Utilização do QFD na análise da qualidade percebida pelos usuários do E-Learning aplicado na educação coorporativa de uma instituição financeira Geraldo Vinicius Ramos [email protected] UNIPAC Resumo:As organizações são demarcadas por ambientes dinâmicos, mutantes, complexos e desafiadores. Para atingir os resultados esperados, as organizações precisam de pessoas que possuam determinadas características, ou competências, para que consigam desempenhar seus papéis com qualidade e efetividade. Assim, é preciso constante aperfeiçoamento profissional, buscando incorporar os novos conhecimentos, e aprimorar deficiências. Para relacionar essa temática com o e-learning, desenvolveu-se este trabalho, cujo objetivo geral foi analisar a qualidade do e-learning aplicado em uma instituição financeira, segundo a percepção dos seus colaboradores, utilizando-se para isto, o método QFD (desdobramento da função qualidade). O e-learning desenvolveu-se a partir dos avanços das tecnologias da informação e comunicação, apontando, assim, um novo caminho para a educação à distância. Sua finalidade é contribuir para o desenvolvimento dos indivíduos e as organizações utilizam essa ferramenta de forma crescente. Destacam-se como vantagens do e-learning, a flexibilidade de horários e locais, redução de custos; atualização permanente; respeito à individualidade; liberdade de acesso ao conteúdo; democratização no acesso à educação; atendimento a necessidades específicas da organização. O QFD por sua vez, nos permitiu concluir que para os colaboradores que foram pesquisados, os itens de qualidade maior relevância do e-learning são a disponibilidade permanente do suporte técnico, a agilidade no processamento do conteúdo e o sistema operante o tempo todo. Palavras Chave: Pessoas - Competências - Qualidade - QFD - E-Learning 1. INTRODUÇÃO A evolução dos negócios também tem levado as organizações a perceberem que seu maior diferencial competitivo reside em seus profissionais, pois são eles que representam o grande ativo da instituição, num cenário no qual copiar tecnologias tornou-se mais fácil do que era há alguns anos atrás. Entretanto, num mundo tão dinâmico e em constante evolução, é preciso que haja constante aperfeiçoamento profissional, buscando tanto incorporar os novos conhecimentos, quanto aprimorar deficiências. Para isso, cursos de aperfeiçoamento profissional, ou mesmo de educação formal, são altamente recomendados. Atualmente ainda é mais fácil realizar tal processo, uma vez que as novas tecnologias contribuem sobremaneira para que os estudos aconteçam, mesmo em locais e horários alternativos, em ambientes físicos ou virtuais. O crescimento da utilização da internet possibilitou diversas transformações nas formas como as empresas prestam serviços, interagem com seus stakeholders, contratam e gerenciam recursos humanos. Proporcionou também o início de uma nova geração na área de treinamento e desenvolvimento nas empresas, com o surgimento e utilização cada vez maior do e-learning, definido nesta pesquisa como modalidade de treinamento à distância pela Internet. O e-learning ainda é algo recente no Brasil, mas tem ganhado força nos últimos anos em função dos benefícios que oferece, tanto para as organizações quanto para os próprios colaboradores. Conhecer, portanto, esse novo universo, seus benefícios e tendências são os fatores que justificam a realização desta pesquisa. 2. CAPITAL INTELECTUAL Para Montijo (2013) e Aguiar (2013), o capital intelectual é a soma dos conhecimentos de todos em uma empresa, o que lhe proporciona vantagem competitiva. Ao contrário dos ativos, com os quais empresários e contadores estão familiarizados, constitui-se uma matéria intelectual. Ao contrário de outros ativos como móveis, imóveis, equipamentos e recursos financeiros, o capital intelectual é algo intangível e é este conhecimento que aprimora os processos, promove inovações em atendimento, produtos e serviços, gerando dessa forma os melhores resultados organizacionais. 2.1. A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES De acordo com Arnosti (2009), o conhecimento é considerado patrimônio universal da humanidade. Mas numa organização não é todo conhecimento que é importante, mas aqueles que estão alinhados aos seus objetivos estratégicos. Dessa forma, o conhecimento não se torna capital intelectual até que seja apanhado, organizado, armazenado e convertido em resultados para a organização. 