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e-MEC/INEP = Docentes / Avaliadores
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO
Informações gerais da avaliação:
Protocolo: 20073469
Código MEC: 116321
Código da
80058
A valiação:
A to Regulatório: R e cre de nciam e nto
Categoria Módulo: Instituição
Status: Finalizada
Intrumento: 129 - Instrum e nto de Avaliação Ex te rna das Instituiçõe s de Educação Supe rior
Tipo de A valiação: Avaliação de R e gulação
Nome/Sigla da IES:
FAC ULDADE DE TEC NO LO GIA R ADIAL SANTO ANDR É - FATEC R ADIAL
Endereço da IES:
Unidade SEDE - R ua das Esm e raldas, 67 Jardim . Santo André - SP.
C EP:09000-000
Informações da comissão:
N° de A valiadores: 3
Data de Formação: 29/07/2010 11:07:39
Período de Visita: 14/09/2010 a 18/09/2010
Situação: Visita C oncluída
Avaliadores "ad-hoc":
035.593.148-60 (C iom ara Maria Pé re z Nune s)
193.478.126-68 (MAR IA C R ISTINA PINTO DE JESUS)
301.012.639-53 (Paulo C é sar Boni) -> coorde nador(a) da com issão
CONTEXTUALIZAÇÃO
Instituição:
A Faculdade de Te cnologia R adial de Santo André , situada à R ua das Esm e raldas nº. 67, Bairro Jardim , na cidade
de Santo André (SP), foi cre de nciada pe la Portaria MEC nº. 71, de 12 de jane iro de 2004, e e stá inscrita no
C adastro Nacional de Pe ssoas Jurídicas do Ministé rio da Faze nda sob n°. 02.608.755/0005-22. É m antida pe lo
IR EP – Socie dade de Ensino Supe rior Mé dio e Fundam e ntal Ltda., pe ssoa jurídica de dire ito privado, com fins
lucrativos, com se de e foro à R ua Prom otor Gabrie l Ne tuzzi Pe re z nº. 108, Bairro Santo Am aro, na cidade de São
Paulo (SP). Inscrita no C NPJ/MF sob n°. 02.608.755/0001-07, a m ante ne dora é pre sidida por Eduardo Alcalay.
A história da R adial com e çou e m 1962, com a ofe rta de cursos pre paratórios e m São Paulo. Em 1970, tornou-se a
prim e ira e scola do e stado a ofe re ce r cursos té cnicos de níve l m é dio. Em 1989, de u os prim e iros passos na
e ducação supe rior, com os cursos de Proce ssam e nto de Dados, Adm inistração, e C iê ncias C ontábe is. Em 1990,
abriu os cursos de Enge nharia, C om unicação Social, e Dire ito. Em 2001, foi cre de nciada com o C e ntro de Educação
Te cnológica, se ndo a prim e ira instituição privada a ofe re ce r cursos te cnólogos. Em 2004, com base no pote ncial
e conôm ico e de m e rcado da re gião, solicitou o cre de nciam e nto do C e ntro de Educação Te cnológico Santo André ,
que de u orige m à instituição obje to de sta avaliação, a Faculdade de Te cnologia R adial Santo André (FATEC
R ADIAL), com a ofe rta de cursos supe riore s de te cnologia. Em 2007, a m ante ne dora passou a faze r parte do
grupo Estácio Participaçõe s S.A.
A m antida é dirigida pe la Profa. Márcia Maria da Graça C osta (dire tora acadê m ica) e pe lo dire tor adm inistrativo
Janie l R om e ro C have s. Atualm e nte , ofe re ce 5 (cinco) cursos supe riore s de te cnologia: Ge stão Finance ira,
autorizado pe la Portaria MEC nº. 71, de 12 de jane iro de 2004, e re conhe cido pe la Portaria nº. 245, de 30 de
nove m bro de 2006; Mark e ting, autorizado pe la Portaria nº. 355, de 29 de jane iro de 2004, e re conhe cido pe la
Portaria nº. 43, de 2 de jane iro de 2007; Logística, autorizado pe la Portaria nº. 2.435, de 11 de julho de 2005;
C om é rcio Ex te rior, autorizado pe la Portaria nº. 2.436, de 11 de julho de 2005; e R e cursos Hum anos, autorizado
pe la Portaria nº. 2.434, de 11 de julho de 2005. A IES ofe re ce o curso de pós-graduação Lato se nsu MBA e m
Ge stão Em pre sarial e conta, atualm e nte , com 814 e studante s de graduação e 23 de pós-graduação.
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25…
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A IES assum e com o m issão “e nrique ce r vidas por m e io da apre ndizage m , forne ce ndo e nsino e form ação
profissional para grande núm e ro de alunos, te ndo com o princípio que se us cursos de graduação e stão inse ridos
e m um ce nário de e nsino supe rior de m ocratizado e voltado à população de baix a re nda” e , e m consonância,
ofe rta cursos que obje tivam pre parar os e gre ssos para o m e rcado de trabalho.
A re gião e m que e stá inse rida, conhe cida com o “grande ABC D”, com pre e nde , alé m de Santo André , São C ae tano
do Sul, São Be rnardo do C am po, Diade m a e Mauá. A de m anda pote ncial para o e nsino supe rior é a população e m
idade para ingre sso e que e stá fora do e nsino supe rior. De acordo com os dados do IBGE e do INEP 2006, e sse
m e rcado é de aprox im adam e nte 850 m il pe ssoas, alé m dos 160.000 alunos m atriculados no e nsino m é dio e m
2009, conform e o C e nso Escolar do INEP. Acom panhando o m ovim e nto de de se ndustrialização que ocorre u na
grande São Paulo, nos anos 90, Santo André m igrou suas atividade s para a áre a de se rviços, instalando
infrae strutura nas áre as de e ducação, laze r e cultura.
C e rca de 60% dos R $ 13 bilhõe s do PIB de Santo André advé m da áre a de se rviços. De ssa form a, se us cursos
atuais, e os re cé m autorizados (Adm inistração, R e de s de C om putadore s, e Análise e De se nvolvim e nto de
Siste m as), e stão alinhados ao pe rfil e conôm ico da re gião. O curso de Pe dagogia, tam bé m re ce nte m e nte
autorizado, se justificativa pe la m udança da le gislação, que e stabe le ce obrigatorie dade da lice nciatura para todos
os profissionais que atuare m na e ducação pública m unicipal.
SÍNTESE DA AÇÃO PRELIMINAR À AVALIAÇÃO
Síntese da ação preliminar à avaliação:
A Instituição “Faculdade de Te cnologia R adial Santo André ” apre se ntou no siste m a o PDI re fe re nte ao pe ríodo
2007-2011 que e stá condize nte com a e strutura de te rm inada pe lo art. 16 do De cre to n.º 5.773/2006 e conte m pla
todas as inform açõe s e m cada ite m , alé m de 03 re latórios de autoavaliação. O re latório que subsidiou a avaliação
foi de 2009.
O PDI conté m , se gundo Art. 16.:
I - C onte m pla satisfatoriam e nte pe rfil institucional, m issão, obje tivos e m e tas da instituição, e m sua áre a de
atuação, be m com o se u histórico de im plantação e de se nvolvim e nto.
II - C onte m pla satisfatoriam e nte o proje to pe dagógico da instituição.
III - Pre vê abe rtura de cursos e o cronogram a de im plantação e de se nvolvim e nto da instituição vislum bra a
adaptação de instalaçõe s físicas, e m e spe cial laboratórios da Educação Básica para novo curso supe rior.
IV - O rganização didático-pe dagógica da instituição, com a indicação de núm e ro de turm as pre vistas por curso,
locais e turnos de funcionam e nto que são todos na m e sm a se de , com fle x ibilidade curricular na inte gralização do
curso foram citadas com o e m proce sso de im plantação pe la nova adm inistração da m ante ne dora com o
de se nvolvim e nto e distribuição de m ate riais pe dagógicos e incorporação de avanços te cnológicos atravé s da
inform ática.
V - Pe rfil do corpo doce nte , a titulação e stá de ntro do re fe re ncial m ínim o de qualidade , as e x pe riê ncias no
m agisté rio supe rior são coe re nte s com a e x pe riê ncia profissional não acadê m ica e com os crité rios de se le ção e
contratação. O plano de carre ira vige nte , protocolizado no DR T aguardando re gistro, e o re gim e de trabalho é
m ajoritariam e nte de horistas.
VI – Na organização adm inistrativa da IES há participação de profe ssore s, disce nte s e se rvidore s no C onse lho
Acadê m ico, todos indicados. A autoavaliação institucional e stá im ple m e ntada e e m vigê ncia, alé m do ate ndim e nto
aos alunos.
VII - Infrae strutura física e instalaçõe s acadê m icas:
a) bibliote ca: ace rvo pre se nte , atualizado e e x pansão ide ntificada, m ulti-m idia tím ida, assinaturas e le trônicas
e x iste m e m abundância, e spaço físico para e studos, horário de funcionam e nto, pe ssoal té cnico adm inistrativo e
se rviços ofe re cidos são com patíve is com a população da IES.
b) laboratórios não e x iste m com e quipam e ntos e spe ciais, alé m do de inform ática, de vido a e spe cificidade dos
C ursos, todos de form ação te cnológica.
c) ace ssibilidade e de ate ndim e nto às pe ssoas com de ficiê ncia: a instituição re lata açõe s de inclusão de
de ficie nte s auditivos no PDI.
