1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO 2ª Versão – Revisada em Abril de 2012 Toledo – PR Abril 2012 2 FACULDADE SUL BRASIL (FASUL) Mantenedora Fasul Ensino Superior Ltda Diretor Geral Aziz Rachid Júnior Coordenação Pedagógica Cleonilda Maria Tonin Farcas Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio Lucimar Louzada Colegiado do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio Clarice Almerina Schumacher Edson Luiz Sada Eloir Sebastião Pape Flávio de Matos Rocha Flávio Rodrigues de Oliveira Iara Elisa Schneider José Domingos Nunes Corrêa Josiane Barbosa Gouvêa Lucimar Louzada Maria Lourdes de Moura Odir José Zucchi Direitos deste regulamento reservados à: Fasul Ensino Superior Ltda Av. Ministro Cirne Lima, 2565 Cep. 85903-590 – Toledo – Paraná Tel. (45) 3277 -4000 – E-mail: [email protected] 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO............................................................................................................ 07 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES............................................................................... 10 1.1 A MANTENEDORA.................................................................................................... 10 1.2 BASE LEGAL DA MANTENEDORA........................................................................ 11 1.3 A FACULDADE SUL BRASIL (FASUL).................................................................. 11 1.4 MISSÃO DA FASUL................................................................................................... 11 1.4.1 Filosofia de Atuação da Fasul................................................................................. 12 1.4.2 Objetivos e Metas..................................................................................................... 13 1.4.3 Compromissos Sociais.............................................................................................. 14 1.4.4 Compromissos Acadêmicos..................................................................................... 15 1.5 HISTÓRICO DA FACULDADE SUL BRASIL.......................................................... 15 1.6 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO........................................................... 17 2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO....................................................................... 27 2.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO................................................................................... 40 2.2 ÁREA DE CONHECIMENTO/EIXO TECNOLÓGICO............................................ 40 2.3 MODALIDADE............................................................................................................ 41 2.4 ENDEREÇO PARA OFERTA DO CURSO................................................................ 41 2.5 ATOS LEGAIS............................................................................................................. 41 2.5.1 Autorização............................................................................................................... 41 2.5.2 Reconhecimento....................................................................................................... 42 2.5.3 Renovação de Reconhecimento............................................................................... 42 2.6 NÚMERO DE VAGAS AUTORIZADAS................................................................... 42 2.6.1 Número de Turmas por Turno e Período Letivo.................................................. 42 2.7 CONCEITO PRELIMINAR DO CURSO (CPC) E CONCEITO DE CURSO (CC) 42 2.8 TURNOS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO....................................................... 42 2.9 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO.................................................................. 43 2.10 TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO................. 43 2.11 IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO.......................................... 43 2.11.1 Perfil do Coordenador do Curso.......................................................................... 44 2.11.2 Atribuições.............................................................................................................. 44 4 2.12 COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)................... 46 2.13 TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE NO CURSO....... 46 2.14 ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE).................. 46 2.15 DIMENSÃO DAS TURMAS NAS AULAS ............................................................ 47 2.16 REGIME DE MATRÍCULA...................................................................................... 47 2.17 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR....................................................................... 47 2.18 CERTIFICADOS E DIPLOMAS............................................................................... 48 3 NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO NO CONTEXTO LOCAL E REGIONAL....................................................................................................................... 48 4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA........................................................ 49 4.1 PERFIL DO CURSO.................................................................................................... 49 4.2 OBJETIVOS................................................................................................................. 49 4.2.1 Objetivo Geral.......................................................................................................... 49 4.2.2 Objetivos Específicos............................................................................................... 49 4.3 PERFIL HUMANO E PROFISSIONAL DO EGRESSO ........................................... 50 4.3.1 Representação Gráfica de um Perfil de Formação............................................... 56 4.3.2 Organização Curricular.......................................................................................... 58 4.3.3 Matriz Curricular.................................................................................................... 59 4.3.4 Semestralização Curricular.................................................................................... 61 4.3.5 Ementário e Bibliografia......................................................................................... 62 4.3.6 Comparativo da Matriz Curricular com as Diretrizes Curriculares Nacionais............................................................................................................................ 90 4.3.7 Adequação e Atualização das Ementas, Programas e Bibliografias dos Componentes Curriculares Considerando o Perfil do Egresso.................................... 93 4.3.8 Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso............................................ 96 4.4 ATIVIDADES DO CURSO – ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIDADE CURRICULAR................................................................................................................... 97 4.5 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES............................................ 98 4.6 PROJETO INTEGRADOR........................................................................................... 98 4.7 FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60 MINUTOS................. 99 4.8 ARTICULAÇÃO DO ENSINO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO E AS ESTRATÉGIAS.................................................................................................................. 4.8.1 Políticas Institucionais/Curso de Pesquisa e de Iniciação Científica e suas 99 5 Formas de Operacionalização.......................................................................................... 4.8.2 Políticas Institucionais/Curso de Extensão e Formas de 99 sua Operacionalização, com Ênfase à Formação Inicial e Continuada e à Relevância Social ................................................................................................................................. 101 4.8.3 Centro de Análise em Agronegócio da FASUL (CAAF)...................................... 102 4.9 A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.................................................................... 102 4.9.1 Concepção, Importância e Instrumentos de Avaliação........................................ 102 4.9.2 Aspectos Regimentais Referentes à Avaliação de Aprendizagem................... 104 4.10 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM............................................................................................. 105 4.11 METODOLOGIA DE ENSINO – COERÊNCIA ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM COM A CONCEPÇÃO DO CURSO................................................................................................................................ 113 5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO............................................................ 115 5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE TCC........................................................... 115 6 ESTÁGIO SUPERVISIONADO.................................................................................. 115 6.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO.............. 115 7 INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO............................................. 115 8 CORPO DOCENTE....................................................................................................... 119 8.1 PERFIL DO CORPO DOCENTE................................................................................. 119 8.2 PRODUÇÃO CIENTÍFICA.......................................................................................... 124 8.3 APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO........................................................................... 125 8.4 PLANO DE CAPACITAÇÃO...................................................................................... 126 9 CORPO DISCENTE...................................................................................................... 126 9.1 MONITORIA ACADÊMICA....................................................................................... 126 9.2 APOIO PSICOPEDAGÓGICO.................................................................................... 126 9.2.1 A Atuação da Coordenação do Curso.................................................................... 127 9.2.2 A Atuação da Coordenação Pedagógica................................................................. 127 9.2.3 O Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e o Centro de Apoio à Educação Especial (CAEE)................................................................................................................ 127 9.2.4 Ouvidoria.................................................................................................................. 128 9.3 NIVELAMENTO.......................................................................................................... 128 9.4 EGRESSOS................................................................................................................... 130 6 9.4.1 O Programa de Acompanhamento ao Aluno Egresso.......................................... 130 10 INFRAESTRUTURA................................................................................................... 131 10.1 ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA.................................... 131 10.1.1 Equipamentos de Informática............................................................................... 131 10.1.2 Os Sistemas de Gerenciamento............................................................................. 134 10.2 OS SERVIÇOS PRESTADOS PELA TI.................................................................... 136 10.3 EQUIPAMENTOS DE MULTIMÍDIA...................................................................... 139 10.4 INSTALAÇÕES FÍSICAS.......................................................................................... 140 10.4.1 As Salas de Aula..................................................................................................... 140 10.4.2 As Instalações Administrativas............................................................................. 142 10.4.3 Instalações para Docentes...................................................................................... 142 10.4.4 Instalações para Coordenação do Curso.............................................................. 143 10.4.5 Auditório................................................................................................................. 143 10.4.6 Instalações Sanitárias............................................................................................. 143 10.4.7 Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais .................... 144 11 BIBLIOTECA............................................................................................................... 144 11.1 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS INDIVIDUAIS................................................. 144 11.2 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS EM GRUPOS................................................... 145 11.3 ACERVO.................................................................................................................... 145 11.4 146 ACERVO DE PERIÓDICOS....................................................................................... 11.5 INFORMATIZAÇÃO DA 143 BIBLIOTECA................................................................. 11.6 BASE DE DADOS...................................................................................................... 154 12 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL.............................................................................. 155 12.1 SISTEMA DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO.................................................... 156 12.2 ESTRATÉGIAS DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO............................. 157 12.3 FORMAS DE IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO................................................................................................................................ 157 REFERÊNCIAS................................................................................................................ 160 ANEXO I – FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60 MINUTOS.......................................................................................................................... 161 7 APRESENTAÇÃO A Faculdade Sul Brasil (FASUL) estabelecida na cidade de Toledo, na Região Oeste do Estado do Paraná, em seu projeto de desenvolvimento institucional, colocou como meta a implantação de cursos de tecnologia e de formação de professores. A FASUL é uma instituição de ensino superior cujas atividades iniciaram no primeiro semestre de 2001. Atualmente, estão em funcionamento dezessete cursos de graduação, na área das ciências sociais aplicadas, da comunicação, da tecnologia e na área da educação. Os cursos são os seguintes: Administração, Comunicação Social – com habilitação em Publicidade e Propaganda; Comunicação Social com habilitação em Jornalismo; Sistema de Informação; Pedagogia, Ciências Contábeis, Curso Superior de Tecnologia em Recursos Humanos, Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Finanças, Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial, Curso Superior de Tecnologia em Logística, Curso Superior de Tecnologia em Produção Industrial, Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais e Curso Superior de Tecnologia em Segurança no Trabalho, Curso Superior de Tecnologia em redes de computadores, Direito e Letras, com Habilitação em Libras. A FASUL é uma instituição que surgiu com a finalidade de contribuir com o desenvolvimento econômico, social e cultural da cidade e da região; formar profissionais de nível superior em diversas áreas e socializar conhecimentos científicos, através de programas e projetos de extensão e de pesquisa, com segmentos da sociedade que não possuem acesso ao saber universitário. A Mantenedora propôs-se, criou e desenvolveu um sólido projeto institucional que prima pela seriedade, consistência acadêmica, modernidade, respeito às peculiaridades locais e regionais e qualidade dos serviços prestados à comunidade. A opção desta instituição de ensino superior pelo Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio tomou como base os seguintes critérios: - a base econômica da Região Oeste do Paraná e do Município de Toledo estar fortemente apoiada no agronegócio, em expansão, empregando tecnologia moderna, mas carente de profissionais com formação de nível superior que pudessem impulsionar ainda mais este importante setor produtivo, pela socialização de conhecimentos e de tecnologia; 8 - as possibilidades de atuação profissional dos Tecnólogos em Agronegócio, por ser um mercado de trabalho que tende a se expandir, em vista das projeções do crescimento populacional, demandando sempre maior produção de alimentos; - importância atribuída aos conhecimentos veiculados pelo curso, que tem como finalidade apoiar o desenvolvimento das empresas e organizações e por conseqüência a sociedade; - pela geração de uma prática profissional voltada ao desenvolvimento dos homens e das organizações; É necessário ressaltar que a área de agronegócio já existiu na Faculdade Sul Brasil como uma habilitação do Curso de Administração, mas, não terá mais ingresso de alunos, em vista das alterações propostas nas Diretrizes Curriculares desse Curso. Por ser esta área do conhecimento de significativa importância para a sociedade local e regional, a opção institucional foi pela implementação do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio. Por ser a Região Oeste uma região onde a base econômica é o agronegócio, as empresas e organizações voltadas a este mercado atuam com base em tecnologias avançadas e são detentoras de elevado nível de conhecimento, tanto do ponto de vista técnico e científico, bem como de gerenciamento do agronegócio. Contudo, este conhecimento circula em circuito fechado. Em outras palavras: o conhecimento existe e é empregado, mas na relação entre empresa-cliente, visando sua aplicação e uso imediato, não se socializa plena e realmente. A presença de uma instituição de ensino superior neste contexto muda esta relação. A circulação do saber torna-se mais ampla pela atuação de professores e alunos, atores envolvidos no processo de um modo diferente do que aquele praticado pelas empresas e seus clientes. A realização de atividades paralelas ao curso promove o envolvimento da sociedade. O benefício social da existência de um curso neste contexto vai além do que somente a formação de profissionais a nível superior; proporciona uma vitalidade maior ao setor. O dinamismo da vida econômica da cidade possibilitou a estruturação de inúmeras empresas industriais, comerciais, rede bancária e de serviços. São os espaços de atuação dos profissionais de nível superior formados pelas diversas instituições de ensino. Neste contexto há um amplo mercado de trabalho para os profissionais egressos do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócios. Inserido na Região Oeste, o Município de Toledo, localizado a 555 Km da capital do Estado, Curitiba, e a 170 Km de Foz do Iguaçu e da fronteira com o Paraguai e Argentina. É sede da Microrregião, composta por vinte municípios, todos com base econômica agrícola. Com uma população estimada em 119.000 habitantes, o município destaca-se em relação ao 9 Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) juntamente com boa parte da Região Oeste, pois das dez cidades paranaenses com melhor qualidade de vida, cinco delas estão no Oeste do Paraná, dentre as quais destacam: Quatro Pontes, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido Rondon, Palotina, Maripá e Toledo, cujo IDH lhe garante a 9ª posição do Estado e a 163ª posição nacional num país com grandes diversidades e que tem 5.607 municípios. Este documento contém o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio. Este expressa a fundamentação teórica, as diretrizes e as estratégias que orientam as práticas pedagógicas a serem desenvolvidas no curso durante o processo de formação dos futuros tecnólogos em agronegócios. O Projeto Pedagógico, ainda, explicita a missão institucional, os compromissos assumidos pela instituição diante da sociedade, de seus colaboradores, de seus alunos e com a comunidade científica; a finalidade e os objetivos do curso, e também descreve as competências e as habilidades a serem desenvolvidas em seus egressos. Estas definições são muito importantes, porque apóiam e balizam a organização da matriz curricular do curso. O Projeto Pedagógico também demonstra a importância da área do conhecimento do curso para o desenvolvimento humano e social atual. Assim, este Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é uma opção institucional de apoio ao desenvolvimento do agronegócio no município e na região, e ao desenvolvimento cultural e social da população em geral. O compromisso institucional é proporcionar, aos egressos do curso, formação de qualidade, apoiada por uma prática pedagógica, onde os conhecimentos teórico-conceituais e práticos do futuro profissional sejam apreendidos de modo crítico. Além disso, define a identidade, a diferenciação e a originalidade do curso, ao eleger diversos módulos de articulação de saberes que vão caracterizar as ações interventivas dos futuros profissionais; ao considerar a interdisciplinaridade dos conhecimentos propiciados pelo curso e suas interfaces entre as áreas do conhecimento; ao caracterizar o perfil do egresso descrevendo competências e habilidades em consonância com a cientificidade da área e ao criar e implementar mecanismos internos de avaliação permanente a fim de atingir a qualidade de ensino proposta; ao buscar real integração com organizações e empresas do ramo do agronegócio, visando oportunizar aos acadêmicos verdadeira formação teórico-prática. A organização do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio e a elaboração do projeto pedagógico do mesmo possibilitaram à instituição e ao conjunto de professores envolvidos, oportunidade de promover inúmeros questionamentos sobre o curso, tais como: diante das exigências de qualidade na formação dos futuros profissionais, qual é o perfil do 10 profissional que é possível se formar em um Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio nesta instituição? Que ações acadêmicas e administrativas devem ser desenvolvidas na estrutura e funcionamento da instituição que possam contribuir para que a formação do futuro profissional contemple as competências, habilidades e a qualidade desejada? Que recursos, capacidades e estratégias podem ser mobilizados para garantir a qualidade do curso? Entre os dirigentes e o corpo docente do curso há a compreensão de que o projeto pedagógico do curso: 1. define as características do profissional que o curso pretende formar; 2. articula as ações acadêmicas de ensino e aprendizagem com o compromisso de uma formação profissional de qualidade; 3. promove transformações sociais, na medida em que as ações de implementação das atividades do curso são inclusos valores humanos, morais e éticos, conhecimentos e competências que os torne profissionais capazes de se antecipar aos problemas da sua realidade profissional e atender às demandas do progresso científico e social. A pertinência de um curso pressupõe, por um lado, a consciência clara do projeto educacional global da Instituição e a articulação do projeto pedagógico desse curso com os princípios, diretrizes e valores ali propostos, e por outro lado, a articulação do curso com a realidade econômica, social e cultural da região no qual está inserido. O projeto pedagógico deste curso está fundamentado nas políticas e diretrizes emanadas dos órgãos oficiais e que determinam os procedimentos a serem adotados pelas Instituições de Ensino Superior para a implementação de cursos de graduação. Compõe ainda o presente projeto dados sobre a concepção teórica e proposta curricular, a infraestrutura existente para o curso, a organização da biblioteca e as políticas definidas para o curso. 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES 1.1 A MANTENEDORA A Fasul Ensino Superior Ltda é uma sociedade civil de direito privado, constituída na forma de Sociedade por Cotas de Responsabilidade Limitada, com sede e foro na cidade de Toledo – PR, criada por decisão dos subscritores do capital social. A sociedade é regida pelo Contrato Social devidamente registrado na Junta Comercial do Paraná. A Fasul Ensino Superior Ltda é a mantenedora da Faculdade Sul Brasil (Fasul). 11 1.3 BASE LEGAL DA MANTENEDORA A Fasul Ensino Superior Ltda está devidamente registrada no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, no Departamento Nacional de Registro do Comércio e na Junta Comercial do Paraná. Possui o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) nº 03.554.221/0001-08; com o início de suas atividades em 15/12/1999. A última alteração contratual – NIRE – 41204246192 ocorreu em 12/05/2009. A empresa encontra-se constituída pelos seguintes sócios: Assis Gurgacz; Assis Marcos Gurgacz; Algacir Marcos Gurgacz; Acir Marcos Gurgacz; Aline Gurgacz Ferreira. 1.3 A FACULDADE SUL BRASIL (FASUL) Com sede no Município de Toledo, Estado do Paraná, a Faculdade Sul Brasil (FASUL) está vinculada ao Sistema Federal de Ensino, por força do inciso II do art. 16 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n.º 9.394/96, de 20/12/1996. Foi credenciada pelo Ministério da Educação através da Portaria n.º 2.135, de 22 de dezembro de 2000, publicada no Diário Oficial da União n. º 249-E, de 28 de dezembro de 2000, Seção 1, p. 110. São instâncias reguladoras desta Instituição de Ensino Superior: a) o Contrato Social da Mantenedora; b) Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI); c) o Regimento Interno; d) as normas emanadas de seu Conselho Superior e, e) a Legislação Federal que regula o Ensino Superior no Brasil. 1.5 MISSÃO DA FASUL A organização e implementação de toda e qualquer instituição de ensino superior deve voltar-se para um ideal maior que a identifique e, ao mesmo tempo, a diferencie das demais instituições, ao imprimir em suas decisões e ações acadêmicas e administrativas além da marca da qualidade, uma pertinência social no que se refere às peculiaridades econômicas, sociais e culturais da região em que se insere. Com esse propósito a Faculdade Sul Brasil define como sua missão: construir, difundir e socializar conhecimento por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, tendo as demandas da sociedade como bases para as ações acadêmicas. 12 1.4.1 Filosofia de Atuação da Fasul O cumprimento da missão institucional está vinculado à filosofia de atuação adotada e aos valores que perpassam todas as suas atividades. Assim sendo, a Faculdade Sul Brasil foi organizada para propiciar, aos seus acadêmicos, formação integral e em consonância com o mundo dinâmico de que fazemos parte. No campo da educação a excelência se instala à medida que ela se torna um hábito presente no pensar e no fazer de toda a comunidade acadêmica e na medida em que se externaliza em práticas acadêmicas e administrativas. Portanto, excelência é muito mais do que atos individuais, mesmo que altamente eficazes, mas é uma atitude assumida pelo conjunto das pessoas que cotidianamente interagem na instituição. A Faculdade Sul Brasil tem a excelência como meta principal de sua atuação. A Fasul se propõe a adotar estruturas modernas para a realização do ensino e aprendizagem, de modo a proporcionar a seus alunos formação de qualidade, pautados em projetos pedagógicos, operacionalizados por um corpo docente titulado e capacitado para o exercício do ensino superior e com o apoio de tecnologias de ponta, em matéria de informática e de comunicação. Na Faculdade Sul Brasil entende-se o homem como um ser de natureza social, que neste momento histórico interage com um mundo em constantes mudanças, que faz novas conquistas e que avança com grande velocidade. Nesta perspectiva, a formação científica, humana e tecnológica, propiciada pelo ensino superior se constitui em instrumento de inserção na vida produtiva do País e, em possibilidade do sujeito usufruir, de modo participativo, das conquistas e avanços da sociedade atual. A proposição desta instituição é de que esta formação esteja fundamentada em valores morais, éticos, científicos, na valorização da pluralidade e diversidade cultural e no respeito aos semelhantes e à natureza. Além da excelência, a Faculdade Sul Brasil apóia-se no conceito de qualidade, concebida como elemento constituinte da prestação de serviços educacionais, que se externaliza pela atuação competente do corpo docente e técnico-administrativo, pela atualização e consistência dos projetos pedagógicos de seus cursos e pela metodologia sustentada em recursos tecnológicos modernos. Na Faculdade Sul Brasil se compreende a qualidade como resultado dos processos de interação entre os diferentes setores e das pessoas que neles atuam na execução e implementação das ações, do que somente a existência do tripé básico, que é infraestrutura de qualidade, corpo docente titulado e projetos pedagógicos 13 atualizados. Estes três elementos são fundamentais em qualquer instituição de ensino, porém, eles se transformam em diferenciais qualitativos em sua implementação, ou seja, pela atuação das pessoas. 1.4.2 Objetivos e Metas A especificidade de uma instituição de ensino superior está no compromisso com a produção e socialização do saber nas áreas humana científica e tecnológica, voltadas para o atendimento das necessidades sociais. Tendo em vista esta especificidade, esta instituição definiu os seguintes objetivos para apoiar seu projeto acadêmico, que também constam de seu Regimento Interno: - Formar recursos humanos e colaborar na sua formação contínua, nas diferentes áreas do conhecimento, visando a sua inserção em setores profissionais e à participação no desenvolvimento da sociedade brasileira; - Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; - Disponibilizar ao mercado, profissionais que tenham uma visão abrangente das mais modernas técnicas, aliando teoria à prática; - Formar cidadãos e profissionais críticos e criativos, capazes de prestar bons serviços à Nação; - Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e à criação e difusão da cultura e, desse modo, promover o entendimento do homem em relação ao meio em que vive; - Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; - Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; - Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; 14 - Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas historicamente e na instituição; A Faculdade Sul Brasil pretende atingir seus objetivos por meio das seguintes ações: - adoção, na organização de seus cursos, de currículos modernos e continuamente atualizados através de avaliações constantes de sua pertinência e eficácia; - adoção de metodologia e técnicas de ensino associadas com tecnologias modernas; - desenvolvimento de atividades acadêmicas complementares, como a monitoria acadêmica, estágios extracurriculares, participação em atividades de extensão e de pesquisa; - realização constante de seminários, semanas acadêmicas, jornadas de estudos, congressos e outros eventos para discussão e aprofundamento de temas diversos, bem como de propostas de modernização do ensino, das técnicas e das tecnologias; - ações institucionais de aperfeiçoamento científico e didático-pedagógico continuado do corpo docente. 1.4.3 Compromissos Sociais A Faculdade Sul Brasil como instituição de ensino superior engajada no processo de desenvolvimento da sociedade onde está inserida, tem consciência de seu compromisso com a promoção do ser humano, com a preservação e conservação dos ecossistemas e o bem-estar da sociedade. Nesta perspectiva, por se encontrar comprometida com a sobrevivência, modernidade e autodeterminação dos povos, assume como compromissos em relação aos seus: ALUNOS: oferecer ensino de qualidade, por preço justo, situando-os no meio universitário, propiciar o desenvolvimento da responsabilidade e do senso crítico e sua inserção no mercado de trabalho; PARCEIROS: praticar a colaboração mútua, com posturas éticas e solidárias, promover a profissionalização empresarial através de programas, projetos e parcerias. COLABORADORES: possibilitar o aperfeiçoamento profissional, com incentivos à formação permanente, por meio de programas próprios ou de parcerias com outras instituições. SOCIEDADE: transformar a atual realidade social disseminando o conhecimento, oportunizando o desenvolvimento sustentável, estimulando o empreendedorismo, a cultura e a informação, melhorando significativamente a qualidade de vida. 15 1.4.4 Compromissos Acadêmicos Na Faculdade Sul Brasil entende-se que para o cumprimento da missão institucional “Construir, difundir e socializar conhecimento por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, tendo as demandas da sociedade como bases para as ações acadêmicas” necessário se faz eleger como prioridade a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Assim sendo, o proposto em sua missão, em seus objetivos institucionais e em seus compromissos, se cumprem, em grande parte, em função das ações acadêmicas se encontrarem apoiadas na integração que deve haver em relação ao ensino, à pesquisa e à extensão, buscando: No ENSINO: desenvolver a criatividade e a criticidade, com base em uma visão ética, humana e generalista, num processo de ensino efetivo com qualidade e coerência, e que utiliza metodologias adequadas que fundamentam técnicas e práticas para o exercício da profissão; Na PESQUISA: estabelecer uma política para a pesquisa, institucionalizando programas efetivos de produção de conhecimento igualitário por áreas, valorizando os recursos humanos comprometidos com o processo; Na EXTENSÃO: estabelecer política multidisciplinar e abrangente, com atitude social responsável, ampla e participativa, aproveitando e valorizando os recursos humanos. 1.5 HISTÓRICO DA FACULDADE SUL BRASIL A Faculdade Sul Brasil iniciou suas atividades acadêmicas no primeiro semestre do ano letivo de 2001, com a implantação dos cursos de Administração – com Habilitação em Gestão Empresarial; de Turismo e de Sistemas de Informação. Posteriormente, entraram em funcionamento outros cursos de Graduação: o Curso de Administração – com Habilitação em Gestão do Agronegócio, no segundo semestre de 2001; o Curso de Comunicação Social – com Habilitação em Publicidade e Propaganda; no primeiro semestre de 2002; o Curso de Comunicação Social – com Habilitação em Jornalismo; no segundo semestre de 2002; o Curso Normal Superior – com Habilitação em Anos Iniciais, no segundo semestre de 2002 e o Curso Normal Superior – com Habilitação em Educação Infantil, no primeiro semestre de 2003. Todos os cursos de graduação da Faculdade Sul Brasil já passaram pelo processo de 16 reconhecimento pelo Ministério da Educação e os conceitos obtidos foram os seguintes: Administração em Agronegócio e Gestão Empresarial – CB; Sistema de Informação – CB; Turismo – CMB; Comunicação Social – Jornalismo – CMB; Comunicação Social – Publicidade e Propaganda – CMB; Normal Superior – Anos Iniciais – CMB; Normal Superior – Educação Infantil – CMB. O Curso Normal Superior, a partir do ano letivo de 2006, foi transformado no Curso de Pedagogia. A partir do ano letivo de 2008 a Faculdade implantou os Cursos Superiores de Tecnologia na área de Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Gestão Comercial, Gestão de Cooperativas e Curso Superior de Tecnologia em Logística. A tabela a seguir apresenta os cursos de graduação da Faculdade Sul Brasil, autorizados e ou reconhecidos pelo Ministério da Educação. TABELA 01 - CURSOS EM FUNCIONAMENTO NA FACULDADE SUL BRASIL - ANO: 2012 PORTARIA HABILITAÇÃO RECONHECIMENCURSO TURNO VAGAS TO/ / ÊNFASE AUTORIZAÇÃO Administração - N 150 Portaria n.º 137, de 14/01/2005 Ciências Contábeis - N 100 Portaria n.º 837, de 24/09/2007 Comunicação Social Jornalismo N 50 Portaria n.º 1523, de 20/05/2002 Comunicação Social Publicidade e Propaganda N Direito - N 100 Letras/Libras - N 100 Pedagogia - N 100 Sistemas de Informação - N 100 Tecnologia em Redes Computadores 50 Portaria n.º 2755, de 12/12/2001 Portaria n.° 51 de 01/06/2011 Portaria nº 1852 de 10/11/2010 Portaria n.º 943, de 22/11/2006 Portaria n.º 139, de 14/01/2005 N 100 Portaria nº 45 de 21/01/2011 17 Tecnologia em Segurança no Trabalho - N Tecnologia em Gestão Comercial - N 100 Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos - N 100 Portaria n.º 186, de 15/02/2007 Tecnologia em Gestão Financeira - N 100 Portaria n.º 186, de 15/02/2007 Tecnologia em Logística - N 100 Portaria n.º 575, de 29/11/2007 Tecnologia em Gestão da Produção Industrial - N - Tecnologia em Agronegócio Tecnologia em Processos Gerenciais 100 Portaria nº 295 de 15/12/2010 Portaria n.