2.2. A IMPORTÂNCIA DAS PESSOAS E DO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Segundo Oliveira e Oliveira (2011), uma característica marcante das organizações atuais é a valorização da inteligência humana e do conhecimento aplicado aos processos produtivos. A atividade produtiva passou a se fundamentar mais no trabalho com elevado conteúdo de conhecimento e informações do que no trabalho rotineiro e desqualificado, que prevalecia nos anos de taylorismo e fordismo. Com isso, o foco organizacional deslocou-se do controle dos processos para controle dos resultados, que está fundamentalmente centrado no trabalhador, que foi elevado à dimensão principal do sistema produtivo. 2.3. EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Para Barros (2011), as novas tecnologias devem ser percebidas como um reforço aos métodos tradicionais de ensino, e uma forma de renovação de aprendizagem. São ferramentas do processo de ensino e aprendizagem e novos desafios pedagógicos que obriga a redefinição de papéis dos diferentes agentes envolvidos no processo educativo. 3. E-LEARNING Está aumentando entre os profissionais, mesmo entre os que já têm alto nível de instrução e ótimo desempenho profissional, a percepção de que não estão conseguindo manter-se em dia com as mudanças do cenário organizacional; ou seja, as transformações profundas pelas quais a sociedade está passando demandam que a educação seja vitalícia. Esse cenário gera um impacto em todas as instituições que contribuem para a formação profissional, que precisam preparar um indivíduo para atuar nessa nova realidade organizacional (JACOBSOHN, 2013). Para isso, podem ser utilizados os recursos da informática, internet e suas ferramentas interativas, da multimídia e hipermídia, do computador, CD-ROM, educação à distância, lista de discussão, chats, correio eletrônico e de outros recursos e linguagens digitais que podem contribuir para tornar os processos de aprendizagem mais eficazes. Elas estão presentes tanto na educação formal como informal, na presencial, e à distância, e no cotidiano da sociedade moderna. Assim, destaca-se a importância da mediação pedagógica e da integração entre essas tecnologias telemáticas, lúdicas, musicais, audiovisuais, dentre outras, para fomentar situações tanto de ensino como de aprendizagem (RIBEIRO, 2013). A partir da década de 1990, o e-learning tornou-se uma das formas que as empresas encontraram para investir na aprendizagem individual de seus empregados para que contribuam com seu capital intelectual (MARIA; SILVA, 2012). O conceito de e-learning engloba elementos de inovação e distinção em relação a outras modalidades de utilização das tecnologias na educação e apresenta um potencial acrescido em relação a essas mesmas modalidades. Nesta perspectiva, do ponto de vista da tecnologia, o e-learning está intrinsecamente associado à internet e ao serviço WWW, pelo potencial decorrente em termos de facilidade de acesso à informação independentemente do momento temporal e do espaço físico, pela facilidade de rápida publicação, distribuição e atualização de conteúdos, pela diversidade de ferramentas e serviços de comunicação e colaboração entre todos os envolvidos no processo de ensinoaprendizagem e pela possibilidade de desenvolvimento dos ambientes colaborativos de suporte à aprendizagem (GOMES, 2012). Para Maria e Silva (2012), o e-learning consiste no uso das tecnologias da internet para a entrega de amplo arranjo de soluções que estimulem o conhecimento e o desempenho. Acredita-se que esse método de ensino baseia-se em três critérios: trabalha em rede, permitindo atualizações instantâneas de dados; chega ao usuário por computador, com tecnologia padrão de internet; e tem visão mais abrangente de soluções de aprendizagem do que os treinamentos tradicionais. O e-learning propõe novas formas de educação, que podem atuar separadamente ou em conjunto para melhorar o ensino presencial. Jacobsohn (2013) cita algumas das melhorias trazidas pelo ambiente virtual, se comparada ao ensino presencial tradicional: a) incentivo e apoio ao aprendizado colaborativo ou em grupo; b) aprendizado ativo, a participação ativa é necessária; c) ritmo do curso mais ajustado ao aluno do que ao professor; d) uso do computador; e) anotações completas sobre o conteúdo. Ainda segundo Gomes (2012), o conceito de e-learning pode envolver situações de apoio tutorial ao ensino presencial, em que o professor-formador-tutor disponibiliza materiais, sugere recursos e interage on-line com os alunos. Neste contexto, o e-learning assume essencialmente a vertente de tutoria eletrônica no apoio a estudantes que se enquadram num cenário de ensino de caráter presencial. Também pode estar associado a uma complementaridade entre atividades presenciais e atividades à distância, tendo por suporte os serviços e tecnologias disponíveis na internet. Existe uma