FACULDADE DE JAGUARIÚNA PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Jaguariúna - Setembro/2012 FACULDADE DE JAGUARIÚNA CREDENCIADA PELA PORTARIA MINISTERIAL NO 583, DE 03 .05. 2000 CAMPUS II: ROD. ADHEMAR DE BARROS, KM 127 – PISTA SUL – TANQUINHO VELHO – JAGUARIÚNA/SP CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL (FAJ) AUTORIZADO PELA PORTARIA N°3.561 DE 17. 10. 2005 DIRETOR GERAL PROF. DR RICARDO JORGE TANNUS DIRETOR DO CAMPUS I E II PROF. MS FLÁVIO FERNANDES PACETTA COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL PROFA. DRA ANGELA MARIA MONTES PERAL VALENTE SUMÁRIO I. DADOS DA FACULDADE – FAJ................................................................ 1 1. MANTENEDORA.......................................................................................... 1 2. INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR – IES.......................................................... 1 3. ENDEREÇO............................................................................................... 1 4. PERFIL E MISSÃO....................................................................................... 1 5. BREVE HISTÓRICO...................................................................................... 1 6. DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO.............................................................. 2 7. RESPONSABILIDADE SOCIAL........................................................................... 4 8. ATENDIMENTO AO DISCENTE.......................................................................... 5 9. ATENDIMENTO AO DOCENTE........................................................................... 7 II. CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL.................................................. 9 1. AUTORIZAÇÃO........................................................................................... 9 2. MODALIDADE DO CURSO............................................................................... 9 3. TURNO DE FUNCIONAMENTO........................................................................... 9 4. NÚMERO DE VAGAS PREVISTAS NO ATO DA CRIAÇÃO, NÚMERO ATUAL E FORMAS DE 9 INGRESSO.................................................................................................... III. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA............................................ 10 A. CONTEXTO EDUCACIONAL.............................................................................. 10 1. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS: Projeto Pedagógico Institucional PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional-PDI, Projeto Pedagógico do Curso 10 – PPC....................................................................................................... 2. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO............................................................................ 14 3. ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO............................................................ 16 B. DESCRIÇÃO DO CURSO........................................................................... 17 1. OBJETIVOS............................................................................................... 19 1.1. GERAL………………………………………………………………………………………………………………… 19 1.2. ESPECÍFICOS………………………………………………………………………………………………………… 19 2. PERFIL DO EGRESSO.................................................................................... 20 Projeto Pedagógico 2.1. PERFIL PROFISSIONAL, ATUAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO................................... 25 3. O CURRÍCULO........................................................................................... 26 3. 1. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO……………………………………………………………………………. 26 3. 1. 1. MATRIZ CURRICULAR (2008-2009)…………………………………………………………………. 26 3.1.2. MATRIZ CURRICULAR RE-ESTRUTURADA (INGRESSO A PARTIR DE 2010)………………….. 41 4. EMENTÁRIO/REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS......................................................... 45 5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO......................................................................... 96 5.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM............................................. 96 IV. CORPO DOCENTE................................................................................ 98 A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA.......................................................................... 98 1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE.......................................................... 98 2. COORDENADOR DO CURSO.................................................................. 99 2.1. REGIME DE TRABALHO............................................................................... 101 3. COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE............................................................. 101 4. PERFIL DO CORPO DOCENTE........................................................................... 103 V. INSTALAÇÕES FÍSICAS......................................................................... 107 A. INSTALAÇÕES GERAIS.................................................................................. 107 1. SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES....................................................... 107 2. GABINETE DE TRABALHO PARA PROFESSORES………………………………………………………………. 107 3. SALAS DE AULA…………………………………………………………………………………………………….... 107 4. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA......................................... 107 5. ACESSIBILIDADE A PORTADORES COM DEFICIÊNCIA………………………………………………………. 108 B. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA.................................... 108 C. ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO........................................ 108 1. REGISTROS ACADÊMICOS.............................................................................. 109 2. BIBLIOTECA.............................................................................................. 110 2. 1. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA…………………………………………………………………………… 110 2.2. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR........................................................ 111 Projeto Pedagógico 2.3. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES..................................... 111 2.3.1. PUBLICAÇÕES ONLINE............................................................................ 111 2.3.2. JORNAIS............................................................................................ 112 5. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS..................................................................... 112 6. INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS………………………………. 113 6.1. Laboratório de Física para Engenharia I e II............................................. 113 6.2. Laboratório de Física para Engenharia III................................................ 113 6.3. Laboratório de Química…………………………………………………………………………………… 113 6.4. Laboratório de Águas e Controle Ambiental............................................. 113 6.5. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE............................................ 115 6.6. Laboratório de Geologia e Solos............................................................. 115 6.7. Laboratório de Ciência Morfológica I-A e IB............................................. 115 VI. BIBLIOGRAFIA………………………………………………………………………………. 116 Projeto Pedagógico I. DADOS DA FACULDADE - FAJ 1. MANTENEDORA Instituto Educacional Jaguary – IEJ 2. INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR - IES Faculdade de Jaguariúna – FAJ 3. ENDEREÇO CAMPUS I: Rua Amazonas, 504 – Jardim Dom Bosco – CEP: 13820 - Jaguariúna/SP. CAMPUS II: Rod. Adhemar de Barros, km 127 – Pista Sul – Tanquinho Velho – CEP: 13820 - Jaguariúna/SP. CAMPUS III: Av. dos Ypês, 678 – Roseira de Baixo - CEP: 13820-Jaguariúna/SP 4. PERFIL E MISSÃO A FACULDADE DE JAGUARIÚNA – FAJ - tem como missão promover a educação socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos. Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de qualidade que busca desenvolver nos formandos uma sólida base de conhecimentos, conceitos, posturas e práticas profissionais, para que possam desenvolver habilidades e competências com vistas à implementação dos seus projetos de vida. 5. BREVE HISTÓRICO A FAJ, credenciada através da Portaria Ministerial Nº 583, de 03 de maio de 2000, é uma Instituição de Ensino Superior, mantida pelo Instituto Educacional Jaguary, também denominado pela sigla IEJ (CNPJ nº 03.211.847/0001-03). Fundado em 04 de maio de 1999, conforme dispositivos legais pertinentes, o IEJ é uma entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável, e tem como sede e foro a cidade de Jaguariúna, Estado de São Paulo. As atividades da FAJ iniciaram-se no campus I e, em virtude de seu crescimento, em 2004 entra em operação o campus II e no ano seguinte – 2005 – 1 Projeto Pedagógico começam a funcionar o Hotel-Escola Matiz, o Hospital-Escola Veterinário e a Interclínicas FAJ que abriga a Clínica de Fisioterapia e o Centro de referência em Enfermagem. O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas de Engenharia e Tecnologia, Gastronomia, Medicina Veterinária e Negócios. Atualmente a Faculdade está estruturada com os seguintes cursos: Administração, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial, Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial, Curso Superior de Tecnologia em Logística, Direito, Educação Física (Bacharelado), Educação Física (Licenciatura), Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Fisioterapia, Medicina Veterinária, Nutrição, Psicologia, Turismo e Gastronomia que atendem em torno de 4.000 alunos. 6. DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO A FAJ está inserida no município de Jaguariúna, criado em 30 de dezembro de 1953, pela Lei 2456, situado no interior do Estado de São Paulo – Circuito das Águas Paulistas – e faz parte da Região Metropolitana de Campinas – RMC (Figura 1.). Jaguariúna é considerada a 3ª cidade do Brasil em qualidade de vida, segundo o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), possui cerca de 40 mil habitantes e uma renda per capita anual de cerca de R$ 84 mil e um PIB de R$ 3 milhões. O seu parque industrial abarca vários setores da economia: bebidas, informática, comunicações, medicamentos, cerâmica, metalurgia, autopeças, avicultura. Figura 1. Região Metropolitana de Campinas 2 Projeto Pedagógico A RMC, criada pela Lei Complementar Estadual 870/2000, é constituída por 19 municípios paulistas. Considerada uma das mais dinâmicas no cenário econômico brasileiro, representa 2,7% do PIB nacional e 7,83% do PIB paulista e apresenta renda significativa per capita quando comparada à do estado de São Paulo e do Brasil. Com forte economia possui uma infraestrutura que proporciona o desenvolvimento de toda a área metropolitana. Segundo o IBGE (2009), a RMC possui 2.770.862 habitantes, distribuídos em 3.647 km², o que corresponde a 1,49% da população nacional e a 6,7% da estadual. Ocupa uma área de 3.647 km², correspondente a 0,04% da superfície brasileira e a 1,47% do território paulista. É a 9ª maior região metropolitana do Brasil. Próxima à Região Metropolitana de São Paulo, a RMC, abarca um parque industrial abrangente, diversificado e de segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização. Destaque-se ainda a presença de centros inovadores no campo das pesquisas científicas e tecnológicas, bem como do Aeroporto de Viracopos – o segundo maior terminal aéreo de cargas do País – localizado em Campinas. A RMC conta com amplo sistema viário, bem ramificado, com os seguintes eixos principais: Rodovia dos Bandeirantes e Anhanguera, que ligam a cidade de São Paulo ao interior paulista, cortando RMC; a SP-304, rumo a Piracicaba, a Rodovia Santos Dumont, rumo a Sorocaba e a Rodovia Dom Pedro I, que faz a ligação com o Vale do Paraíba, entre outras. Essa malha viária permitiu uma densa ocupação urbana, em torno de algumas cidades de portes médias e grandes, revelando processos de conurbação. As especificidades dos processos de urbanização e industrialização provocaram mudanças visíveis nas cidades, que acarretaram desequilíbrios de natureza ambiental e deficiências nos serviços básicos. Em contrapartida, geraram potencialidades e oportunidades em função da base produtiva. Nesse cenário, cidades médias passaram a conviver com problemas típicos de cidades grandes: proliferação de favelas, violência e pobreza, que revelam um padrão de crescimento perverso e aprofunda as desigualdades sociais. Apesar disso, a RMC possui o melhor Índice de Desenvolvimento Humano – IDH – entre as regiões metropolitanas do Brasil, segundo o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Em relação aos veículos de comunicação a RMC conta com: a) Emissoras de TV: EPTV, TVB, BAND Campinas; b) Emissoras de Rádio: Educadora FM, Vox90, CBN Campinas; c) Jornais: Correio Popular, Diário do Povo, JÁ, Todo Dia, O Liberal, Jornal RMC, Tribuna Liberal, Página Popular, Gazeta Regional; d) Revistas: Café Campinas. 3 Projeto Pedagógico 7. RESPONSABILIDADE SOCIAL Entende-se que a educação se constitui num processo complexo, o qual relaciona a formação e desenvolvimento pessoal, além das habilidades profissionais e valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Contudo, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas nas quais as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país, pautadas por ações éticas referências, sendo criativos na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se expressa, com a intenção de assegurar uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social. Neste sentido, a FAJ, por meio dos processos de ensinar e aprender preconiza-se o desenvolvimento e incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios, expressos no Projeto Pedagógico Institucional como: § Desenvolver uma educação de qualidade para a formação de profissionais críticos e responsáveis; § Educar para a cidadania ao oferecer um local permanente para o aprendizado, através do exercício da ética e do rigor científico; § Produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, preservando a vida; § Promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão, contribuindo com o desenvolvimento humano e a construção da paz; A responsabilidade social do ensino se expressa no Projeto Pedagógico, apresentando visibilidade por meio de uma série de ações como: § Incentivo ao desenvolvimento de trabalhos de conclusão de curso que possibilitem a inovação tecnológica, interação e a integração dos estudantes com a sociedade; § Promoção do engajamento dos estudantes através de atividades sociais por meio da de estágio curricular supervisionado; § Desenvolvimento de valores éticos de cidadania, tolerância e dignidade; § Criação de situações que propiciem o desenvolvimento da capacidade de analisar situações do cotidiano; 4 Projeto Pedagógico Execução de atividades de ensino, extensão e pesquisa que promovam a § educação; Incentivo à realização de estágios e atividades extracurriculares, assim como a § participação em eventos específicos da área ou de formação complementar, buscando seu aprimoramento profissional e pessoal (capacidade de expressão e comunicação interpessoal), bem como as atividades desenvolvidas pelo núcleo de apoio ao ensino em engenharia ambiental. 8. ATENDIMENTO AO DISCENTE As políticas de atendimento ao estudante da FAJ são efetivadas pelo Coordenador de Curso e pela Central de Atendimento, bem como viabilizadas por meio do PROE (Programa de Atendimento ao Estudante). Os alunos ingressam na faculdade através de processo seletivo ou pela utilização da nota do ENEM, a partir do momento da sua matricula no curso, o aluno tem ao seu dispor várias frentes de atendimento, cujo objetivo é orientá-lo durante o seu percurso acadêmico. O coordenador do curso acompanha o aluno durante todo o curso e orienta-o em relação às suas decisões e definições acadêmicas. O atendimento ao aluno pelo coordenador do curso é primordial na política institucional. Em relação às informações acerca do desenvolver e do controle de sua vida acadêmica, o aluno tem na CA (Central de Atendimento) todo o suporte necessário, além da possibilidade de consulta de notas, frequência, materiais disponibilizados pelos professores, no item Registros Acadêmicos. Através de ações do PROE, logo no primeiro semestre do curso, o aluno passa por um processo de nivelamento na área de Língua Portuguesa, Matemática, que Inglês. Nos cursos de Engenharia são oferecidas as disciplinas de Física e Química se houver necessidade, assim como acrescentar nivelamentos existentes em outros cursos e diferentes dos citados. Este processo tem como objetivo procurar sanar qualquer tipo de defasagem trazida pelo aluno e que possa vir influenciar no desenvolvimento de competências e habilidades do aluno no decorrer dos semestres iniciais do curso, principalmente pela falta de conhecimentos conceituais e procedimentais básicos necessários. O PROE, sob a responsabilidade de um professor em conjunto com os Coordenadores de Curso, desenvolve ações de: § Orientações de estudos; 5 Projeto Pedagógico § Oficinas de aprimoramento acadêmico e profissional; § Orientação profissional; § Interclínicas, campus III da FAJ - Realiza atendimento psicológico aos estudantes, professores e funcionários. § Cursos de língua estrangeira; § Curso de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais; programas de aperfeiçoamento em informática, matemática, leitura e interpretação de textos; § Promoção de cursos, palestras e workshops; e § Dinâmicas de grupo. Este programa, também, preocupa-se em auxiliar o aluno a buscar fomento para seu percurso acadêmico, esclarecendo e promovendo os seguintes programas de bolsas de estudo: Financiamento Estudantil (FIES): destinado aos estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino superior, não gratuitas, que estejam devidamente credenciadas no programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. Programa Escola da Família: Concedida pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, que tem por objetivo abrir as portas das escolas estaduais nos finais de semana oferecendo atividades de cultura, esporte, saúde e qualificação profissional para alunos, pais, professores e comunidade do entorno de cada escola. Para realizar tais atividades, o Programa conta, entre outros profissionais com educadores universitários (bolsistas). ProUni (Programa Universidade para Todos): programa de bolsas criado pelo Governo Federal que possibilita o acesso de milhares de jovens de baixa renda à educação superior, em instituições privadas de educação superior. ProUni-Municipal programa de bolsas de estudos junto a Prefeitura Municipal de Jaguariúna. Bolsa Monitoria: vinculadas a uma disciplina ou a uma atividade acadêmica, na qual o aluno é acompanhado por um docente e, deve cumprir uma determinada quantidade de horas na instituição. Bolsa Parentesco: aplicadas nas mensalidades de alunos que tenham irmãos, filhos ou cônjuge matriculados na mesma unidade de ensino. 6 Projeto Pedagógico Bolsa Desenvolvimento: desconto aos alunos que cursarem mais de um curso de graduação (aplicado no segundo curso) ou pós-graduação. Convênio Empresa: convênios firmados com empresas, organizações ou órgãos públicos beneficiam colaboradores e dependentes diretos (cônjuge e filhos) com descontos especiais. Bolsa de Pesquisa e Iniciação Científica (PIC): destinada ao desenvolvimento de pesquisa visando à iniciação científica. Nesta modalidade de bolsa, o aluno é orientado por um docente a fim de produzir seu trabalho científico. A FAJ possui o Programa de Iniciação Cientifica – PIC - que é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa cientifica. É uma possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica engajando-o a pesquisa. Assim, a Iniciação Científica caracteriza-se como um instrumento de apoio teórico e metodológico para realização de um projeto de pesquisa, constituindo deste modo, um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno. Ainda com o intuito de incentivar o aluno, a FAJ mantém uma parceria com a EMBRAPA Meio Ambiente em que os alunos desenvolvem projetos de iniciação científica em diferentes laboratórios, com Bolsas EMBRAPA, CNPQ e FAPESP. Neste sentido é incentivada a partição dos docentes e discentes no Congresso Nacional de Iniciação Científica – CONIC, que tem por objetivo identificar talentos e estimular a transformação de ideias em realidades, promovendo o interesse pela pesquisa nos campos da Ciência e da Tecnologia. O acompanhamento dos egressos se viabiliza por meio de contatos via email para a divulgação de cursos de pós-graduação, visando criar um mecanismo de apoio e formação continuada para os formados, como também de pesquisas feitas pela Comissão de Avaliação Institucional, na intenção de verificar como foi à preparação profissional promovida pelo Curso, num tempo de 6 a 12 meses após a conclusão do curso e conhecer as inserções no mercado de trabalho. 9. ATENDIMENTO AO DOCENTE No IES são realizados diversos programas de incentivo a Produção Científica, tanto para docentes quanto discentes. 7 Projeto Pedagógico O FOCO é um grupo interno de Formação Continuada de Docentes da FAJ que desenvolve estudos relacionados à potencialização do processo ensino-aprendizagem. Os cursos são oferecidos de maneira continua e de forma gratuita aos professores, com os seguintes objetivos: § Propiciar bases teórico-metodológicas para o exercício da docência no ensino superior, articuladas à produção do conhecimento, que se desenvolve através da relação pesquisa científica/prática docente; § Fornecer uma atualização das questões educacionais de modo articulado com a experiência já consolidada no exercício da docência no ensino superior; § Auxiliar o planejamento da atividade docente em diferentes áreas do currículo, adequando-a às necessidades do aluno. A FAJ oferece ainda o Programa de Pós Graduação nas mais diversas áreas do conhecimento. As atividades são organizadas por docentes e pesquisadores das faculdades e também por palestrantes convidados, sempre com a perspectiva de aliar a teoria à prática, buscando atualizar o conhecimento que é imprescindível para o sucesso profissional, propiciar diferencial aos alunos no mercado de trabalho, assim como desenvolver o “net-work”. Nesse contexto, os cursos oferecidos pela IES estão direcionados tanto às expectativas de aprimoramento acadêmico como profissional e têm como objetivo atualizar e qualificar profissionais para atuarem no mercado de trabalho em sintonia com os avanços científicos e tecnológicos. 8 Projeto Pedagógico II. CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL 2. AUTORIZAÇÃO Engenharia Ambiental (Portaria no. 3.561 de 17.10.2005) D.O.U no 200 de 18 de outubro de 2005. 2. MODALIDADE DO CURSO Presencial 3. TURNO DE FUNCIONAMENTO Noturno 4. NÚMERO DE VAGAS PREVISTAS NO ATO DA CRIAÇÃO, NÚMERO ATUAL E FORMAS DE INGRESSO Atualmente, o curso aproveita 35,4 % das vagas ofertadas e autorizadas pelo MEC (100 vagas com máximo de 50 estudantes por turma conforme Portaria n°3.561 de 17. 10. 2005). A forma de acesso ao curso é por vestibular, pelo PROUNI ou transferência. O curso de graduação em Engenharia Ambiental possui um total de 177 alunos matriculados, distribuídos em 05 turmas - agosto/2012 – (2ºS - 29 estudantes; 4ºS - 23 estudantes; 6ºS - 32 estudantes, 8ºS – 43 estudantes, 10º S 43 estudantes) e 7 estudantes (N11009-DP). O vestibular ocorre de maneira continuada, por meio de processo seletivo, respeitando o número de vagas autorizadas por semestre. A transferência acontece mediante análise curricular e disponibilidade de vaga. Para a aceitação da transferência o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar o atestado de matrícula, o histórico escolar, o conteúdo programático das disciplinas e a comprovação da faculdade de origem de ser autorizada ou reconhecida pelo Ministério da Educação. 9 Projeto Pedagógico III. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA A. CONTEXTO EDUCACIONAL 1. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS: Projeto Pedagógico Institucional PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional-PDI, Projeto Pedagógico do Curso – PPC A Organização Didático-Pedagógica com suas linhas gerais definidas no Projeto Pedagógico Institucional - PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional – PDI e, mais especificamente, no Projeto Pedagógico do Curso - PPC, os quais dão sustentabilidade desde a elaboração, o desenvolvimento e o cumprimento da missão institucional e social da faculdade, que fornece os elementos estruturais para a implementação das Atividades Acadêmicas, cujas ações articuladas e inter-relacionadas com os demais instrumentos estabelecem o carisma do Curso. Os profissionais da equipe de trabalho da FAJ entende, que tanto o PPI quanto o PPC são frutos da reflexão consciente de todos os atores envolvidos na sua implementação, fornecendo unidade, singularidade e especificidade ao Curso. A estruturação de um Projeto Pedagógico significa planejar o trabalho de formação humana em seu sentido mais amplo. Assim, a Faculdade de Jaguariúna (FAJ) entende que o Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa não só um documento estruturado e estático, mas sim um documento dinâmico que norteia as ações de formação humana e profissional da instituição. Os projetos pedagógicos apresentam uma visão voltada ao futuro e, consequentemente, traduz e incorpora esta visão transformando-a em suas ações, que norteiam e circunscrevem esses projetos, ou seja, constroem diretrizes que visam à formação das pessoas para um futuro que acontece no presente. É neste contexto, que a concepção dos Projetos pedagógicos da FAJ está embasada, pois confrontam condições atuais com as que se deseja. Ressaltando, ainda que elas devam ser passíveis de serem realizadas e com o intuito de construir uma formação humana e, profissional diferenciada, explorando os limites do real, utilizando instrumentos capazes de transformar essa realidade em ações. Neste contexto, as políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se refletem nos Projetos Pedagógicos dos cursos mediante os seguintes princípios: Formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar no qual acontece a assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e técnico10 Projeto Pedagógico científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional de qualidade e consistente consoante o mundo contemporâneo; Inter-poli-transdisciplinaridade – “ecologizar as disciplinas, isto é levar em conta tudo que lhes é contextual, inclusive as condições culturais e sociais, ou seja, ver em que meio elas nascem, levantam problemas, ficam esclerosadas e transformam-se” (MORIN, 2001). Flexibilidade curricular: ocorre através da inclusão de disciplinas eletivas ou optativas, que têm por finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isto é percebido por meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades curriculares complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das diferentes áreas que compõem o currículo do curso; Relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: ela se estabelece nas diferentes práticas de ensino, de aulas teóricas e de laboratório, que desde o seu início permeiam o conteúdo trabalhado no curso. Esta relação, também se concretiza nos estágios curriculares que na FAJ são entendidos como atividades teóricas-práticas, os quais são desenvolvidos através de projetos de estágios integrados, que têm por finalidade promover uma aproximação real com o campo de trabalho; Integralização do ensino, a pesquisa e a extensão): esta integração se reflete através de diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula, mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante o curso. Ela é parte integrante do projeto pedagógico que define as linhas de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas; Pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os Projetos Pedagógicos caracterizados num currículo dinâmico incluem metodologias formativas que buscam desenvolver a cultura investigativa, proporcionando condições de apropriação crítica do conhecimento e, o desenvolvimento de competências e habilidades científicas. Gestão participativa: envolvem os coordenadores, professores com carga horária parcial ou integral, representantes de turma e estudantes. O detalhamento das diferentes áreas que fazem parte do modelo de Gestão Participativa estão relacionados a seguir: 11 Projeto Pedagógico a) Burocracia § Orçamento do curso para 2011 (previsão de gastos com viagens e materiais de consumo); § Requisição para contratação de docentes; § Projeto Pedagógico do Curso atualizado (projeto inicial acrescido de mais informações - novos campos); § Planos de Ensino; § Verificação das Referências Bibliográficas de cada disciplina; § Requisição de Transporte (Visitas Técnicas); b) Relacionamento com os estudantes § Atendimento individual aos alunos para plano de estudos e outros assuntos; § Equivalência Curricular (Alunos de Transferência); § Participar do processo de eleição dos representantes de cada turma e, atendimentos aos mesmos; § Reuniões bimestrais com representantes de turma; § Encaminhamentos das decisões; § Planos de Estudos. c) Relacionamento com os professores § Planejamento de Visitas Técnicas; § Planejamento (Semana do meio Ambiente e Cenge). d) Avaliações § Bimestrais – organização do calendário; § Provas Integrativas – orientação para elaboração das questão e inserção das questões no Moodle; Processamento dos resultados das provas e envio para os professores de cada semestres § Avaliação Institucional (estudantes e professores) e) Eventos Internos e Externos § Dia da Água; § Semana do Meio Ambiente; 12 Projeto Pedagógico § Ciclo de Estudos das Engenharias (CENGE); f) Práticas § Visitas técnicas; § Aulas Práticas in loco; § Integração Profissional; § Laboratórios; § TCC – Vincular com as disciplinas (Metodologia da Pesquisa Científica, Estruturação e Planejamento de Projetos, Projetos de Engenharia, TCC I e TCC II. g) Pesquisa § Projetos e desenvolvimento de pesquisa; § Produção Científica; § Participação e eventos científicos. Além disso, estabelece condições e abre espaços institucionalizados para diálogos e troca de informações visando a promoção da melhoria das Atividades Acadêmicas. Estes procedimentos de acompanhamento das ações consignadas em ambos os documentos e sua articulação entre si e, com os demais instrumentos é percebido como uma ação de grande relevância à medida que pode revelar as características da instituição, no Curso de Engenharia Ambiental e, entre os Cursos implantados na Instituição. Há três elementos fundamentais que justificam o bom desempenho do Curso: Projeto Pedagógico, Atividades Acadêmicas, atuação dos coordenadores e atendimento aos discentes. O curso de Engenharia Ambiental da FAJ está estruturado de forma a integrar conhecimentos básicos de diversas áreas do conhecimento que, até então, estiveram presentes de forma setorizada na formação de biólogos, engenheiros químicos, engenheiros florestais, engenheiros agrônomos, engenheiros sanitaristas, geólogos, geógrafos, e na formação de profissionais das ciências sociais aplicadas, da sociologia, do direito, da administração e da economia. Cabe destacar que as engenharias tradicionais formam especialistas, já a Engenharia Ambiental, por seu perfil multi-poli- transdisciplinar, integra diferentes áreas do conhecimento, formando um profissional generalista, com visão mais ampla e holística para lidar com questões ambientais 13 Projeto Pedagógico diversificadas e para buscar atender a um dos maiores desafios da atualidade, o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. As atividades complementares na concepção do Curso de Engenharia Ambiental são realizadas fora da sala de aula, embora constem da matriz curricular, contemplando as visitas, as exposições, feiras técnicas, palestras, fóruns, seminários, congressos, em Campo, estágios extracurriculares e demais atividades práticas e eventos na comunidade do entorno/região, tais como entrevistas, diagnósticos ou elaboração/montagem e condução de experimentos ou projetos. Tais atividades possibilitam ao estudante vivências acadêmicas compatíveis com as relações de mercado de trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais. A avaliação dessas atividades é acompanhada por um professor e devem ter vinculação com o conteúdo estudado. As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estão integradas de forma, a se refortalecerem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de Jaguariúna é com o ENSINO DE QUALIDADE. Deste modo, a pesquisa na Instituição tem característica empírica, de aplicação prática. São consideradas como pesquisa: os Trabalhos discentes de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de Iniciação Científica - PIC e as atividades que podem ser desenvolvidas em todas as disciplinas, em especial a de Integração Profissional. A extensão vem sendo incentivada pelas semanas de estudos e jornadas organizadas, anualmente sob a responsabilidade de cada coordenador de curso. Também as visitas técnicas são favorecidas para atender as especificidades dos conteúdos ministrados. Quanto à natureza da pesquisa, elas são desenvolvidas na realidade educacional, voltadas quase que inteiramente para as questões pertinentes aos problemas da atualidade, efetivando assim a integralização legítima entre Pesquisa e Ensino. 2. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO Ocorre na Avaliação Institucional, que é um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos, econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno, configurado com padrões próprios da instituição, não tem caráter público e nem propósito de comparação com outras instituições. É consenso entre especialistas, que a avaliação é um instrumento fundamental para todo organismo social que busque desenvolvimento e qualidade. Convém destacar que a razão da existência das instituições de ensino superior é a prestação de serviços de qualidade à sociedade, visando sempre a excelência na produção, sistematização e democratização do saber. 14 Projeto Pedagógico Neste contexto, a avaliação institucional tem como propósito conduzir os empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento contínuo. Os cursos da Faculdade de Jaguariúna, tendo em vista a manutenção e melhoria da qualidade do ensino oferecido, promovem um processo sistemático e periódico de avaliação e acompanhamento da efetivação de seus projetos pedagógicos bem como, das atividades acadêmicas de pesquisa, extensão e ensino. Por meio de instrumentos informatizados, embasadas nas dimensões do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior do Ministério da Educação, de acordo com a Lei N° 10.861 de 14 de abril de 2004.), realiza-se o processo de autoavaliação do curso organizado nas seguintes áreas: docentes, discentes, funcionários, infraestrutura e relacionamento intra e interinstitucional. E seus resultados das avaliações são publicados periodicamente de acordo com o calendário aprovado pelos responsáveis pela Diretoria da Faculdade. Esse processo de autoavaliação é conduzido pela Comissão Própria de AvaliaçãoCPA, que envolve toda a comunidade acadêmica em um esforço de diagnosticar acertos e possíveis falhas institucionais referentes aos aspectos políticos, pedagógicos, administrativos e de infraestrutura. Este diagnóstico subsidia um Plano de Melhorias para cada período letivo subsequente, com vistas à melhoria da qualidade de ensino. A CPA, constituída por membros designados pelo Diretor, é parte integrante da Diretoria. A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria e a participação dos membros da comunidade acadêmica (estudantes, professores e pessoal técnico-administrativo), dirigentes e egressos e, busca manter estreita articulação com os Coordenadores dos Cursos. Cabe à CPA: § Implantar e alimentar o banco de dados institucional, de forma a estabelecer os indicadores que serão utilizados no processo de autoavaliação. § Analisar o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e sua adequação ao contexto da Instituição, no que se refere à: missão institucional, concepção dos cursos, currículos, além da factibilidade do que foi projetado em termos de crescimento quantitativo e qualitativo, considerando a evolução da unidade. § Avaliar o processo de implantação proposto, o nível de cumprimento das metas estabelecidas, ano a ano, e as principais distorções. § Analisar os resultados de processos avaliativos realizados pelos avaliadores e profissionais do MEC, como os exames nacionais de curso, os dados dos questionários-pesquisa respondidos pelos estudantes que se submeterem aos exames, os resultados das Avaliações das Condições de Ensino. 15 Projeto Pedagógico Além deste instrumento institucional formalizado, o coordenador realiza, periodicamente, durante o semestre letivo, reuniões com o corpo discente e docente com a finalidade de identificar problemas, buscar soluções, assim como planejar ações futuras para o curso. Esta ação possibilita uma maior rapidez no processo de tomada de decisão e melhoria das condições de ensino. Desde agosto de 2008 vem realizando reuniões com o Núcleo Docente Estruturante, formados por professores do curso indicados pelo coordenador. 3. ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO A função do Coordenador de curso é de amplo espectro e apresenta um alto grau de complexidade, cabendo, portanto, ao coordenador a tarefa de favorecer a construção de uma equipe coesa, engajada e, sobretudo, convicta da viabilidade operacional das prioridades consensualmente assumidas e formalizadas na proposta de trabalho da instituição. O coordenador exerce, em acordo com da autonomia que lhe foi conferida, seu papel de elemento-chave no gerenciamento do curso, o que exige ações de articulação e mobilização da equipe, tendo em vista o aperfeiçoamento do fazer pedagógico na instituição. O coordenador do curso tem as seguintes atribuições: § Organizar uma gestão administrativa e pedagógica do curso; § Elaborar o planejamento contendo a organização e funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão do curso; § Efetivar um sistema de acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes do curso; § Articular o curso com os demais órgãos e comunidade externa; § Avaliar a sistemática do curso. A concepção de gestão estudante-administrativa adotada pelo curso é de gestão colegiada, na qual os representantes do corpo docente e corpo discente eleito por seus pares, juntamente com o coordenador, deliberam sobre assuntos pertinentes ao mesmo, sendo que o colegiado tem por função assessorar o coordenador. A coordenação desenvolve atividades de gestão do curso e promove especialmente, atividades como: § Elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa, com ênfase na organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na 16 Projeto Pedagógico organização do trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso; § Reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à racionalização do trabalho de gestão; § Elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à gestão acadêmico-administrativa do curso; § Reuniões de trabalho para análise e busca de soluções das dificuldades detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do curso. § Orientações de projetos de pesquisa relacionados a iniciação científica. B. DESCRIÇÃO DO CURSO Devido à evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas especialidades profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas modalidades de Engenharias. Dentre as mais recentes tem-se a Engenharia Ambiental, uma modalidade surgida da interação das diversas áreas de Engenharias com a área Ambiental. Nos últimos anos tem crescido, consideravelmente, a demanda por profissionais com competências e habilidades para analisar, de forma holística, as questões ambientais e a propor soluções com viabilidade econômica, justiça social e equilíbrio ambiental, de modo a satisfazer as três componentes ou vertentes da sustentabilidade em seu conceito mais amplo: desenvolvimento econômico, coesão social e valorização ambiental – coexistem numa mesma dimensão, na qual interagem e se complementam. O desenvolvimento urbano e industrial, por não reconhecer limites de ocupação racional e equilibrada do espaço territorial, que ocorreu de forma desordenada, sem planejamento, à custa de níveis crescentes de poluição e de degradação ambiental. Isto tem se traduzido na geração de impactos negativos, criando um cenário crítico, de forma globalizada, em relação à qualidade do ar, à saúde humana e à manutenção dos recursos naturais. Frente a essas considerações, compreende-se que a qualidade ambiental é hoje tão importante para a sobrevivência da humanidade quanto à água e alimentos. Mudanças climáticas, escassez de recursos naturais, aumento da população mundial e do consumo, poluição da água, ar e solo, geração de resíduos sólidos (lixo) e limitações no tratamento adequado de lixo e esgoto, qualidade da água, educação ambiental e sustentabilidade 17 Projeto Pedagógico são temas que passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas, que apontam para a mudança de concepções, busca de novas soluções e para a necessidade de novos profissionais capacitados a atuar na área ambiental.Assim, em decorrência da discussão e da evolução do debate em torno das questões ambientais, surgiram os cursos de graduação envolvendo o meio ambiente. Dentre esses cursos, a ENGENHARIA AMBIENTAL se destaca por buscar tecnologias adequadas ao desenvolvimento aliado à conservação ambiental e por vincular estas duas carreiras de grande demanda e valorização: a ENGENHARIA – a qual representa uma formação tradicional e sólida na projeção de soluções para as mais diversas áreas - e o AMBIENTAL – o qual requer habilitação para lidar com as questões ambientais de forma abrangente e competente. Cabe destacar que as engenharias tradicionais formam especialistas, já a ENGENHARIA AMBIENTAL, por seu perfil inter-poli-tansdisciplinar, integra diferentes áreas do conhecimento, formando um profissional generalista, com visão mais ampla e holística para lidar com questões ambientais diversificadas e para buscar atender a um dos maiores desafios da atualidade: o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Assim, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar e viabilizar as condições para o aprendizado integral do exercício profissional nas atividades relacionadas à Engenharia Ambiental, em conformidade com o Art. 1o da Lei 5.194 de 1966, dizendo que “As profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos.” e o exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente. Além disso, este Projeto leva também em consideração a realidade na qual está inserido, de modo que os problemas existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos, não podendo ser dividido em áreas puras de conhecimentos e, em função disso está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas profissionalizantes e específicas e, um núcleo flexível, cujos conteúdos programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica indispensável a um Curso de Engenharia Ambiental. Contudo, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), procura flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e, estabelece ainda que os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e habilidades no educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as necessidades regionais e locais (art. 26 da LDB). 18 Projeto Pedagógico Assim, o curso de Engenharia Ambiental está estruturado em semestres, com as seguintes características e, em conformidade com: § a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de março de 2002; § o Parecer CNE/CES 329 de 11 de novembro de 2004; § o tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em dez semestres letivos; § os semestres letivos com duração de 20 semanas cada um; § as disciplinas com carga horária presencial de 80 ou 40 horas-aula; § os estágios supervisionados com carga horária mínima de 160 horas e, § a carga horária total do curso é definida em 4.400 horas-aula, perfazendo um total de 4.160 horas-aula presenciais e 240 horas (Atividades Complementares, Integração Profissional e Trabalho de Conclusão de Curso). A estruturação do curso foi realizada de forma a integrar conhecimentos básicos de diversas áreas do conhecimento que, até então, estiveram presentes de forma setorizada na formação de biólogos, engenheiros químicos, engenheiros florestais, engenheiros agrônomos, engenheiros sanitaristas, geólogos, geógrafos, e na formação de profissionais das ciências sociais aplicadas, da sociologia, do direito, da administração e da economia. Assim, um Curso de Graduação em Engenharia Ambiental sediado na cidade de Jaguariúna, região metropolitana de Campinas, se constitui em uma proposta da FAJ Faculdade de Jaguariúna que atende às solicitações da LDB e as necessidades de profissionais nesta área em uma região industrializada. 1. OBJETIVOS 1.1. GERAL Definir uma política pedagógica para formação do Engenheiro Ambiental, de modo a atender às demandas da sociedade com vistas às políticas de desenvolvimento nacional, com base nos conhecimentos científicos, tecnológicos e sociais visando o desenvolvimento sustentável. 1.2. ESPECÍFICOS Como principais objetivos específicos oriundos dos objetivos gerais colocados, podem ser citados: 19 Projeto Pedagógico § qualificar Engenheiros Ambientais e torná-los aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade; § desenvolver o potencial de visão crítica e de raciocínio criativo; § preparar o egresso para a profissão e para o auto-aprimoramento, mediante formação contínua; § despertar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional, integrando os conhecimentos que adquiridos numa estrutura intelectual sistematizada do conhecimento; § incentivar a prática da pesquisa e investigação científica, procurando o entendimento do homem e do ambiente em que vive; estimular o conhecimento dos problemas regionais, nacionais e do mundo globalizado, para a prestação de serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de respeito e reciprocidade; § promover a divulgação de conhecimentos técnicos e científicos; § promover a extensão, aberta à participação da comunidade, visando a difusão das conquistas e benefícios advindos da pesquisa científica e tecnológica e das ações comunitárias. 2. PERFIL DO EGRESSO De acordo com a proposta da Resolução CNE/CES No 11/2002 o perfil do egresso de um curso de Engenharia, deve ter uma formação de abrangência generalista, humanista, crítica e reflexiva, tornando-o capaz de absorver e desenvolver novas tecnologias, capacitando–o de uma atuação crítica e criativa na identificação, equacionamento e resolução de problemas do campo profissional, além de considerar os seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. Ainda, segundo a mesma resolução, a formação do engenheiro ambiental, deve dotá-lo de conhecimentos suficientes para o exercício de competências e habilidades gerais (Tabela 2-1). 20 Projeto Pedagógico Tabela 2-1. Competências e habilidades gerais do egresso em ENGENHARIA AMBIENTAL Competências e Descrição Habilidades CH1 § Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; CH2 § Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; CH3 § Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; CH4 § Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; CH5 § Identificar, formular e resolver problemas de engenharia; CH6 § Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; CH7 § Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; CH8 § Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; CH9 § Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; CH10 § Atuar em equipes multidisciplinares; CH11 § Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; CH12 § Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; CH13 § Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; CH14 § Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Com relação à fiscalização do exercício profissional das diferentes modalidades de Engenharia, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA Resolução No 1.010/2005, define as seguintes atividades profissionais, mostradas na Tabela 2-2, para o ENGENHEIRO. 21 Projeto Pedagógico Tabela 2-2. Atividades profissionais conferidas ao ENGENHEIRO Atividades Descrição Profissionais AP1 § Gestão, supervisão, coordenação e orientação técnica; AP2 § Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação; AP3 § Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental; AP4 § Assistência, assessoria e consultoria; AP5 § Direção de obra ou serviço técnico; AP6 § Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria, arbitragem; AP7 § Desempenho de cargo ou função técnica; AP8 § Treinamento, análise, ensino, experimentação, pesquisa, ensaio, desenvolvimento, divulgação técnica, extensão; AP9 § Elaboração de orçamento; AP10 § Padronização, mensuração, controle de qualidade; AP11 § Execução de obra ou serviço técnico; AP12 § Fiscalização de obra ou serviço técnico; AP13 § Produção técnica e especializada; AP14 § Condução de serviço técnico; AP15 § Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; AP16 § Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; AP17 § Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e AP18 § Execução de desenho técnico. No campo de atuação profissional no âmbito da ENGENHARIA AMBIENTAL, a Resolução No1. 010/2005 – CONFEA define as seguintes especificações mostradas na Tabela 2-3. 22 Projeto Pedagógico Tabela 2-3. Áreas típicas de atuação profissional do ENGENHEIRO AMBIENTAL Áreas de Conhecimento A1 – Recursos Naturais Conteúdo § Sistemas, métodos e processos de aproveitamento, proteção, monitoramento, ordenamento territorial, manejo, gestão, desenvolvimento e preservação dos recursos naturais; § Recuperação de áreas degradadas, remediação e biorremediação de solos degradados e águas contaminadas e prevenção e recuperação de processos erosivos. A2 – Recursos § Energéticos Fontes tradicionais, alternativas e renováveis de energia relacionadas com Engenharia ambiental; § Sistemas e métodos de conversão e conservação de energia, e impactos energéticos ambientais; § Eficientização ambiental de sistemas energéticos vinculados aos campos de atuação da Engenharia. A3 – Gestão Ambiental § Planejamento ambiental em áreas urbanas e rurais. Prevenção de desastres ambientais; § Administração, gestão e ordenamento ambientais, licenciamento ambiental, adequação ambiental de empresas; § Monitoramento ambiental, avaliação de impactos ambientais e ações mitigadoras, controle de poluição ambiental; § Instalações, equipamentos, componentes da Engenharia ambiental. Em atendimento às expectativas descritas nas 2-1, 2-2 e 2-3 o egresso do Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL deverá promover a formação do aluno de graduação a partir da sua entrada na Academia e continua permanentemente durante o curso e, posteriormente a ele. O ENGENHEIRO AMBIENTAL deve estar em consonância com os princípios propostos para a educação no século XXI: aprender a conhecer, aprender a 23 Projeto Pedagógico fazer, aprender a conviver e aprender a ser. De acordo com o MEC através do Conselho Nacional de Educação, no modelo de enquadramento das propostas de diretrizes curriculares, o perfil traçado para o profissional egresso do Curso de Engenharia Ambiental é o seguinte: No tocante a área de engenharia: o futuro ENGENHEIRO AMBIENTAL deve ter afinidade com as questões ambientais, no sentido de contribuir para ações práticas que visem melhorar e manter a qualidade de vida e do meio ambiente, além de ter sólida formação em ciências básicas, matemática, física e química, o que garante ao profissional a capacidade de se adaptar rapidamente às novas tecnologias, além de interesse por disciplinas da Biologia, Ecologia e Humanas (Economia, Direito, Administração, Gestão, Sociologia, Ética e Cidadania); Na pesquisa: deve apresentar espírito científico, na qual a pesquisa é entendida como ferramenta para a evolução tecnológica. Na tomada de decisões: apresentar fundamentada capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas, além da aptidão para um campo de atuação dinâmico, multidisciplinar e interdisciplinar, que certamente exigirá atualizações profissionais ou de conhecimento permanentes, bem como a realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética. De comunicação: baseada na confidencialidade das informações, na interação com outros profissionais de engenharias e demais áreas correlatas e o público em geral. Capazes de compreender a comunicação realizada na forma verbal, não verbal e escrita, dominando pelo menos, uma língua estrangeira e a informática. De administração e gerenciamento: tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e de informação, preparado para assumir o papel de gestores, empregadores ou lideranças na equipe de nas áreas ambientais de Educação e de Engenharia, além de ter visão empreendedora, uma vez que a empregabilidade se apresenta de forma diferente, na conjuntura globalizada, em que o emprego tradicional dá lugar à prestação de serviços terceirizados e às iniciativas empreendedoras. Para educação permanente: dar continuidade do aprender, tanto na sua formação, quanto na sua prática, preservando o compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, compreendendo de que o aprendizado de Engenharia não se encerra com a simples graduação. 24 Projeto Pedagógico 2.1. PERFIL PROFISSIONAL, ATUAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO O Engenheiro Ambiental é um profissional de formação generalista, que atua no Planejamento, na Gestão Ambiental e na Engenharia e Tecnologia Ambiental. Possui sólidos conhecimentos científicos das atividades ambientais e suas implicações nos seres humanos e na cadeia produtiva. Atua nos aspectos de relacionamento Homem - Meio Ambiente e seus efeitos na cultura, no desenvolvimento socioeconômico e na qualidade de vida. Coordena e supervisiona equipes de trabalho, realiza estudos de viabilidade técnico-econômica, executa e fiscaliza obras e serviços técnicos; efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em todas suas atividades, considera a ética, a segurança, a legislação e os impactos ambientais. Em termos de mercado de trabalho, o engenheiro ambiental, a ser formado com o perfil do curso ora proposto, não concorre diretamente com nenhum outro profissional, exceto os próprios profissionais engenheiros (civis, sanitários, florestais) que, embora sem formação acadêmica adequada para tal e, acabam atuando no campo das ciências ambientais. Assim, a formação de engenheiros ambientais visa preencher uma lacuna do atual mercado de trabalho, no qual se registra uma acentuada carência de profissionais da engenharia que incorporem, nos projetos inseridos nas ações de gerenciamento ambiental, os aspectos referentes ao equilíbrio dinâmico do meio ambiente. § Destaca-se que a atuação do engenheiro ambiental, analogamente, a outros profissionais com atuação no campo das ciências ambientais, deverá, sempre que se faça necessário, compor equipes multidisciplinares. Assim o mercado de trabalho para estes profissionais é representado por diferentes níveis da administração pública e privada, como: § Centros de pesquisa nos níveis federal, estadual e municipal; § Órgãos executores de gerenciamento e controle de meio ambiente nos níveis federal, estadual e municipal; § Agências reguladoras de água, energia e vigilância sanitária; § Universidades públicas ou privadas e demais estabelecimentos de ensino; § Comitês e agências de bacias hidrográficas; § Indústrias com atuação nas mais variadas atividades; § Empresas de consultoria e de prestação de serviços e; § Profissional autônomo. 25 Projeto Pedagógico § 3. O CURRÍCULO De acordo com a estrutura acadêmica da FAJ, o regime é seriado semestral, com calendário acadêmico estabelecido em 20 semanas letivas. O currículo integral do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ tem carga horária total de 4.400 horas e duração mínima para integralização de 10 semestres. O curso é oferecido no turno noturno, com oferta de 100 vagas anuais, sendo que no momento (2º semestre de 2012), estão em andamento cinco turmas, perfazendo um total de 177 alunos regularmente matriculados. As disciplinas básicas para engenharias podem ser oferecidas em núcleo comum com outras, dependendo do número de alunos, em que o número máximo de alunos por classe é de 50 (cinquenta). O curso está distribuído em três tipos clássicos de aulas, nas quais os docentes dispõem de total autonomia para programar e desenvolver os conteúdos propostos. As aulas são classificadas em: aulas teóricas; aulas práticas, que se dividem em aulas de laboratório e aulas de visitas técnicas e os estágios. 3. 1. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO Atualmente, o curso de Engenharia Ambiental da FAJ tem duas matrizes curriculares em andamento, descritas a seguir: 3. 1. 1. MATRIZ CURRICULAR (2008-2009) A definição do perfil do profissional que melhor atende às necessidades apresentadas no perfil do curso, que levou os componentes do Núcleo Estruturante Docente – NDE - do Curso de Engenharia Ambiental, após consultas aos outros cursos da FAJ, assim como às outras Instituições de Ensino Superior, a formular a concepção do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental. O curso é oferecido num tempo mínimo de 5 (cinco) anos, sendo a carga horária total de 4.400 (quatro mil e quatrocentas) horas. O curso acontece no período de funcionamento noturno, com 100 (cem) autorizadas. O curso funciona no Campus II da Faculdade de Jaguariúna, compartilhando este espaço com os cursos de Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Alimentos, Engenharia Civil, Ciência da Computação, Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial, além dos cursos de Medicina Veterinária, Fisioterapia, Nutrição, Farmácia e Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia e Educação Física. 