º 207, de 07/03/2007 100 Portaria nº 12 14/01/2010 N 100 Portaria nº 28 09/02/2010 N 100 Portaria nº 320 02/08/2010 Fonte: Dados Socioeconômicos da Região/ IBGE (2010) 1.6 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO A colonização efetiva do município de Toledo teve início na década de 1940 com a frente gaúcha de ocupação. Inicialmente, esta frente era baseada na exploração da madeira levada para os portos argentinos. A ocupação definitiva dessa área processou-se de forma rápida, através da ação colonizadora da Companhia Colonizadora Oeste do Paraná S/A, a Maripá, que atraiu população gaúcha e catarinense pela fertilidade das terras e a proximidade das áreas de origem. A emancipação política de Toledo ocorreu poucos anos depois, desmembrando-se de Foz do Iguaçu em 1952. Grandes mudanças ocorreram desde então na 18 sua organização espacial. Muitos municípios foram desmembrados tendo hoje uma área de 1.198,607 Km2. A Faculdade Sul Brasil localiza-se na cidade de Toledo, Região Oeste do Paraná, uma região de colonização recente, com uma população estimada de 1.228.825 habitantes (Fonte: http://www.amop.org.br), a qual reúne 51 municípios. Na Região Oeste, Toledo é um município que apresenta, segundo o IBGE, um grau de centralidade, em relação aos demais, de forte para médio. A efetiva ocupação deu-se nas décadas de 1940 e 1950, tanto que, em 1960, havia apenas cinco Municípios na Região: Foz do Iguaçu, Cascavel, Toledo, Guaíra e Guaraniaçu. O município de Toledo emancipou-se político e administrativamente em 14 de Dezembro de 1952. Região Oeste do Paraná - Municípios e Fronteiras Fonte: IBGE (2010) Com uma população estimada em 120.934 habitantes, o município destaca-se em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) juntamente com boa parte da Região Oeste, pois das dez cidades paranaenses com melhor qualidade de vida, cinco delas estão no 19 Oeste do Paraná, são elas: Quatro Pontes, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido Rondon, Palotina e Toledo cujo IDH garante ao município a 9ª posição do Estado e a 163ª posição nacional num país com grandes diversidades e que tem 5.607 municípios. O município de Toledo destaca-se em relação a diversos aspectos, como indicadores levantados junto a Prefeitura Municipal, a seguir: - 3º lugar em índice de desenvolvimento humano (IDH) entre as 10 maiores cidades do Paraná; - 9º lugar em arrecadação do imposto de circulação de mercadorias e serviços (ICMS) do Paraná; - 10º lugar em produto interno bruto (PIB) total do Paraná; - 1º lugar em PIB agropecuário do Paraná e da região sul e 11º lugar no país; - 1º lugar em VBP (valor bruto da agropecuária) do Paraná; - 3º lugar em valor adicionado da agropecuária do Brasil; - 5,5 mil propriedades rurais; - 1º lugar em rebanho suíno do Paraná; - 1º lugar em plantel de frango do Paraná; - 3º maior produtor de leite do Paraná, produção de 80 milhões de litros/ano; - 1º lugar em produção por bacia leiteira e 2º lugar em produtividade da região sul e do país, com 3.976 litros vaca/ano em 2009; - 1º lugar em piscicultura comercial do Paraná. A liderança do município de Toledo, no se refere ao desenvolvimento humano, já estava estabelecida desde a década de 1990, conforme tabela abaixo. ÍNDICES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO NO MUNICÍPIO DE TOLEDO ANO IDHM* IDHM/ RENDA 0,684 0,730 IDHM/ LONGEVIDADE 0,748 0,823 IDHM/ EDUCAÇÃO 0,821 0,927 1991 0,751 2012 0,827 Fonte: PNDU/www.pndu.org.br * Índice de Desenvolvimento Humano no Município OBS.: 0 a 0,499 = índice de desenvolvimento humano baixo; 0,500 a0,799 = índice de desenvolvimento humano médio; acima de 0,800 = índice de desenvolvimento humano alto Na Região Oeste do Paraná se desenvolve uma agricultura que emprega tecnologia moderna, o que gera uma produtividade elevada, se comparada a outras Regiões do Estado e do País. Em relação à produção agropecuária o Município de Toledo gera o maior PIB do Estado e o 11º do país. Tem destaque a produção de soja, porém, o trigo e o milho também apresentam elevados índices de produtividade. Além desses, são cultivados outros produtos, 20 de menor peso em relação à renda gerada, como feijão, mandioca, algodão e fumo. Especificamente na pecuária vale destacar os índices atingidos pela suinocultura, avicultura e produção leiteira, atingindo 1º lugar em rebanho suíno do Paraná; 1º lugar em plantel de frango do Paraná e 3º maior produtor de leite do Paraná, produção de 70 milhões de litros/ano. O processamento dos produtos agrícolas, em parte, ocorre em um sistema agroindustrial, instalado na região, estruturado e coordenado verticalmente, abrangendo todo o processo logístico, desde o cultivo até a industrialização do produto, passando pelo beneficiamento, armazenamento, transporte até chegar ao consumidor final. A maior parte do sistema de processamento dos produtos agrícolas instalado na região pertence às Cooperativas Agrícolas e Agroindustriais, que congregam os produtores associados dando-lhes o suporte técnico para o desenvolvimento do seu empreendimento agrícola. A produção pecuária, de bovinos, suínos e aves é praticamente toda processada na região por uma rede de frigoríficos instalados em diversos municípios. Vale destacar que Toledo é sede do maior abatedouro de aves do Estado do Paraná; do maior frigorífico abatedouro de suínos da América Latina; de um Centro de Piscicultura, organizações essas que dão suporte ao desenvolvimento econômico e social à microrregião. Por suas características notadamente voltadas ao agronegócio a indústria de Toledo vem se destacando no ramo dos produtos alimentares. Ainda, no setor industrial, outras áreas também se apresentam em franco desenvolvimento na cidade e região, tais como: indústrias de móveis; olarias; metalúrgicas; fábricas de rações; moinhos de cereais; artefatos de cimento; curtumes; fábricas de calçados e artefatos de couro; embalagens plásticas; medicamentos; bebidas; conservas e doces. Além destas indústrias, encontra-se em plena expansão o polo têxtil, com a produção de fios, tecelagens e confecções, a indústria de medicamentos, que expandiu significativamente suas atividades a partir da produção de medicamentos genéricos. A indústria de bebidas também obteve expressivo crescimento nos últimos 5 anos. Este conjunto de empresas coloca o município de Toledo em 9º lugar em arrecadação do ICMS do Estado. A par da industrialização em desenvolvimento, o comércio e a prestação de serviços vêm se concentrando na sede do município a fim de atender as diversas necessidades de demanda. Segundo dados do IBGE, a realidade empresarial abarca uma diversidade muito grande de empresas nos setores do comércio e da prestação de serviços. Em 2008 existiam em Toledo 6.853 empresas distribuídas em 14 grupos diferentes, conforme demonstra a tabela abaixo. 21 REALIDADE EMPRESARIAL DO MUNICÍPIO DE TOLEDO EM 2010 Nº 01 02 03 04 05 06 Descrição Quantidade Agricultura, pecuária, silvicultura e exploração florestal. 49 Pesca 5 Indústrias extrativas 2 Indústrias de transformação 748 Construção 95 Comércio, reparação de veículos automotores, objetos pessoais e 3.298 domésticos. 07 Alojamento e alimentação 712 08 Transporte, armazenagem e comunicação. 440 09 Intermediação financeira, seguros, previdência complementar e serviços 89 relacionados. 10 Atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados a empresas. 484 11 Administração pública, defesa e seguridade social. 4 12 Educação 144 13 Saúde e serviços sociais 153 14 Outros serviços coletivos e sociais 630 TOTAL 6.853 Fonte: IBC. Malha municipal digital do Brasil: situação em 2008. Rio de Janeiro: IBGE (2010). Sua atual base econômica e o bom desempenho que vem alcançando permitem que a cidade mantenha estruturas importantes para sua microrregião, na prestação de serviços à população, como instituições bancárias, órgãos e setores do poder público, instituições de ensino superior, entre outros. Os quadros a seguir demonstram a participação de cada setor produtivo no PIB do Município em relação ao Estado do Paraná, ao país, bem como o PIB per capita.do município em relação ao estado do Paraná e ao país. COMPARATIVO DA DISTRIBUIÇÃO DO PIB TOLEDO/ESTADO POR SETOR SETOR Agropecuária Indústria Comércio Serviços Fonte: IPARDES (2003) TOLEDO 259.702.335,81 301.598.867,09 35.705.935,52 340.469.663,05 PARANÁ 8.252.567.300 23.862.756.746 3.905.589.804 27.430.853.786 VALOR DO PIB MUNICÍPIO DE TOLEDO/ESTADO/PAÍS – 2009 PIB DE TOLEDO – R$ PIB DO PARANÁ - RS 940.162.963 62.290.113.786 Fonte: IPARDES (2010) PIB DO BRASIL – R$ 1.086.700.000.000 COMPARATIVO DO PIB PER CAPITA TOLEDO/ESTADO/PAÍS - 2009 PIB PER CAPITA DE PIB PER CAPITA DO PIB PER CAPITA DO BRASIL 22 TOLEDO – R$ 8.762 Fonte: IPARDES (2010) PARANÁ – R$ 6.644 – R$ 6.386,98 Os elevados índices de produtividade alcançados pela agropecuária na microrregião de Toledo atraem e sustentam indústrias de grande porte e que empregam tecnologia altamente desenvolvida na transformação da matéria-prima, como é o caso da Brasil Food SA, antiga Sadia, o maior frigorífico de suínos e aves da América Latina, abatendo 360 mil frangos dia; 12,9 mil toneladas de carne de frango/mês; 6,4 mil suínos/dia; 12,1 mil toneladas de carne suína/mês; 25.520 toneladas de óleo de soja; 79 mil toneladas de rações animais e gerando 8,5 mil empregos diretos. Empresas de grande porte, como a Brasil Foods S/A – empresa gerada da fusão da Sadia e a Perdigão - outras existentes na região sustentam-se da produtividade gerada na agricultura e pecuária, ao mesmo tempo em que ao transferir tecnologia para os produtores promovem a qualificação da mão-de-obra e o consequente aumento da produção. Os números a seguir são reveladores da capacidade produtiva em agricultura e pecuária do município de Toledo. TOLEDO – PRODUÇÃO AGRÍCOLA POR TONELADA DE 2001 a 2012 ANOS TRIGO-PROD./T 2001//2002 38.640 2002/2003 64.400 2011/2012 13.500 Fonte: SEAB/DERAL (2012) ÁREA - HA 28.000 28.000 10.000 SOJA-PROD/ T 213.180 232.490 221.000 ÁREA – HÁ 66.000 67.000 66.000 PLANTEL DE BOVINOS, SUÍNOS E AVES DE 2001 / 2012 ANO BOVINOS SUÍNOS AVES 2001 54.328 CB 292.375 CB 7.951.260 CB 2002/2003 55.890 CB 350.665 CB 4.623.728 CB 2011/2012 47.419 CB 650.914 CB 10.950.513 CB Fonte: Departamento Municipal de Estatística e Cadastro Técnica, IBGE e SEAB/PR (2012) TOLEDO EM RELAÇÃO À PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA DO PARANÁ LOCAL Estado do Paraná Núcleo SEAB – Toledo (20 Municípios) R$ 14.663.240.000,00 1.554.409.000,00 % 100 10,6 23 Município de Toledo Fonte SEAB (2003) 418.900.000,00 2,86 O Município de Toledo, em vista do processo de desenvolvimento que vem experimentando, aliado à necessidade permanente de modernização dos setores produtivos, necessita de Instituições de Ensino Superior que possam atender aos desafios atuais de crescimento e preparem os quadros profissionais para liderarem as mudanças necessárias. A cidade de Toledo conta com quatro Universidades: Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), a Universidade Paranaense (UNIPAR), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e uma Faculdade, a Faculdade Sul Brasil, que atende a alunos de várias cidades da Região Oeste do Paraná e, até, de outros Estados e Países, com diversificação da oferta de cursos, rompendo, de certa forma, com a tradição familiar de mandar os filhos estudarem em outros centros maiores, em vista da inexistência de opções na Região. O Quadro a seguir demonstra a realidade educacional do Município de Toledo, no ano base de 2010. A realidade educacional no ensino superior é muito dinâmica e nos últimos três anos ocorreram significativas alterações. Novos cursos foram criados e implementados pelas IES. 24 Realidade Educacional do Município de Toledo em 2010 MATRÍCULAS NÍVEIS Educação Infantil/ Creche Educação Infantil/ Esc. Esc. Mun. Est. Esc. Fed. 1.503 DOCENTES Esc. Esc. Esc. Part. Mun. Est. Esc. Fed. 440 ESCOLAS Esc. Part. TOTAL DE Mun. Est. Fed. Part. 457 MATRÍCULAS 2.400 2.337 - - 431 190 - - 46 40 - - 8 2.958 7.804 8.268 - 1.791 406 555 - 97 34 26 - 4 18.826 361 602 - 5.639 74 - 17 1 4 7.558 Pré-Escolar Ensino Fundamental + EJA Ensino Médio + EJA Ensino 130 889 - 451 14 1.717 - NI - 410 - 1 1 3 2.726 14 1.084 74 44 2 19 34.468 900 - 653 356 12.005 16.833 130 Superior TOTAL 8.974 596 1.006 Fonte: Ministério da Educação e Cultura (MEC); Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). Censo da Educação Superior (2010) 25 Em termos de cursos de graduação as IES de Toledo apresentam a seguinte configuração: IES e Cursos em Funcionamento nas IES de Toledo – Ano Base 2012 Nº 1. 2. 3. 4. 5. IES CURSOS 1. Ciências Econômicas; 2. Ciências Sociais – Bacharelado; 3. Ciências Sociais – Licenciatura; 4. Engenharia da Pesca; Universidade Estadual do Oeste do 5. Engenharia Química; 6. Filosofia – Bacharelado; Paraná (UNIOESTE) 7. Filosofia – Licenciatura; 8. Química – Bacharelado; 9. Química – Licenciatura; 10. Secretariado Executivo Bilíngue; 11.Serviço Social. 1. Administração; 2. Ciências Biológicas – Licenciatura; 3. Ciências Biológicas – Bacharelado; 4. Ciências Contábeis; 5. Direito; 6. Educação Física – Licenciatura; 7. Enfermagem; Universidade Paranaense (UNIPAR) 8. Farmácia; 9. Fisioterapia; 10. Nutrição; 11. Pedagogia; 12. Análise e Desenvolvimento de Sistemas; 13. Estética e Cosmética 1. Engenharia Industrial Elétrica – Automação; Universidade Tecnológica Federal do 2. Tecnologia em Processos Químicos; Paraná (UTFPR) 3. Engenharia Civil; 4. Licenciatura em Matemática. 1. Administração; 2. Agronomia; 3. Ciências Biológicas; Pontifícia Universidade Católica do 4. Enfermagem; 5. Engenharia da Produção; 6. Farmácia; Paraná (PUCPR) 8. Medicina Veterinária; 9. Psicologia. 1. Administração; 2. Agronegócio; 3. Ciências Contábeis; 4. Direito; 5. Comunicação Social - Jornalismo; 6. Comunicação Social - Publicidade e Propaganda; 7. Pedagogia; 8. Sistemas de Informação; 9. Tecnologia em Gestão Comercial; 10. Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos; Faculdade Sul Brasil (FASUL) 11. Tecnologia em Gestão Financeira; 12. Tecnologia em Logística; 13. Tecnologia da Produção Industrial; 14. Tecnologia em Segurança no Trabalho; 15. Tecnologia em Redes; 16. Tecnologia em Processos Gerenciais; 17. Letras - habilitação em Libras. Fonte: Sites das IES (2012) Acreditando poder contribuir ao desenvolvimento econômico, social e cultural da região, suprindo a carência de profissionais com formação superior, a Faculdade Sul Brasil propôs-se, criou e está desenvolvendo um sólido projeto institucional que prima pela seriedade, consistência acadêmica, modernidade, respeito às peculiaridades locais e regionais e qualidade de serviços prestados à comunidade. Num primeiro momento, a instituição colocou em funcionamento os cursos de Administração, Turismo, Sistemas de Informação, cujos projetos pedagógicos foram elaborados com a missão de formar profissionais com perfis que atendam às exigências de um mercado de trabalho globalizado e que sejam, também, cidadãos conscientes e éticos. 26 Em relação à rede de saúde a cidade está dividida em regiões-polo, onde se encontram instaladas 26 unidades sanitárias centralizadas estrategicamente nos bairros. Além destes postos fixos nas zonas urbanas e rurais, o município conta também com o serviço móvel médicoodontológico. Programas e projetos de saúde pública comunitária são desenvolvidos com o objetivo de diminuir a demanda de consultas e internamentos nos três hospitais da cidade, ao todo com mais de 330 leitos entre particulares e credenciados pelos SUS. Uma ampla rede de consultórios e clínicas médicas especializadas, e particulares somam seus serviços com diversos ambulatórios e laboratórios de análises em convênio com vários setores de trabalho do município. Na cultura, no esporte e no turismo a comunidade de Toledo desfruta de várias opções: a) o Teatro Municipal, com 1.022 lugares, no centro da cidade, é o segundo maior e mais moderno projeto arquitetônico do Estado do Paraná, com quase três mil metros quadrados de área construída; b) o Parque Ecológico na região do Lago Municipal (97.772 m2) totalmente modelado para as práticas recreativas, desportivas e de lazer; c) a Usina do Conhecimento (572 m 2), onde são desenvolvidas atividades em Ciência e Tecnologia, Arte e Cultura e Comunicação, considerado um lugar alternativo à educação formal para todos os toledanos e visitantes; d) a Casa de Cultura, destinada a diversas práticas educacionais e artísticas; e) o Centro Cultural, onde funcionam o Museu Histórico, a Biblioteca Municipal e o Conselho Municipal de Cultura. Portador dos selos da EMBRATUR e integrado ao Programa Nacional de Municipalização ao Turismo, Toledo prepara-se para a “indústria do terceiro milênio”, com várias opções de turismo e lazer, na gastronomia, cultura, esporte e eventos de negócios. Polo gastronômico, o município oferece uma variedade de pratos típicos à base de carne suína, bovina, aves, peixes e hortifrutigranjeiros. Dentre seus já tradicionais eventos gastronômicos, realizados há mais de 25 anos, está a Festa Nacional do Porco no Rolete, onde reúnem em um só dia, cerca de 40 mil pessoas. Toledo também é famosa pela Festa do Peixe, Festa do Leitão na Estufa, Festa do Frango, Brüderfest (festa típica alemã), Ipirangafest (festa popular voltada ao incentivo das atividades produtivas da comunidade), Michel’s Fest (costelão assado na estufa), Festa da Ovelha e Costelão a Fogo de Chão, Festa do Milho, Festa do Leitão a Sarandi, além das festas natalinas, mostras de festas populares, reveillon popular, entre outras promovidas por várias associações e clubes recreativos e de serviços da cidade e região. A infraestrutura de comunicações da cidade de Toledo apresenta um significativo quadro No estão operando três emissoras de radiodifusão AM: Rádio União, Rádio Guaçu e Rádio 27 Integração; duas emissoras de radiodifusão FM: Mundial FM e Educativa Fasul, além de uma emissora de televisão do Sistema Sul de Comunicação, TV Independência, que permite a recepção da Rede Record, através do canal 7. 2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO A fundamentação legal que orienta a organização de Cursos de Tecnologia é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu Art. 44, que apresentou a modalidade de Cursos de Tecnologia. Os documentos oriundos do Conselho Nacional de Educação, especificamente o Parecer CNE/CES nº 436, de 02 de abril de 2001, o Parecer CNE/CP nº 29, de 03 de dezembro de 2002 e a Resolução CNE/CP nº 03, de 18 de dezembro de 2002. Grandes discussões sobre os princípios que estruturam a Lei 9.394/1996 foram realizadas nos meios acadêmicos. Um princípio amplamente abordado refere-se à flexibilidade. No entanto, a flexibilidade permitida aos sistemas e às instituições de ensino em muito contribui para a inovação e renovação das mesmas. É o caso da Faculdade Sul Brasil que busca ampliar sua oferta de cursos e serviços à comunidade, implementando a modalidade de Cursos de Tecnologia. A Faculdade Sul Brasil é uma instituição criada para apoiar o desenvolvimento econômico e social do município de Toledo e sua microrregião, além da própria Região Oeste do Paraná. Seu projeto de formação de profissionais em diferentes áreas é coerente com o disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais, porém, os projetos pedagógicos de seus cursos, contemplam disciplinas e ações voltadas para a realidade local e regional, o que o torna original, porém, mantendo a universalidade do conhecimento nesta área. Desde o início de suas atividades acadêmicas a Faculdade Sul Brasil tem se caracterizado por seu forte envolvimento com a comunidade local, através da realização de atividades acadêmicas diversas e de projetos de extensão, nos quais se viabiliza a socialização dos conhecimentos científicos a segmentos importantes da sociedade. Nessa perspectiva, a formação de profissionais qualificados em nível superior se constitui em apenas um dos objetivos desta instituição de ensino. A preocupação é a efetiva inserção na comunidade local e regional, prestando atenção às suas necessidades e demandas e elaborando as respostas adequadas, em forma de cursos e outros serviços de natureza acadêmica. 28 Responder a uma demanda local e regional por cursos de nível superior, de menor duração, com forte conotação profissional, possibilitando a inserção no mercado de trabalho, mas mantendo a qualidade necessária, estão na base da opção da Faculdade Sul Brasil pelos Cursos Superiores de Tecnologia. Especificamente, para o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio a opção da Faculdade na implantação e manutenção desse curso está apoiada na impossibilidade de manter esta área do conhecimento como uma habilitação do Curso de Administração. O Curso de Administração com Habilitação em Agronegócio existiu na FASUL desde 2001, quando a Fasul iniciou as suas atividades acadêmicas. Este curso sempre teve excelente procura, está consolidado, existe na instituição infraestrutura e corpo docente qualificado e em torno dele se desenvolvem inúmeras atividades de extensão universitária de grande importância. Assim sendo, reside neste aspecto o esforço institucional de implementar o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio. O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) é um documento que contém as diretrizes, estratégias, formulações teóricas e definições que expressam e orientam as práticas pedagógicas a que são desenvolvidas no curso. O Projeto Pedagógico, ainda, explicita a concepção teórica adotada, a finalidade e os objetivos do curso, descreve as competências e as habilidades a serem desenvolvidas pelos egressos. Estas definições são muito importantes, uma vez que apóiam a organização curricular e disciplinar do curso. A importância da área do conhecimento do curso para o desenvolvimento econômico, humano e social atual também fica evidente no Projeto Pedagógico. Assim, o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é um posicionamento institucional diante da necessidade da continuidade da formação de profissionais nesta área. A proposta de formação profissional contida no Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio está estruturada de modo a possibilitar a acadêmicos e aos professores a compreensão das finalidades e objetivos do curso, bem como da organização curricular e das metodologias empregadas para o ensino e a aprendizagem. Além disso, o Projeto Pedagógico é um documento no qual são explícitas a identidade e a originalidade do curso. A identidade e originalidade de um curso ficam evidenciadas pelo emprego de novas perspectivas no processo de formação, pela caracterização do perfil do egresso 29 em consonância com a cientificidade da área de Agronegócios e com as demandas do mundo do trabalho e, ainda, pela criação de mecanismos de avaliação permanente a fim de atingir a qualidade de ensino. A organização de Cursos Superiores de Tecnologia e a elaboração do projeto pedagógico dos mesmos estão possibilitando à instituição e ao conjunto de professores, oportunidade de promover os seguintes questionamentos sobre o curso: qual é o perfil do profissional que é possível formar em um curso de tecnologia? Qual é o tipo de profissional que queremos formar? Que ações acadêmicas e administrativas devem ser implementadas na estrutura e funcionamento da instituição que possam contribuir para a formação de um profissional competente? Que recursos, capacidades e estratégias podem ser mobilizadas para garantir a qualidade do curso? É clara a compreensão de que o projeto pedagógico define as características do profissional que o curso pretende oferecer ao mercado; articula as ações acadêmicas de ensino e aprendizagem com o compromisso de uma formação profissional de qualidade, também com as transformações sociais, na medida em que incluem na formação dos futuros profissionais valores humanos, morais e éticos e conhecimentos e competências com potencialidade para formar profissionais capazes de se antecipar aos problemas da realidade e atender às demandas do progresso científico, tecnológico e social. A pertinência de um curso pressupõe, por um lado, a existência de um Projeto Pedagógico Institucional e a articulação deste projeto com as demandas e potencialidades da realidade econômica e social local e regional, e por outro, a organização do novo curso na perspectiva do mesmo se tornar o instrumento de intervenção institucional nesta realidade, construindo as respostas necessárias, com o respaldo da ciência e da técnica. Desta forma, o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio leva em consideração o momento presente que é de grandes transformações do setor, influenciado por fatores como a internacionalização da economia, as relações entre o mercado agropecuário brasileiro e os mercados internacionais, valorização e a capacitação dos recursos humanos para a melhoria da qualidade dos serviços ofertados e, sobretudo, o avanço tecnológico conquistado pelo setor. As discussões que se faz em torno do capital humano e intelectual, a consciência de que se vive a era do conhecimento e as implicações que todos estes fatores têm sobre a vida pessoal e profissional são, igualmente, aspectos que devem ser considerados na organização do projeto de um curso superior. 30 Neste cenário nasce uma nova discussão sobre o real papel das organizações na sociedade, de modo especial das organizações ligados ao setor agropecuário e de agronegócios. Sem dúvidas, para enfrentar esta nova ordem as organizações necessitam de colaboradores preparados, com conhecimentos e competências para entender o novo ambiente e conduzir-se com segurança, conciliando os interesses das organizações e da sociedade em todos os seus níveis. O termo agricultura era, até meados do século XX, usado para designar a produção agropecuária em toda a sua extensão; ou seja, desde o abastecimento de insumos para a produção rural até a distribuição dos alimentos aos consumidores finais. Nas últimas décadas, no entanto, o setor agropecuário passou por várias mudanças que o tornaram mais complexo e abrangente (ARAÚJO, 2003). Para este novo contexto, surgiu a denominação de “agronegócio” assumindo que a competição se desloca do nível das empresas (micro) para o nível dos sistemas (meso). O conceito de agronegócio (agribusiness) foi cunhado durante a Boston Conference on Distribution of Agricultural Products, em 1955, por John H. Davis. No ano seguinte, o termo foi empregado na literatura pela primeira vez, em um artigo escrito pelo mesmo autor. Todavia, a sua consagração, de fato, aconteceu com a publicação do livro A Concept of Agribusiness, de autoria dos pioneiros Davis e Goldberg (1957). Segundo estes autores, o agronegócio é o conjunto de todas as operações que envolvem a produção e a distribuição de insumos para a produção rural, mais o armazenamento, o processamento e a distribuição de produtos e subprodutos agropecuários. Para entender essa nova abordagem, que vem modificando o cenário da agropecuária brasileira, vários autores devem ser considerados. Ressaltam-se aqui os trabalhos seminais de Davis e Goldberg (1957) – que definiu o agronegócio – e de Goldberg (1968), que estendeu sua análise para os sistemas de commodities, enfocando as interações sistêmicas entre as partes integrantes das indústrias do agronegócio. Outro estudo que merece destaque é a pesquisa realizada por Malassis (1973), que não só traduziu o termo agribusiness para o francês, mas também “enfatizou a sua dimensão histórica, situando o complexo agroindustrial como característico da etapa de desenvolvimento capitalista em que a agricultura se industrializa” (GRAZIANO DA SILVA, 1973, p. 8). A análise do funcionamento do agronegócio brasileiro, conforme vários autores (GRAZIANO DA SILVA, 1991; ZYLBERSZTAJN, 2000; BATALHA; SILVA, 2001; entre outros), passa necessariamente pela abordagem de cadeias produtivas (meso-análise), a qual se 31 tornou uma ferramenta de grande utilidade para a investigação das suas diversas peculiaridades regionais e/ou setoriais. Esta abordagem pressupõe que a competitividade sustentada de uma empresa (ou de um país) somente pode ser constituída no âmbito de um sistema competitivo integrado. A utilidade da análise de cadeias produtivas para o entendimento da produção agropecuária se destaca sob vários aspectos, podendo servir, por exemplo, como um mecanismo de descrição técnico-produtiva, em que as sequências de operações da produção de bens são descritas. Além disso, a ideia de cadeias pode ser útil para o estudo dos agentes de forma individual, através da análise das estratégias adotadas pelas firmas e, da mesma forma, da inserção de cada agente no sistema maior; ou seja, o seu relacionamento com os demais participantes da cadeia. Ademais, o estudo das cadeias produtivas permite várias outras abordagens, tais como: suporte à descrição e análise técnico-econômica de sistemas produtivos, apoio à formulação de políticas públicas e privadas, auxílio à avaliação das estratégias empresariais e de inovação tecnológica (PEDROZO; HANSEN, 2001). Há, ainda, na literatura brasileira, outros termos que estão relacionados com essa temática, como por exemplo: Sistema Agroindustrial e Sistema Agroalimentar. Esses conceitos, no entanto, convergem para a definição inicial de agribusiness, proposta por Davis e Goldberg (1957) ou para a conceituação proposta por Malassis (1973) de Setor Agroalimentar (analisado mais adiante). No Brasil, conforme Graziano da Siva (1991), o uso do conceito de agribusiness só foi adotado explicitamente em recente trabalho de Araújo, Wedekin e Pinazza (1990). A partir dessas primeiras definições do agronegócio, surgiram várias outras abordagens para explicar o fenômeno que havia sido inicialmente observado na economia norte-americana: a crescente interrelação setorial entre agricultura, indústria e serviços, de forma que vários pesquisadores (nacionais e internacionais) vêm se dedicando ao estudo da problemática agroindustrial. Aliás, o estudo dos tópicos relacionados ao agronegócio partiu de dois principais conjuntos de ideias, os quais vieram a gerar metodologias de análise distintas entre si. A primeira delas, que se originou nos Estados Unidos, a partir dos trabalhos de Davis e Goldberg, constituise na abordagem de Commodity System Approach (CSA). A segunda, por sua vez, desenvolveu- 32 se no âmbito da escola industrial francesa e constitui-se no conceito de Filières ou cadeias (BATALHA; SILVA, 2001). Segundo estes autores, os conceitos de CSA e Filière realizam cortes verticais no sistema econômico, a partir de determinado produto final (no caso da escola francesa) ou a partir de uma matéria-prima de base (no caso da escola americana). As duas abordagens compartilham, desta forma, a noção de que a agricultura deve ser vista dentro de um sistema mais amplo. As principais aplicações potenciais dessas duas metodologias de análise, que têm caráter prospectivo, são: estratégia e marketing; política industrial; gestão tecnológica; modelo de delimitação de espaços de análise dentro de um sistema produtivo; e ferramenta de descrição técnico-econômica de um setor (ZYLBERSZTAJN, 2000). O autor salienta que, embora os dois modelos apresentem algumas diferenças não negligenciáveis, ambos têm características comuns, como, por exemplo, o caráter mesoanalítico e sistêmico dos estudos, em termos de cadeia de produção agroindustrial. A mesoanálise foi proposta para preencher a lacuna existente entre os dois grandes corpos da teoria econômica: a microeconomia (que estuda as unidades econômicas individuais) e a macroeconomia (que estuda os grandes agregados econômicos). Um enfoque mesoanalítico permite, então, responder às indagações sobre o processo concorrencial e as escolhas estratégicas das firmas, bem como sobre o processo distributivo entre os agentes econômicos. Este enfoque alia-se, ainda, ao enfoque clássico da economia industrial que diz respeito não à firma nem à economia global, mas ao setor industrial (BATALHA; SILVA, 2001). Estes autores afirmam que uma cadeia de produção agroindustrial pode ser vista como um sistema aberto, o qual reconhece as relações existentes entre a organização e o seu meio ambiente. Neste caso, as fronteiras do sistema são permeáveis, o que permite trocas com o meio ambiente. A abordagem sistêmica considera, ainda, que todo o sistema evolui no espaço e no tempo, em função de mudanças internas e externas ao sistema. Por isso, enquanto sistema, uma cadeia de produção agroindustrial também estará sujeita a mudanças. Esses dois conjuntos de ideias, amplamente debatidos em âmbito nacional e internacional, permitem fundamentar discussões sobre a dinâmica de funcionamento do agronegócio brasileiro. A seguir, discutem-se esses conceitos de forma individualizada. 33 a) A Abordagem de Commodity System Approach (CSA) Esta metodologia de análise dos negócios agroindustriais, desenvolvida na Universidade de Harvard (EUA), ganhou visibilidade através do trabalho de Goldberg (1968), o qual analisou alguns sistemas de commodities (Commodity Systems) nos Estados Unidos. O autor tinha o intuito de estudar a estrutura crítica e as características comportamentais dos sistemas de commodities do agronegócio dos Estados Unidos. Para tanto, ele selecionou três sistemas que representavam um importante corte do agronegócio daquele país, mais especificamente as indústrias do trigo, da soja e da laranja, da Flórida. Partindo destas matérias-primas agrícolas, foi possível a identificação de interrelações importantes, para se fazer uma análise das estruturas de mercado dessas indústrias, a partir dos fornecedores de insumos até a distribuição final dos alimentos (de montante a jusante). Goldberg (1968) considerou não apenas as relações tradicionais entre compradores e vendedores, mas incorporou também influências institucionais, quais sejam: políticas governamentais, mercados futuros e associações comerciais. Esta ampliação no conceito reconheceu o fato de que os produtos agrícolas tinham também como destino a agroindústria e não mais somente o consumidor final (GRAZIANO DA SILVA, 1991). A partir desse conceito ampliado, abriu-se o caminho para a desagregação do agronegócio em subsistemas, a fim de se entender especificamente as interrelações existentes dentro do sistema. Conforme destacam Batalha e Silva (2001), o trabalho de Goldberg, que partiu da matriz de produção de Leontieff, tentou incorporar um aspecto dinâmico às suas análises, principalmente por considerar as mudanças que ocorriam no sistema ao longo do tempo. Todavia, Goldberg abandonou o referencial teórico tradicional da matriz insumo-produto, para aplicar conceitos da economia industrial (Estrutura - Conduta - Desempenho) e embasar suas análises e predições. Graziano da Silva (1991, p. 7) ressalta o avanço que o trabalho dos pesquisadores de Harvard representou, na medida em que eles trataram o setor agrícola como um integrante do resto da economia: A ideia do ‘agribusiness’, não apenas ressalta os vínculos intersetoriais existentes, como coloca a produção agropecuária como parte de um ‘sistema de 34 commodities’ (commodities system) muito mais amplo, enfatizando as suas relações com o mundo dos grandes negócios. Não obstante, o autor critica o conceito de agronegócio pela sua tradição neoclássica. Pois, há a exclusão da ideia de progresso técnico, o qual é considerado apenas como um impulsionador de um ponto de equilíbrio inicial (agricultura autossuficiente) para outro ponto em que há uma interdependência setorial. E, se isso ajuda a descrever a complexidade das relações estruturais, não permite entender a dinâmica das forças sociais aí envolvidas, as quais determinam as configurações dos agentes e as suas mudanças. b) Análise de Filière (Cadeia) Na Europa, o francês Louis Malassis, do Institut Agronomique Méditerranée de Montpellier, foi um dos primeiros autores a utilizar o conceito de sistema agroindustrial. Malassis (1973) analisou o setor de distribuição agroalimentar em separado, desmembrando-o do setor a jusante. Para o autor, o setor agroalimentar era formado por quatro sub-setores: as empresas que fornecem serviços e meios de produção à agropecuária (indústrias a montante); a atividade agropecuária; as indústrias agrícolas de transformação e alimentícias (indústrias a jusante); e a distribuição de alimentos. O conjunto desses quatro subsetores e suas interrelações conformariam o que o autor convencionou chamar de Setor Agroalimentar (SAA). Conforme Graziano da Silva (1991), Malassis enfatizou a importância de se analisar os fluxos e encadeamentos por produtos, dentro de cada um desses sub-setores, utilizando-se da noção de Filière agroalimentar (cadeia), que diz respeito aos itinerários seguidos por um determinado produto, dentro do sistema agroalimentar, e aos diferentes fluxos que a ele estão ligados. A análise de Filières guarda muitas similaridades com a metodologia de Harvard, por ressaltar a importância de uma abordagem mais abrangente do negócio agropecuário. No entanto, apesar de seguir uma lógica de encadeamento de atividades semelhante à utilizada por Goldberg, difere desta, segundo o objetivo do estudo pretendido, principalmente no que concerne ao ponto de partida da análise (BATALHA; SILVA, 2001). Para Zylbersztain (2000), a ideia de Filière (cadeia) é uma concepção da escola francesa de economia industrial e se aplica à sequência de atividades que transforma uma commodity em 35 um produto para o consumidor final. Porém, a noção de cadeia de produção continua vaga no seu enunciado. Morvan, procurando sintetizar e sistematizar essas ideias enumerou três séries de elementos que estariam implicitamente ligados a uma visão de cadeia de produção (BATALHA; SILVA, 2001): a) a cadeia de produção é uma sucessão de operações de transformação dissociáveis, capazes de serem separadas e ligadas entre si por um encadeamento técnico; b) a cadeia de produção é, também, um conjunto de relações comerciais e financeiras que estabelecem, entre todos os estados de transformação, um fluxo de troca, situado de montante a jusante, entre fornecedores e clientes; c) a cadeia de produção é um conjunto de ações econômicas que presidem a valoração dos meios de produção e asseguram a articulação das operações. Segundo Neves e Jank (1994), o estudo de Filière traz consigo dois aspectos importantes: 1º) a questão da identificação da cadeia produtiva, através da definição do produto, da sequência de operações, do trajeto percorrido pelos produtos e dos agentes envolvidos ao longo do processo; 2º) a questão dos mecanismos de regulação, ou seja, a estrutura de funcionamento dos mercados e a intervenção do estado ao longo da cadeia produtiva ou Filière. De modo geral, uma cadeia de produção agroindustrial pode ser dividida de jusante a montante, em três segmentos macro: 1º) comercialização; 2º) industrialização; e 3º) produção de matérias-primas. Não obstante, em muitos casos práticos, os limites dessa divisão não são facilmente identificáveis. Embora, do ponto de vista conceitual, as operações sequenciais de uma cadeia possam ser de origem técnica, logística ou comercial, torna-se mais prático, para a sua representação gráfica, um encadeamento seguindo as operações técnicas necessárias para a elaboração do produto final. Assim, de acordo com Batalha e Silva (2001, p. 31), a estrutura central de uma CPA “seria composta pela sucessão de operações tecnológicas de produção, distintas e dissociáveis, estando elas associadas à obtenção de determinado produto necessário à satisfação de um mesmo segmento de demanda”. Outro aspecto salientado por estes autores é que um processo industrial pode, em geral, ser decomposto segundo etapas principais de produção, as quais poderiam gerar “produtos 36 intermediários”. Esses produtos intermediários são, na verdade, os produtos finais da CPA. A produção de óleo de soja refinado, por exemplo, poderia ser considerado um estado intermediário de produção para a obtenção do produto final margarina. Evidentemente, porém, estes estados intermediários de produção têm um valor real de mercado e podem, assim, ser comercializados. No âmbito de uma cadeia de produção agroindustrial, podem ser observados no mínimo quatro mercados com diferentes características: 1) mercado entre produtores de insumos e os produtores rurais; 2) mercado entre produtores rurais e agroindústria; 3) mercado entre agroindústria e distribuidores; e 4) mercado entre distribuidores e consumidores finais. Assim, pode-se dizer que o sistema produtivo associado a uma CPA, que neste caso escapa das fronteiras da própria firma, teria como unidade básica de análise e de construção do sistema as várias operações que definem o conjunto das atividades nas quais a firma está inserida, estando as operações técnicas de produção responsáveis pela definição da arquitetura do sistema (BATALHA; SILVA, 2001, p.31-32). Embora em muitos casos os limites não sejam facilmente identificáveis, uma questão importante na abordagem de cadeias é a definição do ponto central da análise, para então se definir os elos a montante e a jusante do agente central. Assim, dependendo da natureza do produto analisado e do número de operações de agregação de valor que ele passa, a cadeia pode ter maior ou menor extensão. Batalha (1995) propõe o estudo da cadeia agroindustrial através de três macro-segmentos: produção de matérias-primas (atividade agropecuária), industrialização (transformação das matérias-primas em produtos finais) e comercialização (empresas que estão em contato com o consumidor final). Embora considere a importância do setor de produção de insumos agropecuários, o autor não o incluiu como um dos macro-segmentos principais da cadeia. De acordo com Batalha e Silva (2001), existem alguns autores franceses que diferenciam cadeia de produção e cadeia de produto. A cadeia de produção seria o conjunto de atividades associadas a uma matéria-prima de base (carne bovina, por exemplo) e que, portanto, se mostra similar ao conceito de Complexo Agroindustrial. Já, a análise de cadeia de produto é delineada a partir de um produto final, analisando-se as operações que o originam de jusante a montante. Finalmente, para Zylbersztain (1993), a cadeia de produção é um recorte do conceito mais amplo de complexo agroindustrial (analisado na próxima seção), realizado com o intuito de se compreender a dinâmica existente no processo de produção de um determinado produto. 