ÍNDICE GERAL ENVELOPE 2
JUSTIFICATIVA DO INTERESSE NA GESTÃO DO EQUIPAMENTO CULTURAL...................
02
PROPOSTA TÉCNICA E ORÇAMENTÁRIA...................................................................
03
PORTFÓLIO DE REALIZAÇÕES DA ENTIDADE...........................................................
203
CURRÍCULOS DOS DIRETORES E PROFISSIONAIS QUE OCUPARÃO OS PRINCIPAIS
CARGOS..............................................................................................................
208
CÓPIA DIGITAL DA PROPOSTA TÉCNICA (CD)..........................................................
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JUSTIFICATIVA DO INTERESSE NA GESTÃO DO
EQUIPAMENTO CULTURAL
A experiência vivenciada pela SAMAS no decorrer destes anos à frente do Museu de
Arte Sacra de São Paulo, está possibilitando não só a formação de uma equipe
multidisciplinar altamente focada no acervo e no espaço museológico, como
também a junção de grandes conhecedores de Arte Sacra no Conselho e no Corpo
de Associados, proporcionando um magnífico espaço expositivo e uma diversidade
de ações que, por meio de convênios e parcerias com organizações culturais,
sociais e instituições de ensino, interagem em todos os sentidos com o público,
como são as Tardes Musicais, os Cursos de Extensão Universitária, as Palestras,
Cursos Livres e o Café do Museu.
Não só a vontade do Conselho, da Diretoria e de toda a Equipe nos move ao
interesse em continuar à frente da gestão do Museu, mas, sobretudo, toda a
diversidade de ações que tornaram hoje o Museu de Arte Sacra de São Paulo
altamente representativo dentre os espaços culturais de importante envergadura no
cenário nacional e internacional.
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PROPOSTA TÉCNICA DA
ASSOCIAÇÃO MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE CULTURA
PARA GERENCIAMENTO DO MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
2014 A 2018
UGE:
UNIDADE DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO MUSEOLÓGICO
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ÍNDICE PROPOSTA TÉCNICA
APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA PARA O CONTRATO DE GESTÃO.................
05
APRESENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO 2014 A 2018 ........................................
11
OBJETIVO GERAL...............................................................................................
12
VIABILIZAÇÃO FINANCEIRA................................................................................
12
OPERACIONALIZAÇÃO........................................................................................
12
PLANO DE TRABALHO ANUAL 2014......................................................................
15
PLANO DE TRABALHO ANUAL 2015......................................................................
40
PLANO DE TRABALHO ANUAL 2016......................................................................
64
PLANO DE TRABALHO ANUAL 2017......................................................................
88
PLANO DE TRABALHO ANUAL 2018......................................................................
111
PROPOSTA DE POLÍTICA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL 2014-2018..
135
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2014 A 2018.............................................................
137
QUADRO DE ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES CONTRATUAIS.............................
139
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
140
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
141
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
142
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
143
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
144
PROGRAMA DE EDIFICAÇÕES: CONSERVAÇÃO, MANUTENÇÃO E SEGURANÇA.....................
145
PROGRAMAS DE GESTÃO ADMINISTRATIVA...........................................................
147
APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL......................................
149
QUADRO DE AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS.....................................................
150
ANEXO 1: PLANO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA.............................
152
ANEXO 2: PLANO DE MANUTENÇÃO PREDIAL E CONSERVAÇÃO PREVENTIVA.............
155
ANEXO 3: PLANO DE CONTINGÊNCIA, SALVAGUARDA E MANUTENÇÃO PREVENTIVA
ACERVO.................................................................................
165
ANEXO 4: MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS E SEGURANÇA.........................
195
DO
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APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA DO CONTRATO DE GESTÃO
Constituída em 25 de março de 1992, sob a denominação Sociedade Amigos do Museu de
Arte Sacra de São Paulo, SAMAS, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, geriu
o Museu nestes termos até 10 de junho 2007, quando já Organização Social de Cultura,
constituída em 07 de maio, por meio de despacho publicado no dia 08 de maio do mesmo
ano, assinou o primeiro contrato de gestão sob nº 15/2007 que, tendo seu término em
10/06/2010, foi substituído pelo contato de gestão 42/2010, com prazo determinado até
31/12 do corrente ano.
Em Assembleia dos sócios datada de 19/04/2010 teve sua denominação alterada para
Associação Museu de Arte Sacra de São Paulo, em atendimento a um Decreto da
Presidência da República, que mandava retirar a denominação Amigos das OSs.
Durante o período de gestão em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, como
Sociedade Amigos do Museu de Arte Sacra de São Paulo, foi o Museu dirigido por João
Marino e, a seguir, por Mariangela de Vasconcellos Marino. Esta seguiu como Diretora do
Museu até março de 2012, já como OS, sucedida por Beatriz Vicente de Azevedo, que
ocupou o cargo até fevereiro de 2013, sendo temporariamente substituída (fevereiro e
março de 2013) pela museóloga Maria Inês Lopes Coutinho, que acumulou os cargos de
Diretora Executiva e Diretora Técnica, tendo sido sucedida na Diretoria Executiva em 1º de
abril por José Carlos Marçal de Barros.
O caminho foi trilhado com melhoras consecutivas. Durante o período de gestão em
parceria, foram apresentadas exposições de incontestável relevância, dentre elas
destacando-se:
1995




A Paixão e a Morte do Senhor
Coleção Alfredo Mesquita
Presépios do Mundo
Presépio Napolitano
1996








Santo Antônio, o Santo do Menino Jesus
Mãos que Esculpem, Mãos que Oram - Arte Religiosa no Vale do Paraíba
Vestes Litúrgicas
A Arte na Bibliografia Religiosa
Nossa Senhora e os Santos na Arte Sacra Brasileira
Oratórios - Fé na Cultura Brasileira
Presépios
Presépios no Mundo da Imigração
1997
 Herança do Sagrado
 Herança Barroca
 Presépio Napolitano
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1998






Universo Mágico do Barroco Brasileiro
Brasileiro que nem eu, que nem quem?
Imaginária, Fé e Devoção no Vale do Paraíba
Retrospectiva José Antonio da Silva: Pintura 1947-1995
Presépios
Relíquias de Frei Galvão: Um Santo em Terras Paulistas
1999



Implantação Definitiva do Presépio Napolitano (1620 peças do século XVIII)
Entre o Céu e a Terra – O Brasil Barroco
Brasileiro que nem eu, que nem quem?
2000




Arte Sacra de Brecheret
A Imaginária Paulista
Ourives em São Paulo
Os Mais Lindos Presépios do Mundo
2001


Santos Juninos, Santos Populares – Festa e Tradição
Presépios Olhar dos Povos
2002

Iconografia de Nossa Senhora
2003/2004/2005






Presépios Populares Brasileiros
Obras do Santeiro Dito Pituba
Conheça os Santos Juninos do Santeiro Dito Pituba
Presépios de Todos os Continentes
Presépios
Altares Paulistas – Resgate de um Barroco
2006

A Arte Sacra de Petrus
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Já como OS, na gestão de Mariangela Marino realizaram-se as seguintes mostras:
2007








Iconografia do Sagrado
Presépios Portugueses
Iconografia do Sagrado
Fé, Engenho e Arte: Aleijadinho e seu Tempo
Arte Sacra e Religiosa
Presépios Natalinos
Presépios
Exposição Natalina
2008



Nossa Senhora - Imagens de Devoção e Arte
Simplesmente José, Homem Justo, Homem Fiel, Pai de Jesus
Presépios Brasileiros
2009



A Arte Sacra de Anita Malfatti
Divino Espírito Santo
Glória a Deus nas Alturas
2010


2011









Paixão de Cristo
Festas Populares
Jesus, Luz dos Povos
A Descida da Cruz
Crux Crucis Crucifixus - O Universo Simbólico da Cruz
As Dores
Vestes Sagradas
Arte Sacra Popular
Oratórios Barrocos - Arte e Devoção na Coleção Casagrande
Benedito das Flores e Antônio de Categeró
A Arte em Presépios
Durante o período da Sra Vicente Azevedo aconteceram:
2012








Luz da Fé
Jóias com História do Vitoriano ao Art Déco por Isabella Blanco
Contrapontos: Arte Contemporânea no Museu de Arte Sacra de São Paulo
Museu de Arte Sacra de São Paulo Celebra a Chegada da Primavera com as Rosas de
Paulo von Poser
Paulo von Poser Homenageia Nossa Senhora Aparecida com Instalação no Museu de
Arte Sacra
Cenas de um Encontro de Fé: Exposição Multimídia Comemorativa dos 70 Anos do
Congresso Eucarístico Internacional
Benedito Calixto: Um Retrato de São Paulo
Presépios: no Museu como em Casa
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2013
 459 Paulistinhas
A curta gestão da Sra Coutinho, contou com a excepcional ocorrência da renúncia do Papa
Bento XVI, o que ensejou a exposição “A Cátedra de Pedro: as Medalhas Contam a
História”, com parte das medalhas papais do acervo que, pela oportunidade, transformou-se
em sucesso de mídia e público, tendo a visitação durante seu período sido a mais
expressiva alcançada pelo Museu até então.
Na atual gestão foram apresentadas as seguintes mostras:
 Uma Assinatura na Arte Anônima: Dito Pituba
 Memória, Devoção e Brasilidade: Coleção Ruth e Paschoal Grieco
 A Cátedra de Pedro: as Medalhas contam a História - Museu Janete Costa, Niterói, RJ
 Santeiros Populares Paulistas – Museu Janete Costa, Niterói, RJ
 São Francisco de Assis, das Chagas e de Todo o Mundo
 Crux Crucis Crucifixus - O Universo Simbólico da Cruz – Centro Cultural Banco do
Brasil, Rio de Janeiro, RJ
Neste




semestre ainda estão previstas:
São Roque em São Roque
A Morte
Presépios
Sentar
Paralelamente às exposições temporárias e de longa duração do acervo, o Museu
apresentou novas propostas: as Tardes Musicais, realizadas aos sábados no jardim do
Claustro, vem em um crescendo de qualidade e audiência, já tendo sido apresentados mais
de 20 solistas, corais e grupos de música sacra clássica, entre os quais se destacam os do
Colégio Santa Inês, Camerata e o Coral da FUNDAP.
A criação de um Núcleo de Pesquisa e Cursos, coordenado pelo Padre José Arnaldo Juliano
dos Santos, Capelão do Mosteiro da Luz, possibilitou, em parceria com a Faculdade São
Bento, que a SAMAS passasse a oferecer cursos de extensão universitária, que se
transformaram em sucesso cultural com crescente número de alunos. Assim como
palestras, oficinas e workshops, também muito bem recebidos pelo público.
O Café do Museu, iniciado em 10 de abril com palestra do Padre Luiz Eduardo Pinheiro
Baronto sobre “O Simbólico e o Diabólico no Rito: o que une e o que desune na experiência
cristã”, teve continuidade em maio com o tema “A física moderna, a partícula de Deus e o
nosso dia a dia", ministrado pelo Prof. Dr. João Sérgio Cury Lauand. Em junho, o Padre. Dr.
José Oscar Beozzo abordou os “50 anos da Encíclica Pacem in Terris de João XXIII: o bem
comum e a paz entre os humanos”. Com datas já programadas até novembro, estão
confirmados para os meses de agosto e setembro, respectivamente, os temas “E o Verbo se
fez Poesia: o Sagrado e a Transcendência na poesia moderna” e "O sentido da vida entre a
poesia de Carlos Drummond de Andrade e Adélia Prado".
No mesmo campo de atuação cultural, mas visando também à inclusão social, foram
ministrados dois cursos de grande valia e repercussão. O primeiro deles, em parceria com a
Obra Assistencial Dona Cecília Galvão Vicente de Azevedo, foi o curso de “Zeladoria do
Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural”, possibilitando a formação de jovens interessados
em preservar com competência nossa cultura. O segundo, em parceria com a Caritas,
propiciou o aprendizado de nossa língua e dos costumes brasileiros a refugiados vindos de
Angola e Haiti.
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Com a criação da Rede de Museus de Arte Sacra, sob coordenação do MAS, trabalho de
capacitação profissional e resgate da cidadania foi desenvolvido no sentido de devolver à
comunidade o conhecimento e registro de seu próprio patrimônio. Foram promovidos
oficinas, palestras e estágio técnico com o objetivo de ampliar o conhecimento e contribuir
para a definição de estratégias de preservação dos acervos da instituição, ampliando,
assim, as ações de preservação do patrimônio cultural nos municípios do litoral e interior de
São Paulo, com destaque ao projeto Inventário Paulista de Acervos Museológicos de Arte
Sacra e a consolidação da estrutura da Rede de Museus de Arte Sacra, além de exposições
itinerantes e encontros de articulação.
Paralela à catalogação, realizada através da contratação de uma equipe técnica vinculada ao
Museu de Arte Sacra de São Paulo, responsável pelo desenvolvimento técnico do projeto e
que interagiu de modo proativo com as equipes locais dos museus, avançamos na discussão
dos planos museológicos dos museus e paróquias do interior, oferecendo palestras e
workshops relativos ao tema nas cidades em que também desenvolvemos processos de
catalogação do acervo. Com as ações alinhadas, constatou-se um crescimento na qualidade
técnica dos trabalhos no litoral e interior e uma reflexão sobre seu acervo, história,
memória, religiosidade e arte, permitindo, como já citado, uma reflexão no sentido de
enriquecer o indivíduo como cidadão. É este processo iniciado em 2013 que esperamos
consolidar nos anos de 2014 e 2015.
Outra conquista alcançada pela OS foi a locação de um prédio à Rua São Lázaro, sua
reforma e adaptação para que abrigasse, de forma condigna, tanto a Reserva Técnica, que
ocupa dois terços da área, como a Administração, a Biblioteca e uma sala aparelhada para
cursos.
Finalmente, com as novas condições físicas, foi possível montar a Biblioteca José Mindlin,
com cerca 4.500 títulos, além de livros raros, e abri-la para pesquisadores.
A transferência da Administração e Reserva Técnica para o prédio da Rua São Lázaro
possibilitou, com a decisiva colaboração da Secretaria de Estado da Cultura, que várias
obras de melhoria, mesmo que ainda insuficientes, fossem levadas a cabo no prédio da Av.
Tiradentes, que abriga o Museu e o complexo da Imaculada Conceição da Luz, como foi a
reforma do telhado.
A transferência da Administração para as novas instalações também propiciou ao Museu
novas salas de exposição, ampliando o espaço para abertura de mostras temporárias quase
simultaneamente, além da exposição de longa duração de peças do acervo.
Constituiu-se o novo Conselho de Administração, formado por personalidades de alta
relevância na sociedade paulista, a saber:
Presidente: José Roberto Marcellino dos Santos
Vice-Presidente: Cônego Celso Pedro da Silva
Conselheiros:
 Arnoldo Wald Filho
 Ary Casagrande Filho
 Benedito Lima de Toledo
 Cesar Giobbi
 Dom Edmar Peron
 Haron Cohen
 José Oswaldo de Paula Santos
 Luiz Arena
 Marcos Mendonça
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









Pe. Fernando José Carneiro Cardoso
Pe. Valeriano Santos Costa
Pe. Geraldo Antonio Rodrigues
Pe. José Rodolpho Perazzolo
Renato de Almeida Whitaker
Ricardo I. Ohtake
Ricardo Nogueira do Nascimento
Ricardo Von Brusky
Rosimeire dos Santos
Tito Enrique da Silva Neto
Conselho Fiscal:
 Jussara Delphino
 Pe. José João da Silva
 José Emídio Teixeira
A experiência acumulada nas gestões anteriores, a dedicação dos funcionários e a
diversidade e competência dos membros do Conselho de Administração credenciam esta
Organização Social de Cultura a apresentar esta proposta.
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APRESENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO 2014 A 2018
A proposta técnica do Museu de Arte Sacra de São Paulo, para o período de 2014 a 2018,
visa consolidar o trabalho desenvolvido nos anos de 2012 e 2013, cujo avanço foi notório e,
em especial, nas questões relativas ao programa de acervo, exposições, ação educativa e
SISEM, principalmente através da implantação do Projeto de Catalogação de Arte Sacra da
Rede de Museus de Arte Sacra.
Consideramos que houve avanço no Programa de Acervo, pois, com a mudança da Reserva
Técnica em 2012, o acervo passou a ter um tratamento técnico adequado às normas
internacionais indicadas pelos organismos de preservação. O processamento, a indexação
do acervo e a constante atualização dos dados de catalogação permitem que pesquisas
sejam efetuadas e, assim, propiciem a melhor extroversão do acervo. Esse trabalho será
consolidado e atualizado ao longo dos próximos 5 anos.
O conhecimento real do acervo existente no Museu e as novas pesquisas científicas
derivadas permitirão uma melhor integração das propostas de exposição, o que será
desenvolvido ao longo do ano, otimizando um trabalho que visa dar maior visibilidade ao
acervo. A proposta é aumentar o índice de exposição de obras ao público, que já nos
últimos dois anos passou de menos de 10% para uma circulação de cerca de 30% do
acervo.
As Exposições Virtuais e a integração do Museu com as Redes Sociais abriram um leque de
possibilidades e permitiram o acompanhamento do público e de interessados nas atividades
do Museu, quer sejam as atividades rotineiras de natureza técnica, as de programação ou
ainda as acadêmicas e de capacitação através dos cursos realizados no Museu e do trabalho
da equipe de Zeladoria do Patrimônio, que levou o nome do Museu a diversas comunidades
no Estado de São Paulo.
Também como consequência do trabalho realizado, prevemos para o período um avanço na
discussão de conceito e tipologias de patrimônio, quer pela abrangência de bens imóveis,
móveis, arte, bens integrados e pelo patrimônio imaterial, derivado principalmente das
questões de fé e da formação de uma Legenda Áurea Brasiliensis.
Outro fator de
reconhecimento serão as pesquisas desenvolvidas em nossa biblioteca, além de outras,
específicas, nas obras raras pertencentes ao acervo do Museu. É também a consolidação de
um trabalho de anos que vem se desenvolvendo e que teve um divisor de águas na
abertura da biblioteca ao público, em dezembro de 2012.
Com o avanço da área técnica no Programa de Acervo, e a consequente extroversão das
peças através do Programa de Exposições e da Programação Cultural, houve um aumento
na oferta de atividades oferecidas pelo Museu aos mais diversos públicos. Com isso o
público naturalmente cresceu.
Aliado ao trabalho efetivo desenvolvido pelo setor de Ação Educativa, fatos ocasionais e
inéditos colaboraram para o aumento da visitação, pois refletiram sobre a vida
internacional, regional e local, como foram a renúncia do Papa, a Jornada Mundial da
Juventude, a Pré Jornada em São Paulo e o encontro internacional de museus, que através
da 13ª Conferência Internacional do ICOM, órgão da UNESCO, mobilizou a comunidade
museológica do mundo inteiro, em evento realizado pela primeira vez no Brasil. A partir dos
eventos internacionais acontecidos em 2013 criou-se uma demanda de exposições fora do
espaço do Museu, fora do Estado de São Paulo e talvez internacionais.
No caso da Rede de Museus de Arte Sacra, desenvolveu-se um trabalho de capacitação
profissional e resgate da cidadania, no sentido de devolver à comunidade o conhecimento e
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registro de seu próprio patrimônio. A catalogação foi desenvolvida através da contratação
de uma equipe técnica vinculada ao Museu de Arte Sacra de São Paulo, responsável pelo
desenvolvimento técnico do projeto, equipe esta que interagiu de modo proativo com as
equipes locais dos museus. Paralelo à catalogação, avançamos na discussão dos planos
museológicos dos museus e paróquias do interior, através do oferecimento de palestras e
workshops relativos ao tema nas cidades em que também desenvolvemos processos de
catalogação de acervo. Com as ações alinhavadas, constatou-se um crescimento na
qualidade técnica dos trabalhos no interior e uma reflexão sobre seu acervo, história,
memória, religiosidade e arte, permitindo, como já citado, uma reflexão no sentido de
enriquecer o indivíduo como cidadão e, assim, exercer a verdadeira cidadania. É este
processo iniciado nos anos anteriores que esperamos consolidar no período de 2014 a 2018.
OBJETIVO GERAL
Administrar, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura por meio da Unidade de
Preservação do Patrimônio Museológico, o Museu de Arte Sacra de São Paulo garantindo a
preservação, pesquisa e divulgação de seu patrimônio cultura material e imaterial, e o
cumprimento de sua missão institucional, e atuar intensivamente pelo fortalecimento do
Sistema Estadual de Museus - SISEM, em estreita consonância com a política museológica e
com as diretrizes do Estado estabelecidas pela UPPM/SEC.
VIABILIZAÇÃO FINANCEIRA
São fontes de recursos para a viabilização financeira deste Plano de Trabalho:
 Transferência de recursos da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo à
Organização Social;
 Receitas provenientes de: a) geração de receita por parte da Organização Social através
de serviços previamente autorizados pela Secretaria de Estado da Cultura; b) exploração
de serviços de livraria, loja, café e afins em conformidade com o Termo de Permissão de
Uso (Anexo V do Contrato de Gestão); c) outras receitas auferidas pela cessão
remunerada de uso de seus espaços físicos, quando autorizada pela Secretaria; d)
rendas diversas, inclusive da venda ou cessão de seus produtos, tais como direitos
autorais e conexos; e) doações, legados e contribuições de pessoas físicas e de
entidades nacionais e estrangeiras;
 Geração de recursos pela Organização Social por meio de obtenção de patrocínio a
projetos incentivados pelas leis de renúncia fiscal e captação de recursos advindos de
projetos aprovados em editais de fomento e fundos setoriais públicos;
 Rendimentos de aplicações de ativos financeiros.
Todos os recursos integrantes da viabilização do Plano de Trabalho serão devidamente
demonstrados na prestação de contas, e os documentos fiscais correspondentes estarão
disponíveis em qualquer tempo para fiscalização dos órgãos públicos do Estado ou para
auditorias independentes contratadas.
OPERACIONALIZAÇÃO
De acordo com a política de museus do Estado de São Paulo, as finalidades que traduzem a
razão de existir dos museus são organizadas através de um conjunto de programas de
trabalho, que expressam as ações finalísticas a serem executadas (de preservação,
pesquisa e divulgação do patrimônio museológico, visando contribuir para a educação,
identidade, cidadania e fruição cultural) e as atividades de gestão e de áreas-meio, para
viabilizá-las. Para materializar o desenvolvimento desses programas, a operacionalização
deste Plano de Trabalho envolve a execução de metas técnicas e administrativas, a
realização de rotinas técnicas e o cumprimento de obrigações contratuais e gerenciais. As
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ações a seguir descritas serão realizadas no próprio museu e por meio da articulação e
apoio a outros museus do Estado e a ações de preservação e difusão do patrimônio
museológico em todo o território paulista.
No período de 2014 a 2018, o Museu continuará aberto ao público de janeiro a dezembro,
exceto às segundas-feiras e nos dias:
Ano
2014
2015
2016
2017
2018
Data
01/01
04/03
24 e 25/12
30 e 31/12
01/01
17/02
24 e 25/12
30 e 31/12
01/01
09/02
24 e 25/12
30 e 31/12
01/01
28/02
24 e 25/12
30 e 31/12
01/01
13/02
24 e 25/12
30 e 31/12
Justificativa
Confraternização Universal
Carnaval
Natal
Encerramento do Ano
Confraternização Universal
Carnaval
Natal
Encerramento do Ano
Confraternização Universal
Carnaval
Natal
Encerramento do Ano
Confraternização Universal
Carnaval
Natal
Encerramento do Ano
Confraternização Universal
Carnaval
Natal
Encerramento do Ano
Nos demais dias, o funcionamento regular será de terça-feira a sexta-feira, das 09h às 17h,
com encerramento da bilheteria às 16h30, e aos sábados e domingos das 10h às 18h, com
encerramento da bilheteria às 17h30. As segundas-feiras serão dedicadas a serviços
internos. A entrada no Museu de Arte Sacra de São Paulo é gratuita para todos os visitantes
aos sábados.
Apresentamos, a seguir, o quadro de metas do museu e o quadro de rotinas e obrigações
que nortearão o cumprimento do objetivo geral e dos objetivos específicos previstos no
Contrato de Gestão e neste Plano de Trabalho. O desenvolvimento e o registro das ações
serão feitos de maneira a facilitar seu acompanhamento e avaliação por parte da Secretaria
de Estado da Cultura, dos demais órgãos fiscalizadores do Estado de São Paulo e da
sociedade em geral.
Serão apresentados relatórios trimestrais das realizações, onde as metas não atingidas
serão justificadas e onde as metas superadas serão comentadas, quando superiores a 20%
do previsto. Deverão ser justificadas as metas quando forem inferiores a 80% do previsto
para o período, lembrando que a somatória dos resultados trimestrais deverá viabilizar o
alcance dos resultados anuais previstos.
A política de exposições e programação cultural será acordada entre a Organização Social e
a Secretaria da Cultura, por meio de sua Unidade Gestora, a partir da apresentação do
Anexo “Proposta de Política de Exposições e Programação Cultural do Museu de Arte Sacra
de São Paulo”, que determinará o foco e as diretrizes das mostras e atividades propostas.
Essa política será a base da seleção das exposições e programação cultural a serem
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anualmente realizadas no Museu, explicitadas no Anexo “Descritivo Resumido das
Exposições e Programação Cultural”.
Todas as ações já definidas para o próximo exercício constam do presente Plano de
Trabalho (seja nas metas pactuadas, rotinas técnicas ou metas condicionadas à captação de
recursos). As exposições previstas serão detalhadas até o trimestre anterior à sua
realização, para aprovação da Secretaria. Outras programações que surjam no decorrer do
ano e não constem previamente do Plano de Trabalho serão comunicadas à Secretaria com
pelo menos 15 (quinze) dias de antecedência, sempre que possível, ou logo que a agenda
seja definida. Caso alguma Organização Social realize, em equipamento do Estado sob sua
gestão, atividade de programação que não esteja de acordo com a política aprovada pela
Secretaria, estará sujeita às penalidades cabíveis, incluindo notificação.
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14
ÍNDICE PLANO DE TRABALHO ANUAL - 2014
QUADRO DE METAS
METAS TÉCNICAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
16
19
22
25
26
METAS ADMINISTRATIVAS
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
28
METAS CONDICIONADAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
30
31
32
33
33
34
ANEXO 1: PROPOSTA DE POLÍTICA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL
2014-2018............................................................................................
135
ANEXO 2: DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
(INCLUINDO METAS PACTUADAS E CONDICIONADAS)................................................
35
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL............................................................
38
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15
QUADRO DE METAS TÉCNICAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA - 2014
1) Objetivos

Assegurar a conservação e preservação dos acervos museológico, arquivístico e bibliográfico, por
meio de plano de conservação com ações preventivas e corretivas.

Documentar todos os acervos de acordo com normas técnicas contemporâneas e com as diretrizes
da UPPM, e manter atualizada a relação dos acervos da SEC.

Realizar estudos, pareceres e outras ações para ampliação qualificada do acervo, estabelecendo
ajustes com o Poder Público e a iniciativa privada para aquisição de obras de arte, livros e outros
bens culturais relevantes para o patrimônio cultural do Estado.

Ampliar a realização de pesquisas sobre conteúdos relacionados ao acervo e à temática do museu.

Articular as ações realizadas constituindo um centro de pesquisa e referência que amplie as
possibilidades de produção e difusão de conhecimento, e de interação do público com as temáticas
do acervo, atento às questões da Museologia contemporânea.
2) Estratégia de ação: No Programa de Acervo, terão continuidade os processos de revisão e
inserção de informações sobre novas aquisições e, eventualmente, novos estudos referentes às
coleções do Museu no Banco de Dados da SEC e no do próprio museu. As mesmas atividades se
aplicam às coleções catalogadas no novo trabalho da Rede de Museus de Arte Sacra. Serão
preenchidos os dados de origem e histórico de parcela dos objetos do acervo, de maneira a
ampliar as informações para gestão e preservação, além de aprimorar as possibilidades de
pesquisa. Paralelamente, serão formadas parcerias com instituições de ensino superior nacionais e
internacionais de forma a ampliar as possibilidades de extroversão dos objetos do acervo.
A política de pesquisa de acervo é absorvida na rotina do Museu, tanto na questão de
documentação, quanto subsidiando exposições. As parcerias acadêmicas estão nas Metas
Condicionadas e metas de intercâmbio.
3) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
4) Público Alvo: Funcionários, pesquisadores e usuários.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
01
Realizar registro fotográfico das
peças de acervo
Número de registros fotográficos do
acervo inseridos no Banco de Dados
do Acervo da SEC
02
Implementar Laboratório de
Conservação para manutenção
das peças de acervo
Laboratório implementado
Período
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
1500
200
200
200
2100
100%
100%
100%
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
16
03
Revisar documento de Política
de Acervo do MAS
Documento de Política de Acervo do
MAS revisado
04
Submeter documento de
Política de Acervo do MAS
revisado à análise da SEC
Documento de Política de Acervo do
MAS revisado submetido à SEC
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
01
01
100%
01
-
01
05
Aprovar documento de Política
de Acervo do MAS no Conselho
e entregar documento
aprovado à SEC
Documento revisado, aprovado e
entregue
06
Elaborar projeto do arquivo
histórico do MAS
Projeto elaborado
07
Realizar estudo para
desenvolvimento de projeto
para controle climático de parte
da Reserva Técnica do Museu
Relatório de estudo realizado
08
Elaborar projeto de controle
climático para parte da reserva
técnica do Museu.
Projeto elaborado
09
Realizar pesquisa de origem e
histórico do acervo
Número de atualizações de dados
catalográficos no Banco de Dados da
SEC
10
Submeter projetos de pesquisa
a editais de apoio e fomento
para busca de apoio financeiro,
técnico-acadêmico e material
(FAPESP, CNPQ, FINEP e afins)
Número de projetos submetidos
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
100%
01
01
100%
01
01
100%
01
01
100%
01
01
100%
1500
200
200
200
2100
100%
01
01
02
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
17
11
Adquirir equipamento para
acondicionamento de livros:
traineis tipo arquivos
deslizantes
Número de traineis adquiridos
(quantidade de faces)
12
Renovar licença de software
PHL para catalogação de livros
e disponibilização online pelo
site do Museu
Licença renovada
13
Adquirir livros que
complementem a bibliografia
de História da Arte disponível
para pesquisa na biblioteca do
Museu
Número de livros adquiridos
14
Realizar inventário de Acervos
Museológicos de Arte Sacra no
Estado de São Paulo – Rede de
Museus de Arte Sacra – iniciado
em 2013
Número de peças catalogadas
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
36
36
100%
01
01
100%
100
100
100
100
400
100%
40
40
40
40
160
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
18
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL – 2014
1) Objetivos Específicos

Ampliar a extroversão do acervo e da temática de atuação do museu, contribuindo para a
formação de público de museus e equipamentos culturais, por meio de exposições, cursos,
oficinas, workshops, palestras e eventos que viabilizem, com acessibilidade, o acesso
qualificado da população à cultura e à educação.

Contribuir para o fortalecimento dos calendários cultural e turístico do Estado e do município,
oferecendo à população programação especial e qualificada nos seguintes eventos: aniversário
da cidade, Virada Cultural, Semana dos Museus (maio) Férias no Museu (julho), Mês da
Consciência Negra (novembro) e Férias no Museu (janeiro).

Estimular a produção cultural na área temática foco do museu, por meio de premiações,
projetos de residência artística e bolsas de estudo para projetos com qualidade artístico-cultural
e contrapartida sociocultural (exposições, apresentações, oficinas etc.).

Contribuir para a integração do museu na Rede de Museus da SEC, por meio de ações
articuladas com os demais museus da SEC, potencializando a visibilidade e atratividade das
ações realizadas.

Ampliar o público visitante do museu e de suas atrações e serviços, contribuindo para o
crescimento do público previsto no Planejamento Plurianual do Estado.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.
2) Estratégia de ação: Serão realizadas três exposições temporárias com acervo do Museu e
outra a partir da política de exposições do Museu com obras do próprio Museu e de terceiros.
Dessas mostras serão produzidas exposições virtuais de acervo e temáticas, com pesquisas
realizadas pela equipe do museu e disponibilizadas na biblioteca da instituição para o público
interessado. As demais exposições que integram o Quadro de Metas têm como objetivo exibir
as múltiplas facetas dos temas tratados no acervo com foco nas diversas tipologias do acervo
do Museu e das coleções de terceiros.
3) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda,
atendem às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com
maior ou menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas
aqui referidos.
4) Público Alvo: Visitantes e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
15
Realizar exposições temporárias a
partir da política de exposições do
museu com obras do acervo e
pesquisa própria
Número de exposições
realizadas
16
Realizar exposições temáticas
temporárias a partir da política de
exposições do museu com obras
do Museu e de terceiros
Número de exposições
temáticas temporárias
realizadas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
03
100%
01
01
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
19
17
Realizar exposições virtuais de
acervo e temáticas
Número de exposições virtuais
realizadas
18
Realizar cursos livres, oficinas,
workshops para o público
Número de cursos livres
realizados
19
Receber público nos cursos livres,
oficinas e workshops realizados
Número de participantes nos
cursos livres, oficinas e
workshops
20
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público de oficinas /
workshops / palestras
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
21
Realizar eventos periódicos:
- Tardes Musicais, aos sábados
Número de eventos realizados
22
Realizar estudo para novo projeto
museológico, museográfico e
expográfico para exposição de
longa duração, visando também à
acessibilidade e público
estrangeiro
Relatório de estudo realizado
23
Implantar novo plano e projeto
museológico para exposição de
longa duração
Percentual de implantação do
Plano e Projeto museológico
apresentados no 3º trimestre e
entregues no 4º trimestre de
2013
24
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público (a partir de
questionário e orientações da
SEC)
Número de questionários
aplicados
25
Monitorar índices de satisfação de
público geral
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
30
30
30
30
120
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
03
03
12
100%
50%
50%
100%
100%
10%
30%
30%
30%
100%
100%
270
270
270
270
1080
100%
01
01
02
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
20
26
Receber visitantes
presencialmente no Museu
Número de visitantes recebidos
27
Realizar programação especial
para o Ano dos “Países” (países a
serem definidos anualmente) no
Brasil
Número de programações
realizadas
28
Realizar programas temáticos:
. Aniversário da cidade
. Semana de Museus
. Virada Cultural
. Mês da Consciência Negra
. Férias no Museu
Número de programas
temáticos realizados
29
Realizar palestras de temas
relativos à História da Arte, Arte
Sacra, Museologia, Arquitetura,
Arqueologia e demais temas
relacionados ao acervo do Museu
Número de palestras realizadas
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
8000
17000
15000
10000
50000
100%
01
01
02
100%
02
02
01
01
06
100%
02
02
02
06
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
21
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2014
1) Objetivos Específicos

Contribuir com a educação formal por meio de parceria com as redes pública e privada de ensino,
possibilitando o melhor aproveitamento dos conteúdos museológicos na educação escolar, por
meio de visitas educativas, produção de materiais e conteúdos pedagógicos e oferta de oficinas e
programas específicos para estudantes e professores.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público escolar, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.

Ampliar as possibilidades de aproveitamento das exposições, por meio da oferta de serviço
educativo, preferencialmente mediante agendamento, para grupos de visitantes turistas, idosos,
profissionais e outros.

Desenvolver e executar projetos e ações que promovam a inclusão social, trazendo para o museu
ou levando o museu a grupos sociais diversificados, marginalizados e com maior dificuldade no
acesso a equipamentos culturais (tais como pessoas com deficiência, idosos, pessoas em situação
de vulnerabilidade social e doentes em hospitais) ou que estejam no entorno do museu.

Apoiar a qualificação dos principais responsáveis por visitas de grupos, por meio de cursos e
oficinas de capacitação para professores, educadores, guias de turismo e outros.
2) Estratégia de ação: O Serviço Educativo está organizado a partir de cinco estratégias de ação
que se intercruzam, a saber: Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação,
Pesquisas de Público, Formação Continuada da Equipe, Recursos Tecnológicos e Estratégias de
Mediação.
A Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação compreende o trabalho de
pesquisa, elaboração e avaliação de uma série de materiais de apoio destinados tanto aos
professores como ao público em geral (fichas temáticas para professores, folders, jogos
educativos etc.).
As Pesquisas de Público objetivam conhecer o público visitante do complexo do Mosteiro da
Luz, diagnosticando seu perfil, suas expectativas e suas necessidades. Acredita-se que só a partir
do conhecimento desse público seja possível traçar estratégias de ações educativas efetivas.
Esses estudos são realizados de maneira sistemática com professores, visitantes espontâneos e
avaliação somativa de exposições temporárias.
A Formação Continuada da Equipe é o momento em que são discutidas as metodologias de
educação a partir de objetos e temáticas afins do acervo salvaguardado. Também nessa linha de
ação são realizadas atividades trimestrais com as diferentes equipes que trabalham na instituição,
a fim de assegurar uma política de conscientização da importância do trabalho em conjunto na
prática da salvaguarda e extroversão pública do patrimônio cultural.
Os Recursos Tecnológicos são entendidos enquanto ferramenta suplementar para extroversão
do trabalho desenvolvido pelos diferentes setores da instituição. O Setor Educativo cooperará na
produção de conteúdos que poderão ser acessados pelo visitante no momento em que visita o
espaço expositivo por meio do recurso de “QR Code” e pelo acesso ao novo portal do Museu de
Arte Sacra de São Paulo.
As Estratégias de Mediação são ações que exploram as diversas dimensões da aprendizagem a
partir do acervo e das pesquisas desenvolvidas no Museu, respeitando-se a diversidade dos
públicos atendidos procura-se propiciar e estimular uma relação mais crítica e prazerosa do
visitante com o espaço expositivo.
3) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
22
Com atuação dedicada ao programa de serviço educativo, somam 19 profissionais, sendo 11
celetistas de nível técnico, superior completo e mestre, além de 08 estagiários graduandos.
4) Público Alvo: Estudantes e grupos de visitantes
Nº
Ação
Indicador de Resultados
30
Propiciar visitas mediadas a
estudantes de escolas públicas
e privadas
Número de estudantes de escolas
públicas e privadas, atendidos em
visitas mediadas
31
Propiciar visitas mediadas a
público espontâneo
Número de pessoas atendidas em
visitas mediadas
32
Realizar atendimento de
públicos-alvo por meio de
projetos especiais: Inclusão
Sociocultural, Acessibilidade e
Idoso
33
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de cursos realizados
34
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de professores,
educadores e profissionais de
turismo capacitados
35
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação do público escolar
agendado
Número de pesquisas realizadas
36
Monitorar os índices de
satisfação do público escolar
agendado
Número de relatórios semestrais
de pesquisa com apuração do
índice de satisfação do público
escolar agendado
37
Realizar visitas integradas
para professores em parceria
com museus e instituições
culturais.
Número de visitas realizadas
Número de pessoas atendidas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
600
5160
4000
1440
11200
100%
1500
1000
1000
1500
5000
100%
90
120
120
110
440
100%
02
05
03
04
14
100%
30
75
45
60
210
100%
20
120
100
43
283
100%
01
01
02
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
23
38
Avaliar a compreensão do público
quanto ao conteúdo e expografia
das mostras temporárias
Número de questionários
aplicados
39
Compilar dados de atendimento a
visitantes de projetos especiais
Número de relatórios de
atendimento
40
Realizar programa Interessante e
Interativo (Férias no Museu e datas
comemorativas e feriados)
Número de atividades
realizadas
41
42
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Número de cursos realizados
Número de participantes
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
100
100
02
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
02
02
10
100%
01
01
02
ICM %
100%
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
20
20
40
ICM %
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
24
PROGRAMA DE APOIO AO SISEM-SP – 2014
1) Objetivos Específicos

Integrar e participar ativamente do Sistema Estadual de Museus de São Paulo, SISEM-SP.

Disseminar boas práticas e conhecimento técnico para o conjunto de museus do Estado de São
Paulo, por meio da colaboração do seu corpo técnico na elaboração e execução de ações em
municípios da Região Metropolitana de SP e do interior do Estado.

Realizar ações de articulação, capacitação, difusão e apoio técnico em instituições museológicas
e culturais em municípios da RMSP e do interior do Estado, conforme orientação do Grupo
Técnico de Coordenação do SISEM-SP/UPPM/SEC.

Participar das Redes Temáticas de Museus de São Paulo, colaborando na articulação,
levantamento de informações e realização de ações de apoio à área temática afim.

Ampliar a visibilidade institucional do Museu na RMSP e no interior.

Ampliar o público atendido pela Organização Social a partir de ações desenvolvidas na RMSP e
no interior.
2) Estratégia de ação: Promover oficinas, palestras e estágio técnico com o objetivo de ampliar o
conhecimento e contribuir para a definição de estratégias de preservação dos acervos da
instituição, ampliando as ações de preservação do patrimônio cultural nos municípios do litoral e
interior de São Paulo. Serão ações de destaque o projeto Inventário Paulista de Acervos
Museológicos de Arte Sacra e a consolidação da estrutura da Rede de Museus de Arte Sacra,
além de exposições itinerantes e encontros de articulação.
3) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação parcialmente dedicada ao programa de apoio ao SISEM, atuam 06 profissionais,
sendo técnicos, graduandos e pós-graduado.
4) Público Alvo: Museus e municípios do interior e grande São Paulo e seu público
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim
2º Trim
Realizar ações de capacitação
3º Trim
(palestras, oficinas, cursos) em
43
Número de ações realizadas
museus e espaços expositivos do
4º Trim
litoral, interior e da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
Capacitar profissionais de
44
Número de capacitações realizadas
museus (estágio presencial)
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar exposições itinerantes
3º Trim
em museus e espaços
Número de exposições itinerantes
45
expositivos do litoral, interior e
realizadas
4º Trim
da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar encontros de articulação
3º Trim
46 e apoio às Redes Temáticas e
Número de encontros realizados
4º Trim
Polos Regionais
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
01
01
02
100%
01
01
01
03
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
25
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2014
1) Objetivos Específicos

Divulgar amplamente as exposições, a programação cultural, as ações de pesquisa e os serviços
prestados pelo museu, contribuindo para a ampliação do conhecimento e da valorização do
patrimônio museológico por parte do público em geral, e para o crescimento do número de
visitantes e participantes das atividades desenvolvidas.

Prestar informações atualizadas sobre a programação e serviços do museu.

Elaborar publicações diversas, com enfoque educativo, histórico, artístico, técnico e/ou
científico-tecnológico, contribuindo para a ampliação do conhecimento geral e específico acerca
das linhas de atuação e dos principais temas afetos ao museu.

