LETRAMENTO COMO UMA DAS FUNÇÕES SOCIAIS DA ESCOLA Luana Machado* Giselle Santana Dosea** Marcelo Alexandre Batista dos Santos*** GT8: Espaços Educativos, Currículo e Formação Docente (Saberes e Práticas) RESUMO A escola enquanto espaço institucional sistematizado que busca propiciar a educação formal de crianças, jovens e adultos nos variados níveis e modalidades de ensino, além de suas obrigações legais e sociais possui responsabilidades quanto ao letramento de todos os que estão envolvidos diretamente em sua organização. O presente artigo expõe uma revisão bibliográfica sobre os significados do letramento no âmbito geral da escola. Essa discussão tem como objetivo ressaltar que toda a escola deve ser responsável pelo letramento na perspectiva de refletir sobre esse papel social. Sobre esse ponto de vista questiona-se sobre a ênfase que a escola deve dar: à alfabetização ou ao letramento? Contudo, pretende-se oportunizar aos leitores deste texto uma reflexão de que, os responsáveis quanto ao desenvolvimento do letramento não são somente os/as professores/as em sala de aula, mas também todos os participantes daquilo que se denomina escola. Palavras-Chave: Escola. Alfabetização. Letramento. ABSTRACT The school as an institutional space that seeks to provide systematic formal education of children, youth and adults in varying levels and types of education, as well as their legal and social responsibilities have on the literacy of all who are directly involved in your organization. This article presents a literature review on the meanings of literacy within the general school. This discussion aims to highlight that the whole school should be responsible for literacy in perspective reflect on this social role. On this view raises questions about the emphasis that the school must give: literacy or literacy? However, it is intended to create opportunities for readers of this text reflects that those responsible for the development of literacy are not only / the teacher / the classroom, but also all participants of what is called school. Keywords: School. Literacy. Literacy. * Especialista em Direito Educacional e Psicopedagogia Institucional. Professora da Secretaria de Estado da Educação de Sergipe – SEED/SE Integrante do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Gestão Sócioeducacional e Formação de Professor – GPGFOP/CNPq/UNIT - E-mail: [email protected] ** Mestranda em Saúde e Ambiente – UNIT Integrante do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Gestão Sócioeducacional e Formação de Professor – GPGFOP/CNPq/UNIT - E-mail: [email protected] *** Graduação em Química Licenciatura - Faculdade Pio Décimo - Aracaju-SE Integrante do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Gestão Sócioeducacional e Formação de Professor – GPGFOP/CNPq/UNIT - E-mail: [email protected] 2 1. INTRODUÇÃO A escola é um espaço de convivência onde a interação social ocorre de forma que o conhecimento une as pessoas por meio do processo de ensino aprendizagem. Todos os envolvidos no contexto escolar contribuem para o alcance dos objetivos educacionais, devem relacionar-se de forma que todos sejam atendidos pelo letramento, (a direção, a coordenação, a secretaria, os/as professores/as, os/as profissionais de serviços diversos – merendeiras e auxiliares da área de limpeza - vigilantes, porteiros, dentre outros), precisam aceitar o fato de que o resultado de seu trabalho se direciona aos sujeitos estudantes. “(...) a educação é um fenômeno próprio dos seres humanos (...)” (SAVIANI, 2012, p 11) essa afirmação nos faz refletir sobre as responsabilidades que a escola possui perante a sociedade. A alfabetização é o processo inicial de aquisição da leitura e da escrita, é uma das fases mais importantes na vida de uma pessoa, pois este período, quando adquirido na época correspondente ao ingresso (de crianças de seis anos) na escola, merece toda atenção e dedicação por parte de quem dirige as situações didáticas, de relações e interações dos alunos com seus semelhantes, com o conhecimento e com o próprio professor. Freire (2001, p. 29) ratifica dizendo: “(...) nas condições de verdadeira aprendizagem os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador, igualmente sujeito do processo.” Nesse sentido, considera-se a formação docente direcionada para alfabetizar, algo intimamente indispensável ao sucesso do educando. É imprescindível especificar que o mesmo deve ser aplicado quanto a atenção aos alunos das demais faixas etárias, inclusive aqueles que estão fora da faixa correspondente ao ano de estudos. É sabido que a escola tem como obrigação receber pessoas de diversas idades, sem preconceito ou discriminação para que estas aprendam a ler e a escrever, em particular, não desprezando as demais áreas do conhecimento difundidas no ambiente educacional. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em seu artigo 205 especifica que: “A educação é um dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da 3 cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96, a matrícula inicial obrigatória deve ocorrer ao individuo que tenha seis anos de idade a ser feita por um responsável para que a criança inicie os estudos a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Diante das diversas atribuições sociais que cabem à escola, faz-se necessário questionar: A Escola deve dar ênfase à alfabetização ou ao letramento? Vale frisar que o letramento ocorre por meio de “práticas sociais” precedidos do uso da leitura e da escrita (SOARES, 2002). Este estudo tem como objetivo refletir sobre o letramento como uma das funções sociais pertencentes à escola. Pois, não cabe apenas ao professor propiciar o letramento das crianças, a escola precisa num todo estar preparada para colaborar e agir de forma que estimule e incentive o letramento de todos os alunos. Acreditase que a informação é a mola propulsora para uma sociedade plena de suas atribuições e só por meio da leitura e da compreensão do mundo que estamos inseridos será possível conviver, agir e interagir diante da realidade. Contudo, este artigo foi feito por meio de uma breve revisão bibliográfica embasada nas ideias de autores como: Bagno [et al] (2002), Bezerra (2012), Cordeiro (2010), Freire (1994), Gadotti (2000), Kramer (2002), Mendonça (2008), Perrenoud (2002), Pimenta (2007), Saviani (2012), Severino (2011) e Soares (2000 e 2012) além da legislação pertinente, que serviram de base para estruturar o que se apresenta neste trabalho. As afirmações aqui apresentadas não visualizam determinar ou delimitar as funções sociais da escola, apenas levar os/as leitores/as a repensar a prática referente ao letramento dentro da escola no contato de alunos com funcionários e vice-versa. 2. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Alfabetização deve ser entendida como um processo de decifração de um código na forma escrita. Nesse caso, alfabetizar é a codificação e decodificação de fonemas em grafemas. Em uma linguagem mais clara, alfabetização “reside em extrair a pronúncia ou o sentido de uma palavra a partir de sinais gráficos (ou seja, a capacidade de ler) e em codificar graficamente os sons correspondentes a uma palavra, (a capacidade de escrever)” (MORAIS apud OLIVEIRA, 2004, p. 21). 4 De acordo com Gontijo (2008, p. 33) alfabetização é, ”um processo de natureza linguística, da especificidade do processo de letramento ligada a capacidade de fazer uso funcional da escrita e da leitura na sociedade e na indissociabilidade desses dois processos”. A alfabetização deve ser associada a realidade de mundo do aluno, conquistada pelos seus atores – professor e aluno em uma relação diária em que o letramento seja base, pano de fundo para que esse processo tenha sentido, para que realmente venha ser aprendido e posto em prática desde cedo como algo que pertencerá ao aluno para a vida inteira. O método utilizado por Paulo Freire denominado sócio linguístico, objetiva-se por “diferenciar-se dos demais” no tocante a codificação e decodificação, pois o foco está em “transformar a consciência ingênua do alfabetizando em consciência crítica” através da “leitura de mundo”, e por fim este método consiste no trabalho com a análise, síntese e fixação da leitura e da escrita, para que seja possível desenvolver a “consciência silábica e alfabética” para que o aluno chegue a dominar as “correspondências entre grafemas e fonemas”. (MENDONÇA; MENDONÇA, 2008, p.37). Porém a alfabetização só ocorre quando o sujeito é capaz de identificar a palavra e conhecer o seu sentido. Alfabetizado então é quando o sujeito é capaz de compreender o texto e o contexto dele. Isso ocorre a partir do contato em ambientes, com pessoas diferentes, ouvindo, manipulando objetos, experimentando situações novas. Nesse processo de desenvolvimento, a escola tem o papel de ampliar e enriquecer o aprendizado que cada criança já traz consigo e corrigir quando necessário. O Parecer CNE/CP/09/2001, destaca que: Orientar e mediar o ensino para a aprendizagem dos alunos; Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem dos alunos; Assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos; Incentivar atividades de enriquecimento cultural; Desenvolver práticas investigativas; Elaborar e executar projetos para desenvolver conteúdos curriculares; Utilizar novas metodologias, estratégias e materiais de apoio; Desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe. Quanto à aprendizagem da linguagem, esta tem por objetivo desenvolver a capacidade de comunicação verbal das crianças, principalmente quando estão em interação constante com tudo que a cerca. Nessa relação