VIII - A ofe rta de e ducação a distância e stá distribuída e m disciplinas, particularm e nte de nive lam e nto, alé m de
se r utilizada com o fe rram e nta pe dagógica.
IX - A ofe rta de pós-graduação é re strita a um curso lato se nsus.
X - O de m onstrativo de capacidade e suste ntabilidade finance iras, se gundo Art. 17 da Se cre taria de Educação
Supe rior, foi ve rificada com o com patíve l e os docum e ntos protocolizados se rão analisados para dar im pulso ao
proce sso.
DOCENTES
Nome do Docente
Titulação
Regime Trabalho
Vínculo Empregatício
Ana PAola Fe rre ira Lucato
Me strado
Parcial
C LT
Andre He rnande s
Espe cialização
Horista
C LT
Antonio Francisco Dam asce no
Espe cialização
Horista
C LT
ANTO NIO SER GIO SPAGNO L
Doutorado
Parcial
C LT
Arnaldo C orde iro Junior
Espe cialização
Horista
C LT
Be ne dito Augusto da Silva
Me strado
Parcial
C LT
C laudine i de Araujo Bande ira
Me strado
Inte gral
C LT
Danie la Passos Varjão
Espe cialização
Horista
C LT
Danie l Isidro Martine z Santiago
Espe cialização
Horista
C LT
De lço Zaia Junior
Espe cialização
Horista
C LT
Edna da Silva R ocha
Espe cialização
Horista
C LT
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25…
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Eduardo R obe rto Priori
Espe cialização
Horista
C LT
Ele nice Este ve s de O live ira
Espe cialização
Horista
C LT
Eliana da Silva Monte iro
Me strado
Inte gral
C LT
Elisange la C yrillo
Espe cialização
Horista
C LT
ER IKA AZZI R ISSO NI
Espe cialização
Horista
C LT
FABIO EDUAR DO UR SO VIEIR A
Espe cialização
Horista
C LT
Fabiola Assum pção Barre lla
Me strado
Parcial
C LT
Francisco José R inaldi Pire s
Espe cialização
Horista
C LT
Ge raldo More tti Lisboa
Espe cialização
Horista
C LT
Gilbe rto Lúcio Margarido
Me strado
Parcial
C LT
Hé lio Giocondo Piazzi Filho
Me strado
Inte gral
C LT
HUGO PISSAIA JÚNIO R
Espe cialização
Horista
C LT
Hum be rto Fascini
Me strado
Inte gral
C LT
João Elias Ne ry
Doutorado
Parcial
C LT
Jucim ara Miotto
Me strado
Parcial
C LT
JULIO AUGUSTO LO PES
Espe cialização
Horista
C LT
Julio C e sar da Silva
Me strado
Parcial
C LT
Luis C arlos Morae s C ae tano
Espe cialização
Horista
C LT
Luis C laudio Pe drassani
Espe cialização
Horista
C LT
MAR C IA MAR IA VASQ UEZ THO MÉ JAC O BO VIC Z
Espe cialização
Parcial
C LT
MArco Antonio Equi
Espe cialização
Horista
C LT
MAR IA DO C AR MO P. SER VIDO NI
Me strado
Parcial
C LT
MAriana Sique ira Silva
Espe cialização
Inte gral
C LT
Mauricia Antonia de Andrade Macie l
Me strado
Parcial
C LT
MAUR ÍC IO JAC Q UES BAR BO SA DA SILVA
Me strado
Inte gral
C LT
Patricia Maria Garib
Me strado
Parcial
C LT
Paulo Koji Honda
Espe cialização
Horista
C LT
R am iro Gom e s do Paço
Espe cialização
Inte gral
C LT
R e inaldo do N Lucche si
Me strado
Inte gral
C LT
R e nato Mauro R ichte r
Espe cialização
Horista
C LT
R O BER TA C R ISTINA DE SO UZA
Espe cialização
Horista
C LT
R O BER TO PADILHA MO IA
Me strado
Parcial
C LT
R ony C achola de C arvalho
Espe cialização
Horista
C LT
SANDR A ALVES SO AR ES MUNHO Z
Espe cialização
Horista
C LT
Sandra Apare cida Pagliaci Pulino Me ne tti
Espe cialização
Horista
C LT
Se rgio R obe rto Pinton Saragioto
Espe cialização
Horista
C LT
Sim on Sk arabone R odrigue s C hiacchio
Espe cialização
Inte gral
C LT
W ALTER DE MENDO NÇ A
Me strado
Parcial
C LT
ZIna He rm inia Me dici Lucio de faria
Espe cialização
Inte gral
C LT
CATEGORIAS AVALIADAS
Dimensão 1: A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)
1.1. Im ple m e ntação do PDI, conside rando as m e tas e as açõe s institucionais pre vistas e a
e strutura e os proce dim e ntos adm inistrativos. C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade :
Q uando as propostas constante s do PDI e stão se ndo ade quadam e nte im ple m e ntadas , com as
funçõe s, os órgãos e os siste m as de adm inistração/ge stão ade quados ao funcionam e nto dos
cursos e das de m ais açõe s e x iste nte s, e à e fe tiva im plantação das açõe s e dos cursos
3
pre vistos. 1.2. Articulação e ntre o PDI e os proce ssos de avaliação institucional (auto-avaliação
e avaliaçõe s e x te rnas) C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade : Q uando os re sultados da
auto-avaliação e das avaliaçõe s e x te rnas são ade quadam e nte utilizados com o subsídios para a
re visão pe rm ane nte do PDI, e constata-se a e x istê ncia de açõe s acadê m icas e adm inistrativas
conse qüe nte s aos proce ssos avaliativos.
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 1
A IES Faculdade de Te cnologia R adial Santo André apre se nta um Plano de De se nvolvim e nto Institucional (PDI)
agre gado
ao
form ulário
e le trônico
e
outro
ape nsado,
conform e
autorização
do
ofício
circular
MEC /INEP/DAES/C O NAES 000074 de 31 de agosto de 2010 que com unica de finição do NDE, atualização do PDI e
PPC e re tificação dos instrum e ntos de Avaliação. Esta C om issão de Avaliação institucional conside rará, para fins da
ve rificação in loco, o docum e nto PDI ape nsado.
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25…
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A IES apre se nta sua Missão Institucional divulgada e m docum e ntos im pre ssos oficiais disponibilizados à C om issão
Ve rificadora durante a visita in loco, no sitio oficial do e -m e c, alé m de outros ve ículos de com unicação, com o
e ncarte s de propaganda da Instituição de Ensino Supe rior (IES), sitio da IES e , principalm e nte , na pe rce pção da
com unidade acadê m ica – doce nte s, e studante s e té cnico-adm inistrativos -, e x pre ssos durante re uniõe s pre se ncias
com a C om issão.
“A m issão da Faculdade de Te cnologia R adial Santo André é e nrique ce r vidas por m e io da apre ndizage m . Para
isso, se propõe a forne ce r e nsino e form ação profissional para grande núm e ro de alunos, te ndo com o princípio
que se us cursos de graduação e stão inse ridos e m um ce nário de e nsino supe rior de m assa de qualidade . C om o
ce ntro de divulgação e socialização do conhe cim e nto hum ano, te m com o foco prioritário e pe rm ane nte o e nsino,
alim e ntado pe la visão inte rdisciplinar, por práticas doce nte s inovadoras e dife re nciadas; pe la ce ntralização no
e studante e não no profe ssor e pe la uniform idade de program as de disciplinas e cursos. Faz parte tam bé m da
m issão institucional da Faculdade de Te cnologia R adial Santo André um a orie ntação forte m e nte vocacional e m
se us program as de e nsino, pre se nte s nos proje tos pe dagógicos dos cursos, e spe cialm e nte os de graduação
te cnológica. C om o faculdade , e la se distingue de outras instituiçõe s de e nsino por te r com o princípio a
m anute nção de um inte nso program a de coope ração com o m undo do trabalho.”
O pe ríodo de vigê ncia do PDI é e ntre 2007 a 2011. Ne ste pe ríodo a IES passou por transform açõe s e struturais
im portante s com o a incorporação da m ante ne dora IR EP - Socie dade de Ensino Supe rior, Mé dio e Fundam e ntal
Ltda., pe la holding “Grupo Estácio de Sá Participaçõe s S.A.”, e m 2008, proce ssos e ste s e x pre ssos e m docum e ntos
oficiais consultados, apre se ntação física da IES e e ncontros com a com unidade acadê m ica. Esta incorporação da
IES pe lo grupo Estácio de Sá é m uito be m ace ita por toda a com unidade que re fe re avanços do ponto de vista da
profissionalização das re laçõe s de trabalhos, da m e lhoria de e quipam e ntos e m até rias, particularm e nte do
m ate rial didático, alé m das vantage ns, se gundo constatado por e sta C om issão in loco nos e ncontros pre se nciais,
de faze r parte de sta C om unidade .