Fortalecer a presença do museu nos meios de comunicação como equipamento cultural do
Governo do Estado de SP de alta qualidade e interesse social.
2) Estratégia de Ação: O Programa de Comunicação organiza, em parceria com a SEC, as ações
em três frentes de trabalho - comunicação interna, comunicação externa e comunicação de
projetos. Utilizará os canais institucionais de comunicação na internet (website e páginas nas
redes sociais), as peças eletrônicas e impressas e o relacionamento com os veículos da
imprensa para divulgar as atividades e realizações do Museu, como exposições temporárias com
acervo do Museu, exposições virtuais, exposições temporárias com acervo de terceiros,
pesquisas, atividades educativas, cursos, palestras e outras.
3) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe dedicada ao programa de comunicação e imprensa será formada por 01 profissional
celetista com formação superior.
4) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças
3º Trim.
Número de peças produzidas e
47 digitais para divulgação das
distribuídas
4º Trim.
atividades do Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
Produzir boletins eletrônicos para Número de boletins eletrônicos
48
envio ao mailing list
produzidos e enviados
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças
3º Trim.
Número de peças produzidas e
49 impressas para divulgação das
distribuídas
4º Trim.
atividades do Museu
ANUAL
ICM %
Meta
05
05
05
05
20
100%
03
03
03
03
12
100%
02
01
02
01
06
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
26
50
Criar e produzir catálogos
impressos das exposições
programadas
Número de catálogos impressos
criados e produzidos
51
Transcrever conteúdo de 20
páginas institucionais do site do
Museu para inglês e espanhol
Número de páginas institucionais
transcritas para o inglês e
espanhol
52
Transcrever conteúdo de 09
páginas de programação cultural
do site do Museu para inglês e
espanhol
Percentual de páginas de
programação cultural transcritas
para inglês e espanhol
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
01
01
01
01
04
100%
20
20
100%
09
09
09
27
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
27
QUADRO DE METAS ADMINISTRATIVAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2014
1) Objetivos Específicos
 Diversificar as fontes de recursos financeiros para viabilização do Contrato de Gestão.
 Gerir espaços direta ou indiretamente, de acordo com a legislação vigente, para venda de
produtos relacionados ao Museu, bem como para loja, livraria, café e afins, para atendimento
do público do Museu, revertendo os recursos gerados para o cumprimento das ações do plano
de trabalho.
 Elaborar projetos para editais e leis de incentivo e realizar outras ações de desenvolvimento
institucional e captação de recursos, visando ampliar as parcerias e recursos para o sucesso no
cumprimento integral das metas previstas.
2) Estratégia de Ação: Desenvolver, implantar e gerir uma área de marketing e mobilização de
recursos com foco na sustentabilidade do Museu em longo prazo, compreendendo:
 Plano de Mobilização de Recursos: definição das metas, estratégias e diretrizes.
 Estudo de viabilidade sobre as possibilidades das fontes de financiamento.
 Projetos de captação para editais, fundações e empresas privadas.
 Ações para comunicação e marketing.
 Programa de Captação de Recursos para pessoa física.
 Planejamento de eventos especiais.
 Iniciativas com foco no marketing relacionado à causa (licenciamento de marca).
A implantação da nova área cumprirá as seguintes etapas:
2.1 Diagnóstico
Análise de informações colhidas com pessoas chaves da equipe, materiais, projetos em
andamento e perspectivas, para conhecer o momento atual do MAS, seu histórico de captação,
públicos com os quais se relaciona, formas de relacionamento e divulgação, enfim, quais seus
pontos fortes e desafios quanto à mobilização de recursos.
2.2 Desenvolvimento
Definição de estratégias e metas da área de Marketing e Mobilização de Recursos, buscando a
diversificação das fontes de financiamento conforme os objetivos anteriormente elencados.
2.3 Implantação e gestão
Operação e gestão da área de Marketing e Mobilização de Recursos, com foco nos seguintes
resultados:

Estruturação do Planejamento Estratégico com as devidas análises de oportunidades e
desafios.

Alinhamento das fontes de financiamento e mobilização de recursos correlacionados ao
desenvolvimento institucional.

Efetivação de estratégias de campanhas de marketing e geração de renda.
3) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe com atuação dedicada ao programa de financiamento e fomento será inicialmente
composta por 01 profissional celetista na gestão da área, com formação superior completa nas
áreas de comunicação social e administração de empresas e comprovada vivência na elaboração e
gestão de projetos, relacionamento e desenvolvimento institucional e captação de recursos para o
terceiro setor.
4) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
28
Nº
Ação
Indicador de Resultados
53
Elaborar Plano de Marketing e
Mobilização de Recursos
Plano elaborado
54
Implementar Plano de Marketing
e Mobilização de Recursos
Plano implementado
55
Captar recursos por meio de
receita de bilheteria, cessão de
espaços, contratos para
exploração comercial de café e
loja
Recurso captado = 2% do
contrato de gestão
56
Submeter projetos para
aprovação por meio das leis de
incentivo à cultura (Rouanet /
PROAC / municipal)
Número de projetos
submetidos
57
Captar recursos por meio de
projetos incentivados já
aprovados (Roaunet, ProAC,
Mendonça), editais de fomento
(FAPESP, FINEP, CNPq) e
doações
Recurso captado = 3% do
contrato de gestão
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
100%
01
01
100%
28.000,00
38.000,00
43.000,00
62.160,00
171.160,00
100%
01
01
02
100%
64.185,00
64.185,00
64.185,00
64.185,00
256.740,00
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
29
QUADRO DE METAS CONDICIONADAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
(MC) PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2014
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares ampliando
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o acervo,
com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios, doações
ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Estabelecer parcerias para
Número de novas parcerias
58 pesquisa acadêmica sobre o
estabelecidas
acervo e a temática do Museu.
Estabelecer parcerias nacionais
e internacionais para
Número de novas parcerias
59
intercâmbio técnico, científico
estabelecidas
e artístico.
Iniciar pesquisa sobre o acervo
Número de pesquisas iniciadas
60 do Museu por pesquisadores
sobre o acervo
acadêmicos.
Criar programa Pesquisador
Convidado para intercâmbio de Número de pesquisadores
61
informações científicas,
convidados
históricas e artísticas.
Organizar a documentação
Documentação existente sobre
62 existente sobre aquisição de
aquisição de acervo organizada
acervo.
Meta
Valor
03
-
02
60.000,00
03
-
02
60.000,00
01
6.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
30
(MC) PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMA CULTURAL – 2014
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Realizar exposição temporária
com acervo de terceiros a
Número de exposições
63
respeito de temas que
realizadas
tangenciam a missão do Museu
Realizar encontros de natureza
Número de encontros
64
cultural/filosófico/teológico,
realizados
intitulados Café do Museu
Meta
Valor
05
1.160.000,00
08
8.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
31
(MC) PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2014
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Conceber roteiros temáticos sobre o
Número de roteiros
65
Acervo do MAS-SP destinado aos
temáticos concebidos
professores.
Finalizar e imprimir roteiros
Número de roteiros
66
temáticos sobre o Acervo do MAStemáticos impressos
SP destinado aos professores.
(tiragem 10.000)
Criar e produzir jogos educativos
67
Jogos criados e produzidos
para o público espontâneo.
Conceber kits pedagógicos para
Número de kits pedagógicos
68
empréstimo aos professores, a
concebidos
partir de temáticas do acervo.
Produzir kits pedagógicos para
Número de kits pedagógicos
69
empréstimo aos professores, a
produzidos
partir de temáticas do acervo.
Desenvolver audioguias em
português e língua estrangeira
Audioguias e videoguias
70
(inglês e espanhol) e videoguias em
desenvolvidos
língua de sinais.
Equipamentos adquiridos
Adquirir equipamentos para
(20 conjuntos de rádio e
71
operação de audioguias (20) e
fone de ouvido e 1 rack
videoguias (2)
para recarga)
Equipamentos adquiridos (2
Adquirir equipamentos para
72
iPad 2 WiFi com capa de
operação de videoguias (2)
proteção)
Produzir e implantar audioguias em
português e língua estrangeira
Audioguias e videoguias
73
(inglês e espanhol) e videoguias em
implantados
língua de sinais
Criar e produzir maquete tátil do
Maquete tátil criada e
74
complexo do Mosteiro da Luz
produzida
Criar e produzir telas táteis em
Telas táteis criadas e
75
resina de obras pré-selecionadas do
produzidas
acervo
Realizar Projeto Educar em
76
Conjunto viabilizado pela parceria
Projeto realizado
entre SEC e SE
Meta
Valor
01
-
01
50.000,00
02
10.000,00
01
-
01
10.000,00
02
-
21
55.000,00
2
4.000,00
02
60.000,00
01
30.000,00
05
30.000,00
01
318.401,60
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
32
(MC) PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM – 2014
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Dar sequência ao projeto
Inventário Paulista de Acervos
Número de peças catalogadas
77
Museológicos de Arte Sacra –
no ano
Rede de Museus de Arte Sacra –
iniciado em 2013.
Meta
Valor
4000
990.000,00
(MC) PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2014
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Produzir livro de arte do
Catálogo oficial produzido e
78
acervo do Museu (catálogo
impressos 5000 exemplares
oficial)
Produzir peças de informação
79
em Braille sobre as exposições Número de peças produzidas
programadas
Meta
Valor
01
400.000,00
04
100.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
33
(MC) PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2014
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Criar material gráfico de apoio
80 à atividade de captação de
Número de peças criadas
recursos
Produzir e imprimir material
Número de peças produzidas e
81 gráfico de apoio à atividade
impressas
de captação de recursos
Meta
Valor
5
-
5
50.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
34
ANEXO 2 - 2014
DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
São as seguintes as exposições e a programação cultural constantes das metas pactuadas
para o ano de 2014:
Exposições programadas:
MOSTEIRO DA LUZ 240 ANOS
(Exposição e mostra memória virtual)
A exposição tratará do complexo do Mosteiro da Luz, onde o Museu de Arte Sacra está
localizado. A abordagem, enfocando as várias áreas do conhecimento, apresentará o
trabalho de modo interdisciplinar, abrangendo as áreas de história, arquitetura, arqueologia
e patrimônio, nas vertentes de bens imóveis, móveis e imateriais.
OS ANJOS DIZEM AMÉM
(Exposição e mostra memória virtual)
São várias as categorias dos anjos e a mostra abordará sua hierarquia e classificação na
corte celeste. Temos desde os querubins, que não têm corpo, apresentando apenas cabeça
e asas, até os arcanjos como São Rafael, São Gabriel e São Miguel, o chefe dos arcanjos, e
podemos ainda destacar no acervo anjos que são raros no período colonial, como os
Serafins, anjos adultos que apresentam o sexo esculpido.
LEGENDA ÁUREA BRASILIENSIS
(Exposição e mostra memória virtual)
Recentemente um grande historiador, mundialmente conhecido e respeitado, Jacques Le
Goff, fez uma análise crítica de uma proposta de coletânea de narrativas hagiográficas
reunidas por volta de 1260 d.C. pelo dominicano e futuro bispo de Gênova, Jacopo de
Varazze, e que se tornou um sucesso durante a Idade Média. Envolveu a biografia de 153
santos, que foram os peixes de Pedro na conversão ao catolicismo primitivo. Transpondo
para a época atual, o Padre Arnaldo, do Museu de Arte Sacra de São Paulo, executa uma
pesquisa que identificará os 153 mais populares santos brasileiros. A mostra deverá indicar
os fatores da pesquisa, bem como os santos e suas biografias, com exemplos no acervo do
Museu de Arte Sacra, nas mais variadas representações.
PRESÉPIOS
(Exposição e mostra memória virtual)
Os presépios são integram o acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo e o mais famoso
exemplar parte da tradição napolitana. Um dos conjuntos mais expressivos do mundo, o
Presépio Napolitano, é complementado anualmente com propostas inovadoras e, para 2014,
a proposta é selecionar presépios de colecionadores para que seja abrigada uma mostra no
espaço expositivo do Museu.
Programação cultural programada:
CURSOS LIVRES, OFICINAS E WORKSHOPS
A realização dos cursos livres envolve temática complementar aos cursos de extensão
universitária, já desenvolvidos na instituição, ligados à arte, arte sacra e bens culturais e
patrimoniais.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
35
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA O ANO DE “PAÍS”
Destacar no acervo exposto peças originárias dos países eleitos para as comemorações
temáticas, desenvolvendo atividades com o público visitante, através do setor de Apoio
Educativo.
PROGRAMAS TEMÁTICOS
Atividades desenvolvidas a partir de eventos comemorativos, tais como Aniversário da
Cidade, Semana de Museus, Virada Cultural, Mês da Consciência Negra e Férias no Museu,
criando interface com aspectos do acervo do Museu.
PALESTRAS SOBRE TEMAS RELACIONADOS AO ACERVO DO MUSEU
Palestras desenvolvidas a partir dos temas e tipologias do acervo
complementares aos temas já desenvolvidos por estudiosos na instituição.
do
Museu,
TARDES MUSICAIS
Ao retomar as séries de concertos musicais, o Museu de Arte Sacra de São Paulo abre-se a
novas pesquisas na área e inicia um processo de transformação do Museu em centro
irradiador de pesquisa da arte musical sacra brasileira.
No passado, o Museu implementava e divulgava pesquisas na área de musicologia com foco
no repertório sacro colonial brasileiro. Através de parcerias com musicólogos e artistas,
alguns registros fonográficos, na época em LP, foram produzidos com o selo do próprio
Museu, despontando como importantes registros de repertório no Brasil.
Resumo das exposições e programação
condicionadas para o ano de 2014:
cultural
constantes
das
metas
A intenção do Museu é desenvolver exposições temporárias e com acervo de terceiros para
atuar como agente divulgador e propiciar aos visitantes o acesso ao patrimônio
salvaguardado em coleções privadas ou públicas, passíveis de releitura.
100 ANOS DA CATEDRAL DE SÃO PAULO
(Exposição e mostra memória virtual)
Em comemoração ao centenário da Catedral de São Paulo, será realizada uma exposição na
própria Catedral e que disponibilizará para visitação pública vários locais da edificação não
usualmente frequentados. Serão utilizados objetos, fotografias e pinturas pertencentes ao
acervo do MAS e farta iconografia que, através de recursos tecnológicos, possibilitará ao
público acompanhar as transformações que sofreu a Catedral desde a Sé antiga. A
edificação será valorizada através da visita guiada e o público será induzido a realizar um
percurso mapeado entre vitrais da Catedral, bem como serão evidenciadas curiosidades
arquitetônicas existentes e pouco conhecidas.
A ÚLTIMA CHÁCARA CONVENTUAL
(Exposição e mostra memória virtual)
A mostra propõe uma parceria com a Casa da Imagem e aborda a contextualização do
Mosteiro da Luz no traçado urbano da cidade de São Paulo. O acervo utilizará iconografia de
época, que assim mostrará as várias fases da edificação do Mosteiro e do seu entorno.
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
36
CONTRAPONTOS
(Exposição e mostra memória virtual)
Como um projeto já desenvolvido pelo Museu de Arte Sacra de São Paulo em 2012, esta
proposta envolve mais três módulos. O segundo módulo tem previsão de acontecer no ano
de 2014 e é uma proposta que traz artistas contemporâneos fazendo releituras no acervo
do Museu e no espaço expositivo.
MOEDAS E VALES PARTICULARES
(Exposição e mostra memória virtual)
O acervo de Numismática e Medalhística do Museu de Arte Sacra de São Paulo abrange os
mais variados temas, desde medalhas religiosas - que englobam as medalhas papais - até
moedas que circularam na Roma e Grécia antigas. Dentre elas, uma que chama especial
atenção é a coleção de Moedas e Vales Particulares do Brasil. Com cerca de 230 peças, a
coleção traz moedas dos séculos XIX e XX, mostrando peculiaridades do Brasil do período
Imperial e do início da República. Com moedas cunhadas por indivíduos ou empresas
particulares, o acervo conta com peças que circularam em minas de ouro, fazendas de café,
usinas, e até moedas que circularam em firmas comerciais, restaurantes, bares, confeitarias
e em outros locais, inclusive, algumas delas se tornaram moedas oficiais devido a um
período de escassez de emissão monetária pelo governo. No entanto, sua característica
principal foi circular em locais restritos, suprindo necessidades de trocas comerciais mais
simples, sem a utilização da moeda oficial.
Com tamanha abrangência, as moedas e marcas particulares permitem aproximação com a
realidade econômica e social do Brasil naquele período. A evidência da circulação não
institucional e financeira indica uma economia paralela que alcançava diretamente a
população brasileira. Através destas moedas temos uma visão inédita do cotidiano nacional
que cumprirá uma lacuna na nossa memória.
BARRO PAULISTA
(Exposição e mostra memória virtual)
A tradição da feitura de imagens sacras em terracota com policromia remonta ao século
XVI. Sob orientação dos beneditinos foram executadas muitas imagens que integram o
patrimônio paulista. Posteriormente, nos séculos XVIII, XIX e princípio do XX, parte destas
imagens serviram também de inspiração para que se executassem, sob outro enfoque,
imagens de pequeno porte que serviram ao culto doméstico, no interior de São Paulo.
Encontradas em grande parte no Vale do Paraíba, as famosas paulistinhas completam um
ciclo de produção e tradição de santeiros e obras em barro.
Programação cultural em meta condicionada:
CAFÉ DO MUSEU
Encontros mensais contemplando palestras e debates de natureza cultural, filosófica e
teológica a respeito de arte, ciência e fé.
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37
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL – 2014
Proposta Orçamentária 2014
ASSOCIAÇÂO MUSEUDE ARTE SACRA DE SÃO PAULO- SAMAS/OS
Museu de Arte Sacra de São Paulo
RECEITAS
1
2
Repasse do Contrato de gestão
Recursos Captados
2.1
Captação de recursos operacionais - bilheteria, cessão onerosa de espaço, loja, café, livraria e afins) 2%
3
Receitas financeiras
TOTAL DE RECEITAS VINCULADAS AO CG
DESPESAS
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
1.1.1.1.2
1.1.1.2
1.1.1.2.1
1.1.1.2.2
1.1.1.3
1.1.1.3.1
1.1.1.3.2
1.1.1.4
1.1.1.4.1
1.1.1.4.2
1.1.1.4.3
1.2
1.2.1
1.2.2
1.2.3
1.2.4
1.2.5
1.2.6
1.2.7
1.2.8
1.2.9
2
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
4
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
4.6
5
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
6
6.1
6.2
6.3
7
7.1
7.2
8
8.1
8.2
8.3
9
9.1
9.2
Gestão Operacional
Recursos Humanos
Salários, encargos e benefícios
Diretoria
Área Meio
Área Fim
Demais Funcionários
Área Meio
Área Fim
Estagiários
Área Meio
Área Fim
Benefícios
Vale Alimentação
Vale Refeição
Assist. Médica
Prestadores de serviços (Consultorias/Assessorias/Pessoas Jurídicas)
Limpeza
Vigilância / portaria / segurança
Jurídica
Informática
Administrativa / RH
Contábil
Auditoria
Consultorias (Pesquisas, educativo, Artes)
Demais
Custos Administrativos
Locação de imóveis
Utilidades públicas (água, luz, telefone, gás e etc...)
Equipamentos Diversos (móveis, Utensílios)
Uniformes e EPIs
Viagens e Estadias
Material de consumo, escritório e limpeza
Despesas tributárias e financeiras
Despesas diversas (correio, xerox, motoboy e etc...)
Softw ares e Equipamentos de Informática
Investimentos
Programa de Edificações: Conservação, Manutenção e Segurança
Conservação e manutenção da(s) edificações (reparos, pinturas, limpeza de caixa de água, adequação
de espaço para acessibilidade, etc.) 3%
Sistema de Monitoramento de Segurança e AVCB
Equipamentos / Implementos (telefonia e elétrica)
Seguros (predial, incêndio e etc...)
Outras despesas (projeto de arquitetura e engenharia (Acessibilidade)
Investimentos
Programa de Acervo: Conservação, Documentação e Pesquisa
Aquisição de acervo
Armazenamento de acervo em reserva técnica externa
Transporte de acervo
Conservação e restauro
Outras despesas [especificar]
Investimentos
Programa de Exposições e Programação Cultural
Exposições Temporárias
Programação Cultural
Elaboração de plano e projeto museológico do MAS-SP
Elaboração e Implantação de projeto museográfico
Outras despesas
Investimentos
Programa de Serviço Educativo e Projetos Especiais
Serviço educativo e projetos especiais
Outras despesas (pesquisa de público e qualidade)
Investimentos (Cursos, Seminários e Oficinas)
Programa de Ações de Apoio ao SISEM-SP
Exposições Itinerantes e outras ações de apoio ao SISEM-SP
Rede de Museu e Inventário
Programa de Comunicação
Plano de Comunicação
Projetos gráficos e materiais de comunicação
Assessoria de imprensa e custos de publicidade
Fundos
Fundo de Reserva (6% dos repasses dos 12 primeiros meses de vigência do contrato)
Fundo de Contingência
Total DE DESPESAS VINCULADAS AO REPASSE DO C.G.
RECEITAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Captação de recursos adicionais (leis de incentivo, convênios, doações, etc.)
DESPESAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2014
Museu
% sobre o
repasse
8.558.000,00
171.160,00
97,09%
1,94%
171.160,00
1,94%
85.580,00
8.814.740,00
0,97%
100,00%
Despesas
Museu
5.844.533,46
4.386.993,46
4.386.993,46
842.052,29
842.052,29
3.006.412,44
1.309.661,21
1.696.751,23
261.717,04
31.722,24
229.994,80
276.811,69
62.965,75
213.845,94
% sobre o
repasse
66,30%
49,77%
1.457.540,00
212.000,00
951.000,00
39.600,00
32.340,00
78.100,00
54.300,00
90.200,00
1.293.292,00
622.600,00
368.500,00
49.500,00
7.150,00
33.000,00
124.520,00
30.800,00
39.600,00
17.622,00
353.974,54
16,54%
2,41%
10,79%
0,45%
0,00%
0,37%
0,89%
0,62%
1,02%
0,00%
14,67%
7,06%
4,18%
0,56%
0,08%
0,37%
1,41%
0,35%
0,45%
0,20%
0,00%
4,02%
305.974,54
3,47%
22.000,00
26.000,00
63.816,88
19.800,00
44.016,88
387.603,12
275.000,00
55.000,00
57.603,12
48.840,00
28.600,00
9.240,00
11.000,00
76.000,00
66.000,00
10.000,00
150.700,00
33.000,00
35.200,00
82.500,00
595.980,00
513.480,00
82.500,00
0,00%
0,25%
0,29%
0,00%
0,00%
0,72%
0,00%
0,00%
0,22%
0,50%
0,00%
0,00%
4,40%
3,12%
0,62%
0,00%
0,65%
0,00%
0,00%
0,55%
0,32%
0,10%
0,12%
0,86%
0,75%
0,11%
1,71%
0,37%
0,40%
0,94%
6,76%
5,83%
0,94%
8.814.740,00
100,00%
9,55%
34,11%
2,97%
3,14%
Orçamento 2014
R$ 256.740,00
Orçamento 2014
Despesas com projetos realizadas com recursos adicionais
Total de Despesas Plano de Trabalho 2013
8.814.740,00
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38
Observações:
(1) Programa de Edificações: a Convocação Pública (Anexo B página 70) prevê que 10%
do repasse sejam destinados ao programa de edificações. Porém, a partir de
análise histórica do referido programa, a OS entende ser suficiente a destinação
de 4,1% do orçamento para esse fim.
(2) Programa de Acervo: a Convocação Pública prevê a realização de Inventário de
Acervo Museológico no primeiro ano de gestão. A OS está realizando o inventário
em 2013, com recursos advindos do Contrato de Gestão 042/2010.
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39
ÍNDICE PLANO DE TRABALHO ANUAL - 2015
QUADRO DE METAS
METAS TÉCNICAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
41
43
46
49
50
METAS ADMINISTRATIVAS
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
52
METAS CONDICIONADAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
54
55
56
57
57
58
ANEXO 1: PROPOSTA DE POLÍTICA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL
2014-2018............................................................................................
135
ANEXO 2: DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
(INCLUINDO METAS PACTUADAS E CONDICIONADAS)................................................
59
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL............................................................
62
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40
QUADRO DE METAS TÉCNICAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2015
5) Objetivos

Assegurar a conservação e preservação dos acervos museológico, arquivístico e bibliográfico, por
meio de plano de conservação com ações preventivas e corretivas.

Documentar todos os acervos de acordo com normas técnicas contemporâneas e com as diretrizes
da UPPM, e manter atualizada a relação dos acervos da SEC.

Realizar estudos, pareceres e outras ações para ampliação qualificada do acervo, estabelecendo
ajustes com o Poder Público e a iniciativa privada para aquisição de obras de arte, livros e outros
bens culturais relevantes para o patrimônio cultural do Estado.

Ampliar a realização de pesquisas sobre conteúdos relacionados ao acervo e à temática do museu.

Articular as ações realizadas constituindo um centro de pesquisa e referência que amplie as
possibilidades de produção e difusão de conhecimento, e de interação do público com as temáticas
do acervo, atento às questões da Museologia contemporânea.
6) Estratégia de ação: No Programa de Acervo, terão continuidade os processos de revisão e
inserção de informações sobre novas aquisições e, eventualmente, novos estudos referentes às
coleções do Museu no Banco de Dados da SEC e no do próprio museu. As mesmas atividades se
aplicam às coleções catalogadas no novo trabalho da Rede de Museus de Arte Sacra. Serão
preenchidos os dados de origem e histórico de parcela dos objetos do acervo, de maneira a
ampliar as informações para gestão e preservação, além de aprimorar as possibilidades de
pesquisa. Paralelamente, serão formadas parcerias com instituições de ensino superior nacionais e
internacionais de forma a ampliar as possibilidades de extroversão dos objetos do acervo.
A política de pesquisa de acervo é absorvida na rotina do Museu, tanto na questão de
documentação, quanto subsidiando exposições. As parcerias acadêmicas estão nas Metas
Condicionadas e metas de intercâmbio.
7) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
8) Público Alvo: Funcionários, pesquisadores e usuários.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
01
Realizar registro fotográfico das
peças de acervo
Número de registros fotográficos do
acervo inseridos no Banco de Dados
do Acervo da SEC
02
Implantar projeto do arquivo
histórico do MAS
Projeto do arquivo histórico
implantado
Período
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
200
200
200
200
800
100%
01
01
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
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41
03
Dar andamento ao projeto de
arquivo histórico
Relatório anual emitido
04
Implantar projeto de controle
climático em parte da reserva
técnica do Museu
Projeto implantado
05
Realizar pesquisa de origem e
histórico do acervo
Número de atualizações de dados
catalográficos no Banco de Dados da
SEC
06
Submeter projetos de pesquisa a
editais de apoio e fomento para
busca de apoio financeiro,
técnico-acadêmico e material
(FAPESP, CNPQ, FINEP e afins)
Número de projetos submetidos
07
Adquirir livros que
complementem a bibliografia de
História da Arte disponível para
pesquisa na biblioteca do Museu
Número de livros adquiridos
08
Realizar inventário de Acervos
Museológicos de Arte Sacra no
Estado de São Paulo – Rede de
Museus de Arte Sacra – iniciado
em 2013
Número de peças catalogadas
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
01
01
100%
50%
50%
100%
100%
200
200
200
200
800
100%
01
01
02
100%
100
100
100
100
400
100%
40
40
40
40
160
100%
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42
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL – 2015
5) Objetivos Específicos

Ampliar a extroversão do acervo e da temática de atuação do museu, contribuindo para a
formação de público de museus e equipamentos culturais, por meio de exposições, cursos,
oficinas, workshops, palestras e eventos que viabilizem, com acessibilidade, o acesso qualificado
da população à cultura e à educação.

Contribuir para o fortalecimento dos calendários cultural e turístico do Estado e do município,
oferecendo à população programação especial e qualificada nos seguintes eventos: aniversário da
cidade, Virada Cultural, Semana dos Museus (maio) Férias no Museu (julho), Mês da Consciência
Negra (novembro) e Férias no Museu (janeiro).

Estimular a produção cultural na área temática foco do museu, por meio de premiações, projetos
de residência artística e bolsas de estudo para projetos com qualidade artístico-cultural e
contrapartida sociocultural (exposições, apresentações, oficinas etc.).

Contribuir para a integração do museu na Rede de Museus da SEC, por meio de ações articuladas
com os demais museus da SEC, potencializando a visibilidade e atratividade das ações realizadas.

Ampliar o público visitante do museu e de suas atrações e serviços, contribuindo para o
crescimento do público previsto no Planejamento Plurianual do Estado.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.
6) Estratégia de ação: Serão realizadas quatro exposições temporárias a partir da política de
exposições do Museu com obras do próprio Museu e de terceiros. Dessas mostras serão
produzidas exposições virtuais de acervo e temáticas, com pesquisas realizadas pela equipe do
museu e disponibilizadas na biblioteca da instituição para o público interessado. As demais
exposições que integram o Quadro de Metas têm como objetivo exibir as múltiplas facetas dos
temas tratados no acervo com foco nas diversas tipologias do acervo do Museu e das coleções de
terceiros.
7) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
8) Público Alvo: Visitantes e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
09
Realizar exposições temporárias a
partir da política de exposições do
museu com obras do Museu e de
terceiros
Número de exposições
temporárias temáticas
realizadas
10
Realizar exposições virtuais de
acervo e temáticas
Número de exposições virtuais
realizadas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
02
01
05
100%
01
01
02
01
05
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
43
11
Realizar cursos livres, oficinas,
workshops para o público
Número de cursos livres
realizados
12
Receber público nos cursos livres,
oficinas e workshops realizados
Número de participantes nos
cursos livres, oficinas e
workshops
13
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público de oficinas /
workshops / palestras
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
14
Realizar eventos periódicos:
- Tardes Musicais, aos sábados
Número de eventos realizados
15
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público (a partir de
questionário e orientações da
SEC)
Número de questionários
aplicados
16
Monitorar índices de satisfação de
público geral
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
17
Receber visitantes
presencialmente no Museu
Número de visitantes recebidos
1º Trim
2º Trim
143º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
01
01
04
100%
30
30
30
30
120
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
03
03
12
100%
270
270
270
270
1080
100%
01
01
02
100%
8400
17850
15750
10500
52500
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
44
18
Realizar programação especial
para o Ano dos “Países” (países a
serem definidos anualmente) no
Brasil
Número de programações
realizadas
19
Realizar programas temáticos:
. Aniversário da cidade
. Semana de Museus
. Virada Cultural
. Mês da Consciência Negra
. Férias no Museu
Número de programas
temáticos realizados
20
Realizar palestras de temas
relativos à História da Arte, Arte
Sacra, Museologia, Arquitetura,
Arqueologia e demais temas
relacionados ao acervo do Museu
Número de palestras realizadas
21
Elaborar projetos principais e
complementares para espaço
expositivo de longa duração
Projeto elaborado
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
02
100%
02
02
01
01
06
100%
02
02
02
06
100%
50%
50%
100%
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
45
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2015
5) Objetivos Específicos

Contribuir com a educação formal por meio de parceria com as redes pública e privada de
ensino, possibilitando o melhor aproveitamento dos conteúdos museológicos na educação
escolar, por meio de visitas educativas, produção de materiais e conteúdos pedagógicos e oferta
de oficinas e programas específicos para estudantes e professores.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público escolar, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.

Ampliar as possibilidades de aproveitamento das exposições, por meio da oferta de serviço
educativo, preferencialmente mediante agendamento, para grupos de visitantes turistas, idosos,
profissionais e outros.

Desenvolver e executar projetos e ações que promovam a inclusão social, trazendo para o
museu ou levando o museu a grupos sociais diversificados, marginalizados e com maior
dificuldade no acesso a equipamentos culturais (tais como pessoas com deficiência, idosos,
pessoas em situação de vulnerabilidade social e doentes em hospitais) ou que estejam no
entorno do museu.

Apoiar a qualificação dos principais responsáveis por visitas de grupos, por meio de cursos e
oficinas de capacitação para professores, educadores, guias de turismo e outros.
6) Estratégia de ação: O Serviço Educativo está organizado a partir de cinco estratégias de ação
que se intercruzam, a saber: Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação,
Pesquisas de Público, Formação Continuada da Equipe, Recursos Tecnológicos e Estratégias de
Mediação.
A Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação compreende o trabalho de
pesquisa, elaboração e avaliação de uma série de materiais de apoio destinados tanto aos
professores como ao público em geral (fichas temáticas para professores, folders, jogos
educativos etc.).
As Pesquisas de Público objetivam conhecer o público visitante do complexo do Mosteiro da
Luz, diagnosticando seu perfil, suas expectativas e suas necessidades. Acredita-se que só a
partir do conhecimento desse público seja possível traçar estratégias de ações educativas
efetivas. Esses estudos são realizados de maneira sistemática com professores, visitantes
espontâneos e avaliação somativa de exposições temporárias.
A Formação Continuada da Equipe é o momento em que são discutidas as metodologias de
educação a partir de objetos e temáticas afins do acervo salvaguardado. Também nessa linha de
ação são realizadas atividades trimestrais com as diferentes equipes que trabalham na
instituição, a fim de assegurar uma política de conscientização da importância do trabalho em
conjunto na prática da salvaguarda e extroversão pública do patrimônio cultural.
Os Recursos Tecnológicos são entendidos enquanto ferramenta suplementar para extroversão
do trabalho desenvolvido pelos diferentes setores da instituição. O Setor Educativo cooperará na
produção de conteúdos que poderão ser acessados pelo visitante no momento em que visita o
espaço expositivo por meio do recurso de “QR Code” e pelo acesso ao novo portal do Museu de
Arte Sacra de São Paulo.
As Estratégias de Mediação são ações que exploram as diversas dimensões da aprendizagem
a partir do acervo e das pesquisas desenvolvidas no Museu, respeitando-se a diversidade dos
públicos atendidos procura-se propiciar e estimular uma relação mais crítica e prazerosa do
visitante com o espaço expositivo.
7) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
46
Com atuação dedicada ao programa de serviço educativo, somam 19 profissionais, sendo 11
celetistas de nível técnico, superior completo e mestre, além de 08 estagiários graduandos.
8) Público Alvo: Estudantes e grupos de visitantes
Nº
Ação
Indicador de Resultados
22
Propiciar visitas mediadas a
estudantes de escolas públicas
e privadas
Número de estudantes de escolas
públicas e privadas atendidos em
visitas mediadas
23
Propiciar visitas mediadas a
público espontâneo
Número de pessoas atendidas em
visitas mediadas
24
Realizar atendimento de
públicos-alvo por meio de
projetos especiais: Inclusão
Sociocultural, Acessibilidade e
Idoso
25
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de cursos realizados
26
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de professores,
educadores e profissionais de
turismo capacitados
27
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação do público escolar
agendado
Número de pesquisas realizadas
28
Monitorar os índices de
satisfação do público escolar
agendado
Número de relatórios semestrais
de pesquisa com apuração do
índice de satisfação do público
escolar agendado
29
Realizar visitas integradas
para professores em parceria
com museus e instituições
culturais.
Número de visitas realizadas
Número de pessoas atendidas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
600
5160
4000
1440
11200
100%
1500
1000
1000
1500
5000
100%
90
120
120
110
440
100%
02
05
03
04
14
100%
30
75
45
60
210
100%
20
120
100
43
283
100%
01
01
02
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
47
30
Avaliar a compreensão do público
quanto ao conteúdo e expografia
das mostras temporárias
Número de questionários
aplicados
31
Compilar dados de atendimento a
visitantes de projetos especiais
Número de relatórios de
atendimento
32
Realizar programa Interessante e
Interativo (Férias no Museu e datas
comemorativas e feriados)
Número de atividades
realizadas
33
34
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Número de cursos realizados
Número de participantes
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
100
100
02
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
02
02
10
100%
01
01
02
ICM %
100%
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
20
20
40
ICM %
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
48
PROGRAMA DE APOIO AO SISEM-SP – 2015
5) Objetivos Específicos

Integrar e participar ativamente do Sistema Estadual de Museus de São Paulo, SISEM-SP.

Disseminar boas práticas e conhecimento técnico para o conjunto de museus do Estado de São
Paulo, por meio da colaboração do seu corpo técnico na elaboração e execução de ações em
municípios da Região Metropolitana de SP e do interior do Estado.

Realizar ações de articulação, capacitação, difusão e apoio técnico em instituições museológicas
e culturais em municípios da RMSP e do interior do Estado, conforme orientação do Grupo
Técnico de Coordenação do SISEM-SP/UPPM/SEC.

Participar das Redes Temáticas de Museus de São Paulo, colaborando na articulação,
levantamento de informações e realização de ações de apoio à área temática afim.

Ampliar a visibilidade institucional do Museu na RMSP e no interior.

Ampliar o público atendido pela Organização Social a partir de ações desenvolvidas na RMSP e
no interior.
6) Estratégia de ação: Promover oficinas, palestras e estágio técnico com o objetivo de ampliar o
conhecimento e contribuir para a definição de estratégias de preservação dos acervos da
instituição, ampliando as ações de preservação do patrimônio cultural nos municípios do litoral e
interior de São Paulo. Serão ações de destaque o projeto Inventário Paulista de Acervos
Museológicos de Arte Sacra e a consolidação da estrutura da Rede de Museus de Arte Sacra,
além de exposições itinerantes e encontros de articulação.
7) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação parcialmente dedicada ao programa de apoio ao SISEM, atuam 06 profissionais,
sendo técnicos, graduandos e pós-graduado.
8) Público Alvo: Museus e municípios do interior e grande São Paulo e seu público
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim
2º Trim
Realizar ações de capacitação
3º Trim
(palestras, oficinas, cursos) em
35
Número de ações realizadas
museus e espaços expositivos do
4º Trim
litoral, interior e da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
Capacitar profissionais de
36
Número de capacitações realizadas
museus (estágio presencial)
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar exposições itinerantes
3º Trim
em museus e espaços
Número de exposições itinerantes
37
expositivos do litoral, interior e
realizadas
4º Trim
da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar encontros de articulação
3º Trim
38
e apoio às Redes Temáticas e
Número de encontros realizados
4º Trim
Polos Regionais
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
01
01
02
100%
01
01
01
03
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
49
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2015
5) Objetivos Específicos

Divulgar amplamente as exposições, a programação cultural, as ações de pesquisa e os serviços
prestados pelo museu, contribuindo para a ampliação do conhecimento e da valorização do
patrimônio museológico por parte do público em geral, e para o crescimento do número de
visitantes e participantes das atividades desenvolvidas.

Prestar informações atualizadas sobre a programação e serviços do museu.

Elaborar publicações diversas, com enfoque educativo, histórico, artístico, técnico e/ou
científico-tecnológico, contribuindo para a ampliação do conhecimento geral e específico acerca
das linhas de atuação e dos principais temas afetos ao museu.

Fortalecer a presença do museu nos meios de comunicação como equipamento cultural do
Governo do Estado de SP de alta qualidade e interesse social.
6) Estratégia de Ação: O Programa de Comunicação organiza, em parceria com a SEC, as ações
em três frentes de trabalho - comunicação interna, comunicação externa e comunicação de
projetos. Utilizará os canais institucionais de comunicação na internet (website e páginas nas
redes sociais), as peças eletrônicas e impressas e o relacionamento com os veículos da
imprensa para divulgar as atividades e realizações do Museu, como exposições temporárias com
acervo do Museu, exposições virtuais, exposições temporárias com acervo de terceiros,
pesquisas, atividades educativas, cursos, palestras e outras.
7) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe dedicada ao programa de comunicação e imprensa será formada por 01 profissional
celetista com formação superior.
8) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças digitais
3º Trim.
Número de peças produzidas e
39 para divulgação das atividades do
distribuídas
4º Trim.
Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
Produzir boletins eletrônicos para
Número de boletins eletrônicos
40
envio ao mailing list
produzidos e enviados
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças
3º Trim.
Número de peças produzidas e
41 impressas para divulgação das
distribuídas
4º Trim.
atividades do Museu
ANUAL
ICM %
Meta
05
05
05
05
20
100%
03
03
03
03
12
100%
02
01
02
01
06
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
50
42
Criar e produzir catálogos
impressos das exposições
programadas
Número de catálogos impressos
criados e produzidos
43
Transcrever conteúdo de 09
páginas de programação cultural
do site do Museu para inglês e
espanhol
Percentual de páginas de
programação cultural transcritas
para inglês e espanhol
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
01
01
02
01
05
100%
09
09
09
09
36
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
51
QUADRO DE METAS ADMINISTRATIVAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2015
4) Objetivos Específicos
 Diversificar as fontes de recursos financeiros para viabilização do Contrato de Gestão.
 Gerir espaços direta ou indiretamente, de acordo com a legislação vigente, para venda de
produtos relacionados ao Museu, bem como para loja, livraria, café e afins, para atendimento
do público do Museu, revertendo os recursos gerados para o cumprimento das ações do plano
de trabalho.
 Elaborar projetos para editais e leis de incentivo e realizar outras ações de desenvolvimento
institucional e captação de recursos, visando ampliar as parcerias e recursos para o sucesso no
cumprimento integral das metas previstas.
5) Estratégia de Ação: Desenvolver, implantar e gerir uma área de marketing e mobilização de
recursos com foco na sustentabilidade do Museu em longo prazo, compreendendo:
 Plano de Mobilização de Recursos: definição das metas, estratégias e diretrizes.
 Estudo de viabilidade sobre as possibilidades das fontes de financiamento.
 Projetos de captação para editais, fundações e empresas privadas.
 Ações para comunicação e marketing.
 Programa de Captação de Recursos para pessoa física.
 Planejamento de eventos especiais.
 Iniciativas com foco no marketing relacionado à causa (licenciamento de marca).
A implantação da nova área cumprirá as seguintes etapas:
2.1 Diagnóstico
Análise de informações colhidas com pessoas chaves da equipe, materiais, projetos em
andamento e perspectivas, para se conhecer o momento atual do MAS, seu histórico de
captação, públicos com os quais se relaciona, formas de relacionamento e divulgação, enfim,
quais seus pontos fortes e desafios quanto à mobilização de recursos.
2.2 Desenvolvimento
Definição de estratégias e metas da área de Marketing e Mobilização de Recursos, buscando a
diversificação das fontes de financiamento conforme os objetivos anteriormente elencados.
2.3 Implantação e gestão
Operação e gestão da área de Marketing e Mobilização de Recursos, com foco nos seguintes
resultados:

Estruturação do Planejamento Estratégico com as devidas análises de oportunidades e
desafios.

Alinhamento das fontes de financiamento e mobilização de recursos correlacionados ao
desenvolvimento institucional.

