por mais tempo no mercado de trabalho e a postergação da sua
aposentadoria. Para tanto, é necessário acompanhar e elaborar estudos e notas técnicas
sobre as políticas de inclusão social. Tais objetivos não podem prescindir de estudos
visando ao aprimoramento do RGPS e à consequente ampliação da cobertura
previdenciária.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013
Atividade
Projeto/Atividade:
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Departamento do Regime Geral de Previdência Social (DRGPS).
Emanuel de Araújo Dantas
Denisson Almeida Pereira e Eduardo da Silva Pereira.
Não há.
Não há.
Promover o fortalecimento das políticas de previdência social
Pesquisadores do tema; decisores de políticas públicas.
Não orçamentária
Indicador e Meta
27
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Indicador
Meta Intermediária
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Índice de estudos elaborados.
70%
Jan
Fev
Mar
70%
70%
70%
89%
84%
49%
127% 120% 70%
Abr
70%
46%
66%
Mai
70%
46%
66%
Jun
70%
33%
47%
Quanto maior melhor.
Polaridade:
Jul
70%
46%
66%
Ago
70%
43%
61%
Set
70%
47%
67%
Out
70%
64%
91%
Nov
70%
52%
75%
% Período
Dez
70%
35%
50%
Total
70%
53%
75%
75%
Fonte: AGEIN/MPS.
c.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
c.2. Avaliação da Ação Estratégica
As atividades dessa ação seguiram dentro da normalidade. Foram elaborados e
publicados os Informes com resultados do RGPS, boletins estatísticos da apresentação mensal dos
resultados da previdência social, 5(cinco) artigos e também elaboradas Notas Técnicas demandadas
pelo Departamento para as Coordenações Gerais.
d.
Ação Estratégica: Implementar Plano de Inclusão Previdenciária
TABELA V - IMPLEMENTAR PLANO DE INCLUSÃO PREVIDENCIÁRIA
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Fortalecer a educação previdenciária com foco na inclusão e fidelização.
Ampliação da cobertura
Apesar da evolução extremamente positiva do emprego formal e da cobertura
previdenciária, milhões de trabalhadores estão sem proteção previdenciária, dos quais
quase 1/3 do total de ocupados (33%) na faixa de 16 a 59 anos. Em determinados grupos
de trabalhadores, como trabalhadores por conta própria e domésticos, dois em cada três
trabalhadores estão desprotegidos. Segundo os microdados da PNAD/IBGE 2009, ainda
restam cerca de 27,8 milhões de trabalhadores sem proteção, sem considerar aqueles em
situação de desemprego ou fora da População Economicamente Ativa (PEA) por
desalento ou precariedade. Nesse contexto, fica clara a necessidade de elaboração de
uma Política/Plano Nacional de Inclusão Previdenciária.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Projeto/Atividade: Projeto
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Departamento do Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
Rogério Nagamine Costanzi
Emanuel de Araújo Dantas
28
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Indicador
Meta Intermediária
Não há
INSS / DATAPREV / RFB / MDIC / MTE / SEBRAE / DIEESE
Alcance de 77% de cobertura previdenciária da população ocupada.
Público prioritário: microempreendedores individuais; pessoas com deficiência; donas
de casa de baixa-renda; beneficiários do bolsa-família em idade ativa; e trabalhadores
domésticos.
20HQ
Indicador e Meta
Índice de implementação.
70%
Polaridade: Quanto maior melhor.
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Fev
5%
3%
60%
Ação Dependente
Parceiros
Resultados Esperados
Público alvo
Ação Orçamentária
Jan
10%
12%
120%
Mar
5%
4%
80%
Abr
5%
3%
60%
Mai
5%
4%
80%
Jun
5%
7%
140%
Jul
5%
2%
40%
Ago
5%
3%
60%
Set
5%
3%
60%
Out
5%
2%
40%
Nov
5%
1%
20%
% Período:
Dez
10%
1%
10%
Total
70%
45%
64%
64%
Fonte: AGEIN/MPS.
d.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
d.2. Avaliação da Ação Estratégica
As atividades do projeto ficaram abaixo do previsto em virtude do atraso de algumas
entregas, mas várias ações para impulsionar a inclusão previdenciária foram articuladas com
diversos setores e órgãos governamentais: Participação no programa PRONATEC/MEC, que visa à
capacitação e inclusão dos trabalhadores, participação no projeto do DIEESE para redução da
informalidade juntos às cooperativas, alinhamento do projeto de busca ativa aos inadimplentes do
Programa do Microempreendedor Individual – MEI e construção do projeto E-Social, em parceria
com a Receita Federal do Brasil, INSS, MTE e Caixa Econômica com o objetivo de simplificar o
registro de empregados vinculados a certa categoria de empregadores. Publicação do estudo sobre
as vantagens do RGPS, com o objetivo de aumentar a inclusão previdenciária. Realização de Visitas
Técnicas ao Equador e em Roma/Itália (Projeto Eurosocial) e 4 (quatro) Oficinas de Diálogo Social.
Conclusão da análise do Acordo de Cooperação Técnica com o MEC e conclusão do trâmite do
primeiro Aditivo ao contrato com o DIEESE.
Indicador
Meta Intermediária
Metas
Indicador e Meta
Taxa de Cobertura Previdenciária - TCP
73%
Quanto maior melhor.
Polaridade:
2009
2010
2011
2012
Total
29
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
66,70%
67,00%
100,45%
Programada
Realizado
% Execução
68,40%
70,80%
103,51%
70,10%
70,70%
100,86
71,80%
69,25%
69,50%
100,36%
100,36%
% Período:
Fonte: AGEIN/MPS.
Fonte: AGEIN/MPS.
e.
Ação Estratégica: Elaborar publicações e coletâneas de estudos previdenciários
TABELA VI - ELABORAR PUBLICAÇÕES E COLETÂNEAS DE ESTUDOS PREVIDENCIÁRIOS
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Parceiros
Resultados Esperados
Público alvo
Ação Orçamentária
Indicador
Meta Intermediária
Metas
Jan
2%
Programada
1%
Realizado
% Execução
50%
Fev
3%
2%
66,67
%
Promover o acesso a informação de forma transparente e tempestiva.
Excelência do atendimento e controle social
A necessidade de divulgação das políticas implementadas pelo Ministério demanda
publicações e estudos de temas relacionados à previdência social.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Projeto
Projeto/Atividade:
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Departamento do Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
Emanuel de Araujo Dantas.
Arivania Farias Ferreira.
Não há.
Não há.
As publicações e divulgações de matérias relativas à Previdência Social possibilitam que
as informações cheguem ao cidadão de maneira clara e transparente. O principal objetivo é
fortalecer os laços de confiabilidade entre a sociedade e a Previdência Social.
Imprensa, sociedade civil, trabalhadores e empregadores em geral, estudantes,
pesquisadores e coordenações relacionadas.
Não orçamentária.
Indicador e Meta
Índice de Implementação.
100%
Polaridade: Quanto maior melhor.
Mar
5%
0%
Abr
10%
5%
Mai
10%
5%
Jun
10%
10%
Jul
10%
10%
Ago
10%
10%
Set
10%
7%
Out
10%
5%
Nov
10%
10%
Dez
10%
5%
Total
100%
70%
0%
50%
50%
100%
100%
100%
70%
50%
100%
50%
70%
% Período
70%
Fonte: AGEIN/MPS.
30
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
e.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
e.2. Avaliação da Ação Estratégica
O resultado da ação ficou dentro do satisfatório. A necessidade de dar publicidade às
políticas implementadas pelo Ministério demanda publicações e estudos de temas relacionados à
previdência social. Várias propostas de estudo foram discutidas e analisadas, entretanto, a
exiguidade de tempo, principalmente com relação às discussões com organismos externos
inviabilizaram a publicação de alguns estudos. A meta foi cumprida com a publicação do livro:
"Povos indígenas e inclusão previdenciária no Brasil" e com a pré-seleção de grande parte dos
artigos relacionados ao Regime Geral que, em outra oportunidade, poderão compor a coletânea de
estudos previdenciários. Os produtos resultantes desse projeto se encontram na Coordenação de
Estudos Previdenciários - CGEP, à disposição dos que se interessarem pelas publicações. Em
dezembro foi realizada a distribuição do livro aos diretamente envolvidos no projeto e às gerências
de previdência social do Nordeste. Como a tiragem foi de 1.000 (mil exemplares) a distribuição
continuará no próximo ano.
f.
Ação Estratégica: Elaborar cenários de sustentabilidade do Regime Geral de
Previdência Social.
TABELA VII - ELABORAR CENÁRIOS DE SUSTENTABILIDADE DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA
SOCIAL
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Promover políticas de sustentabilidade do sistema previdenciário.
Inovação da Gestão
O fortalecimento do RGPS consiste na supervisão, na orientação e no controle da ações
previdenciárias, levando-se em conta a proposição e análise de revisão legislativa com vistas a
sua racionalização e simplificação. Para tanto, é necessária a elaboração de projeções e
simulações das receitas e despesas e a coleta sistemática de informações previdenciárias,
acidentárias, socioeconômicas e demográficas. Tais objetivos não podem prescindir de estudos
visando ao aprimoramento do RGPS e à consequente ampliação da cobertura previdenciária.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013
Atividade
Projeto/Atividade:
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Departamento do Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
31
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Parceiros
Resultados Esperados
Público alvo
Ação Orçamentária
Indicador
Meta Intermediária
Metas
Jan
Programada 70%
100%
Realizado
% Execução 143%
Fev
70%
100%
143%
Rogério Nagamine Costanzi
Emanuel de Araújo Dantas
Não há.
Não há.
Pesquisadores do tema; decisores de políticas públicas.
Não orçamentária
Indicador e Meta
Índice de cenários elaborados do RGPS.
70%
Polaridade:
Mar
70%
100%
143%
Abr
70%
100%
143%
Mai
70%
100%
143%
Jun
70%
100%
143%
Jul
70%
100%
143%
Ago
70%
100%
143%
Set
70%
100%
143%
Out
70%
100%
143%
Quanto maior melhor.
Nov
70%
100%
143%
% Período:
Dez
70%
100%
143%
Total
70%
143%
143%
143%
Fonte: AGEIN/MPS.
f.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
f.2. Avaliação da Ação Estratégica
A ação apresentou resultados positivos, uma vez que todas as demandas de cenários
recebidas foram concluídas. O produto dessa ação é a elaboração de projeções e simulações de
receitas e despesas, informações previdenciárias, acidentárias e socioeconômicas que ajuda e
viabiliza a tomada de decisões políticas sobre o RGPS com a produção e publicação das estatísticas
mensais do RGPS.
g.
Fortalecer os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS com perspectiva de
equilíbrio e sustentabilidade
TABELA VIII - FORTALECER OS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL - RPPS COM
PERSPECTIVA DE EQUILÍBRIO E SUSTENTABILIDADE
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Promover políticas de sustentabilidade do sistema previdenciário.
Inovação da Gestão
Os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS têm como fundamento o artigo 40 da
32
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Constituição Federal e a Lei nº 9.717/1998. Encontram-se estabelecidos em quase 2.000
entes federativos e possuem como beneficiários os servidores públicos ativos, os
aposentados e pensionistas, oferecendo cobertura e amparo previdenciários diretos a um
contingente de aproximadamente 10 milhões de brasileiros. No entanto, ao longo dos
últimos anos os RPPS têm apresentado déficit financeiro e atuarial crescente, indicando a
necessidade de adoção de medidas para o seu equacionamento: a) Conforme dados
enviados ao MPS/SPPS/DRPSP, durante o exercício de 2011 o déficit financeiro (receitas
menos despesas) foi de R$ 34,6 bilhões na União (apenas servidores civis), R$ 35,2
bilhões nos Estados e Distrito Federal e R$ 1,4 bilhão nas Capitais; somente os demais
Municípios apresentaram resultado positivo, da ordem de R$ 4,5 bilhões. b) Já o déficit
atuarial encontra-se estimado em R$ 1,1 trilhão para o RPPS da União, R$ 1,4 trilhão nos
Estados e Distrito Federal e R$ 203 bilhões nos Municípios, números que podem ser mais
elevados, a depender das premissas utilizadas nas avaliações atuariais. O Projeto "RPPS
Equilibrados e Sustentáveis" encontra-se em consonância com o "Plano Estratégico da
Previdência Social 2012-2015", associado às diretrizes estratégicas "Governança",
"Eficácia na supervisão" e "Inovação da gestão", que diretamente contribuem com os
objetivos estratégicos de "Fomentar políticas e ações de sustentabilidade dos regimes
previdenciários", "Intensificar a fiscalização dos regimes próprios" e "Promover políticas
de sustentabilidade do sistema previdenciário".
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Período
Projeto/Atividade: Projeto
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público (DRPSP)
Otoni Gonçalves Guimarães
Coordenador de Ação
Allex Albert Rodrigues e Narlon Gutierre Nogueira
Coordenador Executivo
Não há
Ação Dependente
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; Ministério da Fazenda; Casa Civil
Parceiros
• Incremento dos ativos garantidores dos RPPS. • Garantia da integralidade do patrimônio
dos servidores. • Potencialização da geração de renda e desenvolvimento regional, com
incorporação de bens aos RPPS e investimentos estruturados. • Melhoria do nível de
Resultados Esperados
governança corporativa das unidades gestoras dos RPPS. • Consolidação dos RPPS como
alternativa para a busca da eficiência e economicidade dos gastos públicos.
Entes da Federação que possuem Regime Próprio de Previdência Social.
Público alvo
20HQ
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Índice de Implementação
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 37%
Polaridade:
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
1%
1%
100%
Fev
1%
2%
200%
Mar
3%
7%
233%
Abr
4%
4%
100%
Mai
2%
5%
250%
Jun
3%
2%
67%
Jul
2%
2%
100%
Ago
4%
2%
50%
Set
5%
1%
20%
Out
5%
0%
0%
Nov
3%
0%
0%
% Período
Dez
4%
0%
0%
Total
37%
26%
70%
70%
Fonte: AGEIN/MPS.
g.1. Dados Físicos
33
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
g.2. Avaliação da Ação Estratégica
As Ações desse projeto aconteceram dentro da normalidade, tendo, por conseguinte,
uma avaliação considerada satisfatória para o período. Foi elaborada minuta de PL tratando da
criação da Secretaria de Política dos RPPS, além disso, também foram elaboradas minutas tratando
da nova lei que regulamenta os RPPS e o Regime Próprio de Previdência da União, além de propor
texto e acompanhar a tramitação dos PL que tratam das aposentadorias especiais. Publicado o
acordo de cooperação técnica entre o MPS, o Estado do Acre, o BB, BRB e a CEF com o objetivo
de planejar e avaliar a criação de fundos de investimento de interesse do RPPS. Também ocorreram
diversas viagens para ministrar palestras, participar de workshops com intuito de capacitar
servidores e gestores de RPPS.
h.
Ação Estratégica: Difundir o conhecimento sobre os Regimes Próprios de Previdência
Social - RPPS
TABELA IX - DIFUNDIR O CONHECIMENTO SOBRE OS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Fortalecer a educação previdenciária com foco na inclusão e fidelização.
Ampliação da cobertura
O Brasil possui um total de 5.563 Municípios, dos quais em torno de 1.960 (cerca de 35%)
adotam o Regime Próprio de Previdência Social - RPPS, nos termos do artigo 40 da
Constituição Federal. Acrescidos a estes os RPPS da União, dos Estados e do Distrito
Federal, esse sistema, que possui como beneficiários os servidores públicos ativos, os
aposentados e pensionistas, oferece cobertura e amparo previdenciários diretos a um
contingente de aproximadamente 10 milhões de brasileiros. Verifica-se, portanto, que
65% dos Municípios brasileiros não possui RPPS, vinculando os seus servidores ao
Regime Geral de Previdência Social - RGPS. Considerando esse contexto, o Ministério da
Previdência Social, por meio da Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS e de
seu Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP, está
empenhado em difundir o conhecimento sobre os RPPS, possibilitando aos gestores
municipais a oportunidade de reflexão e tomada de decisões conscientes sobre a melhor
forma de garantir a proteção previdenciária aos seus servidores, no interesse destes e do
ente federativo. Entende-se que a instituição de novos RPPS, além de viabilizar o direito
previdenciário dos servidores, pode alavancar a poupança interna do país e proporcionar
alternativas de investimentos de interesse regional ou local, com geração de emprego e
renda, além de conferir maior visibilidade e fortalecimento do sistema de previdência dos
servidores públicos, mitigando suas vulnerabilidades. Há situações em que a decisão pela
instituição do RPPS guarda relação direta com a necessidade de alteração no regime
jurídico de trabalho dos servidores, especialmente naqueles Municípios que ainda não
adotaram o regime estatutário. Essa mudança de regime jurídico resulta em questões que
muitas vezes não são de domínio dos gestores, em especial naqueles entes mais carentes
de recursos. Importante ressaltar que dentre as competências conferidas ao MPS pelo art.
9º da Lei nº 9.717/1998 destacam-se a orientação, supervisão e acompanhamento dos
RPPS. Assim, faz-se necessário o desenvolvimento de estudos e pesquisas em áreas que
possam dar suporte à instituição de RPPS, como forma de garantir o direito constitucional
do cidadão servidor público, bem como transformar esses regimes previdenciários em
alternativa para a geração de poupança interna para os entes federativos e o Estado
Brasileiro, consoante os direcionadores estabelecidos pelas últimas reformas
constitucionais, contemplados no Planejamento Estratégico do MPS para o período de
2012 a 2015 e que integram o Programa de Modernização da Gestão do Sistema de
Previdência Social - PROPREV II.
34
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Projeto/Atividade: Projeto
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP.
Otoni Gonçalves Guimaraes.
Allex Albert Rodrigues e Narlon Gutierre Nogueira.
Não há.
Não há.
Elevação do nível de conhecimento dos gestores municipais sobre as responsabilidades
para instituição e gestão de Regime Próprio de Previdência Social; Aumento do número
de entes federativos com RPPS; Racionalização dos gastos públicos mediante a geração
Resultados Esperados
de poupança interna; Oportunidades de investimentos voltados para o desenvolvimento
local ou regional.
Entes da federação que não possuem Regime Próprio de Previdência Social.
Público alvo
20GN
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Índice de implementação
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 80%
Polaridade:
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Parceiros
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
3,2%
3%
94%
Fev
4,8%
5%
104%
Mar
6,4%
2%
31%
Abr
5,6%
5%
89%
Mai
7,2%
4%
56%
Jun
7,2%
2%
28%
Jul
6,4%
4%
63%
Ago
9,6%
3%
31%
Set
6,4%
0%
0%
Out
7,2%
0%
0%
Nov
6,4%
0%
0%
% Período
Dez
9,6%
0%
0%
Total
80%
28%
35%
35%
Fonte: AGEIN/MPS.
h.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
h.2. Avaliação da Ação Estratégica
Analisando o cronograma estabelecido para o projeto, verifica-se que o resultado não
foi satisfatório. O principal motivo foi a restrição de pessoal que impossibilitou a atenção da equipe,
face direcionamento para atendimento das demandas operacionais. Entretanto, foi realizado 35% do
escopo do projeto com a elaboração de estudos técnicos sobre os aspectos jurídicos, financeiros,
econômicos e de gestão pública envolvendo a instituição de RPPS pelos Municípios e publicação da
Nota Técnica CGNAL/DRPSP/SPPS/MPS, de 28 de agosto de 2013, esclarecendo as implicações e
desdobramentos decorrentes da alteração do regime jurídico e previdenciário dos servidores
públicos municipais.
35
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
i.
Ação Estratégica: Estruturar a Câmara de Compensação Financeira entre os Regimes
de Previdência Social
TABELA X - ESTRUTURAR A CÂMARA DE COMPENSAÇÃO FINANCEIRA ENTRE OS REGIMES DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Promover políticas de sustentabilidade do sistema previdenciário.
Inovação da Gestão
Os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS têm como fundamento o artigo 40
da Constituição Federal e a Lei nº 9.717/1998, encontram-se estabelecidos em quase
2.000 entes federativos e possuem como beneficiários os servidores públicos ativos, os
aposentados e pensionistas, oferecendo cobertura e amparo previdenciários diretos a um
contingente de aproximadamente 10 milhões de brasileiros. Ao longo dos últimos anos
os RPPS têm passado por mudanças estruturais decorrentes das reformas efetivadas
pelas Emendas Constitucionais nº 20/1998 e 41/2003 que resultaram, além de um
processo de contínua evolução legislativa, em expressivos avanços na sua gestão.
Porém, um dos fatores que impactam o equilíbrio financeiro e atuarial e a
sustentabilidade dos RPPS é a necessidade de se efetivar a plena compensação
financeira entre todos os regimes de previdência social, em decorrência da contagem
Justificativa
recíproca do tempo de contribuição, definida pelo art. 201, § 9º da Constituição Federal.
Atualmente essa compensação vem sendo efetuada apenas entre o Regime Geral de
Previdência Social - RGPS e os RPPS, na forma da Lei nº 9.796/1999, pois a
compensação entre os RPPS, embora prevista no art. 8º-A dessa lei, ainda não foi
viabilizada. A implantação do Cadastro Nacional de Informações Sociais dos Regimes
Próprios de Previdência Social - CNIS/RPPS, amplo projeto já em implementação,
permitirá a formação de banco de dados dos servidores públicos em âmbito nacional,
abrindo espaço para que se desenvolva projeto específico voltado à criação de uma
"Câmara de Compensação Financeira entre os Regimes de Previdência Social", que
permita a compensação financeira entre todos os RPPS e destes com o RGPS.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Período
Projeto/Atividade: Projeto
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Unidade de Avaliação
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP.
Unidade Organizacional
Otoni Gonçalves Guimarães.
Coordenador de Ação
Allex Albert Rodrigues e Narlon Gutierre Nogueira.
Coordenador Executivo
Não há.
Ação Dependente
Instituto Nacional do Seguro Social - INSS; DATAPREV.
Parceiros
Agilizar o processamento da compensação financeira, permitindo aos diversos regimes
Resultados Esperados
previdenciários o recebimento de forma transparente dos recursos.
Entes da federação que possuem Regime Próprio de Previdência Social.
Público alvo
20HQ.
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Índice de implementação
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 80%
Polaridade:
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
1,6%
1%
63%
Fev
2,4%
5%
208%
Mar
2,4%
3%
125%
Abr
1,6%
3%
188%
Mai
8%
3%
38%
Jun
8%
2%
25%
Jul
12%
4%
33%
Ago Set
8%
8%
1%
0%
13% 0%
Out
12%
0%
0%
Nov
8%
0%
0%
% Período
Dez
8%
0%
0%
Total
80%
22%
28%
28%
Fonte: AGEIN/MPS.
36
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
i.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
i.2. Avaliação da Ação Estratégica
Foram realizadas reuniões para discutir o PL da Câmara. Durante o ano foi trabalhado
internamente no DRPSP, levando em consideração sugestões recebidas do MP, Orçamento Federal
e CONJUR MPS, no texto final do PL. Também foi recebido da DATAPREV documento contendo
o fluxo operacional da Câmara para possibilitar definições futuras dos sistemas. Em 2014, os
produtos previstos para este projeto passarão para o escopo do Projeto "Criar e unificar o cadastro
dos servidores públicos brasileiros - SRPPS", uma vez que este é dependente daquele.
j.
Ação Estratégica: Realizar Auditorias Indiretas dos Regimes Próprios de Previdência
Social – RPPS
TABELA XI - REALIZAR AUDITORIAS INDIRETAS DOS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL –
RPPS
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das entidades fechadas de previdência
complementar.
Eficácia na Supervisão
Em conformidade com as competências atribuídas ao Ministério da Previdência Social pelo
art. 9º da Lei nº 9.717/1998, incumbe ao Departamento dos Regimes de Previdência no
Serviço Público - DRPSP, da Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS, nos termos
do art. 9º, I do Decreto n° 7.078/2010, coordenar, acompanhar, supervisionar e auditar os
Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS, por meio das entidades a ele vinculadas e
suas operações, com vistas ao cumprimento da legislação que estabelece as suas normas gerais
de organização e funcionamento. Para assegurar a sustentabilidade dos RPPS e a verificação
dos critérios previstos para a emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária - CRP,
são realizadas auditorias indiretas nos entes federativos, nos termos do § 6º do art. 29 da
Portaria MPS nº 402/2008, que consistem na análise da legislação, demonstrativos e
informações fornecidos pelos entes federativos, em atendimento ao disposto no artigo 5º, XVI
da Portaria MPS nº 204/2008, sob a responsabilidade de servidores em exercício no DRPSP.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Atividade
Projeto/Atividade:
Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público – DRPSP.
Allex Albert Rodrigues e Narlon Gutierre Nogueira
Kéviler Nobre Barroso Pinheiro e Merenci Tereza Bortoli Volpato
37
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Não há
Não há
Cumprimento dos critérios de organização e funcionamentos dos RPPS previstos nas normas
Resultados Esperados
gerais; Sustentabilidade dos RPPS.
Entes da Federação que possuem Regime Próprio de Previdência Social - RPPS.
Público alvo
Não orçamentária
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Número de Auditorias Indiretas
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 16.000
Polaridade:
Ação Dependente
Parceiros
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
960
2.760
287%
Fev
960
2.533
264%
Mar
1.200
2.800
233%
Abr
1.760
3.049
173%
Mai
1.440
2.802
195%
Jun
1.200
2.411
201%
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Total
1.200 1.440 1.200 1.760 1.440 1.440 16.000
2.300 2.065 2.445
2.253 1.960 3.489
30.867
192% 143% 204% 128% 136% 243% 193%
% Período
193%
Fonte: AGEIN/MPS.
j.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
j.2. Avaliação da Ação Estratégica
Resultado execelente da ação com resultado acima do previsto para o período,
decorrente do grande incremento na Análise do Equilíbrio Financeiro e Atuarial, com 243 NIAS
emitidas e 123 análises sem emissão de NIA. Grande número de análise de Comprovantes dos
Repasses e termos de acordo de parcelamento.
k.
Ação Estratégica: Realizar Auditorias Diretas dos Regimes Próprios de Previdência
Social – RPPS
TABELA XII - REALIZAR DIRETAS DOS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – RPPS
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das entidades fechadas de
previdência complementar.
Eficácia na Supervisão
Em conformidade com as competências atribuídas ao Ministério da Previdência Social pelo
art. 9º da Lei nº 9.717/1998, incumbe ao Departamento dos Regimes de Previdência no
Serviço Público - DRPSP, da Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS, nos
termos do art. 9º, I do Decreto n° 7.078/2010, coordenar, acompanhar, supervisionar e
auditar os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS, por meio das entidades a eles
38
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
vinculadas e suas operações, com vistas ao cumprimento da legislação que estabelece as
suas normas gerais de organização e funcionamento. Para assegurar a sustentabilidade dos
RPPS e a verificação dos critérios previstos para a emissão do Certificado de Regularidade
Previdenciária - CRP, são realizadas auditorias diretas nos entes federativos, nos termos dos
§§ 1º ao 5º do art. 29 da Portaria MPS nº 402/2008, por Auditores-Fiscais da Receita Federal
do Brasil - AFRFB, cedidos ao MPS, em exercício na SPPS, com fundamento no artigo 11,
§§ 2º ao 6º da Lei nº 11.457/2007. Ao término dessas auditorias são lavradas Notificações
de Auditoria-Fiscal - NAF, acompanhadas dos respectivos Relatórios de Auditoria Direta,
que, se identificadas irregularidades relativas aos critérios exigidos para emissão do CRP,
dão origem a Processo Administrativo Previdenciário - PAP, na forma da Portaria MPS nº
064/2006, e emitidas Representações Administrativas dirigidas a órgãos externos,
noticiando a ocorrência, em tese, de crimes ou ilícitos na gestão do RPPS. A auditoria direta
possui também importante papel no tocante à orientação dos gestores dos RPPS. Conforme
diretrizes do planejamento, para possibilitar a ampliação da cobertura e otimização dos
prazos das auditorias, a auditoria direta será precedida de auditoria prévia, que norteará os
procedimentos da auditoria presencial.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Período
Projeto/Atividade: Atividade
Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS.
