1
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE
TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO
2ª Versão – Revisada em Abril de 2012
Toledo – PR
Abril 2012
2
FACULDADE SUL BRASIL (FASUL)
Mantenedora
Fasul Ensino Superior Ltda
Diretor Geral
Aziz Rachid Júnior
Coordenação Pedagógica
Cleonilda Maria Tonin Farcas
Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio
Lucimar Louzada
Colegiado do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio
Clarice Almerina Schumacher
Edson Luiz Sada
Eloir Sebastião Pape
Flávio de Matos Rocha
Flávio Rodrigues de Oliveira
Iara Elisa Schneider
José Domingos Nunes Corrêa
Josiane Barbosa Gouvêa
Lucimar Louzada
Maria Lourdes de Moura
Odir José Zucchi
Direitos deste regulamento reservados à:
Fasul Ensino Superior Ltda
Av. Ministro Cirne Lima, 2565
Cep. 85903-590 – Toledo – Paraná
Tel. (45) 3277 -4000 – E-mail: [email protected]
3
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO............................................................................................................
07
1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES...............................................................................
10
1.1 A MANTENEDORA....................................................................................................
10
1.2 BASE LEGAL DA MANTENEDORA........................................................................
11
1.3 A FACULDADE SUL BRASIL (FASUL)..................................................................
11
1.4 MISSÃO DA FASUL...................................................................................................
11
1.4.1 Filosofia de Atuação da Fasul.................................................................................
12
1.4.2 Objetivos e Metas.....................................................................................................
13
1.4.3 Compromissos Sociais..............................................................................................
14
1.4.4 Compromissos Acadêmicos.....................................................................................
15
1.5 HISTÓRICO DA FACULDADE SUL BRASIL..........................................................
15
1.6 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO...........................................................
17
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO.......................................................................
27
2.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO...................................................................................
40
2.2 ÁREA DE CONHECIMENTO/EIXO TECNOLÓGICO............................................
40
2.3 MODALIDADE............................................................................................................
41
2.4 ENDEREÇO PARA OFERTA DO CURSO................................................................
41
2.5 ATOS LEGAIS.............................................................................................................
41
2.5.1 Autorização...............................................................................................................
41
2.5.2 Reconhecimento.......................................................................................................
42
2.5.3 Renovação de Reconhecimento...............................................................................
42
2.6 NÚMERO DE VAGAS AUTORIZADAS...................................................................
42
2.6.1 Número de Turmas por Turno e Período Letivo..................................................
42
2.7 CONCEITO PRELIMINAR DO CURSO (CPC) E CONCEITO DE CURSO (CC)
42
2.8 TURNOS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO.......................................................
42
2.9 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO..................................................................
43
2.10 TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO.................
43
2.11 IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO..........................................
43
2.11.1 Perfil do Coordenador do Curso..........................................................................
44
2.11.2 Atribuições..............................................................................................................
44
4
2.12 COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)...................
46
2.13 TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE NO CURSO.......
46
2.14 ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)..................
46
2.15 DIMENSÃO DAS TURMAS NAS AULAS ............................................................
47
2.16 REGIME DE MATRÍCULA......................................................................................
47
2.17 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR.......................................................................
47
2.18 CERTIFICADOS E DIPLOMAS...............................................................................
48
3 NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO NO CONTEXTO LOCAL E
REGIONAL.......................................................................................................................
48
4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA........................................................
49
4.1 PERFIL DO CURSO....................................................................................................
49
4.2 OBJETIVOS.................................................................................................................
49
4.2.1 Objetivo Geral..........................................................................................................
49
4.2.2 Objetivos Específicos...............................................................................................
49
4.3 PERFIL HUMANO E PROFISSIONAL DO EGRESSO ...........................................
50
4.3.1 Representação Gráfica de um Perfil de Formação...............................................
56
4.3.2 Organização Curricular..........................................................................................
58
4.3.3 Matriz Curricular....................................................................................................
59
4.3.4 Semestralização Curricular....................................................................................
61
4.3.5 Ementário e Bibliografia.........................................................................................
62
4.3.6 Comparativo da Matriz Curricular com as Diretrizes Curriculares
Nacionais............................................................................................................................
90
4.3.7 Adequação e Atualização das Ementas, Programas e Bibliografias dos
Componentes Curriculares Considerando o Perfil do Egresso....................................
93
4.3.8 Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso............................................
96
4.4
ATIVIDADES
DO
CURSO
–
ESTRATÉGIAS
DE
FLEXIBILIDADE
CURRICULAR...................................................................................................................
97
4.5 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES............................................
98
4.6 PROJETO INTEGRADOR...........................................................................................
98
4.7 FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60 MINUTOS.................
99
4.8 ARTICULAÇÃO DO ENSINO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO E AS
ESTRATÉGIAS..................................................................................................................
4.8.1 Políticas Institucionais/Curso de Pesquisa e de Iniciação Científica e suas
99
5
Formas de Operacionalização..........................................................................................
4.8.2
Políticas
Institucionais/Curso
de
Extensão
e
Formas
de
99
sua
Operacionalização, com Ênfase à Formação Inicial e Continuada e à Relevância
Social .................................................................................................................................
101
4.8.3 Centro de Análise em Agronegócio da FASUL (CAAF)......................................
102
4.9 A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM....................................................................
102
4.9.1 Concepção, Importância e Instrumentos de Avaliação........................................
102
4.9.2 Aspectos Regimentais Referentes à Avaliação de Aprendizagem...................
104
4.10 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE
ENSINO-APRENDIZAGEM.............................................................................................
105
4.11 METODOLOGIA DE ENSINO – COERÊNCIA ENTRE OS PROCEDIMENTOS
DE
ENSINO-APRENDIZAGEM
COM
A
CONCEPÇÃO
DO
CURSO................................................................................................................................ 113
5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO............................................................
115
5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE TCC...........................................................
115
6 ESTÁGIO SUPERVISIONADO..................................................................................
115
6.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO..............
115
7 INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.............................................
115
8 CORPO DOCENTE....................................................................................................... 119
8.1 PERFIL DO CORPO DOCENTE.................................................................................
119
8.2 PRODUÇÃO CIENTÍFICA.......................................................................................... 124
8.3 APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO...........................................................................
125
8.4 PLANO DE CAPACITAÇÃO......................................................................................
126
9 CORPO DISCENTE......................................................................................................
126
9.1 MONITORIA ACADÊMICA.......................................................................................
126
9.2 APOIO PSICOPEDAGÓGICO....................................................................................
126
9.2.1 A Atuação da Coordenação do Curso....................................................................
127
9.2.2 A Atuação da Coordenação Pedagógica................................................................. 127
9.2.3 O Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e o Centro de Apoio à Educação
Especial (CAEE)................................................................................................................
127
9.2.4 Ouvidoria..................................................................................................................
128
9.3 NIVELAMENTO..........................................................................................................
128
9.4 EGRESSOS...................................................................................................................
130
6
9.4.1 O Programa de Acompanhamento ao Aluno Egresso..........................................
130
10 INFRAESTRUTURA................................................................................................... 131
10.1 ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA....................................
131
10.1.1 Equipamentos de Informática...............................................................................
131
10.1.2 Os Sistemas de Gerenciamento.............................................................................
134
10.2 OS SERVIÇOS PRESTADOS PELA TI....................................................................
136
10.3 EQUIPAMENTOS DE MULTIMÍDIA...................................................................... 139
10.4 INSTALAÇÕES FÍSICAS.......................................................................................... 140
10.4.1 As Salas de Aula.....................................................................................................
140
10.4.2 As Instalações Administrativas.............................................................................
142
10.4.3 Instalações para Docentes...................................................................................... 142
10.4.4 Instalações para Coordenação do Curso.............................................................. 143
10.4.5 Auditório.................................................................................................................
143
10.4.6 Instalações Sanitárias............................................................................................. 143
10.4.7 Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais .................... 144
11 BIBLIOTECA............................................................................................................... 144
11.1 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS INDIVIDUAIS.................................................
144
11.2 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS EM GRUPOS...................................................
145
11.3 ACERVO....................................................................................................................
145
11.4
146
ACERVO DE
PERIÓDICOS.......................................................................................
11.5
INFORMATIZAÇÃO
DA 143
BIBLIOTECA.................................................................
11.6 BASE DE DADOS...................................................................................................... 154
12 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL.............................................................................. 155
12.1 SISTEMA DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO....................................................
156
12.2 ESTRATÉGIAS DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO............................. 157
12.3 FORMAS DE IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO
CURSO................................................................................................................................ 157
REFERÊNCIAS................................................................................................................
160
ANEXO I – FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60
MINUTOS.......................................................................................................................... 161
7
APRESENTAÇÃO
A Faculdade Sul Brasil (FASUL) estabelecida na cidade de Toledo, na Região
Oeste do Estado do Paraná, em seu projeto de desenvolvimento institucional, colocou como
meta a implantação de cursos de tecnologia e de formação de professores.
A FASUL é uma instituição de ensino superior cujas atividades iniciaram no
primeiro semestre de 2001. Atualmente, estão em funcionamento dezessete cursos de
graduação, na área das ciências sociais aplicadas, da comunicação, da tecnologia e na área da
educação. Os cursos são os seguintes: Administração, Comunicação Social – com habilitação
em Publicidade e Propaganda; Comunicação Social com habilitação em Jornalismo; Sistema
de Informação; Pedagogia, Ciências Contábeis, Curso Superior de Tecnologia em Recursos
Humanos, Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Finanças, Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Comercial, Curso Superior de Tecnologia em Logística, Curso
Superior de Tecnologia em Produção Industrial, Curso Superior de Tecnologia em
Agronegócio, Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais e Curso Superior de
Tecnologia em Segurança no Trabalho, Curso Superior de Tecnologia em redes de
computadores, Direito e Letras, com Habilitação em Libras.
A FASUL é uma instituição que surgiu com a finalidade de contribuir com o
desenvolvimento econômico, social e cultural da cidade e da região; formar profissionais de
nível superior em diversas áreas e socializar conhecimentos científicos, através de programas
e projetos de extensão e de pesquisa, com segmentos da sociedade que não possuem acesso ao
saber universitário. A Mantenedora propôs-se, criou e desenvolveu um sólido projeto
institucional que prima pela seriedade, consistência acadêmica, modernidade, respeito às
peculiaridades locais e regionais e qualidade dos serviços prestados à comunidade.
A opção desta instituição de ensino superior pelo Curso Superior de Tecnologia em
Agronegócio tomou como base os seguintes critérios:
- a base econômica da Região Oeste do Paraná e do Município de Toledo estar
fortemente apoiada no agronegócio, em expansão, empregando tecnologia moderna, mas
carente de profissionais com formação de nível superior que pudessem impulsionar ainda
mais este importante setor produtivo, pela socialização de conhecimentos e de tecnologia;
8
- as possibilidades de atuação profissional dos Tecnólogos em Agronegócio, por ser um
mercado de trabalho que tende a se expandir, em vista das projeções do crescimento
populacional, demandando sempre maior produção de alimentos;
- importância atribuída aos conhecimentos veiculados pelo curso, que tem como
finalidade apoiar o desenvolvimento das empresas e organizações e por conseqüência a
sociedade;
- pela geração de uma prática profissional voltada ao desenvolvimento dos homens
e das organizações;
É necessário ressaltar que a área de agronegócio já existiu na Faculdade Sul Brasil
como uma habilitação do Curso de Administração, mas, não terá mais ingresso de alunos, em
vista das alterações propostas nas Diretrizes Curriculares desse Curso. Por ser esta área do
conhecimento de significativa importância para a sociedade local e regional, a opção
institucional foi pela implementação do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio.
Por ser a Região Oeste uma região onde a base econômica é o agronegócio, as
empresas e organizações voltadas a este mercado atuam com base em tecnologias avançadas e
são detentoras de elevado nível de conhecimento, tanto do ponto de vista técnico e científico,
bem como de gerenciamento do agronegócio. Contudo, este conhecimento circula em circuito
fechado. Em outras palavras: o conhecimento existe e é empregado, mas na relação entre
empresa-cliente, visando sua aplicação e uso imediato, não se socializa plena e realmente. A
presença de uma instituição de ensino superior neste contexto muda esta relação. A circulação
do saber torna-se mais ampla pela atuação de professores e alunos, atores envolvidos no
processo de um modo diferente do que aquele praticado pelas empresas e seus clientes. A
realização de atividades paralelas ao curso promove o envolvimento da sociedade. O
benefício social da existência de um curso neste contexto vai além do que somente a formação
de profissionais a nível superior; proporciona uma vitalidade maior ao setor.
O dinamismo da vida econômica da cidade possibilitou a estruturação de inúmeras
empresas industriais, comerciais, rede bancária e de serviços. São os espaços de atuação dos
profissionais de nível superior formados pelas diversas instituições de ensino. Neste contexto
há um amplo mercado de trabalho para os profissionais egressos do Curso Superior de
Tecnologia em Agronegócios.
Inserido na Região Oeste, o Município de Toledo, localizado a 555 Km da capital do
Estado, Curitiba, e a 170 Km de Foz do Iguaçu e da fronteira com o Paraguai e Argentina. É
sede da Microrregião, composta por vinte municípios, todos com base econômica agrícola.
Com uma população estimada em 119.000 habitantes, o município destaca-se em relação ao
9
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) juntamente com boa parte da Região Oeste, pois
das dez cidades paranaenses com melhor qualidade de vida, cinco delas estão no Oeste do
Paraná, dentre as quais destacam: Quatro Pontes, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido
Rondon, Palotina, Maripá e Toledo, cujo IDH lhe garante a 9ª posição do Estado e a 163ª
posição nacional num país com grandes diversidades e que tem 5.607 municípios.
Este documento contém o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em
Agronegócio. Este expressa a fundamentação teórica, as diretrizes e as estratégias que
orientam as práticas pedagógicas a serem desenvolvidas no curso durante o processo de
formação dos futuros tecnólogos em agronegócios. O Projeto Pedagógico, ainda, explicita a
missão institucional, os compromissos assumidos pela instituição diante da sociedade, de seus
colaboradores, de seus alunos e com a comunidade científica; a finalidade e os objetivos do
curso, e também descreve as competências e as habilidades a serem desenvolvidas em seus
egressos. Estas definições são muito importantes, porque apóiam e balizam a organização da
matriz curricular do curso.
O Projeto Pedagógico também demonstra a importância da área do conhecimento do
curso para o desenvolvimento humano e social atual. Assim, este Curso Superior de
Tecnologia em Agronegócio é uma opção institucional de apoio ao desenvolvimento do
agronegócio no município e na região, e ao desenvolvimento cultural e social da população
em geral.
O compromisso institucional é proporcionar, aos egressos do curso, formação de
qualidade, apoiada por uma prática pedagógica, onde os conhecimentos teórico-conceituais e
práticos do futuro profissional sejam apreendidos de modo crítico. Além disso, define a
identidade, a diferenciação e a originalidade do curso, ao eleger diversos módulos de
articulação de saberes que vão caracterizar as ações interventivas dos futuros profissionais; ao
considerar a interdisciplinaridade dos conhecimentos propiciados pelo curso e suas interfaces
entre as áreas do conhecimento; ao caracterizar o perfil do egresso descrevendo competências
e habilidades em consonância com a cientificidade da área e ao criar e implementar
mecanismos internos de avaliação permanente a fim de atingir a qualidade de ensino proposta;
ao buscar real integração com organizações e empresas do ramo do agronegócio, visando
oportunizar aos acadêmicos verdadeira formação teórico-prática.
A organização do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio e a elaboração do
projeto pedagógico do mesmo possibilitaram à instituição e ao conjunto de professores
envolvidos, oportunidade de promover inúmeros questionamentos sobre o curso, tais como:
diante das exigências de qualidade na formação dos futuros profissionais, qual é o perfil do
10
profissional que é possível se formar em um Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio
nesta instituição? Que ações acadêmicas e administrativas devem ser desenvolvidas na
estrutura e funcionamento da instituição que possam contribuir para que a formação do futuro
profissional contemple as competências, habilidades e a qualidade desejada? Que recursos,
capacidades e estratégias podem ser mobilizados para garantir a qualidade do curso?
Entre os dirigentes e o corpo docente do curso há a compreensão de que o projeto
pedagógico do curso: 1. define as características do profissional que o curso pretende formar;
2. articula as ações acadêmicas de ensino e aprendizagem com o compromisso de uma
formação profissional de qualidade; 3. promove transformações sociais, na medida em que as
ações de implementação das atividades do curso são inclusos valores humanos, morais e
éticos, conhecimentos e competências que os torne profissionais capazes de se antecipar aos
problemas da sua realidade profissional e atender às demandas do progresso científico e
social.
A pertinência de um curso pressupõe, por um lado, a consciência clara do projeto
educacional global da Instituição e a articulação do projeto pedagógico desse curso com os
princípios, diretrizes e valores ali propostos, e por outro lado, a articulação do curso com a
realidade econômica, social e cultural da região no qual está inserido.
O projeto pedagógico deste curso está fundamentado nas políticas e diretrizes
emanadas dos órgãos oficiais e que determinam os procedimentos a serem adotados pelas
Instituições de Ensino Superior para a implementação de cursos de graduação. Compõe ainda
o presente projeto dados sobre a concepção teórica e proposta curricular, a infraestrutura
existente para o curso, a organização da biblioteca e as políticas definidas para o curso.
1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES
1.1 A MANTENEDORA
A Fasul Ensino Superior Ltda é uma sociedade civil de direito privado, constituída na
forma de Sociedade por Cotas de Responsabilidade Limitada, com sede e foro na cidade de
Toledo – PR, criada por decisão dos subscritores do capital social. A sociedade é regida pelo
Contrato Social devidamente registrado na Junta Comercial do Paraná. A Fasul Ensino
Superior Ltda é a mantenedora da Faculdade Sul Brasil (Fasul).
11
1.3 BASE LEGAL DA MANTENEDORA
A Fasul Ensino Superior Ltda está devidamente registrada no Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, no Departamento Nacional de Registro do
Comércio e na Junta Comercial do Paraná. Possui o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
(CNPJ) nº 03.554.221/0001-08; com o início de suas atividades em 15/12/1999. A última
alteração contratual – NIRE – 41204246192 ocorreu em 12/05/2009.
A empresa encontra-se constituída pelos seguintes sócios: Assis Gurgacz; Assis
Marcos Gurgacz; Algacir Marcos Gurgacz; Acir Marcos Gurgacz; Aline Gurgacz Ferreira.
1.3 A FACULDADE SUL BRASIL (FASUL)
Com sede no Município de Toledo, Estado do Paraná, a Faculdade Sul Brasil (FASUL)
está vinculada ao Sistema Federal de Ensino, por força do inciso II do art. 16 da Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n.º 9.394/96, de 20/12/1996.
Foi credenciada pelo Ministério da Educação através da Portaria n.º 2.135, de 22 de
dezembro de 2000, publicada no Diário Oficial da União n. º 249-E, de 28 de dezembro de
2000, Seção 1, p. 110.
São instâncias reguladoras desta Instituição de Ensino Superior: a) o Contrato Social da
Mantenedora; b) Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI); c) o Regimento Interno; d) as
normas emanadas de seu Conselho Superior e, e) a Legislação Federal que regula o Ensino
Superior no Brasil.
1.5 MISSÃO DA FASUL
A organização e implementação de toda e qualquer instituição de ensino superior deve
voltar-se para um ideal maior que a identifique e, ao mesmo tempo, a diferencie das demais
instituições, ao imprimir em suas decisões e ações acadêmicas e administrativas além da
marca da qualidade, uma pertinência social no que se refere às peculiaridades econômicas,
sociais e culturais da região em que se insere.
Com esse propósito a Faculdade Sul Brasil define como sua missão: construir, difundir
e socializar conhecimento por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, tendo as
demandas da sociedade como bases para as ações acadêmicas.
12
1.4.1 Filosofia de Atuação da Fasul
O cumprimento da missão institucional está vinculado à filosofia de atuação adotada e
aos valores que perpassam todas as suas atividades. Assim sendo, a Faculdade Sul Brasil foi
organizada para propiciar, aos seus acadêmicos, formação integral e em consonância com o
mundo dinâmico de que fazemos parte.
No campo da educação a excelência se instala à medida que ela se torna um hábito
presente no pensar e no fazer de toda a comunidade acadêmica e na medida em que se
externaliza em práticas acadêmicas e administrativas. Portanto, excelência é muito mais do
que atos individuais, mesmo que altamente eficazes, mas é uma atitude assumida pelo
conjunto das pessoas que cotidianamente interagem na instituição. A Faculdade Sul Brasil
tem a excelência como meta principal de sua atuação.
A Fasul se propõe a adotar estruturas modernas para a realização do ensino e
aprendizagem, de modo a proporcionar a seus alunos formação de qualidade, pautados em
projetos pedagógicos, operacionalizados por um corpo docente titulado e capacitado para o
exercício do ensino superior e com o apoio de tecnologias de ponta, em matéria de
informática e de comunicação.
Na Faculdade Sul Brasil entende-se o homem como um ser de natureza social, que
neste momento histórico interage com um mundo em constantes mudanças, que faz novas
conquistas e que avança com grande velocidade. Nesta perspectiva, a formação científica,
humana e tecnológica, propiciada pelo ensino superior se constitui em instrumento de
inserção na vida produtiva do País e, em possibilidade do sujeito usufruir, de modo
participativo, das conquistas e avanços da sociedade atual. A proposição desta instituição é
de que esta formação esteja fundamentada em valores morais, éticos, científicos, na
valorização da pluralidade e diversidade cultural e no respeito aos semelhantes e à natureza.
Além da excelência, a Faculdade Sul Brasil apóia-se no conceito de qualidade,
concebida como elemento constituinte da prestação de serviços educacionais, que se
externaliza pela atuação competente do corpo docente e técnico-administrativo, pela
atualização e consistência dos projetos pedagógicos de seus cursos e pela metodologia
sustentada em recursos tecnológicos modernos. Na Faculdade Sul Brasil se compreende a
qualidade como resultado dos processos de interação entre os diferentes setores e das pessoas
que neles atuam na execução e implementação das ações, do que somente a existência do tripé
básico, que é infraestrutura de qualidade, corpo docente titulado e projetos pedagógicos
13
atualizados. Estes três elementos são fundamentais em qualquer instituição de ensino, porém,
eles se transformam em diferenciais qualitativos em sua implementação, ou seja, pela atuação
das pessoas.
1.4.2 Objetivos e Metas
A especificidade de uma instituição de ensino superior está no compromisso com a
produção e socialização do saber nas áreas humana científica e tecnológica, voltadas para o
atendimento das necessidades sociais. Tendo em vista esta especificidade, esta instituição
definiu os seguintes objetivos para apoiar seu projeto acadêmico, que também constam de seu
Regimento Interno:
- Formar recursos humanos e colaborar na sua formação contínua, nas diferentes áreas
do conhecimento, visando a sua inserção em setores profissionais e à participação no
desenvolvimento da sociedade brasileira;
- Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do
pensamento reflexivo;
- Disponibilizar ao mercado, profissionais que tenham uma visão abrangente das mais
modernas técnicas, aliando teoria à prática;
- Formar cidadãos e profissionais críticos e criativos, capazes de prestar bons serviços à
Nação;
- Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao
desenvolvimento da ciência e da tecnologia e à criação e difusão da cultura e, desse modo,
promover o entendimento do homem em relação ao meio em que vive;
- Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações
ou de outras formas de comunicação;
- Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a
correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa
estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
- Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os
nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta
uma relação de reciprocidade;
14
- Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das
conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica
geradas historicamente e na instituição;
A Faculdade Sul Brasil pretende atingir seus objetivos por meio das seguintes ações:
- adoção, na organização de seus cursos, de currículos modernos e continuamente
atualizados através de avaliações constantes de sua pertinência e eficácia;
- adoção de metodologia e técnicas de ensino associadas com tecnologias modernas;
- desenvolvimento de atividades acadêmicas complementares, como a monitoria
acadêmica, estágios extracurriculares, participação em atividades de extensão e de pesquisa;
- realização constante de seminários, semanas acadêmicas, jornadas de estudos,
congressos e outros eventos para discussão e aprofundamento de temas diversos, bem como
de propostas de modernização do ensino, das técnicas e das tecnologias;
- ações institucionais de aperfeiçoamento científico e didático-pedagógico continuado
do corpo docente.
1.4.3 Compromissos Sociais
A Faculdade Sul Brasil como instituição de ensino superior engajada no processo de
desenvolvimento da sociedade onde está inserida, tem consciência de seu compromisso com a
promoção do ser humano, com a preservação e conservação dos ecossistemas e o bem-estar
da sociedade. Nesta perspectiva, por se encontrar comprometida com a sobrevivência,
modernidade e autodeterminação dos povos, assume como compromissos em relação aos
seus:
ALUNOS: oferecer ensino de qualidade, por preço justo, situando-os no meio
universitário, propiciar o desenvolvimento da responsabilidade e do senso crítico e sua
inserção no mercado de trabalho;
PARCEIROS: praticar a colaboração mútua, com posturas éticas e solidárias,
promover a profissionalização empresarial através de programas, projetos e parcerias.
COLABORADORES: possibilitar o aperfeiçoamento profissional, com incentivos à
formação permanente, por meio de programas próprios ou de parcerias com outras
instituições.
SOCIEDADE: transformar a atual realidade social disseminando o conhecimento,
oportunizando o desenvolvimento sustentável, estimulando o empreendedorismo, a cultura e a
informação, melhorando significativamente a qualidade de vida.
15
1.4.4 Compromissos Acadêmicos
Na Faculdade Sul Brasil entende-se que para o cumprimento da missão institucional
“Construir, difundir e socializar conhecimento por meio de atividades de ensino, pesquisa e
extensão, tendo as demandas da sociedade como bases para as ações acadêmicas” necessário
se faz eleger como prioridade a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
Assim sendo, o proposto em sua missão, em seus objetivos institucionais e em seus
compromissos, se cumprem, em grande parte, em função das ações acadêmicas se
encontrarem apoiadas na integração que deve haver em relação ao ensino, à pesquisa e à
extensão, buscando:
No ENSINO: desenvolver a criatividade e a criticidade, com base em uma visão ética,
humana e generalista, num processo de ensino efetivo com qualidade e coerência, e que
utiliza metodologias adequadas que fundamentam técnicas e práticas para o exercício da
profissão;
Na PESQUISA: estabelecer uma política para a pesquisa, institucionalizando
programas efetivos de produção de conhecimento igualitário por áreas, valorizando os
recursos humanos comprometidos com o processo;
Na EXTENSÃO: estabelecer política multidisciplinar e abrangente, com atitude social
responsável, ampla e participativa, aproveitando e valorizando os recursos humanos.
1.5 HISTÓRICO DA FACULDADE SUL BRASIL
A Faculdade Sul Brasil iniciou suas atividades acadêmicas no primeiro semestre do
ano letivo de 2001, com a implantação dos cursos de Administração – com Habilitação em
Gestão Empresarial; de Turismo e de Sistemas de Informação. Posteriormente, entraram em
funcionamento outros cursos de Graduação: o Curso de Administração – com Habilitação em
Gestão do Agronegócio, no segundo semestre de 2001; o Curso de Comunicação Social –
com Habilitação em Publicidade e Propaganda; no primeiro semestre de 2002; o Curso de
Comunicação Social – com Habilitação em Jornalismo; no segundo semestre de 2002; o
Curso Normal Superior – com Habilitação em Anos Iniciais, no segundo semestre de 2002 e o
Curso Normal Superior – com Habilitação em Educação Infantil, no primeiro semestre de
2003. Todos os cursos de graduação da Faculdade Sul Brasil já passaram pelo processo de
16
reconhecimento pelo Ministério da Educação e os conceitos obtidos foram os seguintes:
Administração em Agronegócio e Gestão Empresarial – CB; Sistema de Informação – CB;
Turismo – CMB; Comunicação Social – Jornalismo – CMB; Comunicação Social –
Publicidade e Propaganda – CMB; Normal Superior – Anos Iniciais – CMB; Normal Superior
– Educação Infantil – CMB. O Curso Normal Superior, a partir do ano letivo de 2006, foi
transformado no Curso de Pedagogia. A partir do ano letivo de 2008 a Faculdade implantou
os Cursos Superiores de Tecnologia na área de Gestão de Recursos Humanos, Gestão
Financeira, Gestão Comercial, Gestão de Cooperativas e Curso Superior de Tecnologia em
Logística.
A tabela a seguir apresenta os cursos de graduação da Faculdade Sul Brasil,
autorizados e ou reconhecidos pelo Ministério da Educação.
TABELA 01 - CURSOS EM FUNCIONAMENTO NA FACULDADE SUL BRASIL - ANO:
2012
PORTARIA
HABILITAÇÃO
RECONHECIMENCURSO
TURNO
VAGAS
TO/
/ ÊNFASE
AUTORIZAÇÃO
Administração
-
N
150
Portaria n.º 137,
de 14/01/2005
Ciências Contábeis
-
N
100
Portaria n.º 837,
de 24/09/2007
Comunicação Social
Jornalismo
N
50
Portaria n.º 1523,
de 20/05/2002
Comunicação Social
Publicidade e
Propaganda
N
Direito
-
N
100
Letras/Libras
-
N
100
Pedagogia
-
N
100
Sistemas de
Informação
-
N
100
Tecnologia em Redes
Computadores
50
Portaria n.º 2755,
de 12/12/2001
Portaria n.° 51 de
01/06/2011
Portaria nº 1852 de
10/11/2010
Portaria n.º 943,
de 22/11/2006
Portaria n.º 139,
de 14/01/2005
N
100
Portaria nº 45 de
21/01/2011
17
Tecnologia em
Segurança no
Trabalho
-
N
Tecnologia em Gestão
Comercial
-
N
100
Tecnologia em Gestão
de Recursos Humanos
-
N
100
Portaria n.º 186,
de 15/02/2007
Tecnologia em Gestão
Financeira
-
N
100
Portaria n.º 186,
de 15/02/2007
Tecnologia em
Logística
-
N
100
Portaria n.º 575,
de 29/11/2007
Tecnologia em Gestão
da Produção Industrial
-
N
-
Tecnologia em
Agronegócio
Tecnologia em
Processos Gerenciais
100
Portaria nº 295 de
15/12/2010
Portaria n.º 207,
de 07/03/2007
100
Portaria nº 12
14/01/2010
N
100
Portaria nº 28
09/02/2010
N
100
Portaria nº 320
02/08/2010
Fonte: Dados Socioeconômicos da Região/ IBGE (2010)
1.6 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO
A colonização efetiva do município de Toledo teve início na década de 1940 com a
frente gaúcha de ocupação. Inicialmente, esta frente era baseada na exploração da madeira
levada para os portos argentinos. A ocupação definitiva dessa área processou-se de forma
rápida, através da ação colonizadora da Companhia Colonizadora Oeste do Paraná S/A, a
Maripá, que atraiu população gaúcha e catarinense pela fertilidade das terras e a proximidade
das áreas de origem. A emancipação política de Toledo ocorreu poucos anos depois,
desmembrando-se de Foz do Iguaçu em 1952. Grandes mudanças ocorreram desde então na
18
sua organização espacial. Muitos municípios foram desmembrados tendo hoje uma área de
1.198,607 Km2.
A Faculdade Sul Brasil localiza-se na cidade de Toledo, Região Oeste do Paraná, uma
região de colonização recente, com uma população estimada de 1.228.825 habitantes (Fonte:
http://www.amop.org.br), a qual reúne 51 municípios. Na Região Oeste, Toledo é um
município que apresenta, segundo o IBGE, um grau de centralidade, em relação aos demais,
de forte para médio. A efetiva ocupação deu-se nas décadas de 1940 e 1950, tanto que, em
1960, havia apenas cinco Municípios na Região: Foz do Iguaçu, Cascavel, Toledo, Guaíra e
Guaraniaçu. O município de Toledo emancipou-se político e administrativamente em 14 de
Dezembro de 1952.
Região Oeste do Paraná - Municípios e Fronteiras
Fonte: IBGE (2010)
Com uma população estimada em 120.934 habitantes, o município destaca-se em
relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) juntamente com boa parte da Região
Oeste, pois das dez cidades paranaenses com melhor qualidade de vida, cinco delas estão no
19
Oeste do Paraná, são elas: Quatro Pontes, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido Rondon,
Palotina e Toledo cujo IDH garante ao município a 9ª posição do Estado e a 163ª posição
nacional num país com grandes diversidades e que tem 5.607 municípios.
O município de Toledo destaca-se em relação a diversos aspectos, como indicadores
levantados junto a Prefeitura Municipal, a seguir:
- 3º lugar em índice de desenvolvimento humano (IDH) entre as 10 maiores cidades
do Paraná;
- 9º lugar em arrecadação do imposto de circulação de mercadorias e serviços
(ICMS) do Paraná;
- 10º lugar em produto interno bruto (PIB) total do Paraná;
- 1º lugar em PIB agropecuário do Paraná e da região sul e 11º lugar no país;
- 1º lugar em VBP (valor bruto da agropecuária) do Paraná;
- 3º lugar em valor adicionado da agropecuária do Brasil;
- 5,5 mil propriedades rurais;
- 1º lugar em rebanho suíno do Paraná;
- 1º lugar em plantel de frango do Paraná;
- 3º maior produtor de leite do Paraná, produção de 80 milhões de litros/ano;
- 1º lugar em produção por bacia leiteira e 2º lugar em produtividade da região sul e
do país, com 3.976 litros vaca/ano em 2009;
- 1º lugar em piscicultura comercial do Paraná.
A liderança do município de Toledo, no se refere ao desenvolvimento humano, já
estava estabelecida desde a década de 1990, conforme tabela abaixo.
ÍNDICES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO NO MUNICÍPIO DE
TOLEDO
ANO
IDHM*
IDHM/
RENDA
0,684
0,730
IDHM/
LONGEVIDADE
0,748
0,823
IDHM/
EDUCAÇÃO
0,821
0,927
1991
0,751
2012
0,827
Fonte: PNDU/www.pndu.org.br
* Índice de Desenvolvimento Humano no Município
OBS.: 0 a 0,499 = índice de desenvolvimento humano baixo; 0,500 a0,799 = índice de
desenvolvimento humano médio; acima de 0,800 = índice de desenvolvimento humano alto
Na Região Oeste do Paraná se desenvolve uma agricultura que emprega tecnologia
moderna, o que gera uma produtividade elevada, se comparada a outras Regiões do Estado e
do País. Em relação à produção agropecuária o Município de Toledo gera o maior PIB do
Estado e o 11º do país. Tem destaque a produção de soja, porém, o trigo e o milho também
apresentam elevados índices de produtividade. Além desses, são cultivados outros produtos,
20
de menor peso em relação à renda gerada, como feijão, mandioca, algodão e fumo.
Especificamente na pecuária vale destacar os índices atingidos pela suinocultura, avicultura e
produção leiteira, atingindo 1º lugar em rebanho suíno do Paraná; 1º lugar em plantel de
frango do Paraná e 3º maior produtor de leite do Paraná, produção de 70 milhões de litros/ano.
O processamento dos produtos agrícolas, em parte, ocorre em um sistema
agroindustrial, instalado na região, estruturado e coordenado verticalmente, abrangendo todo
o processo logístico, desde o cultivo até a industrialização do produto, passando pelo
beneficiamento, armazenamento, transporte até chegar ao consumidor final. A maior parte do
sistema de processamento dos produtos agrícolas instalado na região pertence às Cooperativas
Agrícolas e Agroindustriais, que congregam os produtores associados dando-lhes o suporte
técnico para o desenvolvimento do seu empreendimento agrícola.
A produção pecuária, de bovinos, suínos e aves é praticamente toda processada na
região por uma rede de frigoríficos instalados em diversos municípios. Vale destacar que
Toledo é sede do maior abatedouro de aves do Estado do Paraná; do maior frigorífico
abatedouro de suínos da América Latina; de um Centro de Piscicultura, organizações essas
que dão suporte ao desenvolvimento econômico e social à microrregião.
Por suas características notadamente voltadas ao agronegócio a indústria de Toledo
vem se destacando no ramo dos produtos alimentares. Ainda, no setor industrial, outras áreas
também se apresentam em franco desenvolvimento na cidade e região, tais como: indústrias
de móveis; olarias; metalúrgicas; fábricas de rações; moinhos de cereais; artefatos de cimento;
curtumes; fábricas de calçados e artefatos de couro; embalagens plásticas; medicamentos;
bebidas; conservas e doces. Além destas indústrias, encontra-se em plena expansão o polo
têxtil, com a produção de fios, tecelagens e confecções, a indústria de medicamentos, que
expandiu significativamente suas atividades a partir da produção de medicamentos genéricos.
A indústria de bebidas também obteve expressivo crescimento nos últimos 5 anos.
Este conjunto de empresas coloca o município de Toledo em 9º lugar em arrecadação do
ICMS do Estado. A par da industrialização em desenvolvimento, o comércio e a prestação de
serviços vêm se concentrando na sede do município a fim de atender as diversas necessidades
de demanda.
Segundo dados do IBGE, a realidade empresarial abarca uma diversidade muito
grande de empresas nos setores do comércio e da prestação de serviços. Em 2008 existiam em
Toledo 6.853 empresas distribuídas em 14 grupos diferentes, conforme demonstra a tabela
abaixo.
21
REALIDADE EMPRESARIAL DO MUNICÍPIO DE TOLEDO EM 2010
Nº
01
02
03
04
05
06
Descrição
Quantidade
Agricultura, pecuária, silvicultura e exploração florestal.
49
Pesca
5
Indústrias extrativas
2
Indústrias de transformação
748
Construção
95
Comércio, reparação de veículos automotores, objetos pessoais e
3.298
domésticos.
07
Alojamento e alimentação
712
08
Transporte, armazenagem e comunicação.
440
09
Intermediação financeira, seguros, previdência complementar e serviços
89
relacionados.
10
Atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados a empresas.
484
11
Administração pública, defesa e seguridade social.