Efetivação de estratégias de campanhas de marketing e geração de renda.
6) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe com atuação dedicada ao programa de financiamento e fomento será inicialmente
composta por 01 profissional celetista na gestão da área, com formação superior completa nas
áreas de comunicação social e administração de empresas e comprovada vivência na elaboração e
gestão de projetos, relacionamento e desenvolvimento institucional e captação de recursos para o
terceiro setor.
4) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
52
Nº
Ação
Indicador de Resultados
44
Atualizar ações do Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Plano atualizado
45
Implementar Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Relatório de ações
implementadas
46
Captar recursos por meio de
receita de bilheteria, cessão
de espaços, contratos para
exploração comercial de café
e loja.
Recurso captado = 2% do
contrato de gestão
47
Submeter projetos para
aprovação por meio das leis
de incentivo à cultura
(Rouanet / PROAC /
municipal).
Número de projetos submetidos
48
Captar recursos por meio de
projetos incentivados já
aprovados (Roaunet, ProAC,
Mendonça), editais de
fomento (FAPESP, FINEP,
CNPq) e doações.
Recurso captado = 3% do
contrato de gestão
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
100%
01
01
100%
30.800,00
41.800,00
47.300,00
68.376,00
188.276,00
100%
01
01
02
100%
70.604,00
70.604,00
70.604,00
70.604,00
282.414,00
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
53
QUADRO DE METAS CONDICIONADAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
(MC) PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2015
4) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares ampliando
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o acervo,
com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
5) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios, doações
ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
6) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Estabelecer parcerias para
Número de novas parcerias
49 pesquisa acadêmica sobre o
estabelecidas
acervo e a temática do museu
Estabelecer parcerias nacionais
e internacionais para
Número de novas parcerias
50
intercâmbio técnico, científico
estabelecidas
e artístico
Dar sequência à pesquisa
Número de pesquisas iniciadas
51 sobre o acervo do Museu por
sobre o acervo
pesquisadores acadêmicos
Dar sequência ao programa
Pesquisador Convidado para
Número de pesquisadores
52 intercâmbio de informações
convidados
científicas, históricas e
artísticas
Organizar a documentação
Documentação existente sobre
53 existente sobre aquisição de
aquisição de acervo organizada
acervo.
Meta
Valor
03
-
02
60.000,00
03
-
02
60.000,00
01
6.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
54
(MC) PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMA CULTURAL – 2015
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Realizar exposição temporária
com acervo de terceiros a
54 respeito de temas que
Número de exposições realizadas
tangenciam a missão do
Museu
Realizar encontros de
natureza cultural / filosófico /
55
Número de encontros realizados
teológico, intitulados Café do
Museu
Meta
Valor
02
700.000,00
8
8.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
55
(MC) PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2015
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Conceber roteiros temáticos
Número de roteiros temáticos
56
sobre o Acervo do MAS-SP
concebidos
destinado aos professores.
Finalizar e imprimir roteiros
temáticos sobre o Acervo do
Número de roteiros temáticos
57
MAS-SP destinado aos
impressos (tiragem 10.000)
professores.
Conceber kits pedagógicos
para empréstimo aos
Número de kits pedagógicos
58
professores, a partir de
concebidos
temáticas do acervo.
Produzir kits pedagógicos para
Número de kits pedagógicos
59
empréstimo aos professores, a
produzidos
partir de temáticas do acervo.
Meta
Valor
01
-
01
50.000,00
01
-
01
10.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
56
(MC) PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM – 2015
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Dar sequência ao projeto
Inventário Paulista de Acervos
Número de peças catalogadas
60 Museológicos de Arte Sacra no ano
Rede de Museus de Arte Sacra iniciado em 2013
Meta
Valor
4000
990.000,00
(MC) PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2015
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Produzir peças de informação
61 em Braille sobre as
Número de peças produzidas
exposições programadas
Meta
Valor
05
125.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
57
(MC) PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2015
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Aumentar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares
ampliando novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar os resultados do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Criar novo material gráfico de
62 apoio à atividade de captação
Número de peças criadas
de recursos
Produzir e imprimir novo
material gráfico de apoio à
Número de peças produzidas e
63
atividade de captação de
impressas
recursos
Meta
Valor
5
-
5
50.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
58
ANEXO 2 - 2015
DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
São as seguintes as exposições e a programação cultural constantes das metas pactuadas
para o ano de 2015:
Exposições programadas:
NOSSA PRATA VALE OURO
(Exposição e mostra memória virtual)
Abrindo a sequência de exposições do ano de 2015, elaboramos uma proposta que
permitirá um retrospecto da produção de prateiros durante o período colonial, inclusive
identificando marcas e punções pouco conhecidas do público paulista. Destacaremos peças
do acervo do Museu e complementaremos com coleções públicas e particulares.
NAVEGAR É PRECISO – A HISTÓRIA DA COMPANHIA DAS ÍNDIAS
(Exposição e mostra memória virtual)
Uma das principais empresas no período colonial, a Companhia das Índias permitiu que se
desenvolvessem as colônias, entre elas o atual território brasileiro. Grande número de
padres de diversas ordens embarcou na Europa para a América, com o intuito de salvar
almas. Entre eles temos jesuítas e irmãos leigos. A mostra propõe levantar os dados
dessas travessias e os remanescentes dos contatos.
EX-VOTOS
(Exposição e mostra memória virtual)
É normal que atualmente as pessoas liguem o nome ex-voto a peças em cera ou a
pequenos banners oferecidos como gratidão a graças alcançadas. Mas, desde o período
colonial, é hábito a execução de ex-votos. Eram oferecidas, como gratidão aos milagres ou
graças alcançadas, pequenas pinturas sobre madeira, chamadas tábuas votivas, retratando
a característica do milagre. Permanece a gratidão e o oferecimento e a exposição visa
resgatar essa trajetória: a confecção de ex-votos, desde as tábuas votivas até os dias de
hoje.
BARROCOS
(Exposição e mostra memória virtual)
Ainda não estudadas de modo suficiente, são várias as categorias do barroco no Brasil. A
exposição tem como objetivo identificar as diferenças regionais e, através do mapeamento
do acervo do Museu, ressaltar as características das diferentes formas de manifestação do
barroco nas diversas regiões do Brasil, usando como contraponto as influências
europeizantes.
PRESÉPIOS
(Exposição e mostra memória virtual)
Os presépios são parte integrante do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Nosso
mais famoso exemplar parte da tradição napolitana. Um dos conjuntos mais expressivos do
mundo é complementado anualmente com propostas inovadoras de presépios. Em 2015
selecionaremos presépios de colecionadores, para que seja abrigada uma mostra no espaço
expositivo do Museu.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
59
Programação cultural programada:
CURSOS LIVRES, OFICINAS E WORKSHOPS
A realização dos cursos livres envolve temática complementar aos cursos de extensão
universitária já desenvolvidos na instituição e ligados à arte, arte sacra e bens culturais e
patrimoniais.
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA O ANO DE “PAÍS”
Destacar no acervo exposto peças originárias dos países eleitos para as comemorações
temáticas, desenvolvendo atividades com o público visitante, através do setor de Apoio
Educativo.
PROGRAMAS TEMÁTICOS
Atividades desenvolvidas a partir de eventos comemorativos, tais como Aniversário da
Cidade, Semana de Museus, Virada Cultural, Mês da Consciência Negra e Férias no Museu,
criando interface com aspectos do acervo do Museu.
PALESTRAS SOBRE TEMAS RELACIONADOS AO ACERVO DO MUSEU
Palestras desenvolvidas a partir dos temas e tipologias do acervo
complementares aos temas já desenvolvidos por estudiosos na instituição.
do
Museu,
TARDES MUSICAIS
Ao retomar as séries de concertos musicais, o Museu de Arte Sacra de São Paulo abre-se a
novas pesquisas na área e inicia um processo de transformação do Museu em centro
irradiador de pesquisa da arte musical sacra brasileira.
No passado, o Museu implementava e divulgava pesquisas na área de musicologia com foco
no repertório sacro colonial brasileiro. Através de parcerias com musicólogos e artistas,
alguns registros fonográficos, na época em LP, foram produzidos com o selo do próprio
Museu, despontando como importantes registros de repertório no Brasil.
Resumo das exposições e programação
condicionadas para o ano de 2015:
cultural
constantes
das
metas
A intenção do Museu é desenvolver exposições temporárias e com acervo de terceiros para
atuar como agente divulgador e propiciar aos visitantes o acesso ao patrimônio
salvaguardado em coleções privadas ou públicas, passíveis de releitura.
PAULISTINHAS EM REDE
(Exposição e mostra memória virtual)
O grande trabalho de inventariação do patrimônio paulista, localizado na capital Paulista,
Grande São Paulo, litoral e interior do Estado, iniciado em 2013, deve ter sua primeira
mostra sobre o que foi executado até o momento. É o fortalecimento da Rede de Museus de
Arte Sacra que permite a melhor salvaguarda do acervo.
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
60
MANIFESTAÇÕES DO SAGRADO
(Exposição e mostra memória virtual)
Representações do sagrado não são exclusivas da igreja católica. A proposta da mostra visa
aprofundar as questões do sagrado, a partir de uma visão antropológica. Devem ser
apresentados conceitos e objetos que permitem novos arranjos e que, contextualizados, são
passíveis de significação e novas leituras.
O PADRE VOADOR
(Exposição e mostra memória virtual)
A exposição visa reconstituir a trajetória do padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão, nascido
em São Paulo. Conhecido pela invenção do balão inspirou o grande escritor português José
Saramago na obra Memorial do Convento. O Museu de Arte Sacra de São Paulo tem atenção
a esta história, pois recebeu os restos mortais enviados pelo governo espanhol, que hoje
figuram na cripta da Sé, tendo passado pela Fundação Santos Dumont.
Programação cultural em meta condicionada:
CAFÉ DO MUSEU
Encontros mensais contemplando palestras e debates de natureza cultural, filosófica e
teológica a respeito de arte, ciência e fé.
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61
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL - 2015
Proposta Orçamentária 2015
ASSOCIAÇÂO MUSEUDE ARTE SACRA DE SÃO PAULO- SAMAS/OS
Museu de Arte Sacra de São Paulo
RECEITAS
1
2
2.1
3
Repasse do Contrato de gestão
Recursos Captados
Captação de recursos operacionais - bilheteria, cessão onerosa de espaço, loja, café, livraria e afins) 2%
Receitas financeiras
TOTAL DE RECEITAS VINCULADAS AO CG
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
1.1.1.1.2
1.1.1.2
1.1.1.2.1
1.1.1.2.2
1.1.1.3
1.1.1.3.1
1.1.1.3.2
1.1.1.4
1.1.1.4.1
1.1.1.4.2
1.1.1.4.3
1.2
1.2.1
1.2.2
1.2.3
1.2.4
1.2.5
1.2.6
1.2.7
1.2.8
1.2.9
2
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3
Gestão Operacional
Recursos Humanos
Salários, encargos e benefícios
Diretoria
Área Meio
Área Fim
Demais Funcionários
Área Meio
Área Fim
Estagiários
Área Meio
Área Fim
Benefícios
Vale Alimentação
Vale Refeição
Assist. Médica
Prestadores de serviços (Consultorias/Assessorias/Pessoas Jurídicas)
Limpeza
Vigilância / portaria / segurança
Jurídica
Informática
Administrativa / RH
Contábil
Auditoria
Consultorias (Pesquisas, educativo, Artes)
Demais
Custos Administrativos
Locação de imóveis
Utilidades públicas (água, luz, telefone, gás e etc...)
Equipamentos Diversos (móveis, Utensílios)
Uniformes e EPIs
Viagens e Estadias
Material de consumo, escritório e limpeza
Despesas tributárias e financeiras
Despesas diversas (correio, xerox, motoboy e etc...)
Softwares e Equipamentos de Informática
Investimentos
Programa de Edificações: Conservação, Manutenção e Segurança
Conservação e manutenção da(s) edificações (reparos, pinturas, limpeza de caixa de água, adequação de espaço para
acessibilidade, etc.) 3%
Sistema de Monitoramento de Segurança e AVCB
Equipamentos / Implementos (telefonia e elétrica)
Seguros (predial, incêndio e etc...)
Outras despesas (projeto de arquitetura e engenharia (Acessibilidade)
Investimentos
Programa de Acervo: Conservação, Documentação e Pesquisa
Aquisição de acervo
Armazenamento de acervo em reserva técnica externa
Transporte de acervo
Conservação e restauro
Outras despesas [especificar]
Investimentos
Programa de Exposições e Programação Cultural
Exposições Temporárias
Programação Cultural
Elaboração de plano e projeto museológico do MAS-SP
Elaboração e Implantação de projeto museográfico
Outras despesas
Investimentos
Programa de Serviço Educativo e Projetos Especiais
Serviço educativo e projetos especiais
Outras despesas (pesquisa de público e qualidade)
Investimentos (Cursos, Seminários e Oficinas)
Programa de Ações de Apoio ao SISEM-SP
Exposições Itinerantes e outras ações de apoio ao SISEM-SP
Rede de Museu e Inventário
Programa de Comunicação
Plano de Comunicação
Projetos gráficos e materiais de comunicação
Assessoria de imprensa e custos de publicidade
Fundos
Fundo de Reserva (6% dos repasses dos 12 primeiros meses de vigência do contrato)
Fundo de Contingência
DESPESAS
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
4
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
4.6
5
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
6
6.1
6.2
6.3
7
7.1
7.2
8
8.1
8.2
8.3
9
9.1
9.2
Total DE DESPESAS VINCULADAS AO REPASSE DO C.G.
Orçamento 2015
Museu
% sobre o
repasse
9.413.800,00
188.276,00
188.276,00
94.138,00
9.696.214,00
97,09%
1,94%
1,94%
0,97%
100,00%
Despesas
Museu
6.873.171,88
4.913.432,68
4.913.432,68
943.098,56
943.098,56
3.367.181,93
1.466.820,56
1.900.361,38
293.123,08
35.528,91
257.594,18
310.029,09
70.521,64
239.507,45
1.959.739,20
453.200,00
1.146.100,00
79.560,00
35.574,00
86.066,20
59.838,60
99.400,40
% sobre o
repasse
70,89%
50,67%
9,73%
34,73%
3,02%
3,20%
1.423.312,70
684.860,00
405.350,00
54.450,00
7.865,00
36.300,00
136.972,00
33.880,00
43.560,00
20.075,70
389.371,99
20,21%
4,67%
11,82%
0,82%
0,00%
0,37%
0,89%
0,62%
1,03%
0,00%
14,68%
7,06%
4,18%
0,56%
0,08%
0,37%
1,41%
0,35%
0,45%
0,21%
0,00%
3,72%
336.571,99
3,47%
24.200,00
28.600,00
105.000,00
50.000,00
55.000,00
484.113,43
357.500,00
63.250,00
63.363,43
73.724,00
51.460,00
10.164,00
12.100,00
91.000,00
80.000,00
11.000,00
165.770,00
36.300,00
38.720,00
90.750,00
90.750,00
90.750,00
0,00%
0,25%
0,00%
0,00%
1,08%
0,00%
0,00%
0,52%
0,57%
0,00%
0,00%
4,99%
3,69%
0,65%
0,00%
0,65%
0,00%
0,00%
0,76%
0,53%
0,10%
0,12%
0,94%
0,83%
0,11%
1,71%
0,37%
0,40%
0,94%
0,94%
0,00%
0,94%
9.696.214,00
99,71%
RECEITAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2015
Captação de recursos adicionais (leis de incentivo, convênios, doações, etc.)
R$ 282.414,00
DESPESAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2015
Despesas com projetos realizadas com recursos adicionais
Total de Despesas Plano de Trabalho 2013
9.696.214,00
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
62
Observações:
(1) Programa de Edificações: a Convocação Pública (Anexo B página 70) prevê que 10%
do repasse sejam destinados ao programa de edificações. Porém, a partir de
análise histórica do referido programa, a OS entende ser suficiente a destinação
de 4,1% do orçamento para esse fim.
(2) Programa de Acervo: a Convocação Pública prevê a realização de Inventário de
Acervo Museológico no primeiro ano de gestão. A OS está realizando o inventário
em 2013, com recursos advindos do Contrato de Gestão 042/2010.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
63
ÍNDICE PLANO DE TRABALHO ANUAL - 2016
QUADRO DE METAS
METAS TÉCNICAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
65
67
70
73
74
METAS ADMINISTRATIVAS
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
76
METAS CONDICIONADAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
78
79
80
81
81
82
ANEXO 1: PROPOSTA DE POLÍTICA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL
2014-2018.............................................................................................
135
ANEXO 2: DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
(INCLUINDO METAS PACTUADAS E CONDICIONADAS)................................................
83
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL............................................................
86
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64
QUADRO DE METAS TÉCNICAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2016
9) Objetivos

Assegurar a conservação e preservação dos acervos museológico, arquivístico e bibliográfico, por
meio de plano de conservação com ações preventivas e corretivas.

Documentar todos os acervos de acordo com normas técnicas contemporâneas e com as diretrizes
da UPPM, e manter atualizada a relação dos acervos da SEC.

Realizar estudos, pareceres e outras ações para ampliação qualificada do acervo, estabelecendo
ajustes com o Poder Público e a iniciativa privada para aquisição de obras de arte, livros e outros
bens culturais relevantes para o patrimônio cultural do Estado.

Ampliar a realização de pesquisas sobre conteúdos relacionados ao acervo e à temática do museu.

Articular as ações realizadas constituindo um centro de pesquisa e referência que amplie as
possibilidades de produção e difusão de conhecimento, e de interação do público com as temáticas
do acervo, atento às questões da Museologia contemporânea.
10) Estratégia de ação: No Programa de Acervo, terão continuidade os processos de revisão e
inserção de informações sobre novas aquisições e, eventualmente, novos estudos referentes às
coleções do Museu no Banco de Dados da SEC e no do próprio museu. As mesmas atividades se
aplicam às coleções catalogadas no novo trabalho da Rede de Museus de Arte Sacra. Serão
preenchidos os dados de origem e histórico de parcela dos objetos do acervo, de maneira a
ampliar as informações para gestão e preservação, além de aprimorar as possibilidades de
pesquisa. Paralelamente, serão formadas parcerias com instituições de ensino superior nacionais e
internacionais de forma a ampliar as possibilidades de extroversão dos objetos do acervo.
A política de pesquisa de acervo é absorvida na rotina do Museu, tanto na questão de
documentação, quanto subsidiando exposições. As parcerias acadêmicas estão nas Metas
Condicionadas e metas de intercâmbio.
11) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
12) Público Alvo: Funcionários, pesquisadores e usuários.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
01
Realizar registro fotográfico das
peças de acervo
Número de registros fotográficos do
acervo inseridos no Banco de Dados
do Acervo da SEC
02
Dar andamento ao projeto de
arquivo histórico
Relatório anual emitido
Período
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
200
200
200
200
800
100%
01
01
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
65
03
Realizar pesquisa de origem e
histórico do acervo
Número de atualizações de dados
catalográficos no Banco de Dados da
SEC
04
Submeter projetos de pesquisa
a editais de apoio e fomento
para busca de apoio financeiro,
técnico-acadêmico e material
(FAPESP, CNPQ, FINEP e afins)
Número de projetos submetidos
05
Adquirir livros que
complementem a bibliografia
de História da Arte disponível
para pesquisa na biblioteca do
Museu
Número de livros adquiridos
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
200
200
200
200
800
100%
01
01
02
100%
100
100
100
100
400
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
66
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL – 2016
9) Objetivos Específicos

Ampliar a extroversão do acervo e da temática de atuação do museu, contribuindo para a
formação de público de museus e equipamentos culturais, por meio de exposições, cursos,
oficinas, workshops, palestras e eventos que viabilizem, com acessibilidade, o acesso qualificado
da população à cultura e à educação.

Contribuir para o fortalecimento dos calendários cultural e turístico do Estado e do município,
oferecendo à população programação especial e qualificada nos seguintes eventos: aniversário da
cidade, Virada Cultural, Semana dos Museus (maio) Férias no Museu (julho), Mês da Consciência
Negra (novembro) e Férias no Museu (janeiro).

Estimular a produção cultural na área temática foco do museu, por meio de premiações, projetos
de residência artística e bolsas de estudo para projetos com qualidade artístico-cultural e
contrapartida sociocultural (exposições, apresentações, oficinas etc.).

Contribuir para a integração do museu na Rede de Museus da SEC, por meio de ações articuladas
com os demais museus da SEC, potencializando a visibilidade e atratividade das ações realizadas.

Ampliar o público visitante do museu e de suas atrações e serviços, contribuindo para o
crescimento do público previsto no Planejamento Plurianual do Estado.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.
10) Estratégia de ação: Serão realizadas quatro exposições temporárias a partir da política de
exposições do Museu com obras do próprio Museu e de terceiros. Dessas mostras serão
produzidas exposições virtuais de acervo e temáticas, com pesquisas realizadas pela equipe do
museu e disponibilizadas na biblioteca da instituição para o público interessado. As demais
exposições que integram o Quadro de Metas têm como objetivo exibir as múltiplas facetas dos
temas tratados no acervo com foco nas diversas tipologias do acervo do Museu e das coleções de
terceiros.
11) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
12) Público Alvo: Visitantes e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
06
Realizar exposições temporárias a
partir da política de exposições do
museu com obras do Museu e de
terceiros
Número de exposições
temporárias temáticas
realizadas
07
Realizar exposições virtuais de
acervo e temáticas
Número de exposições virtuais
realizadas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
67
08
Realizar cursos livres, oficinas,
workshops para o público
Número de cursos livres
realizados
09
Receber público nos cursos livres,
oficinas e workshops realizados
Número de participantes nos
cursos livres, oficinas e
workshops
10
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público de oficinas /
workshops / palestras
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
11
Realizar eventos periódicos:
- Tardes Musicais, aos sábados
Número de eventos realizados
12
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público (a partir de
questionário e orientações da
SEC)
Número de questionários
aplicados
13
Monitorar índices de satisfação de
público geral
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
14
Receber visitantes
presencialmente no Museu
Número de visitantes recebidos
15
Realizar programação especial
para o Ano dos “Países” (países a
serem definidos anualmente) no
Brasil
Número de programações
realizadas
16
Realizar programas temáticos:
. Aniversário da cidade
. Semana de Museus
. Virada Cultural
. Mês da Consciência Negra
. Férias no Museu
Número de programas
temáticos realizados
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
01
01
04
100%
30
30
30
30
120
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
03
03
12
100%
270
270
270
270
1080
100%
01
01
02
100%
8820
18743
16538
11025
55126
100%
01
01
02
100%
02
02
01
01
06
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
68
17
Realizar palestras de temas
relativos à História da Arte, Arte
Sacra, Museologia, Arquitetura,
Arqueologia e demais temas
relacionados ao acervo do Museu
Número de palestras realizadas
18
Implantar projetos principais e
complementares para espaço
expositivo de longa duração
Projetos implantados
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
02
02
02
06
100%
100%
100%
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
69
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2016
9) Objetivos Específicos

Contribuir com a educação formal por meio de parceria com as redes pública e privada de
ensino, possibilitando o melhor aproveitamento dos conteúdos museológicos na educação
escolar, por meio de visitas educativas, produção de materiais e conteúdos pedagógicos e oferta
de oficinas e programas específicos para estudantes e professores.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público escolar, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.

Ampliar as possibilidades de aproveitamento das exposições, por meio da oferta de serviço
educativo, preferencialmente mediante agendamento, para grupos de visitantes turistas, idosos,
profissionais e outros.

Desenvolver e executar projetos e ações que promovam a inclusão social, trazendo para o
museu ou levando o museu a grupos sociais diversificados, marginalizados e com maior
dificuldade no acesso a equipamentos culturais (tais como pessoas com deficiência, idosos,
pessoas em situação de vulnerabilidade social e doentes em hospitais) ou que estejam no
entorno do museu.

Apoiar a qualificação dos principais responsáveis por visitas de grupos, por meio de cursos e
oficinas de capacitação para professores, educadores, guias de turismo e outros.
10) Estratégia de ação: O Serviço Educativo está organizado a partir de cinco estratégias de ação
que se intercruzam, a saber: Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação,
Pesquisas de Público, Formação Continuada da Equipe, Recursos Tecnológicos e Estratégias de
Mediação.
A Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação compreende o trabalho de
pesquisa, elaboração e avaliação de uma série de materiais de apoio destinados tanto aos
professores como ao público em geral (fichas temáticas para professores, folders, jogos
educativos etc.).
As Pesquisas de Público objetivam conhecer o público visitante do complexo do Mosteiro da
Luz, diagnosticando seu perfil, suas expectativas e suas necessidades. Acredita-se que só a
partir do conhecimento desse público seja possível traçar estratégias de ações educativas
efetivas. Esses estudos são realizados de maneira sistemática com professores, visitantes
espontâneos e avaliação somativa de exposições temporárias.
A Formação Continuada da Equipe é o momento em que são discutidas as metodologias de
educação a partir de objetos e temáticas afins do acervo salvaguardado. Também nessa linha de
ação são realizadas atividades trimestrais com as diferentes equipes que trabalham na
instituição, a fim de assegurar uma política de conscientização da importância do trabalho em
conjunto na prática da salvaguarda e extroversão pública do patrimônio cultural.
Os Recursos Tecnológicos são entendidos enquanto ferramenta suplementar para extroversão
do trabalho desenvolvido pelos diferentes setores da instituição. O Setor Educativo cooperará na
produção de conteúdos que poderão ser acessados pelo visitante no momento em que visita o
espaço expositivo por meio do recurso de “QR Code” e pelo acesso ao novo portal do Museu de
Arte Sacra de São Paulo.
As Estratégias de Mediação são ações que exploram as diversas dimensões da aprendizagem
a partir do acervo e das pesquisas desenvolvidas no Museu, respeitando-se a diversidade dos
públicos atendidos procura-se propiciar e estimular uma relação mais crítica e prazerosa do
visitante com o espaço expositivo.
11) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
70
Com atuação dedicada ao programa de serviço educativo, somam 19 profissionais, sendo 11
celetistas de nível técnico, superior completo e mestre, além de 08 estagiários graduandos.
12) Público Alvo: Estudantes e grupos de visitantes
Nº
Ação
Indicador de Resultados
19
Propiciar visitas mediadas a
estudantes de escolas públicas
e privadas
Número de estudantes de escolas
públicas e privadas atendidos em
visitas mediadas
20
Propiciar visitas mediadas a
público espontâneo
Número de pessoas atendidas em
visitas mediadas
21
Realizar atendimento de
públicos-alvo por meio de
projetos especiais: Inclusão
Sociocultural, Acessibilidade e
Idoso
22
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de cursos realizados
23
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de professores,
educadores e profissionais de
turismo capacitados
24
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação do público escolar
agendado
Número de pesquisas realizadas
25
Monitorar os índices de
satisfação do público escolar
agendado
Número de relatórios semestrais
de pesquisa com apuração do
índice de satisfação do público
escolar agendado
26
Realizar visitas integradas
para professores em parceria
com museus e instituições
culturais.
Número de visitas realizadas
Número de pessoas atendidas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
600
5160
4000
1440
11200
100%
1500
1000
1000
1500
5000
100%
90
120
120
110
440
100%
02
05
03
04
14
100%
30
75
45
60
210
100%
20
120
100
43
283
100%
01
01
02
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
71
27
Avaliar a compreensão do público
quanto ao conteúdo e expografia
das mostras temporárias
Número de questionários
aplicados
28
Compilar dados de atendimento a
visitantes de projetos especiais
Número de relatórios de
atendimento
29
Realizar programa Interessante e
Interativo (Férias no Museu e datas
comemorativas e feriados)
Número de atividades
realizadas
30
31
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Número de cursos realizados
Número de participantes
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
100
100
02
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
02
02
10
100%
01
01
02
ICM %
100%
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
20
20
40
ICM %
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
72
PROGRAMA DE APOIO AO SISEM-SP – 2016
9) Objetivos Específicos

Integrar e participar ativamente do Sistema Estadual de Museus de São Paulo, SISEM-SP.

Disseminar boas práticas e conhecimento técnico para o conjunto de museus do Estado de São
Paulo, por meio da colaboração do seu corpo técnico na elaboração e execução de ações em
municípios da Região Metropolitana de SP e do interior do Estado.

Realizar ações de articulação, capacitação, difusão e apoio técnico em instituições museológicas
e culturais em municípios da RMSP e do interior do Estado, conforme orientação do Grupo
Técnico de Coordenação do SISEM-SP/UPPM/SEC.

Participar das Redes Temáticas de Museus de São Paulo, colaborando na articulação,
levantamento de informações e realização de ações de apoio à área temática afim.

Ampliar a visibilidade institucional do Museu na RMSP e no interior.

Ampliar o público atendido pela Organização Social a partir de ações desenvolvidas na RMSP e
no interior.
10)
Estratégia de ação: Promover oficinas, palestras e estágio técnico com o objetivo
de ampliar o conhecimento e contribuir para a definição de estratégias de preservação dos
acervos da instituição, ampliando as ações de preservação do patrimônio cultural nos municípios
do litoral e interior de São Paulo. Serão ações de destaque o projeto Inventário Paulista de
Acervos Museológicos de Arte Sacra e a consolidação da estrutura da Rede de Museus de Arte
Sacra, além de exposições itinerantes e encontros de articulação.
11) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação parcialmente dedicada ao programa de apoio ao SISEM, atuam 06 profissionais,
sendo técnicos, graduandos e pós-graduado.
12) Público Alvo: Museus e municípios do interior e grande São Paulo e seu público
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim
2º Trim
Realizar ações de capacitação
3º Trim
(palestras, oficinas, cursos) em
32
Número de ações realizadas
museus e espaços expositivos do
4º Trim
litoral, interior e da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
Capacitar profissionais de
33
Número de capacitações realizadas
museus (estágio presencial)
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar exposições itinerantes
3º Trim
em museus e espaços
Número de exposições itinerantes
34
expositivos do litoral, interior e
realizadas
4º Trim
da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar encontros de articulação
3º Trim
35 e apoio às Redes Temáticas e
Número de encontros realizados
4º Trim
Polos Regionais
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
01
01
02
100%
01
01
01
03
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
73
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2016
9) Objetivos Específicos

Divulgar amplamente as exposições, a programação cultural, as ações de pesquisa e os serviços
prestados pelo museu, contribuindo para a ampliação do conhecimento e da valorização do
patrimônio museológico por parte do público em geral, e para o crescimento do número de
visitantes e participantes das atividades desenvolvidas.

Prestar informações atualizadas sobre a programação e serviços do museu.

Elaborar publicações diversas, com enfoque educativo, histórico, artístico, técnico e/ou
científico-tecnológico, contribuindo para a ampliação do conhecimento geral e específico acerca
das linhas de atuação e dos principais temas afetos ao museu.

Fortalecer a presença do museu nos meios de comunicação como equipamento cultural do
Governo do Estado de SP de alta qualidade e interesse social.
10) Estratégia de Ação: O Programa de Comunicação organiza, em parceria com a SEC, as ações
em três frentes de trabalho - comunicação interna, comunicação externa e comunicação de
projetos. Utilizará os canais institucionais de comunicação na internet (website e páginas nas
redes sociais), as peças eletrônicas e impressas e o relacionamento com os veículos da
imprensa para divulgar as atividades e realizações do Museu, como exposições temporárias com
acervo do Museu, exposições virtuais, exposições temporárias com acervo de terceiros,
pesquisas, atividades educativas, cursos, palestras e outras.
11) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe dedicada ao programa de comunicação e imprensa será formada por 01 profissional
celetista com formação superior.
12) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças digitais
3º Trim.
Número de peças produzidas e
36 para divulgação das atividades do
distribuídas
4º Trim.
Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
Produzir boletins eletrônicos para
Número de boletins eletrônicos
37
envio ao mailing list
produzidos e enviados
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças
3º Trim.
Número de peças produzidas e
38 impressas para divulgação das
distribuídas
4º Trim.
atividades do Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Criar e produzir catálogos
3º Trim.
Número de catálogos impressos
39 impressos das exposições
criados e produzidos
4º Trim.
programadas
ANUAL
ICM %
Meta
05
05
05
05
20
100%
03
03
03
03
12
100%
02
01
02
01
06
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
74
40
Transcrever conteúdo de 09
páginas de programação cultural
do site do Museu para inglês e
espanhol
Percentual de páginas de
programação cultural transcritas
para inglês e espanhol
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
09
09
09
09
36
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
75
QUADRO DE METAS ADMINISTRATIVAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2016
7) Objetivos Específicos
 Diversificar as fontes de recursos financeiros para viabilização do Contrato de Gestão.
 Gerir espaços direta ou indiretamente, de acordo com a legislação vigente, para venda de
produtos relacionados ao Museu, bem como para loja, livraria, café e afins, para atendimento
do público do Museu, revertendo os recursos gerados para o cumprimento das ações do plano
de trabalho.
 Elaborar projetos para editais e leis de incentivo e realizar outras ações de desenvolvimento
institucional e captação de recursos, visando ampliar as parcerias e recursos para o sucesso no
cumprimento integral das metas previstas.
8) Estratégia de Ação: Desenvolver, implantar e gerir uma área de marketing e mobilização de
recursos com foco na sustentabilidade do Museu em longo prazo, compreendendo:
 Plano de Mobilização de Recursos: definição das metas, estratégias e diretrizes.
 Estudo de viabilidade sobre as possibilidades das fontes de financiamento.
 Projetos de captação para editais, fundações e empresas privadas.
 Ações para comunicação e marketing.
 Programa de Captação de Recursos para pessoa física.
 Planejamento de eventos especiais.
 Iniciativas com foco no marketing relacionado à causa (licenciamento de marca).
A implantação da nova área cumprirá as seguintes etapas:
2.1 Diagnóstico
Análise de informações colhidas com pessoas chaves da equipe, materiais, projetos em
andamento e perspectivas, para se conhecer o momento atual do MAS, seu histórico de
captação, públicos com os quais se relaciona, formas de relacionamento e divulgação, enfim,
quais seus pontos fortes e desafios quanto à mobilização de recursos.
2.2 Desenvolvimento
Definição de estratégias e metas da área de Marketing e Mobilização de Recursos, buscando a
diversificação das fontes de financiamento conforme os objetivos anteriormente elencados.
2.3 Implantação e gestão
Operação e gestão da área de Marketing e Mobilização de Recursos, com foco nos seguintes
resultados:

Estruturação do Planejamento Estratégico com as devidas análises de oportunidades e
desafios.

Alinhamento das fontes de financiamento e mobilização de recursos correlacionados ao
desenvolvimento institucional.

Efetivação de estratégias de campanhas de marketing e geração de renda.
9) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe com atuação dedicada ao programa de financiamento e fomento será inicialmente
composta por 01 profissional celetista na gestão da área, com formação superior completa nas
áreas de comunicação social e administração de empresas e comprovada vivência na elaboração e
gestão de projetos, relacionamento e desenvolvimento institucional e captação de recursos para o
terceiro setor.
4) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
76
Nº
Ação
Indicador de Resultados
41
Atualizar ações do Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Plano atualizado
42
Implementar Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Relatório de ações
implementadas
43
Captar recursos por meio de
receita de bilheteria, cessão
de espaços, contratos para
exploração comercial de café
e loja
Recurso captado = 2% do
contrato de gestão
44
Submeter projetos para
aprovação por meio das leis
de incentivo à cultura
(Rouanet / PROAC /
municipal)
Número de projetos submetidos
45
Captar recursos por meio de
projetos incentivados já
aprovados (Roaunet, ProAC,
Mendonça), editais de
fomento (FAPESP, FINEP,
CNPq) e doações
Recurso captado = 3% do
contrato de gestão
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
100%
01
01
100%
33.880,00
45.980,00
52.030,00
75.214,00
207.104,00
100%
01
01
02
100%
77.664,00
77.664,00
77.664,00
77.664,00
310.656,00
100%
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77
QUADRO DE METAS CONDICIONADAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
(MC) PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2016
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o acervo,
com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios, doações
ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Estabelecer parcerias para
pesquisa acadêmica sobre o
Número de novas parcerias
46
acervo e a temática do
estabelecidas
museu
Estabelecer parcerias
nacionais e internacionais
Número de novas parcerias
47
para intercâmbio técnico,
estabelecidas
científico e artístico
Dar sequência à pesquisa
Número de pesquisas iniciadas
48 sobre o acervo do Museu por
sobre o acervo
pesquisadores acadêmicos
Dar sequência ao programa
Pesquisador Convidado para
Número de pesquisadores
49 intercâmbio de informações
convidados
científicas, históricas e
artísticas
Meta
Valor
03
-
02
60.000,00
03
-
02
60.000,00
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78
(MC) PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMA CULTURAL – 2016
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Realizar exposição temporária
com acervo de terceiros a
50 respeito de temas que
Número de exposições realizadas
tangenciam a missão do
Museu
Realizar encontros de
natureza cultural / filosófico /
51
Número de encontros realizados
teológico, intitulados Café do
Museu
Meta
Valor
03
560.000,00
8
8.000,00
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79
(MC) PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2016
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Conceber roteiros temáticos
Número de roteiros temáticos
52
sobre o Acervo do MAS-SP
concebidos
destinado aos professores.
Finalizar e imprimir roteiros
temáticos sobre o Acervo do
Número de roteiros temáticos
53
MAS-SP destinado aos
impressos (tiragem 10.000)
professores.
Conceber kits pedagógicos
para empréstimo aos
Número de kits pedagógicos
54
professores, a partir de
concebidos
temáticas do acervo.
Produzir kits pedagógicos
para empréstimo aos
Número de kits pedagógicos
55
professores, a partir de
produzidos
temáticas do acervo.
Criar e produzir telas táteis
Telas táteis criadas e
56
em resina de obras préproduzidas.
selecionadas do acervo.
Meta
Valor
01
-
01
50.000,00
01
-
01
10.000,00
05
30.000,00
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80
(MC) PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM – 2016
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Número de exposições itinerantes
57 Realizar exposição itinerante
realizadas
Meta
Valor
01
100.000,00
(MC) PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2016
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Produzir peças em Braille
58 sobre as exposições
Número de peças produzidas
programadas
Meta
Valor
04
100.000,00
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81
(MC) PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2016
1) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
2) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
3) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Criar novo material gráfico de
59 apoio à atividade de captação
Número de peças criadas
de recursos
Produzir e imprimir novo
material gráfico de apoio à
Número de peças produzidas e
60
atividade de captação de
impressas
recursos
Meta
Valor
5
-
5
50.000,00
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82
ANEXO 2 - 2016
DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
São as seguintes as exposições e a programação cultural constantes das metas pactuadas
para o ano de 2016:
Exposições programadas:
A IMAGINÁRIA MISSIONEIRA
(Exposição e mostra memória virtual)
A mostra tratará de caracterizar os remanescentes da imaginária dos Sete Povos das
Missões que se encontra em território brasileiro abordando aspectos formais das obras e
dados levantados no inventário realizado, que contribuiu para o mapeamento das obras no
território brasileiro, especificamente no Estado do Rio Grande do Sul. Como indicador do
estilo artístico serão tratados temas das artes da Contra Reforma e da estética Guarani. O
acervo do Museu inserido na mostra, servirá de suporte para novas abordagens e
contraponto com o trabalho da Rede que se realiza em São Paulo, evidenciando em especial
as questões de procedência e origem para a correta identificação das obras de arte.
O SAGRADO NA PINTURA BRASILEIRA
(Exposição e mostra memória virtual)
Realizaremos uma exposição que levantará obras do Museu e de coleções públicas e
privadas cujo foco será a evidencia de questões do sagrado, em pinturas e gravuras.
Pensamos eminentemente em pintores modernos como Emeric Marcier, Alberto da Veiga
Guignard, Candido Portinari e outros que fazem parte do imaginário popular.
A INQUISIÇÃO NO BRASIL
(Exposição e mostra memória virtual)
A exposição terá um viés histórico abordando o tema da Inquisição no Brasil. Temos a
cidade de Mariana, em Minas Gerais, como um dos pontos da pesquisa pois tendo a cidade
sido o centro das atenções e ações da inquisição no Brasil apresenta no contexto histórico
uma soma de processos que publicados em Portugal, permitem a divulgação e
reconstituição do cenário da sociedade colonial brasileira e sua produção artística.
PRESÉPIOS
(Exposição e mostra memória virtual)
Os presépios são parte integrante do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Nosso
mais famoso exemplar parte da tradição napolitana. Um dos conjuntos mais expressivos do
mundo é complementado anualmente com propostas inovadoras de presépios. Em 2016
selecionaremos presépios de colecionadores, para que seja abrigada uma mostra no espaço
expositivo do Museu.
Programação cultural programada:
CURSOS LIVRES, OFICINAS E WORKSHOPS
A realização dos cursos livres envolve temática complementar aos cursos de extensão
universitária já desenvolvidos na instituição e ligados à arte, arte sacra e bens culturais e
patrimoniais.
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83
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA O ANO DE “PAÍS”
Destacar no acervo exposto peças originárias dos países eleitos para as comemorações
temáticas, desenvolvendo atividades com o público visitante, através do setor de Apoio
Educativo.
PROGRAMAS TEMÁTICOS
Atividades desenvolvidas a partir de eventos comemorativos, tais como Aniversário da
Cidade, Semana de Museus, Virada Cultural, Mês da Consciência Negra e Férias no Museu,
criando interface com aspectos do acervo do Museu.
PALESTRAS SOBRE TEMAS RELACIONADOS AO ACERVO DO MUSEU
Palestras desenvolvidas a partir dos temas e tipologias do acervo
complementares aos temas já desenvolvidos por estudiosos na instituição.
do
Museu,
TARDES MUSICAIS
Ao retomar as séries de concertos musicais, o Museu de Arte Sacra de São Paulo abre-se a
novas pesquisas na área e inicia um processo de transformação do Museu em centro
irradiador de pesquisa da arte musical sacra brasileira.
No passado, o Museu implementava e divulgava pesquisas na área de musicologia com foco
no repertório sacro colonial brasileiro. Através de parcerias com musicólogos e artistas,
alguns registros fonográficos, na época em LP, foram produzidos com o selo do próprio
Museu, despontando como importantes registros de repertório no Brasil.
Resumo das exposições e programação
condicionadas para o ano de 2016:
cultural
constantes
das
metas
A intenção do Museu é desenvolver exposições temporárias e com acervo de terceiros para
atuar como agente divulgador e propiciar aos visitantes o acesso ao patrimônio
salvaguardado em coleções privadas ou públicas, passíveis de releitura.
MEDALHAS COMEMORATIVAS: A EXPOSIÇÃO UNIVERSAL
(Exposição e mostra memória virtual)
O acervo de numismática do Museu de Arte Sacra apresenta uma vasta coleção de
medalhas comemorativas. Entre elas há o tema da Exposição Universal. Ë a partir da
exposição da peça de numismática que buscaremos reconstituir o período e a mostra que se
realizou em Paris, no final do século XIX e que deixou como legado o principal símbolo de
identificação da cidade, a Torre Eiffel.
SANTUÁRIOS DO MUNDO
(Exposição e mostra memória virtual)
A mostra deverá eleger alguns dos mais importantes santuários do mundo. Do elenco fará
parte o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. A padroeira do Brasil, com destaque para o
trabalho de decoração artística realizado pelo artista que produziu as peças de celebração
de missas para o Papa Francisco, quando de SUS vinda ao Brasil, em 2013.
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84
COMO DOCUMENTAR BENS PATRIMONIAIS
(Exposição e mostra memória virtual)
A mostra tem característica conceitual e educativa. Tratará da abordagem dos processos de
documentação de acervo e bens patrimoniais em processos de salvaguarda. Será
direcionada para o público estudante, pesquisadores e trabalhadores de museus, da capital,
região metropolitana e interior de São Paulo, gerando um processo de conscientização do
patrimônio. É uma das formas de evidenciar a necessidade de documentação de acervos,
trabalho que vem sendo desenvolvido no âmbito da Rede de Museus de Arte Sacra.
Programação cultural em meta condicionada:
CAFÉ DO MUSEU
Encontros mensais contemplando palestras e debates de natureza cultural, filosófica e
teológica a respeito de arte, ciência e fé.
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85
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL - 2016
Proposta Orçamentária 2016
ASSOCIAÇÂO MUSEUDE ARTE SACRA DE SÃO PAULO- SAMAS/OS
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Orçamento 2016
Museu
Repasse do Contrato de gestão
10.355.180,00
Recursos Captados
207.103,60
Captação de recursos operacionais - bilheteria, cessão onerosa de espaço, loja, café, livraria e afins) 2%
207.103,60
Receitas financeiras
103.551,80
TOTAL DE RECEITAS VINCULADAS AO CG 10.665.835,40
RECEITAS
1
2
2.1
3
DESPESAS
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
1.1.1.1.2
1.1.1.2
1.1.1.2.1
1.1.1.2.2
1.1.1.3
1.1.1.3.1
1.1.1.3.2
1.1.1.4
1.1.1.4.1
1.1.1.4.2
1.1.1.4.3
1.2
1.2.1
1.2.2
1.2.3
1.2.4
1.2.5
1.2.6
1.2.7
1.2.8
1.2.9
2
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
4
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
4.6
5
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
6
6.1
6.2
6.3
7
7.1
7.2
8
8.1
8.2
8.3
9
9.1
9.2
Gestão Operacional
Recursos Humanos
Salários, encargos e benefícios
Diretoria
Área Meio
Área Fim
Demais Funcionários
Área Meio
Área Fim
Estagiários
Área Meio
Área Fim
Benefícios
Vale Alimentação
Vale Refeição
Assist. Médica
Prestadores de serviços (Consultorias/Assessorias/Pessoas Jurídicas)
Limpeza
Vigilância / portaria / segurança
Jurídica
Informática
Administrativa / RH
Contábil
Auditoria
Consultorias (Pesquisas, educativo, Artes)
Demais
Custos Administrativos
Locação de imóveis
Utilidades públicas (água, luz, telefone, gás e etc...)
Equipamentos Diversos (móveis, Utensílios)
Uniformes e EPIs
Viagens e Estadias
Material de consumo, escritório e limpeza
Despesas tributárias e financeiras
Despesas diversas (correio, xerox, motoboy e etc...)
Softwares e Equipamentos de Informática
Investimentos
Programa de Edificações: Conservação, Manutenção e Segurança
Conservação e manutenção da(s) edificações (reparos, pinturas, limpeza de caixa de água, adequação de espaço para
acessibilidade, etc.) 3%
Sistema de Monitoramento de Segurança e AVCB
Equipamentos / Implementos (telefonia e elétrica)
Seguros (predial, incêndio e etc...)
Outras despesas (projeto de arquitetura e engenharia (Acessibilidade)
Investimentos
Programa de Acervo: Conservação, Documentação e Pesquisa
Aquisição de acervo
Armazenamento de acervo em reserva técnica externa
Transporte de acervo
Conservação e restauro
Outras despesas [especificar]
Investimentos
Programa de Exposições e Programação Cultural
Exposições Temporárias
Programação Cultural
Elaboração de plano e projeto museológico do MAS-SP
Elaboração e Implantação de projeto museográfico
Outras despesas
Investimentos
Programa de Serviço Educativo e Projetos Especiais
Serviço educativo e projetos especiais
Outras despesas (pesquisa de público e qualidade)
Investimentos (Cursos, Seminários e Oficinas)
Programa de Ações de Apoio ao SISEM-SP
Exposições Itinerantes e outras ações de apoio ao SISEM-SP
Rede de Museu e Inventário
Programa de Comunicação
Plano de Comunicação
Projetos gráficos e materiais de comunicação
Assessoria de imprensa e custos de publicidade
Fundos
Fundo de Reserva (6% dos repasses dos 12 primeiros meses de vigência do contrato)
Fundo de Contingência
Total DE DESPESAS VINCULADAS AO REPASSE DO C.G.
RECEITAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Captação de recursos adicionais (leis de incentivo, convênios, doações, etc.)
Despesas
Museu
7.560.489,06
5.404.775,94
5.404.775,94
1.037.408,42
1.037.408,42
3.703.900,13
1.613.502,61
2.090.397,52
322.435,39
39.081,80
283.353,59
341.032,00
77.573,80
263.458,20
2.155.713,12
498.520,00
1.260.710,00
87.516,00
39.131,40
94.672,82
65.822,46
109.340,44
% sobre o
repasse
97,09%
1,94%
1,94%
0,97%
100,00%
% sobre o
repasse
70,89%
50,67%
9,73%
34,73%
3,02%
3,20%
1.565.643,97
753.346,00
445.885,00
59.895,00
8.651,50
39.930,00
150.669,20
37.268,00
47.916,00
22.083,27
428.309,19
20,21%
4,67%
11,82%
0,82%
0,00%
0,37%
0,89%
0,62%
1,03%
0,00%
14,68%
7,06%
4,18%
0,56%
0,08%
0,37%
1,41%
0,35%
0,45%
0,21%
0,00%
4,02%
370.229,19
3,47%
26.620,00
31.460,00
115.500,00
55.000,00
60.500,00
532.524,77
393.250,00
69.575,00
69.699,77
81.096,40
56.606,00
11.180,40
13.310,00
88.000,00
88.000,00
194.447,00
39.930,00
54.692,00
99.825,00
99.825,00
99.825,00
0,00%
0,25%
0,29%
0,00%
0,00%
1,08%
0,00%
0,00%
0,52%
0,57%
0,00%
0,00%
4,99%
3,69%
0,65%
0,00%
0,65%
0,00%
0,00%
0,76%
0,53%
0,10%
0,12%
0,83%
0,83%
0,00%
1,82%
0,37%
0,51%
0,94%
0,94%
0,00%
0,94%
10.665.835,40
100,00%
Orçamento 2015
R$ 310.655,40
DESPESAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2015
Despesas com projetos realizadas com recursos adicionais
Total de Despesas Plano de Trabalho 2013
10.665.835,40
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
86
Observações:
(1)
(2)
Programa de Edificações: a Convocação Pública (Anexo B página
70) prevê que 10% do repasse sejam destinados ao programa de
edificações. Porém, a partir de análise histórica do referido
programa, a OS entende ser suficiente a destinação de 4,1% do
orçamento para esse fim.
Programa de Acervo: a Convocação Pública prevê a realização de
Inventário de Acervo Museológico no primeiro ano de gestão. A OS
está realizando o inventário em 2013, com recursos advindos do
Contrato de Gestão 042/2010.
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87
ÍNDICE PLANO DE TRABALHO ANUAL - 2017
QUADRO DE METAS
METAS TÉCNICAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
89
91
94
97
98
METAS ADMINISTRATIVAS
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
100
METAS CONDICIONADAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
102
103
104
105
105
106
ANEXO 1: PROPOSTA DE POLÍTICA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL
2014-2018............................................................................................
135
ANEXO 2: DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
(INCLUINDO METAS PACTUADAS E CONDICIONADAS)................................................
107
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL............................................................
109
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88
QUADRO DE METAS TÉCNICAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2017
13) Objetivos

Assegurar a conservação e preservação dos acervos museológico, arquivístico e bibliográfico, por
meio de plano de conservação com ações preventivas e corretivas.

