Hospital São Francisco Lean Healthcare – Introdução e Case da CME Roberto Chimionato • Consultor de Melhoria Contínua do Grupo Hospitalar São Francisco • Trabalhei em empresas como TAM Air Lines, Nestlé e Mead Johnson com a implementação de projetos Produção Enxuta (Lean) e Gestão de Controle de Processos • Engenheiro de produção pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) • MBA em Administração de Empresa pela USP SUMÁRIO I NTRODUÇÃO À P RODUÇÃO E NXUTA O NDE PODE DER APLICADO L EAN FORA DA MANUFATURA L EAN H EALTHCARE C ASE CME – H OSPITAL S ÃO F RANCISCO SUMÁRIO I NTRODUÇÃO À P RODUÇÃO E NXUTA O NDE PODE DER APLICADO L EAN FORA DA MANUFATURA L EAN H EALTHCARE C ASE CME – H OSPITAL S ÃO F RANCISCO Evolução da Manufatura Produção Artesanal Produção em Massa Produção Enxuta Produção Artesanal • Primeiro sistema de produção – Mão de obra especializada – Pouca ou nenhuma padronização Alta Flexibilidade Baixo Volume Produção em Massa As técnicas de Produção em Massa desenvolvidas por Henry Ford antes da I Guerra Mundial colocaram quase todos os produtores artesanais de carros fora do mercado Produção em Massa • Começa a produção do Ford modelo T em 1908 • 1908 a 1927: mais de 15 milhões de unidades • Custo médio do carro (1908): – Artesanal: – Modelo T: US$ 5.000,00 US$ 850,00 Produção em Massa • Características – Alta produtividade – Baixa variedade – Recursos dedicados Alto Volume Baixa Flexibilidade Produção Enxuta • Desenvolvida no Japão após a II Guerra Mundial – Indústria japonesa teve que ser completamente reconstruída – Volume de produção não justificava produção em massa ao estilo americano – Mercado altamente segmentado • Produção Enxuta = Lean Production = Lean • Fazer mais com os mesmos recursos existentes Produção Enxuta • Característica – Alta produtividade – Alta variedade Alto Volume Alta Flexibilidade Produção Enxuta Produção Enxuta = Identificação e eliminação/redução sistemática e sustentável de desperdícios Os três tipos de atividades Atividades que agregam valor (AV) Atividades que, aos olhos do cliente final, tornam o produto ou serviço mais valioso. Atividades que não agregam valor (NAV) Atividades que, aos olhos do cliente final, não tornam o produto ou serviço mais valioso e não são necessárias mesmo nas atuais circunstâncias. Atividades que não agregam valor necessárias Atividades que, aos olhos do cliente final, não tornam o produto ou serviço mais valioso, mas que são necessárias a não ser que o processo atual mude radicalmente. Os três tipos de atividades Em um ambiente de produção de bens (manufatura ou fluxo logístico – não world class) a relação entre os tempos consumidos pelos três tipos de atividades gira em torno de: Hines & Taylor, 2000 Exemplo de Atividades Fluxo mat/med Atividade Agrega Valor Não Agrega Valor NAV Preparar medicação Medicar paciente AV Buscar medicamento na farmácia NAV Esterilizar novamente o Instrumental devido a vencimento NAV Procurar Inalatório na CME NAV Esterilizar instrumental na Autoclave Não Agrega Valor mas é Necessária AV Enfoque da Produção Enxuta Companhia Típica Enfoque Tradicional nas Tarefas Enfoque de Produção Enxuta AV NAV Melhorias Tradicionais NAV AV AV AV Melhorias Tradicionais NAV NAV Melhorias nas Atividades NAV TEMPO SUMÁRIO I NTRODUÇÃO À P RODUÇÃO E NXUTA O NDE PODE DER APLICADO L EAN FORA DA MANUFATURA L EAN H EALTHCARE C ASE CME – H OSPITAL S ÃO F RANCISCO Onde pode ser aplicado? Lean Manufacturing Lean Development Lean Office Lean Healthcare Lean Construction Lean Hospitality SUMÁRIO I NTRODUÇÃO À P RODUÇÃO E NXUTA O NDE PODE DER APLICADO L EAN FORA DA MANUFATURA L EAN H EALTHCARE C ASE CME – H