articulação prevista e concebida previamente entre as atividades em regime presencial e as atividades on-line. Pode, ainda, constituir novos cenários de formação à distância, nos quais o potencial das tecnologias associadas à internet permite ultrapassar algumas das dificuldades associadas aos modelos de educação à distância anteriores. Dados disponíveis no Anuário da Revista Learning e Performance Brasil mostram que em 2011 havia cerca de 650 organizações utilizando sistemas e-learning no país. O total de horas aplicadas em cursos e-learning nas empresas subiu de 5% para 67% entre 1999 e 2010, enquanto as horas de cursos presenciais caíram de 95% para 33% no mesmo período, revelando alto investimento em novas tecnologias e métodos de treinamento (MARIA; SILVA, 2012). 3.1. IMPORTÂNCIA E VANTAGENS DO E-LEARNING Com o poder e eficiência do e-learning, os profissionais de hoje podem transformar as rápidas mudanças que estão ocorrendo em vantagem competitiva para eles próprios e para suas empresas (CAVALHEIRO, 2010). Assim, a pesquisa identificou várias vantagens que o e-learning propicia para os diversos agentes envolvidos, conforme discutido abaixo: • Flexibilidade • Adequação dos cursos ao perfil das pessoas • Maior interação com o ambiente virtual • Maior interação com tutores • Atualização permanente • Respeito à individualidade • Liberdade de acesso ao conteúdo • Democratização à educação • Atendimento a necessidades específicas da organização 4. A EMPRESA A empresa é uma instituição financeira (banco) que possui agências e/ou correspondentes bancários em todo o país, e tem como clientes, pessoas jurídicas (empresas) que atuam nos mais diversos ramos e clientes pessoas físicas de todas as classes sociais. 4.1. AS NECESSIDADES E EXPECTATIVAS DOS CLIENTES A instituição financeira em questão, não possui um método de pesquisa estabelecido, para ouvir os seus empregados a respeito do E-Learning. As necessidades e expectativas de apenas uma parcela dos empregados são conhecidas. A instituição não possui dados e nem informações confiáveis, sobre o índice de satisfação ou insatisfação dos seus empregados e nem o grau de importância que tais empregados, atribuem aos cursos que lhes são oferecidos. 4.2. DEFINIÇÃO DA EQUIPE DE TRABALHO A equipe de trabalho foi formada pelo autor deste trabalho e por gerentes de relacionamentos. A atividade principal dos gerentes foi a aplicação de questionários. Ao autor do trabalho, além da confecção e aplicação dos questionários, coube também a função de compilar os resultados, desenvolver as demais etapas e gerar a interpretações e conclusões. 5. QFD – DESDOBRAMENTO DA FUNÇÃO QUALIDADE Segundo Akao (1996) o QFD é a conversão dos requisitos do consumidor em características de qualidade do produto e o desenvolvimento da qualidade de projeto para o produto acabado através de desdobramentos sistemáticos das relações entre os requisitos do consumidor e as características do produto. Esses desdobramentos iniciam-se com cada mecanismo e se estendem para cada componente ou processo. A qualidade do produto ou do serviço será formada através desta rede de relações O QFD é empregado durante todo o processo de desenvolvimento de um produto ou serviço e o seu objetivo é prestar suporte ao processo de desenvolvimento e incorporar no projeto as reais necessidades dos clientes. Esse método tem como base um conjunto de matrizes através das quais os requisitos dos clientes são expostos e a partir daí, realiza-se um processo de desdobramento transformando esses requisitos em especificações técnicas do produto. As matrizes têm a finalidade de orientar o trabalho, registrando as discussões, permitindo a avaliação e priorizando os requisitos e características, sendo que ao final serão uma importante fonte de informações para a execução do projeto como um todo. Por ser um método que tem como base o trabalho em equipe, os colaboradores desenvolvem uma compreensão comum sobre as decisões, suas razões e suas implicações, e se tornam comprometidos com iniciativas de implementar as decisões que são tomadas coletivamente. 5.1. A CASA DA QUALIDADE A casa da qualidade pode ser definida como a matriz que tem a finalidade de executar o projeto da qualidade, sistematizando as qualidades verdadeiras exigidas pelos clientes por meio de expressões lingüísticas, transformando-as em características da qualidade, mostrando as correlações entre essas características e aquelas qualidades verdadeiras (AKAO, 1996). 