FACULDADE DE JAGUARIÚNA
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL
Jaguariúna - Setembro/2012
FACULDADE DE JAGUARIÚNA
CREDENCIADA PELA PORTARIA MINISTERIAL NO 583, DE 03 .05. 2000
CAMPUS II: ROD. ADHEMAR DE BARROS, KM 127 – PISTA SUL – TANQUINHO
VELHO – JAGUARIÚNA/SP
CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL
(FAJ)
AUTORIZADO PELA PORTARIA N°3.561 DE 17. 10. 2005
DIRETOR GERAL
PROF. DR RICARDO JORGE TANNUS
DIRETOR DO CAMPUS I E II
PROF. MS FLÁVIO FERNANDES PACETTA
COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL
PROFA. DRA ANGELA MARIA MONTES PERAL VALENTE
SUMÁRIO
I. DADOS DA FACULDADE – FAJ................................................................
1
1. MANTENEDORA..........................................................................................
1
2. INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR – IES..........................................................
1
3. ENDEREÇO...............................................................................................
1
4. PERFIL E MISSÃO.......................................................................................
1
5. BREVE HISTÓRICO......................................................................................
1
6. DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO..............................................................
2
7. RESPONSABILIDADE SOCIAL...........................................................................
4
8. ATENDIMENTO AO DISCENTE..........................................................................
5
9. ATENDIMENTO AO DOCENTE...........................................................................
7
II. CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL..................................................
9
1. AUTORIZAÇÃO...........................................................................................
9
2. MODALIDADE DO CURSO...............................................................................
9
3. TURNO DE FUNCIONAMENTO...........................................................................
9
4. NÚMERO DE VAGAS PREVISTAS NO ATO DA CRIAÇÃO, NÚMERO ATUAL E FORMAS DE
9
INGRESSO....................................................................................................
III. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA............................................
10
A. CONTEXTO EDUCACIONAL..............................................................................
10
1. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS: Projeto Pedagógico Institucional PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional-PDI, Projeto Pedagógico do Curso
10
– PPC.......................................................................................................
2. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO............................................................................
14
3. ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO............................................................
16
B. DESCRIÇÃO DO CURSO...........................................................................
17
1. OBJETIVOS...............................................................................................
19
1.1. GERAL…………………………………………………………………………………………………………………
19
1.2. ESPECÍFICOS…………………………………………………………………………………………………………
19
2. PERFIL DO EGRESSO....................................................................................
20
Projeto Pedagógico
2.1. PERFIL PROFISSIONAL, ATUAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO...................................
25
3. O CURRÍCULO...........................................................................................
26
3. 1. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO…………………………………………………………………………….
26
3. 1. 1. MATRIZ CURRICULAR (2008-2009)………………………………………………………………….
26
3.1.2. MATRIZ CURRICULAR RE-ESTRUTURADA (INGRESSO A PARTIR DE 2010)…………………..
41
4. EMENTÁRIO/REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................................
45
5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO.........................................................................
96
5.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM.............................................
96
IV. CORPO DOCENTE................................................................................
98
A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA..........................................................................
98
1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE..........................................................
98
2. COORDENADOR DO CURSO..................................................................
99
2.1. REGIME DE TRABALHO...............................................................................
101
3. COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE.............................................................
101
4. PERFIL DO CORPO DOCENTE...........................................................................
103
V. INSTALAÇÕES FÍSICAS.........................................................................
107
A. INSTALAÇÕES GERAIS..................................................................................
107
1. SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES.......................................................
107
2. GABINETE DE TRABALHO PARA PROFESSORES……………………………………………………………….
107
3. SALAS DE AULA……………………………………………………………………………………………………....
107
4. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA.........................................
107
5. ACESSIBILIDADE A PORTADORES COM DEFICIÊNCIA……………………………………………………….
108
B. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA....................................
108
C. ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO........................................
108
1. REGISTROS ACADÊMICOS..............................................................................
109
2. BIBLIOTECA..............................................................................................
110
2. 1. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA……………………………………………………………………………
110
2.2. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR........................................................
111
Projeto Pedagógico
2.3. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES.....................................
111
2.3.1. PUBLICAÇÕES ONLINE............................................................................
111
2.3.2. JORNAIS............................................................................................
112
5. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS.....................................................................
112
6. INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS……………………………….
113
6.1. Laboratório de Física para Engenharia I e II.............................................
113
6.2. Laboratório de Física para Engenharia III................................................
113
6.3. Laboratório de Química……………………………………………………………………………………
113
6.4. Laboratório de Águas e Controle Ambiental.............................................
113
6.5. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE............................................
115
6.6. Laboratório de Geologia e Solos.............................................................
115
6.7. Laboratório de Ciência Morfológica I-A e IB.............................................
115
VI. BIBLIOGRAFIA……………………………………………………………………………….
116
Projeto Pedagógico
I. DADOS DA FACULDADE - FAJ
1. MANTENEDORA
Instituto Educacional Jaguary – IEJ
2. INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR - IES
Faculdade de Jaguariúna – FAJ
3. ENDEREÇO
CAMPUS I: Rua Amazonas, 504 – Jardim Dom Bosco – CEP: 13820 - Jaguariúna/SP.
CAMPUS II: Rod. Adhemar de Barros, km 127 – Pista Sul – Tanquinho Velho – CEP:
13820 - Jaguariúna/SP.
CAMPUS III: Av. dos Ypês, 678 – Roseira de Baixo - CEP: 13820-Jaguariúna/SP
4. PERFIL E MISSÃO
A FACULDADE DE JAGUARIÚNA – FAJ - tem como missão promover a educação
socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos
projetos de vida de seus alunos.
Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de qualidade
que busca desenvolver nos formandos uma sólida base de conhecimentos, conceitos,
posturas
e
práticas
profissionais,
para
que
possam
desenvolver
habilidades
e
competências com vistas à implementação dos seus projetos de vida.
5. BREVE HISTÓRICO
A FAJ, credenciada através da Portaria Ministerial Nº 583, de 03 de maio de 2000, é
uma Instituição de Ensino Superior, mantida pelo Instituto Educacional Jaguary, também
denominado pela sigla IEJ (CNPJ nº 03.211.847/0001-03). Fundado em 04 de maio de
1999, conforme dispositivos legais pertinentes, o IEJ é uma entidade jurídica de direito
privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos para seus
associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela
legislação vigente que lhe for aplicável, e tem como sede e foro a cidade de Jaguariúna,
Estado de São Paulo. As atividades da FAJ iniciaram-se no campus I e, em virtude de seu
crescimento, em 2004 entra em operação o campus II e no ano seguinte – 2005 –
1
Projeto Pedagógico
começam a funcionar o Hotel-Escola Matiz, o Hospital-Escola Veterinário e a Interclínicas
FAJ que abriga a Clínica de Fisioterapia e o Centro de referência em Enfermagem. O ano
de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas de
Engenharia e Tecnologia, Gastronomia, Medicina Veterinária e Negócios. Atualmente a
Faculdade está estruturada com os seguintes cursos: Administração, Ciência da
Computação, Ciências Contábeis, Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial,
Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial, Curso Superior de Tecnologia em
Logística,
Direito,
Educação
Física
(Bacharelado),
Educação
Física
(Licenciatura),
Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Controle e
Automação, Engenharia de Produção, Fisioterapia, Medicina Veterinária, Nutrição,
Psicologia, Turismo e Gastronomia que atendem em torno de 4.000 alunos.
6. DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO
A FAJ está inserida no município de Jaguariúna, criado em 30 de dezembro de
1953, pela Lei 2456, situado no interior do Estado de São Paulo – Circuito das Águas
Paulistas – e faz parte da Região Metropolitana de Campinas – RMC (Figura 1.).
Jaguariúna é considerada a 3ª cidade do Brasil em qualidade de vida, segundo o Índice
Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), possui cerca de 40 mil habitantes e uma
renda per capita anual de cerca de R$ 84 mil e um PIB de R$ 3 milhões. O seu parque
industrial abarca vários setores da economia: bebidas, informática, comunicações,
medicamentos, cerâmica, metalurgia, autopeças, avicultura.
Figura 1. Região Metropolitana de Campinas
2
Projeto Pedagógico
A RMC, criada pela Lei Complementar Estadual 870/2000, é constituída por 19
municípios paulistas. Considerada uma das mais dinâmicas no cenário econômico
brasileiro, representa 2,7% do PIB nacional e 7,83% do PIB paulista e apresenta renda
significativa per capita quando comparada à do estado de São Paulo e do Brasil. Com
forte economia possui uma infraestrutura que proporciona o desenvolvimento de toda a
área metropolitana. Segundo o IBGE (2009), a RMC possui 2.770.862 habitantes,
distribuídos em 3.647 km², o que corresponde a 1,49% da população nacional e a 6,7%
da estadual. Ocupa uma área de 3.647 km², correspondente a 0,04% da superfície
brasileira e a 1,47% do território paulista. É a 9ª maior região metropolitana do Brasil.
Próxima à Região Metropolitana de São Paulo, a RMC, abarca um parque industrial
abrangente, diversificado e de segmentos de natureza complementar. Possui uma
estrutura agrícola e agroindustrial significativa e desempenha atividades terciárias de
expressiva especialização. Destaque-se ainda a presença de centros inovadores no
campo das pesquisas científicas e tecnológicas, bem como do Aeroporto de Viracopos – o
segundo maior terminal aéreo de cargas do País – localizado em Campinas.
A RMC conta com amplo sistema viário, bem ramificado, com os seguintes eixos
principais: Rodovia dos Bandeirantes e Anhanguera, que ligam a cidade de São Paulo ao
interior paulista, cortando RMC; a SP-304, rumo a Piracicaba, a Rodovia Santos Dumont,
rumo a Sorocaba e a Rodovia Dom Pedro I, que faz a ligação com o Vale do Paraíba,
entre outras. Essa malha viária permitiu uma densa ocupação urbana, em torno de
algumas cidades de portes médias e grandes, revelando processos de conurbação. As
especificidades dos processos de urbanização e industrialização provocaram mudanças
visíveis nas cidades, que acarretaram desequilíbrios de natureza ambiental e deficiências
nos serviços básicos. Em contrapartida, geraram potencialidades e oportunidades em
função da base produtiva. Nesse cenário, cidades médias passaram a conviver com
problemas típicos de cidades grandes: proliferação de favelas, violência e pobreza, que
revelam um padrão de crescimento perverso e aprofunda as desigualdades sociais.
Apesar disso, a RMC possui o melhor Índice de Desenvolvimento Humano – IDH – entre
as regiões metropolitanas do Brasil, segundo o PNUD (Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento).
Em relação aos veículos de comunicação a RMC conta com: a) Emissoras de TV:
EPTV, TVB, BAND Campinas; b) Emissoras de Rádio: Educadora FM, Vox90, CBN
Campinas; c) Jornais: Correio Popular, Diário do Povo, JÁ, Todo Dia, O Liberal, Jornal
RMC, Tribuna Liberal, Página Popular, Gazeta Regional; d) Revistas: Café Campinas.
3
Projeto Pedagógico
7. RESPONSABILIDADE SOCIAL
Entende-se que a educação se constitui num processo complexo, o qual relaciona a
formação e desenvolvimento pessoal, além das habilidades profissionais e valores éticos.
Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias
institucional, familiar e individual. Contudo, a responsabilidade social no ensino se
configura como um elemento eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir
condutas nas quais as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento
equitativo e sustentável do país, pautadas por ações éticas referências, sendo criativos
na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A
responsabilidade social no ensino se expressa, com a intenção de assegurar uma
formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos,
humanísticos e de sensibilidade social.
Neste sentido, a FAJ, por meio dos processos de ensinar e aprender preconiza-se o
desenvolvimento e incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios,
expressos no Projeto Pedagógico Institucional como:
§
Desenvolver uma educação de qualidade para a formação de profissionais
críticos e responsáveis;
§
Educar para a cidadania ao oferecer um local permanente para o aprendizado,
através do exercício da ética e do rigor científico;
§
Produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações,
preservando a vida;
§
Promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão,
contribuindo com o desenvolvimento humano e a construção da paz;
A
responsabilidade
social
do
ensino
se
expressa
no
Projeto
Pedagógico,
apresentando visibilidade por meio de uma série de ações como:
§
Incentivo
ao
desenvolvimento
de
trabalhos
de
conclusão
de
curso
que
possibilitem a inovação tecnológica, interação e a integração dos estudantes com
a sociedade;
§
Promoção do engajamento dos estudantes através de atividades sociais por meio
da de estágio curricular supervisionado;
§
Desenvolvimento de valores éticos de cidadania, tolerância e dignidade;
§
Criação de situações que propiciem o desenvolvimento da capacidade de analisar
situações do cotidiano;
4
Projeto Pedagógico
Execução de atividades de ensino, extensão e pesquisa que promovam a
§
educação;
Incentivo à realização de estágios e atividades extracurriculares, assim como a
§
participação em eventos específicos da área ou de formação complementar,
buscando seu aprimoramento profissional e pessoal (capacidade de expressão e
comunicação interpessoal), bem como as atividades desenvolvidas pelo núcleo
de apoio ao ensino em engenharia ambiental.
8. ATENDIMENTO AO DISCENTE
As políticas de atendimento ao estudante da FAJ são efetivadas pelo Coordenador
de Curso e pela Central de Atendimento, bem como viabilizadas por meio do PROE
(Programa de Atendimento ao Estudante).
Os alunos ingressam na faculdade através de processo seletivo ou pela utilização da
nota do ENEM, a partir do momento da sua matricula no curso, o aluno tem ao seu dispor
várias frentes de atendimento, cujo objetivo é orientá-lo durante o seu percurso
acadêmico. O coordenador do curso acompanha o aluno durante todo o curso e orienta-o
em relação às suas decisões e definições acadêmicas. O atendimento ao aluno pelo
coordenador do curso é primordial na política institucional.
Em relação às informações acerca do desenvolver e do controle de sua vida
acadêmica, o aluno tem na CA (Central de Atendimento) todo o suporte necessário, além
da possibilidade de consulta de notas, frequência, materiais disponibilizados pelos
professores, no item Registros Acadêmicos.
Através de ações do PROE, logo no primeiro semestre do curso, o aluno passa por
um processo de nivelamento na área de Língua Portuguesa, Matemática, que Inglês. Nos
cursos de Engenharia são oferecidas as disciplinas de Física e Química se houver
necessidade, assim como acrescentar nivelamentos existentes em outros cursos e
diferentes dos citados. Este processo tem como objetivo procurar sanar qualquer tipo de
defasagem trazida pelo aluno e que possa vir influenciar no desenvolvimento de
competências e habilidades do aluno no decorrer dos semestres iniciais do curso,
principalmente pela falta de conhecimentos conceituais e procedimentais básicos
necessários.
O
PROE,
sob
a
responsabilidade
de
um
professor
em
conjunto
com
os
Coordenadores de Curso, desenvolve ações de:
§
Orientações de estudos;
5
Projeto Pedagógico
§
Oficinas de aprimoramento acadêmico e profissional;
§
Orientação profissional;
§
Interclínicas, campus III da FAJ - Realiza atendimento psicológico aos
estudantes, professores e funcionários.
§
Cursos de língua estrangeira;
§
Curso de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais; programas de aperfeiçoamento
em informática, matemática, leitura e interpretação de textos;
§
Promoção de cursos, palestras e workshops; e
§
Dinâmicas de grupo.
Este programa, também, preocupa-se em auxiliar o aluno a buscar fomento para
seu percurso acadêmico, esclarecendo e promovendo os seguintes programas de bolsas
de estudo:
Financiamento Estudantil (FIES): destinado aos estudantes regularmente
matriculados em instituições de ensino superior, não gratuitas, que estejam devidamente
credenciadas no programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.
Programa Escola da Família: Concedida pela Secretaria de Educação do Estado
de São Paulo, que tem por objetivo abrir as portas das escolas estaduais nos finais de
semana oferecendo atividades de cultura, esporte, saúde e qualificação profissional para
alunos, pais, professores e comunidade do entorno de cada escola. Para realizar tais
atividades, o Programa conta, entre outros profissionais com educadores universitários
(bolsistas).
ProUni (Programa Universidade para Todos): programa de bolsas criado pelo
Governo Federal que possibilita o acesso de milhares de jovens de baixa renda à
educação superior, em instituições privadas de educação superior.
ProUni-Municipal programa de bolsas de estudos junto a Prefeitura Municipal de
Jaguariúna.
Bolsa Monitoria: vinculadas a uma disciplina ou a uma atividade acadêmica, na
qual o aluno é acompanhado por um docente e, deve cumprir uma determinada
quantidade de horas na instituição.
Bolsa Parentesco: aplicadas nas mensalidades de alunos que tenham irmãos,
filhos ou cônjuge matriculados na mesma unidade de ensino.
6
Projeto Pedagógico
Bolsa Desenvolvimento: desconto aos alunos que cursarem mais de um curso de
graduação (aplicado no segundo curso) ou pós-graduação.
Convênio Empresa: convênios firmados com empresas, organizações ou órgãos
públicos beneficiam colaboradores e dependentes diretos (cônjuge e filhos) com
descontos especiais.
Bolsa de Pesquisa e Iniciação Científica (PIC): destinada ao desenvolvimento
de pesquisa visando à iniciação científica. Nesta modalidade de bolsa, o aluno é orientado
por um docente a fim de produzir seu trabalho científico.
A FAJ possui o Programa de Iniciação Cientifica – PIC - que é um instrumento
que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa cientifica. É uma
possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica
engajando-o
a
pesquisa.
Assim,
a
Iniciação
Científica
caracteriza-se
como
um
instrumento de apoio teórico e metodológico para realização de um projeto de pesquisa,
constituindo deste modo, um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova
mentalidade no aluno.
Ainda com o intuito de incentivar o aluno, a FAJ mantém uma parceria com a
EMBRAPA Meio Ambiente em que os alunos desenvolvem projetos de iniciação científica
em diferentes laboratórios, com Bolsas EMBRAPA, CNPQ e FAPESP.
Neste sentido é incentivada a partição dos docentes e discentes no Congresso
Nacional de Iniciação Científica – CONIC, que tem por objetivo identificar talentos e
estimular a transformação de ideias em realidades, promovendo o interesse pela
pesquisa nos campos da Ciência e da Tecnologia.
O acompanhamento dos egressos se viabiliza por meio de contatos via email para a
divulgação de cursos de pós-graduação, visando criar um mecanismo de apoio e
formação continuada para os formados, como também de pesquisas feitas pela Comissão
de Avaliação Institucional, na intenção de verificar como foi à preparação profissional
promovida pelo Curso, num tempo de 6 a 12 meses após a conclusão do curso e
conhecer as inserções no mercado de trabalho.
9. ATENDIMENTO AO DOCENTE
No IES são realizados diversos programas de incentivo a Produção Científica, tanto
para docentes quanto discentes.
7
Projeto Pedagógico
O FOCO é um grupo interno de Formação Continuada de Docentes da FAJ que
desenvolve estudos relacionados à potencialização do processo ensino-aprendizagem. Os
cursos são oferecidos de maneira continua e de forma gratuita aos professores, com os
seguintes objetivos:
§ Propiciar bases teórico-metodológicas para o exercício da docência no ensino
superior, articuladas à produção do conhecimento, que se desenvolve através da
relação pesquisa científica/prática docente;
§ Fornecer uma atualização das questões educacionais de modo articulado com a
experiência já consolidada no exercício da docência no ensino superior;
§ Auxiliar o planejamento da atividade docente em diferentes áreas do currículo,
adequando-a às necessidades do aluno.
A FAJ oferece ainda o Programa de Pós Graduação nas mais diversas áreas do
conhecimento. As atividades são organizadas por docentes e pesquisadores das
faculdades e também por palestrantes convidados, sempre com a perspectiva de aliar a
teoria à prática, buscando atualizar o conhecimento que é imprescindível para o sucesso
profissional, propiciar diferencial aos alunos no mercado de trabalho, assim como
desenvolver o “net-work”.
Nesse contexto, os cursos oferecidos pela IES estão direcionados tanto às
expectativas de aprimoramento acadêmico como profissional e têm como objetivo
atualizar e qualificar profissionais para atuarem no mercado de trabalho em sintonia com
os avanços científicos e tecnológicos.
8
Projeto Pedagógico
II. CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL
2. AUTORIZAÇÃO
Engenharia Ambiental (Portaria no. 3.561 de 17.10.2005) D.O.U no 200 de 18 de
outubro de 2005.
2. MODALIDADE DO CURSO
Presencial
3. TURNO DE FUNCIONAMENTO
Noturno
4. NÚMERO DE VAGAS PREVISTAS NO ATO DA CRIAÇÃO, NÚMERO ATUAL E FORMAS DE INGRESSO
Atualmente, o curso aproveita 35,4 % das vagas ofertadas e autorizadas pelo MEC
(100 vagas com máximo de 50 estudantes por turma conforme Portaria n°3.561 de 17.
10. 2005). A forma de acesso ao curso é por vestibular, pelo PROUNI ou transferência.
O curso de graduação em Engenharia Ambiental possui um total de 177 alunos
matriculados, distribuídos em 05 turmas - agosto/2012 – (2ºS - 29 estudantes; 4ºS - 23
estudantes; 6ºS - 32 estudantes, 8ºS – 43 estudantes, 10º S 43 estudantes) e 7
estudantes (N11009-DP).
O vestibular ocorre de maneira continuada, por meio de processo seletivo,
respeitando o número de vagas autorizadas por semestre.
A transferência acontece mediante análise curricular e disponibilidade de vaga. Para
a aceitação da transferência o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar o atestado de
matrícula, o histórico escolar, o conteúdo programático das disciplinas e a comprovação
da faculdade de origem de ser autorizada ou reconhecida pelo Ministério da Educação.
9
Projeto Pedagógico
III. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
A. CONTEXTO EDUCACIONAL
1. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS: Projeto Pedagógico Institucional PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional-PDI, Projeto Pedagógico do
Curso – PPC
A Organização Didático-Pedagógica com suas linhas gerais definidas no Projeto
Pedagógico Institucional - PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional – PDI e, mais
especificamente, no Projeto Pedagógico do Curso - PPC, os quais dão sustentabilidade
desde a elaboração, o desenvolvimento e o cumprimento da missão institucional e social
da faculdade, que fornece os elementos estruturais para a implementação das Atividades
Acadêmicas, cujas ações articuladas e inter-relacionadas com os demais instrumentos
estabelecem o carisma do Curso.
Os profissionais da equipe de trabalho da FAJ entende, que tanto o PPI quanto o
PPC
são frutos da reflexão consciente de todos os atores envolvidos na sua
implementação, fornecendo unidade, singularidade e especificidade ao Curso.
A estruturação de um Projeto Pedagógico significa planejar o trabalho de formação
humana em seu sentido mais amplo. Assim, a Faculdade de Jaguariúna (FAJ) entende
que o Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa não só um documento estruturado
e estático, mas sim um documento dinâmico que norteia as ações de formação humana e
profissional da instituição.
Os
projetos
pedagógicos
apresentam
uma
visão
voltada
ao
futuro
e,
consequentemente, traduz e incorpora esta visão transformando-a em suas ações, que
norteiam e circunscrevem esses projetos, ou seja, constroem diretrizes que visam à
formação das pessoas para um futuro que acontece no presente. É neste contexto, que a
concepção dos Projetos pedagógicos da FAJ está embasada, pois confrontam condições
atuais com as que se deseja. Ressaltando, ainda que elas devam ser passíveis de serem
realizadas e com o intuito de construir uma formação humana e, profissional
diferenciada, explorando os limites do real, utilizando instrumentos capazes de
transformar essa realidade em ações.
Neste contexto, as políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no
PDI, se refletem nos Projetos Pedagógicos dos cursos mediante os seguintes princípios:
Formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar no qual
acontece a assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e técnico10
Projeto Pedagógico
científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural nacional,
perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional de
qualidade e consistente consoante o mundo contemporâneo;
Inter-poli-transdisciplinaridade – “ecologizar as disciplinas, isto é levar em
conta tudo que lhes é contextual, inclusive as condições culturais e sociais, ou seja, ver
em que meio elas nascem, levantam problemas, ficam esclerosadas e transformam-se”
(MORIN, 2001).
Flexibilidade curricular: ocorre através da inclusão de disciplinas eletivas ou
optativas, que têm por finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua
formação. Isto é percebido por meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades
curriculares complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que
levam em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das
diferentes áreas que compõem o currículo do curso;
Relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: ela se estabelece
nas diferentes práticas de ensino, de aulas teóricas e de laboratório, que desde o seu
início permeiam o conteúdo trabalhado no curso. Esta relação, também se concretiza nos
estágios curriculares que na FAJ são entendidos como atividades teóricas-práticas, os
quais são desenvolvidos através de projetos de estágios integrados, que têm por
finalidade promover uma aproximação real com o campo de trabalho;
Integralização do ensino, a pesquisa e a extensão): esta integração se reflete
através de diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de
aula, mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante
o curso. Ela é parte integrante do projeto pedagógico que define as linhas de pesquisa e
dos programas de extensão de cada curso, que orientam o desenvolvimento de projetos
de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas;
Pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os
Projetos Pedagógicos caracterizados num currículo dinâmico incluem metodologias
formativas que buscam desenvolver a cultura investigativa, proporcionando condições de
apropriação crítica do conhecimento e, o desenvolvimento de competências e habilidades
científicas.
Gestão participativa: envolvem os coordenadores, professores com carga horária
parcial ou integral, representantes de turma e estudantes. O detalhamento das diferentes
áreas que fazem parte do modelo de Gestão Participativa estão relacionados a seguir:
11
Projeto Pedagógico
a) Burocracia
§ Orçamento do curso para 2011 (previsão de gastos com viagens e materiais de
consumo);
§ Requisição para contratação de docentes;
§ Projeto Pedagógico do Curso atualizado (projeto inicial acrescido de mais
informações - novos campos);
§ Planos de Ensino;
§ Verificação das Referências Bibliográficas de cada disciplina;
§ Requisição de Transporte (Visitas Técnicas);
b) Relacionamento com os estudantes
§ Atendimento individual aos alunos para plano de estudos e outros assuntos;
§
Equivalência Curricular (Alunos de Transferência);
§ Participar do processo de eleição dos representantes de cada turma e,
atendimentos aos mesmos;
§ Reuniões bimestrais com representantes de turma;
§ Encaminhamentos das decisões;
§ Planos de Estudos.
c) Relacionamento com os professores
§
Planejamento de Visitas Técnicas;
§
Planejamento (Semana do meio Ambiente e Cenge).
d) Avaliações
§
Bimestrais – organização do calendário;
§
Provas Integrativas – orientação para elaboração das questão e inserção das
questões no Moodle; Processamento dos resultados das provas e envio para os
professores de cada semestres
§
Avaliação Institucional (estudantes e professores)
e) Eventos Internos e Externos
§
Dia da Água;
§
Semana do Meio Ambiente;
12
Projeto Pedagógico
§
Ciclo de Estudos das Engenharias (CENGE);
f) Práticas
§
Visitas técnicas;
§
Aulas Práticas in loco;
§
Integração Profissional;
§
Laboratórios;
§
TCC – Vincular com as disciplinas (Metodologia da Pesquisa Científica,
Estruturação e Planejamento de Projetos, Projetos de Engenharia, TCC I e TCC
II.
g) Pesquisa
§
Projetos e desenvolvimento de pesquisa;
§
Produção Científica;
§
Participação e eventos científicos.
Além disso, estabelece condições e abre espaços institucionalizados para diálogos e
troca de informações visando a promoção da melhoria das Atividades Acadêmicas. Estes
procedimentos de acompanhamento das ações consignadas em ambos os documentos e
sua articulação entre si e, com os demais instrumentos é percebido como uma ação de
grande relevância à medida que pode revelar as características da instituição, no Curso
de Engenharia Ambiental e, entre os Cursos implantados na Instituição. Há três
elementos
fundamentais
que
justificam
o
bom
desempenho
do
Curso:
Projeto
Pedagógico, Atividades Acadêmicas, atuação dos coordenadores e atendimento aos
discentes.
O curso de Engenharia Ambiental da FAJ está estruturado de forma a integrar
conhecimentos básicos de diversas áreas do conhecimento que, até então, estiveram
presentes de forma setorizada na formação de biólogos, engenheiros químicos,
engenheiros florestais, engenheiros agrônomos, engenheiros sanitaristas, geólogos,
geógrafos, e na formação de profissionais das ciências sociais aplicadas, da sociologia, do
direito, da administração e da economia. Cabe destacar que as engenharias tradicionais
formam
especialistas,
já
a
Engenharia
Ambiental,
por
seu
perfil
multi-poli-
transdisciplinar, integra diferentes áreas do conhecimento, formando um profissional
generalista, com visão mais ampla e holística para lidar com questões ambientais
13
Projeto Pedagógico
diversificadas e para buscar atender a um dos maiores desafios da atualidade, o
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
As atividades complementares na concepção do Curso de Engenharia Ambiental são
realizadas fora da sala de aula, embora constem da matriz curricular, contemplando as
visitas, as exposições, feiras técnicas, palestras, fóruns, seminários, congressos, em
Campo, estágios extracurriculares e demais atividades práticas e eventos na comunidade
do entorno/região, tais como entrevistas, diagnósticos ou elaboração/montagem e
condução de experimentos ou projetos. Tais atividades possibilitam ao estudante
vivências acadêmicas compatíveis com as relações de mercado de trabalho, estabelecidas
ao longo do curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e
culturais. A avaliação dessas atividades é acompanhada por um professor e devem ter
vinculação com o conteúdo estudado.