há um amadurecimento e 5 um aprimoramento do seu repertório linguístico. Também as experiências vivenciadas pelas crianças são fundamentais para o seu desenvolvimento cognitivo. (KRAMER, 2002) Pode-se afirmar então que letramento é o que as pessoas fazem com as habilidades de leitura e escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades, valores e práticas sociais. No Brasil, os conceitos de alfabetização e letramento confundem e perdem a especificação da alfabetização. Enquanto em outros países a discussão do letramento aconteceu de forma independente da alfabetização, no Brasil essa discussão se dá entrelaçada no conceito de alfabetização o que é levado de maneira inadequada a junção dos dois processos, com ênfase para o letramento. (OLIVEIRA, 2004, p.131). Somente a partir de estudos realizados mais recentes é que tem tido uma progressiva mudança nesse conceito, onde alfabetizada é aquela pessoa capaz não só de ler e escrever um bilhete simples, ou seja, saber ler e escrever como também de exercer uma prática útil social de leitura e escrita. Para um entendimento melhor sobre a diferença de letrar e alfabetizar analisa-se o seguinte: Enquanto a alfabetização se ocupa da aquisição da escrita por um indivíduo, ou grupo de indivíduos, o letramento focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de uma sociedade (TFOUNI, 1995, p. 20). Seguindo essa linha de pensamento e explicando de forma diferente Soares In Ribeiro ( 2003, p. 91) prescreve: Alfabetização é o processo pelo qual se adquire o domínio de um código e das habilidades de utilizá-lo para ler e escrever, ou seja: o domínio da tecnologia – do conjunto de técnicas – para exercer a arte e ciência da escrita. Ao exercício efetivo e competente da tecnologia da escrita denomina-se Letramento que implica habilidades várias, tais como: capacidade de ler ou escrever para atingir diferentes objetivos. Isso significa que mais do que expor o conceito de alfabetização e letramento é importante valorizar os aspectos da qualidade que estão inseridos nesses conjuntos de práticas educativas e sociais e o que elas representam para cada pessoa. 6 3. LETRAMENTO COMO FUNÇÃO SOCIAL NO ÂMBITO ESCOLAR A educação é adquirida no meio em que um indivíduo vive e convive, age e interage com seus semelhantes. Toda criança ao sair de casa para ir a escola, leva consigo as informações que já possui. O comportamento das pessoas que convivem com as crianças em outros ambientes, também vão à escola com os alunos. O professor precisa ser sensível e aproveitar ao máximo tudo o que o aluno sabe. Fazer com que os estudantes se sintam valorizados e respeitados. Nessa perspectiva a educação dos dias de hoje necessita de profissionais polivalentes, habilidosos, criativos e competentes, que saibam contornar situações típicas e atípicas em uma sala de aula, que se preocupe em conhecer a realidade de sua clientela para trabalhar a partir da realidade dos alunos. O educador necessita conhecer a fundo o trabalho que será desenvolvido com seus alunos. Este aprofundamento precisa ocorrer para além das questões pedagógicas, que são indispensáveis, carece permear também as questões filosóficas, antropológicas, políticas, econômicas e sociais relativas à comunidade escolar, ao sistema educacional, à realidade e às precisões atuais. Tais especificidades são relevantes à formação e atuação docentes, devido às influencias cruciais que estes profissionais possuem no contato com os alunos. As relações didáticas diárias devem promover a liberdade de expressão, à construção de um pensamento critico e participativo, colaborando dessa forma para a vida dentro e fora da escola nesse processo de construção do conhecimento e seus significados. Por isso o trabalho docente necessita ser bem administrado uma vez que os conteúdos estão sempre carregados de substâncias ideológicas com poder de determinar práticas diárias muitas vezes inconscientes. O letramento também entendido como “alfabetismo”, por Soares (2012), possui aspectos sociais implícitos na sua essência. A relação entre os membros do ambiente escolar com os alunos é de extrema relevância para complementar o trabalho sistematizado que é feito na sala de aula pelos professores. Não que os demais componentes da escola além dos professores devem dar aulas ou estar apto para atividade docente, o fato é que nas interações cotidianas o letramento deveria ocorrer simultaneamente entre todos dentro da escola. No contexto de atividades extraclasse, informes, eventos, acesso à bibliotecas, cursos de formação diversos, seminários, feiras de conhecimentos, dentre outras inúmeras atividades que se 7 relacionam a difusão do conhecimento, a expansão dos saberes, ao ato de tornar-se letrado. A necessidade de habilidade de alfabetismo na vida cotidiana é óbvia; no trabalho, dirigindo