Unidade de Avaliação
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP.
Unidade Organizacional
Allex Albert Rodrigues
Coordenador de Ação
Sérgio Augusto Falcão Ibaldo
Coordenador Executivo
Não há
Ação Dependente
Não há
Parceiros
Aperfeiçoar a fiscalização dos RPPS, introduzindo novos processos de trabalho de auditoria;
Maior celeridade e resolutividade dos procedimentos de auditoria direta, com redução do
tempo de cada ação; Maior cobertura e alcance da ação presencial, em relação ao rol de
Resultados Esperados
RPPS, incluindo orientação, acompanhamento e verificação de assunto específico; Garantir
a integridade do patrimônio previdenciário dos servidores, contribuindo para a
sustentabilidade dos regimes.
Entes da Federação que possuem Regime Próprio de Previdência Social - RPPS.
Público alvo
Não orçamentária
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Número de Auditorias Diretas
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 400
Polaridade:
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
16
27
169%
Fev
16
13
81%
Mar
24
43
179%
Abr
24
41
171%
Mai
32
33
103%
Jun
32
43
134%
Jul
Ago
Set
Out
32
40
56
56
35
45
78
44
109% 113% 139% 79%
Nov
Dez
Total
40
32
400
27
33
462
68% 103% 116%
% Período
116%
Fonte: AGEIN/MPS.
k.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
39
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
k.2. Avaliação da Ação Estratégica
Foi possível encerrar várias auditorias pendentes e, fechar o ano com 462 auditorias
específicas de investimento, correspondentes ao percentual alcançado acima da meta.
l.
Ação Estratégica: Modernizar o Sistema de Informações dos Regimes Públicos de
Previdência Social - CADPREV
TABELA XIII - MODERNIZAR O SISTEMA DE INFORMAÇÕES DOS REGIMES PÚBLICOS DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL - CADPREV
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Parceiros
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das entidades fechadas de
previdência complementar.
Eficácia na Supervisão
Faz-se necessário que esta aplicação seja redesenvolvida pela DATAPREV para se
adequar a plataforma e linguagem com as novas tecnologias que são de domínio dos
servidores atuais, visando principalmente garantir a manutenção com maior agilidade,
uma vez que o aplicativo em operação apresenta falhas de difíceis ou impossíveis
resoluções. O seu desenvolvimento se deu por diferentes empresas de tecnologia
contratadas pelo MPS, as quais não forneceram a documentação própria de negócio, o que
deixa fragilizado o sistema ante qualquer tentativa de melhoria que não perpetrada por
módulos substitutivos..
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Projeto/Atividade: Projeto
Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS.
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP.
Nancy Abadia de Andrade Ramos
Não há
DATAPREV, CGTIC.
Promoção da melhoria da qualidade das informações dos Regimes Próprios de
Previdência Social; Proporcionar maior confiabilidade no acompanhamento e supervisão
dos regimes próprios de previdência social; Reduzir custos mediante a realização de
Resultados Esperados
levantamentos prévios às auditorias diretas; Incrementar as auditorias indiretas; Eliminar a
sobreposição de informações a serem produzidas pelos Entes Federativos.
Entes da Federação que possuem Regime Próprio de Previdência Social - RPPS.
Público alvo
20HQ.
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Índice de implementação.
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 80%
Polaridade:
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
5%
0%
0%
Fev
5%
0%
0%
Mar
5%
0%
0%
Abr
5%
0%
0%
Mai
10%
0%
0%
Jun
10%
0%
0%
Jul
5%
0%
0%
Ago
5%
0%
0%
Set
10%
0%
0%
Out
10%
0%
0%
Nov
5%
0%
0%
% Período
Dez
5%
0%
0%
Total
80%
0%
0%
0%
Fonte: AGEIN/MPS.
40
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
l.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
l.2. Avaliação da Ação Estratégica
Não houve registro de execução desse projeto. Foi direcionada para a tarefa de
desenvolvimento dos produtos afetos à modernização do CADPREV uma única Equipe da
DATAPREV (UDCE), a qual focou nos ajustes finais dos módulos previstos no PAI anterior, que,
pela complexidade, mudanças e correções exigidas ao longo do processo, impôs à administração
fosse ampliado o prazo então demarcado.
m.
Ação Estratégica: Criar e unificar o cadastro dos servidores públicos brasileiros –
SRPPS
TABELA XIV - CRIAR E UNIFICAR O CADASTRO DOS SERVIDORES PÚBLICOS BRASILEIROS – SRPPS
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Parceiros
Resultados Esperados
Aprimorar as informações sobre o perfil do cidadão e o mercado de trabalho.
Ampliação da Cobertura
Fornecer aos gestores de Regimes Próprios de Previdência Social, informações gerenciais
que aumentem o nível de eficiência e controle dos gastos públicos e melhoria da qualidade
de dados dos servidores, além de cumprir o programa de governo "Melhoria da qualidade
de gastos da folha de pagamento no âmbito do SIAPE - União Executivo", com
repercussão positiva na gestão dos entes federativos instituidores de RPPS. O objetivo
dessa ação é produzir informações gerenciais decorrentes do tratamento e cruzamento de
dados que auxiliem os gestores no fortalecimento da gestão da Previdência do serviço
público rumo à eficiência e ao equilíbrio financeiro e atuarial. O SRPPS é composto pelo
SIPREV/Gestão-CNIS/RPPS e INFORME/CNIS/RPPS.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Projeto/Atividade: Projeto
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público (DRPSP)
Nancy Abadia de Andrade Ramos
Nancy Abadia de Andrade Ramos
Não há
Ministério do Planejamento e DATAPREV
Promoção da melhoria da qualidade de cadastro na União, Estados, Municípios e Distrito
Federal;
• Redução de custos mediante cruzamentos de dados, relatórios e informações gerenciais;
• Redução de custos operacionais, como por exemplo: contratação de sistemas, despesas
com a taxa de administração, etc.;
41
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Indicador
Meta Intermediária
• Transparência das informações cadastrais, funcionais e previdenciárias, permitindo a
identificação de possíveis irregularidades nos cadastros, como por exemplo: acumulação
de vínculos, pagamento indevido de benefícios, etc.;
• Validar a compensação previdenciária entre os entes federativos com regime próprio;
• Alcançar prioritariamente, com a implementação do SIPREV, a União (3 Poderes) e
mais 5 entes federativos;
• Atingir a implementação do SRPPS, 26 estados, 26 capitais, o Distrito Federal e 50
municípios;
• Viabilizar a elaboração de avaliação atuarial com dados representativos da real situação
do servidor público.
Gestores de Regimes Próprios de Previdência Social
20HQ
Indicador e Meta
Nº de entes federativos com dados carregados no CNIS/RPPS.
Quanto maior melhor.
103
Polaridade:
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Fev
8
0
0%
Público alvo
Ação Orçamentária
Jan
8
3
38%
Mar
8
1
13%
Abr
9
0
0%
Mai
9
0
0%
Jun
9
15
167%
Jul
9
5
56%
Ago
9
0
0%
Set
9
0
0%
Out
9
1
11%
Nov
8
0
0%
% Período
Dez
8
0
0%
Total
103
25
24%
24%
Fonte: AGEIN/MPS.
m.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
m.2. Avaliação da Ação Estratégica
De acordo com a análise gráfica, os números demonstram que a execução do projeto
ficou abaixo do previsto. O principal motivo foi a dificuldade da DATAPREV de disponibilizar
para os entes federativos, conforme cronograma definido, o SIPREV/Gestão para operacionalização
e carregamentos das informações sobre os Regimes Próprios de Previdência Social.
n.
Ação Estratégica: Elaborar pareceres e informações em processos judiciais e consultas
TABELA XV - ELABORAR PARECERES E INFORMAÇÕES EM PROCESSOS JUDICIAIS E CONSULTAS
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das entidades fechadas de previdência
complementar
Eficácia na supervisão
42
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Em conformidade com as competências atribuídas ao Ministério da Previdência Social pelo
art. 9º da Lei nº 9.717/1998, incumbe ao Departamento dos Regimes de Previdência no
Serviço Público - DRPSP, da Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS, nos
termos do art. 9º, I do Decreto n° 7.078/2010, coordenar, acompanhar, supervisionar e auditar
os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS, por meio das entidades a ele vinculadas e
suas operações, com vistas ao cumprimento da legislação que estabelece as suas normas
gerais de organização e funcionamento. Para assegurar a sustentabilidade dos RPPS e a
verificação dos critérios previstos para a emissão do Certificado de Regularidade
Previdenciária - CRP, são realizadas nos entes federativos auditorias diretas e auditorias
Justificativa
indiretas, conforme definido no art. 29 da Portaria MPS nº 402/2008. Tanto a auditoria direta
como a auditoria indireta podem resultar, observado o disposto nos arts. 5º e 10 da Portaria
MPS nº 204/2008, no registro da situação "irregular" em critérios exigidos para a emissão do
Certificado de Regularidade Previdenciária - CRP, instituído pelo Decreto nº 3.788/2001. A
não emissão do CRP tem como consequência a restrição no Serviço Auxiliar de Informações
para Transferências Voluntárias - CAUC do Sistema Integrado de Administração Financeira
do Governo Federal - SIAFI, mantido pela Secretaria do Tesouro Nacional, o que impede o
ente federativo de realizar as operações estabelecidas no art. 7º da Lei nº 9.717/1998.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Período
Projeto/Atividade: Atividade
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
Unidade de Avaliação
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público (DRPSP)
Unidade Organizacional
Narlon Gutierre Nogueira
Coordenador de Ação
Gustavo Alberto Starling Soares Filho e Marina Andrade Pires Sousa
Coordenador Executivo
Não há
Ação Dependente
Advocacia-Geral da União - AGU, Consultoria Jurídica - CONJUR-MPS.
Parceiros
Assegurar a tempestividade das informações produzidas em processos judiciais e a maior
Resultados Esperados
efetividade possível na produção de pareceres, minutas e atendimento a consultas.
Entes da Federação que possuem Regime Próprio de Previdência Social - RPPS e outros
Público alvo
demandantes internos e externos
Não orçamentária
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Índice de Análise de Informações Judiciais e Consultas
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 70%
Polaridade:
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
70%
84%
121%
Fev
70%
82%
118%
Mar
70%
79%
113%
Abr
70%
83%
119%
Mai
70%
82%
118%
Jun
70%
72%
104%
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Total
70%
70%
70%
70%
70%
70%
70%
80%
79%
84%
86%
85%
81%
81%
114% 113% 119% 122% 121% 115% 116%
% Período
116%
Fonte: AGEIN/MPS.
n.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
43
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
n.2. Avaliação da Ação Estratégica
A meta estabelecida foi cumprida em sua plenitude e ultrapassada, pois se conseguiu
atender com a necessária tempestividade as solicitações de informações em demandas judiciais e
pareceres em atos normativos.
o.
Ação Estratégica: Gerenciar os Processos Administrativos Previdenciários – PAP
TABELA XVI - GERENCIAR OS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS PREVIDENCIÁRIOS – PAP
Intensificar a fiscalização dos regimes próprios e das entidades fechadas de
previdência complementar.
Direcionador Estratégico Eficácia na supervisão
Em conformidade com as competências atribuídas ao Ministério da Previdência Social
pelo art. 9º da Lei nº 9.717/1998, incumbe ao Departamento dos Regimes de Previdência
no Serviço Público - DRPSP, da Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS, nos
termos do art. 9º, I do Decreto n° 7.078/2010, coordenar, acompanhar, supervisionar e
auditar os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS, por meio das entidades a eles
vinculadas e suas operações, com vistas ao cumprimento da legislação que estabelece as
suas normas gerais de organização e funcionamento. Para assegurar a sustentabilidade dos
RPPS e a verificação dos critérios previstos para a emissão do Certificado de
Justificativa
Regularidade Previdenciária - CRP, são realizadas auditorias diretas nos entes federativos,
nos termos dos §§ 1º ao 5º do art. 29 da Portaria MPS nº 402/2008, por Auditores-Fiscais
da Receita Federal do Brasil - AFRFB, cedidos ao MPS, em exercício na SPPS, com
fundamento no artigo 11, §§ 2º ao 6º da Lei nº 11.457/2007. Ao término dessas auditorias
são lavradas Notificações de Auditoria-Fiscal - NAF, acompanhadas dos respectivos
Relatórios de Auditoria Direta, que, se identificadas irregularidades relativas aos critérios
exigidos para emissão do CRP, dão origem ao Processo Administrativo Previdenciário PAP, na forma da Portaria MPS nº 064/2006.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Período
Projeto/Atividade: Atividade
Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS.
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP.
Allex Albert Rodrigues
Coordenador de Ação
Ivani Santos Andrade
Coordenador Executivo
Não há
Ação Dependente
Não há
Parceiros
Assegurar que as decisões proferidas nos Processos Administrativos Previdenciários Resultados Esperados
PAP sejam tempestivas, conferindo efetividade às auditorias diretas.
Entes da Federação que possuem Regime Próprio de Previdência Social - RPPS e outros
Público alvo
demandantes internos e externos.
Não orçamentária.
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Número de Decisões em Processos Administrativos Previdenciários - PAP
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 460
Polaridade:
Objetivo Estratégico
Metas
Programada
Realizado
% Execução
Jan
20
43
215%
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Total
20
40
40
40
40
30
50
50
50
40
40
460
50
63
62
67
69
87
63
76
58
64
80
782
250% 157,5% 155% 167,5% 172,5% 290% 126% 152% 116% 160% 200% 170%
% Período
170%
Fonte: AGEIN/MPS.
44
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
o.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado (físico) e % de Execução Física ano 2013.
o.2. Avaliação da Ação Estratégica
A meta estabelecida foi superada, com o auxílio de auditores deslocados das auditorias
diretas. Houve uma grande redução na emissão de despachos decisórios, pois, procurou-se dar
prioridade aos despachos de justificativas de regularização, devido à análise dos termos de
parcelamento. Identifica-se, por seu turno, grande acréscimo nas informações prestadas a órgãos
externos (Ministério Público) sobre o andamento de PAP e cumprimento de parcelamentos.
p.
Ação Estratégica: Desenvolver Ações de Diálogo Social com a Sociedade
TABELA XVII - DESENVOLVER AÇÕES DE DIÁLOGO SOCIAL COM A SOCIEDADE
Objetivo Estratégico
Direcionador Estratégico
Justificativa
Período
Unidade de Avaliação
Unidade Organizacional
Coordenador de Ação
Coordenador Executivo
Ação Dependente
Promover políticas de sustentabilidade do sistema previdenciário.
Inovação da Gestão
A busca pelo atendimento dos anseios populares relativamente às políticas
previdenciárias, em conjugação com as possibilidades de viabilização das mesmas pelo
Estado não comporta ações unilaterais ou minoritárias e precisam ser apresentadas,
discutidas e analisadas pelo maior numero possível de representatividade da sociedade,
com o intuito de se ponderar o que seja mais interessante do ponto de vista social. Os
Conselhos e Grupos de Trabalhos são exatamente as arenas adequadas para esse modelo
de avaliação. Nesse sentido, os conselheiros do CNPS, dos Conselhos de Previdência
Sociais, CONAPREV, bem como os Grupos de Trabalho dos Aposentados, do MEI e da
Inclusão Previdenciária precisam, com constância, se atualizar e trabalhar na obtenção
do maior número de informações para poder analisar o que seria melhor para os seus
representados e para a sociedade em geral. A ausência do debate promove uma visão
distorcida dos problemas e uma pior adequação de soluções. A preocupação maior é
obter o engajamento da sociedade na viabilização das políticas previdenciárias.
Promover o diálogo social é obter a cumplicidade da sociedade, diminuindo-se o
distanciamento entre povo e Governo.
Janeiro/2013 a Dezembro/2013.
Atividade
Projeto/Atividade:
Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS)
GABIN/SPPS
Celso Gomes Pegoraro
Silvana do Socorro Machado Rodrigues
Não há
45
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
DIEESE, SEBRAE, INSS, Receita Federal, MDIC, Centrais Sindicais, Confederações
Patronais, MDS, Institutos de Previdência dos Estados e Municípios e Bancos Federais.
Ampliação do diálogo social.
Resultados Esperados
Conselheiros do CNPS, CP'S, CONAPREV, Grupos de Trabalho das Centrais Sindicais,
Público alvo
MEI e Inclusão Previdenciária.
20HQ
Ação Orçamentária
Indicador e Meta
Número de Ações de Diálogo Social com a Sociedade.
Indicador
Quanto maior melhor.
Meta Intermediária 37
Polaridade:
Parceiros
Metas
Jan
1
Programada
4
Realizado
% Execução 400%
Fev
2
7
350%
Mar
2
3
150%
Abr
4
5
125%
Mai
4
7
175%
Jun
4
6
150%
Jul
2
6
300%
Ago
Set
Out
4
4
2
9
7
8
225% 175% 400%
Nov
4
3
75%
% Período
Dez
4
3
75%
Total
37
68
184%
184%
Fonte: AGEIN/MPS.
p.1. Dados Físicos
Fonte: AGEIN/MPS.
Gráfico: Programado e Realizado(físico) e % de Execução Física ano 2013.
p.2. Avaliação da Ação Estratégica
A avaliação da ação é excelente, foram realizadas diversas reuniões com representações
da sociedade, promovendo as ações de diálogo social.
2.2.
Programação Orçamentária e Financeira e Resultados Alcançados
2.2.1.
Programa Temático
Não se aplica.
2.2.2.
Objetivo
Não se aplica.
46
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
2.2.3.
Ações
2.2.3.1.
Ações OFSS
QUADRO 4 – AÇÕES OFSS – 20GN
Código
Identificação da Ação
20GN - Educação Previdenciária e Financeira
Título
20GN - Educação Previdenciária e Financeira
Iniciativa
00QS - Fortalecer a Educação Previdenciária com Foco na Inclusão e Fidelização.
Objetivo
0250 - Promover ações de Inclusão e Permanência no sistema Previdenciário, Conhecendo o
Perfil do Cidadão e Fortalecendo a Educação Previdenciária.
Programa
2061
Unidade Orçamentária 33101
( ) Sim
Ação Prioritária
( X ) Não
Caso positivo: (
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Final
Empenhada
100.000,00
100.000,00
0
Descrição da meta
Pessoa Informada
Despesa
Liquidada
0
Execução Física
Paga
Restos a Pagar inscritos 2013
Processados
Não Processados
0
0
0
Montante
Unidade de
medida
Previsto
4.406
unidade
Reprogramado
-
Realizado
0
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Física - Metas
Execução Orçamentária e Financeira
Valor em
Valor
Valor Cancelado Descrição da Meta Unidade de medida
01/01/2013
Liquidado
Realizada
Em Educação Previdenciária estavam previstas três ações para fortalecer a área do Envelhecimento Ativo.
Os projetos e acordos em negociações extrapolavam o valor de R$100.000,00. Seriam destinados a Preparação para
Aposentadoria, Formação de Multiplicadores para o Envelhecimento Ativo e ainda a capacitação para realização das
Conferências Regionais. Cabe destacar que além do valor disponibilizado não permitir a realização de nenhum projeto,
houve o contingenciamento.
Fonte: SIAFI.
QUADRO 5 – AÇÕES OFSS – 20HQ
Código
Identificação da Ação
20HQ - Promoção de Ações de Diálogo Social e Inclusão no Sistema Previdenciário
Título
20HQ - Promoção de Ações de Diálogo Social e Inclusão no Sistema Previdenciário
Iniciativa
00QS - Fortalecer a Educação Previdenciária com Foco na Inclusão e Fidelização.
Objetivo
0250 - Promover ações de Inclusão e Permanência no sistema Previdenciário, Conhecendo o
Perfil do Cidadão e Fortalecendo a Educação Previdenciária.
2061
Programa
Unidade Orçamentária 33101
( ) Sim
Ação Prioritária
( X ) Não
Caso positivo: (
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
47
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Despesa
Inicial
Final
Empenhada
3.110.324,00
3.110.324,00
2.283.089,68
Descrição da meta
Restos a Pagar inscritos 2013
Liquidada
Paga
1.394.576,98 1.327.091,05
Execução Física
Não Processados
67.485,93
888.512,70
Montante
Unidade de medida
Ação Apoiada
Processados
Previsto
25
unidade
Reprogramado
-
Realizado
68
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física - Metas
Valor em
01/01/2013
30.442,51
Valor
Liquidado
Valor Cancelado
Descrição da Meta
(30.442,51)
Ação Apoiada
Unidade de
medida
unidade
Realizada
-
A execução física superou a meta prevista em decorrência da otimização de várias atividades e registrou, no período de
apuração, os seguintes quantitativos de ações apoiadas: 11 (onze) Reuniões do Conselho Nacional de Previdência
Social; 5 (cinco) Reuniões do Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social CONAPREV; 5 (cinco) Reuniões do Grupo de Trabalho dos Aposentados; 5 (cinco) Reuniões do Grupo de Trabalho
Compensação Previdenciária; 7 (sete) Reuniões do Grupo de Trabalho Novas Receitas dos RPPS; 2 (duas) Reuniões do
Grupo de Trabalho Investimentos aos RPPS; 6 (seis) Reuniões Grupo de Trabalho I Conferência MPS; 7 (sete) Reuniões
do Grupo de Trabalho DIEESE; 2 (duas) Reuniões do Grupo de Trabalho Saúde; 4 (quatro) Reuniões do Grupo de
Trabalho sobre Aposentadoria Especial dos RPPS; 1 (uma) Reunião do Grupo de Trabalho MEI; 1 (uma) Reunião do
Grupo de Trabalho Alteração Estatuto Conaprev;11 (onze) Reuniões CPS;1 (uma) Reunião Grupo de Trabalho
CONAPREV x COFEPRES.
A execução financeira ficou aquém do previsto em razão dos limites orçamentários estabelecidos pelo Decreto nº.
8.062/2013 e pelas Portarias MP nºs 267 e 268, ambas de 2013.
Fonte: SIAFI.
QUADRO 6 – AÇÕES OFSS - 2276
Código
Identificação da Ação
2276 - Auditoria nos Regimes Próprios dos Servidores Públicos
Título
2276 - Auditoria nos Regimes Próprios dos Servidores Públicos
Programa
00RE - Intensificar a Fiscalização das Entidades Fechadas de Previdência Complementar e
dos Regimes Próprios.
0252 - Fomentar Políticas e Ações de Sustentabilidade dos Regimes Previdenciários, com
foco em Supervisão, Controle e Gestão de Riscos.
2061
Unidade Orçamentária
33101
Ação Prioritária
(
Iniciativa
Objetivo
) Sim
( X ) Não
Caso positivo: (
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Despesa
Dotação
Inicial
Final
Empenhada
2.862.747,00
2.862.747,00
1.608.825,05
Descrição da meta
Liquidada
Paga
1.608.825,05 1.584.703,90
Execução Física
Restos a Pagar inscritos 2013
Processados
Não Processados
24.121,15
0,00
Montante
Unidade de medida
Previsto
Reprogramado
Realizado
48
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Regime previdenciário auditado
unidade
360
462
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física - Metas
Valor em
01/01/2013
Valor
Liquidado
Valor
Cancelado
Descrição da
Meta
Unidade de medida
Realizada
1)
A execução orçamentária em 2013 ficou abaixo do previsto, tendo em vista a diminuição do contingente fiscal
em razão da aposentadoria de servidores, sem que houvesse reposição do quadro.
2)
A meta física foi ultrapassada em razão da racionalização dos métodos e procedimentos de auditoria direta, o
que permitiu a realização de maior número de auditorias. Além disso, foram realizadas várias auditorias diretas não
presenciais, específicas em investimentos, que demandam menor tempo de realização.
Fonte: SIAFI.
QUADRO 7 – AÇÕES OFSS – 2274
Código
Identificação da Ação
2274 - Assistência Técnica aos Regimes Próprios de Previdência
Título
2274 - Assistência Técnica aos Regimes Próprios de Previdência
Iniciativa
00RF - Promover políticas e ações de sustentabilidade do sistema...
Objetivo
0252 - Fomentar Políticas e Ações de Sustentabilidade dos Regimes Previdenciários, com
foco em Supervisão, Controle e Gestão de Riscos.
2061
Programa
Unidade Orçamentária 33101
( ) Sim
Ação Prioritária
( X ) Não
Caso positivo: (
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Despesa
Restos a Pagar inscritos 2013
Inicial
Final
Empenhada
Liquidada
Paga
Processados
Não Processados
40.428.959,00
40.428.959,00
0,00
0,00
Execução Física
0,00
0,00
0,00
Descrição da meta
Montante
Unidade de medida
Assistência Técnica Realizada
Unidade
Previsto
820
Reprogramado
0
Realizado
0
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física - Metas
Valor em
01/01/2013
Valor
Liquidado
Valor
Cancelado
Descrição da
Meta
Unidade de medida
Realizada
No ano de 2013, foi assinado, em 10 de junho, o Acordo de Empréstimo entre a República Federativa do Brasil e o
Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, para custear a Segunda Fase do Programa de Apoio à Modernização
da Gestão do Sistema de Previdência Social – PROPREV II, com o objetivo geral de contribuir para assegurar a
sustentabilidade intertemporal dos Regimes Próprios Municipais, com previsão de execução em 05 anos. Entretanto,
com a Publicação da Portaria MP n° 268, de 30 de julho de 2013, houve um contingenciamento de recursos disponíveis
para o exercício de 2013, o que fez com que as contratações previstas, no exercício, não fossem realizadas. Ressalta-se
que foram replanejadas, para a PLOA de 2014, parte das ações que não foram contempladas no exercício em questão.
Fonte: SIAFI.
2.2.3.2.
Ações/Subtítulos – OFSS
49
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Não se aplica.
2.2.3.3.
Ações não Previstas na LOA 2013 – Restos a Pagar não Processados – OFSS
Não se aplica.
2.2.3.4.
Ações – Orçamento de Investimento – OI
Não se aplica.
2.2.3.5.
Análise Situacional
Ação 20GN - Educação Previdenciária e Financeira: Não houve execução física e
nem financeira devido ao pequeno valor alocado para a Ação (R$ 100.000,00), insuficiente para os
projetos pretendidos, acrescido dos limites orçamentários estabelecidos pelo Decreto nº. 8.062/2013
e pelas Portarias MP nºs 267 e 268, ambas de 30 de julho de 2013, sendo o valor direcionamento
para assegurar o limite em outras Ações da SPPS.
Ação 20HQ - Promoção de Ações de Diálogo Social e Inclusão no Sistema
Previdenciário: A execução física superou a meta prevista em decorrência da otimização de várias
atividades, na verdade poderiam ter sido ampliadas, não se efetivando em razão dos limites
orçamentários estabelecidos pelo Decreto nº. 8.062/2013 e pelas Portarias MP nºs 267 e 268, ambas
de 30 de julho de 2013.
Ação 2276 - Auditoria nos Regimes Próprios dos Servidores Públicos: A execução
orçamentária em 2013 ficou abaixo do previsto em razão da redução do contingente fiscal devido a
aposentadoria de auditores-fiscais, sem a reposição do quadro.