A re alidade de transform açõe s re ce nte s faz com que o PDI não te nha sido com ple tam e nte im ple m e ntado, com o a
e x pansão na ofe rta de cursos de graduação te cnológica e bachare lada e de cursos de pós-graduação lato se nsus.
Algum as m e tas ne m se e nquadram na re alidade atual da IES, com o a criação de um Instituto Supe rior de
Educação. O utros ite ns, no e ntanto, foram im ple m e ntados alé m da e x pe ctativa do PDI, com o por e x e m plo, a
am pliação do ace rvo bibliográfico agora com plataform as de consulta da holding que e nrique ce ram as
possibilidade s da com unidade , cursos de qualificação disponibilizados pe lo grupo Estácio de Sá, tanto para
profe ssore s, quanto para se rvidore s.
A IES possui program a de avaliação pe rm ane nte cujo e x am e dos docum e ntos de m onstram atividade s dos últim os
5 anos. Em re uniõe s com : e studante s, C PA, se rvidore s, doce nte s, e adm inistradore s, a com unidade unive rsitária
ide ntifica a vigê ncia do proce sso avaliativo com açõe s pontuais com o as avaliaçõe s se m e strais de doce nte s e m
cada disciplina. A im ple m e ntação ge ral das açõe s se confirm aram por m odificaçõe s com o a substituição de
profe ssore s, aquisição de e quipam e ntos e m e lhoria do ate ndim e nto aos e studante s atravé s da instalação de
te rm inais de auto-ate ndim e nto.
Conceito da Dimensão 1
3
Dimensão 2: A política para o ensino (graduação e pós-graduação), a pesquisa, a extensão e as
respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção
acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades
2.1. C oe rê ncia das políticas de e nsino, pe squisa e e x te nsão com os docum e ntos oficiais
C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade Q uando as políticas de e nsino, pe squisa e e x te nsão
praticadas pe las IES e stão coe re nte s com o PDI. 2.2. Políticas institucionais para cursos de
graduação (bachare lados, lice nciaturas e de te cnologia) e cursos se qüe nciais (quando for o
caso), na m odalidade pre se ncial, e suas form as de ope racionalização. C once ito re fe re ncial
m ínim o de qualidade Q uando as atividade s re alizadas nos cursos de graduação e cursos
se qüe nciais (quando for o caso), na m odalidade pre se ncial, garante m os re fe re nciais m ínim os
de qualidade de sse s cursos. 2.3. Políticas institucionais para cursos de graduação
(bachare lados, lice nciaturas e de te cnologia) e cursos se qüe nciais (quando for o caso), na
m odalidade a distância, e suas form as de ope racionalização (indicador e x clusivo para IES
cre de nciada para m odalidade a distância). C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade Q uando
as atividade s re alizadas nos cursos de graduação e cursos se qüe nciais (quando for o caso), na
m odalidade a distância, garante m os re fe re nciais m ínim os de qualidade de sse s cursos. 2.4.
Políticas institucionais para cursos de pós-graduação (lato se nsu e stricto se nsu), na
m odalidade pre se ncial, e suas form as de ope racionalização (indicador im pre scindíve l para
Unive rsidade s). C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade Unive rsidade s Q uando as
atividade s re alizadas nos cursos de pós-graduação (lato se nsu e stricto se nsu), na m odalidade
pre se ncial, re sultam de dire trize s de açõe s, são ace ssíve is ao conhe cim e nto da com unidade ,
obse rvam rigorosos crité rios de qualidade e e stão ade quadam e nte im plantadas e
acom panhadas ; alé m disso, a IES possui pe lo m e nos 04 (quatro) program as de pós3
graduação stricto se nsu, todos re com e ndados pe la C APES, have ndo, de ntre e ste s, no m ínim o,
um curso de doutorado. C e ntros Unive rsitários e Faculdade s Q uando as atividade s re alizadas na
pós-graduação (lato se nsu e stricto se nsu), na m odalidade pre se ncial, obse rvam os re fe re nciais
de qualidade de sse s cursos , re sultam de dire trize s de açõe s, são ace ssíve is ao conhe cim e nto
da com unidade e e stão ade quadam e nte im plantadas e acom panhadas. 2.5. Políticas
institucionais para cursos de pós-graduação lato se nsu e strito se nsu na m odalidade a
distância, e suas form as de ope racionalização (indicador e x clusivo para IES cre de nciada para
m odalidade a distância). C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade Q uando as atividade s
re alizadas na pós-graduação lato se nsu e strito se nsu, na m odalidade a distância, obse rvam os
re fe re nciais de qualidade de sse s cursos, re sultam de dire trize s de açõe s, são ace ssíve is ao
conhe cim e nto da com unidade e e stão ade quadam e nte im plantadas e acom panhadas . 2.6.
Políticas institucionais de pe squisa e de iniciação cie ntífica e suas form as de ope racionalização.
C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade Q uando as atividade s de pe squisa e de iniciação
cie ntífica re sultam de dire trize s de açõe s, e e stão ade quadam e nte im plantadas e
acom panhadas , com participação de núm e ro significativo de profe ssore s e e studante s. 2.7.
Políticas institucionais de e x te nsão e form as de sua ope racionalização, com ê nfase à form ação
inicial e continuada e à re le vância social. C once ito re fe re ncial m ínim o de qualidade Q uando
as atividade s de e x te nsão re sultam de dire trize s de açõe s ade quadam e nte im plantadas e
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25…
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as atividade s de e x te nsão re sultam de dire trize s de açõe s ade quadam e nte im plantadas e
acom panhadas ; alé m disso, ve rifica-se a sua re le vância acadê m ica, cie ntífica e social no
e ntorno institucional, e a sua vinculação com a form ação acadê m ica do aluno.
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 2
A Faculdade R adial Santo André te m por obje tivo o e nsino e m m assa, re sponde ndo às ne ce ssidade s do m e rcado
de trabalho da re gião. Busca análise constante atravé s de e studos siste m áticos sobre a re alidade e utiliza os
re sultados para o plane jam e nto de suas açõe s acadê m icas e adm inistrativas.
O IES é um a Faculdade Te cnológica Isolada e possui atualm e nte 5 cursos e m funcionam e nto: Te cnologia e m
C om é rcio Ex te rior (autorizado Portaria 2436 de 11/07/2005); Te cnologia e m Ge stão de R e cursos Hum anos
(autorizado Portaria 2434 de 11/07/2005 e re conhe cido Portaria C onjunta SESU/SETEC no DO U de 29/06/2007);
Te cnologia e m Logística (autorização Portaria 2435 de 11/07/2005 e re conhe cim e nto Portaria C onjunta
SESU/SETEC no DO U de 29/06/2007); Te cnologia e m Mark e ting (autorização Portaria 355 de 29/01/2004 e
re conhe cim e nto Portaria 43 no DO U de 05/01/2007); Te cnologia e m Ge stão Finance ira (autorização Portaria MEC
71 no DO U de 14/01/2004 e re conhe cim e nto Portaria MEC 245 no DO U de 04/01/2004). Na ocasião da visita de sta
C om issão, todos os cursos e stavam instalados e funcionando no e nde re ço citado nos docum e ntos.
A organização didático-curricular dos cursos foi e vide nciada pe la docum e ntação disponibilizada para a C om issão
Ve rificadora na visita in loco, com o Portarias, atas de C onse lho, PPI, PPC dos cursos, alé m da e strutura curricular
dos cursos e x iste nte s.
A IES ope racionaliza o e nsino atravé s de um a organização form al com e strutura sim ple s com órgãos de libe rativos
e norm ativos com o: C onse lho Supe rior de Adm inistração e os C ole giados de C ursos; órgãos e x e cutivos com o a
Dire toria Acadê m ica; Dire toria de C am pus, Dire toria Adm inistrativa e as C oorde nadorias de C ursos; órgãos de
apoio com o a Se cre taria, a Bibliote ca, a Ge rê ncia de Te cnologia da Inform ação (C TI), Núcle o de Pe squisa (NUP),
C e ntro de Ex te nsão e Assuntos C om unitários (C EAC ).
A principal instância de de cisão é a própria Dire ção, que pare ce e x e rce r a ge stão de m ane ira com partilhada com
C oorde nadore s, poré m de cidindo de m ane ira ce ntralizada, conform e foi possíve l pe rce be r durante a visita.
O s órgãos de de libe ração e de e x e cução são conce bidos com poucos níve is hie rárquicos. A IES disponibilizou a
docum e ntação re lativa ao C onse lho Supe rior e C onse lho Didático Pe dagógico, atas de re uniõe s, atividade s
de se nvolvidas pe los cursos e se us re spe ctivos pare ce re s le gais, e strutura curricular, onde se ve rificaram os
proce dim e ntos adotados para le var a cabo as propostas de e nsino.
A e x e cução dos planos de e nsino e os de m ais indicadore s de qualidade dos cursos te cnológicos e x iste nte s é
m onitorada por um siste m a de avaliação re alizado pe la C PA, de nom inado avaliação 360º, e m consonância com as
coorde naçõe s de cursos.
O s C ole giados de C ursos, de nom inados C oorde nadorias de C urso, funcionam se gundo as norm as re gim e ntais,
se ndo com postas pe lo C oorde nador de curso e pe los profe ssore s que de le s participam .