37 c) Os Complexos Agroindustriais (CAI) Na ciência econômica, de acordo com Graziano da Silva (1991), podem-se notar duas origens diferentes da noção de complexo, as quais se relacionam com as suas potenciais utilidades: a) um conjunto de atividades interrelacionadas, agregadas por um ou mais critérios definidos; b) relações multideterminadas de encadeamento, de coordenação ou de controle entre os vários elementos, membros e/ou etapas do processo. O autor afirma que o uso dos termos “Complexos Industriais”, “Complexo Agrícola Integrado” e “Complexos Agroindustriais” foram generalizados e são tantos os pesquisadores que empregam tais termos, que eles parecem não pertencer mais a ninguém. De forma que, depois de tanto uso indiscriminado, estes termos tornaram-se ambíguos. Todavia, para este estudo, a noção mais importante é a de Complexos Agroindustriais. Estes complexos têm uma origem estática, que visava somente ampliar o conceito de agricultura, uma vez que nos Estados Unidos dos anos de 1950 já não era mais possível tratá-la como setor primário nem ignorar a sua crescente inter-ligação com o restante da economia. No Brasil, conforme Graziano da Silva (1991), o primeiro autor a utilizar o termo “Complexo Agroindustrial” foi Alberto Passos Guimarães em 1976, para mostrar o processo de integração técnico-produtiva entre a agricultura e os setores industriais a montante e a jusante. Daí surgiu a ideia da “tesoura dos preços”: para trás, a agricultura se relaciona com uma indústria fortemente oligopolizada, que consegue impor preços para os insumos adquiridos pelos agropecuaristas e, para frente, se relaciona com as agroindústrias processadoras, que têm poder de monopsônio na compra de matéria-prima, estabelecendo preços e padrões aos produtos. Desde então, vários autores têm tratado este conceito sob diferentes prismas, conforme pode ser observado nos estudos de Müller (1982), Delgado (1985), Araújo et al. (1990), Kageyama et al. (1990), Graziano da Silva (1991), Castro (1998), Batalha e Silva (2001), Paula (2002), entre outros. Por outro lado, de acordo com os interesses dos autores, o enfoque pode ser 38 sociológico, econômico ou de gestão, que são as linhas mais proeminentes na análise do Complexo Agroindustrial (CAI). Müller (1982) define CAI como o conjunto de processos técnico-econômicos ligados à produção agrícola, ao beneficiamento e à transformação desses produtos, à produção de bens industriais para a agricultura e aos serviços financeiros e comerciais correspondentes. Batalha e Silva (2001, p. 34) consideram “que o complexo agroindustrial toma como ponto de partida uma determinada matéria-prima de base”. Estes autores afirmam que a arquitetura de um CAI seria ditada pela ‘explosão’ da matéria-prima principal que o originou, segundo os diferentes processos industriais e comerciais que ela pode sofrer até se transformar em diferentes produtos finais. Assim, a formação de um complexo agroindustrial exige a participação de um conjunto de cadeias de produção, cada uma delas associada a um produto ou família de produtos. O Quadro a seguir apresenta uma comparação entre os conceitos de Sistema Agroindustrial, Cadeia de Produção Agroindustrial e Complexo Agroindustrial. TERMO CONCEITOS COMENTÁRIOS Definição muito similar à de agribusiness (DAVIS; GOLDBERG), ou à de Sistema Agroalimentar (MALASSIS) SISTEMA AGROINDUSTRIAL (SAI) Conjunto de atividades que concorrem para a produção de produtos agroindustriais, desde a produção dos insumos até a chegada do produto final ao consumidor. Não está associado a nenhuma matéria-prima agropecuária ou produto final específico. É definida a partir da identificação de determinado produto final. CADEIA DE PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL (CPA) Revela-se de pouca utilidade prática como ferramenta de gestão ou de apoio à tomada de decisão Como exemplo, citam-se as Cadeias de Produção da Manteiga, da Margarina e do Requeijão. Após esta identificação, faz-se o encadeamento (de jusante a montante) das várias operações técnicas, comerciais e logísticas, necessárias à sua produção. Continua 39 Continuação TERMO COMPLEXO AGROINDUSTRIAL (CAI) CONCEITOS COMENTÁRIOS Tem como ponto de partida uma determinada matéria-prima de base e a sua arquitetura é ditada pela explosão desta matéria-prima principal. Como exemplo, cita-se o Complexo da Soja, o Complexo do Leite e o Complexo da Cana-de-Açúcar. Tem seu espaço analítico delimitado pelas várias operações de produção associadas à sua matéria-prima de base. Quadro 1 - Comparação entre os Conceitos de Sistema Agroindustrial, Cadeia de Produção Agroindustrial e Complexo Agroindustrial Fonte: Adaptado de: BATALHA, Mário Otávio; SILVA, Andréa Silva da. Gerenciamento de Sistemas Agroindustriais: Definições e Correntes Metodológicas. In: BATALHA, Mário Otávio. Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001. Assim sendo, o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio busca a formação de profissionais com uma visão globalizante da empresa e da economia que permita, aos futuros profissionais, aplicar os conhecimentos em organizações de agronegócios, de forma a compreender e atuar no setor agropecuário considerando suas relações inter-setoriais com a indústria fornecedora e de transformação, o comércio, a distribuição, o armazenamento, o financiamento, representando um método moderno de conhecimento e gestão das atividades rurais. 40 Consumidor DISTRIBUIÇÃO Atacado, Varejo e Serviços AGROINDÚSTRIA Indústria de Alimentos, Bebidas e Outros PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA INDÚSTRIA DE INSUMOS Máquinas, implementos, Defensivos, Fertilizantes e Outros O estudo das relações inter-setoriais permite, também, uma compreensão integrada do funcionamento das atividades no agronegócio, sendo fator indispensável para a tomada de decisões na formulação de políticas para o setor, com precisão, justiça e maior probabilidade de acerto. Esta visão rompe com a análise segmentada, que muitas vezes perde informações importantes sobre o encadeamento das ações. Uma formação assim amplia as possibilidades de atuação dos futuros profissionais e se constitui em base para um melhor desempenho. 2.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio. 2.2 ÁREA DE CONHECIMENTO/EIXO TECNOLÓGICO O tecnólogo possui formação em curso superior, de graduação, em uma área específica do conhecimento e, por consequência, sua atuação profissional é restrita ao curso em que ele se formou. Portanto, os cursos superiores de tecnologia formam um especialista em uma área profissional específica de um determinado campo do conhecimento. 41 O Conselho Nacional de Educação define no Parecer CNE/CP nº 436/2001, p. 9, que o “tecnólogo deve estar apto a desenvolver de forma plena e inovadora, atividades em uma determinada área profissional” e deve ter formação específica para: a) aplicação, desenvolvimento, pesquisa aplicada e inovação tecnológica e difusão de tecnologias; b) gestão de processos de produção de bens e serviços; e c) desenvolvimento da capacidade empreendedora. De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, o qual considera as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Tecnológico deve estar em sintonia com a dinâmica do setor produtivo e os requerimentos da sociedade. Segundo o referido catálogo, o Curso de Tecnologia de Agronegócio está enquadrado no eixo tecnológico “Recursos Naturais”. 2.3 MODALIDADE O Curso superior de Tecnologia em Agronegócio é ofertado na modalidade presencial. 2.4 ENDEREÇO PARA OFERTA DO CURSO Avenida Ministro Cirne Lima, Nº 2.565 Jardim Coopagro – Toledo/PR CEP: 85903-590 Fone: (45)3277-4000 Endereço eletrônico: www.fasul.edu.br 2.5 ATOS LEGAIS 2.5.1 Autorização Portaria n.º 28, de 09/02/2010, com Publicação no D.O.U. em 10/02/2010. 42 2.5.2 Reconhecimento Portaria nº 2.5.3 Renovação de Reconhecimento Portaria nº 2.6 NÚMERO DE VAGAS AUTORIZADAS A Faculdade Sul Brasil possui autorização de cem (100) vagas anuais para ingresso no Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, conforme portaria de autorização n.º 28, de 09/02/2010, com Publicação no D.O.U. em 10/02/2010. 2.6.1 Número de Turmas por Turno e Período Letivo O Curso de Tecnologia em Agronegócio da Fasul possui duas turmas noturnas: uma que ingressou este ano no primeiro semestre e está cursando atualmente o segundo período; a outra ingressou no primeiro semestre de 2011 e está no momento cursando o quarto período. 2.7 CONCEITO PRELIMINAR DO CURSO (CPC) E CONCEITO DE CURSO (CC) Não existem esses conceitos. 2.8 TURNOS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO Todos os Cursos oferecidos pela Fasul são no período noturno. 43 2.9 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO MÓDULOS 1. Módulo I – Básico em Agronegócio 2. Módulo II – Intermediário em Agronegócio 3. Módulo III – Gestão em Agronegócio 4. Módulo IV – Processos em Agronegócios 5. Módulo V – Sistema Integrados em Agronegócio 6. Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio 7. Atividades Complementares TOTAL...................................................................................... C/H 396 396 396 396 414 414 60 2.472 CRÉDITOS 22 22 22 22 23 23 134 2.10 TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO Os alunos ingressantes no Curso de Tecnologia em Agronegócio da Fasul deverão integralizar o curso em, no mínimo, 6 períodos (3 anos), 7 períodos (3 anos e meio) e 8 períodos (4 anos). 2.11 IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, professor Lucimar Louzada, é graduado em Tecnólogo em Cooperativismo pela Universidade Federal de Viçosa (MG), em 1979. Possui especialização (Lato Sensu) em Gestão da Qualidade pela Universidade Tiradentes – Aracaju/SE (1997). Especialização (Lato Sensu) Empreendedorismo e desenvolvimento de formadores de novos empreendimentos, apto para o exercício do Magistério Superior pela Universidade Regional de Blumenau – SC (2006). É mestre (Stricto Sensu) em Administração – Área de concentração Gestão de Organizações pela Universidade Regional de Blumenau – SC (2008). Dentre sua carreira possui mais de 20 anos de magistério superior e 30 anos profissional. O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é contratado com Regime de Tempo Integral. 44 2.11.1 Perfil do Coordenador do Curso Todos os cursos em funcionamento da Faculdade Sul Brasil contam com um Coordenador de Curso, para exercer a coordenação pedagógica do mesmo. O Coordenador de Curso é um professor com formação na área do curso, contratado pela instituição, com 40 horas semanais. As funções do Coordenador de Curso estão previstas no Regimento Interno da Faculdade Sul Brasil. Além das disposições regimentais os Coordenadores de Curso realizam outras atividades, conforme descrito na Instrução Normativa que define as funções do Coordenador de Curso. Em relação à Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é necessário ressaltar: - A grande importância do Coordenador na implantação, condução e no direcionamento das políticas e ações para a formação dos futuros profissionais, pois a prática pedagógica vai depender de como ele planeja, encaminha e envolve a participação do corpo docente e do corpo discente nos trabalhos, desde a concepção do Projeto Pedagógico do curso, a formação do corpo docente, a formulação e discussão dos planos de ensino e seu caráter interdisciplinar, os processos de avaliação, a indicação da bibliografia, os projetos de pesquisa e de atividades de extensão, as políticas e os planos das práticas pedagógicas, a produção e publicação de trabalhos científicos; - A multidisciplinaridade do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, aspecto fundamental para garantir uma formação ampla e que aborde todos os aspectos da atuação profissional Tecnólogo em Agronegócio; - O valor do trabalho em equipe. O fazer educação é essencialmente trabalhar em equipe; e o coordenador do curso é quem lidera e incentiva a equipe a concretizar as metas e objetivos definidos para o curso, bem como a superar limites e dificuldades. O desempenho das funções do Coordenador está fundamentado nas atribuições efetivas previstas no artigo 32 do Regimento da Instituição, cabendo, no entanto, a ele interpretá-las frente a cada situação nova que surgir ao longo do trabalho, com espírito inovador e criativo. O Coordenador do Curso tem vasta experiência profissional, pois atuou vários anos trabalhando com desenvolvimento por meio da extensão rural e cooperativismo. Possui titulação 45 como especialista na área de gestão da qualidade e em empreendedorismo. Por último, registra-se que o Coordenador do Curso possui o título de mestre em Gestão de Organização. Na área de docência no ensino superior, o mesmo já atuou em seis IES, desde 1986. 2.11.2 Atribuições São atribuições do Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, de acordo com o artigo 32, do Regimento Geral desta Instituição: I - apoiar e acompanhar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem; II - atender e orientar os alunos do respectivo curso; III - fomentar as relações interdisciplinares e transdisciplinares no desenvolvimento do curso; IV - elaborar o plano e o calendário anual de atividades do curso; V - subsidiar a elaboração do calendário acadêmico da instituição; VI – estabelecer relacionamento com coordenadores dos demais cursos da instituição; VII - contribuir na elaboração do catálogo sobre as condições de oferta dos cursos; VIII – elaborar, coordenar e executar projetos de cursos e programas de pósgraduação, extensão e outros; IX - representar o curso perante autoridades e órgãos da Faculdade; X - pronunciar-se sobre aproveitamento de estudos, atividades acadêmicas complementares, transferência, justificativa de faltas e adaptação de alunos; XI - coordenar as atividades de pesquisa, apreciando projetos apresentados e encaminhando-os à Coordenação de Pesquisa e Extensão; XII - coordenar as atividades do Programa de Monitoria Acadêmica, de Estágios Supervisionados e dos Trabalhos de Conclusão de Curso; XIII - convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso; XIV - supervisionar a execução das atividades programadas, bem como a assiduidade dos professores; XV - apresentar, semestralmente, à Diretoria, relatório de suas atividades; XVI – participar do processo de contratação ou dispensa de pessoal docente; XVII - exercer outras atribuições previstas na legislação e neste Regimento. 46 2.12 COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE) que consta no Instrumento de Autorização e Reconhecimento de Cursos é: “Conjunto de professores, de elevada titulação e formação, contratados em tempo parcial e integral, que respondem mais diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso”. Os componentes do NDE 2012/2 estão descritos abaixo: Lucimar Louzada (Coordenador) – Mestre; Flávio de Matos Rocha - (Professor) – Mestre; José Domingos Nunes Corrêa (Professor) – Especialista; Romilda Guilland (Professora) – Mestre; Iara Elisa Schneider (Professora) – Mestre; Odir José Zucchi (Professor) - Doutor 2.13 TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE NO CURSO O corpo docente ativo no curso tem permanência mínima de seis meses. 2.14 ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) Conforme resolução interna nº. 21/2010, são atribuições do NDE: - Cooperar com a Coordenação do Curso na implementação das diferentes atividades de ensino articuladas a pesquisa e extensão; - Participar das bancas de seleção de novos docentes; - Envolver-se na realização da avaliação institucional do curso; - Colaborar na análise dos resultados da avaliação institucional; - Participar da definição de políticas e ações de melhoria do curso com base nos resultados do processo de avaliação interna e externa; - Acompanhar a execução do Projeto Pedagógico do Curso, notadamente nos Estágios, Trabalhos de Conclusão de Curso, Projetos Interdisciplinares entre outros; - Colaborar no processo de reconhecimento e renovação de reconhecimento do curso; 47 - Auxiliar nas atividades acadêmicas do curso: Semanas Acadêmicas, Seminários Integradores, entre outros. - Participar periodicamente da atualização do Projeto Pedagógico do Curso, com vistas à consolidação do perfil do egresso; - Participar de reuniões com a Coordenação do Curso visando acompanhar as atividades em desenvolvimento no curso; - Colaborar com a coordenação do Curso em outras atividades consideradas necessárias para o bom andamento do curso. 2.15 DIMENSÃO DAS TURMAS NAS AULAS Como o Curso de Tecnologia em Agronegócio teve sua turma pioneira que ingressou na Fasul no ano de 2011/1, no momento contamos com duas turmas. A turma do segundo período tem 36 alunos e a do 4º período tem 15 alunos. 2.16 REGIME DE MATRÍCULA O regime de matrículas adotado no Fasul é o da semestralidade. 2.17 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Duração mínima prevista para o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é de 06 semestres ou 03 anos e duração máxima prevista de 09 semestres ou 04 anos e meio. O curso terá a duração de 2.412 horas aulas, carga horária esta que se refere ao cumprimento de todas as disciplinas obrigatórias e, no mínimo, uma disciplina eletiva. Além dessas horas das disciplinas cursadas os alunos terão que comprovar a participação em atividades complementares em, no mínimo, sessenta horas, na forma da Resolução baixada para tal fim, elevando este total para 2.472 horas. 48 2.18 CERTIFICADOS E DIPLOMAS A partir da conclusão e aprovação em todas as disciplinas ofertadas nos respectivos módulos, os discentes farão jus a uma certificação modular, assim descrito: PERÍODO 1º e 2º MÓDULO CERTIFICAÇÃO I e II Assessor de Agronegócio 1º, 2º e 3º III -------------------------------- 1º, 2º, 3º e 4º IV Consultor de Cadeias Produtivas 1º, 2º, 3º, 4º, 5º e 6º Certificação Final Tecnólogo em Agronegócio 3 NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO NO CONTEXTO LOCAL E REGIONAL O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio oferecido pela Faculdade Sul Brasil surge em resposta aos desafios, demandas e exigências deste setor. A cadeia produtiva que constitui o agronegócio passou por grandes transformações nas últimas décadas no que diz respeito aos padrões produtivos e tecnológicos. As atividades vinculadas a estes setores diversificaram-se e passaram a incorporar cada vez mais inovações de produtos e processos, integrando-se com os demais setores da economia, em uma evidente articulação com a indústria e com o comércio, estruturando um arcabouço formando aquilo que se convencionou chamar de agronegócio. Os avanços tecnológicos ocorridos dentro de cada segmento do agronegócio bem como em cada elo das cadeias produtivas, contemplando a informática, a agricultura de precisão, a rastreabilidade, a biotecnologia, determinante do grande avanço na inovação tecnológica ocorrida neste campo, norteiam a implementação deste curso, visando formar um profissional capaz de atuar estrategicamente sobre os avanços tecnológicos existentes neste setor produtivo. 49 4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 4.1 PERFIL DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio busca a formação de profissionais com uma visão globalizante da empresa e da economia que permita, aos futuros profissionais, aplicar os conhecimentos em organizações de agronegócios, de forma a compreender e atuar no setor agropecuário considerando suas relações inter-setoriais com a indústria fornecedora e de transformação, o comércio, a distribuição, o armazenamento, o financiamento, representando um método moderno de conhecimento e gestão das atividades rurais. 4.2 OBJETIVOS 4.2.1 Objetivo Geral O objetivo geral do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é o de formar profissionais capazes de atuar em toda a cadeia produtiva do agronegócio, com condições de implementar em suas ações, uma visão nova do que é o mercado do agronegócio e a importância da boa gestão e da inovação tecnológica no seu desenvolvimento, da qual depende a sobrevivência da humanidade com saúde e longevidade. 4.2.2 Objetivos Específicos - Proporcionar aos educandos conhecimentos e técnicas que lhe permitam diagnosticar, reconhecer e prospectar os possíveis cenários do agronegócio; - Formar profissionais com competências para planejar e desenvolver as ações estratégicas necessárias para a superação de dificuldades e problemas surgidos no exercício profissional, de modo criativo e eficaz; - Qualificar profissionais que possam contribuir para o fortalecimento do complexo agroindustrial e do agronegócio, em condições de participar da formulação de políticas públicas e estratégias privadas para o setor; 50 - Socializar conhecimentos e tecnologias de modo a influenciar o dinamismo do agronegócio local e regional, sem perder a perspectiva universal do saber e da tecnologia já produzidos; - Formar profissionais capazes de atuar em equipes multidisciplinares e interdependentes de outros setores e segmentos da economia, atuando com ética, solidariedade e consciência social. 4.3 PERFIL HUMANO E PROFISSIONAL DO EGRESSO O perfil do egresso contemplado nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional de Nível Tecnológico, conforme PARECERCNE/CP: 29/2002, determina que o objetivo a ser perseguido seja o do desenvolvimento de qualificações capazes de permitir ao egresso a gestão de processos de produção de bens e serviços resultantes da utilização de tecnologias e o desenvolvimento de aptidões para a pesquisa tecnológica e para a disseminação de conhecimentos tecnológicos. Assim, o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio da Faculdade Sul Brasil busca formar um profissional capaz de atuar em toda a cadeia produtiva do agronegócio, com uma visão empreendedora e utilizando-se da inovação tecnológica para o seu desenvolvimento. O Tecnólogo em Agronegócio terá uma formação teórico-prática que lhe possibilitará compreender as cadeias agroindustriais de modo sistêmico, diagnosticando, reconhecendo e prospectando possíveis cenários do agronegócio; planejando ações estratégicas para a solução de problemas; liderando equipes com ética e valorização dos recursos humanos; gerenciando empresas, seus recursos e fatores de produção; compreendendo a produção de alimentos como um processo produtivo fundamental à sobrevivência humana e favorecendo a preservação ambiental. Ainda, no que regem a DCN´s os cursos de graduação em tecnologia deverão: - Desenvolver competências profissionais tecnológicas para a gestão de processos de produção de bens e serviços; - Promover a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as mudanças nas condições de trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de estudos em cursos de pós-graduação; 51 - Cultivar o pensamento reflexivo, a autonomia intelectual, a capacidade empreendedora e a compreensão do processo tecnológico, em suas causas e efeitos, nas suas relações com o desenvolvimento do espírito científico; - Incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica, a criação artística e cultural e suas respectivas aplicações no mundo do trabalho; - Adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização permanente dos cursos e seus currículos; - Garantir a identidade do perfil profissional de conclusão de curso e da respectiva organização curricular. Este perfil se viabiliza em função da organização sistêmica da matriz curricular do curso apoiada em módulos. As disciplinas do curso estão distribuídas nesses módulos de modo sequencial e interdisciplinar garantindo que à medida que são implementadas, os alunos vão adquirindo uma compreensão global do fenômeno em estudo. Esta disposição curricular vai possibilitar que o aluno tenha sua formação caracterizada por dois aspectos: - atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos no campo da tecnologia de informação para a construção de cenários decorrentes da introdução no agronegócio de inovações tecnológicas dentro dos sistemas de produção, processamento e comercialização; - atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos de gestão que fundamentem a tomada de decisões. a) Competências e habilidades a serem desenvolvidas Decorrente do perfil pretendido para o Tecnólogo em Agronegócio formado pela Faculdade Sul Brasil as competências ligadas direta ou indiretamente ao agronegócio, são: - capacidade para identificar e compreender as variáveis intrínsecas e extrínsecas das organizações e tomar decisões de acordo com os objetivos pretendidos; - conhecimentos para identificar através da análise do ambiente, as oportunidades e potencialidades para ações empreendedoras relacionadas ao agronegócio. - capacidade para realizar estudos, pesquisas e interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle de atividades com vistas ao desenvolvimento do agronegócio. 52 - atuar dentro de padrões éticos e morais, capazes de executar atividades específicas da área de seu conhecimento dentro dos conceitos globais de produtividade e qualidade. - atuar em organizações a montante e a jusante que são componentes de cadeias agroindustriais inseridas em um delimitado agronegócio. Assim, além dos aspectos já mencionados, deve se caracterizar, fundamentalmente, pela manifestação da capacidade de análise crítica dos ambientes de negócios, habilidades políticas, técnicas e comportamentais, visão estratégica e condições de filtrar e tratar as informações que o auxiliarão na tomada de decisão, inerente ao seu dia-a-dia. b) Competências específicas de cada módulo Considerando o perfil do egresso almejado, adiante serão detalhadas as competências específicas dos seis módulos da matriz curricular. Competências do Módulo I – Básico em Agronegócio - Reconhecer a existências de diferentes teorias no campo da gestão e que estas estruturam diferentes modelos de gestão empresarial; - Analisar e aplicar técnicas de gestão empresarial; - Compreender os fundamentos da economia e seu impacto na gestão empresarial; - Compreender o ambiente econômico e suas implicações nas empresas e no mercado do agronegócio e saber e saber agir diante destas; - Compreender os fundamentos do agronegócio e correlacioná-los com a realidade econômica da região; - Compreender os conceitos básicos relacionados à agricultura familiar e as condições e contribuições deste setor para o desenvolvimento local e regional; - Gerenciar, liderar e orientar as equipes de trabalho, com visão fundamentada dos principais conceitos envolvidos na área de gestão de recursos humanos desenvolvimento de pessoas. 53 Competências do Módulo II – Intermediário em Agronegócio - Demonstrar capacidade de empregar os conhecimentos e as técnicas da comunicação empresarial para melhorar o seu desempenho profissional e o de sua equipe de colaboradores; - Promover a comunicação empresarial com resultados positivos para a empresa e para as pessoas que nela atuam; - Entender os vínculos do agronegócio brasileiro com a economia internacional e decorrências para produtores e industriais brasileiros da área; - Saber utilizar os conhecimentos, os recursos e as ferramentas da área de contabilidade, tanto geral quanto rural para fundamentar as decisões a serem tomadas no campo da gestão do agronegócio; - Domínio e interpretação dos índices contábeis-financeiros visando à tomada de decisão; - Compreender e empregar os conceitos relativos ao Direito Agrário e Ambiental em empreendimentos de agricultura e pecuária; - Conhecer as principais áreas do direito relacionadas às atividades de comercialização, consumo, contratos comerciais, normas de higiene e segurança, questões tributárias e fiscais e de trabalho; - Compreender a importância dos conhecimentos e recursos da estatística para o exercício profissional neste campo; - Conhecer e ser capaz de colocar em prática programas de qualidade nos diferentes segmentos de negócios relacionados ao agronegócio; - Conhecer e implementar medidas que visem a segurança e a saúde no trabalho. Competências do Módulo III – Gestão em Agronegócio - Demonstrar visão ampla das cadeias produtivas no Agronegócio em nível nacional e internacional, bem como a cooperação e a competição entre as empresas do ramo; - Conhecer e dominar a legislação referente à tributação comercial e aos direitos do consumidor; - Conhecer e dominar técnicas e modelos para a definição de custos e preços; 54 - Conhecer teorias e técnicas de implementação de avaliação e diagnóstico de impacto ambiental; Competências do Módulo IV – Processos em Agronegócio - Desenvolver ações e práticas que demonstrem o domínio dos conhecimentos de marketing, como ferramenta auxiliar no bom desempenho empresarial. - Elaborar e desenvolver planejamento das atividades de marketing da empresa onde atua; - Analisar informações e indicadores financeiros, otimizando os impactos positivos na gestão financeira da organização. - Conhecer o mecanismo de funcionamento das estratégias e operações de comercialização em Agronegócios e saber planejá-las, controlá-las e avaliá-las; - Estabelecer processos logísticos que promovam o desenvolvimento da empresa com vantagem em relação aos concorrentes; - Utilizar meios e técnicas para movimentar a produção dos locais de origem até os centros distribuidores e consumidores; - Analisar e utilizar nas atividades práticas técnicas apropriadas para a gestão de estoques, a armazenagem e conservação de produtos agropecuários; Competências do Módulo V – Sistemas Integrados em Agronegócio - Dominar os recursos e ferramentas do sistema de informações pertinentes à área de agronegócios; - Prospectar cenários de inovação na área do agronegócio e desenvolver projetos a partir dos mesmos; - Adotar o planejamento estratégico como modo de impulsionar o desenvolvimento da empresa; - Conhecer e analisar a viabilidade mercadológica e econômico-financeira e os riscos de um projeto ou negócio para fundamentar as decisões administrativas; - Empregar conhecimentos e técnicas de uso de Informações Geográficas e de Sensoriamento Remoto em ações da área de agronegócios; 55 - Conhecer o instrumental analítico-metodológico das operações dos mercados futuros em Agronegócio. Competências do Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio - Desenvolver e manter atitude empreendedora e proativa em relação à possibilidade de desenvolvimento deste setor; - Compreender as possibilidades das parcerias e alianças estratégicas e da cooperação para o desenvolvimento do agronegócio; - Compreender a importância da biotecnologia para o desenvolvimento de programas e projetos no campo da agropecuária; - Compreender os programas e ações integrantes das políticas públicas para o desenvolvimento do setor. Este é o conjunto de competências proposto para este projeto de formação profissional. Mas é importante considerar, também, que um processo de formação, em qualquer área, é dinâmico e está relacionado e se desenvolve a partir de muitos fatores, entre esses a experiência profissional e a realidade de vida dos estudantes. Nesse sentido, competências previstas poderão não se estruturar, todavia, em função das circunstâncias, do modo como serão desenvolvidas as aulas, da personalidade do professor, muitas outras competências, não previstas, poderão ser estruturadas. É interessante e necessário que os projetos para implementação de cursos superiores contenham estas definições, mas é também muito importante ter-se a clareza de que o processo educativo é constituído de uma dimensão subjetiva, que decorre do modo de ser das pessoas envolvidas, os professores e os alunos. Ainda, segundo o Parecer CNE/CP 29/2002, é possível afirmar que alguém detém competência profissional quando constitui, articula e mobiliza valores, conhecimentos e habilidades para a resolução de problemas não só rotineiros, mas, também, inusitados no seu campo de atuação profissional. Assim, as competências profissionais propostas para este curso devem proporcionar condições de execução do trabalho, de modo que o profissional possa manter-se em atividade produtiva e geradora de renda em contextos socioeconômicos cambiantes e instáveis. 56 Os profissionais que atuam no agronegócio, assim como vários outros, aprendem com a experiência a forma de resolver os problemas de rotina. Mas os melhores profissionais são também capazes de responder racionalmente às mudanças e aos desafios do dia-a-dia. Para fazêlo são necessárias outras regras que vão além das regras práticas; é necessário perceber a razão do comportamento da economia, da política, das empresas, dos negócios e do mundo do trabalho. Em outras palavras, são necessários conhecimentos e teorias científicas sobre gestão, sobre organização e desenvolvimento de projetos e programas do setor agropecuário, entre outros. Esta formação que articula de modo equilibrado, teoria e prática, é a formação pretendida pelo curso; sendo esta a expectativa desta instituição de ensino superior na implementação de Cursos Superiores de Tecnologia com o perfil profissional acima descrito. 4.3.1 Representação Gráfica de um Perfil de Formação Certificação Final conclusão dos Módulos I ao VI Consultor em Cadeias Produtivas Certificação Parcial dos Módulos I ao IV REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO DO TECNÓLOGO EM AGRONEGÓCIO Assessor em Agronegócio 57 Certificação Parcial dos Módulos I e II 58 4.3.2 Organização Curricular A composição curricular do curso está organizada em módulos assim dispostos: Módulo I- Básico em Agronegócio, Módulo II – Intermediário em Agronegócio, concedendo certificação parcial de Assessor em Agronegócio; Módulo III – Gestão em Agronegócio, Módulo IV – Processos em Agronegócio, concedendo certificação parcial de Consultor em Cadeias Produtivas, Módulo V- Sistemas Integrados em Agronegócio e Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio, concedendo certificação final de Tecnólogo em Agronegócio, se o aluno cumprir os seis módulos, sem reprovação. O artigo 5º da Resolução CNE/CP 29/2002 possibilita esta organização ao explicitar: “Os Cursos Superiores de Tecnologia poderão ser organizados por módulos que correspondam a qualificações profissionais identificáveis no mundo do trabalho”. Nesse sentido, a proposta dos cursos de tecnologia desta instituição está de acordo com o disposto na legislação vigente. Entende-se que a estruturação da proposta, nestes moldes, permite o desenvolvimento dos programas de modo sequencial e interdisciplinar possibilitando melhor aprendizagem pelos alunos e aproximando as discussões feitas no decorrer do curso com a realidade vivenciada no complexo agroindustrial e agronegócio. A proposta articula os diferentes âmbitos da formação profissional tecnológica em Agronegócio ao conter disciplinas/unidades curriculares que vão estruturar a formação básica em Agronegócio, isto é propiciar ao acadêmico os conhecimentos fundamentais para o desempenho profissional futuro. As disciplinas ou unidades curriculares que possibilitam formação profissional do Consultor em Cadeias Produtivas, ou seja, aqueles conhecimentos teórico-práticos para desempenhar as tarefas centrais do setor, que são: planejamento, estratégia, marketing, serão articulados sob diferentes cenários e ambientes organizacionais. Este conjunto de disciplinas proporcionará o desenvolvimento de conhecimentos, competências, habilidades e atitudes, bem como o domínio das diferentes formas de linguagem pertinentes ao campo do agronegócio, que tornarão apto o futuro egresso a tomar decisões acertadas, empregar soluções estratégicas competitivas e otimizar investimentos, visando a sustentabilidade e o progresso da instituição que vier atuar. 59 A organização curricular visa à articulação dos saberes, a interação, a interdisciplinaridade e a comunicação, o desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional, bem como a ideia de formação continuada. Contudo, não são explicitadas em disciplinas /unidades curriculares, porque o entendimento é de que estes temas são transversais a todo o processo de formação. Podem ser vivenciadas pelos alunos e professores no interior de diferentes disciplinas/unidades curriculares ou nas Atividades Integradoras Profissionalizantes, que são realizadas, palestras, oficinas, visitas técnicas, viagens técnicas e semanas acadêmicas. As discussões promovidas pela Coordenação do Curso, relativas ao Projeto Pedagógico do Curso, a organização dos planos de ensino e a elaboração de projetos de extensão e pesquisa são exemplos do espírito que deve nortear as ações de interação e do desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional. A disciplinaridade proposta em cada módulo, por um lado, organiza o curso em uma sequência lógica que viabiliza a aprendizagem dos conhecimentos contidos em cada uma. Contudo, as disciplinas /unidades curriculares não são vistas de modo estanque e independentes umas das outras. Por outro lado, as discussões entre os docentes do curso têm buscado estruturar atividades que transcendam as disciplinas /unidades curriculares e possibilite uma compreensão mais ampla de temáticas afins ao curso, o que pode levar as ações interdisciplinares. A proposição é que um fato ou fenômeno seja abordado sob os olhares de diferentes ciências. As Atividades Integradoras Profissionalizantes é um espaço privilegiado para o desenvolvimento de atividades de natureza interdisciplinar. 4.3.3 Matriz Curricular 1° Período – Módulo I – Básico em Agronegócio DISCIPLINAS 1. Introdução à Administração (TAG 101) 2. Fundamentos do Agronegócio (TAG 102) 3. Comunicação Empresarial (TAG 103) 4. Economia (TAG 104) 5. Matemática (TAG 105) 6. Gestão de Pessoas (TAG 106) TOTAL C/H 72 72 72 72 72 36 396 CRÉDITOS 04 04 04 04 04 02 22 60 2º Período – Módulo II – Intermediário em Agronegócio DISCIPLINAS 7. Agronegócio e Agricultura Familiar (TAG 201) 8. Economia Internacional (TAG 202) 9. Contabilidade Geral (TAG 203) 10. Direito Empresarial (TAG 204) 11. Segurança no Trabalho (TAG 205) 12. Comportamento Humano (TAG 206) 13. Estatística Aplicada (TAG 207) TOTAL C/H 36 36 72 72 72 36 72 396 CRÉDITOS 02 02 04 04 04 02 04 22 DISCIPLINAS 14. Contabilidade Rural (TAG 301) 15. Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302) 16. Direito Agrário e Ambiental (TAG 303) 17. Gestão da Qualidade (TAG 304) 18. Gestão de Custos (TAG 305) 19. Gestão Ambiental (TAG 306) TOTAL C/H 72 72 72 36 72 72 396 CRÉDITOS 04 04 04 02 04 04 22 4º Período – Módulo IV – Processos em Agronegócio DISCIPLINAS 20. Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG 401) 21. Marketing (TAG 402) 22. Matemática Financeira (TAG 403) 23. Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404) 24. Logística e Canais de Distribuição (TAG 405) 25. Gestão da Produção (TAG 406) 26. Gestão Financeira (TAG 407) TOTAL C/H 72 36 36 72 72 72 36 396 CRÉDITOS 04 02 02 04 04 04 02 22 C/H 72 72 CRÉDITOS 04 04 36 02 72 54 36 36 04 03 02 02 36 02 3º Período – Módulo III – Gestão em Agronegócio 5º Período – Módulo V – Sistemas Integrados em Agronegócio DISCIPLINAS 27. Projeto Estratégico (TAG 501) 28. Tecnologia da Informação (TAG 502) 29. Sistemas de Informação Geográfico e Sensoriamento Remoto (TAG 503) 30. Análise de Decisões e Administração de Riscos (TAG 504) 31. Mercados Futuros e Opções Agropecuárias (TAG 505) 32. Estratégias de Comercialização (TAG 506) 33. Ética e Responsabilidade Social (TAG 507) 34. Atividades Integradoras Profissionalizantes I (TAG 508) 61 TOTAL 6° Período – Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio DISCIPLINAS 35. Identidade Preservada e o Agronegócio: Biotecnologia, Qualidade e Rastreabilidade (TAG 601) 36. Inovação Tecnológica (TAG 602) 37. Associativismo, Cooperativismo e Alianças Estratégicas (TAG 603) 38. Projetos em Agronegócios (TAG 604) 39. Políticas Públicas, Desenvolvimento e Extensão Rural (TAG 605) 40. Tópicos Avançados no Agronegócio (TAG 606) 41. Atividades Integradoras Profissionalizantes II (TAG 607) 42. Eletivas: TAG01: Libras TAG02: Empreendedorismo TAG03: Pesquisa Operacional TAG04: Sistema de Criação TOTAL 414 23 C/H CRÉDITOS 36 36 02 02 72 54 04 03 72 72 04 04 36 36 02 02 414 23 Resumo Demonstrativo da Carga Horária por Módulos MÓDULOS C/H CRÉDITOS Módulo I – Básico em Agronegócio 396 22 Módulo II – Intermediário em Agronegócio 396 22 Módulo III – Gestão em Agronegócio 396 22 Módulo IV – Processos em Agronegócio 396 22 Módulo V – Sistemas Integrados em Agronegócio 414 23 Módulo VI – Tecnologias em Agronegócio 414 23 TOTAL 2.412(*) 134 (*) Além desta carga horária de 2.412 horas, os acadêmicos deverão, ao longo do curso, integralizar, no mínimo, sessenta horas de atividades complementares, o que eleva a carga horária total do curso para 2.472 horas. 4.3.4 Semestralização Curricular Observar o descrito na seção 4.3.3 62 4.3.5 Ementário e Bibliografia Módulo I – Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos 01 - INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO (TAG 101) Ementa Definição de administração. Estudo das teorias da administração, suas escolas, sua evolução, contextualização e aplicabilidade nas organizações. As funções da administração e o processo administrativo. As teorias da administração em uma abordagem integrada. Novas abordagens da administração. A administração no novo contexto organizacional. A administração e a globalização. As técnicas administrativas. As funções da administração. A administração empreendedora. A administração virtual. Os paradigmas da administração. As teorias da administração e a prática da administração. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Teoria geral da administração. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001. KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1995 Bibliografia Complementar FERREIRA, Ademir Antonio et al. Gestão empresarial – de Taylor aos nossos dias: evolução e tendências da moderna administração de empresas. São Paulo: Pioneira, 2001. MAXIMIANO, Antônio C.A. Teoria geral da administração: da escola científica à competitividade em economia globalizada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. RIBEIRO, Antonio de Lima. Teorias da administração. São Paulo: Saraiva, 2003. ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2002. SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira. 2001. 02 - FUNDAMENTOS DO AGRONEGÓCIO (TAG 102) Ementa Conceito e importância do agronegócio. O novo padrão agrícola brasileiro. O complexo rural aos complexos agroindustriais. A nova segmentação da agricultura. A contextualização do agronegócio brasileiro. Arranjos produtivos locacionais. Coordenação das cadeias produtivas. Panorama do agronegócio nacional, estadual e regional. Políticas públicas no agronegócio. Expectativas futuras para o agronegócio brasileiro. 63 Bibliografia Básica ARAÚJO, Massilon. Fundamentos de agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005. MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. NEVES, Marcos Fava. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005. Bibliografia Complementar BATALHA, Mario Otávio. Gestão do agronegócio: São Carlos: EduFScar, 2005. NEVES, Marcos Fava (Coord.). Agronegócios e desenvolvimento sustentável: uma agenda para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia.. São Paulo: Atlas, 2007. CALLADO, Antônio A. C. Agronegócio. São Paulo Atlas, 2006. ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos (Coords.). Agronegócio: gestão e inovação. São Paulo: Saraiva, 2006. ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & gestão dos negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000. 03 - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL (TAG 103) Ementa A importância da comunicação para o profissional de agronegócios nas organizações. Funções da linguagem. A comunicação verbal, não verbal e a linguagem corporal. Oratória: expressão e postura. Regionalismos na comunicação: as variantes e os dialetos. A comunicação escrita - os fatores de coerência e coesão nos diferentes tipos de textos. A função dos operadores argumentativos na comunicação oral e escrita. Leitura, análise e produção de múltiplos textos. Atualização gramatical. Produção de textos técnicos aplicados à área de agronegócios. Bibliografia Básica FIORIN, J. F.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 16. ed. São Paulo: Ática 2001. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 19. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000. NASSAR, Paulo. O que é comunicação empresarial. São Paulo: Brasiliense, 1995. Bibliografia Complementar BECHARA, E. Ensino da gramática. Opressão? Liberdade? São Paulo: Ática, 1999. KASPARY, Adalberto J. Português para profissionais: atuais e futuros. 21. ed. Porto Alegre: Edita, 2001. MARTINS, Dileta S. ZILBERKNOP, Lúbia. Português instrumental. 21. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. MCKENNA, Colleen. Como se comunicar com sucesso. São Paulo: Market Books, 1999. 64 OLIVEIRA, José Paulo M.; MATTA, Carlos A. P. Como escrever melhor. São Paulo: Publi Folha, 2000. 04 - ECONOMIA (TAG 104) Ementa Definições, objetos, metodologia e leis da ciência econômica. Conceitos fundamentais. O sistema econômico. As estruturas de mercado. Os recursos econômicos e o processo de produção. A formação de preços. Introdução a microeconomia. Princípios da oferta e demanda. Teoria do Consumidor. Teoria da firma. Introdução à macroeconomia. Introdução à economia brasileira. Bibliografia Básica FURTADO, C. Síntese da economia brasileira. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2000. PINHO, Diva Benevides, VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GREMAUD, Amaury Patrick et. al. Manual de economia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. TROSTER, R. L.; MOCHÓN, Francisco. Introdução à economia. São Paulo: Makron Books, 1999. Bibliografia Complementar PEREIRA, B. L. C. Crise econômica e reforma do estado no Brasil: para uma nova interpretação da América Latina. São Paulo: Editora 34, 1996. BRUM, A. J. O desenvolvimento econômico brasileiro. 21. ed. Ijuí: Unijuí, 2000. LACERDA. A. C. Economia brasileira. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2007. VASCONCELLOS, M. A. S. de. Fundamentos de economia. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 05 - MATEMÁTICA (TAG 105) Ementa Equações de primeiro grau. Equações de segundo grau. Sistemas de equações de primeiro grau. Potências e raízes. Progressões Aritmética e Geométrica. Conjuntos e suas operações. Funções e suas aplicações. Bibliografia Básica FARIA, Rogério G. de. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2000. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 1988. MORETTIN, P. A.; HAZZAN, S.; BUSSAB, W. O. Cálculo: funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2003. 65 Bibliografia Complementar CHIANG, Alpha C. Matemática para economistas. São Paulo: Makron Books, 1982. GOLDSTEIN, Larry J. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. PAIVA, Manoel. Matemática - volume único. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2003. SILVA, S. M. da. Matemática: para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo: Habra, 2001. 06 - GESTÃO DE PESSOAS (TAG 106) Ementa O conceito da gestão de pessoas. O contexto da gestão de pessoas. Objetivos da gestão de pessoas. Evolução dos conceitos na gestão de recursos humanos. A visão moderna da gestão de pessoas. A estrutura e os processos da área de gestão de pessoas. As tendências na área de gestão de pessoas. Bibliografia Básica CHIAVENTATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1999. FISCHER, André Luiz. Gestão de pessoas: práticas modernas e transformação nas organizações. São Paulo: Atlas, 2010. LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementar CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. Edição compacta. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002. DUTRA, Joel Souza. (Org.) Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. PONTES, B. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. 4. ed. São Paulo: LTR, 2004. SNELL, Scott. Administração de recursos humanos. São Paulo: Cengage Learning, 2009. Módulo II – Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos 07- AGRONEGÓCIO E AGRICULTURA FAMILIAR (TAG 201) Ementa O agronegócio e a Agricultura Familiar. Modernização agropecuária. Transformação do meio rural. Agricultura familiar. Agricultura ecológica. Análise de modelos de desenvolvimento agrícola de outros países. Política brasileira de Vargas à atualidade. Estrutura fundiária. A propriedade da terra e as peculiaridades da produção agrícola. Modelos de desenvolvimento 66 agrícola. Modelos teóricos da relação agronegócio e agricultura familiar. O papel da agricultura familiar e do agronegócio no desenvolvimento econômico brasileiro e o suprimento dos complexos agroindustriais. Política agrícola e os Instrumentos utilizados. Bibliografia Básica ARAÚJO. Massilon. Fundamentos de agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005. NEVES, Marcos Fava. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005. ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & gestão dos negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2005. Bibliografia Complementar ANTUNES, Luciano Medici. Manual de administração rural: custos de produção. 3. ed. Guaíba: Agropecuária, 1999. CALLADO, Antônio A. C. Agronegócio. São Paulo Atlas, 2006. MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. NEVES, Marcos F., ZYLBERSZTAJN, Décio; MARZABAL E. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005. SILVA, Roni Antonio Garcia da. Administração rural: teoria e prática. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2009. 08 - ECONOMIA INTERNACIONAL (TAG 202) Ementa A análise das determinantes do comércio internacional, do comportamento do sistema financeiro internacional, o equilíbrio internacional de pagamentos e os mecanismos de estabilidade e expansão da economia internacional. Ênfase especial será dada às políticas do comércio exterior, ligadas ao agronegócio, por parte dos países desenvolvidos e dos países em via de desenvolvimento. Bibliografia Básica MAGNOLI. Demétrio. Globalização: estado nacional e espaço mundial. São Paulo: Moderna, 1997. MAIA, Jaime de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2004. KRUGMAN, P. R.; OBSTEFELD, M. Economia internacional – teoria e prática. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2001. Bibliografia Complementar BARROSO, João Rodrigues (Coord.). Globalização e identidade nacional. São Paulo: Atlas, 1999. BARBOSA, R. América Latina em perspectiva. São Paulo: Aduaneiras, 1991. 67 CARVALHO, Maria Auxiliadora de. Economia internacional. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. LUZ, Rodrigo. Comércio internacional e legislação aduaneira. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. MINERVINI, Nicola. O exportador: ferramentas para atuar com sucesso nos mercados internacionais. 4. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. 09 - CONTABILIDADE GERAL (TAG 203) Ementa Os objetivos da contabilidade. Evolução da contabilidade. Princípios contábeis. Contabilidade e o patrimônio da empresa. Balanço patrimonial: uma introdução e grupo de contas. Variações patrimoniais. Lançamentos contábeis: comerciais e financeiros. Ciclo contábil e levantamento das demonstrações financeiras. Análise de demonstrações contábeis: Introdução. Aplicabilidade do fluxo de caixa como ferramenta administrativa. Bibliografia Básica IUDICIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para não contadores. São Paulo: Atlas, 1999. IUDÍCIBUS, Sergio de; MARION, Jose Carlos; FARIA, Ana Cristina. Introdução à teoria da contabilidade para o nível de graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SÁ, Antônio Lopes de. Prática e teoria da contabilidade geral. Curitiba: Juruá, 2009. Bibliografia Complementar HOSS, Osni. Contabilidade: ensino e decisão. São Paulo: Atlas, 2008. IUDICIBUS, Sérgio. Contabilidade introdutória. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1998. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1998. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica fácil. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 10 - DIREITO EMPRESARIAL (TAG 204) Ementa Normas e princípios fundamentais relativos ao Direito Comercial Brasileiro. Estudo dos principais aspectos da atividade empresarial e das obrigações e prerrogativas dos que a exercem. Títulos de crédito: Letra de Câmbio, Nota Promissória, Cheque, Duplicata, etc. Contrato individual de trabalho. Remuneração. Salários. Previdência social. Direito falimentar. Concordatas. Direito do Trabalho. Bibliografia Básica CAMILO, Carlos Eduardo. Direito de empresas. São Paulo: RT, 2008. COMPARATO, F. K. Direito empresarial. São Paulo: Saraiva, 1995. 68 FAZZIO, Júnior Waldo. Fundamentos de direito comercial: empresário, sociedade empresária, títulos de crédito. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2004. Bibliografia Complementar BULGARELLI, Waldirio. Contratos mercantis: abrangem os diversos tipos de contratos inclusive as novas figuras contratuais. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2001 COELHO, Fabio Ulhoa. Manual de direito comercial. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. GOMES, Fábio Bellote. Manual de direito comercial. Barueri, SP: Manole, 2003. MARTINS, Fran. Curso de direito comercial: empresa comercial, empresários individuais, microempresas, sociedades comerciais, fundo de comércio. Rio de Janeiro: Forense, 2005. REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. V. 1. 25. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 11- SEGURANÇA NO TRABALHO (TAG 205) Ementa A evolução e importância da saúde e segurança do trabalho no contexto empresarial brasileiro, seus aspectos humanos, sociais e econômicos. Normatização e legislação. Ferramentas de gestão do ambiente físico: PPRA, Mapa de Riscos, PCMSO, PPP, EPC, EPI, SESMT, CIPA, ISO 18000, entre outros. Primeiros Socorros. Bibliografia Básica BARBOSA FILHO, Antonio Nunes. Segurança do trabalho & gestão ambiental. São Paulo: Atlas, 2001. MENDES, Jussara Maria Rosa. O verso e o anverso de uma história: o acidente e a morte no trabalho. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003. TAVARES, José da Cunha. Tópicos de administração aplicados à segurança do trabalho. 11. ed. São Paulo: SENAC, 2012. Bibliografia Complementar CARDELLA. Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes. São Paulo: Atlas, 1999 . CHANLAT, Jean-Francoise. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas Vol. I. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996. DARSES, Maurice de Montmollin Françoise. A ergonomia. 2. ed. Lisboa: Instituto Piaget, 2011. MARTINS, Sergio Pinto. A terceirização e o direito do trabalho. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000 PEREIRA, Alexandre Demetrius. Tratado de segurança e saúde ocupacional: aspectos técnicos e jurídicos, v. III : NR-13 a NR-15. São Paulo: LTr, 2005. 12 - COMPORTAMENTO HUMANO (TAG 206) Ementa 69 Conceito de psicologia e Comportamento humano. Psicologia como ciência. Adaptação do homem ao trabalho. O estudo da personalidade. Aspectos motivacionais no trabalho. Teorias da Motivação. Liderança e Poder. O relacionamento humano na empresa. As relações humanas à luz da comunicação interpessoal. O indivíduo. O grupo humano. As organizações. O trabalho. Os homens na organização e os problemas com os recursos humanos. A psicologia do trabalho humano. Aspectos psicológicos das atividades ligadas ao agronegócio. Bibliografia Básica FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. LUZ, Ricardo. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. NEWSTRON, John W. Comportamento organizacional: o comportamento humano no trabalho. 12. ed. São Paulo: MCGraw-Hill, 2008. Bibliografia Complementar AGUIAR, Maria A. F. de. Psicologia aplicada à administração: globalização, pensamento complexo, teoria crítica e a questão ética nas organizações. 2. ed. São Paulo: Excellus, 2000. BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1982. MINICUCCI, Agostinho. Psicologia aplicada à administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1995. MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 8. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1998. ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 13 - ESTATÍSTICA APLICADA (TAG 207) Ementa Arredondamento de acordo com a precisão desejada. Séries estatísticas. Preparação de dados para análise estatística. Representação e interpretação gráfica. Medidas Estatísticas. Separatrizes Assimetria e curtose. Probabilidade e valor esperado. Distribuição normal e intervalos de confiança. Regressões e correlações Modelos temporais de previsão. Testes de hipóteses sobre as provas paramétricas e não paramétricas aplicáveis à pesquisa de campo da Administração. Aplicação de software com uso do computador. Bibliografia Básica CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996. MORETTIN, L.G. Estatística básica – probabilidade. 7. ed. v.1. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1999. Bibliografia Complementar 70 BRAULE, Ricardo. Estatística aplicada com excel: para cursos de Administração e Economia. Rio de Janeiro: Campus, 2001. KAZMIER, L.J. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: Pearson Markron Books, 1982. NAZARETH, Helenalda. Curso básico de estatística. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999. OLIVEIRA, Francisco Estevam. Estatística e probabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. STEVENSON, Willian J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1986. Módulo III– Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos 14 - CONTABILIDADE RURAL (TAG 301) Ementa Contabilidade na Agropecuária: fluxo contábil na região agrícola. Depreciação, amortização e exaustão. Novos projetos agropecuários e os gastos de melhoria. Contabilidade da pecuária: conceitos básicos de agricultura e pecuária. Sistema de custos. Contabilidade de animais difíceis de ser inventariados. Sociedade e tributos em agribusiness. Controladoria, gestão empresarial e indicador de eficiência em agribusiness. Bibliografia Básica ANTUNES, Luciano M. Manual de administração rural: custos de produção. 3. ed. Guaíba, RS: Agropecuária, 1999. CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MARION, José Carlos. Contabilidade rural. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. IUDICIBUS, Sérgio, MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para não contadores. São Paulo: Atlas, 1999. MARION, José Carlos. Contabilidade da pecuária. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996. SILVA, Roni Antonio Garcia da. Administração Rural: teoria e prática. 2. ed. Curitiba, PR: Juruá, 2009. 15 - CADEIAS PRODUTIVAS NO AGRONEGÓCIO I (TAG 302) Ementa Visão sistêmica das cadeias agroindustriais. Abordagens de análise das cadeias: Commodity System Approach (CSA); Filière (descrição técnico-econômica), Cadeia de Produção, Complexos 71 Agroindustriais, Clusters, Cadeia de Suprimentos, etc. Alianças e/ou redes de relacionamento interorganizacional. Sistemas Integrados. Bibliografia Básica BALLOU, Ronald. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/Logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. BATALHA, Mário Otávio (Coord). Gestão agroindustrial. Vol 1. São Paulo: Atlas, 1997. NUNES, Eduardo Pereira; CONTINI, Elísio. Complexo agroindustrial brasileiro: caracterização e dimensionamento. Brasília: ABAG, 2001. Bibliografia Complementar CHING, HonfYuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supply chain: São Paulo. Atlas, 2008. CHOPRA, Sunil. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias para a redução de custos e melhoria de serviços. São Paulo. Pioneira, 1997. FIGUEIREDO, Kleber Fossati. FLEURY, Paulo F. WANKE, Peter. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo: Atlas, 2009. GOMES, Carlos Francisco Simões. RIBEIRO, Priscilla Cristina Cabral. Gestão da cadeia de suprimentos: integrada à tecnologia da informação. São Paulo: Thomson Learning, 2004. 16 - DIREITO AGRÁRIO E AMBIENTAL (TAG 303) Ementa Institutos Básicos do Direito Agrário Brasileiro. Reforma Agrária. Desapropriação. Usucapião Especial. Contratos Agrários. Previdência Social Rural. Direito Ambiental: Conceito e Princípios; Política Nacional do Meio Ambiente: Objeto, diretrizes e instrumentos; A responsabilidade por danos Ambientais; Meios Processuais de Proteção Ambiental. Bibliografia Básica ANTUNES, Paulo de Bessa. Manual de direito ambiental. 2. ed. São Paulo: Lúmen Júris, 2008. MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. 6. ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2009. SIRVINSKAS, Luis Paulo. Manual de direito ambiental. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. Bibliografia Complementar BULGARELLI, Waldirio. Contratos mercantis: abrange os tipos de contratos inclusive as novas figuras contratuais. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2001. FRANCO, O. J. G. Direito ambiental e matas ciliares: conteúdo jurídico e biodiversidade. Curitiba: Juruá Editora. 2009. 72 FREITAS, Vladimir Passos de. Direito administrativo e meio ambiente. 3. ed. Curitiba: Juruá, 2002. NETO, Alexandre Shigunov. Fundamentos da gestão ambiental. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda, 2009. RIOS, Aurélio Virgílio Veiga (org.). O direito e o desenvolvimento sustentável: curso de direito ambiental. São Paulo: Peirópolis; Brasília, DF: IEB – Instituto Internacioanal de Educação no Brasil, 2005. 17 - GESTÃO DA QUALIDADE (TAG 304) Ementa Introdução ao conceito de controle da qualidade nos processos administrativos. Certificações ISO. Ferramentas da Qualidade. Novas tendências para a Gestão da Qualidade. Programas e projetos de preservação do ambiente. Programa qualidade aplicados ao agronegócio. Bibliografia Básica BRAVO, I. Gestão de qualidade em tempos de mudança. Campinas: Alinea, 2010. OLIVEIRA, Antonio J. (Org). Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira, 2004. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004. Bibliografia Complementar CAMPOS, Vicente F. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. Belo Horizonte: INDG, 2004. CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da qualidade ISO 9001: 2000: princípios e requisitos. São Paulo: Atlas, 2008. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade, princípios, métodos e processos. São Paulo: Atlas, 2008. SCHOLTES, Peter R. Times da qualidade: como usar equipes para melhorar a qualidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. WHITELEY, Richard. A empresa totalmente voltada para o cliente: do planejamento à ação. Rio de Janeiro: Campus, 1992. 18 - GESTÃO DE CUSTOS (TAG 305) Ementa Introdução a gestão de custos: Conceitos básicos; A contabilidade de custos, a contabilidade financeira e a contabilidade gerencial; Terminologia Contábil e Implantação de Sistemas de Custeio; Fluxo operacional e sistêmico de custos; Visão sistêmica de custos; Critério do Custeio Variável e Custos para decisão; Custo fixo e margem de contribuição, custeio variável. Bibliografia Básica 73 LEONE, George Sebastião Guerra. Curso de contabilidade de custos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 7. ed. Atlas, 2000. SANTOS, Gilberto J. dos; MARION, José C., SEGATTI, Sônia. Administração de custos na agropecuária. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Bibliografia Complementar HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. IUDÍCIBUS, Sergio de. Contabilidade gerencial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. LEONE, Sebastião G. Custos, planejamento, implantação e controle. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. MATZ, A. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1973. VICECONTI, Paulo E. V. Contabilidade de custos: um enfoque direto e objetivo. 5. ed. São Paulo: Frase Editora, 1998. 19 - GESTÃO AMBIENTAL (TAG 306) Ementa Histórico e conceitos de Gestão Ambiental. Consequências ambientais do desenvolvimento. A crise de percepção. Sistema de gerenciamento ambiental. Gestão ambiental no sistema agroindustrial. Qualidade ambiental: desempenho ambiental das organizações; ISO 14.000; Selo Verde; Marketing Verde; Certificados de origem. Conceitos e classificação de resíduos e poluição. Oportunidades de Negócios Verdes. Produtos orgânicos. Métodos e processos de diagnóstico ambiental. Tratamento de resíduos. Políticas e legislação ambiental. Avaliação de impactos ambientais na agroindústria. Fontes alternativas de energia na agricultura e agroindústria. Produção limpa: processos limpos e competitividade. Bibliografia Básica DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. GRAYSON, David. Compromisso social e gestão empresarial. São Paulo: Publifolha, 2002. WISSMANN, Martin Airton. Responsabilidade social & balanço social. Cascavel: Ed. Univel, 2007. Bibliografia Complementar ASHLEY, Patricia Almeida. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva, 2002. BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. BARBOSA FILHO, Antonio Nunes. Segurança do trabalho & gestão ambiental. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MOURA, Luiz Antônio Abdalla de. Qualidade e gestão ambiental. 3. ed. São Paulo: Oliveira Mendes, 2002. SHIGUNOV NETO, Alexandre. Fundamentos da gestão ambiental. Rio de Janeiro: Moderna, 2009. 74 Módulo IV– Carga horária total – 396 h/a – 22 créditos 20 - CADEIAS PRODUTIVAS NO AGRONEGÓCIO II (TAG 401) Ementa Modelagem e mapeamento das principais cadeias produtivas regionais e brasileiras. Análise sistêmica das cadeias produtivas e seus modelos de gestão. Estudo da gestão estratégica das cadeias produtivas, Alianças Estratégicas, Clusters, Redes de Empresas, ECR – Resposta Eficiente ao Consumidor. Estudo aplicado das principais cadeias agroindústrias – carnes, leite e derivados e grãos. Bibliografia Básica ARAÚJO. Massilon. Fundamentos de agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005. NEVES, Marcos Fava. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2006. ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & gestão dos negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000. Bibliografia Complementar CALLADO, Antônio A. C. Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005. CASAROTTO FILHO, Nelson; PIRES, Luis Henrique. Redes de pequenas e médias empresas e desenvolvimento local: estratégias para a conquista da competitividade global com base na experiência italiana. São Paulo: Atlas, 1998. CERTO, Samuel C. et. al. Administração estratégica: planejamento e implantação da estratégia. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. NUNES, Eduardo Pereira. Complexo agroindustrial brasileiro: caracterização e dimensionamento. Brasília: Associação Brasileira de Agribusiness, ABAG, 2001. 21 - MARKETING (TAG 402) Ementa Marketing no agronegócio. Administração de Marketing e processo decisório em organizações voltadas ao agronegócio. Modelo de planejamento sistêmico em agronegócio. Tecnologia de marketing no agronegócio. Marketing de insumos, serviços e bens de produção para a agropecuária. Questões de marketing agrícola. Marketing agroindustrial. Visão estratégica do marketing no agronegócio. Bibliografia Básica MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing – uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 75 NEVES, Marcos F., THOMÉ, E.; CASTRO, Luciano. Marketing e estratégia em agronegócios e alimentos. São Paulo: Atlas, 2003. ZILBERSZTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia e gestão dos negócios agroalimentares: indústria de alimentos, indústria de insumos, produção agropecuária e distribuição. São Paulo: Pioneira, 2000. Bibliografia Complementar BATALHA, Mário Otávio (Coord.). Gestão agroindustrial. Vol. 1. São Paulo: Atlas, 1997. COBRA, Marcos. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997. KOTLER, Philip. Administração de marketing: a edição do novo milênio. 10. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997. MEGIDO, Jose L. T.; XAVIER, Coriolano. Marketing & agribusiness. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 22 - MATEMÁTICA FINANCEIRA (TAG 403) Ementa Razões e proporções; grandezas proporcionais; porcentagem; operações sobre mercadorias; correção monetária e câmbio; depreciação; progressões aritméticas; juros simples; descontos simples; progressões geométricas; equivalência de taxas; equivalência de capitais; juros compostos. Bibliografia Básica ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 5. ed. São Paulo. Atlas. 2000. FARIA, Rogério Gomes. Matemática comercial e financeira. 5. ed. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2000. VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática financeira. 7. ed. São Paul: Atlas. 2000. Bibliografia Complementar BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Matemática financeira: com HP-12C e Excel. São Paulo: Atlas. 2002. BRAGA, R. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1995. GITMANN, L. J. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2010. PAIVA, Manuel. Matemática. São Paulo: Moderna, 2000. SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira: aplicações à análise de investimentos. 3. ed. São Paulo: Prentice-Hall. 2002. 23 - GESTÃO DE ESTOQUES E ARMAZENAGEM (TAG 404) 76 Ementa Gestão de Estoques o Agronegócio; Evolução histórica da gestão de estoques no agronegócio brasileiro. Políticas Públicas de gestão de estoques e armazenagem de grãos. técnicas de gestão de estoques, tais como ponto de pedido, lotes de compra, estoque de segurança, rotatividade de estoques, armazenagem, embalagem, inventário, movimentação, transporte , e administração de compras e negociação com fornecedores. Formas de armazenagem; Tipos de construções; formas de estocagem na propriedade rural, nas cooperativas e nas agroindústrias processadoras. Fluxos de escoamento da produção e armazenagem. Análise de viabilidade econômica e financeira de estoques e armazenagem de produtos agroindustriais; Administração e gestão de estoques; Terceirização de armazenagem. Bibliografia Básica BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 2011. BOWERSOX, D.J.; CLOSS, D.J. Logística empresarial – o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 2010. CHOPRA, Sunil. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Prenticed Pearson Prentice Hall, 2003. Bibliografia Complementar ALVARENGA, A.C. e NOVAES, A.G. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. 3. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. MARTINS, Petrônio Garcia. Administração de materiais e recursos patrimoniais. São Paulo: Saraiva, 2002. POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. WANKE, P. Gestão de estoques na cadeia de suprimentos: decisões e modelos quantitativos. São Paulo: Atlas, 2011. 24 - LOGÍSTICA E CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO (TAG 405) Ementa A logística de distribuição no seu aspecto posterior à produção: itens de locomoção e utilização de bens e serviços. Custos da logística de distribuição: análise de “trade-off’s” entre modelos de transporte e sistemas de redes. Bibliografia Básica BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 2011. 77 CAIXETA-FILHO, José Vicente. Gestão logística do transporte de cargas. São Paulo: Atlas, 2010. NOVAES A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Bibliografia Complementar BALLOU, R. H. Logística empresarial. São Paulo: Atlas, 2011. CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada – Supllychain. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008. CHRISTOPHER, M. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias para redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira, 2002. POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010 VALENTE, A. M., PASSAGLIA E.; NOVAES, A. G. Gerenciamento de transporte e frota. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 2011. 25 - GESTÃO DA PRODUÇÃO (TAG 406) Ementa Fundamentos da Administração da produção. Estratégias em Produção. Produtos e Serviços. Análise e Processos em Manufatura e Serviços. Capacidade. Just in Time. Layout e localização de Instalações. Planejamento e Controle da Produção. Filas de Espera. Controle de qualidade. Ergonomia. Estratégias de Produção. Bibliografia Básica DAVIS, Mark M. Fundamentos da administração da produção. 3. ed. Porto Alegre: Bookmann Editora, 2001. MARTINS, Petrônio Garcia. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2003. SLACK, Nigel. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Bibliografia Complementar CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento pelas diretrizes: o que todo membro da alta administração precisa saber para entrar no terceiro milênio. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2002. MOREIRA, Daniel A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 1999. OHNO, Taiichi. O sistema Toyota de produção: além da produção em larga escala. Porto Alegre: Bookman, 1997. SHINGO, Shigeo. O sistema Toyota de produção: do ponto de vista da engenharia de produção. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1996. TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 26 - GESTÃO FINANCEIRA (TAG 407) Ementa 78 Gestão Financeira, Análise de Resultados: Análise Econômica e Financeira. Levantamento de Custos fixos e variáveis, Margem Bruta, Rentabilidade, Lucratividade, Margem de Contribuição, Capacidade de Investimento, Taxa de Retorno sobre o Investimento, Giro de Investimento, Índice de liquidez. Análise de crédito e financiamento, Processos de Crédito e Financiamento, Proposta de Crédito e Financiamento, Análise Econômica e Financeira, Fluxo de Caixa e deterioração de créditos, Gerenciamento de crédito. Bibliografia Básica ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2000. BRAGA, R. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1995. GITMAN, Lawrence. Princípios de administração financeira. 7. ed. São Paulo: Harbra, 2002. Bibliografia Complementar HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003. KASSAI, José Roberto. Retorno de investimento: abordagens matemática e contábil do lucro empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. ROSS, Stephen A. Princípios de administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. SILVA, José Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. 6. ed. São Paulo, Atlas, 2008. SOUZA, Alceu. CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1999. Módulo V– Carga horária total – 414 h/a – 23 créditos 27 - PROJETO ESTRATÉGICO (TAG 501) Ementa Projeto e processo de planejamento. Estrutura e etapas de um projeto. Oportunidades de investimento. Técnicas quantitativas de projeção. Teoria da localização. Método dos orçamentos comparados. Investimento e financiamento de projetos em agronegócio. Critérios quantitativos de seleção de alternativas. Risco e incerteza. Enfoque sistêmico para analisar o agronegócio. Estratégia e competitividade: conceitos básicos. Administração estratégica e competitividade em agronegócios. Parcerias. Alianças estratégicas. Fronteiras da eficiência. Terceirizações. Fusões e aquisições. Estratégia e vantagem competitiva. Joint ventures. Cluster. Bibliografia Básica COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, 2003. FISCHMANN, Adalberto A. ALMEIDA, Martinho Isnard R. Planejamento estratégico na prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1991. KAPLAN, Robert S. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Campus, 1997. 79 Bibliografia Complementar BETHLEM, Agrícola de Souza. Gestão de negócios: uma abordagem brasileira. Rio de Janeiro: Campus, 1999. CERTO, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implantação de estratégias. 3.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. MINTZBERG, H; AHLSTRAND, B; LAMPEL J. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000. OLIVEIRA, Djalma P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas. 15ed. São Paulo: Atlas, 2004. ROTONDARO, Roberto G. Seis sigmas: estratégia gerencial para a melhoria de processos, produtos e serviços. São Paulo: Atlas, 2002. 28 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TAG 502) Ementa Teorias sobre sistemas, informações e gerência. Elementos de Sistemas. Informação. Papel do gerente. Sistemas formais e informais. Automação de escritório e groupware. Planejamento de sistemas de informações. Comércio eletrônico. Sistemas de apoio à decisão. Vantagem estratégica em sistemas de informação para operações de empresas agroindústrias. Uso estratégico da tecnologia da informação. Administração estratégica informação no agronegócio. Bibliografia Básica HUNTER, Richard. O verdadeiro valor de TI: Como transformar TI de um centro de custos em um centro de valor e competitividade. São Paulo: Makron Books, 2011. LAUDON, Kenneth C. Sistemas de informação com Internet. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. São Paulo: Saraiva, 2002. Bibliografia complementar BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1985. DAVENPORT, Thomas H. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998. LAUDON, Kenneth C. & LAUDON, Jane Price. Sistemas de informações gerenciais. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. STAIRS, Ralph. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. VIEIRA, Marconi Fábio. Gerenciamento de projetos de tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 80 29 - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICO E SENSORIAMENTO REMOTO (TAG 503) Ementa Sistemas de Informação Geográfica e sensoriamento remoto técnicas, princípios e métodos de aplicação no agronegócio. Aplicações e abordagens para tomada de decisão na gestão de negócios agroindustriais. Bibliografia Básica HERMANNKUX, Blaschke, T. Sensoriamento remoto e sig avançados: novos sistemas sensores. 