A meta física foi estipulada em 360 auditorias, e reajustada internamente,
posteriormente, para 400 auditorias, para adequá-la ao indicador previsto no Plano de Ação
Integrado. Foram concluídas auditorias em 462 entes federativos, cujo resultado foi também
alterado no decorrer de novas finalizações internas dos processos para 476 auditorias. A meta física
foi ultrapassada considerando a meta inicial e a ajustada em razão da racionalização dos métodos e
procedimentos de auditoria direta, o que permitiu a realização de maior número de auditorias. Além
disso, foram realizadas várias auditorias diretas não presenciais, específicas em investimentos, que
demandam menor tempo de realização.
Caso não houvesse a ocorrência dos limites orçamentários estabelecidos pelo Decreto
nº. 8.062/2013 e pelas Portarias MP nºs 267 e 268, ambas de ambas de 30 de julho de 2013, os
resultados seriam consideravelmente superiores aos efetivados.
Ação 2274 - Assistência Técnica aos Regimes Próprios de Previdência: Não ocorreu
a efetivação de nenhuma contratação em razão da escassez de tempo, pois o Acordo foi celebrado
somente em 10 de junho de 2013, impactando negativamente na adoção de vários procedimentos
internos, agravado, ainda mais, em decorrência do contingenciamento orçamentário estabelecido no
âmbito do Governo Federal pela Portaria MP nº. 268, de 30 de julho de 2013. Os recursos
orçamentários foram incluídos no PLOA de 2014, em parte.
50
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
As contratações e as execuções orçamentarias e financeiras foram transferidas para
2014.
2.3.
a.
Informações sobre outros resultados da gestão
Departamento do Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
No âmbito da Coordenação-Geral de Estatística, Demografia e Atuária - CGEDA foram
produzidos e divulgados (disponíveis na página do MPS, na internet) os Boletins Estatísticos de
Previdência Social, em português, espanhol e inglês. Trata-se de publicação mensal da SPPS,
elaborada pela própria CGEDA, que apresenta uma coletânea de dados sobre benefícios e
arrecadação da Previdência Social, o fluxo de caixa do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS
e, ainda, informações de indicadores econômicos e dados populacionais. Foram também publicadas
duas edições do BEPS Regional, com dados previdenciários das regiões brasileiras e seus
respectivos estados, bem como atualizados os dados de arrecadação e pagamento de benefícios nos
municípios disponíveis na página do MPS na internet.
Também foi lançado o Anuário Estatístico da Previdência Social, com vastas
informações sobre benefícios, fluxo de caixa, cobertura previdenciária e outros, com dados até 2012
(também disponível na página do MPS na internet). Foi produzido, ainda, o Anuário Estatístico de
Acidentes do Trabalho – AEAT 2012, com dados detalhados sobre acidentes do trabalho registrados
e liquidados. Foram realizados cerca de 120 atendimentos relacionados ao fornecimento de dados
para outras áreas da Previdência Social e usuários externos. A CGEDA desenvolveu, ainda, estudos
para a atualização do modelo de projeção de longo prazo de receitas e despesas do RGPS, que
passou a ser utilizado a partir de março de 2013.
Na Coordenação-Geral de Legislação e Normas – CGLEN foram analisadas
proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional; demandas do INSS, de segurados e
de diversos órgãos da Administração Pública; minutas de decretos, portarias, medidas provisórias e
anteprojetos de leis. Igualmente, foram emitidas bem Notas Técnicas como forma de esclarecimento
mais detalhado de temas que envolvem a Previdência Social.
No total, foram expedidos cerca de: 317 pronunciamentos; 458 respostas a demandas
recebidas via e-mail; 250 demandas respondidas por telefone; 276 participações em reuniões
técnicas. Ademais, foram ministradas 2 palestras e houve 5 participações em
congressos/conferências, fóruns, cursos de capacitação e seminários.
Cabe destacar a realização de um trabalho intenso do ponto de vista de negociações
internacionais, com suporte técnico à Assessoria de Assuntos Internacionais da Secretaria Executiva
– AAINT/SE. Nesse sentido, a CGLEN participou de reuniões de alinhamento e das efetivas
negociações dos seguintes instrumentos: Acordo Internacional com Israel; Acordo Internacional e
Ajuste Administrativo de Previdência Social com a Coréia do Sul; Acordo Internacional e Ajuste
Administrativo de Previdência Social com a Suíça; e Acordo multilateral de Previdência Social da
Comunidade dos Países de Língua.
Além disso, foi dado suporte técnico à Assessoria de Assuntos Parlamentares –
ASPAR/GM, quando solicitado por parlamentares esclarecimentos sobre a aplicação da legislação
previdenciária como um todo ou em casos específicos de proposições legislativas afetas à área
previdenciária.
Entre as ações e atividades finalísticas da Secretaria de Políticas de Previdência Social,
relacionadas às competências do Departamento do Regime Geral de Previdência Social, compete
51
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
apontar a participação efetiva da CGLEN nas seguintes reuniões: SGT-10 (Subgrupo de Trabalho
sobre relações de emprego, saúde e seguridade social); Grupo de Trabalho Interministerial da Pesca;
Grupo de Trabalho Interministerial da Pessoa com Deficiência; Grupo de Trabalho Interministerial
que objetiva acompanhar, discutir, analisar e avaliar as propostas do "Projeto de Redução da
Informalidade por meio do Diálogo Social”, coordenado por representante do MPS; Grupo de
Trabalho dos Aposentados; Grupo de Trabalho Interministerial do Microempreendedor Individual;
Grupo de Trabalho de Assédio Moral; Grupo de Trabalho para Conferência Nacional de
Previdência Social; Grupo de Trabalho para discutir a Composição do Conselho Nacional de
Previdência Social; Grupo de Trabalho para discutir Benefício Assistencial para o Trabalhador
Portuário Avulso; Subcomitê para Promoção do Trabalho Decente para os Trabalhadores com
Deficiência; Conferência Nacional do SEBRAE; Conselho Nacional da Pesca; Conselho Nacional
de Combate a Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e
Transexuais; e Conselho Nacional dos Trabalhadores Rurais Empregados.
Além disso, a CGLEN participou da elaboração de propostas legislativas de interesse do
Poder Executivo Federal na área previdenciária com vistas ao aprimoramento da legislação para
coibir fragilidades legislativas que possibilitam fraudes.
A CGLEN também atuou como órgão revisor das informações referentes à legislação
previdenciária dos seguintes documentos: Anuário Estatístico da Previdência Social; Cartilha do
Programa de Educação Previdenciária; Cartilha do Atleta Profissional; Cartilha do Contribuinte
Individual; Cartilha do Pescador Artesanal; Cartilha da Previdência Social (Coquetel); Cartilha da
Previdência Social no MERSCOUL; Carta da Câmara Municipal de Belo Horizonte acerca de
documento que visa tratar da Aposentadoria Especial para a Pessoa com Deficiência (Lei
Complementar nº 142, de 2013); e Guia do Trabalhador Rural; Folder dos Benefícios da
Previdência Social.
No ano de 2013, a Coordenação-Geral de Estudos Previdenciários (CGEPR)
sistematizou as informações necessárias para a divulgação mensal do resultado do RGPS e publicou
os resultados do RGPS nos Informes da Previdência Social, disponíveis no sítio do MPS. Produziu
ainda notas técnicas sobre assuntos variados sob demanda externa e interna ao MPS.
A CGEPR prosseguiu, em 2013, com a parceria com o Departamento Intersindical de
Estatística e Estudos Socioeconômicos – DIEESE no projeto “Redução da Informalidade por meio
do Diálogo Social”. Esse projeto teve início ainda no ano de 2009, foi avaliado pela instituição
financiadora em 2012, ano em que deveria ser encerrado, e, devido às boas avaliações que recebeu,
foi prorrogado até 2014. O projeto visa, por meio de projetos pilotos de diferentes setores de
atividade econômica e em diferentes conjunturas socioeconômicas, entender os motivos da
informalidade nesses setores para, em seguida, propor medidas que viabilizem a formalização dos
trabalhadores.
As relações do MPS com o projeto foram aprofundadas com a assinatura, em abril de
2013, do Contrato nº 06/2013, entre MPS e DIEESE. Tendo por finalidade o aprofundamento da
pesquisa sobre a informalidade no mercado de trabalho e suas consequências para o sistema
previdenciário brasileiro, foram incorporados três novos pilotos ao projeto, a saber: emprego
doméstico em Brasília/DF; bares e restaurantes em Natal/RN; construção civil em Salvador/BA.
Como atividade anual da CGEPR, em 2013 foi calculada a taxa de cobertura de
proteção social pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD/IBGE referente ao ano
de 2012; a taxa de proteção social foi de 71,4%.
Além dessas atividades, a CGEPR participou, ao longo do ano de 2013, de diversos
grupos de trabalho: Grupo de Apoio Técnico ao CODEFAT, organizado pelo Ministério do
Trabalho e Emprego; Comitê técnico-executivo do projeto “Redução da Informalidade por meio do
Diálogo Social”, organizado pelo DIEESE; Comitês do Programa Brasil Maior, organizado pelo
52
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC; Câmara Técnica de
Empregabilidade da Pessoa com Deficiência, capitaneada pela Secretaria de Direitos Humanos;
Grupo de Trabalho de Indicadores no âmbito do Comitê para Gestão da Rede Nacional para
Simplificação e Legalização de Empresas e Negócios – CGSIM, organizado pelo MDIC.
No âmbito de ações de inclusão previdenciária, o Departamento do Regime Geral de
Previdência Social continuou, em 2013, a envidar esforços, para ampliação da cobertura
previdenciária no Brasil, que vem sendo ampliada em função da combinação da expressiva geração
de empregos formais com ações de inclusão. Entre 2003 e 2012, o número de contribuintes pessoa
física para o Regime Geral aumentou de 39,8 milhões para 67,2 milhões, um incremento de 27,4
milhões. Houve um aumento, em média, de 3 milhões de contribuintes para o Regime Geral por
ano.
Entre as ações de inclusão previdenciária, cabe destacar o programa
Microempreendedor Individual - MEI, que tinha um total de 2.665.605 inscritos no final de 2012 e,
em dezembro de 2013, havia alcançado o montante de 3.659.781 inscritos.
O número de segurados facultativos de baixa renda que contam com o benefício de
redução da alíquota de contribuição de 11% para 5% do salário mínimo (R$ 33,90, em 2013),
atingiu a cifra, em termos de número médio mensal, de cerca de 416 mil contribuintes (estimativa
preliminar), cifra cerca de 31,5% superior a observada em 2012.
Outra importante medida diz respeito à regulamentação do preceito constitucional de
adoção de critérios diferenciados de concessão de aposentadoria para pessoas com deficiência. A
Lei Complementar nº 142 foi aprovada em 08 de maio de 2013, e reduz o tempo de contribuição
para concessão de aposentadoria em 2, 6 e 10 anos, respectivamente, para pessoas com deficiência
leve, moderada ou grave, bem como reduz em cinco anos o critério para aposentadoria por idade, ou
seja, a idade fica reduzida de 65/60 para 60/55 anos, respectivamente, para homens e mulheres,
desde que cumprido tempo mínimo de contribuição de 15 anos. A Lei Complementar nº 142/2013
foi regulamentada pelo Decreto nº 8.145, de 03 de dezembro de 2013.
No âmbito do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS cabe enfatizar que, no final de
2013, chegamos a 31,2 milhões de benefícios previdenciários e assistenciais pagos mensalmente em
dia para a população brasileira. Esses benefícios são responsáveis por retirar da pobreza cerca de
24,7 milhões de brasileiros. Cerca de 2 em cada 3 municípios brasileiros recebem mais recursos do
INSS do que do FPM. Todos esses dados demonstram a grande importância social da Previdência
em nosso país.
Contudo, precisamos garantir proteção social à sociedade brasileira sem descuidar da
sustentabilidade fiscal. Nos anos de 2012 e 2013 a necessidade de financiamento do Regime Geral
de Previdência Social ficou em cerca de 1% do PIB. Em 2006 e 2009, a necessidade de
financiamento foi de, respectivamente, 1,8% e 1,3% do PIB. Esse resultado foi obtido pela
combinação de estabilidade da despesa e aumento da arrecadação como proporção do PIB.
No âmbito do Regime Geral de Previdência Social – RGPS pode-se dizer que os
resultados de 2013 foram positivos, com aumento da arrecadação em termos reais e necessidade de
financiamento no patamar de 1,0% do PIB. A arrecadação líquida, em termos reais, cresceu 4,8%
em 2013 em relação a 2012, saltando, a preços de dezembro de 2013 (INPC/IBGE), de R$ 299,5
bilhões para R$ 313,7 bilhões. A despesa, em termos reais, na mesma comparação, cresceu 6,1%,
passando de R$ 344,1 bilhões, em 2012, para R$ 365,0 bilhões, em 2013. Como resultado desse
desempenho, a necessidade de financiamento do RGPS, a preços de dezembro de 2013 (INPC), foi
de R$ 51,3 bilhões, em 2013, crescimento de 14,8% em relação ao valor observado em 2012 (R$
44,6 bilhões). Em valores nominais, o resultado do RGPS de 2013 apontou uma arrecadação líquida
de R$ 307,1 bilhões e uma despesa de R$ 357,0 bilhões, gerando uma necessidade de financiamento
de R$ 49,9 bilhões.
53
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
GRÁFICO II – EVOLUÇÃO DA ARRECADAÇÃO LÍQUIDA, DESPESA COM BENEFÍCIOS
PREVIDENCIÁRIOS E RESULTADO PREVIDENCIÁRIO DO RGPS DE 2009 A 2013 (EM R$ BILHÕES DE
DEZEMBRO DE 2013/INPC).
400,0
365,0
6,1%
344,1
6,7%
350,0
7,8%
322,6
3,6%
311,4
288,9
300,0
313,7
4,8%
299,5
6,4%
281,6
8,9%
250,0
258,7
10,7%
233,7
200,0
150,0
100,0
(4,5%)
55,2
52,7
(22,3%
)
50,0
9,0%
41,0
51,3
14,8%
44,6
0,0
2009
2010
2011
Arrecadação Líquida
2012
Benefícios Previdenciários
2013
Necessidade de Financiamento
Fonte: Fluxo de Caixa INSS; Informar/DATAPREV.
Elaboração: SPPS/MPS.
Já a necessidade de financiamento, como proporção do PIB, em 2013, foi estimada em
1,0%, um dos patamares mais baixos de todo o período de 2003 a 2013, e muito próximo do
patamar observado nos anos de 2011 e 2012, que foi de 0,9% do PIB.
GRÁFICO III – EVOLUÇÃO DA ARRECADAÇÃO LÍQUIDA, DESPESA E NECESSIDADE DE
FINANCIAMENTO DO RGPS DE 2009 A 2013, COMO PROPORÇÃO DO PIB DE CADA ANO.
8,0
7,5
7,2
6,9
7,0
6,8
6,8
6,4
6,3
6,0
5,9
5,6
5,6
5,0
4,0
3,0
2,0
1,3
1,1
1,0
0,9
0,9
1,0
0,0
2009
2010
Arrecadação Líquida / PIB
2011
Benefícios Previdenciários / PIB
2012
2013
Necessidade de Financiamento / PIB
Fonte: SPPS/MPS e IBGE.
Nota: PIB 2013 estimado de acordo com a Grade de Parâmetros da SPE/MF de 11/2013.
54
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Em dezembro de 2013, a quantidade de benefícios emitidos para pagamento pelo INSS
chegou a 31,2 milhões, aumento de 3,8% (+1,1 milhão de benefícios), quando comparado a
dezembro de 2012. Os Benefícios Previdenciários apresentaram, nessa mesma comparação, os
maiores aumentos, em termos absolutos, +958 mil benefícios (+3,8%), seguido dos Benefícios
Assistenciais, que tiveram incremento de +142 mil benefícios (+4,1%), e dos Benefícios
Acidentários, com aumento de +18 mil benefícios (+2,2%), conforme pode ser visto na Tabela I a
seguir:
TABELA XVIII – QUANTIDADE DE BENEFÍCIOS EMITIDOS – RGPS – DEZ/2012, NOV/2013 E DEZ/2013
TOTAL
PREVIDENCIÁRIOS + ACIDENTÁRIOS
dez/12
(A)
30.057.265
26.032.855
nov/13
(B)
31.053.454
26.880.192
dez/13
(C)
31.199.043
27.009.011
PREVIDENCIÁRIOS
Aposentadorias
Idade
Invalidez
Tempo de Contribuição
Pensão por Morte
Auxílio-Doença
Salário-Maternidade
Outros
ACIDENTÁRIOS
Aposentadorias
Pensão por Morte
Auxílio-Doença
Auxílio-Acidente
Auxílio-Suplementar
ASSISTENCIAIS + EPU
25.192.966
16.725.927
8.798.101
3.065.611
4.862.215
6.976.263
1.329.207
82.716
78.853
839.889
181.599
122.331
175.145
295.318
65.496
4.024.410
26.025.469
17.278.538
9.121.850
3.113.542
5.043.146
7.133.948
1.435.712
87.274
89.997
854.723
188.407
120.722
180.063
303.367
62.164
4.173.262
26.150.959
17.351.730
9.165.014
3.122.374
5.064.342
7.159.242
1.457.433
91.448
91.106
858.052
189.161
120.606
182.030
304.373
61.882
4.190.032
0,5
0,4
0,5
0,3
0,4
0,4
1,5
4,8
1,2
0,4
0,4
(0,1)
1,1
0,3
(0,5)
0,4
3,8
3,7
4,2
1,9
4,2
2,6
9,6
10,6
15,5
2,2
4,2
(1,4)
3,9
3,1
(5,5)
4,1
3.999.462
3.771.842
1.750.121
2.021.721
227.620
50.042
177.578
24.948
4.149.147
3.945.915
1.815.861
2.130.054
203.232
41.667
161.565
24.115
4.165.956
3.964.192
1.822.346
2.141.846
201.764
41.150
160.614
24.076
0,4
0,5
0,4
0,6
(0,7)
(1,2)
(0,6)
(0,2)
4,2
5,1
4,1
5,9
(11,4)
(17,8)
(9,6)
(3,5)
ASSISTENCIAIS
Amparos Assistenciais - LOAS
Idoso
Portador de Deficiência
Rendas Mensais Vitalícias
Idade
Invalidez
ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS DA UNIÃO (EPU) (1)
Var. % Var. %
(C/B) (C/A)
0,5
3,8
0,5
3,7
Fontes: Anuário Estatístico da Previdência Social - AEPS; Boletim Estatístico da Previdência Social – BEPS.
Elaboração: SPPS/MPS.
Obs.: Os benefícios assistenciais, embora operacionalizados pelo INSS, estão sob a responsabilidade do Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
O Gráfico III apresenta a evolução da quantidade de segurados optantes pelo Programa
de Microempreendedor Individual por mês, de janeiro de 2010 a dezembro de 2013. Entre janeiro
de 2010 e dezembro de 2013, o número de MEIs passou de 70,3 mil para 3,7 milhões. Entre
dezembro de 2013 e o mês correspondente de 2012, essa quantidade aumentou 37,3% (+994,1 mil
inscritos).
55
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
GRÁFICO IV – NÚMERO TOTAL DE OPTANTES PELO MEI POR MÊS – 2010 A 2013
4.000.000
3.613.740 3.659.781
3.436.469
3.534.243
3.246.9073.341.407
3.065.628 3.144.962
3.500.000
3.000.000
2.500.000
2.000.000
1.500.000
2.888.188
2.976.102
2.736.144
2.808.547
2.631.468
2.665.605
2.475.063
2.562.694
2.300.769
2.394.801
2.124.606
2.208.558
1.949.825
2.029.590
1.788.562
1.848.752
1.603.372 1.656.953
1.442.282
1.524.107
1.265.510
1.353.706
1.088.611
1.166.106
960.393
1.000.000
jan/10
fev/10
mar/10
abr/10
mai/10
jun/10
jul/10
ago/10
set/10
out/10
nov/10
dez/10
jan/11
fev/11
mar/11
abr/11
mai/11
jun/11
jul/11
ago/11
set/11
out/11
nov/11
dez/11
jan/12
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
jun/12
jul/12
ago/12
set/12
out/12
nov/12
dez/12
jan/13
fev/13
mar/13
abr/13
mai/13
jun/13
jul/13
ago/13
set/13
out/13
nov/13
dez/13
843.734
1.016.855
732.651
903.173
545.318
771.715
648.629
410.932
500.000
293.450
477.778
177.761
345.636
70.278
230.578
116.102
0
Fonte: Secretaria de Receita Federal do Brasil.
b.
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
A República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID
celebraram, em 10 de junho de 2013, o Acordo de Empréstimo nº. 2791/OC-BR para a
implementação do Programa de Apoio à Modernização da Gestão do Sistema de Previdência Social
– PROPREV Segunda Fase que será executado pela Secretaria de Políticas de Previdência Social –
SPPS/MPS, no montante total de US$ 20,000,000.00 (vinte milhões de dólares), com o aporte de
US$ 10,000,000.00 (dez milhões de dólares) de cada um dos celebrantes, ou seja, 50% da União e
50% de recursos externos (BID).
O Programa de Apoio à Modernização da Gestão do Sistema de Previdência Social –
PROPREV Segunda Fase tem por objetivo geral contribuir para melhorar a sustentabilidade
financeira dos Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS e está estruturado em 02
componentes: (1) Fortalecimento da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social e (2)
Produção, Internalização, e Difusão do Conhecimento para a Secretaria de Políticas de Previdência
Social – SPPS/MPS, e encontra-se amplamente detalhado na “PARTE B – CONTEÚDO
ESPECÍFICO – 13. Avaliação sobre o Andamento dos Projetos e Programas Financiados com
Recursos Externos” deste Relatorio de Gestão.
O Projeto beneficiará primeiramente os servidores ativos, inativos e pensionistas
participantes dos Regimes Próprios de Previdência Social dos entes federativos. Em segundo lugar,
beneficiará a economia dos municípios e dos estados da federação, bem como o Distrito Federal,
uma vez que contribuirá para o aperfeiçoamento da gestão dos sistemas previdenciários, com
consequentes impactos positivos sobre as contas públicas que, em última instância, beneficiará a
economia brasileira e a comunidade em geral.
56
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
No âmbito da Previdência Social do Servidor Público foram realizadas várias iniciativas
para promoção da sustentabilidade dos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS. Entre estas,
destaca-se o projeto Fortalecer os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS com perspectiva
de equilíbrio e sustentabilidade, que possui como escopo a ampliação da estrutura de supervisão, o
fomento ao desenvolvimento de política pública voltada à concretização do equilíbrio financeiro e
atuarial dos RPPS, o aperfeiçoamento e o fortalecimento da legislação dos RPPS, o apoio e
participação na reestruturação do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores da União RPPSU e o incentivo à modernização da gestão dos RPPS. A consolidação do Sistema dos Regimes
Próprios de Previdência Social - SRPPS, com a construção do cadastro nacional dos servidores
públicos, trará resultados bastante expressivos tanto na gestão do passivo dos regimes,
possibilitando a verificação de acumulações indevidas e cumprimento do teto constitucional, quanto
para o dimensionamento dos compromissos atuariais, por meio de uma base cadastral atualizada e
completa, e possibilitará a efetiva execução do PROPREV- Segunda Fase no que tange a aquisição
de equipamentos de TI, e realização dos Censos Funcional e Cadastral.
Destacam-se dentre as ações deste projeto, os estudos realizados em conjunto com o
Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social - CONAPREV, para
identificar novas fontes de financiamento para os RPPS e de novas alternativas para investimento,
dos quais a celebração de acordos de cooperação técnica entre o MPS, bancos estatais e os entes
federados com o objetivo de planejar e avaliar a criação de fundos de investimento de interesse dos
RPPS a partir de ativos aportados pelo ente federado, para viabilizar o equacionamento do déficit
atuarial, permitir o cumprimento da meta atuarial e obter liquidez dos recursos garantidores, são um
expoente. Estas iniciativas, aliadas ao aprimoramento das atividades de orientação, supervisão e
acompanhamento dos RPPS, contribuirão para o incremento dos ativos garantidores dos planos de
benefícios.
Os Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS instituídos pela União, Estados,
Distrito Federal e Municípios oferecerem cobertura a cerca de 9,5 milhões de participantes, dentre
servidores ativos, aposentados e pensionistas, sendo 4,8 milhões (50,5%) nos Estados e Distrito
Federal, 2,1 milhões (22,1%) na União e 2,6 milhões (27,4%) nos Municípios. Do total dos
participantes, 5,9 milhões são servidores ativos (62%) e 3,6 milhões são servidores aposentados e
pensionistas (38%).
Os mais de 2.000 RPPS, apesar de remodelados somente a partir das Leis Federais n°
9.717/1998 e 10.887/2004 e das Emendas Constitucionais nº 20, de 1998, e nº 41, de 2013,
administram um patrimônio de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais mais de R$ 80 bilhões estão
aplicados nos mercados financeiros e de capitais, e R$ 100 bilhões em outros bens, valores e
direitos, em fundos constituídos por imóveis, direitos de créditos decorrentes de royalties,
participações especiais e compensações financeiras, dentre outros. A supervisão desses regimes é
efetuada por meio de fiscalização in loco (auditorias diretas) ou de ações de monitoramento interno
(auditorias indiretas).
Para otimizar a supervisão e fiscalização dos Regimes Próprios de Previdência Social RPPS têm sido implementados novos processos de trabalho nas auditorias diretas visando ao seu
alinhamento aos pressupostos de uma supervisão baseada em riscos, com o desenvolvimento de
ferramenta vinculada ao planejamento e auditoria prévia e à modernização do Sistema de
Informações dos Regimes Públicos de Previdência - CADPREV. Essa modernização visa, dentre
outros: i) promover a melhoria da qualidade das informações dos Regimes Próprios; ii) eliminar a
sobreposição dessas informações, que são produzidas pelos entes federativos; iii) proporcionar
maior confiabilidade no acompanhamento e supervisão desses regimes; e iv) reduzir custos
mediante a realização de levantamentos prévios às auditorias diretas.
Para a modernização do CADPREV foram aprimorados os módulos para informações
relativas às aplicações dos recursos dos RPPS, às receitas e despesas previdenciárias
57
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
(Demonstrativo de Informações Previdenciárias e Repasses – DIPR) e de cadastramento de termos
de acordos de parcelamento de débitos. A intensificação da fiscalização dos RPPS também está
sendo promovida por meio de acordos de cooperação técnica celebrados com os Tribunais de
Contas dos Estados, de forma a potencializar a ação fiscalizadora e corretiva do Estado.
A Ação de Auditoria dos Regimes Próprios dos Servidores Públicos, inserida no
contexto da Ação nº 2276 do PPA, compreende a verificação, por meio de auditorias diretas e
indiretas, do cumprimento, pelos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS, dos critérios
gerais de organização e funcionamento previstos na Lei n° 9.717/98 e nos atos normativos
expedidos pelo MPS. Além das auditorias, dentro do escopo de supervisão, são efetuadas diversas
ações de acompanhamento e orientação dos RPPS.