As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estão
integradas de forma, a se refortalecerem mutuamente. O compromisso maior da
Faculdade de Jaguariúna é com o ENSINO DE QUALIDADE. Deste modo, a pesquisa na
Instituição tem característica empírica, de aplicação prática. São consideradas como
pesquisa: os Trabalhos discentes de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de Iniciação
Científica - PIC e as atividades que podem ser desenvolvidas em todas as disciplinas, em
especial a de Integração Profissional. A extensão vem sendo incentivada pelas semanas
de estudos e jornadas organizadas, anualmente sob a responsabilidade de cada
coordenador de curso. Também as visitas técnicas são favorecidas para atender as
especificidades dos conteúdos ministrados. Quanto à natureza da pesquisa, elas são
desenvolvidas na realidade educacional, voltadas quase que inteiramente para as
questões pertinentes aos problemas da atualidade, efetivando assim a integralização
legítima entre Pesquisa e Ensino.
2. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
Ocorre na Avaliação Institucional, que é um processo imerso em aspectos
ideológicos, políticos, econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno,
configurado com padrões próprios da instituição, não tem caráter público e nem
propósito de comparação com outras instituições. É consenso entre especialistas, que a
avaliação é um instrumento fundamental para todo organismo social que busque
desenvolvimento e qualidade. Convém destacar que a razão da existência das
instituições de ensino superior é a prestação de serviços de qualidade à sociedade,
visando sempre a excelência na produção, sistematização e democratização do saber.
14
Projeto Pedagógico
Neste
contexto,
a
avaliação
institucional
tem
como
propósito
conduzir
os
empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento contínuo.
Os cursos da Faculdade de Jaguariúna, tendo em vista a manutenção e melhoria da
qualidade do ensino oferecido, promovem um processo sistemático e periódico de
avaliação e acompanhamento da efetivação de seus projetos pedagógicos bem como, das
atividades acadêmicas de pesquisa, extensão e ensino. Por meio de instrumentos
informatizados, embasadas nas dimensões do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior do Ministério da Educação, de acordo com a Lei N° 10.861 de 14 de
abril de 2004.), realiza-se o processo de autoavaliação do curso organizado nas
seguintes áreas: docentes, discentes, funcionários, infraestrutura e relacionamento intra
e interinstitucional. E seus resultados das avaliações são publicados periodicamente de
acordo com o calendário aprovado pelos responsáveis pela Diretoria da Faculdade.
Esse processo de autoavaliação é conduzido pela Comissão Própria de AvaliaçãoCPA, que envolve toda a comunidade acadêmica em um esforço de diagnosticar acertos e
possíveis
falhas
institucionais
referentes
aos
aspectos
políticos,
pedagógicos,
administrativos e de infraestrutura. Este diagnóstico subsidia um Plano de Melhorias para
cada período letivo subsequente, com vistas à melhoria da qualidade de ensino. A CPA,
constituída por membros designados pelo Diretor, é parte integrante da Diretoria.
A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria e a
participação dos membros da comunidade acadêmica (estudantes, professores e pessoal
técnico-administrativo), dirigentes e egressos e, busca manter estreita articulação com
os Coordenadores dos Cursos. Cabe à CPA:
§
Implantar e alimentar o banco de dados institucional, de forma a estabelecer os
indicadores que serão utilizados no processo de autoavaliação.
§
Analisar o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e sua adequação ao
contexto da Instituição, no que se refere à: missão institucional, concepção dos
cursos, currículos, além da factibilidade do que foi projetado em termos de
crescimento quantitativo e qualitativo, considerando a evolução da unidade.
§
Avaliar o processo de implantação proposto, o nível de cumprimento das metas
estabelecidas, ano a ano, e as principais distorções.
§
Analisar os resultados de processos avaliativos realizados pelos avaliadores e
profissionais do MEC, como os exames nacionais de curso, os dados dos
questionários-pesquisa respondidos pelos estudantes que se submeterem aos
exames, os resultados das Avaliações das Condições de Ensino.
15
Projeto Pedagógico
Além
deste
instrumento
institucional
formalizado,
o
coordenador
realiza,
periodicamente, durante o semestre letivo, reuniões com o corpo discente e docente com
a finalidade de identificar problemas, buscar soluções, assim como planejar ações futuras
para o curso. Esta ação possibilita uma maior rapidez no processo de tomada de decisão
e melhoria das condições de ensino. Desde agosto de 2008 vem realizando reuniões com
o Núcleo Docente Estruturante, formados por professores do curso indicados pelo
coordenador.
3. ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO
A função do Coordenador de curso é de amplo espectro e apresenta um alto grau
de complexidade, cabendo, portanto, ao coordenador a tarefa de favorecer a construção
de uma equipe coesa, engajada e, sobretudo, convicta da viabilidade operacional das
prioridades consensualmente assumidas e formalizadas na proposta de trabalho da
instituição. O coordenador exerce, em acordo com da autonomia que lhe foi conferida,
seu papel de elemento-chave no gerenciamento do curso, o que exige ações de
articulação e mobilização da equipe, tendo em vista o aperfeiçoamento do fazer
pedagógico na instituição. O coordenador do curso tem as seguintes atribuições:
§
Organizar uma gestão administrativa e pedagógica do curso;
§
Elaborar o planejamento contendo a organização e funcionamento das
atividades de ensino, pesquisa e extensão do curso;
§
Efetivar um sistema de acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes do
curso;
§
Articular o curso com os demais órgãos e comunidade externa;
§
Avaliar a sistemática do curso.
A concepção de gestão estudante-administrativa adotada pelo curso é de gestão
colegiada, na qual os representantes do corpo docente e corpo discente eleito por seus
pares, juntamente com o coordenador, deliberam sobre assuntos pertinentes ao mesmo,
sendo que o colegiado tem por função assessorar o coordenador. A coordenação
desenvolve atividades de gestão do curso e promove especialmente, atividades como:
§
Elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do
planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa, com
ênfase na organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na
16
Projeto Pedagógico
organização do trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do
curso;
§
Reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à
racionalização do trabalho de gestão;
§
Elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à
gestão acadêmico-administrativa do curso;
§
Reuniões de trabalho para análise e busca de soluções das dificuldades
detectadas
pela
Comissão
Própria
de
Avaliação
e
pelo
processo
de
autoavaliação do curso.
§
Orientações de projetos de pesquisa relacionados a iniciação científica.
B. DESCRIÇÃO DO CURSO
Devido à evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas
especialidades profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas
modalidades de Engenharias. Dentre as mais recentes tem-se a Engenharia Ambiental,
uma modalidade surgida da interação das diversas áreas de Engenharias com a área
Ambiental.
Nos últimos anos tem crescido, consideravelmente, a demanda por profissionais
com competências e habilidades para analisar, de forma holística, as questões ambientais
e a propor soluções com viabilidade econômica, justiça social e equilíbrio ambiental, de
modo a satisfazer as três componentes ou vertentes da sustentabilidade em seu conceito
mais amplo: desenvolvimento econômico, coesão social e valorização ambiental –
coexistem numa mesma dimensão, na qual interagem e se complementam.
O desenvolvimento urbano e industrial, por não reconhecer limites de ocupação
racional e equilibrada do espaço territorial, que ocorreu de forma desordenada, sem
planejamento, à custa de níveis crescentes de poluição e de degradação ambiental. Isto
tem se traduzido na geração de impactos negativos, criando um cenário crítico, de forma
globalizada, em relação à qualidade do ar, à saúde humana e à manutenção dos recursos
naturais.
Frente a essas considerações, compreende-se que a qualidade ambiental é hoje tão
importante para a sobrevivência da humanidade quanto à água e alimentos. Mudanças
climáticas, escassez de recursos naturais, aumento da população mundial e do consumo,
poluição da água, ar e solo, geração de resíduos sólidos (lixo) e limitações no tratamento
adequado de lixo e esgoto, qualidade da água, educação ambiental e sustentabilidade
17
Projeto Pedagógico
são temas que passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas, que apontam para a
mudança de concepções, busca de novas soluções e para a necessidade de novos
profissionais capacitados a atuar na área ambiental.Assim, em decorrência da discussão
e da evolução do debate em torno das questões ambientais, surgiram os cursos de
graduação
envolvendo
o
meio
ambiente.
Dentre
esses
cursos,
a
ENGENHARIA
AMBIENTAL se destaca por buscar tecnologias adequadas ao desenvolvimento aliado à
conservação ambiental e por vincular estas duas carreiras de grande demanda e
valorização: a ENGENHARIA – a qual representa uma formação tradicional e sólida na
projeção de soluções para as mais diversas áreas - e o AMBIENTAL – o qual requer
habilitação para lidar com as questões ambientais de forma abrangente e competente.
Cabe destacar que as engenharias tradicionais formam especialistas, já a
ENGENHARIA AMBIENTAL, por seu perfil inter-poli-tansdisciplinar, integra diferentes
áreas do conhecimento, formando um profissional generalista, com visão mais ampla e
holística para lidar com questões ambientais diversificadas e para buscar atender a um
dos maiores desafios da atualidade: o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
Assim, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar e viabilizar as
condições
para
o
aprendizado
integral
do
exercício
profissional
nas
atividades
relacionadas à Engenharia Ambiental, em conformidade com o Art. 1o da Lei 5.194 de
1966, dizendo que “As profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo são
caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na
realização dos seguintes empreendimentos.” e o exerçam de forma crítica, consciente e
ética, respeitando a legislação vigente.
Além disso, este Projeto leva também em consideração a realidade na qual está
inserido, de modo que os problemas existentes nos ambientes corporativos não são
estritamente técnicos, não podendo ser dividido em áreas puras de conhecimentos e, em
função disso está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de
disciplinas profissionalizantes e específicas e, um núcleo flexível, cujos conteúdos
programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica indispensável a
um Curso de Engenharia Ambiental.
Contudo, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), procura
flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e, estabelece ainda que
os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão
atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e habilidades no
educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em todo território
nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as necessidades regionais
e locais (art. 26 da LDB).
18
Projeto Pedagógico
Assim, o curso de Engenharia Ambiental está estruturado em semestres, com as
seguintes características e, em conformidade com:
§
a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de março de 2002;
§
o Parecer CNE/CES 329 de 11 de novembro de 2004;
§
o tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em dez semestres
letivos;
§
os semestres letivos com duração de 20 semanas cada um;
§
as disciplinas com carga horária presencial de 80 ou 40 horas-aula;
§
os estágios supervisionados com carga horária mínima de 160 horas e,
§
a carga horária total do curso é definida em 4.400 horas-aula, perfazendo um
total de 4.160 horas-aula presenciais e 240 horas (Atividades Complementares,
Integração Profissional e Trabalho de Conclusão de Curso).
A estruturação do curso foi realizada de forma a integrar conhecimentos básicos
de diversas áreas do conhecimento que, até então, estiveram presentes de forma
setorizada na formação de biólogos, engenheiros químicos, engenheiros florestais,
engenheiros agrônomos, engenheiros sanitaristas, geólogos, geógrafos, e na formação
de profissionais das ciências sociais aplicadas, da sociologia, do direito, da administração
e da economia.
Assim, um Curso de Graduação em Engenharia Ambiental sediado na cidade de
Jaguariúna, região metropolitana de Campinas, se constitui em uma proposta da FAJ Faculdade de Jaguariúna que atende às solicitações da LDB e as necessidades de
profissionais nesta área em uma região industrializada.
1. OBJETIVOS
1.1. GERAL
Definir uma política pedagógica para formação do Engenheiro Ambiental, de modo
a atender às demandas da sociedade com vistas às políticas de desenvolvimento
nacional, com base nos conhecimentos científicos, tecnológicos e sociais visando o
desenvolvimento sustentável.
1.2. ESPECÍFICOS
Como principais objetivos específicos oriundos dos objetivos gerais colocados,
podem ser citados:
19
Projeto Pedagógico
§
qualificar Engenheiros Ambientais e torná-los aptos para a inserção em
setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade;
§
desenvolver o potencial de visão crítica e de raciocínio criativo;
§
preparar o egresso para a profissão e para o auto-aprimoramento, mediante
formação contínua;
§
despertar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional, integrando
os conhecimentos que adquiridos numa estrutura intelectual sistematizada do
conhecimento;
§
incentivar a prática da pesquisa e investigação científica, procurando o
entendimento
do
homem
e
do
ambiente
em
que
vive;
estimular
o
conhecimento dos problemas regionais, nacionais e do mundo globalizado,
para a prestação de serviços especializados à comunidade e estabelecer com
esta uma relação de respeito e reciprocidade;
§
promover a divulgação de conhecimentos técnicos e científicos;
§
promover a extensão, aberta à participação da comunidade, visando a difusão
das conquistas e benefícios advindos da pesquisa científica e tecnológica e das
ações comunitárias.
2. PERFIL DO EGRESSO
De acordo com a proposta da Resolução CNE/CES No 11/2002 o perfil do egresso
de um curso de Engenharia, deve ter uma formação de abrangência generalista,
humanista, crítica e reflexiva, tornando-o capaz de absorver e desenvolver novas
tecnologias,
capacitando–o
de
uma
atuação
crítica
e
criativa
na
identificação,
equacionamento e resolução de problemas do campo profissional, além de considerar os
seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e
humanística, em atendimento às demandas da sociedade. Ainda, segundo a mesma
resolução, a formação do engenheiro ambiental, deve dotá-lo de conhecimentos
suficientes para o exercício de competências e habilidades gerais (Tabela 2-1).
20
Projeto Pedagógico
Tabela 2-1. Competências e habilidades gerais do egresso em ENGENHARIA AMBIENTAL
Competências e
Descrição
Habilidades
CH1
§
Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;
CH2
§
Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
CH3
§
Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
CH4
§
Planejar,
supervisionar,
elaborar
e
coordenar
projetos
e
serviços de engenharia;
CH5
§
Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
CH6
§
Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
CH7
§
Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
CH8
§
Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
CH9
§
Comunicar-se
eficientemente
nas
formas
escrita,
oral
e
gráfica;
CH10
§
Atuar em equipes multidisciplinares;
CH11
§
Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
CH12
§
Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto
social e ambiental;
CH13
§
Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
CH14
§
Assumir a postura de permanente busca de atualização
profissional.
Com relação à fiscalização do exercício profissional das diferentes modalidades de
Engenharia, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA Resolução No 1.010/2005, define as seguintes atividades profissionais, mostradas na
Tabela 2-2, para o ENGENHEIRO.
21
Projeto Pedagógico
Tabela 2-2. Atividades profissionais conferidas ao ENGENHEIRO
Atividades
Descrição
Profissionais
AP1
§ Gestão, supervisão, coordenação e orientação técnica;
AP2
§ Coleta
de
dados,
estudo,
planejamento,
projeto
e
especificação;
AP3
§ Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;
AP4
§ Assistência, assessoria e consultoria;
AP5
§ Direção de obra ou serviço técnico;
AP6
§ Vistoria,
perícia,
avaliação,
monitoramento,
laudo,
parecer técnico, auditoria, arbitragem;
AP7
§ Desempenho de cargo ou função técnica;
AP8
§ Treinamento,
análise,
ensino,
experimentação,
pesquisa,
ensaio,
desenvolvimento,
divulgação
técnica,
extensão;
AP9
§ Elaboração de orçamento;
AP10
§ Padronização, mensuração, controle de qualidade;
AP11
§ Execução de obra ou serviço técnico;
AP12
§ Fiscalização de obra ou serviço técnico;
AP13
§ Produção técnica e especializada;
AP14
§ Condução de serviço técnico;
AP15
§ Condução de equipe de instalação, montagem, operação,
reparo ou manutenção;
AP16
§ Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção;
AP17
§ Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e
AP18
§ Execução de desenho técnico.
No campo de atuação profissional no âmbito da ENGENHARIA AMBIENTAL, a
Resolução No1. 010/2005 – CONFEA define as seguintes especificações mostradas na
Tabela 2-3.
22
Projeto Pedagógico
Tabela 2-3. Áreas típicas de atuação profissional do ENGENHEIRO AMBIENTAL
Áreas de Conhecimento
A1 – Recursos Naturais
Conteúdo
§
Sistemas, métodos e processos de aproveitamento,
proteção,
monitoramento,
ordenamento
territorial,
manejo,
gestão,
desenvolvimento
e
preservação dos recursos naturais;
§
Recuperação de áreas degradadas, remediação e
biorremediação
de
solos
degradados
e
águas
contaminadas e prevenção e recuperação de processos
erosivos.
A2 – Recursos
§
Energéticos
Fontes
tradicionais,
alternativas
e
renováveis
de
energia relacionadas com Engenharia ambiental;
§
Sistemas e métodos de conversão e conservação de
energia, e impactos energéticos ambientais;
§
Eficientização
ambiental
de
sistemas
energéticos
vinculados aos campos de atuação da Engenharia.
A3 – Gestão Ambiental
§
Planejamento ambiental em áreas urbanas e rurais.
Prevenção de desastres ambientais;
§
Administração, gestão e ordenamento ambientais,
licenciamento
ambiental,
adequação
ambiental
de
empresas;
§
Monitoramento
ambiental,
avaliação
de
impactos
ambientais e ações mitigadoras, controle de poluição
ambiental;
§
Instalações,
equipamentos,
componentes
da
Engenharia ambiental.
Em atendimento às expectativas descritas nas 2-1, 2-2 e 2-3 o egresso do Curso de
ENGENHARIA AMBIENTAL deverá promover a formação do aluno de graduação a partir
da sua entrada na Academia e continua permanentemente durante o curso e,
posteriormente a ele. O ENGENHEIRO AMBIENTAL deve estar em consonância com os
princípios propostos para a educação no século XXI: aprender a conhecer, aprender a
23
Projeto Pedagógico
fazer, aprender a conviver e aprender a ser. De acordo com o MEC através do Conselho
Nacional de Educação, no modelo de enquadramento das propostas de diretrizes
curriculares, o perfil traçado para o profissional egresso do Curso de Engenharia
Ambiental é o seguinte:
No tocante a área de engenharia: o futuro ENGENHEIRO AMBIENTAL deve ter
afinidade com as questões ambientais, no sentido de contribuir para ações práticas que
visem melhorar e manter a qualidade de vida e do meio ambiente, além de ter sólida
formação em ciências básicas, matemática, física e química, o que garante ao
profissional a capacidade de se adaptar rapidamente às novas tecnologias, além de
interesse
por
disciplinas
da
Biologia,
Ecologia
e
Humanas
(Economia,
Direito,
Administração, Gestão, Sociologia, Ética e Cidadania);
Na pesquisa: deve apresentar espírito científico, na qual a pesquisa é entendida
como ferramenta para a evolução tecnológica.
Na tomada de decisões: apresentar fundamentada capacidade de avaliar,
sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas,
além da aptidão para um campo de atuação dinâmico, multidisciplinar e interdisciplinar,
que certamente exigirá atualizações profissionais ou de conhecimento permanentes, bem
como a realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios
da ética/bioética.
De comunicação: baseada na confidencialidade das informações, na interação
com outros profissionais de engenharias e demais áreas correlatas e o público em geral.
Capazes de compreender a comunicação realizada na forma verbal, não verbal e escrita,
dominando pelo menos, uma língua estrangeira e a informática.
De administração e gerenciamento: tanto da força de trabalho quanto dos
recursos físicos e materiais e de informação, preparado para assumir o papel de
gestores, empregadores ou lideranças na equipe de nas áreas ambientais de Educação e
de Engenharia, além de ter visão empreendedora, uma vez que a empregabilidade se
apresenta de forma diferente, na conjuntura globalizada, em que o emprego tradicional
dá lugar à prestação de serviços terceirizados e às iniciativas empreendedoras.
Para educação permanente: dar continuidade do aprender, tanto na sua
formação, quanto na sua prática, preservando o compromisso com a sua educação e o
treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, compreendendo de que o
aprendizado de Engenharia não se encerra com a simples graduação.
24
Projeto Pedagógico
2.1. PERFIL PROFISSIONAL, ATUAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO
O Engenheiro Ambiental é um profissional de formação generalista, que atua no
Planejamento, na Gestão Ambiental e na Engenharia e Tecnologia Ambiental. Possui
sólidos conhecimentos científicos das atividades ambientais e suas implicações nos seres
humanos e na cadeia produtiva. Atua nos aspectos de relacionamento Homem - Meio
Ambiente e seus efeitos na cultura, no desenvolvimento socioeconômico e na qualidade
de vida. Coordena e supervisiona equipes de trabalho, realiza estudos de viabilidade
técnico-econômica, executa e fiscaliza obras e serviços técnicos; efetua vistorias, perícias
e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em todas suas atividades, considera a ética, a
segurança, a legislação e os impactos ambientais.
Em termos de mercado de trabalho, o engenheiro ambiental, a ser formado com o
perfil do curso ora proposto, não concorre diretamente com nenhum outro profissional,
exceto os próprios profissionais engenheiros (civis, sanitários, florestais) que, embora
sem formação acadêmica adequada para tal e, acabam atuando no campo das ciências
ambientais.
Assim, a formação de engenheiros ambientais visa preencher uma lacuna do atual
mercado de trabalho, no qual se registra uma acentuada carência de profissionais da
engenharia que incorporem, nos projetos inseridos nas ações de gerenciamento
ambiental, os aspectos referentes ao equilíbrio dinâmico do meio ambiente.
§
Destaca-se que a atuação do engenheiro ambiental, analogamente, a outros
profissionais com atuação no campo das ciências ambientais, deverá, sempre que se
faça necessário, compor equipes multidisciplinares. Assim o mercado de trabalho
para estes profissionais é representado por diferentes níveis da administração
pública e privada, como:
§
Centros de pesquisa nos níveis federal, estadual e municipal;
§
Órgãos executores de gerenciamento e controle de meio ambiente nos níveis
federal, estadual e municipal;
§
Agências reguladoras de água, energia e vigilância sanitária;
§
Universidades públicas ou privadas e demais estabelecimentos de ensino;
§
Comitês e agências de bacias hidrográficas;
§
Indústrias com atuação nas mais variadas atividades;
§
Empresas de consultoria e de prestação de serviços e;
§
Profissional autônomo.
25
Projeto Pedagógico
§
3. O CURRÍCULO
De acordo com a estrutura acadêmica da FAJ, o regime é seriado semestral, com
calendário acadêmico estabelecido em 20 semanas letivas. O currículo integral do Curso
de Engenharia Ambiental da FAJ tem carga horária total de 4.400 horas e duração
mínima para integralização de 10 semestres.
O curso é oferecido no turno noturno, com oferta de 100 vagas anuais, sendo que
no momento (2º semestre de 2012), estão em andamento cinco turmas, perfazendo um
total de 177 alunos regularmente matriculados. As disciplinas básicas para engenharias
podem ser oferecidas em núcleo comum com outras, dependendo do número de alunos,
em que o número máximo de alunos por classe é de 50 (cinquenta).
O curso está distribuído em três tipos clássicos de aulas, nas quais os docentes
dispõem de total autonomia para programar e desenvolver os conteúdos propostos. As
aulas são classificadas em: aulas teóricas; aulas práticas, que se dividem em aulas de
laboratório e aulas de visitas técnicas e os estágios.
3. 1. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO
Atualmente, o curso de Engenharia Ambiental da FAJ tem duas matrizes
curriculares em andamento, descritas a seguir:
3. 1. 1. MATRIZ CURRICULAR (2008-2009)
A
definição
do
perfil
do
profissional
que
melhor
atende
às
necessidades
apresentadas no perfil do curso, que levou os componentes do Núcleo Estruturante
Docente – NDE - do Curso de Engenharia Ambiental, após consultas aos outros cursos da
FAJ, assim como às outras Instituições de Ensino Superior, a formular a concepção do
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental. O curso é oferecido num tempo mínimo
de 5 (cinco) anos, sendo a carga horária total de 4.400 (quatro mil e quatrocentas)
horas. O curso acontece no período de funcionamento noturno, com 100 (cem)
autorizadas. O curso funciona no Campus II da Faculdade de Jaguariúna, compartilhando
este espaço com os cursos de Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e
Automação, Engenharia de Alimentos, Engenharia Civil, Ciência da Computação, Curso
Superior de Tecnologia em Automação Industrial, além dos cursos
de Medicina
Veterinária, Fisioterapia, Nutrição, Farmácia e Curso Superior de Tecnologia em
Gastronomia e Educação Física.
26
Projeto Pedagógico
O curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna funciona com regime
acadêmico semestral, com a carga horária das disciplinas distribuídas em 100 (cem) dias
letivos. As disciplinas em cada semestre letivo, têm uma carga horária de 2 ou 4 horas
aulas por semana, totalizando 40 horas ou 80 horas no semestre, respectivamente. As
aulas estão distribuídas em um total de 4 horas aulas por noite, com um intervalo de 10
minutos entre cada duas horas aulas. Várias disciplinas básicas e profissionalizantes com
carga horária de 80 horas por semestre são oferecidas em duas modalidades, teóricas e
prática.
A Matriz Curricular é oferecida em 10 semestres e, está estruturada em núcleos,
um de Disciplinas Básicas, um de Disciplinas Profissionalizantes e um de Disciplinas
Profissionalizantes e Profissionalizantes Específicas, que compreendem os estágios
supervisionados
obrigatório,
trabalhos
de
conclusão
de
curso
e,
dois
núcleos
denominados flexíveis, um de atividades complementares e o outro de integração
profissional, os quais compreendem atividades diversas com caráter específico ou geral,
que tenham como objetivo complementar a formação do aluno.
O ordenamento curricular das disciplinas e a sequencia proposta para o curso estão
apresentadas no Quadro 3.1.1-1. Esta distribuição de disciplinas segue uma lógica de
modo que os conceitos adquiridos nas mesmas sejam complementares, dentro de cada
eixo de conhecimento proposto no curso, proporcionando assim uma formação mais
sólida.
Quadro 3.1.1-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de
Jaguariúna – FAJ
DISCIPLINAS
1º Semestre
01. Matemática para Engenharia I
02.
03.
04.
05.
CARGA HORÁRIA
Teoria Prática Total
80
80
Física para Engenharia I
Sociedade, Ambiente e Engenharia Ambiental
Desenho Técnico I
Informática I
40
80
80
06. Comunicação Empresarial
07. Atividades Complementares I
40
40
80
80
80
40
20
100
40
20
420
40
TOTAL
320
27
Projeto Pedagógico
Continuação - Quadro 3.1.1-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da
Faculdade de Jaguariúna – FAJ
2º Semestre
08. Matemática para Engenharia II
09. Física para Engenharia II
10.
11.
12.
13.
14.
Teoria
80
40
Biologia
Ferramentas Computacionais para Desenho
Fenômenos de Transporte
Química Geral
Atividades Complementares II
40
40
40
TOTAL
40
40
40
40
20
80
40
40
80
20
40
18. Química Tecnológica
40
40
80
19. Topografia
20. Atividades Complementares III
40
40
20
140
80
20
420
Prática
Total
80
80
80
80
TOTAL
280
4º Semestre
21. Matemática para Engenharia IV
22. Química Industrial
23. Geologia e Solos
24. Hidráulica
Teoria
80
40
40
40
25. Estatística II
26. Atividades Complementares IV
27. Integração Profissional I
80
TOTAL
5º Semestre
280
Teoria
28.
29.
30.
31.
Meteorologia e Climatologia
Hidrologia
Introdução a Ecologia
Manejo de Solos
80
40
80
40
32.
33.
34.
35.
Resistência dos Materiais
Eletricidade Aplicada
Atividades Complementares V
Integração Profissional II
80
40
TOTAL
6º Semestre
36. Ecologia de Populações e Comunidades
37. Introdução a Geociências
38. Estruturação e Planejamento de Projetos
39. Economia
40.
41.
42.
43.
360
Teoria
40
40
40
40
Ecologia de Ecossistemas
Sociologia Ambiental
Materiais e suas Propriedades
Integração Profissional III
40
40
40
TOTAL
280
180
Prática
Total
80
80
420
Total
80
80
80
3º Semestre
15. Matemática para Engenharia III
16. Estatística I
17. Física para Engenharia III
240
Teoria
80
80
40
Prática
40
40
40
20
20
160
Prática
40
20
20
80
80
20
20
440
Total
80
80
80
40
80
40
20
20
440
Prática
40
40
Total
80
80
40
40
40
80
40
40
20
420
20
140
28
Projeto Pedagógico
Continuação - Quadro 3.1.1-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da
Faculdade de Jaguariúna – FAJ
7º Semestre
44. Microbiologia
45. Economia Ambiental
46.
47.
48.
49.
50.
Teoria
40
80
Aplicações Ambientais de Sistemas de Informação Geográfica
Metodologia da Pesquisa Cientifica
Saneamento Ambiental
Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais
Comunicação e Relacionamento Interpessoal
TOTAL
8º Semestre
51. Projetos de Engenharia
52. Gestão Ambiental
52. Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos
54.
55.
56.
57.