OSPITAL S ÃO F RANCISCO Lean Healthcare Contextualização Hospital • Padrões de qualidade • Novas tecnologias • Envelhecimento da população • Deficiência operacional • Operadoras • Concorrência Contextualização • Produção Enxuta: da indústria automotiva para os hospitais Hospitais Lean Healthcare Serviços Lean Thinking Manufatura Lean Manufacturing Hospital Indústria Automotiva Lean Manufacturing ≈1940 ≈1984 ≈1992 ≈2002 Lean Healthcare - Pioneiros Gestão de Operações Custos Paciente Entrada Doente Qualidade Equipamentos Pessoas Materiais Empresa Hospital LeadTime Lead Time Faturamento Paciente Saída Saudável Lead Time Mapa de Fluxo de Valor Agendamen PCP to Casa Fornecedor Espera Filas E Movimentação Soldar Cirurgia E Processo Inadequado Estoques Transporte Estampar Cadastro Casa Cliente Pintar Reabilitação E Matéria Prima Paciente doente Montar Internação E E Produto Final Paciente saudável Lead Time de Produção Paciente saudável Paciente doente Lead Time AV NAV Cadastro Paciente doente Lead Time AV Cirurgia Reabilitação Internação Paciente saudável Eliminação de Desperdícios (NAV) Estoques Esperas Filas Transporte excessivo Movimentação excessiva Processamento Inadequado O que é Lean Healthcare Lean Production Hospital Casos de Sucesso – Virginia Mason • Virginia Mason Medical Center Situado em Seattle, Washington Início deste século – grave crise financeira do hospital Iniciou sua jornada Lean em 2002, ao visitar a Toyota no Japão Fonte: Virginia Mason Medical Center Casos de Sucesso Virginia Mason Medical Care – Resultados obtidos após 2 anos de aplicação do lean healthcare Categoria Estoques Produtividade Lead Time Tempo de Setup Cirúrgico Distância (pessoas) Resultados Redução de 53% - US$ 1,350,000.00 Aumento de 36% Redução de 65% Redução de 82% Redução de 44% Fonte: Virginia Mason Medical Center Categorias de Desperdício Talento Categorias de Desperdício – Realização de testes e exames além do necessário – Mais de um formulário com a mesma informação – Efetuar testes redundantes Superprodução – Manter o paciente no leito por mais tempo do que o necessário Categorias de Desperdício – Utilização de antibióticos fortes para o tratamento de leves inflamações – Cirurgias mal realizadas Processamento Inadequado – Erros e retrabalho nos tratamentos aos pacientes Categorias de Desperdício – Infecções do paciente no hospital – Radiografias com baixa qualidade de imagem Defeitos – Informação errada ou não disponível – Faturamento errôneo do paciente Categorias de Desperdício – Excesso de medicamentos na farmácia – Excesso de amostras laboratoriais aguardando análise Estoques – Excesso de pacientes aguardando pelo atendimento Categorias de Desperdício Paciente aguardando: – – – – Consulta Leito Resultado de exames Alta Médico aguardando: Espera – Paciente – Sala cirúrgica Enfermeira aguardando: – Médico – Medicamento – Informação Categorias de Desperdício – Enfermeiros buscando medicamentos e documentos – Médicos/enfermeiros tratando de pacientes em diferentes alas Movimentação Categorias de Desperdício – Idas e vindas do paciente de sua casa para o hospital – Transporte excessivo de pacientes no hospital Transporte Excessivo – Transporte excessivo de medicamentos – Transporte excessivod e exames 8º Desperdício – Cultura organizacional não incentiva o envolvimento das pessoas em melhoria – Comunicação ineficiente Talento – Resistência a melhorias e mudanças Ferramentas Lean Sistema a Prova de Erros Mapa de Fluxo de Valor Manutenção Produtiva Total Fluxo Contínu o Produçã o Puxada Reduçã o de Setup Trabalho Padronizad o 5S Utilizando a Ferramenta de Mapeamento Fluxo de Valor do Paciente