26 Projeto Pedagógico O curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna funciona com regime acadêmico semestral, com a carga horária das disciplinas distribuídas em 100 (cem) dias letivos. As disciplinas em cada semestre letivo, têm uma carga horária de 2 ou 4 horas aulas por semana, totalizando 40 horas ou 80 horas no semestre, respectivamente. As aulas estão distribuídas em um total de 4 horas aulas por noite, com um intervalo de 10 minutos entre cada duas horas aulas. Várias disciplinas básicas e profissionalizantes com carga horária de 80 horas por semestre são oferecidas em duas modalidades, teóricas e prática. A Matriz Curricular é oferecida em 10 semestres e, está estruturada em núcleos, um de Disciplinas Básicas, um de Disciplinas Profissionalizantes e um de Disciplinas Profissionalizantes e Profissionalizantes Específicas, que compreendem os estágios supervisionados obrigatório, trabalhos de conclusão de curso e, dois núcleos denominados flexíveis, um de atividades complementares e o outro de integração profissional, os quais compreendem atividades diversas com caráter específico ou geral, que tenham como objetivo complementar a formação do aluno. O ordenamento curricular das disciplinas e a sequencia proposta para o curso estão apresentadas no Quadro 3.1.1-1. Esta distribuição de disciplinas segue uma lógica de modo que os conceitos adquiridos nas mesmas sejam complementares, dentro de cada eixo de conhecimento proposto no curso, proporcionando assim uma formação mais sólida. Quadro 3.1.1-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna – FAJ DISCIPLINAS 1º Semestre 01. Matemática para Engenharia I 02. 03. 04. 05. CARGA HORÁRIA Teoria Prática Total 80 80 Física para Engenharia I Sociedade, Ambiente e Engenharia Ambiental Desenho Técnico I Informática I 40 80 80 06. Comunicação Empresarial 07. Atividades Complementares I 40 40 80 80 80 40 20 100 40 20 420 40 TOTAL 320 27 Projeto Pedagógico Continuação - Quadro 3.1.1-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna – FAJ 2º Semestre 08. Matemática para Engenharia II 09. Física para Engenharia II 10. 11. 12. 13. 14. Teoria 80 40 Biologia Ferramentas Computacionais para Desenho Fenômenos de Transporte Química Geral Atividades Complementares II 40 40 40 TOTAL 40 40 40 40 20 80 40 40 80 20 40 18. Química Tecnológica 40 40 80 19. Topografia 20. Atividades Complementares III 40 40 20 140 80 20 420 Prática Total 80 80 80 80 TOTAL 280 4º Semestre 21. Matemática para Engenharia IV 22. Química Industrial 23. Geologia e Solos 24. Hidráulica Teoria 80 40 40 40 25. Estatística II 26. Atividades Complementares IV 27. Integração Profissional I 80 TOTAL 5º Semestre 280 Teoria 28. 29. 30. 31. Meteorologia e Climatologia Hidrologia Introdução a Ecologia Manejo de Solos 80 40 80 40 32. 33. 34. 35. Resistência dos Materiais Eletricidade Aplicada Atividades Complementares V Integração Profissional II 80 40 TOTAL 6º Semestre 36. Ecologia de Populações e Comunidades 37. Introdução a Geociências 38. Estruturação e Planejamento de Projetos 39. Economia 40. 41. 42. 43. 360 Teoria 40 40 40 40 Ecologia de Ecossistemas Sociologia Ambiental Materiais e suas Propriedades Integração Profissional III 40 40 40 TOTAL 280 180 Prática Total 80 80 420 Total 80 80 80 3º Semestre 15. Matemática para Engenharia III 16. Estatística I 17. Física para Engenharia III 240 Teoria 80 80 40 Prática 40 40 40 20 20 160 Prática 40 20 20 80 80 20 20 440 Total 80 80 80 40 80 40 20 20 440 Prática 40 40 Total 80 80 40 40 40 80 40 40 20 420 20 140 28 Projeto Pedagógico Continuação - Quadro 3.1.1-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna – FAJ 7º Semestre 44. Microbiologia 45. Economia Ambiental 46. 47. 48. 49. 50. Teoria 40 80 Aplicações Ambientais de Sistemas de Informação Geográfica Metodologia da Pesquisa Cientifica Saneamento Ambiental Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais Comunicação e Relacionamento Interpessoal TOTAL 8º Semestre 51. Projetos de Engenharia 52. Gestão Ambiental 52. Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos 54. 55. 56. 57. Agricultura e Meio Ambiente Qualidade Ambiental Direito Ambiental Estágio Supervisionado I 40 40 40 40 40 320 Teoria 40 80 40 40 40 80 Prática 40 9º Semestre 58.Recuperação de Áreas Degradadas 59. Planejamento Ambiental Territorial e Urbano 60. Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental Teoria 40 40 40 Legislação e Licenciamento Ambiental Projetos de Sistemas Sanitários Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Política Ambiental e seus Instrumentos Estágio Supervisionado II 40 40 40 40 TOTAL 10º Semestre 67. Gestão de Bacias Hidrográficas 68. Contabilidade Ambiental 280 Teoria 40 40 69. Auditoria Ambiental 70.*Optativas 71. Energia e Meio Ambiente 72. Métodos de Educação Ambiental 73. Propriedade Industrial e Intelectual 40 40 80 40 40 74. Segurança do Trabalho 75. Trabalho de Conclusão de Curso II 40 TOTAL TOTAL GERAL 360 3040 40 40 80 80 40 40 80 160 40 40 80 80 480 Prática 40 40 40 80 66. Trabalho de Conclusão de Curso I Total 40 80 400 Total 80 80 80 40 40 80 320 61. 62. 63. 64. 65. Prática 40 240 Prática 40 Total 40 80 40 40 80 80 40 80 40 520 Total 80 40 40 40 80 40 40 40 80 1360 40 40 440 4400 * Optativa I: Gestão Empreendedora * Optativa II: Libras 29 Projeto Pedagógico No Quadro 3.1.1-2 está representado um resumo da distribuição da carga horária do curso de Engenharia Ambiental da FAJ. Quadro 3.1.1-2. Resumo da distribuição da carga horária Número de disciplina 75 Carga Horária total 4.400 horas Carga horária teórica 3.040 horas Carga Horária prática 1.360 horas Disciplinas optativas 40 horas Atividades complementares 100 horas Integração Profissional 60 horas Estágio obrigatório 160 horas Trabalho de Conclusão de Curso 80 horas O Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL DA FAJ está estruturado em 3 núcleos denominados como Núcleo Básico, Núcleo Profissionalizante (Específico e Optativo) e Núcleo Flexível, descritos a seguir: A - Núcleo Básico De acordo com o artigo 6o da Res. CNE/CES Nº11/2002 o “Núcleo de Conteúdos Básicos” deve abranger cerca de trinta por cento (30%) da carga horária mínima para formação do profissional em Engenharia (Parecer CNE/CES Nº100/02). O Núcleo Básico está estruturado em uma carga horária de 1.440 (um mil quatrocentos e quarenta) horas. As disciplinas estão distribuídas por semestres com conteúdos baseados nas definições apresentadas na Res. No11/02 da Câmara de Educação Superior e na Portaria No1693/94 da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação. Com a formação dada no núcleo de Disciplinas Básicas (Quadro 3.1.1-3) com um total de 32,73%, espera-se que o discente acumule conhecimentos necessários para a compreensão dos fenômenos físico, químico, social e legal, exigidos para permitir um bom desempenho do aprendizado das disciplinas do núcleo profissionalizante. Portanto, os docentes destas disciplinas devem ser capazes de realizar associações dos conceitos fundamentais da ciência com os aspectos práticos do exercício profissional da engenharia ambiental. Este esforço por parte do professor, em mostrar 30 Projeto Pedagógico desde cedo as aplicações dos conceitos básicos, é imprescindível, pois aumenta o estímulo do aluno para o aprendizado. Quadro 3.1.1-3. “Núcleo Básico” de disciplina do Curso de Engenharia Ambiental de acordo artigo 6o da Resolução CNE/CES Nº 11/2002, parecer CNE/CES Nº 100/02) Núcleo Núcleo Básico Disciplina C. Horária Estatística I 80 Estatística II 80 Matemática para Engenharia I 80 Matemática para Engenharia II 80 Matemática para Engenharia III 80 Matemática para Engenharia IV 80 Física para Engenharia I (Teoria e Lab.) 80 Física para Engenharia II (Teoria e Lab.) 80 Física para Engenharia III (Teoria e Lab.) 80 Química Geral (Teoria e Lab.) 80 Química Tecnológica (Teoria e Lab.) 80 Química Industrial (Teoria e Lab.) 80 Fenômenos de Transporte 40 Informática 40 Desenho I 80 Comunicação Empresarial 40 Comunicação e Relac. Interpessoal 40 Metodologia de Pesq. Científica 40 Economia 40 Sociedade, Amb. e Engenharia Ambiental 80 Resistência dos Materiais 80 C. H. Total 32,73 % Total 1440 B - Núcleo Profissionalizante O “Núcleo Profissionalizante” (Quadro 3.1.1-4) do curso com 46 disciplinas com carga horária total de 2800 (dois mil e oitocentos) horas, obrigatórias e eletivas. As disciplinas são distribuídas por semestres, e os conteúdos são baseados nas definições 31 Projeto Pedagógico apresentadas na Res. No11/02 da Câmara de Educação Superior e na Portaria No 1693/94 da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação. Quadro 3.1.1-4. “Núcleo Profissionalizante” de disciplinas do Curso de Engenharia Ambiental de acordo artigo 6o da Res. CNE/CES Nº 11/2002, parecer CNE/CES Nº 100/02) Núcleo Disciplinas Carga C. H. Total (%) Horária Núcleo Profissionali zante Agricultura e Meio Ambiente Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental Aplicação Amb. de SIG (Teoria e Lab.) Auditoria Ambiental Biologia (Teoria e Lab.) Contabilidade Ambiental Direito Ambiental Ecol. de Pop. e Comunidades (Teoria e Lab.) Ecologia de Ecossistema (Teoria e Lab.) Economia Ambiental Eletricidade Aplicada Energia e Meio Ambiente Estágios Supervisionado I e II Estruturação e Planejamento de Projetos Ferramentas Comput. para Desenho Geologia e Solos (Teoria e Lab.) Gestão Ambiental Optativa Gestão de Bacias Hidrog. (Teoria e Lab.) Hidráulica (Teoria e Lab.) Hidrologia (Teoria e Lab.) Introdução a Ecologia Introdução a Geociências (Teoria e Lab.) Legislação e Licenciamento Ambiental Manejo de Solos Materiais e suas Propriedades Meteorologia e Climatologia Métodos de Aval. de Imp. Amb. (Teoria e Lab.) Métodos de Educação Ambiental Microbiologia Planej. Amb. Territ. e Urbano (Teoria e Lab.) Política Ambiental e seus Instrumentos Proj. de Sist. Sanitários (Teoria e Lab.) Projetos de Engenharia (Teoria e Lab.) Propriedade Industrial e Intelectual Qualidade Ambiental Recuperação de Áreas Degradadas Saneamento Ambiental Segurança do Trabalho Sociologia Ambiental Topografia (Teoria e Lab.) Trabalho de Conclusão de Curso I e II Trat. de Águas e Efl. Líquidos (Teoria e Lab.) Trat. de Res. Sol. e Efl. Gasosos (Teoria e Lab.) Total 40 40 40 40 80 40 80 80 80 80 40 80 160 40 40 80 80 40 80 80 80 80 80 40 40 40 80 80 40 40 80 40 80 80 40 40 40 80 40 40 80 80 80 80 63,64 2800 32 Projeto Pedagógico Com formação dada no núcleo de disciplinas “Profissionalizantes” com um total de 63,64 %, espera-se que o discente acumule os conhecimentos imprescindíveis para a construção de soluções de problemas reais de ENGENHARIA AMBIENTAL. Além disto, aluno deverá adquirir espírito científico, tornando-o de capaz de propor, desenvolver e aplicar tecnologias inovadoras, solucionando deste modo, os problemas ambientais. O graduando, ainda deverá ser capaz de reconhecer que os temas ambientais são essencialmente interdisciplinares, os quais exigem uma visão holística e capacidade de iteração com profissionais das mais diversas áreas do conhecimento. No entanto, o Núcleo Profissionalizante de acordo com o parágrafo 3o do artigo 6o da Resolução CNE/CES 11/2002, mantendo a proposta de formação generalista para o egresso, está subdividido núcleos de disciplinas. O primeiro Núcleo se Disciplinas, deve ser formado por ”um subconjunto de tópicos coerente a ser definido pela IES”, a partir de 53 opções apresentadas de modo a prover a formação profissional do Engenheiro Ambiental, atendendo aos 15% de carga horária mínima determinada, onde, inconsistentemente, coexistem tópicos de abrangência ampla com tópicos de abrangência específica. Assim, a estrutura geral do curso de Engenharia Ambiental da FAJ, com base no perfil do profissional a ser formado, se orientou pelos seguintes tópicos: I. Algoritmos e Estruturas de Dados; III. Ciência dos Materiais; VII - Fenômenos de Transporte; VIII. Construção civil; IX. Conversão de Energia; XIII. Ergonomia e segurança do trabalho; XVI. Geoprocessamento; XVII. Geotecnia; XIX. Gestão Ambiental; XX. Gestão Econômica; XXII. Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico; XXX. Microbiologia; XXXII. Mineralogia e Tratamento de Minérios; e LII. Topografia e Geodésia. 33 Projeto Pedagógico Estes tópicos atendem as seguintes disciplinas apresentadas na Quadro 3.1.1-5. Quadro 3.1.1-5. Relação entre tópicos do artigo 6o da Resolução CNE/CES No 11/2002 e disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes do curso de Engenharia Ambiental da FAJ Tópicos Disciplinas C. Horária I. Algoritmos e Estruturas de Dados Informática I 40 III. Ciência dos Materiais; Mat. e suas Propriedades 40 VII - Fenômenos de Transporte; Fenômenos de Transporte 40 VIII. Construção civil Ferramentas Comp. p/ 40 C. H. Total Desenho XIII. Ergonomia e Segurança do Segurança do Trabalho 40 Trabalho 18,18 % IX. Conversão de Energia Eletricidade Aplicada 40 XVI. Geoprocessamento Aplicações Amb. e Sist. de 40 Inf. Geográfica XVII. Geotecnia Geologia dos solos 80 XIX. Gestão Ambiental, Gestão Ambiental 80 XX. Gestão Econômica Economia Ambiental 80 XXII. Hidráulica, Hidrologia Aplicada Hidráulica 80 Hidrologia 80 XXX. Microbiologia Microbiologia 40 LII. Topografia e geodésia Topografia 80 e Saneamento Básico Ainda, em conformidade com o artigo 6o da Resolução CNE/CES No 11/2002, parágrafo 4º, mantendo a proposta de formação generalista para o egresso, o segundo núcleo de disciplinas profissionalizantes são destinadas a aprofundar o conhecimento em disciplinas características da Engenharia Ambiental, sendo contemplado com as disciplinas inseridas no Quadro 3.1.1-6. 34 Projeto Pedagógico Quadro 3.1.1-6: Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Específicos na área de Engenharia Ambiental Áreas (A) Recurso s Naturais Disciplinas C. H. Energia e Meio Ambiente 80 80 80 80 80 40 80 40 80 80 (B) Saneamento Básico Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos (Teoria e Lab.) Tratamento de Res. Sólidos e Efl. Gasosos (Teoria e Lab.) Saneamento Ambiental Projetos de Sistemas Sanitários (Teoria e Lab.) 80 80 80 80 (C) Educação Ambiental Métodos de Educação Ambiental Sociologia Ambiental 40 40 (D) Planejamento Ambiental Planejamento Ambiental Territorial e Urbano Legislação e Licenciamento Ambiental Política Ambiental e seus Instrumentos Direto Ambiental Auditoria Ambiental Estruturação e Planejamento de Projetos Projetos de Engenharia (Teoria e Lab.) Contabilidade Ambiental Propriedade Industrial e Intelectual Gestão de Bacias Hidrográficas (Teoria e Lab.) Optativa 80 40 40 80 40 40 80 40 40 80 40 (E) Impactos Ambientais Mét. de Avaliação de Impactos Ambientais (Teoria e Lab.) Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental Qualidade Ambiental 80 40 40 Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso I 80 80 40 40 A, B, C, D e E No Núcleo Introdução a Ecologia Introdução a Geociências (Teoria e Lab.) Biologia (Teoria e Lab.) Ecologia de Populações e Comunidades (Teoria e Lab.) Ecologia de Ecossistema Manejo de Solos Meteorologia e Climatologia Agricultura e Meio Ambiente Recuperação de Áreas Degradadas profissionalizante estão inseridas as disciplinas de Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso, descritos a seguir: Estágio Supervisionado: A disciplina de estágio está amparada pela Lei Federal No 6.494 de 07 de dezembro de 1977, e no Decreto No 87.497, de 18 de agosto de 1982 e pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, Lei no 9394/96. 35 Projeto Pedagógico De acordo com o § 2º o estágio somente poderá verificar-se em unidades que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação do estagiário, devendo o aluno estar em condições de realizar o estágio, segundo o disposto na regulamentação da presente Lei. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94). Sendo assim, o estágio é obrigatório e faz parte da matriz curricular do curso de Engenharia de Ambiental, considerando que o aluno esteja apto a realizar o estágio supervisionado quando estiver regularmente matriculado nos quatro últimos semestres do curso. O estagiário exerce suas atividades em uma empresa do ramo de Engenharia Ambiental em concordância com a Lei supracitada, orientado por um profissional da empresa e supervisionado pelo professor, designado como coordenador de estágio. No Estágio Extra-Curricular, o aluno não recebe a supervisão direta de um professor supervisor da instituição e não há restrições quanto à série de matrícula. Entretanto, o estágio somente pode ser exercido em empresas que tenham convênio firmado com a FAJ. No final do estágio o aluno deve entregar um relatório de atividades semestral, com anuência do orientador externo. As horas trabalhadas no estágio extra curricular são computadas nas atividades extra curriculares. A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio Supervisionado é de 160 horas e está divido em dois momentos: Estágio Supervisionado I: As atividades são desenvolvidas em tema pertinente ao Curso de Engenharia Ambiental na forma de pesquisa bibliográfica e prática (Laboratório/Campo), com acompanhamento, tanto pelo professor do Curso de Engenharia Ambiental, designado especificamente para esta função, como também pelo funcionário/pesquisador/professor da Instituição concedente do estágio. Ao final desta etapa, o aluno apresenta um relatório ao coordenador de estágios supervisionados, com a descrição das atividades desenvolvidas. Estágio Supervisionado II: As atividades, nesta etapa, devem ser de aprofundamento no assunto abordado na etapa inicial (Estágio Supervisionado I), com análise crítica de resultados obtidos e avanço na obtenção de novos resultados previstos. Ao final desta etapa, com o cumprimento total das 160 horas, o estudante elabora um relatório em formato técnico, nos moldes do Trabalho de Conclusão de Curso, cujo conteúdo deve contemplar a descrição de fenômenos observados junto às disciplinas até então já cursadas. Neste mesmo relatório, o aluno deve apontar soluções factíveis ou propostas em face da observação/investigação desenvolvida. Cabe ressaltar que o aluno pode realizar os estágios supervisionados I e II no mesmo semestre, desde que autorizado pela coordenação. 36 Projeto Pedagógico Trabalho de Conclusão de Curso - TCC: O TCC pode ser feito individualmente ou em grupos de até 03 alunos conforme normas institucionais, sob a orientação de um professor responsável. Ele é realizado nos dois últimos semestres do curso e, obrigatoriamente, passa por apresentação e avaliação pública no Encontro de Iniciação Científica da unidade (ENIC). A aprovação no TCC é condição sine qua non para conclusão do curso. O TTC é uma exigência curricular na formação acadêmica e profissional dos alunos está dividida em duas partes: TCC I: consiste na elaboração de um projeto de pesquisa sobre tema livre relacionado ao curso de graduação sob a orientação de um professor especialista na área do projeto. TCC II: é o desenvolvimento do projeto de pesquisa elaborado no TCCI, o qual é sistematizado e exposto com rigor científico que resulte de um esforço de síntese, articulando conhecimentos teóricos adquiridos no decorrer do curso, aprendizados da investigação científica e reflexões acerca do tema escolhido. A interação teoria-prática é estimulada desde o início do Curso com aulas práticas de laboratório e de campo, que visa oportunizar ao estudante diferentes espaços de aprendizado na comunidade. A relação professor-aluno nas aulas de laboratório é de acordo com a capacidade dos laboratórios. Além dessas disciplinas, o curso ainda está estruturado em disciplinas Profissionalizantes Específicas, inseridas na matriz curricular como optativas, que estão previstas para ser cursadas no décimo semestre, podendo o discente, antecipá-las desde que tenha disponibilidade no horário. Fica facultado ao aluno escolher entre as duas disciplinas com carga horária de 40 horas (Quadro 3.1.1-7). Quadro 3.1.1-7. Disciplinas do núcleo profissionalizante específico optativa da área de Engenharia Ambiental Áreas Disciplinas Carga Horária Optativa I Gestão Empreendedora 40 Optativa II Libras 40 C - Núcleo Flexível O “Núcleo Flexível” (Quadro 3.1.1-8) do Curso de Engenharia Ambiental é constituído por Atividades Complementares (I, II, III, IV e V), juntamente com as de Integração Profissional (I, II e III), que apresenta uma carga horária total de 160 (cento 37 Projeto Pedagógico e sessenta) horas, que corresponde a 3,64% da carga horária total. Tais atividades desenvolvidas têm como objetivo, complementar à educação do aluno, tanto profissionalmente, quanto no aspecto de cidadania e, estas devem estar relacionadas ao Ensino, Pesquisa, Extensão, Representação Estudantil, dentre outras. Integração Profissional é uma disciplina que compõem o currículo do curso e possui caráter transdisciplinar, que visa integrar o aprendizado teórico-prático e aproximar o aluno com o mundo do trabalho. Tais disciplinas são conduzidas sob a orientação de um professor designado pelo NDE. Quadro 3.1.1-8. “Núcleo Flexível” de disciplinas do Curso de Engenharia Ambiental de acordo artigo 6o da Resolução CNE/CES Nº 11/2002, parecer CNE/CES Nº 100/02) Núcleo Tópicos Atividades Complementares Núcleo Flexível Integração profissional Disciplinas C.H Atividades Complementares I 20 Atividades Complementares II 20 Atividades Complementares III 20 Atividades Complementares IV 20 Atividades Complementares V 20 Integração profissional I 20 Integração profissional II 20 Integração profissional III 20 Total C. H. Total 3,63 % 160 As atividades são ofertadas continuamente durante o curso, porém sempre objetivando proporcionar ao discente o maior número possível de atividades, como as descritas na Quadro 3.1.1-9. A carga horária não pode ser preenchida com um único tipo de atividade, conforme determinado pelo Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental. Tabela 3.1.1-9. Atividades complementares a) Disciplinas de outros cursos da FAJ; b) Programa de monitoria; c) Programa de Iniciação Científica (PIC); d) Estágios não obrigatórios; f) Seminários, Congressos e Encontros; g) Programas de Extensão Universitária; 38 Projeto Pedagógico h) Representação Discente nos diversos níveis de administração da FAJ; i) Outras atividades desde que sejam regulamentadas pelo Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental; j) Programa de tutoria coordenado pelo Colegiado do Curso. As Atividades Complementares consistem no desenvolvimento de atividades que, literalmente, complementam a formação do aluno, e comportam como uma disciplina de caráter multidisciplinar, relacionada com as áreas de formação do curso. Essas atividades devem organizadas pela coordenação do curso ou por docentes, podendo também ser de livre escolha do aluno, desde que previamente acordado com a coordenação ou professor por ele designado. As Atividades devem ter coerência e aderência ao curso de Engenharia Ambiental, já que são enriquecedoras do perfil desejado do formando, possibilitando o reconhecimento, por meio de avaliações, das habilidades, conhecimentos e competências do aluno fora do ambiente de sala de aula ou escolar. A composição das horas relacionadas à disciplina Atividades Complementares deve seguir os critérios e os procedimentos definidos pelo Conselho Pedagógico da FAJ, podendo ser consideradas atividades tais como: Projetos de Pesquisa ou de Extensão; Monitoria; Iniciação Científica ou Iniciação à Docência; Seminários, Simpósios, Congressos, Conferências e Cursos em áreas afins; Ciclos de Estudo; Visitas técnicas; Evento Cultural ou Técnico, Oficinas; Publicações. No que concerne as atividades complementares, o aluno deve completar uma carga horária de 100 horas, para que se considere o cumprimento total das atividades complementares. Dentro de cada atividade devidamente apresentada para o Núcleo de Pesquisa (mediante entrega e aprovação de documentação que comprove tais atos) pode-se atribuir ao aluno no máximo 30% da carga horária total correspondente a estas horas-atividades. Exemplo: Caso o aluno comprove 100 horas de Curso em Língua Estrangeira, utiliza-se em no máximo 30 horas (equivalente a 30% da carga horária total). A Circular Normativa CN-DA 04 regulamenta o processo de aproveitamento das atividades complementares, que foi redigida em concordância as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação. A Tabela 3.1.1-1 refere-se às atividades complementares do curso de Ambiental e suas respectivas pontuações. 39 Projeto Pedagógico Tabela 3.1.1-1. Tabela de convalidação de Atividades Complementares Atividades Documentos para Aproveitamento** convalidação* Iniciação Científica desenvolvida Cópia do Certificado de na unidade participação no PIC Visitas Técnicas Relatório da VT e cópia do 10 créditos/semestre Máx. 10 horas/evento Projeto Cursos de Extensão Universitária Cópia do Certificado de 4h = 1 créd. Máx. 20 participação créd./semestre Cópia do Certificado de 4h = 1 créd. Máx. 20 participação créd/semestre Participação em Semana ou Ciclo Cópia do Certificado de 1 a 40 horas/evento de Estudos participação Participação em Palestras Cópia do Certificado de 1h = 1 créd. Máx. 20 participação no evento créd./semestre Participação, Seminários, Cópia do Certificado de Máx. 20 créd./semestre Congressos na área do curso ou participação no evento Curso de Língua Estrangeira na área de Engenharia Apresentação de Palestras e Cópia do Certificado de Conferências participação no evento Desenvolvimento de Projetos em Cópia do Projeto e do Relatório outras áreas Final deste com assinatura do Máx. 20 créd./semestre Máx. 20 créd./semestre responsável Desenvolvimento de sistemas Cópia do Projeto e do Relatório Máx. 20 créd./semestre Final deste com assinatura do responsável *As cópias devem ser apresentadas ao Coordenador do Curso ou ao Professor responsável junto com o original. **Aproveitamento de horas por semestre. Com a formação dada nas Atividades Complementares e Integração Profissional espera-se que o aluno seja capaz de aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos na prática profissional, tornando-se um meio facilitador de inserção do aluno no mercado de trabalho, no mundo científico, nas relações de trabalho, em ações de atendimento as necessidades sociais, contribuindo desta forma para o amadurecimento profissional. 40 Projeto Pedagógico O Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL da FAJ tem em sua matriz de disciplinas que contemplam atividades e práticas de laboratório, e para isso o curso conta com o apoio de alguns laboratórios já instalados e, em funcionamento no Campus II. Os alunos do Curso de Engenharia Ambiental também contam com o apoio de outras instalações e equipamentos de uso comum dos cursos de Engenharias e dos cursos da área da saúde localizados no Campus II: § Biblioteca Central; § Sala de estudo localizada na Unidade de Tecnologia; § Cantina; § Quadra de esportes; § Áreas de convivência. 3.1.2. MATRIZ CURRICULAR RE-ESTRUTURADA (INGRESSO A PARTIR DE 2010) A matriz curricular do curso de Engenharia Ambiental da FAJ foi re-estruturada através de discussões realizadas no NDE (Núcleo Docente Estruturante) em 14 de junho de 2011. As modificações realizadas na carga horária de algumas disciplinas da matriz curricular foram resultantes de uma análise da estrutura de laboratórios oferecidas pela Instituição. Após essa análise, concluiu-se que disciplinas que estavam sendo oferecidas somente na categoria teórica poderiam ser oferecidas também na prática, em atendimento às expectativas descritas no perfil de egresso do Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL. Além disso, a inversão na posição de algumas disciplinas na matriz curricular foram realizadas de forma à oferecer conhecimentos sequenciais, que dão suporte científico, tanto na teoria, quanto na prática para a realização dos Trabalhos de Conclusão de Curso I e II (TCC I e TCC II). Esta matriz teve seu início a partir de agosto de 2011 e, para alunos ingressantes em janeiro de 2010, pois as alterações ocorrem somente a partir do 4º semestre, como descritas a seguir: § Redução da carga horária de Estatística de 160 horas [Estatística I e Estatística II, 80 horas cada e, oferecidas no 3º e 4º semestres, respectivamente], para 80 horas com a de Estatística e oferecida no 3o semestre. § Remanejamento da disciplina Comunicação e Relacionamento Interpessoal do 7º semestre para o 4º semestre; 41 Projeto Pedagógico § Remanejamento da disciplina Eletricidade Aplicada do 5º semestre para o 4º semestre; § Aumento da carga horária da disciplina de Manejo de Solos do 5º semestre de 40 para 80 horas; § Aumento da carga horária da disciplina de microbiologia do 7º semestre de 40 para 80 horas; § Inversão das disciplinas Elaboração e Planejamento de Projetos e Metodologia da Pesquisa Científica oferecidas nos semestres 6º e 7º semestres, respectivamente; § Aumento da carga horária da disciplina Aplicações Ambientais de Sistemas de Informação Geográfica de 40 para 80 horas (40 horas – teórica e 40 horas – prática), em detrimento de 40 horas da disciplina Economia Ambiental. A Matriz Curricular – 2010 do curso de Engenharia Ambiental está apresentada no Quadro 3.1.2-1. Quadro 3.1.2-1. Matriz Curricular - 2010 do Curso de Engenharia Ambiental Faculdade de Jaguariúna – FAJ DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA Teoria Prática Total 1º Semestre 01. 02. 03. 04. Matemática para Engenharia I Física para Engenharia I Sociedade, Ambiente e Engenharia Ambiental Desenho Técnico I 80 40 80 80 05. Informática I 06. Comunicação Empresarial 07. Atividades Complementares I 40 40 TOTAL 2º Semestre 08. 09. 10. 11. 12. 40 Matemática para Engenharia II Física para Engenharia II Biologia Ferramentas Computacionais para Desenho Fenômenos de Transporte 320 Teoria 80 40 40 20 100 Prática 40 TOTAL 240 40 40 20 420 Total 40 40 40 80 80 80 40 40 40 20 180 80 20 420 40 13. Química Geral 14. Atividades Complementares II 80 80 80 80 42 Projeto Pedagógico Continuação - Quadro 3.1.2-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna – FAJ 3º Semestre 15. Matemática para Engenharia III 16. Estatística Teoria 80 80 Prática Total 80 80 17. Física para Engenharia III 18. Química Tecnológica 40 40 40 40 80 80 19. Topografia 20. Atividades Complementares III 40 40 20 80 20 280 Teoria 80 40 40 140 Prática 420 Total 80 80 80 40 40 40 40 TOTAL 4º Semestre 21. Matemática para Engenharia IV 22. Química Industrial 23. Geologia e Solos 24. 25. 26. 27. 28. Hidráulica Comunicação e Relacionamento Interpessoal Eletricidade Aplicada Atividades Complementares IV Integração Profissional I 20 20 TOTAL 5º Semestre 29. Meteorologia e Climatologia 30. Hidrologia 31. Introdução a Ecologia 32. 