Buscando dar maior celeridade e abrangência das ações de auditoria direta por parte da
Coordenação-Geral de Auditoria, Atuária, Contabilidade e Investimentos – CGACI, iniciou-se a
implementação de novos processos de trabalho das auditorias, para tanto, procedeu-se a
levantamento, análise e o desenvolvimento de novas ferramentas e metodologias que começaram a
ser aplicados às auditorias no final de 2013, com foco, inicialmente, na realização de auditoria
prévia, e, após, a incorporação da supervisão baseada em riscos, por meio do monitoramento
contínuo dos RPPS. Paralelamente, ainda durante o exercício de 2013, segundo os preceitos do
Manual de Auditoria vigente, foram concluídas 476 auditorias diretas.
Em números absolutos, as ações de auditorias diretas realizadas em 2013 (462,
posteriormente ajustado para 476) com o intuito de identificar possíveis impropriedades na gestão
dos RPPS tiveram incremento de 18,8% em comparação com o exercício anterior (389),
correspondendo a cerca de 128,3% da meta estabelecida para o exercício de 2013 (meta inicial
estabelecida em 360, posteriormente ajustada para 400). As auditorias geraram a emissão de 297
Notificações de Auditoria-Fiscal – NAF e 129 Representações Administrativas comunicando
situações de desconformidade observadas nas auditorias a diversos órgãos de fiscalização e
controle, tais como, os Tribunais de Contas dos Estados, o Departamento de Polícia Federal, o
Ministério Público Federal, os Ministérios Públicos dos Estados, dentro dos seus respectivos
campos de atuação. Além disso, em 2013, foram recepcionadas 106 denúncias que noticiavam o
descumprimento das normas gerais aplicáveis aos RPPS.
As irregularidades notificadas em auditoria direta são analisadas e julgadas por meio do
Processo Administrativo Previdenciário – PAP, sendo que, em 2013, foram instaurados 256
processos. Os processos ainda em manutenção geraram a emissão de 55 Decisões de Notificação,
172 Despachos Decisórios, 22 Decisões de Recurso, 380 Despachos de Justificativas, no total de
630 decisões, além de 158 Pareceres e Informações sobre o andamento dos processos para atender
requisições do Poder Judiciário Federal e a diversos órgãos externos de controle e fiscalização. Em
comparação com o exercício anterior, houve um incremento de mais de 10% nas decisões e de 60%
nas informações exaradas relacionadas aos processos administrativos.
Destaca-se que, no ano de 2013, foram realizadas auditorias específicas de investimento
em 65 entes federativos que possuem RPPS, em decorrência, principalmente, de denúncias acerca
de aplicações em fundos de investimento sem observância dos preceitos legais. Em algumas
auditorias, ficou evidente que, propositadamente, foram omitidas ou prestadas informações
incorretas nos demonstrativos de investimentos, e que estas irregularidades visavam acobertar a
realização de aplicações acima dos limites permitidos pela legislação e em fundos de investimento
com carteiras de alto risco de crédito e liquidez.
Foram auditados RPPS com alocações em cerca de 40 fundos de investimento, que,
pelas suas características evidenciavam algum direcionamento em desacordo com os interesses do
plano. Dentre as instituições administradoras ou gestoras desses fundos observou-se que, em sua
maioria, não eram vinculadas às grandes instituições financeiras ou não apresentavam grande
58
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
volume de recursos sob sua gestão e administração, ou histórico e experiência de atuação positiva,
encontrando-se direcionadas a atuar exclusivamente com RPPS. Os resultados destas auditorias
foram encaminhados para os Ministérios Públicos Estaduais, Departamento da Polícia Federal, e
Tribunais de Contas dos Estados, constituindo-se em subsídios para auxiliá-los na identificação de
possíveis responsáveis por supostos desvios de patrimônio dos participantes dos RPPS e conferindo
maior efetividade à supervisão dos investimentos dos RPPS.
Entretanto, as atividades ressentem-se de número suficiente de auditores-fiscais da
Receita Federal do Brasil cedidos ao MPS, sendo que há Estados que não contam com nenhum
auditor localizado, e outros que possuem grande quantidade de RPPS e significativos recursos
acumulados, com poucos auditores, o que acarreta a impossibilidade de verificação de todas as
denúncias e solicitações recebidas.
Quanto às auditorias indiretas são realizados, periodicamente, batimentos entre as
informações constantes dos diversos demonstrativos enviados pelos RPPS, na busca da consistência
das informações e da verificação dos critérios para a emissão do CRP, o que demanda o
encaminhamento de centenas de notificações solicitando esclarecimentos, configurando assim
grande demanda de trabalho de análise e controle.
A supervisão, mediante auditoria indireta, realizada pela CGACI da evolução dos
investimentos dos recursos dos RPPS e de sua conformidade à Resolução do Conselho Monetário
Nacional - CMN nº 3.922/2010, envolveu a emissão de 960 notificações de desconformidade no
preenchimento do Demonstrativo de Aplicações e Investimentos dos Recursos – DAIR, a emissão
de 176 pareceres de desenquadramento à referida resolução e, cerca de 5.000 análises dos
Demonstrativos da Política de Investimentos - DPIN. As análises contemplam também a verificação
dos entes que obrigatoriamente devem comprovar a certificação do responsável pela gestão de
recursos do RPPS e servem também de subsídio para o planejamento das auditorias específicas de
investimento.
Com o intuito de aprimorar os mecanismos de gestão dos recursos previdenciários foi
editada a Portaria MPS n° 440, de 2013, aprimorando os comandos contidos na Portaria MPS nº
519, de 2011, tais como, a obrigatoriedade de certificação de todos os gestores de recursos e dos
membros do comitê de investimentos, a inserção de diversos critérios a serem observados no
credenciamento das entidades envolvidas e dos gestores e administradores dos fundos de
investimento, a divulgação de todas as informações relativas à gestão financeira do regime, a
demonstração da compatibilidade entre as aplicações e as obrigações do RPPS, dentre outros.
No tocante ao acompanhamento do critério “Equilíbrio Financeiro e Atuarial”, as
atividades de supervisão resultaram em praticamente 1.000 análises dos Demonstrativos de
Resultados da Avaliação Atuarial - DRAA de 2013, além da emissão de 750 despachos referentes
aos processos instaurados, que têm contribuído para os entes federados implementarem medidas
para equacionamento dos déficits financeiro e atuarial dos seus RPPS, introduzindo mecanismos
que indiquem perspectivas de sustentabilidade dos RPPS numa visão de perenidade no longo prazo.
Com vistas ao melhor dimensionamento dos compromissos dos planos de benefícios dos RPPS e
das alíquotas de equilíbrio foi revisto o Manual de Preenchimento do DRAA e aperfeiçoadas as
auditorias dos cálculos atuariais, com foco na análise da razoabilidade dos compromissos e fluxos,
para verificar a consistência dos resultados apresentados nos DRAA, por meio do Aplicativo de
Atuária.
Menciona-se também como marco a edição da Portaria MPS nº 21, de 2013, que alterou
a Portaria MPS nº 403/2008, introduzindo diversos parâmetros a serem observados pelas avaliações
atuariais dos RPPS, especialmente critérios para dificultar a redução dos elementos informativos do
plano de custeio, para dar maiores garantias à implementação da segregação da massa de segurados,
além de incentivar a constituição de fundos previdenciários integrados por bens, direitos e ativos.
59
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Importante destacar também que, além da supervisão dos cálculos atuariais dos RPPS
dos Estados, Distrito Federal e dos Municípios, o DRPSP é o responsável pela elaboração do
cálculo atuarial do regime de previdência dos servidores públicos civis da União que, por
solicitação da Secretaria do Tesouro Nacional - STN, integram os anexos dos Projetos de Leis de
Diretrizes Orçamentárias – PLDO da União, e é utilizado para elaboração das projeções atuariais de
receitas e despesas apresentadas no Relatório Resumido de Execução Orçamentária - RREO da
União de dezembro de cada ano.
A base de dados dos servidores ativos, aposentados e pensionistas, contemplando dados
dos órgãos e entidades de todos os poderes, utilizada no Cálculo Atuarial do RPPS da União é
povoada via Sistema Previdenciário de Gestão dos RPPS - SIPREV/Gestão e extraída do CNISRPPS. Um fator que dificulta o dimensionamento das provisões é a inconsistência e ausência de
vários dados e a intempestividade no envio destas informações à SPPS, que impactam
negativamente na elaboração da avaliação atuarial.
O cálculo atuarial do RPPS dos servidores civis da União do exercício de 2013
evidenciou um déficit atuarial da ordem de R$ 1,251 trilhão, ante R$ 1,107 do exercício anterior,
considerando uma taxa de juros de 6% ao ano, e as demais hipóteses e premissas adotadas em
consonância com a Portaria MPS nº 403, de 2008. O projeto Sustentabilidade dos RPPS possui
também como objetivo apoiar e participar da reestruturação do Regime Próprio de Previdência
Social da União - RPPSU. Para alcançá-lo, a SPPS desenvolve estudos técnicos e projeções sobre a
situação do RPPSU, tais como, cenários de segregação da massa de segurados, elaboração e
participação em reuniões técnicas sobre proposta de reestruturação do regime, que contempla o
conceito de capitalização solidária, criação de fundo previdenciário com bens, direitos e ativos de
qualquer natureza, e a criação da unidade gestora única.
Como fatores que dificultam a consecução do objetivo de promover a sustentabilidade
dos RPPS, citam-se aqueles atinentes à estrutura da SPPS, que deveria ser ampliada para atender as
atribuições de elaboração, assessoramento e confecção de estudos, projeções e simulações atuariais,
inclusive dos fluxos das receitas e despesas dos RPPS e para analisar a razoabilidade de todos os
cálculos atuariais.
A supervisão das demonstrações contábeis dos RPPS objetiva o cumprimento das
normas gerais de contabilidade e atuária, sob as quais deve se assentar a organização dos RPPS e
também contribui para a sustentabilidade do sistema, uma vez que determina o registro contábil das
provisões matemáticas previdenciárias. Foram analisadas 4.430 demonstrações contábeis semestrais
(incremento de 17%, em relação ao exercício anterior), além da emissão de 105 Notificações de
Acompanhamento Contábil – NAC (aumento de 20% em relação a 2012). Menciona-se com a
edição da Portaria MPS n° 509, de 2013, o pleno alinhamento da contabilidade aplicada aos RPPS
aos preceitos do Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público – MCASP, cuja planificação
contábil, no tocante aos RPPS foi estabelecida conjuntamente com a Secretaria do Tesouro
Nacional - STN, objetivando a uniformização dos procedimentos contábeis em todas as esferas de
governo.
As atividades de supervisão do ‘caráter contributivo’ são essenciais para garantir a
solvência e a liquidez do plano de benefícios dos RPPS, e envolve o acompanhamento do repasse
das contribuições definidas nos planos de custeio dos RPPS, bem como, do pagamento dos valores
relativos acordos de parcelamento firmados. Além de ser objeto das auditorias diretas, conduzidas
pela Coordenação-Geral de Auditoria, Atuária, Contabilidade e Investimentos - CGACI, são
também realizadas as auditorias indiretas, sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de
Normatização e Acompanhamento Legal - CGNAL. Essa análise em auditoria indireta tem como
documento básico o Comprovante dos Repasses, demonstrativo de envio obrigatório com
periodicidade bimestral, e resultou em cerca de 8.000 procedimentos.
60
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
A partir do exercício de 2013 todos os entes federativos passaram a utilizar
obrigatoriamente o módulo “Acordo de Parcelamento” do CADPREV, desenvolvido com o objetivo
de assegurar maior padronização e segurança na formalização, tendo-se atingido o total de 2.822
novos termos cadastrados no ano. Embora para alguns desses termos tenha ocorrido o cancelamento
ou não tenha sido concluída a formalização, e muitos ainda estejam pendentes de análise, o total de
análises realizadas em 2013 foi de aproximadamente 3.800, considerando que muitos termos
precisaram ser analisados mais de uma vez até sua correção.
As normas relativas aos Termos de Acordos de Parcelamento, consubstanciadas nos
artigos 5º e 5º-A da Portaria MPS nº 402/2008, foram aperfeiçoadas, buscando torná-las mais claras
e efetivas, destacando-se a aproximação dos critérios de atualização dos créditos a receber pelos
RPPS, representados pelos valores parcelados, com aqueles estabelecidos para a meta atuarial, e a
definição de mecanismos que fortaleçam o cumprimento dos termos, com a vinculação dos débitos
ao Fundo de Participação dos Municípios - FPM ou dos Estados - FPE.
Também ao longo de 2013 teve prosseguimento o desenvolvimento do Demonstrativo
de Informações Previdenciárias e Repasses - DIPR, demonstrativo obrigatório que substituirá o
Comprovante dos Repasses e o Demonstrativo Previdenciário, e que permitirá significativo avanço
na auditoria direta e indireta sobre as remunerações, bases de cálculo, contribuições, receitas e
despesas dos RPPS. A partir do segundo semestre de 2013 o DIPR esteve disponível para utilização
em caráter experimental e no primeiro bimestre de 2014 passará a ser utilizado obrigatoriamente por
todos os entes, em substituição aos dois demonstrativos anteriores.
Outro procedimento de auditoria indireta realizado pela CGNAL é aquele aplicado na
verificação da legislação sobre os RPPS elaborada pelos Estados, Distrito Federal e Municípios.
Foram analisados em 2013 cerca de 6.300 mil atos normativos (leis e decretos), que tratam
principalmente da criação ou reestruturação dos RPPS, definição de regras de concessão, cálculo e
reajustamento de benefícios e fixação de alíquotas de contribuição. Esse trabalho é de suma
importância para verificação do atendimento dos princípios estabelecidos no artigo 40 da
Constituição Federal e na legislação infraconstitucional, sendo o seu resultado um dos elementos
verificados para a emissão do CRP, no que concerne à organização e funcionamento dos RPPS.
Dessa análise resultou a emissão de 23 Notificações de Irregularidade na Legislação NIL relativas a dispositivos em desacordo com a legislação que rege os RPPS, dirigidas aos entes
federativos, além de centenas de mensagens eletrônicas para correção de falhas relacionadas aos
aspectos formais exigidos para o seu envio.
Alguns entes federativos, que não acataram a orientação e supervisão exercida pelo
Ministério da Previdência Social, buscaram obter a emissão do Certificado de Regularidade
Previdenciária - CRP por meio de ações judiciais. Para subsidiar a defesa da União nessas ações,
foram elaboradas 306 informações, contendo subsídios de fato e de direito para a demonstração ao
Poder Judiciário das razões da não emissão do CRP e de sua importância para o fiel cumprimento
dos preceitos estipulados pela Lei nº 9.717/1998 e consequente sustentabilidade dos RPPS.
Para cumprimento da atribuição de acompanhar e orientar os RPPS, no ano de 2013
foram respondidas 364 consultas relacionadas à interpretação e aplicação da legislação relativa aos
RPPS, formuladas por representantes de vários órgãos e entidades de todos os entes da federação,
ou diretamente por servidores e cidadãos. Nesse número não estão incluídas as consultas para
esclarecimentos de dúvidas relativas ao preenchimento do DIPR (cerca de 500) e as inúmeras
consultas recebidas diariamente em atendimento presencial ou telefônico.
Durante o ano de 2013 foram publicados 136 Termos de Acordo de Cooperação
Técnica para fins de operacionalização da compensação financeira entre o RGPS e os RPPS, de que
tratam a Lei nº 9.796/1999 e o § 9º do art. 201 da Constituição Federal. Outros 110 termos
61
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
chegaram a ser preparados, porém não foram concluídos pelo fato dos entes apresentarem alguma
pendência impeditiva.
Outra atividade de grande relevância desempenhada pelo DRPSP é a análise de
diferentes proposições normativas em tramitação no Congresso Nacional (propostas de emenda
constitucional, projetos de lei, projetos de lei complementar) e no Poder Executivo (minutas de
decretos). Durante o ano foram emitidos pareceres ou notas técnicas sobre 28 proposições dessa
natureza. Foram elaboradas diversas minutas de atos normativos (portarias, orientações normativas,
projetos de lei, dentre outros), alguns publicados e outros em análise. Além disso, representantes da
CGNAL participaram de inúmeras reuniões técnicas para discussão de projetos diversos
relacionados aos RPPS, destacando-se em especial as propostas de regulamentação das hipóteses de
aposentadoria especial dos servidores públicos, referidas no § 4º do artigo 40 da Constituição
Federal.
Dentre as competências atribuídas pelo art. 9º da Lei nº 9.717/98 ao MPS se insere a
orientação aos RPPS, e, para alcançar este objetivo, possuem grande relevância as participações de
servidores do DRPSP, ministrando cursos e palestras em seminários, congressos, e outros eventos,
realizados por diversas entidades representativas dos RPPS, representando assim, a difusão do
conhecimento e capacitação dos gestores de previdência, estimulando o desenvolvimento da cultura
previdenciária.
Várias destas participações tiveram por objetivo a ação institucional do MPS de difundir
o conhecimento das vantagens e responsabilidades para os entes municipais e seus servidores na
criação e funcionamento de RPPS, fundamentando a decisão dos entes federativos cujos servidores
efetivos ainda encontram-se vinculados ao RGPS (cerca de 60% dos municípios brasileiros), por
entender que esta solução além de beneficiar diretamente os servidores públicos e garantir seus
benefícios futuros, constitui caminho para o incremento da poupança interna do País, para a maior
visibilidade e fortalecimento dos RPPS e sua menor vulnerabilidade. Assim, na condução dessa
ação institucional, buscou-se dar um enfoque de maior abrangência, alargando o seu escopo para a
“difusão dos regimes previdenciários – RPPS e RGPS” – numa perspectiva de sustentabilidade e
atendimento aos preceitos legais e constitucional.
A Coordenação-Geral de Estudos Técnicos, Estatísticas e Informações Gerenciais –
CGEEI/DRPSP, com o apoio irrestrito da direção da SPPS, vem disponibilizando aos entes
federativos em parceria com a Empresa de Tecnologia da Previdência Social - DATAPREV, o
SRPPS, Sistema dos Regimes Próprios de Previdência Social, cuja estrutura é composta das
ferramentas Sistema Previdenciário de Gestão de Regimes Públicos de Previdência Social SIPREV/Gestão, como banco de dados local é ferramenta capaz de integrar todas as informações
de cadastro dos servidores públicos, Cadastro Nacional de Informações Sociais - CNIS/RPPS
Banco de dados Nacional e INFORME/CNIS/RPPS gerenciador de informações, resultado de
tratamento e cruzamento de dados.
Em 2013 o projeto CNIS/RPPS conclui o desenvolvimento dos produtos previstos como
alinhamento das três aplicações que compõem o SRPPS e que estavam previstos nas metas I e II do
Plano de Trabalho do Termo de Cooperação Técnica firmado entre o MPS e o MP retrato no
Contrato nº 53 firmado entre o MPS e a DATAPREV, permitindo completar o Ciclo RPPS para 81
entes federativos dentre eles a União, com tratamento dos dados de todos eles e cruzamento de 04
entes federativos, com informações disponibilizadas no INFORME/CNIS/RPPS.
Os recursos orçamentários e financeiros para a realização das atividades relativas a
implementação do CNIS/RPPS estão vinculados à Ação 2000 – Administração da Unidade.
Durante o ano de 2013 ações foram desenvolvidas em parceria com o Ministério do
Planejamento por intermédio de acordo de cooperação para que o Cadastro Nacional de
Informações Sociais dos Regimes Próprios de Previdência Social – CNIS/RPPS possa ficar
62
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
disponível com os recursos tecnológicos necessários que lhe dê a capacidade para a inclusão de
cerca de 30 milhões de registros num prazo estimado de cinco anos. Nessa previsão, a SPPS
considera não somente os servidores ativos, aposentados e pensionistas, mas também os
dependentes desses beneficiários. De acordo com dados mais recentes, a União possui 2 milhões de
servidores, desses são 957 mil aposentados.
Para execução do projeto SRPPS, o Ministério da Previdência Social conta com
recursos de fonte interna, inclusive oriundos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão,
(orçamento federal), bem como de recursos financeiros advindos de empréstimo celebrado com o
Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID (fonte externa) para implementação do
PROPREV – Segunda Fase.
Em 2013, após serem carregados no CNIS/RPPS os dados de 81 entes federativos,
tratados como pilotos do projeto, entre eles os 03 poderes da União, foi encaminhado em setembro,
a Casa Civil da Presidência da República o minuta do Decreto regulamentado do art. 3º da Lei
10.887 de 18 de junho de 2004.
SIPREV/Gestão ao MPS. As informações relativas aos servidores públicos federais
também estão sendo transmitidos para fins de avaliação atuarial da União.
Durante o ano de 2013, servidores da Coordenação de Estudos Técnicos, Estatísticas e
Informações Gerenciais participaram de diversos eventos, palestras e simpósios, divulgando
informações sobre o SRPPS e suas funcionalidades, bem como viabilizando a sua implementação
em cada ente federativo.
Aliado ao processo de divulgação em que foram disseminadas a importância da
utilização, os benefícios e os meios de obtê-lo, buscou-se aprimorar as estratégias educacionais para
aprendizagem do sistema, oferecendo aos usuários do SIPREV/Gestão alternativas por meio da
educação à distancia, modalidade de aprendizagem capaz de atingir simultaneamente grande
quantidade de aprendizes, tornando possível levar o SIPREV/Gestão a todos os entes de forma
linear e disponível para acesso 24 horas por dia. Registre-se que nesse aspecto o objetivo não foi
completamente atingido por conta da carência de profissional na área de flash. Foram realizados
durante o ano de 2013:
 13 treinamentos presenciais para operacionalização do SIPREV/Gestão diretamente
nas Unidades Federativas ou laboratório localizado nas dependências da Coordenação
em Brasília.
 13 treinamentos para carregamento de base, oportunidade em que os técnicos de
Tecnologia lotados nos entes federativos ou que os atendem diretamente tiveram
oportunidade de visualizar os layouts, acessar e conhecer a fundo a comunidade no
portal do software público simularem o carregamento da base e ainda a construção dos
arquivos que servirão para povoar o SIPREV/Gestão.
 Atendimento a mais de 25 Entes Federativos alcançando mais de 330 pessoas
treinadas entre servidores, consultores e técnicos de diversas unidades da federação.
Registre-se que o corte orçamentário ocorrido no final de julho de 2013, decorrentes do
Decreto nº. 8.062/2013 e das Portarias MP nºs 267 e 268, ambas de 2013, prejudicou a
disseminação e treinamento aos Entes Federativos, vez que os mesmos também têm limitações
orçamentárias e financeiras para deslocamentos à sede do MPS na cidade de Brasília, DF.
Tendo em vista os interesses efetivados pelos entes federativos em obter o sistema para
melhoria da qualidade das informações de seus bancos de dados para o melhor controle e gestão de
seus ativos financeiros e segurados foram registrados cumulativamente 473 planos de trabalho
firmados com o Ministério da Previdência, um aumento da ordem de 12% dos planos de trabalho
63
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
em relação ao ano de 2012. Inseridos nesse quantitativo registramos 02 Estados, 03 Capitais e 47
Municípios que emitiram decretos instituindo o programa de melhoria da qualidade de dados dos
seus servidores públicos.
Foram realizadas pelos gestores do Departamento durante o ano de 2013, 06 visitas a
diversos entes federativos com o intuito de disseminar o SRPPS.
Compõe o conjunto de documentos firmados para implementação do plano de melhorias
dos bancos de dados dos servidores, o plano de trabalho, firmado entre o MPS e o ente federativo, o
decreto, de iniciativa do representante legal do ente federativo e a agenda de trabalho firmada entre
o MPS e o ente para viabilizar os compromissos de planejamento e execução das atividades
impostas pelo decreto do ente federativo.
O envio de informações para o CNIS-RPPS está condicionado à instalação e utilização
do SIPREV/Gestão. Destaca-se que a maioria dos estados e capitais já está com ações prévias para
o carregamento dos dados no SIPREV/Gestão.
b.1.
Estágio atual do Projeto SRPPS visão SPPS
O Sistema Previdenciário de Gestão de Regimes Próprios de Previdência Social _
SIPREV/Gestão: publicada nova versão na Comunidade SIPREV do Portal de Software Público
em 18/10/2013 (1ª versão em 27/08/2010), contemplando melhorias propostas por técnicos dos
RPPS e do MP. A funcionalidade para realização de Censo Previdenciário foi validada por
Gestores de RPPS que o realizaram com recursos próprios ou com recursos de empresa contratada.
Vários entes federativos realizaram os censos previdenciários sem solicitar suporte ao MPS, uma
vez que o SIPREV/Gestão encontra-se disponível no portal do software público.
Para cumprimento de meta do Estado Brasileiro de melhoria dos gastos públicos, o
SIPREV/Gestão está na plataforma LINUX, com desempenho comprovado para diversos acessos
simultâneos atendendo as necessidades do Censo Previdenciário. A Comunidade SIPREV foi
visitada até o dia 28/12/2012 por 21 mil pessoas ligadas a banco de dados.
O Cadastro Nacional de Informações Sociais de Regimes Próprios de Previdência
Social - CNIS/RPPS está disponibilizado em ambiente tecnológico da DATAPREV desde
16/10/2012
e
acessado
na
rede
mundial
pelo
endereço
http://www2.dataprev.gov.br/CNISRPPSSPS; mediante senha do CADPREV - Cadastro Nacional
de Informações Sociais de Regimes Próprios de Previdência Social; requer autorização para
funcionários e cadastro de senha na internet acessando qualquer demonstrativo ou o comprovante
de repasse.
O INFORME/CNIS/RPPS, aplicação de acesso via internet que apresenta os relatórios
gerenciais decorrentes de tratamento e cruzamento de dados, foi disponibilizado em ambiente
tecnológico da DATAPREV em 23/10/2012, sendo acessado na rede mundial pelo endereço
http://www7.dataprev.gov.br/informerpps/srpps/inicial.php. A senha única de gestor regional deve
ser
solicitada
por
e-mail,
mediante
ofício
digitalizado
para
o
endereço
[email protected]. O gestor regional cadastra demais pessoas. Neste sistema estão
disponíveis as informações oriundas de tratamento de dados, de cruzamento com dados de óbitos e
outros.
O Termo de Cooperação Técnica MPOG X MPS do Projeto SRPPS, decididamente foi
o que potencializou o nível de desenvolvimento atual, não só pelos repasses de recursos financeiros,
mas pela importância que o Projeto “Melhoria da Qualidade dos Gastos da Folha de Pagamento no
âmbito do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos - SIAPE”, trouxe às
64
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
atividades objetivando a eliminação de dados inconsistentes e pagamentos indevidos, possibilitando
a manutenção e atualização dos dados cadastrais e aperfeiçoamento do SIAPE, medidas que poderá
ser adotadas pelos demais poderes da União e de outros entes federativos.
Registra-se a imperiosa necessidade de equipamentos tecnológicos compatíveis e mais
robustos que permitam o melhor controle e acompanhamento nos testes para geração de arquivos e
transmissão para o CNIS/RPPS. O plano de ação estratégica que prevê o desenvolvimento e
implantação do SRPPS deverá ter continuidade em 2014.
Os resultados alcançados evidenciam o desempenho de toda a equipe na consecução do
propósito institucional do Ministério da Previdência Social de garantir a proteção social prevista no
art. 6º da Constituição Federal, mormente quanto ao atendimento das metas estabelecidas. Para
tanto, as atividades de acompanhamento, supervisão e orientação dos RPPS realizadas pelo
Departamento têm por escopo buscar a eficácia na supervisão, com a intensificação da orientação,
acompanhamento, supervisão e controle dos RPPS e a promoção de políticas de sustentabilidade
dos regimes.