Agricultura e Meio Ambiente
Qualidade Ambiental
Direito Ambiental
Estágio Supervisionado I
40
40
40
40
40
320
Teoria
40
80
40
40
40
80
Prática
40
9º Semestre
58.Recuperação de Áreas Degradadas
59. Planejamento Ambiental Territorial e Urbano
60. Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental
Teoria
40
40
40
Legislação e Licenciamento Ambiental
Projetos de Sistemas Sanitários
Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos
Política Ambiental e seus Instrumentos
Estágio Supervisionado II
40
40
40
40
TOTAL
10º Semestre
67. Gestão de Bacias Hidrográficas
68. Contabilidade Ambiental
280
Teoria
40
40
69. Auditoria Ambiental
70.*Optativas
71. Energia e Meio Ambiente
72. Métodos de Educação Ambiental
73. Propriedade Industrial e Intelectual
40
40
80
40
40
74. Segurança do Trabalho
75. Trabalho de Conclusão de Curso II
40
TOTAL
TOTAL GERAL
360
3040
40
40
80
80
40
40
80
160
40
40
80
80
480
Prática
40
40
40
80
66. Trabalho de Conclusão de Curso I
Total
40
80
400
Total
80
80
80
40
40
80
320
61.
62.
63.
64.
65.
Prática
40
240
Prática
40
Total
40
80
40
40
80
80
40
80
40
520
Total
80
40
40
40
80
40
40
40
80
1360
40
40
440
4400
* Optativa I: Gestão Empreendedora
* Optativa II: Libras
29
Projeto Pedagógico
No Quadro 3.1.1-2 está representado um resumo da distribuição da carga horária
do curso de Engenharia Ambiental da FAJ.
Quadro 3.1.1-2. Resumo da distribuição da carga horária
Número de disciplina
75
Carga Horária total
4.400 horas
Carga horária teórica
3.040 horas
Carga Horária prática
1.360 horas
Disciplinas optativas
40 horas
Atividades complementares
100 horas
Integração Profissional
60 horas
Estágio obrigatório
160 horas
Trabalho de Conclusão de Curso
80 horas
O Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL DA FAJ está estruturado em 3 núcleos
denominados
como
Núcleo
Básico,
Núcleo
Profissionalizante
(Específico
e
Optativo) e Núcleo Flexível, descritos a seguir:
A - Núcleo Básico
De acordo com o artigo 6o da Res. CNE/CES Nº11/2002 o “Núcleo de Conteúdos
Básicos” deve abranger cerca de trinta por cento (30%) da carga horária mínima para
formação do profissional em Engenharia (Parecer CNE/CES Nº100/02).
O Núcleo Básico está estruturado em uma carga horária de 1.440 (um mil
quatrocentos e quarenta) horas. As disciplinas estão distribuídas por semestres com
conteúdos baseados nas definições apresentadas na Res. No11/02 da Câmara de
Educação Superior e na Portaria No1693/94 da Secretaria de Ensino Superior do
Ministério da Educação. Com a formação dada no núcleo de Disciplinas Básicas (Quadro
3.1.1-3) com um total de 32,73%, espera-se que o discente acumule conhecimentos
necessários para a compreensão dos fenômenos físico, químico, social e legal, exigidos
para
permitir
um
bom
desempenho
do
aprendizado
das
disciplinas
do
núcleo
profissionalizante. Portanto, os docentes destas disciplinas devem ser capazes de realizar
associações dos conceitos fundamentais da ciência com os aspectos práticos do exercício
profissional da engenharia ambiental. Este esforço por parte do professor, em mostrar
30
Projeto Pedagógico
desde cedo as aplicações dos conceitos básicos, é imprescindível, pois aumenta o
estímulo do aluno para o aprendizado.
Quadro 3.1.1-3. “Núcleo Básico” de disciplina do Curso de Engenharia Ambiental de
acordo artigo 6o da Resolução CNE/CES Nº 11/2002, parecer CNE/CES Nº 100/02)
Núcleo
Núcleo Básico
Disciplina
C. Horária
Estatística I
80
Estatística II
80
Matemática para Engenharia I
80
Matemática para Engenharia II
80
Matemática para Engenharia III
80
Matemática para Engenharia IV
80
Física para Engenharia I (Teoria e Lab.)
80
Física para Engenharia II (Teoria e Lab.)
80
Física para Engenharia III (Teoria e Lab.)
80
Química Geral (Teoria e Lab.)
80
Química Tecnológica (Teoria e Lab.)
80
Química Industrial (Teoria e Lab.)
80
Fenômenos de Transporte
40
Informática
40
Desenho I
80
Comunicação Empresarial
40
Comunicação e Relac. Interpessoal
40
Metodologia de Pesq. Científica
40
Economia
40
Sociedade, Amb. e Engenharia Ambiental
80
Resistência dos Materiais
80
C. H. Total
32,73 %
Total 1440
B - Núcleo Profissionalizante
O “Núcleo Profissionalizante” (Quadro 3.1.1-4) do curso com 46 disciplinas com
carga horária total de 2800 (dois mil e oitocentos) horas, obrigatórias e eletivas. As
disciplinas são distribuídas por semestres, e os conteúdos são baseados nas definições
31
Projeto Pedagógico
apresentadas na Res. No11/02 da Câmara de Educação Superior e na Portaria No
1693/94 da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação.
Quadro 3.1.1-4. “Núcleo Profissionalizante” de disciplinas do Curso de Engenharia
Ambiental de acordo artigo 6o da Res. CNE/CES Nº 11/2002, parecer CNE/CES Nº
100/02)
Núcleo
Disciplinas
Carga
C. H. Total (%)
Horária
Núcleo
Profissionali
zante
Agricultura e Meio Ambiente
Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental
Aplicação Amb. de SIG (Teoria e Lab.)
Auditoria Ambiental
Biologia (Teoria e Lab.)
Contabilidade Ambiental
Direito Ambiental
Ecol. de Pop. e Comunidades (Teoria e Lab.)
Ecologia de Ecossistema (Teoria e Lab.)
Economia Ambiental
Eletricidade Aplicada
Energia e Meio Ambiente
Estágios Supervisionado I e II
Estruturação e Planejamento de Projetos
Ferramentas Comput. para Desenho
Geologia e Solos (Teoria e Lab.)
Gestão Ambiental
Optativa
Gestão de Bacias Hidrog. (Teoria e Lab.)
Hidráulica (Teoria e Lab.)
Hidrologia (Teoria e Lab.)
Introdução a Ecologia
Introdução a Geociências (Teoria e Lab.)
Legislação e Licenciamento Ambiental
Manejo de Solos
Materiais e suas Propriedades
Meteorologia e Climatologia
Métodos de Aval. de Imp. Amb. (Teoria e Lab.)
Métodos de Educação Ambiental
Microbiologia
Planej. Amb. Territ. e Urbano (Teoria e Lab.)
Política Ambiental e seus Instrumentos
Proj. de Sist. Sanitários (Teoria e Lab.)
Projetos de Engenharia (Teoria e Lab.)
Propriedade Industrial e Intelectual
Qualidade Ambiental
Recuperação de Áreas Degradadas
Saneamento Ambiental
Segurança do Trabalho
Sociologia Ambiental
Topografia (Teoria e Lab.)
Trabalho de Conclusão de Curso I e II
Trat. de Águas e Efl. Líquidos (Teoria e Lab.)
Trat. de Res. Sol. e Efl. Gasosos (Teoria e Lab.)
Total
40
40
40
40
80
40
80
80
80
80
40
80
160
40
40
80
80
40
80
80
80
80
80
40
40
40
80
80
40
40
80
40
80
80
40
40
40
80
40
40
80
80
80
80
63,64
2800
32
Projeto Pedagógico
Com formação dada no núcleo de disciplinas “Profissionalizantes” com um total
de 63,64 %, espera-se que o discente acumule os conhecimentos imprescindíveis para a
construção de soluções de problemas reais de ENGENHARIA AMBIENTAL. Além disto,
aluno deverá adquirir espírito científico, tornando-o de capaz de propor, desenvolver e
aplicar tecnologias inovadoras, solucionando deste modo, os problemas ambientais. O
graduando, ainda deverá ser capaz de reconhecer que os temas ambientais são
essencialmente interdisciplinares, os quais exigem uma visão holística e capacidade de
iteração com profissionais das mais diversas áreas do conhecimento.
No entanto, o Núcleo Profissionalizante de acordo com o parágrafo 3o do artigo
6o da Resolução CNE/CES 11/2002, mantendo a proposta de formação generalista para o
egresso, está subdividido núcleos de disciplinas. O primeiro Núcleo se Disciplinas, deve
ser formado por ”um subconjunto de tópicos coerente a ser definido pela IES”, a
partir de 53 opções apresentadas de modo a prover a formação profissional do
Engenheiro Ambiental, atendendo aos 15% de carga horária mínima determinada, onde,
inconsistentemente,
coexistem
tópicos
de
abrangência
ampla
com
tópicos
de
abrangência específica.
Assim, a estrutura geral do curso de Engenharia Ambiental da FAJ, com base no
perfil do profissional a ser formado, se orientou pelos seguintes tópicos:
I. Algoritmos e Estruturas de Dados;
III. Ciência dos Materiais;
VII - Fenômenos de Transporte;
VIII. Construção civil;
IX. Conversão de Energia;
XIII. Ergonomia e segurança do trabalho;
XVI. Geoprocessamento;
XVII. Geotecnia;
XIX. Gestão Ambiental;
XX. Gestão Econômica;
XXII. Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico;
XXX. Microbiologia;
XXXII. Mineralogia e Tratamento de Minérios; e
LII. Topografia e Geodésia.
33
Projeto Pedagógico
Estes tópicos atendem as seguintes disciplinas apresentadas na Quadro 3.1.1-5.
Quadro 3.1.1-5. Relação entre tópicos do artigo 6o da Resolução CNE/CES No 11/2002 e
disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes do curso de Engenharia Ambiental
da FAJ
Tópicos
Disciplinas
C. Horária
I. Algoritmos e Estruturas de Dados
Informática I
40
III. Ciência dos Materiais;
Mat. e suas Propriedades
40
VII - Fenômenos de Transporte;
Fenômenos de Transporte
40
VIII. Construção civil
Ferramentas Comp. p/
40
C. H. Total
Desenho
XIII. Ergonomia e Segurança do
Segurança do Trabalho
40
Trabalho
18,18 %
IX. Conversão de Energia
Eletricidade Aplicada
40
XVI. Geoprocessamento
Aplicações Amb. e Sist. de
40
Inf. Geográfica
XVII. Geotecnia
Geologia dos solos
80
XIX. Gestão Ambiental,
Gestão Ambiental
80
XX. Gestão Econômica
Economia Ambiental
80
XXII. Hidráulica, Hidrologia Aplicada
Hidráulica
80
Hidrologia
80
XXX. Microbiologia
Microbiologia
40
LII. Topografia e geodésia
Topografia
80
e Saneamento Básico
Ainda, em conformidade com o artigo 6o da Resolução CNE/CES No 11/2002,
parágrafo 4º, mantendo a proposta de formação generalista para o egresso, o segundo
núcleo de disciplinas profissionalizantes são destinadas a aprofundar o conhecimento em
disciplinas
características
da
Engenharia
Ambiental,
sendo
contemplado
com
as
disciplinas inseridas no Quadro 3.1.1-6.
34
Projeto Pedagógico
Quadro 3.1.1-6: Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Específicos na
área de Engenharia Ambiental
Áreas
(A)
Recurso
s Naturais
Disciplinas
C. H.
Energia e Meio Ambiente
80
80
80
80
80
40
80
40
80
80
(B)
Saneamento
Básico
Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos (Teoria e Lab.)
Tratamento de Res. Sólidos e Efl. Gasosos (Teoria e Lab.)
Saneamento Ambiental
Projetos de Sistemas Sanitários (Teoria e Lab.)
80
80
80
80
(C) Educação
Ambiental
Métodos de Educação Ambiental
Sociologia Ambiental
40
40
(D)
Planejamento
Ambiental
Planejamento Ambiental Territorial e Urbano
Legislação e Licenciamento Ambiental
Política Ambiental e seus Instrumentos
Direto Ambiental
Auditoria Ambiental
Estruturação e Planejamento de Projetos
Projetos de Engenharia (Teoria e Lab.)
Contabilidade Ambiental
Propriedade Industrial e Intelectual
Gestão de Bacias Hidrográficas (Teoria e Lab.)
Optativa
80
40
40
80
40
40
80
40
40
80
40
(E) Impactos
Ambientais
Mét. de Avaliação de Impactos Ambientais (Teoria e Lab.)
Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental
Qualidade Ambiental
80
40
40
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Trabalho de Conclusão de Curso I
Trabalho de Conclusão de Curso I
80
80
40
40
A, B, C, D e E
No
Núcleo
Introdução a Ecologia
Introdução a Geociências (Teoria e Lab.)
Biologia (Teoria e Lab.)
Ecologia de Populações e Comunidades (Teoria e Lab.)
Ecologia de Ecossistema
Manejo de Solos
Meteorologia e Climatologia
Agricultura e Meio Ambiente
Recuperação de Áreas Degradadas
profissionalizante
estão
inseridas
as
disciplinas
de
Estágio
Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso, descritos a seguir:
Estágio Supervisionado: A disciplina de estágio está amparada pela Lei Federal
No 6.494 de 07 de dezembro de 1977, e no Decreto No 87.497, de 18 de agosto de 1982
e pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, Lei no 9394/96.
35
Projeto Pedagógico
De acordo com o § 2º o estágio somente poderá verificar-se em unidades que
tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação do
estagiário, devendo o aluno estar em condições de realizar o estágio, segundo o disposto
na regulamentação da presente Lei. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE
MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94).
Sendo assim, o estágio é obrigatório e faz parte da matriz curricular do curso de
Engenharia de Ambiental, considerando que o aluno esteja apto a realizar o estágio
supervisionado quando estiver regularmente matriculado nos quatro últimos semestres
do curso. O estagiário exerce suas atividades em uma empresa do ramo de Engenharia
Ambiental em concordância com a Lei supracitada, orientado por um profissional da
empresa e supervisionado pelo professor, designado como coordenador de estágio.
No Estágio Extra-Curricular, o aluno não recebe a supervisão direta de um
professor supervisor da instituição e não há restrições quanto à série de matrícula.
Entretanto, o estágio somente pode ser exercido em empresas que tenham convênio
firmado com a FAJ. No final do estágio o aluno deve entregar um relatório de atividades
semestral, com anuência do orientador externo. As horas trabalhadas no estágio extra
curricular são computadas nas atividades extra curriculares.
A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio
Supervisionado é de 160 horas e está divido em dois momentos:
Estágio Supervisionado I: As atividades são desenvolvidas em tema pertinente
ao Curso de Engenharia Ambiental na forma de pesquisa bibliográfica e prática
(Laboratório/Campo),
com
acompanhamento,
tanto
pelo
professor
do
Curso
de
Engenharia Ambiental, designado especificamente para esta função, como também pelo
funcionário/pesquisador/professor da Instituição concedente do estágio. Ao final desta
etapa, o aluno apresenta um relatório ao coordenador de estágios supervisionados, com
a descrição das atividades desenvolvidas.
Estágio
Supervisionado
II:
As
atividades,
nesta
etapa,
devem
ser
de
aprofundamento no assunto abordado na etapa inicial (Estágio Supervisionado I), com
análise crítica de resultados obtidos e avanço na obtenção de novos resultados previstos.
Ao final desta etapa, com o cumprimento total das 160 horas, o estudante elabora um
relatório em formato técnico, nos moldes do Trabalho de Conclusão de Curso, cujo
conteúdo deve contemplar a descrição de fenômenos observados junto às disciplinas até
então já cursadas. Neste mesmo relatório, o aluno deve apontar soluções factíveis ou
propostas em face da observação/investigação desenvolvida.
Cabe ressaltar
que o aluno pode realizar os estágios supervisionados I e II no
mesmo semestre, desde que autorizado pela coordenação.
36
Projeto Pedagógico
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC: O TCC pode ser feito individualmente ou
em grupos de até 03 alunos conforme normas institucionais, sob a orientação de um
professor responsável. Ele é realizado nos dois últimos semestres do curso e,
obrigatoriamente, passa por apresentação e avaliação pública no Encontro de Iniciação
Científica da unidade (ENIC). A aprovação no TCC é condição sine qua non para
conclusão do curso. O TTC é uma exigência curricular na formação acadêmica e
profissional dos alunos está dividida em duas partes:
TCC I: consiste na elaboração de um projeto de pesquisa sobre tema livre
relacionado ao curso de graduação sob a orientação de um professor especialista na área
do projeto.
TCC II: é o desenvolvimento do projeto de pesquisa elaborado no TCCI, o qual é
sistematizado e exposto com rigor científico que resulte de um esforço de síntese,
articulando conhecimentos teóricos adquiridos no decorrer do curso, aprendizados da
investigação científica e reflexões acerca do tema escolhido.
A interação teoria-prática é estimulada desde o início do Curso com aulas
práticas de laboratório e de campo, que visa oportunizar ao estudante diferentes espaços
de aprendizado na comunidade. A relação professor-aluno nas aulas de laboratório é de
acordo com a capacidade dos laboratórios.
Além
dessas
disciplinas,
o
curso
ainda
está
estruturado
em
disciplinas
Profissionalizantes Específicas, inseridas na matriz curricular como optativas, que estão
previstas para ser cursadas no décimo semestre, podendo o discente, antecipá-las desde
que tenha disponibilidade no horário. Fica facultado ao aluno escolher entre as duas
disciplinas com carga horária de 40 horas (Quadro 3.1.1-7).
Quadro 3.1.1-7. Disciplinas do núcleo profissionalizante específico optativa da área de
Engenharia Ambiental
Áreas
Disciplinas
Carga Horária
Optativa I
Gestão Empreendedora
40
Optativa II
Libras
40
C - Núcleo Flexível
O “Núcleo Flexível” (Quadro 3.1.1-8) do Curso de Engenharia Ambiental é
constituído por Atividades Complementares (I, II, III, IV e V), juntamente com as de
Integração Profissional (I, II e III), que apresenta uma carga horária total de 160 (cento
37
Projeto Pedagógico
e sessenta) horas, que corresponde a 3,64% da carga horária total. Tais atividades
desenvolvidas
têm
como
objetivo,
complementar
à
educação
do
aluno,
tanto
profissionalmente, quanto no aspecto de cidadania e, estas devem estar relacionadas ao
Ensino,
Pesquisa,
Extensão,
Representação
Estudantil,
dentre
outras.
Integração
Profissional é uma disciplina que compõem o currículo do curso e possui caráter
transdisciplinar, que visa integrar o aprendizado teórico-prático e aproximar o aluno com
o mundo do trabalho. Tais disciplinas são conduzidas sob a orientação de um professor
designado pelo NDE.
Quadro 3.1.1-8. “Núcleo Flexível” de disciplinas do Curso de Engenharia Ambiental de
acordo artigo 6o da Resolução CNE/CES Nº 11/2002, parecer CNE/CES Nº 100/02)
Núcleo
Tópicos
Atividades
Complementares
Núcleo
Flexível
Integração
profissional
Disciplinas
C.H
Atividades Complementares I
20
Atividades Complementares II
20
Atividades Complementares III
20
Atividades Complementares IV
20
Atividades Complementares V
20
Integração profissional I
20
Integração profissional II
20
Integração profissional III
20
Total
C. H. Total
3,63 %
160
As atividades são ofertadas continuamente durante o curso, porém sempre
objetivando proporcionar ao discente o maior número possível de atividades, como as
descritas na Quadro 3.1.1-9. A carga horária não pode ser preenchida com um único tipo
de atividade, conforme determinado pelo Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental.
Tabela 3.1.1-9. Atividades complementares
a) Disciplinas de outros cursos da FAJ;
b) Programa de monitoria;
c) Programa de Iniciação Científica (PIC);
d) Estágios não obrigatórios;
f) Seminários, Congressos e Encontros;
g) Programas de Extensão Universitária;
38
Projeto Pedagógico
h) Representação Discente nos diversos níveis de administração da FAJ;
i) Outras atividades desde que sejam regulamentadas pelo Colegiado do Curso de
Engenharia Ambiental;
j) Programa de tutoria coordenado pelo Colegiado do Curso.
As Atividades Complementares consistem no desenvolvimento de atividades
que, literalmente, complementam a formação do aluno, e comportam como uma
disciplina de caráter multidisciplinar, relacionada com as áreas de formação do curso.
Essas atividades devem organizadas pela coordenação do curso ou por docentes,
podendo também ser de livre escolha do aluno, desde que previamente acordado com a
coordenação ou professor por ele designado. As Atividades devem ter coerência e
aderência ao curso de Engenharia Ambiental, já que são enriquecedoras do perfil
desejado do formando, possibilitando o reconhecimento, por meio de avaliações, das
habilidades, conhecimentos e competências do aluno fora do ambiente de sala de aula ou
escolar.
A composição das horas relacionadas à disciplina Atividades Complementares deve
seguir os critérios e os procedimentos definidos pelo Conselho Pedagógico da FAJ,
podendo ser consideradas atividades tais como: Projetos de Pesquisa ou de Extensão;
Monitoria;
Iniciação
Científica
ou
Iniciação
à
Docência;
Seminários,
Simpósios,
Congressos, Conferências e Cursos em áreas afins; Ciclos de Estudo; Visitas técnicas;
Evento Cultural ou Técnico, Oficinas; Publicações.
No que concerne as atividades complementares, o aluno deve completar uma carga
horária de 100 horas, para que se considere o cumprimento total das atividades
complementares. Dentro de cada atividade devidamente apresentada para o Núcleo de
Pesquisa (mediante entrega e aprovação de documentação que comprove tais atos)
pode-se atribuir ao aluno no máximo 30% da carga horária total correspondente a estas
horas-atividades. Exemplo: Caso o aluno comprove 100 horas de Curso em Língua
Estrangeira, utiliza-se em no máximo 30 horas (equivalente a 30% da carga horária
total).
A Circular Normativa CN-DA 04 regulamenta o processo de aproveitamento das
atividades complementares, que foi redigida em concordância as Diretrizes Curriculares
dos Cursos de Graduação. A Tabela 3.1.1-1 refere-se às atividades complementares do
curso de Ambiental e suas respectivas pontuações.
39
Projeto Pedagógico
Tabela 3.1.1-1. Tabela de convalidação de Atividades Complementares
Atividades
Documentos para
Aproveitamento**
convalidação*
Iniciação Científica desenvolvida
Cópia do Certificado de
na unidade
participação no PIC
Visitas Técnicas
Relatório da VT e cópia do
10 créditos/semestre
Máx. 10 horas/evento
Projeto
Cursos de Extensão Universitária
Cópia do Certificado de
4h = 1 créd. Máx. 20
participação
créd./semestre
Cópia do Certificado de
4h = 1 créd. Máx. 20
participação
créd/semestre
Participação em Semana ou Ciclo
Cópia do Certificado de
1 a 40 horas/evento
de Estudos
participação
Participação em Palestras
Cópia do Certificado de
1h = 1 créd. Máx. 20
participação no evento
créd./semestre
Participação, Seminários,
Cópia do Certificado de
Máx. 20 créd./semestre
Congressos na área do curso ou
participação no evento
Curso de Língua Estrangeira
na área de Engenharia
Apresentação de Palestras e
Cópia do Certificado de
Conferências
participação no evento
Desenvolvimento de Projetos em
Cópia do Projeto e do Relatório
outras áreas
Final deste com assinatura do
Máx. 20 créd./semestre
Máx. 20 créd./semestre
responsável
Desenvolvimento de sistemas
Cópia do Projeto e do Relatório
Máx. 20 créd./semestre
Final deste com assinatura do
responsável
*As cópias devem ser apresentadas ao Coordenador do Curso ou ao Professor responsável junto com o original.
**Aproveitamento de horas por semestre.
Com a formação dada nas Atividades Complementares e Integração Profissional
espera-se que o aluno seja capaz de aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos na
prática profissional, tornando-se um meio facilitador de inserção do aluno no mercado de
trabalho, no mundo científico, nas relações de trabalho, em ações de atendimento as
necessidades sociais, contribuindo desta forma para o amadurecimento profissional.
40
Projeto Pedagógico
O Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL da FAJ tem em sua matriz de disciplinas que
contemplam atividades e práticas de laboratório, e para isso o curso conta com o apoio
de alguns laboratórios já instalados e, em funcionamento no Campus II.
Os alunos do Curso de Engenharia Ambiental também contam com o apoio de
outras instalações e equipamentos de uso comum dos cursos de Engenharias e dos
cursos da área da saúde localizados no Campus II:
§
Biblioteca Central;
§
Sala de estudo localizada na Unidade de Tecnologia;
§
Cantina;
§
Quadra de esportes;
§
Áreas de convivência.
3.1.2. MATRIZ CURRICULAR RE-ESTRUTURADA (INGRESSO A PARTIR DE 2010)
A matriz curricular do curso de Engenharia Ambiental da FAJ foi re-estruturada
através de discussões realizadas no NDE (Núcleo Docente Estruturante) em 14 de junho
de 2011.
As modificações realizadas na carga horária de algumas disciplinas da matriz
curricular foram resultantes de uma análise da estrutura de laboratórios oferecidas pela
Instituição. Após essa análise, concluiu-se que disciplinas que estavam sendo oferecidas
somente na categoria teórica poderiam ser oferecidas também na prática, em
atendimento às expectativas descritas no perfil de egresso do Curso de ENGENHARIA
AMBIENTAL. Além disso, a inversão na posição de algumas disciplinas na matriz
curricular foram realizadas de forma à oferecer conhecimentos sequenciais, que dão
suporte científico, tanto na teoria, quanto na prática para a realização dos Trabalhos de
Conclusão de Curso I e II (TCC I e TCC II).
Esta matriz teve seu início a partir de agosto de 2011 e, para alunos ingressantes
em janeiro de 2010, pois as alterações ocorrem somente a partir do 4º semestre, como
descritas a seguir:
§
Redução da carga horária de Estatística de 160 horas [Estatística I e Estatística
II, 80 horas cada e, oferecidas no 3º e 4º semestres, respectivamente], para
80 horas com a de Estatística e oferecida no 3o semestre.
§
Remanejamento da disciplina Comunicação e Relacionamento Interpessoal do
7º semestre para o 4º semestre;
41
Projeto Pedagógico
§
Remanejamento da disciplina Eletricidade Aplicada do 5º semestre para o 4º
semestre;
§
Aumento da carga horária da disciplina de Manejo de Solos do 5º semestre de
40 para 80 horas;
§
Aumento da carga horária da disciplina de microbiologia do 7º semestre de 40
para 80 horas;
§
Inversão das disciplinas Elaboração e Planejamento de Projetos e Metodologia
da
Pesquisa
Científica
oferecidas
nos
semestres
6º
e
7º
semestres,
respectivamente;
§
Aumento da carga horária da disciplina Aplicações Ambientais de Sistemas de
Informação Geográfica de 40 para 80 horas (40 horas – teórica e 40 horas –
prática), em detrimento de 40 horas da disciplina Economia Ambiental.
A Matriz Curricular – 2010 do curso de Engenharia Ambiental está apresentada no
Quadro 3.1.2-1.
Quadro 3.1.2-1. Matriz Curricular - 2010 do Curso de Engenharia Ambiental Faculdade de
Jaguariúna – FAJ
DISCIPLINAS
CARGA HORÁRIA
Teoria Prática Total
1º Semestre
01.
02.
03.
04.
Matemática para Engenharia I
Física para Engenharia I
Sociedade, Ambiente e Engenharia Ambiental
Desenho Técnico I
80
40
80
80
05. Informática I
06. Comunicação Empresarial
07. Atividades Complementares I
40
40
TOTAL
2º Semestre
08.
09.
10.
11.
12.
40
Matemática para Engenharia II
Física para Engenharia II
Biologia
Ferramentas Computacionais para Desenho
Fenômenos de Transporte
320
Teoria
80
40
40
20
100
Prática
40
TOTAL
240
40
40
20
420
Total
40
40
40
80
80
80
40
40
40
20
180
80
20
420
40
13. Química Geral
14. Atividades Complementares II
80
80
80
80
42
Projeto Pedagógico
Continuação - Quadro 3.1.2-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da
Faculdade de Jaguariúna – FAJ
3º Semestre
15. Matemática para Engenharia III
16. Estatística
Teoria
80
80
Prática
Total
80
80
17. Física para Engenharia III
18. Química Tecnológica
40
40
40
40
80
80
19. Topografia
20. Atividades Complementares III
40
40
20
80
20
280
Teoria
80
40
40
140
Prática
420
Total
80
80
80
40
40
40
40
TOTAL
4º Semestre
21. Matemática para Engenharia IV
22. Química Industrial
23. Geologia e Solos
24.
25.
26.
27.
28.
Hidráulica
Comunicação e Relacionamento Interpessoal
Eletricidade Aplicada
Atividades Complementares IV
Integração Profissional I
20
20
TOTAL
5º Semestre
29. Meteorologia e Climatologia
30. Hidrologia
31. Introdução a Ecologia
32.
33.
34.
35.
Manejo de Solos
Resistência dos Materiais
Atividades Complementares V
Integração Profissional II
280
Teoria
80
40
80
40
80
TOTAL
6º Semestre
36. Ecologia de Populações e Comunidades
37. Introdução a Geociências
38. Metodologia da Pesquisa Cientifica
39.
40.
41.
42.
43.