5.2. MATRIZ DA QUALIDADE Utilizou-se a Casa da Qualidade da técnica do QFD, buscando identificar as principais necessidades e expectativas dos empregados, a fim de proporcionar um diferencial nos serviços prestados. Desenvolveu-se a matriz da qualidade, pois a mesma cruza as necessidades demandada pelos clientes com as características da qualidade. Por meio deste cruzamento, obtém-se a importância de cada característica da qualidade de acordo com a opinião dos clientes. A matriz da qualidade nos permite dar repostas ao que é importante para o cliente, e como saber dessa importância e ainda, estabelecer as relações entre os quês e os comos. 5.3. IDENTIFICAÇÃO DOS CLIENTES Esta etapa tem como objetivo definir o público para a aplicação da pesquisa. Os clientes identificados foram as pessoas físicas com renda entre dois e quatro salários mínimos, que utilizam os serviços da instituição e têm no mínimo dois produtos bancários. Para esses clientes, adotou-se a nomenclatura de “clientes essenciais”. 5.4. REQUISITOS DOS CLIENTES No QFD, as qualidades requeridas pelos clientes tornam-se itens de uma lista de quês (GUINTA e PRAIZLER, 1993). Essas qualidades são interpretadas como atributos. Cada quê deve representar um único requisito. O item que contiver mais de um requisito deve ser subdividido em itens separados. Captar a voz do cliente exige habilidade na arte de escutar. O segredo é escrever exatamente o que o cliente disse. 5.5. OS QUESTIONÁRIOS Foi realizada a aplicação de questionários para os empregados que atendem os “clientes essenciais” de 10 agências do mesmo banco em diferentes cidades. O processo iniciou-se com a elaboração de um questionário fechado. Nesta etapa são definidas questões amplas, obtidas por perguntas abertas e objetivas, sendo que estas estão ligadas ao objetivo do serviço. Este questionário permite “ouvir a voz do cliente” em relação aos serviços prestados. As respostas obtidas foram convertidas em itens da qualidade demandada. A elaboração do questionário fechado constituiu-se da utilização dos dados obtidos do questionário aberto, isto é, a qualidade demandada pelos clientes e teve como objetivo extrair dos mesmos a importância de cada item. O questionário aberto foi aplicado a uma amostra de 60 empregados, e o questionário fechado a 54 empregados. No questionário fechado foram utilizados dados e informações do questionário aberto. 5.6. A PESQUISA A pesquisa do ponto de vista de seus objetivos é c exploratória, pois assume a forma de pesquisa bibliográfica. A natureza da pesquisa é aplicada, pois é uma aplicação prática direcionada a resolução de um problema específico. Do ponto de vista da forma de abordagem do problema pode ser classificada como uma pesquisa qualitativa, em virtude da subjetividade; 6. DESDOBRAMENTO DA QUALIDADE DEMANDADA Segundo Sousa (2007), a partir do questionário aberto, é possível organizar as respostas usando uma estrutura de árvore, que reflete o desdobramento da qualidade demandada. Os itens demandados pelos clientes são organizados em uma estrutura hierárquica, que pode contemplar os níveis primário, secundário e terciário. Os itens do nível primário correspondem aos aspectos perguntados no questionário aberto, enquanto que os itens dos níveis secundário e terciário serão revelados durante a análise das respostas do questionário aberto. Analisando os itens do questionário aberto, foram criados cinco agrupamentos secundários e vinte e cinco pontos de qualidade, chamados de qualidade terciária. Um exemplo é “o tempo para a conclusão dos cursos” (nível terciário), que é um requisito de “qualidade dos cursos” (nível secundário), que busca a satisfação do nível primário que é “qualidade do E-Learning”. O questionário aberto permitiu a obtenção das respostas dos clientes da instituição, as quais foram agrupadas em um Diagrama de Árvore. A seguir, foi elaborado um questionário fechado, com questões objetivas, onde os clientes atribuíram um grau de importância para dada um dos itens da qualidade demanda. 6.1. CONSTRUÇÃO DO DIAGRAMA DE ÁRVORE Tabela 01 – Informação dos itens de qualidade demandada. Nivel primario Nivel secundario Nivel terciario Freq Qualidade dos Sistemas utilizados no E-Learning Tempo de espera p/ acessar os cursos Solução para os problemas do sistema Disponibilidade do sistema Velocidade na transmissão de vídeos Atualização das etapas concluídas Quedas do sistema Atendimento do suporte técnico Processamento do conteúdo 19 13 18 09 12 10 14 08 Qualidade do E-Learning Travamento do sistema Avaliações do aprendizado Qualidade dos Tempo para Conclusão dos cursos Cursos Navegação nos cursos Informações atualizadas Acessibilidade Conteúdo dos Cursos O que é importante Qualificação dos tutores no E-Learning Tempo disponível p/ realizar os cursos Diversicação dos cursos Atenção Qualidade Tutores Informações precisas