Rui M. V. Cortes _UTAD Maria Teresa Ferreira _ISA Caudais extremos Regime de caudal Volume Velocidade Descargas Assoreamento Sinuosidade Corrente Substrato Estabilidade das margens Estrutura Física do Habitat Largura/Prof undidade MACROINVERTEBRADOS PEIXES Gradiente Componente biótica Morfologia do canal Ensombramento Temperatura Vegetação ripária MACRÓFITOS Sedimentos Metais pesados Turbidez Dureza O2 Qualidade da Água Nutrientes Alcalinidade Micro poluentes Pesticidas Temperatura pH FITOBENTOS FITOPLANCTÔNl Os valores dos elementos biológicos (métricas) estão conformes a situação de referência (R)? sim Os dados fisicoquímicos não denunciam qualquer contaminação sim A hidromor fologia não denuncia perturbações não não Os valores dos elementos biológicos desviam-se ligeiramente de R? sim sim O meio fisicoquímico não afecta o funcionamento do ecossistema não não Classificar na base do desvio relativamente a R Desvio moderado Desvio superior sim Estado moderado Estado medíocre Mau estado Implementação da DQA em Portugal sim Lista de factores utilizadosFactores na definição da tipologia Variáveldos rios em Portugal Classes Factores obrigatórios Factores facultativos Região MorfoClimática Região 1 – 1 Região 2 – 2 Região 3 – 3 Região 4 – 4 Região 5 – 5 Região 6 – 6 Latitude Latitude(º) Uma única classe que contém os limites, a Norte e a Sul, de Portugal Continental Longitude Longitude (º) Uma única classe que contém os limites, a Noroeste e a Sudoeste, de Portugal Continental Altitude Altitude (m) Variável contínua Área de drenagem Área (km2) Pequena: Norte do rio Tejo – 5= A =100; Sul do rio Tejo – 10= A =100 Média: 100 < A = 1 000 Grande – 1000 A = 10000 Muito grande: A > 10 000 Geologia Classes de mineraliza ção Baixa Mineraliza ção Média Mineraliza ção Elevada Mineralização Declive médio do escoamento S1085 Variável contínua Escoamento Escoamento Médio Anual (mm) Variável contínua Amplitude térmica do ar Amplitude térmica do Ar (ºC) Variável contínua Temperatura média do ar Temperatura Média Anual (ºC) Variável contínua Precipita ção Precipita ção Média Anual (ºC) Variável contínua Coeficiente de varia ção da precipita ção m édia mensal Variável contínua Grau de Mineralização Á rea da bacia hidrográfica Baixa – 1 Pequena – 1 Média - 2 Média -2 Elevada – 3 Grande - 3 Muito Grande 4 M_ Montanhosos do Norte N1<100km2 -Montanhoso do Norte de pequena dimensão N1>100km2 -Montanhoso do Norte de média/ grande dimensão L- Litoral centro N2- Alto Douro Média/ Grande Dimensão N3 –Alto Douro de pequena dimensão N4 –Transi ção Norte-Sul S1 < 100 km2 –Sul de pequena dimensão S2 > 100km2 –Sul de média/ grande dimensão S3 –Dep ósitos sedimentares do Tejo e Sado S4- Calcários do Algarve Rio Douro Rio Tejo Rio Guadiana TIPOS DE RIOS PRESENTES NO NORTE BIBLIOGRAFIA A) IDENTIFICAÇÃO DE POTENCIAIS MÉTRICAS A NÁLISE PERICIAL MÉTRICAS CANDIDATAS COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA DIVERSIDADE E ABUNDÂNCIA RECURSOS NUTRICIONAIS RECURSOS HABITACIONAIS CICLO DE VIDA, REPRODUÇÃO e MECANISMOS DE ADAPTAÇÃO (traits) (grupos funcionais) CÁLCULO DAS MÉTRICAS POR LOCAL B) A NÁ LISE GERAL DA SENSIBILIDADE DAS MÉTRICAS A GRADIENTES DE PERTURBA ÇÃO (ex. Correla ção com as pressões) 70 P0010181/05 60 HQA 50 Prop_Ex = 1,1952+0,4263*x Prop_End = 8,5829-0,2698*x 22 40 20 18 16 30 14 P0040731/05 12 10 20 8 P0030791/05 6 4 10 2 Referência Não Referencia Critério - 1 e 2 ( aceitável um 3 e a conectividade foi excluída) 0 -2 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 soma FAME Variáveis de pressão 30 32 Prop_Ex Prop_End D) Limite determinado pela referência Excelente Métrica (descritor) Divisão