40
40
320
Teoria
40
40
40
Economia
Ecologia de Ecossistemas
Sociologia Ambiental
Materiais e suas Propriedades
Integração Profissional III
40
40
40
40
160
Prática
40
40
20
20
120
Prática
40
40
40
20
TOTAL
7º Semestre
44. Microbiologia
45. Economia Ambiental
46. Aplicações Ambientais de Sistemas de Informação Geográfica
47. Estruturação e Planejamento de Projetos
48. Saneamento Ambiental
49. Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais
TOTAL
280
Teoria
40
40
40
40
40
40
240
140
Prática
40
40
40
40
160
80
40
40
20
20
440
Total
80
80
80
80
80
20
20
440
Total
80
80
40
40
80
40
40
20
420
Total
80
40
80
40
80
80
400
43
Projeto Pedagógico
Continuação - Quadro 3.2-1. Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da
Faculdade de Jaguariúna – FAJ
8º Semestre
Teoria
Prática
Total
50. Projetos de Engenharia
51. Gestão Ambiental
40
80
40
80
80
52. Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos
40
40
80
53. Agricultura e Meio Ambiente
40
40
54. Qualidade Ambiental
40
40
55. Direito Ambiental
80
56. Estágio Supervisionado I
TOTAL
9º Semestre
57. Recuperação de Áreas Degradadas
58. Planejamento Ambiental Territorial e Urbano
69. Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental
60. Legislação e Licenciamento Ambiental
61.
63.
63.
64.
65.
80
80
320
Teoria
40
40
40
40
Projetos de Sistemas Sanitários
Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos
Política Ambiental e seus Instrumentos
Estágio Supervisionado II
Trabalho de Conclusão de Curso I
40
40
40
160
Prática
40
40
40
80
40
TOTAL
10º Semestre
66. Gestão de Bacias Hidrográficas
67. Contabilidade Ambiental
68. Auditoria Ambiental
280
Teoria
40
40
40
69.*Optativas
70. Energia e Meio Ambiente
71. Métodos de Educação Ambiental
72. Propriedade Industrial e Intelectual
40
80
40
40
73. Segurança do Trabalho
74. Trabalho de Conclusão de Curso II
40
TOTAL
TOTAL GERAL
360
2920
240
Prática
40
80
480
Total
40
80
40
40
80
80
40
80
40
520
Total
80
40
40
40
80
40
40
40
80
1480
40
40
440
4400
* Optativa I: Gestão Empreendedora
* Optativa II: Libras
Com a re-estruturação da matriz curricular, o curso está estruturado com 74
disciplinas, com um aumento de 120 horas de aulas práticas, porém a carga horária total
não foi alterada, como mostrado no Quadro 3.1.2-2.
44
Projeto Pedagógico
Quadro 3.1.2-2. Resumo da distribuição da carga horária
Número de disciplina
74
Carga Horária total
4.400 horas
Carga horária teórica
2920 horas
Carga Horária prática
1.480 horas
Disciplinas optativas
40 horas
Atividades complementares
100 horas
Integração Profissional
60 horas
Estágio obrigatório
160 horas
Trabalho de Conclusão de Curso
80 horas
4. EMENTÁRIO/REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
As ementas, assim como as bibliografias das 74 disciplinas da matriz curricular –
2010 estão apresentadas a seguir:
1º Semestre
1. Disciplina: Matemática para Engenharia I.
CH teórica: 80 h. CH Prática: 00 CH Total: 80 h.
Ementa: A Disciplina de Matemática para Engenharia I abordará num primeiro momento
os conceitos de Números Reais, Conjuntos e Intervalos Numéricos e Noções de Plano
Cartesiano. Preparando o aluno para o estudo de Funções de uma variável, Limites e
Continuidade de funções e suas Aplicações. Finalizando com o estudo das Derivadas e
seus conceitos (regra do quociente, produto, cadeia e derivadas de funções polinomiais,
trigonométricas e exponenciais).Vetores e álgebra vetorial. Matrizes. Sistemas de
Equações Lineares. Funções de uma variável real. Limites. Continuidade.
Bibliografia Básica
1. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994.
685p. v1. 516.3 L556c
2. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Makron
Books, 1995. 744p. v1. 515 S98c
3. PIOVESANA, C. I.; et al. Matemática básica. Itatiba: Berto, 2009. 250p.
P734m
510.
Bibliografia Complementar
45
Projeto Pedagógico
1. STEWART, J. Cálculo. 4.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 577p. v1.
515 S871c
2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação,
integração. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992. 617p. 515 F628c
3. HUGHES-HALLETT, D.; et al. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2004. 509p. 515 F148c
4. BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson, 2006. v1. 380p.
515 B777c
5. BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson, 2010. 101p.
515 V777p
6. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e aplicações I: funções reais. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2008. 604p. 510 V272c
2. Disciplina: Física para Engenharia I.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina apresenta uma proposta de estudo dos diversos aspectos e
conceitos da Mecânica com ênfase na diferenciação das grandezas físicas, apresentação e
comparação entre os sistemas de unidades, análise e aplicações do movimento retilíneo
em um plano e do movimento circular, aplicações das Leis de Newton, além da
conceituação de Trabalho e Energia, sempre com direcionamento para a área de
engenharia ambiental.
Bibliografia Básica
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
368p. v1.
530 H184f
2. TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas
termodinâmica. 4.ed. Tradução: Horacio Macedo. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 651p. v1.
530 T499f
3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de física: mecânica clássica. São Paulo:
Pioneira Thomson, 2004. 403p. v1. 531 S515p
Bibliografia Complementar
1. KELLER, F. J.; GETTYS, E. W.; SKOVE, M. J. Física. São Paulo: Makron Books, 2004.
605p. v1.
530 K38f
2. YOUNG, H.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica. Tradução: Sonia Midori Yamamoto.
12.ed. São Paulo: Pearson, 2010. v1. 403p. 531 Y68f
3. PANTANO FILHO, R.; et al. Física: atividades experimentais. 2.ed. Itatiba: Moara,
2002. 232p.
530.7 P222f
4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
339p. v2. 530 H184f
5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo.
7.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007. 380p. v3. 530 H184f
46
Projeto Pedagógico
3. Disciplina: Sociedade, Ambiente e Engenharia Ambiental.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina aborda conceitos importantes da sociedade humana
contemporânea. Os temas como cultura, valores, ética, socialização e a organização
social são abordados. A civilização ocidental e sociedade capitalista e seus modos de
produção. A ação humana, sua organização social e seus impactos na ecologia. O
surgimento dos problemas e movimentos ecológicos. Temas atuais como, Agenda 21,
sustentabilidade e impactos ambientais são também focos da disciplina e a gestão
ambiental e as atribuições do engenheiro ambiental neste contexto e sua relação com a
sociedade.
Bibliografia Básica
1. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, 2007. 318p. 628 B48i
2. TORRES, H.; COSTA, H. (Org.). População e meio ambiente: debates e desafios.
São Paulo: SENAC, 2000. 351p.
304.6 T868p
3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p.
D136p
574
Bibliografia Complementar
1. ROMEIRO. A. R. (Org.) Avaliação e contabilização de impactos ambientais.
Campinas: UNICAMP, 2004. 400p.
333.7 R664a
2. CAVALCANTI, C. (Org.) Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade
sustentável. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2003. 429p. 333.7 C486d
3. VIOLA, E. J.; et al. Meio ambiente, desenvolvimento e cidadania: desafios para as
ciências sociais. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2002. 220p. 304.2 V45m
4. QUIRINO, T. R.; ABREU, L. S de. Problemas agroambientais e perspectivas
sociológicas: uma abordagem exploratória. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente,
2000. 74p. (Embrapa Meio Ambiente. Documentos 6). 307.72 Q568p
5. CALLENBACH, E.; et al. Gerenciamento ecológico: ecomanagement. São Paulo:
Cultrix, 1993. 208p 658 C161g
4. Disciplina: Desenho Técnico I.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina apresenta as normas e convenções empregadas em desenho
técnico, segundo a ABNT. São abordadas as técnicas de construções geométricas
necessárias para a representação de sólidos no plano bidimensional. Essa representação
se dá através das perspectivas isométricas, projeções ortogonais, cortes, vistas auxiliares
etc.
47
Projeto Pedagógico
Bibliografia Básica
1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de
desenho. São Paulo: Hemus. 2004. 257p. 604.2 M18d
2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo
para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos
Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 228p. v1. 604.2 M241d
3. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2011. 475p. 604.2 S578d
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10067: Princípios gerais de
representação em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10126: Cotagem em desenho
técnico. Rio de Janeiro, 1987.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10068: Folha de desenho:
leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699: Desenho técnico:
representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e
dimensões. Rio de Janeiro, 2001.
5. PROVENZA, F. Desenhista de máquinas. São Paulo: Provenza, 1997. 488 p.
P63d
621.8
5. Disciplina: Informática I.
CH Teórica: 20 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Noção de algoritmo, dado, variável, instrução e programa.
Construções
básicas: atribuição, leitura e escrita. Estruturas de controle: sequência, seleção e
iteração. Estruturas de repetição. Tipos de dados escalares: inteiros e reais. Programação
Modular e Compiladores.
Bibliografia Básica
1. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: a construção
de algoritmos e estruturas de dados. 3.ed. São Paulo: Pearson, 2005. 218p.
005.1
F786i
2. PINTO, S. R. Treinamento em lógica de programação: desenvolva projetos de
software com mais eficiência e aprimore códigos e programas já existentes. São
Paulo: Digerati, 2009. 144p. 005.1 P731t
3. VELOSO, P.; et al. Estruturas de dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. 228p.
005.1 E85
Bibliografia Complementar
1. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento
de programação de computadores. 17.ed. São Paulo: Érica, 2005. 236p.
005.1
M252a
2. SALIBA, W. L. C. Técnicas de programação: uma abordagem estruturada. São
48
Projeto Pedagógico
Paulo: Person Education, 1993. 141p. 005.1 S16t
3. PREISS, B. R. Estruturas de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a
objetos co m java. Tradução: Elizabeth Ferreira Gouvêa. Rio de Janeiro: Campus,
2001. 566p. 005.1 P934e
4. MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C: módulo 2. São Paulo: Makron Books,
2005. 273p. 005.13C M681t
5. SCHILDT, H. Completo e total. 3.ed. rev. e atual. Tradução: Roberto Carlos Mayer.
São Paulo: Makron Books, 2005. 827p. 005.13C S36c
6. Disciplina: Comunicação Empresarial
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: A disciplina aborda comunicações empresariais, resumo, texto argumentativo,
prática de leitura e de produção de textos.
Bibliografia Básica
1. ANDRADE, M. M. de; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos
superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 217p. 469.07 A568l
2. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 20.ed. São Paulo: Ática, 2004.
95p. 080 B595t
3. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
5.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 323p. 808.0665 M439r
Bibliografia Complementar
1. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 16.ed. Petrópolis:
Vozes, 2003. 117p. 469.8 F267c
2. FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. 4.ed. São Paulo:
Ática, 2002. 416p. 469.8 F553l
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m
4. MEDEIROS, J. B. Redação empresarial. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 251p.
808.066658 M43r
5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
2º Semestre
8. Disciplina: Matemática para Engenharia II.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80h.
Ementa: Derivada e diferencial. Aplicações de derivadas. Integral. Técnicas de
49
Projeto Pedagógico
integração e aplicações. Sequências numéricas.
Bibliografia Básica
1. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994.
685p. v1. 516.3 L556c
2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação,
integração. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992. 617p. 515 F628c
3. PIOVESANA, C. I.; et al. Matemática básica. Itatiba: Berto, 2009. 250p.
P734m
510.7
Bibliografia Complementar
1. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 605p. v1.
M929c
515
2. HUGHES-HALLETT, D.; et al. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2004. 509p. 515 H148c
3. BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson, 2006. v1. 380p.
515 B777c
4. BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson, 2010. 101p.
515 B777p
5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e aplicações I: funções reais. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2008. 604p. 510 V272c
6. STEWART, J. Cálculo. 4.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 577p. v1.
515 S871c
9. Disciplina: Física para Engenharia II.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Conceitos Fundamentais em Termodinâmica; Substâncias Puras e Suas
Propriedades; Calor e Trabalho; Mecanismos de Transferência de Calor; Propriedades dos
Fluidos; Estática dos Fluidos.
Bibliografia Básica
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
339p. v2. 530 H184f
2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: fluidos, oscilações e ondas calor. 4.ed.
rev. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 314 p. v2. 530 N96c
3. PANTANO FILHO, R.; et al. Física: atividades experimentais. 2.ed. Itatiba: Moara,
2002. 232p. 530.7 P222f
Bibliografia Complementar
1. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; Fundamentos da termodinâmica. São Paulo:
Edgard Blucher, 2009. 660p. 621.4021 S685f
2. FOX, R. W; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à mecânica dos
50
Projeto Pedagógico
fluídos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 798p. 620.106 F863i
3. MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H.; Fundamentos da mecânica dos
fluidos: com CD-ROM (CD144). Tradução: Eng. Euryale de Jesus Zerbini. São Paulo:
Edgard Blücher, 2008. 571p. 620.106 M939f
4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
368p. v1. 530 H184f
5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo.
7.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007. 380p. v3. 530.07 H184f
10. Disciplina: Biologia.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina aborda os principais temas de biologia nos mais diferentes níveis
sempre sob uma ótica evolucionista. Serão discutidas as características bioquímicas das
células, as principais moléculas orgânicas e inorgânicas e os mecanismos bioquímicos
como fotossíntese, respiração aeróbia e anaeróbia. Em um nível celular enfatizaremos as
diferenças entre células procariontes e eucariontes, célula animal e vegetal, além de
características das principais organelas e da divisão celular. Discutiremos se vírus são ou
não seres vivos e as principais características dos principais grupos de seres vivos, dos
quais se destacam as bactérias, fungos, protozoários, plantas vasculares avasculares e os
dois grupos de animais (vertebrados e invertebrados).
Bibliografia Básica
1.CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p.
C987b
570.7
1. 2. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. 461p. v1. 574 S128v
2.
3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia.
8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2. 574 S128v
4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: plantas e animais. 8.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. 1252p. v3. 574 S128v
5. RAW, I.; MENNUCCI, L.; KRASILCHIK, M. A biologia e o homem. São Paulo: Edusp.
2001. 404p.
570.7 R212b
Bibliografia Complementar
1. MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K. V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na
terra. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara- Koogan, 2001. 497p. 574.012 M284c
2. AZEVEDO, J. L.; MELO, J. S. (Ed.) Ecologia microbiana. Jaguariúna: Embrapa, 1998.
486p.
576.15 M485e
3. ORR, R. T. Biologia dos vertebrados. 5.ed. São Paulo: Roca,1986. 508p.
O82b
596
4. HEISER, J. B.; JANIS, C. M.; POUGH, F. H. A vida dos vertebrados. 4.ed. São Paulo:
Atheneu, 2008. 684p. 596 P894v
51
Projeto Pedagógico
5. RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. Tradução de Ana
Paula Pimentel Costa [et al.]; Revisão técnica Antonio Salatino [et al.]. 6.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 906p.
581 R199b
11. Disciplina: Ferramentas Computacionais para Desenho.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Esta disciplina tem como objetivo apresentar os sistemas CAD e suas
aplicações.
Bibliografia Básica
1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de
desenho. São Paulo: Hemus. 2004. 257p. 604.2 M18d
2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo
para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos
Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 228p. v1. 604.2 M241d
3. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2011. 475p. 604.2 S578d
Bibliografia Complementar
1. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo
para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos
Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 277p. v2. 604.2 M241d
2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: curso completo
para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Tradução: Carlos
Antonio Lauand. São Paulo: Hemus, 2004. 262p. v3.604.2 M241d
3. PROVENZA, F. Desenhista de máquinas. São Paulo: Provenza, 1997. 488 p. 621.8
P63d
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR13272: Desenho Técnico:
elaboração das listas de itens. Rio de Janeiro, 2001.
5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699: Desenho Técnico:
representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e
dimensões. Rio de Janeiro, 2001.
12. Disciplina: Fenômenos de Transporte.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Análise de grandezas e conceitos fundamentais em Fenômenos de Transporte.
Unidades; Propriedades físicas dos Fluidos; Pressão e empuxo; Estática e dinâmica dos
fluidos; Primeira e Segunda Lei da Termodinâmica. Teorema do Transporte de Reynolds
aplicado à conservação da massa, quantidade de movimento e conservação da energia.
Análise dimensional e semelhança dinâmica. Transferência de calor por condução e
convecção.
52
Projeto Pedagógico
Bibliografia Básica
1. BRAGA FILHO, W. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: LTC,
2006. 481p. 532 B793f
2. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2005. 669p. 627 A988m
3. ROMA, W. N. L. Fenômenos de transporte para engenharia. 2.ed. São Carlos:
Rima, 2006. 276p.
532 R661f
Bibliografia Complementar
1. MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H.; Fundamentos da mecânica dos
fluidos: com CD-ROM (CD144). Tradução: Eng. Euryale de Jesus Zerbini. São Paulo:
Edgard Blücher, 2008. 571p. 620.106 M939f 14 EX CD Nº 144
2. BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2.ed. rev. São Paulo: Prentice Hall, 2009. 431p.
532 B919m
3. LIVI, C. P. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos
básicos. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 206p.
532 L762f
4. WHITE, F. M. Mecânica dos fluidos. 6.ed. Porto Alegre: McGrawHill, 2011. 880p.
532 W585m
5. BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2004. 838p.
532 B517f
13. Disciplina: Química Geral.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Curso de química geral visa contextualizar os assuntos dentro da química e/ou
dentro do cotidiano, principalmente a relação entre o conteúdo científico e a vivência do
cotidiano, conhecendo todos os metais, ametais e semi-metais através da classificação
periódica e propriedades dos elementos, suas fórmulas e equações químicas, quando das
ligações químicas e a estrutura dos átomos e propriedades das substâncias. Além das
noções de físico-química: termoquímica, equilíbrio químico e células eletroquímicas.
Minerais. Polímeros naturais e sintéticos. Também serão abordadas as práticas em
laboratório, apoiando a aprendizagem em princípios fundamentais da química mediante a
observação e interpretação de fenômenos químicos, como na preparação de reagentes,
soluções, padronização e a manipulação e segurança em Laboratório.
Bibliografia Básica
1. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas.
Rio de Janeiro: LTC, 2010. 611p. v1.
540 K88q
2. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas.
Rio de Janeiro: LTC, 2009. 1018p. v2.
540 K88q
3. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química geral. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
660p. v1.
540 B79q
53
Projeto Pedagógico
4. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química geral. 2.ed. Rio de Janeiro, 2005. 656p. v2.
540 B79q
5. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard
Blucher, 2007. 582p.
540.7 M181q
Bibliografia Complementar
1. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. 2.ed.
Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p.
574.2 R573i
2. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p.
B141q
574.2
3. RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2004. 620p. v1.
R924q
540
4. RUSSEL, J. B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. 1268p. v2.
540 R924q
5. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, 2007. 318p.
628 B48i
6. SANTOS, N. do N. S. dos.; SANTOS, E. C. F. dos. Treinamento em química - IME ITA - UNICAMP. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 576p. 540 S236t
7. BRUICE, P.Y. Organic chemistry. 4.ed. New Jersey: Prenctice Hall, 2006. 1228p.
540 B916o
14. Disciplina: Atividades Complementares II.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como,
iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos
de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e
ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e
desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior;
representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou
artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento
de hardware ou software; outras a critério da coordenação.
Bibliografia Básica
Não se aplica
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
3º SEMESTRE
15. Disciplina: Matemática para Engenharia III.
54
Projeto Pedagógico
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Esta disciplina aborda a teoria de séries numéricas, em especial as séries
Harmônica, Geométrica, de Taylor e de MacLaurin. Também aborda funções de mais de
uma variável, derivadas parciais, diferencial total, derivadas direcionais e gradientes. Por
fim, aborda integral dupla para cálculo de áreas superficiais e integrais tripla para
cálculos de volumes.
Bibliografia Básica
1. LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria analítica. 3.ed. Tradução: Cyro de
Carvalho Patarra. São Paulo: Harbra, 1994. 1178p. v2.
516.3 l556c
2. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Makron
Books, 1995. 744p. v1. 515 s98c
3. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 1033 p. v2. 515
M929c
Bibliografia Complementar
1. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 476p. v2.
515 G972c
2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação,
integração. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1992. 617p. 515 F628c
3. HUGHES-HALLETT, D.; et al. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2004. 509p. 515 H148c
4. BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson, 2006. v1. 380p.
515 B777c
5. BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson, 2010. 101p.
515 B777p
6. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e aplicações I: funções reais. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2008. 604p. 510 V272c
16. Disciplina: Estatística.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina aborda primeiramente os conceitos e objetivos da estatística. Serão
abordados os conceitos de população e amostra, bem como os conteúdos de estatística
descritiva, estatística indutiva, variáveis discretas e variáveis contínuas, medidas de
tendência central e medidas de dispersão. Em seguida, as distribuições de frequência
serão abordadas juntamente com os conceitos de probabilidade e variáveis.
Bibliografia Básica
1. MOORE, D. S. A estatística básica e sua prática. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
658p. 519.5 M813e
2. BARBETTA, P. A.; REIS, M. M.; BORNIA, A. C. Estatística: para cursos de engenharia
e informática. São Paulo: Atlas, 2004. 410p. 519.5 B189e
3. NAGHETTINI, M.; ANDRADE, E. J. P. Hidrologia estatística. Belo Horizonte: CPRM
55
Projeto Pedagógico
Serviço Geológico do Brasil, 2007. 552p.
551.48 N145h
Bibliografia Complementar
1. CRESPO, A. A. Estatística: fácil. 18.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 224p. 519.5
C94e
2. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C.; HUBELE, N. F. Estatística aplicada à
engenharia. 2.ed. Tradução: Verônica Calado. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 335p.
519.5 M791e
3. HINES, W. W.; BORROR, C. M.; GOLDSMAN, D. M.; MONTGOMERY, D. C.
Probabilidade e estatística na engenharia. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 588p.
519.5 H554p
4. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. de.
6.ed. rev. São Paulo: Edusp, 2008. 392p.
Noções de probabilidade e estatística.
519.507 M167n
5. SPIEGEL, M. R.; SCHILLER, J. J.; SRINIVASAN, R. A. Teoria e problemas de
probabilidade e estatística. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. (Coleção Schaum)
398p.
519.119 S734t
6. MORETTIN, L. G. Estatística básica: inferência. São Paulo: Pearson, 2005. 182p. v2.
519.5 M843e
17. Disciplina: Física para Engenharia III.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Campo elétrico. Lei de Gauss. Fontes de tensão. Corrente Elétrica. Campo
magnético. Lei de Ampére. Forças no campo magnético. Lei de Faraday. Conceitos de
Óptica. Óptica geométrica.
Bibliografia Básica
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo.
7.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007. 380p. v3. 530 H184f
2. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: óptica e física
moderna. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 416p. v4. 530.07 H184f
3. TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e
magnetismo: ótica. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 550p. v2. 530 T499f
4. TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas
termodinâmica. 4.ed. Tradução: Horacio Macedo. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 651p. v1.
530 T499f
Bibliografia Complementar
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: eletromagnetismo. São Paulo: Blücher,
2009. 323p. v3. 530 N96c
2. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: eletromagnetismo. 12.ed. São Paulo:
Pearson, 2009. 425p. v3. 531 Y68f
3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de física: eletromagnetismo. São Paulo:
Cengage, 2009. 941p. v3. 531 S515p
56
Projeto Pedagógico
4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
368p. v1. 530 H184f
5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
339p. v2. 530 H184f
18. Disciplina: Química Tecnológica.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina aborda as relações entre os fundamentos teóricos e aplicações de
técnicas analíticas na preparação de amostras para análise físico-química e suas possíveis
interferências (química, física, espectral, etc.), conjuntamente com as preparações de
padrões e os cálculos de resultados analíticos; Também relaciona a segurança do trabalho
e a simulação da prática em laboratório, abordando a introdução às técnicas e
instrumentações utilizadas nas avaliações de parâmetros e sua avaliação preliminar de
resultados obtidos nas diversas técnicas como a: amostragem e preparação de amostras
para análises; solubilização de amostras; interferência e métodos gerais de separação;
erros em análise química quantitativa; análise gravimétrica; Análise Titulométrica de
Neutralização, de Precipitação e Complexação. Na Química Orgânica será abordada a
apresentação dos princípios fundamentais da Química Orgânica e sua abrangência, os
aspectos estruturais e eletrônicos das moléculas orgânicas, incluindo intermediários de
reações; a correlação entre estrutura e propriedades químicas e físicas de substâncias
orgânicas representativas; os exemplos de algumas reações químicas características dos
grupos funcionais abordados e seus mecanismos gerais; as fontes naturais de obtenção
de compostos orgânicos e então a importância da Química Orgânica para a Sociedade.
Bibliografia Básica
1. BACCAN, N.; et al. Química analítica quantitativa elementar. 3.ed. rev. e ampl. e
reest. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 308p. 545 B116Q
2. BESSLER, K. E.; NEDER, A. de V. F. Química em tubos de ensaio: uma abordagem
para principiantes. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 195p. 542.10724 B465q
3. MENDHAM, J; et. al. Análise química quantitativa. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
462p. 554 V868a
Bibliografia Complementar
1. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC,
715p. v1. 574 S674q
2. GENTIL, V. Corrosão. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 353p. 620.11223 G295c
3. SANTOS, N. do N. S. dos.; SANTOS, E. C. F. dos. Treinamento em química - IME ITA - UNICAMP. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 576p. 540 S236t
4. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas.
Rio de Janeiro: LTC, 2010. 611p. v1. 540.7 K88q
5. BAIRD, C. Química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p.
B141q
574.2
57
Projeto Pedagógico
6. DEWICK, P. M. Medicinal natural products: a biosynthetic approach. 2.ed. England:
John Wiley & Sons, 2002. 507p. 338.198162 D513m
19. Disciplina: Topografia.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina aborda conceitos relacionados a sistemas de coordenadas, plano
topográfico local, efeito de curvatura da terra, cartas topográficas, planimetria e
Altimetria. Com ênfase em elementos básicos de geodésia, Sistema de Posicionamento
Global (GPS), levantamentos topográficos e normas e procedimentos técnicos, analíticos
e práticos de georreferenciamento para avaliar as leis ambientais de uma propriedade,
município ou região.
Bibliografia Básica
1. MCCORMAC, J. C. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 391p. 526.9 M429t
2. MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações.
2.ed. São Paulo: UNESP, 2008. 476p. 526.1 M754p
3. BORGES, A. C. Topografia. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Bluscher, 2008.
191p. v1. 526.9 B73t
Bibliografia Complementar
1. BORGES, A. C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Bluscher,
2006. 232p. v2. 526.9 B73t
2. ROCHA, J. A. M. R. GPS: uma abordagem prática. 4.ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço,
2003. 232p. 001.5 R513g
3. MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas.
Brasília: Embrapa, 2010. 433p. 658.05 M643f
4. COMASTRI, A.; TULER, J. C. Topografia: altimetria. 3.ed. Viçosa: UFV, 2010. 200p.
526.9 C722t
5. GODOY, R. Topografia básica. Piracicaba: FEALQ, 1988. 350p. 526.9 G535t
20. Disciplina: Atividades Complementares III.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como,
iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos
de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e
ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e
desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior;
representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou
artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento
de hardware ou software; outras a critério da coordenação.
58
Projeto Pedagógico
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
4º Semestre
21. Disciplina: Matemática para Engenharia IV.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Equações diferenciais ordinárias e parciais. Transformadas de Laplace. Funções
de variáveis complexas. Transformada de Fourier.
Bibliografia Básica
1. BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de
valores de contorno. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 434p. 515.35 B784e
2. KAPLAN, W. Cálculo avançado: v2. 7.ed. São Paulo: Edgar Blücher, 2008. 751p. v2.
517 K26c
3. ZILL, D. G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. São Paulo:
Cengage Learning, 2005. 492p. 515.353 Z65e
Bibliografia Complementar
1. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994.
685p. v1. 516.3 L556c
2. SAFIER, F. Teoria e problemas de pré-cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2003.
423p. 515 S134t
3. DIACU, F. Introdução a equações diferenciais: teoria e aplicações. São Paulo: LTC,
2003. 262p. 515.353 D526i
4. FIGUEIREDO, D. G. de. Análise de fourier e equações diferenciais parciais. 4.ed.
Rio de Janeiro: IMPA, 2009. 274p. 515.353 F489a
5. MOREIRA, F. R.; et al. A Transformada de Laplace e algumas aplicações.
ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, n.9, 2010. pag.1- 10.
v6. 001.6424 M837t
22. Disciplina: Química Industrial.
CH Teórica: 40. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A química industrial é a disciplina que envolve a conhecimento das relações
entre as estruturas e as propriedades dos materiais e suas correlações. Mostrando a
inter-relação entre processamento, estrutura, propriedades e desempenho como:
dispersões, emulsões, espumas. Surfactantes, formulações detergentes, tintas, adesivos,
59
Projeto Pedagógico
óleos lubrificantes, elastômeros, gomas, ceras, resinas, termoplásticos e termorrígidos,
fibras, compósitos, metais e ligas metálicas, aço, materiais cerâmicos, Vidros, cerâmica,
refratários, cimentos e concreto. Na segunda parte do curso será discutido os conceitos
necessários para o entendimento das questões ambientais relevantes, considerando os
importantes fluxos de matéria e energia entre os três grandes reservatórios reguladores,
a saber: hidrosfera, atmosfera e litosfera. Além da sua prevenção e tratamento da
poluição do solo, água e ar.