No entanto, a consecução da missão institucional do MPS poderia ser potencializada
com uma melhor estruturação do Departamento, tanto em termos de quadro de pessoal quanto de
logística, recursos tecnológicos e de capitação, o que permitiria um melhor desempenho das
atividades e para a propositura de metas que atendam aos objetivos estratégicos deste Ministério,
propiciando resultados mais eficazes para toda a sociedade. Registre-se que a insuficiência envolve
não somente o quadro de Auditores Fiscais, quanto de analistas e de pessoal de apoio.
As abrangências e dimensões dos RPPS demandam do MPS, por intermédio da SPPS, a
atuação efetiva como órgão regulador e supervisor, pois esses tendem a ser um instrumento
importante para a melhoria das contas públicas no Brasil, dado o seu potencial de geração de
poupança interna, mediante a expansão dos ativos administrados pelos regimes próprios, o que
permitirá, em médio e longo prazos, aos entes públicos atenderem a contento as demandas
previdenciárias dos servidores públicos brasileiros, cumprindo assim, o que orienta a Carta Magna.
Conforme já salientado, o universo atual a ser supervisionado é de cerca de 2.200 entes federativos,
e mais de 3.300 entes que poderão instituir RPPS, assim, os resultados alcançados poderão ser
potencializados com a adequação da estrutura do Departamento. Neste sentido, na proposta de
minuta da nova lei geral dos RPPS, foram inseridos dispositivos que tratam da criação da Secretaria
dos Regimes Próprios.
c.
Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional - DPSSO
I. Gabinete do Departamento de Saúde e Segurança Ocupacional - DPSSO
I.1 - Representação do DPSSO/MPS em Grupos Interministeriais, Conselhos, Comissões, Grupos
de Trabalho e outros
Houve continuidade da participação do DPSSO em diversos Grupos de Trabalho,
Comissões Interministeriais, Conselhos e outros, aos quais competem discussão, proposição e
implementação de políticas relacionadas à saúde e segurança do trabalhador, entre eles:
I.1.1 Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho – CTSST - órgão que reúne
representantes do Governo, Empregadores e Trabalhadores, tem por objetivo avaliar e propor
medidas para implementação, no País, da Política Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho,
tendo como base a Convenção n.º 187 da OIT e o Plano de Ação Global da Organização Mundial de
Saúde – OMS. Diretrizes da Política Nacional de SST: a universalidade, precaução, precedência das
65
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
ações de promoção, proteção e prevenção sobre as de assistência, reabilitação e reparação, diálogo
social, inclusão dos trabalhadores brasileiros no sistema nacional de promoção e proteção da saúde,
harmonização da legislação, adoção de medidas especiais para setores de alto risco e para
populações desprotegidas e vulneráveis e criação de uma rede integrada de informações sobre saúde
do trabalhador.
A CTSST esteve sob a coordenação do Ministério da Previdência Social durante o ano
de 2013. Em 2014 a coordenação passará ao Ministério da Saúde, em razão do rodízio previsto em
seu ato de criação.
I.1.2 Câmara Temática de Esforço Legal: infrações, penalidades, crimes de trânsito, policiamento e
fiscalização de trânsito do CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito (as Câmaras Temáticas são
órgãos técnicos vinculados ao CONTRAN que discutem e elaboram propostas para os assuntos
deliberados pelo Conselho).
I.1.3 Comissões e Conselhos coordenados pelo Ministério do Trabalho e Emprego:
- CNPBz – Comissão Nacional Permanente do Benzeno; Subcomissão de Postos Revendedores de
Combustíveis; CTPP - Comissão Tripartite Paritária Permanente para discussão das Condições de
Saúde e Segurança do Trabalho; Comissão Nacional Tripartite Temática da Norma
Regulamentadora nº 34 (normas para a indústria da construção e reparação naval); Comissão
Permanente Nacional de Segurança em Energia Elétrica NR-10; Grupo de Trabalho Tripartite da
Norma Regulamentadora nº 15 (atividade insalubre); Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no
Trabalho – Comitê Executivo do PLANSAT, Grupo de Trabalho Setorial Transporte Rodoviário de
Cargas; Comissão Permanente Nacional de Segurança em Energia Elétrica NR 10 – CPNSEE;
Comitê Permanente Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da
Construção/NR-18; Grupo Técnico sobre a NR-15 (responsável pelo estabelecimento de limites de
tolerância à exposição ao calor, Anexo 3 da Norma Regulamentadora 15, Atividades e Operações
Insalubres).
- Comissão Tripartite do Programa de Alimentação do Trabalhador – CTPAT/DSST/MTE
(comissão responsável por acompanhar e avaliar a execução do Programa de Alimentação do
Trabalhador - PAT);
- Conselho Curador da Fundacentro/MTE (a Fundação é uma instituição do MTE que atua na área
de estudos e pesquisas relacionadas à saúde e segurança no trabalho);
- Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP (comissão responsável pelo processo de
normatização em SST no âmbito do MTE);
I.1.4 CGASS – Comitê Gestor de Atenção à Saúde do Servidor (comitê responsável pelo debate das
políticas de saúde do servidor público federal);
I.1.5 Comitê Interinstitucional de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Protocolo de Cooperação
Técnica celebrado entre TST/CSJT, MS, MTE, MPS e AGU - implementação de Programas e
Ações Nacionais voltadas à prevenção de acidentes de trabalho e ao fortalecimento da Política
Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho);
I.1.6 Comissões e Conselhos coordenados pelo Ministério da Saúde:
- Conselho Nacional de Saúde – CNS (Conselho do Ministério da Saúde responsável pela política
nacional de saúde no âmbito do SUS). Comissões e Grupos de Trabalho no âmbito do CNS/MS:
Comissão Intersetorial de Saúde da Pessoa com Deficiência – CISPD/CNS; Comissão Intersetorial
de Saúde do Trabalhador – CIST/CNS (políticas de saúde no âmbito do SUS); Saúde dos
Trabalhadores em Atividade Portuária – SEP/MTE/MPE/ANVISA-MS (situação da saúde do
trabalhador portuário).
I.1.7 Comissões coordenadas pela Presidência da República;
66
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
- Comissão Nacional Portuária – CNP: comissão coordenada pela Casa Civil da Presidência da
República que tem por objetivo o estabelecimento de políticas para o setor portuário;
- Grupo Interministerial de Articulação e Monitoramento do Plano Viver Sem Limite/SDH
(monitoramento do Plano Viver Sem Limite, Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com
Deficiência); Conselho Nacional dos Direitos do Idoso – CNDI/SDH (para elaboração e
acompanhamento da Política Nacional do Idoso). O MPS integra o CNDI e Coordena neste
Conselho a Comissão de Comunicação e Articulação com os Conselhos Estaduais de Defesa de
Direitos da Pessoa Idosa. Participou do Fórum Mundial dos Direitos Humanos/Capacitação de
Conselheiros em GO e DF e da elaboração da Agenda Propositiva do CNDI. Integra ainda a
Comissão Nacional para o Envelhecimento Ativo e Integração Inter Geracional, coordenada pela
SDH/PR. Integra o Comitê Ibero-Americano de Seguridade Social, tendo participado da
organização e realização do I Encontro Ibero Americano de Direitos Humanos das Pessoas Idosas
realizado no Brasil em setembro de 2013. Foram elaborados dois manuais sobre Previdência Social:
“Envelhecimento Ativo e Regimes Próprios de Previdência Social” e “Envelhecimento Ativo e
Preparação para a Aposentadoria”.
Meta: Participação em grupos, Comissões Temáticas e Conselhos especializados para discussão e
aprimoramento de políticas relativas ao tema “Saúde e Segurança Ocupacional”, Envelhecimento
Ativo e Políticas Públicas de Atenção as Pessoas Idosas.
Avaliação: Meta atingida; os representantes do DPSSO participaram efetivamente, das reuniões
realizadas por estes grupos Comissões Temáticas e Conselhos de Defesa de Direitos, ao longo do
exercício 2013 e contribuíram para as discussões e deliberações.
I.2 - Lei Complementar nº. 142/2013 – Aposentadoria Especial da Pessoa com Deficiência.
Após a edição da Lei Complementar nº. 142, publicada no Diário Oficial da União de
09 de maio de 2013, a qual normatizou o direito previsto no art. 201, §1° da Constituição da
República Federativa do Brasil, tornou-se necessário a regulamentação do instrumento pericial a ser
utilizado para avaliação da deficiência para fins de aposentadoria, bem como a definição do
conceito de impedimento de longo prazo. Para tal fim, foi instituído, por meio da Portaria
Interministerial MPS/SDH nº 334, de 18/07/2013, publicada no Diário oficial da União - DOU de
23/7/2013 Grupo de Trabalho - GT, coordenado pelo DPSSO, com a finalidade de homologar o
instrumento a ser aplicado pela perícia Médica do INSS na avaliação do grau de deficiência para
concessão de benefícios para a pessoa com deficiência.
Ao final, o DPSSO apresentou proposta de instrumento, com os respectivos cortes para
concessão do benefício e gradação da deficiência em leve, moderada ou grave, conforme deliberado
no GT, a qual foi debatida pelos agentes públicos elencados no Decreto nº. 8.145/2013, culminando
na publicação da Portaria Interministerial SDH/MPS/MF/MOG/AGU Nº 1, de 27 de janeiro de
2014.
Meta: Regulamentação do instrumento pericial para avaliação da deficiência para fins de concessão
da aposentadoria especial prevista na LC nº. 142/2013
Avaliação: Meta cumprida. Publicada a Portaria Interministerial SDH/MPS/MF/MOG/AGU Nº 1,
de 27 de janeiro de 2014, a qual aprova o instrumento destinado à avaliação do segurado da
Previdência Social e à identificação dos graus de deficiência, bem como define impedimento de
longo prazo.
67
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
I.3 - Seminário Internacional: “Seguridade Social e as Políticas de Segurança e Saúde do
Trabalhador no Brasil e na Espanha”
Entre os dias 8 a 10 de outubro de 2013, o DPSSO realizou o Seminário Internacional:
“Seguridade Social e as Políticas de Segurança e Saúde do Trabalhador no Brasil e na Espanha”,
por meio de cooperação técnica com a Embaixada da Espanha. O Seminário teve como objetivo
conhecer a experiência espanhola sobre as questões relacionadas à Saúde e Segurança do
Trabalhador, suas interfaces com o sistema de seguridade social, relacionando-as com as políticas
públicas de saúde e trabalho, desenvolvidas no Brasil.
A realização do Seminário contou com o apoio institucional do Ministério da
Previdência Social, do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS e da Organización
Iberoamericana de Seguridad Social – OISS. Contou com palestrantes das seguintes entidades:
Departamento de Asistencia Técnica Y Asesoramiento Público, Instituto Nacional de Seguridad e
Higiene en el Trabajo – INSHT/ Ministerio de Empleo e Seguridad Social, da Espanha; Secretaria
Executiva do MPS; Secretaria de Políticas de Previdência Social – SPPS/MPS; Departamento de
Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional - DPSSO/SPPS/MPS; Ministério da Fazenda – MF;
Central Única dos Trabalhadores – CUT; Confederação Nacional da Indústria – CNI; Ministério do
Trabalho e Emprego – MTE; Ministério da Saúde; Diretoria de Saúde do Trabalhador – DIRSAT
do Instituto Nacional de Seguro Social – INSS, FUNDACENTRO - Fundação Jorge Duprat
Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho e Fundação Osvaldo Cruz – DIREB/FIOCRUZ.
Meta: Promover o encontro de especialistas internacionais com profissionais brasileiros da área de
segurança e saúde no trabalho, de forma a promover o intercâmbio de informações e ampliar o
conhecimento técnico no País.
Avaliação: Meta cumprida.
II. Coordenação-Geral de Política de Seguro Contra Acidentes do Trabalho e Relacionamento
Interinstitucional – CGSAT
II.1– Fator Acidentário de Prevenção – FAP, processamento anual
O FAP é o instrumento da política pública previdenciária voltada à prevenção contra os
riscos ambientais do trabalho que permite flexibilizar, de forma direta, a alíquota de 1, 2 ou 3%
sobre a folha de pagamento dos empregados e trabalhadores avulsos das empresas contribuintes,
para o custeio do seguro contra acidentes e doenças do trabalho (alíquota Riscos Ambientais do
Trabalho - RAT), reduzindo-a em até 50% ou majorando-a em até 100%. O FAP é calculado para
cada empresa (CNPJ Raiz) e disponibilizado, anualmente, pela Previdência Social.
II.2 – FAP 2012 (vigência em 2013)
Das 1.029.964 empresas que tiveram seu FAP calculado em 2012, para vigência em
2013, 939.867 (91,25%) tiveram como resultado um valor de FAP de 0,5000 até o 1,0000, somente
90.097 tiveram FAP maior que 1,0000 (8,75%).
Após a disponibilização do FAP 2012, vigência 2013, foram recebidos 1.697 processos
de contestação ao processamento do FAP, de forma eletrônica (contagem final de processos por
CNPJ Raiz), conforme os prazos estabelecidos no Portaria Interministerial MPS e MF nº 424/2012,
e ainda foram recebidos cerca de 48 processos encaminhados, no prazo regulamentar, para análise e
julgamento na forma impressa.
68
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Meta: Processar e disponibilizar o processamento do FAP 2012 para vigência em 2013.
Avaliação: Meta atingida.
II.3 – FAP 2013 (vigência em 2014)
Das 963.411 empresas que tiveram seu FAP calculado em 2013, para vigência em 2014,
877.841 (91,12%) tiveram como resultado um valor de FAP de 0,5000 até o 1,0000, somente
85.570 tiveram FAP maior que 1,0000 (8,88%).
Após a disponibilização do FAP 2013, vigência 2014, foram recebidos 1.839 processos
de contestação ao processamento do FAP, de forma eletrônica (contagem final de processos por
CNPJ Raiz), conforme os prazos estabelecidos no Portaria Interministerial MPS e MF nº 424/2012,
e ainda foram recebidos cerca de 45 processos encaminhados, no prazo regulamentar, para análise e
julgamento na forma impressa.
Meta: Processar e disponibilizar o processamento do FAP 2013 para vigência em 2014.
Avaliação: Meta atingida.
Notas:
1. A análise das contestações em 1ª instância, e também na 2ª instância administrativa, conta com a colaboração de
servidores da carreira do Seguro Social (servidores do INSS convocados). Esta atividade requer conhecimento técnico
especializado e a expertise quanto à consulta e análise de informações contidas nos bancos de dados da Previdência
Social (informações de benefícios e de Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT), da GFIPWeb e do Cadastro
Nacional de Informações Sociais – CNIS. Estamos aguardando o resultado das negociações para a transferência das
análises de contestações para o CRPS.
2. O custo anual total com diárias e passagens dos servidores convocados no ano de 2013 foi de R$ 343.434,60.
3. A Previdência Social tem a necessidade de conferir celeridade e análise adequada às contestações impetradas pelas
empresas, pois, além do dever de responder satisfatoriamente ao pleito dos contribuintes com a disponibilização dos
resultados dos julgamentos das contestações no menor tempo possível, enquanto o processo administrativo de
contestação não é totalmente concluído (julgamento de 1ª instância e também o de 2ª instância, conforme o caso) a
empresa fica amparada por efeito suspensivo e assim a contribuição da alíquota RAT fica parcialmente bloqueada
(multiplicação pelo FAP fica suspensa) implicando em atraso no recebimento da arrecadação previdenciária.
II.4 – Elaboração de Notas Judiciais
A Coordenação-Geral de Política de Seguro Contra Acidentes do Trabalho e
Relacionamento Interinstitucional – CGSAT elaborou 31 Notas Judiciais em 2013 que subsidiaram
as ações judiciais (ações ordinárias e mandados de segurança) impetradas por diversas empresas,
contra a União, Estas ações são acompanhadas, no âmbito deste Ministério, pela Consultoria
Jurídica do MPS – CONJUR/MPS e cabe à Procuradoria da Fazenda Nacional – PFN a defesa junto
ao Poder Judiciário. O tema destas ações judiciais versa sobre alíquota do seguro contra acidentes
do trabalho (alíquota Riscos Ambientais do Trabalho – RAT; enquadramento do Anexo V do
Decreto nº 3.049/1999) e sobre os processamentos, legalidade e constitucionalidade do FAP, entre
outros. A demanda de subsídios é apresentada à CGSAT, em geral, pelas Procuradorias Federais
Especializadas junto ao INSS, pelas Procuradorias Regionais da Fazenda Nacional, pela Consultoria
Jurídica do MPS e diretamente pelas autoridades judiciais.
69
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Meta: Encaminhamento de resposta, com toda a informação requerida pelas autoridades judiciais,
cumprindo o prazo estabelecido, conforme o caso.
Avaliação: Meta cumprida - Foram recebidas 31 solicitações e gerado número equivalente de Notas
Judiciais em 2012.
II.5 – Elaboração de Estudos Técnicos
A CGSAT elaborou estudo na perspectiva da competência regimental de elaboração e
disponibilizar estudos que subsidiem a formulação de políticas públicas para a redução da
acidentalidade e seus efeitos nocivos, e de propor e elaborar projetos de regulamentação da
legislação aplicável à arrecadação e fiscalização das contribuições sociais decorrentes dos riscos
ambientais presentes no ambiente de trabalho: o seguro contra acidentes e doenças do trabalho –
enquadramento dos graus de risco e a avaliação da aplicação do FAP. A nota técnica produzida
contém subsídios para a tomada de decisão quanto a um possível reenquadramento dos graus de
risco das atividades econômicas e a vinculação de alíquotas RAT (1, 2 ou 3 %) para cada Subclasse
da CNAE.
Meta: Elaboração e disponibilização de estudos conforme atribuição regimental.
Avaliação: Meta cumprida.
II.6 – Tabulação e fornecimento de informações sobre acidentalidade aos parceiros institucionais e
público externo
O DPSSO recebe, de forma contínua, solicitações de produção e disponibilização de
informações que servem à formulação de políticas públicas sobre temas relacionados à saúde e
segurança ocupacional, fiscalização, acompanhamento de arrecadação e cobrança de créditos
previdenciários, inspeção nos ambientes de trabalho, estudos técnico-científicos, produção de
matérias de interesse da população sobre o tema acidentes e doenças do trabalho, entre outros.
A CGSAT disponibilizou, entre outros: as informações contidas nos bancos de dados da
Previdência Social acerca dos registros de acidentes e doenças do trabalho, de forma trimestral, ao
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, em cumprimento à definição estabelecida em Decreto;
informações contidas no banco de dados do FAP para acesso em tempo real pelas áreas de
tributação, arrecadação e fiscalização da Receita Federal do Brasil; informações sobre aplicação de
bonus e malus às empresas decorrentes do processamento anual do FAP; e, informações sobre
temas específicos à rede de imprensa para elaboração de matérias de interesse da população.
Meta: Fornecimento de informações requeridas aos parceiros institucionais no tema saúde e
segurança ocupacional, aos organismos de controle da fiscalização, tributação e arrecadação de
créditos previdenciários e ao público externo.
Avaliação: Meta cumprida - todas as informações foram disponibilizadas de acordo com o tempo
necessário para as suas tabulações e segundo a possibilidade de atendimento averiguado dentro do
limite da capacidade de produzi-las com a interveniência da DATAPREV e do limite da
manutenção do sigilo, conforme o caso.
II.7 – Elaboração e divulgação de dados e informações da acidentalidade, motivos de afastamento,
no portal da Previdência Social
70
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
A Coordenação de Prevenção de Acidentes do Trabalho – COPAT, da Diretoria de
Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional – DPSSO, faz tratamento dos dados relacionados aos
benefícios por incapacidade contidos no Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho – AEAT que
a Previdência Social disponibiliza, de forma desagregada, no espaço do DPSSO na página do MPS
na internet. Essas informações são a fotografia da acidentalidade por código da Classificação
Internacional de Doenças – CID, em sua 10ª Revisão, e principais setores econômicos que estão
disponibilizados universalmente para que a comunidade científica, técnicos, demais órgãos do
governo e sociedade possam acompanhar a questão da acidentalidade e traçar estratégias de
políticas de prevenção acidentária.
Meta: Divulgação de informações sobre concessão de auxílios-doença, de natureza acidentária e
não acidentária, com a desagregação segundo códigos da Classificação Nacional de Atividade
Econômica – CNAE e dos capítulos da Classificação Internacional de Doenças – CID-10.
Avaliação: Meta atingida – informações disponibilizadas mensalmente no Portal da Previdência
Social quanto à desagregação pelos códigos CID-10 e pela Classificação Nacional de Atividades
Econômicas - CNAE para os benefícios Auxílio-Doença, Previdenciários e Acidentários até a
competência de dezembro de 2012.
III. Coordenação-Geral de Monitoramento dos Benefícios por Incapacidade – CGMBI
III.1 - Desenvolvimento de planos e programas para as atividades de reabilitação profissional
A CGMBI realizou a visita técnica para intercâmbio de experiências prevista no Acordo
de Cooperação Técnica, celebrado em 13 de setembro de 2012, entre o Instituto Nacional do Seguro
Social - INSS e o Seguro Social Alemão de Acidentes de Trabalho - Deutsche Gesetzliche
Ufallversicherung – DGUV que conta com a interveniência do Ministério da Previdência Social MPS e a Organização Iberoamericana de Seguridade Social - OISS,
A CGMBI recepcionou a Comitiva Alemã (Seguro Social Alemão de Acidentes de
Trabalho - Deutsche Gesetzliche Ufallversicherung – DGUV) no MPS para fins de aprofundamento
do Intercambio para troca de experiências.
Meta: Produzir diagnósticos e aproveitar experiências.
Avaliação: Meta cumprida.
III.2 Participação no GTSST
A CGMBI participou do GTSST (Grupo de Trabalho Interministerial responsável pela
avaliação e proposição de políticas de Saúde e Segurança no Trabalho – criado pela Portaria
Interministerial MPS/MTE/MS/MPOG nº 323/2012) como convidado. Entre as atribuições do
grupo está a de “propor a reformulação do modelo de avaliação médico pericial do Instituto
Nacional do Seguro Social – INSS, no âmbito de uma política de saúde e segurança no trabalho
com foco na prevenção e a reabilitação física e profissional do trabalhador.”.
Em relação à reabilitação profissional, a CGMBI tem contribuído para fortalecer a
parceria com o Serviço Social da Indústria – SESI para que o Programa de Reabilitação Profissional
da Previdência Social possa utilizar e ter como referência o programa desenvolvido pelo SESI, de
reconhecida excelência.
71
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
A CGMBI realizou visitas técnicas às superintendências do INSS e GEX (RJ, RS e SP),
Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Rio de Janeiro – INTO/RJ e Centro Integrado
de Atenção a Pessoa com deficiência- CIAD/RJ, para iniciar tratativas a respeito do Projeto de
Implementação da Reabilitação Integral, que se encontra em curso, visando a recuperação do
segurado na área de Reabilitação Integral.
Realizou reuniões técnicas com Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer de
Tecnologias Assistivas, localizado na cidade de Campinas – SP, para possibilitar aproveitamento de
tecnologias para segurado em reabilitação.
Também realizou tratativas para o credenciamento de empresas no cartão BNDES, a
fim de estimular investimentos que ofereçam aumento de produtividade combinados com meios
para proteção da saúde e segurança do trabalho, para estimular práticas de prevenção.
Meta: Desenvolver planos, programas e metas para as atividades de reabilitação profissional.
Avaliação: Meta parcialmente cumprida. Importante ressaltar que o trâmite administrativo de
acordos de cooperações técnicas abrange diversas fases e a atuação de setores como Consultoria
Jurídica e setores responsáveis pela gestão orçamentária dos recursos, além da atuação de órgãos
externos ao MPS.
III.3 – Acompanhar e avaliar a implementação do Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP
Participação na finalização do processo de construção do PPP, versão eletrônica. A
CGMBI participou de reuniões de Grupo de Trabalho criado no âmbito do Ministério da Fazenda,
responsável pela construção da Escrituração Fiscal Digital, que veio a ser a digitalização das
demonstrações contábeis e declarações a serem entregues pelas empresas à Fazenda Nacional. A
participação da CGMBI nessas reuniões tem teve o intuito de incluir o Formulário PPP.
Conclusão do processo de transferência dos campos PPP para E-social. Fase concluída.
Fonte: http://www.esocial.gov.br/
Meta: Construir e-social.
Avaliação: Meta cumprida.
III.4 - Propor e participar de estudos e pesquisas em matéria de segurança e saúde no trabalho
A CGMBI propôs e participou ativamente de estudos e pesquisas em matéria de
segurança e saúde no trabalho, que resultaram em propostas como:
- aumento do período da franquia do Auxílio-Doença Acidentário de 15 para 30 dias, tendo como
contrapartida a extinção da contribuição previdenciária sobre os valores pagos pela empresa durante
este período;
- progressão do direito à manutenção do contrato de trabalho, em caso de acidente de trabalho,
progressivamente de acordo com o número de contribuições do trabalhador;
- proposta de Lei Complementar para Aposentadoria por Condições Especiais de trabalho MACET / Art. 201 da CRFB88. (Realizada a fase I, em contratação a fase II);
- alteração do termo “Auxílio Acidente” para “Indenização por Perda de Funcionalidade – IPF”,
dando a correta nomenclatura ao termo. Substituição do conceito de Acidente de Trabalho pelo de
Agravo à Saúde do Trabalhador;
72
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
- introduzir a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde – CIF nas
rotinas e sistemas corporativos de concessão de beneficio por incapacidade. O benefício será pago
em função do grau de Comprometimento de Funcionalidade – CF (oferecido pelo Índice de
Funcionalidade Brasil - IFBr) e da expectativa de sobrevida quando do acometimento funcional. Os
critérios de Comprometimento de Funcionalidade serão os mesmos da Aposentadoria Especial para
Deficientes aprovados pelo Congresso;
- alteração da nomenclatura “auxílio doença” para “auxílio incapacidade”;
- projeto de lei que regulamenta a CRFB/88 no tocante ao adicional de insalubridade quanto ao
direito à redução dos riscos;
- para redistribuir os valores arrecadados pelo DPVAT, incluindo o INSS como destinatário para
pagamento de benefícios, já que muitos dos beneficiários são acidentados de trânsito.
Meta: Estabelecer parâmetros científicos para o aperfeiçoamento das políticas relacionadas à Saúde
e Segurança do Trabalhador.
Avaliação: Meta atingida. Importante ressaltar que o trâmite administrativo de acordos de
cooperações técnicas abrange diversas fases e a atuação de setores como Consultoria Jurídica e
setores responsáveis pela gestão orçamentária dos recursos, além da atuação de órgãos externos ao
MPS e que os estudos e pesquisas devem ser concluídos no prazo de 13 meses a contar da
assinatura.
III.5 – Emissão de Expedientes Administrativos
A CGMBI elaborou 34 pareceres (entre Notas Técnicas, Notas de Despacho e
levantamento de dados) em 2013 em resposta aos pleitos originários dos órgãos vinculados ao MPS,
do Congresso Nacional e do Ministério Público do Trabalho. Em sua maioria, os assuntos versam
sobre alterações de Decretos e Projetos de Lei relacionados à aposentadoria especial.
Meta: Encaminhamento de resposta, com toda a informação requerida pelos órgãos citados,
conforme o caso.
Avaliação: Meta cumprida.
III.6 – Palestras sobre segurança e saúde no trabalho em eventos externos ao MPS
- Palestra no 10º Módulo Concentrado de Aperfeiçoamento de Magistrados – MCAM pela Escola
Judicial do TRT 6ª Região.
- Audiência Pública na câmara federal sobre Aposentadoria Especial das pessoas com deficiência.
