Auto-avaliação da Licenciatura em
Gestão e Administração Hoteleira
Relatório Resumo
Junho de 2012
Resumo do relatório de auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira
Índice
1. Objectivo ............................................................................................................................................. 3
2. Enquadramento................................................................................................................................... 3
3. Trabalho realizado ............................................................................................................................... 3
4. Dados síntese da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira................................................ 4
4.1 Caracterização Base........................................................................................................................... 4
4.2 Caracterização corpo docente........................................................................................................... 4
4.3 Caracterização corpo discente .......................................................................................................... 4
4.4 Procura da Licenciatura ..................................................................................................................... 4
5. Resumo dos principais pontos fortes, pontos fracos e proposta de acções de melhoria................... 5
5.1 Objectivos gerais do ciclo de estudos ............................................................................................... 5
5.2 Organização interna e mecanismos de qualidade ............................................................................ 5
5.3 Recursos materiais e parcerias .......................................................................................................... 6
5.4 Pessoal docente e não docente......................................................................................................... 6
5.5 Estudantes e Ambientes de Ensino/Aprendizagem .......................................................................... 7
5.6 Processos ........................................................................................................................................... 7
5.7 Resultados ......................................................................................................................................... 8
6. Conclusão ............................................................................................................................................ 8
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Resumo do relatório de auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira
1. Objectivo
O processo de avaliação dos Ciclos de Estudo (CE) respeita e afecta toda a comunidade escolar. Com
este resumo pretende-se, fundamentalmente, apresentar e informar sobre o relatório e processo de
auto-avaliação da licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira. Simultaneamente, esperamos
mobilizar e envolver a comunidade da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG)
para a prossecução das propostas de melhoria da qualidade deste CE.
2. Enquadramento
No quadro do sistema europeu de garantia da qualidade do ensino superior, a lei nº 38/2007, de 16
de Agosto, aprovou o regime jurídico da avaliação do ensino superior. A 5 de Novembro do mesmo
ano, é instituída a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) pelo Decreto-lei nº
369/2007.
Na missão da A3ES enquadra-se a avaliação e acreditação de todas as instituições de ensino superior
e de todos os seus CE em funcionamento. Nesse sentido, também a ESEIG e a licenciatura em Gestão
e Administração Hoteleira são objecto de um processo de auto-avaliação ao qual se seguirá um
processo de avaliação externa.
3. Trabalho realizado
Através do Despacho ESEIG / PRE – 019 /2012, de 15 de Fevereiro de 2012, foi criada a comissão de
auto-avaliação (CAA) que realizou o relatório de auto-avaliação com o objectivo de preparar e
submeter à A3ES. O relatório organiza a informação nos seguintes pontos:
A. Caracterização do ciclo de estudos
1. Objectivos gerais do ciclo de estudos
2. Organização interna e mecanismos de garantia da qualidade
3. Recursos materiais e parcerias
4. Pessoal docente e não docente
5. Estudantes e Ambientes de Ensino/Aprendizagem
6. Processos
7. Resultados
8. Análise SWOT do ciclo de estudos
9. Proposta de acções de melhoria
A comissão de auto-avaliação gostaria de agradecer a disponibilidade e empenho de todos os que
colaboraram e participaram na realização deste trabalho.
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4. Dados síntese da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira
4.1 Caracterização Base
Publicação em Diário da República, 2ª Série – nº 33, de 15 de Fevereiro de 2008, Despacho
4139/2008
Grau: Licenciatura
N.º Créditos: 180 ECTS
Duração: 6 semestres /3 anos lectivos
Regime: Diurno
Área científica predominante: Hotelaria e Restauração
4.2 Caracterização corpo docente
N.º docentes
do CE
N.º docentes a tempo
integral (ETI)
N.º docentes (ETI) com
doutoramento
N.º docentes (ETI)
com mestrado
N.º de docentes (ETI) inscritos
em doutoramento
24
20
5
4,8
2,8
4.3 Caracterização corpo discente
Ano Curricular
N.º de estudantes por
ano curricular
1.º ano
71
2.º ano
50
3.º ano
66
4.4 Procura da Licenciatura
2009/10
2010/11
2011/12
N.º de vagas
44
44
41
N.º candidatos 1.ª opção
148
131
144
N.º colocados
44
44
42
N.º colocados 1.ª opção
38
37
39
Nota mínima de entrada
158,8
152,8
160,3
Nota média de entrada
161,4
156,3
159,9
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5. Resumo dos principais pontos fortes, pontos fracos e proposta de acções
de melhoria
5.1 Objectivos gerais do ciclo de estudos
Principais pontos fortes
Principais pontos fracos
- O plano de estudos, as dinâmicas
pedagógicas, as actividades desenvolvidas no
curso e para a comunidade e os recursos
Humanos e materiais dotam os estudantes
com perfis de competências adaptáveis às
diferentes áreas profissionais da hotelaria e
das diferentes áreas científicas, assegurando o
cumprimento da missão e dos objectivos.