33. 34. 35. Manejo de Solos Resistência dos Materiais Atividades Complementares V Integração Profissional II 280 Teoria 80 40 80 40 80 TOTAL 6º Semestre 36. Ecologia de Populações e Comunidades 37. Introdução a Geociências 38. Metodologia da Pesquisa Cientifica 39. 40. 41. 42. 43. 40 40 320 Teoria 40 40 40 Economia Ecologia de Ecossistemas Sociologia Ambiental Materiais e suas Propriedades Integração Profissional III 40 40 40 40 160 Prática 40 40 20 20 120 Prática 40 40 40 20 TOTAL 7º Semestre 44. Microbiologia 45. Economia Ambiental 46. Aplicações Ambientais de Sistemas de Informação Geográfica 47. Estruturação e Planejamento de Projetos 48. Saneamento Ambiental 49. Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais TOTAL 280 Teoria 40 40 40 40 40 40 240 140 Prática 40 40 40 40 160 80 40 40 20 20 440 Total 80 80 80 80 80 20 20 440 Total 80 80 40 40 80 40 40 20 420 Total 80 40 80 40 80 80 400 43 Projeto Pedagógico Continuação - Quadro 3.2-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna – FAJ 8º Semestre Teoria Prática Total 50. Projetos de Engenharia 51. Gestão Ambiental 40 80 40 80 80 52. Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos 40 40 80 53. Agricultura e Meio Ambiente 40 40 54. Qualidade Ambiental 40 40 55. Direito Ambiental 80 56. Estágio Supervisionado I TOTAL 9º Semestre 57. Recuperação de Áreas Degradadas 58. Planejamento Ambiental Territorial e Urbano 69. Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental 60. Legislação e Licenciamento Ambiental 61. 63. 63. 64. 65. 80 80 320 Teoria 40 40 40 40 Projetos de Sistemas Sanitários Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Política Ambiental e seus Instrumentos Estágio Supervisionado II Trabalho de Conclusão de Curso I 40 40 40 160 Prática 40 40 40 80 40 TOTAL 10º Semestre 66. Gestão de Bacias Hidrográficas 67. Contabilidade Ambiental 68. Auditoria Ambiental 280 Teoria 40 40 40 69.*Optativas 70. Energia e Meio Ambiente 71. Métodos de Educação Ambiental 72. Propriedade Industrial e Intelectual 40 80 40 40 73. Segurança do Trabalho 74. Trabalho de Conclusão de Curso II 40 TOTAL TOTAL GERAL 360 2920 240 Prática 40 80 480 Total 40 80 40 40 80 80 40 80 40 520 Total 80 40 40 40 80 40 40 40 80 1480 40 40 440 4400 * Optativa I: Gestão Empreendedora * Optativa II: Libras Com a re-estruturação da matriz curricular, o curso está estruturado com 74 disciplinas, com um aumento de 120 horas de aulas práticas, porém a carga horária total não foi alterada, como mostrado no Quadro 3.1.2-2. 44 Projeto Pedagógico Quadro 3.1.2-2. Resumo da distribuição da carga horária Número de disciplina 74 Carga Horária total 4.400 horas Carga horária teórica 2920 horas Carga Horária prática 1.480 horas Disciplinas optativas 40 horas Atividades complementares 100 horas Integração Profissional 60 horas Estágio obrigatório 160 horas Trabalho de Conclusão de Curso 80 horas 4. EMENTÁRIO/REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS As ementas, assim como as bibliografias das 74 disciplinas da matriz curricular – 2010 estão apresentadas a seguir: 1º Semestre 1. Disciplina: Matemática para Engenharia I. CH teórica: 80 h. CH Prática: 00 CH Total: 80 h. Ementa: A Disciplina de Matemática para Engenharia I abordará num primeiro momento os conceitos de Números Reais, Conjuntos e Intervalos Numéricos e Noções de Plano Cartesiano. Preparando o aluno para o estudo de Funções de uma variável, Limites e Continuidade de funções e suas Aplicações. Finalizando com o estudo das Derivadas e seus conceitos (regra do quociente, produto, cadeia e derivadas de funções polinomiais, trigonométricas e exponenciais).Vetores e álgebra vetorial. Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Funções de uma variável real. Limites. Continuidade. Bibliografia Básica 1. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 685p. v1. 516.3 L556c 2. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1995. 744p. v1. 515 S98c 3. PIOVESANA, C. I.; et al. Matemática básica. Itatiba: Berto, 2009. 250p. P734m 510. Bibliografia Complementar 45 Projeto Pedagógico 1. STEWART, J. Cálculo. 4.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 577p. v1. 515 S871c 2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992. 617p. 515 F628c 3. HUGHES-HALLETT, D.; et al. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 509p. 515 F148c 4. BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson, 2006. v1. 380p. 515 B777c 5. BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson, 2010. 101p. 515 V777p 6. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e aplicações I: funções reais. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. 604p. 510 V272c 2. Disciplina: Física para Engenharia I. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina apresenta uma proposta de estudo dos diversos aspectos e conceitos da Mecânica com ênfase na diferenciação das grandezas físicas, apresentação e comparação entre os sistemas de unidades, análise e aplicações do movimento retilíneo em um plano e do movimento circular, aplicações das Leis de Newton, além da conceituação de Trabalho e Energia, sempre com direcionamento para a área de engenharia ambiental. Bibliografia Básica 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 368p. v1. 530 H184f 2. TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas termodinâmica. 4.ed. Tradução: Horacio Macedo. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 651p. v1. 530 T499f 3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de física: mecânica clássica. São Paulo: Pioneira Thomson, 2004. 403p. v1. 531 S515p Bibliografia Complementar 1. KELLER, F. J.; GETTYS, E. W.; SKOVE, M. J. Física. São Paulo: Makron Books, 2004. 605p. v1. 530 K38f 2. YOUNG, H.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica. Tradução: Sonia Midori Yamamoto. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2010. v1. 403p. 531 Y68f 3. PANTANO FILHO, R.; et al. Física: atividades experimentais. 2.ed. Itatiba: Moara, 2002. 232p. 530.7 P222f 4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 339p. v2. 530 H184f 5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo. 7.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007. 380p. v3. 530 H184f 46 Projeto Pedagógico 3. Disciplina: Sociedade, Ambiente e Engenharia Ambiental. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina aborda conceitos importantes da sociedade humana contemporânea. Os temas como cultura, valores, ética, socialização e a organização social são abordados. A civilização ocidental e sociedade capitalista e seus modos de produção. A ação humana, sua organização social e seus impactos na ecologia. O surgimento dos problemas e movimentos ecológicos. Temas atuais como, Agenda 21, sustentabilidade e impactos ambientais são também focos da disciplina e a gestão ambiental e as atribuições do engenheiro ambiental neste contexto e sua relação com a sociedade. Bibliografia Básica 1. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2007. 318p. 628 B48i 2. TORRES, H.; COSTA, H. (Org.). População e meio ambiente: debates e desafios. São Paulo: SENAC, 2000. 351p. 304.6 T868p 3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p. D136p 574 Bibliografia Complementar 1. ROMEIRO. A. R. (Org.) Avaliação e contabilização de impactos ambientais. Campinas: UNICAMP, 2004. 400p. 333.7 R664a 2. CAVALCANTI, C. (Org.) Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2003. 429p. 333.7 C486d 3. VIOLA, E. J.; et al. Meio ambiente, desenvolvimento e cidadania: desafios para as ciências sociais. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2002. 220p. 304.2 V45m 4. QUIRINO, T. R.; ABREU, L. S de. Problemas agroambientais e perspectivas sociológicas: uma abordagem exploratória. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2000. 74p. (Embrapa Meio Ambiente. Documentos 6). 307.72 Q568p 5. CALLENBACH, E.; et al. Gerenciamento ecológico: ecomanagement. São Paulo: Cultrix, 1993. 208p 658 C161g 4. Disciplina: Desenho Técnico I. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina apresenta as normas e convenções empregadas em desenho técnico, segundo a ABNT. São abordadas as técnicas de construções geométricas necessárias para a representação de sólidos no plano bidimensional. Essa representação se dá através das perspectivas isométricas, projeções ortogonais, cortes, vistas auxiliares etc. 47 Projeto Pedagógico Bibliografia Básica 1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus. 2004. 257p. 604.2 M18d 2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 228p. v1. 604.2 M241d 3. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 475p. 604.2 S578d Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10067: Princípios gerais de representação em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10126: Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1987. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10068: Folha de desenho: leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699: Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001. 5. PROVENZA, F. Desenhista de máquinas. São Paulo: Provenza, 1997. 488 p. P63d 621.8 5. Disciplina: Informática I. CH Teórica: 20 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 40 h. Ementa: Noção de algoritmo, dado, variável, instrução e programa. Construções básicas: atribuição, leitura e escrita. Estruturas de controle: sequência, seleção e iteração. Estruturas de repetição. Tipos de dados escalares: inteiros e reais. Programação Modular e Compiladores. Bibliografia Básica 1. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. 3.ed. São Paulo: Pearson, 2005. 218p. 005.1 F786i 2. PINTO, S. R. Treinamento em lógica de programação: desenvolva projetos de software com mais eficiência e aprimore códigos e programas já existentes. São Paulo: Digerati, 2009. 144p. 005.1 P731t 3. VELOSO, P.; et al. Estruturas de dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. 228p. 005.1 E85 Bibliografia Complementar 1. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 17.ed. São Paulo: Érica, 2005. 236p. 005.1 M252a 2. SALIBA, W. L. C. Técnicas de programação: uma abordagem estruturada. São 48 Projeto Pedagógico Paulo: Person Education, 1993. 141p. 005.1 S16t 3. PREISS, B. R. Estruturas de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a objetos co m java. Tradução: Elizabeth Ferreira Gouvêa. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 566p. 005.1 P934e 4. MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C: módulo 2. São Paulo: Makron Books, 2005. 273p. 005.13C M681t 5. SCHILDT, H. Completo e total. 3.ed. rev. e atual. Tradução: Roberto Carlos Mayer. São Paulo: Makron Books, 2005. 827p. 005.13C S36c 6. Disciplina: Comunicação Empresarial CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: A disciplina aborda comunicações empresariais, resumo, texto argumentativo, prática de leitura e de produção de textos. Bibliografia Básica 1. ANDRADE, M. M. de; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 217p. 469.07 A568l 2. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 20.ed. São Paulo: Ática, 2004. 95p. 080 B595t 3. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 323p. 808.0665 M439r Bibliografia Complementar 1. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 117p. 469.8 F267c 2. FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. 4.ed. São Paulo: Ática, 2002. 416p. 469.8 F553l 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m 4. MEDEIROS, J. B. Redação empresarial. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 251p. 808.066658 M43r 5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2º Semestre 8. Disciplina: Matemática para Engenharia II. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80h. Ementa: Derivada e diferencial. Aplicações de derivadas. Integral. Técnicas de 49 Projeto Pedagógico integração e aplicações. Sequências numéricas. Bibliografia Básica 1. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 685p. v1. 516.3 L556c 2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992. 617p. 515 F628c 3. PIOVESANA, C. I.; et al. Matemática básica. Itatiba: Berto, 2009. 250p. P734m 510.7 Bibliografia Complementar 1. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 605p. v1. M929c 515 2. HUGHES-HALLETT, D.; et al. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 509p. 515 H148c 3. BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson, 2006. v1. 380p. 515 B777c 4. BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson, 2010. 101p. 515 B777p 5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e aplicações I: funções reais. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. 604p. 510 V272c 6. STEWART, J. Cálculo. 4.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 577p. v1. 515 S871c 9. Disciplina: Física para Engenharia II. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Conceitos Fundamentais em Termodinâmica; Substâncias Puras e Suas Propriedades; Calor e Trabalho; Mecanismos de Transferência de Calor; Propriedades dos Fluidos; Estática dos Fluidos. Bibliografia Básica 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 339p. v2. 530 H184f 2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: fluidos, oscilações e ondas calor. 4.ed. rev. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 314 p. v2. 530 N96c 3. PANTANO FILHO, R.; et al. Física: atividades experimentais. 2.ed. Itatiba: Moara, 2002. 232p. 530.7 P222f Bibliografia Complementar 1. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; Fundamentos da termodinâmica. São Paulo: Edgard Blucher, 2009. 660p. 621.4021 S685f 2. FOX, R. W; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à mecânica dos 50 Projeto Pedagógico fluídos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 798p. 620.106 F863i 3. MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H.; Fundamentos da mecânica dos fluidos: com CD-ROM (CD144). Tradução: Eng. Euryale de Jesus Zerbini. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. 571p. 620.106 M939f 4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 368p. v1. 530 H184f 5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo. 7.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007. 380p. v3. 530.07 H184f 10. Disciplina: Biologia. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina aborda os principais temas de biologia nos mais diferentes níveis sempre sob uma ótica evolucionista. Serão discutidas as características bioquímicas das células, as principais moléculas orgânicas e inorgânicas e os mecanismos bioquímicos como fotossíntese, respiração aeróbia e anaeróbia. Em um nível celular enfatizaremos as diferenças entre células procariontes e eucariontes, célula animal e vegetal, além de características das principais organelas e da divisão celular. Discutiremos se vírus são ou não seres vivos e as principais características dos principais grupos de seres vivos, dos quais se destacam as bactérias, fungos, protozoários, plantas vasculares avasculares e os dois grupos de animais (vertebrados e invertebrados). Bibliografia Básica 1.CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p. C987b 570.7 1. 2. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 461p. v1. 574 S128v 2. 3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2. 574 S128v 4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: plantas e animais. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 1252p. v3. 574 S128v 5. RAW, I.; MENNUCCI, L.; KRASILCHIK, M. A biologia e o homem. São Paulo: Edusp. 2001. 404p. 570.7 R212b Bibliografia Complementar 1. MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K. V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na terra. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara- Koogan, 2001. 497p. 574.012 M284c 2. AZEVEDO, J. L.; MELO, J. S. (Ed.) Ecologia microbiana. Jaguariúna: Embrapa, 1998. 486p. 576.15 M485e 3. ORR, R. T. Biologia dos vertebrados. 5.ed. São Paulo: Roca,1986. 508p. O82b 596 4. HEISER, J. B.; JANIS, C. M.; POUGH, F. H. A vida dos vertebrados. 4.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 684p. 596 P894v 51 Projeto Pedagógico 5. RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. Tradução de Ana Paula Pimentel Costa [et al.]; Revisão técnica Antonio Salatino [et al.]. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 906p. 581 R199b 11. Disciplina: Ferramentas Computacionais para Desenho. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 40 h. Ementa: Esta disciplina tem como objetivo apresentar os sistemas CAD e suas aplicações. Bibliografia Básica 1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus. 2004. 257p. 604.2 M18d 2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 228p. v1. 604.2 M241d 3. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 475p. 604.2 S578d Bibliografia Complementar 1. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 277p. v2. 604.2 M241d 2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 262p. v3.604.2 M241d 3. PROVENZA, F. Desenhista de máquinas. São Paulo: Provenza, 1997. 488 p. 621.8 P63d 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR13272: Desenho Técnico: elaboração das listas de itens. Rio de Janeiro, 2001. 5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699: Desenho Técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001. 12. Disciplina: Fenômenos de Transporte. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Análise de grandezas e conceitos fundamentais em Fenômenos de Transporte. Unidades; Propriedades físicas dos Fluidos; Pressão e empuxo; Estática e dinâmica dos fluidos; Primeira e Segunda Lei da Termodinâmica. Teorema do Transporte de Reynolds aplicado à conservação da massa, quantidade de movimento e conservação da energia. Análise dimensional e semelhança dinâmica. Transferência de calor por condução e convecção. 52 Projeto Pedagógico Bibliografia Básica 1. BRAGA FILHO, W. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 481p. 532 B793f 2. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 669p. 627 A988m 3. ROMA, W. N. L. Fenômenos de transporte para engenharia. 2.ed. São Carlos: Rima, 2006. 276p. 532 R661f Bibliografia Complementar 1. MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H.; Fundamentos da mecânica dos fluidos: com CD-ROM (CD144). Tradução: Eng. Euryale de Jesus Zerbini. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. 571p. 620.106 M939f 14 EX CD Nº 144 2. BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2.ed. rev. São Paulo: Prentice Hall, 2009. 431p. 532 B919m 3. LIVI, C. P. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos básicos. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 206p. 532 L762f 4. WHITE, F. M. Mecânica dos fluidos. 6.ed. Porto Alegre: McGrawHill, 2011. 880p. 532 W585m 5. BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 838p. 532 B517f 13. Disciplina: Química Geral. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Curso de química geral visa contextualizar os assuntos dentro da química e/ou dentro do cotidiano, principalmente a relação entre o conteúdo científico e a vivência do cotidiano, conhecendo todos os metais, ametais e semi-metais através da classificação periódica e propriedades dos elementos, suas fórmulas e equações químicas, quando das ligações químicas e a estrutura dos átomos e propriedades das substâncias. Além das noções de físico-química: termoquímica, equilíbrio químico e células eletroquímicas. Minerais. Polímeros naturais e sintéticos. Também serão abordadas as práticas em laboratório, apoiando a aprendizagem em princípios fundamentais da química mediante a observação e interpretação de fenômenos químicos, como na preparação de reagentes, soluções, padronização e a manipulação e segurança em Laboratório. Bibliografia Básica 1. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 611p. v1. 540 K88q 2. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 1018p. v2. 540 K88q 3. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química geral. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 660p. v1. 540 B79q 53 Projeto Pedagógico 4. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química geral. 2.ed. Rio de Janeiro, 2005. 656p. v2. 540 B79q 5. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 582p. 540.7 M181q Bibliografia Complementar 1. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p. 574.2 R573i 2. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p. B141q 574.2 3. RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2004. 620p. v1. R924q 540 4. RUSSEL, J. B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. 1268p. v2. 540 R924q 5. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2007. 318p. 628 B48i 6. SANTOS, N. do N. S. dos.; SANTOS, E. C. F. dos. Treinamento em química - IME ITA - UNICAMP. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 576p. 540 S236t 7. BRUICE, P.Y. Organic chemistry. 4.ed. New Jersey: Prenctice Hall, 2006. 1228p. 540 B916o 14. Disciplina: Atividades Complementares II. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como, iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior; representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento de hardware ou software; outras a critério da coordenação. Bibliografia Básica Não se aplica Bibliografia Complementar Não se aplica. 3º SEMESTRE 15. Disciplina: Matemática para Engenharia III. 54 Projeto Pedagógico CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: Esta disciplina aborda a teoria de séries numéricas, em especial as séries Harmônica, Geométrica, de Taylor e de MacLaurin. Também aborda funções de mais de uma variável, derivadas parciais, diferencial total, derivadas direcionais e gradientes. Por fim, aborda integral dupla para cálculo de áreas superficiais e integrais tripla para cálculos de volumes. Bibliografia Básica 1. LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria analítica. 3.ed. Tradução: Cyro de Carvalho Patarra. São Paulo: Harbra, 1994. 1178p. v2. 516.3 l556c 2. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1995. 744p. v1. 515 s98c 3. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 1033 p. v2. 515 M929c Bibliografia Complementar 1. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 476p. v2. 515 G972c 2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992. 617p. 515 F628c 3. HUGHES-HALLETT, D.; et al. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 509p. 515 H148c 4. BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson, 2006. v1. 380p. 515 B777c 5. BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson, 2010. 101p. 515 B777p 6. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e aplicações I: funções reais. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. 604p. 510 V272c 16. Disciplina: Estatística. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina aborda primeiramente os conceitos e objetivos da estatística. Serão abordados os conceitos de população e amostra, bem como os conteúdos de estatística descritiva, estatística indutiva, variáveis discretas e variáveis contínuas, medidas de tendência central e medidas de dispersão. Em seguida, as distribuições de frequência serão abordadas juntamente com os conceitos de probabilidade e variáveis. Bibliografia Básica 1. MOORE, D. S. A estatística básica e sua prática. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 658p. 519.5 M813e 2. BARBETTA, P. A.; REIS, M. M.; BORNIA, A. C. Estatística: para cursos de engenharia e informática. São Paulo: Atlas, 2004. 410p. 519.5 B189e 3. NAGHETTINI, M.; ANDRADE, E. J. P. Hidrologia estatística. Belo Horizonte: CPRM 55 Projeto Pedagógico Serviço Geológico do Brasil, 2007. 552p. 551.48 N145h Bibliografia Complementar 1. CRESPO, A. A. Estatística: fácil. 18.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 224p. 519.5 C94e 2. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C.; HUBELE, N. F. Estatística aplicada à engenharia. 2.ed. Tradução: Verônica Calado. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 335p. 519.5 M791e 3. HINES, W. W.; BORROR, C. M.; GOLDSMAN, D. M.; MONTGOMERY, D. C. Probabilidade e estatística na engenharia. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 588p. 519.5 H554p 4. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. de. 6.ed. rev. São Paulo: Edusp, 2008. 392p. Noções de probabilidade e estatística. 519.507 M167n 5. SPIEGEL, M. R.; SCHILLER, J. J.; SRINIVASAN, R. A. Teoria e problemas de probabilidade e estatística. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. (Coleção Schaum) 398p. 519.119 S734t 6. MORETTIN, L. G. Estatística básica: inferência. São Paulo: Pearson, 2005. 182p. v2. 519.5 M843e 17. Disciplina: Física para Engenharia III. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Campo elétrico. Lei de Gauss. Fontes de tensão. Corrente Elétrica. Campo magnético. Lei de Ampére. Forças no campo magnético. Lei de Faraday. Conceitos de Óptica. Óptica geométrica. Bibliografia Básica 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo. 7.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007. 380p. v3. 530 H184f 2. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: óptica e física moderna. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 416p. v4. 530.07 H184f 3. TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e magnetismo: ótica. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 550p. v2. 530 T499f 4. TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas termodinâmica. 4.ed. Tradução: Horacio Macedo. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 651p. v1. 530 T499f Bibliografia Complementar 1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: eletromagnetismo. São Paulo: Blücher, 2009. 323p. v3. 530 N96c 2. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: eletromagnetismo. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2009. 425p. v3. 531 Y68f 3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de física: eletromagnetismo. São Paulo: Cengage, 2009. 941p. v3. 531 S515p 56 Projeto Pedagógico 4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 368p. v1. 530 H184f 5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 339p. v2. 530 H184f 18. Disciplina: Química Tecnológica. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina aborda as relações entre os fundamentos teóricos e aplicações de técnicas analíticas na preparação de amostras para análise físico-química e suas possíveis interferências (química, física, espectral, etc.), conjuntamente com as preparações de padrões e os cálculos de resultados analíticos; Também relaciona a segurança do trabalho e a simulação da prática em laboratório, abordando a introdução às técnicas e instrumentações utilizadas nas avaliações de parâmetros e sua avaliação preliminar de resultados obtidos nas diversas técnicas como a: amostragem e preparação de amostras para análises; solubilização de amostras; interferência e métodos gerais de separação; erros em análise química quantitativa; análise gravimétrica; Análise Titulométrica de Neutralização, de Precipitação e Complexação. Na Química Orgânica será abordada a apresentação dos princípios fundamentais da Química Orgânica e sua abrangência, os aspectos estruturais e eletrônicos das moléculas orgânicas, incluindo intermediários de reações; a correlação entre estrutura e propriedades químicas e físicas de substâncias orgânicas representativas; os exemplos de algumas reações químicas características dos grupos funcionais abordados e seus mecanismos gerais; as fontes naturais de obtenção de compostos orgânicos e então a importância da Química Orgânica para a Sociedade. Bibliografia Básica 1. BACCAN, N.; et al. Química analítica quantitativa elementar. 3.ed. rev. e ampl. e reest. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 308p. 545 B116Q 2. BESSLER, K. E.; NEDER, A. de V. F. Química em tubos de ensaio: uma abordagem para principiantes. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 195p. 542.10724 B465q 3. MENDHAM, J; et. al. Análise química quantitativa. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 462p. 554 V868a Bibliografia Complementar 1. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 715p. v1. 574 S674q 2. GENTIL, V. Corrosão. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 353p. 620.11223 G295c 3. SANTOS, N. do N. S. dos.; SANTOS, E. C. F. dos. Treinamento em química - IME ITA - UNICAMP. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 576p. 540 S236t 4. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 611p. v1. 540.7 K88q 5. BAIRD, C. Química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p. B141q 574.2 57 Projeto Pedagógico 6. DEWICK, P. M. Medicinal natural products: a biosynthetic approach. 2.ed. England: John Wiley & Sons, 2002. 507p. 338.198162 D513m 19. Disciplina: Topografia. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina aborda conceitos relacionados a sistemas de coordenadas, plano topográfico local, efeito de curvatura da terra, cartas topográficas, planimetria e Altimetria. Com ênfase em elementos básicos de geodésia, Sistema de Posicionamento Global (GPS), levantamentos topográficos e normas e procedimentos técnicos, analíticos e práticos de georreferenciamento para avaliar as leis ambientais de uma propriedade, município ou região. Bibliografia Básica 1. MCCORMAC, J. C. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 391p. 526.9 M429t 2. MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São Paulo: UNESP, 2008. 476p. 526.1 M754p 3. BORGES, A. C. Topografia. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Bluscher, 2008. 191p. v1. 