- Audiência Pública na Câmara Federal sobre doenças renais.
- Palestra na Embrapa Cerrados sobre Referência da Saúde do Trabalhador: Desafio Empresarial.
- Palestra na CNTI – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria sobre Atualidade e
Perspectivas da Previdência Social face às homologações.
- Palestra no Ministério Público do Trabalho sobre Nexo Técnico Epidemiológico em Frigoríficos.
Meta: Palestrar sobre segurança e saúde no trabalho em eventos externos.
73
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Avaliação: Meta cumprida.
III.7 – Elaborar, desenvolver e acompanhar Projetos relativos aos Benefícios por Incapacidade.
Após procedimento de articulação institucional e os devidos trâmites administrativos,
foi assinado Termo de Cooperação Técnica, em 8 de novembro de 2012, entre o MPS e a UnB para
a realização de estudos e pesquisas científicas visando a construção de um Modelo de
Aposentadoria por Condições Especiais de Trabalho – MACET. A CGMBI continuou atuando em
2013 como fiscal do contrato e orientadora dos estudos, participando das reuniões de
acompanhamento. O referido contrato foi finalizado em dezembro/2013.
Meta: Estabelecer parâmetros científicos para o aperfeiçoamento do modelo de aposentadoria
especial adotado no País.
Avaliação: Meta atingida.
2.4.
Demonstração da Execução do Plano de Metas ou de Ações no Exercício
Ação 20GN – Educação Previdenciária e Financeira – Dados Gerais
Tipo da Ação
Finalidade
Descrição
Atividade
Informar e conscientizar os segurados e potenciais segurados acerca de seus direitos
e deveres promovendo a valorização da cidadania e incentivando a inclusão e
permanência no sistema de previdência, buscando assim garantir um sistema mais
justo e sustentável.
Identificação do público alvo a ser atingido; planejamento das ações de
conscientização e informação a serem realizadas com vistas ao atingimento do
púbico alvo identificado; organização e realização das ações, com produção e
distribuição do material informativo; preparação de material didático e de
divulgação; busca progressiva do aumento do número de participantes do sistema de
previdência visando à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e contribuindo
para a sustentabilidade do país; identificação de potenciais participantes de um
determinado segmento, identificando suas necessidades; Organização e realização
de cursos e palestras de temas relacionados à Educação Previdenciária e Financeira;
realização de cursos para a formação de disseminadores de educação previdenciária
e financeira; elaboração de material didático e de divulgação; custeio de passagens e
diárias.
Fomentar ações e atividades que promovam o envelhecimento ativo dos aposentados
e pensionistas, de forma descentralizada e participativa mediante parcerias com
organizações governamentais, não governamentais e demais, segmentos da
sociedade, contemplando o desenvolvimento de serviços e programas direcionados
aos segurados. E ainda, formação continuada de técnicos e gestores, realização de
ciclos de palestras, atividades que estimulem a autonomia dos beneficiários,
realização de eventos nacionais e internacionais para intercâmbio de experiências e
aprimoramento da política de proteção social para os idosos voltados a uma
previdência justa, solidária e cidadã. Realizar acordos de cooperação técnica em
âmbito nacional e internacional, expandindo a cobertura previdenciária,
proporcionando qualidade de vida, ampliando a ação do Estado no campo social e
garantindo o exercício da cidadania.
Estimular a criação, a implementação e a manutenção de programas de preparação
para a aposentadoria dos contribuintes e beneficiários da previdência social nos
setores público e privado para a nova etapa de vida, inclusive mediante parcerias
com instituições públicas e privadas. Possibilitando ainda, aos servidores e
contribuintes em vias da aposentar-se à reflexão para melhor compreensão do
74
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
processo de mudança, bem como a utilização do seu potencial criativo e
transformador em relação à própria vida. Reforçar a imagem positiva da
aposentadoria como tempo de inúmeras realizações pessoais e sociais.
Ação 20GN – Educação Previdenciária e Financeira – Resultados
Meta Física: 4.406
Pessoa Informada: 0
% Execução: 0%
Meta Financeira (LOA + CRÉDITO): R$ 100.000,00
Executado: R$ 0,00
% de Execução: 0%
Não houve execução física e nem financeira devido ao pequeno valor alocado para a
Ação (R$ 100.000,00), insuficiente para os projetos pretendidos, acrescido dos limites
orçamentários estabelecidos pelo Decreto nº. 8.062/2013 e pelas Portarias MP nºs 267 e 268, ambas
de 30 de julho de 2013, sendo o valor direcionamento para assegurar o limite em outras Ações da
SPPS.
Ação 20HQ – Promoção de Ações de Diálogo Social e Inclusão no Sistema Previdenciário –
Dados Gerais
Tipo da Ação
Finalidade
Descrição
Atividade
Incentivar o diálogo social para a promoção da participação da sociedade civil na
definição e implementação da política Previdenciária.
Utilização do Diálogo Social para a promoção e o incentivo à participação da
sociedade civil na definição e implementação da política Previdenciária. Para tanto,
esta iniciativa garante o funcionamento do Conselho Nacional de Previdência Social
– CNPS, que é o fórum primordial das discussões dessa política.
Identificação e diagnóstico situacional das entidades, cooperativas e associações;
capacitação e orientação de dirigentes e associados das diversas entidades,
cooperativas e associações, a fim de estruturar ações coordenadas destes atores
visando a formalização previdenciária. Além disso, a ação engloba a realização de
seminários, a elaboração de planos de ação, e a confecção de material educativo e
informativo.
Ação 20HQ – Promoção de Ações de Diálogo Social e Inclusão no Sistema Previdenciário –
Resultados
Meta Física: 25
Ação Apoiada: 68
% Execução: 272%
75
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Meta Financeira (LOA + CRÉDITO): R$ 3.110.324,00
Executado: R$ 1.394.576,98
% de Execução: 44,82%
A execução física superou a meta prevista em decorrência da otimização de várias
atividades, enquanto que a meta financeira ficou aquém do estimado em razão dos limites
orçamentários estabelecidos pelo Decreto nº. 8062/2013 e pelas Portarias MP nºs 267 e 268, ambas
de 30 de julho de 2013.
Ação 2276 – Auditoria nos Regimes Próprios dos Servidores Públicos – Dados Gerais
Tipo da Ação
Finalidade
Descrição
Atividade
Assegurar a correta aplicação dos requisitos definidos na Lei 9.717, de 27 de
novembro de 1998, e normas regulamentares, visando à garantia da sustentabilidade
financeira, econômica e atuarial dos regimes próprios de previdência social dos
servidores públicos da União, Estados, Municípios e Distrito Federal.
Realização de auditorias diretas e indiretas para verificação do cumprimento dos
requisitos normativos, referentes à constituição e funcionamento dos Regimes
Próprios de Previdência Social - RPPS, bem como análise atuarial, contábil e da
aplicação dos recursos previdenciários. Elaboração de metodologia para auditoria
dos regimes próprios; elaboração de plano de auditoria periódica; desenvolvimento
de sistema de planejamento, execução e monitoramento das auditorias e controle da
tramitação do Processo Administrativo Previdenciário; elaboração de normas de
auditoria; recebimento e análise periódica de informações financeiras, atuariais e
contábeis; discussão, planejamento e implementação de medidas corretivas e/ou
punitivas para as irregularidades observadas, bem como o monitoramento dos
regimes próprios sujeitos a medidas corretivas; avaliação e melhoria da metodologia
de avaliação; capacitação técnica de auditores. Aquisição de equipamentos.
Ação 2276 – Auditoria nos Regimes Próprios dos Servidores Públicos – Resultados
Meta Física: 360
Regimes Previdenciários Auditados: 462
% Execução: 128,33 %
Meta Financeira (LOA + CRÉDITO): R$ 2.862.747,00
Executado: R$ 1.608.825,03
% de Execução: 56,20%
A execução orçamentária em 2013 ficou abaixo do previsto em razão da redução do
contingente fiscal devido a aposentadoria de auditores-fiscais, sem a reposição do quadro.
A meta física foi estipulada em 360 auditorias, e reajustada internamente,
posteriormente, para 400 auditorias, para adequá-la ao indicador previsto no Plano de Ação
Integrado. Foram concluídas auditorias em 462 entes federativos, cujo resultado foi também
alterado no decorrer de novas finalizações internas dos processos para 476 auditorias. A meta física
76
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
foi ultrapassada considerando a meta inicial e a ajustada em razão da racionalização dos métodos e
procedimentos de auditoria direta, o que permitiu a realização de maior número de auditorias. Além
disso, foram realizadas várias auditorias diretas não presenciais, específicas em investimentos, que
demandam menor tempo de realização.
Ação 2274 – Assistência Técnica à Ampliação e Reforma dos Regimes Próprios de Previdência
– Dados Gerais (Programa 2061)
Tipo da Ação
Finalidade
Descrição
Atividade
Apoiar o processo de adequação dos regimes próprios e complementares de previdência
dos servidores públicos na União, Estados, Municípios e Distrito Federal às normas em
vigor.
Elaboração de trabalhos visando subsidiar a definição do desenho e da normatização
dos regimes próprios de previdência dos servidores públicos da União, Estados,
Municípios e Distrito Federal. Realização de workshops, treinamentos e palestras para
os servidores da SPS, dos Estados e dos Municípios; realização de recadastramento dos
servidores públicos estaduais e municipais; realização de estudos para modelo de gestão
dos órgãos dirigentes dos regimes próprios de previdência dos Estados e Municípios,
fomentar a criação de regimes próprios de previdência social e disseminar conteúdo
técnico relativo à compensação previdenciária.
Ação 2274 – Assistência Técnica à Ampliação e Reforma dos Regimes Próprios de Previdência
– Resultados
Meta Física: 820
Assistência Técnica Realizada: 0
% Execução: 0%.
Meta Financeira (LOA + CRÉDITO): R$ 40.629.451,00
Executado: 0 (vide explicação no texto)
% de Execução: 0 (vide explicação no texto)
Não ocorreu a efetivação de nenhuma contratação em razão da escassez de tempo, pois
o Acordo foi celebrado somente em 10 de junho de 2013, impactando negativamente na adoção de
vários procedimentos internos, agravado, ainda mais, em decorrência do contingenciamento
orçamentário estabelecido no âmbito do Governo Federal pelo Decreto nº. 8.062/2013 e pelas
Portarias MP nºs. 267 e 268, ambas de 30 de julho de 2013. Os recursos orçamentários foram
incluídos no PLOA de 2014, em parte.
As contratações e as execuções orçamentarias e financeiras foram transferidas para
2014.
77
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
2.5.
Informações sobre Indicadores
Adiante se encontram os indicadores de desempenho elaborados pela CoordenaçãoGeral de Auditoria, Atuária, Contabilidade e Investimentos CGACI e Coordenação-Geral de
Normatização e Acompanhamento Legal – CGNAL, ambas vinculadas ao Departamento dos
Regimes de Previdência no Serviço Público – DRPSP, bem como do Departamento do Regime
Geral de Previdência Social – DRGPS. Os indicadores relativos ao Departamento de Políticas de
Segurança e Saúde Ocupacional - DPSSO encontram-se no corpo do texto descritivo pertinente às
suas atividades.
TABELA XIX - INDICADORES DE DESEMPENHO DE 2013 - COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA,
ATUÁRIA, CONTABILIDADE E INVESTIMENTOS – CGACI/DRPSP
Denominação do
indicador
Ações de auditoria direta
Tipo
Eficácia
Cumprimento do programa
Eficácia
de auditoria direta
Descrição
Mede a execução de
ações de auditoria in
loco, em relação ao
planejado (meta)
Mede o cumprimento
das ações de auditorias
in loco programadas
Avalia a carga de
Distribuição de processos
Eficiência trabalho dos auditoresde auditoria
fiscais
Análise de produtividade
Avalia a capacidade de
Eficiência trabalho dos auditoresfiscais
Mede o tempo médio
entre o início da
Prazo
médio
para
Eficiência auditoria e a
apresentação do relatório
apresentação do
relatório
Quantificador
Valor
n° de auditorias diretas
realizadas / n° de
auditorias diretas
planejadas
462 = 128,3 %
360
n° de auditorias diretas
programadas realizadas
/ n° de auditorias
diretas programadas
440 = 83,8 %
525
n° de processos prontos
525 = 15,9 processos
para auditoria / n° de
33
auditores-fiscais
n° de auditorias
realizadas no ano / n°
de auditores-fiscais
462 = 14,0 auditorias
33
Somatório do tempo
entre a auditoria e a
apresentação do
relatório / n° de
relatórios
55,3 dias
Fonte: SPPS/MPS
NOTAS:
1. Nº de auditorias diretas planejadas = 360, posteriormente ajustada para 400 (meta anual informada no PAI PPA).
2. Nº de auditorias diretas programadas = 525 (anual, conforme programação constante no Aplicativo de Apoio da
SPPS).
3. Nº de auditorias programadas e realizadas em 2013 = 440.
4. Nº de auditorias diretas realizadas = 462 (informação em 16.01.2014), posteriormente ajustada para 476 (inclui
auditorias iniciadas no ano anterior).
5. Nº de auditores-fiscais externos = 33 (nº médio no período).
6. A meta anual de auditorias a realizar foi superada em 28,3%.
78
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
7. O cumprimento do programa de auditorias atingiu 83,8 % do programado para o exercício (algumas auditorias
iniciadas em 2013 serão concluídas em 2014).
8. A carga de trabalho de cada auditor-fiscal foi de 15,9 processos/ano, tendo sido concluídos 14,0
processos/ano/auditor (no exercício anterior).
9. O Indicador “Cumprimento do Programa de Auditoria Direta” mede o cumprimento das ações, tendo como referência
as AUDITORIAS PROGRAMADAS, comparando-se, anualmente, o número de auditorias programadas e encerradas
com o número de auditorias programadas. Observamos a necessidade de aperfeiçoar o indicador no Aplicativo de
Apoio, assegurando uma visão do desempenho dentro de cada exercício analisado, o cálculo do quantificador está sendo
ajustado no Aplicativo de Apoio, passando a ser calculado da seguinte forma: Número de Auditorias Diretas
Programadas e Encerradas no Exercício dividido pelo Número de Auditorias Programadas no Exercício.
10. Observa-se um incremento da produtividade de 11,0 auditorias concluídas por auditor em 2011, para 12,2 em 2012,
e 14,0 em 2013. Os dados indicam uma expressiva redução do prazo médio para apresentação do relatório (de 64,6 dias
em 2011 para 63,4 dias em 2012 e 55,3 dias em 2013). Houve, no entanto, uma significativa piora no índice de
cumprimento da programação de auditoria (de 96,85% em 2011, para 99,2% em 2012 e 83,8% em 2013), em
decorrência do ajuste efetuado no cálculo em 2013, conforme observação anterior.
Os indicadores referentes às ações de auditorias indiretas, tanto as de responsabilidade
da Coordenação-Geral de Auditoria, Atuária, Contabilidade e Investimentos – CGACI quanto da
Coordenação-Geral de Normatização e Acompanhamento Legal – CGNAL encontram-se
informados nas planilhas de monitoramento das ações do Plano de Ação Integrado – PAI.
TABELA XX – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – EDIÇÃO MENSAL DO INFORME PREVIDÊNCIA
SOCIAL – DRGPS
Ação
Descrição
Meios utilizados
Resultado esperado
Responsável
Edição Mensal do Informe de Previdência Social.
Publicação mensal de um artigo institucional ou assinado e do
resultado do RGPS.
Elaboração/seleção de artigo e apuração dos resultados.
Edição e publicação mensal do Informe.
CGEPR – Emanuel de Araújo Dantas.
Meta: Publicar o Informe da Previdência Social todo mês.
Indicador de Eficácia: Índice de Publicação de Informes.
  Número de Informes Publicados 
TPI  
  100
12


Avaliação de desempenho em dezembro/2013: 100% da meta anual, ou seja, 12 Informes
publicados.
TPI = 12/12*100 = 100%
Conclusão: Meta atingida.
79
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
TABELA XXI – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – SISTEMATIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS EM ANUÁRIOS ESTATÍSTICOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL – DRGPS
Ação
Sistematização de informações previdenciárias, acidentárias,
socioeconômicas e demográficas do ano anterior em Anuários
Estatísticos da Previdência Social.
Descrição
Consolidação/atualização de estatísticas sobre a previdência social e
acidentes do trabalho que subsidiem estudos e análise de alterações
na política previdenciária bem como suas interações com questões
de mercado de trabalho, demografia e finanças públicas. Publicações
divulgadas em papel, CD-ROM e Internet com aplicativos que
permitem a construção de séries históricas e tabelas personalizadas.
Meios utilizados
Coleta de dados oficiais nos diversos sistemas informatizados,
inclusive mediante tabulações especiais e específicas.
Resultado esperado
Produção e disponibilização pública de:
I – AEPS relativo ao exercício anterior, até setembro a versão para
Internet; até novembro a versão em CD ROM; e até dezembro a
versão impressa.
II – AEAT relativo ao segundo exercício anterior, em janeiro, a
versão para Internet; em fevereiro, a versão em CD-ROM; e em
março a versão impressa.
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira
Responsável
Meta: Publicar e disponibilizar o AEPS e o AEAT, ou seja, 100% da ação total, cujas partes
principais são ponderadas pela ordem na razão de 3x1 e em relação às versões: 70% para Internet
(A/a); 10% para CD ROM (B/b) e 20% para impressa (C/c).
Indicador de Eficácia: Índice de Anuários Estatísticos editados e divulgados no ano.
IAEst = ((A + B + C) + (a + b + c)) / 2
IAEst = ((70+10+0)+(0+0+0))/2 = 40
Avaliação de desempenho em dezembro/2013: 40 % da meta anual concluída. Devido a problemas
na editoração eletrônica do AEPS 2012 não foi possível providenciar a impressão do anuário no ano
de 2013, devendo ser produzido em 2014. Quanto ao AEAT, os trabalhos foram finalizados em
dezembro, com a divulgação pela Internet em janeiro de 2014. A produção dos CD-ROM e a
impressão devem ocorrer em 2014.
TABELA XXII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – EDITAR BOLETINS ESTATÍSTICOS DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL – NACIONAIS E REGIONAIS – DRGPS
Ação
Descrição
Editar Boletins Estatísticos de Previdência Social - Nacionais e
Regionais.
Informativo mensal com informações gerenciais em nível nacional, e
semestral com informações gerenciais em nível regional, sobre
concessão e emissão de benefícios, receita previdenciária, grandes
80
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
números da Previdência Social e índices econômicos. O BEPS
Nacional conta ainda com edição mensal em inglês.
Meios utilizados
Extração de dados dos sistemas de benefícios, de arrecadação e outros.
Resultado esperado
Edição mensal de BEPS Nacional, com versões em português,
espanhol e inglês, e duas edições semestrais com dados regionais e
estaduais.
Responsável
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira.
Meta: 100% de publicação e disponibilização do Boletim Estatístico de Previdência Social, de
âmbito nacional, mensal e nas versões em português (A = 12 edições), espanhol (B=12 edições) e
inglês (C = 12 edições), e de dois Boletins Estatísticos de Previdência Social Regionais (D = 2
edições).
Indicador de Eficácia: Índice de Publicação de Boletins Estatísticos da Previdência Social no ano.
IPBEPS = (A + B + C + D)/38 x 100
Avaliação de desempenho em janeiro/2014:
IPBEPS = (12 +12 + 12 + 2)/38 x 100 = 100
Em janeiro de 2014 foi atingida 100% da meta estabelecida para o ano. Deve ser observado que o
BEPS de dezembro e a segunda edição do BEPS regional, com referência de dezembro, são
publicados no mês de janeiro do ano seguinte.
Conclusão: Meta totalmente cumprida.
TABELA XXIII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – APURAR O VALOR MÉDIO DOS BENEFÍCOS E
MINUTAR PORTARIA MINISTERIAL PARA DIVULGAÇÃO DO VALOR APURADO – DRGPS
Ação
Apurar o valor médio dos benefícios e minutar Portaria Ministerial
para divulgação do valor apurado.
Descrição
Calcular mensalmente o valor médio dos benefícios pagos pelo INSS
utilizados como parâmetro no sistema de compensação existente entre
o RGPS e os RPPS e preparar Portaria Ministerial para sua divulgação
Meios utilizados
Processamento dos valores benefícios pagos e apuração do valor médio
dos pagamentos realizados.
Resultado esperado
Preparação mensal de Portaria até o dia 03 de cada mês.
Responsável
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira.
Meta: 100%, que corresponde a apurar e divulgar mensalmente o valor médio dos benefícios
previdenciários.
Indicador de Eficácia: Índice de Apuração do Valor Médio dos Benefícios
81
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
  Número de Portarias Publicados 
IAVM  
  100
12


Avaliação de desempenho em dezembro/2013: 100% da meta anual, ou seja, 12 (doze) Portarias
divulgando o valor médio dos benefícios previdenciários.
Conclusão: Meta totalmente cumprida.
TABELA XXIV - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – PREPARAR PORTARIA MINISTERIAL PARA
DIVULGAÇÃO DOS ÍNDICES DE ATUALIZAÇÃO DOS SALÁRIOS-DE-CONTRIBUIÇÃO - DRGPS
Ação
Preparar Portaria Ministerial para divulgação dos índices de
atualização dos salários-de-contribuição.
Descrição
Apurar mensalmente o índice de atualização dos salários-decontribuição para cálculo do salário-de-benefício, pecúlios e
pagamentos de parcelas em atraso, tanto do RGPS como dos RPPS e
preparar Portaria Ministerial para sua divulgação.
Meios utilizados
Aplicação dos índices oficiais de atualização sobre os valores
vigentes.
Resultado esperado
Preparação mensal de Portaria até o dia seguinte ao de divulgação do
Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Responsável
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira.
Meta: 100%, que corresponde a apurar e divulgar mensalmente os índices de atualização dos
salários-de-contribuição utilizados no cálculo do valor dos benefícios previdenciários.
Indicador de Eficácia: Índice de Apuração de Fatores de Atualização dos Salários-de-Contribuição.
  Número de Portarias Publicadas 
IAFA  
  100
12


Avaliação de desempenho em dezembro/2013: 100% da meta anual, ou seja, 12 (doze) Portarias
divulgando o valor médio dos benefícios previdenciários.
Conclusão: Meta totalmente cumprida.
TABELA XXV – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – APURAR E DIVULGAR NO SÍTIO DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL OS VALORES DE ARRECADAÇÃO E DE PAGAMENTO DE BENEFÍCIOS NOS
MUNICÍPIOS – DRGPS
Ação
Apurar e Divulgar no sítio da Previdência Social (Internet) os
valores de arrecadação e de pagamento de benefícios nos
82
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
municípios.
Descrição
Divulgação ao público dos valores arrecadados e emitidos pelo
RGPS em cada município brasileiro.
Meios utilizados
Publicação na página de estatísticas da Previdência Social na
Internet.
Resultado esperado
Apuração e disponibilização pública dos valores arrecadados e dos
benefícios emitidos em cada município brasileiro no exercício
anterior.
Responsável
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira
Meta: Publicar até o mês de fevereiro os valores arrecadados e os benefícios pagos pelo RGPS no
ano anterior para cada um dos municípios brasileiros.
Indicador de Eficácia: Índice de Divulgação de Valores Arrecadados e Emitidos por Município.
IDVAEM = 1 se publicado ou 0 se não publicado.
Avaliação de desempenho em janeiro de 2014: Apurados e divulgados os valores correspondentes a
cada município brasileiro. Deve ser observado que é necessário aguardar o processamento dos
pagamentos de dezembro e os recebimentos desse mês para a produção do dado anual de 2013, por
isso o produto somente está disponível no mês de janeiro do ano seguinte ao de referência.
Conclusão: Meta atingida.
TABELA XXVI – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – PROJETAR RECEITA E DESPESA DO ANO
SEGUINTE E DE LONGO PRAZO – DRGPS
Ação
Projetar receita e despesa do ano seguinte e de longo prazo.
Descrição
Projeções de receitas e despesas do RGPS para subsidiar a elaboração do
PLDO e do PLOA do ano, bem como de projeção publicada no Relatório
Resumido de Execução Orçamentária – REO, publicado pela Secretaria do
Tesouro Nacional em janeiro de cada ano.
Meios utilizados
Parâmetros previamente definidos e/ou informados pelo MPOG e MF.
Resultado esperado
Apresentar as projeções para os Relatórios Resumidos de Execução
Orçamentária (Jan); Projeto LDO (Março); Projeto LOA (julho)
Responsável
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira
Meta: 100% das projeções a tempo de serem consideradas nos Relatórios e Projetos
Governamentais (janeiro, março e julho) do ano.
Indicador de Eficácia: Índice de Projeção Receita e Despesas.
  Número de Projeções Produzidas
IPRD  
3


  100

83
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Avaliação de desempenho em dezembro/2013: 100% da meta anual, ou seja, realizadas a tempo as
projeções previstas para o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (janeiro); para a LDO
2014 (março) e PLOA 2014 (julho).
Conclusão: Meta totalmente cumprida.
TABELA XXVII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – ACOMPANHAR EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
DO RGPS E ATUALIZAR PROJEÇÕES PARA FINS GERENCIAIS – DRGPS
Ação
Acompanhar execução orçamentária do RGPS e atualizar projeções
para fins gerenciais.
Descrição
Produção de projeções mensais de receitas e despesas do RGPS, para
fins de acompanhamento e gerenciamento desse Regime.
Meios utilizados
Parâmetros informados pela SPE/MF e obtidos no Fluxo de Caixa do
INSS.
Resultado esperado
Divulgação interna de 14 projeções de receitas e despesas do RGPS.
Responsável
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira.
Meta: Realizar 14 projeções anuais, sendo 12 do ano em curso e 2 do ano posterior.
Indicador de Eficácia: Índice de Acompanhamento e Atualização de Projeções.
  Número de Projeções Realizadas
IAAP  
  100
14


Avaliação de desempenho em dezembro/2013:
Realizadas 14 projeções no ano, sendo 12 referentes ao ano de 2013 e 2 referentes ao ano de 2014,
correspondendo a 100% da meta estimada.
Conclusão: Meta totalmente cumprida.
TABELA XXVIII – INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – DISPONIBILIZAR DADOS PARA
INDICADORES DE ACIDENTES DO TRABALHO DA REDE INTERAGENCIAL DE INFORMAÇÕES PARA
SAÚDE – RIPSA – DRGPS
Ação
Disponibilizar dados para indicadores de Acidentes do Trabalho da Rede
Interagencial de Informações para Saúde – RIPSA.
Descrição
Fornecer à RIPSA indicadores específicos de mortalidade e morbidade
relacionados a acidentes do trabalho.
Meios utilizados
Extração de dados oficiais nos sistemas de concessão e manutenção de
benefícios da Previdência Social, e de registro de Comunicações de
Acidentes do Trabalho – CAT.
84
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Resultado esperado
Compor quadro geral sobre indicadores de mortalidade e morbidade
publicados anualmente pela RIPSA.
Responsável
CGEDA – Eduardo da Silva Pereira.
Meta: Encaminhar à RIPSA, para divulgação, 1 indicador de mortalidade e 3 indicadores de
morbidade relacionados a acidentes do trabalho.
Indicador de Eficácia: Índice de Produção de Indicadores RIPSA, onde m é o mês de referência para
envio dos dados e t é o mês do efetivo envio dos dados. Como os dados são normalmente
encaminhados no mês de outubro, m assume o valor 10, correspondente a esse mês. Se o envio for
feito em setembro, o Índice seria igual a 1 e se for feito em novembro o Índice seria igual a -1.