4
12
Educação
144
13
Saúde e serviços sociais
153
14
Outros serviços coletivos e sociais
630
TOTAL
6.853
Fonte: IBC. Malha municipal digital do Brasil: situação em 2008. Rio de Janeiro: IBGE (2010).
Sua atual base econômica e o bom desempenho que vem alcançando permitem que a
cidade mantenha estruturas importantes para sua microrregião, na prestação de serviços à
população, como instituições bancárias, órgãos e setores do poder público, instituições de
ensino superior, entre outros. Os quadros a seguir demonstram a participação de cada setor
produtivo no PIB do Município em relação ao Estado do Paraná, ao país, bem como o PIB per
capita.do município em relação ao estado do Paraná e ao país.
COMPARATIVO DA DISTRIBUIÇÃO DO PIB TOLEDO/ESTADO POR SETOR
SETOR
Agropecuária
Indústria
Comércio
Serviços
Fonte: IPARDES (2003)
TOLEDO
259.702.335,81
301.598.867,09
35.705.935,52
340.469.663,05
PARANÁ
8.252.567.300
23.862.756.746
3.905.589.804
27.430.853.786
VALOR DO PIB MUNICÍPIO DE TOLEDO/ESTADO/PAÍS – 2009
PIB DE TOLEDO – R$
PIB DO PARANÁ - RS
940.162.963
62.290.113.786
Fonte: IPARDES (2010)
PIB DO BRASIL – R$
1.086.700.000.000
COMPARATIVO DO PIB PER CAPITA TOLEDO/ESTADO/PAÍS - 2009
PIB PER CAPITA DE
PIB PER CAPITA DO
PIB PER CAPITA DO BRASIL
22
TOLEDO – R$
8.762
Fonte: IPARDES (2010)
PARANÁ – R$
6.644
– R$
6.386,98
Os elevados índices de produtividade alcançados pela agropecuária na microrregião de
Toledo atraem e sustentam indústrias de grande porte e que empregam tecnologia altamente
desenvolvida na transformação da matéria-prima, como é o caso da Brasil Food SA, antiga
Sadia, o maior frigorífico de suínos e aves da América Latina, abatendo 360 mil frangos dia;
12,9 mil toneladas de carne de frango/mês; 6,4 mil suínos/dia; 12,1 mil toneladas de carne
suína/mês; 25.520 toneladas de óleo de soja; 79 mil toneladas de rações animais e gerando 8,5
mil empregos diretos.
Empresas de grande porte, como a Brasil Foods S/A – empresa gerada da fusão da
Sadia e a Perdigão - outras existentes na região sustentam-se da produtividade gerada na
agricultura e pecuária, ao mesmo tempo em que ao transferir tecnologia para os produtores
promovem a qualificação da mão-de-obra e o consequente aumento da produção.
Os números a seguir são reveladores da capacidade produtiva em agricultura e
pecuária do município de Toledo.
TOLEDO – PRODUÇÃO AGRÍCOLA POR TONELADA DE 2001 a 2012
ANOS
TRIGO-PROD./T
2001//2002
38.640
2002/2003
64.400
2011/2012
13.500
Fonte: SEAB/DERAL (2012)
ÁREA - HA
28.000
28.000
10.000
SOJA-PROD/ T
213.180
232.490
221.000
ÁREA – HÁ
66.000
67.000
66.000
PLANTEL DE BOVINOS, SUÍNOS E AVES DE 2001 / 2012
ANO
BOVINOS
SUÍNOS
AVES
2001
54.328 CB
292.375 CB
7.951.260 CB
2002/2003
55.890 CB
350.665 CB
4.623.728 CB
2011/2012
47.419 CB
650.914 CB
10.950.513 CB
Fonte: Departamento Municipal de Estatística e Cadastro Técnica, IBGE e SEAB/PR (2012)
TOLEDO EM RELAÇÃO À PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA DO PARANÁ
LOCAL
Estado do Paraná
Núcleo SEAB – Toledo (20 Municípios)
R$
14.663.240.000,00
1.554.409.000,00
%
100
10,6
23
Município de Toledo
Fonte SEAB (2003)
418.900.000,00
2,86
O Município de Toledo, em vista do processo de desenvolvimento que vem
experimentando, aliado à necessidade permanente de modernização dos setores produtivos,
necessita de Instituições de Ensino Superior que possam atender aos desafios atuais de
crescimento e preparem os quadros profissionais para liderarem as mudanças necessárias.
A cidade de Toledo conta com quatro Universidades: Universidade Estadual do
Oeste do Paraná (UNIOESTE), a Universidade Paranaense (UNIPAR), Pontifícia
Universidade Católica do Paraná (PUC/PR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná
(UTFPR) e uma Faculdade, a Faculdade Sul Brasil, que atende a alunos de várias cidades
da Região Oeste do Paraná e, até, de outros Estados e Países, com diversificação da oferta
de cursos, rompendo, de certa forma, com a tradição familiar de mandar os filhos
estudarem em outros centros maiores, em vista da inexistência de opções na Região.
O Quadro a seguir demonstra a realidade educacional do Município de Toledo, no
ano base de 2010. A realidade educacional no ensino superior é muito dinâmica e nos
últimos três anos ocorreram significativas alterações. Novos cursos foram criados e
implementados pelas IES.
24
Realidade Educacional do Município de Toledo em 2010
MATRÍCULAS
NÍVEIS
Educação Infantil/
Creche
Educação Infantil/
Esc.
Esc.
Mun.
Est.
Esc.
Fed.
1.503
DOCENTES
Esc.
Esc.
Esc.
Part.
Mun.
Est.
Esc.
Fed.
440
ESCOLAS
Esc.
Part.
TOTAL
DE
Mun.
Est.
Fed.
Part.
457
MATRÍCULAS
2.400
2.337
-
-
431
190
-
-
46
40
-
-
8
2.958
7.804
8.268
-
1.791
406
555
-
97
34
26
-
4
18.826
361
602
-
5.639
74
-
17
1
4
7.558
Pré-Escolar
Ensino Fundamental + EJA
Ensino
Médio + EJA
Ensino
130
889
-
451
14
1.717
-
NI
-
410
-
1
1
3
2.726
14
1.084
74
44
2
19
34.468
900
-
653
356
12.005
16.833
130
Superior
TOTAL
8.974
596
1.006
Fonte: Ministério da Educação e Cultura (MEC); Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). Censo da Educação Superior (2010)
25
Em termos de cursos de graduação as IES de Toledo apresentam a seguinte configuração:
IES e Cursos em Funcionamento nas IES de Toledo – Ano Base 2012
Nº
1.
2.
3.
4.
5.
IES
CURSOS
1. Ciências Econômicas; 2. Ciências Sociais – Bacharelado;
3. Ciências Sociais – Licenciatura; 4. Engenharia da Pesca;
Universidade Estadual do Oeste do 5. Engenharia Química; 6. Filosofia – Bacharelado;
Paraná (UNIOESTE)
7. Filosofia – Licenciatura; 8. Química – Bacharelado;
9. Química – Licenciatura; 10. Secretariado Executivo Bilíngue;
11.Serviço Social.
1. Administração; 2. Ciências Biológicas – Licenciatura;
3. Ciências Biológicas – Bacharelado; 4. Ciências Contábeis;
5. Direito; 6. Educação Física – Licenciatura; 7. Enfermagem;
Universidade Paranaense (UNIPAR)
8. Farmácia; 9. Fisioterapia; 10. Nutrição; 11. Pedagogia;
12. Análise e Desenvolvimento de Sistemas; 13. Estética e
Cosmética
1. Engenharia Industrial Elétrica – Automação;
Universidade Tecnológica Federal do
2. Tecnologia em Processos Químicos;
Paraná (UTFPR)
3. Engenharia Civil; 4. Licenciatura em Matemática.
1. Administração; 2. Agronomia; 3. Ciências Biológicas;
Pontifícia Universidade Católica do
4. Enfermagem; 5. Engenharia da Produção; 6. Farmácia;
Paraná (PUCPR)
8. Medicina Veterinária; 9. Psicologia.
1. Administração; 2. Agronegócio; 3. Ciências Contábeis;
4. Direito; 5. Comunicação Social - Jornalismo; 6. Comunicação
Social - Publicidade e Propaganda; 7. Pedagogia; 8. Sistemas
de Informação; 9. Tecnologia em Gestão Comercial;
10. Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos;
Faculdade Sul Brasil (FASUL)
11. Tecnologia em Gestão Financeira; 12. Tecnologia em
Logística; 13. Tecnologia da Produção Industrial; 14. Tecnologia
em Segurança no Trabalho; 15. Tecnologia em Redes; 16.
Tecnologia em Processos Gerenciais; 17. Letras - habilitação em
Libras.
Fonte: Sites das IES (2012)
Acreditando poder contribuir ao desenvolvimento econômico, social e cultural da região,
suprindo a carência de profissionais com formação superior, a Faculdade Sul Brasil propôs-se,
criou e está desenvolvendo um sólido projeto institucional que prima pela seriedade, consistência
acadêmica, modernidade, respeito às peculiaridades locais e regionais e qualidade de serviços
prestados à comunidade. Num primeiro momento, a instituição colocou em funcionamento os
cursos de Administração, Turismo, Sistemas de Informação, cujos projetos pedagógicos foram
elaborados com a missão de formar profissionais com perfis que atendam às exigências de um
mercado de trabalho globalizado e que sejam, também, cidadãos conscientes e éticos.
26
Em relação à rede de saúde a cidade está dividida em regiões-polo, onde se encontram
instaladas 26 unidades sanitárias centralizadas estrategicamente nos bairros. Além destes postos
fixos nas zonas urbanas e rurais, o município conta também com o serviço móvel médicoodontológico. Programas e projetos de saúde pública comunitária são desenvolvidos com o
objetivo de diminuir a demanda de consultas e internamentos nos três hospitais da cidade, ao todo
com mais de 330 leitos entre particulares e credenciados pelos SUS. Uma ampla rede de
consultórios e clínicas médicas especializadas, e particulares somam seus serviços com diversos
ambulatórios e laboratórios de análises em convênio com vários setores de trabalho do município.
Na cultura, no esporte e no turismo a comunidade de Toledo desfruta de várias opções: a)
o Teatro Municipal, com 1.022 lugares, no centro da cidade, é o segundo maior e mais moderno
projeto arquitetônico do Estado do Paraná, com quase três mil metros quadrados de área
construída; b) o Parque Ecológico na região do Lago Municipal (97.772 m2) totalmente modelado
para as práticas recreativas, desportivas e de lazer; c) a Usina do Conhecimento (572 m 2), onde
são desenvolvidas atividades em Ciência e Tecnologia, Arte e Cultura e Comunicação,
considerado um lugar alternativo à educação formal para todos os toledanos e visitantes; d) a
Casa de Cultura, destinada a diversas práticas educacionais e artísticas; e) o Centro Cultural, onde
funcionam o Museu Histórico, a Biblioteca Municipal e o Conselho Municipal de Cultura.
Portador dos selos da EMBRATUR e integrado ao Programa Nacional de Municipalização ao
Turismo, Toledo prepara-se para a “indústria do terceiro milênio”, com várias opções de turismo
e lazer, na gastronomia, cultura, esporte e eventos de negócios. Polo gastronômico, o município
oferece uma variedade de pratos típicos à base de carne suína, bovina, aves, peixes e
hortifrutigranjeiros. Dentre seus já tradicionais eventos gastronômicos, realizados há mais de 25
anos, está a Festa Nacional do Porco no Rolete, onde reúnem em um só dia, cerca de 40 mil
pessoas. Toledo também é famosa pela Festa do Peixe, Festa do Leitão na Estufa, Festa do
Frango, Brüderfest (festa típica alemã), Ipirangafest (festa popular voltada ao incentivo das
atividades produtivas da comunidade), Michel’s Fest (costelão assado na estufa), Festa da Ovelha
e Costelão a Fogo de Chão, Festa do Milho, Festa do Leitão a Sarandi, além das festas natalinas,
mostras de festas populares, reveillon popular, entre outras promovidas por várias associações e
clubes recreativos e de serviços da cidade e região.
A infraestrutura de comunicações da cidade de Toledo apresenta um significativo quadro
No estão operando três emissoras de radiodifusão AM: Rádio União, Rádio Guaçu e Rádio
27
Integração; duas emissoras de radiodifusão FM: Mundial FM e Educativa Fasul, além de uma
emissora de televisão do Sistema Sul de Comunicação, TV Independência, que permite a
recepção da Rede Record, através do canal 7.
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
A fundamentação legal que orienta a organização de Cursos de Tecnologia é a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu Art. 44, que apresentou a modalidade de Cursos
de Tecnologia. Os documentos oriundos do Conselho Nacional de Educação, especificamente o
Parecer CNE/CES nº 436, de 02 de abril de 2001, o Parecer CNE/CP nº 29, de 03 de dezembro de
2002 e a Resolução CNE/CP nº 03, de 18 de dezembro de 2002.
Grandes discussões sobre os princípios que estruturam a Lei 9.394/1996 foram realizadas
nos meios acadêmicos. Um princípio amplamente abordado refere-se à flexibilidade. No entanto,
a flexibilidade permitida aos sistemas e às instituições de ensino em muito contribui para a
inovação e renovação das mesmas. É o caso da Faculdade Sul Brasil que busca ampliar sua oferta
de cursos e serviços à comunidade, implementando a modalidade de Cursos de Tecnologia.
A Faculdade Sul Brasil é uma instituição criada para apoiar o desenvolvimento econômico
e social do município de Toledo e sua microrregião, além da própria Região Oeste do Paraná. Seu
projeto de formação de profissionais em diferentes áreas é coerente com o disposto nas Diretrizes
Curriculares Nacionais, porém, os projetos pedagógicos de seus cursos, contemplam disciplinas e
ações voltadas para a realidade local e regional, o que o torna original, porém, mantendo a
universalidade do conhecimento nesta área.
Desde o início de suas atividades acadêmicas a Faculdade Sul Brasil tem se caracterizado
por seu forte envolvimento com a comunidade local, através da realização de atividades
acadêmicas diversas e de projetos de extensão, nos quais se viabiliza a socialização dos
conhecimentos científicos a segmentos importantes da sociedade. Nessa perspectiva, a formação
de profissionais qualificados em nível superior se constitui em apenas um dos objetivos desta
instituição de ensino. A preocupação é a efetiva inserção na comunidade local e regional,
prestando atenção às suas necessidades e demandas e elaborando as respostas adequadas, em
forma de cursos e outros serviços de natureza acadêmica.
28
Responder a uma demanda local e regional por cursos de nível superior, de menor duração,
com forte conotação profissional, possibilitando a inserção no mercado de trabalho, mas
mantendo a qualidade necessária, estão na base da opção da Faculdade Sul Brasil pelos Cursos
Superiores de Tecnologia.
Especificamente, para o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio a opção da
Faculdade na implantação e manutenção desse curso está apoiada na impossibilidade de manter
esta área do conhecimento como uma habilitação do Curso de Administração. O Curso de
Administração com Habilitação em Agronegócio existiu na FASUL desde 2001, quando a Fasul
iniciou as suas atividades acadêmicas. Este curso sempre teve excelente procura, está
consolidado, existe na instituição infraestrutura e corpo docente qualificado e em torno dele se
desenvolvem inúmeras atividades de extensão universitária de grande importância. Assim sendo,
reside neste aspecto o esforço institucional de implementar o Curso Superior de Tecnologia em
Agronegócio.
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) é um documento que contém as diretrizes,
estratégias, formulações teóricas e definições que expressam e orientam as práticas pedagógicas a
que são desenvolvidas no curso. O Projeto Pedagógico, ainda, explicita a concepção teórica
adotada, a finalidade e os objetivos do curso, descreve as competências e as habilidades a serem
desenvolvidas pelos egressos. Estas definições são muito importantes, uma vez que apóiam a
organização curricular e disciplinar do curso. A importância da área do conhecimento do curso
para o desenvolvimento econômico, humano e social atual também fica evidente no Projeto
Pedagógico.
Assim, o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é um
posicionamento institucional diante da necessidade da continuidade da formação de profissionais
nesta área.
A proposta de formação profissional contida no Projeto Pedagógico do Curso Superior de
Tecnologia em Agronegócio está estruturada de modo a possibilitar a acadêmicos e aos
professores a compreensão das finalidades e objetivos do curso, bem como da organização
curricular e das metodologias empregadas para o ensino e a aprendizagem.
Além disso, o Projeto Pedagógico é um documento no qual são explícitas a identidade e a
originalidade do curso. A identidade e originalidade de um curso ficam evidenciadas pelo
emprego de novas perspectivas no processo de formação, pela caracterização do perfil do egresso
29
em consonância com a cientificidade da área de Agronegócios e com as demandas do mundo do
trabalho e, ainda, pela criação de mecanismos de avaliação permanente a fim de atingir a
qualidade de ensino.
A organização de Cursos Superiores de Tecnologia e a elaboração do projeto pedagógico
dos mesmos estão possibilitando à instituição e ao conjunto de professores, oportunidade de
promover os seguintes questionamentos sobre o curso: qual é o perfil do profissional que é
possível formar em um curso de tecnologia? Qual é o tipo de profissional que queremos formar?
Que ações acadêmicas e administrativas devem ser implementadas na estrutura e funcionamento
da instituição que possam contribuir para a formação de um profissional competente? Que
recursos, capacidades e estratégias podem ser mobilizadas para garantir a qualidade do curso? É
clara a compreensão de que o projeto pedagógico define as características do profissional que o
curso pretende oferecer ao mercado; articula as ações acadêmicas de ensino e aprendizagem com
o compromisso de uma formação profissional de qualidade, também com as transformações
sociais, na medida em que incluem na formação dos futuros profissionais valores humanos,
morais e éticos e conhecimentos e competências com potencialidade para formar profissionais
capazes de se antecipar aos problemas da realidade e atender às demandas do progresso
científico, tecnológico e social.
A pertinência de um curso pressupõe, por um lado, a existência de um Projeto Pedagógico
Institucional e a articulação deste projeto com as demandas e potencialidades da realidade
econômica e social local e regional, e por outro, a organização do novo curso na perspectiva do
mesmo se tornar o instrumento de intervenção institucional nesta realidade, construindo as
respostas necessárias, com o respaldo da ciência e da técnica.
Desta forma, o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio
leva em consideração o momento presente que é de grandes transformações do setor,
influenciado por fatores como a internacionalização da economia, as relações entre o mercado
agropecuário brasileiro e os mercados internacionais, valorização e a capacitação dos recursos
humanos para a melhoria da qualidade dos serviços ofertados e, sobretudo, o avanço tecnológico
conquistado pelo setor. As discussões que se faz em torno do capital humano e intelectual, a
consciência de que se vive a era do conhecimento e as implicações que todos estes fatores têm
sobre a vida pessoal e profissional são, igualmente, aspectos que devem ser considerados na
organização do projeto de um curso superior.
30
Neste cenário nasce uma nova discussão sobre o real papel das organizações na sociedade,
de modo especial das organizações ligados ao setor agropecuário e de agronegócios. Sem
dúvidas, para enfrentar esta nova ordem as organizações necessitam de colaboradores preparados,
com conhecimentos e competências para entender o novo ambiente e conduzir-se com segurança,
conciliando os interesses das organizações e da sociedade em todos os seus níveis.
O termo agricultura era, até meados do século XX, usado para designar a produção
agropecuária em toda a sua extensão; ou seja, desde o abastecimento de insumos para a produção
rural até a distribuição dos alimentos aos consumidores finais. Nas últimas décadas, no entanto, o
setor agropecuário passou por várias mudanças que o tornaram mais complexo e abrangente
(ARAÚJO, 2003). Para este novo contexto, surgiu a denominação de “agronegócio” assumindo
que a competição se desloca do nível das empresas (micro) para o nível dos sistemas (meso).
O conceito de agronegócio (agribusiness) foi cunhado durante a Boston Conference on
Distribution of Agricultural Products, em 1955, por John H. Davis. No ano seguinte, o termo foi
empregado na literatura pela primeira vez, em um artigo escrito pelo mesmo autor. Todavia, a sua
consagração, de fato, aconteceu com a publicação do livro A Concept of Agribusiness, de autoria
dos pioneiros Davis e Goldberg (1957).
Segundo estes autores, o agronegócio é o conjunto de todas as operações que envolvem a
produção e a distribuição de insumos para a produção rural, mais o armazenamento, o
processamento e a distribuição de produtos e subprodutos agropecuários.
Para entender essa nova abordagem, que vem modificando o cenário da agropecuária
brasileira, vários autores devem ser considerados. Ressaltam-se aqui os trabalhos seminais de
Davis e Goldberg (1957) – que definiu o agronegócio – e de Goldberg (1968), que estendeu sua
análise para os sistemas de commodities, enfocando as interações sistêmicas entre as partes
integrantes das indústrias do agronegócio.
Outro estudo que merece destaque é a pesquisa realizada por Malassis (1973), que não só
traduziu o termo agribusiness para o francês, mas também “enfatizou a sua dimensão histórica,
situando o complexo agroindustrial como característico da etapa de desenvolvimento capitalista
em que a agricultura se industrializa” (GRAZIANO DA SILVA, 1973, p. 8).
A análise do funcionamento do agronegócio brasileiro, conforme vários autores
(GRAZIANO DA SILVA, 1991; ZYLBERSZTAJN, 2000; BATALHA; SILVA, 2001; entre
outros), passa necessariamente pela abordagem de cadeias produtivas (meso-análise), a qual se
31
tornou uma ferramenta de grande utilidade para a investigação das suas diversas peculiaridades
regionais e/ou setoriais. Esta abordagem pressupõe que a competitividade sustentada de uma
empresa (ou de um país) somente pode ser constituída no âmbito de um sistema competitivo
integrado.
A utilidade da análise de cadeias produtivas para o entendimento da produção
agropecuária se destaca sob vários aspectos, podendo servir, por exemplo, como um mecanismo
de descrição técnico-produtiva, em que as sequências de operações da produção de bens são
descritas. Além disso, a ideia de cadeias pode ser útil para o estudo dos agentes de forma
individual, através da análise das estratégias adotadas pelas firmas e, da mesma forma, da
inserção de cada agente no sistema maior; ou seja, o seu relacionamento com os demais
participantes da cadeia.
Ademais, o estudo das cadeias produtivas permite várias outras abordagens, tais como:
suporte à descrição e análise técnico-econômica de sistemas produtivos, apoio à formulação de
políticas públicas e privadas, auxílio à avaliação das estratégias empresariais e de inovação
tecnológica (PEDROZO; HANSEN, 2001).
Há, ainda, na literatura brasileira, outros termos que estão relacionados com essa temática,
como por exemplo: Sistema Agroindustrial e Sistema Agroalimentar. Esses conceitos, no entanto,
convergem para a definição inicial de agribusiness, proposta por Davis e Goldberg (1957) ou
para a conceituação proposta por Malassis (1973) de Setor Agroalimentar (analisado mais
adiante). No Brasil, conforme Graziano da Siva (1991), o uso do conceito de agribusiness só foi
adotado explicitamente em recente trabalho de Araújo, Wedekin e Pinazza (1990).
A partir dessas primeiras definições do agronegócio, surgiram várias outras abordagens
para explicar o fenômeno que havia sido inicialmente observado na economia norte-americana: a
crescente interrelação setorial entre agricultura, indústria e serviços, de forma que vários
pesquisadores (nacionais e internacionais) vêm se dedicando ao estudo da problemática
agroindustrial.
Aliás, o estudo dos tópicos relacionados ao agronegócio partiu de dois principais
conjuntos de ideias, os quais vieram a gerar metodologias de análise distintas entre si. A primeira
delas, que se originou nos Estados Unidos, a partir dos trabalhos de Davis e Goldberg, constituise na abordagem de Commodity System Approach (CSA). A segunda, por sua vez, desenvolveu-
32
se no âmbito da escola industrial francesa e constitui-se no conceito de Filières ou cadeias
(BATALHA; SILVA, 2001).
Segundo estes autores, os conceitos de CSA e Filière realizam cortes verticais no sistema
econômico, a partir de determinado produto final (no caso da escola francesa) ou a partir de uma
matéria-prima de base (no caso da escola americana). As duas abordagens compartilham, desta
forma, a noção de que a agricultura deve ser vista dentro de um sistema mais amplo.
As principais aplicações potenciais dessas duas metodologias de análise, que têm caráter
prospectivo, são: estratégia e marketing; política industrial; gestão tecnológica; modelo de
delimitação de espaços de análise dentro de um sistema produtivo; e ferramenta de descrição
técnico-econômica de um setor (ZYLBERSZTAJN, 2000).
O autor salienta que, embora os dois modelos apresentem algumas diferenças não
negligenciáveis, ambos têm características comuns, como, por exemplo, o caráter mesoanalítico e
sistêmico dos estudos, em termos de cadeia de produção agroindustrial.
A mesoanálise foi proposta para preencher a lacuna existente entre os dois grandes corpos
da teoria econômica: a microeconomia (que estuda as unidades econômicas individuais) e a
macroeconomia (que estuda os grandes agregados econômicos). Um enfoque mesoanalítico
permite, então, responder às indagações sobre o processo concorrencial e as escolhas estratégicas
das firmas, bem como sobre o processo distributivo entre os agentes econômicos. Este enfoque
alia-se, ainda, ao enfoque clássico da economia industrial que diz respeito não à firma nem à
economia global, mas ao setor industrial (BATALHA; SILVA, 2001).
Estes autores afirmam que uma cadeia de produção agroindustrial pode ser vista como um
sistema aberto, o qual reconhece as relações existentes entre a organização e o seu meio
ambiente. Neste caso, as fronteiras do sistema são permeáveis, o que permite trocas com o meio
ambiente. A abordagem sistêmica considera, ainda, que todo o sistema evolui no espaço e no
tempo, em função de mudanças internas e externas ao sistema. Por isso, enquanto sistema, uma
cadeia de produção agroindustrial também estará sujeita a mudanças.
Esses dois conjuntos de ideias, amplamente debatidos em âmbito nacional e internacional,
permitem fundamentar discussões sobre a dinâmica de funcionamento do agronegócio brasileiro.
A seguir, discutem-se esses conceitos de forma individualizada.
33
a) A Abordagem de Commodity System Approach (CSA)
Esta metodologia de análise dos negócios agroindustriais, desenvolvida na Universidade
de Harvard (EUA), ganhou visibilidade através do trabalho de Goldberg (1968), o qual analisou
alguns sistemas de commodities (Commodity Systems) nos Estados Unidos.
O autor tinha o intuito de estudar a estrutura crítica e as características comportamentais
dos sistemas de commodities do agronegócio dos Estados Unidos. Para tanto, ele selecionou três
sistemas que representavam um importante corte do agronegócio daquele país, mais
especificamente as indústrias do trigo, da soja e da laranja, da Flórida.
Partindo destas matérias-primas agrícolas, foi possível a identificação de interrelações
importantes, para se fazer uma análise das estruturas de mercado dessas indústrias, a partir dos
fornecedores de insumos até a distribuição final dos alimentos (de montante a jusante). Goldberg
(1968) considerou não apenas as relações tradicionais entre compradores e vendedores, mas
incorporou também influências institucionais, quais sejam: políticas governamentais, mercados
futuros e associações comerciais.
Esta ampliação no conceito reconheceu o fato de que os produtos agrícolas tinham
também como destino a agroindústria e não mais somente o consumidor final (GRAZIANO DA
SILVA, 1991). A partir desse conceito ampliado, abriu-se o caminho para a desagregação do
agronegócio em subsistemas, a fim de se entender especificamente as interrelações existentes
dentro do sistema.
Conforme destacam Batalha e Silva (2001), o trabalho de Goldberg, que partiu da matriz
de produção de Leontieff, tentou incorporar um aspecto dinâmico às suas análises,
principalmente por considerar as mudanças que ocorriam no sistema ao longo do tempo. Todavia,
Goldberg abandonou o referencial teórico tradicional da matriz insumo-produto, para aplicar
conceitos da economia industrial (Estrutura - Conduta - Desempenho) e embasar suas análises e
predições.
Graziano da Silva (1991, p. 7) ressalta o avanço que o trabalho dos pesquisadores de
Harvard representou, na medida em que eles trataram o setor agrícola como um integrante do
resto da economia:
A ideia do ‘agribusiness’, não apenas ressalta os vínculos intersetoriais
existentes, como coloca a produção agropecuária como parte de um ‘sistema de
34
commodities’ (commodities system) muito mais amplo, enfatizando as suas
relações com o mundo dos grandes negócios.
Não obstante, o autor critica o conceito de agronegócio pela sua tradição neoclássica.
Pois, há a exclusão da ideia de progresso técnico, o qual é considerado apenas como um
impulsionador de um ponto de equilíbrio inicial (agricultura autossuficiente) para outro ponto em
que há uma interdependência setorial. E, se isso ajuda a descrever a complexidade das relações
estruturais, não permite entender a dinâmica das forças sociais aí envolvidas, as quais
determinam as configurações dos agentes e as suas mudanças.
b) Análise de Filière (Cadeia)
Na Europa, o francês Louis Malassis, do Institut Agronomique Méditerranée de
Montpellier, foi um dos primeiros autores a utilizar o conceito de sistema agroindustrial.
Malassis (1973) analisou o setor de distribuição agroalimentar em separado,
desmembrando-o do setor a jusante. Para o autor, o setor agroalimentar era formado por quatro
sub-setores: as empresas que fornecem serviços e meios de produção à agropecuária (indústrias a
montante); a atividade agropecuária; as indústrias agrícolas de transformação e alimentícias
(indústrias a jusante); e a distribuição de alimentos. O conjunto desses quatro subsetores e suas
interrelações conformariam o que o autor convencionou chamar de Setor Agroalimentar (SAA).
Conforme Graziano da Silva (1991), Malassis enfatizou a importância de se analisar os
fluxos e encadeamentos por produtos, dentro de cada um desses sub-setores, utilizando-se da
noção de Filière agroalimentar (cadeia), que diz respeito aos itinerários seguidos por um
determinado produto, dentro do sistema agroalimentar, e aos diferentes fluxos que a ele estão
ligados.
A análise de Filières guarda muitas similaridades com a metodologia de Harvard, por
ressaltar a importância de uma abordagem mais abrangente do negócio agropecuário. No entanto,
apesar de seguir uma lógica de encadeamento de atividades semelhante à utilizada por Goldberg,
difere desta, segundo o objetivo do estudo pretendido, principalmente no que concerne ao ponto
de partida da análise (BATALHA; SILVA, 2001).
Para Zylbersztain (2000), a ideia de Filière (cadeia) é uma concepção da escola francesa
de economia industrial e se aplica à sequência de atividades que transforma uma commodity em
35
um produto para o consumidor final. Porém, a noção de cadeia de produção continua vaga no seu
enunciado.
Morvan, procurando sintetizar e sistematizar essas ideias enumerou três séries de
elementos que estariam implicitamente ligados a uma visão de cadeia de produção (BATALHA;
SILVA, 2001):
a) a cadeia de produção é uma sucessão de operações de transformação dissociáveis,
capazes de serem separadas e ligadas entre si por um encadeamento técnico;
b) a cadeia de produção é, também, um conjunto de relações comerciais e financeiras que
estabelecem, entre todos os estados de transformação, um fluxo de troca, situado de
montante a jusante, entre fornecedores e clientes;
c) a cadeia de produção é um conjunto de ações econômicas que presidem a valoração
dos meios de produção e asseguram a articulação das operações.
Segundo Neves e Jank (1994), o estudo de Filière traz consigo dois aspectos importantes:
1º) a questão da identificação da cadeia produtiva, através da definição do produto, da
sequência de operações, do trajeto percorrido pelos produtos e dos agentes envolvidos
ao longo do processo;
2º) a questão dos mecanismos de regulação, ou seja, a estrutura de funcionamento dos
mercados e a intervenção do estado ao longo da cadeia produtiva ou Filière.
De modo geral, uma cadeia de produção agroindustrial pode ser dividida de jusante a
montante, em três segmentos macro: 1º) comercialização; 2º) industrialização; e 3º) produção de
matérias-primas. Não obstante, em muitos casos práticos, os limites dessa divisão não são
facilmente identificáveis.
Embora, do ponto de vista conceitual, as operações sequenciais de uma cadeia possam ser
de origem técnica, logística ou comercial, torna-se mais prático, para a sua representação gráfica,
um encadeamento seguindo as operações técnicas necessárias para a elaboração do produto final.
Assim, de acordo com Batalha e Silva (2001, p. 31), a estrutura central de uma CPA
“seria composta pela sucessão de operações tecnológicas de produção, distintas e dissociáveis,
estando elas associadas à obtenção de determinado produto necessário à satisfação de um mesmo
segmento de demanda”.
Outro aspecto salientado por estes autores é que um processo industrial pode, em geral,
ser decomposto segundo etapas principais de produção, as quais poderiam gerar “produtos
36
intermediários”. Esses produtos intermediários são, na verdade, os produtos finais da CPA. A
produção de óleo de soja refinado, por exemplo, poderia ser considerado um estado intermediário
de produção para a obtenção do produto final margarina. Evidentemente, porém, estes estados
intermediários de produção têm um valor real de mercado e podem, assim, ser comercializados.
No âmbito de uma cadeia de produção agroindustrial, podem ser observados no mínimo
quatro mercados com diferentes características: 1) mercado entre produtores de insumos e os
produtores rurais; 2) mercado entre produtores rurais e agroindústria; 3) mercado entre
agroindústria e distribuidores; e 4) mercado entre distribuidores e consumidores finais.
Assim, pode-se dizer que o sistema produtivo associado a uma CPA, que neste
caso escapa das fronteiras da própria firma, teria como unidade básica de análise
e de construção do sistema as várias operações que definem o conjunto das
atividades nas quais a firma está inserida, estando as operações técnicas de
produção responsáveis pela definição da arquitetura do sistema (BATALHA;
SILVA, 2001, p.31-32).
Embora em muitos casos os limites não sejam facilmente identificáveis, uma questão
importante na abordagem de cadeias é a definição do ponto central da análise, para então se
definir os elos a montante e a jusante do agente central. Assim, dependendo da natureza do
produto analisado e do número de operações de agregação de valor que ele passa, a cadeia pode
ter maior ou menor extensão.
Batalha (1995) propõe o estudo da cadeia agroindustrial através de três macro-segmentos:
produção de matérias-primas (atividade agropecuária), industrialização (transformação das
matérias-primas em produtos finais) e comercialização (empresas que estão em contato com o
consumidor final). Embora considere a importância do setor de produção de insumos
agropecuários, o autor não o incluiu como um dos macro-segmentos principais da cadeia.
De acordo com Batalha e Silva (2001), existem alguns autores franceses que diferenciam
cadeia de produção e cadeia de produto. A cadeia de produção seria o conjunto de atividades
associadas a uma matéria-prima de base (carne bovina, por exemplo) e que, portanto, se mostra
similar ao conceito de Complexo Agroindustrial. Já, a análise de cadeia de produto é delineada a
partir de um produto final, analisando-se as operações que o originam de jusante a montante.
Finalmente, para Zylbersztain (1993), a cadeia de produção é um recorte do conceito mais
amplo de complexo agroindustrial (analisado na próxima seção), realizado com o intuito de se
compreender a dinâmica existente no processo de produção de um determinado produto.
37
c) Os Complexos Agroindustriais (CAI)
Na ciência econômica, de acordo com Graziano da Silva (1991), podem-se notar duas
origens diferentes da noção de complexo, as quais se relacionam com as suas potenciais
utilidades:
a) um conjunto de atividades interrelacionadas, agregadas por um ou mais critérios
definidos;
b) relações multideterminadas de encadeamento, de coordenação ou de controle entre os
vários elementos, membros e/ou etapas do processo.
O autor afirma que o uso dos termos “Complexos Industriais”, “Complexo Agrícola
Integrado” e “Complexos Agroindustriais” foram generalizados e são tantos os pesquisadores que
empregam tais termos, que eles parecem não pertencer mais a ninguém. De forma que, depois de
tanto uso indiscriminado, estes termos tornaram-se ambíguos.
Todavia, para este estudo, a noção mais importante é a de Complexos Agroindustriais.
Estes complexos têm uma origem estática, que visava somente ampliar o conceito de agricultura,
uma vez que nos Estados Unidos dos anos de 1950 já não era mais possível tratá-la como setor
primário nem ignorar a sua crescente inter-ligação com o restante da economia.
No Brasil, conforme Graziano da Silva (1991), o primeiro autor a utilizar o termo
“Complexo Agroindustrial” foi Alberto Passos Guimarães em 1976, para mostrar o processo de
integração técnico-produtiva entre a agricultura e os setores industriais a montante e a jusante.
Daí surgiu a ideia da “tesoura dos preços”: para trás, a agricultura se relaciona com uma
indústria fortemente oligopolizada, que consegue impor preços para os insumos adquiridos pelos
agropecuaristas e, para frente, se relaciona com as agroindústrias processadoras, que têm poder
de monopsônio na compra de matéria-prima, estabelecendo preços e padrões aos produtos.
Desde então, vários autores têm tratado este conceito sob diferentes prismas, conforme
pode ser observado nos estudos de Müller (1982), Delgado (1985), Araújo et al. (1990),
Kageyama et al. (1990), Graziano da Silva (1991), Castro (1998), Batalha e Silva (2001), Paula
(2002), entre outros. Por outro lado, de acordo com os interesses dos autores, o enfoque pode ser
38
sociológico, econômico ou de gestão, que são as linhas mais proeminentes na análise do
Complexo Agroindustrial (CAI).
Müller (1982) define CAI como o conjunto de processos técnico-econômicos ligados à
produção agrícola, ao beneficiamento e à transformação desses produtos, à produção de bens
industriais para a agricultura e aos serviços financeiros e comerciais correspondentes.