1. Nem sempre a missão e os objectivos do curso
são conhecidos por docentes e estudantes.
2. Restrições curriculares e constrangimentos
temporais devido ao encurtamento do ciclo de
estudos (Bolonha), provocando limitações ao
nível de desenvolvimento de competências
importantes.
- Curso reconhecido pelo Turismo de Portugal
IP permitindo o acesso à carteira profissional
de Assistente de Direção de Hotel
- Complementaridade do curso de PósGraduação em Direção Hoteleira.
Proposta de acções de melhoria
1: Divulgar junto dos docentes e estudantes a missão e os objectivos do curso.
5.2 Organização interna e mecanismos de qualidade
Principais pontos fortes
Principais pontos fracos
Atualização
anual
dos
conteúdos
programáticos são objeto de análise do
Coordenador de Curso e de aprovação pelo CP
e CTC e divulgadas no site da ESEIG/Portal
Académico.
1. Implementação dos processos de Garantia da
Qualidade ainda numa fase inicial. A necessidade
de proceder à contratação de novo funcionário
para o Gabinete de Gestão da Qualidade, a
decorrer, atrasou os trabalhos do Gabinete e do
Conselho para a Qualidade e Avaliação.
- Inquirição regular de docentes e discentes
através de questionários.
2. O sistema formal de avaliação do desempenho
docente (ADD) encontra-se em fase de
- Existência de delegado de curso e de ano
regulamentação, não podendo ser implementado
curricular
a curto prazo.
- Existência de coordenador, conselho e
plenário do curso e coordenadores das UTC.
Proposta de acções de melhoria
1: Concluir a implementação do sistema de qualidade.
2: Implementação do SIADAP ao pessoal docente.
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5.3 Recursos materiais e parcerias
Principais pontos fortes
Principais pontos fracos
- Qualidade das instalações e infra estrutura
pedagógica existente (Restaurante de
Aplicação, Cozinha de Show Cooking,
Laboratório de Alojamentos, informático e
pedagógico).
1. Número ainda limitado de parcerias com outras
instituições de ensino superior e associações
nacionais e internacionais da área do turismo,
hotelaria e restauração.
- Sala de aulas com recursos adequados.
- Existência de Software na área da gestão
hoteleira resultante das parcerias com a
NewHotel (software de alojamento) e a SAGE
(software de gestão da restauração).
2. Ausência de laboratórios específicos para
certas áreas importantes do curso,
nomeadamente as Línguas, sala de provas, bar e
de armazenamento.
3. Reduzido número de estudantes e docentes em
programas de mobilidade.
Parcerias com:
- Empresas hoteleiras de qualidade, nacionais
e internacionais, decorrentes dos protocolos
de estágio.
- Universidade de Katyavala Bwila, (Sumbe,
Angola), CESAE, o Turismo de Portugal IP e a
Escola Superior de Hotelaria e Turismo do
Estoril.
- Fornecedores de matérias-primas para o
Restaurante de Aplicação e Laboratório de
Alojamento.
- Associação da Hotelaria de Portugal.
- Ciência Viva de Vila do Conde
Proposta de acções de melhoria
1: Fazer protocolos de colaboração com outras instituições de ensino superior na área do turismo,
hotelaria e restauração.
2: Criar um laboratório específico para as línguas, sala de provas, bar e de armazenamento.
3: Promover a mobilidade dos estudantes e docentes.
5.4 Pessoal docente e não docente
Principais pontos fortes
Principais pontos fracos
- Corpo docente jovem, responsável, com 1. Falta de pessoal docente doutorado e
experiência
profissional
relevante
e especialista, nas áreas do turismo, hotelaria e
empenhado.
restauração, mas já em formação avançada.
