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Educar para a Emancipação:
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PRÁTICAS DISCURSIVAS SOBRE A LINGUAGEM NA INTERNET
Valdinei Gonçalves de Oliveira1
[email protected]
(G – CLCA – UENP/CJ)
Ms. Eva C. Francisco
(Orientadora – CLCA – UENP/CJ)
RESUMO
Este artigo tem o objetivo de abordar possíveis problemas ocasionados com a frequente
utilização de comunicadores instantâneos em empresas e/ou universidades. Objetivando
o desenvolvimento da leitura e letramento críticos, o estudo descreve como os alunos se
posicionam como sujeitos diante dessas novas ferramentas de conversação. Como
contribuição, este trabalho visa esclarecer alguns pontos concernentes à Língua
Portuguesa que está ficando tão esquecida pelos usuários dos comunicadores
instantâneos.
Palavras-chave: Internet. Comunicadores Instantâneos. Língua Portuguesa.
1 INTRODUÇÃO
Podemos perceber no nosso dia a dia que as formas de comunicação se
encontram cada vez mais variadas em se tratando da transmissão de idéias,
pensamentos, emoções, informações através dos meios de comunicação tecnológico tais
como: internet, celulares, sites de relacionamento. Em virtude disso, questionamos: Por
que certas palavras precisam ser reduzidas a meras abreviações? Por que o seu uso se
transforma em um grave ato de violação de ritos? Como chamar a essa abreviação:
preguiça de escrever? Desinteresse? Facilidade? Economia de tempo? Questões como
essas têm atraído o interesse acadêmico de linguistas, os quais, à luz de suas análises,
têm mostrado que, de acordo com determinados grupos sociais, certas palavras não
podem ser modificadas ou abreviadas. Por outro lado, quando o homem sofre “uma
proibição imposta de fora (por uma autoridade) e dirigida contra os [seus] desejos mais
intensos”, ele aproveita para saciá-los.
Se
a
linguagem
tem
um
entorno
sócio-cultural,
é
razoável
responder
positivamente a essas perguntas, pois, na verdade, as instâncias discursivas em que nos
1
Valdinei Gonçalves de Oliveira é seminarista pela Diocese de Jacarezinho, graduando do 2º ano do
curso de Letras-Espanhol pela Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP – Campus Jacarezinho.
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inserimos influenciam poderosamente nosso projeto de dizer. Com base nisso, neste
trabalho, é possível analisar como utilizar a nova língua criada por aqueles que passam a
maior parte do seu tempo na frente de um computador e até que ponto ela é prejudicial
ao ensino da língua portuguesa nas escolas. Busco também avaliar se em lugares como
Universidade ou local de trabalho é permitido ou aprovado o uso dessa linguagem.
Dessa maneira, este projeto sustenta-se nos pressupostos teóricos do método
dialético, uma vez que, segundo este estudo, os fenômenos não são passíveis de
observação e análise com base em objetivos fixos, antes disso é preciso que se vislumbre
o próprio movimento de transformação e, até mesmo, inacabamento dos processos.
Há várias contribuições nesse tipo de pesquisa, entre elas temos: a redução do
foco nas partes, mas também no todo; a flexibilidade em detrimento da rigidez do
pesquisador; a consideração dos múltiplos significados atribuídos pelos sujeitos e suas
ações e a suas interações; a preocupação do pesquisador com as questões sociais e
cultuais dos grupos estudados, com as formas de organização do trabalho pedagógico na
escola e com os determinantes macroestruturais; a contribuição da etnografia para a
divulgação de trabalhos de bons professores.
Definidos o objeto, o tipo de pesquisa e o local, a próxima etapa foi a coleta de
dados. Essa se realizou no período de setembro a novembro de 2010 tendo como
instrumentos as pesquisas realizadas em vários sites, leitura de artigos propostos pela
professora orientadora e entrevistas.