Batalha e Silva (2001, p. 34) consideram “que o complexo agroindustrial toma como
ponto de partida uma determinada matéria-prima de base”. Estes autores afirmam que a
arquitetura de um CAI seria ditada pela ‘explosão’ da matéria-prima principal que o originou,
segundo os diferentes processos industriais e comerciais que ela pode sofrer até se transformar
em diferentes produtos finais. Assim, a formação de um complexo agroindustrial exige a
participação de um conjunto de cadeias de produção, cada uma delas associada a um produto ou
família de produtos.
O Quadro a seguir apresenta uma comparação entre os conceitos de Sistema
Agroindustrial, Cadeia de Produção Agroindustrial e Complexo Agroindustrial.
TERMO
CONCEITOS
COMENTÁRIOS
 Definição muito similar à de
agribusiness (DAVIS; GOLDBERG), ou
à de Sistema Agroalimentar (MALASSIS)
SISTEMA AGROINDUSTRIAL
(SAI)
 Conjunto de atividades que
concorrem para a produção de
produtos agroindustriais, desde a
produção dos insumos até a
chegada do produto final ao
consumidor.
 Não está associado a nenhuma
matéria-prima agropecuária ou
produto final específico.
 É definida a partir da
identificação de determinado
produto final.
CADEIA DE PRODUÇÃO
AGROINDUSTRIAL (CPA)
 Revela-se de pouca utilidade prática
como ferramenta de gestão ou de apoio à
tomada de decisão
 Como exemplo, citam-se as Cadeias de
Produção da Manteiga, da Margarina e do
Requeijão.
 Após esta identificação, faz-se
o encadeamento (de jusante a
montante) das várias operações
técnicas, comerciais e logísticas,
necessárias à sua produção.
Continua
39
Continuação
TERMO
COMPLEXO
AGROINDUSTRIAL (CAI)
CONCEITOS
COMENTÁRIOS
 Tem como ponto de partida
uma determinada matéria-prima
de base e a sua arquitetura é
ditada pela explosão desta
matéria-prima principal.
 Como exemplo, cita-se o Complexo da
Soja, o Complexo do Leite e o Complexo
da Cana-de-Açúcar.
 Tem seu espaço analítico
delimitado
pelas
várias
operações
de
produção
associadas à sua matéria-prima
de base.
Quadro 1 - Comparação entre os Conceitos de Sistema Agroindustrial, Cadeia de Produção
Agroindustrial e Complexo Agroindustrial
Fonte: Adaptado de: BATALHA, Mário Otávio; SILVA, Andréa Silva da. Gerenciamento de Sistemas
Agroindustriais: Definições e Correntes Metodológicas. In: BATALHA, Mário Otávio.
Gestão
Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001.
Assim sendo, o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio busca a formação de
profissionais com uma visão globalizante da empresa e da economia que permita, aos futuros
profissionais, aplicar os conhecimentos em organizações de agronegócios, de forma a
compreender e atuar no setor agropecuário considerando suas relações inter-setoriais com a
indústria fornecedora e de transformação, o comércio, a distribuição, o armazenamento, o
financiamento, representando um método moderno de conhecimento e gestão das atividades
rurais.
40
Consumidor
DISTRIBUIÇÃO
Atacado, Varejo e Serviços
AGROINDÚSTRIA
Indústria de Alimentos, Bebidas e
Outros
PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA
INDÚSTRIA DE INSUMOS
Máquinas, implementos, Defensivos,
Fertilizantes e Outros
O estudo das relações inter-setoriais permite, também, uma compreensão integrada do
funcionamento das atividades no agronegócio, sendo fator indispensável para a tomada de
decisões na formulação de políticas para o setor, com precisão, justiça e maior probabilidade de
acerto. Esta visão rompe com a análise segmentada, que muitas vezes perde informações
importantes sobre o encadeamento das ações. Uma formação assim amplia as possibilidades de
atuação dos futuros profissionais e se constitui em base para um melhor desempenho.
2.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO
Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio.
2.2 ÁREA DE CONHECIMENTO/EIXO TECNOLÓGICO
O tecnólogo possui formação em curso superior, de graduação, em uma área específica do
conhecimento e, por consequência, sua atuação profissional é restrita ao curso em que ele se
formou. Portanto, os cursos superiores de tecnologia formam um especialista em uma área
profissional específica de um determinado campo do conhecimento.
41
O Conselho Nacional de Educação define no Parecer CNE/CP nº 436/2001, p. 9, que o
“tecnólogo deve estar apto a desenvolver de forma plena e inovadora, atividades em uma
determinada área profissional” e deve ter formação específica para:
a) aplicação, desenvolvimento, pesquisa aplicada e inovação tecnológica e difusão de
tecnologias;
b) gestão de processos de produção de bens e serviços; e
c) desenvolvimento da capacidade empreendedora.
De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, o qual
considera as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível
Tecnológico deve estar em sintonia com a dinâmica do setor produtivo e os requerimentos da
sociedade.
Segundo o referido catálogo, o Curso de Tecnologia de Agronegócio está enquadrado no
eixo tecnológico “Recursos Naturais”.
2.3 MODALIDADE
O Curso superior de Tecnologia em Agronegócio é ofertado na modalidade presencial.
2.4 ENDEREÇO PARA OFERTA DO CURSO
Avenida Ministro Cirne Lima, Nº 2.565
Jardim Coopagro – Toledo/PR
CEP: 85903-590
Fone: (45)3277-4000
Endereço eletrônico: www.fasul.edu.br
2.5 ATOS LEGAIS
2.5.1 Autorização
Portaria n.º 28, de 09/02/2010, com Publicação no D.O.U. em 10/02/2010.
42
2.5.2 Reconhecimento
Portaria nº
2.5.3 Renovação de Reconhecimento
Portaria nº
2.6 NÚMERO DE VAGAS AUTORIZADAS
A Faculdade Sul Brasil possui autorização de cem (100) vagas anuais para ingresso no
Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, conforme portaria de autorização n.º 28, de
09/02/2010, com Publicação no D.O.U. em 10/02/2010.
2.6.1 Número de Turmas por Turno e Período Letivo
O Curso de Tecnologia em Agronegócio da Fasul possui duas turmas noturnas: uma que
ingressou este ano no primeiro semestre e está cursando atualmente o segundo período; a outra
ingressou no primeiro semestre de 2011 e está no momento cursando o quarto período.
2.7 CONCEITO PRELIMINAR DO CURSO (CPC) E CONCEITO DE CURSO (CC)
Não existem esses conceitos.
2.8 TURNOS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO
Todos os Cursos oferecidos pela Fasul são no período noturno.
43
2.9 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
MÓDULOS
1. Módulo I – Básico em Agronegócio
2. Módulo II – Intermediário em Agronegócio
3. Módulo III – Gestão em Agronegócio
4. Módulo IV – Processos em Agronegócios
5. Módulo V – Sistema Integrados em Agronegócio
6. Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio
7. Atividades Complementares
TOTAL......................................................................................
C/H
396
396
396
396
414
414
60
2.472
CRÉDITOS
22
22
22
22
23
23
134
2.10 TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO
Os alunos ingressantes no Curso de Tecnologia em Agronegócio da Fasul deverão
integralizar o curso em, no mínimo, 6 períodos (3 anos), 7 períodos (3 anos e meio) e 8 períodos
(4 anos).
2.11 IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO
O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, professor Lucimar
Louzada, é graduado em Tecnólogo em Cooperativismo pela Universidade Federal de Viçosa
(MG), em 1979. Possui especialização (Lato Sensu) em Gestão da Qualidade pela Universidade
Tiradentes –
Aracaju/SE (1997). Especialização (Lato Sensu) Empreendedorismo e
desenvolvimento de formadores de novos empreendimentos, apto para o exercício do Magistério
Superior pela Universidade Regional de Blumenau – SC (2006). É mestre (Stricto Sensu) em
Administração – Área de concentração Gestão de Organizações pela Universidade Regional de
Blumenau – SC (2008). Dentre sua carreira possui mais de 20 anos de magistério superior e 30
anos profissional.
O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é contratado com
Regime de Tempo Integral.
44
2.11.1 Perfil do Coordenador do Curso
Todos os cursos em funcionamento da Faculdade Sul Brasil contam com um Coordenador
de Curso, para exercer a coordenação pedagógica do mesmo. O Coordenador de Curso é um
professor com formação na área do curso, contratado pela instituição, com 40 horas semanais.
As funções do Coordenador de Curso estão previstas no Regimento Interno da Faculdade
Sul Brasil. Além das disposições regimentais os Coordenadores de Curso realizam outras
atividades, conforme descrito na Instrução Normativa que define as funções do Coordenador de
Curso.
Em relação à Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é
necessário ressaltar:
- A grande importância do Coordenador na implantação, condução e no direcionamento
das políticas e ações para a formação dos futuros profissionais, pois a prática pedagógica vai
depender de como ele planeja, encaminha e envolve a participação do corpo docente e do corpo
discente nos trabalhos, desde a concepção do Projeto Pedagógico do curso, a formação do corpo
docente, a formulação e discussão dos planos de ensino e seu caráter interdisciplinar, os
processos de avaliação, a indicação da bibliografia, os projetos de pesquisa e de atividades de
extensão, as políticas e os planos das práticas pedagógicas, a produção e publicação de trabalhos
científicos;
- A multidisciplinaridade do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, aspecto
fundamental para garantir uma formação ampla e que aborde todos os aspectos da atuação
profissional Tecnólogo em Agronegócio;
- O valor do trabalho em equipe. O fazer educação é essencialmente trabalhar em equipe;
e o coordenador do curso é quem lidera e incentiva a equipe a concretizar as metas e objetivos
definidos para o curso, bem como a superar limites e dificuldades.
O desempenho das funções do Coordenador está fundamentado nas atribuições efetivas
previstas no artigo 32 do Regimento da Instituição, cabendo, no entanto, a ele interpretá-las frente
a cada situação nova que surgir ao longo do trabalho, com espírito inovador e criativo.
O Coordenador do Curso tem vasta experiência profissional, pois atuou vários anos
trabalhando com desenvolvimento por meio da extensão rural e cooperativismo. Possui titulação
45
como especialista na área de gestão da qualidade e em empreendedorismo. Por último, registra-se
que o Coordenador do Curso possui o título de mestre em Gestão de Organização.
Na área de docência no ensino superior, o mesmo já atuou em seis IES, desde 1986.
2.11.2 Atribuições
São atribuições do Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio,
de acordo com o artigo 32, do Regimento Geral desta Instituição:
I - apoiar e acompanhar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem;
II - atender e orientar os alunos do respectivo curso;
III - fomentar as relações interdisciplinares e transdisciplinares no desenvolvimento
do curso;
IV - elaborar o plano e o calendário anual de atividades do curso;
V - subsidiar a elaboração do calendário acadêmico da instituição;
VI – estabelecer relacionamento com coordenadores dos demais cursos da instituição;
VII - contribuir na elaboração do catálogo sobre as condições de oferta dos cursos;
VIII – elaborar, coordenar e executar projetos de cursos e programas de pósgraduação, extensão e outros;
IX - representar o curso perante autoridades e órgãos da Faculdade;
X - pronunciar-se sobre aproveitamento de estudos, atividades acadêmicas
complementares, transferência, justificativa de faltas e adaptação de alunos;
XI - coordenar as atividades de pesquisa, apreciando projetos apresentados e
encaminhando-os à Coordenação de Pesquisa e Extensão;
XII - coordenar as atividades do Programa de Monitoria Acadêmica, de Estágios
Supervisionados e dos Trabalhos de Conclusão de Curso;
XIII - convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso;
XIV - supervisionar a execução das atividades programadas, bem como a assiduidade
dos professores;
XV - apresentar, semestralmente, à Diretoria, relatório de suas atividades;
XVI – participar do processo de contratação ou dispensa de pessoal docente;
XVII - exercer outras atribuições previstas na legislação e neste Regimento.
46
2.12 COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) que consta no Instrumento de Autorização e
Reconhecimento de Cursos é: “Conjunto de professores, de elevada titulação e formação,
contratados em tempo parcial e integral, que respondem mais diretamente pela criação,
implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso”.
Os componentes do NDE 2012/2 estão descritos abaixo:
Lucimar Louzada (Coordenador) – Mestre;
Flávio de Matos Rocha - (Professor) – Mestre;
José Domingos Nunes Corrêa (Professor) – Especialista;
Romilda Guilland (Professora) – Mestre;
Iara Elisa Schneider (Professora) – Mestre;
Odir José Zucchi (Professor) - Doutor
2.13 TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE NO CURSO
O corpo docente ativo no curso tem permanência mínima de seis meses.
2.14 ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
Conforme resolução interna nº. 21/2010, são atribuições do NDE:
- Cooperar com a Coordenação do Curso na implementação das diferentes atividades de
ensino articuladas a pesquisa e extensão;
- Participar das bancas de seleção de novos docentes;
- Envolver-se na realização da avaliação institucional do curso;
- Colaborar na análise dos resultados da avaliação institucional;
- Participar da definição de políticas e ações de melhoria do curso com base nos resultados
do processo de avaliação interna e externa;
- Acompanhar a execução do Projeto Pedagógico do Curso, notadamente nos Estágios,
Trabalhos de Conclusão de Curso, Projetos Interdisciplinares entre outros;
- Colaborar no processo de reconhecimento e renovação de reconhecimento do curso;
47
- Auxiliar nas atividades acadêmicas do curso: Semanas Acadêmicas, Seminários
Integradores, entre outros.
- Participar periodicamente da atualização do Projeto Pedagógico do Curso, com vistas à
consolidação do perfil do egresso;
- Participar de reuniões com a Coordenação do Curso visando acompanhar as atividades
em desenvolvimento no curso;
- Colaborar com a coordenação do Curso em outras atividades consideradas necessárias
para o bom andamento do curso.
2.15 DIMENSÃO DAS TURMAS NAS AULAS
Como o Curso de Tecnologia em Agronegócio teve sua turma pioneira que ingressou na
Fasul no ano de 2011/1, no momento contamos com duas turmas. A turma do segundo período
tem 36 alunos e a do 4º período tem 15 alunos.
2.16 REGIME DE MATRÍCULA
O regime de matrículas adotado no Fasul é o da semestralidade.
2.17 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
Duração mínima prevista para o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é de 06
semestres ou 03 anos e duração máxima prevista de 09 semestres ou 04 anos e meio. O curso terá
a duração de 2.412 horas aulas, carga horária esta que se refere ao cumprimento de todas as
disciplinas obrigatórias e, no mínimo, uma disciplina eletiva. Além dessas horas das disciplinas
cursadas os alunos terão que comprovar a participação em atividades complementares em, no
mínimo, sessenta horas, na forma da Resolução baixada para tal fim, elevando este total para
2.472 horas.
48
2.18 CERTIFICADOS E DIPLOMAS
A partir da conclusão e aprovação em todas as disciplinas ofertadas nos respectivos
módulos, os discentes farão jus a uma certificação modular, assim descrito:
PERÍODO
1º e 2º
MÓDULO
CERTIFICAÇÃO
I e II
Assessor de Agronegócio
1º, 2º e 3º
III
--------------------------------
1º, 2º, 3º e 4º
IV
Consultor de Cadeias Produtivas
1º, 2º, 3º, 4º, 5º e 6º
Certificação Final
Tecnólogo em Agronegócio
3 NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO NO CONTEXTO LOCAL E REGIONAL
O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio oferecido pela Faculdade Sul Brasil
surge em resposta aos desafios, demandas e exigências deste setor. A cadeia produtiva que
constitui o agronegócio passou por grandes transformações nas últimas décadas no que diz
respeito aos padrões produtivos e tecnológicos. As atividades vinculadas a estes setores
diversificaram-se e passaram a incorporar cada vez mais inovações de produtos e processos,
integrando-se com os demais setores da economia, em uma evidente articulação com a indústria e
com o comércio, estruturando um arcabouço formando aquilo que se convencionou chamar de
agronegócio.
Os avanços tecnológicos ocorridos dentro de cada segmento do agronegócio bem como
em cada elo das cadeias produtivas, contemplando a informática, a agricultura de precisão, a
rastreabilidade, a biotecnologia, determinante do grande avanço na inovação tecnológica ocorrida
neste campo, norteiam a implementação deste curso, visando formar um profissional capaz de
atuar estrategicamente sobre os avanços tecnológicos existentes neste setor produtivo.
49
4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1 PERFIL DO CURSO
O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio busca a formação de profissionais com
uma visão globalizante da empresa e da economia que permita, aos futuros profissionais, aplicar
os conhecimentos em organizações de agronegócios, de forma a compreender e atuar no setor
agropecuário considerando suas relações inter-setoriais com a indústria fornecedora e de
transformação, o comércio, a distribuição, o armazenamento, o financiamento, representando um
método moderno de conhecimento e gestão das atividades rurais.
4.2 OBJETIVOS
4.2.1 Objetivo Geral
O objetivo geral do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é o de formar
profissionais capazes de atuar em toda a cadeia produtiva do agronegócio, com condições de
implementar em suas ações, uma visão nova do que é o mercado do agronegócio e a importância
da boa gestão e da inovação tecnológica no seu desenvolvimento, da qual depende a
sobrevivência da humanidade com saúde e longevidade.
4.2.2 Objetivos Específicos
- Proporcionar aos educandos conhecimentos e técnicas que lhe permitam diagnosticar,
reconhecer e prospectar os possíveis cenários do agronegócio;
- Formar profissionais com competências para planejar e desenvolver as ações estratégicas
necessárias para a superação de dificuldades e problemas surgidos no exercício profissional, de
modo criativo e eficaz;
- Qualificar profissionais que possam contribuir para o fortalecimento do complexo
agroindustrial e do agronegócio, em condições de participar da formulação de políticas públicas e
estratégias privadas para o setor;
50
- Socializar conhecimentos e tecnologias de modo a influenciar o dinamismo do
agronegócio local e regional, sem perder a perspectiva universal do saber e da tecnologia já
produzidos;
- Formar profissionais capazes de atuar em equipes multidisciplinares e interdependentes
de outros setores e segmentos da economia, atuando com ética, solidariedade e consciência
social.
4.3 PERFIL HUMANO E PROFISSIONAL DO EGRESSO
O perfil do egresso contemplado nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a
Educação Profissional de Nível Tecnológico, conforme PARECERCNE/CP: 29/2002, determina
que o objetivo a ser perseguido seja o do desenvolvimento de qualificações capazes de permitir
ao egresso a gestão de processos de produção de bens e serviços resultantes da utilização de
tecnologias e o desenvolvimento de aptidões para a pesquisa tecnológica e para a disseminação
de conhecimentos tecnológicos. Assim, o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio da
Faculdade Sul Brasil busca formar um profissional capaz de atuar em toda a cadeia produtiva do
agronegócio, com uma visão empreendedora e utilizando-se da inovação tecnológica para o seu
desenvolvimento.
O Tecnólogo em Agronegócio terá uma formação teórico-prática que lhe possibilitará
compreender as cadeias agroindustriais de modo sistêmico, diagnosticando, reconhecendo e
prospectando possíveis cenários do agronegócio; planejando ações estratégicas para a solução de
problemas; liderando equipes com ética e valorização dos recursos humanos; gerenciando
empresas, seus recursos e fatores de produção; compreendendo a produção de alimentos como
um processo produtivo fundamental à sobrevivência humana e favorecendo a preservação
ambiental.
Ainda, no que regem a DCN´s os cursos de graduação em tecnologia deverão:
- Desenvolver competências profissionais tecnológicas para a gestão de processos de produção de
bens e serviços;
- Promover a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as mudanças nas condições
de trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de estudos em cursos de pós-graduação;
51
- Cultivar o pensamento reflexivo, a autonomia intelectual, a capacidade empreendedora e a
compreensão do processo tecnológico, em suas causas e efeitos, nas suas relações com o
desenvolvimento do espírito científico;
- Incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica, a criação artística e cultural e suas
respectivas aplicações no mundo do trabalho;
- Adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização permanente
dos cursos e seus currículos;
- Garantir a identidade do perfil profissional de conclusão de curso e da respectiva organização
curricular.
Este perfil se viabiliza em função da organização sistêmica da matriz curricular do curso
apoiada em módulos. As disciplinas do curso estão distribuídas nesses módulos de modo
sequencial e interdisciplinar garantindo que à medida que são implementadas, os alunos vão
adquirindo uma compreensão global do fenômeno em estudo.
Esta disposição curricular vai possibilitar que o aluno tenha sua formação caracterizada
por dois aspectos:
- atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos no campo da tecnologia de
informação para a construção de cenários decorrentes da introdução no agronegócio de inovações
tecnológicas dentro dos sistemas de produção, processamento e comercialização;
- atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos de gestão que fundamentem a
tomada de decisões.
a) Competências e habilidades a serem desenvolvidas
Decorrente do perfil pretendido para o Tecnólogo em Agronegócio formado pela
Faculdade Sul Brasil as competências ligadas direta ou indiretamente ao agronegócio, são:
- capacidade para identificar e compreender as variáveis intrínsecas e extrínsecas das
organizações e tomar decisões de acordo com os objetivos pretendidos;
- conhecimentos para identificar através da análise do ambiente, as oportunidades e
potencialidades para ações empreendedoras relacionadas ao agronegócio.
- capacidade para realizar estudos, pesquisas e interpretação, planejamento, implantação,
coordenação e controle de atividades com vistas ao desenvolvimento do agronegócio.
52
- atuar dentro de padrões éticos e morais, capazes de executar atividades específicas da
área de seu conhecimento dentro dos conceitos globais de produtividade e qualidade.
- atuar em organizações a montante e a jusante que são componentes de cadeias
agroindustriais inseridas em um delimitado agronegócio.
Assim, além dos aspectos já mencionados, deve se caracterizar, fundamentalmente, pela
manifestação da capacidade de análise crítica dos ambientes de negócios, habilidades políticas,
técnicas e comportamentais, visão estratégica e condições de filtrar e tratar as informações que o
auxiliarão na tomada de decisão, inerente ao seu dia-a-dia.
b) Competências específicas de cada módulo
Considerando o perfil do egresso almejado, adiante serão detalhadas as competências
específicas dos seis módulos da matriz curricular.
Competências do Módulo I – Básico em Agronegócio
- Reconhecer a existências de diferentes teorias no campo da gestão e que estas estruturam
diferentes modelos de gestão empresarial;
- Analisar e aplicar técnicas de gestão empresarial;
- Compreender os fundamentos da economia e seu impacto na gestão empresarial;
- Compreender o ambiente econômico e suas implicações nas empresas e no mercado do
agronegócio e saber e saber agir diante destas;
- Compreender os fundamentos do agronegócio e correlacioná-los com a realidade
econômica da região;
- Compreender os conceitos básicos relacionados à agricultura familiar e as condições e
contribuições deste setor para o desenvolvimento local e regional;
- Gerenciar, liderar e orientar as equipes de trabalho, com visão fundamentada dos
principais conceitos envolvidos na área de gestão de recursos humanos desenvolvimento de
pessoas.
53
Competências do Módulo II – Intermediário em Agronegócio
- Demonstrar capacidade de empregar os conhecimentos e as técnicas da comunicação
empresarial para melhorar o seu desempenho profissional e o de sua equipe de colaboradores;
- Promover a comunicação empresarial com resultados positivos para a empresa e para as
pessoas que nela atuam;
- Entender os vínculos do agronegócio brasileiro com a economia internacional e
decorrências para produtores e industriais brasileiros da área;
- Saber utilizar os conhecimentos, os recursos e as ferramentas da área de contabilidade,
tanto geral quanto rural para fundamentar as decisões a serem tomadas no campo da gestão do
agronegócio;
- Domínio e interpretação dos índices contábeis-financeiros visando à tomada de decisão;
- Compreender e empregar os conceitos relativos ao Direito Agrário e Ambiental em
empreendimentos de agricultura e pecuária;
- Conhecer as principais áreas do direito relacionadas às atividades de comercialização,
consumo, contratos comerciais, normas de higiene e segurança, questões tributárias e fiscais e de
trabalho;
- Compreender a importância dos conhecimentos e recursos da estatística para o exercício
profissional neste campo;
- Conhecer e ser capaz de colocar em prática programas de qualidade nos diferentes
segmentos de negócios relacionados ao agronegócio;
- Conhecer e implementar medidas que visem a segurança e a saúde no trabalho.
Competências do Módulo III – Gestão em Agronegócio
- Demonstrar visão ampla das cadeias produtivas no Agronegócio em nível nacional e
internacional, bem como a cooperação e a competição entre as empresas do ramo;
- Conhecer e dominar a legislação referente à tributação comercial e aos direitos do
consumidor;
- Conhecer e dominar técnicas e modelos para a definição de custos e preços;
54
- Conhecer teorias e técnicas de implementação de avaliação e diagnóstico de impacto
ambiental;
Competências do Módulo IV – Processos em Agronegócio
- Desenvolver ações e práticas que demonstrem o domínio dos conhecimentos de
marketing, como ferramenta auxiliar no bom desempenho empresarial.
- Elaborar e desenvolver planejamento das atividades de marketing da empresa onde atua;
- Analisar informações e indicadores financeiros, otimizando os impactos positivos na
gestão financeira da organização.
- Conhecer o mecanismo de funcionamento das estratégias e operações de
comercialização em Agronegócios e saber planejá-las, controlá-las e avaliá-las;
- Estabelecer processos logísticos que promovam o desenvolvimento da empresa com
vantagem em relação aos concorrentes;
- Utilizar meios e técnicas para movimentar a produção dos locais de origem até os centros
distribuidores e consumidores;
- Analisar e utilizar nas atividades práticas técnicas apropriadas para a gestão de estoques, a
armazenagem e conservação de produtos agropecuários;
Competências do Módulo V – Sistemas Integrados em Agronegócio
- Dominar os recursos e ferramentas do sistema de informações pertinentes à área de
agronegócios;
- Prospectar cenários de inovação na área do agronegócio e desenvolver projetos a partir
dos mesmos;
- Adotar o planejamento estratégico como modo de impulsionar o desenvolvimento da
empresa;
- Conhecer e analisar a viabilidade mercadológica e econômico-financeira e os riscos de um
projeto ou negócio para fundamentar as decisões administrativas;
- Empregar conhecimentos e técnicas de uso de Informações Geográficas e de
Sensoriamento Remoto em ações da área de agronegócios;
55
- Conhecer o instrumental analítico-metodológico das operações dos mercados futuros em
Agronegócio.
Competências do Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio
- Desenvolver e manter atitude empreendedora e proativa em relação à possibilidade de
desenvolvimento deste setor;
- Compreender as possibilidades das parcerias e alianças estratégicas e da cooperação para
o desenvolvimento do agronegócio;
- Compreender a importância da biotecnologia para o desenvolvimento de programas e
projetos no campo da agropecuária;
- Compreender os programas e ações integrantes das políticas públicas para o
desenvolvimento do setor.
Este é o conjunto de competências proposto para este projeto de formação profissional.
Mas é importante considerar, também, que um processo de formação, em qualquer área, é
dinâmico e está relacionado e se desenvolve a partir de muitos fatores, entre esses a experiência
profissional e a realidade de vida dos estudantes.
Nesse sentido, competências previstas poderão não se estruturar, todavia, em função das
circunstâncias, do modo como serão desenvolvidas as aulas, da personalidade do professor,
muitas outras competências, não previstas, poderão ser estruturadas. É interessante e necessário
que os projetos para implementação de cursos superiores contenham estas definições, mas é
também muito importante ter-se a clareza de que o processo educativo é constituído de uma
dimensão subjetiva, que decorre do modo de ser das pessoas envolvidas, os professores e os
alunos.
Ainda, segundo o Parecer CNE/CP 29/2002, é possível afirmar que alguém detém
competência profissional quando constitui, articula e mobiliza valores, conhecimentos e
habilidades para a resolução de problemas não só rotineiros, mas, também, inusitados no seu
campo de atuação profissional. Assim, as competências profissionais propostas para este curso
devem proporcionar condições de execução do trabalho, de modo que o profissional possa
manter-se em atividade produtiva e geradora de renda em contextos socioeconômicos cambiantes
e instáveis.
56
Os profissionais que atuam no agronegócio, assim como vários outros, aprendem com a
experiência a forma de resolver os problemas de rotina. Mas os melhores profissionais são
também capazes de responder racionalmente às mudanças e aos desafios do dia-a-dia. Para fazêlo são necessárias outras regras que vão além das regras práticas; é necessário perceber a razão do
comportamento da economia, da política, das empresas, dos negócios e do mundo do trabalho.
Em outras palavras, são necessários conhecimentos e teorias científicas sobre gestão, sobre
organização e desenvolvimento de projetos e programas do setor agropecuário, entre outros. Esta
formação que articula de modo equilibrado, teoria e prática, é a formação pretendida pelo curso;
sendo esta a expectativa desta instituição de ensino superior na implementação de Cursos
Superiores de Tecnologia com o perfil profissional acima descrito.
4.3.1 Representação Gráfica de um Perfil de Formação
Certificação Final conclusão dos Módulos I ao VI
Consultor em Cadeias Produtivas
Certificação Parcial dos Módulos I ao IV
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO DO TECNÓLOGO EM
AGRONEGÓCIO
Assessor em Agronegócio
57
Certificação Parcial dos Módulos I e II
58
4.3.2 Organização Curricular
A composição curricular do curso está organizada em módulos assim dispostos: Módulo
I- Básico em Agronegócio, Módulo II – Intermediário em Agronegócio, concedendo certificação
parcial de Assessor em Agronegócio; Módulo III – Gestão em Agronegócio, Módulo IV –
Processos em Agronegócio, concedendo certificação parcial de Consultor em Cadeias Produtivas,
Módulo V- Sistemas Integrados em Agronegócio e Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio,
concedendo certificação final de Tecnólogo em Agronegócio, se o aluno cumprir os seis
módulos, sem reprovação.
O artigo 5º da Resolução CNE/CP 29/2002 possibilita esta organização ao explicitar: “Os
Cursos Superiores de Tecnologia poderão ser organizados por módulos que correspondam a
qualificações profissionais identificáveis no mundo do trabalho”.
Nesse sentido, a proposta dos cursos de tecnologia desta instituição está de acordo com o
disposto na legislação vigente.
Entende-se que a estruturação da proposta, nestes moldes, permite o desenvolvimento dos
programas de modo sequencial e interdisciplinar possibilitando melhor aprendizagem pelos
alunos e aproximando as discussões feitas no decorrer do curso com a realidade vivenciada no
complexo agroindustrial e agronegócio.
A proposta articula os diferentes âmbitos da formação profissional tecnológica em
Agronegócio ao conter disciplinas/unidades curriculares que vão estruturar a formação básica em
Agronegócio, isto é propiciar ao acadêmico os conhecimentos fundamentais para o desempenho
profissional futuro.
As disciplinas ou unidades curriculares que possibilitam formação profissional do
Consultor em Cadeias Produtivas, ou seja, aqueles conhecimentos teórico-práticos para
desempenhar as tarefas centrais do setor, que são: planejamento, estratégia, marketing, serão
articulados sob diferentes cenários e ambientes organizacionais.
Este conjunto de disciplinas proporcionará o desenvolvimento de conhecimentos,
competências, habilidades e atitudes, bem como o domínio das diferentes formas de linguagem
pertinentes ao campo do agronegócio, que tornarão apto o futuro egresso a tomar decisões
acertadas, empregar soluções estratégicas competitivas e otimizar investimentos, visando a
sustentabilidade e o progresso da instituição que vier atuar.
59
A organização curricular visa à articulação dos saberes, a interação, a interdisciplinaridade
e a comunicação, o desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional, bem como a ideia
de formação continuada. Contudo, não são explicitadas em disciplinas /unidades curriculares,
porque o entendimento é de que estes temas são transversais a todo o processo de formação.
Podem ser vivenciadas pelos alunos e professores no interior de diferentes disciplinas/unidades
curriculares ou nas Atividades Integradoras Profissionalizantes, que são realizadas, palestras,
oficinas, visitas técnicas, viagens técnicas e semanas acadêmicas.
As discussões promovidas pela Coordenação do Curso, relativas ao Projeto Pedagógico
do Curso, a organização dos planos de ensino e a elaboração de projetos de extensão e pesquisa
são exemplos do espírito que deve nortear as ações de interação e do desenvolvimento da
autonomia intelectual e profissional.
A disciplinaridade proposta em cada módulo, por um lado, organiza o curso em uma
sequência lógica que viabiliza a aprendizagem dos conhecimentos contidos em cada uma.
Contudo, as disciplinas /unidades curriculares não são vistas de modo estanque e independentes
umas das outras. Por outro lado, as discussões entre os docentes do curso têm buscado estruturar
atividades que transcendam as disciplinas /unidades curriculares e possibilite uma compreensão
mais ampla de temáticas afins ao curso, o que pode levar as ações interdisciplinares. A
proposição é que um fato ou fenômeno seja abordado sob os olhares de diferentes ciências. As
Atividades Integradoras Profissionalizantes é um espaço privilegiado para o desenvolvimento de
atividades de natureza interdisciplinar.
4.3.3 Matriz Curricular
1° Período – Módulo I – Básico em Agronegócio
DISCIPLINAS
1. Introdução à Administração (TAG 101)
2. Fundamentos do Agronegócio (TAG 102)
3. Comunicação Empresarial (TAG 103)
4. Economia (TAG 104)
5. Matemática (TAG 105)
6. Gestão de Pessoas (TAG 106)
TOTAL
C/H
72
72
72
72
72
36
396
CRÉDITOS
04
04
04
04
04
02
22
60
2º Período – Módulo II – Intermediário em Agronegócio
DISCIPLINAS
7. Agronegócio e Agricultura Familiar (TAG 201)
8. Economia Internacional (TAG 202)
9. Contabilidade Geral (TAG 203)
10. Direito Empresarial (TAG 204)
11. Segurança no Trabalho (TAG 205)
12. Comportamento Humano (TAG 206)
13. Estatística Aplicada (TAG 207)
TOTAL
C/H
36
36
72
72
72
36
72
396
CRÉDITOS
02
02
04
04
04
02
04
22
DISCIPLINAS
14. Contabilidade Rural (TAG 301)
15. Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302)
16. Direito Agrário e Ambiental (TAG 303)
17. Gestão da Qualidade (TAG 304)
18. Gestão de Custos (TAG 305)
19. Gestão Ambiental (TAG 306)
TOTAL
C/H
72
72
72
36
72
72
396
CRÉDITOS
04
04
04
02
04
04
22
4º Período – Módulo IV – Processos em Agronegócio
DISCIPLINAS
20. Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG 401)
21. Marketing (TAG 402)
22. Matemática Financeira (TAG 403)
23. Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404)
24. Logística e Canais de Distribuição (TAG 405)
25. Gestão da Produção (TAG 406)
26. Gestão Financeira (TAG 407)
TOTAL
C/H
72
36
36
72
72
72
36
396
CRÉDITOS
04
02
02
04
04
04
02
22
C/H
72
72
CRÉDITOS
04
04
36
02
72
54
36
36
04
03
02
02
36
02
3º Período – Módulo III – Gestão em Agronegócio
5º Período – Módulo V – Sistemas Integrados em Agronegócio
DISCIPLINAS
27. Projeto Estratégico (TAG 501)
28. Tecnologia da Informação (TAG 502)
29. Sistemas de Informação Geográfico e Sensoriamento
Remoto (TAG 503)
30. Análise de Decisões e Administração de Riscos (TAG
504)
31. Mercados Futuros e Opções Agropecuárias (TAG 505)
32. Estratégias de Comercialização (TAG 506)
33. Ética e Responsabilidade Social (TAG 507)
34. Atividades Integradoras Profissionalizantes I (TAG
508)
61
TOTAL
6° Período – Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio
DISCIPLINAS
35. Identidade Preservada e o Agronegócio: Biotecnologia,
Qualidade e Rastreabilidade (TAG 601)
36. Inovação Tecnológica (TAG 602)
37. Associativismo, Cooperativismo e Alianças
Estratégicas (TAG 603)
38. Projetos em Agronegócios (TAG 604)
39. Políticas Públicas, Desenvolvimento e Extensão Rural
(TAG 605)
40. Tópicos Avançados no Agronegócio (TAG 606)
41. Atividades Integradoras Profissionalizantes II (TAG
607)
42. Eletivas:
TAG01: Libras
TAG02: Empreendedorismo
TAG03: Pesquisa Operacional
TAG04: Sistema de Criação
TOTAL
414
23
C/H
CRÉDITOS
36
36
02
02
72
54
04
03
72
72
04
04
36
36
02
02
414
23
Resumo Demonstrativo da Carga Horária por Módulos
MÓDULOS
C/H
CRÉDITOS
Módulo I – Básico em Agronegócio
396
22
Módulo II – Intermediário em Agronegócio
396
22
Módulo III – Gestão em Agronegócio
396
22
Módulo IV – Processos em Agronegócio
396
22
Módulo V – Sistemas Integrados em Agronegócio
414
23
Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio
414
23
TOTAL
2.412(*)
134
(*) Além desta carga horária de 2.412 horas, os acadêmicos deverão, ao longo do curso,
integralizar, no mínimo, sessenta horas de atividades complementares, o que eleva a carga horária
total do curso para 2.472 horas.
4.3.4 Semestralização Curricular
Observar o descrito na seção 4.3.3
62
4.3.5 Ementário e Bibliografia
Módulo I – Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos
01 - INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO (TAG 101)
Ementa
Definição de administração. Estudo das teorias da administração, suas escolas, sua evolução,
contextualização e aplicabilidade nas organizações. As funções da administração e o processo
administrativo. As teorias da administração em uma abordagem integrada. Novas abordagens da
administração. A administração no novo contexto organizacional. A administração e a
globalização. As técnicas administrativas. As funções da administração. A administração
empreendedora. A administração virtual. Os paradigmas da administração. As teorias da
administração e a prática da administração.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria geral da administração. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus,
2001.
KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1995
Bibliografia Complementar
FERREIRA, Ademir Antonio et al. Gestão empresarial – de Taylor aos nossos dias: evolução
e tendências da moderna administração de empresas. São Paulo: Pioneira, 2001.