Documentar todos os acervos de acordo com normas técnicas contemporâneas e com as diretrizes
da UPPM, e manter atualizada a relação dos acervos da SEC.

Realizar estudos, pareceres e outras ações para ampliação qualificada do acervo, estabelecendo
ajustes com o Poder Público e a iniciativa privada para aquisição de obras de arte, livros e outros
bens culturais relevantes para o patrimônio cultural do Estado.

Ampliar a realização de pesquisas sobre conteúdos relacionados ao acervo e à temática do museu.

Articular as ações realizadas constituindo um centro de pesquisa e referência que amplie as
possibilidades de produção e difusão de conhecimento, e de interação do público com as temáticas
do acervo, atento às questões da Museologia contemporânea.
14) Estratégia de ação: No Programa de Acervo, terão continuidade os processos de revisão e
inserção de informações sobre novas aquisições e, eventualmente, novos estudos referentes às
coleções do Museu no Banco de Dados da SEC e no do próprio museu. As mesmas atividades se
aplicam às coleções catalogadas no novo trabalho da Rede de Museus de Arte Sacra. Serão
preenchidos os dados de origem e histórico de parcela dos objetos do acervo, de maneira a
ampliar as informações para gestão e preservação, além de aprimorar as possibilidades de
pesquisa. Paralelamente, serão formadas parcerias com instituições de ensino superior nacionais e
internacionais de forma a ampliar as possibilidades de extroversão dos objetos do acervo.
A política de pesquisa de acervo é absorvida na rotina do Museu, tanto na questão de
documentação, quanto subsidiando exposições. As parcerias acadêmicas estão nas Metas
Condicionadas e metas de intercâmbio.
15) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
16) Público Alvo: Funcionários, pesquisadores e usuários.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
01
Realizar registro fotográfico das
peças de acervo
Número de registros fotográficos do
acervo inseridos no Banco de Dados
do Acervo da SEC
02
Dar andamento ao projeto de
arquivo histórico
Relatório anual emitido
Período
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
200
200
200
200
800
100%
01
01
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
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89
03
Realizar pesquisa de origem e
histórico do acervo
Número de atualizações de dados
catalográficos no Banco de Dados da
SEC
04
Submeter projetos de pesquisa
a editais de apoio e fomento
para busca de apoio financeiro,
técnico-acadêmico e material
(FAPESP, CNPQ, FINEP e afins)
Número de projetos submetidos
05
Adquirir livros que
complementem a bibliografia
de História da Arte disponível
para pesquisa na biblioteca do
Museu
Número de livros adquiridos
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
200
200
200
200
800
100%
01
01
02
100%
100
100
100
100
400
100%
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90
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL – 2017
13) Objetivos Específicos

Ampliar a extroversão do acervo e da temática de atuação do museu, contribuindo para a
formação de público de museus e equipamentos culturais, por meio de exposições, cursos,
oficinas, workshops, palestras e eventos que viabilizem, com acessibilidade, o acesso qualificado
da população à cultura e à educação.

Contribuir para o fortalecimento dos calendários cultural e turístico do Estado e do município,
oferecendo à população programação especial e qualificada nos seguintes eventos: aniversário da
cidade, Virada Cultural, Semana dos Museus (maio) Férias no Museu (julho), Mês da Consciência
Negra (novembro) e Férias no Museu (janeiro).

Estimular a produção cultural na área temática foco do museu, por meio de premiações, projetos
de residência artística e bolsas de estudo para projetos com qualidade artístico-cultural e
contrapartida sociocultural (exposições, apresentações, oficinas etc.).

Contribuir para a integração do museu na Rede de Museus da SEC, por meio de ações articuladas
com os demais museus da SEC, potencializando a visibilidade e atratividade das ações realizadas.

Ampliar o público visitante do museu e de suas atrações e serviços, contribuindo para o
crescimento do público previsto no Planejamento Plurianual do Estado.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.
14) Estratégia de ação: Serão realizadas quatro exposições temporárias a partir da política de
exposições do Museu com obras do próprio Museu e de terceiros. Dessas mostras serão
produzidas exposições virtuais de acervo e temáticas, com pesquisas realizadas pela equipe do
museu e disponibilizadas na biblioteca da instituição para o público interessado. As demais
exposições que integram o Quadro de Metas têm como objetivo exibir as múltiplas facetas dos
temas tratados no acervo com foco nas diversas tipologias do acervo do Museu e das coleções de
terceiros.
15) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
16) Público Alvo: Visitantes e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
06
Realizar exposições temporárias a
partir da política de exposições do
museu com obras do Museu e de
terceiros
Número de exposições
temporárias temáticas
realizadas
07
Realizar exposições virtuais de
acervo e temáticas
Número de exposições virtuais
realizadas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
91
08
Realizar cursos livres, oficinas,
workshops para o público
Número de cursos livres
realizados
09
Receber público nos cursos livres,
oficinas e workshops realizados
Número de participantes nos
cursos livres, oficinas e
workshops
10
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público de oficinas /
workshops / palestras
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
11
Realizar eventos periódicos:
- Tardes Musicais, aos sábados
Número de eventos realizados
12
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público (a partir de
questionário e orientações da
SEC)
Número de questionários
aplicados
13
Monitorar índices de satisfação de
público geral
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
14
Receber visitantes
presencialmente no Museu
Número de visitantes recebidos
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
01
01
04
100%
30
30
30
30
120
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
03
03
12
100%
270
270
270
270
1080
100%
01
01
02
100%
9261
19680
17365
11576
57882
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
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92
15
Realizar programação especial
para o Ano dos “Países” (países a
serem definidos anualmente) no
Brasil
Número de programações
realizadas
16
Realizar programas temáticos:
. Aniversário da cidade
. Semana de Museus
. Virada Cultural
. Mês da Consciência Negra
. Férias no Museu
Número de programas
temáticos realizados
17
Realizar palestras de temas
relativos à História da Arte, Arte
Sacra, Museologia, Arquitetura,
Arqueologia e demais temas
relacionados ao acervo do Museu
Número de palestras realizadas
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
02
100%
02
02
01
01
06
100%
02
02
02
06
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
93
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2017
13) Objetivos Específicos

Contribuir com a educação formal por meio de parceria com as redes pública e privada de
ensino, possibilitando o melhor aproveitamento dos conteúdos museológicos na educação
escolar, por meio de visitas educativas, produção de materiais e conteúdos pedagógicos e oferta
de oficinas e programas específicos para estudantes e professores.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público escolar, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.

Ampliar as possibilidades de aproveitamento das exposições, por meio da oferta de serviço
educativo, preferencialmente mediante agendamento, para grupos de visitantes turistas, idosos,
profissionais e outros.

Desenvolver e executar projetos e ações que promovam a inclusão social, trazendo para o
museu ou levando o museu a grupos sociais diversificados, marginalizados e com maior
dificuldade no acesso a equipamentos culturais (tais como pessoas com deficiência, idosos,
pessoas em situação de vulnerabilidade social e doentes em hospitais) ou que estejam no
entorno do museu.

Apoiar a qualificação dos principais responsáveis por visitas de grupos, por meio de cursos e
oficinas de capacitação para professores, educadores, guias de turismo e outros.
14) Estratégia de ação: O Serviço Educativo está organizado a partir de cinco estratégias de ação
que se intercruzam, a saber: Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação,
Pesquisas de Público, Formação Continuada da Equipe, Recursos Tecnológicos e Estratégias de
Mediação.
A Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação compreende o trabalho de
pesquisa, elaboração e avaliação de uma série de materiais de apoio destinados tanto aos
professores como ao público em geral (fichas temáticas para professores, folders, jogos
educativos etc.).
As Pesquisas de Público objetivam conhecer o público visitante do complexo do Mosteiro da
Luz, diagnosticando seu perfil, suas expectativas e suas necessidades. Acredita-se que só a
partir do conhecimento desse público seja possível traçar estratégias de ações educativas
efetivas. Esses estudos são realizados de maneira sistemática com professores, visitantes
espontâneos e avaliação somativa de exposições temporárias.
A Formação Continuada da Equipe é o momento em que são discutidas as metodologias de
educação a partir de objetos e temáticas afins do acervo salvaguardado. Também nessa linha de
ação são realizadas atividades trimestrais com as diferentes equipes que trabalham na
instituição, a fim de assegurar uma política de conscientização da importância do trabalho em
conjunto na prática da salvaguarda e extroversão pública do patrimônio cultural.
Os Recursos Tecnológicos são entendidos enquanto ferramenta suplementar para extroversão
do trabalho desenvolvido pelos diferentes setores da instituição. O Setor Educativo cooperará na
produção de conteúdos que poderão ser acessados pelo visitante no momento em que visita o
espaço expositivo por meio do recurso de “QR Code” e pelo acesso ao novo portal do Museu de
Arte Sacra de São Paulo.
As Estratégias de Mediação são ações que exploram as diversas dimensões da aprendizagem
a partir do acervo e das pesquisas desenvolvidas no Museu, respeitando-se a diversidade dos
públicos atendidos procura-se propiciar e estimular uma relação mais crítica e prazerosa do
visitante com o espaço expositivo.
15) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
94
Com atuação dedicada ao programa de serviço educativo, somam 19 profissionais, sendo 11
celetistas de nível técnico, superior completo e mestre, além de 08 estagiários graduandos.
16) Público Alvo: Estudantes e grupos de visitantes
Nº
Ação
Indicador de Resultados
18
Propiciar visitas mediadas a
estudantes de escolas públicas
e privadas
Número de estudantes de escolas
públicas e privadas atendidos em
visitas mediadas
19
Propiciar visitas mediadas a
público espontâneo
Número de pessoas atendidas em
visitas mediadas
20
Realizar atendimento de
públicos-alvo por meio de
projetos especiais: Inclusão
Sociocultural, Acessibilidade e
Idoso
21
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de cursos realizados
22
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de professores,
educadores e profissionais de
turismo capacitados
23
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação do público escolar
agendado
Número de pesquisas realizadas
24
Monitorar os índices de
satisfação do público escolar
agendado
Número de relatórios semestrais
de pesquisa com apuração do
índice de satisfação do público
escolar agendado
25
Realizar visitas integradas
para professores em parceria
com museus e instituições
culturais.
Número de visitas realizadas
Número de pessoas atendidas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
600
5160
4000
1440
11200
100%
1500
1000
1000
1500
5000
100%
90
120
120
110
440
100%
02
05
03
04
14
100%
30
75
45
60
210
100%
20
120
100
43
283
100%
01
01
02
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
95
26
Avaliar a compreensão do público
quanto ao conteúdo e expografia
das mostras temporárias
Número de questionários
aplicados
27
Compilar dados de atendimento a
visitantes de projetos especiais
Número de relatórios de
atendimento
28
Realizar programa Interessante e
Interativo (Férias no Museu e datas
comemorativas e feriados)
Número de atividades
realizadas
29
30
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Número de cursos realizados
Número de participantes
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
100
100
02
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
02
02
10
100%
01
01
02
ICM %
100%
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
20
20
40
ICM %
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
96
PROGRAMA DE APOIO AO SISEM-SP – 2017
13) Objetivos Específicos

Integrar e participar ativamente do Sistema Estadual de Museus de São Paulo, SISEM-SP.

Disseminar boas práticas e conhecimento técnico para o conjunto de museus do Estado de São
Paulo, por meio da colaboração do seu corpo técnico na elaboração e execução de ações em
municípios da Região Metropolitana de SP e do interior do Estado.

Realizar ações de articulação, capacitação, difusão e apoio técnico em instituições museológicas
e culturais em municípios da RMSP e do interior do Estado, conforme orientação do Grupo
Técnico de Coordenação do SISEM-SP/UPPM/SEC.

Participar das Redes Temáticas de Museus de São Paulo, colaborando na articulação,
levantamento de informações e realização de ações de apoio à área temática afim.

Ampliar a visibilidade institucional do Museu na RMSP e no interior.

Ampliar o público atendido pela Organização Social a partir de ações desenvolvidas na RMSP e
no interior.
14)
Estratégia de ação: Promover oficinas, palestras e estágio técnico com o objetivo
de ampliar o conhecimento e contribuir para a definição de estratégias de preservação dos
acervos da instituição, ampliando as ações de preservação do patrimônio cultural nos
municípios do litoral e interior de São Paulo. Serão ações de destaque o projeto Inventário
Paulista de Acervos Museológicos de Arte Sacra e a consolidação da estrutura da Rede de
Museus de Arte Sacra, além de exposições itinerantes e encontros de articulação.
15) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação parcialmente dedicada ao programa de apoio ao SISEM, atuam 06 profissionais,
sendo técnicos, graduandos e pós-graduado.
16) Público Alvo: Museus e municípios do interior e grande São Paulo e seu público
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim
2º Trim
Realizar ações de capacitação
3º Trim
(palestras, oficinas, cursos) em
31
Número de ações realizadas
museus e espaços expositivos do
4º Trim
litoral, interior e da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
Capacitar profissionais de
32
Número de capacitações realizadas
museus (estágio presencial)
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar exposições itinerantes
3º Trim
em museus e espaços
Número de exposições itinerantes
33
expositivos do litoral, interior e
realizadas
4º Trim
da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar encontros de articulação
3º Trim
34 e apoio às Redes Temáticas e
Número de encontros realizados
4º Trim
Polos Regionais
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
01
01
02
100%
01
01
01
03
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
97
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2017
13) Objetivos Específicos

Divulgar amplamente as exposições, a programação cultural, as ações de pesquisa e os serviços
prestados pelo museu, contribuindo para a ampliação do conhecimento e da valorização do
patrimônio museológico por parte do público em geral, e para o crescimento do número de
visitantes e participantes das atividades desenvolvidas.

Prestar informações atualizadas sobre a programação e serviços do museu.

Elaborar publicações diversas, com enfoque educativo, histórico, artístico, técnico e/ou
científico-tecnológico, contribuindo para a ampliação do conhecimento geral e específico acerca
das linhas de atuação e dos principais temas afetos ao museu.

Fortalecer a presença do museu nos meios de comunicação como equipamento cultural do
Governo do Estado de SP de alta qualidade e interesse social.
14) Estratégia de Ação: O Programa de Comunicação organiza, em parceria com a SEC, as ações
em três frentes de trabalho - comunicação interna, comunicação externa e comunicação de
projetos. Utilizará os canais institucionais de comunicação na internet (website e páginas nas
redes sociais), as peças eletrônicas e impressas e o relacionamento com os veículos da
imprensa para divulgar as atividades e realizações do Museu, como exposições temporárias com
acervo do Museu, exposições virtuais, exposições temporárias com acervo de terceiros,
pesquisas, atividades educativas, cursos, palestras e outras.
15) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe dedicada ao programa de comunicação e imprensa será formada por 01 profissional
celetista com formação superior.
16) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças digitais
3º Trim.
Número de peças produzidas e
35 para divulgação das atividades do
distribuídas
4º Trim.
Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
Produzir boletins eletrônicos para
Número de boletins eletrônicos
36
envio ao mailing list
produzidos e enviados
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças
3º Trim.
Número de peças produzidas e
37 impressas para divulgação das
distribuídas
4º Trim.
atividades do Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Criar e produzir catálogos
3º Trim.
Número de catálogos impressos
38 impressos das exposições
criados e produzidos
4º Trim.
programadas
ANUAL
ICM %
Meta
05
05
05
05
20
100%
03
03
03
03
12
100%
02
01
02
01
06
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
98
39
Transcrever conteúdo de 09
páginas de programação cultural
do site do Museu para inglês e
espanhol
Percentual de páginas de
programação cultural transcritas
para inglês e espanhol
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
09
09
09
09
36
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
99
QUADRO DE METAS ADMINISTRATIVAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2017
10) Objetivos Específicos
 Diversificar as fontes de recursos financeiros para viabilização do Contrato de Gestão.
 Gerir espaços direta ou indiretamente, de acordo com a legislação vigente, para venda de
produtos relacionados ao Museu, bem como para loja, livraria, café e afins, para atendimento
do público do Museu, revertendo os recursos gerados para o cumprimento das ações do plano
de trabalho.
 Elaborar projetos para editais e leis de incentivo e realizar outras ações de desenvolvimento
institucional e captação de recursos, visando ampliar as parcerias e recursos para o sucesso no
cumprimento integral das metas previstas.
11) Estratégia de Ação: Desenvolver, implantar e gerir uma área de marketing e mobilização de
recursos com foco na sustentabilidade do Museu em longo prazo, compreendendo:
 Plano de Mobilização de Recursos: definição das metas, estratégias e diretrizes.
 Estudo de viabilidade sobre as possibilidades das fontes de financiamento.
 Projetos de captação para editais, fundações e empresas privadas.
 Ações para comunicação e marketing.
 Programa de Captação de Recursos para pessoa física.
 Planejamento de eventos especiais.
 Iniciativas com foco no marketing relacionado à causa (licenciamento de marca).
A implantação da nova área cumprirá as seguintes etapas:
2.1 Diagnóstico
Análise de informações colhidas com pessoas chaves da equipe, materiais, projetos em
andamento e perspectivas, para se conhecer o momento atual do MAS, seu histórico de
captação, públicos com os quais se relaciona, formas de relacionamento e divulgação, enfim,
quais seus pontos fortes e desafios quanto à mobilização de recursos.
2.2 Desenvolvimento
Definição de estratégias e metas da área de Marketing e Mobilização de Recursos, buscando a
diversificação das fontes de financiamento conforme os objetivos anteriormente elencados.
2.3 Implantação e gestão
Operação e gestão da área de Marketing e Mobilização de Recursos, com foco nos seguintes
resultados:

Estruturação do Planejamento Estratégico com as devidas análises de oportunidades e
desafios.

Alinhamento das fontes de financiamento e mobilização de recursos correlacionados ao
desenvolvimento institucional.

Efetivação de estratégias de campanhas de marketing e geração de renda.
12) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe com atuação dedicada ao programa de financiamento e fomento será inicialmente
composta por 01 profissional celetista na gestão da área, com formação superior completa nas
áreas de comunicação social e administração de empresas e comprovada vivência na elaboração e
gestão de projetos, relacionamento e desenvolvimento institucional e captação de recursos para o
terceiro setor.
4) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
100
Nº
Ação
Indicador de Resultados
40
Atualizar ações do Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Plano atualizado
41
Implementar Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Relatório de ações
implementadas
42
Captar recursos por meio de
receita de bilheteria, cessão
de espaços, contratos para
exploração comercial de café
e loja
Recurso captado = 2% do
contrato de gestão
43
Submeter projetos para
aprovação por meio das leis
de incentivo à cultura
(Rouanet / PROAC /
municipal)
Número de projetos submetidos
44
Captar recursos por meio de
projetos incentivados já
aprovados (Roaunet, ProAC,
Mendonça), editais de
fomento (FAPESP, FINEP,
CNPq) e doações
Recurso captado = 3% do
contrato de gestão
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
100%
01
01
100%
33.880,00
45.980,00
52.030,00
75.214,00
207.104,00
100%
01
01
02
100%
77.664,00
77.664,00
77.664,00
77.664,00
310.656,00
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
101
QUADRO DE METAS CONDICIONADAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
(MC) PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2017
4) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o acervo,
com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
5) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios, doações
ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
6) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Estabelecer parcerias para
pesquisa acadêmica sobre o
Número de novas parcerias
45
acervo e a temática do
estabelecidas
museu
Estabelecer parcerias
nacionais e internacionais
Número de novas parcerias
46
para intercâmbio técnico,
estabelecidas
científico e artístico
Dar sequência à pesquisa
Número de pesquisas iniciadas
47 sobre o acervo do Museu por
sobre o acervo
pesquisadores acadêmicos
Dar sequência ao programa
Pesquisador Convidado para
Número de pesquisadores
48 intercâmbio de informações
convidados
científicas, históricas e
artísticas
Meta
Valor
03
-
02
60.000,00
03
-
02
60.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
102
(MC) PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMA CULTURAL – 2017
4) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
5) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
6) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Realizar exposição temporária
com acervo de terceiros a respeito Número de exposições
49
de temas que tangenciam a
realizadas
missão do Museu
Realizar encontros de natureza
Número de encontros
50 cultural/filosófico/teológico,
realizados
intitulados Café do Museu
Meta
Valor
01
220.000,00
08
8.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
103
(MC) PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2017
4) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
5) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
6) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Conceber roteiros temáticos
Número de roteiros temáticos
51
sobre o Acervo do MAS-SP
concebidos
destinado aos professores.
Finalizar e imprimir roteiros
temáticos sobre o Acervo do
Número de roteiros temáticos
52
MAS-SP destinado aos
impressos (tiragem 10.000)
professores.
Conceber kits pedagógicos
para empréstimo aos
Número de kits pedagógicos
53
professores, a partir de
concebidos
temáticas do acervo.
Produzir kits pedagógicos
para empréstimo aos
Número de kits pedagógicos
54
professores, a partir de
produzidos
temáticas do acervo.
Meta
Valor
01
-
01
50.000,00
01
-
01
10.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
104
(MC) PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM – 2017
4) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
5) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
6) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Número de exposições itinerantes
55 Realizar exposição itinerante
realizadas
Meta
Valor
01
100.000,00
(MC) PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2017
4) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
5) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
6) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Produzir peças em Braille
56 sobre as exposições
Número de peças produzidas
programadas
Meta
Valor
04
100.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
105
(MC) PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2017
4) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
5) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
6) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Criar novo material gráfico de
57 apoio à atividade de captação
Número de peças criadas
de recursos
Produzir e imprimir novo
material gráfico de apoio à
Número de peças produzidas e
58
atividade de captação de
impressas
recursos
Meta
Valor
5
-
5
50.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
106
ANEXO 2 - 2017
DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
São as seguintes as exposições e a programação cultural constantes das metas pactuadas
para o ano de 2017:
Exposições programadas:
A ORDEM DOS FRANCISCANOS
(Exposição e mostra memória virtual)
A exposição tem caráter historicista e reconstitui a instalação da Ordem Terceira de São
Francisco da Penitência no Brasil, com destaque para as principais igrejas, conventos e
memória da arte franciscana através de talhas, painéis, imaginária e azulejos, desde o
século XVII. No Brasil temos exemplares de rara beleza e riqueza da Ordem dos
Franciscanos, que pretendemos pesquisar e divulgar para o público do Museu.
COMO CONSERVAR BENS PATRIMONIAIS
(Exposição e mostra memória virtual)
Um dos grandes desafios do mundo contemporâneo é a preservação dos bens patrimoniais.
Equipes de renome internacional se reúnem para discutir e indicar parâmetros de
tratamento de bens culturais e, mais recentemente, declinam sobre as principais formas de
registro do mais recente reconhecido patrimônio, que é o imaterial.
A preservação muitas vezes se coloca como um paradigma a ser decifrado, a partir das
definições e critérios a respeito do futuro do passado e a forma de sobrevivência do
patrimônio para as gerações vindouras.
A ORDEM DAS CONCEPCIONISTAS
(Exposição e mostra memória virtual)
O Mosteiro da Luz, obra de Frei Galvão, abriga as Irmãs Concepcionistas desde o século
XVIII. São elas, as Recolhidas da Concepcion, como indicadas no documento original da
ordem, as freiras que fazem parte da vida do mosteiro. O fato de estarmos no século XXI, e
convivermos com a clausura, desperta curiosidade no público visitante do Museu.
Explicarmos a esse público a história das irmãs e das famosas pílulas de Frei Galvão, o
primeiro santo brasileiro, é uma contribuição à historiografia paulista e brasileira.
PRESÉPIOS
(Exposição e mostra memória virtual)
Os presépios são parte integrante do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Nosso
mais famoso exemplar parte da tradição napolitana. Um dos conjuntos mais expressivos do
mundo é complementado anualmente com propostas inovadoras de presépios. Em 2017
selecionaremos presépios de colecionadores, para que seja abrigada uma mostra no espaço
expositivo do Museu.
Programação cultural programada:
CURSOS LIVRES, OFICINAS E WORKSHOPS
A realização dos cursos livres envolve temática complementar aos cursos de extensão
universitária já desenvolvidos na instituição e ligados à arte, arte sacra e bens culturais e
patrimoniais.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
107
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA O ANO DE “PAÍS”
Destacar no acervo exposto peças originárias dos países eleitos para as comemorações
temáticas, desenvolvendo atividades com o público visitante, através do setor de Apoio
Educativo.
PROGRAMAS TEMÁTICOS
Atividades desenvolvidas a partir de eventos comemorativos, tais como Aniversário da
Cidade, Semana de Museus, Virada Cultural, Mês da Consciência Negra e Férias no Museu,
criando interface com aspectos do acervo do Museu.
PALESTRAS SOBRE TEMAS RELACIONADOS AO ACERVO DO MUSEU
Palestras desenvolvidas a partir dos temas e tipologias do acervo
complementares aos temas já desenvolvidos por estudiosos na instituição.
do
Museu,
TARDES MUSICAIS
Ao retomar as séries de concertos musicais, o Museu de Arte Sacra de São Paulo abre-se a
novas pesquisas na área e inicia um processo de transformação do Museu em centro
irradiador de pesquisa da arte musical sacra brasileira.
No passado, o Museu implementava e divulgava pesquisas na área de musicologia com foco
no repertório sacro colonial brasileiro. Através de parcerias com musicólogos e artistas,
alguns registros fonográficos, na época em LP, foram produzidos com o selo do próprio
Museu, despontando como importantes registros de repertório no Brasil.
Resumo das exposições e programação
condicionadas para o ano de 2017:
cultural
constantes
das
metas
A intenção do Museu é desenvolver exposições temporárias e com acervo de terceiros para
atuar como agente divulgador e propiciar aos visitantes o acesso ao patrimônio
salvaguardado em coleções privadas ou públicas, passíveis de releitura.
ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS NAS IGREJAS
(Exposição e mostra memória virtual)
As igrejas, do ponto de vista arquitetônico, representam verdadeiras obras de arte
sociedade. A mostra deve representar e destacar questões arquitetônicas relativas
edificações, que são testemunhos de diferentes épocas e estilos artísticos. Essa leitura
dará através de documentação iconográfica e do uso de recursos tecnológicos facultados
grande público.
da
às
se
ao
Programação cultural em meta condicionada:
CAFÉ DO MUSEU
Encontros mensais contemplando palestras e debates de natureza cultural, filosófica e
teológica a respeito de arte, ciência e fé.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
108
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL – 2017
Proposta Orçamentária 2017
ASSOCIAÇÂO MUSEUDE ARTE SACRA DE SÃO PAULO- SAMAS/OS
Museu de Arte Sacra de São Paulo
RECEITAS
1
2
2.1
3
Repasse do Contrato de gestão
Recursos Captados
Captação de recursos operacionais - bilheteria, cessão onerosa de espaço, loja, café, livraria e afins) 2%
Receitas financeiras
TOTAL DE RECEITAS VINCULADAS AO CG
DESPESAS
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
1.1.1.1.2
1.1.1.2
1.1.1.2.1
1.1.1.2.2
1.1.1.3
1.1.1.3.1
1.1.1.3.2
1.1.1.4
1.1.1.4.1
1.1.1.4.2
1.1.1.4.3
1.2
1.2.1
1.2.2
1.2.3
1.2.4
1.2.5
1.2.6
1.2.7
1.2.8
1.2.9
2
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
4
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
4.6
5
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
6
6.1
6.2
6.3
7
7.1
7.2
8
8.1
8.2
8.3
9
9.1
9.2
Gestão Operacional
Recursos Humanos
Salários, encargos e benefícios
Diretoria
Área Meio
Área Fim
Demais Funcionários
Área Meio
Área Fim
Estagiários
Área Meio
Área Fim
Benefícios
Vale Alimentação
Vale Refeição
Assist. Médica
Prestadores de serviços (Consultorias/Assessorias/Pessoas Jurídicas)
Limpeza
Vigilância / portaria / segurança
Jurídica
Informática
Administrativa / RH
Contábil
Auditoria
Consultorias (Pesquisas, educativo, Artes)
Demais
Custos Administrativos
Locação de imóveis
Utilidades públicas (água, luz, telefone, gás e etc...)
Equipamentos Diversos (móveis, Utensílios)
Uniformes e EPIs
Viagens e Estadias
Material de consumo, escritório e limpeza
Despesas tributárias e financeiras
Despesas diversas (correio, xerox, motoboy e etc...)
Softwares e Equipamentos de Informática
Investimentos
Programa de Edificações: Conservação, Manutenção e Segurança
Conservação e manutenção da(s) edificações (reparos, pinturas, limpeza de caixa de água, adequação de espaço para
acessibilidade, etc.) 3%
Sistema de Monitoramento de Segurança e AVCB
Equipamentos / Implementos (telefonia e elétrica)
Seguros (predial, incêndio e etc...)
Outras despesas (projeto de arquitetura e engenharia (Acessibilidade)
Investimentos
Programa de Acervo: Conservação, Documentação e Pesquisa
Aquisição de acervo
Armazenamento de acervo em reserva técnica externa
Transporte de acervo
Conservação e restauro
Outras despesas [especificar]
Investimentos
Programa de Exposições e Programação Cultural
Exposições Temporárias
Programação Cultural
Elaboração de plano e projeto museológico do MAS-SP
Elaboração e Implantação de projeto museográfico
Outras despesas
Investimentos
Programa de Serviço Educativo e Projetos Especiais
Serviço educativo e projetos especiais
Outras despesas (pesquisa de público e qualidade)
Investimentos (Cursos, Seminários e Oficinas)
Programa de Ações de Apoio ao SISEM-SP
Exposições Itinerantes e outras ações de apoio ao SISEM-SP
Rede de Museu e Inventário
Programa de Comunicação
Plano de Comunicação
Projetos gráficos e materiais de comunicação
Assessoria de imprensa e custos de publicidade
Fundos
Fundo de Reserva (6% dos repasses dos 12 primeiros meses de vigência do contrato)
Fundo de Contingência
Total DE DESPESAS VINCULADAS AO REPASSE DO C.G.
Orçamento 2017
Museu
% sobre o
repasse
11.390.698,00
227.813,96
227.813,96
113.906,98
11.732.418,94
97,09%
1,94%
1,94%
0,97%
100,00%
Despesas
Museu
8.316.537,97
5.945.253,54
5.945.253,54
1.141.149,26
1.141.149,26
4.074.290,14
1.774.852,87
2.299.437,27
354.678,93
42.989,98
311.688,95
375.135,20
85.331,18
289.804,02
2.371.284,43
548.372,00
1.386.781,00
96.267,60
43.044,54
104.140,10
72.404,71
120.274,48
% sobre o
repasse
70,89%
50,67%
9,73%
34,73%
3,02%
3,20%
1.722.208,37
828.680,60
490.473,50
65.884,50
9.516,65
43.923,00
165.736,12
40.994,80
52.707,60
24.291,60
471.140,11
20,21%
4,67%
11,82%
0,82%
0,00%
0,37%
0,89%
0,62%
1,03%
0,00%
14,68%
7,06%
4,18%
0,56%
0,08%
0,37%
1,41%
0,35%
0,45%
0,21%
0,00%
4,02%
407.252,11
3,47%
29.282,00
34.606,00
127.050,00
60.500,00
66.550,00
585.777,25
432.575,00
76.532,50
76.669,75
89.206,04
62.266,60
12.298,44
14.641,00
96.800,00
96.800,00
213.891,70
43.923,00
60.161,20
109.807,50
109.807,50
109.807,50
0,00%
0,25%
0,29%
0,00%
0,00%
1,08%
0,00%
0,00%
0,52%
0,57%
0,00%
0,00%
4,99%
3,69%
0,65%
0,00%
0,65%
0,00%
0,00%
0,76%
0,53%
0,10%
0,12%
0,83%
0,83%
0,00%
1,82%
0,37%
0,51%
0,94%
0,94%
0,00%
0,94%
11.732.418,94
100,00%
RECEITAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2015
Captação de recursos adicionais (leis de incentivo, convênios, doações, etc.)
R$ 341.720,94
DESPESAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2015
Despesas com projetos realizadas com recursos adicionais
Total de Despesas Plano de Trabalho 2013
11.732.418,94
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
109
Observações:
(1)
(2)
Programa de Edificações: a Convocação Pública (Anexo B página
70) prevê que 10% do repasse sejam destinados ao programa de
edificações. Porém, a partir de análise histórica do referido
programa, a OS entende ser suficiente a destinação de 4,1% do
orçamento para esse fim.
Programa de Acervo: a Convocação Pública prevê a realização de
Inventário de Acervo Museológico no primeiro ano de gestão. A OS
está realizando o inventário em 2013, com recursos advindos do
Contrato de Gestão 042/2010.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
110
ÍNDICE PLANO DE TRABALHO ANUAL - 2018
QUADRO DE METAS
METAS TÉCNICAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
112
114
117
120
122
METAS ADMINISTRATIVAS
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
123
METAS CONDICIONADAS
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA...........................
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL...........................................
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS.......................................
PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM-SP.....................................................
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA...........................................................
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO..........................................................
125
126
127
128
128
129
ANEXO 1: PROPOSTA DE POLÍTICA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL......
135
ANEXO 2: DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
(INCLUINDO METAS PACTUADAS E CONDICIONADAS)................................................
130
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL............................................................
133
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
111
QUADRO DE METAS TÉCNICAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2018
17) Objetivos

Assegurar a conservação e preservação dos acervos museológico, arquivístico e bibliográfico, por
meio de plano de conservação com ações preventivas e corretivas.

Documentar todos os acervos de acordo com normas técnicas contemporâneas e com as diretrizes
da UPPM, e manter atualizada a relação dos acervos da SEC.

Realizar estudos, pareceres e outras ações para ampliação qualificada do acervo, estabelecendo
ajustes com o Poder Público e a iniciativa privada para aquisição de obras de arte, livros e outros
bens culturais relevantes para o patrimônio cultural do Estado.

Ampliar a realização de pesquisas sobre conteúdos relacionados ao acervo e à temática do museu.

Articular as ações realizadas constituindo um centro de pesquisa e referência que amplie as
possibilidades de produção e difusão de conhecimento, e de interação do público com as temáticas
do acervo, atento às questões da Museologia contemporânea.
18) Estratégia de ação: No Programa de Acervo, terão continuidade os processos de revisão e
inserção de informações sobre novas aquisições e, eventualmente, novos estudos referentes às
coleções do Museu no Banco de Dados da SEC e no do próprio museu. As mesmas atividades se
aplicam às coleções catalogadas no novo trabalho da Rede de Museus de Arte Sacra. Serão
preenchidos os dados de origem e histórico de parcela dos objetos do acervo, de maneira a
ampliar as informações para gestão e preservação, além de aprimorar as possibilidades de
pesquisa. Paralelamente, serão formadas parcerias com instituições de ensino superior nacionais e
internacionais de forma a ampliar as possibilidades de extroversão dos objetos do acervo.
A política de pesquisa de acervo é absorvida na rotina do Museu, tanto na questão de
documentação, quanto subsidiando exposições. As parcerias acadêmicas estão nas Metas
Condicionadas e metas de intercâmbio.
19) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
20) Público Alvo: Funcionários, pesquisadores e usuários.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
01
Realizar registro fotográfico das
peças de acervo
Número de registros fotográficos do
acervo inseridos no Banco de Dados
do Acervo da SEC
02
Dar andamento ao projeto de
arquivo histórico
Relatório anual emitido
Período
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
200
200
200
200
800
100%
01
01
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
112
03
Substituir etiquetas das peças
de acervo
Número de etiquetas substituídas
04
Realizar pesquisa de origem e
histórico do acervo
Número de atualizações de dados
catalográficos no Banco de Dados da
SEC
05
Submeter projetos de pesquisa
a editais de apoio e fomento
para busca de apoio financeiro,
técnico-acadêmico e material
(FAPESP, CNPQ, FINEP e afins)
Número de projetos submetidos
06
Adquirir livros que
complementem a bibliografia
de História da Arte disponível
para pesquisa na biblioteca do
Museu
Número de livros adquiridos
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
3000
3000
3000
3000
12000
100%
200
200
200
200
800
100%
01
01
02
100%
100
100
100
100
400
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
113
PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL – 2018
17) Objetivos Específicos

Ampliar a extroversão do acervo e da temática de atuação do museu, contribuindo para a
formação de público de museus e equipamentos culturais, por meio de exposições, cursos,
oficinas, workshops, palestras e eventos que viabilizem, com acessibilidade, o acesso qualificado
da população à cultura e à educação.

Contribuir para o fortalecimento dos calendários cultural e turístico do Estado e do município,
oferecendo à população programação especial e qualificada nos seguintes eventos: aniversário da
cidade, Virada Cultural, Semana dos Museus (maio) Férias no Museu (julho), Mês da Consciência
Negra (novembro) e Férias no Museu (janeiro).

Estimular a produção cultural na área temática foco do museu, por meio de premiações, projetos
de residência artística e bolsas de estudo para projetos com qualidade artístico-cultural e
contrapartida sociocultural (exposições, apresentações, oficinas etc.).

Contribuir para a integração do museu na Rede de Museus da SEC, por meio de ações articuladas
com os demais museus da SEC, potencializando a visibilidade e atratividade das ações realizadas.

Ampliar o público visitante do museu e de suas atrações e serviços, contribuindo para o
crescimento do público previsto no Planejamento Plurianual do Estado.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.
18) Estratégia de ação: Serão realizadas quatro exposições temporárias a partir da política de
exposições do Museu com obras do próprio Museu e de terceiros. Dessas mostras serão
produzidas exposições virtuais de acervo e temáticas, com pesquisas realizadas pela equipe do
museu e disponibilizadas na biblioteca da instituição para o público interessado. As demais
exposições que integram o Quadro de Metas têm como objetivo exibir as múltiplas facetas dos
temas tratados no acervo com foco nas diversas tipologias do acervo do Museu e das coleções de
terceiros.
19) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação dedicada aos programas de acervo e exposição/programação cultural, 22
profissionais, dentre técnicos, graduandos, especialistas, pós-graduados e doutoranda, atendem
às necessidades para o adequado tratamento do acervo e exposição das obras, com maior ou
menor dedicação conforme a distribuição das atividades de cada um dos programas aqui
referidos.
20) Público Alvo: Visitantes e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
07
Realizar exposições temporárias a
partir da política de exposições do
museu com obras do Museu e de
terceiros
Número de exposições
temporárias temáticas
realizadas
08
Realizar exposições virtuais de
acervo e temáticas
Número de exposições virtuais
realizadas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
114
09
Realizar cursos livres, oficinas,
workshops para o público
Número de cursos livres
realizados
10
Receber público nos cursos livres,
oficinas e workshops realizados
Número de participantes nos
cursos livres, oficinas e
workshops
11
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público de oficinas /
workshops / palestras
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
12
Realizar eventos periódicos:
- Tardes Musicais, aos sábados
Número de eventos realizados
13
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação de público (a partir de
questionário e orientações da
SEC)
Número de questionários
aplicados
14
Monitorar índices de satisfação de
público geral
Número de relatórios de
pesquisas realizadas
15
Receber visitantes
presencialmente no Museu
Número de visitantes recebidos
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
01
01
04
100%
30
30
30
30
120
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
03
03
12
100%
270
270
270
270
1080
100%
01
01
02
100%
9725
20664
18233
12155
60777
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
115
16
Realizar programação especial
para o Ano dos “Países” (países a
serem definidos anualmente) no
Brasil
Número de programações
realizadas
17
Realizar programas temáticos:
. Aniversário da cidade
. Semana de Museus
. Virada Cultural
. Mês da Consciência Negra
. Férias no Museu
Número de programas
temáticos realizados
18
Realizar palestras de temas
relativos à História da Arte, Arte
Sacra, Museologia, Arquitetura,
Arqueologia e demais temas
relacionados ao acervo do Museu
Número de palestras realizadas
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
01
01
02
100%
02
02
01
01
06
100%
02
02
02
06
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
116
PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2018
17) Objetivos Específicos

Contribuir com a educação formal por meio de parceria com as redes pública e privada de
ensino, possibilitando o melhor aproveitamento dos conteúdos museológicos na educação
escolar, por meio de visitas educativas, produção de materiais e conteúdos pedagógicos e oferta
de oficinas e programas específicos para estudantes e professores.