Este projeto visa esclarecer o surgimento de uma nova língua muito usada pelas
crianças, pelos adolescentes e jovens que têm acesso à internet e, por consequência,
utilizam--se de palavras reconstruídas ou abreviadas, emoticons2, e, com isso, causam
essa ascensão de palavras que não existem na norma culta ou foram mudadas. Com isso
podemos formular algumas outras questões:
•
Inserir essa nova linguagem no dia a dia dos jovens ajuda ou atrapalha no que
concerne à educação e ao ensino da Língua Portuguesa?
•
Quais problemas acarretam o uso do “internetês” no ambiente de trabalho ou na
Universidade?
•
Em quais áreas o “internetês” é mal visto?
2
Forma de comunicação paralinguística, um emoticon (em alguns casos chamados smiley) é uma
sequência de caracteres tipográficos que traduzem ou querem transmitir o estado psicológico, emotivo, de
quem os emprega, por meio de ícones ilustrativos de uma expressão facial. Normalmente é usado por MSN
(Microsoft Network) ou pelo ICQ e outros meios de mensagens rápidas. O Nome "emoticon" deriva da
contração do inglês emotion + icon, ou seja, ícone de emoções.
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2 A nova linguagem da tecnologia: Algumas abordagens
Com este artigo, visamos também auxiliar ao leitor um entendimento sobre o que
é o “internetês” e como isso é usado nos meios de comunicação social. O tema é bem
atual, já que engloba a comunicação virtual e por muitas vezes a comunicação pessoal.
É fato que nossos jovens não escrevem corretamente quando estão nos
comunicadores instantâneos e nas redes sociais. Só que não podemos deixar que isso
influencie na questão educacional. É deprimente analisar redações escritas pela maioria
dos jovens do Ensino Fundamental e/ou Médio. Por muitas vezes o professor ou
estagiário precisa pedir que o aluno traduza o que está escrito ali.
Com base nisso, podemos nos perguntar: “Surge uma nova língua?”.
Há muito que o homem usou meios compatíveis à época para se comunicar e
relacionar-se com e entre as pessoas. A sociedade moderna desenvolveu muitos meios
mais eficazes para melhorar a comunicação, esses meios transformaram a maneira como
as pessoas interagem atualmente, pois permitiu maior agilidade e expandiu a escala e o
alcance da informação.
Dentre esses novos meios de comunicação criados pelo homem está a internet.
Porém tudo que se sabe hoje sobre a internet já foi interpretado ou visualizado de
maneira diferente em outras épocas. Alguns fizeram análises sobre como haveria de ser
a internet e muitas dessas previsões aconteceram, mas geralmente em escala maior que
o imaginado.
No início, a internet deveria ter sido uma nova mídia, pois assim a ela foi vista por
aqueles que acompanharam seu início no Brasil. A internet foi imaginada como uma
plataforma para comprar e vender, pois assim afirmaram que ela seria3.
Quando os negócios começaram a dar errado pensou-se que ela seria apenas um
lugar para colocar sites e finalmente uma nova onda chamada web 2.0 ganhou força
fazendo com que a rede se tornasse um local de colaboração.
3
O Departamento de Defesa americano pretendia criar uma rede de comunicação de computadores
em pontos estratégicos. A intenção era descentralizar informações valiosas de forma que não fossem
destruídas por bombardeios se estivessem localizadas em um único servidor, fazendo com que tudo o que
fosse transmitido pela internet fosse enviado uma cópia para o mesmo, tendo assim, controle sobre todas as
informações sobre tudo o que o povo americano comprasse, vendesse etc.
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Propaganda, comércio eletrônico, serviços online, compra, venda e utilidade
pública, entre outros. As qualidades da web são diversas e tudo que se tendenciou sobre
a internet, contudo, não se limita a isso.
De um pequeno blog a um grande aplicativo há muitas coisas parecidas que
podemos encontrar em pouquíssimos ambientes. Da mesma forma, blogs, sites, portais,
sistemas, etc. é parte da mesma matéria-prima e por mais que tenham propósitos e fins
diferentes acabam por convergir e fazendo uma mistura que muitos comentam, porém,
poucos entendem.