Bibliografia Básica
1. ROCHA, J.C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. 2.ed.
Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p. 574.2 R573i
2. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p. 574.2
B141q
3. CALLISTER Jr., W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma
abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 702p. 620.11 C162f
Bibliografia Complementar
1. BESSLER, K. E.; NEDER, A. de V. F. Química em tubos de ensaio: uma abordagem
para principiantes. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 195p. 542.10724 B465q
2. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, 2007. 318p. 628 B148i
3. FELTRE, R. Química: físico-química - v2. 7.ed. São Paulo: Moderna, 2008. 560p. 540
F372q
4. FELTRE, R. Química: química orgânica - v3. 7.ed. São Paulo: Moderna, 2008. 560p.
540 F372q
5. CARVALHO, G. C. de. Química moderna. São Paulo: Scipione, 2006. 684p. 540.7
C323q
6. MOZETO, A. A.; JARDIM, W. F. A química ambiental no Brasil. Química Nova,
2002. n.25. p.1-11. v25. 577.14 M91q
23. Disciplina: Geologia e Solos.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina apresenta ao estudante uma abordagem sobre a definição,
importância e aplicação da Geologia e dos Solos na solução de questões no contexto da
Engenharia Ambiental. Enfatiza as grandes estruturas geológicas brasileiras e suas
relações com aspectos econômicos sociais e ambientais. Caracteriza os minerais e
rochas, enfatizando a função e importância dos mesmos dentro do conjunto de
compartimentos ambientais. Descreve o intemperismo como processo primário de
transformação dos minerais e rochas, contextualizando os ambientes, conforme suas
peculiaridades pedomorfoagroclimáticas. Aborda a gênese e morfologia do solo,
ressaltando os processos físico-químicos (pedogênese) e suas interações que
determinam a origem dos minerais secundários. Descreve o solo e a paisagem como
compartimentos indispensáveis à compreensão e entendimento dos fenômenos de
caráter ambiental. Apresenta a Classificação e Geografia de Solos, mostrando a grande
variação espacial (geográfica) desse compartimento e sua importância para os estudos
60
Projeto Pedagógico
geoambientais. Relata e descreve os tipos de textura e estrutura do solo. Apresenta
conceitos de mecânica dos solos e suas aplicações ambientais. Apresenta conhecimentos
de geotecnia, com ênfase para a aplicação do solo em obras tais como estradas, aterros
e barragens. Aptidões e Usos do Solo, com ênfase em ciências agrárias e implicações ao
meio ambiente.
Bibliografia Básica
1. LEINZ, V.; AMARAL, S. E. do. Geologia geral. 14.ed. rev. São Paulo: Companhia
Editora Nacional, 2003. 399p. 551 L543g
2. LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2007. 178p. 631.4 L618f
3. BITAR, O. Y. Meio ambiente & geologia. v3. São Paulo: Senac, 2004. 161p. 304.2
B535m
Bibliografia Complementar
1. BOSCOV, M. E. G. Geotecnia ambiental: tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos,
2008. 248p. 624.15 B753g
2. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (Orgs.) Geomorfologia e meio ambiente. 9. ed.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 396p. 551.4 G963g
3. SANTOS, H. G. dos. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2.ed. Rio de
Janeiro: Embrapa Solos, 2006. 306p. 631.4 S23s
4. PRADO, R. B.; TURETTA, A. P. D.; ANDRADE, A. G. de. (Orgs) Manejo e
conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais. Rio de
Janeiro: Embrapa Solos, 2010. 486p. 631.45 M24
5.
PRUSKI, F. F. Conservação do solo e água: práticas mecânicas para o
controle da erosão hidráulica. Viçosa: UFV, 2010. 279p. 631.45 P966c
24. Disciplina: Hidráulica.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina apresenta ao estudante uma abordagem sobre a definição,
importância e aplicação da Hidráulica na solução de questões técnicas inerentes à
Engenharia Ambiental. Apresenta as teorias de estática e dinâmica dos fluídos. Aborda as
medidas de controle de fluídos. Enfatiza os fundamentos técnicos de condutos forçados,
propriedades, perdas de carga, dimensionamentos, adutoras por gravidade, sistemas de
distribuição. Aborda conceitos de bombas hidráulicas e sistemas de recalque, tipos,
classificação, princípios de funcionamento, curvas características de operação, limites de
sucção, dimensionamentos. Apresenta a teoria e prática de condutos livres, conceituando
suas propriedades, sistemas e dimensionamentos. Caracteriza a hidrometria, principais
métodos e instrumentos para a medida. Relata a introdução da qualidade das águas.
Bibliografia Básica
1. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2005. 669p. 627 A988m
61
Projeto Pedagógico
2. BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P. Fundamentos de engenharia hidráulica.
2.ed. rev. Belo Horizonte: UFMG, 2006. 437p. 627 B174f
3. MACINTYRE, A. S. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. rev. Rio de
Janeiro: LTC, 2008. 782p. 621.252 M14b
Bibliografia Complementar
1. MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas:
Janeiro: LTC, 2010. 579p. 627 M14i
prediais e industriais. 4.ed. Rio de
2. GARCEZ, L. N. Elementos de mecânica dos fluídos: hidráulica geral. 2.ed. São
Paulo: Edgard Blücher, 1960. 449p. 532 G197e
3. LIMA, E. P. C. Mecânica das bombas. 2.ed. Rio de Janeiros: Interciência, 2003.
610p. 621.6 L697m
4. LENCASTRE, A. Manual de hidráulica geral. Porto Alegre: Blücher, 1983. 411p.
631.7 L581m
5. PROVENZA, F., SOUZA, H. R. de. Hidráulica. São Paulo: PROVENZA, 1976. 162p.
631.7 P963h
25. Disciplina: Comunicação e Relacionamento Interpessoal.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Conhecimento e exercício da comunicação efetiva em diferentes contextos:
teoria e prática. Conceitos fundamentais sobre o papel da comunicação e sua importância
nas relações humanas. Aplicações em situações cotidianas e no âmbito profissional. O
grupo enquanto espaço essencial para o desenvolvimento positivo da comunicação:
representação através do estudo de suas características mais significativas e do trabalho
cooperativo.
Bibliografia Básica
1. MOSCOVIC, F. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 17. ed. rev
ampl. Rio de Janeiro: José Olympio, 2009. 391p. 158.2 M867d
2. RIBEIRO, R. V. Assim é que se faz: desenvolvimento pessoal. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2005. 168p. 158.1 R372a
3. WOOD, P. Os segredos da comunicação interpessoal: usando a arte da
comunicação para melhorar a sua vida e a dos outros. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2007. 235p. 158.2 W853s
Bibliografia Complementar
1. BERGAMINI, C. W. Motivação nas organizações. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
235p. 658.314 B432m
2. PEASE, A.; PEASE, A. Desvendando os segredos da linguagem corporal. Rio de
Janeiro: Sextante, 2005. 271p. 153.6 P373d
3. ZIMERMAN, D. E.; OSÓRIO, L. C. Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1997. 424p. 150 Z66c
4. CARVALHO, M. C. N. de. Relacionamento interpessoal: como preservar o sujeito
62
Projeto Pedagógico
coletivo. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
158.2 C325r
5. SILVA, M. J. P. Comunicação tem remédio: a comunicação nas relações
interpessoais em saúde. 5 ed. São Paulo: Loyola, 2007. 132p. 610.696 S581c
26. Disciplina: Eletricidade Aplicada.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Natureza da Eletricidade. Lei de Ohm e potência. Circuitos do tipo série,
paralelo, e mistos. Leis de Kirchhoff. Circuitos em correntes contínua e alternada.
Circuitos trifásicos. Noções de transformadores, máquinas de indução, síncronas e de
corrente contínua. Fundamentos de acionamentos elétricos. Aplicações.
Bibliografia Básica
1.. Física 3: eletromagnetismo/ GREF - Grupo de reelaboração do ensino de física. 5.ed.
São Paulo: Edusp, 2005. 438p. 530.07 F559
2. JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de
circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 621.3192 J65f
3. BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos. 10. ed. São Paulo:Pearson
Prentice Hall, 2011. 828p. 621.3192 B697i
Bibliografia Complementar
1. NAHVI, M.; EDMINISTER, J. Teoria e problemas de circuitos elétricos. 2.ed.
(Coleção Schaum) Porto Alegre: Bookman. 2005. 478p. 621.3 N147t
2. IRWIN, J. D. Introdução a análise de circuitos elétricos. Rio de Janeiro: LTC,
2005. 391p. 621.3192 I72i
3. DORF, R. C. Introdução aos circuitos elétricos. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
848p. 621.3192 D749i
4. ALBUQUERQUE, R. O. Análise de circuitos em corrente alternada. 2.ed. São
Paulo: Érica, 2010. 236p. 621.3192 A313a
5. GUSSOW, M. Eletricidade básica. 2.ed. rev.. e ampl.
1997. 639p. 621.3 G989e
São Paulo: Makron Books,
27. Disciplina: Atividades Complementares IV.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como,
iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos
de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e
ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e
desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior;
representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou
artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento
63
Projeto Pedagógico
de hardware ou software; outras a critério da coordenação.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica
28. Disciplina: Integração Profissional I.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: desenvolvimento de atividades que procuram integrar os conhecimentos das
diversas disciplinas do semestre e/ou oferecidas até o presente. Nesta fase (I), as ações
específicas consistem da escolha de um tema de relevância para o Curso de Engenharia
Ambiental, com a elaboração de uma proposta de projeto, acompanhada de uma revisão
bibliográfica.
Bibliografia básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
5º Semestre
29. Disciplina: Meteorologia e Climatologia.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: São abordadas as questões da Meteorologia e Climatologia, definindo os
conceitos de clima e tempo. No contexto da Meteorologia, são abordadas as variáveis
meteorológicas e sua interação com o meio ambiente e a vida na Terra. No contexto da
climatologia, enfatiza-se a distribuição dos sistemas climáticos e agrícolas em função das
características climáticas predominantes e as questões das mudanças climáticas globais.
Bibliografia Básica
1. MENDONÇA, F.; Danni-Oliveira, I. M. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil.
São Paulo: Oficina de textos, 2007. 206p. 551.6981 M495c
2. MARIN, F. R.; ASSAD.; E.D.; PILAU, F. G.; Clima e ambiente: introdução a
climatologia para ciências ambientais. Campinas: Embrapa, 2008. 127p. 551.6981
M289c
3. VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Recife: Instituto Nacional de
Meteorologia, 2006. 449p. 551.6981 V418m
Bibliografia Complementar
1. AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 14.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2010. 350p. 551.6913 A979i
64
Projeto Pedagógico
2. DEMILLO, R. Como funciona o clima. São Paulo: Quark do Brasil, 1998. 226p.
551.6981 D449c
3. LUTGENS, F. K.; TARBUCK, E. J. The atmosphere: an introduction to meteorology.
11.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2010. 508p. 631.4 L991a
4. FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. 188p
551.6981 F439m
5. OMETTO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981. 425p.
574.522 O65b
30. Disciplina: Hidrologia.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Importância e aplicações da Hidrologia no manejo ambiental. Ciclo Hidrológico.
Bacias hidrográficas. Estatística aplicada à Hidrologia. Precipitação pluviométrica.
Evaporação e evapotranspiração. Balanço Hídrico. Escoamento superficial. Vazões
médias, máximas e mínimas. Previsão de eventos extremos. Demanda de água, recursos
hídricos disponíveis, reservatórios. Água subterrânea, aquíferos e poços. Qualidade das
águas superficiais e subterrâneas. Legislação das águas. Outorgas de uso da água.
Bibliografia Básica
1. GRIBBIN, J. B. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais.
São Paulo: Cengage Learning, 2009. 494p. 551.48 G861i
2. TUCCI, C. E. M. (Org.) Hidrologia: ciência e aplicação. 4.ed. Porto Alegre: UFRGS,
2009. 946p. 551.48 T824h
3. GARCEZ, L .N.; ALVAREZ, G. A. Hidrologia. 2.ed. rev e atual. São Paulo: Edgard
Blucher, 2011. 291p. 551.48 G197h
Bibliografia Complementar
1. LIMA, W. P. Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas. 2.
ed. Piracicaba: USP, 2008. 245p. 551.48 L11h
2. LINSLEY, R. K.; FRANZINI, J. B. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1978. 798p. 333.91 L731e
3. PINTO, N. L. S.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. 278p. 551.48 H538
4. TODD, D. K. Hidrologia de águas subterrâneas. São Paulo: Edgard Blücher, 1967.
319p. 551.48 T632h
5. BRUTSAERT, W. Hydrology: an introducion. 15.ed. Cambridge: Cambridge University
Press, 2010. 605p. 551.48 B925h
31. Disciplina: Introdução a Ecologia.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
65
Projeto Pedagógico
Ementa: Ecologia, ciência de síntese. Níveis de organização da natureza. Sistemas, autoecologia, populações, comunidades e ecossistemas. Conceitos: fatores ecológicos bióticos
e abióticos; dependência da densidade, estabilidade, equilíbrio dinâmico e dinâmica de
sistemas – princípio da máxima força. Sucessão ecológica, clímax, biomas. Ciclos de
elementos e fluxo de energia. Leis de conservação da massa e energia. Primeira e
segunda lei da Termodinâmica. Ecologia de sistemas, contabilidade ambiental. Avaliação
de impactos ambientais. Eco-desenvolvimento e gestão ambiental.
Bibliografia Básica
1. KREBS, J. R.; DAVIES, N. B. Introdução à ecologia comportamental. São Paulo:
Atheneu, 1996. 420p. 591.51 K92i
2. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003. 503p. 574.5 R398e
3. TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. 574 T674f
Bibliografia Complementar
1. CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. 2.ed. rev e ampl.São Paulo: Edgard Blücher,
2006. 188p. 551.4 C48g
2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de janeiro: Guanabara, 1988. 434p. 574.5 O23e
3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p.
D136p
574
4. PINTO-COELHO, R. M. P. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2002.
252p. 574.5 P672f
5. CORSON, W. H. Manual global de ecologia: o que pode fazer a respeito da crise do
meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 M251
32. Disciplina: Manejo de Solos.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina apresenta ao estudante uma abordagem sobre os conceitos básicos
de manejo de solos, contextualizando as diversas formas, bem como uma análise dos
tipos de solos mais comuns e suas respectivas vulnerabilidades no contexto ambiental,
frente a diversas fontes potencialmente poluidoras ou impactantes. Relata uma gama de
indicadores de qualidade ambiental, tendo por base aqueles pertinentes ao
compartimento solo e suas possíveis interações com os principais compartimentos
ambientais. A disciplina aborda os fundamentos, princípios e uso do zoneamento
ecológico-aconômico como instrumento de apoio ao uso sustentável do espaço territorial.
É proposto, ainda, ao estudante os conhecimentos sobre manejo de solos no ambiente
agrícola, por meio de práticas mecânicas e culturais, sistemas de plantio e de cultivo,
como também em obras de engenharia por meio de práticas de conservação de vias,
taludes, aterros e barragens.
Bibliografia Básica
1. LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2007. 178p. 631.4 L618f
66
Projeto Pedagógico
2.
PRUSKI, F. F. Conservação do solo e água: práticas mecânicas para o
controle da erosão hidráulica. Viçosa: UFV, 2010. 279p. 631.45 P966c
3. PRUSKI, F. F.; BRANDÃO, V.S.; SILVA, D. D. Escoamento superficial. 2.ed. Viçosa:
UFV, 2010. 87p. 551.488 P966e
Bibliografia Complementar
1. SANTOS, H. G. dos. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2.ed. Rio de
Janeiro: Embrapa Solos, 2006. 306p. 631.4 S235s
2. MOREIRA, F. M. S.; HUISING, J.; BIGNELL, D. E. (Ed.) Manual de biologia dos solos
tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras: UFLA, 2010. 368p.
631.46 M837m
3. PRADO, R. B.; TURETTA, A. P. D.; ANDRADE, A. G. de. (Orgs) Manejo e
conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais. Rio de
Janeiro: Embrapa Solos, 2010. 486p. 631.45 M24
4. REICHARDT, K.; TIMM, L. C. Solo, planta e atmosfera: conceitos, processos e
aplicações. Barueri: Manole, 2008. 478p. 631.4 R276s
5. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 6.ed. São Paulo: Ícone,
2008. 355p. 631.4 B462c
33. Disciplina: Resistência dos Materiais.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Tipos de solicitações e tensões. Estudo das deformações no carregamento
axial. Estudo das tensões e deformações na tensão. Estudo das tensões e deformações
na flexão. Carregamento transversal. Carregamento combinado. Análise de tensões e
deformações. Critérios de Resistência. Flambagem.
Bibliografia Básica
1. BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E. R. Resistência dos materiais. 3.ed. São Paulo:
Pearson Education, 2007. 1255p. 620.112 B356r
2. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
688p. 620.112 H521r
3. MERIAM, J.L.; KRAIGE, L. G. Mecânica: estática: v1. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
349p. 620.103 M459m
Bibliografia Complementar
1. MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. São Paulo:
Erica, 2007. 360p. 620.1 M465m
2. NORTON, R. L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. 2.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2004. 931p. 621.31042 N774p
3. NIEMANN, G. Elementos de máquinas: v1. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
v1. 220p. 621.8 N572e
67
Projeto Pedagógico
4. NIEMANN, G. Elementos de máquinas: v2. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
v2. 208p. 621.8 N572e
5. BOTELHO, M. H. C. Resistência dos materiais: para entender e gostar. São Paulo:
Edgard Blucher, 2008. 236p. 620.112 B763r
34. Disciplina: Atividades Complementares V.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Atividades que complementam a respectiva formação pedagógica, tais como,
iniciação científica; participação em comissões ou equivalentes; visitas técnicas; cursos
de extensão e de língua estrangeira; participação palestras, congressos, seminários e
ciclos de estudos; apresentações de palestras e conferências; elaboração e
desenvolvimento de projetos; consultorias, participação em empresas Junior;
representação de classe; estágios; participação em atividades sociais, culturais ou
artísticas; monitorias; publicações; traduções; participação em bancas; desenvolvimento
de hardware ou software; outras a critério da coordenação.
Bibliografia Básica:
Não se aplica.
Bibliografia complementar:
Não se aplica.
35. Disciplina: Integração Profissional II.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Atividades direcionadas para a continuidade da revisão bibliográfica iniciada na
etapa I (Integração Profissional I) sobre tema de relevância para a Engenharia
Ambiental, acompanhada de apresentação oral e de material escrito, seguindo o modelo
adotado para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Na abordagem são considerados
os conhecimentos das diversas disciplinas do semestre e/ou oferecidas até o referido
semestre.
Bibliografia Básica:
Diversas, com abrangência das principais disciplinas técnicas oferecidas pelo curso.
Bibliografia complementar:
Diversas, com abrangência das principais disciplinas técnicas oferecidas pelo curso.
6º Semestre
36. Disciplina: Ecologia de Populações e Comunidades.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
68
Projeto Pedagógico
Ementa: População: parâmetros populacionais, distribuição espacial, estrutura etária.
Modelos de crescimento populacional. Regulação e flutuação. Relações interespecíficas.
Comunidades: conceitos e parâmetros. Biodiversidade. Sucessão. Biogeografia.
Bibliografia Básica
1. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de janeiro: Guanabara, 1988. 434p. 574.5 O23e
2. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p.
D136p
574
3. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003. 503p. 574.5 R398e
Bibliografia Complementar
1. BEGON, M.; HARPER, J. L.; TOWNSEND, C. R. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas.
4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 752p. 654 B417e
2. PINTO-COELHO, R. M. P. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2002.
252p. 574.5 P672f
3. CORSON, W.H. Manual global de ecologia: O que pode fazer a respeito da crise do
meio ambiente. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 C251m
4. TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. 574 T674f
5. PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: Rodrigues,
2010. 327p. 570.7 P949b
37. Disciplina: Introdução a Geociências.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina aborda conceitos relacionados a Cartografia, Geoprocessamento,
Sistema de Informações Geográficas (SIG) e Sensoriamento Remoto. Com ênfase nos
componente e características de SIG, tais como, organização e estruturação dos dados
geográficos, base de dados geográficos e análise geográfica espacial com exemplos em
aplicações ambientais.
Bibliografia Básica
1. SILVA, A. B. Sistemas de informações geo-referênciadas:
fundamentos. Campinas: Unicamp, 2003. 236p. 526 S578s
Conceitos
e
2. MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas.
Brasília: Embrapa, 2010. 433p. 658.05 M643sf
3. MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações.
2.ed. São Paulo: UNESP, 2008. 476p. 526.1 M754p
Bibliografia Complementar
1. MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de
aplicação. 4.ed. atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p. 621.3678 M838f
2. NOVO, E. L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. ver. ampl.
69
Projeto Pedagógico
São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 362p.
621.3678 N843s
3. FLORENZANO, T. G. Iniciação em sensoriamento remoto. 3.ed. ampl. e atual. São
Paulo: Oficina de Textos, 2011. 128p. 621.3678 F636i
4. SILVA, J. X. DA; ZAIDAN, R. T. (Orgs.) Geoprocessamento e análise ambiental:
aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 363p. 333.71 S58g
5. MARTINELLI, M. Mapas da geografia e cartografia temática. 5.ed. São Paulo:
Contexto, 2009. 110p. 526 M335m
38. Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência,
tecnologia e sociedade. Tecnologia e Inovação. Método científico. Teoria e empiria. A
importância do projeto de pesquisa. Planejamento da pesquisa científica. Estrutura básica
do projeto de pesquisa.
Bibliografia Básica
1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall,
2007. 242p. 001.4 C413m
2. FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 3.ed. Porto Alegre: Bookman,
2009. 405p. 001.891 F64i
3. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2003. 311p. 001.42 L195f
Bibliografia Complementar
1. OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2.ed. São Paulo: Pioneira,
2002. 320p. 001.43 O51t
2. DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 118
p. 501.8 D45i
3. BUNGE, M. Epistemologia: curso de atualização. São Paulo: EDUSP, 1980. 246p.
150 B959e
4. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m
5. VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 4.ed. São
Paulo: Atlas, 2005. 96p. 001.42 V611p
39. Disciplina: Economia.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Teoria econômica. Papel dos preços. Estruturas de mercado. Demanda:
princípio da escassez, curvas de indiferença, incerteza. Oferta: fundamentos, competição
70
Projeto Pedagógico
e monopólio. Produção: firma e indústria. Demanda por fatores. Capital humano. Noções
de macroeconomia. Agregados macroeconômicos. Acumulação de capital: consumo e
poupança, crescimento, desenvolvimento e taxa de juros.
Bibliografia Básica
1. MANKIW, N. G. Introdução à economia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 838p.
330 M245i
2. VICECONTI, P. E. V.; NEVES, S. das. Introdução à economia. 8.ed. rev. e ampl. São
Paulo: Frase, 2007. 621p. 330 V679i
3. GREMAUD, A. P.; et. al. Manual de economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 606p.
330 M249
Bibliografia Complementar
1. SAMUELSON, P.; NORDHAUS, W. D. Economia. 16.ed. Lisboa: McGraw Hill, 1999.
779p. 330 S188e
2. ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 19.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 922p.
R74i
330
3. CANO, W. Introdução à economia: uma abordagem crítica. 2.ed. rev. atual. e ampl.
São Paulo: UNESP, 2007. 292p. 330 C229i
4. WESSELS, W. J. Economia. 2ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 528p.
330 W585e
5. MOCHON, F.; TROSTER, R. L. Introdução à economia.
Makron Books, 2007. 404p. 330 M833i
rev. e atual. São Paulo:
40. Disciplina: Ecologia de Ecossistemas.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Introdução aos conceitos ecológicos. Características dos ecossistemas.
Componentes e estruturas. Estabilidade Sucessão no ecossistema. Reações metabólicas.
Ciclos biogeoquímicos e interferências antrópicas. Fluxo de energia e interferência
antrópica Ecossistemas terrestres e aquáticos e suas interações.
Bibliografia Básica
1. PINTO-COELHO, R. M. P. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2002.
252p. 574.5 P672f
2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de janeiro: Guanabara, 1988. 434p.
574.5 O23e
3. CUNHA-SANTINO, M. B. da.; Bianchini Jr., I. Ciências do ambiente: conceitos
básicos em ecologia e poluição. São Carlos: UFSCAR, 2010. 179p. 574.5 C98c
Bibliografia Complementar
1. ESTEVES, F. A. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência,
1998. 602p. 551.48 E84f
2. BEGON, M.; HARPER, J. L.; TOWNSEND, C. R. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 752p. 654 B417e
3. MARQUES, J. F.; FERRAZ, J. M. G.; SKORUPA, L. A. (Ed.) Indicadores de
71
Projeto Pedagógico
sustentabilidade em agroecossistemas. Jaguariuna: Embrapa Meio Ambiente,
2003. 281p. 333.70981 M35i
4. TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. 574 T674f
5. CORSON, W. H. Manual global de ecologia: o que pode fazer a respeito da crise do
meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 C251m
41. Disciplina: Sociologia Ambiental.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Introdução à sociologia. O surgimento da sociologia ambiental. Aporte teórico
conceitual para análise da sociedade contemporânea: Conceitos sobre sociedade de risco,
ação e comportamento social. Elementos da construção das relações humanas com o
ambiente. Implicações e desdobramentos nas atividades humanas. Tratamento da
diversidade etnocultural na administração. Riscos associados. Sustentabilidade dos
sistemas ecológicos e sociais. Perspectivas e desafios.
Bibliografia Básica
1. CRISTINA COSTA. Sociologia: introdução a ciência da sociedade. Editora Moderna.
1997. 301 C871s
2. BOTTOMORE, T. B. Introdução a sociologia. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987. 318p.
301 B771i
3. DEMO, P. Sociologia: uma introdução crítica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1985. 159p.
301 D45s
Bibliografia Complementar
1. QUIRINO, T. R.; ABREU, L. S de. Problemas agroambientais e perspectivas
sociológicas: uma abordagem exploratória. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente,
2000. 74p. (Embrapa Meio Ambiente. Documentos 6). 307.72 L568p
2. CASTELLS, M. O poder da identidade: a era da informação, economia, sociedade e
cultura. 5.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006. 530p. v2. 303.483 C344p
3. ALONSO, A.; COSTA, V. Ciências sociais e meio-ambiente no Brasil: um balanço
bibliográfico. BIB – Revista Brasileira de Informações Bibliográficas em Ciências
Sociais, ANPOCS. n.53, 1º semestre, 2002. pp. 35-78. 363.7 A46c .
4. Tratado de sociologia. Direção de Raymond Boudon. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1996. 604p. 301 T698
5. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia geral. 7. ed. rev. e ampl.São Paulo:
Atlas, 1999. 373p. 301 L195s
6. FERNANDES, F. A Integração do negro na sociedade de classes. 3. ed. São Paulo:
Ética, v. 1, 1987.
42. Disciplina: Materiais e suas Propriedades.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Classificação de materiais. Principais ensaios mecânicos e sua aplicação. Metais
e ligas não ferrosas. Princípios sobre Corrosão nos metais. Noções sobre materiais
72
Projeto Pedagógico
poliméricos, cerâmicos e compósitos.
Bibliografia Básica
1. CALLISTER Jr., W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma
abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 702p. 620.112 C162c
2. VAN VLACK, L. H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de
Janeiro: Campus, 2003. 567p. 620.112 V297p
3. PADILHA, A. F. Materiais de engenharia: microestrutura e propriedades. São Paulo:
Hemus, 2009. 349p. 620.11 P134m
Bibliografia Complementar
1. GARCIA, A.; SPIN, J. A.; SANTOS, C. A. dos. Ensaios dos materiais. Rio de Janeiro:
LTC, 2008. 247p. 691 G198e
2. COLPAERT, H. Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns. 4.ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 2008. 652p. 699.95 C698m
3. MANO, E. B. Polímeros como materiais de engenharia. São Paulo: Edgard
Blucher, 2007. 197p. 668.4 M247p
4. SCHMIDT, W. Materiais elétricos: condutores e semicondutores v1. 3.ed. rev. e
ampl. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 141p. v1 621.3 S878m
5. SCHMIDT, W. Materiais elétricos: isolantes e magnésios. v.2. 3.ed. rev. e ampl. São
Paulo: Edgard Blucher, 2010. 165p. v2. 621.3 S878m
6. REZENDE, S. M. Materiais e dispositivos eletrônicos. 2.ed. São Paulo: Livraria da
Física, 2004. 547p. 621.381 R357m
43. Disciplina: Integração Profissional III.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Atividades de revisão bibliográfica, com ampliação para visitas técnicas ou
acompanhamento de trabalhos junto a empresas/instituições sobre o tema abordado nas
etapas I e II. Ainda nesta abordagem, o estudante deverá propor um trabalho ou
experimento em empresas/instituições sobre o tema, apresentação de seminário e
material escrito (mínimo de 50 páginas), seguindo o modelo de TCC.
Bibliografia Básica
Diversas, envolvendo aquelas pertinentes a todas as disciplinas técnicas.
Bibliografia Complementar
Diversas, envolvendo aquelas pertinentes a todas as disciplinas técnicas.
7º SEMESTRE
44. Disciplina: Microbiologia.
73
Projeto Pedagógico
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Classificação dos microrganismos. Estrutura de bactérias, vírus e fungos.
Crescimento de bactérias e fungos. Replicação de vírus. Controle do crescimento
microbiano. Antimicrobianos. Segurança no laboratório. Diversidade bacteriana.