Realizar pesquisa de perfil e de satisfação do público escolar, para subsidiar a avaliação e o
aperfeiçoamento dos serviços prestados.

Ampliar as possibilidades de aproveitamento das exposições, por meio da oferta de serviço
educativo, preferencialmente mediante agendamento, para grupos de visitantes turistas, idosos,
profissionais e outros.

Desenvolver e executar projetos e ações que promovam a inclusão social, trazendo para o
museu ou levando o museu a grupos sociais diversificados, marginalizados e com maior
dificuldade no acesso a equipamentos culturais (tais como pessoas com deficiência, idosos,
pessoas em situação de vulnerabilidade social e doentes em hospitais) ou que estejam no
entorno do museu.

Apoiar a qualificação dos principais responsáveis por visitas de grupos, por meio de cursos e
oficinas de capacitação para professores, educadores, guias de turismo e outros.
18) Estratégia de ação: O Serviço Educativo está organizado a partir de cinco estratégias de ação
que se intercruzam, a saber: Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação,
Pesquisas de Público, Formação Continuada da Equipe, Recursos Tecnológicos e Estratégias de
Mediação.
A Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação compreende o trabalho de
pesquisa, elaboração e avaliação de uma série de materiais de apoio destinados tanto aos
professores como ao público em geral (fichas temáticas para professores, folders, jogos
educativos etc.).
As Pesquisas de Público objetivam conhecer o público visitante do complexo do Mosteiro da
Luz, diagnosticando seu perfil, suas expectativas e suas necessidades. Acredita-se que só a
partir do conhecimento desse público seja possível traçar estratégias de ações educativas
efetivas. Esses estudos são realizados de maneira sistemática com professores, visitantes
espontâneos e avaliação somativa de exposições temporárias.
A Formação Continuada da Equipe é o momento em que são discutidas as metodologias de
educação a partir de objetos e temáticas afins do acervo salvaguardado. Também nessa linha de
ação são realizadas atividades trimestrais com as diferentes equipes que trabalham na
instituição, a fim de assegurar uma política de conscientização da importância do trabalho em
conjunto na prática da salvaguarda e extroversão pública do patrimônio cultural.
Os Recursos Tecnológicos são entendidos enquanto ferramenta suplementar para extroversão
do trabalho desenvolvido pelos diferentes setores da instituição. O Setor Educativo cooperará na
produção de conteúdos que poderão ser acessados pelo visitante no momento em que visita o
espaço expositivo por meio do recurso de “QR Code” e pelo acesso ao novo portal do Museu de
Arte Sacra de São Paulo.
As Estratégias de Mediação são ações que exploram as diversas dimensões da aprendizagem
a partir do acervo e das pesquisas desenvolvidas no Museu, respeitando-se a diversidade dos
públicos atendidos procura-se propiciar e estimular uma relação mais crítica e prazerosa do
visitante com o espaço expositivo.
19) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
117
Com atuação dedicada ao programa de serviço educativo, somam 19 profissionais, sendo 11
celetistas de nível técnico, superior completo e mestre, além de 08 estagiários graduandos.
20) Público Alvo: Estudantes e grupos de visitantes
Nº
Ação
Indicador de Resultados
19
Propiciar visitas mediadas a
estudantes de escolas públicas
e privadas
Número de estudantes de escolas
públicas e privadas atendidos em
visitas mediadas
20
Propiciar visitas mediadas a
público espontâneo
Número de pessoas atendidas em
visitas mediadas
21
Realizar atendimento de
públicos-alvo por meio de
projetos especiais: Inclusão
Sociocultural, Acessibilidade e
Idoso
22
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de cursos realizados
23
Realizar cursos de capacitação
para professores, educadores
e profissionais de turismo
Número de professores,
educadores e profissionais de
turismo capacitados
24
Realizar pesquisa de perfil e
satisfação do público escolar
agendado
Número de pesquisas realizadas
25
Monitorar os índices de
satisfação do público escolar
agendado
Número de relatórios semestrais
de pesquisas com apuração do
índice de satisfação do público
escolar agendado
26
Realizar visitas integradas
para professores em parceria
com museus e instituições
culturais.
Número de visitas realizadas
Número de pessoas atendidas
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
Meta
600
5160
4000
1440
11200
100%
1500
1000
1000
1500
5000
100%
90
120
120
110
440
100%
02
05
03
04
14
100%
30
75
45
60
210
100%
20
120
100
43
283
100%
01
01
02
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
118
27
Avaliar a compreensão do público
quanto ao conteúdo e expografia
das mostras temporárias
Número de questionários
aplicados
28
Compilar dados de atendimento a
visitantes de projetos especiais
Número de relatórios de
atendimento
29
Realizar programa Interessante e
Interativo (Férias no Museu e datas
comemorativas e feriados)
Número de atividades
realizadas
30
31
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Realizar curso em parceria com a
Associação Cidade Escola Aprendiz
destinado a público em situação de
vulnerabilidade social, objetivando o
ensino do português e dos aspectos
básicos da cidadania brasileira aos
solicitantes de refúgio na cidade de
São Paulo
Número de cursos realizados
Número de participantes
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
100
100
02
100%
01
01
01
01
04
100%
03
03
02
02
10
100%
01
01
02
ICM %
100%
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
20
20
40
ICM %
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
119
PROGRAMA DE APOIO AO SISEM-SP – 2018
17) Objetivos Específicos

Integrar e participar ativamente do Sistema Estadual de Museus de São Paulo, SISEM-SP.

Disseminar boas práticas e conhecimento técnico para o conjunto de museus do Estado de São
Paulo, por meio da colaboração do seu corpo técnico na elaboração e execução de ações em
municípios da Região Metropolitana de SP e do interior do Estado.

Realizar ações de articulação, capacitação, difusão e apoio técnico em instituições museológicas
e culturais em municípios da RMSP e do interior do Estado, conforme orientação do Grupo
Técnico de Coordenação do SISEM-SP/UPPM/SEC.

Participar das Redes Temáticas de Museus de São Paulo, colaborando na articulação,
levantamento de informações e realização de ações de apoio à área temática afim.

Ampliar a visibilidade institucional do Museu na RMSP e no interior.

Ampliar o público atendido pela Organização Social a partir de ações desenvolvidas na RMSP e
no interior.
18)
Estratégia de ação: Promover oficinas, palestras e estágio técnico com o objetivo
de ampliar o conhecimento e contribuir para a definição de estratégias de preservação dos
acervos da instituição, ampliando as ações de preservação do patrimônio cultural nos municípios
do litoral e interior de São Paulo. Serão ações de destaque o projeto Inventário Paulista de
Acervos Museológicos de Arte Sacra e a consolidação da estrutura da Rede de Museus de Arte
Sacra, além de exposições itinerantes e encontros de articulação.
19) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
Com atuação parcialmente dedicada ao programa de apoio ao SISEM, atuam 06 profissionais,
sendo técnicos, graduandos e pós-graduado.
20) Público Alvo: Museus e municípios do interior e grande São Paulo e seu público
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim
2º Trim
Realizar ações de capacitação
3º Trim
(palestras, oficinas, cursos) em
32
Número de ações realizadas
museus e espaços expositivos do
4º Trim
litoral, interior e da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
Capacitar profissionais de
33
Número de capacitações reaalizadas
museus (estágio presencial)
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar exposições itinerantes
3º Trim
em museus e espaços
Número de exposições itinerantes
34
expositivos do litoral, interior e
realizadas
4º Trim
da RMSP
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
Realizar encontros de articulação
3º Trim
35 e apoio às Redes Temáticas e
Número de encontros realizados
4º Trim
Polos Regionais
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
01
01
04
100%
01
01
01
01
04
100%
01
01
02
100%
01
01
01
03
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
120
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2018
17) Objetivos Específicos

Divulgar amplamente as exposições, a programação cultural, as ações de pesquisa e os serviços
prestados pelo museu, contribuindo para a ampliação do conhecimento e da valorização do
patrimônio museológico por parte do público em geral, e para o crescimento do número de
visitantes e participantes das atividades desenvolvidas.

Prestar informações atualizadas sobre a programação e serviços do museu.

Elaborar publicações diversas, com enfoque educativo, histórico, artístico, técnico e/ou
científico-tecnológico, contribuindo para a ampliação do conhecimento geral e específico acerca
das linhas de atuação e dos principais temas afetos ao museu.

Fortalecer a presença do museu nos meios de comunicação como equipamento cultural do
Governo do Estado de SP de alta qualidade e interesse social.
18) Estratégia de Ação: O Programa de Comunicação organiza, em parceria com a SEC, as ações
em três frentes de trabalho - comunicação interna, comunicação externa e comunicação de
projetos. Utilizará os canais institucionais de comunicação na internet (website e páginas nas
redes sociais), as peças eletrônicas e impressas e o relacionamento com os veículos da
imprensa para divulgar as atividades e realizações do Museu, como exposições temporárias com
acervo do Museu, exposições virtuais, exposições temporárias com acervo de terceiros,
pesquisas, atividades educativas, cursos, palestras e outras.
19) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe dedicada ao programa de comunicação e imprensa será formada por 01 profissional
celetista com formação superior.
20) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Período
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças digitais
3º Trim.
Número de peças produzidas e
36 para divulgação das atividades do
distribuídas
4º Trim.
Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
Produzir boletins eletrônicos para
Número de boletins eletrônicos
37
envio ao mailing list
produzidos e enviados
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Produzir e distribuir peças
3º Trim.
Número de peças produzidas e
38 impressas para divulgação das
distribuídas
4º Trim.
atividades do Museu
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
Criar e produzir catálogos
3º Trim.
Número de catálogos impressos
39 impressos das exposições
criados e produzidos
4º Trim.
programadas
ANUAL
ICM %
Meta
05
05
05
05
20
100%
03
03
03
03
12
100%
02
01
02
01
06
100%
01
01
01
01
04
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
121
40
Transcrever conteúdo de 09
páginas de programação cultural
do site do Museu para inglês e
espanhol
Percentual de páginas de
programação cultural transcritas
para inglês e espanhol
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
09
09
09
09
36
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
122
QUADRO DE METAS ADMINISTRATIVAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2018
13) Objetivos Específicos
 Diversificar as fontes de recursos financeiros para viabilização do Contrato de Gestão.
 Gerir espaços direta ou indiretamente, de acordo com a legislação vigente, para venda de
produtos relacionados ao Museu, bem como para loja, livraria, café e afins, para atendimento
do público do Museu, revertendo os recursos gerados para o cumprimento das ações do plano
de trabalho.
 Elaborar projetos para editais e leis de incentivo e realizar outras ações de desenvolvimento
institucional e captação de recursos, visando ampliar as parcerias e recursos para o sucesso no
cumprimento integral das metas previstas.
14) Estratégia de Ação: Desenvolver, implantar e gerir uma área de marketing e mobilização de
recursos com foco na sustentabilidade do Museu em longo prazo, compreendendo:
 Plano de Mobilização de Recursos: definição das metas, estratégias e diretrizes.
 Estudo de viabilidade sobre as possibilidades das fontes de financiamento.
 Projetos de captação para editais, fundações e empresas privadas.
 Ações para comunicação e marketing.
 Programa de Captação de Recursos para pessoa física.
 Planejamento de eventos especiais.
 Iniciativas com foco no marketing relacionado à causa (licenciamento de marca).
A implantação da nova área cumprirá as seguintes etapas:
2.1 Diagnóstico
Análise de informações colhidas com pessoas chaves da equipe, materiais, projetos em
andamento e perspectivas, para se conhecer o momento atual do MAS, seu histórico de
captação, públicos com os quais se relaciona, formas de relacionamento e divulgação, enfim,
quais seus pontos fortes e desafios quanto à mobilização de recursos.
2.2 Desenvolvimento
Definição de estratégias e metas da área de Marketing e Mobilização de Recursos, buscando a
diversificação das fontes de financiamento conforme os objetivos anteriormente elencados.
2.3 Implantação e gestão
Operação e gestão da área de Marketing e Mobilização de Recursos, com foco nos seguintes
resultados:

Estruturação do Planejamento Estratégico com as devidas análises de oportunidades e
desafios.

Alinhamento das fontes de financiamento e mobilização de recursos correlacionados ao
desenvolvimento institucional.

Efetivação de estratégias de campanhas de marketing e geração de renda.
15) Número e perfil dos funcionários do Programa: O quadro de Recursos Humanos do Museu
previsto a partir de 2014 será formado por 59 colaboradores, entre celetistas e estagiários, que
atuam de forma sinérgica e multidisciplinar, dedicados tanto às áreas técnica e de apoio
administrativo, quanto às áreas de relacionamento com os diversos públicos de interesse da
instituição, além de prestadores de serviços contratados sob demanda.
A equipe com atuação dedicada ao programa de financiamento e fomento será inicialmente
composta por 01 profissional celetista na gestão da área, com formação superior completa nas
áreas de comunicação social e administração de empresas e comprovada vivência na elaboração e
gestão de projetos, relacionamento e desenvolvimento institucional e captação de recursos para o
terceiro setor.
4) Público Alvo: Visitantes, públicos de relacionamento e usuários em geral
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
123
Nº
Ação
Indicador de Resultados
41
Atualizar ações do Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Plano atualizado
42
Implementar Plano de
Marketing e Mobilização de
Recursos para o exercício
Relatório de ações
implementadas
43
Captar recursos por meio de
receita de bilheteria, cessão
de espaços, contratos para
exploração comercial de café
e loja
Recurso captado = 2% do
contrato de gestão
44
Submeter projetos para
aprovação por meio das leis
de incentivo à cultura
(Rouanet / PROAC /
municipal)
Número de projetos submetidos
45
Captar recursos por meio de
projetos incentivados já
aprovados (Roaunet, ProAC,
Mendonça), editais de
fomento (FAPESP, FINEP,
CNPq) e doações
Recurso captado = 3% do
contrato de gestão
Período
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim
2º Trim
3º Trim
4º Trim
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
1º Trim.
2º Trim.
3º Trim.
4º Trim.
ANUAL
ICM %
Meta
01
01
100%
01
01
100%
33.880,00
45.980,00
52.030,00
75.214,00
207.104,00
100%
01
01
02
100%
77.664,00
77.664,00
77.664,00
77.664,00
310.656,00
100%
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
124
QUADRO DE METAS CONDICIONADAS: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
(MC) PROGRAMA DE ACERVO: CONSERVAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA – 2018
7) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o acervo,
com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
8) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios, doações
ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
9) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Estabelecer parcerias para
pesquisa acadêmica sobre o
Número de novas parcerias
46
acervo e a temática do
estabelecidas
museu
Estabelecer parcerias
nacionais e internacionais
Número de novas parcerias
47
para intercâmbio técnico,
estabelecidas
científico e artístico
Dar sequência à pesquisa
Número de pesquisas iniciadas
48 sobre o acervo do Museu por
sobre o acervo
pesquisadores acadêmicos
Dar sequência ao programa
Pesquisador Convidado para
Número de pesquisadores
49 intercâmbio de informações
convidados
científicas, históricas e
artísticas
Meta
Valor
03
-
02
60.000,00
03
-
02
60.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
125
(MC) PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMA CULTURAL – 2018
7) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
8) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
9) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Realizar exposição temporária
com acervo de terceiros a
50 respeito de temas que
Número de exposições realizadas
tangenciam a missão do
Museu
Realizar encontros de
natureza
51
Número de encontros realizados
cultural/filosófico/teológico,
intitulados Café do Museu
Meta
Valor
03
560.000,00
8
8.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
126
(MC) PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E PROJETOS ESPECIAIS – 2018
7) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
8) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
9) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Conceber roteiros temáticos
Número de roteiros temáticos
52
sobre o Acervo do MAS-SP
concebidos
destinado aos professores.
Finalizar e imprimir roteiros
temáticos sobre o Acervo do
Número de roteiros temáticos
53
MAS-SP destinado aos
impressos (tiragem 10.000)
professores.
Conceber kits pedagógicos
para empréstimo aos
Número de kits pedagógicos
54
professores, a partir de
concebidos
temáticas do acervo.
Produzir kits pedagógicos
para empréstimo aos
Número de kits pedagógicos
55
professores, a partir de
produzidos
temáticas do acervo.
Meta
Valor
01
-
01
50.000,00
01
-
01
10.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
127
(MC) PROGRAMA DE AÇÕES DE APOIO AO SISEM – 2018
7) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
8) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
9) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Número de exposições itinerantes
56 Realizar exposição itinerante
realizadas
Meta
Valor
01
100.000,00
(MC) PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – 2018
7) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
8) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
9) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Produzir peças em Braille
57 sobre as exposições
Número de peças produzidas
programadas
Meta
Valor
04
100.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
128
(MC) PROGRAMA DE FINANCIAMENTO E FOMENTO – 2018
7) Objetivos
As Metas Condicionadas objetivam:

Desenvolver ações que dependam de captação adicional de recursos, patrocínios, doações ou novos
aportes por parte do Estado para serem efetivadas.

Ampliar o universo das exposições temporárias com a exibição de coleções particulares trazendo
novas tipologias a público.

Realizar exposições temporárias que proporcionem diálogos entre a arte contemporânea e o
acervo, com objetivo de atrair novos públicos.

Exibir em outras cidades exposições organizadas pelo Museu, com o propósito de ampliar a
visibilidade da instituição e qualificar a experiência do público com a arte sacra.

Apresentar o resultado da primeira fase do Projeto de Inventário de Acervos Museológicos de Arte
Sacra.
8) Estratégia de ação: Elaborar projetos e realizar gestões para captar recursos, patrocínios,
doações ou novos aportes por parte do Estado que efetivem as metas pretendidas.
9) Público Alvo: Apoiadores, patrocinadores.
Nº
Ação
Indicador de Resultados
Criar novo material gráfico de
58 apoio à atividade de captação
Número de peças criadas
de recursos
Produzir e imprimir novo
material gráfico de apoio à
Número de peças produzidas e
59
atividade de captação de
impressas
recursos
Meta
Valor
5
-
5
50.000,00
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
129
ANEXO 2 - 1028
DESCRITIVO RESUMIDO DAS EXPOSIÇÕES E DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
São as seguintes as exposições e a programação cultural constantes das metas pactuadas
para o ano de 2018:
Exposições programadas:
CUNHAGEM DE MEDALHAS
(Exposição e mostra memória virtual)
O acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo, na tipologia de numismática, permite que
seja organizada uma mostra instruindo o público sobre a forma como são cunhadas as
moedas. As diversas etapas indicadas, a partir de um olhar didático, farão com que os
visitantes reflitam sobre o acervo e adquiram conhecimentos do processo de feitura das
peças em metal, que englobam várias e diferentes etapas.
A ORDEM DOS BENEDITINOS
(Exposição e mostra memória virtual)
A tradição de feitura da imaginária sobre barro remonta ao século XVI, em São Paulo, com
o estabelecimento da Ordem dos Beneditinos. Essa tradição influenciou a arte paulista até o
princípio do século XX, com a confecção das famosas imagens de pequeno tamanho, as
paulistinhas. Essa tradição, que exerceu papel fundamental nos séculos posteriores, será
recuperada através de referências históricas e da seleção de obras remanescentes ao
período citado, sendo as peças do Museu evidenciadas no processo de produção e perfil
estilístico.
A EXPULSÃO DOS JESUÍTAS
(Exposição e mostra memória virtual)
O fenômeno da expulsão dos Jesuítas dos países católicos, no século XVIII, fez com que
fossem produzidos inventários dos bens de propriedade da Ordem. Reconstituir esse
momento histórico, de grande representatividade para a história da humanidade, bem como
estudar o papel dos jesuítas na produção de bens artísticos, é fundamental para promover
uma releitura do papel da Ordem, especialmente após a comemoração do bicentenário da
reorganização da Companhia de Jesus no mundo.
PRESÉPIOS
(Exposição e mostra memória virtual)
Os presépios são parte integrante do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Nosso
mais famoso exemplar parte da tradição napolitana. Um dos conjuntos mais expressivos do
mundo é complementado anualmente com propostas inovadoras de presépios. Em 2018
selecionaremos presépios de colecionadores, para que seja abrigada uma mostra no espaço
expositivo do Museu.
Programação cultural programada:
CURSOS LIVRES, OFICINAS E WORKSHOPS
A realização dos cursos livres envolve temática complementar aos cursos de extensão
universitária já desenvolvidos na instituição e ligados à arte, arte sacra e bens culturais e
patrimoniais.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
130
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA O ANO DE “PAÍS”
Destacar no acervo exposto peças originárias dos países eleitos para as comemorações
temáticas, desenvolvendo atividades com o público visitante, através do setor de Apoio
Educativo.
PROGRAMAS TEMÁTICOS
Atividades desenvolvidas a partir de eventos comemorativos, tais como Aniversário da
Cidade, Semana de Museus, Virada Cultural, Mês da Consciência Negra e Férias no Museu,
criando interface com aspectos do acervo do Museu.
PALESTRAS SOBRE TEMAS RELACIONADOS AO ACERVO DO MUSEU
Palestras desenvolvidas a partir dos temas e tipologias do acervo
complementares aos temas já desenvolvidos por estudiosos na instituição.
do
Museu,
TARDES MUSICAIS
Ao retomar as séries de concertos musicais, o Museu de Arte Sacra de São Paulo abre-se a
novas pesquisas na área e inicia um processo de transformação do Museu em centro
irradiador de pesquisa da arte musical sacra brasileira.
No passado, o Museu implementava e divulgava pesquisas na área de musicologia com foco
no repertório sacro colonial brasileiro. Através de parcerias com musicólogos e artistas,
alguns registros fonográficos, na época em LP, foram produzidos com o selo do próprio
Museu, despontando como importantes registros de repertório no Brasil.
Resumo das exposições e programação
condicionadas para o ano de 2018:
cultural
constantes
das
metas
A intenção do Museu é desenvolver exposições temporárias e com acervo de terceiros para
atuar como agente divulgador e propiciar aos visitantes o acesso ao patrimônio
salvaguardado em coleções privadas ou públicas, passíveis de releitura.
SÍMBOLOS DA FÉ
(Exposição e mostra memória virtual)
A rica simbologia que integra os mais diferentes setores das diversas religiões, que são
representados nas obras produzidas e que fazem parte do universo simbólico da fé,
representada fartamente nas obras de arte produzidas no período colonial brasileiro.
COMO COMUNICAR BENS PATRIMONIAIS
(Exposição e mostra memória virtual)
A museologia e expografia contemporâneas avançaram muito nas últimas décadas no
Brasil. Os museus do interior de São Paulo, pelas solicitações que nos são encaminhadas,
têm muito interesse na discussão de questões norteadoras da museologia, museografia e
expografia. Discutir o conceito e montagem dos projetos expográficos, bem como a
eficiência dos projetos e abertura destes para propostas que visem também à inclusão, é
um dos desafios de transformar em exposição estes conceitos para melhor usufruto do
público.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
131
Programação cultural em meta condicionada:
CAFÉ DO MUSEU
Encontros mensais contemplando palestras e debates de natureza cultural, filosófica e
teológica a respeito de arte, ciência e fé.
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132
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL - 2018
Proposta Orçamentária 2018
ASSOCIAÇÂO MUSEUDE ARTE SACRA DE SÃO PAULO- SAMAS/OS
Museu de Arte Sacra de São Paulo
RECEITAS
1
2
2.1
3
Repasse do Contrato de gestão
Recursos Captados
Captação de recursos operacionais - bilheteria, cessão onerosa de espaço, loja, café, livraria e afins) 2%
Receitas financeiras
TOTAL DE RECEITAS VINCULADAS AO CG
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
1.1.1.1.2
1.1.1.2
1.1.1.2.1
1.1.1.2.2
1.1.1.3
1.1.1.3.1
1.1.1.3.2
1.1.1.4
1.1.1.4.1
1.1.1.4.2
1.1.1.4.3
1.2
1.2.1
1.2.2
1.2.3
1.2.4
1.2.5
1.2.6
1.2.7
1.2.8
1.2.9
2
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3
Gestão Operacional
Recursos Humanos
Salários, encargos e benefícios
Diretoria
Área Meio
Área Fim
Demais Funcionários
Área Meio
Área Fim
Estagiários
Área Meio
Área Fim
Benefícios
Vale Alimentação
Vale Refeição
Assist. Médica
Prestadores de serviços (Consultorias/Assessorias/Pessoas Jurídicas)
Limpeza
Vigilância / portaria / segurança
Jurídica
Informática
Administrativa / RH
Contábil
Auditoria
Consultorias (Pesquisas, educativo, Artes)
Demais
Custos Administrativos
Locação de imóveis
Utilidades públicas (água, luz, telefone, gás e etc...)
Equipamentos Diversos (móveis, Utensílios)
Uniformes e EPIs
Viagens e Estadias
Material de consumo, escritório e limpeza
Despesas tributárias e financeiras
Despesas diversas (correio, xerox, motoboy e etc...)
Softwares e Equipamentos de Informática
Investimentos
Programa de Edificações: Conservação, Manutenção e Segurança
Conservação e manutenção da(s) edificações (reparos, pinturas, limpeza de caixa de água, adequação de espaço para
acessibilidade, etc.) 3%
Sistema de Monitoramento de Segurança e AVCB
Equipamentos / Implementos (telefonia e elétrica)
Seguros (predial, incêndio e etc...)
Outras despesas (projeto de arquitetura e engenharia (Acessibilidade)
Investimentos
Programa de Acervo: Conservação, Documentação e Pesquisa
Aquisição de acervo
Armazenamento de acervo em reserva técnica externa
Transporte de acervo
Conservação e restauro
Outras despesas [especificar]
Investimentos
Programa de Exposições e Programação Cultural
Exposições Temporárias
Programação Cultural
Elaboração de plano e projeto museológico do MAS-SP
Elaboração e Implantação de projeto museográfico
Outras despesas
Investimentos
Programa de Serviço Educativo e Projetos Especiais
Serviço educativo e projetos especiais
Outras despesas (pesquisa de público e qualidade)
Investimentos (Cursos, Seminários e Oficinas)
Programa de Ações de Apoio ao SISEM-SP
Exposições Itinerantes e outras ações de apoio ao SISEM-SP
Rede de Museu e Inventário
Programa de Comunicação
Plano de Comunicação
Projetos gráficos e materiais de comunicação
Assessoria de imprensa e custos de publicidade
Fundos
Fundo de Reserva (6% dos repasses dos 12 primeiros meses de vigência do contrato)
Fundo de Contingência
DESPESAS
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
4
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
4.6
5
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
6
6.1
6.2
6.3
7
7.1
7.2
8
8.1
8.2
8.3
9
9.1
9.2
Total DE DESPESAS VINCULADAS AO REPASSE DO C.G.
Orçamento 2018
Museu
% sobre o
repasse
12.529.767,00
250.595,34
250.595,34
125.297,67
12.905.660,01
97,09%
1,94%
1,94%
0,97%
100,00%
Despesas
Museu
9.148.191,77
6.539.778,89
6.539.778,89
1.255.264,19
1.255.264,19
4.481.719,15
1.952.338,16
2.529.380,99
390.146,83
47.288,98
342.857,85
412.648,72
93.864,30
318.784,42
2.608.412,88
603.209,20
1.525.459,10
105.894,36
47.348,99
114.554,11
79.645,18
132.301,93
% sobre o
repasse
70,89%
50,67%
9,73%
34,73%
3,02%
3,20%
1.894.428,38
911.548,66
539.520,85
72.472,13
10.468,32
48.315,30
182.309,73
45.094,28
57.978,36
26.720,76
518.254,12
20,21%
4,67%
11,82%
0,82%
0,00%
0,37%
0,89%
0,62%
1,03%
0,00%
14,68%
7,06%
4,18%
0,56%
0,08%
0,37%
1,41%
0,35%
0,45%
0,21%
0,00%
4,02%
447.977,32
3,47%
32.210,20
38.066,60
139.755,00
66.550,00
73.205,00
644.354,97
475.832,50
84.185,75
84.336,72
98.126,64
68.493,26
13.528,28
16.105,10
106.480,00
106.480,00
235.280,87
48.315,30
66.177,32
120.788,25
120.788,25
120.788,25
0,00%
0,25%
0,29%
0,00%
0,00%
1,08%
0,00%
0,00%
0,52%
0,57%
0,00%
0,00%
4,99%
3,69%
0,65%
0,00%
0,65%
0,00%
0,00%
0,76%
0,53%
0,10%
0,12%
0,83%
0,83%
0,00%
1,82%
0,37%
0,51%
0,94%
0,94%
0,00%
0,94%
12.905.660,01
100,00%
RECEITAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2015
Captação de recursos adicionais (leis de incentivo, convênios, doações, etc.)
R$ 375.893,01
DESPESAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Orçamento 2015
Despesas com projetos realizadas com recursos adicionais
Total de Despesas Plano de Trabalho 2013
12.905.660,01
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133
Observações:
(1)
(2)
Programa de Edificações: a Convocação Pública (Anexo B página
70) prevê que 10% do repasse sejam destinados ao programa de
edificações. Porém, a partir de análise histórica do referido
programa, a OS entende ser suficiente a destinação de 4,1% do
orçamento para esse fim.
Programa de Acervo: a Convocação Pública prevê a realização de
Inventário de Acervo Museológico no primeiro ano de gestão. A OS
está realizando o inventário em 2013, com recursos advindos do
Contrato de Gestão 042/2010.
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134
ANEXO 1 - 2014 A 2018
PROPOSTA DE POLÍTICA DE EXPOSIÇÕES E PROGRAMAÇÃO CULTURAL
A política de exposições do Museu visa oferecer uma programação variada ao longo do ano,
elencada com a missão e o acervo da instituição. A ocupação do espaço expositivo dar-se-á
de forma a otimizar a possibilidade de exibição do acervo ao público. Isso, a nosso ver,
atenderá as possibilidades de extroversão do patrimônio, envolvendo ações culturais e
ações educativas junto ao público em geral, frequentadores, turistas, estudiosos e
escolares.
Fizeram parte da proposta do Museu no ano de 2013, exposições especiais que aconteceram
fora do espaço expositivo da instituição, sendo duas delas no interior de São Paulo e outras
três no Rio de Janeiro. Ambas as mostras foram abrigadas em espaços de natureza
museológica e ocorreram como parte da programação de eventos internacionais, realizados
tanto na área cultural quanto na eclesiástica.
Já para o período de 2014 a 2018, o Museu oferecerá as exposições planejadas a partir de
metas pactuadas no plano de trabalho, outras relativas às metas condicionadas, algumas
exposições especiais relativas a grandes eventos internacionais, fora do território expositivo
tradicional do Museu, e, ainda, uma atividade integrante do plano de trabalho e relativa ao
cumprimento da meta do SISEM. A programação cultural para o exercício é composta por
cursos livres, oficinas e workshops para o público, além das já reconhecidas Tardes Musicais
e do inovador Café do Museu, que possibilitará o debate e a troca de informações a respeito
de temas culturais, filosóficos e teológicos.
Destacamos a seguir as exposições pactuadas no Plano de Trabalho:
Ano
2014
2015
Período
1º Trim.
Jan-Mar
2º Trim.
Mai-Jul
2º Trim.
Mai-Jul
4º Trim.
Nov-Jan
1º Trim.
Jan-Mar
2º Trim.
Jun-Ago
3º Trim.
Jul-Ago
3º Trim.
Set-Nov
4º Trim.
Nov-Jan
Exposição
Mosteiro da Luz 240 Anos
Os Anjos Dizem Amém
Legenda Áurea Brasiliensis
Presépios
Nossa Prata Vale Ouro
Navegar é preciso – A História da Cia das
Índias
Ex-Votos, Objetos de Fé
Barrocos (MG, BA, RS, RJ, PE)
Presépios
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135
2016
2017
2018
1º Trim.
Jan-Mar
2º Trim.
Abr-Jun
3º Trim.
Jul-Set
4º Trim.
Nov-Jan
1º Trim.
Jan-Mar
2º Trim.
Abr-Jun
3º Trim.
Jul-Set
4º Trim.
Nov-Jan
1º Trim.
Jan-Mar
2º Trim.
Abr-Jun
3º Trim.
Jul-Set
4º Trim.
Nov-Jan
Imaginária Missioneira
O Sagrado na Pintura Brasileira
A Inquisição no Brasil
Presépios
A Ordem dos Franciscanos
Como Conservar Bens Patrimoniais
A Ordem das Concepcionistas
Presépios
Cunhagem de Medalhas
A Ordem dos Beneditinos
A Expulsão dos Jesuítas
Presépios
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
136
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2014 A 2018
Proposta Orçamentária 2014/2018 CONSOLIDADA
ASSOCIAÇÂO MUSEUDE ARTE SACRA DE SÃO PAULO- SAMAS/OS
Museu de Arte Sacra de São Paulo
1
2
2.1
3
Repasse do Contrato de gestão
Recursos Captados
Captação de recursos operacionais - bilheteria, cessão onerosa de espaço, loja, café,
livraria e afins) 2%
Receitas financeiras
TOTAL DE RECEITAS VINCULADAS AO CG
DESPESAS
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
1.1.1.1.2
1.1.1.2
1.1.1.2.1
1.1.1.2.2
1.1.1.3
1.1.1.3.1
1.1.1.3.2
1.1.1.4
1.1.1.4.1
1.1.1.4.2
1.1.1.4.3
1.2
1.2.1
1.2.2
1.2.3
1.2.4
1.2.5
1.2.6
1.2.7
1.2.8
1.2.9
2
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6
4
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
4.6
5
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
6
6.1
6.2
6.3
7
7.1
7.2
8
8.1
8.2
8.3
9
9.1
9.2
8.558.000,00
171.160,00
Orçamento
2015
Museu
9.413.800,00
188.276,00
Orçamento
2016
Museu
10.355.180,00
207.103,60
171.160,00
188.276,00
85.580,00
8.814.740,00
94.138,00
9.696.214,00
Despesas
Museu
5.844.533,46
4.386.993,46
4.386.993,46
842.052,29
842.052,29
3.006.412,44
1.309.661,21
1.696.751,23
261.717,04
31.722,24
229.994,80
276.811,69
62.965,75
213.845,94
Orçamento 2014
Museu
RECEITAS
Gestão Operacional
Recursos Humanos
Salários, encargos e benefícios
Diretoria
Área Meio
Área Fim
Demais Funcionários
Área Meio
Área Fim
Estagiários
Área Meio
Área Fim
Benefícios
Vale Alimentação
Vale Refeição
Assist. Médica
Prestadores de serviços (Consultorias/Assessorias/Pessoas Jurídicas)
Limpeza
Vigilância / portaria / segurança
Jurídica
Informática
Administrativa / RH
Contábil
Auditoria
Consultorias (Pesquisas, educativo, Artes)
Demais
Custos Administrativos
Locação de imóveis
Utilidades públicas (água, luz, telefone, gás e etc...)
Equipamentos Diversos (móveis, Utensílios)
Uniformes e EPIs
Viagens e Estadias
Material de consumo, escritório e limpeza
Despesas tributárias e financeiras
Despesas diversas (correio, xerox, motoboy e etc...)
Softwares e Equipamentos de Informática
Investimentos
Programa de Edificações: Conservação, Manutenção e Segurança
Conservação e manutenção da(s) edificações (reparos, pinturas, limpeza de caixa de
água, adequação de espaço para acessibilidade, etc.) 3,5%
Sistema de Monitoramento de Segurança e AVCB
Equipamentos / Implementos (telefonia e elétrica)
Seguros (predial, incêndio e etc...)
Outras despesas (projeto de arquitetura e engenharia (Acessibilidade)
Investimentos
Programa de Acervo: Conservação, Documentação e Pesquisa
Aquisição de acervo
Armazenamento de acervo em reserva técnica externa
Transporte de acervo
Conservação e restauro
Outras despesas [especificar]
Investimentos
Programa de Exposições e Programação Cultural
Exposições Temporárias
Programação Cultural
Elaboração de plano e projeto museológico do MAS-SP
Elaboração e Implantação de projeto museográfico
Outras despesas
Investimentos
Programa de Serviço Educativo e Projetos Especiais
Serviço educativo e projetos especiais
Outras despesas (pesquisa de público e qualidade)
Investimentos (Cursos, Seminários e Oficinas)
Programa de Ações de Apoio ao SISEM-SP
Exposições Itinerantes e outras ações de apoio ao SISEM-SP
Rede de Museu e Inventário
Programa de Comunicação
Plano de Comunicação
Projetos gráficos e materiais de comunicação
Assessoria de imprensa e custos de publicidade
Fundos
Fundo de Reserva (6% dos repasses dos 12 primeiros meses de vigência do contrato)
Fundo de Contingência
Total DE DESPESAS VINCULADAS AO REPASSE DO C.G.
RECEITAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Captação de recursos adicionais (leis de incentivo, convênios, doações, etc.)
DESPESAS CONDICIONADAS À CAPTAÇÃO ADICIONAL
Despesas com projetos realizadas com recursos adicionais
Total de Despesas Plano de Trabalho 2013
Orçamento 2017 Orçamento 2018 % sobre
Museu
Museu
o repasse
11.390.698,00
227.813,96
12.529.767,00
250.595,34
207.103,60
227.813,96
250.595,34
103.551,80
10.665.835,40
113.906,98
11.732.418,94
125.297,67
12.905.660,01
0,97%
100,00%
Despesas
Museu
6.873.171,88
4.913.432,68
4.913.432,68
943.098,56
943.098,56
3.367.181,93
1.466.820,56
1.900.361,38
293.123,08
35.528,91
257.594,18
310.029,09
70.521,64
239.507,45
1.959.739,20
453.200,00
1.146.100,00
79.560,00
35.574,00
86.066,20
59.838,60
99.400,40
Despesas
Museu
7.560.489,06
5.404.775,94
5.404.775,94
1.037.408,42
1.037.408,42
3.703.900,13
1.613.502,61
2.090.397,52
322.435,39
39.081,80
283.353,59
341.032,00
77.573,80
263.458,20
2.155.713,12
498.520,00
1.260.710,00
87.516,00
39.131,40
94.672,82
65.822,46
109.340,44
Despesas
Museu
8.316.537,97
5.945.253,54
5.945.253,54
1.141.149,26
1.141.149,26
4.074.290,14
1.774.852,87
2.299.437,27
354.678,93
42.989,98
311.688,95
375.135,20
85.331,18
289.804,02
2.371.284,43
548.372,00
1.386.781,00
96.267,60
43.044,54
104.140,10
72.404,71
120.274,48
Despesas
Museu
9.148.191,77
6.539.778,89
6.539.778,89
1.255.264,19
1.255.264,19
4.481.719,15
1.952.338,16
2.529.380,99
390.146,83
47.288,98
342.857,85
412.648,72
93.864,30
318.784,42
2.608.412,88
603.209,20
1.525.459,10
105.894,36
47.348,99
114.554,11
79.645,18
132.301,93
% sobre o
repasse
70,13%
50,53%
1.423.312,70
684.860,00
405.350,00
54.450,00
7.865,00
36.300,00
136.972,00
33.880,00
43.560,00
20.075,70
389.371,99
1.565.643,97
753.346,00
445.885,00
59.895,00
8.651,50
39.930,00
150.669,20
37.268,00
47.916,00
22.083,27
428.309,19
1.722.208,37
828.680,60
490.473,50
65.884,50
9.516,65
43.923,00
165.736,12
40.994,80
52.707,60
24.291,60
471.140,11
1.894.428,38
911.548,66
539.520,85
72.472,13
10.468,32
48.315,30
182.309,73
45.094,28
57.978,36
26.720,76
518.254,12
19,61%
4,30%
11,65%
0,76%
0,00%
0,37%
0,89%
0,62%
1,02%
0,00%
14,68%
7,06%
4,18%
0,56%
0,08%
0,37%
1,41%
0,35%
0,45%
0,21%
0,00%
4,02%
305.974,54
336.571,99
370.229,19
407.252,11
447.977,32
3,47%
22.000,00
26.000,00
63.816,88
19.800,00
44.016,88
387.603,12
275.000,00
55.000,00
57.603,12
48.840,00
28.600,00
9.240,00
11.000,00
76.000,00
66.000,00
10.000,00
150.700,00
33.000,00
35.200,00
82.500,00
595.980,00
513.480,00
82.500,00
24.200,00
28.600,00
105.000,00
50.000,00
55.000,00
484.113,43
357.500,00
63.250,00
63.363,43
73.724,00
51.460,00
10.164,00
12.100,00
91.000,00
80.000,00
11.000,00
165.770,00
36.300,00
38.720,00
90.750,00
90.750,00
90.750,00
26.620,00
31.460,00
115.500,00
55.000,00
60.500,00
532.524,77
393.250,00
69.575,00
69.699,77
81.096,40
56.606,00
11.180,40
13.310,00
88.000,00
88.000,00
194.447,00
39.930,00
54.692,00
99.825,00
99.825,00
99.825,00
29.282,00
34.606,00
127.050,00
60.500,00
66.550,00
585.777,25
432.575,00
76.532,50
76.669,75
89.206,04
62.266,60
12.298,44
14.641,00
96.800,00
96.800,00
213.891,70
43.923,00
60.161,20
109.807,50
109.807,50
109.807,50
32.210,20
38.066,60
139.755,00
66.550,00
73.205,00
644.354,97
475.832,50
84.185,75
84.336,72
98.126,64
68.493,26
13.528,28
16.105,10
106.480,00
106.480,00
235.280,87
48.315,30
66.177,32
120.788,25
120.788,25
120.788,25
8.814.740,00
9.696.214,00
10.665.835,40
11.732.418,94
12.905.660,01
0,00%
0,25%
0,29%
0,00%
0,00%
1,02%
0,00%
0,00%
0,47%
0,56%
0,00%
0,00%
4,90%
3,59%
0,65%
0,00%
0,65%
0,00%
0,00%
0,73%
0,50%
0,10%
0,12%
0,85%
0,81%
0,04%
1,78%
0,37%
0,47%
0,94%
1,89%
0,95%
0,94%
0,00%
100,00%
1.457.540,00
212.000,00
951.000,00
39.600,00
32.340,00
78.100,00
54.300,00
90.200,00
1.293.292,00
622.600,00
368.500,00
49.500,00
7.150,00
33.000,00
124.520,00
30.800,00
39.600,00
17.622,00
353.974,54
Orçamento 2014 Orçamento 2015 Orçamento 2015 Orçamento 2015 Orçamento 2015
R$ 256.740,00
R$ 282.414,00
R$ 310.655,40
R$ 341.720,94
R$ 375.893,01
Orçamento 2014 Orçamento 2015 Orçamento 2015 Orçamento 2015 Orçamento 2015
8.814.740,00
9.696.214,00
10.665.835,40
11.732.418,94
12.905.660,01
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
137
97,09%
1,94%
9,70%
34,63%
3,01%
3,19%
Observações:
(1)
(2)
Programa de Edificações: a Convocação Pública (Anexo B página
70) prevê que 10% do repasse sejam destinados ao programa de
edificações. Porém, a partir de análise histórica do referido
programa, a OS entende ser suficiente a destinação de 4,1% do
orçamento para esse fim.
Programa de Acervo: a Convocação Pública prevê a realização de
Inventário de Acervo Museológico no primeiro ano de gestão. A OS
está realizando o inventário em 2013, com recursos advindos do
Contrato de Gestão 042/2010.
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138
QUADRO DE ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES CONTRATUAIS
Em cumprimento das obrigações contratuais previstas na Cláusula Segunda do Contrato
de Gestão e em seus anexos, bem como das demais exigências legais e gerenciais que
regulam a parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, além do Quadro de Metas
previsto neste Plano de Trabalho, a Organização Social cumprirá as rotinas técnicas,
obrigações e responsabilidades a seguir descritas e cuja comprovação, sempre que se
traduzir em documentação enviada à Unidade Gestora, será assinada pela diretoria da
Organização Social e, conforme o caso, pelo profissional técnico responsável.
As rotinas técnicas referem-se às ações especializadas realizadas de maneira
sistemática e continuada durante toda a vigência do Contrato de Gestão, sendo
aperfeiçoadas conforme a necessidade e a disponibilidade de recursos e de novas
metodologias, técnicas e tecnologias, sempre a partir de prévio entendimento com a
Unidade Gestora.
Para contribuir na busca de excelência e na criação de parâmetros de qualidade para os
museus da Secretaria na execução dessas rotinas, a Unidade de Preservação do
Patrimônio Museológico disponibiliza um Caderno de Orientações que contém
detalhamento conceitual e metodológico de referência para as principais rotinas
técnicas da área museológica (disponível por meio do e-mail [email protected]).
No intuito de assegurar o correto monitoramento das rotinas e obrigações abaixo
descritas, além da análise periódica dos relatórios e comprovações apresentados pela
Organização Social, a Unidade Gestora realizará visitas técnicas e vistorias destinadas a
examinar in loco as ações executadas, podendo solicitar informações complementares
ou indicar providências a serem tomadas, a fim de garantir a qualidade e periodicidade
das ações previstas e evitar sanções.
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139
ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE ACERVO