As políticas de pe squisa e e x te nsão são com patíve is com a dim e nsão da Faculdade , não se ndo obrigatórias,
poré m notou-se ce rta pre ocupação com os te m as. De staca-se o program a “Tira Dúvidas” de se nvolvido na e stação
de tre m urbano, C PTM, para a população da grande São Paulo, já difundido pe la im pre nsa te le visiva nacional e de
grande re le vância social. Ide m com re lação à Pe squisa, inclusive com possibilidade dos doce nte s concorre m a
bolsas para capacitação se ndo 30 bolsas para m e strado e 20 bolsas para sdoutorado para os doce nte s de toda a
re de Estácio de Sá Participaçõe s S.A. – inform açõe s contidas no siste m a da m ante ne dora SIA: Siste m a de
Inform ação Acadê m ica.
Alé m disso, todos os de m ais proce dim e ntos ate nde m de m ane ira SIMILAR ao conce ito re fe re ncial de qualidade .
Conceito da Dimensão 2
3
Dimensão 3: A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere
à sua constribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à
defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural
3.1. C oe rê ncia das açõe s de re sponsabilidade social com as políticas constante s dos
docum e ntos oficiais. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade Q uando as açõe s de
re sponsabilidade social praticadas pe las IES e stão coe re nte s com o PDI. 3.2. R e laçõe s da IES
com a socie dade ; se tor público, se tor privado e m e rcado de trabalho. C once ito re fe re ncial
m inim o de qualidade Q uando as re laçõe s da IES com os se tore s da socie dade re sultam de
dire trize s institucionais e e stão ade quadam e nte im plantadas e acom panhadas , incluindo açõe s
para o de se nvolvim e nto sócio-e conôm ico e e ducacional da re gião. 3.3. R e laçõe s da IES com a
4
socie dade : inclusão social. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade Q uando as açõe s da IES
com vista à inclusão social re sultam de dire trize s institucionais e e stão ade quadam e nte
im plantadas e acom panhadas . 3.4. R e laçõe s da IES com a socie dade : de fe sa do m e io
am bie nte , da m e m ória cultural, da produção artística e do patrim ônio cultural. C once ito
re fe re ncial m inim o de qualidade Q uando as açõe s da IES com vistas à de fe sa do m e io
am bie nte , do patrim ônio cultural e da produção artística re sultam de dire trize s institucionais e
e stão ade quadam e nte im plantadas e acom panhadas.
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 3
A re sponsabilidade social da instituição, e m prim e ira instância, se caracte riza por re ce be r e studante s das classe s C
e D (na m aioria, trabalhadore s na indústria, com é rcio e se rviços da re gião), no pe ríodo noturno, e pre pará-los
para o m e rcado de trabalho, com e nsino de qualidade , a custo re lativam e nte baix o, e conte m plá-los com bolsas
de e studo.
Alé m das bolsas do PR O UNI e do Program a Escola da Fam ília, do gove rno paulista, a IES ce le bra convê nios com
as grande s e m pre sas da re gião para ofe re ce r bolsas a se us trabalhadore s. Tam bé m e x iste m a Bolsa Fam iliar,
para be ne ficiar pe ssoas de um a m e sm a fam ília, e a Bolsa Maturidade , para ince ntivar a vinda ou o re torno de
pe ssoas de m ais idade . Em razão das várias m odalidade s, que pode m se r cum ulativas, é possíve l que um
m e sm o e studante se ja be ne ficiado por m ais de um a bolsa. Em 2010/2, por e x e m plo, há 841 bolsas distribuídas
para os 814 e studante s da instituição, ou se ja, praticam e nte todos os e studante s de sfrutam de algum a
m odalidade bolsa e alguns acum ulam bolsas.
O utra form a m anife sta de re sponsabilidade social da instituição foi a prom oção, e m m aio de 2010, do Encontro de
Ge store s da R e de Pública (Ensino Mé dio) de Santo André , visando atualizar e re ciclar e sse s profissionais nas
que stõe s e açõe s voltadas para a e ducação. Ao final, os ge store s e profe ssore s re ce be ram um pe n-drive com o
conte údo do e ncontro e m ate rial didático de apoio.
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 5/11
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conte údo do e ncontro e m ate rial didático de apoio.
Nos trê s últim os anos, a instituição inte nsificou a ofe rta de se rviços que ate nde m as de m andas da socie dade .
Ne ste se ntido, passou a ofe re ce r os se guinte s cursos e se rviços:
- Im posto de R e nda Pe ssoa Física. Profe ssore s e e studante s e sclare ce m dúvidas e pre e nche m os form ulários de
inte re ssados por um quilo de alim e nto não pe re cíve l, de pois re passado a instituiçõe s de caridade .
- Aux ílio à C re che MEI MEI. A instituição ise nta da tax a de inscrição do proce sso se le tivo os candidatos que tragam
alim e ntos não pe re cíve is e fraldas de scartáve is. Toda arre cadação é doada à cre che , que ate nde crianças care nte s
de ze ro a cinco anos.
- Proje to Tira-dúvidas. Trê s profe ssore s de m ate m ática e língua portugue sa ate nde m gratuitam e nte a população
no Espaço C ultural da Estação Brás, de se gunda-fe ira a se x ta-fe ira, das 10h00 às 19h00, para sanar dúvidas da
língua portugue sa e de m ate m ática.
- Proje to R H e m Ação, que prom ove o “dia da re sponsabilidade social”. Ne ste e ve nto, profe ssore s e e studante s
ate nde m a de m anda de pe ssoas care nte s, idosos e de se m pre gados sobre dire itos trabalhistas e pre vide nciários.
- C onvê nio com a Sam pe l (Pe ças Autom otivas), para visitas té cnicas à e m pre sa, com a finalidade de aprox im ar os
e studante s do m e rcado de trabalho e de spe rtá-los para as atividade s de re sponsabilidade social.
- Visitas m onitoradas à Bove spa, para acom panhar o de se nrolar de ope raçõe s da bolsa de valore s e participare m
de pale stras.
- Proje to “Aula Magna”, que traz im portante s nom e s, de dive rsos se tore s da socie dade , para pale stras. Em 2009,
profe riram pale stras na instituição C ristovam Buarque , Gustavo Franco, Gilbe rto Gil, Sé rgio C abral, Gilm ar Me nde s
e Marina Silva. Em 2010, já e stive ram na instituição C arlos Minc e Índio da C osta. Todas as pale stras e stão
disponíve is no site da instituição.
- Fe ira de Mark e ting, re alizada anualm e nte pe la instituição. Num pe ríodo de de z dias, e la re úne produtore s de
todo o país, que e x planam a logística m e rcadológica de se us produtos e se rviços.
C om re lação à produção artística e da de fe sa do m e io am bie nte , da m e m ória e do patrim ônio cultural, as açõe s
da instituição são m ais m ode stas. Lim itam -se a um proje to e m de fe sa do m e io am bie nte e visitas m onitoradas a
m use us, te atros e cine m as, para assistire m a film e s indicados pe los profe ssore s. No Proje to Plantio de Árvore s,
re alizado no Dia da Árvore (21 de se te m bro), e studante s, m onitorados por um profe ssor, plantam m udas de
árvore s nativas da m ata atlântica e m m ananciais.
A IES e stá lige iram e nte alé m dos re fe re nciais m ínim os de qualidade .
Conceito da Dimensão 3
4
Dimensão 4: A comunicação com a sociedade
4.1. C oe rê ncia das açõe s de com unicação com a socie dade com as políticas constante s dos
docum e ntos oficiais. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade Q uando as açõe s de
com unicação com a socie dade praticadas pe las IES e stão coe re nte s com o PDI. 4.2.
C om unicação inte rna e e x te rna. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade Q uando os canais
de com unicação e siste m as de inform ação para a inte ração inte rna e e x te rna funcionam
ade quadam e nte , são ace ssíve is às com unidade s inte rna e e x te rna e possibilitam a divulgação
das açõe s da IES*. 4.3. O uvidoria*. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade Q uando a
ouvidoria e stá im plantada, funciona se gundo padrõe s de qualidade claram e nte e stabe le cidos,
dispõe de pe ssoal e infra-e strutura ade quados , e os se us re gistros e obse rvaçõe s são
e fe tivam e nte le vados e m conside ração pe las instâncias acadê m icas e adm inistrativas.
3
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 4
As açõe s de com unicação com a socie dade praticadas e stão e m consonância com os obje tivos propostos na
m issão institucional e constatam -se nos trabalhos re alizados junto à com unidade pe los e studante s, se rvidore s e
doce nte s. O s program as de e x te nsão, atravé s do C EAC (C e ntro de Ex te nsão e Assuntos C om unitários), e as
parce rias faculdade /e m pre sas, atravé s do Núcle o de R e lacionam e nto Em pre sarial, re lacionam atividade s
acadê m icas, com o e stágios e o Program a de Atividade s C om ple m e ntare s, alé m das açõe s de assistê ncia dire ta à
com unidade . Estruturalm e nte possui política de publicidade , e m consonância com as orie ntaçõe s e ve iculação com
a m ante ne dora, Estácio de Sá Participaçõe s S.A., utilizando-se de dife re nte s ve ículos com o e ncarte s, banne rs, sitio
atualizado, e ntre outros, todos constatados por e sta C om issão de Avaliação na visita in loco. O sitio oficial da IES
é am igáve l e pe rm ite ace sso às inform açõe s de funcionam e nto da Faculdade Te cnológica.