Biodegradação de contaminantes. Biorremediação de ambientes contaminados.
Biocontrole. Tratamento de Efluentes.
Bibliográficas Básica
1. TRABULSI, L. R. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 718p. 576 M572
2. PELCZAR JR, M. J.; et al. Microbiologia: conceitos e aplicações v1. 2.ed. São Paulo:
Makron Books, 2009. v1 524p. 576 P433m
3. PELCZAR JR, M. J.; et al. Microbiologia: conceitos e aplicações v2. 2.ed. São Paulo:
Makron Books, 2009. v.2 517p. 576 P433m
4. MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Microbiologia ambiental. 2.ed. ver. e ampl.
Jaguariúna: EMBRAPA-CNPMA, 2008. 647p. 579 M485m
Bibliografia Complementar
1. AZEVEDO, J.L.; MELO, J.S. (Ed.) Ecologia microbiana. Jaguariúna: Embrapa, 1998.
486p. 576.15 M485e
2. MOREIRA, F. M. S.; SIQUEIRA, J. O. Microbiologia e bioquímica do solo. 2.ed.
atual. e ampl. Lavras: UFLA, 2006. 729p. 576 M837m
3. BORÉM, A.; GIÚDICE, M. P. Biotecnologia e meio ambiente. Viçosa: UFV, 2008.
510p. 606.6 B726b
4. RIBEIRO, M. C.; SOARES, M. M. Microbiologia pratica: roteiro e manual, bactérias e
fungos. São Paulo: Atheneu, 2002. 112p. 576 R37m
5. TORTORA, G.; FUNKE, B.; CASE, C. Microbiologia. 6.ed. Porto Alegre: Artes Médicas
Sul, 2003. 827p. 576 T653m
45. Disciplina: Economia Ambiental.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Economia, meio ambiente e os recursos naturais renováveis e não-renováveis,
bióticos e abióticos. O mercado, as falhas de mercado e as fontes de ineficiência.
Externalidades ambientais, os bens públicos, os direitos de propriedade, os recursos de
livre acesso. O valor econômico do ambiente e as técnicas de mensuração dos danos e
benefícios ambientais. Os instrumentos de política: comando e controle e os mecanismos
econômicos.
Bibliografia Básica
1. MAY, P. H.(Org.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 379p. 333.70981 M42e
2. MOTTA, R. S. Economia ambiental. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 228p.
M875e
363.7
3. LEFF, E. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder.
74
Projeto Pedagógico
7.ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 494p.
304.2 L521s
Bibliografia Complementar
1. ANDRADE, P. B. de. O país do sol: a bioeconomia. Juiz de Fora: Alva, 2009. 382p.
338.10 A569p
2. SILVA, M. L. da; JACOVINE, L. A. G.; VALVERDE, S. R. Economia florestal. 2.ed.
Viçosa: UFV, 2008. 178p. 634.96 S581e
3. SANTOS, M. L. dos; SANTOS, M. L. dos; VIEIRA, W. da C. Microeconomia aplicada.
Visconde do Rio Branco: Suprema, 2009. 649p. 338.5 S236m
4. PADUA, J. A. (Org.) Desenvolvimento, justiça e meio ambiente. Belo Horizonte:
UFMG, 2009. 325p. 330.981 P14d
5. CONRAD, J. M. Resource economics. 2.ed. New York: Cambridge University Press,
2010. 285p. 343.07 C794r
6. FIELD, B. C. Natural resource economics: an introduction. Long Grove: Waveland
Press, 2008. 465p. 343.07 F477m
46. Disciplina: Aplicações Ambientais de Sistemas de Informação Geográfica.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 20 h. CH Total: 20 h.
Ementa: Fontes de dados ambientais: mapas, coletas de campo, fotografias aéreas,
imagens de satélite. Características das Imagens de Satélite. Processamento de Imagens e
seu uso em aplicações ambientais; Exemplos de aplicações ambientais de Sistemas de
Informação Geográfica.
Bibliografia Básica
1. SILVA, J. X. DA; ZAIDAN, R. T. (Orgs.) Geoprocessamento e análise ambiental:
aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 363p. 333.71 S58g
2. MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de
aplicação. 4.ed. atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p. 621.3678 M838f
3.
SILVA, A. B. Sistemas de informações geo-referênciadas:
fundamentos. Campinas: Unicamp, 2003. 236p. 526 S578s
Conceitos
e
Bibliografia Complementar
1. BLASCHKE, T.; KUX, H. (Orgs.) Sensoriamento remoto e sig avançados: novos
sistemas sensores e métodos invasores. 2.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 303p.
621.3678 B579s
2. MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília:
Embrapa, 2010. 433p. 658.05 M643f
3. SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e pratica. São Paulo: Oficina de
textos, 2009. 184p. 363.7 S238p
4. NOVO, E. L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. rev. ampl.
São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 362p. 621.3678 N843s
75
Projeto Pedagógico
5. ROCHA, C. H. B. Geoprocessomento: tecnologia transdisciplinar. 3.ed. rev. e atual.
Juiz de Fora: UFIF, 2007. 220p. 333.71 R572g
47. Disciplina: Estruturação e Planejamento de Projetos.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Avaliação subjetiva. Relações tecnologia e técnica. Natureza e métodos
adequados aos objetos de investigação. Pesquisa tradicional e participativa. Projeto:
planejamento, elaboração, ciclo de vida e fases. Contextualização do problema. Princípios
e objetivos. Definição de papéis. Funções da organização. Possíveis problemas.
Documento de requisitos do projeto. Projeto charter.
Bibliografia Básica
1. GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
175p. 001.42 G392c
2. MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar idéias e
resultados. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 281p. 658.404 M419a
3. BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1984. 266p. 658.404 B931a
Bibliografia Complementar
1. BIANCHETTI, L.; MACHADO NETTO, A. M.(Orgs.) Bússola do escrever: desafios e
estratégias na orientação e escrita de teses e dissertações. 2.ed. Florianópolis: Cortez,
2006. 408 p. 001.42 B473b
2. CASAROTTO FILHO, N.; FÁVERO, J. S.; CASTRO, J. E. E. Gerência de projetos:
engenharia simultânea. São Paulo: Atlas, 2006. 173p. 658.404 C336g
3. PRADO, D. Planejamento e controle de projetos. v2, 6.ed. Nova Lima: INDG,
2004. 284p. 658.40401 P916p
4. MENEZES, L. C. M. Gestão de projetos. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 227p.
658.404 M511g
5. DINSMORE, P; C.; SILVEIRA NETO, F. H. da S. Gerenciamento de projetos: como
gerenciar seu projeto com qualidade, dentro do prazo e custos previstos. Rio de
Janeiro: Qualitymark, 2011. 150p. 658.404 D639g
48. Disciplina: Saneamento Ambiental.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Introdução ao saneamento ambiental. Conceitos gerais de epidemiologia.
Endemias, epidemias, pandemias, doenças esporádicas. Determinantes de doenças.
Principais doenças relacionadas à água, ao solo e ao ar: agentes biológicos e químicos.
Métodos de controle e vigilância epidemiológica. Importância do saneamento básico.
Qualidade da água. Caracterização das águas residuárias. Processos e mecanismos legais
para controle e preservação ambiental.
76
Projeto Pedagógico
Bibliografia Básica
1. CAVINATTO, V. M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo:
Moderna, 2011. 87p. 628 C375s
2. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São
Paulo: Blucher, 2007. 332p. 628.162 R395t
3.
PHILIPPI JR, A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos
desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2010. 842p. 628 P636s
para
um
Bibliografia Complementar
3. 1. ANJOS JUNIOR, A. H. dos. Gestão estratégica do saneamento. Barueri: Manole, 2011. 187p.
628 A619g
3. DEMOLINER, K. S. Água e saneamento básico: regimes jurídicos e marcos regulatório no
ordenamento brasileiro. São Paulo: Livraria do Advogado, 2008. 220p. 628 D451a
4. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº 11.445/07.
São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p. 553.7 M879s
5. MARCONSIN, A. F. Política pública de economia solidária: uma política em construção. Tese
(Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, 2008.
295p. T01
6. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São
Carlos: RIMA, 2005. 792p. v1 628.162 D524m
7. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São
Carlos: RIMA, 2005. 792p. v2. 628.162 D524m
49. Disciplina: Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais. Conceitos de avaliação de
impactos. Dimensões da avaliação de impactos. Métodos de avaliação de impactos.
Avaliação ambiental estratégica. Histórico dos estudos sobre qualidade ambiental.
Noções de toxicologia ambiental, poluição e degradação dos recursos naturais.
Indicadores ambientais, bioindicadores e metodologia de levantamento de campo.
Bibliografia Básica
1. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo:
Oficina de textos, 2008. 495p. 333.714 S191a
2. MOURA, L. A. A. de. Qualidade e gestão ambiental. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2008. 422p.
658.408 M887q
3. CORSON, W. H. Manual global de ecologia: o que pode fazer a respeito da crise do
meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Augustus, 2002. 412p. 301.31 C251m
Bibliografia Complementar
1. CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (Orgs.) Avaliação e perícia ambiental. 9.ed. Rio de
77
Projeto Pedagógico
Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 284p.
363.7 C98a
2. AB’SABER, A. N.; MULLER-PLATENBERG, C. (Orgs.) Previsão de impactos: o estudo
do impacto ambiental no leste, oeste e sul. Experiências no Brasil, na Russia e na
Alemanha. 2. ed. São Paulo: USP, 2006. 573p. 333.714 M924p
3. MATOS, A. T. de. Poluição ambiental: impactos no meio físico. Viçosa: UFV, 2010.
260p. 614.7 M381p
4. ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil: subsídios para planejamento ambiental. São
Paulo: Oficina de textos, 2009. 208p. 333.72 R738e
5. MEDAUAR, O. (Org.) Coletânea de Legislação Ambiental, Constituição Federal.
9.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010. 1167p. 341.347 M436c
8º SEMESTRE
50. Disciplina: Projetos de Engenharia.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Introdução à ciência de materiais para construções em engenharia ambiental.
Filosofia do projeto de engenharia. O projeto de engenharia e o meio ambiente.
Morfologia do projeto. Estudo de exequibilidade. Projeto preliminar. Fase do projeto
detalhado. O processo do projeto. Análise de necessidades e atividades. Processo de
decisão em projetos. Arquétipos e computadores. Técnicas de otimização.
Bibliografia Básica
1. CASAROTTO FILHO, N. Elaboração de projetos empresariais: análise estratégica,
estudo de viabilidade e plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2011. 264p.
658.4012 C336e
2. BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1984. 266p. 658.404 B931a
3. BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. do V. Introdução à engenharia. 6.ed. rev. e ampl.
Florianópolis: UFSC, 2005. 274p. 620.004 B364i
Bibliografia Complementar
1. CASAROTTO FILHO, N.; FÁVERO, J. S.; CASTRO, J. E. E. Gerência de projetos:
engenharia simultânea. São Paulo: Atlas, 2006. 173p. 658.404 C336g
2. RAMOS, R. Gerenciamento de projetos: ênfase na indústria de petróleo. Rio de
Janeiro: Interciência, 2006. 133p. 658.404 R146g
3. XAVIER, C. M. da S.; et al
Metodologia de gerenciamento de projetos:
methodware: abordagem prática de como inciar, planejar, executar, controlar e fechar
projetos. São Paulo: Brasport, 2010. 319p. 658.40401 X18m
4. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: moderna tecnologia. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2005. 100p. 624 H568c
5. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
688p. 620.112 H521r
78
Projeto Pedagógico
51. Disciplina: Gestão Ambiental.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Conceituação de gestão ambiental. Normas e certificações ambientais. Normas
da série ISO 14000. Sistemas de gestão ambiental (SGA) e seus componentes: política
ambiental, planejamento ambiental – avaliação ambiental, requisitos legais, objetivos e
metas, programas de gestão – operacionalização. Auditoria e Certificação. Sistema
brasileiro de certificação ambiental.
Bibliografia Básica
1. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 176p.
658.408 D727g
2. MOURA, L. A. A. de. Qualidade e gestão ambiental. 5.ed. rev. e ampl. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2008. 422p. 658.408 M887q
3. VALVERDE, S. R. Elementos de gestão ambiental empresarial. Viçosa: UFV, 2008.
127p. 658.408 V29e
Bibliografia Complementar
1. ANDRADE, R. O. B. de; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. de. Gestão ambiental:
enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. 2.ed. rev e ampl. São
Paulo: Makron Books, 2004. 224p. 658 A57g
2. BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos.
2.ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 382p. 658.408 B191g
3. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação
objetiva e econômica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007. 264p. 658.408
S456i
4. TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social coorporativa:
estratégias de negócios focados na realidade brasileira. 3. ed. rev e ampl. São Paulo:
Atlas, 2005. 432p. 658.408 T122g
5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001: Sistema da
gestão ambiental: requisitos com orientação para uso. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.
27p.
52. Disciplina: Tratamento de Águas e Efluentes Líquidos.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Padrões de potabilidade. Tratamento de água convencional. Tratamento de água
avançado. Redes de distribuição. Materiais utilizados. Produtos químicos utilizados na ETA
ou ETE. Processos de tratamento químicos. Processos de tratamento biológicos. Processos
anaeróbios e Processos aeróbios. Avaliação de eficiência dos processos. Reuso de efluente
tratado.
Bibliografia Básica
1. RICHTER, C. A. Água: métodos e tecnologia de tratamentos. São Paulo: Blucher,
2009. 340p. 628.162 R395a
79
Projeto Pedagógico
2. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São
Paulo: Blucher, 2007. 332p. 628.162 R395t
3. HELLER. L.; PADUA, V. L. Abastecimento de água para o consumo humano. 2.
ed. rev. e atual. v2. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 872p. 628.1 H419a
Bibliografia Complementar
1. VON SPERLING, M. Lodos ativados. v4. 2.ed. ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
414p.
628.162 V899l
2. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de
esgotos. v1, 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 243p. 628.162 V899i
3. CAMPOS, J. R. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e
disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1999. 464p.
628.162
C213t
4. CRESPILHO, F. N.; REZENDE, M. O. O. Eletroflotação: princípios e aplicações. São
Carlos: RIMA, 2004. 96p. 540 C94e
5. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água.
2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v1 628.162 D524m
6. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. B. Métodos e técnicas de tratamento de água.
2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v2 628.162 D524m
7. TSUTIYA, M. T. Abastecimento de água. São Paulo: ABES, 2006. 643p. 628.162
T819a
53. Disciplina: Agricultura e Meio Ambiente.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Histórico e dinâmica da expansão agropecuária no Brasil e seus impactos
socioambientais. Aspectos da legislação ambiental aplicada à atividade agropecuária e
agroindustrial. Origens e fontes de poluição na agropecuária. Medidas mitigadoras e
práticas conservacionistas. Agroecologia. Desenvolvimento rural sustentável.
Bibliografia Básica
1. FERREIRA NETO, J. A.; DOULA, S. M. Assentamentos rurais e meio ambientes no
Brasil: atores sociais, processos produtivos e legislação. Viçosa: UFV. 2006. 307p.
333.1981 F442a
2. SANTOS, M. L. dos.; VIEIRA, W. da C. Agricultura na virada do milênio: velhos e
novos desafios. Viçosa: UFV, 2000. 458p. 338.10 S23aA
3. Desenvolvimento da agricultura. São Paulo: Pioneira, 1998. 272p.
D486
Bibliografia Complementar
1. KHATOUNIAN, C. A. A reconstrução
Agroecológia, 2001, 348p. 631.4 K56r
ecológica
da
338.10981
agricultura.
Botucatu:
2. QUIRINO, T. R.; IRIAS, L J. M.; WHIGHT, J. T. C. Impacto agroambiental:
80
Projeto Pedagógico
perspectivas, problemas e prioridades. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. 184p.
333.714 Q81i
3. ROSA, A. V. Agricultura e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Atual, 1998. 95p.
631.4 R69A
4. SILVEIRA, M. A. da; VILELA, S. L. de O. (Ed.) Globalização e sustentabilidade da
agricultura. Jaguariúna: EMBRAPA-CNPMA, 1998, 152p. 338.1 G478
5.
AMBROSANO, E. (Coord.) Agricultura ecológica. São Paulo: Agropecuária, 1999.
398p. 630.2745 A224
6. RAMOS FILHO, L. O. Agricultura, meio ambiente e inclusão social: questões para
debate. São Paulo: Embrapa – Meio Ambiente, 2006. 127p. 631.4 R143a
54. Disciplina: Qualidade Ambiental.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Processos de degradação e poluição ambiental. Indicadores de qualidade
ambiental: solo, água, ar e sistemas vivos. Conforto ambiental: visual, acústico, térmico.
Resíduos: redução, reciclagem, reuso. Resíduos perigosos e materiais tóxicos. Gestão
das águas e conservação da energia. Prevenção da poluição e tecnologias limpas.
Grandes acidentes ambientais: o que aprendemos com eles. Novas abordagens para os
problemas ambientais. Documentos globais e normas internacionais.
Bibliografia Básica
1. FILIZOLA, H. S.; GOMES, M. A. F.; SOUZA, M. D. de. Manual de procedimentos de
coleta de amostras em áreas agrícolas para análise da qualidade ambiental:
solo, água e sedimentos. São Paulo: Embrapa – Meio Ambiente, 2006. 169p.
631.417 F519m
2. VALLE, C. E. do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 11. ed. São Paulo: Senac, 2011.
205p. 658.4080218 V273q
3. ROBLES JUNIOR, A. Gestão da qualidade e do meio ambiente: enfoque
econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2010. 102p. 658.562 R558g
Bibliografia Complementar
1. VALLE, C. Qualidade ambiental: o desafio do ser competitivo protegendo o meio
ambiente: como se preparar para as Normas ISSO 14000. São Paulo: Pioneira, 1995.
117p. 658.4080218 V273q
2. SEWELL, G. H. Administração e controle da qualidade ambiental. São Paulo:
EPU, 2010. 295p. 658.4080218 S528a
3. MARQUES, J. F.; FERRAZ, J. M. G.; SKORUPA, L. A. (Ed.) Indicadores de
sustentabilidade em agroecossistemas. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente,
2003. 281p.
333.70981 M35i
4. PHILIPPI JR., A. (Coord.) Gestão ambiental e sustentabilidade no turismo. São
Paulo: Manole, 2010. 1027p. v9.
338.4791 P636g
5. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da
81
Projeto Pedagógico
qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Pioneira, 2004. 551p. 658.562 J95q
6. ANDRADE, D. A. da C. A (in)sustentabilidade do turismo no sertão da Paraíba: o
município de Coremas, “a terra das águas”, em análise. João Pessoa: Prodema, 2007.
176p. D03
55. Disciplina: Direito Ambiental.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Conceitos. Instituições de Direito. Níveis de competência. Princípios e
instrumentos do direito ambiental. Bens e serviços ambientais: defesa do solo, ar, água,
floresta e vegetação nativa, fauna e subsolo, componentes ambientais urbanos. Áreas de
preservação permanente. Biotecnologia e meio ambiente. Sistema Nacional do Meio
Ambiente. Defesa ambiental: responsabilidades. Direito ambiental comparado. Direito
ambiental internacional.
Bibliografia Básica
1. MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros
Editores, 2010. 1094p. 341.3470981 M133d
2. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Forense, 2010. 214p. 341.792 M921d
3.
SIRVINSKAS, L. P. Manual de direito ambiental. 6.ed. rev. atual. e
ampl. São Paulo: Saraiva, 2008. 756p. 658 S633m
Bibliografia Complementar
1. PADUA, J. A. (Org.) Desenvolvimento, justiça e meio ambiente. Belo Horizonte:
UFMG, 2009. 325p. 330.981 P14d
2. SÉGUIN, E. O direito ambiental: nossa casa planetária. 3.ed. rev. e atual. Rio de
Janeiro: Forense, 2006. 472p. 341.762 S459d
3. SIRVINSKAS, L. P. Tutela penal do meio ambiente, 4.ed. rev. atual. e ampl.
Paulo: Saraiva, 2011. 452p. 341.762 S635t
São
4. FIORILLO, C. A. P. Curso de direito ambiental brasileiro. 9.ed. rev. atual. e ampl.
São Paulo: Saraiva. 2008. 580p. 341.347 F552c
5. DESTEFENNI, M. A responsabilidade civil ambiental e as formas de reparação
do dano ambiental: aspectos teóricos e práticos. Campinas: Bookseller, 2005.
342.151 D491r
56. Disciplina: Estágio Supervisionado I.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 80 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Sob a coordenação geral de um professor do curso, o Estágio Supervisionado
tem como objetivo integrar o estudante com o mercado de trabalho fazendo a transição
estudante/ profissional. Facilitará também a escolha do tema a ser desenvolvido pelo
82
Projeto Pedagógico
estudante como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
9º Semestre
57. Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Desenvolver atividades sustentáveis no âmbito das questões ambientais tem
sido o maior desafio da atualidade. No entanto, apesar de se saber que a degradação
ocorre de forma crescente, e que há um prejuízo significativo, pouca ação pró-ativa é
desenvolvida, seja por comodismo, seja pela inexistência de metodologias adequadas
que permitam recuperar ou reabilitar o ambiente degradado. Conhecer as técnicas de
manejo, recuperação, restauração ecológica e reabilitação de ecossistemas degradados
permitirão, se implantadas, reverter o quadro de degradação instalado e assim minimizar
os passivos ambientais.
Bibliografia Básica
1. ALMEIDA, J. R. de; ARAUJO, G. H. de S.; GUERRA, A. J. T. Gestão ambiental de
áreas degradadas. 6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 322p.
363.7
A689g
2. BARBOSA, L. M. Manual para recuperação de áreas degradadas do estado de
São Paulo: matas ciliares do interior paulista. São Paulo: Instituto de Botânica, 2006.
147p.
333.7016 B199m
3. BARBOSA, L. M. Anais do workshop sobre recuperação de áreas degradadas da
Serra do Mar e formações florestais litorâneas. São Paulo: SMA, 2000. 195p.
333.7016 B199a
Bibliografia Complementar
1. FRANCO, A. A.; et al. Revegetação de solos degradados. Comunicado Técnico. Nº
09, out./92, p. 1-9 dez./92 rev. mod. Embrapa Agrobiologia, 1992. 631.64 F894r
2. PIOLLI, A. L.; CELESTINI, R. M.; MAGON, R. Teoria e prática em recuperação de
áreas degradadas: plantando a semente de um mundo melhor. São Paulo:
Secretaria do Estado de São Paulo, 2004. 27p. 333.7016 P734t
3. KUHN, C. Uma análise sistêmica das transformações de uso do solo como
suporte à decisão para o planejamento de Unidades de Conservação. Porto
Alegre: Dissertação de Mestrado. 2005. D02
4. AGRA, S. G. Estudo experimental de microrreservatórios para controle do
escoamento superficial. Porto Alegre. Dissertação de Mestrado. 2001. D01
5. ANDRADE, D. A. da C. A (in)sustentabilidade do turismo no sertão da Paraíba: o
83
Projeto Pedagógico
município de Coremas, “a terra das águas”, em análise. João Pessoa: Prodema, 2007.
176p. D03
6. NORMA AMBIENTAL VALEC N° 03. Cobertura vegetal para recuperação de áreas
degradadas. 2010. VALEC 03/2010
58. Disciplina: Planejamento Ambiental Territorial e Urbano.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: A disciplina abordará um histórico da ocupação humana no território urbano e
rural e seus impactos ambientais. Proporcionará as diferentes formas de ocupação atual
verificando a sustentabilidade de novos projetos. Formará no aluno a habilidade para
planejar o território sob as diferentes formas com enfoque no planejamento por
microbacia hidrográfica observando a legislação atual inclusive de participação popular no
planejamento territorial.
Bibliografia Básica
1. ROGERS, R.; GUMUCHDJIAN, P. Cidades para um pequeno planeta. Barcelona:
Padrão, 2008. 180p. 628.21 R631c
2. ALMEIDA, J. R. de.; et al. Politica e planejamento ambiental. 3.ed. rev. e atual.
Rio de Janeiro: Thex, 2009. 457p. 363.7 A448p
3. ROLNIK, R. O. O que é cidade. 3.ed. São Paulo:Brasiliense, 2009. 86p.
R669o
306.7
Bibliografia Complementar
1. SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e pratica. São Paulo: Oficina de
textos, 2009. 184p. 363.7 S238p
2. MENEZES, C. L. Desenvolvimento urbano e meio ambiente: a experiência de
Curitiba. São Paulo: Papirus, 1996. 711.400981621 M51d
3. QUIRINO, T. R.; IRIAS, L J. M.; WHIGHT, J. T. C. Impacto agroambiental:
perspectivas, problemas e prioridades. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. 184p.
333.714 Q81i
4. DREW, D. Processos interativos homem-meio ambiente. 8.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2005. 224p. 574.5222 D831p
5. MIRRA, A. L. V. Impacto ambiental: aspectos da legislação brasileira. 4. ed. rev. e
ampl. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2008. 182p. 333.714 M655i
8. TAUK, S. M. (Org.) Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. 2.ed. rev. e ampl.
São Paulo: UNESP, 1995. 206p.
333.71 T221a
59. Disciplina: Análise de Riscos e Toxicologia Ambiental.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
84
Projeto Pedagógico
Ementa: Introdução a Toxicologia. Histórico da Toxicologia. Mecanismos de intoxicação
Conceitos e definições em Toxicologia Introdução aos xenobióticos. Principais efeitos dos
xenobióticos. Principais métodos de ensaios toxicológicos. Introdução a Ecotoxicologia.
Principais fatores que podem afetar a toxicologia ambiental. Análise de risco ambiental.
Identificação, avaliação, gerenciamento e comunicação de riscos. Principais métodos de
análises de riscos ambientais.
Bibliografia Básica
1. AZEVEDO, F. A. de; CHASIN, A. M. (Coord.) As bases toxicológicas da
ecotoxicologia. São Paulo: RIMA, 2004. 322p. 615.9 A316b
2. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo:
Oficina de textos, 2008. 495p. 333.714 S191a
4. BERTOLETTI, E.; ZAGATTO, P. A. Ecotoxicologia aquática: princípios e aplicações. 2
ed. São Carlos: RIMA, 2008. 48p. 574.5 Z23e
Bibliografia Complementar
1. OGA, S.; CAMARGO, M. M. de A.; BATISTUZZO, J. A. de O. Fundamentos de
toxicologia. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 677p. 615.9 O28f
2. SILVA, C. M. M. de S.; FAY, E. F. Agrotóxicos e ambiente. Brasília: Embrapa, 2004.
400p. 333.714 S579a
3. LARINE, L. Toxicologia. 3.ed. São Paulo: Manole, 1997. 301p.
615.9 L335t
4. Destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos.VHS 21
5. HAMMES, V. S. Julgar – percepção do impacto ambiental. v4 São Paulo: Globo,
2004. 223p. 333.714 H19j
60. Disciplina: Legislação e Licenciamento Ambiental.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Principais aspectos da legislação ambiental brasileira. Hierarquia e principais
leis, resoluções, normas e diretrizes. Política Nacional do Meio Ambiente - Lei 6.938/81.
Responsabilidade objetiva. Responsabilidades administrativa, civil e criminal decorrentes
de danos ambientais. Atribuições do Ministério Público. Lei dos crimes ambientais.
Sistemas de Licenciamento - SLAP / EIA / RIMA / Audiências Públicas. Atividades
passíveis de licenciamento. Órgãos licenciadores e suas competências. Elaboração de
projetos para licenciamento. Celebração de Termo de Compromisso Ambiental. Medidas
compensatórias.
Bibliografia Básica
1. MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros
Editores, 2010. 1094p. 341.3470981 LM133d
2. TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. Licenciamento ambiental. 3.ed. rev. e atual.
Niterói: Impetus, 2010. 368p. 344.81046 T728l
3. BECHARA, E. Licenciamento e compensação ambiental na lei do sistema
nacional das unidades de conservação. São Paulo: Atlas, 2009. 295p. 341.762
B354l
85
Projeto Pedagógico
Bibliografia Complementar
1. MORAES, L. C. S. Código florestal comentado. 3.ed. São Paulo: Atlas,
2002. 324p. 346.8104675 M821c
2. CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (Orgs.) Avaliação e perícia ambiental. 9.ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 284p. 363.7 C98a
3. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Forense, 2010. 214p. 341.792 M921d
4. OLIVEIRA, A. I. de A. Introdução a legislação brasileira e licenciamento
ambiental. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. 659p. 344.81046 D45i
5. MEDAUAR, O. (Org.) Coletânea de Legislação Ambiental, Constituição Federal.
9.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010. 1167p. 341.347 M436c
61. Disciplina: Projetos de Sistemas Sanitários.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Cinética das reações. Operações unitárias nas estações de tratamento de água
e efluentes. Tratamento preliminar, primário, secundário e terciário. Critério de seleção
de tecnologias.
Bibliografia Básica
1. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de
esgotos. v1, 3.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 243p. 628.162 V899i
2. VON SPERLING, M. Lodos ativados. v4. 2. ed. ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
414p. 628.162 V899l
3. CHERNICHARO, C. A. L. Reatores anaeróbicos. 2.ed. ampl. e atual. Belo Horizonte:
UFMG, 2007. 246p.