MAXIMIANO, Antônio C.A. Teoria geral da administração: da escola científica à
competitividade em economia globalizada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
RIBEIRO, Antonio de Lima. Teorias da administração. São Paulo: Saraiva, 2003.
ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2002.
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira. 2001.
02 - FUNDAMENTOS DO AGRONEGÓCIO (TAG 102)
Ementa
Conceito e importância do agronegócio. O novo padrão agrícola brasileiro. O complexo rural aos
complexos agroindustriais. A nova segmentação da agricultura. A contextualização do
agronegócio brasileiro. Arranjos produtivos locacionais. Coordenação das cadeias produtivas.
Panorama do agronegócio nacional, estadual e regional. Políticas públicas no agronegócio.
Expectativas futuras para o agronegócio brasileiro.
63
Bibliografia Básica
ARAÚJO, Massilon. Fundamentos de agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
NEVES, Marcos Fava. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005.
Bibliografia Complementar
BATALHA, Mario Otávio. Gestão do agronegócio: São Carlos: EduFScar, 2005.
NEVES, Marcos Fava (Coord.). Agronegócios e desenvolvimento sustentável: uma agenda para
a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia.. São Paulo: Atlas, 2007.
CALLADO, Antônio A. C. Agronegócio. São Paulo Atlas, 2006.
ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos (Coords.). Agronegócio: gestão e
inovação. São Paulo: Saraiva, 2006.
ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & gestão dos negócios agroalimentares. São
Paulo: Pioneira, 2000.
03 - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL (TAG 103)
Ementa
A importância da comunicação para o profissional de agronegócios nas organizações. Funções da
linguagem. A comunicação verbal, não verbal e a linguagem corporal. Oratória: expressão e
postura. Regionalismos na comunicação: as variantes e os dialetos. A comunicação escrita - os
fatores de coerência e coesão nos diferentes tipos de textos. A função dos operadores
argumentativos na comunicação oral e escrita. Leitura, análise e produção de múltiplos textos.
Atualização gramatical. Produção de textos técnicos aplicados à área de agronegócios.
Bibliografia Básica
FIORIN, J. F.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 16. ed. São Paulo:
Ática 2001.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a
pensar. 19. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000.
NASSAR, Paulo. O que é comunicação empresarial. São Paulo: Brasiliense, 1995.
Bibliografia Complementar
BECHARA, E. Ensino da gramática. Opressão? Liberdade? São Paulo: Ática, 1999.
KASPARY, Adalberto J. Português para profissionais: atuais e futuros. 21. ed. Porto Alegre:
Edita, 2001.
MARTINS, Dileta S. ZILBERKNOP, Lúbia. Português instrumental. 21. ed. Porto Alegre:
Sagra Luzzatto, 2000.
MCKENNA, Colleen. Como se comunicar com sucesso. São Paulo: Market Books, 1999.
64
OLIVEIRA, José Paulo M.; MATTA, Carlos A. P. Como escrever melhor. São Paulo: Publi
Folha, 2000.
04 - ECONOMIA (TAG 104)
Ementa
Definições, objetos, metodologia e leis da ciência econômica. Conceitos fundamentais. O sistema
econômico. As estruturas de mercado. Os recursos econômicos e o processo de produção. A
formação de preços. Introdução a microeconomia. Princípios da oferta e demanda. Teoria do
Consumidor. Teoria da firma. Introdução à macroeconomia. Introdução à economia brasileira.
Bibliografia Básica
FURTADO, C. Síntese da economia brasileira. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
Científicos, 2000.
PINHO, Diva Benevides, VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GREMAUD,
Amaury Patrick et. al. Manual de economia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
TROSTER, R. L.; MOCHÓN, Francisco. Introdução à economia. São Paulo: Makron Books,
1999.
Bibliografia Complementar
PEREIRA, B. L. C. Crise econômica e reforma do estado no Brasil: para uma nova
interpretação da América Latina. São Paulo: Editora 34, 1996.
BRUM, A. J. O desenvolvimento econômico brasileiro. 21. ed. Ijuí: Unijuí, 2000.
LACERDA. A. C. Economia brasileira. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
VASCONCELLOS, M. A. S. de. Fundamentos de economia. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
05 - MATEMÁTICA (TAG 105)
Ementa
Equações de primeiro grau. Equações de segundo grau. Sistemas de equações de primeiro grau.
Potências e raízes. Progressões Aritmética e Geométrica. Conjuntos e suas operações. Funções e
suas aplicações.
Bibliografia Básica
FARIA, Rogério G. de. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo. Pearson
Education do Brasil, 2000.
LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra,
1988.
MORETTIN, P. A.; HAZZAN, S.; BUSSAB, W. O. Cálculo: funções de uma e várias variáveis.
São Paulo: Saraiva, 2003.
65
Bibliografia Complementar
CHIANG, Alpha C. Matemática para economistas. São Paulo: Makron Books, 1982.
GOLDSTEIN, Larry J. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. 8. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2000.
PAIVA, Manoel. Matemática - volume único. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2003.
SILVA, S. M. da. Matemática: para os cursos de economia, administração e ciências contábeis.
5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo: Habra, 2001.
06 - GESTÃO DE PESSOAS (TAG 106)
Ementa
O conceito da gestão de pessoas. O contexto da gestão de pessoas. Objetivos da gestão de
pessoas. Evolução dos conceitos na gestão de recursos humanos. A visão moderna da gestão de
pessoas. A estrutura e os processos da área de gestão de pessoas. As tendências na área de gestão
de pessoas.
Bibliografia Básica
CHIAVENTATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1999.
FISCHER, André Luiz. Gestão de pessoas: práticas modernas e transformação nas organizações.
São Paulo: Atlas, 2010.
LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. Edição compacta. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
DUTRA, Joel Souza. (Org.) Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas.
São Paulo: Atlas, 2002.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico.
14. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
PONTES, B. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. 4. ed. São Paulo: LTR, 2004.
SNELL, Scott. Administração de recursos humanos. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
Módulo II – Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos
07- AGRONEGÓCIO E AGRICULTURA FAMILIAR (TAG 201)
Ementa
O agronegócio e a Agricultura Familiar. Modernização agropecuária. Transformação do meio
rural. Agricultura familiar. Agricultura ecológica. Análise de modelos de desenvolvimento
agrícola de outros países. Política brasileira de Vargas à atualidade. Estrutura fundiária. A
propriedade da terra e as peculiaridades da produção agrícola. Modelos de desenvolvimento
66
agrícola. Modelos teóricos da relação agronegócio e agricultura familiar. O papel da agricultura
familiar e do agronegócio no desenvolvimento econômico brasileiro e o suprimento dos
complexos agroindustriais. Política agrícola e os Instrumentos utilizados.
Bibliografia Básica
ARAÚJO. Massilon. Fundamentos de agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005.
NEVES, Marcos Fava. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005.
ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & gestão dos negócios agroalimentares. São
Paulo: Pioneira, 2005.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Luciano Medici. Manual de administração rural: custos de produção. 3. ed.
Guaíba: Agropecuária, 1999.
CALLADO, Antônio A. C. Agronegócio. São Paulo Atlas, 2006.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
NEVES, Marcos F., ZYLBERSZTAJN, Décio; MARZABAL E. Agronegócio do Brasil. São
Paulo: Saraiva, 2005.
SILVA, Roni Antonio Garcia da. Administração rural: teoria e prática. 2. ed. Curitiba: Juruá,
2009.
08 - ECONOMIA INTERNACIONAL (TAG 202)
Ementa
A análise das determinantes do comércio internacional, do comportamento do sistema financeiro
internacional, o equilíbrio internacional de pagamentos e os mecanismos de estabilidade e
expansão da economia internacional. Ênfase especial será dada às políticas do comércio exterior,
ligadas ao agronegócio, por parte dos países desenvolvidos e dos países em via de
desenvolvimento.
Bibliografia Básica
MAGNOLI. Demétrio. Globalização: estado nacional e espaço mundial. São Paulo: Moderna,
1997.
MAIA, Jaime de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 9. ed. São Paulo: Atlas,
2004.
KRUGMAN, P. R.; OBSTEFELD, M. Economia internacional – teoria e prática. 5. ed. São
Paulo: Makron Books, 2001.
Bibliografia Complementar
BARROSO, João Rodrigues (Coord.). Globalização e identidade nacional. São Paulo: Atlas,
1999.
BARBOSA, R. América Latina em perspectiva. São Paulo: Aduaneiras, 1991.
67
CARVALHO, Maria Auxiliadora de. Economia internacional. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
LUZ, Rodrigo. Comércio internacional e legislação aduaneira. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
MINERVINI, Nicola. O exportador: ferramentas para atuar com sucesso nos mercados
internacionais. 4. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2005.
09 - CONTABILIDADE GERAL (TAG 203)
Ementa
Os objetivos da contabilidade. Evolução da contabilidade. Princípios contábeis. Contabilidade e o
patrimônio da empresa. Balanço patrimonial: uma introdução e grupo de contas. Variações
patrimoniais. Lançamentos contábeis: comerciais e financeiros. Ciclo contábil e levantamento das
demonstrações financeiras. Análise de demonstrações contábeis: Introdução. Aplicabilidade do
fluxo de caixa como ferramenta administrativa.
Bibliografia Básica
IUDICIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para não contadores.
São Paulo: Atlas, 1999.
IUDÍCIBUS, Sergio de; MARION, Jose Carlos; FARIA, Ana Cristina. Introdução à teoria da
contabilidade para o nível de graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SÁ, Antônio Lopes de. Prática e teoria da contabilidade geral. Curitiba: Juruá, 2009.
Bibliografia Complementar
HOSS, Osni. Contabilidade: ensino e decisão. São Paulo: Atlas, 2008.
IUDICIBUS, Sérgio. Contabilidade introdutória. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil.
3. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica fácil. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
10 - DIREITO EMPRESARIAL (TAG 204)
Ementa
Normas e princípios fundamentais relativos ao Direito Comercial Brasileiro. Estudo dos
principais aspectos da atividade empresarial e das obrigações e prerrogativas dos que a exercem.
Títulos de crédito: Letra de Câmbio, Nota Promissória, Cheque, Duplicata, etc. Contrato
individual de trabalho. Remuneração. Salários. Previdência social. Direito falimentar.
Concordatas. Direito do Trabalho.
Bibliografia Básica
CAMILO, Carlos Eduardo. Direito de empresas. São Paulo: RT, 2008.
COMPARATO, F. K. Direito empresarial. São Paulo: Saraiva, 1995.
68
FAZZIO, Júnior Waldo. Fundamentos de direito comercial: empresário, sociedade empresária,
títulos de crédito. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
BULGARELLI, Waldirio. Contratos mercantis: abrangem os diversos tipos de contratos
inclusive as novas figuras contratuais. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2001
COELHO, Fabio Ulhoa. Manual de direito comercial. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
GOMES, Fábio Bellote. Manual de direito comercial. Barueri, SP: Manole, 2003.
MARTINS, Fran. Curso de direito comercial: empresa comercial, empresários individuais,
microempresas, sociedades comerciais, fundo de comércio. Rio de Janeiro: Forense, 2005.
REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. V. 1. 25. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
11- SEGURANÇA NO TRABALHO (TAG 205)
Ementa
A evolução e importância da saúde e segurança do trabalho no contexto empresarial brasileiro,
seus aspectos humanos, sociais e econômicos. Normatização e legislação. Ferramentas de gestão
do ambiente físico: PPRA, Mapa de Riscos, PCMSO, PPP, EPC, EPI, SESMT, CIPA, ISO
18000, entre outros. Primeiros Socorros.
Bibliografia Básica
BARBOSA FILHO, Antonio Nunes. Segurança do trabalho & gestão ambiental. São Paulo:
Atlas, 2001.
MENDES, Jussara Maria Rosa. O verso e o anverso de uma história: o acidente e a morte no
trabalho. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003.
TAVARES, José da Cunha. Tópicos de administração aplicados à segurança do trabalho. 11.
ed. São Paulo: SENAC, 2012.
Bibliografia Complementar
CARDELLA. Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes. São Paulo: Atlas,
1999 .
CHANLAT, Jean-Francoise. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas Vol. I. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 1996.
DARSES, Maurice de Montmollin Françoise. A ergonomia. 2. ed. Lisboa: Instituto Piaget,
2011.
MARTINS, Sergio Pinto. A terceirização e o direito do trabalho. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000
PEREIRA, Alexandre Demetrius. Tratado de segurança e saúde ocupacional: aspectos
técnicos e jurídicos, v. III : NR-13 a NR-15. São Paulo: LTr, 2005.
12 - COMPORTAMENTO HUMANO (TAG 206)
Ementa
69
Conceito de psicologia e Comportamento humano. Psicologia como ciência. Adaptação do
homem ao trabalho. O estudo da personalidade. Aspectos motivacionais no trabalho. Teorias da
Motivação. Liderança e Poder. O relacionamento humano na empresa. As relações humanas à luz
da comunicação interpessoal. O indivíduo. O grupo humano. As organizações. O trabalho. Os
homens na organização e os problemas com os recursos humanos. A psicologia do trabalho
humano. Aspectos psicológicos das atividades ligadas ao agronegócio.
Bibliografia Básica
FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 2000.
LUZ, Ricardo. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003.
NEWSTRON, John W. Comportamento organizacional: o comportamento humano no
trabalho. 12. ed. São Paulo: MCGraw-Hill, 2008.
Bibliografia Complementar
AGUIAR, Maria A. F. de. Psicologia aplicada à administração: globalização, pensamento
complexo, teoria crítica e a questão ética nas organizações. 2. ed. São Paulo: Excellus, 2000.
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresas. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 1982.
MINICUCCI, Agostinho. Psicologia aplicada à administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 8. ed. Rio de
Janeiro: José Olympio, 1998.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
13 - ESTATÍSTICA APLICADA (TAG 207)
Ementa
Arredondamento de acordo com a precisão desejada. Séries estatísticas. Preparação de dados para
análise estatística. Representação e interpretação gráfica. Medidas Estatísticas. Separatrizes
Assimetria e curtose. Probabilidade e valor esperado. Distribuição normal e intervalos de
confiança. Regressões e correlações Modelos temporais de previsão. Testes de hipóteses sobre as
provas paramétricas e não paramétricas aplicáveis à pesquisa de campo da Administração.
Aplicação de software com uso do computador.
Bibliografia Básica
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 1996.
MORETTIN, L.G. Estatística básica – probabilidade. 7. ed. v.1. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 1999.
Bibliografia Complementar
70
BRAULE, Ricardo. Estatística aplicada com excel: para cursos de Administração e Economia.
Rio de Janeiro: Campus, 2001.
KAZMIER, L.J. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: Pearson
Markron Books, 1982.
NAZARETH, Helenalda. Curso básico de estatística. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999.
OLIVEIRA, Francisco Estevam. Estatística e probabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
STEVENSON, Willian J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1986.
Módulo III– Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos
14 - CONTABILIDADE RURAL (TAG 301)
Ementa
Contabilidade na Agropecuária: fluxo contábil na região agrícola. Depreciação, amortização e
exaustão. Novos projetos agropecuários e os gastos de melhoria. Contabilidade da pecuária:
conceitos básicos de agricultura e pecuária. Sistema de custos. Contabilidade de animais difíceis
de ser inventariados. Sociedade e tributos em agribusiness. Controladoria, gestão empresarial e
indicador de eficiência em agribusiness.
Bibliografia Básica
ANTUNES, Luciano M. Manual de administração rural: custos de produção. 3. ed. Guaíba,
RS: Agropecuária, 1999.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2005.
MARION, José Carlos. Contabilidade rural. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
IUDICIBUS, Sérgio, MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para não contadores.
São Paulo: Atlas, 1999.
MARION, José Carlos. Contabilidade da pecuária. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil.
3. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
SILVA, Roni Antonio Garcia da. Administração Rural: teoria e prática. 2. ed. Curitiba, PR:
Juruá, 2009.
15 - CADEIAS PRODUTIVAS NO AGRONEGÓCIO I (TAG 302)
Ementa
Visão sistêmica das cadeias agroindustriais. Abordagens de análise das cadeias: Commodity
System Approach (CSA); Filière (descrição técnico-econômica), Cadeia de Produção, Complexos
71
Agroindustriais, Clusters, Cadeia de Suprimentos, etc. Alianças e/ou redes de relacionamento
interorganizacional. Sistemas Integrados.
Bibliografia Básica
BALLOU, Ronald. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/Logística empresarial. 5. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2006.
BATALHA, Mário Otávio (Coord). Gestão agroindustrial. Vol 1. São Paulo: Atlas, 1997.
NUNES, Eduardo Pereira; CONTINI, Elísio. Complexo agroindustrial brasileiro:
caracterização e dimensionamento. Brasília: ABAG, 2001.
Bibliografia Complementar
CHING, HonfYuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supply chain: São
Paulo. Atlas, 2008.
CHOPRA, Sunil. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Estratégia, planejamento e
operação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.
CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias
para a redução de custos e melhoria de serviços. São Paulo. Pioneira, 1997.
FIGUEIREDO, Kleber Fossati. FLEURY, Paulo F. WANKE, Peter. Logística e gerenciamento
da cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo:
Atlas, 2009.
GOMES, Carlos Francisco Simões. RIBEIRO, Priscilla Cristina Cabral. Gestão da cadeia de
suprimentos: integrada à tecnologia da informação. São Paulo: Thomson Learning, 2004.
16 - DIREITO AGRÁRIO E AMBIENTAL (TAG 303)
Ementa
Institutos Básicos do Direito Agrário Brasileiro. Reforma Agrária. Desapropriação. Usucapião
Especial. Contratos Agrários. Previdência Social Rural. Direito Ambiental: Conceito e Princípios;
Política Nacional do Meio Ambiente: Objeto, diretrizes e instrumentos; A responsabilidade por
danos Ambientais; Meios Processuais de Proteção Ambiental.
Bibliografia Básica
ANTUNES, Paulo de Bessa. Manual de direito ambiental. 2. ed. São Paulo: Lúmen Júris, 2008.
MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. 6. ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2009.
SIRVINSKAS, Luis Paulo. Manual de direito ambiental. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
Bibliografia Complementar
BULGARELLI, Waldirio. Contratos mercantis: abrange os tipos de contratos inclusive as
novas figuras contratuais. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
FRANCO, O. J. G. Direito ambiental e matas ciliares: conteúdo jurídico e biodiversidade.
Curitiba: Juruá Editora. 2009.
72
FREITAS, Vladimir Passos de. Direito administrativo e meio ambiente. 3. ed. Curitiba: Juruá,
2002.
NETO, Alexandre Shigunov. Fundamentos da gestão ambiental. Rio de Janeiro: Editora
Ciência Moderna Ltda, 2009.
RIOS, Aurélio Virgílio Veiga (org.). O direito e o desenvolvimento sustentável: curso de
direito ambiental. São Paulo: Peirópolis; Brasília, DF: IEB – Instituto Internacioanal de Educação
no Brasil, 2005.
17 - GESTÃO DA QUALIDADE (TAG 304)
Ementa
Introdução ao conceito de controle da qualidade nos processos administrativos. Certificações
ISO. Ferramentas da Qualidade. Novas tendências para a Gestão da Qualidade. Programas e
projetos de preservação do ambiente. Programa qualidade aplicados ao agronegócio.
Bibliografia Básica
BRAVO, I. Gestão de qualidade em tempos de mudança. Campinas: Alinea, 2010.
OLIVEIRA, Antonio J. (Org). Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira,
2004.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Vicente F. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. Belo Horizonte:
INDG, 2004.
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da qualidade ISO 9001: 2000: princípios e
requisitos. São Paulo: Atlas, 2008.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade, princípios, métodos e
processos. São Paulo: Atlas, 2008.
SCHOLTES, Peter R. Times da qualidade: como usar equipes para melhorar a qualidade. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2002.
WHITELEY, Richard. A empresa totalmente voltada para o cliente: do planejamento à ação.
Rio de Janeiro: Campus, 1992.
18 - GESTÃO DE CUSTOS (TAG 305)
Ementa
Introdução a gestão de custos: Conceitos básicos; A contabilidade de custos, a contabilidade
financeira e a contabilidade gerencial; Terminologia Contábil e Implantação de Sistemas de
Custeio; Fluxo operacional e sistêmico de custos; Visão sistêmica de custos; Critério do Custeio
Variável e Custos para decisão; Custo fixo e margem de contribuição, custeio variável.
Bibliografia Básica
73
LEONE, George Sebastião Guerra. Curso de contabilidade de custos. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2000.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 7. ed. Atlas, 2000.
SANTOS, Gilberto J. dos; MARION, José C., SEGATTI, Sônia. Administração de custos na
agropecuária. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
IUDÍCIBUS, Sergio de. Contabilidade gerencial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
LEONE, Sebastião G. Custos, planejamento, implantação e controle. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2000.
MATZ, A. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1973.
VICECONTI, Paulo E. V. Contabilidade de custos: um enfoque direto e objetivo. 5. ed. São
Paulo: Frase Editora, 1998.
19 - GESTÃO AMBIENTAL (TAG 306)
Ementa
Histórico e conceitos de Gestão Ambiental. Consequências ambientais do desenvolvimento. A
crise de percepção. Sistema de gerenciamento ambiental. Gestão ambiental no sistema
agroindustrial. Qualidade ambiental: desempenho ambiental das organizações; ISO 14.000; Selo
Verde; Marketing Verde; Certificados de origem. Conceitos e classificação de resíduos e
poluição. Oportunidades de Negócios Verdes. Produtos orgânicos. Métodos e processos de
diagnóstico ambiental. Tratamento de resíduos. Políticas e legislação ambiental. Avaliação de
impactos ambientais na agroindústria. Fontes alternativas de energia na agricultura e
agroindústria. Produção limpa: processos limpos e competitividade.
Bibliografia Básica
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GRAYSON, David. Compromisso social e gestão empresarial. São Paulo: Publifolha, 2002.
WISSMANN, Martin Airton. Responsabilidade social & balanço social. Cascavel: Ed. Univel,
2007.
Bibliografia Complementar
ASHLEY, Patricia Almeida. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva,
2002.
BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
BARBOSA FILHO, Antonio Nunes. Segurança do trabalho & gestão ambiental. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
MOURA, Luiz Antônio Abdalla de. Qualidade e gestão ambiental. 3. ed. São Paulo: Oliveira
Mendes, 2002.
SHIGUNOV NETO, Alexandre. Fundamentos da gestão ambiental. Rio de Janeiro: Moderna,
2009.
74
Módulo IV– Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos
20 - CADEIAS PRODUTIVAS NO AGRONEGÓCIO II (TAG 401)
Ementa
Modelagem e mapeamento das principais cadeias produtivas regionais e brasileiras. Análise
sistêmica das cadeias produtivas e seus modelos de gestão. Estudo da gestão estratégica das
cadeias produtivas, Alianças Estratégicas, Clusters, Redes de Empresas, ECR – Resposta
Eficiente ao Consumidor. Estudo aplicado das principais cadeias agroindústrias – carnes, leite e
derivados e grãos.
Bibliografia Básica
ARAÚJO. Massilon. Fundamentos de agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005.
NEVES, Marcos Fava. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2006.
ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & gestão dos negócios agroalimentares. São
Paulo: Pioneira, 2000.
Bibliografia Complementar
CALLADO, Antônio A. C. Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005.
CASAROTTO FILHO, Nelson; PIRES, Luis Henrique. Redes de pequenas e médias empresas
e desenvolvimento local: estratégias para a conquista da competitividade global com base na
experiência italiana. São Paulo: Atlas, 1998.
CERTO, Samuel C. et. al. Administração estratégica: planejamento e implantação da
estratégia. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
NUNES, Eduardo Pereira. Complexo agroindustrial brasileiro: caracterização e
dimensionamento. Brasília: Associação Brasileira de Agribusiness, ABAG, 2001.
21 - MARKETING (TAG 402)
Ementa
Marketing no agronegócio. Administração de Marketing e processo decisório em organizações
voltadas ao agronegócio. Modelo de planejamento sistêmico em agronegócio. Tecnologia de
marketing no agronegócio. Marketing de insumos, serviços e bens de produção para a
agropecuária. Questões de marketing agrícola. Marketing agroindustrial. Visão estratégica do
marketing no agronegócio.
Bibliografia Básica
MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing – uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2001.
75
NEVES, Marcos F., THOMÉ, E.; CASTRO, Luciano. Marketing e estratégia em agronegócios
e alimentos. São Paulo: Atlas, 2003.
ZILBERSZTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia e gestão dos negócios agroalimentares:
indústria de alimentos, indústria de insumos, produção agropecuária e distribuição. São Paulo:
Pioneira, 2000.
Bibliografia Complementar
BATALHA, Mário Otávio (Coord.). Gestão agroindustrial. Vol. 1. São Paulo: Atlas, 1997.
COBRA, Marcos. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
KOTLER, Philip. Administração de marketing: a edição do novo milênio. 10. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2000.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 1997.
MEGIDO, Jose L. T.; XAVIER, Coriolano. Marketing & agribusiness. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2003.
22 - MATEMÁTICA FINANCEIRA (TAG 403)
Ementa
Razões e proporções; grandezas proporcionais; porcentagem; operações sobre mercadorias;
correção monetária e câmbio; depreciação; progressões aritméticas; juros simples; descontos
simples; progressões geométricas; equivalência de taxas; equivalência de capitais; juros
compostos.
Bibliografia Básica
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 5. ed. São Paulo. Atlas.
2000.
FARIA, Rogério Gomes. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo. Pearson
Education do Brasil, 2000.
VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática financeira. 7. ed. São Paul: Atlas. 2000.
Bibliografia Complementar
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Matemática financeira: com HP-12C e Excel. São
Paulo: Atlas. 2002.
BRAGA, R. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1995.
GITMANN, L. J. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2010.
PAIVA, Manuel. Matemática. São Paulo: Moderna, 2000.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira: aplicações à análise de investimentos. 3.
ed. São Paulo: Prentice-Hall. 2002.
23 - GESTÃO DE ESTOQUES E ARMAZENAGEM (TAG 404)
76
Ementa
Gestão de Estoques o Agronegócio; Evolução histórica da gestão de estoques no agronegócio
brasileiro. Políticas Públicas de gestão de estoques e armazenagem de grãos. técnicas de gestão
de estoques, tais como ponto de pedido, lotes de compra, estoque de segurança, rotatividade de
estoques, armazenagem, embalagem, inventário, movimentação, transporte , e administração de
compras e negociação com fornecedores. Formas de armazenagem; Tipos de construções; formas
de estocagem na propriedade rural, nas cooperativas e nas agroindústrias processadoras. Fluxos
de escoamento da produção e armazenagem. Análise de viabilidade econômica e financeira de
estoques e armazenagem de produtos agroindustriais; Administração e gestão de estoques;
Terceirização de armazenagem.
Bibliografia Básica
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e
distribuição física. São Paulo: Atlas, 2011.
BOWERSOX, D.J.; CLOSS, D.J. Logística empresarial – o processo de integração da cadeia de
suprimento. São Paulo: Atlas, 2010.
CHOPRA, Sunil. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e
operação. São Paulo: Prenticed Pearson Prentice Hall, 2003.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, A.C. e NOVAES, A.G. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. 3.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
MARTINS, Petrônio Garcia. Administração de materiais e recursos patrimoniais. São Paulo:
Saraiva, 2002.
POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem
logística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
WANKE, P. Gestão de estoques na cadeia de suprimentos: decisões e modelos quantitativos.
São Paulo: Atlas, 2011.
24 - LOGÍSTICA E CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO (TAG 405)
Ementa
A logística de distribuição no seu aspecto posterior à produção: itens de locomoção e utilização
de bens e serviços. Custos da logística de distribuição: análise de “trade-off’s” entre modelos de
transporte e sistemas de redes.
Bibliografia Básica
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e
distribuição física. São Paulo: Atlas, 2011.
77
CAIXETA-FILHO, José Vicente. Gestão logística do transporte de cargas. São Paulo: Atlas,
2010.
NOVAES A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e
avaliação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
Bibliografia Complementar
BALLOU, R. H. Logística empresarial. São Paulo: Atlas, 2011.
CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada – Supllychain. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2008.
CHRISTOPHER, M. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias para
redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira, 2002.
POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem
logística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010
VALENTE, A. M., PASSAGLIA E.; NOVAES, A. G. Gerenciamento de transporte e frota. 2.
ed. São Paulo: Pioneira, 2011.
25 - GESTÃO DA PRODUÇÃO (TAG 406)
Ementa
Fundamentos da Administração da produção. Estratégias em Produção. Produtos e Serviços.
Análise e Processos em Manufatura e Serviços. Capacidade. Just in Time. Layout e localização de
Instalações. Planejamento e Controle da Produção. Filas de Espera. Controle de qualidade.
Ergonomia. Estratégias de Produção.
Bibliografia Básica
DAVIS, Mark M. Fundamentos da administração da produção. 3. ed. Porto Alegre:
Bookmann Editora, 2001.
MARTINS, Petrônio Garcia. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2003.
SLACK, Nigel. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento pelas diretrizes: o que todo membro da alta
administração precisa saber para entrar no terceiro milênio. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2002.
MOREIRA, Daniel A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 1999.
OHNO, Taiichi. O sistema Toyota de produção: além da produção em larga escala. Porto
Alegre: Bookman, 1997.
SHINGO, Shigeo. O sistema Toyota de produção: do ponto de vista da engenharia de
produção. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1996.
TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
26 - GESTÃO FINANCEIRA (TAG 407)
Ementa
78
Gestão Financeira, Análise de Resultados: Análise Econômica e Financeira. Levantamento de
Custos fixos e variáveis, Margem Bruta, Rentabilidade, Lucratividade, Margem de Contribuição,
Capacidade de Investimento, Taxa de Retorno sobre o Investimento, Giro de Investimento, Índice
de liquidez. Análise de crédito e financiamento, Processos de Crédito e Financiamento, Proposta
de Crédito e Financiamento, Análise Econômica e Financeira, Fluxo de Caixa e deterioração de
créditos, Gerenciamento de crédito.
Bibliografia Básica
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2000.
BRAGA, R. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1995.
GITMAN, Lawrence. Princípios de administração financeira. 7. ed. São Paulo: Harbra, 2002.
Bibliografia Complementar
HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2003.
KASSAI, José Roberto. Retorno de investimento: abordagens matemática e contábil do lucro
empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
ROSS, Stephen A. Princípios de administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
SILVA, José Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. 6. ed. São Paulo, Atlas, 2008.
SOUZA, Alceu. CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos. 3 ed.
São Paulo: Atlas, 1999.
Módulo V– Carga horária total – 414 h/a – 23 créditos
27 - PROJETO ESTRATÉGICO (TAG 501)
Ementa
Projeto e processo de planejamento. Estrutura e etapas de um projeto. Oportunidades de
investimento. Técnicas quantitativas de projeção. Teoria da localização. Método dos orçamentos
comparados. Investimento e financiamento de projetos em agronegócio. Critérios quantitativos de
seleção de alternativas. Risco e incerteza. Enfoque sistêmico para analisar o agronegócio.
Estratégia e competitividade: conceitos básicos. Administração estratégica e competitividade em
agronegócios. Parcerias. Alianças estratégicas. Fronteiras da eficiência. Terceirizações. Fusões e
aquisições. Estratégia e vantagem competitiva. Joint ventures. Cluster.
Bibliografia Básica
COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, 2003.
FISCHMANN, Adalberto A. ALMEIDA, Martinho Isnard R. Planejamento estratégico na
prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1991.
KAPLAN, Robert S. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
79
Bibliografia Complementar
BETHLEM, Agrícola de Souza. Gestão de negócios: uma abordagem brasileira. Rio de Janeiro:
Campus, 1999.
CERTO, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implantação de estratégias.
3.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010.
MINTZBERG, H; AHLSTRAND, B; LAMPEL J. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do
planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000.
OLIVEIRA, Djalma P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas. 15ed.
São Paulo: Atlas, 2004.
ROTONDARO, Roberto G. Seis sigmas: estratégia gerencial para a melhoria de processos,
produtos e serviços. São Paulo: Atlas, 2002.
28 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TAG 502)
Ementa
Teorias sobre sistemas, informações e gerência. Elementos de Sistemas. Informação. Papel do
gerente. Sistemas formais e informais. Automação de escritório e groupware. Planejamento de
sistemas de informações. Comércio eletrônico. Sistemas de apoio à decisão. Vantagem
estratégica em sistemas de informação para operações de empresas agroindústrias. Uso
estratégico da tecnologia da informação. Administração estratégica informação no agronegócio.
Bibliografia Básica
HUNTER, Richard. O verdadeiro valor de TI: Como transformar TI de um centro de custos em
um centro de valor e competitividade. São Paulo: Makron Books, 2011.
LAUDON, Kenneth C. Sistemas de informação com Internet. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1999.
O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. São
Paulo: Saraiva, 2002.
Bibliografia complementar
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1985.
DAVENPORT, Thomas H. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não basta para o
sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998.
LAUDON, Kenneth C. & LAUDON, Jane Price. Sistemas de informações gerenciais. 5. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STAIRS, Ralph. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2002.
VIEIRA, Marconi Fábio. Gerenciamento de projetos de tecnologia da informação. Rio de
Janeiro: Campus, 2003.
80
29 - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICO E SENSORIAMENTO REMOTO
(TAG 503)
Ementa
Sistemas de Informação Geográfica e sensoriamento remoto técnicas, princípios e métodos de
aplicação no agronegócio. Aplicações e abordagens para tomada de decisão na gestão de
negócios agroindustriais.
Bibliografia Básica
HERMANNKUX, Blaschke, T. Sensoriamento remoto e sig avançados: novos sistemas
sensores. 2005.
MORAES NOVO, Evlinm L. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3. ed. Editora
Edgard Blucher, 2008.
ZAIDAN, Jorge, X. S. Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. 5. ed. São Paulo:
Editora Bertrand Brasil, 2011.
Bibliografia Complementar
ARAUJO, Luis césar G. de. Tecnologias de gestão organizacional. São Paulo: Atlas, 2001.
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto: oficina de textos. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2011.
JENSEN, John R. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em recursos terrestres.
São Paulo: Parêntese, 2011.
PONZONI, Flávio Jorge; SHIMABUKURO, Yosio Edemir. Sensoriamento remoto no estudo
da vegetação. São Paulo: Parêntese, 2011.
ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000.
30 - ANÁLISE DE DECISÕES E ADMINISTRAÇÃO DE RISCOS (TAG 504)
Ementa
Análise de Resultados: Análise Econômica e Financeira. Levantamento de Custos fixos e
variáveis, Margem Bruta, Rentabilidade, Lucratividade, Margem de Contribuição, Capacidade de
Investimento, Taxa de Retorno sobre o Investimento, Giro de Investimento, Índice de liquidez.
Bibliografia Básica
GITMAN, Lawrence. Princípios de administração financeira. 7. ed. São Paulo: Harbra, 2002.
KASSAI, José Roberto. Retorno de investimento: abordagens matemática e contábil do lucro
empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
VALERIANO, Dalton L. Gerenciamento estratégico e administração por projetos. São
Paulo: Makron Books, 2001.
Bibliografia Complementar
81
HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2003.
KISIL, R. Elaboração de projetos e propostas para organizações. 3. ed. São Paulo: Global
Editora, 2004.
ROSS, Stephen A. Princípios de administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SILVA, José Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. 5. ed. São Paulo, Atlas, 2006.
31 - MERCADOS FUTUROS E OPÇÕES AGROPECUÁRIAS (TAG 505)
Ementa: A história das bolsas de futuros no mundo e no Brasil. Comportamento empreendedor e
o mercado; Conhecendo o Mercado; Mercado futuro agropecuário no Brasil; Fundamentos
econômicos dos mercados futuros e de opções; Operações de Hedge nos mercados futuros de
café, boi gordo, açúcar, algodão; milho e soja; Características operacionais do mercado de
opções; Derivativos agropecuários: alternativa para os fundos de investimentos diversificarem
risco e rentabilidade. O agribusiness. Fundamento dos mercados agropecuários. Formação de
preços. Fundamentos e características operacionais dos mercados futuros agropecuários. A
regulamentação de operações da Bolsa Mercantil & de Futuros.
Bibliografia Básica
MARQUES, P. V. Mercados futuros de commodities agropecuárias: exemplos e aplicações
aos mercados brasileiros. São Paulo: Bolsa de Mercadorias & Futuros, 1999.
SCHOUCHANA, F.; MICELI, W. M. Introdução aos mercados futuros e de opções
agropecuários no Brasil. 3. ed. São Paulo: BM&F, Câmara Brasileira do Livro, 2004.
SANVICENTE, A.Z. e MELLAGI FILHO, A. Mercado de capitais e estratégias de
investimento. São Paulo: Atlas, 1988.
Bibliografia Complementar
BERCHIELLI, Francisco O. Economia monetária. São Paulo: Saraiva 2000.
FILHO, Martines Gomes João. Et. al. Mercados Futuros agropecuários. São Paulo: Campus,
2008.
SECURATO, J. R. Decisões financeiras em condições de risco. São Paulo: Atlas, 1993.
SILVA, L. M. Mercado de opções: conceitos e estratégias. 2. ed. Rio de Janeiro: Halip, 1999.
TEIXEIRA, M. A. Mercados futuros: fundamentos e características operacionais. São Paulo:
Bolsa de Mercadorias & Futuros, 1992.
32- ESTRATÉGIAS DE COMERCIALIZAÇÃO (TAG 506)
Ementa
Comercialização no Agronegócio; Evolução da Comercialização; Fluxos de Comercialização;
Instituições de Comercialização; Canais de Comercialização; Margens de comercialização;
Administração da Comercialização.
Bibliografia Básica
82
NEVES, Marcos Fava; CASTRO, Luciano Thomé e (Org.). Marketing e estratégia em
agronegócios e alimentos.São Paulo: Atlas, 2003.