A e x istê ncia de canais de com unicação e siste m a de inform ação da IES com as com unidade s inte rnas foi ve rificada
por m e io de re uniõe s com os dirige nte s, doce nte s, se rvidore s, e studante s e e x am e de docum e ntação, com o
im pre ssos e m ate rial da Inte rne t.
O ate ndim e nto pre se ncial aos alunos é re alizado pe los coorde nadore s de curso e pe la coorde nação acadê m ica de
form a siste m ática, para ate ndim e nto de assuntos m ais urge nte s.
Ve rificou-se que o m e io de com unicação m ais utilizado pe los alunos é o contato dire to com os C oorde nadore s de
curso e com a C oorde nação acadê m ica da IES.
Possui um siste m a de nom inado SIA - Siste m a de Inform ação Acadê m ica, disponíve l para a com unidade da IES,
ou se ja, com ace sso atravé s de re gistro e com usuário de vidam e nte ide ntificado. Ne ste SIA o e studante pode
solicitar qualque r tipo de docum e nto que se rá, poste riorm e nte , re tirado pre se ncialm e nte na própria IES, alé m de
m atricular-se ou re se rvar publicaçõe s. Para o doce nte , e ste siste m a pe rm ite tam bé m o ace sso às vantage ns
ofe re cidas pe la holding, com o solicitação de bolsas para capacitação ou tre inam e ntos gratuitos ofe re cidos.
A ouvidoria e stá instalada, com doce nte re sponsáve l de signado e sala com partilhada para as atividade s. Portanto,
a com unicação com a socie dade e a com unicação inte rna e stá sim ilar ao que e x pre ssa o re fe re ncial m ínim o de
qualidade .
Conceito da Dimensão 4
3
Dimensão 5: As políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnicoadministrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho
5.1. C oe rê ncia das políticas de pe ssoal, de carre iras do corpo doce nte e corpo
té cnicoadm inistrativo, se u ape rfe içoam e nto, se u de se nvolvim e nto profissional e suas condiçõe s
de trabalho com as políticas firm adas e m docum e ntos oficiais. C once ito re fe re ncial m inim o de
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25…
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de trabalho com as políticas firm adas e m docum e ntos oficiais. C once ito re fe re ncial m inim o de
qualidade : Q uando as políticas de pe ssoal, de carre iras do corpo doce nte e do corpo té cnicoadm inistrativo, se u ape rfe içoam e nto, se u de se nvolvim e nto profissional e as condiçõe s de
trabalho praticadas pe las IES e stão coe re nte s com o PDI. 5.2. Form ação do corpo doce nte
C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Unive rsidade s e C e ntros Unive rsitários: Q uando a
m e tade do corpo doce nte da IES te m form ação m ínim a e m níve l de pós-graduação stricto
se nsu*, dos quais 40% de sse s com título de doutor (20% do total), e e x pe riê ncia profissional e
acadê m ica ade quadas às políticas constante s dos docum e ntos oficiais da IES. Faculdade s:
Q uando a m aioria do corpo doce nte te m , no m ínim o, form ação de pós-graduação lato se nsu e
e x pe riê ncia profissional e acadê m ica ade quadas às políticas constante s dos docum e ntos oficiais
da IES 5.3. C ondiçõe s institucionais para os doce nte s. C once ito re fe re ncial m inim o de
qualidade : Unive rsidade s: Q uando as políticas de capacitação e de acom panham e nto do
trabalho doce nte e stão im ple m e ntadas. Alé m disso, o Plano de C arre ira Doce nte , hom ologado
por órgão do Ministé rio do Trabalho e Em pre go, e stá im ple m e ntado e difundido na com unidade
acadê m ica, e stando a IES e m consonância com a le gislação vige nte no que se re fe re a re gim e
de trabalho, ou se ja, um te rço do corpo doce nte e m re gim e de te m po inte gral * (Le i
9.394/1996 – Art. 52). C e ntros Unive rsitários: Q uando as políticas de capacitação e de
acom panham e nto do trabalho doce nte e stão im ple m e ntadas. Alé m disso, o Plano de C arre ira
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Doce nte , hom ologado por órgão do Ministé rio do Trabalho e Em pre go, e stá im ple m e ntado e
difundido na com unidade acadê m ica, e m consonância com a le gislação vige nte no que se re fe re
a re gim e de trabalho, ou se ja, um quinto do corpo doce nte e m re gim e de te m po inte gral
(De cre to 5.786/2006 – Art.1°). Faculdade s: Q uando as políticas de capacitação e de
acom panham e nto do trabalho doce nte e stão im ple m e ntadas e acom panhadas. Alé m disso, o
Plano de C arre ira Doce nte , hom ologado por órgão do Ministé rio do Trabalho e Em pre go, e stá
im ple m e ntado e difundido na com unidade acadê m ica. 5.4. C ondiçõe s institucionais para o
corpo té cnico-adm inistrativo. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando o pe rfil
(form ação e e x pe riê ncia) e as políticas de capacitação do corpo té cnico-adm inistrativo e stão
ade quados às políticas constante s dos docum e ntos oficiais da IES. Alé m disso, o Plano de
C argos e Salários, hom ologado por órgão do Ministé rio do Trabalho e Em pre go, e stá
im ple m e ntado e difundido. 5.5. Form ação do corpo de tutore s pre se nciais e suas condiçõe s
institucionais (indicador e x clusivo para IES cre de nciada para m odalidade a distância – EAD).
C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando o corpo de tutore s pre se nciais te m , no
m ínim o, graduação na áre a obje to da tutoria e as políticas para a sua capacitação e stão
im ple m e ntadas e acom panhadas. 5.6. Form ação do corpo de tutore s a distância e suas
condiçõe s institucionais (indicador e x clusivo para IES cre de nciada para m odalidade a distância –
EAD). C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando o corpo de tutore s a distância te m ,
no m ínim o, graduação na áre a obje to da tutoria e as políticas para a sua capacitação e stão
im ple m e ntadas e acom panhadas.
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 5
A C om issão de Avaliação, in loco, constatou que as políticas de pe ssoal, de carre iras do corpo doce nte e corpo
té cnico-adm inistrativo, se u ape rfe içoam e nto, de se nvolvim e nto profissional e suas condiçõe s de trabalho
configuram um quadro sim ilar do re fe re ncial m ínim o de qualidade . Na avaliação de sta dim e nsão, a C om issão
constatou os se guinte s aspe ctos:
1. Q ue as políticas de pe ssoal, de carre iras do corpo doce nte e corpo té cnico adm inistrativo, se u ape rfe içoam e nto,
se u de se nvolvim e nto profissional e suas condiçõe s de trabalho e stão condize nte s com as políticas firm adas e m
docum e ntos oficiais. Se gundo os té cnicos adm inistrativos e x iste um a política de priorizar as pe ssoas que atuam
na instituição para ocupar os cargos vagos na IES e outras instituiçõe s da m ante ne dora.
2. Q ue a Faculdade de Te cnologia R adial Santo André conta e m se us cursos de graduação te cnológica com um
corpo doce nte , com posto por 4% de doutore s, 34% de m e stre s e 62% de e spe cialistas, configurando um quadro
alé m do que e x pre ssa o re fe re ncial m ínim o de qualidade e x igido para um a faculdade .
3. Em re lação às condiçõe s institucionais para os doce nte s, obse rvou-se que as políticas de capacitação e de
acom panham e nto do trabalho doce nte são im ple m e ntadas e acom panhadas. O plano de carre ira doce nte é
conhe cido pe los profe ssore s e e stá protocolizado no Ministé rio do Trabalho, de sde se te m bro de 2009.
4. Em re lação às condiçõe s institucionais para os té cnicos-adm inistrativos, obse rvou-se que ate nde m as políticas
constante s dos docum e ntos oficiais da IES tanto do ponto de vista do pe rfil (form ação e e x pe riê ncias) quanto, das
políticas de capacitação do té cnico adm inistrativo. Do m e sm o m odo que para os doce nte s, e x iste o plano de
cargos e salários para funcionários té cnico-adm inistrativos, protocolado no Ministé rio do Trabalho, de sde se te m bro
de 2009.
Durante a re união, doce nte s m anife staram satisfação e m re lação às condiçõe s de trabalho. A IES não de se nvolve
atividade na m odalidade à distância.
Conceito da Dimensão 5
3
Dimensão 6: Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e
representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a
mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos
decisórios
6.1. C oe rê ncia da organização e da ge stão da instituição com as políticas firm adas e m
docum e ntos oficiais. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando a organização e a
ge stão da instituição, e spe cialm e nte o funcionam e nto e re pre se ntatividade dos cole giados, sua
inde pe ndê ncia e autonom ia na re lação com a m ante ne dora, e a participação dos se gm e ntos da
com unidade unive rsitária nos proce ssos de cisórios e stão coe re nte s com o PDI. 6.2. Ge stão
institucional (conside rar as e spe cificidade s da ge stão de cursos a distância, quando for o caso).