2005. MORAES NOVO, Evlinm L. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3. ed. Editora Edgard Blucher, 2008. ZAIDAN, Jorge, X. S. Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. 5. ed. São Paulo: Editora Bertrand Brasil, 2011. Bibliografia Complementar ARAUJO, Luis césar G. de. Tecnologias de gestão organizacional. São Paulo: Atlas, 2001. FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto: oficina de textos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011. JENSEN, John R. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em recursos terrestres. São Paulo: Parêntese, 2011. PONZONI, Flávio Jorge; SHIMABUKURO, Yosio Edemir. Sensoriamento remoto no estudo da vegetação. São Paulo: Parêntese, 2011. ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000. 30 - ANÁLISE DE DECISÕES E ADMINISTRAÇÃO DE RISCOS (TAG 504) Ementa Análise de Resultados: Análise Econômica e Financeira. Levantamento de Custos fixos e variáveis, Margem Bruta, Rentabilidade, Lucratividade, Margem de Contribuição, Capacidade de Investimento, Taxa de Retorno sobre o Investimento, Giro de Investimento, Índice de liquidez. Bibliografia Básica GITMAN, Lawrence. Princípios de administração financeira. 7. ed. São Paulo: Harbra, 2002. KASSAI, José Roberto. Retorno de investimento: abordagens matemática e contábil do lucro empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. VALERIANO, Dalton L. Gerenciamento estratégico e administração por projetos. São Paulo: Makron Books, 2001. Bibliografia Complementar 81 HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003. KISIL, R. Elaboração de projetos e propostas para organizações. 3. ed. São Paulo: Global Editora, 2004. ROSS, Stephen A. Princípios de administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SILVA, José Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. 5. ed. São Paulo, Atlas, 2006. 31 - MERCADOS FUTUROS E OPÇÕES AGROPECUÁRIAS (TAG 505) Ementa: A história das bolsas de futuros no mundo e no Brasil. Comportamento empreendedor e o mercado; Conhecendo o Mercado; Mercado futuro agropecuário no Brasil; Fundamentos econômicos dos mercados futuros e de opções; Operações de Hedge nos mercados futuros de café, boi gordo, açúcar, algodão; milho e soja; Características operacionais do mercado de opções; Derivativos agropecuários: alternativa para os fundos de investimentos diversificarem risco e rentabilidade. O agribusiness. Fundamento dos mercados agropecuários. Formação de preços. Fundamentos e características operacionais dos mercados futuros agropecuários. A regulamentação de operações da Bolsa Mercantil & de Futuros. Bibliografia Básica MARQUES, P. V. Mercados futuros de commodities agropecuárias: exemplos e aplicações aos mercados brasileiros. São Paulo: Bolsa de Mercadorias & Futuros, 1999. SCHOUCHANA, F.; MICELI, W. M. Introdução aos mercados futuros e de opções agropecuários no Brasil. 3. ed. São Paulo: BM&F, Câmara Brasileira do Livro, 2004. SANVICENTE, A.Z. e MELLAGI FILHO, A. Mercado de capitais e estratégias de investimento. São Paulo: Atlas, 1988. Bibliografia Complementar BERCHIELLI, Francisco O. Economia monetária. São Paulo: Saraiva 2000. FILHO, Martines Gomes João. Et. al. Mercados Futuros agropecuários. São Paulo: Campus, 2008. SECURATO, J. R. Decisões financeiras em condições de risco. São Paulo: Atlas, 1993. SILVA, L. M. Mercado de opções: conceitos e estratégias. 2. ed. Rio de Janeiro: Halip, 1999. TEIXEIRA, M. A. Mercados futuros: fundamentos e características operacionais. São Paulo: Bolsa de Mercadorias & Futuros, 1992. 32- ESTRATÉGIAS DE COMERCIALIZAÇÃO (TAG 506) Ementa Comercialização no Agronegócio; Evolução da Comercialização; Fluxos de Comercialização; Instituições de Comercialização; Canais de Comercialização; Margens de comercialização; Administração da Comercialização. Bibliografia Básica 82 NEVES, Marcos Fava; CASTRO, Luciano Thomé e (Org.). Marketing e estratégia em agronegócios e alimentos.São Paulo: Atlas, 2003. MEGIDO, José Luiz Tejon. Marketing e agribusiness. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003. SANTOS, Gilberto J. dos. Et. Al. Administração de custos na agropecuária. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Bibliografia Complementar GRÖNROOS, Christian. Marketing: gerenciamento e serviços. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2009. MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. NEVES, Marcos F., ZYLBERSZTAJN, Décio, NEVES, MARZABAL E. Agronegócio do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005. PERES, Fernando Curi; GUIMARÃES, Vânia Di Addario. Estratégias de comercialização. Curitiba, PR: SENAR, 2003. ZUIN, Luís F. S. QUEIROZ, Timóteo R. Agronegócios: gestão e inovação. São Paulo: Saraiva, 2006. 33 - ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL (TAG 507) Ementa Consciência crítica e responsabilidade social. O despertar crítico e a busca da verdade. A cidadania liberal. A ideia de revolução. A política contra a servidão voluntária. A ética e a responsabilidade social. O mundo e os valores. Ética e moral. Obrigação e liberdade. A liberdade. A formação humanística do aluno: a formação de cidadãos comprometidos com a realidade e com a necessidade de transformações, embasadas na ética e no espírito público; formação e desenvolvimento pleno da capacidade de cidadania, despertando a consciência do indivíduo como sujeito do processo social e histórico; conhecimento da realidade brasileira e desenvolvimento da consciência crítica e ética para essa realidade na qual o futuro profissional irá atuar. Bibliografia Básica ASHLEY, Patricia Almeida. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2011. NALINI. Jose Renato. Ética geral e profissional. 3. ed. São Paulo: Editora RT, 2001. PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. Atlas, 2010. Bibliografia Complementar AGUILAR, Francis J. A ética nas empresas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1996. FERREL, O. C. Ética empresarial: dilemas, tomadas de decisões e casos. 4. ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Afonso, 2001. MAIA, Paulo Leandro. Introdução à ética e responsabilidade social. Paulo: Atlas, 2011. 83 SROUR, Robert Henry. Ética empresarial. 2. ed. Rio de Janeiro; Campus, 2003. TRANSFERETTI, José. Ética e responsabilidade social. 4. Ed. São Paulo: Alínea, 2011. 34 - ATIVIDADES INTEGRADORAS PROFISSIONALIZANTES I (TAG 508) Ementa Desenvolvimento de visitas técnicas referentes às disciplinas ministradas no terceiro período, a saber: Gestão da Produção; Distribuição Física; Direito Aplicado à Logística; Gestão da Cadeia de Suprimentos I; Análise Financeira; Estatística Aplicada. As atividades serão orientadas por professores e têm a finalidade de avaliar o acadêmico no tocante ao desenvolvimento das competências propostas para o respectivo período, por meio de atividades práticas eleitas pelos professores do quinto período. Bibliografia Básica e complementar Os professores indicarão bibliografias específicas conforme as atividades desenvolvidas, tanto em acervo escrito ou on-line, sendo livros, artigos científicos, periódicos e revistas especializadas na área do agronegócio. Módulo VI – Carga horária total – 414 h/a – 23 créditos 35 - IDENTIDADE PRESERVADA E O AGRONEGÓCIO: BIOTECNOLOGIA, QUALIDADE E RASTREABILIDADE (TAG 601) Ementa Identidade Preservada, conceitos e legislação. Biotecnologia, Qualidade, Rastreabilidade e produtividade – Conceitos e referenciais básicos. Os reflexos da moderna biotecnologia e engenharia genética sobre a humanidade e o meio ambiente. Noção atual de qualidade e biotecnologia. Fatores que influenciam a produtividade. Indicadores de qualidade. Certificação de qualidade e Rastreabilidade. Qualidade e produtividade em serviços. Rastreabilidade em produtos agroindustriais. Bibliografia Básica GUERRANTE, Rafaela D. S. Transgênicos: uma visão estratégica. São Paulo: Interciência, 2003. MASSEY Adriane; KREUSER, Hellen. Engenharia genética e biotecnologia. 2. ed. Porto Alegre-RS: Artmed, 2002. NICOLELLIS, Paulo Cássio. Alimentos transgênicos: questões atuais. Companhia Forense, 2006. Bibliografia Complementar CASABONA, Carlos M. R. Biotecnologia, direito e bioética. São Paulo: Editora Del Rey, 2002. 84 CASABONA, Romeo Maria Carlos. Et. Biotecnologia e suas implicações ético jurídicas. São Paulo: DEL REY LV, 2005. JUNQUEIRA, Maria Rafaela; RODRIGUES Bruno. Biodireito: alimentos transgênicos. Editora Lemos Cruz, 2003. LEITE, MARCELO. Alimentos transgênicos. Editora Lemos Cruz, 2003. SILVA, Margarida. Alimentos transgênicos. PUC, 2003. 36 - INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (TAG 602) Ementa: Gestão da tecnologia e da inovação e da inovação em ambientes competitivos. Tecnologia e estratégia competitiva. Avaliação das necessidades tecnológicas. Tecnologia pesquisa e desenvolvimento. A ciência e a tecnologia no Brasil. Polos e parques tecnológicos. Transferência de tecnologia e conhecimento. Paradigmas da sociedade do conhecimento. Gestão da tecnologia em sistemas agroindustriais. Definição, características e contexto do empreendedorismo. Paradigmas da gestão empreendedora. A ativação empreendedora e o planejamento na geração de trabalho e renda. Trabalho formal e informal. Novos mercados e novos profissionais da área de negócios. Criatividade e sucesso em negócios. A superação dos obstáculos do dia-a-dia empresarial. O perfil e as estratégias do empreendedor. Estudos dos principais empreendedores e das ideias que revolucionaram o mercado. Bibliografia Básica CARVALHO, Tereza Cristina de Melo B. TI tecnologia da informação tempo de inovação: um estudo de caso de planejamento estratégico cola. São Paulo: Makron Books, 2011. MATTOS, João Roberto Loureiro de. Gestão, tecnologia e inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva 2005. PHILIPPI, Antonio J. Silva Neto Jr. Interdisciplinaridade em ciência tecnologia e inovação. São Paulo: Manole, 2010. Bibliografia Complementar COLLINS, Jim. Empresas feitas para vencer. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001. FLEURY, Afonso. Aprendizagem e inovação organizacional as experiências de Japão, Coréia e Brasil. São Paulo: Atlas, 1997. FRANCO, Marcelo A. Ensaio sobre as tecnologias digitais da inteligência. São Paulo: Papirus, 1997. KELLEY, Tom. A arte da inovação: lições de criatividade da IDEO, a maior empresa norteamericana de design. São Paulo: Futura, 2001. LEONARD, Barton, Dorothy. Nascentes do saber criando e sustentando as fontes de inovação. Rio de Janeiro: FGV, 1998. 37 - ASSOCIATIVISMO, COOPERATIVISMO E ALIANÇAS ESTRATÉGICAS (TAG 603) Ementa 85 Histórico do cooperativismo. Economia cooperativa. Classificação das sociedades cooperativas. Cooperativismo no mundo. Cooperativismo no MERCOSUL. Agroindústria cooperativa. Estrutura política do cooperativismo. Direito e legislação cooperativa. Integração e autogestão cooperativa. Administração cooperativa. Associativismo no Agronegócio: modelos de organização e gestão. Alianças Estratégicas no Agronegócio. Bibliografia Básica MLADENATZ, Gromoslav. História das doutrinas cooperativistas. Brasília, DF: Cone Sul, 2003. OLIVEIRA, Djalma P. R. Manual de gestão das cooperativas: uma abordagem prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006. ZANGHERI, Elaine JUVÊNCIO, Fernanda de Castro. Cooperativa: um empreendimento participativo. 2. ed. São Paulo: OCESP / SESCOOP/SP, 2005. Bibliografia Complementar BECHO, Renato Lopes. Elementos de direito cooperativo: de acordo com o novo Código Civil. São Paulo: Dialética, 2002. CRÚZIO, Helnon de Oliveira. Como organizar e administrar uma cooperativa: uma alternativa para o emprego. 4. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2005. FIGUEIREDO, Ronise de Magalhães. Dicionário prático de cooperativismo. Belo Horizonte: Mandamentos Editora, 2000. WISNIEVSKI, Gilmar. Manual de contabilidade das sociedades cooperativas. Belo Horizonte, MG: Mandamentos Editora, 2004. WOLLEMBORG, Leone. Teoria e definições cooperativistas. Brasília, DF: Conectiva S.A., 2005. 38- PROJETOS EM AGRONEGÓCIOS (TAG 604) Ementa Estudo da estrutura. Elaboração e defesa de um Plano de Negócios para a área de agronegócio. Bibliografia Básica BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 1984. DOLABELA. F. Oficina do empreendedor: a metodologia de ensino que ajuda a transformar conhecimento em riqueza. São Paulo: Ed. Cultura, 1999. LAZZARINI, S. G. Estudos de caso para fins de pesquisa: aplicabilidade e limitações do método. In: FARINA, E. (Coord.). Estudos de caso em agribusiness. São Paulo: Pioneira, 1997. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Flávio de. Como ser empreendedor de sucesso: com fazer sua estrela brilhar. Belo Horizonte: Editora Leitural, 2001. 86 CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. São Paulo: Cultura,2008. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. NORONHA, J. F. Projetos agropecuários. São Paulo: Atlas, 1987. 39 - POLÍTICAS PÚBLICAS, DESENVOLVIMENTO E EXTENSÃO RURAL (TAG 605) Ementa Os desafios da política agrícola frente ao modelo de formação de blocos econômicos, com ênfase no MERCOSUL. Desenvolvimento rural e seus aspectos empresariais. Desafios comerciais e estruturais. Modelo agrícola brasileiro. Política de comércio exterior. Agricultura e agronegócio. Políticas agrícolas e seus efeitos no agronegócio. Desenvolvimento Rural. Créditos, tarifas e preços administrados. Defesa comercial. Efeitos das políticas cambiais, fiscal, monetária (aplicações). Bibliografia Básica PRADO D. Gerenciamento de projetos nas organizações. Belo Horizonte, MG. Editora de desenvolvimento Gerencial, 2000. RIANI, Flávio. Economia do setor público: uma abordagem introdutória. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. ZYLBERSTAJN, D.; NEVES, M. F. Economia & Gestão dos negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2005. Bibliografia Complementar BERTOLINI, Geysler Rogis Flor et al. Gestão das unidades artesanais na agricultura familiar: uma experiência no Oeste do Paraná. 2. Ed. Cascavel, PR: Edunioeste, 2010. CARNEIRO, Maria José. Para além da produção: multifuncionalidade e agricultura familiar. Rio de Janeiro: Mauad, 2003. MACEDO, Clarissa Ferreira. Políticas públicas ambientais. São Paulo: RT, 2003. SILVA, Newton José Rodrigues da. Dinâmicas de desenvolvimento da piscicultura e políticas públicas. São Paulo: UNESP, 2003. TONNEAU, Jean Philippe et. al. Agricultura familiar: interação entre políticas públicas e dinâmicas locais. Porto Alegre: UFRGS, 2005. 40 - TÓPICOS AVANÇADOS NO AGRONEGÓCIO (TAG 606) Ementa Serão desenvolvidos os mais variados temas ligados ao setor de agronegócios, tanto local, quanto estadual, nacional e internacional. 87 Bibliografia Básica e Complementar Revistas especializadas, periódicos, jornais e reportagens publicadas sobre o setor. 41 - ATIVIDADES PROFISSIONALIZANTES II (TAG 607) Ementa Desenvolvimento de visitas técnicas referentes às disciplinas ministradas no terceiro período, a saber: Gestão da Produção; Distribuição Física; Direito Aplicado à Logística; Gestão da Cadeia de Suprimentos I; Análise Financeira; Estatística Aplicada. As atividades serão orientadas por professores e têm a finalidade de avaliar o acadêmico no tocante ao desenvolvimento das competências propostas para o respectivo período, por meio de atividades práticas eleitas pelos professores do sexto período, respeitando as competências apresentadas para o módulo 6. Bibliografia Básica e complementar Os professores indicarão bibliografias específicas conforme as atividades desenvolvidas. Periódicos e Revistas especializadas na área de logística. 42 - ELETIVA LIBRAS (TAG01) Ementa Conceitos e princípios básicos da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – seus parâmetros e princípios básicos da gramática. O conhecimento do alfabeto LIBRAS e de um vocabulário básico. Sinais relativos a casa e seus ambientes, equipamentos domésticos e vestimentas. Normas sociais e saudações. Sinais relativos à escola, material utilizado, datas, corpo humano, saúde, doenças, animais, natureza e meios de transportes. Bibliografia Básica BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação de surdos-ideologias e práticas pedagógicas. Belo HOrizonte: Autêntica, 2005. CASTRO, Alberto Rainha de. Comunicação por língua brasileira de sinais. Brasília: Senac, 2009. QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: Estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. Bibliografia Complementar ARROJO, Rosemary. Oficina de tradução: a teoria na prática. São Paulo: Ática, 1986. CAPOVILLA, Fernando C. Enciclopédia da língua de sinais brasileira: o mundo do surdo em libras. São Paulo: Edusc, 2009. 88 GOES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. São Paulo: Autores Associados, 2002. MILTON, John. Tradução - teoria e prática. São Paulo: Martins Fontes, 1998. SKLIAR, Carlos. Atualidades da educação bilíngue para surdos. Porto Alegre: Mediação, 1999. EMPREENDEDORISMO (TAG02) Ementa Definição, características e contexto do empreendedorismo. Paradigmas da gestão empreendedora. A ativação empreendedora e o planejamento na geração de trabalho e renda. Trabalho formal e informal. Novos mercados e novos profissionais da área de negócios. Criatividade e sucesso em negócios. A superação dos obstáculos do dia-a-dia empresarial. O perfil e as estratégias do empreendedor. Estudos dos principais empreendedores e das ideias que revolucionaram o mercado. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. São Paulo: Cultura, 1999. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Flávio de. Como ser empreendedor de sucesso: com fazer sua estrela brilhar. Belo Horizonte: Editora Leitural, 2001. DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Pearson, 1989. DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. WOILER, Sansão. Projetos: planejamento, elaboração e análise. São Paulo: Atlas, 1996. PESQUISA OPERACIONAL (TAG03) Ementa Conceito de decisão e o enfoque gerencial da pesquisa operacional. Modelagem de problemas gerenciais. Alocação de recursos. Programação linear. Problemas de transportes. Planejamento, programação e controle de projetos: PERT/CPM. Teoria dos jogos. 89 Bibliografia Básica ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para a análise de decisão. 2ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. CAIXETA-FILHO, J. Pesquisa operacional: técnicas de otimização aplicadas a sistemas agroindustriais. São Paulo: Atlas, 2001. SILVA, Ermes Medeiros da, et. al. Pesquisa operacional: programação linear, simulação. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1998. Bibliografia Complementar BEKMAN, Otto R. Análise estatística da decisão. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. CORRAR, L. J.; THEÓPHILO, C. R. Pesquisa operacional para decisão em contabilidade e administração. São Paulo: Atlas, 2004. FONSECA, Jairo Simon da. Curso de estatística. São Paulo: Altas, 1996. LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. Rio de Janeiro: Campus, 2002. SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática: para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. SISTEMA DE CRIAÇÃO (TAG04) Ementa O sistema de criação no empreendimento agropecuário. O impacto econômico como diversificação de atividades. Importância socioeconômica. Sistemas de produção pecuária: avicultura, suinocultura, bovinocultura leite, bovinocultura corte, apicultura, piscicultura. A cadeia produtiva do sistema pecuário. Sistemas de manejo zootécnico. Bibliografia Básica OLIVEIRA, Clemario Gerson de. Instalações e manejos para suinocultura empresarial. São Paulo: ICONE LV, 1997. PRIMAVESI, Ana. A agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 2004. PRIMAVESI, Ana. Agricultura sustentável: manual do produtor rural. São Paulo: Nobel, 2004. Bibliografia Complementar LUCCI, Carlos de Sousa. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. São Paulo: Manole, 1997. MALAVAZZI, Gilberto. Avicultura: manual prático. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1990. SEGANFREDO, Antonio Milton. Gestão ambiental na suinocultura. São Paulo: Embrapa, 2007. SOUSA, Alcides Ribeiro Teixeira Filho. Piscicultura fundamental. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1988. STHAPIT, Bhuwon. Bioversidade e agricultores: fortalecendo o manejo comunitário. São Paulo: LPM, 2007. 90 4.3.6 Comparativo da Matriz Curricular com as Diretrizes Curriculares Nacionais O perfil do acadêmico egresso do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio da Faculdade Sul Brasil é o de um profissional capaz de atuar em todas as cadeias produtivas do setor, com uma visão empreendedora e utilizando-se da inovação tecnológica para o seu desenvolvimento. O Tecnólogo em Agronegócio terá uma formação teórico-prática que lhe possibilitará compreender as cadeias agroindustriais de modo sistêmico, diagnosticando, reconhecendo e prospectando possíveis cenários do agronegócio; planejando ações estratégicas para a solução de problemas; liderando equipes com ética e valorização dos recursos humanos; gerenciando empresas, seus recursos e fatores de produção; compreendendo a produção de alimentos como um processo produtivo fundamental à sobrevivência humana e favorecendo a preservação ambiental. Este perfil se viabiliza em função da organização sistêmica da matriz curricular do curso apoiada em módulos. As disciplinas do curso estão distribuídas nesses módulos de modo sequencial e interdisciplinar garantindo que, à medida que vão sendo implementados, os alunos adquirem uma compreensão global do fenômeno em estudo, e, assim, obtendo a certificação parcial por competências e habilidades desenvolvidas nos módulos. Esta disposição curricular vai possibilitar que o aluno tenha sua formação caracterizada por dois aspectos: - atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos no campo da tecnologia de informação para a construção de cenários decorrentes da introdução no agronegócio de inovações tecnológicas; - atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos de gestão que fundamentem a tomada de decisões; - atuação no agronegócio com domínio de conhecimentos que retratem a importância da inovação tecnológica dentro dos sistemas de produção, processamento e comercialização. 91 PERFIL DO EGRESSO DISCIPLINA QUE CONTEMPLA ESSA FORMAÇÃO C.H. PERÍODO 72 3º 72 4º 72 6º Empreendedorismo 36 Eletiva Inovação Tecnológica 36 6º Gestão da Qualidade 36 3º Projeto estratégico 72 5º Sistemas de Informação Geográfico e Sensoriamento Remoto 36 5º Identidade Preservada e o Agronegócio: Biotecnologia, Qualidade e Rastreabilidade 36 5º Inovação Tecnológica 36 6º Empreendedorismo (Eletiva) 36 6º Fundamentos do Agronegócio Economia 72 72 1º 1º Agronegócio e Agricultura Familiar 36 2º Economia Internacional 36 2º Direito Empresarial 72 2º Mercados Futuros e Opções Agropecuárias 54 5º Associativismo, Cooperativismo e Alianças Estratégicas 72 6º Projetos em Agronegócios 72 6º Políticas Públicas, desenvolvimento e Extensão Rural 54 6º Tópicos Avançados no Agronegócio 72 6º Marketing 36 4º Projeto Estratégico 72 5º Análise de Decisão e Administração de Riscos 36 5º Estratégias de Comercialização 36 5º Cadeias Produtivas do Agronegócio I Cadeias Cadeias Produtivas do Agronegócio II Produtivas/Agroindustriais Tópicos Avançados no Agronegócio Visão Empreendedora Inovação Tecnológica Cenários do Agronegócio Planejamento Estratégico/tomada de decisão/Comercialização 92 Associativismo, Cooperativismo e Alianças Estratégicas Gestão de Pessoas Liderança e valorização humana e equipe Recursos (financeiros, produção, materiais, patrimoniais, tecnológicos) Fatores de Produção Preservação Ambiental Interdisciplinaridade 72 6º 36 1º Segurança no Trabalho 72 2º Comportamento Humano 36 2º Gestão de Pessoas 36 1º Contabilidade Geral 72 2º Estatística Aplicada 72 2º Contabilidade Rural 72 3º Gestão da Qualidade 36 3º Gestão de Custos 72 3º Matemática Financeira 36 4º Gestão de Estoques e Armazenagem 72 4º Logística e Canais de Distribuição 72 4º Gestão da Produção 72 4º Gestão Financeira 72 4º Projetos em Agronegócios 54 6º Projeto Estratégico 72 5º Gestão da Qualidade Gestão de Estoques e Armazenagem 36 72 3º 4º Logística e Canais de Distribuição 72 4º Gestão da Produção 72 4º Direito Agrário e Ambiental 72 3º Gestão Ambiental 72 3º Identidade Preservada e o Agronegócio: Biotecnologia, Qualidade e Rastreabilidade 36 6º Ética e Responsabilidade Social 36 6º Atividades Integradoras Profissionalizante I Projetos em Agronegócios 36 54 5º 6º Atividades Integradoras Profissionalizante II 36 6º Projeto Estratégico 72 5º Tecnologia da Informação 72 5º 36 5º Tecnologia da Informação Sistemas de Informação Geográfico e Sensoriamento Remoto 93 Observa Introdução a Administração 72 ção: As Formação básica: Comunicação Empresarial 72 demais sustentação para as disciplinas específicas do eletivas propost Curso com relação ao Matemática 72 perfil do egresso as já se Ética e Responsabilidade Social 36 contem plam no perfil do egresso com outras disciplinas (exceto libras), visto que a visão empreendedora é um elemento que devemos ofertar Empreendedorismo, pois o assunto é abordado de forma genérica em outras disciplinas como Introdução a Administração e Inovação Tecnológica, por exemplo, mas, não de forma específica, o que nos leva a ofertar como eletiva a disciplina de Empreendedorismo. 4.3.7 Adequação e Atualização das Ementas, Programas e Bibliografias dos Componentes Curriculares Considerando o Perfil do Egresso Módulos Módulo I: Básico em Agronegócio Campos de Competências Disciplinas Adequadas Teorias no campo da gestão. Aplicar técnicas de gestão. Fundamentos da economia. Compreensão do ambiente econômico. Mercado de agronegócio. Fundamentos do agronegócio. Agricultura familiar. Desenvolvimento local e regional. Gerenciar, liderar e orientar as equipes. Gestão de recursos humanos Desenvolvimento de pessoas. Introdução à Administração (TAG 101) Fundamentos de Agronegócios (TAG 102) Comunicação Empresarial (TAG 103) Economia (TAG 104) Matemática (TAG 105) Gestão de Pessoas (TAG 106) Agronegócio e Agricultura Familiar (TAG 201) Economia Internacional (TAG 202) Direito Empresarial (TAG 204) Segurança do Trabalho (TAG 205) Comportamento Humano (TAG 206) Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302) Gestão da Qualidade (TAG 304) Gestão de Custos (TAG 305) Gestão Ambiental (TAG 306) Gestão da Produção (TAG 406) Gestão Financeira (TAG 407) Marketing (TAG 402) Associativismo, Cooperativismo e Alianças Estratégicas (TAG 603) Módulo II: Intermediário em Agronegócio Técnicas de comunicação empresarial. Vínculos do agronegócio brasileiro. Economia internacional Utilizar ferramentas contábeis Índices contábil-financeiros visando à tomada de decisão. Conceitos relativos ao direito agrário e ambiental Atividades de comercialização Normas de higiene e segurança Questões tributárias e fiscais e de trabalho. Agronegócio e Agricultura Familiar (TAG 201) Economia Internacional (TAG 202) Contabilidade Geral (TAG 203) Direito Empresarial (TAG 204) Segurança do Trabalho (TAG 205) Comportamento Humano (TAG 206) Estatística Aplicada (TAG 207) Comunicação Empresarial (TAG 103) Fundamentos de Agronegócios (TAG 102) Contabilidade Rural (TAG 301) Direito Empresarial (TAG 204) Gestão da Qualidade (TAG 304) 1º 1º 1º 5º 94 Módulo III: Gestão em Agronegócio Conhecimentos e recursos da estatística. Programas de qualidade. Segurança e a saúde no trabalho Visão das cadeias produtivas. Conhecer os direitos do consumidor. Conhecer a tributação comercial. Dominar técnicas e modelos para a definição de custos e preços. Técnicas de implementação de avaliação e diagnóstico de impacto ambiental. Módulo IV: Processos em Agronegócio Módulo V: Sistemas Integrados em Agronegócio Domínio dos conhecimentos de marketing. Planejamento das atividades de marketing. Operações de comercialização em agronegócios. Estabelecer processos logísticos. Técnicas para movimentar a produção. Gestão de estoques e armazenagem. Ferramentas do sistema de informações. Prospectar cenários de inovação. Desenvolver projetos. Planejamento estratégico. Desenvolvimento da empresa. Analisar a viabilidade mercadológica e econômico-financeira. Fundamentar decisões administrativas. Empregar conhecimentos e técnicas de uso de informações geográficas. Sensoriamento remoto em ações da área de agronegócios. Operações dos mercados futuros Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404) Logística e Canais de Distribuição (TAG 405) Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302) Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG 401) Direito Agrário e Ambiental (TAG 303) Economia (TAG 104) Contabilidade Rural (TAG 301) Contabilidade Rural (TAG 301) Cadeias Produtivas no Agronegócio I (TAG 302) Direito Agrário e Ambiental (TAG 303) Gestão da Qualidade (TAG 304) Gestão de Custos (TAG 305) Gestão Ambiental (TAG 306) Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG 401) Direito Empresarial (TAG 204) Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404) Logística e Canais de Distribuição (TAG 405) Gestão da Produção (TAG 406) Gestão Financeira (TAG 407) Cadeias Produtivas no Agronegócio II (TAG 401) Marketing (TAG 402) Matemática Financeira (TAG 403) Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404) Logística e Canais de Distribuição (TAG 405) Gestão da Produção (TAG 406) Gestão Financeira (TAG 407) Planejamento Estratégico (TAG 501) Tecnologia da Informação (TAG 502) Gestão da Produção (TAG 406) Gestão Financeira (TAG 407) Planejamento Estratégico (TAG 501) Tecnologia da Informação (TAG 502) Sistema de Informação Geográfico e Sensoriamento Remoto (TAG 503) Análise de Decisões e Administração de Riscos (TAG 504) Mercados Futuros e Opções Agropecuárias (TAG 505) Estratégias de Comercialização (TAG 506) Ética e Responsabilidade Social (TAG 507) Atividades Integradoras Profissionalizantes I (TAG 508) Planejamento Estratégico (TAG 501) Gestão de Estoques e Armazenagem (TAG 404) Logística e Canais de Distribuição (TAG 405) Rastreabilidade (TAG 601) Inovação Tecnológica (TAG 602) Introdução à Administração (TAG 101) Módulo VI: Tecnologias em Agronegócio Desenvolver e manter atitude empreendedora. Possibilidades das parcerias e alianças estratégicas. Identidade Preservada e o Agronegócio: Biotecnologia, Qualidade e Rastreabilidade (TAG 601) Inovação Tecnológica (TAG 602) 95 Cooperação para o desenvolvimento do agronegócio. Compreender a importância da biotecnologia. Projetos no campo da agropecuária. Políticas públicas para o desenvolvimento do setor. Associativismo, Cooperativismo e Alianças Estratégicas (TAG 603) Projetos em Agronegócios (TAG 604) Políticas Públicas, Desenvolvimento e Extensão Rural (TAG 605) Políticas Públicas, Desenvolvimento e Extensão Rural (TAG 605) Tópicos Avançados no Agronegócio (TAG 606) Inovação Tecnológica (TAG 602) Atividades Integradoras Profissionalizantes II (TAG 607) Eletiva: TAG 01: Libras; TAG 02: Empreendedorismo; TAG 03: Pesquisa Operacional; TAG 04: Sistema de Criação. Este é o conjunto de competências proposto para este projeto de formação profissional, mas é importante considerar, também, que um processo de formação, em qualquer área, é dinâmico e está relacionado e se desenvolve a partir de muitos fatores, entre esses a experiência profissional e a realidade de vida dos estudantes. Nesse sentido, competências previstas poderão não se estruturar, todavia, em função das circunstâncias, do modo como serão desenvolvidas as aulas, da personalidade do professor, muitas outras competências, não previstas, poderão ser estruturadas. É interessante e necessário que os projetos para implementação de cursos superiores contenham estas definições, mas é também muito importante ter-se a clareza de que o processo educativo é constituído de uma dimensão subjetiva, que decorre do modo de ser das pessoas envolvidas, os professores e os alunos. Ainda, segundo o Parecer CNE/CP 29/2002, é possível afirmar que alguém detém competência profissional quando constitui, articula e mobiliza valores, conhecimentos e habilidades para a resolução de problemas não só rotineiros, mas também inusitados no seu campo de atuação profissional. Assim, as competências profissionais propostas para este curso devem proporcionar condições de execução do trabalho, de modo que o trabalhador possa manter-se em atividade produtiva e geradora de renda em contextos socioeconômicos cambiantes e instáveis. 96 Os profissionais que atuam no agronegócio, assim como vários outros, aprendem com a experiência a forma de resolver os problemas de rotina. Mas os melhores profissionais são também capazes de responder racionalmente às mudanças e aos desafios do dia-a-dia. Para fazêlo são necessárias outras regras que vão além das regras práticas; é necessário perceber a razão do comportamento da economia, da política, das empresas, dos negócios e do mundo do trabalho. Em outras palavras, são necessários conhecimentos e teorias científicas sobre gestão, sobre organização e desenvolvimento de projetos e programas do setor agropecuário, entre outros. Esta formação que articula de modo equilibrado, teoria e prática, é a formação pretendida pelo curso; sendo esta a expectativa desta instituição de ensino superior na implementação de Cursos Superiores de Tecnologia com o perfil profissional acima descrito. 4.3.8 Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio busca a formação de profissionais com uma visão globalizante da empresa e da economia que permita, aos futuros profissionais, aplicar os conhecimentos em organizações de agronegócios, de forma a compreender e atuar no setor agropecuário considerando suas relações inter-setoriais com a indústria fornecedora e de transformação, o comércio, a distribuição, o armazenamento, o financiamento, representando um método moderno de conhecimento e gestão das atividades rurais. O objetivo geral do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é o de formar profissionais capazes de atuar em toda a cadeia produtiva do agronegócio, em condições de implementar, em suas ações, uma visão nova do que é o mercado do agronegócio e a importância da boa gestão e da inovação tecnológica no seu desenvolvimento; e que compreenda de modo sistêmico as cadeias produtivas, apoiados em conhecimentos e tecnologias atualizadas e visualizando o agronegócio como um setor produtivo que do seu desempenho depende a sobrevivência da humanidade com saúde e longevidade. De modo particularizado constituem objetivos específicos do Curso: proporcionar aos educandos conhecimentos e técnicas que lhe permitam diagnosticar, reconhecer e prospectar os possíveis cenários do agronegócio; formar profissionais com competências para planejar e desenvolver as ações estratégicas necessárias para a superação de dificuldades e problemas surgidos no exercício profissional, de modo criativo e eficaz; qualificar profissionais que possam 97 contribuir para o fortalecimento do complexo agroindustrial e do agronegócio, em condições de participar da formulação de políticas públicas e estratégias privadas para o setor; socializar conhecimentos e tecnologias de modo a influenciar o dinamismo do agronegócio local e regional, sem perder a perspectiva universal do saber e da tecnologia já produzidos; formar profissionais capazes de atuar em equipes multidisciplinares e interdependentes de outros setores e segmentos da economia, atuando com ética, solidariedade e consciência social. Se analisar a adequação e atualização das ementas, programas das disciplinas dos componentes curriculares considerando o perfil do egresso demonstrado na seção 4.3.7, infere-se que há um comprometimento, coerência e uma interrelação entre o currículo do curso com os objetivos preconizados. 4.4 ATIVIDADES DO CURSO – ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIDADE CURRICULAR Além das disciplinas ofertadas de acordo com a matriz curricular, a Fasul possibilita aos discentes as seguintes estratégias de flexibilização para cumprimento da integralização das disciplinas: a) São ofertadas as disciplinas em curso de férias quando há demanda de alunos com disciplinas em dependência; b) É garantido o direito aos alunos em cursar uma disciplina eletiva dentre as quatro que são ofertadas; c) São firmados convênios de cooperação recíproca para que os alunos possam estar vivenciando a teoria com a prática; d) Aproveitamento de disciplinas oriundas de outros cursos e/ou cursadas na Fasul ou em outras IES; e) É permitido aos discentes o trancamento de disciplinas, mas o aluno tem o prazo de um ano para retornar e concluir a integralização do curso; f) Cumprir as horas de atividades complementares ao longo dos 6 semestres letivos, sendo que no primeiro semestre o aluno deverá integralizar no mínimo 20% do total de horas; g) É estimulado o aluno a participar de eventos técnicos-científicos-culturais como forma de agregação de conhecimento; 98 h) Participar de projetos de extensão e iniciação científica; i) Participar da agência experimental de comunicação, empresa júnior, escritório modelo de direito, escritório modelo de contabilidade. 4.5 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES Embora seja facultativa a implantação de Atividades complementares conforme parecer CNE/CES Nº: 239/2008, o Núcleo Docente Estruturante do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, percebeu que seria pertinente a formação dos futuros profissionais a inserção de atividades complementares, sendo assim, são consideradas atividades acadêmicas complementares: a participação em eventos científicos, como seminários, simpósios, congressos, jornadas de estudo, realizadas dentro ou fora da instituição, à participação em projetos de pesquisa ou de extensão, bem como outras atividades a juízo do Colegiado de Curso. É política de formação profissional adotada por todos os cursos de graduação da Faculdade, destinar um percentual da carga horária do curso para as Atividades Acadêmicas Complementares. Na Faculdade Sul Brasil existe um regulamento geral que normatiza as Atividades Acadêmicas Complementares, podendo o mesmo ser adequado às necessidades de cada curso. Cada acadêmico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio obriga-se a integralizar, no mínimo, sessenta horas de atividades complementares, na forma da Resolução nº 002/2009 e do Regulamento Complementar das Atividades Complementares dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Sul Brasil. 4.6 PROJETO INTEGRADOR Os Projetos Integradores na Faculdade Sul Brasil – FASUL, com respaldo legal, consistem em uma das práticas pedagógicas de caráter acadêmico-científicas e culturais que envolvem os conhecimentos teórico-práticos articuladores de conteúdos curriculares ministrados nas disciplinas/atividades cursadas em determinado período letivo. Consistindo, portanto, em uma das formas de integralização da carga horária dos cursos. 99 4.7 FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60 MINUTOS Conforme anexo. 