MEGIDO, José Luiz Tejon. Marketing e agribusiness. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
SANTOS, Gilberto J. dos. Et. Al. Administração de custos na agropecuária. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
GRÖNROOS, Christian. Marketing: gerenciamento e serviços. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier
Editora Ltda, 2009.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
NEVES, Marcos F., ZYLBERSZTAJN, Décio, NEVES, MARZABAL E. Agronegócio do
Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005.
PERES, Fernando Curi; GUIMARÃES, Vânia Di Addario. Estratégias de comercialização.
Curitiba, PR: SENAR, 2003.
ZUIN, Luís F. S. QUEIROZ, Timóteo R. Agronegócios: gestão e inovação. São Paulo: Saraiva,
2006.
33 - ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL (TAG 507)
Ementa
Consciência crítica e responsabilidade social. O despertar crítico e a busca da verdade. A
cidadania liberal. A ideia de revolução. A política contra a servidão voluntária. A ética e a
responsabilidade social. O mundo e os valores. Ética e moral. Obrigação e liberdade. A liberdade.
A formação humanística do aluno: a formação de cidadãos comprometidos com a realidade e
com a necessidade de transformações, embasadas na ética e no espírito público; formação e
desenvolvimento pleno da capacidade de cidadania, despertando a consciência do indivíduo
como sujeito do processo social e histórico; conhecimento da realidade brasileira e
desenvolvimento da consciência crítica e ética para essa realidade na qual o futuro profissional
irá atuar.
Bibliografia Básica
ASHLEY, Patricia Almeida. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. Rio de
Janeiro: Saraiva, 2011.
NALINI. Jose Renato. Ética geral e profissional. 3. ed. São Paulo: Editora RT, 2001.
PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
AGUILAR, Francis J. A ética nas empresas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1996.
FERREL, O. C. Ética empresarial: dilemas, tomadas de decisões e casos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Reichmann & Afonso, 2001.
MAIA, Paulo Leandro. Introdução à ética e responsabilidade social. Paulo: Atlas, 2011.
83
SROUR, Robert Henry. Ética empresarial. 2. ed. Rio de Janeiro; Campus, 2003.
TRANSFERETTI, José. Ética e responsabilidade social. 4. Ed. São Paulo: Alínea, 2011.
34 - ATIVIDADES INTEGRADORAS PROFISSIONALIZANTES I (TAG 508)
Ementa
Desenvolvimento de visitas técnicas referentes às disciplinas ministradas no terceiro período, a
saber: Gestão da Produção; Distribuição Física; Direito Aplicado à Logística; Gestão da Cadeia
de Suprimentos I; Análise Financeira; Estatística Aplicada. As atividades serão orientadas por
professores e têm a finalidade de avaliar o acadêmico no tocante ao desenvolvimento das
competências propostas para o respectivo período, por meio de atividades práticas eleitas pelos
professores do quinto período.
Bibliografia Básica e complementar
Os professores indicarão bibliografias específicas conforme as atividades desenvolvidas, tanto em
acervo escrito ou on-line, sendo livros, artigos científicos, periódicos e revistas especializadas na
área do agronegócio.
Módulo VI – Carga horária total – 414 h/a – 23 créditos
35 - IDENTIDADE PRESERVADA E O AGRONEGÓCIO: BIOTECNOLOGIA,
QUALIDADE E RASTREABILIDADE (TAG 601)
Ementa
Identidade Preservada, conceitos e legislação. Biotecnologia, Qualidade, Rastreabilidade e
produtividade – Conceitos e referenciais básicos. Os reflexos da moderna biotecnologia e
engenharia genética sobre a humanidade e o meio ambiente. Noção atual de qualidade e
biotecnologia. Fatores que influenciam a produtividade. Indicadores de qualidade. Certificação de
qualidade e Rastreabilidade. Qualidade e produtividade em serviços. Rastreabilidade em produtos
agroindustriais.
Bibliografia Básica
GUERRANTE, Rafaela D. S. Transgênicos: uma visão estratégica. São Paulo: Interciência,
2003.
MASSEY Adriane; KREUSER, Hellen. Engenharia genética e biotecnologia. 2. ed. Porto
Alegre-RS: Artmed, 2002.
NICOLELLIS, Paulo Cássio. Alimentos transgênicos: questões atuais. Companhia Forense,
2006.
Bibliografia Complementar
CASABONA, Carlos M. R. Biotecnologia, direito e bioética. São Paulo: Editora Del Rey, 2002.
84
CASABONA, Romeo Maria Carlos. Et. Biotecnologia e suas implicações ético jurídicas. São
Paulo: DEL REY LV, 2005.
JUNQUEIRA, Maria Rafaela; RODRIGUES Bruno. Biodireito: alimentos transgênicos. Editora
Lemos Cruz, 2003.
LEITE, MARCELO. Alimentos transgênicos. Editora Lemos Cruz, 2003.
SILVA, Margarida. Alimentos transgênicos. PUC, 2003.
36 - INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (TAG 602)
Ementa:
Gestão da tecnologia e da inovação e da inovação em ambientes competitivos. Tecnologia e
estratégia competitiva. Avaliação das necessidades tecnológicas. Tecnologia pesquisa e
desenvolvimento. A ciência e a tecnologia no Brasil. Polos e parques tecnológicos. Transferência
de tecnologia e conhecimento. Paradigmas da sociedade do conhecimento. Gestão da tecnologia
em sistemas agroindustriais. Definição, características e contexto do empreendedorismo.
Paradigmas da gestão empreendedora. A ativação empreendedora e o planejamento na geração de
trabalho e renda. Trabalho formal e informal. Novos mercados e novos profissionais da área de
negócios. Criatividade e sucesso em negócios. A superação dos obstáculos do dia-a-dia
empresarial. O perfil e as estratégias do empreendedor. Estudos dos principais empreendedores e
das ideias que revolucionaram o mercado.
Bibliografia Básica
CARVALHO, Tereza Cristina de Melo B. TI tecnologia da informação tempo de inovação:
um estudo de caso de planejamento estratégico cola. São Paulo: Makron Books, 2011.
MATTOS, João Roberto Loureiro de. Gestão, tecnologia e inovação: uma abordagem prática.
São Paulo: Saraiva 2005.
PHILIPPI, Antonio J. Silva Neto Jr. Interdisciplinaridade em ciência tecnologia e inovação.
São Paulo: Manole, 2010.
Bibliografia Complementar
COLLINS, Jim. Empresas feitas para vencer. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001.
FLEURY, Afonso. Aprendizagem e inovação organizacional as experiências de Japão,
Coréia e Brasil. São Paulo: Atlas, 1997.
FRANCO, Marcelo A. Ensaio sobre as tecnologias digitais da inteligência. São Paulo: Papirus,
1997.
KELLEY, Tom. A arte da inovação: lições de criatividade da IDEO, a maior empresa norteamericana de design. São Paulo: Futura, 2001.
LEONARD, Barton, Dorothy. Nascentes do saber criando e sustentando as fontes de
inovação. Rio de Janeiro: FGV, 1998.
37 - ASSOCIATIVISMO, COOPERATIVISMO E ALIANÇAS ESTRATÉGICAS (TAG
603)
Ementa
85
Histórico do cooperativismo. Economia cooperativa. Classificação das sociedades cooperativas.
Cooperativismo no mundo. Cooperativismo no MERCOSUL. Agroindústria cooperativa.
Estrutura política do cooperativismo. Direito e legislação cooperativa. Integração e autogestão
cooperativa. Administração cooperativa. Associativismo no Agronegócio: modelos de
organização e gestão. Alianças Estratégicas no Agronegócio.
Bibliografia Básica
MLADENATZ, Gromoslav. História das doutrinas cooperativistas. Brasília, DF: Cone Sul,
2003.
OLIVEIRA, Djalma P. R. Manual de gestão das cooperativas: uma abordagem prática. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
ZANGHERI, Elaine JUVÊNCIO, Fernanda de Castro. Cooperativa: um empreendimento
participativo. 2. ed. São Paulo: OCESP / SESCOOP/SP, 2005.
Bibliografia Complementar
BECHO, Renato Lopes. Elementos de direito cooperativo: de acordo com o novo Código Civil.
São Paulo: Dialética, 2002.
CRÚZIO, Helnon de Oliveira. Como organizar e administrar uma cooperativa: uma
alternativa para o emprego. 4. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2005.
FIGUEIREDO, Ronise de Magalhães. Dicionário prático de cooperativismo. Belo Horizonte:
Mandamentos Editora, 2000.
WISNIEVSKI, Gilmar. Manual de contabilidade das sociedades cooperativas. Belo
Horizonte, MG: Mandamentos Editora, 2004.
WOLLEMBORG, Leone. Teoria e definições cooperativistas. Brasília, DF: Conectiva S.A.,
2005.
38- PROJETOS EM AGRONEGÓCIOS (TAG 604)
Ementa
Estudo da estrutura. Elaboração e defesa de um Plano de Negócios para a área de agronegócio.
Bibliografia Básica
BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 1984.
DOLABELA. F. Oficina do empreendedor: a metodologia de ensino que ajuda a transformar
conhecimento em riqueza. São Paulo: Ed. Cultura, 1999.
LAZZARINI, S. G. Estudos de caso para fins de pesquisa: aplicabilidade e limitações do método.
In: FARINA, E. (Coord.). Estudos de caso em agribusiness. São Paulo: Pioneira, 1997.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Flávio de. Como ser empreendedor de sucesso: com fazer sua estrela brilhar. Belo
Horizonte: Editora Leitural, 2001.
86
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São
Paulo: Saraiva, 2004.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios:
como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. São Paulo: Cultura,2008.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro:
Campus, 2001.
NORONHA, J. F. Projetos agropecuários. São Paulo: Atlas, 1987.
39 - POLÍTICAS PÚBLICAS, DESENVOLVIMENTO E EXTENSÃO RURAL (TAG 605)
Ementa
Os desafios da política agrícola frente ao modelo de formação de blocos econômicos, com ênfase
no MERCOSUL. Desenvolvimento rural e seus aspectos empresariais. Desafios comerciais e
estruturais. Modelo agrícola brasileiro. Política de comércio exterior. Agricultura e agronegócio.
Políticas agrícolas e seus efeitos no agronegócio. Desenvolvimento Rural. Créditos, tarifas e
preços administrados. Defesa comercial. Efeitos das políticas cambiais, fiscal, monetária
(aplicações).
Bibliografia Básica
PRADO D. Gerenciamento de projetos nas organizações. Belo Horizonte, MG. Editora de
desenvolvimento Gerencial, 2000.
RIANI, Flávio. Economia do setor público: uma abordagem introdutória. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & Gestão dos negócios agroalimentares. São
Paulo: Pioneira, 2005.
Bibliografia Complementar
BERTOLINI, Geysler Rogis Flor et al. Gestão das unidades artesanais na agricultura
familiar: uma experiência no Oeste do Paraná. 2. Ed. Cascavel, PR: Edunioeste, 2010.
CARNEIRO, Maria José. Para além da produção: multifuncionalidade e agricultura familiar.
Rio de Janeiro: Mauad, 2003.
MACEDO, Clarissa Ferreira. Políticas públicas ambientais. São Paulo: RT, 2003.
SILVA, Newton José Rodrigues da. Dinâmicas de desenvolvimento da piscicultura e políticas
públicas. São Paulo: UNESP, 2003.
TONNEAU, Jean Philippe et. al. Agricultura familiar: interação entre políticas públicas e
dinâmicas locais. Porto Alegre: UFRGS, 2005.
40 - TÓPICOS AVANÇADOS NO AGRONEGÓCIO (TAG 606)
Ementa
Serão desenvolvidos os mais variados temas ligados ao setor de agronegócios, tanto local, quanto
estadual, nacional e internacional.
87
Bibliografia Básica e Complementar
Revistas especializadas, periódicos, jornais e reportagens publicadas sobre o setor.
41 - ATIVIDADES PROFISSIONALIZANTES II (TAG 607)
Ementa
Desenvolvimento de visitas técnicas referentes às disciplinas ministradas no terceiro período, a
saber: Gestão da Produção; Distribuição Física; Direito Aplicado à Logística; Gestão da Cadeia
de Suprimentos I; Análise Financeira; Estatística Aplicada. As atividades serão orientadas por
professores e têm a finalidade de avaliar o acadêmico no tocante ao desenvolvimento das
competências propostas para o respectivo período, por meio de atividades práticas eleitas pelos
professores do sexto período, respeitando as competências apresentadas para o módulo 6.
Bibliografia Básica e complementar
Os professores indicarão bibliografias específicas conforme as atividades desenvolvidas.
Periódicos e Revistas especializadas na área de logística.
42 - ELETIVA
LIBRAS (TAG01)
Ementa
Conceitos e princípios básicos da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – seus parâmetros e
princípios básicos da gramática. O conhecimento do alfabeto LIBRAS e de um vocabulário
básico. Sinais relativos a casa e seus ambientes, equipamentos domésticos e vestimentas. Normas
sociais e saudações. Sinais relativos à escola, material utilizado, datas, corpo humano, saúde,
doenças, animais, natureza e meios de transportes.
Bibliografia Básica
BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação de surdos-ideologias e práticas
pedagógicas. Belo HOrizonte: Autêntica, 2005.
CASTRO, Alberto Rainha de. Comunicação por língua brasileira de sinais. Brasília: Senac,
2009.
QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: Estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar
ARROJO, Rosemary. Oficina de tradução: a teoria na prática. São Paulo: Ática, 1986.
CAPOVILLA, Fernando C. Enciclopédia da língua de sinais brasileira: o mundo do surdo em
libras. São Paulo: Edusc, 2009.
88
GOES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. São Paulo: Autores
Associados, 2002.
MILTON, John. Tradução - teoria e prática. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
SKLIAR, Carlos. Atualidades da educação bilíngue para surdos. Porto Alegre: Mediação,
1999.
EMPREENDEDORISMO (TAG02)
Ementa
Definição, características e contexto do empreendedorismo. Paradigmas da gestão
empreendedora. A ativação empreendedora e o planejamento na geração de trabalho e renda.
Trabalho formal e informal. Novos mercados e novos profissionais da área de negócios.
Criatividade e sucesso em negócios. A superação dos obstáculos do dia-a-dia empresarial. O
perfil e as estratégias do empreendedor. Estudos dos principais empreendedores e das ideias que
revolucionaram o mercado.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São
Paulo: Saraiva, 2004.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios:
como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. São Paulo: Cultura, 1999.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro:
Campus, 2001.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Flávio de. Como ser empreendedor de sucesso: com fazer sua estrela brilhar. Belo
Horizonte: Editora Leitural, 2001.
DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo:
Pearson, 1989.
DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro:
Campus, 2001.
WOILER, Sansão. Projetos: planejamento, elaboração e análise. São Paulo: Atlas, 1996.
PESQUISA OPERACIONAL (TAG03)
Ementa
Conceito de decisão e o enfoque gerencial da pesquisa operacional. Modelagem de problemas
gerenciais. Alocação de recursos. Programação linear. Problemas de transportes. Planejamento,
programação e controle de projetos: PERT/CPM. Teoria dos jogos.
89
Bibliografia Básica
ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para a análise de
decisão. 2ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
CAIXETA-FILHO, J. Pesquisa operacional: técnicas de otimização aplicadas a sistemas
agroindustriais. São Paulo: Atlas, 2001.
SILVA, Ermes Medeiros da, et. al. Pesquisa operacional: programação linear, simulação. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 1998.
Bibliografia Complementar
BEKMAN, Otto R. Análise estatística da decisão. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
CORRAR, L. J.; THEÓPHILO, C. R. Pesquisa operacional para decisão em contabilidade e
administração. São Paulo: Atlas, 2004.
FONSECA, Jairo Simon da. Curso de estatística. São Paulo: Altas, 1996.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática: para os cursos de economia, administração e ciências
contábeis. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SISTEMA DE CRIAÇÃO (TAG04)
Ementa
O sistema de criação no empreendimento agropecuário. O impacto econômico como
diversificação de atividades. Importância socioeconômica. Sistemas de produção pecuária:
avicultura, suinocultura, bovinocultura leite, bovinocultura corte, apicultura, piscicultura. A
cadeia produtiva do sistema pecuário. Sistemas de manejo zootécnico.
Bibliografia Básica
OLIVEIRA, Clemario Gerson de. Instalações e manejos para suinocultura empresarial. São
Paulo: ICONE LV, 1997.
PRIMAVESI, Ana. A agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 2004.
PRIMAVESI, Ana. Agricultura sustentável: manual do produtor rural. São Paulo: Nobel, 2004.
Bibliografia Complementar
LUCCI, Carlos de Sousa. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. São Paulo: Manole, 1997.
MALAVAZZI, Gilberto. Avicultura: manual prático. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1990.
SEGANFREDO, Antonio Milton. Gestão ambiental na suinocultura. São Paulo: Embrapa,
2007.
SOUSA, Alcides Ribeiro Teixeira Filho. Piscicultura fundamental. 2. ed. São Paulo: Nobel,
1988.
STHAPIT, Bhuwon. Bioversidade e agricultores: fortalecendo o manejo comunitário. São
Paulo: LPM, 2007.
90
4.3.6 Comparativo da Matriz Curricular com as Diretrizes Curriculares Nacionais
O perfil do acadêmico egresso do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio da
Faculdade Sul Brasil é o de um profissional capaz de atuar em todas as cadeias produtivas do
setor, com uma visão empreendedora e utilizando-se da inovação tecnológica para o seu
desenvolvimento.
O Tecnólogo em Agronegócio terá uma formação teórico-prática que lhe possibilitará
compreender as cadeias agroindustriais de modo sistêmico, diagnosticando, reconhecendo e
prospectando possíveis cenários do agronegócio; planejando ações estratégicas para a solução de
problemas; liderando equipes com ética e valorização dos recursos humanos; gerenciando
empresas, seus recursos e fatores de produção; compreendendo a produção de alimentos como
um processo produtivo fundamental à sobrevivência humana e favorecendo a preservação
ambiental.
Este perfil se viabiliza em função da organização sistêmica da matriz curricular do curso
apoiada em módulos. As disciplinas do curso estão distribuídas nesses módulos de modo
sequencial e interdisciplinar garantindo que, à medida que vão sendo implementados, os alunos
adquirem uma compreensão global do fenômeno em estudo, e, assim, obtendo a certificação
parcial por competências e habilidades desenvolvidas nos módulos.
Esta disposição curricular vai possibilitar que o aluno tenha sua formação caracterizada
por dois aspectos:
- atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos no campo da tecnologia de
informação para a construção de cenários decorrentes da introdução no agronegócio de inovações
tecnológicas;
- atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos de gestão que fundamentem a
tomada de decisões;
- atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos que retratem a importância da
inovação tecnológica dentro dos sistemas de produção, processamento e comercialização.
91
PERFIL DO EGRESSO
DISCIPLINA QUE CONTEMPLA ESSA
FORMAÇÃO
C.H.
PERÍODO
72
3º
72
4º
72
6º
Empreendedorismo
36
Eletiva
Inovação Tecnológica
36
6º
Gestão da Qualidade
36
3º
Projeto estratégico
72
5º
Sistemas de Informação Geográfico e
Sensoriamento Remoto
36
5º
Identidade Preservada e o Agronegócio:
Biotecnologia, Qualidade e Rastreabilidade
36
5º
Inovação Tecnológica
36
6º
Empreendedorismo (Eletiva)
36
6º
Fundamentos do Agronegócio
Economia
72
72
1º
1º
Agronegócio e Agricultura Familiar
36
2º
Economia Internacional
36
2º
Direito Empresarial
72
2º
Mercados Futuros e Opções Agropecuárias
54
5º
Associativismo, Cooperativismo e Alianças
Estratégicas
72
6º
Projetos em Agronegócios
72
6º
Políticas Públicas, desenvolvimento e Extensão
Rural
54
6º
Tópicos Avançados no Agronegócio
72
6º
Marketing
36
4º
Projeto Estratégico
72
5º
Análise de Decisão e Administração de Riscos
36
5º
Estratégias de Comercialização
36
5º
Cadeias Produtivas do Agronegócio I
Cadeias
Cadeias Produtivas do Agronegócio II
Produtivas/Agroindustriais
Tópicos Avançados no Agronegócio
Visão Empreendedora
Inovação Tecnológica
Cenários do Agronegócio
Planejamento
Estratégico/tomada de
decisão/Comercialização
92
Associativismo, Cooperativismo e Alianças
Estratégicas
Gestão de Pessoas
Liderança e valorização
humana e equipe
Recursos (financeiros,
produção, materiais,
patrimoniais,
tecnológicos)
Fatores de Produção
Preservação Ambiental
Interdisciplinaridade
72
6º
36
1º
Segurança no Trabalho
72
2º
Comportamento Humano
36
2º
Gestão de Pessoas
36
1º
Contabilidade Geral
72
2º
Estatística Aplicada
72
2º
Contabilidade Rural
72
3º
Gestão da Qualidade
36
3º
Gestão de Custos
72
3º
Matemática Financeira
36
4º
Gestão de Estoques e Armazenagem
72
4º
Logística e Canais de Distribuição
72
4º
Gestão da Produção
72
4º
Gestão Financeira
72
4º
Projetos em Agronegócios
54
6º
Projeto Estratégico
72
5º
Gestão da Qualidade
Gestão de Estoques e Armazenagem
36
72
3º
4º
Logística e Canais de Distribuição
72
4º
Gestão da Produção
72
4º
Direito Agrário e Ambiental
72
3º
Gestão Ambiental
72
3º
Identidade Preservada e o Agronegócio:
Biotecnologia, Qualidade e Rastreabilidade
36
6º
Ética e Responsabilidade Social
36
6º
Atividades Integradoras Profissionalizante I
Projetos em Agronegócios
36
54
5º
6º
Atividades Integradoras Profissionalizante II
36
6º
Projeto Estratégico
72
5º
Tecnologia da Informação
72
5º
36
5º
Tecnologia da Informação Sistemas de Informação Geográfico e
Sensoriamento Remoto
93
Observa
Introdução a Administração
72
ção: As Formação básica:
Comunicação Empresarial
72
demais sustentação para as
disciplinas
específicas
do
eletivas
propost Curso com relação ao
Matemática
72
perfil do egresso
as já se
Ética e Responsabilidade Social
36
contem
plam no
perfil do egresso com outras disciplinas (exceto libras), visto que a visão empreendedora é um
elemento que devemos ofertar Empreendedorismo, pois o assunto é abordado de forma genérica
em outras disciplinas como Introdução a Administração e Inovação Tecnológica, por exemplo,
mas, não de forma específica, o que nos leva a ofertar como eletiva a disciplina de
Empreendedorismo.
4.3.7 Adequação e Atualização das Ementas, Programas e Bibliografias dos Componentes
Curriculares Considerando o Perfil do Egresso
Módulos
Módulo I:
Básico em
Agronegócio











Campos de Competências
Disciplinas Adequadas
Teorias no campo da gestão.
Aplicar técnicas de gestão.
Fundamentos da economia.
Compreensão do ambiente econômico.
Mercado de agronegócio.
Fundamentos do agronegócio.
Agricultura familiar.
Desenvolvimento local e regional.
Gerenciar, liderar e orientar as equipes.
Gestão de recursos humanos
Desenvolvimento de pessoas.
Introdução à Administração (TAG 101)
Fundamentos de Agronegócios (TAG 102)
Comunicação Empresarial (TAG 103)
Economia (TAG 104)
Matemática (TAG 105)
Gestão de Pessoas (TAG 106)
Agronegócio e Agricultura Familiar (TAG 201)
Economia Internacional (TAG 202)
Direito Empresarial (TAG 204)
Segurança do Trabalho (TAG 205)
Comportamento Humano (TAG 206)
Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302)
Gestão da Qualidade (TAG 304)
Gestão de Custos (TAG 305)
Gestão Ambiental (TAG 306)
Gestão da Produção (TAG 406)
Gestão Financeira (TAG 407)
Marketing (TAG 402)
Associativismo, Cooperativismo e
Alianças Estratégicas (TAG 603)
Módulo II:
Intermediário
em
Agronegócio









Técnicas de comunicação empresarial.
Vínculos do agronegócio brasileiro.
Economia internacional
Utilizar ferramentas contábeis
Índices contábil-financeiros visando à
tomada de decisão.
Conceitos relativos ao direito agrário e
ambiental
Atividades de comercialização
Normas de higiene e segurança
Questões tributárias e fiscais e de
trabalho.
Agronegócio e Agricultura Familiar (TAG 201)
Economia Internacional (TAG 202)
Contabilidade Geral (TAG 203)
Direito Empresarial (TAG 204)
Segurança do Trabalho (TAG 205)
Comportamento Humano (TAG 206)
Estatística Aplicada (TAG 207)
Comunicação Empresarial (TAG 103)
Fundamentos de Agronegócios (TAG 102)
Contabilidade Rural (TAG 301)
Direito Empresarial (TAG 204)
Gestão da Qualidade (TAG 304)
1º
1º
1º
5º
94
Módulo III:
Gestão em
Agronegócio



Conhecimentos e recursos da estatística.
Programas de qualidade.
Segurança e a saúde no trabalho




Visão das cadeias produtivas.
Conhecer os direitos do consumidor.
Conhecer a tributação comercial.
Dominar técnicas e modelos para a
definição de custos e preços.
Técnicas
de
implementação
de
avaliação e diagnóstico de impacto
ambiental.



Módulo IV:
Processos em
Agronegócio










Módulo V:
Sistemas
Integrados em
Agronegócio




Domínio dos conhecimentos de
marketing.
Planejamento das atividades de
marketing.
Operações de comercialização em
agronegócios.
Estabelecer processos logísticos.
Técnicas para movimentar a produção.
Gestão de estoques e armazenagem.
Ferramentas do sistema de informações.
Prospectar cenários de inovação.
Desenvolver projetos.
Planejamento estratégico.
Desenvolvimento da empresa.
Analisar a viabilidade mercadológica e
econômico-financeira.
Fundamentar decisões administrativas.
Empregar conhecimentos e técnicas de
uso de informações geográficas.
Sensoriamento remoto em ações da área
de agronegócios.
Operações dos mercados futuros
Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404)
Logística e Canais de Distribuição (TAG 405)
Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302)
Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG
401)
Direito Agrário e Ambiental (TAG 303)
Economia (TAG 104)
Contabilidade Rural (TAG 301)
Contabilidade Rural (TAG 301)
Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302)
Direito Agrário e Ambiental (TAG 303)
Gestão da Qualidade (TAG 304)
Gestão de Custos (TAG 305)
Gestão Ambiental (TAG 306)
Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG
401)
Direito Empresarial (TAG 204)
Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404)
Logística e Canais de Distribuição (TAG 405)
Gestão da Produção (TAG 406)
Gestão Financeira (TAG 407)
Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG
401)
Marketing (TAG 402)
Matemática Financeira (TAG 403)
Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404)
Logística e Canais de Distribuição (TAG 405)
Gestão da Produção (TAG 406)
Gestão Financeira (TAG 407)
Planejamento Estratégico (TAG 501)
Tecnologia da Informação (TAG 502)
Gestão da Produção (TAG 406)
Gestão Financeira (TAG 407)
Planejamento Estratégico (TAG 501)
Tecnologia da Informação (TAG 502)
Sistema de Informação Geográfico e
Sensoriamento Remoto (TAG 503)
Análise de Decisões e Administração de Riscos
(TAG 504)
Mercados Futuros e Opções Agropecuárias
(TAG 505)
Estratégias de Comercialização (TAG 506)
Ética e Responsabilidade Social (TAG 507)
Atividades Integradoras Profissionalizantes I
(TAG 508)
Planejamento Estratégico (TAG 501)
Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404)
Logística e Canais de Distribuição (TAG 405)
Rastreabilidade (TAG 601)
Inovação Tecnológica (TAG 602)
Introdução à Administração (TAG 101)

Módulo VI:
Tecnologias em
Agronegócio

Desenvolver e manter atitude
empreendedora.
Possibilidades das parcerias e alianças
estratégicas.
Identidade Preservada e o Agronegócio:
Biotecnologia, Qualidade e
Rastreabilidade (TAG 601)
Inovação Tecnológica (TAG 602)
95




Cooperação para o desenvolvimento do
agronegócio.
Compreender a importância da
biotecnologia.
Projetos no campo da agropecuária.
Políticas públicas para o
desenvolvimento do setor.
Associativismo, Cooperativismo e
Alianças Estratégicas (TAG 603)
Projetos em Agronegócios (TAG 604)
Políticas Públicas, Desenvolvimento e
Extensão Rural (TAG 605)
Políticas Públicas, Desenvolvimento e
Extensão Rural (TAG 605)
Tópicos Avançados no Agronegócio
(TAG 606)
Inovação Tecnológica (TAG 602)
Atividades Integradoras
Profissionalizantes II (TAG 607)
Eletiva:
TAG 01: Libras;
TAG 02: Empreendedorismo;
TAG 03: Pesquisa Operacional;
TAG 04: Sistema de Criação.
Este é o conjunto de competências proposto para este projeto de formação profissional, mas
é importante considerar, também, que um processo de formação, em qualquer área, é dinâmico e
está relacionado e se desenvolve a partir de muitos fatores, entre esses a experiência profissional
e a realidade de vida dos estudantes.
Nesse sentido, competências previstas poderão não se estruturar, todavia, em função das
circunstâncias, do modo como serão desenvolvidas as aulas, da personalidade do professor,
muitas outras competências, não previstas, poderão ser estruturadas. É interessante e necessário
que os projetos para implementação de cursos superiores contenham estas definições, mas é
também muito importante ter-se a clareza de que o processo educativo é constituído de uma
dimensão subjetiva, que decorre do modo de ser das pessoas envolvidas, os professores e os
alunos.
Ainda, segundo o Parecer CNE/CP 29/2002, é possível afirmar que alguém detém
competência profissional quando constitui, articula e mobiliza valores, conhecimentos e
habilidades para a resolução de problemas não só rotineiros, mas também inusitados no seu
campo de atuação profissional. Assim, as competências profissionais propostas para este curso
devem proporcionar condições de execução do trabalho, de modo que o trabalhador possa
manter-se em atividade produtiva e geradora de renda em contextos socioeconômicos cambiantes
e instáveis.
96
Os profissionais que atuam no agronegócio, assim como vários outros, aprendem com a
experiência a forma de resolver os problemas de rotina. Mas os melhores profissionais são
também capazes de responder racionalmente às mudanças e aos desafios do dia-a-dia. Para fazêlo são necessárias outras regras que vão além das regras práticas; é necessário perceber a razão do
comportamento da economia, da política, das empresas, dos negócios e do mundo do trabalho.
Em outras palavras, são necessários conhecimentos e teorias científicas sobre gestão, sobre
organização e desenvolvimento de projetos e programas do setor agropecuário, entre outros. Esta
formação que articula de modo equilibrado, teoria e prática, é a formação pretendida pelo curso;
sendo esta a expectativa desta instituição de ensino superior na implementação de Cursos
Superiores de Tecnologia com o perfil profissional acima descrito.
4.3.8 Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso
O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio busca a formação de profissionais com
uma visão globalizante da empresa e da economia que permita, aos futuros profissionais, aplicar
os conhecimentos em organizações de agronegócios, de forma a compreender e atuar no setor
agropecuário considerando suas relações inter-setoriais com a indústria fornecedora e de
transformação, o comércio, a distribuição, o armazenamento, o financiamento, representando um
método moderno de conhecimento e gestão das atividades rurais.
O objetivo geral do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é o de formar
profissionais capazes de atuar em toda a cadeia produtiva do agronegócio, em condições de
implementar, em suas ações, uma visão nova do que é o mercado do agronegócio e a importância
da boa gestão e da inovação tecnológica no seu desenvolvimento; e que compreenda de modo
sistêmico as cadeias produtivas, apoiados em conhecimentos e tecnologias atualizadas e
visualizando o agronegócio como um setor produtivo que do seu desempenho depende a
sobrevivência da humanidade com saúde e longevidade.
De modo particularizado constituem objetivos específicos do Curso: proporcionar aos
educandos conhecimentos e técnicas que lhe permitam diagnosticar, reconhecer e prospectar os
possíveis cenários do agronegócio; formar profissionais com competências para planejar e
desenvolver as ações estratégicas necessárias para a superação de dificuldades e problemas
surgidos no exercício profissional, de modo criativo e eficaz; qualificar profissionais que possam
97
contribuir para o fortalecimento do complexo agroindustrial e do agronegócio, em condições de
participar da formulação de políticas públicas e estratégias privadas para o setor; socializar
conhecimentos e tecnologias de modo a influenciar o dinamismo do agronegócio local e regional,
sem perder a perspectiva universal do saber e da tecnologia já produzidos; formar profissionais
capazes de atuar em equipes multidisciplinares e interdependentes de outros setores e segmentos
da economia, atuando com ética, solidariedade e consciência social.
Se analisar a adequação e atualização das ementas, programas das disciplinas dos
componentes curriculares considerando o perfil do egresso demonstrado na seção 4.3.7, infere-se
que há um comprometimento, coerência e uma interrelação entre o currículo do curso com os
objetivos preconizados.
4.4 ATIVIDADES DO CURSO – ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIDADE CURRICULAR
Além das disciplinas ofertadas de acordo com a matriz curricular, a Fasul possibilita aos
discentes as seguintes estratégias de flexibilização para cumprimento da integralização das
disciplinas:
a) São ofertadas as disciplinas em curso de férias quando há demanda de alunos com
disciplinas em dependência;
b) É garantido o direito aos alunos em cursar uma disciplina eletiva dentre as quatro
que são ofertadas;
c) São firmados convênios de cooperação recíproca para que os alunos possam estar
vivenciando a teoria com a prática;
d) Aproveitamento de disciplinas oriundas de outros cursos e/ou cursadas na Fasul ou
em outras IES;
e) É permitido aos discentes o trancamento de disciplinas, mas o aluno tem o prazo de
um ano para retornar e concluir a integralização do curso;
f) Cumprir as horas de atividades complementares ao longo dos 6 semestres letivos,
sendo que no primeiro semestre o aluno deverá integralizar no mínimo 20% do total
de horas;
g) É estimulado o aluno a participar de eventos técnicos-científicos-culturais como
forma de agregação de conhecimento;
98
h) Participar de projetos de extensão e iniciação científica;
i) Participar da agência experimental de comunicação, empresa júnior, escritório
modelo de direito, escritório modelo de contabilidade.
4.5 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES
Embora seja facultativa a implantação de Atividades complementares conforme parecer
CNE/CES Nº: 239/2008, o Núcleo Docente Estruturante do Curso Superior de Tecnologia em
Agronegócio, percebeu que seria pertinente a formação dos futuros profissionais a inserção de
atividades
complementares,
sendo
assim,
são
consideradas
atividades
acadêmicas
complementares: a participação em eventos científicos, como seminários, simpósios, congressos,
jornadas de estudo, realizadas dentro ou fora da instituição, à participação em projetos de
pesquisa ou de extensão, bem como outras atividades a juízo do Colegiado de Curso.
É política de formação profissional adotada por todos os cursos de graduação da
Faculdade, destinar um percentual da carga horária do curso para as Atividades Acadêmicas
Complementares.
Na Faculdade Sul Brasil existe um regulamento geral que normatiza as Atividades
Acadêmicas Complementares, podendo o mesmo ser adequado às necessidades de cada curso.
Cada acadêmico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio obriga-se a
integralizar, no mínimo, sessenta horas de atividades complementares, na forma da Resolução nº
002/2009 e do Regulamento Complementar das Atividades Complementares dos Cursos
Superiores de Tecnologia da Faculdade Sul Brasil.
4.6 PROJETO INTEGRADOR
Os Projetos Integradores na Faculdade Sul Brasil – FASUL, com respaldo legal,
consistem em uma das práticas pedagógicas de caráter acadêmico-científicas e culturais que
envolvem os conhecimentos teórico-práticos articuladores de conteúdos curriculares ministrados
nas disciplinas/atividades cursadas em determinado período letivo. Consistindo, portanto, em
uma das formas de integralização da carga horária dos cursos.
99
4.7 FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60 MINUTOS
Conforme anexo.
4.8 ARTICULAÇÃO DO ENSINO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO E AS
ESTRATÉGIAS
4.8.1 Políticas Institucionais/Curso de Pesquisa e de Iniciação Científica e suas Formas de
Operacionalização
A Faculdade Sul Brasil se propõe oferecer além de um ensino de qualidade, comprometerse também com a difusão do conhecimento, com a construção da cidadania e com o
desenvolvimento social em nível regional, nacional e internacional.
Com a preocupação de atender a esses princípios, uma das ações possíveis é viabilizar a
integração entre ensino, pesquisa e extensão na organização da espiral curricular dos cursos. O
ensino sem a produção do conhecimento torna-se mera reprodução de conhecimentos já
estruturados e, portanto, ineficiente e de pouca validade para preparar um profissional para
exercer suas atividades e sua cidadania em um mundo dinâmico e mutante como é o que estamos
vivendo. Por sua vez, ensino e pesquisa sem extensão à comunidade limita a importância da
pesquisa e abre grandes possibilidades de que a mesma não esteja voltada para a solução dos
problemas que a sociedade enfrenta, tornando pouco eficiente o desempenho da instituição.
Consciente da necessidade do avanço e da socialização do conhecimento, o corpo docente
da Faculdade Sul Brasil prioriza em seu projeto educacional a integração do ensino e da pesquisa
com as demandas da sociedade, num caminho de mão dupla, posto que, ao comprometer-se com
as necessidades sociais, a academia tem muito a contribuir, mas tem também muito a aprender
com a comunidade. Assim, o projeto pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em
Agronegócio contempla o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem dentro de
uma visão orgânica de currículo, procurando evitar dicotomias, entre as quais, a que se verifica
entre ensino, pesquisa e extensão. Essas atividades separam-se apenas para efeito de
planejamento e controle, uma vez que pesquisa e extensão num curso de graduação constituem-se
em atividades de ensino.