Atendimento tempestivo Disponibilidade para atender Reclamações Padronização Tempo de espera nas demandas Disponibilidade dos cursos no sistema TOTAL 08 07 16 17 8 15 20 12 05 11 06 03 02 04 10 18 16 281 6.2 IMPORTÂNCIA DOS ITENS DA QUALIDADE DEMANDADA (IDI) A importância da qualidade demandada (IDi) é definida pelos clientes utilizando-se um questionário fechado para a pesquisa de mercado. Esse questionário possui questões diretas e é elaborado a partir dos dados do questionário aberto. Cada cliente atribui um valor de importância que cada item possui de acordo com sua visão. Tabela 02: Pesos da Importância dos itens da qualidade demandada Importância Muito Importante Importante Pouco Importante Peso 2,0 1,0 0,5 6.3. ATRIBUIÇÃO DE IMPORTÂNCIA AOS ITENS DE QUALIDADE DEMANDADA (IDI) Segundo Sousa (2007), o objetivo deste procedimento é transformar o número de ocorrências em valores fáceis de serem trabalhados, durante o desenvolvimento da matriz da qualidade. 6.4. AVALIAÇÃO DA ESTRATÉGIA DA QUALIDADE DEMANDADA (EI) Tabela 03: Qualidade demandada dos itens do nível terciário Item 01 02 03 04 05 Descrição Tempo de espera para acessar os cursos Solução para os problemas do sistema Disponibilidade do sistema Velocidade na transmissão de vídeos Atualização das etapas concluídas Frequencia 20 19 18 18 17 Importância 2 2 2 2 2 ide 7,12 6,76 6,41 6,41 6,05 Item 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Descrição Quedas do sistema Atendimento do suporte técnico Processamento do conteúdo Travamento do sistema Avaliações do aprendizado Tempo para Conclusão dos cursos Navegação nos cursos Informações atualizadas Acessibilidade Conteúdo dos Cursos Qualificação dos tutores Tempo disponível para realizar os cursos Diversicação dos cursos Atenção Informações precisas Atendimento tempestivo Disponibilidade para atender Padronização Tempo de espera nas demandas Disponibilidade dos cursos no sistema Frequencia 16 16 15 14 13 12 12 11 10 10 9 8 8 8 7 6 5 4 3 2 Importância 2 1 1 2 1 1 1 1 2 1 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 IDi 5,69 5,69 5,34 4,98 4,63 4,27 4,27 3,91 3,56 3,56 3,20 2,85 2,85 2,85 2,49 2,14 1,78 1,42 1,07 0,71 Tabela 04: Pesos da Importância da qualidade demandada Peso 0,5 1,0 1,5 2,0 Importância Pequena Média Grande Muito Grande Tabela 05 – Avaliação estratégica da qualidade Demandada Item 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 Descrição Tempo de espera para acessar os cursos Solução para os problemas do sistema Disponibilidade do sistema Velocidade na transmissão de vídeos Atualização das etapas concluídas Quedas do sistema Atendimento do suporte técnico Processamento do conteúdo Travamento do sistema Avaliações do aprendizado Tempo para Conclusão dos cursos Navegação nos cursos Informações atualizadas Acessibilidade Conteúdo dos Cursos Frequencia 20 19 18 18 17 16 16 15 14 13 12 12 11 10 10 Import. 2 2 2 2 2 2 1 1 2 1 1 1 1 2 1 IDi 7,12 6,76 6,41 6,41 6,05 5,69 5,69 5,34 4,98 4,63 4,27 4,27 3,91 3,56 3,56 Ei 2,0 2,0 2,0 2,0 1,0 1,5 1,0 2,0 1,0 1,0 2,0 0,5 1,0 2,0 0,5 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Qualificação dos tutores Tempo disponível para realizar os cursos Diversicação dos cursos Atenção Informações precisas Atendimento tempestivo Disponibilidade para atender Padronização Tempo de espera nas demandas Disponibilidade dos cursos no sistema 9 8 8 8 7 6 5 4 3 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 3,20 2,85 2,85 2,85 2,49 2,14 1,78 1,42 1,07 0,71 6.5. AVALIAÇÃO COMPETITIVA DOS ITENS DE QUALIDADE DEMANDADA (MI) Segundo Sousa (2007) nesta etapa, cada item da qualidade demandada é analisado buscando-se a comparação com a concorrência, identificado os pontos fortes em que a empresa esta defasada perante o mercado. Tabela 06: Pesos da importância dos itens de qualidade demandada Peso 0,5 1,0 1,5 2,0 Importância Acima da concorrência Similar á concorrência Abaixo da concorrência Muito abaixo da concorrência Tabela 07: Avaliação competitiva da qualidade demandada Item 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 Descrição Tempo espera para acessar os cursos Solução p/ os problemas do sistema Disponibilidade do sistema Velocidade na transmissão de vídeos Atualização das etapas concluídas Quedas do sistema Atendimento do suporte técnico Processamento do conteúdo Travamento do sistema Avaliações do aprendizado Tempo para Conclusão dos cursos Navegação nos cursos Informações atualizadas Acessibilidade Conteúdo dos Cursos Frequencia 20 19 18 18 17 16 16 15 14 13 12 12 11 10 10 Import. 