na cidade, comprando em supermercados, todos nós encontramos situações que demandam leitura ou produção de símbolos escritos. Não é preciso justificar a inexistência na obrigação que tem as escolas de desenvolver nas crianças habilidades de alfabetismo que as torne capazes de responder a essas demandas em situações da vida cotidiana. Programas de educação básica têm a mesma obrigação de desenvolver em adultos as habilidades que precisam ter para obter trabalho e progredir nele, para receber o treinamento e os benefícios a que tem direito a assumir suas responsabilidades cívicas e políticas. (SCRIBNER apud SOARES, 2012, p.34) Conforme o exposto o letramento não se limita a uma faixa de idade ou a um período da vida escolar das pessoas, o letramento é condição referente às práticas sociais aliadas a experiências previas, referem-se à aplicabilidade da compreensão, ao movimento cognitivo, ao longo da vida, por isso a importância de iniciar o processo de aquisição da leitura e da escrita na perspectiva do letramento. É preciso salientar o quanto pode ser significativo para o aluno uma educação de qualidade que lhe ofereça as condições necessárias ao seu crescimento, e para isso é importante que o educador inove os métodos de ensino e não atue apenas com base no modelo tradicional, é preciso variar os métodos de acordo com o que se deseja alcançar nas aulas, e nestas horas o professor deve ter a sensibilidade de aplicar seus conteúdos da forma mais propícia para aquele determinado objetivo. De acordo com Marx (1996), o processo de formação social capitalista, o processo de produção domina os homens, a sociedade adquire a consciência de construir uma sociabilidade para “além do capital”, com liberdade, consciência, planejamento de sua própria vida sob seu próprio controle. Baseando-se nessa afirmação, a consciência docente a respeito do seu próprio trabalho enquanto meio de sua subsistência recaí para a responsabilidade de mediar situações em que os indivíduos inseridos no processo de aprendizagem também compreendam dede cedo qual o verdadeiro significado do que está sendo aprendido na escola e colaborar no futuro para uma sociedade mais justa e igualitária, com cidadãos com mentes livres da dominação de uma classe sobre outra, quem sabe futuros indivíduos livres da relações sociais capitalistas, da “personificação das coisas, da coisificação das pessoas”. 8 “Do ponto de vista social, o alfabetismo não é apenas, nem essencialmente, um estado ou condição pessoal; é sobretudo, uma prática social (...)” (SOARES, 2012, p. 33) O grande desafio do alfabetizador e transpor esta necessidade à realidade estudantil, já que as crianças e jovens que estão na escola tem muita facilidade para apreender o que está sendo ensinado. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS A educação escolar é primordialmente agregada à educação familiar para que os indivíduos descubram o mundo que os cerca. Ser alfabetizador é um desafio que requer dedicação e preparo adequado para lidar com momentos e situações de descobertas por parte dos alunos, trabalhar na perspectiva do letramento em sala de aula com as demais faixas etárias, entender que o cotidiano da escola deve envolver ações que visam o letramento é um desafio ainda maior. As questões que se referem ao letramento devem ser entendidas delicadamente como necessidade básica para o sentido que a escola tem. A equipe precisa evoluir, estabelecer metas e atualizar-se. Os educadores comprometidos devem ultrapassar a instituição e a sala de aula, trabalhando na humanização e na transformação social. É o que complementa Bezerra (2012, p.36) “[...] a especificidade do trabalho do professor, um trabalho humano que é criador da própria humanidade do aluno, que se humaniza progressivamente pela apropriação da cultura produzida socialmente e acumulada historicamente, com a mediação docente”. Envolver-se com a sociedade fazendo-se corresponsável pelo processo do ensino aprendizagem na perspectiva da alfabetização e do letramento, deixando-a ver que o compromisso com a educação é uma luta de todos e compreendendo as exigências do mundo, formando cidadãos para a liberdade, democracia e igualdade, “o desenvolvimento do individuo é antes de mais nada – mas de nenhum modo exclusivamente – função de sua liberdade fática ou de suas possibilidades de liberdade.” (HELLER, p. 37, 2008) Diante do exposto, percebe-se que alfabetização e letramento devem se relacionar, de forma a atender as demandas da sociedade que se encontra representada dentro da escola e que se manifestam conforme o que é apreendido 9 com o que se desenvolve e resulta do processo de ensino aprendizagem, aquilo que os discentes levam consigo do que aprendem e utilizam nas diversas relações sociais. 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