100
Em outras palavras, a separação deve ser apenas formal. Não há momentos separados para
aprender, para pesquisar e para estender conhecimentos à comunidade. Por isso, neste projeto,
nem as atividades de pesquisa são previstas de modo divorciado do ensino, nem as atividades de
extensão são colocadas como um terceiro momento.
A imagem do tripé - ensino, pesquisa e extensão - continha uma concepção fragmentada
que precisa ser superada. Assim, tanto atividades de pesquisa como de extensão, são atividades
de ensino uma vez que sua finalidade principal é a formação do aluno, que no período da
graduação necessita aprender a fazer pesquisa pesquisando, o mesmo ocorre com a extensão.
Ao se recusar a entender ensino como mera transmissão de informações e conhecimentos
prontos e acabados, assume-se uma concepção de ensino baseada em diálogo constante com o
conhecimento, com a sua construção e renovação (pesquisa), processo que deve ocorrer nas
relações com a prática social (extensão).
A partir disso, pretende-se desenvolver ensino com pesquisa através dos seguintes
mecanismos:
- da iniciação científica, estimulando os alunos a desenvolver projetos e planos de
negócios voltados às demandas da sociedade local e regional;
- pela organização de semanas acadêmicas, jornadas de estudo, seminários, simpósios,
congressos ou outros eventos, que possibilitem a discussão e apresentação de trabalhos e temas
referentes à área de Agronegócios, bem como as pesquisas e atividades de extensão realizadas
por docentes e discentes da Faculdade e de outras instituições;
- facilitando a participação de docentes e discentes em eventos científicos, organizados
por outras instituições ou entidades, cuja temática esteja afeta a área do curso;
- possibilitando a integração de docentes e discentes em grupos de pesquisa e de extensão,
com atuação local, regional, estadual e nacional no campo do Agronegócio;
- organização curricular flexível ofertando, além das aulas, atividades acadêmicas
complementares, aulas práticas, visitas técnicas, estágio curricular e extracurricular, atividades de
monitoria, desenvolvimento de trabalhos monográficos, inserção dos acadêmicos em projetos de
pesquisa e de extensão do corpo docente.
Na Faculdade Sul Brasil a pesquisa é entendida como importante e necessária para
qualificar as ações de ensino, em todas as áreas dos cursos de graduação que mantêm. Na
perspectiva de melhorar a formação dos futuros profissionais, definiu como políticas de pesquisa:
101
- Manter um quadro docente qualificado não somente em titulação, mas também em
experiência profissional na área.
- Estruturar, gradativamente, núcleos de pesquisa em torno das áreas do saber dos cursos
em funcionamento;
- Buscar apoio em órgãos de fomento para implementar programas e projetos de pesquisa;
- Incrementar as parcerias e os intercâmbios com outras instituições ou grupos de
pesquisa;
- Incentivar o surgimento de projetos de pesquisa vinculados às atividades de ensino;
No sentido de operacionalizar as pesquisas demandadas no âmbito do Curso de
Tecnologia em Agronegócio, será estruturado um núcleo de pesquisa em torno das áreas dos
saberes do curso, onde os professores das respectivas disciplinas ministradas semestralmente
deverão envolver-se com o trabalho de pesquisa.
É fundamental que sejam realizadas estas pesquisas no campo do agronegócio, o que
contribuirá para a viabilização da editora da Faculdade, o que certamente otimizará a divulgação
dos conhecimentos científicos gerados pelos docentes e académicos do curso.
O núcleo de pesquisa deverá, também, estimular os acadêmicos a subscreverem suas
pesquisas produzidas nos mais diversos eventos científicos, pois será uma forma de divulgar os
trabalhos para a sociedade.
O colegiado do curso deverá assumir que os trabalhos deverão ser publicados, e isto será
uma forma de estimular a criação de nossa revista científica.
4.8.2 Políticas Institucionais/Curso de Extensão e Formas de sua Operacionalização, com
Ênfase à Formação Inicial e Continuada e à Relevância Social
As atividades de extensão são importantes porque promovem o estreitamento das relações
da instituição com a sociedade local e regional, ao mesmo tempo em que se articulam com o
ensino e a pesquisa proporcionando maior qualidade e realidade ao processo de formação. A
Fasul adotou como políticas de extensão:
- Desenvolver a extensão como um processo importante para que o ensino supere a mera
transmissão de saberes.
102
- Desenvolver projetos de extensão que aproximem a Faculdade da sociedade, pelo
atendimento de suas necessidades em diferentes campos profissionais.
- Implementar ações e projetos de relevância social.
- Desenvolver projetos sequenciais de prestação de serviços em áreas demandas pela
sociedade;
- Expandir a prestação de serviços a diferentes segmentos da sociedade.
4.8.3 Centro de Análise em Agronegócios da FASUL (CAAF)
O Centro de Análise de Agronegócios da FASUL é um ambiente externo, localizado no
Sindicato Rural de Toledo. O CAAF possui uma sala exclusiva e equipada com computador,
mesa, cadeiras e internet disponível para acesso do profissional de agronegócio. Esse Centro de
Análises atua na sociedade elaborando Boletins informativos diários sobre o agronegócio.
4.9 A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
4.9.1 Concepção, Importância e Instrumentos de Avaliação
A avaliação da aprendizagem é concebida como uma atividade pedagógica que deve
acompanhar todo o processo de ensino-aprendizagem, realimentando-o continuamente. A
avaliação alicerça-se na observação minuciosa e constante do processo, ensino-aprendizagem,
utilizando os mais variados instrumentos de aferição.
Nessa concepção, não se admite a possibilidade de se fazer a avaliação apenas através
de instrumentos de medida, as provas ou outra modalidade, seja qual for sua natureza, mas através
da observação de todas as atividades previstas no plano curricular do curso. No cumprimento
dessa tarefa, os professores podem utilizar-se de todos os meios adequados e legítimos para aferir
o crescimento do indivíduo durante o processo de ensino e aprendizagem. Entrementes, há a
necessidade de se documentar o desempenho dos alunos, do qual se fará registro.
As provas, nas modalidades em que se apresentarem, serão sempre um instrumento de
diagnóstico para fundamentar o ato da avaliação. O julgamento final do aluno, em termos de
aprendizagem e da consequente promoção, sempre da competência do professor, deve provir de
103
observações calcadas em instrumentos tecnicamente bem elaborados, para que reflitam a verdade
sobre a qual se há de comparar o rendimento real do aluno em função das competências esperadas
e descritas no Projeto Pedagógico do Curso.
Nesse aspecto, os instrumentos de medida da aprendizagem são circunstanciais; vale
dizer que o aluno não será reprovado ou promovido meramente em função de provas, mas em
função de seu desempenho no conjunto das atividades escolares previstas no currículo pleno do
curso. Para isso, serão permitidos todos os meios legítimos de sondagem do crescimento do
aluno relativamente à sua postura no ambiente em que se insere e a aquisição das competências e
das habilidades previstas no planejamento das disciplinas e das atividades.
Para fazer avaliações pedagogicamente consistentes, cada ação docente precisa, a priori,
estabelecer as competências a serem desenvolvidas, os objetivos e os fins a serem alcançados,
definidos na fase do planejamento das disciplinas.
Na Faculdade Sul Brasil os elementos envolvidos no processo ensino/aprendizagem
assumem o compromisso de desenvolver a relação de competência/desempenho de forma
institucionalizada. Essa relação de compromisso entre as partes envolvidas assegura ações mais
eficazes no desenvolvimento da aprendizagem. Entende-se que as ações de todo o processo não
são acidentais, mas planejadas e participativas.
De qualquer forma, os instrumentos de avaliação assumem sempre a característica da
pesquisa, cujos dados serão elementos para fundamentar a tomada de decisão, em conjunto com
todas as observações realizadas durante o processo de ensino/aprendizagem. Por isso a avaliação
é um processo transparente, em que todas as partes envolvidas têm sua cota de participação
definida nesse mesmo processo, e se baseia em ações previamente programadas.
- Avaliações presenciais e à distância: O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio
é um curso presencial. Assim posto, toda a avaliação de ensino e aprendizagem é presencial e não
à distância.
- Pesos das avaliações: O resultado das avaliações são expressões em notas de zero a dez,
permitida apenas a fração de décimos. Não há ponderações entre as várias modalidades e
instrumentos de avaliação.
- Periodicidade das atividades de avaliação de ensino e aprendizagem: É da
competência do docente elaborar e aplicar os instrumentos avaliativos e mensurar a construção,
apropriação do conhecimento e o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes dos
104
seus alunos. Para tanto deve registrar no seu Plano de Ensino a periodicidade que varia de acordo
com as peculiaridades dos conteúdos curriculares ministrados, os instrumentos e os
procedimentos de cada avaliação. Estes planos de ensino são aprovados pelo Colegiado do Curso
e homologados pelo Conselho Superior da Fasul.
Em atendimento às normas regimentais, bimestralmente no semestre letivo, o professor
encaminha à Secretaria Acadêmica a média das avaliações deste período. É aprovado o aluno que
obter média igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) nos dois bimestres letivos e 75% de
frequência. Entra em exame final o aluno que obtiver média inferior a 7,0 (sete vírgula zero) e
igual ou superior a 3,0 (três vírgula zero) no semestre letivo, ficando reprovados, sem acesso ao
exame final os que obtiverem média dos bimestres inferiores a 3,0 (três vírgula zero) ou
frequência inferior a 75%. É aprovado no exame final o aluno que obtiver média de aprovação
resultante da média aritmética entre a nota do exame e a média das notas bimestrais no mínimo
igual a 5,0 (cinco vírgula zero).
- Procedimentos e formas de avaliação do processo de ensino e aprendizagem: A
avaliação de ensino e aprendizagem está focada na construção e apropriação do conhecimento e
no desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes, bem como na frequência igual ou
superior a 75%, as atividades acadêmicas de ensino articulada à pesquisa e à extensão. É continua
(ao longo de todo o processo de ensino e aprendizagem) e cumulativa (resulta no bimestre das
médias das notas das diversas avaliações desenvolvidas no período), utilizando os instrumentos
os mais variados: assiduidade, participação, visitas técnicas, estudo de caso, seminários, provas,
etc. Privilegia-se a avaliação individual, e estimula-se a avaliação em grupo pelo exercício da
atuação em equipe, e caminha-se para consolidar a autoavaliação e as avaliações integradas
agrupando componentes e conteúdos curriculares compatíveis.
4.9.2 Aspectos Regimentais Referentes à Avaliação de Aprendizagem
As proposições regimentais em relação à avaliação da aprendizagem foram detalhadas em
regulamento próprio, de modo a facilitar o trabalho dos Coordenadores de Curso na orientação
aos professores e aos alunos. O Regulamento é parte integrante do documento institucional
denominado “Organização, Gestão e Funcionamento do Ensino de Graduação”.
105
4.10 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM
A infraestrutura de informática da Faculdade Sul Brasil está composta conforme descrito
adiante:
a) Estrutura de Laboratórios
Em 2011 os computadores dos Laboratórios de Informática e Agência de Comunicação
Integrada da FASUL foram substituídos por computadores novos.
Atualmente, os laboratórios de informática encontram-se assim configurados:
Laboratório I:
Este laboratório possui uma área de 99,18 m² e dispõe de: 40 computadores Dell Optiplex
380 Processador Intel Core 2 Duo E8400 3.0GHz 6MB cache, Memória 4GB, HD 250GB,
Gravador de DVD, Placa de vídeo 512MB ATI HD4550, Monitor 19 polegadas. 30 mesas, 60
cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java
6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2,
ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5,
Adobe CS5 (Photoshop, Dreamweaver, InDesign, Ilustrator), Vetorh 5.5.1.20, MS Projetct 2010.
Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless.
Laboratório II:
Possui uma área de 51,42 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador
Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD,
Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 15 mesas, 35 cadeiras e ar
condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java 6.26, Adobe
Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite
6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Eclipse Galileo 4.0, Netbeans
106
7.0, Jdk 6.26, Mysql server 5.1, PostgreSQL 9.1.2, SQL Power Architect 1.0.6, VisualG 2.0.
Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless.
Laboratório III:
Possui uma área de 66,41 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador
Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD,
Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 40 cadeiras e ar
condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe
Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite
6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Ubuntu 11.4, PostgreSQL 8.4 +
Ferramenta PGAdmin, SQL Power Architect, Code Blocks, Eclipse Galileo,Netbeans 7.0, Jdk
6.26, Mysql server 5.1, VirtualBox, SQL Power Architect 1.0.6, Xamp. Internet em todos os
computadores interligados em Rede e Internet Wireless.
Laboratório IV:
Este possui 30 m² e dispõe de: 21 computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD
250GB, Gravador de DVD, Monitor 15.6 polegadas. 10 mesas, 21 cadeiras e ar condicionado.
Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1,
DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash
Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3. Internet em todos os computadores
interligados em Rede e Internet Wireless.
Laboratório V:
Conta com uma área de 103,05 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380
Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador
de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 45 cadeiras e
ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe
Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite
107
6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Domínio Contábil. Internet em
todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless.
Agência Experimental de Comunicação Integrada:
O laboratório de informática da agência conta com 31,75 m² e dispõe de: 10
computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa de vídeo
de 1GB GForce, Monitor 15.6 polegadas, Impressora Deskjet HP930. 07 mesas, 12 cadeiras.
Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1,
DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash
Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5, Adobe CS5 (Photoshop,
Dreamweaver, InDesign, Ilustrator). Internet em todos os computadores interligados em Rede e
Internet Wireless.
Laboratório de Hardware: 99 m2
Possui 99 m² e atende atividades do Curso de Sistemas de Informação. Dispõe de: 11
computadores K6 II 500 MHz 256 Mb, monitores 14 polegadas, 20 cadeiras, 12 mesas grandes, e
1 mesa pequena, 2 armários, 01 quadro negro, ar condicionado. Softwares Disponíveis:
Windows XP, Adobe Acrobat Reader, Winamp, ZipGenius, Turbo Pascal 1.5, Keil Micro Vision.
Todos os computadores estão interligados em Rede e possui acesso a internet e Internet Wireless.
b) Os Sistemas de Gerenciamento
O Sagres é um software de gerenciamento acadêmico, destinado às instituições de ensino
superior, que atua como instrumento de apoio à administração acadêmica devido a seu enfoque
estratégico, contemplando os fundamentais aspectos de autoavaliação, tomada de decisão e
planejamento acadêmico. Ele está dividido em alguns módulos.
108
Sagres Acadêmico:
É o produto na área de administração acadêmica para ensino fundamental, médio e
superior. Simples e flexível, é capaz de adequar-se a instituições de qualquer porte, desde uma
escola ou uma pequena faculdade, até uma universidade multi-campi.
O Sagres Acadêmico possui mais de 150 parâmetros de configuração, incorpora
totalmente a LDB e pode administrar cursos em todos os seus formatos curriculares, sejam:
seriado, por crédito, misto ou currículo livre.
Vários procedimentos foram incorporados ao Sagres Acadêmico como: avaliação
curricular automática, pré-matrícula, matrícula por turma e matrícula via WEB e automática
através de integração com o Sagres Financeiro, entre outros.
O Sagres Acadêmico ainda está subdividido em dois outros módulos que se encontram
disponíveis na intranet/internet:
- Sagres Terminal Professor – onde professores digitam as notas e as frequências de suas
classes;
- Sagres Portal Aluno – encontram-se disponível neste módulo para acesso dos alunos as
seguintes informações: notas, frequência, consulta ao acervo bibliográfico, disciplinas cursadas,
disciplinas não cursadas, atividades acadêmicas complementares, etc;
O Sagres Acadêmico possui também um sistema de apoio ao atendimento da secretaria,
onde alunos podem, via internet, solicitar emissão de atestados, declarações e outros serviços.
Sagres Acervo:
A minuciosa catalogação do acervo bibliográfico, o consequente acesso ao público leitor e
a melhoria de qualidade no atendimento, junto às diversas atividades internas das bibliotecas,
tornam fundamental a modernização deste núcleo de apoio às atividades acadêmicas.
Totalmente compatível aos padrões MARC e AACR2, o SAGRES Acervo foi
desenvolvido para oferecer aos bibliotecários recursos avançados de apoio à aquisição,
catalogação, pesquisa, documentação bibliográfica e circulação, bem como aos leitores, recursos
facilitados de pesquisa bibliográfica via internet.
109
Além das funcionalidades básicas de catalogação, circulação e consulta de obras, o
SAGRES Acervo permite amplo controle do processo de aquisição de publicações, desde o
cadastramento das sugestões pelos leitores, cotação de pedidos pelas bibliotecárias junto a
fornecedores, fechamento de compras e recebimento dos exemplares.
Leitores podem receber, via e-mail, mensagens sobre a chegada de novos títulos em suas
áreas de interesse, efetuar reserva, verificar posicionamento em fila de reserva e notificação por
atraso na entrega de exemplares.
Sagres Financeiro:
Incorpora todos os procedimentos necessários ao dia-a-dia do setor financeiro incluindo:
Planejamento orçamentário, gerenciamento de contratos e modelos contratuais, faturamento,
contas a receber (não exclusiva às mensalidades do alunado), contas a pagar, tesouraria, entre
outros.
Mesmo sendo um sistema de propósito geral, o Sagres Financeiro possui ampla integração
com os fatos acadêmicos que podem determinar os valores das mensalidades, como curso, série,
quantidade de disciplinas matriculadas, período de ingresso, dentre outros.
Junto às mensalidades, poderá ser emitido um extrato com toda a movimentação que
resultou no valor final, bem como o registro de débitos anteriores com valores atualizados.
O Sagres Financeiro também oferece um mecanismo de apoio ao controle de bolsas de
estudo das mais diversas ordens, incluindo-se FIES, bolsas próprias, de organismos externos e,
até mesmo, convênios com empresas.
O sistema ainda permite a confecção do planejamento orçamentário, com periodicidade
definida pelo usuário, por centro de custos e plano de contas, podendo utilizar indicadores ou
moeda indexada.
Os gestores podem se beneficiar de consulta gráfica gerencial com análise "top-down" de
receitas e despesas ao longo do tempo, comparando o previsto com o realizado.
110
Sagres Portal Web:
O Sagres Portal Web é um espaço onde o Acadêmico pode acompanhar toda sua vida
acadêmica na Fasul sem precisar sair de casa. Através dele, o aluno da Fasul tem acesso a
Biblioteca da Instituição onde pode fazer reservas de obras, renovação de empréstimo e consultas
ao Acervo. Também estão disponíveis todos os dados acadêmicos como acesso ao boletim, grade
curricular, histórico escolar, consulta de pendências financeiras e outras funcionalidades. O aluno
também pode fazer a solicitação de alguns serviços extras como declarações, cópia de
documentos acadêmicos, vistas de prova, entre outros, sem precisar ir até a Secretaria
Acadêmica.
No que se Refere ao Desenvolvimento de Sistemas de Gerenciamento, nos anos de 2008,
2009, 2010 e 2011 foram desenvolvidas as seguintes ações para suporte ao gerenciamento e
desenvolvimento de atividades acadêmicas:
a) Sistema de Controle de Eventos – É um software desenvolvido pela FASUL, que visa
realizar as inscrições online dos eventos promovidos pela Instituição e o controle de presença dos
inscritos nos eventos;
b) Sistema PAIF – Sistema que gerencia o Programa de Avaliação Institucional da
FASUL foi ampliado no ano letivo de 2008. Atualmente o sistema possibilita que professores,
acadêmicos e funcionários participem da autoavaliação institucional através do Portal da FASUL.
O sistema gera um conjunto de relatórios diversificados, por curso, por turma e também por
disciplinas que está sendo avaliada. À medida que as pessoas vão respondendo aos questionários
o sistema atualiza os gráficos automaticamente. É uma excelente ferramenta de gestão dos cursos
por parte dos Coordenadores de Curso, bem como para a Direção da IES;
c) Sistema Publicações Online – Este software está sendo desenvolvido, visando divulgar os
conteúdos científicos produzidos pelos acadêmicos dos diversos cursos da instituição e facilitar a
correção de trabalhos por parte de orientadores. Após a conclusão deste sistema, os trabalhos
publicados poderão ser pesquisados através dos campos: Nome do Autor, Título do Trabalho,
Modalidade do Trabalho, Ano da Defesa, Curso, Palavra-chave, Nome do Orientador ou Nome do
Avaliador;
d) Instalação de um computador em todas as salas de aula da FASUL, para uso dos
docentes e discentes. Com acesso a rede Wireless;
111
e) Webmail aos Acadêmicos e Professores/Coordenadores/Técnicos-administrativo - A
FASUL disponibiliza a todos os Acadêmicos, Professores, Coordenadores e Técnicos-Administrativo
o serviço de Webmail, o qual permite aos usuários enviar, receber e gerenciar seus e-mails através de
um navegador que pode ser acessado de qualquer computador conectado a internet;
f) SORE - Sistema Online de Reservas de Equipamentos, um software desenvolvido pela
FASUL para informatizar o processo de reserva de espaços físicos da instituição. O SORE está
disponível na internet, no site da FASUL – link <http://www.fasul.edu.br/sore>;
g) SAGRES Portal/Material de Apoio - Através do Sagres Portal os professores da
instituição podem disponibilizar aos alunos os materiais de suas aulas;
h) Emissão de Certificados - um software também desenvolvido pela FASUL para
disponibilizar através da internet os certificados e declarações dos eventos promovidos pela
instituição. Para acessar o sistema Emissão de Certificados, abra o Portal FASUL
(http://www.FASUL.edu.br), menu “Pesquisa e Extensão”, opção “Emissão de Certificados”.
Segue o procedimento para a emissão do certificado e/ou declaração:
1. Informar o CPF do participante;
3. Pressionar o botão Verificar;
4. Serão apresentadas as informações do Evento e Registro, clique no link
“Visualizar Certificado” ou “Visualizar Declaração” para abrir o arquivo PDF com o
certificado ou declaração;
i) Instalação de Internet Wireless em todas as dependências da Fasul. Para usufruir do
serviço, o usuário deve dirigir-se ao Departamento de TI da faculdade juntamente com seu
equipamento, para efetuar seu cadastro. Onde receberá um usuário e senha de acesso ao serviço;
j) Troca dos computadores dos Laboratórios de Informática e Agência de Comunicação
Integrada;
k) Instalação de projetor multimídia, tela de projeção e som ambiente em todas as salas de
aula da FASUL, para uso dos docentes e discentes;
l) Implantação de um novo Datacenter, utilizando a Tecnologia de Virtualização, afim de
melhorar a qualidade dos serviços prestados.
Os serviços de informática que a Fasul presta na função-meio de maior relevância estão
descritos por setor, como segue:
112
a) Departamento de Informática - Processamento do vestibular; confecção de carteirinhas para
acadêmicos e crachás para professores e funcionários; assistência técnica aos computadores da
Fasul; fornecimento dos programas para uso administrativo e universitário; suporte técnico para
toda rede de computadores. Atendimento aos professores, alunos, funcionários e atendimento
externo.
b) Biblioteca - Os serviços da Biblioteca estão inteiramente informatizados; dos onze
computadores disponíveis, cinco são usados pelos funcionários para catalogação e para
atendimento aos alunos; os outros seis computadores são para o uso dos acadêmicos e
professores para pesquisar, acessar o banco de dados dos livros cadastrados na Biblioteca, a
informações da Secretaria Acadêmica e do Setor Financeiro. Todos os computadores estão
conectados à Internet.
c) Direção Geral - O computador é utilizado para o gerenciamento acadêmico da avaliação, da
frequência, do controle de notas, banco de dados, etc., além de servir para trabalhos de natureza
técnico-administrativa.
d) Secretaria Acadêmica - Os serviços acadêmicos estão informatizados e são feitos com uso de
seis computadores, onde são processados o cadastro e todo o controle acadêmico dos
universitários, desde a matrícula, transferências, trancamentos, dependências, freqüências,
avaliações, resultados de exames, até as informações sobre a vida acadêmica que os alunos
desejarem obter.
e) Tesouraria e Setor Financeiro - No atendimento aos alunos para pagamento de mensalidades
e demais taxas acadêmicas são utilizadas três computadores em sala ampla e especialmente
mobiliada para esses serviços, já, o Setor Financeiro, responsável pelas contas a pagar, dispõe de
um computador.
f) Logística - É utilizado um computador no setor, que controla todo sistema de compras da Fasul
desde material de expediente até materiais e equipamentos dos laboratórios, além de fazer o
controle de estoque, do veículo da Instituição e os Serviços de Limpeza.
113
g) Laboratórios - Todos os laboratórios dispõem de computadores para o suporte administrativo
e técnico para as práticas desenvolvidas por professores e alunos.
A Instituição dispõe de espaço físico e equipamentos audiovisuais que auxiliam os
docentes e discentes em suas atividades acadêmicas. São vários espaços contendo equipamentos
de Multimídia. São alguns deles:
a) Auditório da FASUL
Com cento e oitenta poltronas, equipado com ar-condicionado, multimídia e demais
aparelhos de áudio, vídeo/tv, retro-projetores.
b) Salas de Aula
Nas salas de aula estão disponíveis para os professores aparelhos de áudio e multimídia,
equipamentos esses que são fixos e fazem parte do mobiliário. Cada sala possui um computador.
Existem também disponíveis em todas as salas de aula as telas para projeção de transparências e
slides. A FASUL possui, ainda, outros equipamentos disponíveis que são direcionados às
respectivas salas de aulas sempre que há necessidades, tais como: retroprojetor, flip-chart,
aparelhos de DVD, aparelho de som microsystem, TV Coder.
4.11 METODOLOGIA DE ENSINO – COERÊNCIA ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE
ENSINO-APRENDIZAGEM COM A CONCEPÇÃO DO CURSO
A orientação metodológica a ser dada ao curso compreende o aluno como agente ativo do
seu processo de formação. Nesse sentido, serão realizadas aulas teóricas visando à compreensão
do conhecimento básico da área de atuação do Tecnólogo em Agronegócio; aulas práticas de
laboratório, nas disciplinas que couber, buscando através da observação e experimentação uma
compreensão aprofundada do conhecimento e dos fenômenos em estudo. Muitas vezes a
organização curricular de cursos superiores dá-se de forma segmentada em dois polos: o teórico e
114
o prático. O teórico, desenvolvido na sala de aula, valoriza os conhecimentos teóricos,
acadêmicos, atribuindo pouca importância para atividades práticas, igualmente fundamentais para
o processo de formação. O segundo valoriza a prática, a experimentação, os estágios,
desconsiderando a importância da dimensão teórica como base e fundamentação para seleção e
análise de atividades práticas e ações interventivas. Esta postura revela, por um lado, uma
compreensão aplicacionista da teoria, e, por outro, uma visão ativista da prática. Como se os
cursos de formação profissional se constituíssem de momentos de prescrição e análise e de
momentos de execução.
No Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio a perspectiva é de superar esta
concepção, compreendendo a prática como uma dimensão do conhecimento que está presente no
processo de formação, nos momentos em que se trabalha na reflexão sobre a atividade
profissional, bem como nos momentos em que se exercita a atividade profissional. Por isso, o
princípio metodológico norteador é de que todo o fazer implica uma reflexão e toda a reflexão
implica uma prática, ainda que nem sempre esta se materialize. E não se trata de explicitar qual
dimensão deve ter prioridade ou deve ser o ponto de partida na formação profissional, uma vez
que no processo de construção de sua autonomia intelectual o profissional deve saber, deve saber
fazer e deve compreender aquilo que faz.
Desta forma, as atividades práticas desenvolvidas no interior do curso não se constituem
em atividades isoladas e desarticuladas. Elas são compreendidas como momentos do processo de
formação onde o aluno interage com o conhecimento mediatizado pela realidade em situações
que exigem que sejam colocados em uso os conhecimentos até então construídos, ao mesmo
tempo em que mobilizam outros, de diferentes naturezas e oriundos de experiências diferentes e
em diferentes tempos e espaços curriculares.
Neste sentido, a organização curricular do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio
propõe situações didático-pedagógicas nas quais os futuros profissionais articulam as dimensões
teoria e prática, no interior das disciplinas discutindo temáticas apoiadas em exemplos de
situações reais vivenciadas, nos seminários que poderão ser desenvolvidos, nas oficinas de
formação profissional, se vierem a ser implementadas, nos estágios curriculares, nas atividades
acadêmicas complementares, entre outros.
No sentido de implementar as ações práticas, a Fasul deve buscar os meios de viabilizar a
infraestrutura exigida de acordo com o Catálogo Nacional dos Cursos de Tecnologia, e para tanto
115
poderá viabilizar por meio de convênios de cooperação técnica e recíproca, com parceiros que
atual nos mais variados setores do agronegócio regional.
5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Com relação ao Trabalho de Conclusão de Curso, não contempla no Projeto Pedagógico
do Curso. Uma vez que é facultativo conforme o parecer CNE/CES Nº 239/2008.
5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE TCC
Não se aplica ao Curso de Tecnologia em Agronegócio, embora a Fasul tenha sua política
institucional sobre TCC.
6 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Com relação ao Estágio Curricular Supervisionado, não contempla no Projeto Pedagógico
do Curso. Uma vez que é facultativo conforme o parecer CNE/CES Nº 239/2008.
6.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Não se aplica ao Curso de Tecnologia em Agronegócio, embora a Fasul tenha sua política
institucional sobre Estágio Supervisionado.
7 INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
a) Políticas de Ensino
Conforme o Projeto Pedagógico Institucional (PDI) são políticas de ensino de graduação:
- Manter elevados padrões de qualidade de ensino pela formação e qualificação do corpo
docente;
- Disponibilizar infraestrutura adequada para o processo de ensino e aprendizagem;
116
- Apoiar o processo de ensino em metodologias inovadoras que envolvam a
interdisciplinaridade, que aliem teoria à prática e que utilizem os recursos da tecnologia.
- Inovar os Projetos Pedagógicos dos cursos implementando uma estrutura curricular
moderna que atenda à demanda atual do mundo do trabalho;
- Aliar, sempre que possível, pesquisa, ensino e extensão de modo a garantir o
desenvolvimento de atividades práticas no processo de formação profissional;
- Integrar ao quadro de docentes profissionais com experiência e atuação no campo
profissional dos cursos;
- Direcionar recursos financeiros, de estrutura, pedagógicos e humanos de modo a
contemplar, igualitariamente, todos os cursos;
- Acompanhar e avaliar, periodicamente, os processos de ensino e demais procedimentos
acadêmicos e administrativos;
- Valorizar as potencialidades do estudante, desenvolvendo um processo formativo que
oportunize o seu desenvolvimento;
- Desenvolver ações de acompanhamento dos profissionais egressos dos cursos;
- Integrar os cursos com a sociedade, com as redes de ensino, com empresas e
organizações;
- Expandir o ensino de graduação pela implantação de novos cursos voltados para a
demanda local e regional.
b) Políticas de Pesquisa
Na FASUL a pesquisa é entendida como importante e necessária para qualificar as ações
de ensino, em todas as áreas dos cursos de graduação que mantêm. Na perspectiva de melhorar a
formação dos futuros profissionais, definiu-se como políticas de pesquisa:
- Manter um quadro docente qualificado não somente em titulação, mas também em
experiência profissional na área;
- Definir linhas/áreas/grupos/núcleos de pesquisa em torno das áreas do saber dos cursos
em funcionamento;
- Buscar apoio em órgãos de fomento para implementar programas e projetos de pesquisa;
117
- Incrementar as parcerias e os intercâmbios com outras instituições ou grupos de
pesquisa;
- Incentivar o surgimento de projetos de pesquisa vinculados às atividades de ensino.
c) Políticas de Extensão
As atividades de extensão são importantes porque promovem o estreitamento das relações
da instituição com a sociedade local e regional, ao mesmo tempo em que se articula com o ensino
e a pesquisa, proporcionando maior qualidade e realidade ao processo de formação. A Fasul
adotou como políticas de extensão:
- Desenvolver a extensão como um processo importante para que o ensino supere a mera
transmissão de saberes;
- Desenvolver projetos de extensão que aproximem a Faculdade da sociedade, pelo
atendimento de suas necessidades em diferentes campos profissionais;
- Implementar ações e projetos de relevância social;
- Desenvolver projetos sequenciais de prestação de serviços em áreas demandas pela
sociedade;
- Expandir a prestação de serviços a diferentes segmentos da sociedade.
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão na Fasul, a partir da definição de políticas
orientadoras das atividades de ensino, pesquisa e extensão demonstra seguir os princípios claros
em suas atividades acadêmicas, buscando oferecer além de um ensino de qualidade,
comprometer-se também com a difusão do conhecimento, com a construção da cidadania e com o
desenvolvimento social em nível regional, nacional e internacional.
Com a preocupação de atender e implementar as políticas acima expressas, torna-se
necessário viabilizar a integração entre ensino, pesquisa e extensão na organização da matriz
curricular do curso. O ensino sem a produção do conhecimento torna-se mera reprodução de
saberes já estruturado e, portanto, ineficiente e de pouca validade para a formação de um
profissional capaz de exercer suas atividades e sua cidadania em um mundo dinâmico e mutante
como é o que se está vivendo. Por sua vez ensino e pesquisa sem extensão à comunidade limitam
a importância da pesquisa e com grandes possibilidades de que a mesma não esteja voltada para a
118
solução dos problemas que a sociedade enfrenta, tornando pouco eficiente o desempenho da
instituição.
Consciente da necessidade do avanço e da socialização do conhecimento a FASUL
prioriza em seu projeto educacional a integração do ensino e da pesquisa com as demandas da
sociedade, num caminho de mão dupla, posto que, ao comprometer-se com as necessidades
sociais, a instituição tem muito a contribuir, mas tem também muito a aprender com a
comunidade. Assim, nos projetos pedagógicos dos cursos da FASUL prevê-se o desenvolvimento
das atividades de ensino-aprendizagem dentro de uma visão orgânica de currículo, procurando
evitar dicotomias, e articulando, sempre que possível o ensino, a pesquisa e a extensão. O
entendimento é de que a pesquisa e a extensão num curso de graduação constituem-se em
atividades de ensino.
A definição de extensão coloca-a como forma de articular ensino e pesquisa. E o
entendimento é de não há momentos separados para aprender, para pesquisar e para estender
conhecimentos à comunidade. Por isso, nem as atividades de pesquisa são previstas de modo
divorciado do ensino, nem as atividades de extensão são colocadas como um terceiro momento.
Assim, tanto atividades de pesquisa como de extensão, são atividades de ensino uma vez
que sua finalidade é a formação do aluno, que no período da graduação necessita aprender a fazer
pesquisa pesquisando, o mesmo ocorre com a extensão.
Mecanismos institucionais que evidenciam a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão: nesta instituição desenvolve-se ensino com pesquisa através dos seguintes mecanismos:
- através da iniciação científica;
- pela organização de semanas acadêmicas, jornadas de estudo, ou outros eventos, que
possibilitem a discussão e apresentação de trabalhos e temas referente aos curso, bem como as
pesquisas e atividades de extensão realizadas por docentes e discentes da Faculdade e de outras
instituições;
- facilitando a participação de docentes e discentes em eventos científicos, organizados
por outras instituições ou entidades, cuja temática esteja afeta a área do curso;
- possibilitando a integração de docentes e discentes em grupos de pesquisa e de extensão,
com atuação local, regional, estadual e nacional;
119
- organização curricular flexível ofertando, além das aulas, atividades acadêmicas
complementares, aulas práticas, atividades de monitoria, desenvolvimento de trabalhos
monográficos, inserção dos acadêmicos em projetos de pesquisa e de extensão do corpo docente.
As atividades de pesquisa e de extensão na Fasul se desenvolverão a partir de certos
pressupostos, dentre os quais os principais são:
- compromisso com a produção e difusão do conhecimento e do avanço científico e
cultural através da pesquisa científica de qualidade;
- concepção de extensão como um processo educativo, cultural e científico que articula o
ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre instituição
de ensino superior e a sociedade;
- esforço institucional no sentido de viabilizar ensino de qualidade, pela contratação de
docentes titulados e pela instalação de infraestrutura adequada para o desenvolvimento das
atividades acadêmicas;
- direcionamento de projetos de pesquisa e atividades de extensão para problemáticas
locais e regionais, sem, contudo, perder a relação com as questões amplas e universais da
produção do conhecimento científico nesta área do saber.
8 CORPO DOCENTE
8.1 PERFIL DO CORPO DOCENTE
As diretrizes para fixação da política de pessoal docente da Faculdade Sul Brasil estão
expressas no seu PDI que se encontra em vigência.
Fato notório é que o atual PDI encontra-se em fase de reestruturação. O documento
existente e o novo são resultados de um processo de construção coletiva da identidade
institucional, aprovado pelo seu Conselho Superior.
Os cursos de capacitação continuada estão previstos no Regimento Interno, Título V,
Capítulo I, § 4º e ainda no Plano de Desenvolvimento Institucional, visando apoiar e incentivar
seus docentes à participação em cursos de pós-graduação e outros, como: seminários, congressos,
eventos técnicos e científicos, produção e publicação acadêmicas. São ofertados todos os anos
120
através do Projeto Institucional, Cursos de Formação de caráter pedagógico, visando
instrumentalizar o docente para as ações de ensino, bem como despertar o desenvolvimento de
competências nos relacionamentos interpessoais dos participantes e contribuir para melhorar a
atuação didática e pedagógica dos professores junto aos alunos. A Fasul oferta cursos de
especialização Lato Sensu, entre eles o de Metodologia do Ensino Superior também para atender
as necessidades do seu corpo docente.