C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando a ge stão institucional se pauta e m
3
princípios de qualidade , e re sulta de dire trize s de açõe s. 6.3. Funcionam e nto, re pre se ntação e
autonom ia dos C onse lhos Supe riore s. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando o
funcionam e nto e a re pre se ntatividade dos C onse lhos Supe riore s cum pre m os dispositivos
re gim e ntais e e statutários. 6.4. Funcionam e nto, re pre se ntação e autonom ia dos cole giados de
curso. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando o funcionam e nto e a
re pre se ntatividade nos cole giados de curso, ou e quivale nte s, cum pre m os dispositivos
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25…
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re pre se ntatividade nos cole giados de curso, ou e quivale nte s, cum pre m os dispositivos
re gim e ntais e e statutários.
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 6
O s docum e ntos oficiais e as re uniõe s pre se nciais m ostram coe rê ncia da organização e da ge stão da instituição. No
R e gim e nto da IES e stá pre vista a participação dos dife re nte s se gm e ntos da com unidade nos proce ssos de
de cisão, tais com o órgãos cole giados e nvolvidos na organização e ge stão, com ce rta inde pe ndê ncia e autonom ia
e m re lação à m ante ne dora, e stando coe re nte s com o PDI.
C om o o m om e nto de sta IES ainda re fe re a ge stão ante rior onde a m ante ne dora e ra ide ntificada com a figura do
fundador da própria IES, a com unidade hoje ide ntifica avanços na profissionalização das re laçõe s de trabalho e de
autonom ia dos órgãos cole giados.
O s dispositivos re gim e ntais e e statutários são cum pridos no tocante a funcionam e nto e re pre se ntatividade nos
conse lhos supe riore s. Ao m e sm o te m po o conhe cim e nto por parte da com unidade de se us re pre se ntante s é
obse rvado no corpo doce nte , dife re nte dos corpos disce nte e té cnico-adm inistrativos para os quais os
re pre se ntante s não são ple nam e nte conhe cidos.
O funcionam e nto e a re pre se ntatividade nos cole giados e x pre ssas nos docum e ntos cum pre m os dispositivos
constante s nos re gim e ntos e e statuto que constitue m os docum e ntos oficiais da IES.
O funcionam e nto e a re pre se ntatividade no cole giado de curso cum pre m os dispositivos re gim e ntais e pe rm ite m o
conce ito re fe re ncial m ínim o de qualidade .
Conceito da Dimensão 6
3
Dimensão 7: Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos
de informação e comunicação
7.1. C oe rê ncia Infra-e strutura física, e spe cialm e nte a de e nsino e de pe squisa, bibliote ca,
re cursos de inform ação e com unicação com o e stabe le cido e m docum e ntos oficiais. C once ito
re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando a infra-e strutura física da IES, e spe cialm e nte a de
e nsino e pe squisa, bibliote ca, re cursos de inform ação e com unicação, e stá coe re nte com a
e spe cificada no PDI. 7.2. Instalaçõe s ge rais C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade :
Q uando há instalaçõe s ge rais para o e nsino, para a pe squisa (quando for o caso), para a
prática de e sporte s, atividade s culturais e de laze r, e spaços de convivê ncia, e para laboratórios
didáticos e de pe squisa e m quantidade e qualidade ade quadas. 7.3. Instalaçõe s ge rais nos
pólos para e ducação a distância (indicador e x clusivo para IES cre de nciada para m odalidade a
3
distância – EAD). C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando há, nos pólos para
e ducação a distância, instalaçõe s ge rais para o e nsino e para a pe squisa (quando for o caso),
incluindo laboratórios, e m quantidade e qualidade ade quadas . 7.4. Bibliote ca: ace rvo,
se rviços e e spaço físico. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando pode m se r
ve rificadas açõe s ade quadas de atualização e am pliação do ace rvo bibliográfico e dos se rviços
da(s) bibliote ca (s). 7.5. Bibliote cas dos pólos para e ducação a distância: ace rvo, se rviços e
e spaço físico (indicador e x clusivo para IES cre de nciada para m odalidade a distância – EAD).
C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade : Q uando pode m se r ve rificadas açõe s ade quadas de
atualização e am pliação do ace rvo bibliográfico e dos se rviços da(s) bibliote ca(s)
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 7
A Faculdade de Te cnologia Santo André funciona e m áre a com partilhada com um a instituição de Educação Básica,
de nom inado C olé gio Arbos, com e ntradas inde pe nde nte s e com partilham áre as de convivê ncia com o cantina e
quadras de sportivas. Para um dos blocos o ace sso pode se r re alizado pe la e ntrada principal, utilizada
principalm e nte pe los e studante s da Faculdade , e para o outro bloco a e ntrada se dá pe la áre a de convivê ncia,
am bas por m e io de ram pas.
As instalaçõe s e stão e m bom e stado de conse rvação e se configuram , basicam e nte , e m dois blocos inte rligados.
As salas de aula e stão distribuídas nos trê s pisos: té rre o, prim e iro e se gundo, todos com ace sso por e scadas e
e le vadore s.
As salas são am plas e be m ilum inadas com ve ntiladore s e carte iras e m bom e stado e com tam anhos variados, de
acordo com o núm e ro de alunos por turm a. Ex iste um a sala com e quipam e nto m ultim ídia pe rm ane nte . Para as
de m ais salas e x iste m gabine te s m óve is com e quipam e nto m ultim ídia que são transportados se gundo a
ne ce ssidade de utilização.
O s Laboratórios de Inform ática para ace sso dire to dos e studante s e m pe squisas na inte rne t são com partilhados e
possue m e quipam e ntos atualizados e inte rligados e m re de .
A sala dos profe ssore s é provida de arm ários individuais, m e sa para re união, W C , m e sa para lanche s rápidos e
um te rm inal de com putador. As salas para ate ndim e nto individual são e m locais se parados, que se rve m tam bé m
para as atividade s das coorde naçõe s de cursos. O e spaço para as coorde naçõe s de cursos é único e as dife re nte s
unidade s são caracte rizadas por m e sas pe que nas, se m divisórias ou se paração de am bie nte .
A Adm inistração e stá alojada e m áre a se parada, próx im a a e ntrada principal da e dificação, e os dife re nte s se tore s
funcionam e m salas se paradas. No hall de e ntrada e stão os guichê s para ate ndim e nto ao público.
A cantina possui am pla áre a, que é aprove itada para a convivê ncia dos e studante s e ace sso às áre as de sportivas,
e , no caso de have r atividade s da Faculdade e do C olé gio sim ultane am e nte , são colocadas divisórias para que
não se m isture m . Em ge ral, o C olé gio funciona durante o dia e a Faculdade durante a noite .
A Bibliote ca possui áre a ade quada para a guarda do ace rvo e com partilha a Educação Básica e o Ensino Supe rior.
Ex iste um bom núm e ro de m e sas e cade iras para o e studo, salas isoladas para trabalho individual e e m grupos.
Todas as publicaçõe s do ace rvo e stão de vidam e nte catalogadas e com a inscrição própria de sta IES, os livros
e stão be m ide ntificados, m as não e stão disponíve is para consulta dire ta, ape nas por te rm inais de consulta onde
faze m a re se rva para solicitar pe ssoalm e nte . As obras pode m se r re se rvadas pe la página we b da IES e há
consulta on-line ao ace rvo. O ace rvo é satisfatório para o núm e ro de alunos da IES. Não há vide ote ca com DVD ou
C D para consulta, ape nas duas caix as com algum m ate rial.
O s sanitários e stão e m bom e stado de con se rvação have ndo sanitários e spe cíficos para pe ssoas com m obilidade
re duzida nos andare s, té rre o e se gundo, m as com ne ce ssidade de ade quação com o a abe rtura de portas para
fora, colocação de m aior núm e ro de barras e e le vação de um dos asse ntos, e ntre outras m odificaçõe s nas áre as
de circulação inte rnas e , com o não há priorização de sua utilização, e m re união com e studante s, um a aluna com
m obilidade re duzida re fe riu a im possibilidade de sua utilização.
A IES não ofe re ce cursos EAD, m as ofe re ce disciplinas inte iras ne sta te cnologia e a utiliza com o fe rram e nta
didática e m outras.
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25… 8/11
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didática e m outras.
C onside rando a infrae strutura e spe cificada no PDI, a dim e nsão foi conside rada satisfatória para o conce ito m ínim o
de qualidade .
Conceito da Dimensão 7
3
Dimensão 8: Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e
eficácia da auto-avaliação institucional
8.1. C oe rê ncia do plane jam e nto e da avaliação, e spe cialm e nte e m re lação aos proce ssos,
re sultados e e ficácia da auto-avaliação institucional com o e stabe le cido e m docum e ntos oficiais.