da situação de degradação em 4 classes mau Stress ambiental IPPi = (Soma Msi x 10 ) / N Msi - score de cada métrica N - número total de m étricas por tipo de rio. IVR = S métricas – valor mínimo TRANSECTO (spot check) Uso do solo Descritores da margem 0m 10m macrófitas 1m (5m topo da margem) Estrutura ripária (1m topo margem) Uso do solo 5m Descriptores topo da margem Estrutura da vegetação na margem Características físicas e hidrodinâmicas 500m CONTÍNUO (uso do solo, características ripárias e morfológicas)_limite 50 m métricas de macrófitas seleccionadas Percentagem de exóticas Percentagem de árvores higrófitas Cobertura de árvores Cobertura de vivazes Cobertura de hidrófitos Índices de diatomáceas seleccionados IPS (Poluensibilidade específica) IDG IBD (Índice Biológico de Diatom áceas) TDI (Índice Trófico Diatómico) Modelo Conceptual Ganhos7 Log POMAR LogNO2 POMAR Perdas7 LogOD Ganhos2 LogPO4 Ganhos3 Perdas2 OD Fe Ajuste7 Perdas3 Ganhos5 2 Log lag e albf PO4 Perdas5 2 Log Fe Lag e Albf Ajuste2 NTOT Ajuste3 NO2 NH4 Log lag e albf LogNH4 Coli TOT Log NTOT Ajuste5 2 Ganhos5 3 Ganhos3 7 Ganhos3 11 LogSiO2 Perdas3 11 Perdas5 3 Ajuste5 3 DTM Log PTOTPTOTHP Ganhos1 2 Ganhos1 LogCYN Perdas1 2 Ganhos1 3 SiO2 Log DTM Log NP Ajuste3 11 LogClorofila a Ajuste1 3 Log lag e albf Log NP Ganhos3 6 LogNO3 CYN Ajuste3 6 Perdas5 PTOTPTOTHP Ganhos3 4 Colifec Perdas3 4 LogSLFRDT Log Mn LogPO4T HP SLFRDT Ajuste3 4 LogCQO Ganhos3 2 Ajuste3 9 Perdas3 10 Mn Ajuste3 2 Cursos ‡gua Ajuste3 3 Perdas3 2 Ganhos3 9 Perdas3 3 Ganhos3 3 Log lag e albf Perdas3 9 LogPO4TOT Ajuste5 Ganhos3 8 Log DS LogCursos ‡gua Ganhos3 10 Log POMAR Perdas3 8 COND Ajuste3 10 LogCOND LogCursos ‡gua DS Ajuste3 8 CQO Perdas3 12 Ganhos3 12 LogCl Ajuste3 12 Ganhos8 Perdas8 DURZ PO4TOT HP Cl Ajuste8 Ganhos1 4 LogSO4 LogCursos ‡gua Ganhos4 Perdas4 SO4 LogDUR CHLPT Log CHLPT Perdas1 4 CO2 Log CO2 Perdas3 5 Ganhos3 5 Ajuste1 4 Ganhos4 2 Ajuste4 Perdas3 6 PO4TOT Log PTOTPTOTHP Ajuste1 2 Ajuste1 NP Perdas1 3 Perdas1 LogColifec Ajuste3 7 NO3 Clorofila a Ganhos5 Perdas3 7 LogColif TOT Perdas4 2 Ajuste3 5 Log POMAR Ajuste4 2 Tempo (meses) Caracter ísticas Caracterí principais Biomarcadores bioindicadores ?Tipos Subcelular, celular Exposiçção Exposi Indivíduo a Indiví Comunidade Efeitos Alta Baixo Alta Baixo Alta Baixo--moderado Baixo Moderada-alta ModeradaCurto Baixa Baixo Longo Alto de resposta ?Indicadores primários primá ?Sensibilidade aos agentes de stress ?Rela Relaçção causacausa- efeito ?Resposta à variabilidade ?Especificidade aos agentes de stress ?Tempo de resposta ?Relevância ecoló ecológica Compreensão dos mecanuismos Para níveis superiores de organização biológica diminui a compreensão a nível de mecanismos individuais causa-efeito mas aumenta o conhecimento em termos ecológicos genética bioquímica fisiológica Comporta mento histopato lógica reprodução imuno lógica bioenergética Comunidades Populações Integração crescente e significado ecológico Uso de marcadores histológicos e bioquímicos para avaliação de compostos xenobióticos em populações de peixes Regiões Não Em Hidrográ- Risco dúvida ficas Em Risco Não Risco % Em Em dúvid Risco a% % Minho/Lima 20 28 50 20.4 28.6 51.0 Cávado/Av e/Leça 50 33 46 38.8 25.6 35.7 125 149 364 19.6 23.4 57.1 Douro PRODUTIVIDA DE, Melhoria das funções (ex. biomassa, qualidade da água) mas não da estrutura (reclamation, replacement) Requalificação, reabilitação TRANSPORTE, SEDIME NTOS, CICLOS DE NUTRIENTES Situa ção histórica Situa ção actual Aumento da degradação DIVERSIDADE EM ESP ÉCIES NATIVAS, COMPLEXIDADE… Melhoria da estrutura(ex. espécies) mas não das funções Estrutura do ecossistema