A Fasul realiza efetivo apoio à produção científica, técnica, pedagógica e cultural, através
da coordenação do curso e mais especialmente através da Coordenação de Pesquisa e Extensão
(COOPEX), que tem estabelecido uma política de incentivo e apoio à pesquisa, à extensão, à
produção científica e às publicações. Ainda, há estímulo para o desenvolvimento de projetos
científicos, bolsas especiais, promoção de congressos e seminários, intercâmbio com outras
instituições e divulgação dos resultados das pesquisas em meios internos e externos de
comunicação.
a) Ações de Apoio Pedagógico aos Docentes
O apoio didático-pedagógico aos docentes do Curso se efetiva de diversas formas: no
contato permanente, quase diário, com a Coordenação do Curso, no relacionamento, quando
necessário, com a Coordenação Pedagógica da Instituição, pela interação com os setores internos
de apoio a docentes e discentes como: Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e Centro de
Atendimento a Educação Especial (CAAE) e pelos demais setores administrativos como, a
Biblioteca Central, Secretaria Acadêmica e o Departamento de Informática e seus laboratórios.
A Atuação da Coordenação do Curso
As atribuições da Coordenação do Curso e o estilo de relacionamento com os docentes se
dá em base ao previsto no Regimento Interno, normalmente se realiza em reuniões. Contudo,
também ocorrem orientações informais, sempre que o docente sentir necessidade. A Coordenação
do Curso permanece na Instituição nos horários de funcionamento do curso, supervisionando a
realização das atividades e encaminhando questões relativas às necessidades dos docentes.
121
A Atuação da Coordenação Pedagógica
Em relação à Coordenação Pedagógica, está prevista em regimento interno e está
devidamente instituída na Faculdade. É responsável pela assessoria didático-pedagógica aos
docentes e discentes.
O Núcleo de Apoio ao Estudante e o Centro de Apoio a Educação Especial
O Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e o Centro de Apoio a Educação Especial
(CAEE) são instâncias voltadas ao estudante, mas que também acabam apoiando os docentes.
Através do CAEE, por exemplo, os professores são orientados para melhor atuarem junto a
alunos portadores de necessidades especiais. O NAE orienta os docentes a como atuar junto a
alunos com dificuldades de aprendizagem.
Projeto Pedagógico do Curso
O projeto pedagógico do curso está disponível, na versão on-line, aos docentes, na
Direção Geral, na Biblioteca, na Secretaria Acadêmica, na Coordenação Pedagógica e na
Coordenação de Curso. O mesmo é analisado e avaliado a cada início de semestre em reuniões de
Colegiado de Curso, quando são discutidos os pontos que são passíveis de reformulação.
Planos de Ensino
A Instituição adota um modelo padrão de plano de ensino contendo os tópicos: Dados de
Identificação, Ementa, Objetivos, Programa/Conteúdos, Metodologia, Critérios/Formas de
Avaliação, Bibliografia Básica e Bibliografia Complementar. Os docentes das disciplinas
elaboram os respectivos planos que são apresentados, analisados, discutidos e aprovados em
reuniões de Colegiado de Curso.
A diretriz central das orientações e discussões, tanto do Projeto Pedagógico quanto sobre
os Planos de Ensino, é a coerência entre a concepção teórico-metodológica e as práticas
pedagógicas
implementadas
na
integralização
curricular,
destacando
a
necessária
122
interdisciplinaridade e a unidade entre teoria e prática. Antes de iniciar o período letivo de cada
semestre é proporcionado aos professores recém-contratados pela instituição, uma Oficina de
Plano de Ensino. Este momento é coordenado por uma professora de didática que os orienta
quanto a sua elaboração e a relação com o Projeto Pedagógico do Curso em que irão lecionar
Após a aprovação os planos de ensino são disponibilizados aos discentes através do Portal
Sagres.
Sistema de Comunicação
A comunicação interna nas instituições é sempre um grande desafio. O corpo docente da
Faculdade Sul Brasil tem acesso às informações por mecanismos diversos como: informação
repassada, por escrito, via memorandos on-line, colocados em escaninhos individuais dos
docentes; a comunicação via e-mail. É feita também a divulgação de eventos, matérias relevantes
sobre diversas temáticas nos murais da Faculdade. Muitas informações sobre o curso e a
instituição estão disponíveis na Internet e são divulgados nos Jornais da FAG e da Fasul e em
veículos de comunicação como a emissora de rádio própria da Fasul – a Rádio Educativa Fasul e
as demais rádios e jornais da cidade. Ainda, é utilizado o sistema de repasse das atas das
Reuniões de Serviço, enviadas por e-mail para todos os setores e afixadas em mural.
Equipamentos à Disposição dos Docentes
A Instituição dispõe de espaço físico e equipamentos audiovisuais que auxiliam os
docentes em suas atividades acadêmicas. Há uma sala de professores ampla com mesas, cadeiras,
escaninhos, computadores em rede e Internet disponível em três turnos, para uso dos professores.
A Instituição disponibiliza, ainda, um auditório com cento e oitenta poltronas, equipado com
multimídia e todos os acessórios necessários para uma perfeita comunicação com o público.
As salas de aula estão equipadas com aparelho multimídia fixo e computador para o uso
do professor no transcorrer das aulas, além dos laboratórios de informática.
123
Biblioteca Central
A biblioteca está instalada no Bloco "A" e ocupa uma área de 600m2. As salas são
bem iluminadas e refrigeradas, com ar condicionado. O acervo da biblioteca central possui mais
de 26.000 volumes e, aproximadamente, 80 assinaturas de periódicos. Possui sete salas de estudo
com mesas, onze cabines individuais para estudo, uma sala de vídeo e uma sala para consultas em
periódicos. Possui, também, seis terminais para consulta de empréstimos on-line, bem como
acesso a Internet.
O acervo da Biblioteca está dividido por áreas específicas do conhecimento. Conta com
periódicos de conhecimentos gerais, clássicos e livros específicos de cada área e disciplina. A
Biblioteca da Fasul é constantemente atualizada mediante aquisição de livros e assinaturas de
periódicos, com vistas a atender às demandas de pesquisas de todas as disciplinas dos cursos de
graduação e pós-graduação que são ofertados pela Fasul. A política de atualização e expansão do
acervo é uma realidade baseada no suprimento das necessidades surgidas pelos cursos em
funcionamento e de futuros cursos.
O acervo é catalogado pelo Sistema de Classificação Decimal Dewey (CDD), AACR2 e
Tabela Cutter-Sanborn. Todo o acervo da biblioteca está disponível em um sistema
informatizado, onde o usuário pode, pela Internet (Portal Aluno), consultar e efetuar reservas de
obras e renovações de empréstimos por duas vezes, sem sair de casa. Há seis computadores
conectados à Internet para professores e alunos realizarem pesquisas, elaboração/produção de
textos, acessar o acervo bibliográfico e fazer reservas e renovações. A Biblioteca mantém
intercâmbio via acesso remoto Comut, com base de dados científicos e com bibliotecas
especializadas. A Biblioteca está aberta a toda a comunidade para efetuar consultas locais a todo
o acervo. O acesso é livre para escolher o material na estante e manuseá-lo, porém, o empréstimo
é exclusivo para alunos, professores e funcionários. Todas as obras com mais de um exemplar são
passíveis de empréstimo. Cada estante que acomoda o acervo é devidamente identificada para
uma melhor localização das obras.
124
Serviços de Fotocópias
A Instituição disponibiliza serviços de multiplicação de trabalhos de avaliação, via
impressora e foto-copiadora à disposição dos professores, bem como a multiplicação de textos e
outros materiais necessários ao desenvolvimento das aulas.
Secretaria Acadêmica
A Secretaria Acadêmica orienta os docentes quanto ao preenchimento do Diário de
Classe, a importância deste documento para os acadêmicos e para a instituição. Também, orienta
quanto à legislação educacional em vigor no que se refere à matrícula e rematrícula de alunos,
transferências, aproveitamento de estudos, direitos da aluna gestante, sistema de avaliação,
promoção e reprovação em disciplinas, entre outros.
Laboratório de Informática
Os laboratórios de informática da instituição estão disponíveis para os docentes
ministrarem suas aulas, mediante agendamento e reserva de horários. Um dos laboratórios é de
uso constante dos acadêmicos, para consultas ao Sagres Portal, acervo bibliográfico, solicitação
de serviços à Secretaria Acadêmica, Internet, digitação de trabalho e outras atividades pertinentes
a sua vida acadêmica. Os professores dispõem de terminais na sala dos professores, para
digitação de trabalhos e lançamento de notas e faltas, no Sistema Sagres. A atividade de
lançamento de notas e faltas pode ser feita também em sua residência, via Internet, direto no
Sistema Sagres.
8.2 PRODUÇÃO CIENTÍFICA
A Fasul realiza efetivo apoio à produção científica, técnica, pedagógica e cultural, através
da coordenação do curso e mais especialmente através da Coordenação de Pesquisa e Extensão
(COOPEX), que tem estabelecido uma política de incentivo e apoio à pesquisa, à extensão, à
produção científica e às publicações. Ainda, há estímulo para o desenvolvimento de projetos
125
científicos, bolsas especiais, promoção de congressos e seminários, intercâmbio com outras
instituições e divulgação dos resultados das pesquisas em meios internos e externos de
comunicação.
No sentido de operacionalizar as pesquisas demandadas no âmbito do Curso de
Tecnologia em Agronegócio, será estruturado um núcleo de pesquisa em torno das áreas dos
saberes do curso, onde os professores das respectivas disciplinas ministradas semestralmente
deverão envolver-se com o trabalho de pesquisa.
É fundamental que sejam realizadas estas pesquisas no campo do agronegócio, o que
contribuirá para a viabilização da editora da Fasul, o que certamente otimizará a divulgação dos
conhecimentos científicos gerados pelos docentes e acadêmicos do curso.
O núcleo de pesquisa deverá, também, estimular os acadêmicos a subscreverem suas
pesquisas produzidas nos mais diversos eventos científicos, pois será uma forma de divulgar os
trabalhos para a sociedade.
O colegiado do curso deverá assumir que os trabalhos deverão ser publicados, e isso será
uma forma de estimular a criação de nossa revista científica.
8.3 APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
A Fasul, no intuito de garantir qualidade ao ensino e às demais atividades acadêmicas,
disponibiliza aos acadêmicos uma estrutura física e de materiais condizentes para que a qualidade
efetivamente ocorra. Contudo, preocupa-se, ainda mais, com a dimensão pedagógica das
atividades que desenvolve. Por isso, instituiu diversos mecanismos que visam apoiar acadêmicos,
professores e gestores na concretização dos objetivos e metas propostos.
O apoio didático-pedagógico aos docentes do Curso se efetiva de diversas formas: no
contato permanente, quase diário, com a Coordenação do Curso, no relacionamento, quando
necessário, com a Coordenação Pedagógica da Instituição, pela interação com os setores internos
de apoio a docentes e discentes como: Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e Centro de
Atendimento a Educação Especial (CAAE), Projeto de Apoio aos Coordenadores (PAC) e pelos
demais setores administrativos como, a Biblioteca Central, Secretaria Acadêmica e o
Departamento de Informática e seus laboratórios.
126
8.4 PLANO DE CAPACITAÇÃO
Além do Projeto de Apoio aos Coordenadores, que é desenvolvido pela Coordenação
Pedagógica no transcorrer dos semestres letivos, a Fasul desenvolve também, junto aos
Coordenadores, um trabalho de assessoria prestado por consultores externos.
Outra atividade de capacitação do corpo docente são as semanas pedagógicas que são
realizadas semestralmente.
Aos docentes novos e contratados pela Instituição é assegurado treinamento do
Departamento de Informática sobre a operacionalização do portal sagres como ferramenta de
gestão acadêmica.
Outro aspecto a ser ratificado é o fato de que todos os professores são estimulados a
cursarem a pós-graduação na área de docência do ensino superior, como forma e manter um
processo de formação continuada, curso esse oferecido anualmente pela Coordenação de PósGraduação da Fasul.
9 CORPO DISCENTE
9.1 MONITORIA ACADÊMICA
O programa de Monitoria Acadêmica foi implantado visando oportunizar aos discentes
possibilidades de aperfeiçoamento pessoal e em alguns casos, até profissional, em especial no que
tange à pesquisa e ao ensino. As finalidades, organização e funcionamento da monitoria
acadêmica estão expressos em regulamento próprio.
9.2 APOIO PSICOPEDAGÓGICO
O apoio psicopedagógico ao discente e a orientação acadêmica no que diz respeito a sua
vida escolar e a sua aprendizagem são preocupações centrais desta instituição, uma vez que o
bom desempenho, a aprendizagem significativa e a profissionalização do acadêmico figuram
entre as metas institucionais. Por isso, além dos recursos e mecanismos usuais para o
desenvolvimento das aulas, a Faculdade Sul Brasil coloca à disposição dos acadêmicos setores
127
específicos para auxiliá-los em possíveis dificuldades referentes à vida acadêmica e à
aprendizagem.
O apoio psicopedagógico ao discente e a orientação acadêmica no que diz respeito a sua
vida escolar e a sua aprendizagem são preocupações centrais desta instituição, uma vez que o
bom desempenho, a aprendizagem significativa e a profissionalização do acadêmico figuram
entre as metas institucionais. Por isso, além dos recursos e mecanismos usuais para o
desenvolvimento das aulas, a Faculdade Sul Brasil coloca à disposição dos acadêmicos, setores
específicos para auxiliá-los em possíveis dificuldades referentes à vida acadêmica e à
aprendizagem.
9.2.1 A Atuação da Coordenação do Curso
De acordo com o artigo 32 do Regimento Interno da Fasul, compete ao Coordenador
apoiar e acompanhar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem e, dentre outras
atribuições, atender e orientar os alunos do curso nas mais variadas demandas.
Quando ocorrer casos detectados de demandas nesta área, o coordenador do curso
encaminha os alunos para receber o apoio psicopedagógico.
9.2.2 A Atuação da Coordenação Pedagógica
As demandas de atendimento psicopedagógico geradas na instituição, inclusive do curso
de agronegócio, a Coordenação Pedagógica organiza a agenda de atendimento, detectando os
casos de maior urgência, e os discentes são encaminhados ao NAE.
9.2.3 O Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e o Centro de Apoio à Educação Especial
(CAEE)
O Núcleo de Atendimento ao Estudante (NAE) atua em duas dimensões: no atendimento
propriamente dito que entre outros objetivos busca orientar ou encaminhar para análise ou
parecer técnico, os assuntos da vida acadêmica do aluno que sejam problemas ou necessidades
128
relacionados às providências legais, acadêmicas, financeiras ou de expediente. Esta função é
cumprida pelo profissional que ocupa o cargo na Coordenação Pedagógica da Instituição.
A outra dimensão de atuação do NAE coloca à disposição do acadêmico atendimento
psicopedagógico, com orientações e encaminhamentos de situações de acadêmicos com
dificuldades de aprendizagem.
São objetivos e atribuições do NAE no que se refere ao atendimento psicopedagógico
conforme Resolução 08/04, do Conselho Superior da Faculdade Sul Brasil.
A Instituição, também, instituiu o Centro de Apoio a Educação Especial (CAEE), cuja
finalidade é prestar assistência e orientações aos acadêmicos portadores de necessidades
educativas especiais. O CAEE também orienta docentes em relação à sua atuação profissional
com alunos especiais.
9.2.4 Ouvidoria
A Ouvidoria direciona seu atendimento a dois tipos de usuários: externo e interno. O
usuário externo é todo indivíduo, grupo ou entidade pública ou privada, que demanda ou possa
vir a demandar dos serviços oferecidos pela Instituição e seus parceiros. O usuário interno é o
aluno, o funcionário e o professor da Faculdade. A Ouvidoria atua segundo o Código de Ética,
pautando seu trabalho pela legalidade, legitimidade, imparcialidade, moralidade, probidade e
publicidade. Sempre dando retorno ao seu usuário.
A criação da ouvidoria permite à Instituição conhecer as opiniões da comunidade interna e
da sociedade referente à Faculdade e, da melhor forma possível, solucionar os problemas e dar
respostas a dúvidas, críticas e sugestões. Esta é uma oportunidade de aprimoramento
administrativo e de implementação do desenvolvimento institucional.
O atendimento da ouvidora se dá por meio do site da IES, telefone ou pessoalmente.
9.3 NIVELAMENTO
A Faculdade Sul Brasil desenvolve ações voltadas para a recuperação das deficiências
de formação do iniciante, uma vez que as dificuldades de aprendizagem normalmente são
decorrentes da falta de base dos alunos. Os problemas que esta realidade traz para o
129
desenvolvimento das atividades de ensino e aprendizagem são temas sempre presentes nas
reuniões pedagógicas realizadas na Instituição, resultando destes debates a necessidade e a
importância do desenvolvimento de ações para o enfrentamento da problemática.
É elevado o número de alunos que ingressam nos Cursos Superiores apresentando sérias
dificuldades de aprendizagem dos conteúdos propostos nos programas curriculares das
disciplinas. As dificuldades vão desde a inexistência de conhecimentos nas disciplinas que
estruturam a aprendizagem no ensino superior tais como: Língua Portuguesa, Matemática,
Estatística, Biologia, Química, Física e conhecimentos gerais. São sérias as dificuldades de
leitura, interpretação e produção de textos, habilidades importantes para o bom desempenho no
ensino superior.
Este fator colocou a necessidade de que a Faculdade criasse as condições para que os
alunos pudessem acompanhar as atividades propostas e desenvolver as habilidades e
competências necessárias para o exercício da futura profissão, sem prejuízo no tempo de
conclusão do curso e com o maior aproveitamento do processo de ensino e aprendizagem.
Assim sendo, as dificuldades e deficiências dos acadêmicos no inicio do curso são
tratadas no processo ensino e aprendizagem de diversas formas: os docentes são orientados a
dedicar maior atenção aos acadêmicos que manifestam dificuldades. Cada professor, ao
diagnosticar os níveis de leitura, compreensão, interpretação de textos, bem como os níveis de
elaboração do texto escrito e da oralidade, orienta individualmente os acadêmicos, sugerindo
medidas de superação de suas dificuldades e acompanha as mudanças que o mesmo vai
demonstrando nas dificuldades e deficiências percebidas. A avaliação é processual, formativa e
contínua e leva em consideração os tempos e níveis de aprendizagem de cada aluno.
A parte interessante e relevante do processo é a autoconsciência que o aluno adquire das
suas dificuldades e das formas de superação. Outra forma de enfrentamento do problema foi à
organização e oferta de projetos, contendo atividades de nivelamento em leitura e produção de
texto e em matemática.
O Programa de Acompanhamento Psicopedagógico, em funcionamento na Instituição,
auxilia os acadêmicos no enfrentamento de seus problemas de aprendizagem, bem como orienta
Coordenadores de Curso e professores nesta área.
130
9.4 EGRESSOS
A palavra Conexão significa ligação, união: “A verdade é que a conexão viva entre o
presente e o passado, não pode ser abandonada, sob o risco da ruptura de interesse mútuo entre a
história e a sociedade” (José Honório Rodrigues, Vida e História, p. 53). É exatamente isso que a
Faculdade Sul Brasil pretende manter com seus ex-alunos: um ponto de ligação e para isso criou
o programa de relacionamento e de comunicação, chamado Blog do Egresso.
9.4.1 O Programa de Acompanhamento ao Aluno Egresso
Este site pretende desencadear um processo de comunicação entre os egressos, mediante
um sistema de rede de relacionamentos, objetivando manter os ex-alunos informados e
conscientes da necessidade e importância da formação continuada; pretende mantê-los
informados sobre a programação acadêmica e cultural da Instituição, visando motivá-los a
participar da mesma.
Este blog é também um mecanismo de acompanhamento institucional dos acadêmicos
egressos, pretende obter informações sobre a sua inserção no mercado de trabalho, avaliações e
análises da atuação profissional, bem como avaliações do curso realizado. Pretende também
informar nichos de mercado disponíveis e empresas contratantes de profissionais de nível
superior, nas áreas dos cursos de graduação. Considera-se importante acompanhar a vida
profissional dos ex-alunos, porque as informações resultantes podem subsidiar discussões
internas aos cursos, visando qualificá-los em função da realidade e dos saberes necessários à boa
execução da atividade profissional.
O acompanhamento ao egresso se concretiza através de diferentes mecanismos: através do
Portal da Fasul, na Internet, em espaço próprio para Egressos, no qual o ex-aluno encontra
informações, orientações, programações específicas dirigidas a ele. Neste espaço ele também
consegue estabelecer comunicação com a Faculdade, enviando solicitações, respondendo
informações solicitadas, entre outras. Outro mecanismo é a atualização constante de endereços,
para viabilizar o envio de material impresso, de natureza e interesse diverso da Instituição e da
Coordenação de Curso. A formação continuada e a avaliação do desempenho institucional frente
ao mercado de trabalho são as questões centrais do programa de acompanhamento de egressos.
131
10 INFRAESTRUTURA
A estrutura física da Fasul é um lugar agradável, com espaços e ambientes que propiciam
conforto e segurança. As Instalações são adequadas para o desenvolvimento das atividades de
ensino, de pesquisa, de extensão e de convivência.
As instalações estão sendo gradativamente construídas de acordo com o Plano Diretor. O
projeto completo da FASUL, quando concluído, totalizará instalações de uma área geral de
5.186,30 m2 de construções, sendo as principais instalações: 6 Blocos (1 a 6), Biblioteca, Teatro
e Centro Cultural, Ginásio Esportivo / Capela, Prédio de Jornalismo Rádio e TV.
10.1 ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
A infraestrutura de informática da Faculdade Sul Brasil está composta conforme descrito
a seguir:
Em 2011 os computadores dos Laboratórios de Informática e Agência de Comunicação
Integrada da FASUL foram substituídos por computadores novos.
Atualmente, os laboratórios de informática encontram-se assim configurados:
10.1.1 Equipamentos de Informática
a) Laboratório I
Este laboratório possui uma área de 99,18 m² e dispõe de: 40 computadores, mais 20
lugares para computadores portáteis, Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E8400
3.0GHz 6MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa de vídeo 512MB ATI
HD4550, Monitor 19 polegadas. 30 mesas, 60 cadeiras e ar condicionado. Softwares
disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2,
Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet
Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5, Adobe CS5 (Photoshop, Dreamweaver,
InDesign, Ilustrator), Vetorh 5.5.1.20, MS Projetct 2010. Internet em todos os computadores
interligados em Rede e Internet Wireless. Software específico para disciplina de Estatística.
132
b) Laboratório II
Possui uma área de 51,42 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador
Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD,
Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 15 mesas, 35 cadeiras e ar
condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java 6.26, Adobe
Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite
6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Eclipse Galileo 4.0, Netbeans
7.0, Jdk 6.26, Mysql server 5.1, PostgreSQL 9.1.2, SQL Power Architect 1.0.6, VisualG 2.0.
Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless.
c) Laboratório III
Possui uma área de 66,41 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador
Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD,
Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 40 cadeiras e ar
condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe
Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite
6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Ubuntu 11.4, PostgreSQL 8.4 +
Ferramenta PGAdmin, SQL Power Architect, Code Blocks, Eclipse Galileo,Netbeans 7.0, Jdk
6.26, Mysql server 5.1, VirtualBox, SQL Power Architect 1.0.6, Xamp. Internet em todos os
computadores interligados em Rede e Internet Wireless.
d) Laboratório IV
Este possui 30 m² e dispõe de: 21 computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD
250GB, Gravador de DVD, Monitor 15.6 polegadas. 10 mesas, 21 cadeiras e ar condicionado.
Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1,
DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash
133
Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3. Internet em todos os computadores
interligados em Rede e Internet Wireless.
e) Laboratório V
Conta com uma área de 103,05 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380
Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador
de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 45 cadeiras e
ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe
Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite
6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Domínio Contábil. Internet em
todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless.
f) Agência Experimental de Comunicação Integrada
O laboratório de informática da agência conta com 31,75 m² e dispõe de: 10
computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa de vídeo
de 1GB GForce, Monitor 15.6 polegadas, Impressora Deskjet HP930. 07 mesas, 12 cadeiras.
Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1,
DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash
Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5, Adobe CS5 (Photoshop,
Dreamweaver, InDesign, Ilustrator). Internet em todos os computadores interligados em Rede e
Internet Wireless.
g) Laboratório de Hardware: 99 m2
Possui 99 m² e atende atividades do Curso de Sistemas de Informação. Dispõe de: 11
computadores K6 II 500 MHz 256 Mb, monitores 14 polegadas, 20 cadeiras, 12 mesas grandes, e
1 mesa pequena, 2 armários, 01 quadro negro, ar condicionado. Softwares Disponíveis:
Windows XP, Adobe Acrobat Reader, Winamp, ZipGenius, Turbo Pascal 1.5, Keil Micro Vision.
Todos os computadores estão interligados em Rede e possui acesso a internet e Internet Wireless.
134
10.1.2 Os Sistemas de Gerenciamento
O SAGRES é um software de gerenciamento acadêmico, destinado às instituições de
ensino superior, que atua como instrumento de apoio à administração acadêmica devido a seu
enfoque estratégico, contemplando os fundamentais aspectos de autoavaliação, tomada de
decisão e planejamento acadêmico. Ele está dividido em alguns módulos:
a) Sagres Acadêmico
É o produto na área de administração acadêmica para ensino fundamental, médio e
superior. Simples e flexível, é capaz de adequar-se a instituições de qualquer porte, desde uma
escola ou uma pequena faculdade, até uma universidade multi-campi.
O Sagres Acadêmico possui mais de 150 parâmetros de configuração, incorpora
totalmente a LDB e pode administrar cursos em todos os seus formatos curriculares, sejam:
seriado, por crédito, misto ou currículo livre.
Vários procedimentos foram incorporados ao Sagres Acadêmico como: avaliação
curricular automática, pré-matrícula, matrícula por turma e matrícula via WEB e automática
através de integração com o Sagres Financeiro, entre outros.
O Sagres Acadêmico ainda está subdividido em dois outros módulos que se encontram
disponíveis na intranet/internet:
- Sagres Terminal Professor – onde professores digitam as notas e as frequências de suas
classes;
- Sagres Portal Aluno – encontram-se disponível neste módulo para acesso dos alunos as
seguintes informações: notas, freqüência, consulta ao acervo bibliográfico, disciplinas cursadas,
disciplinas não cursadas, atividades acadêmicas complementares, etc;
O Sagres Acadêmico possui também um sistema de apoio ao atendimento da secretaria,
onde alunos podem, via internet, solicitar emissão de atestados, declarações e outros serviços.
135
b) Sagres Acervo
A minuciosa catalogação do acervo bibliográfico, o consequente acesso ao público leitor e
a melhoria de qualidade no atendimento, junto às diversas atividades internas das bibliotecas,
tornam fundamental a modernização deste núcleo de apoio às atividades acadêmicas.
Totalmente compatível aos padrões MARC e AACR2, o SAGRES Acervo foi
desenvolvido para oferecer aos bibliotecários recursos avançados de apoio à aquisição,
catalogação, pesquisa, documentação bibliográfica e circulação, bem como aos leitores, recursos
facilitados de pesquisa bibliográfica via internet.
Além das funcionalidades básicas de catalogação, circulação e consulta de obras, o
SAGRES Acervo permite amplo controle do processo de aquisição de publicações, desde o
cadastramento das sugestões pelos leitores, cotação de pedidos pelas bibliotecárias junto a
fornecedores, fechamento de compras e recebimento dos exemplares.
Leitores podem receber, via e-mail, mensagens sobre a chegada de novos títulos em suas
áreas de interesse, efetuar reserva, verificar posicionamento em fila de reserva e notificação por
atraso na entrega de exemplares.
c) Sagres Financeiro
Incorpora todos os procedimentos necessários ao dia-a-dia do setor financeiro incluindo:
Planejamento orçamentário, gerenciamento de contratos e modelos contratuais, faturamento,
contas a receber (não exclusiva às mensalidades do alunado), contas a pagar, tesouraria, entre
outros.
Mesmo sendo um sistema de propósito geral, o Sagres Financeiro possui ampla integração
com os fatos acadêmicos que podem determinar os valores das mensalidades, como curso, série,
quantidade de disciplinas matriculadas, período de ingresso, dentre outros.
Junto às mensalidades, poderá ser emitido um extrato com toda a movimentação que
resultou no valor final, bem como o registro de débitos anteriores com valores atualizados.
O Sagres Financeiro também oferece um mecanismo de apoio ao controle de bolsas de
estudo das mais diversas ordens, incluindo-se FIES, bolsas próprias, de organismos externos e,
até mesmo, convênios com empresas.
136
O sistema ainda permite a confecção do planejamento orçamentário, com periodicidade
definida pelo usuário, por centro de custos e plano de contas, podendo utilizar indicadores ou
moeda indexada.
Os gestores podem se beneficiar de consulta gráfica gerencial com análise "top-down" de
receitas e despesas ao longo do tempo, comparando o previsto com o realizado.
d) Sagres Portal Web
O Sagres Portal Web é um espaço aonde o Acadêmico pode acompanhar toda sua vida
acadêmica na Fasul sem precisar sair de casa. Através dele, o aluno da Fasul tem acesso a
Biblioteca da Instituição onde pode fazer reservas de obras, renovação de empréstimo e consultas
ao Acervo. Também estão disponíveis todos os dados acadêmicos como acesso ao boletim, grade
curricular, histórico escolar, consulta de pendências financeiras e outras funcionalidades. O aluno
também pode fazer a solicitação de alguns serviços extras como declarações, cópia de
documentos acadêmicos, vistas de prova, entre outros, sem precisar ir até a Secretaria
Acadêmica.
10.2 OS SERVIÇOS PRESTADOS PELA TI
No período de 2008 a 2011 foram desenvolvidas as seguintes ações para suporte ao
gerenciamento e desenvolvimento de atividades acadêmicas:
a) Sistema de Controle de Eventos – É um software desenvolvido pela FASUL, que visa
realizar as inscrições online dos eventos promovidos pela Instituição e o controle de presença dos
inscritos nos eventos;
b) Sistema que gerencia o Programa de Avaliação Institucional da FASUL (PAIF) foi
ampliado no ano letivo de 2008. Atualmente o sistema possibilita que professores, acadêmicos e
funcionários participem da autoavaliação institucional através do Portal da FASUL. O sistema
gera um conjunto de relatórios diversificados, por curso, por turma e também por disciplinas que
está sendo avaliada. À medida que as pessoas vão respondendo aos questionários o sistema
atualiza os gráficos automaticamente. É uma excelente ferramenta de gestão dos cursos por parte
dos Coordenadores de Curso, bem como para a Direção da IES;
137
c) Sistema Publicações Online – Este software está sendo desenvolvido, visando divulgar os
conteúdos científicos produzidos pelos acadêmicos dos diversos cursos da instituição e facilitar a
correção de trabalhos por parte de orientadores. Após a conclusão deste sistema, os trabalhos
publicados poderão ser pesquisados através dos campos: Nome do Autor, Título do Trabalho,
Modalidade do Trabalho, Ano da Defesa, Curso, Palavra-chave, Nome do Orientador ou Nome do
Avaliador;
d) Instalação de um computador em todas as salas de aulas da FASUL, para uso dos
docentes e discentes. Com acesso a rede Wireless;
e) Webmail aos Acadêmicos e Professores/Coordenadores/Técnicos-administrativo - A
FASUL disponibiliza a todos os Acadêmicos, Professores, Coordenadores e Técnicos-Administrativo
o serviço de Webmail, o qual permite aos usuários enviar, receber e gerenciar seus e-mails através de
um navegador que pode ser acessado de qualquer computador conectado a internet;
f) SORE - Sistema Online de Reservas de Equipamentos, um software desenvolvido pela
FASUL para informatizar o processo de reserva de espaços físicos da instituição. O SORE está
disponível na internet, no site da FASUL - link http://www.fasul.edu.br/sore;
g) SAGRES Portal/Material de Apoio - Através do Sagres Portal os professores da instituição
podem disponibilizar aos alunos os materiais de suas aulas;
h) Emissão de Certificados - um software também desenvolvido pela FASUL para
disponibilizar através da internet os certificados e declarações dos eventos promovidos pela
instituição. Para acessar
o sistema
Emissão de Certificados, abra
o Portal FASUL
(http://www.FASUL.edu.br), menu “Pesquisa e Extensão”, opção “Emissão de Certificados”.
Segue o procedimento para a emissão do certificado e/ou declaração:
1. Informar o CPF do participante;
3. Pressionar o botão Verificar;
4. Serão apresentadas as informações do Evento e Registro, clique no link
“Visualizar Certificado” ou “Visualizar Declaração” para abrir o arquivo PDF com o
certificado ou declaração;
i) Instalação de Internet Wireless em todas as dependências da Fasul. Para usufruir do
serviço, o usuário deve dirigir-se ao Departamento de TI da faculdade juntamente com seu
equipamento, para efetuar seu cadastro. Onde receberá um usuário e senha de acesso ao serviço;
k) Instalação de projetor multimídia, tela de projeção e som ambiente em todas as salas de
aula da FASUL, para uso dos docentes e discentes;
138
l) Implantação de um novo Datacenter, utilizando a Tecnologia de Virtualização, afim de
melhorar a qualidade dos serviços prestados.
Os serviços de informática que a Fasul presta, na função-meio, de maior relevância estão
descritos por setor como segue:
a) Departamento de Informática - Processamento do vestibular; confecção de carteirinhas para
acadêmicos e crachás para professores e funcionários; assistência técnica aos computadores da
Fasul; fornecimento dos programas para uso administrativo e universitário; suporte técnico para
toda rede de computadores. Atendimento aos professores, alunos, funcionários e atendimento
externo.
b) Biblioteca - Os serviços da Biblioteca estão inteiramente informatizados; dos onze
computadores disponíveis, cinco são usados pelos funcionários para catalogação e para
atendimento aos alunos; os outros seis computadores são para o uso dos acadêmicos e
professores para pesquisar, acessar o banco de dados dos livros cadastrados na Biblioteca, a
informações da Secretaria Acadêmica e do Setor Financeiro. Todos os computadores estão
conectados à Internet.
c) Direção Geral - O computador é utilizado para o gerenciamento acadêmico da avaliação, da
frequência, do controle de notas, banco de dados, etc., além de servir para trabalhos de natureza
administrativa burocrática.
d) Secretaria Acadêmica - Os serviços acadêmicos estão informatizados e são feitos com uso de
seis computadores, onde são processados o cadastro e todo o controle acadêmico dos
universitários, desde a matrícula, transferências, trancamentos, dependências, freqüências,
avaliações, resultados de exames, até as informações sobre a vida acadêmica que os alunos
desejarem obter.
e) Tesouraria e Setor Financeiro - No atendimento aos alunos para pagamento de mensalidades
e demais taxas acadêmicas são utilizadas três computadores em sala ampla e especialmente
139
mobiliada para esses serviços, já, o Setor Financeiro, responsável pelas contas a pagar, dispõe de
um computador.
f) Logística - É utilizado um computador no setor, que controla todo sistema de compras da Fasul
desde material de expediente até materiais e equipamentos dos laboratórios, além de fazer o
controle de estoque, do veículo da Instituição e os Serviços de Limpeza.
g) Laboratórios - Todos os laboratórios dispõem de computadores para o suporte administrativo
e técnico para as práticas desenvolvidas por professores e alunos.
10.3 EQUIPAMENTOS DE MULTIMÍDIA
A Instituição dispõe de espaço físico e equipamentos audiovisuais que auxiliam os
docentes e discentes em suas atividades acadêmicas. São vários espaços contendo equipamentos
de Multimídia. São alguns deles:
a) Auditório da FASUL
Com cento e oitenta poltronas, equipado com ar-condicionado, multimídia e demais
aparelhos de áudio, vídeo/tv, retro-projetores;
b) Salas de Aula
Nas salas de aula estão disponíveis para os professores aparelhos de áudio e multimídia,
equipamentos esses que são fixos e fazem parte do mobiliário. Cada sala possui um computador.
Existem também disponíveis em todas as salas de aula as telas para projeção de transparências e
slides. A FASUL possui, ainda, outros equipamentos disponíveis que são direcionados às
respectivas salas de aulas sempre que há necessidades, tais como: retroprojetor, flip-chart,
aparelhos de DVD, aparelho de som microsystem, TV Coder.
140
10.4 INSTALAÇÕES FÍSICAS
A Fasul Ensino Superior Ltda, mantenedora da Faculdade Sul Brasil é a responsável por
toda a infraestrutura existente na Faculdade. Quando da decisão da criação e instalação do espaço
físico para ofertar cursos superiores, a Mantenedora escolheu um grupo de arquitetos que após
estudos, projetou um lugar agradável e adequado para os fins educacionais. Espaços e ambientes
que propiciam beleza, estética, respeito e preservação ao meio ambiente, segurança e conforto
para alunos, professores e técnico-administrativos. Os arquitetos e os Dirigentes da Mantenedora
elaboraram um Plano Diretor que definiu o crescimento físico da Instituição, conforme demanda.
As instalações estão sendo gradativamente construídas de acordo com o Plano Diretor e
com as necessidades de crescimento dos cursos já em funcionamento e dos novos cursos
pretendidos pela Faculdade.
O projeto completo, quando concluído, totalizará instalações de uma área geral de
22.787,51 m2 de construções, sendo as principais instalações: 6 Blocos de salas de aula (A-F),
com 18.082,22; Biblioteca - 817,15 m2; Teatro e Centro Cultural - 2.456,57 m2; Ginásio
Esportivo - 1.158,57 m2 e Capela - 273 m2.
A Faculdade Sul Brasil - Fasul dispõe de um espaço físico adequado para atender
acadêmicos e docentes e a comunidade, contando atualmente com três blocos construídos.
10.4.1 As Salas de Aula
No Bloco 01 a FASUL dispõe de 01 sala de aula de 141m2; 08 salas de 102m2 cada,
totalizando 816m2; 03 salas de 67 m2 cada, totalizando 201m2 e 01 sala de 99m2.
a) Acústica: não tem necessidade de amplificador sonoro, não existindo reverberação do
som nas salas de aula.
b) Iluminação: artificial através de 21 luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32
watts. Iluminação através de janelas e ventilação em toda a extensão lateral que estão voltadas
para o exterior da construção. Há 04 janelas com dimensões de 0,4823m2 e portas de 4,074m2,
divididas em duas bandas. Na falta de energia elétrica o Bloco 01 conta com 22 lâmpadas de
emergência.