4.8 ARTICULAÇÃO DO ENSINO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO E AS ESTRATÉGIAS 4.8.1 Políticas Institucionais/Curso de Pesquisa e de Iniciação Científica e suas Formas de Operacionalização A Faculdade Sul Brasil se propõe oferecer além de um ensino de qualidade, comprometerse também com a difusão do conhecimento, com a construção da cidadania e com o desenvolvimento social em nível regional, nacional e internacional. Com a preocupação de atender a esses princípios, uma das ações possíveis é viabilizar a integração entre ensino, pesquisa e extensão na organização da espiral curricular dos cursos. O ensino sem a produção do conhecimento torna-se mera reprodução de conhecimentos já estruturados e, portanto, ineficiente e de pouca validade para preparar um profissional para exercer suas atividades e sua cidadania em um mundo dinâmico e mutante como é o que estamos vivendo. Por sua vez, ensino e pesquisa sem extensão à comunidade limita a importância da pesquisa e abre grandes possibilidades de que a mesma não esteja voltada para a solução dos problemas que a sociedade enfrenta, tornando pouco eficiente o desempenho da instituição. Consciente da necessidade do avanço e da socialização do conhecimento, o corpo docente da Faculdade Sul Brasil prioriza em seu projeto educacional a integração do ensino e da pesquisa com as demandas da sociedade, num caminho de mão dupla, posto que, ao comprometer-se com as necessidades sociais, a academia tem muito a contribuir, mas tem também muito a aprender com a comunidade. Assim, o projeto pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio contempla o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem dentro de uma visão orgânica de currículo, procurando evitar dicotomias, entre as quais, a que se verifica entre ensino, pesquisa e extensão. Essas atividades separam-se apenas para efeito de planejamento e controle, uma vez que pesquisa e extensão num curso de graduação constituem-se em atividades de ensino. 100 Em outras palavras, a separação deve ser apenas formal. Não há momentos separados para aprender, para pesquisar e para estender conhecimentos à comunidade. Por isso, neste projeto, nem as atividades de pesquisa são previstas de modo divorciado do ensino, nem as atividades de extensão são colocadas como um terceiro momento. A imagem do tripé - ensino, pesquisa e extensão - continha uma concepção fragmentada que precisa ser superada. Assim, tanto atividades de pesquisa como de extensão, são atividades de ensino uma vez que sua finalidade principal é a formação do aluno, que no período da graduação necessita aprender a fazer pesquisa pesquisando, o mesmo ocorre com a extensão. Ao se recusar a entender ensino como mera transmissão de informações e conhecimentos prontos e acabados, assume-se uma concepção de ensino baseada em diálogo constante com o conhecimento, com a sua construção e renovação (pesquisa), processo que deve ocorrer nas relações com a prática social (extensão). A partir disso, pretende-se desenvolver ensino com pesquisa através dos seguintes mecanismos: - da iniciação científica, estimulando os alunos a desenvolver projetos e planos de negócios voltados às demandas da sociedade local e regional; - pela organização de semanas acadêmicas, jornadas de estudo, seminários, simpósios, congressos ou outros eventos, que possibilitem a discussão e apresentação de trabalhos e temas referentes à área de Agronegócios, bem como as pesquisas e atividades de extensão realizadas por docentes e discentes da Faculdade e de outras instituições; - facilitando a participação de docentes e discentes em eventos científicos, organizados por outras instituições ou entidades, cuja temática esteja afeta a área do curso; - possibilitando a integração de docentes e discentes em grupos de pesquisa e de extensão, com atuação local, regional, estadual e nacional no campo do Agronegócio; - organização curricular flexível ofertando, além das aulas, atividades acadêmicas complementares, aulas práticas, visitas técnicas, estágio curricular e extracurricular, atividades de monitoria, desenvolvimento de trabalhos monográficos, inserção dos acadêmicos em projetos de pesquisa e de extensão do corpo docente. Na Faculdade Sul Brasil a pesquisa é entendida como importante e necessária para qualificar as ações de ensino, em todas as áreas dos cursos de graduação que mantêm. Na perspectiva de melhorar a formação dos futuros profissionais, definiu como políticas de pesquisa: 101 - Manter um quadro docente qualificado não somente em titulação, mas também em experiência profissional na área. - Estruturar, gradativamente, núcleos de pesquisa em torno das áreas do saber dos cursos em funcionamento; - Buscar apoio em órgãos de fomento para implementar programas e projetos de pesquisa; - Incrementar as parcerias e os intercâmbios com outras instituições ou grupos de pesquisa; - Incentivar o surgimento de projetos de pesquisa vinculados às atividades de ensino; No sentido de operacionalizar as pesquisas demandadas no âmbito do Curso de Tecnologia em Agronegócio, será estruturado um núcleo de pesquisa em torno das áreas dos saberes do curso, onde os professores das respectivas disciplinas ministradas semestralmente deverão envolver-se com o trabalho de pesquisa. É fundamental que sejam realizadas estas pesquisas no campo do agronegócio, o que contribuirá para a viabilização da editora da Faculdade, o que certamente otimizará a divulgação dos conhecimentos científicos gerados pelos docentes e académicos do curso. O núcleo de pesquisa deverá, também, estimular os acadêmicos a subscreverem suas pesquisas produzidas nos mais diversos eventos científicos, pois será uma forma de divulgar os trabalhos para a sociedade. O colegiado do curso deverá assumir que os trabalhos deverão ser publicados, e isto será uma forma de estimular a criação de nossa revista científica. 4.8.2 Políticas Institucionais/Curso de Extensão e Formas de sua Operacionalização, com Ênfase à Formação Inicial e Continuada e à Relevância Social As atividades de extensão são importantes porque promovem o estreitamento das relações da instituição com a sociedade local e regional, ao mesmo tempo em que se articulam com o ensino e a pesquisa proporcionando maior qualidade e realidade ao processo de formação. A Fasul adotou como políticas de extensão: - Desenvolver a extensão como um processo importante para que o ensino supere a mera transmissão de saberes. 102 - Desenvolver projetos de extensão que aproximem a Faculdade da sociedade, pelo atendimento de suas necessidades em diferentes campos profissionais. - Implementar ações e projetos de relevância social. - Desenvolver projetos sequenciais de prestação de serviços em áreas demandas pela sociedade; - Expandir a prestação de serviços a diferentes segmentos da sociedade. 4.8.3 Centro de Análise em Agronegócios da FASUL (CAAF) O Centro de Análise de Agronegócios da FASUL é um ambiente externo, localizado no Sindicato Rural de Toledo. O CAAF possui uma sala exclusiva e equipada com computador, mesa, cadeiras e internet disponível para acesso do profissional de agronegócio. Esse Centro de Análises atua na sociedade elaborando Boletins informativos diários sobre o agronegócio. 4.9 A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 4.9.1 Concepção, Importância e Instrumentos de Avaliação A avaliação da aprendizagem é concebida como uma atividade pedagógica que deve acompanhar todo o processo de ensino-aprendizagem, realimentando-o continuamente. A avaliação alicerça-se na observação minuciosa e constante do processo, ensino-aprendizagem, utilizando os mais variados instrumentos de aferição. Nessa concepção, não se admite a possibilidade de se fazer a avaliação apenas através de instrumentos de medida, as provas ou outra modalidade, seja qual for sua natureza, mas através da observação de todas as atividades previstas no plano curricular do curso. No cumprimento dessa tarefa, os professores podem utilizar-se de todos os meios adequados e legítimos para aferir o crescimento do indivíduo durante o processo de ensino e aprendizagem. Entrementes, há a necessidade de se documentar o desempenho dos alunos, do qual se fará registro. As provas, nas modalidades em que se apresentarem, serão sempre um instrumento de diagnóstico para fundamentar o ato da avaliação. O julgamento final do aluno, em termos de aprendizagem e da consequente promoção, sempre da competência do professor, deve provir de 103 observações calcadas em instrumentos tecnicamente bem elaborados, para que reflitam a verdade sobre a qual se há de comparar o rendimento real do aluno em função das competências esperadas e descritas no Projeto Pedagógico do Curso. Nesse aspecto, os instrumentos de medida da aprendizagem são circunstanciais; vale dizer que o aluno não será reprovado ou promovido meramente em função de provas, mas em função de seu desempenho no conjunto das atividades escolares previstas no currículo pleno do curso. Para isso, serão permitidos todos os meios legítimos de sondagem do crescimento do aluno relativamente à sua postura no ambiente em que se insere e a aquisição das competências e das habilidades previstas no planejamento das disciplinas e das atividades. Para fazer avaliações pedagogicamente consistentes, cada ação docente precisa, a priori, estabelecer as competências a serem desenvolvidas, os objetivos e os fins a serem alcançados, definidos na fase do planejamento das disciplinas. Na Faculdade Sul Brasil os elementos envolvidos no processo ensino/aprendizagem assumem o compromisso de desenvolver a relação de competência/desempenho de forma institucionalizada. Essa relação de compromisso entre as partes envolvidas assegura ações mais eficazes no desenvolvimento da aprendizagem. Entende-se que as ações de todo o processo não são acidentais, mas planejadas e participativas. De qualquer forma, os instrumentos de avaliação assumem sempre a característica da pesquisa, cujos dados serão elementos para fundamentar a tomada de decisão, em conjunto com todas as observações realizadas durante o processo de ensino/aprendizagem. Por isso a avaliação é um processo transparente, em que todas as partes envolvidas têm sua cota de participação definida nesse mesmo processo, e se baseia em ações previamente programadas. - Avaliações presenciais e à distância: O Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio é um curso presencial. Assim posto, toda a avaliação de ensino e aprendizagem é presencial e não à distância. - Pesos das avaliações: O resultado das avaliações são expressões em notas de zero a dez, permitida apenas a fração de décimos. Não há ponderações entre as várias modalidades e instrumentos de avaliação. - Periodicidade das atividades de avaliação de ensino e aprendizagem: É da competência do docente elaborar e aplicar os instrumentos avaliativos e mensurar a construção, apropriação do conhecimento e o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes dos 104 seus alunos. Para tanto deve registrar no seu Plano de Ensino a periodicidade que varia de acordo com as peculiaridades dos conteúdos curriculares ministrados, os instrumentos e os procedimentos de cada avaliação. Estes planos de ensino são aprovados pelo Colegiado do Curso e homologados pelo Conselho Superior da Fasul. Em atendimento às normas regimentais, bimestralmente no semestre letivo, o professor encaminha à Secretaria Acadêmica a média das avaliações deste período. É aprovado o aluno que obter média igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) nos dois bimestres letivos e 75% de frequência. Entra em exame final o aluno que obtiver média inferior a 7,0 (sete vírgula zero) e igual ou superior a 3,0 (três vírgula zero) no semestre letivo, ficando reprovados, sem acesso ao exame final os que obtiverem média dos bimestres inferiores a 3,0 (três vírgula zero) ou frequência inferior a 75%. É aprovado no exame final o aluno que obtiver média de aprovação resultante da média aritmética entre a nota do exame e a média das notas bimestrais no mínimo igual a 5,0 (cinco vírgula zero). - Procedimentos e formas de avaliação do processo de ensino e aprendizagem: A avaliação de ensino e aprendizagem está focada na construção e apropriação do conhecimento e no desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes, bem como na frequência igual ou superior a 75%, as atividades acadêmicas de ensino articulada à pesquisa e à extensão. É continua (ao longo de todo o processo de ensino e aprendizagem) e cumulativa (resulta no bimestre das médias das notas das diversas avaliações desenvolvidas no período), utilizando os instrumentos os mais variados: assiduidade, participação, visitas técnicas, estudo de caso, seminários, provas, etc. Privilegia-se a avaliação individual, e estimula-se a avaliação em grupo pelo exercício da atuação em equipe, e caminha-se para consolidar a autoavaliação e as avaliações integradas agrupando componentes e conteúdos curriculares compatíveis. 4.9.2 Aspectos Regimentais Referentes à Avaliação de Aprendizagem As proposições regimentais em relação à avaliação da aprendizagem foram detalhadas em regulamento próprio, de modo a facilitar o trabalho dos Coordenadores de Curso na orientação aos professores e aos alunos. O Regulamento é parte integrante do documento institucional denominado “Organização, Gestão e Funcionamento do Ensino de Graduação”. 105 4.10 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM A infraestrutura de informática da Faculdade Sul Brasil está composta conforme descrito adiante: a) Estrutura de Laboratórios Em 2011 os computadores dos Laboratórios de Informática e Agência de Comunicação Integrada da FASUL foram substituídos por computadores novos. Atualmente, os laboratórios de informática encontram-se assim configurados: Laboratório I: Este laboratório possui uma área de 99,18 m² e dispõe de: 40 computadores Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E8400 3.0GHz 6MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa de vídeo 512MB ATI HD4550, Monitor 19 polegadas. 30 mesas, 60 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5, Adobe CS5 (Photoshop, Dreamweaver, InDesign, Ilustrator), Vetorh 5.5.1.20, MS Projetct 2010. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. Laboratório II: Possui uma área de 51,42 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 15 mesas, 35 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Eclipse Galileo 4.0, Netbeans 106 7.0, Jdk 6.26, Mysql server 5.1, PostgreSQL 9.1.2, SQL Power Architect 1.0.6, VisualG 2.0. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. Laboratório III: Possui uma área de 66,41 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 40 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Ubuntu 11.4, PostgreSQL 8.4 + Ferramenta PGAdmin, SQL Power Architect, Code Blocks, Eclipse Galileo,Netbeans 7.0, Jdk 6.26, Mysql server 5.1, VirtualBox, SQL Power Architect 1.0.6, Xamp. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. Laboratório IV: Este possui 30 m² e dispõe de: 21 computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Monitor 15.6 polegadas. 10 mesas, 21 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. Laboratório V: Conta com uma área de 103,05 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 45 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 107 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Domínio Contábil. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. Agência Experimental de Comunicação Integrada: O laboratório de informática da agência conta com 31,75 m² e dispõe de: 10 computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa de vídeo de 1GB GForce, Monitor 15.6 polegadas, Impressora Deskjet HP930. 07 mesas, 12 cadeiras. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5, Adobe CS5 (Photoshop, Dreamweaver, InDesign, Ilustrator). Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. Laboratório de Hardware: 99 m2 Possui 99 m² e atende atividades do Curso de Sistemas de Informação. Dispõe de: 11 computadores K6 II 500 MHz 256 Mb, monitores 14 polegadas, 20 cadeiras, 12 mesas grandes, e 1 mesa pequena, 2 armários, 01 quadro negro, ar condicionado. Softwares Disponíveis: Windows XP, Adobe Acrobat Reader, Winamp, ZipGenius, Turbo Pascal 1.5, Keil Micro Vision. Todos os computadores estão interligados em Rede e possui acesso a internet e Internet Wireless. b) Os Sistemas de Gerenciamento O Sagres é um software de gerenciamento acadêmico, destinado às instituições de ensino superior, que atua como instrumento de apoio à administração acadêmica devido a seu enfoque estratégico, contemplando os fundamentais aspectos de autoavaliação, tomada de decisão e planejamento acadêmico. Ele está dividido em alguns módulos. 108 Sagres Acadêmico: É o produto na área de administração acadêmica para ensino fundamental, médio e superior. Simples e flexível, é capaz de adequar-se a instituições de qualquer porte, desde uma escola ou uma pequena faculdade, até uma universidade multi-campi. O Sagres Acadêmico possui mais de 150 parâmetros de configuração, incorpora totalmente a LDB e pode administrar cursos em todos os seus formatos curriculares, sejam: seriado, por crédito, misto ou currículo livre. Vários procedimentos foram incorporados ao Sagres Acadêmico como: avaliação curricular automática, pré-matrícula, matrícula por turma e matrícula via WEB e automática através de integração com o Sagres Financeiro, entre outros. O Sagres Acadêmico ainda está subdividido em dois outros módulos que se encontram disponíveis na intranet/internet: - Sagres Terminal Professor – onde professores digitam as notas e as frequências de suas classes; - Sagres Portal Aluno – encontram-se disponível neste módulo para acesso dos alunos as seguintes informações: notas, frequência, consulta ao acervo bibliográfico, disciplinas cursadas, disciplinas não cursadas, atividades acadêmicas complementares, etc; O Sagres Acadêmico possui também um sistema de apoio ao atendimento da secretaria, onde alunos podem, via internet, solicitar emissão de atestados, declarações e outros serviços. Sagres Acervo: A minuciosa catalogação do acervo bibliográfico, o consequente acesso ao público leitor e a melhoria de qualidade no atendimento, junto às diversas atividades internas das bibliotecas, tornam fundamental a modernização deste núcleo de apoio às atividades acadêmicas. Totalmente compatível aos padrões MARC e AACR2, o SAGRES Acervo foi desenvolvido para oferecer aos bibliotecários recursos avançados de apoio à aquisição, catalogação, pesquisa, documentação bibliográfica e circulação, bem como aos leitores, recursos facilitados de pesquisa bibliográfica via internet. 109 Além das funcionalidades básicas de catalogação, circulação e consulta de obras, o SAGRES Acervo permite amplo controle do processo de aquisição de publicações, desde o cadastramento das sugestões pelos leitores, cotação de pedidos pelas bibliotecárias junto a fornecedores, fechamento de compras e recebimento dos exemplares. Leitores podem receber, via e-mail, mensagens sobre a chegada de novos títulos em suas áreas de interesse, efetuar reserva, verificar posicionamento em fila de reserva e notificação por atraso na entrega de exemplares. Sagres Financeiro: Incorpora todos os procedimentos necessários ao dia-a-dia do setor financeiro incluindo: Planejamento orçamentário, gerenciamento de contratos e modelos contratuais, faturamento, contas a receber (não exclusiva às mensalidades do alunado), contas a pagar, tesouraria, entre outros. Mesmo sendo um sistema de propósito geral, o Sagres Financeiro possui ampla integração com os fatos acadêmicos que podem determinar os valores das mensalidades, como curso, série, quantidade de disciplinas matriculadas, período de ingresso, dentre outros. Junto às mensalidades, poderá ser emitido um extrato com toda a movimentação que resultou no valor final, bem como o registro de débitos anteriores com valores atualizados. O Sagres Financeiro também oferece um mecanismo de apoio ao controle de bolsas de estudo das mais diversas ordens, incluindo-se FIES, bolsas próprias, de organismos externos e, até mesmo, convênios com empresas. O sistema ainda permite a confecção do planejamento orçamentário, com periodicidade definida pelo usuário, por centro de custos e plano de contas, podendo utilizar indicadores ou moeda indexada. Os gestores podem se beneficiar de consulta gráfica gerencial com análise "top-down" de receitas e despesas ao longo do tempo, comparando o previsto com o realizado. 110 Sagres Portal Web: O Sagres Portal Web é um espaço onde o Acadêmico pode acompanhar toda sua vida acadêmica na Fasul sem precisar sair de casa. Através dele, o aluno da Fasul tem acesso a Biblioteca da Instituição onde pode fazer reservas de obras, renovação de empréstimo e consultas ao Acervo. Também estão disponíveis todos os dados acadêmicos como acesso ao boletim, grade curricular, histórico escolar, consulta de pendências financeiras e outras funcionalidades. O aluno também pode fazer a solicitação de alguns serviços extras como declarações, cópia de documentos acadêmicos, vistas de prova, entre outros, sem precisar ir até a Secretaria Acadêmica. No que se Refere ao Desenvolvimento de Sistemas de Gerenciamento, nos anos de 2008, 2009, 2010 e 2011 foram desenvolvidas as seguintes ações para suporte ao gerenciamento e desenvolvimento de atividades acadêmicas: a) Sistema de Controle de Eventos – É um software desenvolvido pela FASUL, que visa realizar as inscrições online dos eventos promovidos pela Instituição e o controle de presença dos inscritos nos eventos; b) Sistema PAIF – Sistema que gerencia o Programa de Avaliação Institucional da FASUL foi ampliado no ano letivo de 2008. Atualmente o sistema possibilita que professores, acadêmicos e funcionários participem da autoavaliação institucional através do Portal da FASUL. O sistema gera um conjunto de relatórios diversificados, por curso, por turma e também por disciplinas que está sendo avaliada. À medida que as pessoas vão respondendo aos questionários o sistema atualiza os gráficos automaticamente. É uma excelente ferramenta de gestão dos cursos por parte dos Coordenadores de Curso, bem como para a Direção da IES; c) Sistema Publicações Online – Este software está sendo desenvolvido, visando divulgar os conteúdos científicos produzidos pelos acadêmicos dos diversos cursos da instituição e facilitar a correção de trabalhos por parte de orientadores. Após a conclusão deste sistema, os trabalhos publicados poderão ser pesquisados através dos campos: Nome do Autor, Título do Trabalho, Modalidade do Trabalho, Ano da Defesa, Curso, Palavra-chave, Nome do Orientador ou Nome do Avaliador; d) Instalação de um computador em todas as salas de aula da FASUL, para uso dos docentes e discentes. Com acesso a rede Wireless; 111 e) Webmail aos Acadêmicos e Professores/Coordenadores/Técnicos-administrativo - A FASUL disponibiliza a todos os Acadêmicos, Professores, Coordenadores e Técnicos-Administrativo o serviço de Webmail, o qual permite aos usuários enviar, receber e gerenciar seus e-mails através de um navegador que pode ser acessado de qualquer computador conectado a internet; f) SORE - Sistema Online de Reservas de Equipamentos, um software desenvolvido pela FASUL para informatizar o processo de reserva de espaços físicos da instituição. O SORE está disponível na internet, no site da FASUL – link <http://www.fasul.edu.br/sore>; g) SAGRES Portal/Material de Apoio - Através do Sagres Portal os professores da instituição podem disponibilizar aos alunos os materiais de suas aulas; h) Emissão de Certificados - um software também desenvolvido pela FASUL para disponibilizar através da internet os certificados e declarações dos eventos promovidos pela instituição. Para acessar o sistema Emissão de Certificados, abra o Portal FASUL (http://www.FASUL.edu.br), menu “Pesquisa e Extensão”, opção “Emissão de Certificados”. Segue o procedimento para a emissão do certificado e/ou declaração: 1. Informar o CPF do participante; 3. Pressionar o botão Verificar; 4. Serão apresentadas as informações do Evento e Registro, clique no link “Visualizar Certificado” ou “Visualizar Declaração” para abrir o arquivo PDF com o certificado ou declaração; i) Instalação de Internet Wireless em todas as dependências da Fasul. Para usufruir do serviço, o usuário deve dirigir-se ao Departamento de TI da faculdade juntamente com seu equipamento, para efetuar seu cadastro. Onde receberá um usuário e senha de acesso ao serviço; j) Troca dos computadores dos Laboratórios de Informática e Agência de Comunicação Integrada; k) Instalação de projetor multimídia, tela de projeção e som ambiente em todas as salas de aula da FASUL, para uso dos docentes e discentes; l) Implantação de um novo Datacenter, utilizando a Tecnologia de Virtualização, afim de melhorar a qualidade dos serviços prestados. Os serviços de informática que a Fasul presta na função-meio de maior relevância estão descritos por setor, como segue: 112 a) Departamento de Informática - Processamento do vestibular; confecção de carteirinhas para acadêmicos e crachás para professores e funcionários; assistência técnica aos computadores da Fasul; fornecimento dos programas para uso administrativo e universitário; suporte técnico para toda rede de computadores. Atendimento aos professores, alunos, funcionários e atendimento externo. b) Biblioteca - Os serviços da Biblioteca estão inteiramente informatizados; dos onze computadores disponíveis, cinco são usados pelos funcionários para catalogação e para atendimento aos alunos; os outros seis computadores são para o uso dos acadêmicos e professores para pesquisar, acessar o banco de dados dos livros cadastrados na Biblioteca, a informações da Secretaria Acadêmica e do Setor Financeiro. Todos os computadores estão conectados à Internet. c) Direção Geral - O computador é utilizado para o gerenciamento acadêmico da avaliação, da frequência, do controle de notas, banco de dados, etc., além de servir para trabalhos de natureza técnico-administrativa. d) Secretaria Acadêmica - Os serviços acadêmicos estão informatizados e são feitos com uso de seis computadores, onde são processados o cadastro e todo o controle acadêmico dos universitários, desde a matrícula, transferências, trancamentos, dependências, freqüências, avaliações, resultados de exames, até as informações sobre a vida acadêmica que os alunos desejarem obter. e) Tesouraria e Setor Financeiro - No atendimento aos alunos para pagamento de mensalidades e demais taxas acadêmicas são utilizadas três computadores em sala ampla e especialmente mobiliada para esses serviços, já, o Setor Financeiro, responsável pelas contas a pagar, dispõe de um computador. f) Logística - É utilizado um computador no setor, que controla todo sistema de compras da Fasul desde material de expediente até materiais e equipamentos dos laboratórios, além de fazer o controle de estoque, do veículo da Instituição e os Serviços de Limpeza. 113 g) Laboratórios - Todos os laboratórios dispõem de computadores para o suporte administrativo e técnico para as práticas desenvolvidas por professores e alunos. A Instituição dispõe de espaço físico e equipamentos audiovisuais que auxiliam os docentes e discentes em suas atividades acadêmicas. São vários espaços contendo equipamentos de Multimídia. São alguns deles: a) Auditório da FASUL Com cento e oitenta poltronas, equipado com ar-condicionado, multimídia e demais aparelhos de áudio, vídeo/tv, retro-projetores. b) Salas de Aula Nas salas de aula estão disponíveis para os professores aparelhos de áudio e multimídia, equipamentos esses que são fixos e fazem parte do mobiliário. Cada sala possui um computador. Existem também disponíveis em todas as salas de aula as telas para projeção de transparências e slides. A FASUL possui, ainda, outros equipamentos disponíveis que são direcionados às respectivas salas de aulas sempre que há necessidades, tais como: retroprojetor, flip-chart, aparelhos de DVD, aparelho de som microsystem, TV Coder. 4.11 METODOLOGIA DE ENSINO – COERÊNCIA ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM COM A CONCEPÇÃO DO CURSO A orientação metodológica a ser dada ao curso compreende o aluno como agente ativo do seu processo de formação. Nesse sentido, serão realizadas aulas teóricas visando à compreensão do conhecimento básico da área de atuação do Tecnólogo em Agronegócio; aulas práticas de laboratório, nas disciplinas que couber, buscando através da observação e experimentação uma compreensão aprofundada do conhecimento e dos fenômenos em estudo. Muitas vezes a organização curricular de cursos superiores dá-se de forma segmentada em dois polos: o teórico e 114 o prático. O teórico, desenvolvido na sala de aula, valoriza os conhecimentos teóricos, acadêmicos, atribuindo pouca importância para atividades práticas, igualmente fundamentais para o processo de formação. O segundo valoriza a prática, a experimentação, os estágios, desconsiderando a importância da dimensão teórica como base e fundamentação para seleção e análise de atividades práticas e ações interventivas. Esta postura revela, por um lado, uma compreensão aplicacionista da teoria, e, por outro, uma visão ativista da prática. Como se os cursos de formação profissional se constituíssem de momentos de prescrição e análise e de momentos de execução. No Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio a perspectiva é de superar esta concepção, compreendendo a prática como uma dimensão do conhecimento que está presente no processo de formação, nos momentos em que se trabalha na reflexão sobre a atividade profissional, bem como nos momentos em que se exercita a atividade profissional. Por isso, o princípio metodológico norteador é de que todo o fazer implica uma reflexão e toda a reflexão implica uma prática, ainda que nem sempre esta se materialize. E não se trata de explicitar qual dimensão deve ter prioridade ou deve ser o ponto de partida na formação profissional, uma vez que no processo de construção de sua autonomia intelectual o profissional deve saber, deve saber fazer e deve compreender aquilo que faz. Desta forma, as atividades práticas desenvolvidas no interior do curso não se constituem em atividades isoladas e desarticuladas. Elas são compreendidas como momentos do processo de formação onde o aluno interage com o conhecimento mediatizado pela realidade em situações que exigem que sejam colocados em uso os conhecimentos até então construídos, ao mesmo tempo em que mobilizam outros, de diferentes naturezas e oriundos de experiências diferentes e em diferentes tempos e espaços curriculares. Neste sentido, a organização curricular do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio propõe situações didático-pedagógicas nas quais os futuros profissionais articulam as dimensões teoria e prática, no interior das disciplinas discutindo temáticas apoiadas em exemplos de situações reais vivenciadas, nos seminários que poderão ser desenvolvidos, nas oficinas de formação profissional, se vierem a ser implementadas, nos estágios curriculares, nas atividades acadêmicas complementares, entre outros. No sentido de implementar as ações práticas, a Fasul deve buscar os meios de viabilizar a infraestrutura exigida de acordo com o Catálogo Nacional dos Cursos de Tecnologia, e para tanto 115 poderá viabilizar por meio de convênios de cooperação técnica e recíproca, com parceiros que atual nos mais variados setores do agronegócio regional. 5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Com relação ao Trabalho de Conclusão de Curso, não contempla no Projeto Pedagógico do Curso. Uma vez que é facultativo conforme o parecer CNE/CES Nº 239/2008. 5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE TCC Não se aplica ao Curso de Tecnologia em Agronegócio, embora a Fasul tenha sua política institucional sobre TCC. 6 ESTÁGIO SUPERVISIONADO Com relação ao Estágio Curricular Supervisionado, não contempla no Projeto Pedagógico do Curso. Uma vez que é facultativo conforme o parecer CNE/CES Nº 239/2008. 6.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Não se aplica ao Curso de Tecnologia em Agronegócio, embora a Fasul tenha sua política institucional sobre Estágio Supervisionado. 7 INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO a) Políticas de Ensino Conforme o Projeto Pedagógico Institucional (PDI) são políticas de ensino de graduação: - Manter elevados padrões de qualidade de ensino pela formação e qualificação do corpo docente; - Disponibilizar infraestrutura adequada para o processo de ensino e aprendizagem; 116 - Apoiar o processo de ensino em metodologias inovadoras que envolvam a interdisciplinaridade, que aliem teoria à prática e que utilizem os recursos da tecnologia. - Inovar os Projetos Pedagógicos dos cursos implementando uma estrutura curricular moderna que atenda à demanda atual do mundo do trabalho; - Aliar, sempre que possível, pesquisa, ensino e extensão de modo a garantir o desenvolvimento de atividades práticas no processo de formação profissional; - Integrar ao quadro de docentes profissionais com experiência e atuação no campo profissional dos cursos; - Direcionar recursos financeiros, de estrutura, pedagógicos e humanos de modo a contemplar, igualitariamente, todos os cursos; - Acompanhar e avaliar, periodicamente, os processos de ensino e demais procedimentos acadêmicos e administrativos; - Valorizar as potencialidades do estudante, desenvolvendo um processo formativo que oportunize o seu desenvolvimento; - Desenvolver ações de acompanhamento dos profissionais egressos dos cursos; - Integrar os cursos com a sociedade, com as redes de ensino, com empresas e organizações; - Expandir o ensino de graduação pela implantação de novos cursos voltados para a demanda local e regional. b) Políticas de Pesquisa Na FASUL a pesquisa é entendida como importante e necessária para qualificar as ações de ensino, em todas as áreas dos cursos de graduação que mantêm. Na perspectiva de melhorar a formação dos futuros profissionais, definiu-se como políticas de pesquisa: - Manter um quadro docente qualificado não somente em titulação, mas também em experiência profissional na área; - Definir linhas/áreas/grupos/núcleos de pesquisa em torno das áreas do saber dos cursos em funcionamento; - Buscar apoio em órgãos de fomento para implementar programas e projetos de pesquisa; 117 - Incrementar as parcerias e os intercâmbios com outras instituições ou grupos de pesquisa; - Incentivar o surgimento de projetos de pesquisa vinculados às atividades de ensino. c) Políticas de Extensão As atividades de extensão são importantes porque promovem o estreitamento das relações da instituição com a sociedade local e regional, ao mesmo tempo em que se articula com o ensino e a pesquisa, proporcionando maior qualidade e realidade ao processo de formação. A Fasul adotou como políticas de extensão: - Desenvolver a extensão como um processo importante para que o ensino supere a mera transmissão de saberes; - Desenvolver projetos de extensão que aproximem a Faculdade da sociedade, pelo atendimento de suas necessidades em diferentes campos profissionais; - Implementar ações e projetos de relevância social; - Desenvolver projetos sequenciais de prestação de serviços em áreas demandas pela sociedade; - Expandir a prestação de serviços a diferentes segmentos da sociedade. A articulação entre ensino, pesquisa e extensão na Fasul, a partir da definição de políticas orientadoras das atividades de ensino, pesquisa e extensão demonstra seguir os princípios claros em suas atividades acadêmicas, buscando oferecer além de um ensino de qualidade, comprometer-se também com a difusão do conhecimento, com a construção da cidadania e com o desenvolvimento social em nível regional, nacional e internacional. Com a preocupação de atender e implementar as políticas acima expressas, torna-se necessário viabilizar a integração entre ensino, pesquisa e extensão na organização da matriz curricular do curso. O ensino sem a produção do conhecimento torna-se mera reprodução de saberes já estruturado e, portanto, ineficiente e de pouca validade para a formação de um profissional capaz de exercer suas atividades e sua cidadania em um mundo dinâmico e mutante como é o que se está vivendo. Por sua vez ensino e pesquisa sem extensão à comunidade limitam a importância da pesquisa e com grandes possibilidades de que a mesma não esteja voltada para a 118 solução dos problemas que a sociedade enfrenta, tornando pouco eficiente o desempenho da instituição. Consciente da necessidade do avanço e da socialização do conhecimento a FASUL prioriza em seu projeto educacional a integração do ensino e da pesquisa com as demandas da sociedade, num caminho de mão dupla, posto que, ao comprometer-se com as necessidades sociais, a instituição tem muito a contribuir, mas tem também muito a aprender com a comunidade. Assim, nos projetos pedagógicos dos cursos da FASUL prevê-se o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem dentro de uma visão orgânica de currículo, procurando evitar dicotomias, e articulando, sempre que possível o ensino, a pesquisa e a extensão. O entendimento é de que a pesquisa e a extensão num curso de graduação constituem-se em atividades de ensino. A definição de extensão coloca-a como forma de articular ensino e pesquisa. E o entendimento é de não há momentos separados para aprender, para pesquisar e para estender conhecimentos à comunidade. Por isso, nem as atividades de pesquisa são previstas de modo divorciado do ensino, nem as atividades de extensão são colocadas como um terceiro momento. Assim, tanto atividades de pesquisa como de extensão, são atividades de ensino uma vez que sua finalidade é a formação do aluno, que no período da graduação necessita aprender a fazer pesquisa pesquisando, o mesmo ocorre com a extensão. Mecanismos institucionais que evidenciam a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão: nesta instituição desenvolve-se ensino com pesquisa através dos seguintes mecanismos: - através da iniciação científica; - pela organização de semanas acadêmicas, jornadas de estudo, ou outros eventos, que possibilitem a discussão e apresentação de trabalhos e temas referente aos curso, bem como as pesquisas e atividades de extensão realizadas por docentes e discentes da Faculdade e de outras instituições; - facilitando a participação de docentes e discentes em eventos científicos, organizados por outras instituições ou entidades, cuja temática esteja afeta a área do curso; - possibilitando a integração de docentes e discentes em grupos de pesquisa e de extensão, com atuação local, regional, estadual e nacional; 119 - organização curricular flexível ofertando, além das aulas, atividades acadêmicas complementares, aulas práticas, atividades de monitoria, desenvolvimento de trabalhos monográficos, inserção dos acadêmicos em projetos de pesquisa e de extensão do corpo docente. As atividades de pesquisa e de extensão na Fasul se desenvolverão a partir de certos pressupostos, dentre os quais os principais são: - compromisso com a produção e difusão do conhecimento e do avanço científico e cultural através da pesquisa científica de qualidade; - concepção de extensão como um processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre instituição de ensino superior e a sociedade; - esforço institucional no sentido de viabilizar ensino de qualidade, pela contratação de docentes titulados e pela instalação de infraestrutura adequada para o desenvolvimento das atividades acadêmicas; - direcionamento de projetos de pesquisa e atividades de extensão para problemáticas locais e regionais, sem, contudo, perder a relação com as questões amplas e universais da produção do conhecimento científico nesta área do saber. 