526.9 B73t Bibliografia Complementar 1. BORGES, A. C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Bluscher, 2006. 232p. v2. 526.9 B73t 2. ROCHA, J. A. M. R. GPS: uma abordagem prática. 4.ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço, 2003. 232p. 001.5 R513g 3. MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília: Embrapa, 2010. 433p. 658.05 M643f 4. COMASTRI, A.; TULER, J. C. Topografia: altimetria. 3.ed. Viçosa: UFV, 2010. 200p. 526.9 C722t 5. GODOY, R. Topografia básica. Piracicaba: FEALQ, 1988. 350p. 526.9 G535t 20. Disciplina: Atividades Complementares III. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como, iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior; representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento de hardware ou software; outras a critério da coordenação. 58 Projeto Pedagógico Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 4º Semestre 21. Disciplina: Matemática para Engenharia IV. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: Equações diferenciais ordinárias e parciais. Transformadas de Laplace. Funções de variáveis complexas. Transformada de Fourier. Bibliografia Básica 1. BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 434p. 515.35 B784e 2. KAPLAN, W. Cálculo avançado: v2. 7.ed. São Paulo: Edgar Blücher, 2008. 751p. v2. 517 K26c 3. ZILL, D. G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. São Paulo: Cengage Learning, 2005. 492p. 515.353 Z65e Bibliografia Complementar 1. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 685p. v1. 516.3 L556c 2. SAFIER, F. Teoria e problemas de pré-cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2003. 423p. 515 S134t 3. DIACU, F. Introdução a equações diferenciais: teoria e aplicações. São Paulo: LTC, 2003. 262p. 515.353 D526i 4. FIGUEIREDO, D. G. de. Análise de fourier e equações diferenciais parciais. 4.ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2009. 274p. 515.353 F489a 5. MOREIRA, F. R.; et al. A Transformada de Laplace e algumas aplicações. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, n.9, 2010. pag.1- 10. v6. 001.6424 M837t 22. Disciplina: Química Industrial. CH Teórica: 40. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A química industrial é a disciplina que envolve a conhecimento das relações entre as estruturas e as propriedades dos materiais e suas correlações. Mostrando a inter-relação entre processamento, estrutura, propriedades e desempenho como: dispersões, emulsões, espumas. Surfactantes, formulações detergentes, tintas, adesivos, 59 Projeto Pedagógico óleos lubrificantes, elastômeros, gomas, ceras, resinas, termoplásticos e termorrígidos, fibras, compósitos, metais e ligas metálicas, aço, materiais cerâmicos, Vidros, cerâmica, refratários, cimentos e concreto. Na segunda parte do curso será discutido os conceitos necessários para o entendimento das questões ambientais relevantes, considerando os importantes fluxos de matéria e energia entre os três grandes reservatórios reguladores, a saber: hidrosfera, atmosfera e litosfera. Além da sua prevenção e tratamento da poluição do solo, água e ar. Bibliografia Básica 1. ROCHA, J.C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p. 574.2 R573i 2. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p. 574.2 B141q 3. CALLISTER Jr., W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 702p. 620.11 C162f Bibliografia Complementar 1. BESSLER, K. E.; NEDER, A. de V. F. Química em tubos de ensaio: uma abordagem para principiantes. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 195p. 542.10724 B465q 2. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2007. 318p. 628 B148i 3. FELTRE, R. Química: físico-química - v2. 7.ed. São Paulo: Moderna, 2008. 560p. 540 F372q 4. FELTRE, R. Química: química orgânica - v3. 7.ed. São Paulo: Moderna, 2008. 560p. 540 F372q 5. CARVALHO, G. C. de. Química moderna. São Paulo: Scipione, 2006. 684p. 540.7 C323q 6. MOZETO, A. A.; JARDIM, W. F. A química ambiental no Brasil. Química Nova, 2002. n.25. p.1-11. v25. 577.14 M91q 23. Disciplina: Geologia e Solos. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina apresenta ao estudante uma abordagem sobre a definição, importância e aplicação da Geologia e dos Solos na solução de questões no contexto da Engenharia Ambiental. Enfatiza as grandes estruturas geológicas brasileiras e suas relações com aspectos econômicos sociais e ambientais. Caracteriza os minerais e rochas, enfatizando a função e importância dos mesmos dentro do conjunto de compartimentos ambientais. Descreve o intemperismo como processo primário de transformação dos minerais e rochas, contextualizando os ambientes, conforme suas peculiaridades pedomorfoagroclimáticas. Aborda a gênese e morfologia do solo, ressaltando os processos físico-químicos (pedogênese) e suas interações que determinam a origem dos minerais secundários. Descreve o solo e a paisagem como compartimentos indispensáveis à compreensão e entendimento dos fenômenos de caráter ambiental. Apresenta a Classificação e Geografia de Solos, mostrando a grande variação espacial (geográfica) desse compartimento e sua importância para os estudos 60 Projeto Pedagógico geoambientais. Relata e descreve os tipos de textura e estrutura do solo. Apresenta conceitos de mecânica dos solos e suas aplicações ambientais. Apresenta conhecimentos de geotecnia, com ênfase para a aplicação do solo em obras tais como estradas, aterros e barragens. Aptidões e Usos do Solo, com ênfase em ciências agrárias e implicações ao meio ambiente. Bibliografia Básica 1. LEINZ, V.; AMARAL, S. E. do. Geologia geral. 14.ed. rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2003. 399p. 551 L543g 2. LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 178p. 631.4 L618f 3. BITAR, O. Y. Meio ambiente & geologia. v3. São Paulo: Senac, 2004. 161p. 304.2 B535m Bibliografia Complementar 1. BOSCOV, M. E. G. Geotecnia ambiental: tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 248p. 624.15 B753g 2. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (Orgs.) Geomorfologia e meio ambiente. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 396p. 551.4 G963g 3. SANTOS, H. G. dos. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2.ed. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2006. 306p. 631.4 S23s 4. PRADO, R. B.; TURETTA, A. P. D.; ANDRADE, A. G. de. (Orgs) Manejo e conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2010. 486p. 631.45 M24 5. PRUSKI, F. F. Conservação do solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão hidráulica. Viçosa: UFV, 2010. 279p. 631.45 P966c 24. Disciplina: Hidráulica. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina apresenta ao estudante uma abordagem sobre a definição, importância e aplicação da Hidráulica na solução de questões técnicas inerentes à Engenharia Ambiental. Apresenta as teorias de estática e dinâmica dos fluídos. Aborda as medidas de controle de fluídos. Enfatiza os fundamentos técnicos de condutos forçados, propriedades, perdas de carga, dimensionamentos, adutoras por gravidade, sistemas de distribuição. Aborda conceitos de bombas hidráulicas e sistemas de recalque, tipos, classificação, princípios de funcionamento, curvas características de operação, limites de sucção, dimensionamentos. Apresenta a teoria e prática de condutos livres, conceituando suas propriedades, sistemas e dimensionamentos. Caracteriza a hidrometria, principais métodos e instrumentos para a medida. Relata a introdução da qualidade das águas. Bibliografia Básica 1. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 669p. 627 A988m 61 Projeto Pedagógico 2. BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 2.ed. rev. Belo Horizonte: UFMG, 2006. 437p. 627 B174f 3. MACINTYRE, A. S. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. rev. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 782p. 621.252 M14b Bibliografia Complementar 1. MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas: Janeiro: LTC, 2010. 579p. 627 M14i prediais e industriais. 4.ed. Rio de 2. GARCEZ, L. N. Elementos de mecânica dos fluídos: hidráulica geral. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1960. 449p. 532 G197e 3. LIMA, E. P. C. Mecânica das bombas. 2.ed. Rio de Janeiros: Interciência, 2003. 610p. 621.6 L697m 4. LENCASTRE, A. Manual de hidráulica geral. Porto Alegre: Blücher, 1983. 411p. 631.7 L581m 5. PROVENZA, F., SOUZA, H. R. de. Hidráulica. São Paulo: PROVENZA, 1976. 162p. 631.7 P963h 25. Disciplina: Comunicação e Relacionamento Interpessoal. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Conhecimento e exercício da comunicação efetiva em diferentes contextos: teoria e prática. Conceitos fundamentais sobre o papel da comunicação e sua importância nas relações humanas. Aplicações em situações cotidianas e no âmbito profissional. O grupo enquanto espaço essencial para o desenvolvimento positivo da comunicação: representação através do estudo de suas características mais significativas e do trabalho cooperativo. Bibliografia Básica 1. MOSCOVIC, F. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 17. ed. rev ampl. Rio de Janeiro: José Olympio, 2009. 391p. 158.2 M867d 2. RIBEIRO, R. V. Assim é que se faz: desenvolvimento pessoal. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 168p. 158.1 R372a 3. WOOD, P. Os segredos da comunicação interpessoal: usando a arte da comunicação para melhorar a sua vida e a dos outros. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 235p. 158.2 W853s Bibliografia Complementar 1. BERGAMINI, C. W. Motivação nas organizações. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2008. 235p. 658.314 B432m 2. PEASE, A.; PEASE, A. Desvendando os segredos da linguagem corporal. Rio de Janeiro: Sextante, 2005. 271p. 153.6 P373d 3. ZIMERMAN, D. E.; OSÓRIO, L. C. Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. 424p. 150 Z66c 4. CARVALHO, M. C. N. de. Relacionamento interpessoal: como preservar o sujeito 62 Projeto Pedagógico coletivo. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 158.2 C325r 5. SILVA, M. J. P. Comunicação tem remédio: a comunicação nas relações interpessoais em saúde. 5 ed. São Paulo: Loyola, 2007. 132p. 610.696 S581c 26. Disciplina: Eletricidade Aplicada. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Natureza da Eletricidade. Lei de Ohm e potência. Circuitos do tipo série, paralelo, e mistos. Leis de Kirchhoff. Circuitos em correntes contínua e alternada. Circuitos trifásicos. Noções de transformadores, máquinas de indução, síncronas e de corrente contínua. Fundamentos de acionamentos elétricos. Aplicações. Bibliografia Básica 1.. Física 3: eletromagnetismo/ GREF - Grupo de reelaboração do ensino de física. 5.ed. São Paulo: Edusp, 2005. 438p. 530.07 F559 2. JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 621.3192 J65f 3. BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos. 10. ed. São Paulo:Pearson Prentice Hall, 2011. 828p. 621.3192 B697i Bibliografia Complementar 1. NAHVI, M.; EDMINISTER, J. Teoria e problemas de circuitos elétricos. 2.ed. (Coleção Schaum) Porto Alegre: Bookman. 2005. 478p. 621.3 N147t 2. IRWIN, J. D. Introdução a análise de circuitos elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 391p. 621.3192 I72i 3. DORF, R. C. Introdução aos circuitos elétricos. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 848p. 621.3192 D749i 4. ALBUQUERQUE, R. O. Análise de circuitos em corrente alternada. 2.ed. São Paulo: Érica, 2010. 236p. 621.3192 A313a 5. GUSSOW, M. Eletricidade básica. 2.ed. rev.. e ampl. 1997. 639p. 621.3 G989e São Paulo: Makron Books, 27. Disciplina: Atividades Complementares IV. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como, iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior; representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento 63 Projeto Pedagógico de hardware ou software; outras a critério da coordenação. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica 28. Disciplina: Integração Profissional I. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: desenvolvimento de atividades que procuram integrar os conhecimentos das diversas disciplinas do semestre e/ou oferecidas até o presente. Nesta fase (I), as ações específicas consistem da escolha de um tema de relevância para o Curso de Engenharia Ambiental, com a elaboração de uma proposta de projeto, acompanhada de uma revisão bibliográfica. Bibliografia básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 5º Semestre 29. Disciplina: Meteorologia e Climatologia. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: São abordadas as questões da Meteorologia e Climatologia, definindo os conceitos de clima e tempo. No contexto da Meteorologia, são abordadas as variáveis meteorológicas e sua interação com o meio ambiente e a vida na Terra. No contexto da climatologia, enfatiza-se a distribuição dos sistemas climáticos e agrícolas em função das características climáticas predominantes e as questões das mudanças climáticas globais. Bibliografia Básica 1. MENDONÇA, F.; Danni-Oliveira, I. M. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de textos, 2007. 206p. 551.6981 M495c 2. MARIN, F. R.; ASSAD.; E.D.; PILAU, F. G.; Clima e ambiente: introdução a climatologia para ciências ambientais. Campinas: Embrapa, 2008. 127p. 551.6981 M289c 3. VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Recife: Instituto Nacional de Meteorologia, 2006. 449p. 551.6981 V418m Bibliografia Complementar 1. AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 14.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 350p. 551.6913 A979i 64 Projeto Pedagógico 2. DEMILLO, R. Como funciona o clima. São Paulo: Quark do Brasil, 1998. 226p. 551.6981 D449c 3. LUTGENS, F. K.; TARBUCK, E. J. The atmosphere: an introduction to meteorology. 11.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2010. 508p. 631.4 L991a 4. FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. 188p 551.6981 F439m 5. OMETTO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981. 425p. 574.522 O65b 30. Disciplina: Hidrologia. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Importância e aplicações da Hidrologia no manejo ambiental. Ciclo Hidrológico. Bacias hidrográficas. Estatística aplicada à Hidrologia. Precipitação pluviométrica. Evaporação e evapotranspiração. Balanço Hídrico. Escoamento superficial. Vazões médias, máximas e mínimas. Previsão de eventos extremos. Demanda de água, recursos hídricos disponíveis, reservatórios. Água subterrânea, aquíferos e poços. Qualidade das águas superficiais e subterrâneas. Legislação das águas. Outorgas de uso da água. Bibliografia Básica 1. GRIBBIN, J. B. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 494p. 551.48 G861i 2. TUCCI, C. E. M. (Org.) Hidrologia: ciência e aplicação. 4.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2009. 946p. 551.48 T824h 3. GARCEZ, L .N.; ALVAREZ, G. A. Hidrologia. 2.ed. rev e atual. São Paulo: Edgard Blucher, 2011. 291p. 551.48 G197h Bibliografia Complementar 1. LIMA, W. P. Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas. 2. ed. Piracicaba: USP, 2008. 245p. 551.48 L11h 2. LINSLEY, R. K.; FRANZINI, J. B. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. 798p. 333.91 L731e 3. PINTO, N. L. S.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. 278p. 551.48 H538 4. TODD, D. K. Hidrologia de águas subterrâneas. São Paulo: Edgard Blücher, 1967. 319p. 551.48 T632h 5. BRUTSAERT, W. Hydrology: an introducion. 15.ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2010. 605p. 551.48 B925h 31. Disciplina: Introdução a Ecologia. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. 65 Projeto Pedagógico Ementa: Ecologia, ciência de síntese. Níveis de organização da natureza. Sistemas, autoecologia, populações, comunidades e ecossistemas. Conceitos: fatores ecológicos bióticos e abióticos; dependência da densidade, estabilidade, equilíbrio dinâmico e dinâmica de sistemas – princípio da máxima força. Sucessão ecológica, clímax, biomas. Ciclos de elementos e fluxo de energia. Leis de conservação da massa e energia. Primeira e segunda lei da Termodinâmica. Ecologia de sistemas, contabilidade ambiental. Avaliação de impactos ambientais. Eco-desenvolvimento e gestão ambiental. Bibliografia Básica 1. KREBS, J. R.; DAVIES, N. B. Introdução à ecologia comportamental. São Paulo: Atheneu, 1996. 420p. 591.51 K92i 2. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 503p. 574.5 R398e 3. TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. 574 T674f Bibliografia Complementar 1. CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. 2.ed. rev e ampl.São Paulo: Edgard Blücher, 2006. 188p. 551.4 C48g 2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de janeiro: Guanabara, 1988. 434p. 574.5 O23e 3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p. D136p 574 4. PINTO-COELHO, R. M. P. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2002. 252p. 574.5 P672f 5. CORSON, W. H. Manual global de ecologia: o que pode fazer a respeito da crise do meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 M251 32. Disciplina: Manejo de Solos. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina apresenta ao estudante uma abordagem sobre os conceitos básicos de manejo de solos, contextualizando as diversas formas, bem como uma análise dos tipos de solos mais comuns e suas respectivas vulnerabilidades no contexto ambiental, frente a diversas fontes potencialmente poluidoras ou impactantes. Relata uma gama de indicadores de qualidade ambiental, tendo por base aqueles pertinentes ao compartimento solo e suas possíveis interações com os principais compartimentos ambientais. A disciplina aborda os fundamentos, princípios e uso do zoneamento ecológico-aconômico como instrumento de apoio ao uso sustentável do espaço territorial. É proposto, ainda, ao estudante os conhecimentos sobre manejo de solos no ambiente agrícola, por meio de práticas mecânicas e culturais, sistemas de plantio e de cultivo, como também em obras de engenharia por meio de práticas de conservação de vias, taludes, aterros e barragens. Bibliografia Básica 1. LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 178p. 631.4 L618f 66 Projeto Pedagógico 2. PRUSKI, F. F. Conservação do solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão hidráulica. Viçosa: UFV, 2010. 279p. 631.45 P966c 3. PRUSKI, F. F.; BRANDÃO, V.S.; SILVA, D. D. Escoamento superficial. 2.ed. Viçosa: UFV, 2010. 87p. 551.488 P966e Bibliografia Complementar 1. SANTOS, H. G. dos. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2.ed. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2006. 306p. 631.4 S235s 2. MOREIRA, F. M. S.; HUISING, J.; BIGNELL, D. E. (Ed.) Manual de biologia dos solos tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras: UFLA, 2010. 368p. 631.46 M837m 3. PRADO, R. B.; TURETTA, A. P. D.; ANDRADE, A. G. de. (Orgs) Manejo e conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2010. 486p. 631.45 M24 4. REICHARDT, K.; TIMM, L. C. Solo, planta e atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri: Manole, 2008. 478p. 631.4 R276s 5. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 6.ed. São Paulo: Ícone, 2008. 355p. 631.4 B462c 33. Disciplina: Resistência dos Materiais. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: Tipos de solicitações e tensões. Estudo das deformações no carregamento axial. Estudo das tensões e deformações na tensão. Estudo das tensões e deformações na flexão. Carregamento transversal. Carregamento combinado. Análise de tensões e deformações. Critérios de Resistência. Flambagem. Bibliografia Básica 1. BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E. R. Resistência dos materiais. 3.ed. São Paulo: Pearson Education, 2007. 1255p. 620.112 B356r 2. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 688p. 620.112 H521r 3. MERIAM, J.L.; KRAIGE, L. G. Mecânica: estática: v1. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 349p. 620.103 M459m Bibliografia Complementar 1. MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. São Paulo: Erica, 2007. 360p. 620.1 M465m 2. NORTON, R. L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. 931p. 621.31042 N774p 3. NIEMANN, G. Elementos de máquinas: v1. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. v1. 220p. 621.8 N572e 67 Projeto Pedagógico 4. NIEMANN, G. Elementos de máquinas: v2. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. v2. 208p. 621.8 N572e 5. BOTELHO, M. H. C. Resistência dos materiais: para entender e gostar. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 236p. 620.112 B763r 34. Disciplina: Atividades Complementares V. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como, iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior; representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento de hardware ou software; outras a critério da coordenação. Bibliografia Básica: Não se aplica. Bibliografia complementar: Não se aplica. 35. Disciplina: Integração Profissional II. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Atividades direcionadas para a continuidade da revisão bibliográfica iniciada na etapa I (Integração Profissional I) sobre tema de relevância para a Engenharia Ambiental, acompanhada de apresentação oral e de material escrito, seguindo o modelo adotado para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Na abordagem são considerados os conhecimentos das diversas disciplinas do semestre e/ou oferecidas até o referido semestre. Bibliografia Básica: Diversas, com abrangência das principais disciplinas técnicas oferecidas pelo curso. Bibliografia complementar: Diversas, com abrangência das principais disciplinas técnicas oferecidas pelo curso. 6º Semestre 36. Disciplina: Ecologia de Populações e Comunidades. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. 68 Projeto Pedagógico Ementa: População: parâmetros populacionais, distribuição espacial, estrutura etária. Modelos de crescimento populacional. Regulação e flutuação. Relações interespecíficas. Comunidades: conceitos e parâmetros. Biodiversidade. Sucessão. Biogeografia. Bibliografia Básica 1. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de janeiro: Guanabara, 1988. 434p. 574.5 O23e 2. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p. D136p 574 3. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 503p. 574.5 R398e Bibliografia Complementar 1. BEGON, M.; HARPER, J. L.; TOWNSEND, C. R. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 752p. 654 B417e 2. PINTO-COELHO, R. M. P. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2002. 252p. 574.5 P672f 3. CORSON, W.H. Manual global de ecologia: O que pode fazer a respeito da crise do meio ambiente. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 C251m 4. TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. 574 T674f 5. PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: Rodrigues, 2010. 327p. 570.7 P949b 37. Disciplina: Introdução a Geociências. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina aborda conceitos relacionados a Cartografia, Geoprocessamento, Sistema de Informações Geográficas (SIG) e Sensoriamento Remoto. Com ênfase nos componente e características de SIG, tais como, organização e estruturação dos dados geográficos, base de dados geográficos e análise geográfica espacial com exemplos em aplicações ambientais. Bibliografia Básica 1. SILVA, A. B. Sistemas de informações geo-referênciadas: fundamentos. Campinas: Unicamp, 2003. 236p. 526 S578s Conceitos e 2. MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília: Embrapa, 2010. 433p. 658.05 M643sf 3. MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São Paulo: UNESP, 2008. 476p. 526.1 M754p Bibliografia Complementar 1. MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.ed. atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p. 621.3678 M838f 2. NOVO, E. L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. ver. ampl. 69 Projeto Pedagógico São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 362p. 621.3678 N843s 3. FLORENZANO, T. G. Iniciação em sensoriamento remoto. 3.ed. ampl. e atual. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. 128p. 621.3678 F636i 4. SILVA, J. X. DA; ZAIDAN, R. T. (Orgs.) Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 363p. 333.71 S58g 5. MARTINELLI, M. Mapas da geografia e cartografia temática. 5.ed. São Paulo: Contexto, 2009. 110p. 526 M335m 38. Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência, tecnologia e sociedade. Tecnologia e Inovação. Método científico. Teoria e empiria. A importância do projeto de pesquisa. Planejamento da pesquisa científica. Estrutura básica do projeto de pesquisa. Bibliografia Básica 1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007. 242p. 001.4 C413m 2. FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 405p. 001.891 F64i 3. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 311p. 001.42 L195f Bibliografia Complementar 1. OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 2002. 320p. 001.43 O51t 2. DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 118 p. 501.8 D45i 3. BUNGE, M. Epistemologia: curso de atualização. São Paulo: EDUSP, 1980. 246p. 150 B959e 4. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m 5. VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2005. 96p. 001.42 V611p 39. Disciplina: Economia. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Teoria econômica. Papel dos preços. Estruturas de mercado. Demanda: princípio da escassez, curvas de indiferença, incerteza. Oferta: fundamentos, competição 70 Projeto Pedagógico e monopólio. Produção: firma e indústria. Demanda por fatores. Capital humano. Noções de macroeconomia. Agregados macroeconômicos. Acumulação de capital: consumo e poupança, crescimento, desenvolvimento e taxa de juros. Bibliografia Básica 1. MANKIW, N. G. Introdução à economia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 838p. 330 M245i 2. VICECONTI, P. E. V.; NEVES, S. das. Introdução à economia. 8.ed. rev. e ampl. São Paulo: Frase, 2007. 621p. 330 V679i 3. GREMAUD, A. P.; et. al. Manual de economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 606p. 330 M249 Bibliografia Complementar 1. SAMUELSON, P.; NORDHAUS, W. D. Economia. 16.ed. Lisboa: McGraw Hill, 1999. 779p. 330 S188e 2. ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 19.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 922p. R74i 330 3. CANO, W. Introdução à economia: uma abordagem crítica. 2.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: UNESP, 2007. 292p. 330 C229i 4. WESSELS, W. J. Economia. 2ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 528p. 330 W585e 5. MOCHON, F.; TROSTER, R. L. Introdução à economia. Makron Books, 2007. 404p. 330 M833i rev. e atual. São Paulo: 40. Disciplina: Ecologia de Ecossistemas. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Introdução aos conceitos ecológicos. Características dos ecossistemas. Componentes e estruturas. Estabilidade Sucessão no ecossistema. Reações metabólicas. Ciclos biogeoquímicos e interferências antrópicas. Fluxo de energia e interferência antrópica Ecossistemas terrestres e aquáticos e suas interações. Bibliografia Básica 1. PINTO-COELHO, R. M. P. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2002. 252p. 574.5 P672f 2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de janeiro: Guanabara, 1988. 434p. 574.5 O23e 3. CUNHA-SANTINO, M. B. da.; Bianchini Jr., I. Ciências do ambiente: conceitos básicos em ecologia e poluição. São Carlos: UFSCAR, 2010. 179p. 574.5 C98c Bibliografia Complementar 1. ESTEVES, F. A. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602p. 551.48 E84f 2. BEGON, M.; HARPER, J. L.; TOWNSEND, C. R. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 752p. 654 B417e 3. MARQUES, J. F.; FERRAZ, J. M. G.; SKORUPA, L. A. (Ed.) Indicadores de 71 Projeto Pedagógico sustentabilidade em agroecossistemas. Jaguariuna: Embrapa Meio Ambiente, 2003. 281p. 333.70981 M35i 4. TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. 574 T674f 5. CORSON, W. H. Manual global de ecologia: o que pode fazer a respeito da crise do meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 C251m 41. Disciplina: Sociologia Ambiental. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Introdução à sociologia. O surgimento da sociologia ambiental. Aporte teórico conceitual para análise da sociedade contemporânea: Conceitos sobre sociedade de risco, ação e comportamento social. Elementos da construção das relações humanas com o ambiente. Implicações e desdobramentos nas atividades humanas. Tratamento da diversidade etnocultural na administração. Riscos associados. Sustentabilidade dos sistemas ecológicos e sociais. Perspectivas e desafios. Bibliografia Básica 1. CRISTINA COSTA. Sociologia: introdução a ciência da sociedade. Editora Moderna. 1997. 301 C871s 2. BOTTOMORE, T. B. Introdução a sociologia. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987. 318p. 301 B771i 3. DEMO, P. Sociologia: uma introdução crítica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1985. 159p. 301 D45s Bibliografia Complementar 1. QUIRINO, T. R.; ABREU, L. S de. Problemas agroambientais e perspectivas sociológicas: uma abordagem exploratória. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2000. 74p. (Embrapa Meio Ambiente. Documentos 6). 307.72 L568p 2. CASTELLS, M. O poder da identidade: a era da informação, economia, sociedade e cultura. 5.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006. 530p. v2. 303.483 C344p 3. ALONSO, A.; COSTA, V. Ciências sociais e meio-ambiente no Brasil: um balanço bibliográfico. BIB – Revista Brasileira de Informações Bibliográficas em Ciências Sociais, ANPOCS. n.53, 1º semestre, 2002. pp. 35-78. 363.7 A46c . 