Assim, quanto maior a diferença (m – t) mais eficaz terá sido o trabalho desenvolvido.
IPIRIPSA  (m - t)
Avaliação de desempenho em dezembro/2013:
IPIRIPSA = (10-11) = -1
Conclusão: Os dados de 2012 foram encaminhados à RIPSA no dia 11 de novembro de 2013.
TABELA XXIX - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 - ANÁLISE DE PROPOSIÇÕES LEGISLATIVAS EM
TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL DE INTERESSE DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - DRGPS
Ação
Descrição
Meios utilizados
Resultado esperado
Responsável
Análise de proposições legislativas em tramitação no Congresso
Nacional que envolvam matéria de interesse da Previdência Social
(PL, Substitutivos, Propostas de Emendas Constitucionais; Voto em
Separado).
Anualmente diversas alterações legislativas que guardam vinculação
com o RGPS são propostas e/ou votadas no Congresso Nacional,
competindo a este Ministério analisá-las visando esclarecer e
informar acerca de aspectos técnicos, em especial no que se refere à
preservação do equilíbrio financeiro e atuarial, com observância da
exigência constitucional de criação, concomitante, da respectiva
fonte de custeio, e também no que diz respeito aos princípios e às
normas que disciplinam matéria de reconhecimento de direitos e de
concessão de benefícios previdenciários.
Articulação com a Assessoria de Assuntos Parlamentares para
remessa à SPPS dos projetos em tramitação relevantes para
Previdência Social.
Manifestação apresentada em 100% dos Projetos remetidos ao
Ministério, em prazo compatível com as votações nos órgãos do
Congresso.
CGLEN – Dênisson Almeida Pereira.
Meta: Análise de 100% das proposições legislativas encaminhadas.
85
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Indicador de Eficácia: Percentual de Proposições Legislativas Analisadas - PPLA.
  Número de Proposições Legislativ as Analisadas 
PPLA  
  100
  Total de Proposições Legislativ as Recebidas 
Avaliação de desempenho em 2013:
PPLA = 124/136 x 100 = 91,18%
Conclusão: Meta parcialmente atingida no período. Os processos pendentes foram concluídos no
período subsequente, sempre no prazo compatível com as votações nos órgãos do Poder Legislativo
no âmbito Federal.
TABELA XXX - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 – ELABORAÇÃO DE PROPOSTA DE ATO
LEGISLATIVO/REGULAMENTAR (ANTEPROJETO DE LEI/MEDIDA PROVISÓRIA, MINUTAS DE
DECRETOS E PORTARIAS)
Ação
Descrição
Meios utilizados
Resultado esperado
Responsável
Elaboração de proposta de ato legislativo/regulamentar (anteprojeto
de lei/medida provisória, minutas de decreto e portaria). Em 2013
foram elaborados anteprojetos de proposições legislativas visando
eliminar fragilidades da legislação em relação ao Regime Geral de
Previdência Social.
A legislação previdenciária necessita de ajustes para adequá-la às
novas realidades demográficas e a novas tecnologias de controle na
concessão de benefícios. Por tais razões é necessária a realização de
ajustes no Regime Geral de Previdência Social
Analises técnicas para detecção das vulnerabilidades existentes e
redação das alterações propostas na legislação pertinente.
Disponibilização ao Diretor do DRGPS de anteprojeto.
CGLEN – Dênisson Almeida Pereira.
Meta: Elaborar 10 proposições.
Indicador de Eficácia: Percentual de Proposições Regulamentares Elaboradas - PPRE
  Número de Proposições Elaboradas 
PPRE  
  100
  Número de Proposições Planejadaso 
Avaliação de desempenho em 2013: PPRE = 26/10 x 100 = 260%
Conclusão: Meta superada.
86
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
TABELA XXXI - INDICADORES DE DESEMPENHO 2013 - ATENDIMENTOS A DEMANDAS INTERNAS DO
MPS E SEUS ÓRGÃOS, DE SEGURADOS/CONTRIBUINTES E DE OUTROS ÓRGÃOS/ENTIDADES DO
PODER PÚBLICO – DRGPS
Ação
Descrição
Meios utilizados
Resultado esperado
Responsável
Atendimentos a demandas internas do MPS e seus Órgãos, de
segurados/contribuintes diretamente ou redirecionados (cartas, emails, correspondências eletrônicas, notas técnicas, memorandos,
manifestação técnica para subsidiar defesa da União/INSS em ações
judiciais, participação em negociações de acordos internacionais e
ajustes administrativos, atualização de cartilhas, realização de
estudos e pesquisa) e atendimentos a demandas de outros
Órgãos/Entidades do Poder Público (análises de proposições
regulamentares de outros órgãos, tais como, ofícios, razões de veto,
aviso autógrafos de PL’s, e análises de processos encaminhados
pelo INSS).
Responder a dúvidas e ou questionamentos sobre matérias
relacionadas à legislação previdenciária.
Estudo Técnico, Pesquisa e análise da legislação pertinente para
atendimento da demanda.
Responder 100% do total de demandas encaminhadas.
CGLEN – Dênisson Almeida Pereira.
Meta: Atendimento de 100% do total de demandas encaminhadas.
Indicador de Eficácia: Percentual de Atendimento de Demandas Internas - PADI.
  Número de Demandas Internas e Externas Atendidas 
PADI  
  100

 Total de Demandas Internas e Externas 
Avaliação de desempenho em 2013:
PADI = 667/685 x 100 = 97,37%
Conclusão: Meta parcialmente atingida. As demais demandas pendentes foram atendidas no
exercício seguinte.
3.
Estruturas de Governança e Autocontrole da Gestão
3.1.
Estrutura de Governança
Não se aplica.
3.2.
Avaliação de Funcionamento dos Controles Internos
87
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
A avaliação do Sistema de Controle Interno foi realizada pelos Diretores da SPPS,
considerando a estrutura e o quadro de servidores atuais.
QUADRO 8 - AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ
ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS
Ambiente de Controle
1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos
objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.
2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os
servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade.
3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente.
4. Existe código formalizado de ética ou de conduta.
5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em
documentos formais.
6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores
dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções
operacionais ou código de ética ou conduta.
7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das
responsabilidades.
8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ.
9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados
pela UJ.
Avaliação de Risco
10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados.
11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da
unidade.
12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos
seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência
desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los.
13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de
conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.
14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil
de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo.
15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma
escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.
16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos
internos da unidade.
17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar
responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.
18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e
valores de responsabilidade da unidade.
Procedimentos de Controle
19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e
alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.
20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente
de acordo com um plano de longo prazo.
21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de
benefícios que possam derivar de sua aplicação.
22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente
relacionadas com os objetivos de controle.
Informação e Comunicação
23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e
comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.
24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para
permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas.
25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada,
tempestiva, atual, precisa e acessível.
1
VALORES
2 3 4 5
x
x
x
x
x
x
x
x
x
1
2
3
4
x
5
x
x
x
x
x
x
x
x
1
2
3
x
4
5
x
x
x
1
2
3
x
4
5
x
x
88
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e
indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz.
27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as
direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.
Monitoramento
28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade
e qualidade ao longo do tempo.
29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas
avaliações sofridas.
30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho.
x
x
1
2
3
x
4
5
x
x
Análise Crítica:
Permanece a necessidade de se implementar várias ações para a melhoria dos variados aspectos do sistema de
controle interno da SPPS, passando necessariamente pela agregação de servidores especialistas aos seus quadros e
de capacitações nas variadas áreas, especialmente em matérias relacionadas a controle interno, propiciando a
implantação automática de uma cultura própria no assunto.
Escala de valores da Avaliação:
(1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ.
(2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria.
(3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ.
(4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria.
(5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ.
3.3.
Remuneração paga a Administradores
Não se aplica.
3.4.
Sistema de Correição
Não se aplica. O Decreto nº. 7.078, de 26/01/2010, aprovou a Estrutura Regimental e o
Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e Funções Gratificadas do MPS, o que resultou na
criação da Coordenação de Processo Administrativo Disciplinar – COPAD, que é responsável por
acompanhar os processos administrativos disciplinares da SPPS e do MPS em geral.
3.5.
Cumprimento pela Instância de Correição da Portaria nº 1.043/2007 da CGU
Não se aplica. Atendido pela COPAD, conforme explicitado no subitem 3.2.
3.6.
Indicadores para Monitoramento e Avaliação do Modelo de Governança e
Efetividade dos Controles Internos
Não se aplica.
89
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
4.
Tópicos Especiais da Execução Orçamentária e Financeira
4.1.
Execução das Despesas
4.1.1.
Programação
Não se aplica.
4.1.2.
Movimentação de Créditos Interna e Externa
TABELA XXXII – MOVIMENTAÇÃO DE CRÉDITOS INTERNA E EXTERNA
Movimentação dentro de mesma Unidade Orçamentária entre Unidades Jurisdicionadas Distintas
UG
Despesas Correntes
Origem da
1 – Pessoal e 2 – Juros e
3 – Outras
Classificação da ação
Movimentação Concedente Recebedora
Encargos
Encargos
Despesas
Sociais
da Dívida
Correntes
330002
330010
09.271.2061.20HQ.0001
1.127.377,60
Recebidos
330002
330010
09.125.2061.2276.0001
1.560.480,05
Recebidos
UG
Despesas de Capital
Origem da
Classificação da ação
45-Inversões 6-Amortização
Movimentação Concedente Recebedora
Investimentos Financeiras
da Dívida
Concedidos
Recebidos
Movimentação entre Unidades Orçamentárias do mesmo Órgão
UG
Despesas Correntes
Origem da
1 – Pessoal e 2 – Juros e
3 – Outras
Classificação da ação
Movimentação Concedente Recebedora
Encargos
Encargos
Despesas
Sociais
da Dívida
Correntes
Concedidos
Recebidos
UG
Despesas de Capital
Origem da
Classificação da ação
45-Inversões 6-Amortização
Movimentação Concedente Recebedora
Investimentos Financeiras
da Dívida
Concedidos
Recebidos
Fonte: SIAFI Gerencial
4.1.3.
Realização da Despesa
4.1.3.1.
Despesas Totais por Modalidade de Contratação – Créditos Originários – Total
Não se aplica.
4.1.3.2.
Despesas Totais por Modalidade de Contratação – Créditos Originários –
Executados Diretamente pela UJ
90
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
TABELA XXXIII - VALORES EXECUTADOS DIRETAMENTE PELA UJ – DESPESAS TOTAIS POR
MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO
Unidade Orçamentária:
Modalidade de Contratação
1.
Modalidade de Licitação
(a+b+c+d+e+f+g)
a) Convite
b) Tomada de Preços
c) Concorrência
d) Pregão
e) Concurso
f) Consulta
g) Regime Diferenciado de
Contratações Públicas
2. Contratações Diretas (h+i)
h) Dispensa
i) Inexigibilidade
3.
Regime de Execução
Especial
j)
Suprimento de Fundos
4. Pagamento de Pessoal (k+l)
k)
Pagamento em Folha
l) Diárias
5. Outros
6. Total (1+2+3+4+5)
Fonte: SIAFI Gerencial
4.1.3.3.
Código UO: 33101
Despesa Liquidada
2013
2012
832.015,49
832.015,49
UGO: 330010
Despesa paga
2013
2012
617.631,75
617.631,75
832.015,49
617.631,75
832.015,49
617.631,75
-
-
-
-
-
-
-
-
1.828.273,71
1.961.657,33
1.828.273,71
1.961.657,33
1.828.273,71
27.568,45
2.687.857,65
1.961.657,33
23.333,92
2.602.623,00
1.828.273,71
27.568,45
2.687.857,65
1.961.657,33
23.333,92
2.602.623,00
Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários – Total
Não se aplica.
4.1.3.4.
Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários - Executados
Diretamente pela UJ
TABELA XXXIV - VALORES EXECUTADOS DIRETAMENTE PELA UJ – DESPESAS POR GRUPO E ELEMENTO DE
DESPESA
Unidade Orçamentária:
Código UO:
UGO: 330010
DESPESAS CORRENTES
Grupos de
Despesa
1. Despesa
s
de
Pessoal
Nome 1º
elemento
de despesa
2º
elemento
de despesa
Empenhada
2013
2012
Liquidada
2013
RP não processados
2012
2013
2012
Valores Pagos
2013
2012
3º
91
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
2. Juros e
Encargos
da Dívida
1º
elemento
de despesa
2º
elemento
de despesa
3º
elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
3. Outras
Despesas
Correntes
diárias
passagens
pessoa
física
Demais
elementos
do grupo
2.687.857,65
334.883,22
2.687.857,65
334.883,22
1.828.273,71
90.251,01
1.828.273,71
760.147,78
206.672,09
2.596.250,53
2.578.230,51
90.251,01
1.828.273,71
1.937.666,26
760.147,78
206.672,09
676.153,00
612.032,81
64.255,41
13.082,44
27.568,41
15.449,00
71.868,11
25.666,15
71.868,11
25.666,15
27.568,05
12.293,97
27.568,05
12.293,97
99.999,96
99.999,96
130.442,51
130.442,51
DESPESAS DE CAPITAL
Grupos de
Despesa
4. Investim
entos
1º
elemento
de despesa
2º
elemento
de despesa
3º
elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
5. Inversõe
s
Financeira
s
1º
elemento
de despesa
2º
elemento
de despesa
3º
elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
Empenhada
2013
2012
Liquidada
2013
RP não Processados
2012
2013
2012
Valores Pagos
2013
2012
92
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
6. Amortiz
ação
da
Dívida
1º
elemento
de despesa
2º
elemento
de despesa
3º
elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
Fonte: SIAFI Gerencial
4.1.3.5.
Despesas Totais por Modalidade de Contratação – Créditos de Movimentação
Não se aplica.
4.1.3.6.
Despesas por Grupo e Elemento de Despesa - Créditos de Movimentação
Não se aplica.
4.1.3.7.
Análise Crítica da Realização da Despesa
Resume se a execução de diárias e passagens no âmbito da SPPS ref. aos créditos
recebidos por movimentação interna. Por esta UJ não tratar-se de unidade orçamentária e apenas
unidade gestora. Todas as demais despesas são realizadas pela Secretaria-Executiva.
4.2.
Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos
Não se aplica.
4.3.
Movimentação e os Saldos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores
QUADRO 9 - SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES
Valores em R$ 1,00
Restos a Pagar Processados
Ano de
Inscrição
2012
2009
...
Ano de
Montante 01/01/2013
R$ 503.163,99
R$ 6.860,00
Montante 01/01/2013
Pagamento
R$ 478.771,50
Cancelamento
R$ 24.392,49
R$ 6.860,00
Restos a Pagar não Processados
Pagamento
Cancelamento
Saldo a pagar
31/12/2013
R$ 0,00
R$ 0,00
Saldo a pagar
93
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Inscrição
2012
31/12/2013
R$ 130.442,51
...
Fonte: SIAFI Gerencial
4.4.
Transferência de Recursos
4.4.1.
Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício
QUADRO 10 - CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO
EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA
Unidade Concedente ou Contratante
Nome: Ministério da Previdência Social
CNPJ: 003945280001-92
UG/GESTÃO: 330010
Informações sobre as Transferências
Valores Pactuados
Valores Repassados
Acumula
Nº do
No
do até o
Modalidade instrumento Beneficiário Global Contrapartida Exercício Exercício
3
s/nº.
154019
618.100
LEGENDA
Modalidade:
1 - Convênio
0,00
615.100
615.100
Vigência
Início
21/11/
2013
Fim
20/01/
2015
Sit
.
1
Situação da Transferência:
1 - Adimplente
2-
Contrato de Repasse
2-
Inadimplente
3-
Termo de Cooperação
3-
Inadimplência Suspensa
4-
Termo de Compromisso
4-
Concluído
5-
Excluído
6-
Rescindido
7-
Arquivado
Fonte: SIAFI Gerencial - Posição em 31/12/2013
4.4.2.
Quantidade de Instrumentos de Transferências Celebrados e Valores Repassados
nos Três Últimos Exercícios
QUADRO 11 - RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS
Nome:
CNPJ:
UG/GESTÃO:
Modalidade
Unidade Concedente ou Contratante
Ministério da Previdência Social
003945280001-92
330010
Montantes Repassados em Cada Exercício,
Quantidade de Instrumentos
Independentemente do ano de Celebração do
Celebrados em Cada Exercício
Instrumento (em R$ 1,00)
2013
2012
2011
2013
2012
2011
Convênio
94
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Contrato de Repasse
Termo de Cooperação
Termo de Compromisso
Totais
1
1
1
615.100,00
578.100,00
370.924,36
0
0
0
615.100,00
578.100,00
370.924,36
Fonte: SIAFI Gerencial
4.4.3.
Informações sobre a Prestação de Contas Relativas aos Convênios, Termos de
Cooperação e Contratos
QUADRO 12 – RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ
NA MODALIDADE DE CONVÊNIO, TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE.
Valores em R$ 1,00
Unidade Concedente
Nome:
CNPJ:
Exercício
da
Prestação
das Contas
UG/GESTÃO:
Quantitativos e Montante Repassados
Contas Prestadas
2013
Contas NÃO
Prestadas
Contas Prestadas
2012
Contas NÃO
Prestadas
Contas Prestadas
2011
Anteriores
a 2011
Contas NÃO
Prestadas
Contas NÃO
Prestadas
Quantidade
Montante Repassado
Quantidade
Montante Repassado
Quantidade
Montante Repassado
Quantidade
Montante Repassado
Quantidade
Montante Repassado
Quantidade
Montante Repassado
Quantidade
Montante Repassado
Instrumentos
(Quantidade e Montante Repassado)
Termo de
Contratos de
Convênios
Cooperação
Repasse
0
1
0
Fonte: SIAFI Gerencial
4.4.4.
Informações sobre a Análise das Prestações de Contas de Convênios e de
Contratos de Repasse
Não se aplica.
4.4.5.
Análise Crítica
Não se aplica.
4.5.
Suprimento de Fundos
Não se aplica.
95
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
4.6.
Renuncias sob a Gestão da UJ
Não se aplica.
4.7.
Gestão de Precatórios
Não se aplica.
5.
Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão-de-obra e Custos Relacionados
5.1.
Informações sobre a Estrutura de Pessoal da Unidade
QUADRO 13 - FORÇA DE TRABALHO DA UJ - SITUAÇÃO APURADA EM 31/12
Tipologias dos Cargos
1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2)
1.1. Membros de poder e agentes políticos
1.2. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4)
1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao órgão
1.2.2. Servidores de carreira em exercício descentralizado
1.2.3. Servidores de carreira em exercício provisório
1.2.4. Servidores requisitados de outros órgãos e esferas
2. Servidores com Contratos Temporários
3. Servidores sem Vínculo com a Administração Pública
4. Total de Servidores (1+2+3)
Fonte: Data Warehouse - DW-SIAPE/dezembro/12
5.1.1.
Lotação
Autorizada Efetiva
0
146
0
0
0
146
0
55
0
7
0
0
0
84
0
0
0
17
0
163
Ingressos no
Exercício
Egressos no
Exercício
5
0
5
2
0
0
3
0
1
6
5
0
5
1
1
0
3
0
2
7
Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada
QUADRO 14 - SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ SITUAÇÃO EM 31/12
Quantidade de Pessoas
Tipologias dos afastamentos
na Situação em 31 de
Dezembro
1. Cedidos (1.1+1.2+1.3)
0
1.1. Exercício de Cargo em Comissão
0
1.2. Exercício de Função de Confiança
0
1.3. Outras Situações Previstas em Leis Específicas (especificar as leis)
0
0
2. Afastamentos (2.1+2.2+2.3+2.4)
2.1. Para Exercício de Mandato Eletivo
0
2.2. Para Estudo ou Missão no Exterior
0
2.3. Para Serviço em Organismo Internacional
0
2.4. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País
0
3. Removidos (3.1+3.2+3.3+3.4+3.5)
0
3.1. De Oficio, no Interesse da Administração
0
3.2. A Pedido, a Critério da Administração
0
3.3. A Pedido, independentemente do interesse da Administração para acompanhar
0
96
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
cônjuge/companheiro
3.4. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por Motivo de saúde
3.5. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por Processo Seletivo
4. Licença Remunerada (4.1+4.2)
4.1. Doença em Pessoa da Família
4.2. Capacitação
5. Licença não Remunerada (5.1+5.2+5.3+5.4+5.5)
5.1. Afastamento do Cônjuge ou Companheiro
5.2. Serviço Militar
5.3. Atividade Política
5.4. Interesses Particulares
5.5. Mandato Classista
6. Outras Situações (Especificar o ato normativo)
7. Total de Servidores Afastados em 31 de Dezembro (1+2+3+4+5+6)
Fonte: Data Warehouse - DW-SIAPE/dezembro/12
5.1.2.
Qualificação da Força de Trabalho
5.1.2.1
Estrutura de Cargos e Funções
0
0
2
2
0
0
0
0
0
0
0
0
2
QUADRO 15 - DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES
GRATIFICADAS DA UJ (SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO)
Tipologias dos Cargos em Comissão e das Funções
Gratificadas
1. Cargos em Comissão
1.1. Cargos Natureza Especial
1.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior
1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão
1.2.2. Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado
1.2.3. Servidores de Outros Órgãos e Esferas
1.2.4. Sem Vínculo
1.2.5. Aposentados
2. Funções Gratificadas
2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão
2.2. Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado
2.3. Servidores de Outros órgãos e Esferas
3. Total de Servidores em Cargo e em Função (1+2)
Fonte: DW-SIAPE/dezembro/12
5.1.2.2
Lotação
Ingressos no Egressos no
Exercício
Exercício
Autorizada
Efetiva
0
64
14
14
0
0
0
0
0
64
14
14
0
8
4
3
0
3
0
1
0
29
4
3
0
24
6
7
0
0
0
0
0
43
13
11
0
29
9
9
0
1
1
0
0
13
3
2
0
107
27
25
Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Idade
QUADRO 16 - QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA SITUAÇÃO APURADA EM
31/12
Tipologias do Cargo
1. Provimento de Cargo Efetivo
1.1. Membros de Poder e Agentes Políticos
1.2. Servidores de Carreira
1.3. Servidores com Contratos Temporários
2. Provimento de Cargo em Comissão
2.1. Cargos de Natureza Especial
Quantidade de Servidores por Faixa Etária
De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 Acima de
Até 30 anos
anos
anos
anos
60 anos
12
9
8
20
6
0
0
0
0
0
12
9
8
20
6
0
0
0
0
0
11
14
25
23
8
0
0
0
0
0
97
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior
2.3. Funções Gratificadas
3. Totais (1+2)
Fonte: DW-SIAPE/dezembro/12
9
2
23
9
5
23
18
7
33
11
12
43
3
5
14
5.1.2.3
Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a
Escolaridade
QUADRO 17 - QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE SITUAÇÃO
APURADA EM 31/12
Tipologias do Cargo
Quantidade de Pessoas por Nível de Escolaridade
2
3
4
5
6
7
8
0
2
2
3
26
21
0
0
0
0
0
0
0
2
2
3
26
21
0
0
0
0
0
0
0
1
2
2
23
43
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
12
35
0
1
2
1
11
8
0
3
4
5
49
64
9
1. Provimento de Cargo Efetivo
0
1
0
1.1. Membros de Poder e Agentes Políticos
0
0
0
1.2. Servidores de Carreira
0
1
0
1.3. Servidores com Contratos Temporários
0
0
0
2. Provimento de Cargo em Comissão
0
2
0
2.1. Cargos de Natureza Especial
0
0
0
2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior
0
2
0
2.3. Funções Gratificadas
0
0
0
3. Totais (1+2)
0
3
0
LEGENDA
Nível de Escolaridade
1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo
grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 – Mestrado; 9 – Doutorado/Pós
Doutorado/PhD/Livre Docência; 10 - Não Classificada.
Fonte: DW-SIAPE/dezembro/12
5.1.3.
1
Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada
QUADRO 18 - QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS
ANTERIORES
Valores em R$ 1,00
Despesas Variáveis
Tipologias/ Exercícios
Vencimentos e
Vantagens Fixas
Membros de Poder e Agentes Políticos
2013
Exercícios
Retribuições
Gratificações
Adicionais
Indenizações
Benefícios
Assistenciais e
Previdenciários
Demais
Despesas
Variáveis
-
-
-
-
-
-
-
-
-
2012
-
-
-
-
-
-
-
-
-
2011
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
2012
2011
1.590.101,88
-
Servidores com Contratos Temporários
2013
Exercícios
2012
2011
207.420,01
-
-
-
Servidores Cedidos com Ônus ou em Licença
2013
Exercícios
Total
-
Servidores de Carreira que não Ocupam Cargo de Provimento em Comissão
1.432.932,48
122.311,30
40.070,20
2013
Exercícios
Despesas de
Decisões
Exercícios
Judiciais
Anteriores
220.371,50
-
18.176,67
-
57.027,75
-
15.298,89
-
166.506,61
230.358,77
-
14.032,92
-
102.092,97
27.760,15
8.408,12
-
1.900.081,83
129.776,24
-
14.875,62
26.002,34
-
2.268.514,10
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
254.928,49
-
-
-
-
-
-
-
-
2012
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
2011
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Servidores Ocupantes de Cargos de Natureza Especial
Exercícios
2013
98
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
2012
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
2011
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Servidores Ocupantes de Cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior
174.288,28
1.923.769,49
180.851,94
64.647,75
2013
Exercícios
2012
167.588,05
-
2011
1.879.994,80
-
Servidores Ocupantes de Funções Gratificadas
1.063.616,41
2013
Exercícios
2012
564.863,08
-
2011
-
119.699,64
19.197,11
51.132,94
3.524,16
-
2.537.111,31
264.811,18
-
57.852,80
-
99.657,67
-
12.384,00
-
44.098,23
5.523,59
-
2.531.910,32
-
-
81.518,02
35.845,75
115.016,54
79.792,30
20.005,76
3.748,42
-
1.399.543,20
72.557,69
-
15.003,48
-
57.505,36
-
35.877,22
-
20.299,27
8.088,11
-
774.194,21
-
-
-
-
-
-
Fonte: DW-SIAPE/dezembro/12
5.1.4.
Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas
Não se aplica.
5.1.5.
Cadastramento no Sisac
Não se aplica.
5.1.6.
Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos
Não se aplica.
5.1.7.
Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e
Empregos Públicos
Não se aplica.
5.1.8.
Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos
Não se aplica.
5.2.
Terceirização de Mão-de-obra Empregada e Contratação de Estagiários
QUADRO 19 - COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS
Nível de escolaridade
1. Nível superior
1.1 Área Fim
1.2 Área Meio
2. Nível Médio
2.1 Área Fim
Quantitativo de contratos de estágio vigentes
1º Trimestre
2º Trimestre
3º Trimestre
4º Trimestre
3
5
3
12
3
5
3
12
0
0
0
0
7
8
7
6
7
8
7
6
Despesa no exercício
(em R$ 1,00)
99
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
2.2 Área Meio
0
3. Total (1+2)
10
Fonte: DW-SIAPE/dezembro/13
0
13
0
10
0
18
6.
Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário
6.1.
Gestão da Frota de Veículos Próprios e Contratados de Terceiros
Não se aplica.
6.2.
Gestão do Patrimônio Imobiliário
Não se aplica.
6.3.
Distribuição Espacial dos Bens Imóveis Locados de Terceiros
Não se aplica.