Manter o acervo em reserva técnica e em exposição em condições adequadas de
umidade, temperatura e iluminância, com uso de mobiliário e equipamentos
técnicos adequados às características do acervo.
Manter atualizado o diagnóstico do estado de conservação do acervo e executar,
durante toda a vigência do Contrato de Gestão, Plano de Conservação do mesmo a
partir do relatório diagnóstico. No primeiro ano do Contrato de Gestão: entregar o
“Diagnóstico do Estado de Conservação dos Acervos Museológico, Arquivístico e
Bibliográfico do Museu de Arte Sacra de São Paulo” ao final do primeiro semestre. A
partir daí, entregar relatório semestral das alterações e atualizações do diagnóstico
e das ações de conservação realizadas, incluindo quantitativo e metodologia
utilizada na higienização dos acervos.
Respeitar todos os procedimentos de aquisição, empréstimo e restauro de acervo
estabelecidos pela SEC, submetendo à prévia e expressa autorização do Conselho
de Orientação Cultural e da SEC os casos indicados na legislação e resoluções
vigentes. Enviar trimestralmente relação de obras do acervo com prévia autorização
no período para: a) restauro; b) empréstimo; c) aquisição por doação ou compra.
Atualizar e complementar a documentação do acervo e manter completo e
atualizado o Banco de Dados do Acervo da SEC, BDA-SEC. Enviar semestralmente
Relatório de atividade de pesquisa de origem e procedência de objetos.
Manter inventário de acervo atualizado (acervo museológico e coleções
bibliográficas ou conjuntos arquivísticos históricos aprovados pela SEC para
incorporação ao acervo). Enviar, juntamente com a proposta do Plano de Trabalho
do exercício seguinte, proposta de aditamento do Anexo IV-A do Contrato de
Gestão, contendo as incorporações ou desvinculações de acervo até o período.
Elaborar e manter atualizado o registro topográfico do acervo (mapa de localização
das peças do acervo).
Realizar conferência dos dados de catalogação das peças do acervo acondicionadas
no andar térreo da reserva técnica do Museu. Entregar relatório anual de peças com
dados conferidos.
Higienizar peças do acervo. Entregar relatório anual das peças de acervo
higienizadas.
Acondicionar peças do acervo. Entregar relatório anual de peças acondicionadas.
Realizar levantamento das obras com suporte em papel. Entregar relatório anual do
estado de conservação das peças levantadas.
Restaurar as peças em suporte sobre papel, madeira e tela. Entregar relatório anual
de peças restauradas.
Renovar acondicionamentos das peças do acervo. Entregar relatório anual de
acondicionamentos renovados.
Realizar a manutenção da exposição de longa duração, procedendo a ações de
higienização mecânica periódica e diagnóstico anual de conservação do acervo
exposto.
Manter equipe fixa, com profissionais especializados, e promover periodicamente
ações e capacitação da equipe. Entregar anualmente relatório do perfil do núcleo /
setor de Acervo e Pesquisa e dos resultados alcançados.
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140
ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E
PROGRAMAÇÃO CULTURAL







Elaborar e atualizar a Política de Exposições e Programação Cultural do Museu,
considerando sua missão, o acervo que mantém em comodato, seus públicos-alvo e
função sociocultural. A definição da programação e das exposições deverá
considerar critérios conceituais e curatoriais, sobretudo a partir da temática e dos
focos de atuação do museu. Submeter anualmente para aprovação da SEC,
juntamente com a proposta do Plano de Trabalho do exercício seguinte, a Política de
Exposições e Programação Cultural para o próximo ano, com Descritivo das
Exposições e Programação Cultural. As exposições que não estiverem previstas no
Plano de Trabalho, deverão ser informadas até o trimestre anterior à sua realização,
para aprovação da Secretaria.
Atualizar e aprimorar legendas, comunicação visual e acessibilidade expositiva.
Apresentar informação semestral das ações implementadas.
Assegurar a acessibilidade expositiva (para pessoas com deficiência e por meio de
recursos em inglês e espanhol) à exposição de longa duração e buscar promover a
acessibilidade expositiva nas exposições temporárias e itinerantes, bem como na
programação cultural oferecida. Apresentar informação semestral das ações
implementadas.
Informar o número de visitantes presenciais mensalmente e sempre que solicitado.
Apresentar mensalmente por e-mail o público presencial do museu, especificando os
segmentos de público recebidos e enviar planilha segmentada e quantitativa de
públicos (nos relatórios de atividades trimestrais e anual).
Monitorar público virtual. Apresentar nos relatórios trimestrais o quantitativo de
público virtual, indicando número de visitantes únicos e número total de acessos.
Participar das ações de integração e eventos da Rede de Museus da SEC, composta
pelos 18 museus da SEC geridos em parceria com Organizações Sociais de Cultura.
Participar com ação ou programação das seguintes campanhas promovidas ou
apoiadas pelo Governo do Estado: Campanha do Agasalho e Virada Inclusiva e
outras programações pontuais ou específicas que ocorram ao longo do ano,
apoiadas pelo Governo do Estado.
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141
ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE SERVIÇO EDUCATIVO E
PROJETOS ESPECIAIS






Executar e aprimorar periodicamente o Plano do Serviço Educativo e Projetos
Especiais, contemplando o atendimento de vários segmentos de público e
priorizando a acessibilidade do museu. No primeiro ano do Contrato de Gestão:
entregar o “Plano do Serviço Educativo e de Projetos Especiais” ao final do primeiro
semestre. A partir daí, submeter anualmente para aprovação da SEC, juntamente
com a proposta do Plano de Trabalho do exercício seguinte, a atualização do Plano
do Serviço Educativo e Projetos Especiais proposta para o próximo ano.
Manter equipe fixa, com profissionais especializados (inclusive no atendimento a
pessoas com deficiência e educadores bilíngues inglês/espanhol), e promover
periodicamente ações de capacitação da equipe. Entregar anualmente relatório do
perfil da área educativa e dos resultados alcançados.
Assegurar equipe para mediação de visitas de grupos agendados em todos os
horários de funcionamento do museu, observando a capacidade de atendimento
qualificado das visitas. Apresentar informação semestral das ações implementadas.
Articular parcerias com a rede escolar e com instituições vinculadas aos demais
grupos alvo para ampliar o número de grupos atendidos em todos os horários
disponíveis. Apresentar informação semestral das ações implementadas.
Participar dos projetos desenvolvidos nas parcerias da Secretaria da Cultura com a
Secretaria de Estado da Educação.
Elaborar, juntamente com a equipe responsável pela área de pesquisa do Museu,
materiais qualificados para apoio a professores, estudantes, educadores de grupos
não-escolares e guias de turismo, para serem disponibilizados no site do Museu.
Apresentar informação semestral das ações implementadas.
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142
ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE APOIO AO SISEM-SP




Considerar as demandas do interior, litoral e região metropolitana de SP discutidas
com o Grupo Técnico e com o Conselho de Orientação do SISEM/UPPM, no
planejamento das exposições itinerantes e demais ações de apoio ao SISEM do
próximo ano. Submeter anualmente para aprovação da SEC, juntamente com a
proposta do Plano de Trabalho do exercício seguinte, a proposta de exposições
itinerantes e demais ações de apoio ao SISEM-SP no anexo Descritivo das
Exposições e Programação Cultural.
Manter o Museu associado ao ICOM Brasil (Comitê Brasileiro do Conselho
Internacional de Museus), e utilizar as três associações profissionais a que membro
institucional tem direito para ter funcionários do Museu participando ativamente de
comitês temáticos do ICOM. Apresentar informação anual das ações implementadas.
Participar e promover intercâmbios técnicos, recebendo em estágio técnico,
profissionais de museus de diferentes regiões do Estado, de outros Estados e de
outros países, bem como enviando também funcionários do museu em iniciativas
afins. Entregar relatório trimestral das atividades de apoio ao SISEM-SP realizadas
no período, incluindo estágios técnicos recebidos ou realizados, ações realizadas
junto às Redes Temáticas e relato das ações realizadas no âmbito do ICOM Brasil.
Divulgar regularmente os serviços e a programação do Museu no site do SISEM:
www.sisemsp.org.br.
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143
ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO E
IMPRENSA









Desenvolver Plano de Comunicação Institucional que fortaleça a presença do museu
junto a diversos públicos de interesse (estudantes, professores, apoiadores,
pesquisadores, patrocinadores, doadores, imprensa e formadores de opinião),
firmando-o como equipamento cultural do Governo do Estado vinculado à Secretaria
da Cultura. No primeiro ano do Contrato de Gestão: entregar o “Plano de
Comunicação do Museu de Arte Sacra de São Paulo para 2014” ao final do primeiro
semestre de vigência do Contrato de Gestão. A partir daí, submeter anualmente
para aprovação da SEC, juntamente com a proposta do Plano de Trabalho do
exercício seguinte, a atualização do Plano de Comunicação do Museu.
Promover o museu na internet e nas redes sociais, seguindo as diretrizes do Plano
de Comunicação Institucional e respeitando as orientações do Sistema de
Comunicação da Cultura - SICOM.
Manter o site do Museu atualizado e adequado, divulgando dados institucionais,
históricos e de agenda atualizada regularmente, contendo: informações de
exposições e programação cultural do museu; informações sobre o acervo e formas
de pesquisa; informações sobre o SISEM e a Rede Temática da qual faz parte;
serviços do museu e formas de acesso; aviso de compras e de processos seletivos
para contratações de serviços e de colaboradores para a equipe do museu;
documentos institucionais da OS (estatuto; qualificação como OS; relação de
conselheiros e mandatos, diretoria e contatos; relatórios anuais; prestação de
contas); links para ouvidoria/SEC, para o site da SEC e para o site do SISEM.
Atualizar mensalmente a programação anual contida no Descritivo das Exposições e
Programação Cultural, por e-mail, até o último dia útil de cada mês, conforme as
datas estabelecidas no Cronograma Anual das OSs de Museus / UPPM / SEC e
manter a SEC/UPPM atualizada sobre toda e qualquer alteração de data, conteúdo
ou serviço desta programação.
Submeter previamente à Assessoria de Comunicação da SEC, por e-mail, com cópia
para a Unidade Gestora, toda proposta de material de divulgação a ser produzido
(folhetos, convites, catálogos, etc.), para aprovação da proposta editorial, layout e
tiragem, bem como submeter previamente para aprovação da SEC as minutas de
release para imprensa.
Submeter anualmente à Unidade Gestora para aprovação as propostas de
publicações (livros, coleções) do Museu, com indicação de proposta editorial,
especificação técnica e tiragem. Enviar Especificações das Publicações Propostas.
Aplicar corretamente o Manual de Logomarcas da SEC / Governo do Estado.
Participar das campanhas de comunicação e esforços de divulgação e de articulação
em rede promovidos pela SEC.
Seguir as orientações da Política de Comunicação e a Política de Porta-Vozes da
SEC. Enviar Relatório Trimestral de Destaques do Museu na Mídia do período.
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
144
ROTINAS E OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE EDIFICAÇÕES: MANUTENÇÃO
PREDIAL, CONSERVAÇÃO PREVENTIVA E SEGURANÇA
Objetivos Específicos
 Assegurar a manutenção física e a conservação preventiva das edificações,
instalações e equipamentos de infraestrutura predial, investindo, no mínimo, [10%]
do repasse do Contrato de Gestão em ações de operação e em sua manutenção
preventiva e corretiva.
 Garantir a segurança da edificação, do acervo e das instalações, bem como dos
usuários (visitantes, pesquisadores, participantes de eventos) e funcionários.
 Criar condições para a acessibilidade física às áreas expositivas, de trabalho e de
uso comum.
 Ampliar a sustentabilidade ambiental do Museu.
Rotinas
 Manter atualizado e executar periodicamente o Plano de Manutenção e Conservação
Preventiva das Edificações, Instalações, Infraestrutura Predial (incluindo ar
condicionado e elevadores) e Áreas Externas. No primeiro ano do Contrato de estão:
entregar o “Plano de Manutenção e Conservação Preventiva das Edificações,
Instalações, Infraestrutura Predial e Áreas Externas” no primeiro semestre de
vigência do Contrato; a partir daí, entregar trimestralmente a Planilha de
Acompanhamento dos Serviços Manutenção e Conservação Preventiva das
Edificações.
 Promover a regularização cadastral das edificações, com elaboração de todos os
projetos e laudos técnicos solicitados pelos órgãos públicos para obtenção e
manutenção do Alvará de Funcionamento de Local de Reunião junto à prefeitura do
município. Entregar cópia do Alvará de Funcionamento de Local de Reunião a cada
renovação ou informar no Relatório Semestral do Programa de Edificações registro
descritivo das ações realizadas no período visando à obtenção do mesmo.
 Executar programação periódica de combate a pragas: descupinização,
desratização, despombalização, desinsetização. Entregar Relatório Semestral do
Programa de Edificações contendo descritivo da programação executada no período,
com indicação das empresas prestadoras do serviço.
 Obter e renovar o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) no prazo
concedido pelo Corpo de Bombeiros, atualizando sempre que necessário o projeto
de bombeiros. Realizar a manutenção periódica dos equipamentos de segurança e
prevenção de incêndios (hidrantes, extintores em suas diversas classes, etc.),
garantindo boas condições de uso e prazo de validade vigente. Manter atualizado e
dentro do prazo de validade o treinamento da Brigada de Incêndio do Museu.
Entregar cópia do AVCB quando da obtenção ou renovação. Entregar Relatório
Semestral do Programa de Edificações contendo descritivo com imagens e registros
das ações realizadas, declarando se houve laudos técnicos emitidos por empresa
prestadoras dos serviços ou “comunique-se” do Corpo de Bombeiros e quais as
providências tomadas no período.
 Utilizar e atualizar sempre que necessário o Manual de Normas e Procedimentos de
Segurança e o Plano de Salvaguarda e Contingência, com realização de treinamento
periódico de todos os funcionários. No primeiro ano do Contrato de Gestão: entregar
o Manual de Normas e Procedimentos de Segurança e o Plano de Salvaguarda e
Contingência ao final do primeiro semestre de vigência do Contrato. A partir daí,
entregar Relatório Semestral do Programa de Edificações contendo descritivo das
ações de segurança, salvaguarda e contingência realizadas.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
145




Renovar anualmente, dentro do prazo de validade, os seguros contra incêndio,
danos patrimoniais e responsabilidade civil, com coberturas em valores compatíveis
com a edificação e uso. Entregar cópia das apólices de seguros anualmente, a cada
contratação, renovação ou alteração das condições de cobertura.
Manter e promover condições de acessibilidade física para pessoas com deficiência e
mobilidade reduzida. Entregar Relatório Semestral do Programa de Edificações
contendo descritivo das ações realizadas.
Zelar pela sustentabilidade ambiental contemplando, no mínimo, ações para
minimização de gastos com água, energia elétrica, materiais técnicos e de consumo
e implantar coleta seletiva. Entregar Relatório Semestral do Programa de Edificações
contendo descritivo das ações realizadas.
Manter equipe fixa, com profissionais especializados para a manutenção predial e a
conservação preventiva da edificação e áreas externas, bem como para a segurança
de toda a propriedade e patrimônio nela preservado, e promover periodicamente
ações de capacitação da equipe. Entregar anualmente relatório do perfil da área de
manutenção, conservação e segurança e dos resultados alcançados.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
146
ROTINAS E OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA
As atividades administrativas envolvem o custeio de: recursos humanos próprios e
operacionais, inclusive terceirizados e prestadores de serviços, e também de traslados e
demais despesas para a execução deste Contrato de Gestão (tais como água, luz,
telefone, impostos e material de consumo), bem como a atualização do relatório de
bens ativos, e a realização de atividades organizacionais, de manutenção do equilíbrio
financeiro e de captação de recursos.
Objetivos específicos
 Administrar, supervisionar e gerenciar o museu com qualidade, eficiência, eficácia,
transparência e economicidade, garantindo a preservação e divulgação de seus
acervos culturais em estreita consonância com a política museológica e com as
diretrizes da SEC.
Rotinas e Obrigações
 Executar e atualizar periodicamente o plano museológico/planejamento estratégico
do Museu, submetendo-o à aprovação do Conselho de Administração e da SEC.
 Manter vigentes todas as condições de qualificação, celebração e avaliação do
Contrato de Gestão. Enviar lista de Conselheiros e diretores atualizada, certidões
negativas e demais comprovações e demonstrativos previstos na legislação.
 Manter atualizados e adequados o Manual de Recursos Humanos e o Regulamento
de Compras e Contratações, submetendo à prévia aprovação do Conselho da OS e
da SEC, propostas de alteração e atualização.
 Elaborar relatórios trimestrais dos gastos mensais com utilidades públicas (com
indicativo de pagamento no prazo).
 Manter gastos com pessoal e com diretoria até os limites estabelecidos no Anexo III
do Contrato de Gestão. Apresentar informação anual dos índices de gastos
praticados no período.
 Entregar relação semestral de cargos, salários e benefícios pagos aos recursos
humanos custeados com o Contrato de Gestão, indicando os profissionais por
Programa de Trabalho.
 Manter atualizada a relação de bens patrimoniais, conforme a legislação vigente
(Anexo IV-B do contrato de gestão).
 Entregar semestralmente a relação de Convênios e Parcerias firmadas e vigentes no
período, nacionais e internacionais.
 Entregar anualmente, juntamente com a proposta de Plano de Trabalho para o
exercício seguinte, a proposta de Normas e Procedimentos de Atendimento ao
Público, incluindo Tabela de Cessão Onerosa de Uso do Espaço e Tabela de Preços
de Bilheteria, ambas com indicativo dos Descontos e Gratuidades, para o próximo
ano.
 Entregar Relatório de Captação de Recursos Operacionais discriminando as receitas,
por grupos e indicando, quando for o caso, os preços aplicados bem como
quantidade de descontos e gratuidades (por exemplo: bilheteria).
 Entregar Relatório de Captação de Recursos Adicionais, discriminando projeto,
patrocinador, valor aprovado, valor captado, valor aplicado e saldo. Deverão ser
devidamente diferenciados os recursos captados para projetos específicos
(incentivados ou não) e aqueles livres para aplicação no Contrato de Gestão.
 Entregar relação anual de contratos com terceiros, informando nome da contratada,
objeto de contratação, valor anual do contrato e vigência.
 Manter Sistema de Gestão Interno dotado de estrutura organizacional, sistemas
administrativos e operacionais, recursos humanos, controle de patrimônio,
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147





controladoria, comunicação, regulamento de compras, plano de cargos e salários e
controle de custos.
Manter o equilíbrio econômico-financeiro durante toda a vigência do Contrato de
Gestão. Manter a capacidade de Liquidação das Dívidas de Curto Prazo. Controlar a
capacidade de pagamento das despesas (receitas totais x despesas totais).
Apresentar demonstrativo dos índices e cálculo trimestralmente (para
acompanhamento) e anualmente (para avaliação).
Cumprir a regularidade e os prazos de entrega dos documentos indicados no Anexo
“Cronograma de Entrega de Documentos das OS de Museus 2013”.
Atualizar a relação de documentos de arquivo a partir da aplicação da Tabela de
Temporalidade e do Plano de Classificação, conforme legislação vigente.
Elaborar relação de documentos para eliminação, com base na Tabela de
Temporalidade (Entrega de uma cópia a CADA junto com o relatório do 4º
trimestre).
Realizar a ordenação e o registro das séries documentais, conforme o Plano de
Classificação e Tabela de Temporalidade.
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148
APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA REFERENCIAL
A Proposta Orçamentária deverá ser elaborada com base no modelo apresentado pela
SEC (dois anexos em Excel, sendo que deverá ser utilizado só o Anexo Consolidado,
caso a Organização Social apresente proposta para apenas um museu; do contrário,
deverão ser usadas duas ou mais planilhas, sendo um Anexo por Museu constante da
proposta, mais o Anexo Consolidado). A Proposta Orçamentária deverá servir de base
para o plano de contas do Contrato de Gestão, uma vez que deverão ser apresentados
pela Organização Social contratada relatórios trimestrais de Orçamento Previsto x
Realizado, elaborados em regime de competência, que deverão refletir o balancete
contábil do período.
Na apresentação da Proposta Orçamentária, a Organização Social deve estar preparada
para esclarecer as premissas orçamentárias, indicando as unidades, quantidades, séries
históricas e parâmetros de mercado que referenciam os valores previstos.
No decorrer da execução orçamentária, a OS poderá proceder aos remanejamentos e
movimentações entre as rubricas que forem necessárias e convenientes para a mais
eficiente gestão dos recursos no cumprimento do contrato de gestão, observados os
dispositivos previstos em seu Estatuto Social, respeitados os índices contratuais
firmados e assegurado o integral cumprimento das metas pactuadas.
Essa flexibilidade é importante, pois, de acordo com o modelo de gestão típico das
Organizações Sociais, o orçamento aprovado pela Secretaria deve seguir como
referência para a busca e aferição da economicidade e eficiência, porém sem
desconsiderar que o foco fundamental é o cumprimento das metas acordadas. Não se
poderia, portanto, pretender uma vinculação rígida por parte da OS à proposta
orçamentária, porque a execução orçamentária é dinâmica e – uma vez preservados os
indicadores econômicos e respeitados os regulamentos de compras e contratações, bem
como a autorização do Conselho de Administração nos termos previstos no Estatuto –
cabe à Organização Social definir a melhor estratégia de gestão e zelar pelo uso
responsável dos recursos, com a flexibilidade e transparência que lhe devem ser
características. Dessa forma, torna-se possível contemplar eventuais intercorrências,
buscando a melhor aplicação dos recursos para atingir aos objetivos e metas do
contrato.
Por sua vez, dotando a necessária flexibilidade também da necessária transparência, no
relatório anual, a OS deverá apresentar as justificativas para as rubricas que
apresentarem alterações expressivas, com variação superior a 25% do estimado
inicialmente.
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QUADRO DE AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
ITEM DE PONTUAÇÃO
1. Descumprir metas ou rotinas do programa de acervo
2. Descumprir metas ou rotinas do programa de exposições e programação
cultural
3. Descumprir metas ou rotinas do programa de serviço educativo e projetos
especiais
%
20
15
15
4. Descumprir metas ou rotinas do programa de ações de apoio ao SISEM-SP
10
5. Descumprir metas ou rotinas do programa de comunicação
10
6. Descumprir rotinas ou obrigações do programa de edificações
20
7. Descumprir rotinas ou obrigações de gestão administrativa
10
TOTAL
100 %
1) Esta tabela tem a finalidade de atender ao disposto no item 2, parágrafo 2º, cláusula 8ª
do Novo Contrato de Gestão. Sua aplicação se dará sob o percentual de 10% do valor do
repasse se, após a avaliação das justificativas apresentadas pela OS, a UGE concluir que
houve o descumprimento dos itens indicados.
2) Caso a OS não apresente junto com os relatórios trimestrais justificativas para o não
cumprimento das metas pactuadas, a UGE poderá efetuar a aplicação da tabela sem
prévia análise das justificativas, cabendo a OS se for o caso, reunir argumentos
consistentes para viabilizar o aporte retido no próximo trimestre.
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150
AVALIAÇÃO DAS ROTINAS TÉCNICAS E OBRIGAÇÕES CONTRATUAIS
ITEM DE PONTUAÇÃO
1. Descumprir as rotinas e obrigações contratuais previstas no Plano de Trabalho e demais
responsabilidades previstas na Cláusula Segunda do Contrato de Gestão
2. Descumprir o manual de compras e contratações da OS
3. Não manter a relação de documentos atualizada (lista de conselheiros com mandato em
vigor; atas de reunião assinadas; estatuto atualizado e registrado)
4. Descumprir os prazos de entrega de documentos e relatórios
1) A Organização Social que deixar de cumprir as rotinas ou obrigações relacionadas
acima deverá ser formalmente interpelada pela Coordenadoria a respeito da
ocorrência.
2) Na eventualidade de serem apresentadas as razões que justifiquem o seu não
cumprimento estas serão devidamente apreciadas e, caso não sejam consideradas
suficientemente fundamentadas, será aplicada uma advertência por escrito, ou outra
penalidade dentre as previstas no artigo 87 da Lei Federal nº 8.666/93,
considerando-se a natureza e a gravidade da infração e os danos que dela provierem
para o serviço público, conforme previsto na clausula décima primeira do contrato.
3) Na ocorrência de 3 (três) advertências num mesmo ano ou de 5 (cinco) ao longa do
contrato de gestão, a Secretaria de Estado da Cultura poderá rescindi-lo
unilateralmente devendo ser aplicadas todas as demais sanções previstas no
Contrato, respeitado o devido processo administrativo.
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151
ANEXO 1: PLANO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA
APRESENTAÇÃO
O Programa de Gestão de Documentos Arquivísticos do Museu de Arte Sacra de São
Paulo é essencial para estabelecer rotinas de trabalho, organizar e destinar os documentos
que possam incorporar a memória da instituição e com o tempo, transformarem-se em bens
culturais preserváveis.
Uma efetiva gestão de documentos diminui a ocupação do espaço físico, contribui para a
tomada de decisão, recupera a informação e permite reconstituir e preservar a memória
institucional.
A necessidade da implantação de programas de gestão arquivística de documentos foi
reforçada pela produção crescente de documentos arquivísticos em formato digital: textos,
mensagens de correio eletrônico, bases de dados, planilhas, imagens, gravações sonoras,
material gráfico, páginas da web etc., e a necessidade de padronização das classificações de
acordo com a tabela de temporalidade, para o acervo recente e catalogação do arquivo da
memória institucional.
A política de gestão arquivística de documentos tem por objetivo produzir, manter,
documentar e preservar documentos confiáveis, autênticos, acessíveis e compreensíveis de
maneira que possam apoiar suas funções e atividades.
OBJETIVO
Este processo tem como objetivo definir uma metodologia de execução do trabalho de
padronização e organização dos documentos referentes ao arquivo de gestão ou da
memória visando melhorias na disponibilização da informação e na organização dos
documentos, para um melhor atendimento aos diversos usuários. Na prática a importância
do arquivo de memória cresce, pois com a classificação e disponibilização as informações de
memória, no mundo contemporâneo, passam a ser vistas como um importante instrumento
de gestão.
PLANO DE ARQUIVO
O Plano de Arquivo é o instrumento de controle da documentação armazenada no suporte a
ser definido no diagnóstico e ficarão contidas nos arquivos.
Organização de documentos identificando informações contidas para retratar o conteúdo
das informações é importante desde que possibilitem agilidade na recuperação do
documento sendo ele físico ou eletrônico, ativo, semi-ativo ou inativo.
Os arquivos de e ou documentos de gestão devem ser gerenciados através de uma Tabela
de Temporalidade.
DIAGNÓSTICO
Processo complexo de coleta e análise das informações com o objetivo de identificar
problemas e demandas, visando propor soluções. Desta forma, é um instrumento que
informa e orienta os gestores sobre o que deve ser mantido e o que precisa ser alterado no
arquivo, para que esta tenha condições de maximizar a utilização dos recursos disponíveis,
ou seja, produzir mais com menos.
Consiste na definição das etapas necessárias para viabilizar o planejamento e a implantação
de uma solução para a gestão de documentos e informações do arquivo, visando à
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152
recuperação precisa dos recursos informacionais relevante para o negócio, independente da
mídia onde os mesmos estejam.
Elaboração de Vocabulário Controlado;
Mapeamento dos tipos de documentos;
Análise do fluxo do acervo documental e do de memória;
Planejamento e organização de acervo;
Planejamento do projeto relacionado história e memória da instituição, fazendo
análise de materiais em diferentes formatos (fotos, cartas, vídeos, clipagens entre
outros).
Tratamento técnico dos documentos físicos e ou eletrônicos;
Implantação de Taxonomias e vocabulário controlado definidas no planejamento do
acervo;
Implantação de TTD - Tabela de Temporalidade Documental no arquivo de gestão
Elaboração de Manuais de Normas e Procedimentos nos manuseio dos arquivos de
gestão e memória.
IMPLANTAÇÃO
O processo de implantação é onde se descreve a forma de tratamento do acervo a fim de
facilitar a acervo, implantação da metodologia de Gestão Informacional na empresa.
Os procedimentos estabelecidos devem ser dinâmicos e atender às necessidades e
realidades de do arquivo administrativo e memorial, devem ser revistos e, portanto,
atualizados, periodicamente, para que atinjam seu objetivo.
Vale ressalta que os procedimentos que descrevem, detalhadamente, as atividades a serem
executadas para organização do arquivo de gestão, com forma de organização mais
criteriosa, serão executados de acordo com a Tabela de Temporalidade de Documentos da
Administração Pública do Estado de São Paulo.
Procedimentos padronizados conforme NBR ISO 9001: 2000;
Uso de metodologias arquivísticas: triagem, classificação e indexação no tratamento
dos materiais;
Controle na inserção de documentos nas pastas;
Digitalização de documentos;
Descarte de acordo com Tabela de Temporalidade no arquivo de gestão;
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153
RECURSOS HUMANOS
Para a execução deste projeto de Gestão de Documentos será necessário a contratação de
não de obras, sendo elas:
Arquivista: Profissional que ficara responsável pela coordenação e execução de
todos os itens acima relacionados;
Estagiário: Profissional que ajudará e auxiliara na execução das atividades a serem
executadas neste projeto.
Software: Aquisição de software que atenda as necessidades de funcionamento do
arquivo.
RESULTADOS ESTIMADOS NO CASO DO ARQUIVO DE GESTÃO
Em média, 70% da documentação analisada são descartadas, considerando:
Duplicidades;
Documentos que não são necessários à guarda física e ou eletrônica, por não terem valor
legal;
A implantação da classificação da Tabela de Temporalidade, e procedimentos padronizados
de arquivo, acaba com o crescimento indefinidamente do arquivo.
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154
ANEXO 2: PLANO DE MANUTENÇÃO PREDIAL E CONSERVAÇÃO PREVENTIVA
Em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, a Associação Museu de Arte
Sacra de São Paulo, gere o Museu de Arte Sacra de São Paulo, equipamento
instalado por meio de locação, no Complexo do Mosteiro da Imaculada Conceição
da Luz, prédio tombado em todas as instâncias (Municipal, Estadual e Federal),
erguido em taipa de pilão no início do século XVIII, por Santo Antônio de Sant’
Ana Galvão (Frei Galvão), dentro da maior chácara conventual dentro da cidade
de São Paulo.
Objetivos
Este Plano tem como objetivo assegurar a manutenção física e a conservação
preventiva das edificações, instalações e equipamentos de infraestrutura predial,
investindo no mínimo 3% do repasse do Contrato de Gestão em ações de
operação e em sua manutenção preventiva e corretiva, garantindo a segurança
da edificação, do acervo e das instalações, bem como dos usuários (visitantes,
pesquisadores, participantes de eventos) e funcionários.
Criar condições para a acessibilidade física às áreas expositivas, de trabalho e de
uso comum, através de projetos desenvolvidos para atender as especificidades
existentes no prédio do Museu, se tratando de um imóvel tombado, de grande
importância histórica, e ao mesmo tempo atendendo as necessidades desses
visitantes sempre presentes no Museu.
Ampliar a sustentabilidade ambiental do Museu de Arte Sacra de São Paulo,
através de projetos de reutilização de águas pluviais e materiais utilizados em
montagens de exposições e reformas no prédio.
Equipe
A equipe de manutenção preventiva e conservação predial é composta por 04
(quatro) funcionários, contratados no quadro da Associação, atendendo as
normas e regras do Manual de Recursos Humanos e condizente com o PCCS
(Plano de Carreira, Cargos e Salários) praticado no Museu.
Seu Quadro é composto por:

01 (um) Supervisor (Supervisor de Serviços Terceirizados)

03 (três) Auxiliares de Manutenção (Serviços Gerais)
Escopo
Os serviços descritos neste Plano de Manutenção Predial e Conservação
Preventiva, já são realizados no Museu, divididos entre os funcionários de
Manutenção e os funcionários contratados por meio de serviços terceirizados da
equipe de limpeza, realizando conforme cronograma cada etapa deste Plano.
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Os serviços são divididos nas seguintes categorias:

Conservação Predial;

Manutenção Hidráulica;

Manutenção Elétrica;

Manutenção de Equipamentos;