2 2 2 2 2 2 1 1 2 1 1 1 1 2 1 IDi 7,12 6,76 6,41 6,41 6,05 5,69 5,69 5,34 4,98 4,63 4,27 4,27 3,91 3,56 3,56 Ei 2,0 2,0 2,0 2,0 1,0 1,5 1,0 2,0 1,0 1,0 2,0 0,5 1,0 2,0 0,5 Mi 0,5 1,5 1,0 2,0 2,0 1,5 1,0 0,5 1,5 0,5 0,5 0,5 0,5 1,5 1,0 6.6. IMPORTÂNCIA CORRIGIDA DOS ITENS DA QUALIDADE DEMANDADA (IDI*) A priorização dos itens da qualidade demandada é calculada considerando a importância de cada item da qualidade demandada (IDi), a avaliação estratégica (EI) e a avaliação competitiva (MI). O índice de importância corrigido é calculado conforme mostrado a fórmula proposta por Ribeiro et al. (2001) conforme a seguir: IDI* = IDI x Ei x Mi 6.7. PRIORIZAÇÃO DA QUALIDADE DEMANDADA (ID) Tabela 08: Priorização da qualidade demandada Item 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 Descrição Tempo de para acessar os cursos Solução p/ os problemas do sistema Disponibilidade do sistema Velocidade na transmissão de vídeos Atualização das etapas concluídas Quedas do sistema Atendimento do suporte técnico Processamento do conteúdo Travamento do sistema Avaliações do aprendizado Tempo para Conclusão dos cursos Navegação nos cursos Informações atualizadas Acessibilidade Conteúdo dos Cursos Frequencia 20 19 18 18 17 16 16 15 14 13 12 12 11 10 10 Import 2 2 2 2 2 2 1 1 2 1 1 1 1 2 1 IDi 7,12 6,76 6,41 6,41 6,05 5,69 5,69 5,34 4,98 4,63 4,27 4,27 3,91 3,56 3,56 Ei 2,0 2,0 2,0 1,0 1,0 1,5 1,0 1,5 1,0 1,0 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 Mi 1,0 1,0 1,0 2,0 2,0 1,5 1,5 1,0 1,5 1,5 1,0 0,5 1,0 1,0 1,0 IDi* 10,15 9,53 9,03 9,03 8,53 8,46 6,94 6,51 6,07 5,64 5,20 5,20 4,77 4,34 4,34 6.8. DESDOBRAMENTO DAS CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE Tabela 09: Desdobramento da qualidade demandada Qualidade Demandada Tempo de espera p/ acessar os cursos Solução para os problemas do sistema Disponibilidade do sistema Atualização das etapas concluídas Quedas do sistema Atendimento do suporte técnico Processamento do conteúdo Avaliações do aprendizado Tempo para Conclusão dos cursos Navegação nos cursos Informações atualizadas Acessibilidade Conteúdo dos Cursos Qualificação dos tutores Tempo para realizar os cursos Diversicação dos cursos Características da Qualidade Menor tempo de espera no acesso aos cursos Soluções adequadas p/ os problemas do sistema Sistema disponível o tempo todo Rapidez na atualização das etapas concluídas Sistema operante o tempo todo Disponibilidade permanente do suporte técnico Agilidade no processamento do conteúdo Agilidade nas respostas das avaliações Tempo ideal para a conclusão dos cursos Facilidade para navegação nos cursos Atualização constante das informações. Maior e melhor acessibilidade aos cursos Conteúdo de acordo com as necessidades Qualificação e treinamento para os tutores Maior tempo para realizar dos cursos Cursos diversificados conforme a necessidade 6.9. ESPECIFICAÇÕES ATUAIS PARA AS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE De acordo com Sousa (2007), nesta etapa busca-se identificar as especificações atuais de cada característica de qualidade, que irão constituir um padrão indicativo de qualidade do serviço. As especificações de cada item de característica de qualidade, que atualmente estão sendo utilizados, são o ponto de partida para a avaliação da dificuldade de atuação sobre as características e a avaliação competitiva, para que os atributos possam ser melhorados a fim de atender as necessidades dos clientes. Tabela 10: Especificações das características da qualidade. Características da Qualidade Menor tempo de espera no acesso aos cursos Soluções para os problemas do sistema Sistema disponível o tempo todo Rapidez na velocidade de vídeos Rapidez na atualização das etapas concluídas Sistema operante o tempo todo Disponibilidade permanente do suporte técnico Agilidade no processamento do conteúdo Sistema operante o tempo todo Agilidade nas respostas das avaliações Tempo ideal para a conclusão dos cursos Facilidade para navegação nos cursos Atualização constante das informações. Maior e melhor acessibilidade aos cursos Conteúdo de acordo com as necessidades. Qualificação e treinamento para os tutores Especificações Atuais Tempo de espera dentro dos padrões Direcionamento para o suporte técnico Quedas ocasionais no sistema Velocidade dentro das normas Demora nas etapas concluídas Travamento ocasionais do sistema Suporte técnico sempre disponível Processamento lento Travamento ocasionais do sistema Respostas disponíveis após as avaliações Tempo excessivo para a conclusão Navegação sem dificultadores Cursos sempre atualizados Dificuldade para acessar cursos Excesso de conteúdos nos cursos Tutores treinados 6.10. IMPORTÂNCIA DAS CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE (IQJ) É a relação que as características de