Desenho do Estado Atual Desenho do Estado Futuro Plano de trabalho Mapa Fluxo Valor Atual Input/ Output Estritamente informação Atividade Atividade Input/ Output Dados Dados Input/ Output Input/ Output Paciente/ Produto + Informação Linha do Tempo Problemas e desperdícios Atividade Atividade Atividade Dados Dados Dados Casa 2d 1d 1h 1,5h Problemas 5d Problemas Problemas 4h Problemas Casa Mapa Fluxo Valor Futuro Eliminar atividades, quando possível Input/ Output Estritamente informação Atividade Input/ Output Reduzir “vai e vem” entre setores e idas e vindas para casa Paciente ou Paciente + Informação Linha do Tempo Problemas e desperdícios Dados Dados Input/ Output Atividade X Atividade Input/ Output Atividade Dados Dados Casa Casa 2d 1d 1h 5,5h Problemas Problemas Problemas Problemas 3d Ferramentas Lean Sistema a Prova de Erros Mapa de Fluxo de Valor Manutenção Produtiva Total Fluxo Contínu o Produçã o Puxada Reduçã o de Setup Trabalho Padronizad o 5S 5S 5S Tornar o ambiente de trabalho favorável à qualidade Diminuir os índices de acidentes 1° S • Seiri - Senso de Utilização 2° S • Seiton - Senso de Ordenação 3° S • Seiso - Senso de Limpeza 4° S • Seiketsu - Senso de Padronização 5° S • Shitsuke - Senso de Auto Disciplina Incentivar a criatividade Combater desperdícios Melhorar a comunicação Aumentar a produtividade DINÂMICA DE 5S 5S Seiri Separar Seiton Seiso Seiketsu Shitsuke Organizar Limpar Padronizar Disciplinar Instruções • Uma cirurgia de emergência foi encaixada no mapa cirúrgico e está prevista para começar em 10 minutos • Durante a montagem do kit cirúrgico (6 minutos) detectou-se a falta de 4 peças de inalatórios • Depois de procurá-las no centro cirúrgico (2 minutos), foi identificado que as peças faltantes ainda estavam no CME e ainda não haviam sido embaladas • Considerando que o tempo de transporte das peças entre o CME e a sala de cirurgia é de 1 minuto e 45 segundos, restam cerca de 15 segundos para encontrá-las • O atraso na entrega das peças pode afetar o sucesso da cirurgia, pois trata-se de uma cirurgia de emergência. • As peças de inalatórios faltantes são: Traquéia silicone infantil autoclavável 15 mm Conector pediátrico Máscara transparente para anestesia (infantil) angulado em Y 60-11302 Balão de anestesia silicone autoclavável 134ºC (1,5L) 1º Cenário Nenhum S aplicado na bancada dos inalatórios Objetos desnecessários na bancada, inalatórios desorganizados, sem nenhum padrão de organização. Ache as peças de inalatórios faltantes em 15 segundos 15 Traquéia silicone infantil autoclavável 15 mm 14 13 12 11 10 9 Máscara transparente para anestesia (infantil) 8 7 6 5 4 3 Conector pediátrico angulado em Y 6011-302 2 1 0 Balão de anestesia silicone autoclavável 134ºC (1,5L) 2º Cenário 1º S (Separar) é aplicado na bancada Seiri Separar Seiton Seiso Seiketsu Shitsuke Organizar Limpar Padronizar Disciplinar Materiais desnecessários são removidos da bancada. Ache as peças de inalatórios faltantes em 15 segundos 15 Traquéia silicone infantil autoclavável 15 mm 14 13 12 11 10 9 Máscara transparente para anestesia (infantil) 8 7 6 5 4 3 Conector pediátrico angulado em Y 6011-302 2 1 0 Balão de anestesia silicone autoclavável 134ºC (1,5L) 3º Cenário 2º e 3º S (Organizar & Limpar) são aplicados na bancada Seiri Separar Seiton Seiso Seiketsu Shitsuke Organizar Limpar Padronizar Disciplinar “Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar.” A bancada é organizada e limpa. Ache as peças de inalatórios faltantes em 15 segundos 15 Traquéia silicone infantil autoclavável 15 mm 14 13 12 11 10 9 Máscara transparente para anestesia (infantil) 8 7 6 5 4 3 Conector pediátrico