7.
Gestão da Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento
7.1.
Gestão da Tecnologia da Informação (TI)
Não se aplica.
8.
Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental
8.1.
Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis
Não se aplica.
8.2.
Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água
Não se aplica.
9.
Conformidades e Tratamento de Disposições Legais e Normativas
100
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
9.1.
Tratamento de Deliberações Exaradas em Acórdãos do TCU
9.1.1.
Deliberações do TCU Atendidas no Exercício
QUADR0 20 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
1
015529
2059/2010/Plenário
9.1.2.2
DE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Descrição da Deliberação
No prazo de 360 (trezentos e sessenta) dias: realize estudos que subsidiem projetos de lei visando instituir mudanças
paramétricas no regime, a médio e longo prazos, de forma a garantir a manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial da
clientela urbana do RGPS, conforme preconiza o art. 201, caput, da Constituição Federal de 1988.
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Síntese da Providência Adotada
Item 9.1.2.2 – Os estudos, por meio de um modelo de projeção de longo a médio prazo, são regulares e disponibilizados
na página da Previdência Social (www.mps.gov.br), bem como, consolidada em livros da coleção Previdência Social ou
nos informes de Previdência Social.
Síntese dos Resultados Obtidos
A NT 27/2013/DRGPS/SPPS/MPS, apresenta os cálculos do resultado do RGPS, projetados para o período de 2014 a
2050, disponível no PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias).
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
O conhecimento técnico da equipe sobre o tema é um fator positivo.
QUADRO 21 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
2
015529
2059/2010/Plenário
9.4.1
DE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
38296
Descrição da Deliberação
Aumentar a duração do período prospectivo da projeção atuarial do RPPS publicada no RREO, de modo similar ao
período contemplado na avaliação atuarial presente na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), tendo em vista o
aumento, que pode advir da implementação da referida mudança, no nível de transparência das informações
concernentes à sustentabilidade deste regime previdenciário;
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
38296
101
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Síntese da Providência Adotada
O MPS integrou o Grupo de Trabalho sob coordenação da STN e, como órgão responsável pela avaliação atuarial da
União, elaborou e enviou a Projeção Atuarial à STN, através do ofício SPPS/MPS no. 15, de 29/01/2013, contemplando
os próximos 75 anos, de 2014 a 2088.
Síntese dos Resultados Obtidos
Proporcionou subsídios para os cálculos buscando o equilíbrio atuarial.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Fatores positivos: A medida faz com que se dê maior visibilidade futura da Previdência Social do servidor público
federal.
QUADRO 22 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
3
015529
2059/2010/Plenário
9.14
RE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Descrição da Deliberação
Recomendar ao Ministério da Previdência Social (MPS) que examine os impactos atuariais de alterações na legislação
que introduzam condicionalidades para concessão de pensão por morte, tendo em vista a necessidade de equilíbrio
financeiro e atuarial estabelecida pelos arts. 40, caput, e 201, caput, da Constituição Federal de 1988;
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Síntese da Providência Adotada
O MPS tem feito estudos, inclusive internacionais, para atendimentos da recomendação.
Síntese dos Resultados Obtidos
Subsidiar possíveis alterações na legislação.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Os estudos são realizados, mas para surtirem os efeitos desejados, necessitam de intervenção de outros órgãos, inclusive
no âmbito do legislativo e executivo.
QUADRO 23 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
4
015529
2059/2010/Plenário
9.8.2
DE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Descrição da Deliberação
Contabilizem os recursos arrecadados relacionados à aposentadoria especial, conforme o disposto no § 6º do art. 57 da
Lei nº 8.213/1991, evidenciando, no fluxo de caixa do INSS ou em outros demonstrativos, o resultado das receitas
arrecadadas de acordo com o que estabelece o inciso II do art. 22 da Lei nº 8.212/1991 e no § 6º do art. 57 da Lei nº
102
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
8.213/1991, e as despesas com os benefícios, previstos nos arts. 57 e 58 da Lei nº 8.213/1991 (aposentadoria especial)
ou concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais de trabalho
(benefícios acidentários);
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Síntese da Providência Adotada
Na NT 27/2013/DRGPS/SPPS/MPS, considerações a respeito do Item 9.8.2, tem-se que os dados constantes nesta
determinação são contabilizados no Resultado do Regime Geral de Previdência Social e divulgados na página
www.mps.gov.br.
Síntese dos Resultados Obtidos
Permite transparência dos dados.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Nada a considerar
QUADRO 24 - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
5
006617
1274/2013/Plenário
XV
RE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
38296
Descrição da Deliberação
Ao Ministério da Previdência Social que realize estudos sobre a adequação da taxa de juros utilizada no cálculo das
provisões matemáticas previdenciárias, visando aproximar tanto quanto possível o número resultante desse cálculo da
realidade atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos servidores federais civis (item 5.3.1.1);
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
38296
Síntese da Providência Adotada
A Avaliação Atuarial do RPPS dos servidores Civis da União tem sido elaborada pelo Departamento dos Regimes de
Previdência no Serviço Público, em decorrência da competência regimental, conferida ao Departamento pelo art. 9o do
Decreto no 7.078, de 2010. Em relação à taxa de juros utilizada nos cálculos atuariais, a Portaria MPS nº 403, de 2008,
estabelece que a taxa real de juros utilizada na avaliação atuarial deverá ter como referência a meta estabelecida para as
aplicações dos recursos do RPPS na Política de Investimentos do RPPS, limitada ao máximo de 6% (seis por cento) ao
ano. Mais detalhes podem ser observados no texto da PCPR 2013.
Síntese dos Resultados Obtidos
O cálculo atuarial foi efetivado seguindo preceitos constitucionais e as normas gerais.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Nada a considerar
9.1.2.
Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício
103
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
QUADRO 25 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
1
015529
2059/2010/Plenário
9.1.2.1
DE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
38296
Descrição da Deliberação
No prazo de 360 (trezentos e sessenta) dias: desenvolva tábua de vida específica para servidores públicos civis e
militares da União, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) e com a Fundação Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em atendimento à determinação contida no item 9.1 do Acórdão nº
1.465/2003-TCU-Plenário;
Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público - DRPSP
38296
Justificativa para o seu não cumprimento
O estudo é complexo, tanto técnica quanto operacionalmente. O tema se encontra em fase de desenvolvimento com
tratativas junto ao IPEA, para a construção da Tábua de Mortalidade para os servidores civis da União. A minuta do
Termo de Cooperação para Descentralização de Crédito a ser celebrado com o IPEA para construção da Tábua de
Mortalidade foi aprovada pela CONJUR/MPS e foi encaminhada para apreciação do IPEA. O IBGE dará suporte
técnico no que tange às questões demográficas.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Fatores positivos: Após a elaboração da tábua, a União terá informações mais precisas da situação previdenciária dos
servidores públicos federais, possibilitando tomadas de decisão quanto ao equilíbrio do sistema.
QUADRO 26 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
2
015529
2059/2010/Plenário
9.1.2.3
DE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Descrição da Deliberação
no prazo de 360 (trezentos e sessenta) dias: passe a divulgar, nos boletins estatísticos mensais da previdência social,
dados sobre o salário família e o salário maternidade pagos pelas empresas, tais como a quantidade de benefícios
concedidos, cessados e emitidos, valores despendidos, montantes por região, estado, sexo, idade, entre outros, com o
propósito de aprimorar a avaliação dessas ações de governo;
Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Justificativa para o seu não cumprimento
Os dados de pagamentos de salário-maternidade e o salário família pagos diretamente pelo INSS são publicados
mensalmente nos boletins estatísticos de previdência social. Os dados de salário maternidade concedidos, inclusive,
104
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
aqueles que são pagos pelas empresas, são divulgados pelo Anuário Estatístico da Previdência Social. As informações
solicitadas, com as respectivas desagregações, dependem de ajuste na GFIP, que está sob responsabilidade da Receita
Federal e cuja execução é feita pela Caixa Econômica Federal. De qualquer forma, está em desenvolvimento, o sistema
e-social em conjunto, pelo Ministério da Previdência Social, Ministério do Trabalho, Caixa e Receita que irá permitir
atender a demanda.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
A dependência de outros órgãos é o principal fator crítico surgido no desenvolvimento das providências demandadas
QUADRO 27 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
3
015529
2059/2010/Plenário
9.10.2
DE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Descrição da Deliberação
Separem e classifiquem contabilmente as receitas provenientes das contribuições dos segurados especiais daquelas
recolhidas pelos produtores rurais pessoa física, referidos na alínea “a” do inciso V do art. 12 e no inciso VII do art. 12
da Lei nº 8.212/1991, respectivamente.
Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Justificativa para o seu não cumprimento
A implementação dessa deliberação não foi executada porque depende de ajustes de sistemas sob responsabilidade da
SRFB.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Como comentado acima, esta ação depende de outro órgão.
QUADRO 28 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
4
015529
2059/2010/Plenário
9.15.3
RE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Descrição da Deliberação
Excluir do resultado geral das contas do RGPS o resultado das receitas e benefícios afetos à clientela rural, haja vista a
natureza predominantemente de assistência social dos benefícios pagos à clientela rural.
Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento
105
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento de Regime Geral de Previdência Social - DRGPS
33233
Justificativa para o seu não cumprimento
A NT 27/2013/DRGPS/SPPS/MPS questiona, do ponto de vista conceitual, a classificação das receitas e benefícios
afetos á clientela rural, como assistencial.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Deliberação não atendida, tendo em vista que não há concordância conceitural sobre a matéria, demonstrada na A NT
27/2013/DRGPS/SPPS/MPS. Entretanto, informações estatísticas a respeito podem ser encontradas no Anuário
Estatístico da Previdência Social e nos dados do Resultado do RGPS disponíveis na página www.mps.gov.br.
QUADRO 29 - SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE
ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa
Código SIORG
SECRETARIA DE POLITICAS DE PREVIDENCIA SOCIAL
2210
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem
Processo
Acórdão
Item
Tipo
Comunicação Expedida
5
006617
1274/2013/Plenário
XVIII
RE
Órgão/Entidade Objeto de Determinação e/ou Recomendação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público
38296
Descrição da Deliberação
Ao Ministério da Previdência Social que, em conjunto com a Secretaria do Tesouro Nacional: contabilize, ainda em
2013, as provisões matemáticas previdenciárias do Regime Próprio dos servidores públicos civis federais, com dados de
informação atuarial referente a 31/12/2012; assim como as variações dessas provisões tão logo estejam concluídas as
atualizações atuariais anuais (item 5.3.1.1).
Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento
Setor Responsável pela Implementação
Código SIORG
Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público
38296
Justificativa para o seu não cumprimento
No que tange às competências do MPS, os cálculos atuariais foram realizados, mas não finalizados no decorrer de 2013.
Entretanto as providências desta recomendação dependem de alterações legislativas que demandariam discussão no
âmbito do Poder Legislativo. Em 24/03/2014, foi encaminhado oficio no. 123/2014/SPPS/MPS para o TCU/SEMAG,
com a informação nº 01/2014/GAB/SPPS/MPS, de 21/03/2014, que trata do tema. Mais detalhes podem ser observados
no texto da PCPR 2013.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
O assunto depende de outros órgãos, inclusive no âmbito legislativo.
9.2.
Tratamento de Recomendações do OCI
9.2.1.
Recomendações do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício
Sem ocorrências.
9.2.2.
Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício
Sem ocorrências.
106
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
9.3.
Informações sobre a Atuação da Unidade de Auditoria Interna
Sem ocorrências.
9.4.
Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei nº 8.730/93
QUADRO 30 - DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO, POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ, DA
OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR
Momento da Ocorrência da Obrigação de
Entregar a DBR
Detentores de Cargos e
Situação em Relação às
Posse ou Início
Final do
Funções Obrigados a Entregar
Exigências da Lei nº
do Exercício de
Exercício de
Final do
a DBR
8.730/93
Cargo,
Cargo,
Exercício
Emprego ou
Emprego ou
Financeiro
Função
Função
Obrigados a entregar a DBR
0
0
0
Autoridades
(Incisos I a VI do art. 1º da Lei
Entregaram a DBR
0
0
0
nº 8.730/93)
Não cumpriram a obrigação
0
0
0
Obrigados a entregar a DBR
0
0
0
Entregaram a DBR
0
0
0
Cargos Eletivos
Não cumpriram a obrigação
0
0
0
Obrigados
a
entregar
a
DBR
07
06
28
Funções Comissionadas
Entregaram a DBR
07
06
28
(Cargo, Emprego, Função de
Confiança ou em comissão)
Não cumpriram a obrigação
0
0
0
Fonte: DW-SIAPE/dezembro/12 e Controle CGERH (Relatório Servidores MPS para IR2013)
10.
Relacionamento com a Sociedade
Não se aplica.
11.
11.1.
Informações Contábeis
Medidas Adotadas para Adoção de Critérios e Procedimentos Estabelecidos pelas
Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público
Não se aplica.
107
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
11.2.
Declaração do Contador Atestando a Conformidade das Demonstrações Contábeis
108
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
12.
Outras Informações sobre a Gestão
As informações consideradas relevantes foram incluídas nos diversos itens e subitens
constantes do presente Relatório de Gestão.
109
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
PARTE B - CONTEÚDO ESPECÍFICO POR UNIDADE JURISDICIONADA
OU GRUPO DE UNIDADES AFINS
1.
Avaliação sobre o Andamento dos Projetos e Programas Financiados com
Recursos Externos
A República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID
celebraram, em 10 de junho de 2013, o Acordo de Empréstimo nº. 2791/OC-BR para a
implementação do Programa de Apoio à Modernização da Gestão do Sistema de Previdência Social
– PROPREV Segunda Fase que será executado pela Secretaria de Políticas de Previdência Social –
SPPS/MPS, no montante total de US$ 20,000,000.00 (vinte milhões de dólares), com o aporte de
US$ 10,000,000.00 (dez milhões de dólares) de cada um dos celebrantes, ou seja, 50% da União e
50% de recursos externos (BID).
O Programa de Apoio à Modernização da Gestão do Sistema de Previdência Social –
PROPREV Segunda Fase tem por objetivo geral contribuir para melhorar a sustentabilidade
financeira dos Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS e está estruturado em 02
componentes: (1) Fortalecimento da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social e (2)
Produção, Internalização, e Difusão do Conhecimento para a Secretaria de Políticas de Previdência
Social – SPPS/MPS.
Componente 1 – Este componente tem como objetivo fortalecer a gestão dos Regimes
Próprios de Previdência Social - RPPS de, no mínimo, 66 (sessenta e seis) entes federativos. Para
atingir tal objetivo e gerar simultaneamente capacidade técnica para a melhor gestão dos regimes,
estão previstas as seguintes atividades; (i) realização de censos cadastrais; (ii) realização de censos
funcionais; e cruzamento das bases de dados resultantes desses censos (i e ii), com vistas à
eliminação de redundâncias e eventuais fraudes; (iii) implantação de estrutura tecnológica e do
Sistema de Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social - SIPREV/Gestão, mediatne doação
de equipamentos de infomática; (iv) capacitação de aproximadamente 240 (duzentos e quarenta)
gestores dos Regimes Próprios de Previdência Social nas áreas de finanças, atuária, contabilidade,
investimentos e informática para apoiar a gestão dos RPPS; e (v) capacitação de aproximadamente
1.040 (um mil e quarenta) servidores dos Regimes Próprios de Previdência Social nas áreas de
finanças, contabilidade, legislação, investimento, tecnologia da informação (para operação do
SIPREV/Gestão).
A relização dos censos cadastrais e a doação de equipamentos para os entes federativos
colabora para viabilizar a construção e implementação do Cadastro Nacional de Informações
Sociais – CNIS/RPPS implantados no Brasil, o que resultará em enorme avanço na gestão desses
regimes, bem como do conhecimento da sua clientela, beneficiando de maneira direta a sociedade
brasileira com a redução de custos financeiros, de imediato.
Componente 2 – Este componente tem como objetivo gerar maior conhecimento para a
formulação de políticas de previdência social. Com base nos problemas e desafios apresentados
para o setor, estão previstos os seguintes estudos: (i) Saúde e Segurança do Trabalhador: visa a
ampliar o conhecimento sobre a relação entre saúde e trabalho e suas conseqüências pelo
pagamento de benefícios de incapacidade; (ii) Demografia: visa a acompanhar a evolução
demográfica da população brasileira e das carreiras públicas, em processo de rápida transformação,
de forma a adequar o sistema previdenciário a uma sociedade em processo de envelhecimento
populacional, bem como as mudanças na composição das famílias e ao aumento da população de
idosos (80 anos ou mais); (iii) Perfil de Entrada e Saída de Segurados dos RPPS e do Programa de
110
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
Microempreendedor Individual: visa a garantir o equilíbrio financeiro e atuarial dos RPPS, pela
melhor aplicação das regras atuariais e com contribuição para sua sustentabilidade financeira, e a
entender o impacto da informação sobre o Programa de Microempreendedor Individual nos
pagamentos das pessoas inscritas; (iv) Coordenação entre o Regime geral de Previdência Social
(RGPS) e os (RPPS): objetiva desenvolver soluções e ferramentas para melhor coordenação entre
os RPPS e o RGPS, para avaliar os impactos das reformas da Previdência Social e dos pontos que
restam a regulamentar para continuar estabelecendo a convergência entre os dois regimes; (v)
Compensação Previdenciária entre os RPPS: objetiva debater alternativas para implantar a
compensação entre os regimes, estudar a necessidade de criação de uma Câmara de Compensação e
a definição de regras para uniformizar procedimentos entre os RPPS; e (vi) Envelhecimento e
Dependência nos RPPS: visa à melhoria do equilíbrio financeiro e atuarial dos RPPS.
O Projeto beneficiará primeiramente os servidores ativos, inativos e pensionistas
participantes dos Regimes Próprios de Previdência Social dos entes federativos. Em segundo lugar,
beneficiará a economia dos municípios e dos estados da federação, bem como o Distrito Federal,
uma vez que contribuirá para o aperfeiçoamento da gestão dos sistemas previdenciários, com
consequentes impactos positivos sobre as contas públicas que, em última instância, beneficiará a
economia brasileira e a comunidade em geral.
Os recursos do Projeto destinar-se-ão, basicamente, a aplicações nas seguintes
categorias de investimento:
(1) Bens e Serviços - equipamento de informática - aquisição e instalação de hardware
e software e contratação de serviços que não são considerados como consultoria;
(2) Serviços de consultoria - contratação de pessoas jurídicas para apoiar ou
desenvolver as atividades do Projeto, inclusive para a realização de estudos para a produção de
conhecimento;
(3) Taxa de Compromisso – montante devido de conformidade com o Acordo de
Empréstimo; e
(4) Não-Alocado – recursos destinados a suprir contingências do Projeto.
No decorrer de 2013 a SPPS:
a) Efetivou a seleção dos entes federativos para participarem do PROPREV – Segunda
Fase, identificando o tipo de apoio técnico a ser oferecido, que se encontra detalhado na tabela
adiante:
TABELA XXXV - ENTES SELECIONADOS
Estado/Município
UF
Ente Federativo
Apoio Técnico
1
Bahia
E BA Governo do Estado da Bahia
Equipamentos e Assistência
2
Distrito Federal
E
Equipamentos
3
Goiás
E GO Governo do Estado de Goiás
Censo Cadastral e Equipamentos
4
Mato Grosso
E MT Governo do Estado de Mato Grosso
Equipamentos e Assistência
5
Mato Grosso do Sul
E MS
6
Pará
E
PA Governo do Estado do Pará
Assistência
7
Paraíba
E
PB Governo do Estado da Paraíba
Censo Funcional e Equipamentos
8
Piauí
E
PI
Censo Cadastral e Equipamentos
DF Governo do Distrito Federal
Governo do Estado de Mato Grosso do
Sul
Governo do Estado do Piauí
Equipamentos e Assistência
111
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
9
Rio Grande do Norte
E RN
Governo do Estado do Rio Grande do
Norte
Censo Cadastral, Equipamentos e
Assistência
10 Rio Grande do Sul
E
RS Governo do Estado do Rio Grande do Sul Equipamentos e Assistência
11 Sergipe
E
SE Governo do Estado de Sergipe
12 Tocantins
E TO Governo do Estado de Tocantins
Censo Funcional, Equipamentos e
Assistência
13 Belo Horizonte
M MG Prefeitura Municipal de Belo Horizonte
Censo Cadastral
14 Birigui
M SP Prefeitura Municipal de Birigui
Censo Cadastral, Censo Funcional
e Equipamentos
15 Blumenau
M SC Prefeitura Municipal de Blumenau
Censo Cadastral e Equipamentos
16 Boa Viagem
M CE Prefeitura Municipal de Boa Viagem
Censo Cadastral
17 Boa Vista
M RR Prefeitura Municipal de Boa Vista
Censo Cadastral
18 Cabedelo
M PB Prefeitura Municipal de Cabedelo
Censo Cadastral
19
Cabo de Santo
Agostinho
M PE
Prefeitura Municipal de Cabo de Santo
Agostinho
Assistência
Censo Cadastral, Censo Funcional
e Equipamentos
20 Cáceres
M MT Prefeitura Municipal de Cáceres
Censo Cadastral
21 Campinas
M SP Prefeitura Municipal de Campinas
Censo Funcional e Equipamentos
22 Campo Largo
M PR Prefeitura Municipal de Campo Largo
Censo Cadastral
23 Canoas
M RS Prefeitura Municipal de Canoas
Censo Cadastral, Censo Funcional
e Equipamentos
24 Caraguatatuba
M SP Prefeitura Municipal de Caraguatatuba
Censo Cadastral
25 Cariacica
M ES Prefeitura Municipal de Cariacica
Censo Cadastral, Censo Funcional
e Equipamentos
26 Caucaia
M CE Prefeitura Municipal de Caucaia
Censo Cadastral
27 Caxias
M MA Prefeitura Municipal de Caxias
Censo Cadastral
28 Contagem
M MG Prefeitura Municipal de Contagem
Censo Cadastral e Assistência
29 Diadema
M SP Prefeitura do Município de Diadema
Censo Funcional e Equipamentos
30 Divinópolis
M MG Prefeitura Municipal de Divinópolis
Censo Cadastral
31 Escada
M PE Prefeitura Municipal de Escada
Censo Cadastral e Equipamentos
32 Foz do Iguaçu
M PR Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu
Censo Funcional e Equipamentos
33 Guarapari
M ES Prefeitura Municipal da Guarapari
Censo Funcional e Equipamentos
34 Itabira
M MG Prefeitura Municipal de Itabira
Censo Cadastral
35 Itapira
M SP Prefeitura Municipal de Itapira
Censo Cadastral e Assistência
36 Jaraguá do Sul
M SC Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul
Censo Cadastral, Censo
Funcional, Equipamentos e
Assistência
37 Joinville
M SC Prefeitura Municipal de Joinville
Censo Funcional e Equipamentos
38 Jundiaí
M SP Prefeitura Municipal de Jundiaí
39 Londrina
M PR Prefeitura Municipal de Londrina
40 Maringá
M PR Prefeitura do Município de Maringá
Censo Cadastral, Censo Funcional
e Equipamentos
Censo Cadastral, Equipamentos e
Assistência
Censo Cadastral e Equipamentos
112
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
41 Mineiros
M GO Prefeitura Municipal de Mineiros
Censo Cadastral
42 Mossoró
M RN Prefeitura Municipal de Mossoró
Censo Cadastral e Equipamentos
43 Nilópolis
M RJ Prefeitura Municipal de Nilópolis
Censo Cadastral e Equipamentos
44 Niterói
M RJ Prefeitura Municipal de Niterói
45 Novo Hamburgo
M RS Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo
46 Pacatuba
M CE Prefeitura Municipal de Pacatuba
Censo Cadastral
47 Palmas
M TO Prefeitura Municipal de Palmas
Censo Cadastral e Equipamentos
48 Paranavaí
M PR Prefeitura Municipal de Paranavaí
Censo Cadastral
49 Patos de Minas
M MG Prefeitura Municipal de Patos de Minas
Censo Cadastral e Equipamentos
50 Porto Alegre
M RS Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Censo Cadastral e Equipamentos
51
Presidente
Figueiredo
M AM
Prefeitura Municipal de Presidente
Figueiredo
Censo Cadastral, Equipamentos e
Assistência
Censo Cadastral, Censo Funcional
e Equipamentos
Censo Cadastral e Equipamentos
52 Recife
M PE Prefeitura da Cidade de Recife
Censo Cadastral, Equipamentos e
Assistência
53 Registro
M SP Prefeitura Municipal de Registro
Censo Cadastral
54 Rio Branco
M AC Prefeitura Municipal de Rio Branco
Censo Funcional e Equipamentos
55 Rio das Ostras
M RJ Prefeitura Municipal de Rio das Ostras
Censo Cadastral
56 Rio Verde
M GO Prefeitura Municipal de Rio Verde
Censo Cadastral
57 Santo André
M SP Prefeitura Municipal de Santo André
Censo Cadastral, Censo
Funcional, Equipamentos e
Assistência
58 São João de Meriti
M RJ
59 São Leopoldo
M RS Prefeitura Municipal de São Leopoldo
Censo Cadastral, Equipamentos e
Assistência
60 São Paulo
M SP Prefeitura Municipal de São Paulo
Equipamentos e Assistência
61 Teresina
M
Assistência
62 Timon
M MA Prefeitura Municipal de Timon
Censo Cadastral
63 Unaí
M MG Prefeitura Municipal de Unaí
Censo Cadastral
64 Viçosa do Ceará
M CE Prefeitura Municipal de Viçosa do Ceará
Censo Cadastral e Equipamentos
65 Vitória
M ES Prefeitura Municipal de Vitória
Censo Cadastral, Equipamentos e
Assistência
66 Votuporanga
M SP Prefeitura Municipal de Votuporanga
Censo Cadastral
PI
Prefeitura Municipal de São João de
Meriti
Prefeitura Municipal de Teresina
Censo Cadastral
b) Elaborou os Termos de Referência – TDR destinados a viabilizar a contratação de
empresas/instituições para a realização, no âmbito do PROPREV – Segunda Fase, de: censo
cadastral; censo funcional; servidores temporários; estudo sobre a Análise do Equilíbrio Financeiro
Atuarial de Longo Prazo dos RPPS e a Busca de Alternativa para Equacionamento de Déficits;
Implementação de Novos Processos de trabalho nas Auditorias Diretas e Indiretas;
Desenvolvimento de Instrumentos de Avaliação e Acompanhamento do Desempenho de Carteiras
de Investimentos dos RPPS e Parametrização de Indicadores de Desempenho; Modernização da
Gestão dos RPPS – Certificação de Qualidade; e, a Questão da Saúde e da Segurança do Trabalho e
113
RELATÓRIO DE GESTÃO – Exercício 2013
as Implicações para os Regimes Próprios e o Regime Geral de Previdência Social – Construção de
Perfil Epidemiológico-Previdenciário.
Não ocorreu a efetivação de nenhuma contratação em razão da escassez de tempo, pois
o Acordo de Empréstimo foi celebrado somente em 10 de junho de 2013, impactando
negativamente na adoção de vários procedimentos internos, agravado, ainda mais, em decorrência
do contingenciamento orçamentário estabelecido no âmbito do Governo Federal pela Portaria
MPOG nº. 268, de 30 de julho de 2013. Os recursos orçamentários foram incluídos no PLOA de
2014, em parte.
As contratações e as execuções orçamentarias e financeiras foram transferidas para
2014.
114
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Relatório de Gestão - Ministério da Previdência Social