qualidade mantêm com os itens da qualidade demandada e com sua importância relativa. Tabela 11: Importância das características de qualidade Item 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Características da Qualidade Disponibilidade permanente do suporte técnico Agilidade no processamento do conteúdo Sistema operante o tempo todo Agilidade nas respostas das avaliações Tempo ideal para a conclusão dos cursos Facilidade para navegação nos cursos Atualização constante das informações. Maior e melhor acessibilidade aos cursos Conteúdo de acordo com as necessidades do empregados Qualificação e treinamento para os tutores Maior tempo para realizar dos cursos Oferta de cursos diversificados conforme a necessidade Atenção permanente da parte dos tutores Fornecimento de informações precisas pelos tutores Atendimento em tempo real pelos tutores IQJ 85 70 69 66 61 59 59 59 59 51 46 44 41 39 39 6.11. AVALIAÇÃO DA DIFICULDADE DE ATUAÇÃO SOBRE AS CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE (DJ) Nesta etapa avalia-se a dificuldade de modificar a especificações das características de qualidade. Utiliza-se a escala proposta por Ribeiro et al. (2001). Tabela 12: Escala para avaliação da dificuldade de atuação Dificuldade de atuação Muito difícil Difícil Moderado Fácil Peso 0,5 1,0 1,5 2,0 Tabela 13 – Características de qualidade Descrição Menor tempo de espera no acesso aos cursos Soluções adequadas para os problemas do sistema Sistema disponível o tempo todo Rapidez na velocidade de vídeos Rapidez na atualização das etapas concluídas Sistema operante o tempo todo Disponibilidade permanente do suporte técnico Agilidade no processamento do conteúdo Sistema operante o tempo todo Agilidade nas respostas das avaliações Tempo ideal para a conclusão dos cursos Facilidade para navegação nos cursos Atualização constante das informações. Maior e melhor acessibilidade aos cursos Atendimento em tempo real pelos tutores Disponibilidade dos tutores para atender Navegação padronizada dos cursos disponíveis Menor tempo possível para a espera das demandas IQJ 36 51 66 37 41 44 59 11 39 59 39 61 85 32 46 69 70 36 (DJ) 0,5 0,5 0,5 1,5 1,5 1,0 2,0 1,5 1,0 1,5 2,0 1,5 0,5 2,0 1,5 2,0 1,5 1,5 6.12. AVALIAÇÃO COMPETITIVA DAS CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE (BJ) Tabela 14: Avaliação competitiva das características de qualidade (BJ) Item 1 2 43 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Descrição Menor tempo no acesso aos cursos Soluções para os problemas do sistema Sistema disponível o tempo todo Rapidez na velocidade de vídeos Rapidez/atualização das etapas concluídas Sistema operante o tempo todo Disponibilidade permanente do suporte técnico Agilidade no processamento do conteúdo Sistema operante o tempo todo Agilidade nas respostas das avaliações Tempo ideal para a conclusão dos cursos Facilidade para navegação nos cursos Atualização constante das informações. Maior e melhor acessibilidade aos cursos Atendimento em tempo real pelos tutores Disponibilidade dos tutores para atender . (IQJ) (DJ) 36 51 66 37 41 44 59 11 39 59 39 61 85 32 46 69 0,5 0,5 0,5 0,5 1,5 0,5 2,0 1,0 1,5 2,0 2,0 1,0 0,5 2,0 1,0 1,5 BJ 0,5 1,0 1,0 2,0 1,0 2,0 0,5 1,5 0,5 1,0 1,0 1,0 1,5 0,5 1,0 1,0 6.13. PRIORIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE (IQJ*). Tabela 15 – Priorização das características de qualidade Item 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Decrição Menor tempo de espera no acesso aos cursos Soluções adequadas para os problemas do sistema Sistema disponível o tempo todo Rapidez na velocidade de vídeos Rapidez na atualização das etapas concluídas Sistema operante o tempo todo Disponibilidade permanente do suporte técnico Agilidade no processamento do conteúdo Sistema operante o tempo todo Agilidade nas respostas das avaliações Tempo ideal para a conclusão dos cursos Facilidade para navegação nos cursos Atualização constante das informações. Maior e melhor acessibilidade aos cursos Atendimento em tempo real pelos tutores Disponibilidade dos tutores para atender Navegação padronizada dos cursos disponíveis Menor tempo possível para a espera das demandas Priorização - IQJ* 97 86 71 70 62 61 58 56 55 54 49 49 43 41 27 27 25 16 7. CONCLUSÕES Em um segmento altamente competitivo como os dos serviços bancários, a qualidade deve ser considerada como uma questão de estratégia, uma vez que os serviços e os produtos disponibilizados pelas instituições financeiras aos clientes são praticamente os mesmos. Assim, a técnica QFD aplicada neste trabalho, em relação aos valores, pesos e importâncias, permitiu identificar que: • Os itens mais importantes da Qualidade