8 CORPO DOCENTE 8.1 PERFIL DO CORPO DOCENTE As diretrizes para fixação da política de pessoal docente da Faculdade Sul Brasil estão expressas no seu PDI que se encontra em vigência. Fato notório é que o atual PDI encontra-se em fase de reestruturação. O documento existente e o novo são resultados de um processo de construção coletiva da identidade institucional, aprovado pelo seu Conselho Superior. Os cursos de capacitação continuada estão previstos no Regimento Interno, Título V, Capítulo I, § 4º e ainda no Plano de Desenvolvimento Institucional, visando apoiar e incentivar seus docentes à participação em cursos de pós-graduação e outros, como: seminários, congressos, eventos técnicos e científicos, produção e publicação acadêmicas. São ofertados todos os anos 120 através do Projeto Institucional, Cursos de Formação de caráter pedagógico, visando instrumentalizar o docente para as ações de ensino, bem como despertar o desenvolvimento de competências nos relacionamentos interpessoais dos participantes e contribuir para melhorar a atuação didática e pedagógica dos professores junto aos alunos. A Fasul oferta cursos de especialização Lato Sensu, entre eles o de Metodologia do Ensino Superior também para atender as necessidades do seu corpo docente. A Fasul realiza efetivo apoio à produção científica, técnica, pedagógica e cultural, através da coordenação do curso e mais especialmente através da Coordenação de Pesquisa e Extensão (COOPEX), que tem estabelecido uma política de incentivo e apoio à pesquisa, à extensão, à produção científica e às publicações. Ainda, há estímulo para o desenvolvimento de projetos científicos, bolsas especiais, promoção de congressos e seminários, intercâmbio com outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas em meios internos e externos de comunicação. a) Ações de Apoio Pedagógico aos Docentes O apoio didático-pedagógico aos docentes do Curso se efetiva de diversas formas: no contato permanente, quase diário, com a Coordenação do Curso, no relacionamento, quando necessário, com a Coordenação Pedagógica da Instituição, pela interação com os setores internos de apoio a docentes e discentes como: Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e Centro de Atendimento a Educação Especial (CAAE) e pelos demais setores administrativos como, a Biblioteca Central, Secretaria Acadêmica e o Departamento de Informática e seus laboratórios. A Atuação da Coordenação do Curso As atribuições da Coordenação do Curso e o estilo de relacionamento com os docentes se dá em base ao previsto no Regimento Interno, normalmente se realiza em reuniões. Contudo, também ocorrem orientações informais, sempre que o docente sentir necessidade. A Coordenação do Curso permanece na Instituição nos horários de funcionamento do curso, supervisionando a realização das atividades e encaminhando questões relativas às necessidades dos docentes. 121 A Atuação da Coordenação Pedagógica Em relação à Coordenação Pedagógica, está prevista em regimento interno e está devidamente instituída na Faculdade. É responsável pela assessoria didático-pedagógica aos docentes e discentes. O Núcleo de Apoio ao Estudante e o Centro de Apoio a Educação Especial O Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e o Centro de Apoio a Educação Especial (CAEE) são instâncias voltadas ao estudante, mas que também acabam apoiando os docentes. Através do CAEE, por exemplo, os professores são orientados para melhor atuarem junto a alunos portadores de necessidades especiais. O NAE orienta os docentes a como atuar junto a alunos com dificuldades de aprendizagem. Projeto Pedagógico do Curso O projeto pedagógico do curso está disponível, na versão on-line, aos docentes, na Direção Geral, na Biblioteca, na Secretaria Acadêmica, na Coordenação Pedagógica e na Coordenação de Curso. O mesmo é analisado e avaliado a cada início de semestre em reuniões de Colegiado de Curso, quando são discutidos os pontos que são passíveis de reformulação. Planos de Ensino A Instituição adota um modelo padrão de plano de ensino contendo os tópicos: Dados de Identificação, Ementa, Objetivos, Programa/Conteúdos, Metodologia, Critérios/Formas de Avaliação, Bibliografia Básica e Bibliografia Complementar. Os docentes das disciplinas elaboram os respectivos planos que são apresentados, analisados, discutidos e aprovados em reuniões de Colegiado de Curso. A diretriz central das orientações e discussões, tanto do Projeto Pedagógico quanto sobre os Planos de Ensino, é a coerência entre a concepção teórico-metodológica e as práticas pedagógicas implementadas na integralização curricular, destacando a necessária 122 interdisciplinaridade e a unidade entre teoria e prática. Antes de iniciar o período letivo de cada semestre é proporcionado aos professores recém-contratados pela instituição, uma Oficina de Plano de Ensino. Este momento é coordenado por uma professora de didática que os orienta quanto a sua elaboração e a relação com o Projeto Pedagógico do Curso em que irão lecionar Após a aprovação os planos de ensino são disponibilizados aos discentes através do Portal Sagres. Sistema de Comunicação A comunicação interna nas instituições é sempre um grande desafio. O corpo docente da Faculdade Sul Brasil tem acesso às informações por mecanismos diversos como: informação repassada, por escrito, via memorandos on-line, colocados em escaninhos individuais dos docentes; a comunicação via e-mail. É feita também a divulgação de eventos, matérias relevantes sobre diversas temáticas nos murais da Faculdade. Muitas informações sobre o curso e a instituição estão disponíveis na Internet e são divulgados nos Jornais da FAG e da Fasul e em veículos de comunicação como a emissora de rádio própria da Fasul – a Rádio Educativa Fasul e as demais rádios e jornais da cidade. Ainda, é utilizado o sistema de repasse das atas das Reuniões de Serviço, enviadas por e-mail para todos os setores e afixadas em mural. Equipamentos à Disposição dos Docentes A Instituição dispõe de espaço físico e equipamentos audiovisuais que auxiliam os docentes em suas atividades acadêmicas. Há uma sala de professores ampla com mesas, cadeiras, escaninhos, computadores em rede e Internet disponível em três turnos, para uso dos professores. A Instituição disponibiliza, ainda, um auditório com cento e oitenta poltronas, equipado com multimídia e todos os acessórios necessários para uma perfeita comunicação com o público. As salas de aula estão equipadas com aparelho multimídia fixo e computador para o uso do professor no transcorrer das aulas, além dos laboratórios de informática. 123 Biblioteca Central A biblioteca está instalada no Bloco "A" e ocupa uma área de 600m2. As salas são bem iluminadas e refrigeradas, com ar condicionado. O acervo da biblioteca central possui mais de 26.000 volumes e, aproximadamente, 80 assinaturas de periódicos. Possui sete salas de estudo com mesas, onze cabines individuais para estudo, uma sala de vídeo e uma sala para consultas em periódicos. Possui, também, seis terminais para consulta de empréstimos on-line, bem como acesso a Internet. O acervo da Biblioteca está dividido por áreas específicas do conhecimento. Conta com periódicos de conhecimentos gerais, clássicos e livros específicos de cada área e disciplina. A Biblioteca da Fasul é constantemente atualizada mediante aquisição de livros e assinaturas de periódicos, com vistas a atender às demandas de pesquisas de todas as disciplinas dos cursos de graduação e pós-graduação que são ofertados pela Fasul. A política de atualização e expansão do acervo é uma realidade baseada no suprimento das necessidades surgidas pelos cursos em funcionamento e de futuros cursos. O acervo é catalogado pelo Sistema de Classificação Decimal Dewey (CDD), AACR2 e Tabela Cutter-Sanborn. Todo o acervo da biblioteca está disponível em um sistema informatizado, onde o usuário pode, pela Internet (Portal Aluno), consultar e efetuar reservas de obras e renovações de empréstimos por duas vezes, sem sair de casa. Há seis computadores conectados à Internet para professores e alunos realizarem pesquisas, elaboração/produção de textos, acessar o acervo bibliográfico e fazer reservas e renovações. A Biblioteca mantém intercâmbio via acesso remoto Comut, com base de dados científicos e com bibliotecas especializadas. A Biblioteca está aberta a toda a comunidade para efetuar consultas locais a todo o acervo. O acesso é livre para escolher o material na estante e manuseá-lo, porém, o empréstimo é exclusivo para alunos, professores e funcionários. Todas as obras com mais de um exemplar são passíveis de empréstimo. Cada estante que acomoda o acervo é devidamente identificada para uma melhor localização das obras. 124 Serviços de Fotocópias A Instituição disponibiliza serviços de multiplicação de trabalhos de avaliação, via impressora e foto-copiadora à disposição dos professores, bem como a multiplicação de textos e outros materiais necessários ao desenvolvimento das aulas. Secretaria Acadêmica A Secretaria Acadêmica orienta os docentes quanto ao preenchimento do Diário de Classe, a importância deste documento para os acadêmicos e para a instituição. Também, orienta quanto à legislação educacional em vigor no que se refere à matrícula e rematrícula de alunos, transferências, aproveitamento de estudos, direitos da aluna gestante, sistema de avaliação, promoção e reprovação em disciplinas, entre outros. Laboratório de Informática Os laboratórios de informática da instituição estão disponíveis para os docentes ministrarem suas aulas, mediante agendamento e reserva de horários. Um dos laboratórios é de uso constante dos acadêmicos, para consultas ao Sagres Portal, acervo bibliográfico, solicitação de serviços à Secretaria Acadêmica, Internet, digitação de trabalho e outras atividades pertinentes a sua vida acadêmica. Os professores dispõem de terminais na sala dos professores, para digitação de trabalhos e lançamento de notas e faltas, no Sistema Sagres. A atividade de lançamento de notas e faltas pode ser feita também em sua residência, via Internet, direto no Sistema Sagres. 8.2 PRODUÇÃO CIENTÍFICA A Fasul realiza efetivo apoio à produção científica, técnica, pedagógica e cultural, através da coordenação do curso e mais especialmente através da Coordenação de Pesquisa e Extensão (COOPEX), que tem estabelecido uma política de incentivo e apoio à pesquisa, à extensão, à produção científica e às publicações. Ainda, há estímulo para o desenvolvimento de projetos 125 científicos, bolsas especiais, promoção de congressos e seminários, intercâmbio com outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas em meios internos e externos de comunicação. No sentido de operacionalizar as pesquisas demandadas no âmbito do Curso de Tecnologia em Agronegócio, será estruturado um núcleo de pesquisa em torno das áreas dos saberes do curso, onde os professores das respectivas disciplinas ministradas semestralmente deverão envolver-se com o trabalho de pesquisa. É fundamental que sejam realizadas estas pesquisas no campo do agronegócio, o que contribuirá para a viabilização da editora da Fasul, o que certamente otimizará a divulgação dos conhecimentos científicos gerados pelos docentes e acadêmicos do curso. O núcleo de pesquisa deverá, também, estimular os acadêmicos a subscreverem suas pesquisas produzidas nos mais diversos eventos científicos, pois será uma forma de divulgar os trabalhos para a sociedade. O colegiado do curso deverá assumir que os trabalhos deverão ser publicados, e isso será uma forma de estimular a criação de nossa revista científica. 8.3 APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO A Fasul, no intuito de garantir qualidade ao ensino e às demais atividades acadêmicas, disponibiliza aos acadêmicos uma estrutura física e de materiais condizentes para que a qualidade efetivamente ocorra. Contudo, preocupa-se, ainda mais, com a dimensão pedagógica das atividades que desenvolve. Por isso, instituiu diversos mecanismos que visam apoiar acadêmicos, professores e gestores na concretização dos objetivos e metas propostos. O apoio didático-pedagógico aos docentes do Curso se efetiva de diversas formas: no contato permanente, quase diário, com a Coordenação do Curso, no relacionamento, quando necessário, com a Coordenação Pedagógica da Instituição, pela interação com os setores internos de apoio a docentes e discentes como: Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e Centro de Atendimento a Educação Especial (CAAE), Projeto de Apoio aos Coordenadores (PAC) e pelos demais setores administrativos como, a Biblioteca Central, Secretaria Acadêmica e o Departamento de Informática e seus laboratórios. 126 8.4 PLANO DE CAPACITAÇÃO Além do Projeto de Apoio aos Coordenadores, que é desenvolvido pela Coordenação Pedagógica no transcorrer dos semestres letivos, a Fasul desenvolve também, junto aos Coordenadores, um trabalho de assessoria prestado por consultores externos. Outra atividade de capacitação do corpo docente são as semanas pedagógicas que são realizadas semestralmente. Aos docentes novos e contratados pela Instituição é assegurado treinamento do Departamento de Informática sobre a operacionalização do portal sagres como ferramenta de gestão acadêmica. Outro aspecto a ser ratificado é o fato de que todos os professores são estimulados a cursarem a pós-graduação na área de docência do ensino superior, como forma e manter um processo de formação continuada, curso esse oferecido anualmente pela Coordenação de PósGraduação da Fasul. 9 CORPO DISCENTE 9.1 MONITORIA ACADÊMICA O programa de Monitoria Acadêmica foi implantado visando oportunizar aos discentes possibilidades de aperfeiçoamento pessoal e em alguns casos, até profissional, em especial no que tange à pesquisa e ao ensino. As finalidades, organização e funcionamento da monitoria acadêmica estão expressos em regulamento próprio. 9.2 APOIO PSICOPEDAGÓGICO O apoio psicopedagógico ao discente e a orientação acadêmica no que diz respeito a sua vida escolar e a sua aprendizagem são preocupações centrais desta instituição, uma vez que o bom desempenho, a aprendizagem significativa e a profissionalização do acadêmico figuram entre as metas institucionais. Por isso, além dos recursos e mecanismos usuais para o desenvolvimento das aulas, a Faculdade Sul Brasil coloca à disposição dos acadêmicos setores 127 específicos para auxiliá-los em possíveis dificuldades referentes à vida acadêmica e à aprendizagem. O apoio psicopedagógico ao discente e a orientação acadêmica no que diz respeito a sua vida escolar e a sua aprendizagem são preocupações centrais desta instituição, uma vez que o bom desempenho, a aprendizagem significativa e a profissionalização do acadêmico figuram entre as metas institucionais. Por isso, além dos recursos e mecanismos usuais para o desenvolvimento das aulas, a Faculdade Sul Brasil coloca à disposição dos acadêmicos, setores específicos para auxiliá-los em possíveis dificuldades referentes à vida acadêmica e à aprendizagem. 9.2.1 A Atuação da Coordenação do Curso De acordo com o artigo 32 do Regimento Interno da Fasul, compete ao Coordenador apoiar e acompanhar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem e, dentre outras atribuições, atender e orientar os alunos do curso nas mais variadas demandas. Quando ocorrer casos detectados de demandas nesta área, o coordenador do curso encaminha os alunos para receber o apoio psicopedagógico. 9.2.2 A Atuação da Coordenação Pedagógica As demandas de atendimento psicopedagógico geradas na instituição, inclusive do curso de agronegócio, a Coordenação Pedagógica organiza a agenda de atendimento, detectando os casos de maior urgência, e os discentes são encaminhados ao NAE. 9.2.3 O Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e o Centro de Apoio à Educação Especial (CAEE) O Núcleo de Atendimento ao Estudante (NAE) atua em duas dimensões: no atendimento propriamente dito que entre outros objetivos busca orientar ou encaminhar para análise ou parecer técnico, os assuntos da vida acadêmica do aluno que sejam problemas ou necessidades 128 relacionados às providências legais, acadêmicas, financeiras ou de expediente. Esta função é cumprida pelo profissional que ocupa o cargo na Coordenação Pedagógica da Instituição. A outra dimensão de atuação do NAE coloca à disposição do acadêmico atendimento psicopedagógico, com orientações e encaminhamentos de situações de acadêmicos com dificuldades de aprendizagem. São objetivos e atribuições do NAE no que se refere ao atendimento psicopedagógico conforme Resolução 08/04, do Conselho Superior da Faculdade Sul Brasil. A Instituição, também, instituiu o Centro de Apoio a Educação Especial (CAEE), cuja finalidade é prestar assistência e orientações aos acadêmicos portadores de necessidades educativas especiais. O CAEE também orienta docentes em relação à sua atuação profissional com alunos especiais. 9.2.4 Ouvidoria A Ouvidoria direciona seu atendimento a dois tipos de usuários: externo e interno. O usuário externo é todo indivíduo, grupo ou entidade pública ou privada, que demanda ou possa vir a demandar dos serviços oferecidos pela Instituição e seus parceiros. O usuário interno é o aluno, o funcionário e o professor da Faculdade. A Ouvidoria atua segundo o Código de Ética, pautando seu trabalho pela legalidade, legitimidade, imparcialidade, moralidade, probidade e publicidade. Sempre dando retorno ao seu usuário. A criação da ouvidoria permite à Instituição conhecer as opiniões da comunidade interna e da sociedade referente à Faculdade e, da melhor forma possível, solucionar os problemas e dar respostas a dúvidas, críticas e sugestões. Esta é uma oportunidade de aprimoramento administrativo e de implementação do desenvolvimento institucional. O atendimento da ouvidora se dá por meio do site da IES, telefone ou pessoalmente. 9.3 NIVELAMENTO A Faculdade Sul Brasil desenvolve ações voltadas para a recuperação das deficiências de formação do iniciante, uma vez que as dificuldades de aprendizagem normalmente são decorrentes da falta de base dos alunos. Os problemas que esta realidade traz para o 129 desenvolvimento das atividades de ensino e aprendizagem são temas sempre presentes nas reuniões pedagógicas realizadas na Instituição, resultando destes debates a necessidade e a importância do desenvolvimento de ações para o enfrentamento da problemática. É elevado o número de alunos que ingressam nos Cursos Superiores apresentando sérias dificuldades de aprendizagem dos conteúdos propostos nos programas curriculares das disciplinas. As dificuldades vão desde a inexistência de conhecimentos nas disciplinas que estruturam a aprendizagem no ensino superior tais como: Língua Portuguesa, Matemática, Estatística, Biologia, Química, Física e conhecimentos gerais. São sérias as dificuldades de leitura, interpretação e produção de textos, habilidades importantes para o bom desempenho no ensino superior. Este fator colocou a necessidade de que a Faculdade criasse as condições para que os alunos pudessem acompanhar as atividades propostas e desenvolver as habilidades e competências necessárias para o exercício da futura profissão, sem prejuízo no tempo de conclusão do curso e com o maior aproveitamento do processo de ensino e aprendizagem. Assim sendo, as dificuldades e deficiências dos acadêmicos no inicio do curso são tratadas no processo ensino e aprendizagem de diversas formas: os docentes são orientados a dedicar maior atenção aos acadêmicos que manifestam dificuldades. Cada professor, ao diagnosticar os níveis de leitura, compreensão, interpretação de textos, bem como os níveis de elaboração do texto escrito e da oralidade, orienta individualmente os acadêmicos, sugerindo medidas de superação de suas dificuldades e acompanha as mudanças que o mesmo vai demonstrando nas dificuldades e deficiências percebidas. A avaliação é processual, formativa e contínua e leva em consideração os tempos e níveis de aprendizagem de cada aluno. A parte interessante e relevante do processo é a autoconsciência que o aluno adquire das suas dificuldades e das formas de superação. Outra forma de enfrentamento do problema foi à organização e oferta de projetos, contendo atividades de nivelamento em leitura e produção de texto e em matemática. O Programa de Acompanhamento Psicopedagógico, em funcionamento na Instituição, auxilia os acadêmicos no enfrentamento de seus problemas de aprendizagem, bem como orienta Coordenadores de Curso e professores nesta área. 130 9.4 EGRESSOS A palavra Conexão significa ligação, união: “A verdade é que a conexão viva entre o presente e o passado, não pode ser abandonada, sob o risco da ruptura de interesse mútuo entre a história e a sociedade” (José Honório Rodrigues, Vida e História, p. 53). É exatamente isso que a Faculdade Sul Brasil pretende manter com seus ex-alunos: um ponto de ligação e para isso criou o programa de relacionamento e de comunicação, chamado Blog do Egresso. 9.4.1 O Programa de Acompanhamento ao Aluno Egresso Este site pretende desencadear um processo de comunicação entre os egressos, mediante um sistema de rede de relacionamentos, objetivando manter os ex-alunos informados e conscientes da necessidade e importância da formação continuada; pretende mantê-los informados sobre a programação acadêmica e cultural da Instituição, visando motivá-los a participar da mesma. Este blog é também um mecanismo de acompanhamento institucional dos acadêmicos egressos, pretende obter informações sobre a sua inserção no mercado de trabalho, avaliações e análises da atuação profissional, bem como avaliações do curso realizado. Pretende também informar nichos de mercado disponíveis e empresas contratantes de profissionais de nível superior, nas áreas dos cursos de graduação. Considera-se importante acompanhar a vida profissional dos ex-alunos, porque as informações resultantes podem subsidiar discussões internas aos cursos, visando qualificá-los em função da realidade e dos saberes necessários à boa execução da atividade profissional. O acompanhamento ao egresso se concretiza através de diferentes mecanismos: através do Portal da Fasul, na Internet, em espaço próprio para Egressos, no qual o ex-aluno encontra informações, orientações, programações específicas dirigidas a ele. Neste espaço ele também consegue estabelecer comunicação com a Faculdade, enviando solicitações, respondendo informações solicitadas, entre outras. Outro mecanismo é a atualização constante de endereços, para viabilizar o envio de material impresso, de natureza e interesse diverso da Instituição e da Coordenação de Curso. A formação continuada e a avaliação do desempenho institucional frente ao mercado de trabalho são as questões centrais do programa de acompanhamento de egressos. 131 10 INFRAESTRUTURA A estrutura física da Fasul é um lugar agradável, com espaços e ambientes que propiciam conforto e segurança. As Instalações são adequadas para o desenvolvimento das atividades de ensino, de pesquisa, de extensão e de convivência. As instalações estão sendo gradativamente construídas de acordo com o Plano Diretor. O projeto completo da FASUL, quando concluído, totalizará instalações de uma área geral de 5.186,30 m2 de construções, sendo as principais instalações: 6 Blocos (1 a 6), Biblioteca, Teatro e Centro Cultural, Ginásio Esportivo / Capela, Prédio de Jornalismo Rádio e TV. 10.1 ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA A infraestrutura de informática da Faculdade Sul Brasil está composta conforme descrito a seguir: Em 2011 os computadores dos Laboratórios de Informática e Agência de Comunicação Integrada da FASUL foram substituídos por computadores novos. Atualmente, os laboratórios de informática encontram-se assim configurados: 10.1.1 Equipamentos de Informática a) Laboratório I Este laboratório possui uma área de 99,18 m² e dispõe de: 40 computadores, mais 20 lugares para computadores portáteis, Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E8400 3.0GHz 6MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa de vídeo 512MB ATI HD4550, Monitor 19 polegadas. 30 mesas, 60 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5, Adobe CS5 (Photoshop, Dreamweaver, InDesign, Ilustrator), Vetorh 5.5.1.20, MS Projetct 2010. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. Software específico para disciplina de Estatística. 132 b) Laboratório II Possui uma área de 51,42 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 15 mesas, 35 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, Java 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Eclipse Galileo 4.0, Netbeans 7.0, Jdk 6.26, Mysql server 5.1, PostgreSQL 9.1.2, SQL Power Architect 1.0.6, VisualG 2.0. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. c) Laboratório III Possui uma área de 66,41 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 40 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Ubuntu 11.4, PostgreSQL 8.4 + Ferramenta PGAdmin, SQL Power Architect, Code Blocks, Eclipse Galileo,Netbeans 7.0, Jdk 6.26, Mysql server 5.1, VirtualBox, SQL Power Architect 1.0.6, Xamp. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. d) Laboratório IV Este possui 30 m² e dispõe de: 21 computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Monitor 15.6 polegadas. 10 mesas, 21 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash 133 Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. e) Laboratório V Conta com uma área de 103,05 m² e dispõe de: 30 computadores Dell Optiplex 380 Processador Intel Core 2 Duo E7500 2.9GHz 3MB cache, Memória 4GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa gráfica integrada Intel GMA 4500, Monitor 19 polegadas. 12 mesas, 45 cadeiras e ar condicionado. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Domínio Contábil. Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. f) Agência Experimental de Comunicação Integrada O laboratório de informática da agência conta com 31,75 m² e dispõe de: 10 computadores Atlhon X2 2.9GHz, Memória 3GB, HD 250GB, Gravador de DVD, Placa de vídeo de 1GB GForce, Monitor 15.6 polegadas, Impressora Deskjet HP930. 07 mesas, 12 cadeiras. Softwares disponíveis: Windows 7, Microsoft Office 2010, JaVa 6.26, Adobe Reader 10.1, DoPDF 7.2, Firefox 5.0, Google Chrome, Media Codec Pack 7.2, ZipGenius Suite 6.3.2, Flash Internet Explorer 10.3, Flash Chrome e Firefox 10.3, Corel X5, Adobe CS5 (Photoshop, Dreamweaver, InDesign, Ilustrator). Internet em todos os computadores interligados em Rede e Internet Wireless. g) Laboratório de Hardware: 99 m2 Possui 99 m² e atende atividades do Curso de Sistemas de Informação. Dispõe de: 11 computadores K6 II 500 MHz 256 Mb, monitores 14 polegadas, 20 cadeiras, 12 mesas grandes, e 1 mesa pequena, 2 armários, 01 quadro negro, ar condicionado. Softwares Disponíveis: Windows XP, Adobe Acrobat Reader, Winamp, ZipGenius, Turbo Pascal 1.5, Keil Micro Vision. Todos os computadores estão interligados em Rede e possui acesso a internet e Internet Wireless. 134 10.1.2 Os Sistemas de Gerenciamento O SAGRES é um software de gerenciamento acadêmico, destinado às instituições de ensino superior, que atua como instrumento de apoio à administração acadêmica devido a seu enfoque estratégico, contemplando os fundamentais aspectos de autoavaliação, tomada de decisão e planejamento acadêmico. Ele está dividido em alguns módulos: a) Sagres Acadêmico É o produto na área de administração acadêmica para ensino fundamental, médio e superior. Simples e flexível, é capaz de adequar-se a instituições de qualquer porte, desde uma escola ou uma pequena faculdade, até uma universidade multi-campi. O Sagres Acadêmico possui mais de 150 parâmetros de configuração, incorpora totalmente a LDB e pode administrar cursos em todos os seus formatos curriculares, sejam: seriado, por crédito, misto ou currículo livre. Vários procedimentos foram incorporados ao Sagres Acadêmico como: avaliação curricular automática, pré-matrícula, matrícula por turma e matrícula via WEB e automática através de integração com o Sagres Financeiro, entre outros. O Sagres Acadêmico ainda está subdividido em dois outros módulos que se encontram disponíveis na intranet/internet: - Sagres Terminal Professor – onde professores digitam as notas e as frequências de suas classes; - Sagres Portal Aluno – encontram-se disponível neste módulo para acesso dos alunos as seguintes informações: notas, freqüência, consulta ao acervo bibliográfico, disciplinas cursadas, disciplinas não cursadas, atividades acadêmicas complementares, etc; O Sagres Acadêmico possui também um sistema de apoio ao atendimento da secretaria, onde alunos podem, via internet, solicitar emissão de atestados, declarações e outros serviços. 135 b) Sagres Acervo A minuciosa catalogação do acervo bibliográfico, o consequente acesso ao público leitor e a melhoria de qualidade no atendimento, junto às diversas atividades internas das bibliotecas, tornam fundamental a modernização deste núcleo de apoio às atividades acadêmicas. Totalmente compatível aos padrões MARC e AACR2, o SAGRES Acervo foi desenvolvido para oferecer aos bibliotecários recursos avançados de apoio à aquisição, catalogação, pesquisa, documentação bibliográfica e circulação, bem como aos leitores, recursos facilitados de pesquisa bibliográfica via internet. Além das funcionalidades básicas de catalogação, circulação e consulta de obras, o SAGRES Acervo permite amplo controle do processo de aquisição de publicações, desde o cadastramento das sugestões pelos leitores, cotação de pedidos pelas bibliotecárias junto a fornecedores, fechamento de compras e recebimento dos exemplares. Leitores podem receber, via e-mail, mensagens sobre a chegada de novos títulos em suas áreas de interesse, efetuar reserva, verificar posicionamento em fila de reserva e notificação por atraso na entrega de exemplares. c) Sagres Financeiro Incorpora todos os procedimentos necessários ao dia-a-dia do setor financeiro incluindo: Planejamento orçamentário, gerenciamento de contratos e modelos contratuais, faturamento, contas a receber (não exclusiva às mensalidades do alunado), contas a pagar, tesouraria, entre outros. Mesmo sendo um sistema de propósito geral, o Sagres Financeiro possui ampla integração com os fatos acadêmicos que podem determinar os valores das mensalidades, como curso, série, quantidade de disciplinas matriculadas, período de ingresso, dentre outros. Junto às mensalidades, poderá ser emitido um extrato com toda a movimentação que resultou no valor final, bem como o registro de débitos anteriores com valores atualizados. O Sagres Financeiro também oferece um mecanismo de apoio ao controle de bolsas de estudo das mais diversas ordens, incluindo-se FIES, bolsas próprias, de organismos externos e, até mesmo, convênios com empresas. 136 O sistema ainda permite a confecção do planejamento orçamentário, com periodicidade definida pelo usuário, por centro de custos e plano de contas, podendo utilizar indicadores ou moeda indexada. Os gestores podem se beneficiar de consulta gráfica gerencial com análise "top-down" de receitas e despesas ao longo do tempo, comparando o previsto com o realizado. d) Sagres Portal Web O Sagres Portal Web é um espaço aonde o Acadêmico pode acompanhar toda sua vida acadêmica na Fasul sem precisar sair de casa. Através dele, o aluno da Fasul tem acesso a Biblioteca da Instituição onde pode fazer reservas de obras, renovação de empréstimo e consultas ao Acervo. Também estão disponíveis todos os dados acadêmicos como acesso ao boletim, grade curricular, histórico escolar, consulta de pendências financeiras e outras funcionalidades. O aluno também pode fazer a solicitação de alguns serviços extras como declarações, cópia de documentos acadêmicos, vistas de prova, entre outros, sem precisar ir até a Secretaria Acadêmica. 10.2 OS SERVIÇOS PRESTADOS PELA TI No período de 2008 a 2011 foram desenvolvidas as seguintes ações para suporte ao gerenciamento e desenvolvimento de atividades acadêmicas: a) Sistema de Controle de Eventos – É um software desenvolvido pela FASUL, que visa realizar as inscrições online dos eventos promovidos pela Instituição e o controle de presença dos inscritos nos eventos; b) Sistema que gerencia o Programa de Avaliação Institucional da FASUL (PAIF) foi ampliado no ano letivo de 2008. Atualmente o sistema possibilita que professores, acadêmicos e funcionários participem da autoavaliação institucional através do Portal da FASUL. O sistema gera um conjunto de relatórios diversificados, por curso, por turma e também por disciplinas que está sendo avaliada. À medida que as pessoas vão respondendo aos questionários o sistema atualiza os gráficos automaticamente. É uma excelente ferramenta de gestão dos cursos por parte dos Coordenadores de Curso, bem como para a Direção da IES; 137 c) Sistema Publicações Online – Este software está sendo desenvolvido, visando divulgar os conteúdos científicos produzidos pelos acadêmicos dos diversos cursos da instituição e facilitar a correção de trabalhos por parte de orientadores. Após a conclusão deste sistema, os trabalhos publicados poderão ser pesquisados através dos campos: Nome do Autor, Título do Trabalho, Modalidade do Trabalho, Ano da Defesa, Curso, Palavra-chave, Nome do Orientador ou Nome do Avaliador; d) Instalação de um computador em todas as salas de aulas da FASUL, para uso dos docentes e discentes. Com acesso a rede Wireless; e) Webmail aos Acadêmicos e Professores/Coordenadores/Técnicos-administrativo - A FASUL disponibiliza a todos os Acadêmicos, Professores, Coordenadores e Técnicos-Administrativo o serviço de Webmail, o qual permite aos usuários enviar, receber e gerenciar seus e-mails através de um navegador que pode ser acessado de qualquer computador conectado a internet; f) SORE - Sistema Online de Reservas de Equipamentos, um software desenvolvido pela FASUL para informatizar o processo de reserva de espaços físicos da instituição. O SORE está disponível na internet, no site da FASUL - link http://www.fasul.edu.br/sore; g) SAGRES Portal/Material de Apoio - Através do Sagres Portal os professores da instituição podem disponibilizar aos alunos os materiais de suas aulas; h) Emissão de Certificados - um software também desenvolvido pela FASUL para disponibilizar através da internet os certificados e declarações dos eventos promovidos pela instituição. Para acessar o sistema Emissão de Certificados, abra o Portal FASUL (http://www.FASUL.edu.br), menu “Pesquisa e Extensão”, opção “Emissão de Certificados”. Segue o procedimento para a emissão do certificado e/ou declaração: 1. Informar o CPF do participante; 3. Pressionar o botão Verificar; 4. Serão apresentadas as informações do Evento e Registro, clique no link “Visualizar Certificado” ou “Visualizar Declaração” para abrir o arquivo PDF com o certificado ou declaração; i) Instalação de Internet Wireless em todas as dependências da Fasul. Para usufruir do serviço, o usuário deve dirigir-se ao Departamento de TI da faculdade juntamente com seu equipamento, para efetuar seu cadastro. Onde receberá um usuário e senha de acesso ao serviço; k) Instalação de projetor multimídia, tela de projeção e som ambiente em todas as salas de aula da FASUL, para uso dos docentes e discentes; 138 l) Implantação de um novo Datacenter, utilizando a Tecnologia de Virtualização, afim de melhorar a qualidade dos serviços prestados. Os serviços de informática que a Fasul presta, na função-meio, de maior relevância estão descritos por setor como segue: a) Departamento de Informática - Processamento do vestibular; confecção de carteirinhas para acadêmicos e crachás para professores e funcionários; assistência técnica aos computadores da Fasul; fornecimento dos programas para uso administrativo e universitário; suporte técnico para toda rede de computadores. Atendimento aos professores, alunos, funcionários e atendimento externo. b) Biblioteca - Os serviços da Biblioteca estão inteiramente informatizados; dos onze computadores disponíveis, cinco são usados pelos funcionários para catalogação e para atendimento aos alunos; os outros seis computadores são para o uso dos acadêmicos e professores para pesquisar, acessar o banco de dados dos livros cadastrados na Biblioteca, a informações da Secretaria Acadêmica e do Setor Financeiro. Todos os computadores estão conectados à Internet. c) Direção Geral - O computador é utilizado para o gerenciamento acadêmico da avaliação, da frequência, do controle de notas, banco de dados, etc., além de servir para trabalhos de natureza administrativa burocrática. d) Secretaria Acadêmica - Os serviços acadêmicos estão informatizados e são feitos com uso de seis computadores, onde são processados o cadastro e todo o controle acadêmico dos universitários, desde a matrícula, transferências, trancamentos, dependências, freqüências, avaliações, resultados de exames, até as informações sobre a vida acadêmica que os alunos desejarem obter. e) Tesouraria e Setor Financeiro - No atendimento aos alunos para pagamento de mensalidades e demais taxas acadêmicas são utilizadas três computadores em sala ampla e especialmente 139 mobiliada para esses serviços, já, o Setor Financeiro, responsável pelas contas a pagar, dispõe de um computador. f) Logística - É utilizado um computador no setor, que controla todo sistema de compras da Fasul desde material de expediente até materiais e equipamentos dos laboratórios, além de fazer o controle de estoque, do veículo da Instituição e os Serviços de Limpeza. g) Laboratórios - Todos os laboratórios dispõem de computadores para o suporte administrativo e técnico para as práticas desenvolvidas por professores e alunos. 10.3 EQUIPAMENTOS DE MULTIMÍDIA A Instituição dispõe de espaço físico e equipamentos audiovisuais que auxiliam os docentes e discentes em suas atividades acadêmicas. São vários espaços contendo equipamentos de Multimídia. São alguns deles: a) Auditório da FASUL Com cento e oitenta poltronas, equipado com ar-condicionado, multimídia e demais aparelhos de áudio, vídeo/tv, retro-projetores; b) Salas de Aula Nas salas de aula estão disponíveis para os professores aparelhos de áudio e multimídia, equipamentos esses que são fixos e fazem parte do mobiliário. Cada sala possui um computador. Existem também disponíveis em todas as salas de aula as telas para projeção de transparências e slides. A FASUL possui, ainda, outros equipamentos disponíveis que são direcionados às respectivas salas de aulas sempre que há necessidades, tais como: retroprojetor, flip-chart, aparelhos de DVD, aparelho de som microsystem, TV Coder. 