Com a Internet, vieram novas palavras e expressões, em configuração de
comandos ou aplicações, muitas sem apropriado significado em nossa língua. Notamos
também que a grande multiplicidade dos softwares disponíveis no país é disseminado em
inglês. Percebemos, então, como as palavras foram abreviadas até o ponto de se
transformarem em uma única expressão, duas ou no máximo três letras (não=n, sim=s,
de=d, que=q, também=tb, cadê=kd, tc=teclar, porque=pq, aqui=aki, acho=axo,
qualquer=qq,
mais
ou
mas=+).
Além
dessa
"contenção",
houve
também
um
desmoronamento da pontuação e da acentuação (é=eh, não=naum), nos enviando à
fonética das palavras e não mais à etimologia.
Nessa nova linguagem, também podemos constatar o derramamento de termos
da informática, uma contenção de caracteres digitados e um descaso com as normas
gramaticais da Língua Portuguesa. Quando surgiu, a linguagem peculiar dos jovens na
internet já começou a influência da escrita do adolescente internauta em sala de aula e a
preocupação dos educadores.
O uso dessa linguagem, com integral desobediência à norma culta, não é próprio
apenas dos brasileiros. Pois os alunos já são alfabetizados ao mesmo tempo em que
aprendem a se comunicar pela internet. A necessidade de interagir utilizando o teclado
do computador fez com que, rapidamente, o "internetês" se difundisse àqueles que têm
acesso à internet. O grande problema que existe é o uso dessa linguagem em locais onde
ela não é apropriada, como é o caso da escola.
Em português, ou em qualquer outra língua do mundo, a Internet já começa a
modificar os habituais meios de comunicação considerados como politicamente corretos.
É melhor pensar nas conseqüências desse acontecimento antes que haja uma
descaracterização dos idiomas cultos pela extrema, e cada vez mais rápida, fama da
rede.
A grande provocação que nos é apresentada é a de integrar e interagir com toda a
comunidade escolar, no mundo da corporação globalizada, para garantir a possibilidade
da livre expressão, mas também
harmonizar a metodologia da construção da
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conversação humana dentro de um contexto da norma culta. Devemos, como
educadores, nos familiarizarmos com as linguagens múltiplas, com a proliferação de
tecnologias, de frases e de expressões e as diferentes lógicas de articulação.
No ensaio sobre “Os gêneros do discurso”, Bakhtin ([1953] 2000) demarca as
características de um gênero a partir de uma visão tripartite: tema, composição e estilo.
Ao discutir sobre essas peculiaridades, o autor se refere ao estilo como a característica
basilar do tripé, porque estilo e gênero são tão indissociáveis que se torna inviável um
estudo do primeiro desvinculado do segundo. Tamanha é a associação de um com o
outro que Bakhtin chega a afirmar, categoricamente, que “quando há estilo há gênero”
(p. 279). Esta indissociabilidade entre gênero e estilo se explica a partir do pressuposto
de que “os estilos da língua pertencem ao gênero” (p. 284), ou seja, estão a serviço das
práticas discursivas e não, exatamente, da língua enquanto sistema. Assim sendo, o
autor considera que um estudo, cujo objeto seja o estilo, só tem motivos contundentes
de existir se este estiver atrelado à caracterização de algum gênero. Evidentemente, esta
posição do autor é uma crítica que ele faz às tentativas de tratamento do estilo sem a
ancoragem em um estudo de gênero, que levariam a descrições débeis, cujo resultado
seria “uma classificação pobre e não diferencial” (Id. Ibidem).
Não podemos nos esquecer, no entanto, que o modo de ver e interagir com o
mundo, de sentir e de atuar são sempre orientados pelos meios de comunicação, e
servem de modelo de vida. A sedução da linguagem da internet é constante,
proporcionando ao público uma enchente de informações, que mesmo sem tratamento
pedagógico, transforma-se em formação.