angulado em Y 6011-302 2 1 0 Balão de anestesia silicone autoclavável 134ºC (1,5L) 4º Cenário 4º S (Padronizar) é aplicado na bancada Seiri Separar Seiton Seiso Seiketsu Shitsuke Organizar Limpar Padronizar Disciplinar As peças são organizadas de acordo com um padrão Ache as peças de inalatórios faltantes em 15 segundos 15 Traquéia silicone infantil autoclavável 15 mm 14 13 12 11 10 9 Máscara transparente para anestesia (infantil) 8 7 6 5 4 3 Conector pediátrico angulado em Y 6011-302 2 1 0 Balão de anestesia silicone autoclavável 134ºC (1,5L) Trabalho Padronizado • A padronização é a chave para se criar um processo repetitivo Problemas podem ser facilmente identificados Ações endereçadas e melhorias apontadas Sem Padronização Situação Insustentável Com Padronização Podemos diferenciar uma situação normal de uma anormal Padrão de Trabalho Enfermeiras Sala de espera Trabalho Padronizado Um estudo realizado em um hospital privado do município de Contagem, Minas Gerais, analisou prescrições de 780 medicamentos: • destes, 42,04% foram prescritos pelo nome comercial e 57,96% pelo nome do principio ativo • Ocorreram erros de dispensação em cerca de 26,4% das prescrições avaliadas Ferramentas Lean Sistema a Prova de Erros Mapa de Fluxo de Valor Manutenção Produtiva Total Fluxo Contínu o Produçã o Puxada Reduçã o de Setup Trabalho Padronizad o 5S Falhas em Hospitais Menina morre após receber vaselina na veia A estudante Stephane dos Santos Teixeira, de 12 anos, moradora do Jaçanã, zona norte, morreu após receber, no Hospital Municipal São Luiz Gonzaga, na mesma região, vaselina líquida no lugar de soro fisiológico. Os dois medicamentos são feitos pela própria Santa Casa. Os frascos de vaselina e de soro são idênticos e o nome dos medicamentos estava em etiqueta de mesma cor. Falhas em Hospitais Dois anos após cirurgia, dona de casa descobre tesoura na barriga Instrumento pode ter sido deixado durante cirurgia para retirada de ovário. Paciente só descobriu problema após sentir dores abdominais. Uma dona de casa de Araraquara descobriu que há dois anos tem uma tesoura cirúrgica na barriga. O instrumento foi esquecido durante uma cirurgia para a retirada de um dos ovários. Ela percebeu o problema porque começou a sofrer fortes dores abdominais. SUMÁRIO I NTRODUÇÃO À P RODUÇÃO E NXUTA O NDE PODE DER APLICADO L EAN FORA DA MANUFATURA L EAN H EALTHCARE C ASE CME – H OSPITAL S ÃO F RANCISCO Cenário Hospital São Francisco • Hospital São Francisco Instituição privada Hospital de alta (média mensal) : complexidade - Taxa de ocupação 81,8% - 2.200 cirurgias; - 140 procedimentos hemodinâmicos; - 15.250 atendimentos em PA e emergência; - 400 atendimentos de oncologia clínica; - 981 pacientes internados (52% Cirúrgico); - 31% entre 60 e 80 anos e 15% maior que 80 anos; - Média de permanência de 4,2 dias. Pessoas Paciente doente Equipamentos HSF Case CME Lead Time Paciente saudável Equipe Kaizen Fluxo Macro do Paciente Cirúrgico Preparar instrumentos cirúrgicos Autorizar Guia Agendar Central de esterilização de materiais (CME) Preparar materiais e medicamentos Preparar centro cirúrgico UTI Consultar Internar Realizar Cirurgia Rec. no Leito RPA Responsabilidades da CME • Fornecer ao centro cirúrgico os instrumentos necessários para cada cirurgia: – Na quantidade correta – No momento certo – Em boas condições de uso – Devidamente limpos e esterilizados Desafios do projeto • Desnivelamento da demanda • Arsenal de instrumental limitado • Elevado número de emergências Objetivos do projeto • Redução de custos da CME com insumos de esterilização e material de embalagem • Aumentar a capacidade de esterilização e