4. Tratado de sociologia. Direção de Raymond Boudon. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996. 604p. 301 T698 5. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia geral. 7. ed. rev. e ampl.São Paulo: Atlas, 1999. 373p. 301 L195s 6. FERNANDES, F. A Integração do negro na sociedade de classes. 3. ed. São Paulo: Ética, v. 1, 1987. 42. Disciplina: Materiais e suas Propriedades. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Classificação de materiais. Principais ensaios mecânicos e sua aplicação. Metais e ligas não ferrosas. Princípios sobre Corrosão nos metais. Noções sobre materiais 72 Projeto Pedagógico poliméricos, cerâmicos e compósitos. Bibliografia Básica 1. CALLISTER Jr., W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 702p. 620.112 C162c 2. VAN VLACK, L. H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 567p. 620.112 V297p 3. PADILHA, A. F. Materiais de engenharia: microestrutura e propriedades. São Paulo: Hemus, 2009. 349p. 620.11 P134m Bibliografia Complementar 1. GARCIA, A.; SPIN, J. A.; SANTOS, C. A. dos. Ensaios dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 247p. 691 G198e 2. COLPAERT, H. Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns. 4.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. 652p. 699.95 C698m 3. MANO, E. B. Polímeros como materiais de engenharia. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 197p. 668.4 M247p 4. SCHMIDT, W. Materiais elétricos: condutores e semicondutores v1. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 141p. v1 621.3 S878m 5. SCHMIDT, W. Materiais elétricos: isolantes e magnésios. v.2. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 165p. v2. 621.3 S878m 6. REZENDE, S. M. Materiais e dispositivos eletrônicos. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2004. 547p. 621.381 R357m 43. Disciplina: Integração Profissional III. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Atividades de revisão bibliográfica, com ampliação para visitas técnicas ou acompanhamento de trabalhos junto a empresas/instituições sobre o tema abordado nas etapas I e II. Ainda nesta abordagem, o estudante deverá propor um trabalho ou experimento em empresas/instituições sobre o tema, apresentação de seminário e material escrito (mínimo de 50 páginas), seguindo o modelo de TCC. Bibliografia Básica Diversas, envolvendo aquelas pertinentes a todas as disciplinas técnicas. Bibliografia Complementar Diversas, envolvendo aquelas pertinentes a todas as disciplinas técnicas. 7º SEMESTRE 44. Disciplina: Microbiologia. 73 Projeto Pedagógico CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Classificação dos microrganismos. Estrutura de bactérias, vírus e fungos. Crescimento de bactérias e fungos. Replicação de vírus. Controle do crescimento microbiano. Antimicrobianos. Segurança no laboratório. Diversidade bacteriana. Biodegradação de contaminantes. Biorremediação de ambientes contaminados. Biocontrole. Tratamento de Efluentes. Bibliográficas Básica 1. TRABULSI, L. R. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 718p. 576 M572 2. PELCZAR JR, M. J.; et al. Microbiologia: conceitos e aplicações v1. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2009. v1 524p. 576 P433m 3. PELCZAR JR, M. J.; et al. Microbiologia: conceitos e aplicações v2. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2009. v.2 517p. 576 P433m 4. MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Microbiologia ambiental. 2.ed. ver. e ampl. Jaguariúna: EMBRAPA-CNPMA, 2008. 647p. 579 M485m Bibliografia Complementar 1. AZEVEDO, J.L.; MELO, J.S. (Ed.) Ecologia microbiana. Jaguariúna: Embrapa, 1998. 486p. 576.15 M485e 2. MOREIRA, F. M. S.; SIQUEIRA, J. O. Microbiologia e bioquímica do solo. 2.ed. atual. e ampl. Lavras: UFLA, 2006. 729p. 576 M837m 3. BORÉM, A.; GIÚDICE, M. P. Biotecnologia e meio ambiente. Viçosa: UFV, 2008. 510p. 606.6 B726b 4. RIBEIRO, M. C.; SOARES, M. M. Microbiologia pratica: roteiro e manual, bactérias e fungos. São Paulo: Atheneu, 2002. 112p. 576 R37m 5. TORTORA, G.; FUNKE, B.; CASE, C. Microbiologia. 6.ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2003. 827p. 576 T653m 45. Disciplina: Economia Ambiental. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Economia, meio ambiente e os recursos naturais renováveis e não-renováveis, bióticos e abióticos. O mercado, as falhas de mercado e as fontes de ineficiência. Externalidades ambientais, os bens públicos, os direitos de propriedade, os recursos de livre acesso. O valor econômico do ambiente e as técnicas de mensuração dos danos e benefícios ambientais. Os instrumentos de política: comando e controle e os mecanismos econômicos. Bibliografia Básica 1. MAY, P. H.(Org.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 379p. 333.70981 M42e 2. MOTTA, R. S. Economia ambiental. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 228p. M875e 363.7 3. LEFF, E. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 74 Projeto Pedagógico 7.ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 494p. 304.2 L521s Bibliografia Complementar 1. ANDRADE, P. B. de. O país do sol: a bioeconomia. Juiz de Fora: Alva, 2009. 382p. 338.10 A569p 2. SILVA, M. L. da; JACOVINE, L. A. G.; VALVERDE, S. R. Economia florestal. 2.ed. Viçosa: UFV, 2008. 178p. 634.96 S581e 3. SANTOS, M. L. dos; SANTOS, M. L. dos; VIEIRA, W. da C. Microeconomia aplicada. Visconde do Rio Branco: Suprema, 2009. 649p. 338.5 S236m 4. PADUA, J. A. (Org.) Desenvolvimento, justiça e meio ambiente. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 325p. 330.981 P14d 5. CONRAD, J. M. Resource economics. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 2010. 285p. 343.07 C794r 6. FIELD, B. C. Natural resource economics: an introduction. Long Grove: Waveland Press, 2008. 465p. 343.07 F477m 46. Disciplina: Aplicações Ambientais de Sistemas de Informação Geográfica. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h. Ementa: Fontes de dados ambientais: mapas, coletas de campo, fotografias aéreas, imagens de satélite. Características das Imagens de Satélite. Processamento de Imagens e seu uso em aplicações ambientais; Exemplos de aplicações ambientais de Sistemas de Informação Geográfica. Bibliografia Básica 1. SILVA, J. X. DA; ZAIDAN, R. T. (Orgs.) Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 363p. 333.71 S58g 2. MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.ed. atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p. 621.3678 M838f 3. SILVA, A. B. Sistemas de informações geo-referênciadas: fundamentos. Campinas: Unicamp, 2003. 236p. 526 S578s Conceitos e Bibliografia Complementar 1. BLASCHKE, T.; KUX, H. (Orgs.) Sensoriamento remoto e sig avançados: novos sistemas sensores e métodos invasores. 2.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 303p. 621.3678 B579s 2. MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília: Embrapa, 2010. 433p. 658.05 M643f 3. SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e pratica. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 184p. 363.7 S238p 4. NOVO, E. L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. rev. ampl. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 362p. 621.3678 N843s 75 Projeto Pedagógico 5. ROCHA, C. H. B. Geoprocessomento: tecnologia transdisciplinar. 3.ed. rev. e atual. Juiz de Fora: UFIF, 2007. 220p. 333.71 R572g 47. Disciplina: Estruturação e Planejamento de Projetos. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Avaliação subjetiva. Relações tecnologia e técnica. Natureza e métodos adequados aos objetos de investigação. Pesquisa tradicional e participativa. Projeto: planejamento, elaboração, ciclo de vida e fases. Contextualização do problema. Princípios e objetivos. Definição de papéis. Funções da organização. Possíveis problemas. Documento de requisitos do projeto. Projeto charter. Bibliografia Básica 1. GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 175p. 001.42 G392c 2. MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar idéias e resultados. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 281p. 658.404 M419a 3. BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro: Elsevier, 1984. 266p. 658.404 B931a Bibliografia Complementar 1. BIANCHETTI, L.; MACHADO NETTO, A. M.(Orgs.) Bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação e escrita de teses e dissertações. 2.ed. Florianópolis: Cortez, 2006. 408 p. 001.42 B473b 2. CASAROTTO FILHO, N.; FÁVERO, J. S.; CASTRO, J. E. E. Gerência de projetos: engenharia simultânea. São Paulo: Atlas, 2006. 173p. 658.404 C336g 3. PRADO, D. Planejamento e controle de projetos. v2, 6.ed. Nova Lima: INDG, 2004. 284p. 658.40401 P916p 4. MENEZES, L. C. M. Gestão de projetos. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 227p. 658.404 M511g 5. DINSMORE, P; C.; SILVEIRA NETO, F. H. da S. Gerenciamento de projetos: como gerenciar seu projeto com qualidade, dentro do prazo e custos previstos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2011. 150p. 658.404 D639g 48. Disciplina: Saneamento Ambiental. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: Introdução ao saneamento ambiental. Conceitos gerais de epidemiologia. Endemias, epidemias, pandemias, doenças esporádicas. Determinantes de doenças. Principais doenças relacionadas à água, ao solo e ao ar: agentes biológicos e químicos. Métodos de controle e vigilância epidemiológica. Importância do saneamento básico. Qualidade da água. Caracterização das águas residuárias. Processos e mecanismos legais para controle e preservação ambiental. 76 Projeto Pedagógico Bibliografia Básica 1. CAVINATTO, V. M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna, 2011. 87p. 628 C375s 2. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher, 2007. 332p. 628.162 R395t 3. PHILIPPI JR, A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2010. 842p. 628 P636s para um Bibliografia Complementar 3. 1. ANJOS JUNIOR, A. H. dos. Gestão estratégica do saneamento. Barueri: Manole, 2011. 187p. 628 A619g 3. DEMOLINER, K. S. Água e saneamento básico: regimes jurídicos e marcos regulatório no ordenamento brasileiro. São Paulo: Livraria do Advogado, 2008. 220p. 628 D451a 4. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº 11.445/07. São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p. 553.7 M879s 5. MARCONSIN, A. F. Política pública de economia solidária: uma política em construção. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, 2008. 295p. T01 6. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v1 628.162 D524m 7. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v2. 628.162 D524m 49. Disciplina: Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais. Conceitos de avaliação de impactos. Dimensões da avaliação de impactos. Métodos de avaliação de impactos. Avaliação ambiental estratégica. Histórico dos estudos sobre qualidade ambiental. Noções de toxicologia ambiental, poluição e degradação dos recursos naturais. Indicadores ambientais, bioindicadores e metodologia de levantamento de campo. Bibliografia Básica 1. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de textos, 2008. 495p. 333.714 S191a 2. MOURA, L. A. A. de. Qualidade e gestão ambiental. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2008. 422p. 658.408 M887q 3. CORSON, W. H. Manual global de ecologia: o que pode fazer a respeito da crise do meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 C251m Bibliografia Complementar 1. CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (Orgs.) Avaliação e perícia ambiental. 9.ed. Rio de 77 Projeto Pedagógico Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 284p. 363.7 C98a 2. AB’SABER, A. N.; MULLER-PLATENBERG, C. (Orgs.) Previsão de impactos: o estudo do impacto ambiental no leste, oeste e sul. Experiências no Brasil, na Russia e na Alemanha. 2. ed. São Paulo: USP, 2006. 573p. 333.714 M924p 3. MATOS, A. T. de. Poluição ambiental: impactos no meio físico. Viçosa: UFV, 2010. 260p. 614.7 M381p 4. ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil: subsídios para planejamento ambiental. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 208p. 333.72 R738e 5. MEDAUAR, O. (Org.) Coletânea de Legislação Ambiental, Constituição Federal. 9.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010. 1167p. 341.347 M436c 8º SEMESTRE 50. Disciplina: Projetos de Engenharia. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Introdução à ciência de materiais para construções em engenharia ambiental. Filosofia do projeto de engenharia. O projeto de engenharia e o meio ambiente. Morfologia do projeto. Estudo de exequibilidade. Projeto preliminar. Fase do projeto detalhado. O processo do projeto. Análise de necessidades e atividades. Processo de decisão em projetos. Arquétipos e computadores. Técnicas de otimização. Bibliografia Básica 1. CASAROTTO FILHO, N. Elaboração de projetos empresariais: análise estratégica, estudo de viabilidade e plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2011. 264p. 658.4012 C336e 2. BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro: Elsevier, 1984. 266p. 658.404 B931a 3. BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. do V. Introdução à engenharia. 6.ed. rev. e ampl. Florianópolis: UFSC, 2005. 274p. 620.004 B364i Bibliografia Complementar 1. CASAROTTO FILHO, N.; FÁVERO, J. S.; CASTRO, J. E. E. Gerência de projetos: engenharia simultânea. São Paulo: Atlas, 2006. 173p. 658.404 C336g 2. RAMOS, R. Gerenciamento de projetos: ênfase na indústria de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. 133p. 658.404 R146g 3. XAVIER, C. M. da S.; et al Metodologia de gerenciamento de projetos: methodware: abordagem prática de como inciar, planejar, executar, controlar e fechar projetos. São Paulo: Brasport, 2010. 319p. 658.40401 X18m 4. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: moderna tecnologia. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 100p. 624 H568c 5. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 688p. 620.112 H521r 78 Projeto Pedagógico 51. Disciplina: Gestão Ambiental. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: Conceituação de gestão ambiental. Normas e certificações ambientais. Normas da série ISO 14000. Sistemas de gestão ambiental (SGA) e seus componentes: política ambiental, planejamento ambiental – avaliação ambiental, requisitos legais, objetivos e metas, programas de gestão – operacionalização. Auditoria e Certificação. Sistema brasileiro de certificação ambiental. Bibliografia Básica 1. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 176p. 658.408 D727g 2. MOURA, L. A. A. de. Qualidade e gestão ambiental. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2008. 422p. 658.408 M887q 3. VALVERDE, S. R. Elementos de gestão ambiental empresarial. Viçosa: UFV, 2008. 127p. 658.408 V29e Bibliografia Complementar 1. ANDRADE, R. O. B. de; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. de. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. 2.ed. rev e ampl. São Paulo: Makron Books, 2004. 224p. 658 A57g 2. BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2.ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 382p. 658.408 B191g 3. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007. 264p. 658.408 S456i 4. TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social coorporativa: estratégias de negócios focados na realidade brasileira. 3. ed. rev e ampl. São Paulo: Atlas, 2005. 432p. 658.408 T122g 5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001: Sistema da gestão ambiental: requisitos com orientação para uso. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. 27p. 52. Disciplina: Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Padrões de potabilidade. Tratamento de água convencional. Tratamento de água avançado. Redes de distribuição. Materiais utilizados. Produtos químicos utilizados na ETA ou ETE. Processos de tratamento químicos. Processos de tratamento biológicos. Processos anaeróbios e Processos aeróbios. Avaliação de eficiência dos processos. Reuso de efluente tratado. Bibliografia Básica 1. RICHTER, C. A. Água: métodos e tecnologia de tratamentos. São Paulo: Blucher, 2009. 340p. 628.162 R395a 79 Projeto Pedagógico 2. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher, 2007. 332p. 628.162 R395t 3. HELLER. L.; PADUA, V. L. Abastecimento de água para o consumo humano. 2. ed. rev. e atual. v2. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 872p. 628.1 H419a Bibliografia Complementar 1. VON SPERLING, M. Lodos ativados. v4. 2.ed. ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2005. 414p. 628.162 V899l 2. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. v1, 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 243p. 628.162 V899i 3. CAMPOS, J. R. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1999. 464p. 628.162 C213t 4. CRESPILHO, F. N.; REZENDE, M. O. O. Eletroflotação: princípios e aplicações. São Carlos: RIMA, 2004. 96p. 540 C94e 5. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v1 628.162 D524m 6. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v2 628.162 D524m 7. TSUTIYA, M. T. Abastecimento de água. São Paulo: ABES, 2006. 643p. 628.162 T819a 53. Disciplina: Agricultura e Meio Ambiente. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Histórico e dinâmica da expansão agropecuária no Brasil e seus impactos socioambientais. Aspectos da legislação ambiental aplicada à atividade agropecuária e agroindustrial. Origens e fontes de poluição na agropecuária. Medidas mitigadoras e práticas conservacionistas. Agroecologia. Desenvolvimento rural sustentável. Bibliografia Básica 1. FERREIRA NETO, J. A.; DOULA, S. M. Assentamentos rurais e meio ambientes no Brasil: atores sociais, processos produtivos e legislação. Viçosa: UFV. 2006. 307p. 333.1981 F442a 2. SANTOS, M. L. dos.; VIEIRA, W. da C. Agricultura na virada do milênio: velhos e novos desafios. Viçosa: UFV, 2000. 458p. 338.10 S23aA 3. Desenvolvimento da agricultura. São Paulo: Pioneira, 1998. 272p. D486 Bibliografia Complementar 1. KHATOUNIAN, C. A. A reconstrução Agroecológia, 2001, 348p. 631.4 K56r ecológica da 338.10981 agricultura. Botucatu: 2. QUIRINO, T. R.; IRIAS, L J. M.; WHIGHT, J. T. C. Impacto agroambiental: 80 Projeto Pedagógico perspectivas, problemas e prioridades. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. 184p. 333.714 Q81i 3. ROSA, A. V. Agricultura e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Atual, 1998. 95p. 631.4 R69A 4. SILVEIRA, M. A. da; VILELA, S. L. de O. (Ed.) Globalização e sustentabilidade da agricultura. Jaguariúna: EMBRAPA-CNPMA, 1998, 152p. 338.1 G478 5. AMBROSANO, E. (Coord.) Agricultura ecológica. São Paulo: Agropecuária, 1999. 398p. 630.2745 A224 6. RAMOS FILHO, L. O. Agricultura, meio ambiente e inclusão social: questões para debate. São Paulo: Embrapa – Meio Ambiente, 2006. 127p. 631.4 R143a 54. Disciplina: Qualidade Ambiental. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Processos de degradação e poluição ambiental. Indicadores de qualidade ambiental: solo, água, ar e sistemas vivos. Conforto ambiental: visual, acústico, térmico. Resíduos: redução, reciclagem, reuso. Resíduos perigosos e materiais tóxicos. Gestão das águas e conservação da energia. Prevenção da poluição e tecnologias limpas. Grandes acidentes ambientais: o que aprendemos com eles. Novas abordagens para os problemas ambientais. Documentos globais e normas internacionais. Bibliografia Básica 1. FILIZOLA, H. S.; GOMES, M. A. F.; SOUZA, M. D. de. Manual de procedimentos de coleta de amostras em áreas agrícolas para análise da qualidade ambiental: solo, água e sedimentos. São Paulo: Embrapa – Meio Ambiente, 2006. 169p. 631.417 F519m 2. VALLE, C. E. do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 11. ed. São Paulo: Senac, 2011. 205p. 658.4080218 V273q 3. ROBLES JUNIOR, A. Gestão da qualidade e do meio ambiente: enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2010. 102p. 658.562 R558g Bibliografia Complementar 1. VALLE, C. Qualidade ambiental: o desafio do ser competitivo protegendo o meio ambiente: como se preparar para as Normas ISSO 14000. São Paulo: Pioneira, 1995. 117p. 658.4080218 V273q 2. SEWELL, G. H. Administração e controle da qualidade ambiental. São Paulo: EPU, 2010. 295p. 658.4080218 S528a 3. MARQUES, J. F.; FERRAZ, J. M. G.; SKORUPA, L. A. (Ed.) Indicadores de sustentabilidade em agroecossistemas. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2003. 281p. 333.70981 M35i 4. PHILIPPI JR., A. (Coord.) Gestão ambiental e sustentabilidade no turismo. São Paulo: Manole, 2010. 1027p. v9. 338.4791 P636g 5. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da 81 Projeto Pedagógico qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Pioneira, 2004. 551p. 658.562 J95q 6. ANDRADE, D. A. da C. A (in)sustentabilidade do turismo no sertão da Paraíba: o município de Coremas, “a terra das águas”, em análise. João Pessoa: Prodema, 2007. 176p. D03 55. Disciplina: Direito Ambiental. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h. Ementa: Conceitos. Instituições de Direito. Níveis de competência. Princípios e instrumentos do direito ambiental. Bens e serviços ambientais: defesa do solo, ar, água, floresta e vegetação nativa, fauna e subsolo, componentes ambientais urbanos. Áreas de preservação permanente. Biotecnologia e meio ambiente. Sistema Nacional do Meio Ambiente. Defesa ambiental: responsabilidades. Direito ambiental comparado. Direito ambiental internacional. Bibliografia Básica 1. MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010. 1094p. 341.3470981 M133d 2. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2010. 214p. 341.792 M921d 3. SIRVINSKAS, L. P. Manual de direito ambiental. 6.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2008. 756p. 658 S633m Bibliografia Complementar 1. PADUA, J. A. (Org.) Desenvolvimento, justiça e meio ambiente. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 325p. 330.981 P14d 2. SÉGUIN, E. O direito ambiental: nossa casa planetária. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2006. 472p. 341.762 S459d 3. SIRVINSKAS, L. P. Tutela penal do meio ambiente, 4.ed. rev. atual. e ampl. Paulo: Saraiva, 2011. 452p. 341.762 S635t São 4. FIORILLO, C. A. P. Curso de direito ambiental brasileiro. 9.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva. 2008. 580p. 341.347 F552c 5. DESTEFENNI, M. A responsabilidade civil ambiental e as formas de reparação do dano ambiental: aspectos teóricos e práticos. Campinas: Bookseller, 2005. 342.151 D491r 56. Disciplina: Estágio Supervisionado I. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 80 h. CH Total: 80 h. Ementa: Sob a coordenação geral de um professor do curso, o Estágio Supervisionado tem como objetivo integrar o estudante com o mercado de trabalho fazendo a transição estudante/ profissional. Facilitará também a escolha do tema a ser desenvolvido pelo 82 Projeto Pedagógico estudante como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Básica Não se aplica. 9º Semestre 57. Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Desenvolver atividades sustentáveis no âmbito das questões ambientais tem sido o maior desafio da atualidade. No entanto, apesar de se saber que a degradação ocorre de forma crescente, e que há um prejuízo significativo, pouca ação pró-ativa é desenvolvida, seja por comodismo, seja pela inexistência de metodologias adequadas que permitam recuperar ou reabilitar o ambiente degradado. Conhecer as técnicas de manejo, recuperação, restauração ecológica e reabilitação de ecossistemas degradados permitirão, se implantadas, reverter o quadro de degradação instalado e assim minimizar os passivos ambientais. Bibliografia Básica 1. ALMEIDA, J. R. de; ARAUJO, G. H. de S.; GUERRA, A. J. T. Gestão ambiental de áreas degradadas. 6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 322p. 363.7 A689g 2. BARBOSA, L. M. Manual para recuperação de áreas degradadas do estado de São Paulo: matas ciliares do interior paulista. São Paulo: Instituto de Botânica, 2006. 147p. 333.7016 B199m 3. BARBOSA, L. M. Anais do workshop sobre recuperação de áreas degradadas da Serra do Mar e formações florestais litorâneas. São Paulo: SMA, 2000. 195p. 333.7016 B199a Bibliografia Complementar 1. FRANCO, A. A.; et al. Revegetação de solos degradados. Comunicado Técnico. Nº 09, out./92, p. 1-9 dez./92 rev. mod. Embrapa Agrobiologia, 1992. 631.64 F894r 2. PIOLLI, A. L.; CELESTINI, R. M.; MAGON, R. Teoria e prática em recuperação de áreas degradadas: plantando a semente de um mundo melhor. São Paulo: Secretaria do Estado de São Paulo, 2004. 27p. 333.7016 P734t 3. KUHN, C. Uma análise sistêmica das transformações de uso do solo como suporte à decisão para o planejamento de Unidades de Conservação. Porto Alegre: Dissertação de Mestrado. 2005. D02 4. AGRA, S. G. Estudo experimental de microrreservatórios para controle do escoamento superficial. Porto Alegre. Dissertação de Mestrado. 2001. D01 5. ANDRADE, D. A. da C. A (in)sustentabilidade do turismo no sertão da Paraíba: o 83 Projeto Pedagógico município de Coremas, “a terra das águas”, em análise. João Pessoa: Prodema, 2007. 176p. D03 6. NORMA AMBIENTAL VALEC N° 03. Cobertura vegetal para recuperação de áreas degradadas. 2010. VALEC 03/2010 58. Disciplina: Planejamento Ambiental Territorial e Urbano. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: A disciplina abordará um histórico da ocupação humana no território urbano e rural e seus impactos ambientais. Proporcionará as diferentes formas de ocupação atual verificando a sustentabilidade de novos projetos. Formará no aluno a habilidade para planejar o território sob as diferentes formas com enfoque no planejamento por microbacia hidrográfica observando a legislação atual inclusive de participação popular no planejamento territorial. Bibliografia Básica 1. ROGERS, R.; GUMUCHDJIAN, P. Cidades para um pequeno planeta. Barcelona: Padrão, 2008. 180p. 628.21 R631c 2. ALMEIDA, J. R. de.; et al. Politica e planejamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Thex, 2009. 457p. 363.7 A448p 3. ROLNIK, R. O. O que é cidade. 3.ed. São Paulo:Brasiliense, 2009. 86p. R669o 306.7 Bibliografia Complementar 1. SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e pratica. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 184p. 363.7 S238p 2. MENEZES, C. L. Desenvolvimento urbano e meio ambiente: a experiência de Curitiba. São Paulo: Papirus, 1996. 711.400981621 M51d 3. QUIRINO, T. R.; IRIAS, L J. M.; WHIGHT, J. T. C. Impacto agroambiental: perspectivas, problemas e prioridades. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. 184p. 333.714 Q81i 4. DREW, D. Processos interativos homem-meio ambiente. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 224p. 574.5222 D831p 5. MIRRA, A. L. V. Impacto ambiental: aspectos da legislação brasileira. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2008. 182p. 333.714 M655i 8. TAUK, S. M. (Org.) Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: UNESP, 1995. 206p. 333.71 T221a 59. Disciplina: Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. 84 Projeto Pedagógico Ementa: Introdução a Toxicologia. Histórico da Toxicologia. Mecanismos de intoxicação Conceitos e definições em Toxicologia Introdução aos xenobióticos. Principais efeitos dos xenobióticos. Principais métodos de ensaios toxicológicos. Introdução a Ecotoxicologia. Principais fatores que podem afetar a toxicologia ambiental. Análise de risco ambiental. Identificação, avaliação, gerenciamento e comunicação de riscos. Principais métodos de análises de riscos ambientais. Bibliografia Básica 1. AZEVEDO, F. A. de; CHASIN, A. M. (Coord.) As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Paulo: RIMA, 2004. 322p. 615.9 A316b 2. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de textos, 2008. 495p. 333.714 S191a 4. BERTOLETTI, E.; ZAGATTO, P. A. Ecotoxicologia aquática: princípios e aplicações. 2 ed. São Carlos: RIMA, 2008. 48p. 574.5 Z23e Bibliografia Complementar 1. OGA, S.; CAMARGO, M. M. de A.; BATISTUZZO, J. A. de O. Fundamentos de toxicologia. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 677p. 615.9 O28f 2. SILVA, C. M. M. de S.; FAY, E. F. Agrotóxicos e ambiente. Brasília: Embrapa, 2004. 400p. 333.714 S579a 3. LARINE, L. Toxicologia. 3.ed. São Paulo: Manole, 1997. 301p. 615.9 L335t 4. Destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos.VHS 21 5. HAMMES, V. S. Julgar – percepção do impacto ambiental. v4 São Paulo: Globo, 2004. 223p. 333.714 H19j 60. Disciplina: Legislação e Licenciamento Ambiental. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Principais aspectos da legislação ambiental brasileira. Hierarquia e principais leis, resoluções, normas e diretrizes. Política Nacional do Meio Ambiente - Lei 6.938/81. Responsabilidade objetiva. Responsabilidades administrativa, civil e criminal decorrentes de danos ambientais. Atribuições do Ministério Público. Lei dos crimes ambientais. Sistemas de Licenciamento - SLAP / EIA / RIMA / Audiências Públicas. Atividades passíveis de licenciamento. Órgãos licenciadores e suas competências. Elaboração de projetos para licenciamento. Celebração de Termo de Compromisso Ambiental. Medidas compensatórias. Bibliografia Básica 1. MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010. 1094p. 341.3470981 LM133d 2. TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. Licenciamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Niterói: Impetus, 2010. 368p. 344.81046 T728l 3. BECHARA, E. Licenciamento e compensação ambiental na lei do sistema nacional das unidades de conservação. São Paulo: Atlas, 2009. 295p. 341.762 B354l 85 Projeto Pedagógico Bibliografia Complementar 1. MORAES, L. C. S. Código florestal comentado. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 324p. 346.8104675 M821c 2. CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (Orgs.) Avaliação e perícia ambiental. 9.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 284p. 363.7 C98a 3. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2010. 214p. 341.792 M921d 4. OLIVEIRA, A. I. de A. Introdução a legislação brasileira e licenciamento ambiental. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. 659p. 344.81046 D45i 5. MEDAUAR, O. (Org.) Coletânea de Legislação Ambiental, Constituição Federal. 9.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010. 1167p. 341.347 M436c 61. Disciplina: Projetos de Sistemas Sanitários. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Cinética das reações. Operações unitárias nas estações de tratamento de água e efluentes. Tratamento preliminar, primário, secundário e terciário. Critério de seleção de tecnologias. Bibliografia Básica 1. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. v1, 3.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 243p. 628.162 V899i 2. VON SPERLING, M. Lodos ativados. v4. 2. ed. ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2005. 414p. 628.162 V899l 3. CHERNICHARO, C. A. L. Reatores anaeróbicos. 2.ed. ampl. e atual. Belo Horizonte: UFMG, 2007. 246p. 620.85 C449r Bibliografia Complementar 1. NUVOLARI, A. (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. 2.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Blucher, 2011. 565p. 628.162 N975e 2. MATTOSO, G. Malcriados recriados: sonetário sanitário. São Paulo: Annablume, 2009. 162p. 890 M396m 3. JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. A. Tratamento de esgotos domésticos. 5.ed. Rio de Janeiro: ABES, 2009. 891p. 553.7 J69t 4. ANDREOLI, C.; VON SPERLING, M.; FERNANDES, F. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 484p. 628.A575l 5. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 669p. 627 A988m 86 Projeto Pedagógico 62. Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Aspectos do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos. Classificação dos resíduos sólidos urbanos e industriais. Geração. Acondicionamento. Coleta. Transporte. Tratamento. Disposição final. Efeitos e fontes de poluição do ar. Meteorologia. Ar atmosférico e ar poluído. Dispersão de poluentes na atmosfera. Partículas. Caracterização de poluentes atmosféricos. Tipos de equipamentos de controle de poluição do ar. Bibliografia Básica 1. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p. B141q 574.2 2. LIMA, L. M. Q. Lixo: tratamento e biorremediação. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo: Hemus, 2004. 265p. 375.0083 L698l 3. MACINTYRE, A. J. Ventilação industrial e controle da poluição. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 403p. 628.53 M14v Bibliografia Complementar 1. ARRUDA, P. T. M. de. Responsabilidade civil decorrente da poluição por resíduos sólidos domésticos. São Paulo: Método, 2005. 123p. 347.51 A819r 2. RIBEIRO, D. V.; MORELLI, M. R. Resíduos sólidos: problema ou oportunidade? Rio de Janeiro: Interciência, 2009. 158p. 553.7 R368r 3. BARTHOLOMEU, D. B.; CAIXETA FILHO, J. V. ((Orgs.) Logística ambiental de resíduos sólidos. São Paulo: Atlas, 2011. 250p. 628.44 B295l 4. JARDIM, W. F. A evolução da atmosfera terrestre. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Maio, 2001. p. 5-8. 551.51 J42e 5 ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução a química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. 256 p. 574.2 R573i 63. Disciplina: Política Ambiental e seus Instrumentos. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Da criação das unidades de conservação nos EUA do século XIX ao debate contemporâneo. Conservação e preservação. Políticas neoliberais e o meio ambiente no mundo contemporâneo. Políticas ambientais e seus instrumentos de mercado. Políticas ambientais baseadas em instrumentos de comando e controle. Exemplos de políticas públicas em meio ambiente. Bibliografia Básica 1. DIEGUES, A. C. S. O mito moderno da natureza intocada. 6.ed. São Paulo: Hucitec, 2008. 164p. 574.5 D559m 2. ZHOURI, A.; LASCHEFSKI, K.; PEREIRA, D. B.; A Insustentável leveza da política ambiental: desenvolvimento e conflitos socioambientais. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. 288p. 341.762 Z61I 87 Projeto Pedagógico 3. LANFREDI, G. F. Política ambiental: busca de afetividade de seus instrumentos. São Paulo: Revista Dos Tribunais, 2002. 300p. 341.762 L259p Bibliografia Complementar 1. BRESSAN, D. Gestão racional da natureza. São Paulo: Hucitec, 1996. 111p. B851g 658 2. ALMEIDA, J. R. de.; et al. Politica e planejamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Thex, 2009. 457p. 363.7 A448p 3. HEJÚ, W. V.; MATTAR, E. de O. Aspectos da política ambiental integrada: novas decisões e desafios geopolíticos em 2010: um novo modelo de desenvolvimento. São Paulo: Letras Jurídicas, 2009. 224p. 341.762 H427a 4. KITAMURA, P. C. A amazônia e o desenvolvimento sustentável. Brasília: Embrapa/ SPI. 1998. 182p. 333.715 K646a 5. VIEIRA, L.; BREDARIOL, C.; Cidadania e política ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro: Record, 2006. 171p. 341.762 V716c 64. Disciplina: Estágio Supervisionado II. CH Teórica: 80 h. CH Prática: 80 h. CH Total: 80 h. Ementa: Sob a coordenação geral de um professor do curso o Estágio Supervisionado tem como objetivo integrar o estudante com o mercado de trabalho fazendo a transição estudante/profissional. Facilitará também a escolha do tema a ser desenvolvido pelo estudante como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Bibliografia Básica Diversas, de acordo com as disciplinas oferecidas pelo curso. Bibliografia Complementar Diversas, de acordo com as disciplinas oferecidas pelo curso. 65. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 40 h. Ementa: O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo proporcionar ao estudante, ainda na Faculdade, a oportunidade de desenvolver um Trabalho de pesquisa completo sob a supervisão de um professor. Esta supervisão será segundo grandes temas dentre aqueles escolhidos pelos estudantes. Todas as etapas (escolha do tema, pesquisa bibliográfica, elaboração do projeto e execução) do Trabalho serão de responsabilidade do estudante de forma a demonstrar sua aprendizagem, maturidade teórica no tratamento do tema e habilidade nas relações teoria e realidade. O Trabalho final escrito deverá ter uma consistência metodológica básica (contextualização do problema, objetivos, metodologia, resultados e discussão, conclusões e implicações, bibliografia) e deverá ser apresentado e defendido oralmente perante uma Banca Examinadora (três professores ou outros profissionais) coordenada pelo professor supervisor e especialmente constituída pela Faculdade. 88 Projeto Pedagógico Bibliografia Básica 1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007. 242p. 001.4 C413m 2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 311p. 001.42 L195m 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m Bibliografia Complementa 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24p. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 9p. 3. ANDRADE, M. M. de.; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 217p. 469.07 A568l 4. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 323p. 808.0665 M439r 5. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 117p. 469.8 F267c 10º SEMESTRE 66. Disciplina: Gestão de Bacias Hidrográficas. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Conceito de bacia hidrográfica. Regiões hidrográficas. Histórico dos problemas de exploração da água no Brasil. Usos da água e problemas associados nas principais bacias hidrográficas regionais. Conceito de gestão de bacias hidrográficas. Política nacional de recursos hídricos. Instrumentos de gestão: outorga, cobrança, enquadramento, plano de bacia. Métodos participativos aplicados à gestão de bacias hidrográficas. Estudos de casos. Bibliografia Básica 1. BORBA, M. P.; PINHEIRO, C. H. R.; OTERO, P. (Orgs.) Orientação para educação ambiental: nas bacias hidrográficas do estado de São Paulo: origem e caminho da REPEA – Rede Paulista de Educação Ambiental. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2005. 139 p. 551.48309 O79 2. MAGANHAES JUNIOR, A. P. Indicadores ambientais e recursos hídricos: realidade e perspectivas para o Brasil a partir da experiência francesa. 3.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. 686p. 333.91 M166I 3. MARTINS, J. P. (Org.) Panorama do meio ambiente: bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Campinas: Komedi, 2005. 144p. 304.2 M343p 89 Projeto Pedagógico Bibliografia Complementar 1. LIMA, W.P. Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas. 2.ed. Piracicaba: USP, 2008. 245p. 551.48 L711h 2. SILVA, N. da; et al. Manual de métodos de analise microbiológica da água. São Paulo: Varela, 2005. 164p. 628.161 S581m 3. PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS: Programa de desenvolvimento da gestão integrada de recursos hídricos do Brasil: v.1/Ministério do Meio Ambiente, Secretaria de Recursos Hídricos. Brasília: MMA, 2008. 130p. v1. 556.18 P774 4. PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS. Programa de articulação intersetorial, interinstitucional e intra-institucional da gestão integrada de recursos hídricos no Brasil: v2 /Ministério do Meio Ambiente, Secretaria de Recursos Hídricos. Brasília: MMA, 2008. 130p. v2. 556.18 P774 5. PORTO, M. F. A.; PORTO, R. L. L. Gestão de bacias hidrográficas. Estudos. Avançados, 2008, v. 22, n. 63, pp. 43-60. 551.48 P882g 6. TUNDISI, J. G., et. Al. A bacia hidrográfica do Tietê/Jacaréi: estudo de caso em pesquisa e gerenciamento. Estudos Avançados, 2008, v22, n. 63, pp.159-172. 551.48 T835b 67. Disciplina: Contabilidade Ambiental. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: A disciplina Contabilidade Ambiental aborda o desenvolvimento da contabilidade no contexto do meio ambiente, os conceitos e técnicas da contabilidade ambiental, a necessidade de oferecer um conjunto de informações adequadas às características de uma gestão ambiental, cujas informações são necessárias para relatar adequadamente, em termos monetários, os valores que modifiquem o patrimônio de uma entidade. Bibliografia Básica 1. FERREIRA, A. C. de S. Contabilidade ambiental: uma Informação para o desenvolvimento sustentável: inclui certificados de carbono. 2.ed. São Paulo, Atlas, 2006. 135p. 657.4 F383c 2. TINOCO, J. E. P.; KRAEMER, M. E. P. Contabilidade e gestão ambiental. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 657.4 T494c 3. BARBOSA, G. L.; MADEIRA, G. J. A Introdução da contabilidade ambiental: aplicabilidade de seu sistema de Informações caracterizando uma gestão administrativa para o desenvolvimento sustentável. Revista Mineira de Contabilidade. Belo Horizonte: Ano VII, nº 24 pp. 14-22, 4º trim. 2006. 657.4 M153i Bibliografia Complementar 1. CARVALHO, G. M. B. de. Contabilidade ambiental: teoria e prática 2.ed. rev. e atual. Curitiba: Juruá, 2011. 218p. 657.4 C323c 2. BRAGA, C. (Org.) Contabilidade ambiental: ferramenta para a gestão da sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2010. 169p. 657.4 B793c 90 Projeto Pedagógico 3. FERREIRA, A. C. de S.; GOMES, M. Z.; SIQUEIRA, J. R. M. de. (Orgs.) Contabilidade ambiental e relatórios sociais. São Paulo: Atlas, 2009. 271p. 657.4 F383c 4. RIBEIRO, M. de S. Contabilidade ambiental. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 220p. 657.4 R87c 5. MARION, J. C.; IUDÍCIBUS, S. de. Curso de contabilidade para não contadores. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 282p. 657 I187c 68. Disciplina: Auditoria Ambiental. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: A disciplina Auditoria Ambiental aborda as auditorias ambientais e suas aplicações, sistema de gestão ambiental e auditoria ambiental, definição do que constitui auditoria ambiental, seus tipos, histórico da auditoria ambiental. A auditoria ambiental como instrumento de gestão empresarial e política pública. Vantagens e desvantagens em aplicar auditoria ambiental. Auditoria ambiental e legislação. Planejamento, etapas. Relatório final. Instrumentos para realização de auditoria ambiental. Pré-auditoria. Lista de verificação do processo. Cenário atual e as tendências. O sistema brasileiro de Certificação ambiental. Bibliografia Básica 1. CAMPOS, L. M. de S.; LERIPIO, A. de A. Auditoria ambiental: uma ferramenta de gestão. São Paulo: Atlas. 2009. 134p. 658. 658.408 C214a 2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 176p. 658.408 D727g 3. BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2.ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 382p. 658.408 B191g Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental: requisitos com orientações para uso. 2.ed. Rio de Janeiro: 2004. 27p. 2. ASSUMPCAO, L. F. J. Sistema e gestão ambiental: manual prático para implementação de SGA e Certificação ISSO 14.001/2004. 2.ed. rev. e atual. São Paulo: Juruá, 2010. 280p. 341.762 A871s 3. VALVERDE, S. R. Elementos de gestão ambiental empresarial. Viçosa: UFV, 2008. 127p. 658.408 V29e 4. FERRER, J. T. V. Casos de gestão ambiental. Campinas: Unicamp, 1998. 137p. 614.7 F446c 5. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007. 264p. 658.408 S46I 91 Projeto Pedagógico Optativa I: Gestão Empreendedora. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Evolução das teorias administrativas. Escolas clássicas, das relações humanas e burocráticas. Abordagens comportamental, sistêmica e contingencial. Funções administrativas de planejamento, organização, direção e controle. Tecnologia e inovação. Organizações inovadoras. Bibliografia Básica 1. CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral de administração. 6.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 700p. 658.001 C458i 2. GUIDA, F. A. Panorama geral da administração. Rio de Janeiro: Campus, 1980. 328p. 658 G971p 3. PETERS, T. O círculo da inovação. São Paulo: Harbra, 1998. 508p. P576c 658.4012 Bibliografia Complementar 1. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral de administração: da revolução urbana à revolução digital. 6.ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2008. 491p. 658.001 M874t 2. ROCHA, A.; CHRISTENSEN, C. Marketing: teoria e prática no Brasil. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008. 284p. 658.8 R571m 3. KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, controle e implementação. 5.ed. São Paulo: Prentice-Hill, 2000. 764p. 658.802 K88a 4. FERNANDES, F. Empreendedorismo e estratégica. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 202p. 658.42 E46e 5. DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. 6.ed. São Paulo: Thomson, 2005. 378p. 658.42 D856i 70. Disciplina: Energia e Meio Ambiente. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h. Ementa: Esta disciplina busca introduzir uma revisão conceitos: sustentabilidade, energia e termodinâmica. Paradigma energético após choques de preços de petróleo. Tecnologias mais limpas. Energias renováveis: hídrica, solar, da biomassa, geotérmica e eólica. Política energética no mundo e no Brasil. Bibliografia Básica 1. REIS, L. B.; FADIGAS, E. A. A., CARVALHO, C. E. Energia, recursos naturais e a pratica do desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. 415p. 333.79 R311e 2. HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L. B. dos. Energia e meio ambiente. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 708p. 333.79 H555e 3. VECCHIA, R. O meio ambiente e as energias renováveis: instrumentos de liderança visionária para a sociedade sustentável. Barueri: Manole, 2010. 334p. 621.472 V516m 92 Projeto Pedagógico Bibliografia Complementar 1. JANNUZZI, G. de M.; SWISHER, J. N. P. Planejamento integrado de recursos energéticos: meio ambiente, conservação de energia e fontes renováveis. Campinas: Autores Associados, 1997. 246p. 333.79068 J38p 2. GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. 3. ed. São Paulo: EdUSP, 2008. 396p. 333.79 G565e 3. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; Fundamentos da termodinâmica. São Paulo: Edgard Blücher, 2009. 658p. 621.402 S685f 4. BRANCO, S. M. Energia e meio ambiente. 2.ed. São Paulo: Moderna. Col. Polêmica, 2004. 144p. 333.79 B815e 5. FARRET, F. A. Aproveitamento de pequenas fontes de energia elétrica. Santa Maria: UFSM, 2010. 244p. 333.79 F253a 71. Disciplina: Métodos de Educação Ambiental. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Histórico. Dimensão ambiental da educação. Natureza transversal. Múltiplas abordagens. Epistemologia da educação ambiental. Responsabilidade social e cidadania. Educação ambiental e sociedade sustentável. Metodologias e conteúdos. Algumas experiências de educação ambiental. Bibliografia Básica 1. CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo:Cortez, 2006. 258p. 304.2 C323e 2. DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 9.ed. São Paulo: Gaia. 2008. 402p. 304.2 D532e 3. VIEZZER, M. L.; OVALLES, O. (Orgs.) Manual latino-americano de educ-ação ambiental. São Paulo: Gaia, 1995. 192p. 304.2 V725m Bibliografia Complementar 1. RUSCHEINSKY, A. (Org.) Educação ambiental: abordagens multiplas. Porto Alegre: Artmed, 2002. 183p. 574.2 R916e 2. FREIRE, P. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 2000. 134p. 330.1 F937p 3. DIAS, G. F. Dinâmicas e instrumentação para educação ambiental. São Paulo: Gaia, 2010. 215 p. 574.2 D532d 4. GUIMARÃES, M. A dimensão ambiental da educação. 8.ed. São Paulo: Papirus, 2007. 104p. 304.2 G979d 5. SATO, M.; Carvalho, I. C. M. Educação ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre: Artmed, 2005. 232p. 304.2 S266e 93 Projeto Pedagógico 72. Disciplina: Propriedade Industrial e Intelectual. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: Histórico. Conceitos. Propriedade e liberdade. Inovação. Legislação mundial e brasileira. Lei de Propriedade Industrial. Trabalho intelectual. Sistemas de marcas, patentes e desenhos industriais. Direitos autorais. Softwares e cultivares. Bibliografia Básica 1. BARBOSA, A. L. F. Sobre a propriedade do trabalho intelectual: uma perspectiva critica. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. 416p. 346.048.B195s 2. DI BLASI, G. Propriedade industrial, A: os sistemas de marcas, patentes, desenhos industriais e transferência de tecnologia. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2010. 534 p. 347.77 D539s 4. PIPES, R. Propriedade e liberdade. Rio de Janeiro: Record, 2001. 387p. 346.048 P735p Bibliografia Complementar 1. IDS-INSTITUTO DANNEMANN SIEMSEN DE ESTUDOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL. Comentários a lei da propriedade industrial. Rio de Janeiro: IDS-INSTITUTO DANNEMANN SIEMSEN DE ESTUDOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, 2005. 548p. 343.810523 I47c 2. DEL NERO, P. A. Propriedade intelectual: a tutela jurídica da biotecnologia. 2.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Revistas dos Tribunais, 2004. 363p. 346.04 A945p 3. SICHEL, R. O direito europeu de patentes e outros estudos de propriedade industrial. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2004. 144p. 347.77 S568d 4. SANTOS, M. J. P. dos.; JABUR, W. P. Propriedade Intelectual: contratos de propriedade industrial e novas tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2007. 481p. 346.04 S236p 5. LUZ, A. B. da.; BALTAR, C. A. M.; BERTOLINO, L .C. Anais do II Simpósio de Minerais industriais do Nordeste. Campina Grande: CETEM/UFPE, 2010. 553.6 L994a 73. Disciplina: Segurança do Trabalho. CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h. Ementa: A disciplina aborda as noções básicas da Higiene e da Segurança do Trabalho, da evolução das doenças relacionadas ao trabalho, da avaliação e classificação e gerenciamentos dos riscos e da priorização das contra medidas. Bibliografia Básica 1. TAVARES, J. da C. Tópicos de administração aplicada à segurança do trabalho. 10. ed. São Paulo: SENAC, 2010. 154p. 614.8 T23t 2. Segurança e medicina do trabalho: normas regulamentadoras. 53.ed. São Paulo: 94 Projeto Pedagógico Editora Atlas, 2003. 733p. 363.11 S459 3. BELLUSCI, S. M. Doenças profissionais ou do trabalho. 10.ed. São Paulo: SENAC, 1996. 147p. 616.9803 B388d Bibliografia Complementar 1. BARBOSA FILHO, A. N. Segurança do trabalho e gestão ambiental. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 314p. 658.38 B197s 2. CARDELLA, B. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística: segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, prevenção ambiental e desenvolvimento de pessoas. São Paulo: Saraiva, 2010. 254p. 658.8 C256s 3. PINTO, A. L. de T.; WINDT, M. C. V. dos S.; CESPEDES, L. Segurança e medicina do trabalho. 6.ed. atual. 2010. São Paulo: Saraiva, 2010. 1012p. 363.11 P726s 4. ZOCCHIO, A. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho, 6.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 175p. 362.850981 Z74p 5. PROCOPIO, A. Subdesenvolvimento sustentável. 4.ed. rev. E atual. Juruá, 2009. 368p. 333.70981 P953s Curitiba: 74. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II. CH Teórica: 00 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 40 h. Ementa: O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo proporcionar ao estudante, ainda na Faculdade, a oportunidade de desenvolver um Trabalho de pesquisa completo sob a supervisão de um professor. Esta supervisão será segundo grandes temas dentre aqueles escolhidos pelos estudantes. Todas as etapas (escolha do tema, pesquisa bibliográfica, elaboração do projeto e execução) do Trabalho serão de responsabilidade do estudante de forma a demonstrar sua aprendizagem, maturidade teórica no tratamento do tema e habilidade nas relações teoria e realidade. O Trabalho final escrito deverá ter uma consistência metodológica básica (contextualização do problema, objetivos, metodologia, resultados e discussão, conclusões e implicações, bibliografia) e deverá ser apresentado e defendido oralmente perante uma Banca Examinadora (três professores ou outros profissionais) coordenada pelo professor supervisor e especialmente constituída pela Faculdade. Bibliografia Básica 1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007. 242p. 001.4 C413m 2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 311p. 001.42 L195f 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24p. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e 95 Projeto Pedagógico documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 9p. 3. ANDRADE, M. M. de.; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 217p. 469.07 A568l 4. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 323p. 808.0665 M439r 5. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 117p. 469.8 F267c 5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO 5.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM As atividades desenvolvidas no curso de ENGENHARIA AMBIENTAL priorizam estratégias que possibilitem a construção do conhecimento de forma autônoma e reflexiva, em consonância com os princípios e valores que norteiam os objetivos do curso. As disciplinas ministradas utilizam estratégias de ensino diversificadas, por meio de aulas teóricas e práticas, contemplando assim os diferentes estilos de aprendizagem dos alunos. Para tanto, são utilizados: aulas expositivas dialogadas, estudo de casos, seminários, atividades em grupo e individuais, visitas técnicas, aulas práticas em laboratórios e em campo, dentre outras. A avaliação serve para medir não apenas a apropriação dos saberes, mas também as suas formas de apreensão e de produção. Com esta perspectiva, busca-se superar a concepção de avaliação da aprendizagem como uma variável independente, isto é, como uma variável com um fim em si mesma e não nas reais implicações e aplicações no contexto social e cultural vigente. No processo avaliativo, são utilizados diferentes instrumentos que contemplam tanto os aspectos formativos, como somativos. Assim, a avaliação do desempenho escolar dos alunos é feita por disciplina/semestre, incidindo sobre assiduidade e desempenho nos estudos. A frequência mínima obrigatório é de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e, demais atividades escolares envolvidas na disciplina. A verificação e registro diários da frequência são de responsabilidade do professor responsável pela disciplina. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas atividades escolares. Compete ao professor da disciplina prever o Plano de Ensino e elaborar as modalidades e instrumentos de verificação do processo ensino aprendizagem, de acordo com a natureza da disciplina e seus objetivos, bem como avaliar os resultados escolares. As atividades de verificação visam à avaliação progressiva do aproveitamento do aluno. Quanto aos objetivos a 96 Projeto Pedagógico serem atingidos na disciplina são verificados através de provas, trabalhos escritos individuais ou grupais e, demais formas previstas no plano de ensino respectivo, apresentado pelo professor aos estudantes no início das disciplinas. Durante cada semestre letivo são realizadas 2 (duas) provas de avaliação oficiais, que é aplicada ao longo do período letivo. Esta avaliação é realizada em 2 (duas) etapas, sendo a primeira constituída de uma Avaliação Integrativa de Conhecimentos Gerais e a segunda, com conteúdo de todas as disciplinas cursadas no semestre letivo, tendo como foco a interdisciplinaridade, mas desenvolvida sobre um tema único. Esta avaliação compõe 2,0 (dois) pontos da nota referente aos 1º e 2º bimestres e o restante da pontuação é dada pela aplicação de prova individual e outros instrumentos de avaliação. A partir do 1o semestre de 2012 as provas foram realizadas pelo sistema moodle por período determinado e a distância e, o valor da nota passou para 1,0 ponto. O desempenho do aluno é verificado através da atribuição de uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto, não havendo arredondamento nas notas. Após a correção, as provas escritas bimestrais são obrigatoriamente revisadas pelos alunos que vistam a prova se concordarem com a correção do professor. Esse processo, além de se constituir numa etapa importante do processo ensino-aprendizagem, demonstrando transparência e garantia do direito dos alunos, além de possibilitar ao docente um diagnóstico reflexivo acerca das práticas pedagógicas desenvolvidas. Além das provas oficiais, há uma única prova supletiva de cada disciplina (por semestre) como alternativa para o aluno que se ausentar à prova escrita oficial de avaliação ou desejar substituir a menor das notas obtidas no bimestre anterior e, realizada ao final do semestre letivo, com matéria cumulativa, desde que requerida no prazo definido. A nota da prova supletiva substitui apenas uma das notas oficiais e, qualquer que seja ela, a menor das notas oficiais. O estudante é considerado aprovado quando obtiver média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75% (setenta e cinco) de frequência às aulas. A média final é obtida através da média aritmética simples das notas das avaliações oficiais, através do arredondamento universal, com o resultado final devidamente arredondado para múltiplos de 0,5 ponto. Os parâmetros para a avaliação das atividades de estágios são o desenvolvimento das habilidades e competências previstas nos planos de ensino das disciplinas. Os professores-supervisores de estágio utilizam instrumentos próprios para avaliar o desempenho dos alunos, de modo que a nota correspondente ao seu desempenho no estágio segue as diretrizes do Plano de Ensino e do Regulamento de Estágio. 97 Projeto Pedagógico IV. CORPO DOCENTE A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE O NDE do Curso de Engenharia Ambiental é o órgão de coordenação didática integrante da Administração Superior, destinado a elaborar e implantar a política de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua execução, ressalvada a competência dos Conselhos superiores, possuindo caráter deliberativo e normativo em sua esfera de decisão. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: § Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso - PPC definindo sua concepção e fundamentos. § Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso. § Atualizar periodicamente o PPC. § Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso. § Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COP (Conselho Pedagógico do IES), sempre que necessário. § Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. § Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo PPC. § Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COP a indicação ou substituição de docentes quando necessário. § Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao curso. O NDE do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ atualmente é composto por 4 Doutores (66,67%) e 2 Mestres (33,33%), apresentado na Tabela 1-1. 