Quando colocamos o desafio na mão do aluno, resgatamos o objeto de estudo e
oferecemos
recursos
para
interpretá-lo
e
analisá-lo
criticamente,
permitindo
a
compreensão do processo de reavaliação da linguagem da internet no ambiente escolar.
Acreditamos que “não adianta resistir”, pois temos que pensar a educação associada ao
pensar do uso da tecnologia. Isso deve ser uma atitude constante no pensar dos
educadores e especialistas da educação. Pois a existência da internet está muito
generalizada tanto na escola pública como na particular. O importante papel do educador
é o de preparar o educando para usar criticamente as diversas formas de linguagens e
também utilizá-las de maneira adequada.
A Internet, inicialmente, e ainda hoje, tem sido atacada, quanto à fragmentação e
quanto à forma, como a linguagem é apresentada no ambiente online. Esses ataques são
divulgados - constantemente - por meio da voz da mídia ou pelos sujeitos que vão falar
sobre ela na mídia em geral.
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Ao dizer que não há nada de bom na Internet, o sujeito traduz um discurso
superficial, pois em todos os lugares, tanto na internet ou fora dela, encontramos coisas
aproveitáveis ou não.
A questão é a atitude. Então, devemos desenvolver a consciência crítica, pois por
meio dela é que teremos como nos posicionarmos diante das informações que
recebemos. Se parto de uma ideia pré-concebida sobre determinado ambiente online ou
não e/ou se reproduzo um discurso do senso comum - que está na mídia a toda hora - de
que a Internet atrapalha isso ou aquilo - só confirma um comportamento que necessita
de reflexão.
Nas práticas sociais que ocorrem na internet, há teses de doutorado, clássicos e
outros tipos de informações, como também ocorre fora dela. Então, a questão não é o
ambiente. A questão é como me posiciono diante das práticas sociais online ou não. Por
isso, precisamos discutir muito sobre as práticas de linguagem no campo linguístico
dentro da linguagem da tecnologia (“internetês”) ou fora dele.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base nas considerações anteriores podemos dizer que estamos, então, em
um caminho sem volta e, apesar de muitos ainda estarem excluídos desse mundo virtual,
ele chegou para ficar, ou melhor, para nos levar a um universo infinito de informações,
inovações e por que não dizer, de relações. O meio social onde ocorre essa comunicação
é incomensurável, a língua é altamente flexível e mutante, o que dizer então do seu
significado?
Analisar essas novas formas de expressão, que ultrapassam a barreira plana da
tela e acabam por invadir a gramática da nossa língua, umas vezes acrescentando,
outras confundindo e atrapalhando, nos oferecendo uma “enxurrada” de informações e
ferramentas de aprimoramento tanto no escrever como no compreender será um
trabalho árduo, instigante e riquíssimo para a evolução da comunicação.
Retomando o que se propôs realizar neste estudo, podemos afirmar que foi
constatada a suposição de que as marcas deixadas pela transmutação podem revelar o
estilo do gênero, conforme ilustram os vários fragmentos de conversação eletrônica
explorados na análise. Os emoticons, as repetições de letras e de sinais de pontuação, os
usos do K e, finalmente, as marcas de nasalidade se mostraram como elementos
estilísticos, em consequência da transmutação da conversação face a face pela Web. Esse
estudo mostra que, fora de sua esfera de origem, a conversa cotidiana suscita nos
internautas a necessidade de utilizar a escrita para representá-la. Isto não significa que o
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fato de os usuários “escreverem a conversa” descaracterize o que Bakhtin chama de
diálogo, pois o autor também exemplifica a transmutação com a inserção deste evento
em um romance, fazendo com que o diálogo na esfera literária também aconteça pela via
escrita.