C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade *: Q uando o plane jam e nto e a avaliação,
e spe cialm e nte e m re lação aos proce ssos, re sultados e e ficácia da auto-avaliação institucional
da IES e stão coe re nte s com o e spe cificado no PDI. 8.2. Auto-avaliação institucional C once ito
re fe re ncial m inim o de qualidade *: Q uando a C om issão Própria de Avaliação* e stá im plantada
e funciona ade quadam e nte , há e fe tiva participação da com unidade inte rna (profe ssore s,
4
e studante s e té cnico-adm inistrativos) e e x te rna nos proce ssos de auto-avaliação institucional, e
há divulgação das análise s e dos re sultados das avaliaçõe s, e stando as inform açõe s
corre sponde nte s ace ssíve is à com unidade acadê m ica. 8.3. Plane jam e nto e açõe s acadê m icoadm inistrativas a partir dos re sultados das avaliaçõe s. C once ito re fe re ncial m inim o de
qualidade *: Q uando a IES im ple m e nta ade quadam e nte açõe s acadê m ico-adm inistrativas
base adas nos re sultados da auto-avaliação e das avaliaçõe s e x te rnas.
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 8
C onstatou-se in loco a coe rê ncia do plane jam e nto e da avaliação, e spe cialm e nte dos proce ssos, re sultados e
e ficácia da autoavaliação institucional com o e stabe le cido e m docum e ntos oficiais (PDI, Proje to Pe dagógico,
re latórios da C PA). A autoavaliação institucional é re alizada e a C PA e stá im plantada e e m funcionam e nto,
contando com a participação de profe ssore s, té cnico adm inistrativo, re pre se ntação de e studante s e da
com unidade e x te rna. O s re sultados do trabalho da C PA são divulgados por m e io de re uniõe s com re pre se ntante s
disce nte s, com profe ssore s e no site da IES. Em re união com a com unidade acadê m ica constatou-se que os
re sultados da avaliação são discutidos com vistas à buscar soluçõe s para as fragilidade s ide ntificadas. Ficou
de m onstrado que os ge store s da IES im ple m e ntam as açõe s acadê m ico-adm inistrativas a partir dos re sultados
das avaliaçõe s inte rnas e e x te rnas. Assim , o plane jam e nto e avaliação, e spe cialm e nte e m re lação aos proce ssos,
re sultados e e ficácia da auto-avaliação institucional, configuram um quadro alé m do que é e x pre sso no re fe re ncial
m ínim o de qualidade .
Conceito da Dimensão 8
4
Dimensão 9: Políticas de atendimento aos discentes
9.1. C oe rê ncia das políticas de ate ndim e nto aos disce nte s com o e stabe le cido e m docum e ntos
oficiais. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade *: Q uando as políticas de ate ndim e nto aos
disce nte s da IES e stão coe re nte s com as e spe cificadas no PDI. 9.2. Program as de apoio ao
de se nvolvim e nto acadê m ico dos disce nte s re fe re nte s à re alização de e ve ntos C once ito
re fe re ncial m inim o de qualidade *: Q uando os program as de apoio ao de se nvolvim e nto
acadê m ico dos disce nte s, de re alização de atividade s cie ntíficas, té cnicas, e sportivas e culturais,
e de divulgação da sua produção e stão im plantados e ade quados . 9.3. C ondiçõe s
institucionais de ate ndim e nto ao disce nte . C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade *:
Q uando se ve rifica a ade quação das políticas de ace sso, se le ção e pe rm anê ncia de e studante s
3
(crité rios utilizados, acom panham e nto pe dagógico, e spaço de participação e de convivê ncia)
praticadas pe la IES e há ade quada re lação com as políticas públicas e com o conte x to social.
9.4. Acom panham e nto de e gre ssos e criação de oportunidade s de form ação continuada
C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade *: Q uando e x iste m m e canism os ade quados para
conhe ce r a opinião dos e gre ssos sobre a form ação re ce bida, tanto curricular quanto é tica, para
sabe r o índice de ocupação e ntre e le s, para e stabe le ce r re lação e ntre a ocupação e a form ação
profissional re ce bida; alé m disso, a opinião dos e m pre gadore s dos e gre ssos é utilizada para
re visar o plano e os program as e e x iste m atividade s de atualização e form ação continuada para
os e gre ssos
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 9
A C om issão de Avaliação, in loco, constatou que a IES, e m re lação às políticas de ate ndim e nto aos disce nte s,
configura um quadro sim ilar ao que e x pre ssa o re fe re ncial m ínim o de qualidade .
As políticas de ate ndim e nto aos disce nte s e o e stabe le cim e nto de stas no PDI, na sua m aioria, e stão coe re nte s. A
IES conta com program as que be ne ficiam os alunos e prom ove m o apre ndizado, se ndo e stas re alizadas pe lo
Núcle o de Apoio Psico-pe dagógico (NAPS). A IES ofe re ce aos alunos ate ndim e ntos de nive lam e nto com re lação à
língua portugue sa, m ate m ática e o program a GABAR ITANDO NA AV1, com ofe rta gratuita de aulas on-line e m
dife re nte s disciplinas. O s acadê m icos e m fase final de curso re ce be m orie ntação e suporte da bibliote cária para a
norm alização do Trabalho de C onclusão de C urso (TC C ). No que diz re spe ito aos program as de e stím ulo ao
de se nvolvim e nto inte le ctual do acadê m ico, e x iste um a coorde nação de proje tos de pe squisa e outra de proje tos
de e x te nsão, iniciando o e stím ulo de atividade s doce nte s e disce nte s na áre a de pe squisa e e fe tivando açõe s de
e x te nsão unive rsitária. O aluno conta com a Se cre taria Virtual, pe la Inte rne t (SIA - Portal do Aluno), que ofe re ce
se rviços, com o: solicitação de docum e ntos, inform açõe s, m atrícula, re que rim e ntos, ope raçõe s acadê m icas ou
finance iras. C ontam , tam bé m , com a Bibliote ca Virtual para consultar o m ate rial inse rido pe lo profe ssor e le r a
bibliografia re com e ndada.
Em re união com os doce nte s foi ve rificado o apoio ao de se nvolvim e nto acadê m ico na IES (bolsas de participação
e m program a de iniciação cie ntífica, ince ntivo à participação de e ve ntos, financiam e nto e studantil e m convê nio
com e m pre sas, FIES e PR O UNI). Q uanto às atividade s culturais, e stas são organizadas a partir das atividade s que
com põe o Program a de Atividade s C om ple m e ntare s.
C onform e o PDI, a IES possui um program a de financiam e nto de e studos aos alunos care nte s ou e m situaçõe s
pontuais de dificuldade finance ira, com vistas asse gurar sua pe rm anê ncia e de se m pe nho e scolar. A Faculdade
ofe rta um curso de pós-graduação Lato-se nsu: MBA e m Ge stão Em pre sarial. O controle dos e gre ssos é fe ito pe lo
emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODAwNTg=&40bd11be25…
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ofe rta um curso de pós-graduação Lato-se nsu: MBA e m Ge stão Em pre sarial. O controle dos e gre ssos é fe ito pe lo
site : Ex -alunos. O s e gre ssos tê m a oportunidade de se m ante r atualizado e e m contato com a IES, inclusive
forne ce ndo inform açõe s sobre ocupação e suas suste ntabilidade s nas e m pre sas da re gião.
Conceito da Dimensão 9
3
Dimensão 10: Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos
compromissos na oferta da educação superior
10.1. C oe rê ncia da suste ntabilidade finance ira apre se ntada pe la IES com o e stabe le cido e m
docum e ntos oficiais. C once ito re fe re ncial m inim o de qualidade *: Q uando a suste ntabilidade
finance ira da IES e stá coe re nte com a e spe cificada no PDI. 10.2 Suste ntabilidade finance ira da
instituição e políticas de captação e alocação de re cursos. C once ito re fe re ncial m inim o de
qualidade *: Q uando se ve rifica a ade quação e ntre a proposta de de se nvolvim e nto da IES,
incluindo-se a captação de re cursos, e o orçam e nto pre visto, a com patibilidade e ntre cursos
4
ofe re cidos e as ve rbas e os re cursos disponíve is, e e x iste controle e ntre as de spe sas e fe tivas e
as re fe re nte s à de spe sa corre nte s, de capital e de inve stim e nto. 10.3. Políticas dire cionadas à
aplicação de re cursos para program as de e nsino, pe squisa e e x te nsão C once ito re fe re ncial
m inim o de qualidade *: Q uando e x iste m políticas de aquisição de e quipam e ntos e de
e x pansão e /ou conse rvação do e spaço físico ne ce ssárias à ade quada im ple m e ntação dos
program as de e nsino, pe squisa e e x te nsão.
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 10
A visita in loco pe rm itiu ve rificar que e x iste suste ntabilidade finance ira para o funcionam e nto da Faculdade de
Te cnologia R adial Santo André . A m ante ne dora é o Grupo Em pre sarial Estácio de Sá, contudo a IES te m autonom ia
quanto ao plane jam e nto e e x e cução do orçam e nto. Foi obse rvada a coe rê ncia da suste ntabilidade finance ira
apre se ntada pe la IES com o e stabe le cido e m docum e ntos oficiais. Ve rificou-se ade quação e ntre a proposta de
de se nvolvim e nto da IES no que diz re spe ito à captação de re cursos, prioritariam e nte oriundos de m e nsalidade s da
graduação, e o orçam e nto pre visto. Ex iste com patibilidade e ntre cursos ofe re cidos, as ve rbas e os re cursos
disponíve is, be m com o o controle e ntre as de spe sas e fe tivas e as re fe re nte s à de spe sas corre nte s, de capital e de
inve stim e nto. Em re uniõe s com ge store s, doce nte s, té cnicos e e studante s constatou-se a e x istê ncia de políticas
dire cionadas à aplicação de re cursos para program as de e nsino, pe squisa, e x te nsão e infrae strutura. Foi possíve l
ve rificar que a suste ntabilidade finance ira e ncontra-se alé m dos re fe re nciais m ínim os de qualidade .