Demandada (IDi), em ordem decrescente de prioridade são: Tempo de espera para acessar os cursos (IDi =7,12), solução para os problemas do sistema (IDi =6,76), disponibilidade do sistema (IDi = 6,41), velocidade na transmissão de vídeos (IDi = 6,41) e atualização das etapas concluídas (IDi = 6,05). • Os itens menos importantes da Qualidade Demandada (IDi), em ordem decrescente de prioridade são: Atendimento tempestivo (IDi=2,14), disponibilidade para atender (IDi=1,78), padronização (IDi=1,42), tempo de espera nas demandas (IDi=1,07) e disponibilidade dos cursos no sistema (IDi=0,71). • Em relação à avaliação da estratégia da qualidade demanda (Ei), os itens tempo de espera para acessar os cursos, solução para os problemas dos sistemas e disponibilidade do sistema, todos com a Ei=2, 00, foram considerados itens de grande importância para a instituição financeira. Estes itens, de acordo com a avaliação dos empregados, mostram que os mesmos atribuem muita importância os sistemas acessados para a realização dos cursos. Porém, os itens como: a disponibilidade dos tutores para atender, a padronização e o tempo de espera. • nas demandas, todos com a Ei=0,5 foram considerados itens de pequena importância para os empregados, pois demonstram que os mesmos priorizam outros itens em detrimento a esses. • Na avaliação competitiva dos itens de qualidade demandada (Mi), o desempenho do ELearning da instituição financeira foi considerado acima dos concorrentes (peso =0,5) em diversos itens, tais como: tempo de espera para acessar os cursos, processamento do conteúdo, avaliações do aprendizado e disponibilidade dos cursos no sistema. Já em outros itens, tais como: velocidade na transmissão dos vídeos e atualização das etapas concluídas (peso=2), foi considerado abaixo da concorrência. • Em relação à importância corrigida da qualidade demandada (IDi*), o item de maior relevância para os empregados é o “tempo de espera para acessar os sistemas” com IDi*=10,05 e o item de menor relevância é a “disponibilidade dos cursos no sistema” com IDi*=0,34. Esta etapa de priorização da qualidade demandada foi de grande importância, pois forneceu às agências bancárias nas quais se aplicaram as pesquisas, informações fundamentais sobre os cursos a distância de acordo com a visão dos empregados. Os itens mais importantes das características da qualidade (IQJ), em ordem decrescente de prioridade, conforme a tabela 13 são: menor tempo de espera no acesso aos cursos. Soluções adequadas para os problemas do sistema, sistema disponível o tempo doto e rapidez no atendimento. • Os itens menos importantes das características da qualidade (IQJ), em ordem decrescente, conforme são: disponibilidade os tutores para atender, navegação padronizada dos cursos disponíveis, menor tempo disponível para a espera das demandas. • As características de qualidade (DJ), tais como: menor tempo de espera no acesso aos cursos, soluções adequadas para os problemas do sistema, sistema disponível o tempo todo e rapidez na velocidade de vídeos todos com peso=0,5 foram considerados de difícil atuação, enquanto que: agilidade nas resposta das avaliações e tempo ideal para a conclusão dos cursos, foram considerados de fácil atuação pela instituição financeira. • Na avaliação competitiva das características de qualidade (BJ), o desempenho do ELearning da instituição financeira foi superior ao dos concorrentes nos seguintes itens: soluções adequadas para os problemas do sistema, sistema disponível o tempo todo, rapidez na velocidade de vídeos e rapidez na atualização das etapas concluídas todos com peso igual a 0,5. Porém, o desempenho da instituição financeira foi inferior ao dos concorrentes nos seguintes itens: disponibilidade permanente do suporte técnico (DJ=2,0), tempo ideal para a conclusão dos cursos (DJ=2,0), disponibilidade dos tutores para atender (DJ=1,5) e sistema operante o tempo todo (DJ=1,5). • A priorização das características da qualidade (IQJ*), de maior relevância, são: disponibilidade permanente do suporte técnico (IQJ* = 85), agilidade no processamento do conteúdo (IQJ*= 70), sistema operante o tempo todo (IQJ*= 69) e o tempo ideal para a conclusão dos cursos. (IQJ*= 66). 8. REFERÊNCIAS AGUIAR, A. Empresas socialmente responsáveis: terra boa para germinar o capital humano. In: SITA, M. (Org.). Capital intelectual: a fórmula do sucesso. São Paulo: Ser Mais, 2013. Cap. 02, p. 15-21. AKAO Y. Introdução ao desdobramento da qualidade. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni. 1996 ARNOSTI, J. C. M. Capital intelectual: reconhecimentos e mensuração. Curitiba: Juruá, 2009. 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