141
c) Ventilação: além da ventilação natural, as salas são equipadas de ar condicionado de
18 mil BTUs e de 30 mil BTUs, dependendo da dimensão.
d) Mobiliário e aparelhagem específica, possui 70 cadeiras estofadas, 0l mesa do
professor com 01 cadeira.
Todas as salas de aula do Bloco 01 apresentam os seguintes recursos áudio visuais: um
computador com leitor de CD/DVD conectado à internet, projetor multimídia e tela de projeção,
som ambiente, um quadro verde com iluminação interna e internet wireless. O Bloco 01 atende o
portador de necessidades especiais com rampas tanto para as salas de aula como para a
Biblioteca.
No Bloco 02 a FASUL dispõe de 24 salas de aula de 63,84 m2. Em todas as salas estão
disponíveis os seguintes recursos áudio visuais: um computador com leitor de CD/DVD
conectado à internet, projetor multimídia e tela de projeção, som ambiente, um quadro verde com
iluminação interna e internet wireless. Toda a construção do Bloco 02 foi planejada para atender
o portador de necessidades especiais dispondo de rampas e sanitários específicos.
a) Acústica: não tem necessidade de amplificador sonoro, não existindo reverberação do
som nas salas de aula.
b) Iluminação: artificial através de 14 luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32
watts. Iluminação através de janelas e ventilação em toda a extensão lateral que estão voltadas
para o exterior da construção. Na falta de energia elétrica o Bloco 2 conta com 06 lâmpadas de
emergência.
c) Ventilação: 17 salas são equipadas com 02 ventiladores de teto e um ar-condicionado
de 30 mil BTUs e 07 salas com janelas em toda a extensão lateral que estão voltadas para o
exterior da construção.
d) Mobiliário e aparelhagem específica: possui
40 carteiras estofadas, 0l mesa do
professor com 01 cadeira.
No Bloco 03 a FASUL dispões de 24 salas de aula de 63 m2. Em todas as salas estão
disponíveis os seguintes recursos áudio visuais: um computador com leitor de CD/DVD
conectado à internet, projetor multimídia e tela de projeção, som ambiente, um quadro verde com
iluminação interna e internet wireless. Toda a construção do Bloco 03 foi planejada para atender
o portador de necessidades especiais disponde de rampas e sanitários específicos.
142
a) Acústica: não tem necessidade de amplificador sonoro, não existindo reverberação do
som nas salas de aula.
b) Iluminação: artificial através de 16 luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32
watts. Iluminação através de janelas e ventilação em toda a extensão lateral que estão voltadas
para o exterior da construção. Na falta de energia elétrica o Bloco 03 conta com 06 lâmpadas de
emergência.
c) Ventilação: as salas são equipadas com 06 ventiladores de teto além das janelas em
toda a extensão lateral que está voltada para o exterior da construção.
d) Mobiliário e aparelhagem específica, possui 45 carteiras estofadas e 01 púlpito.
Limpeza: todas as instalações e pátios são limpos diariamente o que auxilia na
conservação.
10.4.2 As Instalações Administrativas
Os setores administrativos da FASUL estão instalados no Bloco 01 conforme projeto e
especificados a seguir: Sala de Direção com 46 m²; Secretaria da Direção com 20 m²;
Contabilidade com 12 m²; Secretaria Acadêmica com 63 m²; Secretaria Administrativa com 50
m². Com ventilação externa através das janelas e cinco ventiladores fixados no teto, sendo que
dois estão instalados na Secretaria Acadêmica, dois na Sala dos Professores e um na Secretaria
Financeira, além de apresentar iluminação suficiente.
Todas as salas estão mobiliadas com móveis padronizados, computadores e impressoras.
Limpeza: as instalações são limpas e organizadas diariamente.
10.4.3Instalações para Docentes
A sala de professores com 63m2 destina-se para permanência e convívio, tanto nos
intervalos, como na preparação dos planos de ensino, confecção de trabalhos de avaliação,
estudos, guarda e controle de trabalhos e planos, bem como outras atividades. Na sala há três
computadores em rede conectados à Internet, armários de acesso individual para guarda de
materiais de ensino – escaninhos.
143
Há, também, uma sala de reuniões: com 41m2 é destinada a realização de pequenas
reuniões e estudos. Sua iluminação é através de luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32
volts. Além da ventilação natural ela dispõe de um ar-condicionado de 30 mil BTUs, um
computador e uma impressora.
10.4.4 Instalações para Coordenação do Curso
As salas utilizadas pelos Coordenadores são individuais e possuem uma área de 10,5 m 2.
Nela são feitos os atendimentos aos professores e acadêmicos pelos Coordenadores de Curso.
É um ambiente adequado, mobiliado com mesa, cadeira, armário, cadeiras e computador.
É um ambiente adequado, com iluminação e ventilação artificial, bem organizado e higienizado.
10.4.5 Auditório
A Faculdade dispõe de um auditório de 288,8m2, com 180 poltronas almofadadas, com ar
condicionado, equipamentos de som, palco, um computador, projetor multimídia, internet
wireless, TV a cabo e 01 camarim com sanitário. No hall de entrada há 02 sanitários, sendo que
01 é destinado aos portadores de necessidades especiais, um depósito e uma saída de emergência.
10.4.6 Instalações Sanitárias
Existem 02 sanitários femininos e 02 masculinos que variam de 9m2 a 35m2 em cada
andar.
Iluminação: luminárias duplas com aletas e lâmpadas que variam de 32 a 40 volts.
Ventilação: suficiente e adequada por janelas em toda a extensão lateral voltadas para o
exterior da construção.
Limpeza: todos os sanitários são azulejados, facilitando a limpeza diária.
144
10.4.7 Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais
A Faculdade Sul Brasil possui as condições necessárias para atender
satisfatoriamente aos alunos portadores de necessidades especiais, existindo rampas de acesso a
todas as salas de aulas em todos os blocos, bem como na biblioteca, nos banheiros e nos setores
administrativos. A FASUL conta com as condições necessárias para o acesso de portadores de
necessidades especiais, bem como instalações sanitárias adequadas.
11 BIBLIOTECA
A biblioteca está instalada no Bloco 01 e ocupa uma área de 600 m² e possui uma
estrutura que atende a atual demanda. Contém espaço para guarda volumes, recepção, acesso à
Internet, controle de empréstimo e devolução pelo sistema Sagres.
As salas são bem iluminadas, ventiladas, contam recebem luz solar suficiente, além de
contar com ar condicionado e extintor de incêndio. O mobiliário da biblioteca segue ao padrão de
móveis utilizados na Fasul. Os balcões, as mesas, as cadeiras e as estantes de livros são
adequados às exigências próprias da biblioteca.
Devido ao baixo índice (8%) de furtos não há o sistema antifurto, mas está instaladas
câmeras de segurança, o que auxiliará nos cuidados contra futuros furtos.
Conforme o Plano Diretor da FASUL está prevista a construção da nova biblioteca, que
passará a possuir uma área de 817,15 m².
11.1 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS INDIVIDUAIS
A biblioteca possui 11 casulos/cabines com móvel adequado utilizadas para estudo
individual e mais 07 salas de estudos com uma mesa que, quando não ocupada, podem ser
utilizadas para estudo individual. Existe também uma sala de vídeo e uma sala de periódicos.
145
11.2 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS EM GRUPOS
A Biblioteca dispõe de 07 salas fechadas e mobiliadas adequadamente para estudos em
grupo, com capacidades para 08 pessoas. Quando as salas não são usadas para estudos em grupo,
as mesmas são disponibilizadas para uso individual.
11.3 ACERVO
O acervo bibliográfico, com mais de 26.000 volumes, está devidamente cadastrado no
sistema informatizado, com acesso, também, externo pela Internet, atendendo aos programas das
disciplinas e há quantidade suficiente para atender as demandas de pesquisa.
Os docentes e acadêmicos também podem solicitar o empréstimo por meio da Internet,
com possibilidade de reserva e renovação deste material.
Para as áreas do conhecimento que compõem o Curso Superior de Tecnologia em
Agronegócio, a biblioteca possui um acervo que atende as demandas previstas pelo curso e,
sempre que necessário, são realizadas novas aquisições para ampliação do acervo.
O acervo da Biblioteca está dividido por áreas específicas do conhecimento. Conta com
periódicos de conhecimentos gerais, clássicos e livros específicos de cada área e disciplina. A
Biblioteca é constantemente atualizada mediante aquisição de livros e assinaturas de periódicos,
com vistas a atender às demandas de pesquisas de todas as disciplinas dos cursos de graduação e
pós-graduação que são ofertados pela FASUL. A política de atualização e expansão do acervo é
uma realidade baseada no suprimento das necessidades surgidas pelos cursos em funcionamento
e de futuros cursos.
O acesso é livre para escolher o material na estante e manuseá-lo, porém, o empréstimo é
exclusivo para alunos, professores e funcionários. Todas as obras com mais de um exemplar são
passíveis de empréstimo. Cada estante que acomoda o acervo é devidamente identificada para
uma melhor localização das obras.
Outra fonte de pesquisa é por meio do acervo virtual.
146
11.4
ACERVO DE PERIÓDICOS
A Faculdade mantém um acervo de periódicos para atender às demandas dos cursos,
conforme destacado a seguir:
a) Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio:
Agroanalysis;
Agrinova;
Conjuntura Econômica;
Exame;
HSM Management;
Pequenas Empresas & Grandes Negócios;
Revista Paranaense de Desenvolvimento;
Você S.A;
Aspal;
Venda Mais;
Avicultura;
Suinocultura;
Intralogística;
Revista de Administração de Empresas;
RAC – Revista de Administração Contemporânea;
Empreendedor;
Razão Contábil;
Revista Catarinense de Ciências Contábeis;
RBE – Revista Brasileira de Economia;
RBA – Revista Brasileira de Administração;
Gestão Contemporânea - FAFA – Faculdade Porto Alegre;
Contabilidade Vista e Revista – UFMG;
Revista Contabilidade e Informação - DECOn – Unijuí;
Revista Enfoque: Reflexão Contábil – UEM;
Revista Sinergia - FURG – RS;
Revista da AJES – Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena.
147
Os periódicos da área de administração são utilizados também pelos acadêmicos e
professores do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio. Ressalta-se que se destacaram
todos os periódicos das áreas de sistemas de informação, pedagogia e comunicação social, na
área de comunicação social e jornalismo pelo fato de que ações interdisciplinares são
desenvolvidas no âmbito dos colegiados no processo de formação dos discentes.
Temos à disposição dos acadêmicos os seguintes periódicos on- line:
Biblioteca Científica Eletrônica Online - SciELO
http://www.scielo.br/
Custos e Agronegócio Online
http://www.custoseagronegocioonline.com.br
Ponto Rural
http://www.boletimpecuario.com.br
Revista Brasileira de Agroecologia
http://www.aba-agroecologia.org.br/aba/
Revista Custos e @gronegocio online da Universidade Federal Rural de Pernambuco-Recife-PE
http://www.custoseagronegocioonline.com.br/edicoes.html
Revista Científica em Agronegócio e Meio Ambiente do CESUMAR
http://www.cesumar.br/pesquisa/periodicos/index.php/rama/index
Revista de Economia Agrícola do Instituto de Economia Agrícola. (IEA), São Paulo.
http://www.iea.sp.gov.br/out/rea.php
Anuário de Informações Estatísticas da Agricultura, do Instituto de Economia Agrícola. (IEA),
São Paulo.(IEA)
http://www.iea.sp.gov.br/out/anuario.php
Coleção Estudos Agrícolas do Instituto de Economia Agrícola. (IEA), São Paulo.
http://www.iea.sp.gov.br/out/col_est_agr.php
Revista de Economia e Agronegócio (REA), Universidade Federal de Viçosa (UFV).
http://www.economia-aplicada.ufv.br/revista/edicoes.php
Agricultura Técnica, Instituto de Investigaciones Agropecuárias, INIA- Chile.
http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_issues&pid=0365-2807&lng=pt&nrm=iso
148
Revista Agrociencia. Colégio de Postgraduados, Institución de Enseñanza e Investigación en
Ciencias Agrícolas do México
http://www.colpos.mx/agrocien/agrociencia.htm
Revista Tecnológica & Inovação Agropecuária on line (T&IA)– Agricultura Familiar, Secretaria
de agricultura e Abastecimento do Governo de São Paulo.
http://www.dge.apta.sp.gov.br/Publicacoes/T&IA2/T&IAv1n2.htm
Cadernos de Agroecologia da Associação Brasileira de Agroecologia - ABA-Agroecologia
http://www.aba-agroecologia.org.br/ojs2/index.php/cad
A Granja – Editora Centauros
http://www.agranja.com/index/edicoes_anteriores/revista/agranja
Revista Agroecológica e Desenvolvimento Rural Sustentável – Emater,RS.
http://www.emater.tche.br/hotsite/revista/
Anuários - Editora Gazeta.
http://www.gaz.com.br/editora/
Agrolinks
http://www.agronline.com.br/agrolinks/Governamentais/
Revistas Attalea Agronegócio
http://www.revistadeagronegocios.com.br/
Revistas Avicultura Industrial
http://www.aviculturaindustrial.com.br/
Revista Laticínios
http://www.revistalaticinios.com.br/
Revista Visão da Agroindústria
http://www.visaoagro.com.br/#/Home
Revista Panorama Rural
http://www.panoramarural.com.br/
ISSUU - Revista Agronegócios
http://issuu.com/revistadeagronegocios
http://economia.ig.com.br/
http://economia.ig.com.br/
Revista de Administração do Mackenzie
http://www3.mackenzie.br/editora/index.php/RAM
149
Revistas da USP
http://www.revistasusp.sibi.usp.br/
SciELO - Livraria Científica Eletrônica
http://www.scielo.br/
Integração - A revista eletrônica do terceiro setor
http://integracao.fgvsp.br/ano10/12/cadernos.htm
Revista de Administração
http://www.unipinhal.edu.br/ojs/racre/index.php
Portal RAE
http://www16.fgv.br/rae/eletronica/index.cfm
FGV/EBAPE - Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas
http://www.ebape.fgv.br/
Rausp
http://www.rausp.usp.br/
Uni-FACEF
http://www.facef.br/rea/
REGE Revista de Gestão
http://www.regeusp.com.br/
Publicações FAE - Revista da FAE
http://www.fae.edu/publicacoes/revista.asp
Revista de Administração e Contabilidade
http://www.fa7.edu.br/rea7/
Universidade Presbiteriana Mackenzie
http://www3.mackenzie.br/
Revista de Ciências Empresariais On-line
http://www.maringamanagement.com.br/index.php
Fundação Edson Queiroz | Universidade de Fortaleza
http://www.unifor.br/
Universidade de Passo Fundo
http://www.upf.tche.br/
150
Revista Eletrônica de Administração da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça.
http://www.revista.inf.br/adm10/
Revista Eletrônica de Ciências Empresariais da UNIFIL
http://www.unifil.br/revista/empresarial.asp
Caderno de Administração da Universidade Estadual de Maringá-UEM.
http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/CadAdm/index
Revista Economia Aplicada Departamento de Economia da FEA-RP/USP
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1413805020100001&lng=pt&nrm=isoHSM
Revista Eletrônica de Administração da UFRGS
http://www.read.ea.ufrgs.br/edicoes/ultima.php
BAR. Brazilian Administration Review
http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=2
Gestão.Org – Revista Eletrônica de Gestão Organizacional
http://www.ufpe.br/gestaoorg/index.php/gestao
RAP - Revista de Administração Pública
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7612&nrm=iso&rep=&lng=pt
REGE – Revista Gestão da USP
http://www.ead.fea.usp.br/cad-pesq/index.htm
Revista Brasileira de Gestão de Negócios
http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN
Revista Ciências Administrativas UNIFOR
http://www.unifor.br/index.php?option=com_content&view=article&id=182&Itemid=214
Revista da FAE
http://www.fae.edu/publicacoes/revista.asp
Revista de Comunicação 360º
http://www.revistacomunicacao360.com.br
Revista Eletrônica do Terceiro Setor
http://www.rets.org.br
Revista Teoria e Evidência Econômica - UPF
http://www.upf.br/cepeac/index.php?option=com_content&task=view&id=14&Itemid=16
151
Revista Terceiro Setor - UNG
http://revistas.ung.br/index.php/3setor
RIMAR – Revista Interdisciplinar de Marketing
http://www.rimar-online.org/
Economia Global e Gestão (Lisboa)
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php/script_sci_serial/pid_0873-7444/lng_pt/nrm_iso
Cadernos EBAPE.BR (FGV)
http://www.ebape.fgv.br/cadernosebape/asp/dsp_lst_artigos_edicao.asp
Comportamento Organizacional e Gestão
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php/script_sci_serial/pid_0872-9662/lng_pt/nrm_iso
Gestão e Produção (UFSCar)
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=0104-530X&nrm=iso
Novos Estudos. CEBRAP
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=0101-3300&nrm=iso
Produção (São Paulo)
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-6513&lng=pt&nrm=iso
RAC Eletrônica (Online)
http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=3
RAC. Revista de Administração Contemporânea
http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=1
RAE Eletrônica
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=1676-5648&nrm=iso
http://www.rae.com.br/eletronica/index.cfm
RAE. Revista de Administração de Empresas
http://www.rae.com.br/rae/index.cfm
RAM. Revista de Administração Mackenzie
http://www.mackenzie.com.br/10293.html
RAP. Revista Brasileira de Administração Pública
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7612&lng=pt&nrm=iso
REAd. Revista Eletrônica de Administração
http://www.read.ea.ufrgs.br/
152
Revista Brasileira de Finanças
http://virtualbib.fgv.br/ojs/index.php/rbfin/index
Revista Contabilidade & Finanças
http://www.eac.fea.usp.br/eac/revista/
Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação
http://www.tecsi.fea.usp.br/revistatecsi/
BBR. Brazilian Business Review
http://www.bbronline.com.br/
Faces (FACE/FUMEC)
http://www.revistafaces.fumec.br/index.php/facesp
Gestão & Planejamento (Salvador)
http://www.revistas.unifacs.br/index.php/rgb/index
Produto & Produção
http://www.seer.ufrgs.br/index.php/ProdutoProducao
REGE. Revista de Gestão USP
http://www.regeusp.com.br/
Revista Brasileira de Inovação
http://www.finep.gov.br/revista_brasileira_inovacao/revista_ini.asp
Revista de Ciências da Administração (CAD/UFSC)
http://www.cad.ufsc.br/revista.php3
Custos e @gronegócio Online
http://www.custoseagronegocioonline.com.br/principal.html
E & G. Economia e Gestão
http://www.iceg.pucminas.br/espaco/revista/index_n.asp
Revista do Serviço Público (Brasília)
http://www.enap.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=257&Itemid=68
Conjuntura & Planejamento
http://www.sei.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=81&Itemid=110
Análise (PUCRS)
http://revistaseletronicas.pucrs.br/teo/ojs/index.php/face
153
FACEF Pesquisa
http://www.facef.br/facefpesquisa/
Interface (Natal)
http://www.ccsa.ufrn.br/interface/
Cadernos da FCECA (PUCCAMP)
http://www.puc-campinas.edu.br/centros/cea/sites/revista/index.asp
Gesta (UNISANTOS)
http://www.unisantos.br/mestrado/gestao/egesta/
Gestão & Regionalidade
http://www.uscs.edu.br/revistasacademicas/
Organizações em Contexto
http://mjs.metodista.br/index.php/roc
11.5 INFORMATIZAÇÃO DA BIBLIOTECA
Os serviços da Biblioteca estão inteiramente informatizados; dos 08 computadores
disponíveis, 04 são usados pelos funcionários para catalogação e para o atendimento dos alunos;
os outros 04 computadores estão conectados à Internet, onde os acadêmicos e professores podem,
gratuitamente, redigir, pesquisar e acessar ao banco de dados dos livros cadastrados na biblioteca,
aos dados da Secretaria Acadêmica e Setor Financeiro.
Todo o acervo da biblioteca está disponível por meio do portal sagres, onde o usuário
pode, pela Internet, consultar, efetuar reservas e renovar o empréstimo de obras, sem sair de casa
O Portal Sagres é utilizado para o sistema de empréstimo, devolução e reservas de livros,
para efetuar o cadastros das obras, fornecer relatórios diversos, identificar livros mais
consultados/emprestados, além de disponibilizar o catálogo geral dos livros da Biblioteca.
Os laboratórios de informática também são utilizados para digitalização de trabalhos,
acesso às pesquisas pela Internet e pesquisa do Sistema Sagres.
O acervo é catalogado pelo Sistema de Classificação Decimal Dewey (CDD), AACR2 e
Tabela Cutter-Sanborn. Todo o acervo da biblioteca está disponível em um sistema
informatizado, onde o usuário pode, pela Internet (Portal Aluno), consultar e efetuar reservas de
obras e renovações de empréstimos por duas vezes, sem sair de casa.
154
11.6 BASE DE DADOS
Pelo Portal Sagres, a Biblioteca dispõe de Banco de Dados para pesquisa por obra de
autor, por título e por assunto.
A Biblioteca mantém intercâmbio via acesso remoto Comut com base de dados científicos
e com bibliotecas especializadas. Os usuários da Biblioteca podem solicitar documentos como
teses, trabalhos acadêmicos e artigos de periódicos em Bases de Dados.
Quaisquer pessoas da comunidade, incluindo portadores de deficiências, têm acesso ao
acervo da biblioteca para consultas e estudos internos, sem direito ao empréstimo de livros,
reservado apenas aos acadêmicos, funcionários e professores da Instituição. Todos os usuários
têm acesso ao material na estante para manuseá-lo. Quando se faz necessário, os usuários podem
solicitar a ajuda de colaborador da biblioteca.
Alunos, professores e funcionários, além de pesquisa local, podem fazer empréstimo de
livros mediante a utilização da carteira de identificação do acadêmico e do crachá funcional dos
docentes e técnicos administrativos. Os professores podem retirar da biblioteca, a título de
empréstimo, até 06 livros, por um período de 15 dias.
Alunos e demais funcionários podem retirar da biblioteca, a título de empréstimo, até 03
livros por um período de 07 dias.
Na Biblioteca existem também 04 terminais, onde o usuário pode efetuar consultas, fazer
reserva e renovação de obra e, se preferir pode solicitar auxilio das atendentes da biblioteca que
se encontram no recinto. Este sistema de informações, além de efetuar consultas, controle de
acervo, reservas, empréstimos, devoluções e renovações, emite relatórios diversos, muito úteis
para o bom funcionamento da Instituição. O Sistema Sagres é, ainda, interligado com os
departamentos da Faculdade, gerando uma grande e útil troca de dados.
- Serviço de Empréstimo entre Bibliotecas: a Biblioteca da Fasul faz intercâmbio com
várias bibliotecas, esse serviço chama-se Empréstimo Inter-bibliotecário.
O livro ou qualquer outro material bibliográfico que pode ser emprestado por um
determinado tempo é enviado à biblioteca solicitante, a mesma quando do término do prazo
devolve o material à biblioteca que forneceu o material.
155
- Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos: a Fasul, pesquisou, produziu e vem
adotando normas padrão para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. As normas
adotadas pela Fasul têm como base as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT) e a série de Normas para Apresentação de Documentos Científicos, da
Universidade Federal do Paraná. O estabelecimento de diretrizes e normas, que pudessem
garantir a estruturação e a apresentação de trabalhos acadêmicos, visa sanar dificuldades de
alunos, professores e pesquisadores, quanto ao aspecto da elaboração de documentos. Foram
tomados os trabalhos monográficos como base para os aspectos comuns que atingem desde a
formulação de síntese, resumos de textos, resenhas, artigos acadêmicos, relatórios e demais
projetos.
12 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
As ações de avaliação institucional adotadas pela Fasul estão expressas no Programa de
Avaliação Institucional da Fasul (PAIF), conforme orientações emanadas da política de avaliação
institucional do SINAES, do Ministério da Educação, compreendendo avaliação interna e
avaliação externa.
A consolidação de um sistema de Avaliação Institucional como um processo consistente,
permanente e sistemático é essencial para assegurar o alto grau de qualificação que a Instituição
pretende manter. Qualidade em instituições que ministram ensino superior significa, hoje, não
apenas manter a excelência acadêmica, mas também atender com presteza e, até mesmo, com
antecipação os desafios colocados pela modernidade.
Em decorrência do ritmo com que as mudanças estão se processando, sobretudo dos
avanços científicos e tecnológicos e do fenômeno da globalização da economia e da cultura, os
processos de formação superior têm de estar constantemente evoluindo. Para manter-se em
sintonia com as exigências colocadas pela sociedade em mudança, a Instituição se propõe realizar
constantes avaliações e atualizações nas atividades acadêmicas que ministra, estabelecendo como
regra que os projetos de seus cursos estejam constantemente abertos para o novo, sem perder a
consistência teórico-metodológica.
A Instituição criou todas as condições necessárias para a manutenção de um programa de
avaliação que fornece subsídios para essas redefinições e correções de rumos. Este programa
156
atende aos aspectos inerentes à organização e ao funcionamento da Instituição como um todo,
constituindo-se, seus resultados, na base para o planejamento institucional. A implementação
desse programa deu-se de forma gradativa, envolvendo todos os segmentos da comunidade
acadêmica num processo constante de reflexão e estudo. Além de avaliar o desempenho da
Instituição, com vistas ao aperfeiçoamento e à modernização do projeto acadêmico-pedagógico e
administrativo, na busca da excelência das atividades acadêmicas, espera-se ainda verificar até
que ponto os objetivos do Projeto da Instituição estão sendo alcançados no tocante à
consubstanciação na práxis da concepção de cada curso.
O processo de avaliação institucional na Faculdade Sul Brasil tem como pressupostos
básicos: avaliação, segundo parâmetros de julgamento derivados da própria concepção da missão
da Instituição, sua filosofia, metas e objetivos; abrangência, no sentido de envolver todas as
pessoas que formam o universo da Instituição, bem como todas as atividades desenvolvidas nas
diferentes esferas; desvinculação de mecanismos de premiação e punição; legitimação perante a
comunidade acadêmica pela seriedade de princípios, clareza de objetivos, fidedignidade dos
instrumentos utilizados, transparência em suas ações; divulgação e discussão dos resultados
obtidos, utilizando-os para a implementação de ações de melhoria e aperfeiçoamento da
Instituição.
12.1 SISTEMA DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
De acordo com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) a consolidação de um sistema de
Avaliação Institucional como processo consistente, permanente e sistemático, é considerada
essencial para assegurar o alto grau de qualificação que a Instituição pretende manter.
A avaliação institucional pretende ser um instrumento de melhoria da qualidade de ensino
e dos procedimentos institucionais, favorecendo um contínuo aperfeiçoamento do desempenho
acadêmico e da gestão da Instituição.
A avaliação se desenvolve de modo participativo, coletivo, crítico e transformador dos
sujeitos (docentes, discentes, técnicos administrativos e a comunidade externa) envolvidos. Além
disso, em médio prazo, serão envolvidos discentes egressos e empregadores. Entendida como um
processo permanente, a avaliação será utilizada como um instrumento para identificar problemas,
corrigir erros e introduzir mudanças.
157
A avaliação institucional tem como objetivos:
- Sensibilizar constantemente os diferentes segmentos (docentes, discentes e técnicos
administrativos) para a importância da avaliação como um instrumento de melhoria da qualidade;
- Acompanhar a implantação do projeto pedagógico dos cursos do Instituto, identificando
possíveis problemas visando à melhoria necessária;
- Assegurar qualificação satisfatória do egresso da instituição de acordo com os objetivos
de cada curso
- Avaliar o desempenho de docentes e discentes em suas ações acadêmicas.
12.2 ESTRATÉGIAS DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO
A implantação da avaliação institucional atende aos seguintes princípios:
- Criar uma “cultura de avaliação” a partir da conscientização da importância da avaliação
como um processo dinâmico que não pretende ameaçar ou punir, mas apontar as deficiências para
um contínuo desenvolvimento.
- A avaliação deve ser desejada por todos como um instrumento de ajuda a professores e
alunos na direção de uma melhoria contínua. Esta ligada aos resultados obtidos e ao que deve ser
feito para melhorá-los.
- Os resultados da avaliação devem proporcionar mudanças rápidas e correção dos
problemas que prejudicam o desempenho dos docentes, dos cursos e da instituição.
- A avaliação deve envolver aspectos quantitativos e qualitativos.
- Para que a avaliação tenha êxito, é importante que contemple, ainda, os seguintes
aspectos: abrangência, periodicidade, comunicação, objetividade, credibilidade e utilidade.
12.3 FORMAS DE IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO
- Sensibilização: os veículos de comunicação e os eventos da fase de sensibilização
atingem todas as pessoas em todos os níveis e áreas acadêmicas. Esta etapa é coordenada pela
comissão de avaliação que define diversas formas de alcance das pessoas, como seminários,
reuniões, divulgação de artigos e outras formas de comunicação.
158
- Diagnóstico: esta etapa descreve a situação atual de cada curso a partir do cadastro,
documentos e outras informações disponíveis no sistema:
- Demanda (candidato/vagas, distribuição por sexo e idade, origem geográfica,
características dos alunos admitidos, resultado obtido no exame de entrada, grau de utilização da
capacidade de admissão).
- Corpo docente (número de professores, qualificação, especialidade por área ou sub-área
dentro programa).
- Pessoal de apoio (técnico-administrativos, funções)
- Utilização de recursos docentes e pessoal de apoio (índice de aluno por docente, índice
de aluno por funcionário, horas/aula por professor).
- Custos de infraestrutura (custo de ensino por aluno, custos gerais de ensino por aluno
graduado, área construída, acervo bibliográfico, multimeios)
- Desempenho do Aluno (taxa de retenção, proporção de alunos evadidos, proporção dos
alunos nos exames por ano, número de vagas oferecidas x número de vagas preenchidas – índice
de ociosidade);
- Pesquisa e bolsas de estudo (número de projetos de pesquisa concluídos e em
andamento, recursos externos captados pelos projetos e produtividade dos professores, número
de estudantes participantes dos projetos de pesquisa).
- Avaliação Interna: esta etapa é realizada através de mecanismos, tais como: coleta de
dados, análise das tendências, questionários, entrevistas, trabalho em grupo, visita de
especialistas. Todos os dados devem ser inter-relacionados, com a finalidade de produzir
argumentos que possam provocar mudanças no curso e na instituição. O relatório que é elaborado
no final da etapa levanta as questões, estimula a discussão e serve de subsídio para a avaliação
externa.
- Avaliação Externa (Organizações diversas e Entidades Profissionais): os avaliadores
externos são especialistas de outras universidades, empregadores, ex-alunos e representantes de
associação de classe. O relatório de avaliação externa deve evidenciar os pontos positivos e
negativos relativos à qualidade do currículo, disciplinas, corpo docente, aspectos administrativos
e infraestrutura.
159
- Análise e Relatório das Informações: são analisadas as informações levantadas nas
etapas anteriores e elaborado o relatório final da avaliação institucional, o qual subsidia o plano
de ação e intervenção.
- Plano de Ação e Intervenção: o Plano de Ação e Intervenção sugere as estratégias
necessárias, o papel dos responsáveis pela mudança, o cronograma, os mecanismos a serem
utilizados e a caracterização do resultado final desejado.
A Comissão de Avaliação desenvolve os trabalhos de acordo com cronograma
estabelecido para cada semestre, pois a avaliação, neste programa, é um processo contínuo que
baliza as intervenções existentes em cada etapa. O próprio dinamismo do contexto institucional
faz com que esta avaliação esteja em constante adaptação.
A Faculdade Sul Brasil possui um processo de avaliação permanente de seus segmentos
incluindo o quadro de docentes. Com os dados coletados a Coordenação de Curso faz o
encaminhamento para os docentes que reorganizam seus trabalhos em cima dos dados levantados
nas avaliações.
160
REFERÊNCIAS
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brasileiro. São Paulo: Agroceres, 1993.
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das inovações tecnológicas. Revista de Administração. São Paulo: USP, v.30, n.4, p. 43-50,
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BATALHA, M. O.; SILVA, A. S. da. Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições e
correntes metodológicas. In: BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001.
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1957.
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Florida Orange Economies. Division of Research, Graduate School of Business Administration,
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GRAZIANO DA SILVA, J. Complexos agroindustriais e outros complexos: ensaios e debates,
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MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São
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MÜLLER, G. Agricultura e industrialização do campo no Brasil. Revista de Economia
Política, São Paulo, v. 6, n.2, abr./jun. p. 47-77, 1982.
NEVES, M. F.; JANK, M. S. Estratégias empresariais no agribusiness: um referencial teórico e
exemplos no Mercosul. In: Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural. Anais...
Brasília, 1994.
161
ANEXO I – FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60 MINUTOS
162
Pfasul 11
Matriz Curricular 2010/1 a ∞
CARGA HORÁRIA DOS CURSOS DA FASUL E DIRETRIZES DO MEC
Duração
do
Curso
CURSO
C.H.
MEC
(horas)
C.H. TOTAL
FASUL
(60 minutos)
Projeto Integralizador*
(Com 60 minutos)
2
AULAS AOS SÁBADOS*
(Com 60 minutos)
5
Atividades
Complementares
(Com 60 minutos)
C.H. FASUL
(sala 60
minutos)
AGRONEGÓCIO
3 ANOS
2.400
2.472
4 x 6 x 2 x 6 = 288 horas
36 x 4 + 54 x 2 = 252 horas
60
1.872
*2 Projeto Integralizador (4 horas por disciplina x 6 disciplinas x 2 encontros semestrais, aos sábados) = 48 horas x 6 semestres) = 288 horas com 60
minutos.(Resolução Nº3 de 2 de julho de 2007)
*5 Semestralmente aulas aos sábados (36 horas x 4 semestres + 54 horas x 2semestres = 252 horas) com 60 minutos.
ANÁLISE MACRO DE CARGA HORÁRIA DOS CURSOS
CURSOS
C.H. FASUL
(sala 60 minutos)
4 6
C.H. FASUL
(sala 50 minutos)*
3
TOTAL FASUL* *
21 semanas / semestre
DIFERENÇA DE
HORAS (50 min.)
AGRONEGÓCIO
1.872
2.247
20 x 5 x 4 x 6 = 2.400
+ 153 horas
*3 Número de aulas de 60 minutos = 1,2 X Número de aulas de 50 minutos.
*4 Número de semanas x Número de dias da semana x Número de aulas por noite x duração do curso (semestres)
*6 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido a feriados consideramos 20 semanas)
DURAÇÃO DO
CURSO
6 semestres
163
Matriz Curricular
Análise Meso de Carga Horária de AGRONEGÓCIO
PERÍODOS
C.H. FASUL
(sala 60 minutos)
C.H. FASUL
(sala 60 minutos)
SALA
/
*1
1º PERÍODO
396
312
36
2º PERÍODO
396
312
36
3º PERÍODO
396
312
36
4º PERÍODO
396
312
36
5º PERÍODO
414
312
54
6º PERÍODO
414
312
54
1.872
540
TOTAL PARCIAL
2.412
TOTAL
2.412
3
DIFERENÇA
DE
HORAS (50 min.)
*1
312 x 1,20 = 375
20 X 5 X 4 = 400 horas
+25
*1
312 x 1,20 = 375
20 X 5 X 4 = 400 horas
+25
*1
312 x 1,20 = 375
20 X 5 X 4 = 400 horas
+25
*1
312 x 1,20 = 375
20 X 5 X4 = 400 horas
+25
*1
312 x 1,20 = 375
20 X 5 X4 = 400 horas
+25
*1
312 x 1,20 = 375
20 X 5 X4 = 400 horas
+25
2.400
+153
+ 48
*1
+ 48
*1
+ 48
*1
1.872
(sala 50 minutos) *
FORA
TOTAL FASUL* *
21 semanas / semestre
4 6
C.H. FASUL
+ 48
*1
+ 48
*1
+ 48
1.872 x 1,20 = 2.247
2.247
*1 Aulas normais, (36 horas trabalhadas aos sábados com 60 minutos).
*1 Aulas normais, (54 horas trabalhadas aos sábados com 60 minutos).
*2 Projeto Integralizador (4 horas por disciplina x 6 disciplinas x 2 encontros semestrais, aos sábados) = 48 horas . (Resolução Nº3 de 2 de julho de 2007)
*3 Número de aulas de 50 minutos = 1,2 X Número de aulas de 60 minutos.
*4 Número de semanas x Número de dias da semana x Número de aulas por noite x duração do curso (semestres)
*6 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido a feriados consideramos 20 semanas)
164
Matriz Curricular 2010/1
Análise Micro de Carga Horária de AGRONEGÓCIO
4 6
PROJETO
TOTAL CARGA
HORÁRIA COM
(50 minutos)
DIFERENÇA
DE
HORAS (50 min.)
8 horas
80 + 8 = 88 horas
+1
4 horas
40 + 4 = 44 horas
0
C.H. FASUL
(60 minutos)
C.H. FASUL
(50 minutos)*3
TOTAL FASUL* *
20 semanas x 4 aulas
20 semanas x 2 aulas
INTEGRALIZADOR*
DISCIPLINA 72 horas
72 horas
72 x 1,20 = 87 horas
20 X 4 = 80 horas
DISCIPLINA 36 horas
36 horas
36 x 1,20 = 44 horas
20 X 2 = 40 horas
DISCIPLINA
2
*1 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido à feriados consideramos 20 semanas)
*2 Projeto Integralizador (4 horas por disciplina x 2 encontros semestrais, aos sábados) = 8 horas com 60 minutos.
*3 Número de aulas de 50 minutos = 1,2 X Número de aulas de 60 minutos.
*4 Número de semanas x Número de dias da semana x Número de aulas por noite x duração do curso (semestres)
*6 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido a feriados consideramos 20 semanas)
EQUIPARAÇÃO DE CARGA HORÁRIA
CARGA HORÁRIA (60 minutos)
36
54
72
CARGA HORÁRIA (50 minutos)
44
65
87
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