620.85 C449r
Bibliografia Complementar
1. NUVOLARI, A. (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso
agrícola. 2.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Blucher, 2011. 565p. 628.162 N975e
2. MATTOSO, G. Malcriados recriados: sonetário sanitário. São Paulo: Annablume,
2009. 162p. 890 M396m
3. JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. A. Tratamento de esgotos domésticos. 5.ed. Rio de
Janeiro: ABES, 2009. 891p. 553.7 J69t
4. ANDREOLI, C.; VON SPERLING, M.; FERNANDES, F. Lodo de esgotos: tratamento e
disposição final. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 484p. 628.A575l
5. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2005. 669p. 627 A988m
86
Projeto Pedagógico
62. Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Aspectos do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos. Classificação dos
resíduos sólidos urbanos e industriais. Geração. Acondicionamento. Coleta. Transporte.
Tratamento. Disposição final. Efeitos e fontes de poluição do ar. Meteorologia. Ar
atmosférico e ar poluído. Dispersão de poluentes na atmosfera. Partículas. Caracterização
de poluentes atmosféricos. Tipos de equipamentos de controle de poluição do ar.
Bibliografia Básica
1. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p.
B141q
574.2
2. LIMA, L. M. Q. Lixo: tratamento e biorremediação. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo:
Hemus, 2004. 265p. 375.0083 L698l
3. MACINTYRE, A. J. Ventilação industrial e controle da poluição. 2.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008. 403p. 628.53 M14v
Bibliografia Complementar
1. ARRUDA, P. T. M. de. Responsabilidade civil decorrente da poluição por resíduos
sólidos domésticos. São Paulo: Método, 2005. 123p. 347.51 A819r
2. RIBEIRO, D. V.; MORELLI, M. R. Resíduos sólidos: problema ou oportunidade? Rio de
Janeiro: Interciência, 2009. 158p. 553.7 R368r
3. BARTHOLOMEU, D. B.; CAIXETA FILHO, J. V. ((Orgs.) Logística ambiental de
resíduos sólidos. São Paulo: Atlas, 2011. 250p. 628.44 B295l
4. JARDIM, W. F. A evolução da atmosfera terrestre. Cadernos Temáticos de Química
Nova na Escola. Maio, 2001. p. 5-8. 551.51 J42e
5 ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução a química ambiental. 2.ed.
Porto Alegre: Bookman, 2004. 256 p. 574.2 R573i
63. Disciplina: Política Ambiental e seus Instrumentos.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Da criação das unidades de conservação nos EUA do século XIX ao debate
contemporâneo. Conservação e preservação. Políticas neoliberais e o meio ambiente no
mundo contemporâneo. Políticas ambientais e seus instrumentos de mercado. Políticas
ambientais baseadas em instrumentos de comando e controle. Exemplos de políticas
públicas em meio ambiente.
Bibliografia Básica
1. DIEGUES, A. C. S. O mito moderno da natureza intocada. 6.ed. São Paulo: Hucitec,
2008. 164p. 574.5 D559m
2. ZHOURI, A.; LASCHEFSKI, K.; PEREIRA, D. B.; A Insustentável leveza da política
ambiental: desenvolvimento e conflitos socioambientais. Belo Horizonte: Autêntica,
2005. 288p. 341.762 Z61I
87
Projeto Pedagógico
3. LANFREDI, G. F. Política ambiental: busca de afetividade de seus instrumentos. São
Paulo: Revista Dos Tribunais, 2002. 300p. 341.762 L259p
Bibliografia Complementar
1. BRESSAN, D. Gestão racional da natureza. São Paulo: Hucitec, 1996. 111p.
B851g
658
2. ALMEIDA, J. R. de.; et al. Politica e planejamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Rio
de Janeiro: Thex, 2009. 457p. 363.7 A448p
3. HEJÚ, W. V.; MATTAR, E. de O. Aspectos da política ambiental integrada: novas
decisões e desafios geopolíticos em 2010: um novo modelo de desenvolvimento. São
Paulo: Letras Jurídicas, 2009. 224p. 341.762 H427a
4. KITAMURA, P. C. A amazônia e o desenvolvimento sustentável. Brasília: Embrapa/
SPI. 1998. 182p. 333.715 K646a
5. VIEIRA, L.; BREDARIOL, C.; Cidadania e política ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro:
Record, 2006. 171p. 341.762 V716c
64. Disciplina: Estágio Supervisionado II.
CH Teórica: 80 h. CH Prática: 80 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Sob a coordenação geral de um professor do curso o Estágio Supervisionado
tem como objetivo integrar o estudante com o mercado de trabalho fazendo a transição
estudante/profissional. Facilitará também a escolha do tema a ser desenvolvido pelo
estudante como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Bibliografia Básica
Diversas, de acordo com as disciplinas oferecidas pelo curso.
Bibliografia Complementar
Diversas, de acordo com as disciplinas oferecidas pelo curso.
65. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 40 h.
Ementa: O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo proporcionar ao
estudante, ainda na Faculdade, a oportunidade de desenvolver um Trabalho de pesquisa
completo sob a supervisão de um professor. Esta supervisão será segundo grandes
temas dentre aqueles escolhidos pelos estudantes. Todas as etapas (escolha do tema,
pesquisa bibliográfica, elaboração do projeto e execução) do Trabalho serão de
responsabilidade do estudante de forma a demonstrar sua aprendizagem, maturidade
teórica no tratamento do tema e habilidade nas relações teoria e realidade. O Trabalho
final escrito deverá ter uma consistência metodológica básica (contextualização do
problema, objetivos, metodologia, resultados e discussão, conclusões e implicações,
bibliografia) e deverá ser apresentado e defendido oralmente perante uma Banca
Examinadora (três professores ou outros profissionais) coordenada pelo professor
supervisor e especialmente constituída pela Faculdade.
88
Projeto Pedagógico
Bibliografia Básica
1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall,
2007. 242p. 001.4 C413m
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2003. 311p. 001.42 L195m
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m
Bibliografia Complementa
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24p.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e
documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 9p.
3. ANDRADE, M. M. de.; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para
cursos superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 217p.
469.07 A568l
4. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
5.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 323p. 808.0665 M439r
5. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 16.ed. Petrópolis:
Vozes, 2003. 117p. 469.8 F267c
10º SEMESTRE
66. Disciplina: Gestão de Bacias Hidrográficas.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Conceito de bacia hidrográfica. Regiões hidrográficas. Histórico dos problemas
de exploração da água no Brasil. Usos da água e problemas associados nas principais
bacias hidrográficas regionais. Conceito de gestão de bacias hidrográficas. Política
nacional de recursos hídricos. Instrumentos de gestão: outorga, cobrança,
enquadramento, plano de bacia. Métodos participativos aplicados à gestão de bacias
hidrográficas. Estudos de casos.
Bibliografia Básica
1. BORBA, M. P.; PINHEIRO, C. H. R.; OTERO, P. (Orgs.) Orientação para educação
ambiental: nas bacias hidrográficas do estado de São Paulo: origem e caminho da
REPEA – Rede Paulista de Educação Ambiental. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado
de São Paulo, 2005. 139 p. 551.48309 O79
2. MAGANHAES JUNIOR, A. P. Indicadores ambientais e recursos hídricos: realidade
e perspectivas para o Brasil a partir da experiência francesa. 3.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2011. 686p.
333.91 M166I
3. MARTINS, J. P. (Org.) Panorama do meio ambiente: bacias dos rios Piracicaba,
Capivari e Jundiaí. Campinas: Komedi, 2005. 144p. 304.2 M343p
89
Projeto Pedagógico
Bibliografia Complementar
1. LIMA, W.P. Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas.
2.ed. Piracicaba: USP, 2008. 245p. 551.48 L711h
2. SILVA, N. da; et al. Manual de métodos de analise microbiológica da água. São
Paulo: Varela, 2005. 164p. 628.161 S581m
3. PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS: Programa de desenvolvimento da gestão
integrada de recursos hídricos do Brasil: v.1/Ministério do Meio Ambiente, Secretaria
de Recursos Hídricos. Brasília: MMA, 2008. 130p. v1. 556.18 P774
4. PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS. Programa de articulação intersetorial,
interinstitucional e intra-institucional da gestão integrada de recursos hídricos no
Brasil: v2 /Ministério do Meio Ambiente, Secretaria de Recursos Hídricos. Brasília:
MMA, 2008. 130p. v2. 556.18 P774
5. PORTO, M. F. A.; PORTO, R. L. L. Gestão de bacias hidrográficas. Estudos.
Avançados, 2008, v. 22, n. 63, pp. 43-60. 551.48 P882g
6. TUNDISI, J. G., et. Al. A bacia hidrográfica do Tietê/Jacaréi: estudo de caso em
pesquisa e gerenciamento. Estudos Avançados, 2008, v22, n. 63, pp.159-172.
551.48 T835b
67. Disciplina: Contabilidade Ambiental.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: A disciplina Contabilidade Ambiental aborda o desenvolvimento da
contabilidade no contexto do meio ambiente, os conceitos e técnicas da contabilidade
ambiental, a necessidade de oferecer um conjunto de informações adequadas às
características de uma gestão ambiental, cujas informações são necessárias para relatar
adequadamente, em termos monetários, os valores que modifiquem o patrimônio de
uma entidade.
Bibliografia Básica
1. FERREIRA, A. C. de S. Contabilidade ambiental: uma Informação para o
desenvolvimento sustentável: inclui certificados de carbono. 2.ed. São Paulo, Atlas,
2006. 135p. 657.4 F383c
2. TINOCO, J. E. P.; KRAEMER, M. E. P. Contabilidade e gestão ambiental. 3.ed. São
Paulo: Atlas, 2011. 657.4 T494c
3. BARBOSA, G. L.; MADEIRA, G. J. A Introdução da contabilidade ambiental:
aplicabilidade de seu sistema de Informações caracterizando uma gestão
administrativa para o desenvolvimento sustentável. Revista Mineira de Contabilidade.
Belo Horizonte: Ano VII, nº 24 pp. 14-22, 4º trim. 2006. 657.4 M153i
Bibliografia Complementar
1. CARVALHO, G. M. B. de. Contabilidade ambiental: teoria e prática 2.ed. rev. e
atual. Curitiba: Juruá, 2011. 218p. 657.4 C323c
2. BRAGA, C. (Org.) Contabilidade ambiental: ferramenta para a gestão da
sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2010. 169p. 657.4 B793c
90
Projeto Pedagógico
3. FERREIRA, A. C. de S.; GOMES, M. Z.; SIQUEIRA, J. R. M. de. (Orgs.) Contabilidade
ambiental e relatórios sociais. São Paulo: Atlas, 2009. 271p. 657.4 F383c
4. RIBEIRO, M. de S. Contabilidade ambiental. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 220p.
657.4 R87c
5. MARION, J. C.; IUDÍCIBUS, S. de. Curso de contabilidade para não contadores.
2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 282p. 657 I187c
68. Disciplina: Auditoria Ambiental.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: A disciplina Auditoria Ambiental aborda as auditorias ambientais e suas
aplicações, sistema de gestão ambiental e auditoria ambiental, definição do que constitui
auditoria ambiental, seus tipos, histórico da auditoria ambiental. A auditoria ambiental
como instrumento de gestão empresarial e política pública. Vantagens e desvantagens
em aplicar auditoria ambiental. Auditoria ambiental e legislação. Planejamento, etapas.
Relatório final. Instrumentos para realização de auditoria ambiental. Pré-auditoria. Lista
de verificação do processo. Cenário atual e as tendências. O sistema brasileiro de
Certificação ambiental.
Bibliografia Básica
1. CAMPOS, L. M. de S.; LERIPIO, A. de A. Auditoria ambiental: uma ferramenta de
gestão. São Paulo: Atlas. 2009. 134p. 658. 658.408 C214a
2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 176p.
658.408 D727g
3. BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos.
2.ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 382p. 658.408 B191g
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001: Sistemas de
gestão ambiental: requisitos com orientações para uso. 2.ed. Rio de Janeiro: 2004.
27p.
2.
ASSUMPCAO, L. F. J. Sistema e gestão ambiental: manual prático para
implementação de SGA e Certificação ISSO 14.001/2004. 2.ed. rev. e atual.
São
Paulo: Juruá, 2010. 280p. 341.762 A871s
3. VALVERDE, S. R. Elementos de gestão ambiental empresarial. Viçosa: UFV, 2008.
127p. 658.408 V29e
4. FERRER, J. T. V. Casos de gestão ambiental. Campinas: Unicamp, 1998. 137p.
614.7 F446c
5. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva
e econômica. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007. 264p. 658.408 S46I
91
Projeto Pedagógico
Optativa I: Gestão Empreendedora.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Evolução das teorias administrativas. Escolas clássicas, das relações humanas e
burocráticas. Abordagens comportamental, sistêmica e contingencial. Funções
administrativas de planejamento, organização, direção e controle. Tecnologia e inovação.
Organizações inovadoras.
Bibliografia Básica
1. CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral de administração. 6.ed. rev. e atual.
Rio de Janeiro: Campus, 2000. 700p. 658.001 C458i
2. GUIDA, F. A. Panorama geral da administração. Rio de Janeiro: Campus, 1980.
328p. 658 G971p
3. PETERS, T. O círculo da inovação. São Paulo: Harbra, 1998. 508p.
P576c
658.4012
Bibliografia Complementar
1. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral de administração: da revolução urbana à
revolução digital. 6.ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2008. 491p. 658.001 M874t
2. ROCHA, A.; CHRISTENSEN, C. Marketing: teoria e prática no Brasil. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2008. 284p. 658.8 R571m
3. KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, controle e
implementação. 5.ed. São Paulo: Prentice-Hill, 2000. 764p. 658.802 K88a
4. FERNANDES, F. Empreendedorismo e estratégica. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2002. 202p.
658.42 E46e
5. DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e
princípios. 6.ed. São Paulo: Thomson, 2005. 378p.
658.42 D856i
70. Disciplina: Energia e Meio Ambiente.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 80 h.
Ementa: Esta disciplina busca introduzir uma revisão conceitos: sustentabilidade, energia
e termodinâmica. Paradigma energético após choques de preços de petróleo. Tecnologias
mais limpas. Energias renováveis: hídrica, solar, da biomassa, geotérmica e eólica.
Política energética no mundo e no Brasil.
Bibliografia Básica
1. REIS, L. B.; FADIGAS, E. A. A., CARVALHO, C. E. Energia, recursos naturais e a
pratica do desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. 415p. 333.79
R311e
2. HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L. B. dos. Energia e meio ambiente. São
Paulo: Cengage Learning, 2011. 708p. 333.79 H555e
3. VECCHIA, R. O meio ambiente e as energias renováveis: instrumentos de
liderança visionária para a sociedade sustentável. Barueri: Manole, 2010. 334p.
621.472 V516m
92
Projeto Pedagógico
Bibliografia Complementar
1. JANNUZZI, G. de M.; SWISHER, J. N. P. Planejamento integrado de recursos
energéticos: meio ambiente, conservação de energia e fontes renováveis. Campinas:
Autores Associados, 1997. 246p. 333.79068 J38p
2. GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. 3. ed.
São Paulo: EdUSP, 2008. 396p. 333.79 G565e
3. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; Fundamentos da termodinâmica. São Paulo:
Edgard Blücher, 2009. 658p. 621.402 S685f
4. BRANCO, S. M. Energia e meio ambiente. 2.ed. São Paulo: Moderna. Col. Polêmica,
2004. 144p. 333.79 B815e
5. FARRET, F. A. Aproveitamento de pequenas fontes de energia elétrica. Santa
Maria: UFSM, 2010. 244p. 333.79 F253a
71. Disciplina: Métodos de Educação Ambiental.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Histórico. Dimensão ambiental da educação. Natureza transversal. Múltiplas
abordagens. Epistemologia da educação ambiental. Responsabilidade social e cidadania.
Educação ambiental e sociedade sustentável. Metodologias e conteúdos. Algumas
experiências de educação ambiental.
Bibliografia Básica
1. CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São
Paulo:Cortez, 2006. 258p. 304.2 C323e
2. DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 9.ed. São Paulo: Gaia. 2008.
402p. 304.2 D532e
3. VIEZZER, M. L.; OVALLES, O. (Orgs.) Manual latino-americano de educ-ação
ambiental. São Paulo: Gaia, 1995. 192p. 304.2 V725m
Bibliografia Complementar
1. RUSCHEINSKY, A. (Org.) Educação ambiental: abordagens multiplas. Porto
Alegre: Artmed, 2002. 183p. 574.2 R916e
2. FREIRE, P. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São
Paulo: UNESP, 2000. 134p. 330.1 F937p
3. DIAS, G. F. Dinâmicas e instrumentação para educação ambiental. São Paulo:
Gaia, 2010. 215 p. 574.2 D532d
4. GUIMARÃES, M. A dimensão ambiental da educação. 8.ed. São Paulo: Papirus,
2007. 104p. 304.2 G979d
5. SATO, M.; Carvalho, I. C. M. Educação ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre:
Artmed, 2005. 232p. 304.2 S266e
93
Projeto Pedagógico
72. Disciplina: Propriedade Industrial e Intelectual.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: Histórico. Conceitos. Propriedade e liberdade. Inovação. Legislação mundial e
brasileira. Lei de Propriedade Industrial. Trabalho intelectual. Sistemas de marcas,
patentes e desenhos industriais. Direitos autorais. Softwares e cultivares.
Bibliografia Básica
1. BARBOSA, A. L. F. Sobre a propriedade do trabalho intelectual: uma perspectiva
critica. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. 416p. 346.048.B195s
2. DI BLASI, G. Propriedade industrial, A: os sistemas de marcas, patentes, desenhos
industriais e transferência de tecnologia. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense,
2010. 534 p. 347.77 D539s
4. PIPES, R. Propriedade e liberdade. Rio de Janeiro: Record, 2001. 387p. 346.048
P735p
Bibliografia Complementar
1. IDS-INSTITUTO DANNEMANN SIEMSEN DE ESTUDOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL.
Comentários a lei da propriedade industrial. Rio de Janeiro: IDS-INSTITUTO
DANNEMANN SIEMSEN DE ESTUDOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, 2005. 548p.
343.810523 I47c
2. DEL NERO, P. A. Propriedade intelectual: a tutela jurídica da biotecnologia. 2.ed.
rev. atual. e ampl. São Paulo: Revistas dos Tribunais, 2004. 363p. 346.04 A945p
3. SICHEL, R. O direito europeu de patentes e outros estudos de propriedade
industrial. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2004. 144p. 347.77 S568d
4. SANTOS, M. J. P. dos.; JABUR, W. P. Propriedade Intelectual: contratos de
propriedade industrial e novas tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2007. 481p. 346.04
S236p
5. LUZ, A. B. da.; BALTAR, C. A. M.; BERTOLINO, L .C. Anais do II Simpósio de
Minerais industriais do Nordeste. Campina Grande: CETEM/UFPE, 2010.
553.6
L994a
73. Disciplina: Segurança do Trabalho.
CH Teórica: 40 h. CH Prática: 00 h. CH Total: 40 h.
Ementa: A disciplina aborda as noções básicas da Higiene e da Segurança do Trabalho,
da evolução das doenças relacionadas ao trabalho, da avaliação e classificação e
gerenciamentos dos riscos e da priorização das contra medidas.
Bibliografia Básica
1. TAVARES, J. da C. Tópicos de administração aplicada à segurança do trabalho.
10. ed. São Paulo: SENAC, 2010. 154p. 614.8 T23t
2. Segurança e medicina do trabalho: normas regulamentadoras. 53.ed. São Paulo:
94
Projeto Pedagógico
Editora Atlas, 2003. 733p. 363.11 S459
3. BELLUSCI, S. M. Doenças profissionais ou do trabalho. 10.ed. São Paulo: SENAC,
1996. 147p. 616.9803 B388d
Bibliografia Complementar
1. BARBOSA FILHO, A. N. Segurança do trabalho e gestão ambiental. 3.ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 314p. 658.38 B197s
2. CARDELLA, B. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem
holística: segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade,
prevenção ambiental e desenvolvimento de pessoas. São Paulo: Saraiva, 2010. 254p.
658.8 C256s
3. PINTO, A. L. de T.; WINDT, M. C. V. dos S.; CESPEDES, L. Segurança e medicina do
trabalho. 6.ed. atual. 2010. São Paulo: Saraiva, 2010. 1012p. 363.11 P726s
4. ZOCCHIO, A. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho,
6.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 175p. 362.850981 Z74p
5. PROCOPIO, A. Subdesenvolvimento sustentável. 4.ed. rev. E atual.
Juruá, 2009. 368p. 333.70981 P953s
Curitiba:
74. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II.
CH Teórica: 00 h. CH Prática: 40 h. CH Total: 40 h.
Ementa: O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo proporcionar ao
estudante, ainda na Faculdade, a oportunidade de desenvolver um Trabalho de pesquisa
completo sob a supervisão de um professor. Esta supervisão será segundo grandes temas
dentre aqueles escolhidos pelos estudantes. Todas as etapas (escolha do tema, pesquisa
bibliográfica, elaboração do projeto e execução) do Trabalho serão de responsabilidade
do estudante de forma a demonstrar sua aprendizagem, maturidade teórica no
tratamento do tema e habilidade nas relações teoria e realidade. O Trabalho final escrito
deverá ter uma consistência metodológica básica (contextualização do problema,
objetivos, metodologia, resultados e discussão, conclusões e implicações, bibliografia) e
deverá ser apresentado e defendido oralmente perante uma Banca Examinadora (três
professores ou outros profissionais) coordenada pelo professor supervisor e
especialmente constituída pela Faculdade.
Bibliografia Básica
1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Prentice
Hall, 2007. 242p. 001.4 C413m
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2003. 311p. 001.42 L195f
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2003. 335p. 001.42 S525m
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24p.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e
95
Projeto Pedagógico
documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 9p.
3. ANDRADE, M. M. de.; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para
cursos superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 217p. 469.07 A568l
4. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
5.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 323p. 808.0665 M439r
5. FAULSTICH, E. L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 16.ed. Petrópolis:
Vozes, 2003. 117p. 469.8 F267c
5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
5.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM
As atividades desenvolvidas no curso de ENGENHARIA AMBIENTAL priorizam
estratégias que possibilitem a construção do conhecimento de forma autônoma e
reflexiva, em consonância com os princípios e valores que norteiam os objetivos do
curso. As disciplinas ministradas utilizam estratégias de ensino diversificadas, por meio
de aulas teóricas e práticas, contemplando assim os diferentes estilos de aprendizagem
dos alunos. Para tanto, são utilizados: aulas expositivas dialogadas, estudo de casos,
seminários, atividades em grupo e individuais, visitas técnicas, aulas práticas em
laboratórios e em campo, dentre outras.
A avaliação serve para medir não apenas a apropriação dos saberes, mas também
as suas formas de apreensão e de produção. Com esta perspectiva, busca-se superar a
concepção de avaliação da aprendizagem como uma variável independente, isto é, como
uma variável com um fim em si mesma e não nas reais implicações e aplicações no
contexto social e cultural vigente. No processo avaliativo, são utilizados diferentes
instrumentos que contemplam tanto os aspectos formativos, como somativos.
Assim,
a
avaliação
do
desempenho
escolar
dos
alunos
é
feita
por
disciplina/semestre, incidindo sobre assiduidade e desempenho nos estudos.
A frequência mínima obrigatório é de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e,
demais atividades escolares envolvidas na disciplina. A verificação e registro diários da
frequência são de responsabilidade do professor responsável pela disciplina.
O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos nas atividades escolares. Compete ao professor da
disciplina prever o Plano de Ensino e elaborar as modalidades e instrumentos de
verificação do processo ensino aprendizagem, de acordo com a natureza da disciplina e
seus objetivos, bem como avaliar os resultados escolares. As atividades de verificação
visam à avaliação progressiva do aproveitamento do aluno. Quanto aos objetivos a
96
Projeto Pedagógico
serem atingidos na disciplina são verificados através de provas, trabalhos escritos
individuais ou grupais e, demais formas previstas no plano de ensino respectivo,
apresentado pelo professor aos estudantes no início das disciplinas.
Durante cada semestre letivo são realizadas 2 (duas) provas de avaliação oficiais,
que é aplicada ao longo do período letivo. Esta avaliação é realizada em 2 (duas) etapas,
sendo a primeira constituída de uma Avaliação Integrativa de Conhecimentos Gerais e a
segunda, com conteúdo de todas as disciplinas cursadas no semestre letivo, tendo como
foco a interdisciplinaridade, mas desenvolvida sobre um tema único. Esta avaliação
compõe 2,0 (dois) pontos da nota referente aos 1º e 2º bimestres e o restante da
pontuação é dada pela aplicação de prova individual e outros instrumentos de avaliação.
A partir do 1o semestre de 2012 as provas foram realizadas pelo sistema moodle por
período determinado e a distância e, o valor da nota passou para 1,0 ponto.
O desempenho do aluno é verificado através da atribuição de uma nota expressa
em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto, não havendo
arredondamento nas notas. Após a correção, as provas escritas bimestrais são
obrigatoriamente revisadas pelos alunos que vistam a prova se concordarem com a
correção do professor. Esse processo, além de se constituir numa etapa importante do
processo ensino-aprendizagem, demonstrando transparência e garantia do direito dos
alunos, além de possibilitar ao docente um diagnóstico reflexivo acerca das práticas
pedagógicas desenvolvidas.
Além das provas oficiais, há uma única prova supletiva de cada disciplina (por
semestre) como alternativa para o aluno que se ausentar à prova escrita oficial de
avaliação ou desejar substituir a menor das notas obtidas no bimestre anterior e,
realizada ao final do semestre letivo, com matéria cumulativa, desde que requerida no
prazo definido. A nota da prova supletiva substitui apenas uma das notas oficiais e,
qualquer que seja ela, a menor das notas oficiais.
O estudante é considerado aprovado quando obtiver média final igual ou superior
a 6,0 (seis) e 75% (setenta e cinco) de frequência às aulas. A média final é obtida
através da média aritmética simples das notas das avaliações oficiais, através do
arredondamento universal, com o resultado final devidamente arredondado para
múltiplos de 0,5 ponto.
Os parâmetros para a avaliação das atividades de estágios são o desenvolvimento
das habilidades e competências previstas nos planos de ensino das disciplinas. Os
professores-supervisores de estágio utilizam instrumentos próprios para avaliar o
desempenho dos alunos, de modo que a nota correspondente ao seu desempenho no
estágio segue as diretrizes do Plano de Ensino e do Regulamento de Estágio.
97
Projeto Pedagógico
IV. CORPO DOCENTE
A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
O NDE do Curso de Engenharia Ambiental é o órgão de coordenação didática
integrante da Administração Superior, destinado a elaborar e implantar a política de
ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua execução, ressalvada a competência dos
Conselhos superiores, possuindo caráter deliberativo e normativo em sua esfera de
decisão. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
§ Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso - PPC definindo sua concepção e
fundamentos.
§ Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso.
§ Atualizar periodicamente o PPC.
§ Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso.
§ Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COP
(Conselho Pedagógico do IES), sempre que necessário.
§ Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares.
§ Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo PPC.
§ Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COP a indicação
ou substituição de docentes quando necessário.
§ Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos
bibliográficos e outros materiais necessários ao curso.
O NDE do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ atualmente é composto por 4
Doutores (66,67%) e 2 Mestres (33,33%), apresentado na Tabela 1-1.
98
Projeto Pedagógico
Tabela 1-1. Núcleo Docente Estruturante do Curso da Engenharia Ambiental da FAJ
Detalhamento das Horas
Nome
Angela M. M.
Peral Valente
Geraldo G. J.
Eysink
Titul
ação
Reg.
Trabalho
C. H.
Instit
uição
Dr
Integral
44
Coordenadora e Docente
do curso de EA e EP
4
Ms
Parcial
12
Docente e Atividades
Acadêmicas na
Instituição (Eventos,
Orientação TCCs e NDE)
Integral
Parcial
José Henrique
Conti
Dr
Marco Antonio
F. Gomes
Dr
Renata R. do
V. Gonçalves
Rojane Magda
Kletecke
Ms
Dr
Integral
Parcial
Coor
dena
ção
Ati
vid
ade
s
4H
(EP)
20
16
6
-
-
6
40
Docente e Atividades
Acadêmicas na
Instituição (Projeto
ProUNI-Municipal, Visitas
Técnicas, Orientação de
TCCs, NDE, Estágios
Supervisionados e
Assistência a
Coordenação)
4
-
8
28
12
Docente e Atividades
Acadêmicas na
Instituição (Eventos,
Orientação TCCs e NDE)
4
-
-
8
40
Docente e Atividades na
Instituição (Integração
Profissionais I, II e III,
Orientação TCCs, Prova
Integrativa, Assistência
Coordenação e NDE)
6
-
8
26
12
Docente e Atividades
Acadêmicas (Orientação
de TCCs, Prova
Integrativa, NDE)
4
-
-
8
Descrição
H/A
EA
H/A
outros
EA – Eng Ambiental; EP – Eng. Produção
2. COORDENADOR DO CURSO
O coordenação do curso de Engenharia Ambiental encontra-se, desde março de
2011, sob a orientação da Profa Dra Angela Maria Montes Peral Valente, Engenheira
Agrônoma, com Pós-Doutorado na área de Química de Produtos Naturais produzidos por
micro-organismos. Na área de educação, atuou no Ensino Básico II (1995-2009) na
Secretária de Educação do Estado de São Paulo de - Professora de Educação Básica II, na
disciplina Química, Efetivo, com sede de controle na E. E. Coronel Joaquim José, São
João da Boa Vista, Diretoria de Ensino da Região de São João da Boa Vista. Destes 14
anos, três anos e meio foram na Oficina Pedagógica (Diretoria de Ensino) como
Coordenadora na área de Química. No Ensino Superior, atuou de 2006 a 2011 em
99
Projeto Pedagógico
programas de Pós-Graduação Lato Sensu, como professor colaborador. No período de
2009-2010 como professora nos cursos de Licenciatura em Química e Bacharelado em
Química na Fundação de Ensino Octávio Bastos (UNIFEOB) – São João da Boa Vista – SP.