A diferença entre os dois gêneros é que o estilo do romance difere do estilo dos
gêneros chats, devido às esferas em que estes efetivamente figuram. Enquanto o
primeiro é mais laborioso e dispõe de tempo para a sua elaboração, os segundos se
constituem em tempo real através de uma construção colaborativa e imediata.
Por isso, entendemos que a necessidade de simular traços da oralidade, gestos, estados
de espírito e outras paralinguagens, salienta as marcas da transmutação da conversa
cotidiana pelos chats, e temos então o uso de emoticons e a escrita híbrida como parte
do estilo desses gêneros. Essas considerações nos remetem mais uma vez ao
pensamento de Bakhtin sobre a construção coletiva do estilo que emerge do encontro
virtual entre diversas pessoas que percebem e compreendem o seu interlocutor,
presumindo sua responsividade.
Lidar com essas questões nas práticas pedagógicas com a linguagem é levar em
conta que a sociedade desenvolve suas práticas discursivas em função dos seus
propósitos comunicativos e que cria novos mecanismos de interação em função de novas
tecnologias. Os alunos e os professores são partes atuantes neste processo de interação
social fora da escola e não se pode conceber que fiquem à margem dessa evolução,
dentro da escola, desconsiderando as inovações em nome de tradições que limitam o
tratamento da linguagem ao ensino de metalinguagem.
O desafio que se pode colocar para o professor de língua materna é o de descobrir
maneiras de explorar os recursos da interlocução digital para evidenciar as diferenças
entre as mídias, para explicar a finalidade e a utilidade de cada uma em vez de abominar
uma e sacralizar a outra. Um comportamento preconceituoso não vai evitar que os
conhecimentos se interpenetrem, pois é assim que a linguagem funciona, numa grande e
incontrolável mobilidade, à revelia dos puristas e gramatiqueiros de plantão.
Ignorar o que está acontecendo fora do contexto escolar é andar na contramão da
história, é deixar passar a oportunidade de ser personagem e de atuar no cenário que
está sendo construído a nossa volta, quer queiramos quer não.
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ANEXOS
Figura 01: ABC do internetês
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Figura 2: Como é a forma real e a transformada pelo internetês
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Figura 03: Emoticons digitados mais usados na internet
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4 REFERÊNCIAS
ARAÚJO, J. C. Nicks e emoticons no chat aberto: uma análise da ressignificação da escrita.
In.: CAVALCANTE, M. et alii. Texto e Discurso sob múltiplos olhares. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2007. (no prelo).
ARAÚJO, J. C. A esfera digital e a hipertextualidade. In.: ARAÚJO, J. C.Os chats: uma
constelação de gêneros na Internet. Tese (Doutorado em Lingüística). Fortaleza:
Programa de Pós-Graduação em Lingüística. (PPGL). Universidade Federal do Ceará (UFC),
2006. pp. 83 - 93.
ARAÚJO, J. C. A conversa na Web: o estudo da transmutação em um gênero textual. In.
MARCUSCHI. L. A. & XAVIER, A. C. (ORGS.). Hipertexto e gêneros digitais: novas formas
de construção de sentido. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. pp. 91-109.
ARAÚJO, J. C. CHATS NA WEB: A LINGUAGEM PROIBIDA E A QUEDA DE TABUS .
In.www.discursoemlinguagem.com.br acesso em 29/09/2010.
BAKHTIN, M. Questões de literatura e estética (a teoria do romance). 3 ed. São
Paulo: Hucitec, 1993.
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Para citar este artigo:
HAMZE, A. INTERNETÊS. In.www.brasilescola.com acesso em 29/09/2010.
Para citar este artigo:
OLIVEIRA, Valdinei Gonçalves de. Práticas discursivas sobre a linguagem na
internet. In: XI CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DO NORTE PIONEIRO Jacarezinho. 2011.
Anais. ..UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná – Centro de Ciências Humanas
e da Educação e Centro de Letras Comunicação e Artes. Jacarezinho, 2011. ISSN –
18083579. p. 615 – 625.
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Valdinei Goncalves de Oliveira