a produtividade do setor • Reduzir índices de infecção em cirurgias limpas causadas por problemas de esterilização • Reduzir o tempo de espera por materiais da CME nas salas cirúrgicas Fluxo de valor da CME Centro cirúrgico/ Hospital Dia CME Lavar Peças sujas Desinfetar termicamen te Inspecionar e montar caixa Embalar Lead time (tempo de atravessamento) = ______ dias Esterilizar Peças limpas SITUAÇÃO ANTERIOR Desnivelament o da carga de trabalho Situação anterior da CME Elevados custos de Picos de sobrecarga na Lavagem e na Termo esterilização em máquinas de ciclo curto Alta movimentação para buscar peças sujas Tempo de troca elevado na Termo Padrão de organização inadequado Paradas frequentes dos funcionários para realizar outra atividade Sobrecarga na montagem/ inspeção Dificuldade de visualização da programação diária Variação dos tempos de resfriamento das Autoclaves Tempo de troca elevado nas autoclaves Situação anterior da CME Inspeção e montagem de caixas separadas da embalagem Situação anterior da CME Padrão de organização inadequado Situação anterior da CME Padrão de organização inadequado Situação anterior da CME Padrão de organização inadequado SITUAÇÃO IMPLEMENTADA Situação implementada na CME Gestão visual para a programação da esterilização 5S e padrão de organização Padrão de trabalho para cada colaborador do setor Readequação do layout para proporcionar fluxo contínuo entre montagem, inspeção e embalagem Balanceamento da mão-de-obra ao longo do dia Redução do tempo de troca da Termo e Autoclaves Sistema puxado para kits cirúrgicos prontos Plano de Ação Realizado – Antes e Depois Inspeção e montagem de caixas separadas da embalagem Material avulso com inspeção e embalagem distantes Antes Fluxo Contínuo Processo Avulsos Processo Caixas Processos não contínuos e estoques Depois Plano de Ação Realizado – Antes e Depois Antes Estoque de Materiais Não Frequentes Aguardando Sistema Puxado Estoque de Materiais Não Frequentes Esterelizados Depois Plano de Ação Realizado – Antes e Depois Antes Melhor Iluminação e Lupa para facilitar e garantir maior qualidade na inspeção Iluminação insuficiente para uma boa qualidade de inspeção Depois Plano de Ação Realizado – Antes e Depois Antes Comunicação Única e Padronizada – Cartão kanban Depois Plano de Ação Realizado – Antes e Depois Antes Depois Situação implementada na CME Identificação visual das caixas cirúrgicas Padrões de Trabalho Modificado – Depois Novo Padrão de Trabalho para Otimização do Set Up das Autoclaves Novo Padrão de Trabalho Arsenal – Kanban e Preparação de Kits Padrões de Trabalho Modificado – Depois Novo Padrão de Identificação das Caixas – Frequência e Embalagem Novo Padrão de Trabalho Inspeção, Montagem e Embalagem – Fluxo Contínuo e Criação da função Circulante do CME Padrões de Trabalho Modificado – Depois Novo Padrão de Trabalho Circulante de Sala e Circulante de Corredor do HD Novo Padrão de Trabalho Circulante de Sala e Circulante de Corredor do CC RESULTADOS ALCANÇADOS Resultados do projeto Redução de 88% do tempo de Redução de 25% do tempo de troca de ciclos das autoclaves (de ciclo das autoclaves (de 2 hr para 34 min para 4 min) 1,5hr) Aumento de 64% da capacidade de esterilização das autoclaves Resultados do projeto Aumento de 64% da capacidade de esterilização das autoclaves Redução de 78% (R$ 150.000,00 máquinas de alto custo de esterilização por ano) dos custos com Redução de 94% da quantidade de cirurgias que atrasam por falta de materiais da CME Redução de 52% no índice de infecção em cirurgias limpas Obrigado ! Roberto Chimionato| Gerente Melhoria Contínua [email protected] 3 September 2013 NCE/ 123