98 Projeto Pedagógico Tabela 1-1. Núcleo Docente Estruturante do Curso da Engenharia Ambiental da FAJ Detalhamento das Horas Nome Angela M. M. Peral Valente Geraldo G. J. Eysink Titul ação Reg. Trabalho C. H. Instit uição Dr Integral 44 Coordenadora e Docente do curso de EA e EP 4 Ms Parcial 12 Docente e Atividades Acadêmicas na Instituição (Eventos, Orientação TCCs e NDE) Integral Parcial José Henrique Conti Dr Marco Antonio F. Gomes Dr Renata R. do V. Gonçalves Rojane Magda Kletecke Ms Dr Integral Parcial Coor dena ção Ati vid ade s 4H (EP) 20 16 6 - - 6 40 Docente e Atividades Acadêmicas na Instituição (Projeto ProUNI-Municipal, Visitas Técnicas, Orientação de TCCs, NDE, Estágios Supervisionados e Assistência a Coordenação) 4 - 8 28 12 Docente e Atividades Acadêmicas na Instituição (Eventos, Orientação TCCs e NDE) 4 - - 8 40 Docente e Atividades na Instituição (Integração Profissionais I, II e III, Orientação TCCs, Prova Integrativa, Assistência Coordenação e NDE) 6 - 8 26 12 Docente e Atividades Acadêmicas (Orientação de TCCs, Prova Integrativa, NDE) 4 - - 8 Descrição H/A EA H/A outros EA – Eng Ambiental; EP – Eng. Produção 2. COORDENADOR DO CURSO O coordenação do curso de Engenharia Ambiental encontra-se, desde março de 2011, sob a orientação da Profa Dra Angela Maria Montes Peral Valente, Engenheira Agrônoma, com Pós-Doutorado na área de Química de Produtos Naturais produzidos por micro-organismos. Na área de educação, atuou no Ensino Básico II (1995-2009) na Secretária de Educação do Estado de São Paulo de - Professora de Educação Básica II, na disciplina Química, Efetivo, com sede de controle na E. E. Coronel Joaquim José, São João da Boa Vista, Diretoria de Ensino da Região de São João da Boa Vista. Destes 14 anos, três anos e meio foram na Oficina Pedagógica (Diretoria de Ensino) como Coordenadora na área de Química. No Ensino Superior, atuou de 2006 a 2011 em 99 Projeto Pedagógico programas de Pós-Graduação Lato Sensu, como professor colaborador. No período de 2009-2010 como professora nos cursos de Licenciatura em Química e Bacharelado em Química na Fundação de Ensino Octávio Bastos (UNIFEOB) – São João da Boa Vista – SP. De 2009 a 2011 fez pós-doutorado na Embrapa Meio Ambiente (Unidade de Jaguariúna) no desenvolvimento do projeto de pesquisa que visou à descoberta de novos compostos bioativos de interesse na indústria farmacêutica e agroquímica, utilizando microorganismos isolados de Manguezais do Estado de São Paulo através de técnicas de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência, Cromatografia Gasosa, Ressonância Magnética Nuclear e Espectrometria de Massas. Possui três pedidos de patentes depositados no INP (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), um capítulo do 4º Volume do livro Controle Biológico (EMBRAPA) em diagramação, vário trabalhos e resumos em anais de congressos e similares. Integrante do projeto temático “Biodiversidade e atividades funcionais de micro-organismos de manguezais do Estado de São Paulo” (2004-2011) coordenado pelo Dr. João Lúcio de Azevedo e demais integrantes (Dra Marli de Fátima Fiore, Dr. Itamar Soares de Melo, Dra Vivian Helena Pellizari, Dr. Fernando Dini Andreote, financiado pelo BIOTA/FAPESP. A experiência profissional adquirida durante estes anos de trabalho somada ao desenvolvimento dos estudos realizados no mestrado, doutorado e pós-doutorado, constituíram-se em um importante referencial para embasar o trabalho como coordenadora de curso. O modelo de gestão da coordenação de curso de Engenharia Ambiental é participativo, já adotado pelos coordenadores anteriores, Professores Dr Luiz José Maria Irias e Dr Marco Antonio Ferreira Gomes, que visa incentivar a cooperação de professores e alunos na efetivação do Projeto Pedagógico do Curso nas diversas áreas (Programação de Eventos, Visitas Técnicas, Pesquisas etc.), procurando deste modo, aumentar progressivamente o interesse de todos pelas questões pedagógicas, no intuito de envolvê-los cada vez mais no processo de consolidação do curso, com qualidade reconhecida. Como representante do Curso, a coordenadora tem a obrigação de participar das reuniões de colegiados e de representante de classe que, na FAJ, acontecem regularmente. Além disso, deve atender aos alunos e professores sempre que solicitado. A disponibilidade do Coordenador de Curso da FAJ abrange sua atuação no horário de funcionamento do curso e também sempre que houver a necessidade de representatividade em eventos diversos, reuniões com entidades de classe e associações vinculadas ao curso. 100 Projeto Pedagógico 2.1. REGIME DE TRABALHO O regime de trabalho do coordenador de curso de Engenharia Ambiental é de tempo integral, com uma carga horária semanal de 44 horas. Esta carga horária apresenta-se distribuída para coordenação do curso, atividades administrativas, pesquisa, e para ministrar aulas. A carga horária para coordenação apresenta-se em um total de 20 horas semanais, o que representa uma proporção de 1 hora para cada 5 vagas anuais do curso. 3. COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE O Colegiado de Curso de Engenharia Ambiental consta do regimento do IEJ - cap. V, Art. 18, §1º “O Colegiado de Curso é constituído por todos os docentes do curso de graduação e um representante discente eleito por seus pares, para efeito de realização do planejamento didático-pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de avaliação do desempenho dos respectivos cursos e de seus agentes”, de acordo com as atribuições do Art. 23: I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e atividades, programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as exigências do projeto pedagógico do curso, antes do início do período letivo, com a devida atualização, para aprovação do Conselho Pedagógico; II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em função de suas características profissionais e sociais; III - planejar a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos escolares a serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de acordo com o Calendário Escolar; IV- sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários, seminários ou conferências julgadas necessárias ou úteis à formação profissional dos alunos; V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário; VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com as demais, propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos; VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas que o integram; 101 Projeto Pedagógico VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como do próprio pessoal docente; IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam delegadas. As coordenações de cursos são justificadas pela natureza e amplitude do campo de conhecimento abrangido através dos cursos e pelos recursos materiais e humanos necessários ao seu funcionamento. De acordo com o Regimento, cp.V, Art. 20, o coordenado é designado pelo Diretor Geral, ouvido o Diretor da Faculdade, por um período definido no ato de sua designação, podendo ser reconduzido. Ainda, em acordo com o cap.V, Art. 22 são atribuições do coordenador de curso: I - coordenar os trabalhos dos membros docentes que desenvolvem aulas e atividades de ensino, pesquisa ou extensão relacionadas com o respectivo curso, sob as diretrizes do respectivo projeto pedagógico; II - supervisionar o cumprimento das atribuições de cada docente do curso dando ciência de irregularidades ao Diretor da Faculdade; III - representar o curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade; IV - convocar e presidir as reuniões de docentes das várias áreas de estudo ou disciplinas afins que compõem o curso; V - coordenar a elaboração e sistematização das ementas, bibliografia de apoio e programas de ensino das disciplinas do currículo pleno do curso para compor o respectivo projeto pedagógico e acompanhar seu desenvolvimento; VI - compatibilizar os conteúdos programáticos necessários à formação profissional prevista no perfil do curso; VII - fomentar e incentivar a produção científica e intelectual do corpo docente; VIII- supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como a assiduidade e a produção científica e intelectual dos professores, constituindo um banco de dados da mesma; IX - auxiliar na coordenação do processo de avaliação do desempenho do pessoal docente, técnico-administrativo e da infraestrutura; X - apresentar, anualmente, ao Diretor da unidade, relatório de suas atividades e das do seu curso, bem como as indicações bibliográficas necessárias para o próximo período letivo; 102 Projeto Pedagógico XI - exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas pelo Diretor da Faculdade, as previstas na legislação ou no Regimento. 4. PERFIL DO CORPO DOCENTE O corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ é composto por professores que, em sua maioria, possuem pós-graduação stricto sensu com titulação de Mestrado ou Doutorado. O curso de Engenharia Ambiental da FAJ, atualmente, é composto por 28 docentes, sendo 4 especialistas (14,28%), 12 mestres (42,86%) e 12 doutores (42,86%). Deste total, 85,72% possuem pós-graduação "Stricto Sensu", sendo que destes, 50,00% são doutores. Quanto, ao Regime de Trabalho, os docentes estão distribuídos da seguinte forma: 7 (sete) professores com Regime de Tempo Contínuo Integral (RTCI), 14 (onze) com Regime de Tempo Contínuo Parcial (RTCP) e 7 (sete) com Regime Horista. O perfil do corpo docente do curso de Engenharia Ambiental da FAJ esta representado na Tabela 4-1. A Titulação e o Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ está sumarizada na Tabela 4.2. O número de vagas anuais autorizadas por docente equivalente ao Regime de Trabalho por Tempo Integral, o Número Médio de Alunos por Turma em Disciplina Teórica e o Número Médio de Disciplinas por Docente estão sumarizados na Tabela 4-3. 103 Projeto Pedagógico Tabela 4-1. Perfil do corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ Nome Reg. de Trabal ho Alex Moretini Horista (2H) Horista (1H) André Mendeleck Integral (40H) Adriana F. Martins Ângela Maria Montes Peral Valente Clarence José de Mattos Daiana G. Galane Integral (44H) Parcial (20) Integral (44H) Danilo D'Ambros Parcial (4H) Emilio Garcia Parcial (12H) Geraldo G. J Eysink Parcial (12H) João Henrique Castanho Horista (4H) Jose dos Reis Maia Parcial (14H) Jose Henrique Conti Integral (40H) Luciana Aparecida Ávila Horista (4H) Luciana Carla Ferreira de Souza Marcia L. Monteiro Parcial (16H) Parcial Disciplinas Ministradas Nomenclatura Disciplina Sem Titulaç ão No Prod/D ocente * Meteorologia e Climatologia Qualidade Ambiental 5 8 Mestre 0 Microbiologia Desenho Técnico I Ferramentas Computacionais para Desenho 7 1 Doutor 1 2 Doutor 0 Trabalho de Curso I Trabalho de Curso II Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Projetos de Engenharia 9 10 8 9 8 Doutor 16 Sociologia Ambiental 6 Mestre Especia lista 0 Mestre 0 Mestre 0 Mestre 4 Mestre 0 Especia lista 0 Informática Economia Contabilidade Ambiental Biologia Ecologia de comunidades e populações Anál. de Riscos e Tox. Ambiental Ecologia de Ecossistemas Economia Ambiental Agricultura e Meio Ambiente Recuperação de Áreas Degradadas Direito Ambiental Trat. de Res. Sól. e Efl. Gas 6 10 2 6 9 6 7 8 9 8 9 0 Legislação e Licenciamento Gestão Ambiental Pol. Amb. e seus Instrumentos Segurança do Trabalho Auditoria Ambiental 9 8 9 10 10 Empreendedorismo (Optativa Planej. Amb.Territ. e Urbano 10 9 Gestão de Bacias Hidrográficas Métodos de Educação Ambiental Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais (Precisão) Química Geral Química Tecnológica Química Industrial Metodologia da Pesquisa Científica 10 10 Doutor 0 7 2 3 4 6 Doutor 4 Mestre Especia 1 0 104 Projeto Pedagógico (16H) Márcio da Silva Moura Parcial (12H) Marco Antonio F. Gomes Parcial (12H) Nádia D. Gimenez Parcial (20H) Newton da F. de Freitas Junior Regina Maringoni de Oliveira Parcial( 18H) Horista (1H) Renata R. do V. Gonçalves Integral (40H) Rodrigo G. de Alvarenga Rojane Magda Kletecke Parcial Parcial (12H) Thales Coelho Borges Lima Integral (40H) Tulio A. Pires Ribeiro Horista (4H) Valdomiro P. dos Santos Vanessa C. Cabrelon Jesuvicius Wilson J. F. Alves Junior • Parcial (16H) Integral (40H) Horista (4H) Elaboração e Planejamento de Projetos Atividades Complementares I Atividades Complementares II Atividades Complementares III Atividades Complementares IV Atividades Complementares V Materiais e suas Propriedades Resistência dos materiais Geologia e Solos lista 7 1 2 3 4 5 6 5 4 Mestre 7 Manejo de Solos Matemática para engenharia I Matemática para engenharia III Matemática para engenharia IV 5 Doutor 11 4 Mestre 0 Fenômenos de Transporte Hidráulica Hidrologia Saneamento Ambiental Tratamento de Água e Efluentes Líquidos 2 5 5 7 8 Mestre 0 Comunicação Empresarial Topografia Introdução a Geociências Aplicações Ambientais de SIG Integração profissional I Integração profissional II Integração Profissional III Física para engenharia I Física para engenharia II Soc., Meio Ambiente e Eng. ambiental Física para engenharia III 2 6 7 4 5 6 9 1 2 Doutor 0 Mestre 27 Mestre 2 1 3 Doutor 4 Eletricidade Aplicada Doutor 0 Energia e meio Ambiente Matemática para engenharia II Estatística 4 9 10 3 2 Doutor 9 Mestre 3 Comunicação e Rel. Interpessoal 4 Doutor 0 Propriedade Intelectual e Industrial 10 Doutor 9 Projetos de Sistemas Sanitários (Precisão) Produção Científica nos últimos 3 anos 105 Projeto Pedagógico Tabela 4.2. Titulação do Corpo docente TTULAÇÃO CORPO DOCENTE GRADUADO 0 0,00% ESPECIALISTA 4 14,28% MESTRE 12 42,86% DOUTOR 12 42,86% Horista 7 25,00% Parcial 14 50,00% Stritu Sensu 85,72% REGIME DE TRABALHO 75,00% Integral 7 25,00% Tabela 4-2. Condições de Trabalho do corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ N° de docentes 28 docentes Vagas anuais autorizadas * Vagas/Docente equivalente a TI** 100 vagas anuais = 100 vagas /07 docentes =14,29 vagas autorizadas/docente TI Alunos por turma Disciplina Teórica = 177 alunos/5 turmas Média de disciplinas por docente 74/28 = 2,64docentes/2 semestres = 1,32 = 35,4 alunos/turma 106 Projeto Pedagógico V. INSTALAÇÕES FÍSICAS A. INSTALAÇÕES GERAIS 1. SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES A FAJ – Campus II possui uma sala de professores, equipadas com computadores com acesso a internet e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o trabalho do docente tenha a comodidade necessária às atividades desenvolvidas. É disponibilizada ainda uma sala de reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se propõem cujo uso depende de agendamento prévio. Todas as salas são adequadamente iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimento das atividades do curso. 2. GABINETE DE TRABALHO PARA PROFESSORES A coordenação do curso está instalada em uma sala, com computador com acesso a internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para guardar documentos e demais acessórios pertinentes à sua atividade. Tem também apoio técnico- administrativo. Os integrantes do NDE e os docentes em tempo integral e parcial possuem uma sala específica com, localizada próxima a sala de coordenação, também com computadores com acesso a internet, ramal telefônico, acesso a rede sem fio e apoio técnico-administrativo. 3. SALAS DE AULA Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação e cadeiras estofadas. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro, tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Data-Show, Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem arcondicionado iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos. 4. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA A IES possui atualmente 412 computadores para o acesso dos alunos, todos com acesso a internet, distribuídos em oito laboratórios de informática, biblioteca, sala de orientação de TCC e laboratórios específicos. 107 Projeto Pedagógico No turno de funcionamento do curso de Engenharia Ambiental (noturno) a IES possui 2500 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 6 alunos. Contudo os alunos podem acessar a rede wireless disponível em toda a área das salas de aulas, biblioteca e laboratórios específicos. Para as matérias específicas do curso de Engenharia Ambiental, a Faculdade se preocupa em disponibilizar 1 computador para grupos de 1 a 4 alunos, para disciplinas relacionadas aos sistemas de CAD/CAM, informática, adotou-se como regra 1 aluno por terminal. Para disciplinas relacionadas à pesquisa, adotou-se como regra, no máximo 2 alunos por terminal e para outras disciplinas adotou-se como regra, no máximo 4 alunos por terminal. 5. ACESSIBILIDADE A PORTADORES COM DEFICIÊNCIA A FAJ- Campus II possui infraestrutura que atende aos requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de necessidades especiais. Sua infraestrutura conta com vagas de estacionamento exclusivas, rampas de acesso, banheiros exclusivos, entre outros. Desta maneira, a IES atende as exigências contidas no Parecer Técnico nº 1126/2001e no Decreto n° 5.296/2004. B. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA A administração da Faculdade de Jaguariúna é exercida pelos órgãos abaixo relacionados, cujas atribuições estão descritas no Regimento da Instituição: I- de Administração Superior: § Conselho Pedagógico - COP § Diretoria Geral II- de Administração Básica: § Diretoria da Faculdade; § Coordenadoria de Curso § Coordenadoria do Instituto Superior de Educação – ISE O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções não-docentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom funcionamento dos diversos setores da Faculdade. 108 Projeto Pedagógico C. ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das informações, além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira, contábil e patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP (Enterprise Resourcing Planning). Para melhor controle, distribuição e recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios, Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal. Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis. Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios permite: identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet); controlar a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer políticas de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar multas por atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir relatórios variados. Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando diferentes módulos. 1. REGISTROS ACADÊMICOS O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à Diretoria e demais órgãos da Instituição – que se compõem pelos setores de Controle Acadêmico, Arquivo e Atendimento/Protocolo. A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações acadêmicas, tais como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais; emissão de documentos e relatórios relativos à vida acadêmica dos alunos; 109 Projeto Pedagógico acompanhamento da frequência às atividades didáticas e pedagógicas; lançamento e controle das avaliações emitidas pelos professores; processos de matrícula, de trancamento e de transferência, entre outros. Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo de solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do curso. O atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone ou via internet (online). Este setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem por finalidade prover os docentes em tudo o que é necessário para o encaminhamento diário às aulas. O setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição, incluindo o prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção do diploma e envio do mesmo para registro, na UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos. 2. BIBLIOTECA 2. 1. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia Ambiental, possui um acervo indicado na referência básica do projeto pedagógico e nos planos de ensino, que atende as disciplinas do Curso em quantidade suficiente. Em vista a recomendação dada pelo novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em dezembro/2008, cada disciplina passou a indicar 03 (três) títulos para a bibliografia básica, sendo alocados 1 exemplar para cada 6 alunos, assim, o Curso conta com títulos e volumes suficientes para atender à demanda e a biblioteca possui um vasto acervo para atender as necessidades de formação, com literatura e obras de apoio. A Biblioteca da Faculdade está totalmente informatizada, desde a aquisição até o empréstimo. O acervo pode ser consultado através de terminais de microcomputadores disponíveis, podendo ser consultado por autor, título, assunto, coleção, editora. A obra interessada deverá ser solicitada no balcão de atendimento ao público para ser retirada. A Faculdade propicia ao corpo docente e discente, o acesso livre às redes de informações, ao site da Faculdade na Internet, através de todos os laboratórios de informática e junto à biblioteca, com seu sistema interno informatizado, onde o aluno pode obter informações pelo sistema on-line. Além disso, os alunos também têm acesso ao COMUT Sistema de Comutação Bibliográfica. A atualização do acervo é realizada continuamente, em função de verba disponível mensalmente no planejamento econômico 110 Projeto Pedagógico financeiro, e sistematicamente no mês de outubro, através de um trabalho conjunto entre a biblioteca e os professores, onde são indicados livros textos e bibliografias complementares, através de formulário próprio para pedido de aquisição. Através dessa indicação, é elaborada uma lista padronizada para cotação de preço pelos fornecedores. A aquisição é feita em 05 (cinco) dias úteis, conforme disponibilidade das obras nas editoras, e após a aprovação da Diretoria. No decorrer do ano, outras sugestões poderão ser feitas pelos professores e adquiridas conforme disponibilidade orçamentária. Essas sugestões são reunidas e organizadas, formando as listas ou bases de dados de demanda pretendida, que irão constituir a base do processo de aquisição. A organização das sugestões contribui para que seja adquirido material necessário, otimizando a utilização dos recursos financeiros. 2.2. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia de Produção, possui um acervo indicado na referência Complementar do Projeto Pedagógico e nos Planos de Ensino, que atende as disciplinas do Curso em quantidade suficiente. Vale dizer que, em 2006, no momento em que o Curso protocolou o seu reconhecimento, era feita a indicação de 02 (dois) TÍTULOS para a bibliografia Complementar. Entretanto, tendo em vista a recomendação dada pelo novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em dezembro/2008, cada disciplina passou a indicar 05 (cinco) títulos para a bibliografia Complementar, sendo alocados no mínimo 2 exemplares para cada Título. 2.3. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES As assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, estão atualizadas e abrangem as principais áreas temáticas do Curso de Engenharia Ambiental: § Brazilian Journal of Biology (assinatura) § Química Nova § Revista Mineira de Contabilidade (assinatura de Ciências Contábeis) Pesquisa § Fapesp (assinatura de Assuntos Gerais) 2.3.1. PUBLICAÇÕES ONLINE: § http://www.scielo.br/scielo 111 Projeto Pedagógico § http://sec.sbq.org.br/cdrom/32ra/index.htm § http://sec.sbq.org.br/cdrom/33ra/ index.htm § http://sec.sbq.org.br/cdrom/34ra/ index.htm 2.3.2. JORNAIS: § Correio Popular § Folha de São Paulo § Gazeta Regional § Jornal Jaguariúna 5. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de equipamentos adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de deficiência. Atualmente, o Curso de Engenharia Ambiental da FAJ, conta com 11 laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do Curso e atender as habilidades e competências pertinentes às disciplinas (Tabela 5-1): Tabela 5-1. Relação de Laboratórios Qt Laboratório Capacidades 1 Laboratório de Física para Engenharia I e II 40 alunos 1 Laboratório para Física III 40 Alunos 1 Laboratório de Química (Geral/Química Tecnológica/Industrial) 50 alunos 1 Laboratório de Ciência Morfológica I-A 50 alunos 1 Laboratório de Ciência Morfológica I-B 50 alunos 4 Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE/AUTOCAD/IDRISI 50 alunos 1 Laboratório de Geologia e Solos 40 alunos 1 Laboratório Águas e Controle Ambiental (Hidráulica/Hidrologia/ Tratam. Efluentes/ Geociências/Topografia/Laboratório de Projetos/Planejam. Ambiental Territorial Urbano) 40 alunos 112 Projeto Pedagógico 6. INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS A FAJ possui uma sala de apoio específica para apoio aos docentes em atividades de laboratório com 6 técnicos disponíveis para o auxílio à preparação dos matérias para as aulas. Os materiais são armazenados em 1 almoxarifado onde os docentes e discentes podem efetuar a retirada de materiais e componentes. Os alunos podem acessar os laboratórios mediante reserva junto ao setor de almoxarifado, estando disponível livremente de segunda a sexta feira das 14h às 19h, sábado das 8h às 16h ou, no período noturno, das 19h às 22h30. O agendamento no período noturno é prioritário e mandatório para as atividades acadêmicas agendadas por docentes (ou seja, aulas práticas com as turmas completas), contudo, no caso de vacância, os discentes podem efetuar o agendamento. Os agendamentos são realizados através de formulário próprio, sendo especificados materiais, procedimentos e processos. A seguir estão listamos os principais instrumentais/ferramentais disponíveis para os respectivos laboratórios: 6.1. Laboratório de Física para Engenharia I e II 10 Kits didáticos para Plano Inclinado 10 Kits de Termodinâmica 10 Conjuntos de Termologia 10 Conjuntos de Mecânica Estática 01 Conjunto de Física Geral 6.2. Laboratório de Física para Engenharia III 05 Kits de Óptica 01 Gerador de VanderGrath 6.3. Laboratório de Química 20 Microscópios 20 KITs - Conjuntos de Vidraria (frascos, Becker, pipetas, tubo ensaio, ... ) 20 KITs – Ferramental Laboratório (Espátulas, funil, ... ) 10 Termômetros 01 Destilador 01 Balança cap 150kg 02 Balanças digital P/Box 01 Balanças elétrica Bivolt 04 Balanças elétrica Digipeso 06 Balanças semianalitica 6.4. Laboratório de Águas e Controle Ambiental 01 Bancada Hidráulica 50 Reservatórios plásticos para experiências 60 Sensores de nível de água 113 Projeto Pedagógico 40 Bombas de água 20 Balizas 01 Capela 01 Centrífuga 01 Condutivimetro de bancada 600 01 Condutivimetro de bolso 01 Estação metereologica 01 Estufa de bod 01 Estufa esterilização e secagem 01 Fotômetro de chama digital 01 JAR TEST 01 Luximetro digital 01 Mapoteca 5 gavetas 20 Mira 01 Moinho analitico 01 Oximetro de bancada 01 Oximetro de campo 01 Phmetro de bolso 01 Tripé 01 Tela fitoplanton 01 Trocador de calor a placas 10 GPS 6.5. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE 50 Computadores em rede – acesso à internet 20 Kits National 6009 – Aquisição de dados Instrumentação 15 KITS PIC 16F877A 20 KITS FPGA - ALTERA Relação de Softwares específicos: § IDRISI Relação de Softwares geral: § Office § Msproject § Mplab § Winpic § Solid edge § Autocad § Nx § Labview 114 Projeto Pedagógico § Sistema para aquisição de dados ni6009 § Solid work § Quartus § Max plus § Robot studio 4.0 § Scilab § Python § Dev c § Rslogix – rockwell § Rsview - rockwell 6.6. Laboratório de Geologia e Solos § Mapas/banners de geologia e solos; § Acervo de amostras de minerais § Acervo de rochas ígneas § Acervo de rochas sedimentares § Acervo de rochas metamórficas § 01 Lupa binocular para identificação e componentes básicos de formação do solo (estádio transição: rocha – solo) § 08. Microscópios 6.7. Laboratório de Ciência Morfológica I-A e IB Laboratório I-A: 08 Microscópios 09 Estereomicroscópio LUPA 01 Banho Maria 08 Bancadas 40 Bancos Laboratório I-B: 21 Microscópio 02 Banho Maria 01 Geladeira DUPLEX Brastemp 01 Estufa de cultura 01 Chuveiro com lava Olho 14 Bancadas 70 Bancos Os Laboratórios Ambientes asseguram adicionalmente a possibilidade de desenvolvimento da habilidade de observação e descrição dos fenômenos e processos. Dominar o método experimental e saber fazer descrições confiáveis de variáveis são habilidades básicas previstas nas diretrizes curriculares para os cursos de engenharia. 115 Projeto Pedagógico Além disso, assegurarem o contato do aluno com conhecimento produzido através de pesquisa rigorosa nos laboratórios específicos de Engenharia Ambiental. Adicionalmente, como contextos estruturados de atividades, espera-se que a passagem do graduando pelos laboratórios possa assegurar: § Domínio dos instrumentos e procedimentos classicamente utilizados para investigar processos básicos de engenharia; § Domínio da lógica que embasa a pesquisa experimental, com destaque para a necessidade e estratégias de controle de variáveis que permitem a construção de explicações causais para os eventos estudados; § Capacidade de articular o conhecimento sobre processos de Engenharia gerados em contextos controlados de laboratórios e sua ocorrência em ambientes naturais; § Respeito aos padrões éticos no desenvolvimento de pesquisas experimentais e, particularmente no planejamento e realização de experimentos que envolvam os processos de Engenharia em relação aos impactos ambientais que estes possam causar; § Cuidado e zelo com o ambiente, equipamentos e materiais utilizados nestes contextos específicos. VI. BIBLIOGRAFIA Lei N° 10.861 de 14 de abril de 2004 (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior do Ministério da Educação). Art. 1o da Lei 5.194 de 1966 (atividades relacionadas à Engenharia Ambiental) LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LEI Nº 9.394/96 Resolução CNE/CES No 11/2002 (Perfil do Egresso de um Curso de Engenharia) PARECER CNE/CES nº 100/02. Câmara de Educação Superior. Conselho Nacional de Educação, Ministério da Educação e Cultura, Brasil, 13 de março de 2002. RESOLUÇÃO 48/76, "Fixa os Mínimos de Conteúdo e Duração do Curso de Graduação em Engenharia e Define suas Áreas de Habilitações”. Diário Oficial da União, MEC, 27/04/76. RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 11, de 11 de março de 2002. “Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”. (Of. El. NO CNE48-2002) – DOU de 09.04.2002 – Seção I – p.32. RESOLUÇÃO CONFEA nº 1.010 - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, Brasil, 22 de agosto de 2005. 116 Projeto Pedagógico