De 2009 a 2011 fez pós-doutorado na Embrapa Meio Ambiente (Unidade de Jaguariúna)
no desenvolvimento do projeto de pesquisa que visou à descoberta de novos compostos
bioativos de interesse na indústria farmacêutica e agroquímica, utilizando microorganismos isolados de Manguezais do Estado de São Paulo através de técnicas de
Cromatografia Líquida de Alta Eficiência, Cromatografia Gasosa, Ressonância Magnética
Nuclear e Espectrometria de Massas.
Possui três pedidos de patentes depositados no INP (Instituto Nacional de
Propriedade Intelectual), um capítulo do 4º Volume do livro Controle Biológico
(EMBRAPA) em diagramação, vário trabalhos e resumos em anais de congressos e
similares. Integrante do projeto temático “Biodiversidade e atividades funcionais de
micro-organismos de manguezais do Estado de São Paulo” (2004-2011) coordenado pelo
Dr. João Lúcio de Azevedo e demais integrantes (Dra Marli de Fátima Fiore, Dr. Itamar
Soares de Melo, Dra Vivian Helena Pellizari, Dr. Fernando Dini Andreote, financiado pelo
BIOTA/FAPESP.
A experiência profissional adquirida durante estes anos de trabalho somada ao
desenvolvimento dos estudos realizados no mestrado, doutorado e pós-doutorado,
constituíram-se
em
um
importante
referencial
para
embasar
o
trabalho
como
coordenadora de curso.
O modelo de gestão da coordenação de curso de Engenharia Ambiental é
participativo, já adotado pelos coordenadores anteriores, Professores Dr Luiz José Maria
Irias e Dr Marco Antonio Ferreira Gomes, que visa incentivar a cooperação de professores
e alunos na efetivação do Projeto Pedagógico do Curso nas diversas áreas (Programação
de Eventos, Visitas Técnicas, Pesquisas etc.), procurando deste modo, aumentar
progressivamente o interesse de todos pelas questões pedagógicas, no intuito de
envolvê-los cada vez mais no processo de consolidação do curso, com qualidade
reconhecida.
Como representante do Curso, a coordenadora tem a obrigação de participar das
reuniões de colegiados e de representante de classe que, na FAJ, acontecem
regularmente. Além disso, deve atender aos alunos e professores sempre que solicitado.
A disponibilidade do Coordenador de Curso da FAJ abrange sua atuação no horário de
funcionamento
do
curso
e
também
sempre
que
houver
a
necessidade
de
representatividade em eventos diversos, reuniões com entidades de classe e associações
vinculadas ao curso.
100
Projeto Pedagógico
2.1. REGIME DE TRABALHO
O regime de trabalho do coordenador de curso de Engenharia Ambiental é de
tempo integral, com uma carga horária semanal de 44 horas. Esta carga horária
apresenta-se
distribuída
para
coordenação
do
curso,
atividades
administrativas,
pesquisa, e para ministrar aulas.
A carga horária para coordenação apresenta-se em um total de 20 horas
semanais, o que representa uma proporção de 1 hora para cada 5 vagas anuais do curso.
3. COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE
O Colegiado de Curso de Engenharia Ambiental consta do regimento do IEJ - cap.
V, Art. 18, §1º “O Colegiado de Curso é constituído por todos os docentes do curso de
graduação e um representante discente eleito por seus pares, para efeito de realização
do planejamento didático-pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de avaliação
do desempenho dos respectivos cursos e de seus agentes”, de acordo com as atribuições
do Art. 23:
I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e
atividades, programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as exigências
do projeto pedagógico do curso, antes do início do período letivo, com a devida
atualização, para aprovação do Conselho Pedagógico;
II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em
função de suas características profissionais e sociais;
III - planejar a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos
escolares a serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de acordo com o
Calendário Escolar;
IV- sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários,
seminários ou conferências julgadas necessárias ou úteis à formação profissional dos
alunos;
V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de
ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário;
VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com as
demais, propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos;
VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas que
o integram;
101
Projeto Pedagógico
VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da
extensão, bem como do próprio pessoal docente;
IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam
delegadas.
As coordenações de cursos são justificadas pela natureza e amplitude do campo
de conhecimento abrangido através dos cursos e pelos recursos materiais e humanos
necessários ao seu funcionamento. De acordo com o Regimento, cp.V, Art. 20, o
coordenado é designado pelo Diretor Geral, ouvido o Diretor da Faculdade, por um
período definido no ato de sua designação, podendo ser reconduzido.
Ainda, em acordo com o cap.V, Art. 22 são atribuições do coordenador de curso:
I - coordenar os trabalhos dos membros docentes que desenvolvem aulas e
atividades de ensino, pesquisa ou extensão relacionadas com o respectivo curso, sob as
diretrizes do respectivo projeto pedagógico;
II - supervisionar o cumprimento das atribuições de cada docente do curso dando
ciência de irregularidades ao Diretor da Faculdade;
III - representar o curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade;
IV - convocar e presidir as reuniões de docentes das várias áreas de estudo ou
disciplinas afins que compõem o curso;
V - coordenar a elaboração e sistematização das ementas, bibliografia de apoio e
programas de ensino das disciplinas do currículo pleno do curso para compor o respectivo
projeto pedagógico e acompanhar seu desenvolvimento;
VI
-
compatibilizar
os
conteúdos
programáticos
necessários
à
formação
profissional prevista no perfil do curso;
VII - fomentar e incentivar a produção científica e intelectual do corpo docente;
VIII- supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como
a assiduidade e a produção científica e intelectual dos professores, constituindo um
banco de dados da mesma;
IX - auxiliar na coordenação do processo de avaliação do desempenho do pessoal
docente, técnico-administrativo e da infraestrutura;
X - apresentar, anualmente, ao Diretor da unidade, relatório de suas atividades e
das do seu curso, bem como as indicações bibliográficas necessárias para o próximo
período letivo;
102
Projeto Pedagógico
XI - exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas pelo Diretor da
Faculdade, as previstas na legislação ou no Regimento.
4. PERFIL DO CORPO DOCENTE
O corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ é composto por
professores que, em sua maioria, possuem pós-graduação stricto sensu com titulação de
Mestrado ou Doutorado.
O curso de Engenharia Ambiental da FAJ, atualmente, é composto por 28
docentes, sendo 4 especialistas (14,28%), 12 mestres (42,86%) e 12 doutores
(42,86%). Deste total, 85,72% possuem pós-graduação "Stricto Sensu", sendo que
destes, 50,00% são doutores.
Quanto, ao Regime de Trabalho, os docentes estão distribuídos da seguinte
forma: 7 (sete) professores com Regime de Tempo Contínuo Integral (RTCI), 14 (onze)
com Regime de Tempo Contínuo Parcial (RTCP) e 7 (sete) com Regime Horista.
O perfil do corpo docente do curso de Engenharia Ambiental da FAJ esta
representado na Tabela 4-1.
A Titulação e o Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso de Engenharia
Ambiental da FAJ está sumarizada na Tabela 4.2.
O número de vagas anuais autorizadas por docente equivalente ao Regime de
Trabalho por Tempo Integral, o Número Médio de Alunos por Turma em Disciplina Teórica
e o Número Médio de Disciplinas por Docente estão sumarizados na Tabela 4-3.
103
Projeto Pedagógico
Tabela 4-1. Perfil do corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental da FAJ
Nome
Reg. de
Trabal
ho
Alex Moretini
Horista
(2H)
Horista
(1H)
André Mendeleck
Integral
(40H)
Adriana F. Martins
Ângela Maria Montes
Peral Valente
Clarence José de Mattos
Daiana G. Galane
Integral
(44H)
Parcial
(20)
Integral
(44H)
Danilo D'Ambros
Parcial
(4H)
Emilio Garcia
Parcial
(12H)
Geraldo G. J Eysink
Parcial
(12H)
João Henrique Castanho
Horista
(4H)
Jose dos Reis Maia
Parcial
(14H)
Jose Henrique Conti
Integral
(40H)
Luciana Aparecida Ávila
Horista
(4H)
Luciana Carla Ferreira de
Souza
Marcia L. Monteiro
Parcial
(16H)
Parcial
Disciplinas Ministradas
Nomenclatura Disciplina
Sem
Titulaç
ão
No
Prod/D
ocente
*
Meteorologia e Climatologia
Qualidade Ambiental
5
8
Mestre
0
Microbiologia
Desenho Técnico I
Ferramentas Computacionais para
Desenho
7
1
Doutor
1
2
Doutor
0
Trabalho de Curso I
Trabalho de Curso II
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Projetos de Engenharia
9
10
8
9
8
Doutor
16
Sociologia Ambiental
6
Mestre
Especia
lista
0
Mestre
0
Mestre
0
Mestre
4
Mestre
0
Especia
lista
0
Informática
Economia
Contabilidade Ambiental
Biologia
Ecologia de comunidades e
populações
Anál. de Riscos e Tox. Ambiental
Ecologia de Ecossistemas
Economia Ambiental
Agricultura e Meio Ambiente
Recuperação de Áreas Degradadas
Direito Ambiental
Trat. de Res. Sól. e Efl. Gas
6
10
2
6
9
6
7
8
9
8
9
0
Legislação e Licenciamento
Gestão Ambiental
Pol. Amb. e seus Instrumentos
Segurança do Trabalho
Auditoria Ambiental
9
8
9
10
10
Empreendedorismo (Optativa
Planej. Amb.Territ. e Urbano
10
9
Gestão de Bacias Hidrográficas
Métodos de Educação Ambiental
Métodos de Avaliação de Impactos
Ambientais (Precisão)
Química Geral
Química Tecnológica
Química Industrial
Metodologia da Pesquisa Científica
10
10
Doutor
0
7
2
3
4
6
Doutor
4
Mestre
Especia
1
0
104
Projeto Pedagógico
(16H)
Márcio da Silva Moura
Parcial
(12H)
Marco Antonio F. Gomes
Parcial
(12H)
Nádia D. Gimenez
Parcial
(20H)
Newton da F. de Freitas
Junior
Regina Maringoni de
Oliveira
Parcial(
18H)
Horista
(1H)
Renata R. do V. Gonçalves
Integral
(40H)
Rodrigo G. de Alvarenga
Rojane Magda Kletecke
Parcial
Parcial
(12H)
Thales Coelho Borges
Lima
Integral
(40H)
Tulio A. Pires Ribeiro
Horista
(4H)
Valdomiro P. dos Santos
Vanessa C. Cabrelon
Jesuvicius
Wilson J. F. Alves Junior
•
Parcial
(16H)
Integral
(40H)
Horista
(4H)
Elaboração e Planejamento de
Projetos
Atividades Complementares I
Atividades Complementares II
Atividades Complementares III
Atividades Complementares IV
Atividades Complementares V
Materiais e suas Propriedades
Resistência dos materiais
Geologia e Solos
lista
7
1
2
3
4
5
6
5
4
Mestre
7
Manejo de Solos
Matemática para engenharia I
Matemática para engenharia III
Matemática para engenharia IV
5
Doutor
11
4
Mestre
0
Fenômenos de Transporte
Hidráulica
Hidrologia
Saneamento Ambiental
Tratamento de Água e Efluentes
Líquidos
2
5
5
7
8
Mestre
0
Comunicação Empresarial
Topografia
Introdução a Geociências
Aplicações Ambientais de SIG
Integração profissional I
Integração profissional II
Integração Profissional III
Física para engenharia I
Física para engenharia II
Soc., Meio Ambiente e Eng.
ambiental
Física para engenharia III
2
6
7
4
5
6
9
1
2
Doutor
0
Mestre
27
Mestre
2
1
3
Doutor
4
Eletricidade Aplicada
Doutor
0
Energia e meio Ambiente
Matemática para engenharia II
Estatística
4
9
10
3
2
Doutor
9
Mestre
3
Comunicação e Rel. Interpessoal
4
Doutor
0
Propriedade Intelectual e Industrial
10
Doutor
9
Projetos de Sistemas Sanitários (Precisão)
Produção Científica nos últimos 3 anos
105
Projeto Pedagógico
Tabela 4.2. Titulação do Corpo docente
TTULAÇÃO CORPO DOCENTE
GRADUADO
0
0,00%
ESPECIALISTA
4
14,28%
MESTRE
12
42,86%
DOUTOR
12
42,86%
Horista
7
25,00%
Parcial
14
50,00%
Stritu
Sensu
85,72%
REGIME DE TRABALHO
75,00%
Integral
7
25,00%
Tabela 4-2. Condições de Trabalho do corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental
da FAJ
N° de
docentes
28 docentes
Vagas
anuais
autorizadas
*
Vagas/Docente
equivalente a TI**
100 vagas
anuais
= 100 vagas /07
docentes
=14,29 vagas
autorizadas/docente
TI
Alunos por
turma Disciplina
Teórica
= 177
alunos/5
turmas
Média de disciplinas por
docente
74/28 = 2,64docentes/2
semestres = 1,32
= 35,4
alunos/turma
106
Projeto Pedagógico
V. INSTALAÇÕES FÍSICAS
A. INSTALAÇÕES GERAIS
1. SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES
A FAJ – Campus II possui uma sala de professores, equipadas com computadores
com acesso a internet e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras
e mesas para que o trabalho do docente tenha a comodidade necessária às atividades
desenvolvidas. É disponibilizada ainda uma sala de reuniões, ampla e arejada para as
atividades a que se propõem cujo uso depende de agendamento prévio. Todas as salas
são adequadamente iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom
desenvolvimento das atividades do curso.
2. GABINETE DE TRABALHO PARA PROFESSORES
A coordenação do curso está instalada em uma sala, com computador com acesso
a internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para guardar documentos e
demais
acessórios
pertinentes
à
sua
atividade.
Tem
também
apoio
técnico-
administrativo. Os integrantes do NDE e os docentes em tempo integral e parcial
possuem uma sala específica com, localizada próxima a sala de coordenação, também
com computadores com acesso a internet, ramal telefônico, acesso a rede sem fio e
apoio técnico-administrativo.
3. SALAS DE AULA
Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de
conservação e cadeiras estofadas. Possuem cortinas para isolamento de iluminação
externa, quadro, tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV,
DVD, Data-Show, Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem arcondicionado iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para
garantir o conforto dos alunos.
4. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
A IES possui atualmente 412 computadores para o acesso dos alunos, todos com
acesso a internet, distribuídos em oito laboratórios de informática, biblioteca, sala de
orientação de TCC e laboratórios específicos.
107
Projeto Pedagógico
No turno de funcionamento do curso de Engenharia Ambiental (noturno) a IES possui
2500 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 6 alunos. Contudo os
alunos podem acessar a rede wireless disponível em toda a área das salas de aulas,
biblioteca e laboratórios específicos.
Para as matérias específicas do curso de Engenharia Ambiental, a Faculdade se
preocupa em disponibilizar 1 computador para grupos de 1 a 4 alunos, para disciplinas
relacionadas aos sistemas de CAD/CAM, informática, adotou-se como regra 1 aluno por
terminal. Para disciplinas relacionadas à pesquisa, adotou-se como regra, no máximo 2
alunos por terminal e para outras disciplinas adotou-se como regra, no máximo 4 alunos
por terminal.
5. ACESSIBILIDADE A PORTADORES COM DEFICIÊNCIA
A FAJ- Campus II possui infraestrutura que atende aos requisitos de acessibilidade
de pessoas portadoras de necessidades especiais. Sua infraestrutura conta com vagas de
estacionamento exclusivas, rampas de acesso, banheiros exclusivos, entre outros. Desta
maneira, a IES atende as exigências contidas no Parecer Técnico nº 1126/2001e no
Decreto n° 5.296/2004.
B. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA
A administração da Faculdade de Jaguariúna é exercida pelos órgãos abaixo
relacionados, cujas atribuições estão descritas no Regimento da Instituição:
I- de Administração Superior:
§ Conselho Pedagógico - COP
§ Diretoria Geral
II- de Administração Básica:
§ Diretoria da Faculdade;
§ Coordenadoria de Curso
§ Coordenadoria do Instituto Superior de Educação – ISE
O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções
não-docentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom
funcionamento dos diversos setores da Faculdade.
108
Projeto Pedagógico
C. ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO
A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão
Acadêmica RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no
Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é
baseada num Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e
a confiabilidade das informações, além de contar com um sistema de backup da base de
dados.
O sistema RM transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão
financeira, contábil e patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP
(Enterprise Resourcing Planning). Para melhor controle, distribuição e recuperação das
informações, e para facilitar o acesso aos usuários, o sistema divide-se em módulos
integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios, Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus,
Saldus, Portal.
Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de
curso e diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e
faltas de seus alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis.
Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios
permite: identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar
editoras e fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via
internet); controlar a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar
reservas; estabelecer políticas de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e
tipos de materiais; controlar multas por atraso na devolução, de acordo com o
regulamento da Biblioteca; emitir relatórios variados.
Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações
importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando
diferentes módulos.
1. REGISTROS ACADÊMICOS
O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à
Diretoria e demais órgãos da Instituição – que se compõem pelos setores de Controle
Acadêmico, Arquivo e Atendimento/Protocolo.
A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações
acadêmicas, tais como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais;
emissão
de
documentos
e
relatórios
relativos
à
vida
acadêmica
dos
alunos;
109
Projeto Pedagógico
acompanhamento da frequência às atividades didáticas e pedagógicas; lançamento e
controle
das
avaliações
emitidas
pelos
professores;
processos
de
matrícula, de
trancamento e de transferência, entre outros.
Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer
tipo de solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma,
ao final do curso. O atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone
ou via internet (online). Este setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem
por finalidade prover os docentes em tudo o que é necessário para o encaminhamento
diário às aulas.
O setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da
instituição, incluindo o prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção do
diploma e envio do mesmo para registro, na UFSCAR – Universidade Federal de São
Carlos.
2. BIBLIOTECA
2. 1. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia Ambiental, possui um acervo
indicado na referência básica do projeto pedagógico e nos planos de ensino, que atende
as disciplinas do Curso em quantidade suficiente. Em vista a recomendação dada pelo
novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em dezembro/2008, cada disciplina
passou a indicar 03 (três) títulos para a bibliografia básica, sendo alocados 1 exemplar
para cada 6 alunos, assim, o Curso conta com títulos e volumes suficientes para atender
à demanda e a biblioteca possui um vasto acervo para atender as necessidades de
formação, com literatura e obras de apoio.
A Biblioteca da Faculdade está totalmente informatizada, desde a aquisição até o
empréstimo. O acervo pode ser consultado através de terminais de microcomputadores
disponíveis, podendo ser consultado por autor, título, assunto, coleção, editora. A obra
interessada deverá ser solicitada no balcão de atendimento ao público para ser retirada.
A Faculdade propicia ao corpo docente e discente, o acesso livre às redes de
informações, ao site da Faculdade na Internet, através de todos os laboratórios de
informática e junto à biblioteca, com seu sistema interno informatizado, onde o aluno
pode obter informações pelo sistema on-line. Além disso, os alunos também têm acesso
ao COMUT Sistema de Comutação Bibliográfica. A atualização do acervo é realizada
continuamente, em função de verba disponível mensalmente no planejamento econômico
110
Projeto Pedagógico
financeiro, e sistematicamente no mês de outubro, através de um trabalho conjunto
entre a biblioteca e os professores, onde são indicados livros textos e bibliografias
complementares, através de formulário próprio para pedido de aquisição.
Através dessa indicação, é elaborada uma lista padronizada para cotação de preço
pelos fornecedores. A aquisição é feita em 05 (cinco) dias úteis, conforme disponibilidade
das obras nas editoras, e após a aprovação da Diretoria. No decorrer do ano, outras
sugestões poderão ser feitas pelos professores e adquiridas conforme disponibilidade
orçamentária.
Essas sugestões são reunidas e organizadas, formando as listas ou bases de dados
de demanda pretendida, que irão constituir a base do processo de aquisição. A
organização das sugestões contribui para que seja adquirido material necessário,
otimizando a utilização dos recursos financeiros.
2.2. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia de Produção, possui um
acervo indicado na referência Complementar do Projeto Pedagógico e nos Planos de
Ensino, que atende as disciplinas do Curso em quantidade suficiente. Vale dizer que, em
2006, no momento em que o Curso protocolou o seu reconhecimento, era feita a
indicação de 02 (dois) TÍTULOS para a bibliografia Complementar. Entretanto, tendo em
vista a recomendação dada pelo novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em
dezembro/2008, cada disciplina passou a indicar 05 (cinco) títulos para a bibliografia
Complementar, sendo alocados no mínimo 2 exemplares para cada Título.
2.3. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES
As assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, estão
atualizadas e abrangem as principais áreas temáticas do Curso de Engenharia Ambiental:
§ Brazilian Journal of Biology (assinatura)
§ Química Nova
§ Revista Mineira de Contabilidade (assinatura de Ciências Contábeis) Pesquisa
§ Fapesp (assinatura de Assuntos Gerais)
2.3.1. PUBLICAÇÕES ONLINE:
§ http://www.scielo.br/scielo
111
Projeto Pedagógico
§ http://sec.sbq.org.br/cdrom/32ra/index.htm
§ http://sec.sbq.org.br/cdrom/33ra/ index.htm
§ http://sec.sbq.org.br/cdrom/34ra/ index.htm
2.3.2. JORNAIS:
§ Correio Popular
§ Folha de São Paulo
§ Gazeta Regional
§ Jornal Jaguariúna
5. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/
proporção
de
equipamentos
adequados
para
as
turmas
e
a
acessibilidade
aos
laboratórios por portadores de deficiência.
Atualmente, o Curso de Engenharia Ambiental da FAJ, conta com 11 laboratórios
específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do Curso e atender as
habilidades e competências pertinentes às disciplinas (Tabela 5-1):
Tabela 5-1. Relação de Laboratórios
Qt
Laboratório
Capacidades
1
Laboratório de Física para Engenharia I e II
40 alunos
1
Laboratório para Física III
40 Alunos
1
Laboratório de Química (Geral/Química Tecnológica/Industrial)
50 alunos
1
Laboratório de Ciência Morfológica I-A
50 alunos
1
Laboratório de Ciência Morfológica I-B
50 alunos
4
Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE/AUTOCAD/IDRISI
50 alunos
1
Laboratório de Geologia e Solos
40 alunos
1
Laboratório Águas e Controle Ambiental (Hidráulica/Hidrologia/
Tratam. Efluentes/ Geociências/Topografia/Laboratório de
Projetos/Planejam. Ambiental Territorial Urbano)
40 alunos
112
Projeto Pedagógico
6. INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
A FAJ possui uma sala de apoio específica para apoio aos docentes em atividades
de laboratório com 6 técnicos disponíveis para o auxílio à preparação dos matérias para
as aulas. Os materiais são armazenados em 1 almoxarifado onde os docentes e discentes
podem efetuar a retirada de materiais e componentes. Os alunos podem acessar os
laboratórios mediante reserva junto ao setor de almoxarifado, estando disponível
livremente de segunda a sexta feira das 14h às 19h, sábado das 8h às 16h ou, no
período noturno, das 19h às 22h30. O agendamento no período noturno é prioritário e
mandatório para as atividades acadêmicas agendadas por docentes (ou seja, aulas
práticas com as turmas completas), contudo, no caso de vacância, os discentes podem
efetuar o agendamento. Os agendamentos são realizados através de formulário próprio,
sendo especificados materiais, procedimentos e processos. A seguir estão listamos os
principais instrumentais/ferramentais disponíveis para os respectivos laboratórios:
6.1. Laboratório de Física para Engenharia I e II
10 Kits didáticos para Plano Inclinado
10 Kits de Termodinâmica
10 Conjuntos de Termologia
10 Conjuntos de Mecânica Estática
01 Conjunto de Física Geral
6.2. Laboratório de Física para Engenharia III
05 Kits de Óptica
01 Gerador de VanderGrath
6.3. Laboratório de Química
20 Microscópios
20 KITs - Conjuntos de Vidraria (frascos, Becker, pipetas, tubo ensaio, ... )
20 KITs – Ferramental Laboratório (Espátulas, funil, ... )
10 Termômetros
01 Destilador
01 Balança cap 150kg
02 Balanças digital P/Box
01 Balanças elétrica Bivolt
04 Balanças elétrica Digipeso
06 Balanças semianalitica
6.4. Laboratório de Águas e Controle Ambiental
01 Bancada Hidráulica
50 Reservatórios plásticos para experiências
60 Sensores de nível de água
113
Projeto Pedagógico
40 Bombas de água
20 Balizas
01 Capela
01 Centrífuga
01 Condutivimetro de bancada 600
01 Condutivimetro de bolso
01 Estação metereologica
01 Estufa de bod
01 Estufa esterilização e secagem
01 Fotômetro de chama digital
01 JAR TEST
01 Luximetro digital
01 Mapoteca 5 gavetas
20 Mira
01 Moinho analitico
01 Oximetro de bancada
01 Oximetro de campo
01 Phmetro de bolso
01 Tripé
01 Tela fitoplanton
01 Trocador de calor a placas
10 GPS
6.5. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
50 Computadores em rede – acesso à internet
20 Kits National 6009 – Aquisição de dados Instrumentação
15 KITS PIC 16F877A
20 KITS FPGA - ALTERA
Relação de Softwares específicos:
§ IDRISI
Relação de Softwares geral:
§
Office
§
Msproject
§
Mplab
§
Winpic
§
Solid edge
§
Autocad
§
Nx
§
Labview
114
Projeto Pedagógico
§
Sistema para aquisição de dados ni6009
§
Solid work
§
Quartus
§
Max plus
§
Robot studio 4.0
§
Scilab
§
Python
§
Dev c
§
Rslogix – rockwell
§
Rsview - rockwell
6.6. Laboratório de Geologia e Solos
§ Mapas/banners de geologia e solos;
§ Acervo de amostras de minerais
§ Acervo de rochas ígneas
§ Acervo de rochas sedimentares
§ Acervo de rochas metamórficas
§ 01 Lupa binocular para identificação e componentes básicos de formação do
solo (estádio transição: rocha – solo)
§ 08. Microscópios
6.7. Laboratório de Ciência Morfológica I-A e IB
Laboratório I-A:
08 Microscópios
09 Estereomicroscópio LUPA
01 Banho Maria
08 Bancadas
40 Bancos
Laboratório I-B:
21 Microscópio
02 Banho Maria
01 Geladeira DUPLEX Brastemp
01 Estufa de cultura
01 Chuveiro com lava Olho
14 Bancadas
70 Bancos
Os Laboratórios Ambientes asseguram adicionalmente a possibilidade de
desenvolvimento da habilidade de observação e descrição dos fenômenos e processos.
Dominar o método experimental e saber fazer descrições confiáveis de variáveis são
habilidades básicas previstas nas diretrizes curriculares para os cursos de engenharia.
115
Projeto Pedagógico
Além disso, assegurarem o contato do aluno com conhecimento produzido através de
pesquisa rigorosa nos laboratórios específicos de Engenharia Ambiental. Adicionalmente,
como contextos estruturados de atividades, espera-se que a passagem do graduando
pelos laboratórios possa assegurar:
§
Domínio dos instrumentos e procedimentos classicamente utilizados para
investigar processos básicos de engenharia;
§
Domínio da lógica que embasa a pesquisa experimental, com destaque para a
necessidade
e
estratégias
de
controle
de
variáveis
que
permitem
a
construção de explicações causais para os eventos estudados;
§
Capacidade de articular o conhecimento sobre processos de Engenharia
gerados em contextos controlados de laboratórios e sua ocorrência em
ambientes naturais;
§
Respeito aos padrões éticos no desenvolvimento de pesquisas experimentais
e, particularmente no planejamento e realização de experimentos que
envolvam os processos de Engenharia em relação aos impactos ambientais
que estes possam causar;
§ Cuidado e zelo com o ambiente, equipamentos e materiais utilizados nestes
contextos específicos.
VI. BIBLIOGRAFIA
Lei N° 10.861 de 14 de abril de 2004 (Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior do Ministério da Educação).
Art. 1o da Lei 5.194 de 1966 (atividades relacionadas à Engenharia Ambiental)
LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LEI Nº 9.394/96
Resolução CNE/CES No 11/2002 (Perfil do Egresso de um Curso de Engenharia)
PARECER CNE/CES nº 100/02. Câmara de Educação Superior. Conselho Nacional de
Educação, Ministério da Educação e Cultura, Brasil, 13 de março de 2002.
RESOLUÇÃO 48/76, "Fixa os Mínimos de Conteúdo e Duração do Curso de Graduação em
Engenharia e Define suas Áreas de Habilitações”. Diário Oficial da União, MEC, 27/04/76.
RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 11, de 11 de março de 2002. “Estabelece as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”. (Of. El. NO CNE48-2002)
– DOU de 09.04.2002 – Seção I – p.32.
RESOLUÇÃO CONFEA nº 1.010 - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia, Brasil, 22 de agosto de 2005.
116
Projeto Pedagógico
Download

FACULDADE DE JAGUARIÚNA PROJETO PEDAGÓGICO