Conceito da Dimensão 10
4
REQUISITOS LEGAIS
11.1. C ondiçõe s de ace sso para portadore s de ne ce ssidade s e spe ciais (De c. 5.296/2004).
Não
Critério de análise:
A instituição apre se nta condiçõe s ade quadas de ace sso para portadore s de ne ce ssidade s e spe ciais?
11.2. Titulação do C orpo Doce nte Unive rsidade s e C e ntros Unive rsitários: pe rce ntual m ínim o
de doce nte s com pós-graduação stricto se nsu * (Le i 9.394/1996 – Art. 52). Faculdade s : no
m ínim o form ação e m pós-graduação lato se nsu * para todos os doce nte s
Sim
Critério de análise:
Universidades e Centros Universitários: a instituição te m , no m ínim o, um te rço do corpo doce nte com
titulação de m e strado e /ou doutorado?
Faculdades: O corpo doce nte te m , no m ínim o, form ação e m pós-graduação lato se nsu* ?
11.3. R e gim e de Trabalho do C orpo Doce nte Para Unive rsidade s : um te rço do corpo doce nte
e m re gim e de te m po inte gral* (Le i 9.394/1996 – Art. 52). Para C e ntros Unive rsitários : um
quinto do corpo doce nte e m re gim e de te m po inte gral* (De cre to 5.786/2006 – Art.1°).
Sim
Critério de análise:
Universidades: a instituição te m , no m ínim o, um te rço do corpo e m re gim e de te m po inte gral?
Centro universitário: a instituição te m , no m ínim o, um quinto do corpo doce nte e m re gim e de te m po
inte gral?
11.4. Plano de C argo e C arre ira (IES* privadas). O Plano de C argo de C arre ira de ve e star
re gistrado e hom ologado por órgão com pe te nte do Ministé rio de Trabalho e Em pre go. (Súm ula
6 – TST).
Sim
Critério de análise:
O Plano de Cargo de Carreira e stá de vidam e nte re gistrado e hom ologado por órgão com pe te nte do Ministé rio
de Trabalho e Em pre go ?
11.5. Form a Le gal de C ontratação de Profe ssore s (IES* privadas). As contrataçõe s dos
profe ssore s de ve m se r m e diante vínculo e m pre gatício. (C LT, arts. 2° e 3°).
Sim
Critério de análise:
A form a le gal de contratação de profe ssore s é m e diante vínculo e m pre gatício ?
DISPOSIÇÕES LEGA IS
O De cre to 5.296/ 2004 re gulam e nta as Le is 10.048/2000 que dá prioridade de ate ndim e nto às pe ssoas que
e spe cifica, e 10.098/2000 que e stabe le ce norm as ge rais e crité rios básicos para a prom oção da ace ssibilidade das
pe ssoas portadoras de de ficiê ncia ou com m obilidade re duzida. Pre vê que as e m pre sas pre stadoras de se rviços
públicos, com o as Instituiçõe s de Ensino Supe rior (IES), de ve rão dispe nsar ate ndim e nto prioritário à e stas
pe ssoas. O ate ndim e nto prioritário inclui:
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pe ssoas. O ate ndim e nto prioritário inclui:
1. Asse ntos de uso pre fe re ncial sinalizados, e spaços e instalaçõe s ace ssíve is. Ne sta IES há ace sso para todos os
pisos das e dificaçõe s por ram pas e e le vadore s. Foi re gistrada por e sta com issão ve rificadora in loco e m re união
com e studante s a dificuldade daque le s com m obilidade re duzida e m utilizar tais e quipam e ntos com o e le vadore s
por falta de política e ducativa de priorização do uso de ste s e quipam e ntos às pe ssoas com de ficiê ncia.
2. Mobiliário de re ce pção e ate ndim e nto obrigatoriam e nte adaptado à altura e à condição física de pe ssoas e m
cade ira de rodas, conform e e stabe le cido nas norm as té cnicas de ace ssibilidade da ABNT. Na ve rificação in loco
e sta C om issão constatou re ce pção que ate nde ao De cre to, m as ne ce ssita de m obiliário e spe cífico e m salas de
aula. No m om e nto as carte iras e scolare s são todas iguais e há ne ce ssidade da aquisição de m e sas próprias para
utilização com cade iras de rodas.
3. Se rviços de ate ndim e nto para pe ssoas com de ficiê ncia auditiva, pre stado por inté rpre te s ou pe ssoas
capacitadas e m Língua Brasile ira de Sinais - LIBR AS e no trato com aque las que não se com unique m e m LIBR AS,
e para pe ssoas surdo/ce gas, pre stado por guias-inté rpre te s ou pe ssoas capacitadas ne ste tipo de ate ndim e nto. A
IES apre se nta inte nção e x pre ssa no PDI, m as não houve a ve rificação de stas açõe s in loco por e sta C om issão
Avaliadora ne sta fase de re cre de nciam e nto da IES.
4. Pe ssoal capacitado para pre star ate ndim e nto às pe ssoas com de ficiê ncia visual, m e ntal e m últipla, be m com o
às pe ssoas idosas. A IES apre se nta, e m se u PDI, a e x istê ncia de profe ssore s e spe cializados no ate ndim e nto
pe ssoas com ne ce ssidade s e spe ciais que pode riam se r os re sponsáve is pe la capacitação de funcionários e
se nsibilização da com unidade acadê m ica para o ate ndim e nto das pe ssoas com de ficiê ncia. Durante a ve rificação
in loco a C om issão não te ve a oportunidade de conhe ce r o re fe rido pe ssoal qualificado.
5. Disponibilidade de áre a e spe cial para e m barque e de se m barque de pe ssoa portadora de de ficiê ncia ou com
m obilidade re duzida. A localização das e dificaçõe s não pe rm ite e m barque e de se m barque e spe cial, e m bora a
e dificação possa se r facilm e nte ade quada. Foi re latado a e sta C om issão de ve rificação que há um a solicitação
junto a Pre fe itura do Município de re se rva de vagas para pe ssoas com de ficiê ncia, m as e sta m e sm a C om issão
constatou a ne ce ssidade de tre inam e nto de pe ssoal para a viabilidade de ste s am bie nte s de ace sso da áre a
e x te rna ao inte rior da IES.
6. Sinalização am bie ntal para orie ntação das pe ssoas. Não há sinalização de solo e ne ce ssita im e diata
im plantação de sinalizadore s am bie ntais para circulação.
7. Divulgação, e m lugar visíve l, do dire ito de ate ndim e nto prioritário das pe ssoas portadoras de de ficiê ncia ou com
m obilidade re duzida. Há ne ce ssidade de m e lhoria, divulgação am pla e im plantação da prioridade do ate ndim e nto
às pe ssoas com de ficiê ncia.
8. Adm issão de e ntrada e pe rm anê ncia de cão-guia ou cão-guia de acom panham e nto junto de pe ssoa portadora
de de ficiê ncia ou de tre inador. Não e stá pre visto no PDI da IES. A IES possui um corpo doce nte qualificado com
form ação e m pós-graduação Stricto se nsu, Lato se nsu e e x pe riê ncia profissional, se ndo 2 doutore s e 17 m e stre s
e 31 e spe cialistas. A m aioria atua com o horista. O Plano de C argo e C arre ira é conhe cido pe los doce nte s e
té cnicos adm inistrativos e e stá protocolado no Ministé rio de Trabalho e Em pre go. O s doce nte s são contratados de
acordo com a C LT, e m te m po inte gral (20%), parcial (14%) e com o horista (52%).
Considerações finais da comissão de avaliadores e Conceito final da Avaliação:
CONSIDERA ÇÕES FINA IS DA COMISSÃ O DE A VA LIA DORES
Esta com issão, constituída pe los profe ssore s C iom ara Maria Pé re z Nune s, Maria C ristina Pinto de Je sus e Paulo
C é sar Boni, de signada para a avaliação 64225, de pois de re alizar as açõe s pre lim inare s de avaliação, as
condiçõe s sobre cada um a das de z dim e nsõe s avaliadas e sobre os re quisitos le gais, todas inte grante s de ste
re latório; e por conside rar tam bé m os re fe re nciais de qualidade dispostos na le gislação vige nte , nas dire trize s da
C om issão Nacional de Avaliação da Educação Supe rior - C O NAES e ne ste instrum e nto de avaliação, atribuiu os
se guinte s conce itos por à instituição avaliada:
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
dim e nsão
1 = 3;
2 = 3;
3 = 4;
4 = 3;
5 = 3;
6 = 3;
7 = 3;
8 = 4;
9 = 3;
10 = 4.
Em razão do acim a e x posto, e sta IES - Faculdade de Te cnologia R adial de Santo André - apre se nta um pe rfil
satisfatório de qualidade .
CONCEITO FINA L
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Relatorio de recredenciamento