- Bom clima social
- Corpo docente estável nos últimos 5 anos.
- Elevada disponibilidade dos docentes para
colaborar com o curso.
2. Reduzida actividade de investigação e número
de publicações em revistas científicas nacionais e
internacionais nas áreas do turismo, hotelaria e
restauração.
3. Grande diversidade de tarefas exigidas com
sobrecarga do trabalho (pedagógico, científico e
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de gestão) do corpo docente.
Proposta de acções de melhoria
1: Apoiar os atuais docentes com redução de carga horária lectiva para terminarem os seus
programas doutorais.
2: Incentivar os docentes a desenvolverem mais investigação científica e a participar em projectos
de investigação.
3: Propor a redução da carga de trabalho do corpo docente.
5.5 Estudantes e Ambientes de Ensino/Aprendizagem
Principais pontos fortes
Principais pontos fracos
- O GRI promove a mobilidade através de 1. Reajuste pontual da carga de trabalho de
vários programas europeus.
alguma UC de acordo com os ECTS alocados.
- Realização de vários seminários e palestras.
- Corpo docente jovem e qualificado que
imprime dinamismo, inovação e iniciativa nas
actividades da escola e mantêm relações de
trabalho próximas com o corpo discente.
- As instalações da ESEIG.
- Articulação entre estudantes e docentes na
elaboração do calendário de exames.
Proposta de acções de melhoria
1: Reajustar a carga de trabalho de algumas UC de acordo com os ECTS alocados.
5.6 Processos
Principais pontos fortes
Principais pontos fracos
- Trabalho interdisciplinar permite pôr em 1. Insuficiente integração dos estudantes em
prática a matéria leccionada.
actividades de investigação científica.
Desenvolvimento
de
competências 2. Poucas opções de UC de línguas, face às
comportamentais e linguísticas.
necessidades do mercado.
- Estudantes podem optar por uma segunda
língua estrangeira.
- Capacidade de inserção dos alunos no
mercado de trabalho por via de estágios
curriculares, extracurriculares e pelos
contactos da coordenação e dos docentes.
Proposta de acções de melhoria
1: Convidar e envolver os estudantes em projectos de Investigação.
2: Propor mais opções de línguas num próximo plano curricular.
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5.7 Resultados
Principais pontos fortes
Principais pontos fracos
- Curso com muita procura e com a nota 1. Elevado trabalho logístico devido às
média de entrada mais elevada dos cursos de características específicas do curso.
Gestão Hoteleira.
2. Inexistência de mecanismos de precedência das
- Taxas elevadas de sucesso escolar na UC.
generalidade das UC e no curso em geral.
3. Produção científica dos docentes do ciclo de
- Metodologias de ensino aprendizagem estudos aquém do desejável.
permitem
o
desenvolvimento
de
conhecimentos e competências técnicas, de
comunicação e comportamentais.
- A qualidade das Infra-estruturas pedagógicas
e técnicas.
- As experiências de estágio constituem um
forte potencial de empregabilidade.
- Realização de actividades, eventos,
seminários e workshops.
- Crescente visibilidade do curso junto de
instituições nacionais e internacionais dos
setores do turismo, da hotelaria e da
restauração.
Proposta de acções de melhoria
1: Distribuir a carga de trabalho e/ou redução da carga lectiva do coordenador do curso.
2: Implementar regime de precedências.
3: Incentivar os docentes a desenvolverem mais investigação científica.
6. Conclusão
A realização do relatório de auto-avaliação, cujo resumo dos aspectos mais relevantes aqui se
apresentou, constitui apenas o primeiro passo de todo este processo. Posteriormente realizar-se-á a
visita de uma comissão de avaliação externa, nomeada pela A3ES, cuja data não é ainda conhecida. A
preparação desta visita revela-se de extrema importância uma vez que esta comissão de avaliação
externa irá reunir e ouvir todos os interlocutores: docentes, pessoal não docente, diplomados,
estudantes e entidades externas. Por essa razão, e para que a mesma tenha sucesso, estamos certos
de que poderemos contar com a colaboração empenhada de toda a comunidade da ESEIG.
Luís Correia
Vila do Conde, Junho de 2012
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