140 10.4 INSTALAÇÕES FÍSICAS A Fasul Ensino Superior Ltda, mantenedora da Faculdade Sul Brasil é a responsável por toda a infraestrutura existente na Faculdade. Quando da decisão da criação e instalação do espaço físico para ofertar cursos superiores, a Mantenedora escolheu um grupo de arquitetos que após estudos, projetou um lugar agradável e adequado para os fins educacionais. Espaços e ambientes que propiciam beleza, estética, respeito e preservação ao meio ambiente, segurança e conforto para alunos, professores e técnico-administrativos. Os arquitetos e os Dirigentes da Mantenedora elaboraram um Plano Diretor que definiu o crescimento físico da Instituição, conforme demanda. As instalações estão sendo gradativamente construídas de acordo com o Plano Diretor e com as necessidades de crescimento dos cursos já em funcionamento e dos novos cursos pretendidos pela Faculdade. O projeto completo, quando concluído, totalizará instalações de uma área geral de 22.787,51 m2 de construções, sendo as principais instalações: 6 Blocos de salas de aula (A-F), com 18.082,22; Biblioteca - 817,15 m2; Teatro e Centro Cultural - 2.456,57 m2; Ginásio Esportivo - 1.158,57 m2 e Capela - 273 m2. A Faculdade Sul Brasil - Fasul dispõe de um espaço físico adequado para atender acadêmicos e docentes e a comunidade, contando atualmente com três blocos construídos. 10.4.1 As Salas de Aula No Bloco 01 a FASUL dispõe de 01 sala de aula de 141m2; 08 salas de 102m2 cada, totalizando 816m2; 03 salas de 67 m2 cada, totalizando 201m2 e 01 sala de 99m2. a) Acústica: não tem necessidade de amplificador sonoro, não existindo reverberação do som nas salas de aula. b) Iluminação: artificial através de 21 luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32 watts. Iluminação através de janelas e ventilação em toda a extensão lateral que estão voltadas para o exterior da construção. Há 04 janelas com dimensões de 0,4823m2 e portas de 4,074m2, divididas em duas bandas. Na falta de energia elétrica o Bloco 01 conta com 22 lâmpadas de emergência. 141 c) Ventilação: além da ventilação natural, as salas são equipadas de ar condicionado de 18 mil BTUs e de 30 mil BTUs, dependendo da dimensão. d) Mobiliário e aparelhagem específica, possui 70 cadeiras estofadas, 0l mesa do professor com 01 cadeira. Todas as salas de aula do Bloco 01 apresentam os seguintes recursos áudio visuais: um computador com leitor de CD/DVD conectado à internet, projetor multimídia e tela de projeção, som ambiente, um quadro verde com iluminação interna e internet wireless. O Bloco 01 atende o portador de necessidades especiais com rampas tanto para as salas de aula como para a Biblioteca. No Bloco 02 a FASUL dispõe de 24 salas de aula de 63,84 m2. Em todas as salas estão disponíveis os seguintes recursos áudio visuais: um computador com leitor de CD/DVD conectado à internet, projetor multimídia e tela de projeção, som ambiente, um quadro verde com iluminação interna e internet wireless. Toda a construção do Bloco 02 foi planejada para atender o portador de necessidades especiais dispondo de rampas e sanitários específicos. a) Acústica: não tem necessidade de amplificador sonoro, não existindo reverberação do som nas salas de aula. b) Iluminação: artificial através de 14 luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32 watts. Iluminação através de janelas e ventilação em toda a extensão lateral que estão voltadas para o exterior da construção. Na falta de energia elétrica o Bloco 2 conta com 06 lâmpadas de emergência. c) Ventilação: 17 salas são equipadas com 02 ventiladores de teto e um ar-condicionado de 30 mil BTUs e 07 salas com janelas em toda a extensão lateral que estão voltadas para o exterior da construção. d) Mobiliário e aparelhagem específica: possui 40 carteiras estofadas, 0l mesa do professor com 01 cadeira. No Bloco 03 a FASUL dispões de 24 salas de aula de 63 m2. Em todas as salas estão disponíveis os seguintes recursos áudio visuais: um computador com leitor de CD/DVD conectado à internet, projetor multimídia e tela de projeção, som ambiente, um quadro verde com iluminação interna e internet wireless. Toda a construção do Bloco 03 foi planejada para atender o portador de necessidades especiais disponde de rampas e sanitários específicos. 142 a) Acústica: não tem necessidade de amplificador sonoro, não existindo reverberação do som nas salas de aula. b) Iluminação: artificial através de 16 luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32 watts. Iluminação através de janelas e ventilação em toda a extensão lateral que estão voltadas para o exterior da construção. Na falta de energia elétrica o Bloco 03 conta com 06 lâmpadas de emergência. c) Ventilação: as salas são equipadas com 06 ventiladores de teto além das janelas em toda a extensão lateral que está voltada para o exterior da construção. d) Mobiliário e aparelhagem específica, possui 45 carteiras estofadas e 01 púlpito. Limpeza: todas as instalações e pátios são limpos diariamente o que auxilia na conservação. 10.4.2 As Instalações Administrativas Os setores administrativos da FASUL estão instalados no Bloco 01 conforme projeto e especificados a seguir: Sala de Direção com 46 m²; Secretaria da Direção com 20 m²; Contabilidade com 12 m²; Secretaria Acadêmica com 63 m²; Secretaria Administrativa com 50 m². Com ventilação externa através das janelas e cinco ventiladores fixados no teto, sendo que dois estão instalados na Secretaria Acadêmica, dois na Sala dos Professores e um na Secretaria Financeira, além de apresentar iluminação suficiente. Todas as salas estão mobiliadas com móveis padronizados, computadores e impressoras. Limpeza: as instalações são limpas e organizadas diariamente. 10.4.3Instalações para Docentes A sala de professores com 63m2 destina-se para permanência e convívio, tanto nos intervalos, como na preparação dos planos de ensino, confecção de trabalhos de avaliação, estudos, guarda e controle de trabalhos e planos, bem como outras atividades. Na sala há três computadores em rede conectados à Internet, armários de acesso individual para guarda de materiais de ensino – escaninhos. 143 Há, também, uma sala de reuniões: com 41m2 é destinada a realização de pequenas reuniões e estudos. Sua iluminação é através de luminárias duplas com aletas e lâmpadas de 32 volts. Além da ventilação natural ela dispõe de um ar-condicionado de 30 mil BTUs, um computador e uma impressora. 10.4.4 Instalações para Coordenação do Curso As salas utilizadas pelos Coordenadores são individuais e possuem uma área de 10,5 m 2. Nela são feitos os atendimentos aos professores e acadêmicos pelos Coordenadores de Curso. É um ambiente adequado, mobiliado com mesa, cadeira, armário, cadeiras e computador. É um ambiente adequado, com iluminação e ventilação artificial, bem organizado e higienizado. 10.4.5 Auditório A Faculdade dispõe de um auditório de 288,8m2, com 180 poltronas almofadadas, com ar condicionado, equipamentos de som, palco, um computador, projetor multimídia, internet wireless, TV a cabo e 01 camarim com sanitário. No hall de entrada há 02 sanitários, sendo que 01 é destinado aos portadores de necessidades especiais, um depósito e uma saída de emergência. 10.4.6 Instalações Sanitárias Existem 02 sanitários femininos e 02 masculinos que variam de 9m2 a 35m2 em cada andar. Iluminação: luminárias duplas com aletas e lâmpadas que variam de 32 a 40 volts. Ventilação: suficiente e adequada por janelas em toda a extensão lateral voltadas para o exterior da construção. Limpeza: todos os sanitários são azulejados, facilitando a limpeza diária. 144 10.4.7 Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais A Faculdade Sul Brasil possui as condições necessárias para atender satisfatoriamente aos alunos portadores de necessidades especiais, existindo rampas de acesso a todas as salas de aulas em todos os blocos, bem como na biblioteca, nos banheiros e nos setores administrativos. A FASUL conta com as condições necessárias para o acesso de portadores de necessidades especiais, bem como instalações sanitárias adequadas. 11 BIBLIOTECA A biblioteca está instalada no Bloco 01 e ocupa uma área de 600 m² e possui uma estrutura que atende a atual demanda. Contém espaço para guarda volumes, recepção, acesso à Internet, controle de empréstimo e devolução pelo sistema Sagres. As salas são bem iluminadas, ventiladas, contam recebem luz solar suficiente, além de contar com ar condicionado e extintor de incêndio. O mobiliário da biblioteca segue ao padrão de móveis utilizados na Fasul. Os balcões, as mesas, as cadeiras e as estantes de livros são adequados às exigências próprias da biblioteca. Devido ao baixo índice (8%) de furtos não há o sistema antifurto, mas está instaladas câmeras de segurança, o que auxiliará nos cuidados contra futuros furtos. Conforme o Plano Diretor da FASUL está prevista a construção da nova biblioteca, que passará a possuir uma área de 817,15 m². 11.1 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS INDIVIDUAIS A biblioteca possui 11 casulos/cabines com móvel adequado utilizadas para estudo individual e mais 07 salas de estudos com uma mesa que, quando não ocupada, podem ser utilizadas para estudo individual. Existe também uma sala de vídeo e uma sala de periódicos. 145 11.2 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS EM GRUPOS A Biblioteca dispõe de 07 salas fechadas e mobiliadas adequadamente para estudos em grupo, com capacidades para 08 pessoas. Quando as salas não são usadas para estudos em grupo, as mesmas são disponibilizadas para uso individual. 11.3 ACERVO O acervo bibliográfico, com mais de 26.000 volumes, está devidamente cadastrado no sistema informatizado, com acesso, também, externo pela Internet, atendendo aos programas das disciplinas e há quantidade suficiente para atender as demandas de pesquisa. Os docentes e acadêmicos também podem solicitar o empréstimo por meio da Internet, com possibilidade de reserva e renovação deste material. Para as áreas do conhecimento que compõem o Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio, a biblioteca possui um acervo que atende as demandas previstas pelo curso e, sempre que necessário, são realizadas novas aquisições para ampliação do acervo. O acervo da Biblioteca está dividido por áreas específicas do conhecimento. Conta com periódicos de conhecimentos gerais, clássicos e livros específicos de cada área e disciplina. A Biblioteca é constantemente atualizada mediante aquisição de livros e assinaturas de periódicos, com vistas a atender às demandas de pesquisas de todas as disciplinas dos cursos de graduação e pós-graduação que são ofertados pela FASUL. A política de atualização e expansão do acervo é uma realidade baseada no suprimento das necessidades surgidas pelos cursos em funcionamento e de futuros cursos. O acesso é livre para escolher o material na estante e manuseá-lo, porém, o empréstimo é exclusivo para alunos, professores e funcionários. Todas as obras com mais de um exemplar são passíveis de empréstimo. Cada estante que acomoda o acervo é devidamente identificada para uma melhor localização das obras. Outra fonte de pesquisa é por meio do acervo virtual. 146 11.4 ACERVO DE PERIÓDICOS A Faculdade mantém um acervo de periódicos para atender às demandas dos cursos, conforme destacado a seguir: a) Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio: Agroanalysis; Agrinova; Conjuntura Econômica; Exame; HSM Management; Pequenas Empresas & Grandes Negócios; Revista Paranaense de Desenvolvimento; Você S.A; Aspal; Venda Mais; Avicultura; Suinocultura; Intralogística; Revista de Administração de Empresas; RAC – Revista de Administração Contemporânea; Empreendedor; Razão Contábil; Revista Catarinense de Ciências Contábeis; RBE – Revista Brasileira de Economia; RBA – Revista Brasileira de Administração; Gestão Contemporânea - FAFA – Faculdade Porto Alegre; Contabilidade Vista e Revista – UFMG; Revista Contabilidade e Informação - DECOn – Unijuí; Revista Enfoque: Reflexão Contábil – UEM; Revista Sinergia - FURG – RS; Revista da AJES – Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena. 147 Os periódicos da área de administração são utilizados também pelos acadêmicos e professores do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio. Ressalta-se que se destacaram todos os periódicos das áreas de sistemas de informação, pedagogia e comunicação social, na área de comunicação social e jornalismo pelo fato de que ações interdisciplinares são desenvolvidas no âmbito dos colegiados no processo de formação dos discentes. Temos à disposição dos acadêmicos os seguintes periódicos on- line: Biblioteca Científica Eletrônica Online - SciELO http://www.scielo.br/ Custos e Agronegócio Online http://www.custoseagronegocioonline.com.br Ponto Rural http://www.boletimpecuario.com.br Revista Brasileira de Agroecologia http://www.aba-agroecologia.org.br/aba/ Revista Custos e @gronegocio online da Universidade Federal Rural de Pernambuco-Recife-PE http://www.custoseagronegocioonline.com.br/edicoes.html Revista Científica em Agronegócio e Meio Ambiente do CESUMAR http://www.cesumar.br/pesquisa/periodicos/index.php/rama/index Revista de Economia Agrícola do Instituto de Economia Agrícola. (IEA), São Paulo. http://www.iea.sp.gov.br/out/rea.php Anuário de Informações Estatísticas da Agricultura, do Instituto de Economia Agrícola. (IEA), São Paulo.(IEA) http://www.iea.sp.gov.br/out/anuario.php Coleção Estudos Agrícolas do Instituto de Economia Agrícola. (IEA), São Paulo. http://www.iea.sp.gov.br/out/col_est_agr.php Revista de Economia e Agronegócio (REA), Universidade Federal de Viçosa (UFV). http://www.economia-aplicada.ufv.br/revista/edicoes.php Agricultura Técnica, Instituto de Investigaciones Agropecuárias, INIA- Chile. http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_issues&pid=0365-2807&lng=pt&nrm=iso 148 Revista Agrociencia. Colégio de Postgraduados, Institución de Enseñanza e Investigación en Ciencias Agrícolas do México http://www.colpos.mx/agrocien/agrociencia.htm Revista Tecnológica & Inovação Agropecuária on line (T&IA)– Agricultura Familiar, Secretaria de agricultura e Abastecimento do Governo de São Paulo. http://www.dge.apta.sp.gov.br/Publicacoes/T&IA2/T&IAv1n2.htm Cadernos de Agroecologia da Associação Brasileira de Agroecologia - ABA-Agroecologia http://www.aba-agroecologia.org.br/ojs2/index.php/cad A Granja – Editora Centauros http://www.agranja.com/index/edicoes_anteriores/revista/agranja Revista Agroecológica e Desenvolvimento Rural Sustentável – Emater,RS. http://www.emater.tche.br/hotsite/revista/ Anuários - Editora Gazeta. http://www.gaz.com.br/editora/ Agrolinks http://www.agronline.com.br/agrolinks/Governamentais/ Revistas Attalea Agronegócio http://www.revistadeagronegocios.com.br/ Revistas Avicultura Industrial http://www.aviculturaindustrial.com.br/ Revista Laticínios http://www.revistalaticinios.com.br/ Revista Visão da Agroindústria http://www.visaoagro.com.br/#/Home Revista Panorama Rural http://www.panoramarural.com.br/ ISSUU - Revista Agronegócios http://issuu.com/revistadeagronegocios http://economia.ig.com.br/ http://economia.ig.com.br/ Revista de Administração do Mackenzie http://www3.mackenzie.br/editora/index.php/RAM 149 Revistas da USP http://www.revistasusp.sibi.usp.br/ SciELO - Livraria Científica Eletrônica http://www.scielo.br/ Integração - A revista eletrônica do terceiro setor http://integracao.fgvsp.br/ano10/12/cadernos.htm Revista de Administração http://www.unipinhal.edu.br/ojs/racre/index.php Portal RAE http://www16.fgv.br/rae/eletronica/index.cfm FGV/EBAPE - Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas http://www.ebape.fgv.br/ Rausp http://www.rausp.usp.br/ Uni-FACEF http://www.facef.br/rea/ REGE Revista de Gestão http://www.regeusp.com.br/ Publicações FAE - Revista da FAE http://www.fae.edu/publicacoes/revista.asp Revista de Administração e Contabilidade http://www.fa7.edu.br/rea7/ Universidade Presbiteriana Mackenzie http://www3.mackenzie.br/ Revista de Ciências Empresariais On-line http://www.maringamanagement.com.br/index.php Fundação Edson Queiroz | Universidade de Fortaleza http://www.unifor.br/ Universidade de Passo Fundo http://www.upf.tche.br/ 150 Revista Eletrônica de Administração da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça. http://www.revista.inf.br/adm10/ Revista Eletrônica de Ciências Empresariais da UNIFIL http://www.unifil.br/revista/empresarial.asp Caderno de Administração da Universidade Estadual de Maringá-UEM. http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/CadAdm/index Revista Economia Aplicada Departamento de Economia da FEA-RP/USP http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1413805020100001&lng=pt&nrm=isoHSM Revista Eletrônica de Administração da UFRGS http://www.read.ea.ufrgs.br/edicoes/ultima.php BAR. Brazilian Administration Review http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=2 Gestão.Org – Revista Eletrônica de Gestão Organizacional http://www.ufpe.br/gestaoorg/index.php/gestao RAP - Revista de Administração Pública http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7612&nrm=iso&rep=&lng=pt REGE – Revista Gestão da USP http://www.ead.fea.usp.br/cad-pesq/index.htm Revista Brasileira de Gestão de Negócios http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN Revista Ciências Administrativas UNIFOR http://www.unifor.br/index.php?option=com_content&view=article&id=182&Itemid=214 Revista da FAE http://www.fae.edu/publicacoes/revista.asp Revista de Comunicação 360º http://www.revistacomunicacao360.com.br Revista Eletrônica do Terceiro Setor http://www.rets.org.br Revista Teoria e Evidência Econômica - UPF http://www.upf.br/cepeac/index.php?option=com_content&task=view&id=14&Itemid=16 151 Revista Terceiro Setor - UNG http://revistas.ung.br/index.php/3setor RIMAR – Revista Interdisciplinar de Marketing http://www.rimar-online.org/ Economia Global e Gestão (Lisboa) http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php/script_sci_serial/pid_0873-7444/lng_pt/nrm_iso Cadernos EBAPE.BR (FGV) http://www.ebape.fgv.br/cadernosebape/asp/dsp_lst_artigos_edicao.asp Comportamento Organizacional e Gestão http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php/script_sci_serial/pid_0872-9662/lng_pt/nrm_iso Gestão e Produção (UFSCar) http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=0104-530X&nrm=iso Novos Estudos. CEBRAP http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=0101-3300&nrm=iso Produção (São Paulo) http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-6513&lng=pt&nrm=iso RAC Eletrônica (Online) http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=3 RAC. Revista de Administração Contemporânea http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=1 RAE Eletrônica http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=1676-5648&nrm=iso http://www.rae.com.br/eletronica/index.cfm RAE. Revista de Administração de Empresas http://www.rae.com.br/rae/index.cfm RAM. Revista de Administração Mackenzie http://www.mackenzie.com.br/10293.html RAP. Revista Brasileira de Administração Pública http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7612&lng=pt&nrm=iso REAd. Revista Eletrônica de Administração http://www.read.ea.ufrgs.br/ 152 Revista Brasileira de Finanças http://virtualbib.fgv.br/ojs/index.php/rbfin/index Revista Contabilidade & Finanças http://www.eac.fea.usp.br/eac/revista/ Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação http://www.tecsi.fea.usp.br/revistatecsi/ BBR. Brazilian Business Review http://www.bbronline.com.br/ Faces (FACE/FUMEC) http://www.revistafaces.fumec.br/index.php/facesp Gestão & Planejamento (Salvador) http://www.revistas.unifacs.br/index.php/rgb/index Produto & Produção http://www.seer.ufrgs.br/index.php/ProdutoProducao REGE. Revista de Gestão USP http://www.regeusp.com.br/ Revista Brasileira de Inovação http://www.finep.gov.br/revista_brasileira_inovacao/revista_ini.asp Revista de Ciências da Administração (CAD/UFSC) http://www.cad.ufsc.br/revista.php3 Custos e @gronegócio Online http://www.custoseagronegocioonline.com.br/principal.html E & G. Economia e Gestão http://www.iceg.pucminas.br/espaco/revista/index_n.asp Revista do Serviço Público (Brasília) http://www.enap.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=257&Itemid=68 Conjuntura & Planejamento http://www.sei.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=81&Itemid=110 Análise (PUCRS) http://revistaseletronicas.pucrs.br/teo/ojs/index.php/face 153 FACEF Pesquisa http://www.facef.br/facefpesquisa/ Interface (Natal) http://www.ccsa.ufrn.br/interface/ Cadernos da FCECA (PUCCAMP) http://www.puc-campinas.edu.br/centros/cea/sites/revista/index.asp Gesta (UNISANTOS) http://www.unisantos.br/mestrado/gestao/egesta/ Gestão & Regionalidade http://www.uscs.edu.br/revistasacademicas/ Organizações em Contexto http://mjs.metodista.br/index.php/roc 11.5 INFORMATIZAÇÃO DA BIBLIOTECA Os serviços da Biblioteca estão inteiramente informatizados; dos 08 computadores disponíveis, 04 são usados pelos funcionários para catalogação e para o atendimento dos alunos; os outros 04 computadores estão conectados à Internet, onde os acadêmicos e professores podem, gratuitamente, redigir, pesquisar e acessar ao banco de dados dos livros cadastrados na biblioteca, aos dados da Secretaria Acadêmica e Setor Financeiro. Todo o acervo da biblioteca está disponível por meio do portal sagres, onde o usuário pode, pela Internet, consultar, efetuar reservas e renovar o empréstimo de obras, sem sair de casa O Portal Sagres é utilizado para o sistema de empréstimo, devolução e reservas de livros, para efetuar o cadastros das obras, fornecer relatórios diversos, identificar livros mais consultados/emprestados, além de disponibilizar o catálogo geral dos livros da Biblioteca. Os laboratórios de informática também são utilizados para digitalização de trabalhos, acesso às pesquisas pela Internet e pesquisa do Sistema Sagres. O acervo é catalogado pelo Sistema de Classificação Decimal Dewey (CDD), AACR2 e Tabela Cutter-Sanborn. Todo o acervo da biblioteca está disponível em um sistema informatizado, onde o usuário pode, pela Internet (Portal Aluno), consultar e efetuar reservas de obras e renovações de empréstimos por duas vezes, sem sair de casa. 154 11.6 BASE DE DADOS Pelo Portal Sagres, a Biblioteca dispõe de Banco de Dados para pesquisa por obra de autor, por título e por assunto. A Biblioteca mantém intercâmbio via acesso remoto Comut com base de dados científicos e com bibliotecas especializadas. Os usuários da Biblioteca podem solicitar documentos como teses, trabalhos acadêmicos e artigos de periódicos em Bases de Dados. Quaisquer pessoas da comunidade, incluindo portadores de deficiências, têm acesso ao acervo da biblioteca para consultas e estudos internos, sem direito ao empréstimo de livros, reservado apenas aos acadêmicos, funcionários e professores da Instituição. Todos os usuários têm acesso ao material na estante para manuseá-lo. Quando se faz necessário, os usuários podem solicitar a ajuda de colaborador da biblioteca. Alunos, professores e funcionários, além de pesquisa local, podem fazer empréstimo de livros mediante a utilização da carteira de identificação do acadêmico e do crachá funcional dos docentes e técnicos administrativos. Os professores podem retirar da biblioteca, a título de empréstimo, até 06 livros, por um período de 15 dias. Alunos e demais funcionários podem retirar da biblioteca, a título de empréstimo, até 03 livros por um período de 07 dias. Na Biblioteca existem também 04 terminais, onde o usuário pode efetuar consultas, fazer reserva e renovação de obra e, se preferir pode solicitar auxilio das atendentes da biblioteca que se encontram no recinto. Este sistema de informações, além de efetuar consultas, controle de acervo, reservas, empréstimos, devoluções e renovações, emite relatórios diversos, muito úteis para o bom funcionamento da Instituição. O Sistema Sagres é, ainda, interligado com os departamentos da Faculdade, gerando uma grande e útil troca de dados. - Serviço de Empréstimo entre Bibliotecas: a Biblioteca da Fasul faz intercâmbio com várias bibliotecas, esse serviço chama-se Empréstimo Inter-bibliotecário. O livro ou qualquer outro material bibliográfico que pode ser emprestado por um determinado tempo é enviado à biblioteca solicitante, a mesma quando do término do prazo devolve o material à biblioteca que forneceu o material. 155 - Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos: a Fasul, pesquisou, produziu e vem adotando normas padrão para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. As normas adotadas pela Fasul têm como base as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a série de Normas para Apresentação de Documentos Científicos, da Universidade Federal do Paraná. O estabelecimento de diretrizes e normas, que pudessem garantir a estruturação e a apresentação de trabalhos acadêmicos, visa sanar dificuldades de alunos, professores e pesquisadores, quanto ao aspecto da elaboração de documentos. Foram tomados os trabalhos monográficos como base para os aspectos comuns que atingem desde a formulação de síntese, resumos de textos, resenhas, artigos acadêmicos, relatórios e demais projetos. 12 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As ações de avaliação institucional adotadas pela Fasul estão expressas no Programa de Avaliação Institucional da Fasul (PAIF), conforme orientações emanadas da política de avaliação institucional do SINAES, do Ministério da Educação, compreendendo avaliação interna e avaliação externa. A consolidação de um sistema de Avaliação Institucional como um processo consistente, permanente e sistemático é essencial para assegurar o alto grau de qualificação que a Instituição pretende manter. Qualidade em instituições que ministram ensino superior significa, hoje, não apenas manter a excelência acadêmica, mas também atender com presteza e, até mesmo, com antecipação os desafios colocados pela modernidade. Em decorrência do ritmo com que as mudanças estão se processando, sobretudo dos avanços científicos e tecnológicos e do fenômeno da globalização da economia e da cultura, os processos de formação superior têm de estar constantemente evoluindo. Para manter-se em sintonia com as exigências colocadas pela sociedade em mudança, a Instituição se propõe realizar constantes avaliações e atualizações nas atividades acadêmicas que ministra, estabelecendo como regra que os projetos de seus cursos estejam constantemente abertos para o novo, sem perder a consistência teórico-metodológica. A Instituição criou todas as condições necessárias para a manutenção de um programa de avaliação que fornece subsídios para essas redefinições e correções de rumos. Este programa 156 atende aos aspectos inerentes à organização e ao funcionamento da Instituição como um todo, constituindo-se, seus resultados, na base para o planejamento institucional. A implementação desse programa deu-se de forma gradativa, envolvendo todos os segmentos da comunidade acadêmica num processo constante de reflexão e estudo. Além de avaliar o desempenho da Instituição, com vistas ao aperfeiçoamento e à modernização do projeto acadêmico-pedagógico e administrativo, na busca da excelência das atividades acadêmicas, espera-se ainda verificar até que ponto os objetivos do Projeto da Instituição estão sendo alcançados no tocante à consubstanciação na práxis da concepção de cada curso. O processo de avaliação institucional na Faculdade Sul Brasil tem como pressupostos básicos: avaliação, segundo parâmetros de julgamento derivados da própria concepção da missão da Instituição, sua filosofia, metas e objetivos; abrangência, no sentido de envolver todas as pessoas que formam o universo da Instituição, bem como todas as atividades desenvolvidas nas diferentes esferas; desvinculação de mecanismos de premiação e punição; legitimação perante a comunidade acadêmica pela seriedade de princípios, clareza de objetivos, fidedignidade dos instrumentos utilizados, transparência em suas ações; divulgação e discussão dos resultados obtidos, utilizando-os para a implementação de ações de melhoria e aperfeiçoamento da Instituição. 12.1 SISTEMA DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO De acordo com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) a consolidação de um sistema de Avaliação Institucional como processo consistente, permanente e sistemático, é considerada essencial para assegurar o alto grau de qualificação que a Instituição pretende manter. A avaliação institucional pretende ser um instrumento de melhoria da qualidade de ensino e dos procedimentos institucionais, favorecendo um contínuo aperfeiçoamento do desempenho acadêmico e da gestão da Instituição. A avaliação se desenvolve de modo participativo, coletivo, crítico e transformador dos sujeitos (docentes, discentes, técnicos administrativos e a comunidade externa) envolvidos. Além disso, em médio prazo, serão envolvidos discentes egressos e empregadores. Entendida como um processo permanente, a avaliação será utilizada como um instrumento para identificar problemas, corrigir erros e introduzir mudanças. 157 A avaliação institucional tem como objetivos: - Sensibilizar constantemente os diferentes segmentos (docentes, discentes e técnicos administrativos) para a importância da avaliação como um instrumento de melhoria da qualidade; - Acompanhar a implantação do projeto pedagógico dos cursos do Instituto, identificando possíveis problemas visando à melhoria necessária; - Assegurar qualificação satisfatória do egresso da instituição de acordo com os objetivos de cada curso - Avaliar o desempenho de docentes e discentes em suas ações acadêmicas. 12.2 ESTRATÉGIAS DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO A implantação da avaliação institucional atende aos seguintes princípios: - Criar uma “cultura de avaliação” a partir da conscientização da importância da avaliação como um processo dinâmico que não pretende ameaçar ou punir, mas apontar as deficiências para um contínuo desenvolvimento. - A avaliação deve ser desejada por todos como um instrumento de ajuda a professores e alunos na direção de uma melhoria contínua. Esta ligada aos resultados obtidos e ao que deve ser feito para melhorá-los. - Os resultados da avaliação devem proporcionar mudanças rápidas e correção dos problemas que prejudicam o desempenho dos docentes, dos cursos e da instituição. - A avaliação deve envolver aspectos quantitativos e qualitativos. - Para que a avaliação tenha êxito, é importante que contemple, ainda, os seguintes aspectos: abrangência, periodicidade, comunicação, objetividade, credibilidade e utilidade. 12.3 FORMAS DE IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO - Sensibilização: os veículos de comunicação e os eventos da fase de sensibilização atingem todas as pessoas em todos os níveis e áreas acadêmicas. Esta etapa é coordenada pela comissão de avaliação que define diversas formas de alcance das pessoas, como seminários, reuniões, divulgação de artigos e outras formas de comunicação. 158 - Diagnóstico: esta etapa descreve a situação atual de cada curso a partir do cadastro, documentos e outras informações disponíveis no sistema: - Demanda (candidato/vagas, distribuição por sexo e idade, origem geográfica, características dos alunos admitidos, resultado obtido no exame de entrada, grau de utilização da capacidade de admissão). - Corpo docente (número de professores, qualificação, especialidade por área ou sub-área dentro programa). - Pessoal de apoio (técnico-administrativos, funções) - Utilização de recursos docentes e pessoal de apoio (índice de aluno por docente, índice de aluno por funcionário, horas/aula por professor). - Custos de infraestrutura (custo de ensino por aluno, custos gerais de ensino por aluno graduado, área construída, acervo bibliográfico, multimeios) - Desempenho do Aluno (taxa de retenção, proporção de alunos evadidos, proporção dos alunos nos exames por ano, número de vagas oferecidas x número de vagas preenchidas – índice de ociosidade); - Pesquisa e bolsas de estudo (número de projetos de pesquisa concluídos e em andamento, recursos externos captados pelos projetos e produtividade dos professores, número de estudantes participantes dos projetos de pesquisa). - Avaliação Interna: esta etapa é realizada através de mecanismos, tais como: coleta de dados, análise das tendências, questionários, entrevistas, trabalho em grupo, visita de especialistas. Todos os dados devem ser inter-relacionados, com a finalidade de produzir argumentos que possam provocar mudanças no curso e na instituição. O relatório que é elaborado no final da etapa levanta as questões, estimula a discussão e serve de subsídio para a avaliação externa. - Avaliação Externa (Organizações diversas e Entidades Profissionais): os avaliadores externos são especialistas de outras universidades, empregadores, ex-alunos e representantes de associação de classe. O relatório de avaliação externa deve evidenciar os pontos positivos e negativos relativos à qualidade do currículo, disciplinas, corpo docente, aspectos administrativos e infraestrutura. 159 - Análise e Relatório das Informações: são analisadas as informações levantadas nas etapas anteriores e elaborado o relatório final da avaliação institucional, o qual subsidia o plano de ação e intervenção. - Plano de Ação e Intervenção: o Plano de Ação e Intervenção sugere as estratégias necessárias, o papel dos responsáveis pela mudança, o cronograma, os mecanismos a serem utilizados e a caracterização do resultado final desejado. A Comissão de Avaliação desenvolve os trabalhos de acordo com cronograma estabelecido para cada semestre, pois a avaliação, neste programa, é um processo contínuo que baliza as intervenções existentes em cada etapa. O próprio dinamismo do contexto institucional faz com que esta avaliação esteja em constante adaptação. A Faculdade Sul Brasil possui um processo de avaliação permanente de seus segmentos incluindo o quadro de docentes. Com os dados coletados a Coordenação de Curso faz o encaminhamento para os docentes que reorganizam seus trabalhos em cima dos dados levantados nas avaliações. 160 REFERÊNCIAS ARAÚJO, M. J. Fundamentos de agronegócio. São Paulo: Atlas, 2003. ARAÚJO, N. B. de et al. Complexo agroindustrial: o agribusiness brasileiro. São Paulo: Agroceres, 1990. ARAÚJO, N. B.; WEDEKIN, I.; PINAZZA, L. A. Complexo agroindustrial: o agribusiness brasileiro. São Paulo: Agroceres, 1993. BATALHA, M. O. As cadeias de produção agroindustriais: uma perspectiva para os estudos das inovações tecnológicas. Revista de Administração. São Paulo: USP, v.30, n.4, p. 43-50, out./dez. 1995. BATALHA, M. O.; SILVA, A. S. da. Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições e correntes metodológicas. In: BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001. CDA-SP – Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo. DAVIS, J. H.; GOLDBERG, R. A. A concept of agribusiness. Boston: Harvard University, 1957. DELGADO, G. Capital financeiro e agricultura no Brasil. São Paulo: Hucitec, 1985. FARINA, E. M. M. Q.; ZILBERSZTAJN, D. Competitividade e organização das cadeias agroindustriais. Texto preparado para o IICA, 1994. GOLDBERG, R. A. Agribusiness coordination: a Systems approach to the wheat, soybean and Florida Orange Economies. Division of Research, Graduate School of Business Administration, Harvard University, Boston, 1968. GRAZIANO DA SILVA, J. Complexos agroindustriais e outros complexos: ensaios e debates, Set./Dez. 1991. LAZZARINI, S. G. Estudos de caso para fins de pesquisa: aplicabilidade e limitações do método. In: FARINA, E. (Coord.). Estudos de caso em agribusiness. São Paulo: Pioneira, 1997. MALASSIS, L. Economie agroalimentarie: economie de la consommation et de la production agroalimentarie. Paris, v. 1, 1973. MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003. MÜLLER, G. Agricultura e industrialização do campo no Brasil. Revista de Economia Política, São Paulo, v. 6, n.2, abr./jun. p. 47-77, 1982. NEVES, M. F.; JANK, M. S. Estratégias empresariais no agribusiness: um referencial teórico e exemplos no Mercosul. In: Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural. Anais... Brasília, 1994. 161 ANEXO I – FORMA DE IMPLEMENTAÇÃO DA HORA AULA DE 60 MINUTOS 162 Pfasul 11 Matriz Curricular 2010/1 a ∞ CARGA HORÁRIA DOS CURSOS DA FASUL E DIRETRIZES DO MEC Duração do Curso CURSO C.H. MEC (horas) C.H. TOTAL FASUL (60 minutos) Projeto Integralizador* (Com 60 minutos) 2 AULAS AOS SÁBADOS* (Com 60 minutos) 5 Atividades Complementares (Com 60 minutos) C.H. FASUL (sala 60 minutos) AGRONEGÓCIO 3 ANOS 2.400 2.472 4 x 6 x 2 x 6 = 288 horas 36 x 4 + 54 x 2 = 252 horas 60 1.872 *2 Projeto Integralizador (4 horas por disciplina x 6 disciplinas x 2 encontros semestrais, aos sábados) = 48 horas x 6 semestres) = 288 horas com 60 minutos.(Resolução Nº3 de 2 de julho de 2007) *5 Semestralmente aulas aos sábados (36 horas x 4 semestres + 54 horas x 2semestres = 252 horas) com 60 minutos. ANÁLISE MACRO DE CARGA HORÁRIA DOS CURSOS CURSOS C.H. FASUL (sala 60 minutos) 4 6 C.H. FASUL (sala 50 minutos)* 3 TOTAL FASUL* * 21 semanas / semestre DIFERENÇA DE HORAS (50 min.) AGRONEGÓCIO 1.872 2.247 20 x 5 x 4 x 6 = 2.400 + 153 horas *3 Número de aulas de 60 minutos = 1,2 X Número de aulas de 50 minutos. *4 Número de semanas x Número de dias da semana x Número de aulas por noite x duração do curso (semestres) *6 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido a feriados consideramos 20 semanas) DURAÇÃO DO CURSO 6 semestres 163 Matriz Curricular Análise Meso de Carga Horária de AGRONEGÓCIO PERÍODOS C.H. FASUL (sala 60 minutos) C.H. FASUL (sala 60 minutos) SALA / *1 1º PERÍODO 396 312 36 2º PERÍODO 396 312 36 3º PERÍODO 396 312 36 4º PERÍODO 396 312 36 5º PERÍODO 414 312 54 6º PERÍODO 414 312 54 1.872 540 TOTAL PARCIAL 2.412 TOTAL 2.412 3 DIFERENÇA DE HORAS (50 min.) *1 312 x 1,20 = 375 20 X 5 X 4 = 400 horas +25 *1 312 x 1,20 = 375 20 X 5 X 4 = 400 horas +25 *1 312 x 1,20 = 375 20 X 5 X 4 = 400 horas +25 *1 312 x 1,20 = 375 20 X 5 X4 = 400 horas +25 *1 312 x 1,20 = 375 20 X 5 X4 = 400 horas +25 *1 312 x 1,20 = 375 20 X 5 X4 = 400 horas +25 2.400 +153 + 48 *1 + 48 *1 + 48 *1 1.872 (sala 50 minutos) * FORA TOTAL FASUL* * 21 semanas / semestre 4 6 C.H. FASUL + 48 *1 + 48 *1 + 48 1.872 x 1,20 = 2.247 2.247 *1 Aulas normais, (36 horas trabalhadas aos sábados com 60 minutos). *1 Aulas normais, (54 horas trabalhadas aos sábados com 60 minutos). *2 Projeto Integralizador (4 horas por disciplina x 6 disciplinas x 2 encontros semestrais, aos sábados) = 48 horas . (Resolução Nº3 de 2 de julho de 2007) *3 Número de aulas de 50 minutos = 1,2 X Número de aulas de 60 minutos. *4 Número de semanas x Número de dias da semana x Número de aulas por noite x duração do curso (semestres) *6 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido a feriados consideramos 20 semanas) 164 Matriz Curricular 2010/1 Análise Micro de Carga Horária de AGRONEGÓCIO 4 6 PROJETO TOTAL CARGA HORÁRIA COM (50 minutos) DIFERENÇA DE HORAS (50 min.) 8 horas 80 + 8 = 88 horas +1 4 horas 40 + 4 = 44 horas 0 C.H. FASUL (60 minutos) C.H. FASUL (50 minutos)*3 TOTAL FASUL* * 20 semanas x 4 aulas 20 semanas x 2 aulas INTEGRALIZADOR* DISCIPLINA 72 horas 72 horas 72 x 1,20 = 87 horas 20 X 4 = 80 horas DISCIPLINA 36 horas 36 horas 36 x 1,20 = 44 horas 20 X 2 = 40 horas DISCIPLINA 2 *1 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido à feriados consideramos 20 semanas) *2 Projeto Integralizador (4 horas por disciplina x 2 encontros semestrais, aos sábados) = 8 horas com 60 minutos. *3 Número de aulas de 50 minutos = 1,2 X Número de aulas de 60 minutos. *4 Número de semanas x Número de dias da semana x Número de aulas por noite x duração do curso (semestres) *6 Calendário semestral com 21 semanas de aulas. (Devido a feriados consideramos 20 semanas) EQUIPARAÇÃO DE CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA (60 minutos) 36 54 72 CARGA HORÁRIA (50 minutos) 44 65 87