Demais Serviços.
Museu de Arte Sacra
Avenida Tiradentes, nº 676.
Instalações:
A edificação total possui uma área total de 7.028,00 m², no qual o Museu de Arte
Sacra ocupa 2.545,45 m² na ala esquerda térrea do Mosteiro da Luz. Os espaços
físicos do Museu de Arte Sacra atualmente estão compostos por:
Pavimento Térreo: 1.156,66m²
Estrutura: rampa, cabine primária, sanitários, vestuários.
Área Operacional: Área expositiva, recepção, loja, guarda-volumes, sala de
segurança, copa, depósito de materiais e jardim do claustro.
Pavimento Superior: 20,00 m²
Estrutura: escada acesso.
Área Operacional: Sala educativo.
Jardins: 1.025,79m²
Mezanino: 12 m²
Estrutura: sanitário, sala de comando.
Museu dos Presépios
Área expositiva: 168,00 m²
Localizado na antiga casa do Capelão do Mosteiro
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Rotinas:
Conservação predial:
 Avaliação das estruturas, inclusive das sustentações do telhado;
 Detecção e restauro de possíveis rupturas e rachaduras nas paredes e
estruturas das edificações;
 Restauro e reforma de telhas;
 Pintura de paredes (internas e externas);
 Limpeza de calhas;
 Detecção e interrupção de vazamentos e infiltrações nas paredes e no piso;
 Limpeza e manutenção da fachada do prédio;
 Análise dos pisos externos e restauro;
 Corte de Grama nos jardins (interno e externos);
 Corte e Poda de árvores;
 Combate a Pragas
* O corte e poda das árvores do entorno do prédio e o combate a pragas do
Museu de Arte Sacra, são realizados por empresa especializada contratada
sempre acompanhada por funcionário da equipe de manutenção da
Associação.
Manutenção Hidráulica:
 Avaliação e detecção de avarias das estruturas de fornecimento de água
(registros, canos e caixas);
 Manutenção e limpeza das estruturas de fornecimento de água (canos);
 Avaliação, detecção de avarias e reparos das condições das caixas d’água;
 Limpeza das caixas de água;
 Avaliação e detecção de avarias das redes de esgotos e escoamento de águas
pluviais;
 Manutenção e limpeza das redes de esgotos.
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Manutenção Elétrica
 Avaliação das redes de alimentação externas (cabine de força e relógios);
 Avaliação e detecção de avarias na caixa de disjuntores (disjuntores e
fiação);
 Reparos na caixa de disjuntores (troca de disjuntores e fiação);
 Avaliação das redes internas (fiação, tomadas, interruptores e lâmpadas);
 Manutenção das redes internas (troca de fiação, tomadas, interruptores e
lâmpadas);
 Manutenção de equipamentos (estabilizadores, nobreak’s, etc.);
 Manutenção do sistema de câmeras (troca de fontes, fiação e câmeras).
* Em algumas situações devido ao alto risco, os serviços serão realizados por
empresas especializadas contratadas sempre acompanhadas por funcionário
da equipe de manutenção da Associação.
Manutenção de Equipamentos
 Limpeza e manutenção dos equipamentos de Ar Condicionado.
* A manutenção do equipamento de ar condicionado, é realizada por
funcionários da empresa contratada para manutenção destes equipamentos
acompanhados por funcionário da equipe de manutenção da Associação.
Demais Serviços
 Limpeza e manutenção dos vidros;
 Limpeza das calçadas;
 Tratamento das portas e janelas;
 Limpeza do piso de madeira, com produtos destinados a conservação e
preservação.
Cronograma
Descrição da Ação
Periodicidade
Equipe
Conservação Predial
Avaliação das estruturas, inclusive das
sustentações do telhado
Detecção e restauro de possíveis rupturas e
rachaduras nas paredes e estruturas das
edificações
Restauro e reforma de telhas
Pintura de paredes (internas e externas)
Limpeza de calhas
Detecção e interrupção de vazamentos e
infiltrações nas paredes e no piso
Limpeza e Manutenção da fachada do prédio
Análise dos pisos externos e restauro
Corte de Grama nos jardins (interno e externo)
Corte e Poda de árvores
Combate a Pragas
Semestral
Manutenção
Semanal
Manutenção
Anual
Semestral
Mensal
Manutenção
Manutenção
Limpeza
Semanal
Manutenção
Semestral
Diário
Mensal
Anual
Mensal
Limpeza
Manutenção
Limpeza
Manutenção
Manutenção
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Manutenção Hidráulica
Avaliação e detecção de avarias das estruturas de
fornecimento de água (registros, canos e caixas)
Manutenção e limpeza das estruturas de
fornecimento de água (canos)
Avaliação, detecção de avarias e reparos das
condições das caixas d’água
Limpeza das caixas de água
Avaliação e detecção de avarias das redes de
esgotos e escoamento de águas pluviais
Manutenção e limpeza das redes de esgotos
Mensal
Manutenção
Mensal
Manutenção
Mensal
Manutenção
Semestral
Limpeza
Semanal
Manutenção
Mensal
Limpeza
Mensal
Manutenção
Mensal
Manutenção
Elétrica
Avaliação das redes de alimentação externas
(cabine de força e relógios)
Avaliação e detecção de avarias na caixa de
disjuntores (disjuntores e fiação)
Reparos na caixa de disjuntores (troca de
disjuntores e fiação)
Avaliação das redes internas (fiação, tomadas,
interruptores e lâmpadas)
Manutenção das redes internas (troca de fiação,
tomadas, interruptores e lâmpadas)
Manutenção de equipamentos (estabilizadores,
nobreak’s, etc)
Manutenção do sistema de câmeras (troca de
fontes, fiação e câmeras)
Mensal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Descrição da Ação
Periodicidade
Equipe
Manutenção de Equipamentos
Limpeza dos equipamentos de Ar Condicionado
Mensal
Limpeza
Trimestral
Manutenção
Limpeza e manutenção dos vidros
Semanal
Limpeza
Limpeza das calçadas
Semanal
Limpeza
Semanal
Limpeza
Semanal
Limpeza
Manutenção dos Equipamentos de Ar Condicionado
Demais Serviços
Tratamento das portas e janelas
Limpeza do piso de madeira, com
destinados a conservação e preservação
produtos
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Reserva Técnica/Administrativo
Rua São Lázaro, nº 271.
Instalações
Instalada em prédio locado, localizado em uma das travessas da Rua São
Caetano, reformado para abrigar a administração, uma sala de aula, a Reserva
Técnica e a Biblioteca, o prédio nomeado de “Sede Administrativa”, conta com
uma área total de 1.204,98 m², dividida em 03 (três) pavimentos com duas
escadas laterais e um elevador.
Pavimento Térreo: 401,66m²
Estrutura: 01 (uma) porta de acesso funcionários, visitantes,etc., portas de aço
para carga de descarga de obras, escada, escada de emergência, saída de
emergência, elevador.
Operacional: Recepção, Reserva Técnica e laboratório de restauro.
1º pavimento: 401,66 m²
Estrutura: elevador, sanitários, depósito e bomba de incêndio.
Área Operacional: auditório, biblioteca, sala de aulas e reserva técnica.
2º pavimento: 401,66m²
Estrutura: escadas, sanitários e elevador.
Operacional: Administrativo, copa.
Térreo
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160
1º Andar
2º Andar
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Rotinas:
Conservação predial:
 Avaliação das estruturas, inclusive das sustentações do telhado;
 Detecção e restauro de possíveis rupturas e rachaduras nas paredes e
estruturas das edificações;
 Restauro e reforma de telhas;
 Pintura das paredes;
 Limpeza de calhas;
 Detecção e interrupção de vazamentos e infiltrações nas paredes;
 Limpeza e manutenção da fachada do prédio;
 Combate a Pragas
* O combate a pragas do Museu de Arte Sacra, é realizado por empresa
especializada contratada sempre acompanhada por funcionário da equipe de
manutenção da Associação.
Manutenção Hidráulica:
 Avaliação e detecção de avarias das estruturas de fornecimento de água
(registros, canos e caixas);
 Manutenção e limpeza das estruturas de fornecimento de água (canos);
 Avaliação, detecção de avarias e reparos das condições das caixas d’água;
 Limpeza das caixas de água;
 Avaliação e detecção de avarias das redes de esgotos e escoamento de águas
pluviais;
 Manutenção e limpeza das redes de esgotos.
Manutenção Elétrica
 Avaliação das redes de alimentação externas (cabine de força e relógios);
 Avaliação e detecção de avarias na caixa de disjuntores (disjuntores e
fiação);
 Reparos na caixa de disjuntores (troca de disjuntores e fiação);
 Avaliação das redes internas (fiação, tomadas, interruptores e lâmpadas);
 Manutenção das redes internas (troca de fiação, tomadas, interruptores e
lâmpadas);
 Manutenção de equipamentos (estabilizadores, nobreak’s, etc.);
 Manutenção do sistema de câmeras (troca de fontes, fiação e câmeras).
* Em algumas situações devido ao alto risco, os serviços serão realizados por
empresas especializadas contratadas sempre acompanhadas por funcionário
da equipe de manutenção da Associação.
Manutenção de Equipamentos
 Limpeza e manutenção dos equipamentos de Ar Condicionado;
 Limpeza e manutenção do elevador.
* A manutenção do equipamento de ar condicionado e do elevador, são
realizadas por funcionários de empresas contratadas para manutenção
destes equipamentos sempre acompanhados por funcionário da equipe de
manutenção da Associação.
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162
Demais Serviços
 Limpeza e manutenção dos vidros;
 Limpeza das calçadas;
Cronograma
Descrição da Ação
Periodicidade
Equipe
Conservação Predial
Avaliação das estruturas, inclusive das
sustentações do telhado
Detecção e restauro de possíveis rupturas e
rachaduras nas paredes e estruturas da edificação
Restauro e reforma de telhas
Pintura das paredes (internas)
Limpeza de calhas
Detecção e interrupção de vazamentos e
infiltrações nas paredes
Limpeza e Manutenção da fachada do prédio
Combate a Pragas
Semestral
Manutenção
Bimestral
Manutenção
Anual
Anual
Bimestral
Manutenção
Manutenção
Limpeza
Semanal
Manutenção
Semestral
Mensal
Limpeza
Manutenção
Mensal
Manutenção
Mensal
Manutenção
Mensal
Manutenção
Semestral
Limpeza
Semanal
Manutenção
Mensal
Limpeza
Mensal
Manutenção
Mensal
Manutenção
Mensal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Semanal
Manutenção
Manutenção Hidráulica
Avaliação e detecção de avarias das estruturas de
fornecimento de água (registros, canos e caixas)
Manutenção e limpeza das estruturas de
fornecimento de água (canos)
Avaliação, detecção de avarias e reparos das
condições das caixas d’água
Limpeza das caixas de água
Avaliação e detecção de avarias das redes de
esgotos e escoamento de águas pluviais
Manutenção e limpeza das redes de esgotos
Elétrica
Avaliação das redes de alimentação externas
(cabine de força e relógios)
Avaliação e detecção de avarias na caixa de
disjuntores (disjuntores e fiação)
Reparos na caixa de disjuntores (troca de
disjuntores e fiação)
Avaliação das redes internas (fiação, tomadas,
interruptores e lâmpadas)
Manutenção das redes internas (troca de fiação,
tomadas, interruptores e lâmpadas)
Manutenção de equipamentos (estabilizadores,
nobreak’s, etc.)
Manutenção do sistema de câmeras (troca de
fontes, fiação e câmeras)
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
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Descrição da Ação
Periodicidade
Equipe
Manutenção de Equipamentos
Limpeza dos equipamentos de Ar Condicionado
Mensal
Limpeza
Trimestral
Manutenção
Semanal
Limpeza
Mensal
Manutenção
Limpeza e manutenção dos vidros
Semanal
Limpeza
Limpeza das calçadas
Semanal
Limpeza
Manutenção dos Equipamentos de Ar Condicionado
Limpeza do elevador
Manutenção do elevador
Demais Serviços
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ANEXO 3: PLANO DE CONTINGÊNCIA, SALVAGUARDA E CONSERVAÇÃO
PREVENTIVA DO ACERVO
ÍNDICE
1. APRESENTAÇÃO
2. JUSTIFICATIVA
3. O PLANO DE CONSERVAÇÃO EM SI
4. ACERVO E RESERVA TÉCNICA
4.1. Nova Reserva Técnica e Prédio Administrativo
5. ANTECEDENTES HISTÍRICOS
5.1. O Museu de Arte Sacra de São Paulo
5.2. Criação do Museu
6. O ACERVO FRENTE À PRESERVAÇÃO (PRIMEIRA FASE DO PROGRAMA – out/1997)
7. PROJETOS DE CONSERVAÇÃO
7.1. Implementação de Infra-Estrutura em Área de Reserva Técnica e Laboratório de
Restauro
7.2. Implementação Permanente do Acervo de Presépios em Área Definitiva
7.3. Implementação de Circuito Interno de Segurança
7.4. Implementação de Infra-Estrutura em Área de Reserva
8. TIPOLOGIA DO ACERVO GUARDADO EM RESERVA TÉCNICA
9. ARMAZENAMENTO
10. ÁREA OCUPADA PELO ACERVO EM RESERVA TÉCNICA
11. CLIMATIZAÇÃO
12. EQUIPAMENTOS
12.1.
Equipamentos existentes para Armazenamento e Acondicionamento, e para
implantação de Monitoramento Ambiental Global em Área Expositiva e de Reserva
Técnica.
12.2.
Material para Mudança, Acondicionamento e Identificação das peças em área
de Reserva Técnica
13. CONCEITO DE CONSERVAÇÃO PREVENTIVA
14. CONTROLE AMBIENTAL DOS AGENTES BIOLÓGICOS
15. PLANO DE EMERGÊNCIA
16. ESPAÇO EXPOSITIVO E DE ARMAZENAMENTO
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17. NORMAS E PROCEDIMENTOS
17.1.
Segurança
17.2.
Monitoramento e controle ambiental e biológico
Luz
Umidade Relativa e Temperatura
Poluentes
Controle Biológico
17.3.
Manutenção do equipamento
17.4.
Materiais, equipamentos, sistemas de exposição e reserva e organização dos
espaços
Exposição
Reservas Técnicas
17.5.
Limpeza de espaços, equipamentos e acervo
Espaços e equipamento
Acervo
17.6.
Circulação de bens culturais
Manuseio
Circulação interna
Circulação externa
Formação de recursos humanos
17.7.
Público
Normas específicas para as salas de exposição
Perante o seu público, o MAS reserva-se os seguintes direitos:
18. CHECK LIST
19. CRONOGRAMA
20. CONCLUSÃO
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1.
APRESENTAÇÃO
O Plano de Conservação do Museu vigente até 2013 foi revisto e introduzidas metas que
deverão nortear o contrato de gestão até o ano de 2018. Sendo assim mantivemos parte
do texto considernado principalmente os dados de referência e históricos indicados.
Em 25 de março de 1992 foi criada a Sociedade dos Amigos do Museu de Arte Sacra de
São Paulo, hoje Associação Museu de Arte Sacra de São Paulo (SAMAS), qualificada
Organização Social de Cultura, pelo despacho do Governo do Estado de São Paulo de 07
de maio de 2007 (D.O.) de 08 de maio de 2007, processo SC nº 1007-2004, volumes I e
II.
Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo realizar a gestão do
Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS), fornecer recursos materiais e estimular as
atividades artísticas e culturais do museu, visando a preservação e divulgação do
patrimônio sacro paulista e brasileiro. O Governo do Estado de São Paulo e a SAMAS
assinaram seu primeiro Contrato de Gestão em 10 de Julho de 2007.
A preservação dos objetos de arte sacra, arte religiosa e documentos que compõem os
acervos do Museu de Arte Sacra estão submetidos a uma série de procedimentos
especiais a serem adotados pela equipe técnica responsável pela integridade física dos
mesmos e por dirimir as ações de degradação, permitindo o prolongamento da vida dos
objetos.. Com a finalidade de nortear e sistematizar as ações de pesquisa, extroversão,
exposição, conservação destes acervos, foi elaborado o presente documento que visa
apresentar os parâmetros adotados pelo museu para a salvaguarda do acervo.
Para a sua elaboração foi consultada bibliografia específica sobre o assunto pelos
profissionais da área técnica do museu e especialistas de comprovada experiência na
área. Procurou-se estabelecer normas para manuseio, acondicionamento e embalagem,
transporte e procedimentos a serem aplicados tanto em exposição como em reserva
Estes devem evitar a degradação por agentes físicos, biológicos e químicos, bem como a
adoção de métodos de higienização, limpeza dos ambientes e de padrões de segurança e
contingência.
O documento original previa que fosse revisto a cada dois anos, o após um período
estamos efetuando.
2.
JUSTIFICATIVA
O objeto do presente Plano insere-se na política cultural estabelecida na Instituição
desde 1997, “Preservação da Edificação e Acervo” e, portanto, de acordo com os
objetivos traçados, procura dar continuidade e ampliar as metas de conservação e
preservação do seu precioso acervo e tendo a edificação como o principal objeto de
acervo.
Ressalta-se o fato de que o “Complexo Mosteiro da Luz”, local onde está instalado o
Museu de Arte Sacra de São Paulo desde 1970, Museu dos Presépios na Antiga Casa do
Capelão desde o ano de 2000 sendo a “Coleção que constitui o acervo do Museu de Arte
Sacra de São Paulo”, ser reconhecido como bem cultural nacional digno de preservação,
conforme inscrição nos Livros de Tombo Histórico e de Tombo das Belas Artes do IPHAN
– Instituto do Patrimônio Histórico Nacional – Processos n° 325/1943 e n° 818/1969
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167
respectivamente. Também foi tombado pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do
Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo) em 1979 e
COMPRESP.
3.
PLANO DE CONSERVAÇÃO EM SI
Através deste Plano de Conservação, o Museu de Arte Sacra de São Paulo tem a
intenção de estabelecer um conjunto de normas e procedimentos que visam prevenir,
combater ou minimizar os problemas de conservação do acervo e da edificação,
avaliando os potenciais riscos existentes no museu e determinar as linhas de orientação
que direcionam as decisões e ações dentro de um plano de trabalho a curto, médio e
longo prazos. Na verdade o plano de conservação preventiva é a consolidação de
esforços realizados em etapas anteriores pela equipe do Museu.
As ações previstas devem acontecer de modo a seguir e respeitar as tipologias do acervo
do Museu. Assim sendo dividimos essas tipologias a partir do material e suporte que
constituem o acervo.
Projeto de Monitoramento Ambiental Global em Área Expositiva.
A colocação de termohigrôgrafos na área expositiva permitiu o acompanhamento
sistemático, diário com a coleta de dados que analisados municiará os técnicos com
relação às medidas necessárias para a manutenção da estabilidade climática. O Plano de
Conservação não se distancia da realidade em que o museu está inserido, buscando
propor formas alternativas para a solução dos problemas, tendo sempre em conta a real
capacidade de resposta da instituição e das verbas existentes.
Estudo de Caso - Objetos de Prata
Em 2003, a Profª Dra. Virginia Costa, Engenheira Especialista em Metais (Institut de
Restauration e de Recherche em Archéologie et Paléométallurgie, França), iniciou uma
proposta de estudo para a conservação de objetos de prata do Museu. Foi feito um
ensaio com diversas plaquetas de prata, agrupadas num mesmo suporte, que foram
colocadas em diferentes salas localizadas dentro do museu. O objetivo era de
acompanhar a reação deste material e os diversos tipos de proteção aplicados (cera
microcristalina, verniz, cera diluída em solvente, e plaqueta sem proteção), com relação
às condições climáticas, durante um ano.
Após análise das plaquetas, a solução proposta era de agir sobre o objeto de duas
maneiras complementares, uma delas a de estabelecer um método de manutenção
adequado que envolve o conhecimento do estado de conservação dos objetos e
sistematização dos tratamentos aplicados. A outra proposta diretamente ligada na
seleção de um revestimento a ser aplicado sobre os objetos, de forma a reduzir
consideravelmente a freqüência de limpeza, minimizando a abrasão que se ampliou
devido as limpezas freqüentes que aumentaram consideravelmente devido às condições
climáticas do local. Para minimizar os efeitos da oxidação com os resultados obtidos no
ensaio preliminar das plaquetas, optou-se pela construção, em 2010, de vitrines
expositivas com vidro temperado, onde as peças ficam protegidas, diminuindo
sensivelmente a necessidade de limpeza periódica.
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Essas ações com o tempo foram avaliadas e recentemente em reunião com a
consultora foi constatado que o ideal é não intervir na peça. Mas como temos a
necessidade expositiva e com esta derivada a necessidade de leitura estética, optamos
por executar a limpeza das peças com carbonato de cálcio, outras com a cera
Renaissance, sem contudo, até o momento aplicar camada de proteção.
Projeto de Monitoramento Ambiental Global em Área Expositiva.
A colocação de termohigrôgrafos na área expositiva permitiu o acompanhamento
sistemático, diário com a coleta de dados que analisados municiará os técnicos com
relação às medidas necessárias para a manutenção da estabilidade climática. O Plano de
Conservação não se distancia da realidade em que o museu está inserido, buscando
propor formas alternativas para a solução dos problemas, tendo sempre em conta a real
capacidade de resposta da instituição e das verbas existentes.
4.
ACERVO E RESERVA TÉCNICA
O acervo do MAS possui uma diversidade de objetos nas mais variadas tipologias.,
composto por imagens de barro, terracota e madeira, muitas delas com policromia de
requinte, pinturas sobre tela, desenhos, mobiliário, objetos de uso litúrgico em ouro,
prata, pedras preciosas e semipreciosas, adornos de imagens, objetos de uso pessoal de
figuras proeminentes do clero paulista e brasileiro, retábulos, fragmentos de talha, pias
batismais, alfaias, paramentos para o culto, moedas e medalhas, manuscritos e livros
raros, objetos de feitura popular e presépios.
O acervo exposto na exposição de longa duração e exposições temporárias em área
expositiva do MAS, área dos presépios e em outras instituições atualmente soma 3365
peças. As demais se encontram armazenadas em área de Reserva Técnica.
O Diagnóstico da Reserva Técnica do Museu de Arte Sacra, apresentado em janeiro de
2011 a UPPM, destaca os principais problemas relativos ao espaço e os desafios diários
enfrentados pela equipe técnica para solucionar ou minorar as questões ligadas
diretamente à conservação das peças acondicionadas. Em 2012 a Associação Museu de
Arte Sacra de São Paulo - SAMAS alugou um prédio na Rua São Lázaro, 271, com o
objetivo de suprir as necessidades existentes. O prédio foi reformado para abrigar a
administração, uma sala de aula, a Reserva Técnica e a Biblioteca, e nomeado como
“Sede Administrativa”. Conta com uma área total de 1.204,98 m², dividida em 03 (três)
pavimentos com duas escadas laterais e um elevador.
A Reserva Técnica é subdivida em sala de embalagem e desembalagem do acervo, sala
de apoio da documentação de arquivo, sala de fumigação, sala de trabalho da equipe
técnica (local onde também estão as fichas e pastas catalográficas do acervo),
laboratório de conservação e restauro, sala de imunização e sala de processamento
técnico do Museu (onde serão realizadas embalagem e desembalagem, higienização,
quarentena, registro fotográfico e acondicionamento) e um pequeno estúdio fotográfico.
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169
5.
ANTECEDENTES HISTÓRICOS
5.1 - O Museu de Arte Sacra de São Paulo
O Mosteiro da Luz, fundado e construído por Santo Frei Antonio de San’Anna Galvão em
1774, caracteriza-se hoje como o mais importante monumento arquitetônico colonial do
século XVIII, encerrado na última chácara conventual urbana, no bairro da Luz, coração
da cidade de São Paulo. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional - IPHAN desde 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico,
Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo – CONDEPHAAT - em 1979, é
reconhecido como monumento de interesse e preservação nacional.
Sua técnica construtiva, a taipa de pilão, foi utilizada em São Paulo devido à inexistência
da pedra e cal na região. A terra, único material disponível nos arredores da aldeia
jesuítica tornou-se a alternativa viável para a construção dos edifícios e igrejas da
época. Esta terra era socada com um pilão em formas denominadas “taipas”. Eram
então introduzidos transversalmente pequenos paus roliços, envolvidos em folhas,
geralmente de bananeira, produzindo orifícios cilíndricos que permitiam o ancoramento
do taipal em nova posição. Tal arquitetura pode ser observada no Museu na “Sala da
Técnica Construtiva”, mantida em sua forma original, sem revestimento até os dias
atuais, possibilitando o estudo desta técnica empregada nas construções paulistas dos
primeiros séculos.
No seu interior, protegido por suas imponentes paredes de taipa, preserva-se o clima de
silêncio e meditação, quer seja no secular Recolhimento das Irmãs Concepcionistas, que
ainda hoje se dedicam à oração e ao trabalho, como nas dependências do Museu de Arte
Sacra de São Paulo, ali instalado desde 1970, com a vocação de preservar e divulgar ao
público um dos mais significativos acervos sacros do patrimônio brasileiro. A Igreja da
Luz, inaugurada em 1802, um dos raros exemplos de planta octogonal do período,
compõe o conjunto arquitetônico do Mosteiro da Luz e acolhe, ainda hoje, ritos
religiosos.
5.2 - Criação do Museu
O Museu de Arte Sacra de São Paulo foi criado e é mantido graças a um convênio
estabelecido entre a Mitra Arquidiocesana de São Paulo e o Governo do Estado de São
Paulo. Detém um conjunto de cerca de 4.000 peças provenientes das principais igrejas e
das mais recônditas capelas do Estado de São Paulo e do Brasil, do século XVI até os
nossos dias. E uma preciosa coleção que ostenta obras e autores exponenciais,
destacando-se entre eles Antonio Francisco Lisboa, “Aleijadinho” (1730 -1814), Frei
Agostinho da Piedade (1580 -1661), Frei Agostinho de Jesus (1600 ou 1610 – 1661),
Manuel da Costa Athayde (1762 – 1830), Padre Jesuíno do Monte Carmelo (1764 1819), entre outros tantos anônimos de expressão artística. Este significativo conjunto
de obras foi composto, desde o início deste século, a partir da criteriosa e ao mesmo
tempo ousada coleta de peças organizada pelo primeiro arcebispo de São Paulo, Dom
Duarte Leopoldo e Silva, e ampliou-se progressivamente a partir da política de
aquisições estabelecida pelo Governo do Estado de São Paulo, na década de 70e que
hoje desponta como ações da comunidade.
No acervo do Museu de Arte Sacra além da rica imaginária, e os agrupamentos já
citados, temos duas outras vertentes tipológicas: o Museu dos Presépios com cerca de
3.800 peças, que compõem singulares conjuntos presepistas, oriundos de diferentes
países e regiões, produzidos em técnicas diversificadas, numa trajetória secular que
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170
perpassa desde o Presépio Napolitano, com 1620 peças - um dos últimos conjuntos do
gênero ainda remanescentes no mundo – até criativas configurações natalinas de nossos
dias. A coleção de Numismática, com 8527 peças, abrangendo moedas do período
colonial e medalhas pontifícias. O acervo objeto deste contrato de gestão, é parte do
Governo do Estado e parte da Cúria Metropolitana.
O Museu de Arte Sacra de São Paulo convive harmoniosamente com o Mosteiro da Luz,
monumento arquitetônico e objeto museal que compõe o cenário apropriado para a
preservação e divulgação de uma das mais eloquentes representações do imaginário
religioso brasileiro.
5.3 -
O ACERVO FRENTE À PRESERVAÇÃO - Política implantada
”Preservação
do
Edifício
e
Acervo”,
aprovada
pelo
IPHAN,Condephaat e Compresp
O Museu de Arte Sacra de São Paulo vem ao longo dos anos empenhando-se na busca
de formas adequadas de promover a preservação de suas coleções, dentro da realidade
da instituição. Tanto o acervo exposto como aquele que permanece em áreas de Reserva
Técnica são objeto de um contínuo conjunto de esforços norteados pela conservação
preventiva visando assegurar a integridade material das coleções.
Atualmente os museus brasileiros vêm, de maneira geral, se conscientizando da
importância crucial que a conservação preventiva possui, minimizando os efeitos da
degradação nas coleções. E têm procurado uma adaptação, utilizando parâmetros de
segurança, mecanismos de controle e equipamentos específicos para interromper os
processos de deterioração, buscando estabelecer critérios adequados para a preservação
do patrimônio cultural sob sua guarda.
A conservação preventiva é hoje um instrumento de gestão tida como prioridade que
assegura a salvaguarda das coleções funcionando em um sistema integrado. O controle
de fatores externos e ambientais como luz, umidade relativa, temperatura, poluentes,
sujidade, manuseio inadequado e ataques biológicos - estaciona ou retarda os processos
de deterioração das coleções, evitando que a intervenção seja necessária, ou pelo
menos efetuada em grau menor, sob critérios de caráter ético, visando proteger a
integridade dos objetos.
Neste sentido, o Museu de Arte Sacra de São Paulo, que conta com um corpo técnico
reduzido, vem realizou nos últimos anos uma série de projetos e exposições
significativas. Dentre estes, podemos ressaltar a concretização das novas instalações do
projeto de iluminação em led, da área expositiva; aquisição de novos equipamentos de
informática, de medição e controle climático, a organização e higienização de seu
acervo em área de Reserva Técnica, norteados por critérios de conservação preventiva e
tipologia de material.
Ainda sob este aspecto e ciente da importância cultural da arquitetura e do acervo
instalado no Mosteiro da Luz, o Museu de arte Sacra, através de projeto encaminhado à
Secretaria de Estado da Cultura (SEC), pela Sociedade dos Amigos do Museu de Arte
Sacra de São Paulo (SAMAS), pretende atender as demandas de MANUTENÇÃO,
CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DO EDIFÍCIO DO MOSTEIRO DA LUZ.
Por tratar-se de um edifício histórico - de característica arquitetônica singular devido à
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171
sua técnica construtiva em taipa, o que lhe confere uma magnitude e importância ímpar
no cenário paulista e nacional -, as intervenções a que será submetido deverão respeitar
critérios específicos de caráter ético e científico, envolvendo aspectos relacionados ao
edifício em si, bem como às equipes que integrarão a coordenação e a execução dos
trabalhos envolvidos, norteados por pesquisas que evitem qualquer descaracterização
estética ou histórica.
O Museu de Arte Sacra continua realizando uma série de levantamentos, vistorias e
pesquisas com o objetivo de possibilitar uma abordagem sempre precisa das formas de
intervenção. Desta forma a mão de obra selecionada faz parte de um rol de empresas
especializadas no tratamento e recuperação do patrimônio.
O conjunto de intervenções quando necessárias tem como finalidade manter e recuperar
a integridade deste imponente edifício frente ao contexto Histórico-Social em que está
inserido. Em se tratando do exemplar mais importante da cidade, remanescente do
período colonial, distinguido como patrimônio nacional desde 1938, e pelo CONDEPHAAT
E CONPRESP, patrimônios estadual e municipal em datas mais recentes.
Visando atender às necessidades e dando continuidade aos procedimentos
anteriormente adotados, os levantamentos sinalizam uma série de áreas prioritárias,
organizadas em etapas buscando promover de forma racional a recuperação infraestrutural do edifício:
a) Imunização contra insetos xilófagos;
b) Impermeabilização de fundações e paredes (pela tipologia da técnica construtiva –
taipa de pilão - verificou-se a necessidade de retornar ao original, revestimento
apenas com cal);
c)
Serviços de prospecção e pintura do conjunto religioso – já realizado;
d) Continuidade do restauro das Folhas Cegas, Portas, Esquadrias do Complexo;
e) Manutenção/revisão das Instalações elétricas, hidraulicas e segurança do Edifício;
f) Implantação do projeto de segurança contra incêndio, alarmes e planejamento para
a retirada das obras, área de escape externa ao museu podendo ser a instalação de
container protegidos por paredes internas contra fogo; planejamento e
estabelecimento de critérios e de prioridades na retirada das obras;
g) Planejar em conjunto com o Corpo de Bombeiros o plano de as ações de combate a
incêndio no edifício, pois as mangueiras com a força da água utilizada seguidamente
podem afetar a estrutura em seu todo, lembrando que nas intervenções
anteriormente efetuadas para a retirada do revestimento das paredes externas do
Complexo, foi e são utilizadas a máquinas de jato de água, com controle adequado
em seu jato permitindo revesti-las a cal, como em sua origem, sendo necessário
atualmente conservá-las anualmente.
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6
PROJETOS DE CONSERVAÇÃO
Projetos na área de conservação e monitoramento ambiental apresentados aos órgãos
de financiamento FAPESP e FUNDAÇÃO VITAE e objetivos alcançados:
6.2 Implementação de Infra-Estrutura em Área de Reserva Técnica e
Laboratório de Restauro
Final da década de 90 com recursos oriundos da FAPESP (Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo), para aquisição de mobiliário confeccionado
especificamente para
as
coleções.
Atualmente tentamos
viabilizar
o
acondicionamento e armazenagem das coleções Paramentos e Livros Raros e
Manuscritos em área de Reserva Técnica, de forma a permitir consultas.
6.3 Implementação Permanente do Acervo de Presépios em Área
Definitiva
Recursos oriundos da Iniciativa Privada e Secretaria de Estado da Cultura, através
da Lei de Incentivo à Cultura (Linc) – 1998/1999 viabilizaram a montagem e
atualmente necessita de reorganização.
6.4
Implementação de Circuíto Interno de Segurança
Recursos oriundos da Fundação Vitae, através da Associação Amigos do Museu de
Arte Sacra – 2002/2003 e em 2012-2013 com recursos do contrato de gestão.
6.5
Implementação de Infra-Estrutura em Área de Reserva Técnica
Recursos oriundos da Fundação Vitae através da Associação Amigos do Museu de
Arte Sacra – 2004/2005, sendo: aquisição de mobiliário complementar para o
acondicionamento e armazenamento das coleções Iconografia, Imaginária,
Numismática, Oratório e Mobiliário em área de Reserva Técnica, trainéis
deslizantes complementares; armários com estantes fixas; moedeiros; estantes
com prateleiras.
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TIPOLOGIA DO ACERVO ACONDICIONADO EM RESERVA TÉCNICA
ACERVO
ITEM
TIPOLOGIA
Imaginária
Paulistinhas
Nó de pinho
Crucifixos
Adorno de
imagens
Objetos de
uso pessoal
Rosários, medalhas,
escapulários, crucifixos, fivelas,
canetas.
Objetos de
uso litúrgico
Cálices, patenas, turíbulos,
galheteiros em metais diversos.
Têxteis
Paramentos
Alfaias
RESERVA
TÉCNICA
PEÇAS/MATERIAL
Esculturas em barro cozido e cru,
madeira, gesso, porcelana etc.
Barro.
Madeira, chifre.
Madeira, prata, marfim, barro.
Resplendores, coroas, jóias,
correntes etc. em ouro, prata e
metais diversos.
Acessórios
Bandeiras, toalhas de altar,
mantos de imagem em seda,
linho, algodão.
Dalmática, casula, alvas, estolas
em diversos tecidos.
Sanguíneo, manustérgio, pala,
corporal, toalha de altar em linho
e algodão.
Chapéu cardinalício, solidéu,
mitra, sapatos, báculo.
LOCALIZAÇÃO
Armários / prateleiras
Armários/ prateleiras
Armários/ prateleiras
Armários/ prateleiras
Armários / gavetas,
moedeiro
Armários / gavetas,
moedeiro e em
exposição na Sala
Cofre
Armários/ prateleiras
e em exposição na
Sala Cofre
Armários / gavetas
Armários / gavetas
Armários / gavetas
Armários / gavetas
/estantes
Manuscritos,
livros raros,
obras sobre
papel
Fotos, documentos, antifonário,
missal, partituras, gravuras.
Armários / gavetas
/estantes
Relicários
Prata, ouro e demais metais.
Armários / gavetas,
moedeiro
Numismática
Oratórios
Retábulos/
frente de
sacrário
Mobiliário
Pinacoteca
Luminárias
Diversos
Moedas, medalhas e
condecorações.
Madeira policromada.
Madeira policromada e dourada.
Mesa, cadeira, catre, arcaz,
armário, estante de coro,
genuflexório em madeira, couro,
palhinha.
Quadro a óleo, têmpera,
aquarela e desenhos.
Lanternas de procissão,
tocheiros, castiçais.
Brasão, escudo, grimpa de torre,
corote, piano, carrilhão, sino,
haste de bandeira, forma de
Moedeiros
Trainel fixo / estantes
Trainel fixo / estantes
Trainel fixo / estantes
e topo de armários
Trainel deslizante
Trainel fixo
Armários, trainel fixo
e demais suportes
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ACERVO
ITEM
TIPOLOGIA
Presépios
7
PEÇAS/MATERIAL
hóstia, litril, matraca, vaso para
palma etc.
Conjuntos presepistas em barro
cru e cozido, metal, madeira
policromada, cera, palha etc.
LOCALIZAÇÃO
Prateleiras
ARMAZENAMENTO
ITEM
DIVISÃO DO
ESPAÇO
FÍSICO
MOBILIÁRIO
DESCRIÇÃO
VERTENTES
08 armários de duas
portas
(1,94 x 1,47 x 0,84 m)
07 armários de quatro
portas
(1,94 x 1,83 x 0,84 m)
Térreo
(401,66m m²)
03 armários de quatro
portas
(0,95 x 1,83 x 0,84 m)
Moedeiro de duas
portas
(2,13 x 1,60 x 0,86 m)
Trainel deslizante de
oito portas
(2,10 x 5,36 x 2,13 m)
Área Comum
Área ocupada
pelo acervo:
803,32m²
Trainel fixo (oratórios) 04 módulos
(2,13 x 2,38 x 0,86 m)
1º Pavimento
401,66m²
(Imaginária e
Presépios)
Paramentos, livros, obras
sobre papel, relicários etc.
Trainel fixo (cadeiras) 03 módulos
(2,90 x 6,10 x 0,88 m)
08 de duas portas (por
face)
(1,95 x 1,00 x 0,50 m)
08 de duas portas (por
face)
1,95 x 1,00 x 0,50 m
09 prateleiras
(2,00 x 2,63 x 0,30 m)
Oratórios, mobiliário,
pinacoteca, altares,
medalhões, numismática.
Paulistinhas, nós de pinho,
imaginária, fragmentos de
talhas etc
Crucifixos, imaginária
Conjuntos Presepistas
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8
ÁREA OCUPADA PELO ACERVO EM RESERVA TÉCNICA:
803,32 m2
9
CLIMATIZAÇÃO
Atualmente a reserva não conta com nenhum equipamento de controle climático e, apesar
de haver desumidificadores e ventiladores, há uma grande variedade nos índices de UR e
T. É desejável é manter os índices constantes, com variações entre +/- 3º C:

Temperatura: 18 a 23ºC

Umidade Relativa: 55 a 60 %
10 EQUIPAMENTOS
12.1
Equipamentos
existentes
para
Armazenamento
e
Acondicionamento, e para implantação de Monitoramento
Ambiental Global em Área Expositiva e de Reserva Técnica:
Quant.
Equipamento
Utilização
01
Mesa de higienização móvel
Higienização mecânica das
coleções
01
Seladora de pedal
Confecção de embalagens
01
Capela de exaustão
Manipulação de produtos químicos
01
Deionizador
Retirada dos íons da água para
conservação
09
Desumidificadores
Retirada de umidade do meio
ambiente
01
Radiômetro
Medição de radiação UV em todas
as áreas de acervo
15(*)
Sensores- termo higrômetros
transmissores de umidade relativa e
temperatura
Armazenar os dados coletados e
retransmiti-los
03(*)
Luxímetro-sensores/transmissores de
LUX e radiação UV
Controle efetivo de luminosidade
01(*)
Transmissor e receptor de alta
potência em wireless
Transmissão dos dados coletados
e acesso imediato à área de
reserva técnica
01
Lupa monocular articulada
Para exames detalhados da peça
03
Sterilair
Eliminação dos microorganismos
presentes no ar
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05
Ventiladores
Circulação de ar na área de
reserva
15
Termohigômetros
Medição dos índices de umidade e
temperatura
16
Termohigrometros com saída USB
Medição dos índices de umidade e
temperatura
Observação:
X (*) – Necessário verificar a compatibilidade tecnológica atual
12.2
Material para Acondicionamento e Identificação das peças em área
de Reserva Técnica:
Uma das prerrogativas estabelecidas pela conservação preventiva é evitar produtos não
recomendados para a conservação das peças devido à volatilização de produtos químicos e
à liberação de compostos nocivos que aceleram a degradação dos materiais constitutivos
das peças. Assim, para o acondicionamento e transporte, foram selecionados materiais
submetidos a testes que garantem sua inocuidade com relação aos objetos do museu com
os quais entrarão em contato.
ACONDICIONAMENTO
Quant.
Material
Utilização
Acondicionamento do Acervo
pacote
Papel CHAMBRIL 240 g –
660 x 960 mm
Acondicionamento: pastas e folders
folhas
Papel CRESCENT
Acondicionamento: pasta e caixas
rolo
Tecido não tecido TNT
Acondicionamento: capa protetora
rolo
Tyvek (100 x 152 cm)
Acondicionamento: capa protetora
metro
Manta acrílica
Acondicionamento: preenchimento para
têxtil
etiquetas
Chambril
Para identificação das peças
rolos
Cordonet
Acondicionamento
lata
Cera Renaissance
Para hidratação de peças com policromia
(Aquisição futura)
placas
Polietileno
(ethafoam)
Para acondicionamento: caixas e suportes
(diversas espessuras)
bastões
Cola de silicone
Adesivo: para embalagens e caixas
trinchas
Pelo natural macio
Higienização
expandido
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177
13
- CONCEITO DE CONSERVAÇÃO PREVENTIVA
A Conservação Preventiva um conceito norteador das ações
Nos anos oitenta a conservação científica despontava como uma disciplina nova nos
museus, mas já entendida como uma das fundamentais responsabilidades de uma
instituição, revelando-se como a tecnologia pela qual a preservação do patrimônio cultural
pode ser alcançada; sendo, simultaneamente, uma corrida contra o tempo (Ward 1986).
Os principais agentes de deterioração indicados são:forças físicas diretas; roubos,
vandalismos e manuseio inadequado; fogo; água; pestes; agentes contaminantes;
radiação; temperatura incorreta e umidade relativa incorreta.
O Museu de Arte Sacra a partir dos padrões internacionais adota uma série de princípios,
incluindo documentos que norteiam as iniciativas relacionadas à preservação e que devem
representar as prioridades nos projetos e ações institucionais. A conscientização da
importância desses princípios não deve ficar restrita apenas aos museólogos e
conservadores; deve ser estendida à todos aqueles que lidam com os bens culturais e sua
salvaguarda.
Estes princípios são:
 Respeito à integridade dos objetos: resguardar o potencial de informações
históricas, científicas e estéticas. Segundo o ICOM, a atividade da conservadorarestauradora lida com a qualidade documentária de um objeto, que é a base da
pesquisa em história da arte, etnografia, arqueologia e em outras disciplinas, de
base científica. Poderíamos relacionar neste item o princípio da mínima
intervenção (ou mínima interferência). A mínima intervenção direta no objeto
seria o princípio mestre da Conservação Preventiva.
 Interdisciplinaridade: A sensibilidade e os conhecimentos de um responsável pela
preservação de um acervo devem estar sendo sempre ampliados de modo que ele
saiba recorrer adequadamente a especialistas das diversas áreas.
 Conhecimento do acervo e do ambiente que o acondiciona: seria o princípio
do diagnóstico: a Conservadora deve possuir uma intimidade muito grande com os
objetos sob seus cuidados e o meio ambiente em que ele está inserido. Ela precisa
ter um olhar aguçado e crítico, capaz de perceber e levantar as questões que as
matérias-primas dos artefatos propõem e a relação desses materiais com as
variáveis que interferem no estado de conservação. Além de conhecer as variáveis
que interferem na deterioração de acervos, é necessário saber interpretar os dados
de monitoramentos ambientais, de modo a propor intervenções que proporcionem
condições mais adequadas para a preservação do patrimônio armazenado no local.
 Treinamento – de todos os funcionários que lidam direta ou indiretamente com o
acervo é um fator fundamental dentro de uma instituição cultural.
É fundamental desenvolver uma intimidade com os objetos de uma coleção que está sob
nossa responsabilidade. Saber como cuidar de todos no geral e de cada um, no específico,
é garantir sua existência para as gerações futuras.
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14
- CONTROLE AMBIENTAL DOS AGENTES BIOLÓGICOS
O trabalho de controle ambiental dos agentes biológicos é realizado por profissionais da
área sendo priorizado o tratamento preventivo. São colocadas iscas para roedores nas
áreas interna e externas do Complexo do Mosteiro que são vistoriadas, e substituídas, a
cada 15 dias, com a troca do lacre e reposição de iscas. O controle de insetos é realizado
através de vistorias periódicas e se necessário, efetuar desintetização Também é realizado
acompanhamento regular com o controle visual dos objetos, procurando indícios de
ataque biológico de pragas urbanas (traças, coleópteros, térmitas e insetos xilófagos).
15
- PLANO DE EMERGÊNCIA
A cada dia percebe-se que o ideal é planejar o futuro da instituição dentro de metas de
curto, médio e longo prazo. A política de conservação do patrimônio do Museu de Arte
Sacra elege o diagnóstico e as medidas preventivas como o caminho eficiente para a
proteção física do acervo e dos edifícios que o abriga. Para isso, uma das ferramentas a
ser estabelecida é o desenvolvimento de um Plano de Emergência para o Museu de Arte
Sacra que visa prever as possibilidades de desastres e todas as ações para minimizar os
riscos, assim como a administração de uma situação de emergência de modo a evitar,
dirimir ou reduzir os danos ao patrimônio cultural envolvido.
O objetivo deste plano de ação preventiva e de recuperação é antecipar identificando a
vulnerabilidade do edifício, acervo ou patrimônio cultural em situações de emergência e
seus efeitos potenciais indicando como preveni-los e atribuindo responsabilidades. É de
responsabilidade do setor de segurança.
16
- ESPAÇO EXPOSITIVO E DE ARMAZENAMENTO
A segurança dos objetos em exibição é um dos aspectos mais importantes que envolve o
Projeto Expográfico. O desenho de uma vitrine inclui uma proteção adequada contra roubo
e dano físico. O espaço expositivo conta com vitrines para a segurança e proteção do
acervo na maior parte. O efeito da radiação ultravioleta e do calor excessivo, devido ao
incremento solar e/ou intensa iluminação e poluentes é prejudicial aos objetos. Mas tem
igual importância o ataque insidioso da parte dos compostos químicos, que podem derivar
dos materiais utilizados na construção das vitrines e suportes. Cientes desse fato, será
necessário implementar a avaliação dos materiais (estruturais, revestimentos, adesivos,
pinturas, seladores etc), que irão entrar em contato com as peças, antes de sua efetiva
utilização na exposição, além de recorrer a pesquisas realizadas em outros museus.
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17. NORMAS E PROCEDIMENTOS
As normas e procedimentos aqui definidos têm como objetivo alertar e orientar toda a
equipe do Museu no sentido da preservação e proteção dos bens culturais do mesmo.
Desta forma, todos os funcionários do Museu devem agir de acordo com princípios comuns,
contribuindo para a diminuição dos fatores de risco assinalados neste documento.
17.1
Segurança
Implantar o Plano de Segurança e Emergência realizado pelo setor de segurança, para o
Museu de Arte Sacra de São Paulo, o qual contém as normas e procedimentos relativos à
segurança. É fundamental a articulação entre o referido Plano uma boa orientação dos
funcionários do Museu em caso de emergência. Em conjunto com o Setor de Recursos
Humanos realizar palestras internas aos prestadores de serviço (seguranças, faxineiros,
copeiras etc), com o objetivo de capacitá-los para a compreensão da especificidade do
trabalho em museus e áreas de preservação e quanto aos principais riscos como a intrusão,
roubo, vandalismo e agressão física.
A circulação de pessoas estranhas no Museu deve ser sempre feita a partir da Recepção,
sendo expressamente proibida a sua entrada em locais não públicos, com exceção de
situações de emergência ou por autorização expressa da Direção do Museu. Em situações
excepcionais, os vigilantes e recepcionistas do Museu devem ser informados
antecipadamente.
e) Visitantes
Por visitante entende-se qualquer pessoa com interesse em visitar o Museu e/ou usufruir
dos seus serviços (oficinas, cursos, etc.). A circulação dos visitantes no Museu restringe-se
aos espaços públicos ou aos espaços destinados às atividades em questão. O acesso de
visitantes a zonas não públicas só pode ser autorizado pela Diretoria, devendo os mesmos
ser acompanhados por um funcionário do Museu. Os vigilantes e recepcionistas devem
neste caso ser avisados da situação. O MAS reserva-se o direito de recusar a entrada de
visitantes que se façam acompanhar por objetos que, não podendo por tamanho ou
natureza circular em segurança pelo Museu, não possam também ser guardados em
segurança.
17.2 Monitoramento e controle ambiental e biológico
O monitoramento e controle ambiental e biológico são da responsabilidade do Setor
Técnico, podendo algumas ações serem delegadas a outros técnicos desde que com a sua
supervisão. Deve ser feito regularmente o monitoramento e controle de todos os fatores de
risco ambiental e biológico presentes no Museu: Umidade Relativa, Temperatura, Luz,
Poluentes e Pragas.
Com a aquisição de aparelhos termohigrôgrafos que serão instalados na área expositiva,
será possível a medição anual e a comparação de dados com os obtidos na Reserva
Técnica, o que possibilitará um acompanhamento real e a definição das linhas de atuação
para as ações conservativas do acervo.
Luz
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180
As seguintes recomendações são apenas linhas de orientação, devendo-se em qualquer
caso procurar sempre reduzir ao máximo os níveis de iluminação e os tempos de exposição
à luz.
a) Nunca devem ser ultrapassados os valores máximos de iluminação recomendados para
cada tipo de peça. No caso de conjuntos heterogêneos, devem ser sempre respeitados os
valores da peça mais sensível. A boa visibilidade das peças é de extrema importância no
contexto museológico, mas não deve nunca sobrepor-se à conservação das mesmas; deve
ser encontrado um equilíbrio entre a visibilidade e a segurança da peça.
Os seguintes valores nunca devem ser ultrapassados:

Materiais mais sensíveis: 50 lux;

Materiais menos sensíveis: 150 lux;

Restantes espaços museológicos: 200 lux.
É recomendado no caso de peças mistas, ter sempre como guia os materiais mais frágeis.
Importante: Deve ser levado em conta que a sensibilidade das peças aumenta com a
degradação, pelo que peças mais deterioradas devem ser sujeitas a valores lumínicos
inferiores aos das suas congêneres melhor conservadas. Em casos extremos de degradação
pela luz, as peças respectivas devem ser retiradas da exposição.
b) As salas só devem ser iluminadas quando necessário, para diminuir o tempo de
exposição do objeto à luz; as vitrines só devem ser iluminadas quando da chegada dos
visitantes. As reservas devem permanecer na obscuridade total sendo acendidas as luzes
apenas nos setores que é necessário lidar com o acervo; os interruptores nas reservas
devem situar-se junto às entradas e saídas, evitando a circulação às escuras.
c) Todas as fontes de iluminação existentes devem estar o mais isentas possível de
radiações UV e IV. Se possível, as entradas de luz natural nas áreas expositivas devem ter
filtros de proteção solar. No caso da iluminação artificial, devem ser escolhidas lâmpadas
adequadas sem emissão de raios ultravioletas e infravermelhos. A luz não filtrada, natural
ou artificial, nunca deve incidir diretamente sobre os objetos.
d) Os níveis de iluminação devem ser monitorados quando da primeira colocação e em
cada substituição das lâmpadas ou filtros. Deve ser feita uma medição regular dos níveis
de radiação ultravioleta, pois certas lâmpadas tendem a aumentar a emissão de radiação
com o envelhecimento. Os filtros ultravioletas (se existentes) devem ser verificados
periodicamente e, quando necessário, substituídos. O monitoramento das radiações
infravermelhas pode ser feito com um termômetro.
e) Manter-se atualizado com as novas tecnologias de Luminotécnica com a aquisição, na
medida do possível, de lâmpadas para o espaço expositivo e demais áreas de reserva e
circulação de acervo.
Umidade Relativa e Temperatura
a) O monitoramento regular da umidade relativa e da temperatura é essencial para a
caracterização das condições ambientais no interior do Museu ao longo do tempo.
Os valores obtidos devem ser comparados com os valores do ambiente exterior do Museu.
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b) Os aparelhos de medição de temperatura e umidade relativa devem ser verificados e
caso necessário, calibrados periodicamente.
c) Os aparelhos de monitoramento ambiental não devem ser colocados perto de
equipamentos de refrigeração, aberturas de acesso ao exterior freqüentemente utilizados
ou sob luz solar direta. Visto que o pretendido é uma leitura geral do ambiente no espaço,
e não num ponto específico da sala, a proximidade de qualquer destes elementos poderá
falsificar os resultados da medição.
d) Como controle passivo da temperatura e umidade relativa deve-se:
 Na medida do possível procurar manter fechadas portas e janelas para
diminuir as variações termohigrométricas;
 Examinar periodicamente o conjunto museológico, detectando e eliminando
problemas como infiltrações, fugas de água, problemas de drenagem, esgotos,
vidros partidos, falta de calafetagem em portas e janelas, etc.;

Limitar o número de pessoas em função do tamanho dos espaços;
 Evitar a proximidade dos objetos a fontes de calor (focos, luz solar direta,
aquecedores, etc.), aberturas para o exterior usadas com frequência e paredes
exteriores (com mais tendência a umidade e infiltrações);
 Colocar filtros ou cortinas de pano cru nas janelas para impedir o aumento da
temperatura;
 Recorrer a absorventes como a sílica gel ou o Art-sorb® para controlar a
umidade relativa no interior das vitrines;
e) O controle ativo dos fatores termohigrométricos pode ser feito através de
desumidificadores, ar-condicionado, ou absorventes. No caso da edificação de taipa de
pilão é necessário um rigoroso estudo para verificação da possibilidade de instalação. Para
certas edificações é recomendado um sistema de ventilação e não refrigeração.
f) O controle termohigrométrico no Museu deve seguir as seguintes diretrizes:

Só é possível obter informações confiáveis sobre as condições ambientais do
Museu após um ano de medições (dadas as variações Verão / Inverno, etc.). Ao
fim desse tempo, devem ser estabelecidos os valores normativos a alcançar em
cada espaço, dependentes do tipo de clima, do tipo e estado de conservação dos
materiais presentes e do tipo e estado de conservação do espaço.
 Antes de proceder a quaisquer correções climáticas é preciso ter em conta,
para além destes fatores, as capacidades do equipamento de controle ambiental e
a capacidade econômica do Museu para sustentar os gastos recorrentes a título
permanente. Uma vez alcançados os valores termohigrométricos predefinidos é
fundamental mantê-los estabilizados.
 Quaisquer correções que se pretenda fazer no clima interno do Museu devem
ser feitas gradualmente, sem oscilações bruscas. As oscilações não podem
ultrapassar 10% em um curto período de tempo, sob o risco de degradar
irreversivelmente os bens.
g) Os bens culturais reagem de formas distintas à umidade relativa, o que não é fácil
adequar este parâmetro a objetos distintos que partilham o mesmo espaço. Como tal, é
necessário considerar que:
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h) Umidade relativa acima de 65% é prejudicial à maioria dos materiais, e se conjugada
com temperaturas superiores a 18ºC, favorece ao aparecimento de organismos e
microorganismos.
i) Os materiais orgânicos, sobretudo os celulósicos, podem deteriorar-se devido a valores
de umidade relativa inferiores a 40% (libertam a umidade intrínseca, perdendo flexibilidade
e quebrando internamente).
j) Para evitar a corrosão dos metais, a umidade relativa deveria ser inferior a 30%. Porém
como vivemos em um país tropical esse dado é difícil. É recomendado todavia a opção por
índices baixos de umidade.
No caso de objetos constituídos por diversos materiais é necessário encontrar um equilíbrio
que permita a conservação de todos os estratos da obra.
k) O sistema de climatização deve ficar ligado em permanência, pois a inatividade noturna
pode provocar graves variações termohigrométricas. Este fato tem um peso determinante
no que diz respeito aos gastos financeiros do Museu, que tem que estar preparado para tal.
l) A instalação dos equipamentos de controle ambiental não reduz a necessidade de
monitoramento ambiental.
Poluentes
Deve ser feito um monitoramento regular dos poluentes no interior do Museu, obedecendo
aos seguintes procedimentos:
a) Analisar anualmente a qualidade do ar, recorrendo a uma instituição/empresa
qualificada e também a medidores que podem ser colocados em vitrines;
b) Se os resultados da análise anual o justificar, fazer a detecção semestral de poluentes
com equipamentos simples apropriados;
c) Observar ao longo do tempo a velocidade de acumulação do pó sobre os bens culturais
(avaliável pela frequência da necessidade de limpeza);
d) Observar regularmente os objetos expostos ao ar, procurando possíveis alterações
provocadas por poluentes;
e) Evitar a realização, nas áreas expositivas e de reservas, de trabalhos que possam
originar poluição;
f) As portas e janelas para o exterior devem permanecer fechadas tanto quanto possível;
g) O sistema de climatização deve possuir filtros contra poluentes, os quais devem ser
limpos regularmente;
h) Materiais liberadores de poluentes (nitratos de celulose, madeiras, etc.) devem estar
separados dos objetos mais sensíveis a este tipo de degradação.
i) Novos materiais integrados ao Museu devem ser isentos de liberação de poluentes.
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j) Nas vitrines, em caso de necessidade, podem ser usados materiais adsorventes de
poluentes, tais como o carvão ativado.
Controle biológico
O controle biológico é feito no sentido da prevenção, evitando danos no espaço e acervo e
também reduzindo as despesas do Museu. Os produtos químicos são evitados o mais
possível. O controle preventivo é feito da seguinte forma:
a) Controlar as condições ambientais de forma a inibir o aparecimento e desenvolvimento
de agentes biológicos.
b) Isolar devidamente todas as aberturas para o exterior.
c) Eliminar fendas das paredes, chão ou cavidades afins.
d) Fazer um acompanhamento regular com um controle visual dos objetos, procurando
indícios de ataque biológico; prestar particular atenção a fendas, infiltrações, aparelhos de
ar-condicionado, equipamentos elétricos e instalações sanitárias.
e) Garantir a limpeza de todos os espaços no interior do Museu, mas também da área
exterior envolvente.
f) Verificar regularmente o estado de conservação do edifício, em particular as áreas de
preparação e consumo de alimentos e os locais de depósito de lixos.
g) Remoção diária dos lixos existentes no edifício, e limpeza regular dos contentores.
h) Orientar para evitar o consumo de alimentos e bebidas nas áreas expositivas e de
reserva.
i) Informar aos visitantes do impedimento da circulação de materiais susceptíveis de
provocar uma infestação nos espaços expositivos.
j) Em último caso, pode-se recorrer a desinfestações periódicas do edifício e obras em
risco. Este tipo de ação pode ser feita a cada cinco anos, visto ser este o limite do poder
preventivo da generalidade dos desinfestantes. O ataque biológico deve ser minimizado
através de métodos não intrusivos, sendo a intervenção química a última medida a tomar.
k) O orçamento anual deve contemplar os gastos no controle de infestações.
l) Antes de combater uma infestação é necessário procurar identificar os agentes e a
gravidade da mesma, de forma a aplicar a metodologia mais adequada.
m) São utilizadas iscas para detecção dos agentes biológicos presentes;
n) Um objeto sob suspeita de ataque biológico deve ser imediatamente isolado,
meticulosamente inspecionado e posto em quarentena; confirmando-se o ataque, o objeto
deve ser sujeito, o quanto antes, a um tratamento de desinfestação.
o) A desinfestação dos objetos deve ser feita, preferencialmente, com o método da
exposição a baixas temperaturas ou com uma câmara de anóxia; não obstante, a escolha
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do método variará consoante cada caso, sendo que não é possível na maioria dos casos
excluir a intervenção química.
p) Uma infestação em larga escala pode ser combatida com o auxílio de uma empresa
especializada, devendo sempre ser acompanhada por um técnico de Conservação e
Restauro.
Importante: É fundamental ter em conta os químicos a usar nas diversas zonas do Museu,
considerando o tempo necessário para que o ar possa ser respirado em segurança.
q) A desinfestação geral não viabiliza o descuido das medidas preventivas referidas
anteriormente.
17.3Manutenção do equipamento
a) São feitas inspeções regulares para detectar eventuais problemas no equipamento;
b) Qualquer arranjo necessário deve ser feito por um profissional habilitado;
c) Todos os equipamentos de segurança São examinados periodicamente por entidades ou
empresas especializadas, de forma a garantir o seu correto funcionamento numa situação
de emergência;
d) Os equipamentos de controle termohigrométrico devem ser observados periodicamente
por um técnico especializado, nunca esquecendo a necessidade de manutenção e
substituição regular dos respectivos filtros.
17.4
Materiais, equipamentos, sistemas de exposição e reserva
e organização dos espaços
Estas recomendações destinam-se, sobretudo, a orientar a escolha e instalação de novos
equipamentos. No que diz respeito às Reservas, procura-se orientar na melhoria das
condições dos espaços existentes ou no caso do novo edifício, realizar estudos para melhor
acomodação do mobiliário de acondicionamento prevendo a futura aquisição de novos, para
a melhor proteção e conservação do acervo.
Exposição
a) Sempre que for realizado um projeto para novas exposições ou para alterar a exposição
de longa duração, o estado de conservação dos objetos deve determinar a forma de
exposição. Se o estado de conservação não o permitir, os objetos não devem ser expostos.
b) Deve ter-se sempre em conta o tempo de duração da exposição, podendo este ser
alterado consoante o estado de conservação dos objetos.
c) As condições ambientais e de iluminação nas salas de exposição devem respeitar os
níveis de segurança impostos para todos os objetos expostos simultaneamente.
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Deve ser nomeado um responsável retirar,iniciar com a palavra Periodicamente, durante a
exposição, registrar e avaliar os respectivos valores; este deverá também certificar-se do
estado e funcionamento dos aparelhos, comunicando imediatamente qualquer anomalia à
Conservadora do Museu.
d) Na realização de vitrines ou suportes novos para peças, deve-se evitar a presença de
madeira em contacto com os objetos, pois ela pode liberar ácidos prejudiciais à sua
conservação. Aconselha-se a escolha de materiais como acrílico, vidro, aço inoxidável, etc.
Em último caso, devem ser escolhidas madeiras menos ácidas e mais secas.
e) Todo o espaço expositivo e respectivos equipamentos devem estar cuidadosamente
limpos quando da colocação das peças.
f) É aconselhável a colocação de um filme de proteção entre os objetos expostos e a
superfície sobre a qual serão colocados.
g) Todos os equipamentos expositivos – vitrines, bases, prateleiras e outros -, assim como
os materiais utilizados na sua instalação, devem ser estáveis, sólidos e inertes, garantindo
o correto acondicionamento dos objetos. Deve sempre ter-se em conta a segurança,
volume, peso e características particulares de cada objeto. Para, além disso, não deve
haver interferências estéticas na visualização dos objetos, procurando-se equipamentos
esteticamente neutros e enquadrados no contexto expositivo envolvente.
h) Quaisquer sistemas de fixação dos objetos devem respeitá-los integralmente, não
podendo de forma alguma modificá-los. Devem ser escolhidos sistemas que permitam a
montagem e desmontagem em plena segurança para as peças, garantindo a sua perfeita
estabilidade durante a exposição.
i) Os objetos expostos em superfícies lisas e deslizantes devem ser devidamente travados;
no Museu não podem ser permitidas ações que possam produzir choques ou vibrações
danosas para os objetos.
j) As novas vitrines deverão ser seguras contra roubo e vandalismo; a estanquicidade é
importante para manter as condições ambientais apropriadas no seu interior. Se possível,
quando se justifique, as vitrines devem possuir compartimentos para sistemas de medição
e controle dos fatores ambientais, podendo estes serem acedidos sem a abertura da
vitrine; devem igualmente possuir compartimentos similares para o sistema de iluminação.
k) Ao expor objetos fora das vitrines deve-se ter em conta a sua segurança face ao público.
Para além da vigilância presencial, deve-se procurar, consoante o caso, outros sistemas,
como barreiras de proteção física, barreiras psicológicas, etc.
l) A colocação dos objetos no contexto expositivo deve evitar locais próximos de saídas de
ar, portas e janelas de utilização frequente e outros elementos passíveis de alterar
substancialmente as condições ambientais.
m) Durante qualquer exposição, deve ser feito um monitoramento periódico para avaliar as
condições ambientais, de segurança e de conservação dos objetos expostos.
Reservas Técnicas
a) Para além de respeitar as normas conservativas para os diferentes objetos, as reservas
têm também que permitir um acesso lógico e fácil a cada objeto e possuir espaço suficiente
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para receber novos objetos.
b) As reservas são para armazenamento exclusivo de bens culturais pertencentes ao
acervo do MAS; quaisquer outros acervos deverão ser armazenados em locais definidos ou
no caso de outras peças, em depósitos para outros fins.
c) As passagens existentes deverão ser suficientemente largas para permitir acesso e
acessibilidade.
d) A organização das reservas deve ser feita de acordo com a divisão das coleções, e
dentro de cada uma por sub-tipologias. A ordenação dos subgrupos poderá seguir critérios
segundo os materiais, a cronologia, dimensões, forma, peso, origem, etc.
e) Deve existir uma planta, atualizada periodicamente, com todo o conteúdo das reservas e
a localização de cada objeto. Podem ainda ser assinaladas as peças que necessitem de
tratamento de conservação e restauro urgente.
f) Os objetos em reserva devem estar identificados com um número de inventário, visível
sem implicar o manuseio do objeto.
g) O equipamento de armazenamento deve seguir as mesmas regras que o equipamento
expositivo.
h) Os pequenos objetos podem ser armazenados em caixas, gavetas, tabuleiros, armários,
prateleiras, etc., devendo existir em cada um destes equipamentos uma lista de tudo o que
contém; certos objetos de dimensões reduzidas poderão ser acondicionados em sacos de
plástico micro-perfurados, desde que devidamente identificados.
i) Os objetos devem ser colocados em lugar próprio, e nunca nas zonas de passagem.
j) Os objetos devem ser colocados a pelo menos 10 cm do solo, para evitar embates e
ressalvá-los de possíveis inundações.
k) Devem existir equipamentos de segurança nas reservas, nomeadamente detectores de
incêndio e extintores em locais facilmente acessíveis.
l) Se possível, as portas devem ser estanques e corta-fogo.
n) No exterior das reservas deve existir uma área de quarentena, para armazenar
provisoriamente peças atacadas por agentes biológicos.
Limpeza de espaços, equipamentos e acervo
a) Deve ser feita uma limpeza regular de todos os espaços do edifício, atendendo assim à
sua manutenção constante;
b) A limpeza nas proximidades dos bens culturais (equipamentos de suporte,
armazenamento, etc.) deve ser feita com cuidadosamente para que o acervo não sofra
riscos.
c) Quando a limpeza implicar o manuseio de bens culturais, este deve ser feito por pessoal
técnico ou na presença da Conservadora.
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187
d) Os responsáveis pela limpeza devem comunicar a equipe para quaisquer problemas ou
anomalias que observem nos bens culturais, no equipamento ou no próprio espaço
museológico.
e) A limpeza superficial de bens culturais não poderá ser feita sobre objetos fragilizados;
em qualquer caso devem ser usadas trinchas macias e nunca água, solventes ou quaisquer
outros produtos de limpeza.
f) É aconselhada a limpeza dos espaços com aspirador, pois a vassoura não elimina todo o
pó. Ao utilizar aspirador, enceradora ou equipamentos afins, devem-se evitar choques
mecânicos, quer em bens culturais quer nos equipamentos em contacto com eles.
g) Os pavimentos devem ser lavados apenas com água; em caso de necessidade, devem
ser usados detergentes adequados (alguns produtos comerciais contêm substâncias
prejudiciais aos bens culturais). No entanto a lavagem dos pavimentos deve ser feita com o
mínimo possível de água, para não alterar substancialmente a umidade relativa do ar;
deve-se procurar secar a superfície lavada, nomeadamente com um aspirador de água ou
utilizar panos levemente umedecidos. A lavagem pressupõe o extremo cuidado com os
objetos em contato com o solo, evitando sempre o contato com o líquido. Os objetos
removidos para a lavagem do espaço só devem ser recolocados quando a superfície estiver
completamente seca.
l) Deve ser feito um plano anual de limpeza profunda para todas as áreas do Museu, de
forma a que cada uma seja limpa a fundo pelo menos duas vezes por ano; deve-se
considerar que nos espaços expositivos e de reserva esta limpeza poderá exigir a presença
de pessoal técnico.
m) A responsável pela conservação tem a responsabilidade de explicar estas regras aos
funcionários da limpeza, velando pelo seu cumprimento.
n) O acervo é constantemente monitorado para que seja avaliada a necessidade de
limpeza, sendo que o monitoramento pode ser feito por todos os funcionários do Museu,
que devem comunicar os fenômenos observados à Conservadora, para que esta possa
decidir as medidas a tomar.
o) Sempre que possível, os objetos são protegidos para evitar a necessidade de limpeza
direta (vitrines, etc.).
p) A decisão de proceder à limpeza deve ser ponderada, tendo em conta as características
do objeto, o estado de conservação e os métodos e produtos a utilizar.
q) O acervo deve ser limpo por pessoal especializado ou sob a supervisão deste.
r) A escolha dos métodos e produtos de limpeza do acervo é da competência do técnico
responsável pela intervenção, sujeitando-se, no entanto, ao parecer determinante da
conservadora do Museu.
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188
17.6
Circulação de bens culturais
Manuseio
a) Deve-se evitar o manuseio e a circulação desnecessária dos bens culturais.
b) Deve ser feito um quadro com níveis de permissão de manuseio para cada tipologia de
objetos, atendendo aos materiais constituintes, fragilidade, estado de conservação,
raridade e valor artístico, científico, educacional ou monetário.
c) O manuseio é uma atividade de risco para o objeto, e por vezes também para os
funcionários. Por esse motivo, não pode ser permitida a realização de qualquer outra ação
em simultâneo com o manuseio de bens culturais (por exemplo, falar ao telefone ou
comer).
d) Devem ser usadas luvas durante o manuseio, protegendo os objetos das substâncias
liberadas pela pele. O tipo de luva a ser usada varia consoante a tipologia e tamanho dos
objetos; não devem ser usadas luvas de algodão para manusear objetos muito pequenos e
escorregadios. As luvas devem ter o tamanho certo para a mão, diminuindo o risco de
deixar escorregar o objeto. As luvas devem ser substituídas regularmente, sobretudo
quando se manuseia objetos de diferentes características. Se excepcionalmente não for
possível usar luvas, o funcionário deve lavar e secar bem as mãos antes e depois do
manuseio, recordando que alguns objetos poderão conter materiais prejudiciais à saúde.
e) Antes do manuseio, o objeto deve ser observado de forma a identificar os seus pontos
frágeis: o objeto não deve ser agarrado por zonas salientes (asas, braços, bordos, pegas,
etc.) ou vulneráveis (zonas restauradas, em risco de destacamento, etc.). Deve também
ser avaliada a existência de fraturas ou fissuras, para evitar a fragmentação do objeto ao
levantá-lo.
f) As partes articuladas ou móveis dos objetos não devem ser manuseadas sem
necessidade. No caso, os componentes menores de objetos compósitos (tampas, etc.)
devem ser retirados antes do manuseio. O manuseio deve ser sempre feito com as duas
mãos; os objetos pequenos devem ser seguros com uma mão e protegidos com a outra.
g) Nunca podem ser manuseados dois objetos simultaneamente.
h) Durante o manuseio não é recomendada a presença de utensílios afiados ou com tinta
nas proximidades do objeto, assim como o uso de adereços pessoais passíveis de se
enganchar no mesmo. É aconselhável o uso de bata.
i) É expressamente proibido o uso de fitas adesivas ou quaisquer produtos colantes em
contato direto com os objetos.
j) Objetos com equilíbrio instável devem ser munidos de um travão.
k) Os objetos nunca devem ser arrastados. Antes de mover objetos pesados ou de grandes
dimensões deve-se levar em conta o número de pessoas necessário para fazê-lo em
segurança; se disponíveis, deve recorrer-se a meios mecânicos (carrinhos, etc.).
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189
l) As operações de manuseio devem ser cuidadosamente planejadas, garantindo a
segurança dos objetos e das pessoas. A execução deve ser feita com movimentos lentos e
sincronizados.
m) Os deslocamentos devem ser atentamente planejados, tomando particular atenção ao
tamanho das aberturas e à existência de escadas, mudanças de direção e estreitamentos.
n) Em caso de queda e fragmentação de um objeto, todos os fragmentos devem ser
recolhidos e entregues à Conservadora do Museu; a ocorrência deve ser fotografada e
registrada.
Circulação interna
a) A circulação de bens culturais dentro do Museu justifica-se nos seguintes casos:
exposição temporária; rotação de objetos na exposição permanente; reorganização da
exposição permanente ou das reservas; intervenções de conservação e restauro; obras ou
intervenções no espaço onde o objeto de encontra; estudo físico do objeto; levantamentos
fotográficos; pesquisa.
b) Em qualquer caso deve ser feita uma avaliação prévia do estado de conservação dos
objetos, podendo ser necessário realizar uma intervenção antes do deslocamento. Há ainda
que se levar em conta os riscos do transporte e as condições de segurança e conservação
das novas localizações.
c) O percurso que o objeto vai percorrer deve ser devidamente planejado, devendo estar
absolutamente livre e desimpedido.
d) A nova localização do objeto deve estar preparada para recebê-lo, e se possível
apresentar valores ambientais idênticos aos do local de saída.
e) Quando é realizado o transporte de objetos em uma bandeja ou caixa, estes devem ser
colocados sobre uma base de material amortecedor (papel de seda, espuma, plástico
bolha, etc.); a mesma proteção deve ser colocada entre os objetos.
Circulação externa
O Museu de Arte Sacra de São Paulo é administrado pela Sociedade Amigos do Museu de
Arte Sacra de São Paulo – SAMAS, qualificada como Organização Social de Cultura desde
julho de 2007, e segue as determinações da Secretaria do Estado da Cultura com relação a
empréstimos.
a) Só é permitida a circulação externa de bens culturais nas seguintes situações:
 Exposição temporária fora das instalações do Museu de Arte Sacra de São
Paulo;

Intervenções de Conservação e Restauro;

Situação de Empréstimo;
 Necessidade de realizar exames técnicos que não possam ser feitos no
Museu;
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190
b) Os riscos inerentes à circulação externa devem ser minimizados o mais possível pelo
cumprimento dos seguintes procedimentos:

Avaliação prévia do estado de conservação do objeto;

Correto manuseio;

Proteção do objeto com embalagem adequada;
 Acompanhamento dos processos por técnicos ou pela Conservadora do
Museu;

Escolha do transporte adequado e respectivo acondicionamento do objeto;
 Certificação de que o local de destino apresenta boas condições ambientais e
de segurança.
c) Quer o pessoal do Museu, quer terceiros envolvidos no transporte e recepções das obras
devem cumprir rigorosamente as normas de manuseio, as condições ambientais e de
segurança.
d) Qualquer objeto que saia do Museu como empréstimo para outras Instituições, deve
estar protegido por um seguro que preveja todos os riscos da circulação externa.
e) Qualquer objeto que saia do Museu deve ser acompanhado de um Laudo de Estado de
Conservação, com a respectiva descrição, data, estado geral de conservação, fotografia e
outros elementos que se entendam necessários. Deve permanecer no Museu uma cópia
deste Laudo.
f) As embalagens são concebidas especificamente para cada objeto (ou conjunto),
adaptando-se ao seu estado de conservação e fragilidade. O objeto deve ficar o mais
protegido possível de choques físicos, vibrações e súbitas variações de temperatura e
umidade. Devem ser usados materiais de acondicionamento estáveis, quimicamente inertes
e não abrasivos.
g) Deve-se fazer embalagens com uma abertura simples, para facilitar a embalagem e
desembalagem. Nas embalagens deve estar assinalado o local de abertura, a fragilidade do
conteúdo e o sentido de manuseio.
h) É fundamental estudar previamente todos os acessos e percursos dos objetos até ao
local de destino, tendo em conta o tamanho e peso da embalagem.
i) Os meios de transporte utilizados devem proporcionar a máxima segurança aos bens
culturais. É aconselhável recorrer a uma empresa especializada.
j) Os objetos devem estar imobilizados durante o transporte, sendo todos os espaços
preenchidos com materiais amortecedores de choque (esponja, plástico de bolhas, etc.).
k) Os objetos não devem ficar em contato direto com a espuma ou ethafoam; deve-se
colocar um filme de proteção ou papel de seda entre ambos.
l) No caso de empréstimo, o bem cultural deve ser acompanhado por um relatório com a
descrição detalhada do mesmo em laudo, do estado de conservação, no momento da saída
do Museu.
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191
m) A instituição à qual o objeto foi cedido por emprestimo tem a obrigação de fornecer ao
MAS registros das condições de iluminância e ambientais, obtidos durante a exposição.
n) Qualquer anomalia identificada nos objetos emprestados deve ser de imediatamente
comunicada ao MAS, não sendo permitidos quaisquer tratamentos de conservação e
restauro sem autorização da Conservadora do mesmo.
o) Todas as medidas expressas devem ser igualmente aplicadas no processo de retorno da
peça ao local de origem.
Formação de recursos humanos
O Museu de Arte Sacra incentiva a formação continuada e atualização dos seus funcionários
do Setor Técnico através da frequência em cursos, palestras, workshop etc.
17.7 Público
Dentro do Museu, o público do MAS é orientado a respeitar as seguintes normas, as quais
devem estar bem explícitas, em local visível, à entrada do Museu:
 Os visitantes não podem entrar no espaço museológico com sacos, mochilas,
guarda-chuvas ou outros objetos volumosos, os quais deverão de ser entregues
na Recepção.

Não é permitido comer e/ou beber nas dependências do espaço espositivo.

Não é permitido fumar, exceto no local destinado para esse fim.
 Não é permitida a entrada de animais, qualquer que seja a espécie, no
interior do Museu.

É permitido filmar ou fotografar no interior do Museu, sem flash.
 Não é permitido o acesso aos espaços não públicos do Museu, a pessoas não
autorizadas.
 Não é permitido sujar ou danificar o espaço museológico nem o material –
equipamento ou acervo – nele contido.
Normas específicas para as salas de exposição
 Orientações em legendas legíveis em três línguas, fixadas na área expositiva para
orientar e informar os visitantes.
 Não é permitido tocar nos objetos expostos, exceto se houver
indicação específica
para tal (por exemplo, objetos para manuseio).
Aplicam-se as normas gerais de conduta explicitadas acima.
Perante o seu público, o MAS reserva-se os seguintes direitos:
 O Museu pode exigir a divisão dos grupos de visitantes se o seu número for
considerado excessivo;
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 Os funcionários do Museu podem convidar a sair qualquer visitante que
perturbe o normal funcionamento do mesmo ou que coloque em risco o acervo;
 O Museu pode indicar normas de conduta consoantes às necessidades de
conservação do acervo e condicionantes de grupos específicos.
18
CHECK LIST
O objetivo é elaborar um check-list para os diversos setores (setor técnico, manutenção,
limpeza, segurança, monitoria), buscando padronizar procedimentos e garantir a segurança
de funcionários e do acervo. Uma check list é uma lista de verificação que varia conforme o
setor no qual é utilizada. O check list define procedimentos e recomendações a serem
seguidas pelos funcionários quando estão lidando com o acervo, no manuseio, embalagem,
transporte de peças, por exemplo. Funciona também como um guia, para organizar as
tarefas a serem feitas e checar as já realizadas.A check list deve ser resumida, não deve ser
redigida como relatório, deve ir diretamente a cada ponto pertencente ao processo em
questão.
19
CRONOGRAMA
As coleções foram diagnosticadas como prioritárias para o trabalho de conservação. As
etapas de duração serão estabelecidas de acordo com a programação das exposições,
devido à complexidade das tipologias e prazos disponíveis.
20
CONCLUSÃO
O Plano de Salvaguarda, Contingência e Conservação Preventiva do Edifício e do Acervo,
caminha em direção à excelência dos seus serviços, procurando atender com igual
eficiência as necessidades o público. A sua ação aporta a sensibilização dos diversos
públicos em relação às necessidades do ambiente museológico procurando formar os
visitantes no sentido de respeitar bens culturais, o que se revela fundamental para a
salvaguarda dos bens que o Museu abriga. A implantação de elenco de procedimentos
nesta fase tão frutífera deve ser vista como uma orientação, presente e futura, para a
melhor conservação do acervo do Museu.
Contemplar o caminho da excelência nas áreas de conservação do edifício e do acervo
beneficiam não somente o objeto principal museológico mas também o visitante e suas
futuras gerações, que poderá continuar usufruindo da beleza desta coleção, exposta em
local privilegiado por ser uma das únicas construções intactas do século XVIII e no seio
desta, a gigantesca metrópole. Exercer o direito de cidadão, repeitando as origens, etnias e
influências culturais é um dos caminhos para a verdadeira zeladoria patrimonial.
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Bibliografia
CHAGAS, Mário de Souza ; NASCIMENTO JUNIOR, José do (orgs). IBERMUSEUS: Panoramas
Museológicos da Ibero-américa. Brasília, DF: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional, Departamento de Museus e Centros Culturais, 2008.
CHAUMIER, Serge. Des musées em quête d’identité: écomusée versus technomuseé. Paris:
L’Harmattan, 2003. (Nouvelles Etudes Anthropologiques).
DROUGUET, Noémie; GOB, André. Lá muséologie: histoire, développements, enjeux actuels.
3 ed.. Paris: Armand Colin, 2010. (Sciences Humaines & Sociales).
MANSON, Timothy. Gestão Museológica: desafios e práticas. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo: British Counciel: [Fundação] Vitae, 2004 (Série Museologia.
Paletras e Debates; 7).
POULOT, Dominique. Museé et muséologie. Paris: La Découverte, 2009 (nouvelle édition).
SANTOS, Maurício O. ; SOUZA; Patrícia (trad.). Museologia – Roteiros práticos: Parâmetros
para a conservação de acervos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: British
Counciel: [Fundação] Vitae, 2004. (Série Museologia. Roteiros práticos; 5)
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ANEXO 4: MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA
I – UNIDADE MUSEU – Av. Tiradentes
01 – ESTACIONAMENTO DE VEICULOS
Código
do posto
P1
P1
Horário
Equipe
Entrada principal
Jornada
semanal
Seg. a Dom.
07h / 19h
1 Vigilante 12x36
Entrada principal
Seg. a Dom.
19h / 07h
1 Vigilante 12x36
Local de atuação

Durante o horário de funcionamento (das 7h00 as 17h30), o portão de veículos
deverá permanecer semi aberto (meia folha), sendo aberto totalmente somente com a
chegada de veículo.

Na chegada de veículo, o segurança deverá abordar pelo lado do motorista,
perguntando com educação no que pode ajudar. Depois de confirmado que é visitante,
funcionário, prestador de serviços ou entregadores, será liberado o acesso.

É terminantemente proibido a qualquer profissional de segurança da HAGANÁ
estacionar ou manobrar veículos, seja de clientes, funcionários, condôminos, ou
qualquer outro que seja.

O uso do estacionamento é exclusivamente destinado aos usuários do museu e
igreja.

Será permito aos entregadores, ou prestadores de serviços estacionarem seus
veículos no estacionamento interno.

Todo veículo que adentrar no estacionamento deverá ser cadastrado no formulário
próprio, onde deverá constar além dos dados do veículo a hora de entrada e saída.

Não permitir estacionar veículos em locais que prejudicam a circulação de
entrada e saída de veículos e pedestres.

Não permitir utilização do estacionamento para outros fins, sendo o
estacionamento liberado enquanto o visitante permanecer no interior do Museu de Arte
Sacra;
Obs.: Posto Inabandonável, por se tratar da portaria principal onde todas as
entregas e correspondências são recepcionadas por este vigilante, sendo
assim, para se ausentar do posto de serviço (banheiro, refeições, etc...), este
deverá ser substituído por outro membro da equipe de segurança.
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195
02 – ENTRADA DE PEDESTRE
Código
do
posto
P2
P2
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
Entrada de Pedestre
Entrada de Pedestre
Seg. a Dom.
Seg. a Dom.
07h / 19h
19h / 07h
1Vigilante12x36
1 Vigilante 12x36
Entrada Museu
Entrada de
pedestre

Recepcionar todos os pedestres que cheguem para visitação, orientando-os sobre o
destino;

Abertura do portão (Avenida Tiradentes, 676), ocorrerá todos os dias às 7h00,
sendo o seu fechamento realizado às 17h30;

Acompanhamento da abertura do Museu, uma vez que a abertura é atribuição do
Supervisor de Segurança do Museu;

Hasteamento das bandeiras (Brasil e Estado de São Paulo), todos os dias às 07h00
deverá retirar na sala da supervisão de área as bandeiras que estão sobre a prateleira e
hasteá-las, sendo que às 18h00 deverão realizar o processo ao contrário.

Atendimento ao público em geral, é o responsável em indicar aos visitantes onde é à
entrada do Museu (1ª porta a direita no corredor frontal), presépio (retirar ingresso na
bilheteria do museu) e demais localidades;

Proibir a entrada de pessoas desnudas, embriagadas, pedintes, baderneiros e etc...

Reveza com os demais vigilantes (durante o revezamento o vigilante da bilheteria ficar
atento a este posto);
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03 – BILHETERIA DO MUSEU DE ARTE SACRA
Código
do
posto
P3
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
Bilheteria
Ter. a Dom.
07h / 19h
1Vigilante12x36

Posto Inabandonável, o vigilante deverá permanecer postado ao lado do detector de
metais, sendo que, para se ausentar deverá ser substituído por um membro da equipe
de segurança;

Responsável em manter a ordem, sendo assim, se posiciona em um ponto
estratégico de onde visualiza simultaneamente a Loja do Museu, o Guarda Volumes, a
Bilheteria e o Detector de Metais, além, de poder identificar em tempo real pessoas que
queiram se evadir carregando com sigo algum objeto de arte do museu.

Caso identifique alguém em atitude suspeita, deverá imediatamente comunicar o
Vigilante do Cofre (P4) e o Vigilante do Monitoramento para que este permaneça em
tempo real visualizando o indivíduo, enquanto este permanecer nas dependências do
Museu.

Ao identificar um Furto, deverá trancar a porta de acesso ao museu (chave
permanece na porta), acionar via rádio Ht o Vigilante Monitoramento, Supervisão do
Posto.

É o responsável em realizar triagem em agentes de segurança pública que
queiram visitar o MUSEU, essas pessoas só poderão acessar as dependências do
Museu portando sua arma, mediante apresentação da funcional.

Reveza com os demais vigilantes.
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04 – COFRE
Código
do
posto
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
P4
Cofre
Ter. a Dom.
09h00 /
17h
1Vigilante12x36

Posto Inabandonável, o vigilante deverá permanecer postado em frente a porta de
entrada do cofre, sendo que, para se ausentar deverá ser substituído por um membro
da equipe de segurança;

Acompanhamento da abertura e fechamento do cofre, o qual é realizado única e
exclusivamente por funcionários do MUSEU DE ARTE SACRA, sendo esta abertura
realizada de terça-feira a Domingo as 09h00 e tendo o seu fechamento as 17h00.
Deverá informar o Vigilante de Monitoramento para que este acompanhe o processo
através de imagens.

Acompanhamento de abertura e fechamento do cofre para limpeza, a qual é
realizada todas as segundas-feiras em horário esporádico, para isto deverá informar o
Vigilante de Monitoramento para que este acompanhe o processo através de imagens.

Sua principal função é fazer cumprir a ordem dentro deste recinto enquanto haja
visitantes;

Para isto deverá realizar Rondas no interior do cofre sempre que houver visitação no
local;

Também deverá monitorar todo o ambiente externo ao cofre, ou seja Corredor do
Cofre (frontal a porta do cofre) e o Corredor da Luz (lateral esquerda da porta do cofre);
Ao visualizar qualquer visitante tocando alguma das peças expostas ou tirando
fotos com flash, comunicar imediatamente o Monitor do Museu, o qual irá abordá-lo,
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198
caso haja, recusa por parte do visitante o vigilante deverá acionar a Supervisão
imediatamente;
05 - ABERTURA DO MUSEU
Código
do
posto
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
P5
Abertura do Museu /Entrada
de Funcionários
Seg. a Dom.
07h /
9h00
1Vigilante12x36 o
mesmo do “P4”

Embora a abertura do Museu seja realizada pelo Supervisor, este vigilante o
acompanha na realização desta tarefa;

Após executar a abertura e constatar que esta tudo em ordem, o Vigilante se
posiciona na entrada de funcionários (parte interna do jardin).

E permanece fazendo Rondas
definitivamente o posto P4.
esporádicas
até
as
09h00,
quando
assume
Obs.: TODAS AS SEGUNDAS-FEIRA ESTE VIGILANTE PERMANECE NA ENTRADA
DE FUNCIONÁRIOS E EM RONDA PELO INTERIOR DO MUSEU ATÉ AS 18H00,
HAJA VISTA NÃO HAVER VISITAÇÃO.
06 - ABERTURA DO PRESÉPIO
Código
do
posto
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
P6
Presépio
Ter. a Dom.
09:00 às
17h
Educadores

A abertura do Presépio é realizada pelo Supervisor as 9h00;

Após executar a abertura e constatar que esta tudo em ordem, o Supervisor
deverá acender as luzes e deixar a porta semi-aberta para que seja efetuada a limpeza.

Após a abertura, o monitoramento será realizado através das imagens.

O fechamento será realizado pelo Supervisor as 17h00.
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07 – SALA DE MONITORAMENTO - CFTV
Código
do
posto
P7
P7
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
Sala de Monitoramento
Sala de monitoramento
Seg. a Dom.
Seg. a Dom.
07h / 19h
19h / 07h
1Vigilante12x36
1 Vigilante 12x36

Localizada ao lado da Sala da Supervisão de Área

Posto Inabandonável, sendo que, para se ausentar deverá ser substituído por um
membro da equipe de segurança;

Local definido em ponto estratégico, com elevado grau de Segurança, acesso
restrito ao seu interior, planejada de forma a impedir intrusão/invasão.

Controles operacionais, medidas emergenciais e planos de contingências de natureza
a preservar vidas e o patrimônio utilizando se para isso todo aparato eletrônico e
humano.

Em termos de segurança dentro do planejamento estratégico é considerado como
um grande olho, acompanhando tudo em tempo real, operação 24 horas. Apóia todas
as ações estáticas e dinâmicas dentro da própria CENTRAL e fora com a equipe de
SEGURANÇA

OPERADOR DE MONITORAMENTO
Como o próprio cargo define opera os equipamentos direcionando procedimento,
programando, diagnosticando defeitos, falhas e logicamente ativando os planos de
contingências. O desempenho do operador será definido pelo grau de interação com os
equipamentos e a equipe sob seu comando, tirando o máximo proveito de cada um o
resultado final vai ser positivo.
ATRIBUIÇÕES

Manter permanentemente fechado o portão que separa o pátio externo da área
dos barracões (caso esteja aberto solicitar para algum membro da equipe de
segurança fechá-lo) e apenas abri-lo para saída ou entrada de funcionários e pessoas
autorizadas.

Pessoa Desconhecida, havendo a insistência da entrada de uma pessoa não conhecida
da equipe de segurança, o Vigilante de Monitoramento deverá acionar via Rádio HT o
Supervisor da Segurança e solicitar sua presença junto ao acesso para que este execute
a triagem pessoalmente.

Monitorar o comportamento de todos que estiveram no pátio, caso visualize
pessoas com condutas que infrinjam as normas do Museu (Deitado na grama, deitado
nos bancos, pisando no jardim, colocando pés nas paredes, etc) deverá informar a
supervisão imediatamente via rádio HT;

Acompanhar a abertura e fechamento Museu, verificando qualquer fato anormal
solicitar apoio imediatamente;

Acompanhar abertura e fechamento do Cofre, verificando qualquer fato anormal
solicitar apoio imediatamente;

Acompanhar a movimentação nos demais postos de serviço, verificando qualquer
fato anormal solicitar apoio imediatamente.
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
200
II – UNIDADE SÃO LÁZARO
Código
do
posto
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
P8
Unidade São Lázaro
Seg. a Dom.
7h / 19h
1Vigilante12x36

Prédio da Administração Reserva Técnica e Biblioteca do Museu de Arte Sacra,
localizado na Rua São Lázaro, 271 Bairro da Luz;

Abertura da unidade, o Vigilante as 07h00 deverá retirar a chave e o aparelho
“Nextel” no Museu de Arte Sacra e se deslocar até o posto “P8”.

Desativar o Alarme, para isto o vigilante terá 30 segundos para executar o seguinte
processo:
a) Chamar o nextel do Posto 820 e manter o PTT acionado (para que toda a
movimentação possa ser ouvida a distância);
b) Abrir a Porta principal;
c) Retirar a chave e deixa-la em seu poder;
d) Adentrar e fechar a porta imediatamente (se faz necessário a porta estar fechada
para desativação/ativação do alarme);
e) E digitar a senha no teclado;

Em seguida deverá executar uma Ronda no prédio, para isto deverá:
a) Ir até o 2º andar
b) Descer pela escada de emergência visualisando janelas e portas

Ao finalizar a Ronda deverá se posicionar na recepção onde deverá ligar o Monitor de
CFTV e proceder com o acompanhamento de entrada de Funcionários;

A partir das 8h00, se posiciona na entrada interna da recepção realizando o controle
de entrada de funcionários e prestadores de serviço, ou seja, realiza a primeira
abordagem, uma vez que a solicitação para liberação de acesso é realizada pela
recepcionista;

No horário de almoço se ausenta para as refeições, porém, para isto o Vigilante será
substituído por um vigilante do Museu de Arte Sacra, o qual é conhecedor de todas as
atribuições da parte administrativa.

O recebimento de correspondências e encomendas, deverá ser utilizado o passavolumes instalado na porta de entrada social;

Abertura da porta de correr, somente será aberta para o recebimento de materiais de
grande porte e ou Obras do acervo, o vigilante deverá comunicar o Coordenador de
Segurança do Museu, no caso de necessidade de abertura da porta de correr da reserva
técnica todas as demais portas da frente do prédio deverão estarem trancadas.

As 19h00 realizam o fechamento, ou seja:
a) Ir até o 2º andar
b) Descer pela escada de emergência visualisando janelas e portas
c) Abrir a Porta principal
d) Deixa a mesma apenas encostada (se faz necessário a porta estar fechada para
desativação/ativação do alarme)
e) E digitar a senha no teclado
f) Sai imediatamente para rua trancando a porta com a chave
g) Retorna ao Museu de Arte Sacra e guarda a chave no claviculário na Sala da
Supervisão de Área;
OBS.: NOS FINAIS DE SEMANA E FERIADOS APENAS FUNCIONÁRIOS COM
AUTORIZAÇÃO PRÉVIA PODERÃO ACESSAR ESTA UNIDADE.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
201
III - SUPERVISÃO
Código
do posto
Local de atuação
Jornada
semanal
Horário
Equipe
Supervisor
Geral
Seg. a Dom.
7h / 19h
1 Supervisor12x36

O Supervisor é o elo entre a Haganá e o Coordenador de Segurança do Museu.

Responsável pela imagem da empresa através da apresentação pessoal e
assiduidade dos colaboradores, fiscaliza o correto cumprimento dos procedimentos
estipulados, no desenvolvimento e planejamento de novos procedimentos, elaborando
escala de serviço e férias, cobertura de falta, treina novos colaboradores
acompanhando o desenvolvimento das tarefas, ou seja, é o elo de comunicação entre a
equipe de segurança e a supervisão Haganá.

Avalia o desenvolvimento dos colaboradores de seu turno, caso haja necessidade de
mais treinamento documentar e informar a Gerência de Área ou a Coordenação. Tem
que ter sensibilidade para detectar possíveis atos negligentes de colaboradores no
Museu no tocante a todos colaboradores, sendo tarefa importantíssima trabalhar à
informação de caráter preventivo. Defender, administrar e minimizar conflito para o
cliente trabalhando sempre dentro da conduta ético-moral, conscientizar-se que o
serviço de vigilância e da área de (humanas) para tanto o bom comunicador e
conhecedor terá mais facilidade no trato pessoal.

Responsável pela equipe, é o elo entre a Gerência e a Haganá, no que diz respeito às
atividades e procedimentos operacionais, checa e fiscaliza a aplicação das normas e
procedimentos bem como as suas alterações.

Como Supervisor deve conhecer todas as atribuições de cada posto de serviço
minuciosamente.

O Supervisor também deve realizar Rondas esporádicas nos seguintes locais do Museu.
a) Parte Interna do Museu
b) Parte Externa do Museu
c) Jardim da Mata (fundos do Museu)
d) Presépio

Desligar o disjuntor “jardim interno”, que se encontra no quadro de disjuntores no
primeiro corredor do museu.

Diariamente, ao clarear e escurecer, deverão ser ligados e desligados todos os
disjuntores do quadro de luz “QL-Externa”, encontrado dentro da sala da
Supervisão de Área.

É responsavel por abrir e fechar o Museu e o Presépio;

Acionar o Alarme destes recintos;

Dar Apoio a qualquer membro da equipe de supervisão que o acionar;

Monitorar constantemente o Posto de Serviço “P6” UNIDADE SÃO LAZARO
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
202
PORTFÓLIO DE REALIZAÇÕES DA ENTIDADE
Constituída em 25 de março de 1992, sob a denominação Sociedade Amigos do Museu de
Arte Sacra de São Paulo, SAMAS, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, geriu
o Museu nestes termos até 10 de junho 2007, quando já Organização Social de Cultura,
constituída em 07 de maio, por meio de despacho publicado no dia 08 de maio do mesmo
ano, assinou o primeiro contrato de gestão sob nº 15/2007 que, tendo seu término em
10/06/2010, foi substituído pelo contato de gestão 42/2010, com prazo determinado até
31/12 do corrente ano.
Em Assembleia dos sócios datada de 19/04/2010 teve sua denominação alterada para
Associação Museu de Arte Sacra de São Paulo, em atendimento a um Decreto da
Presidência da República, que mandava retirar a denominação Amigos das OSs.
Durante o período de gestão em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, como
Sociedade Amigos do Museu de Arte Sacra de São Paulo, foi o Museu dirigido por João
Marino e, a seguir, por Mariangela de Vasconcellos Marino. Esta seguiu como Diretora do
Museu até março de 2012, já como OS, sucedida por Beatriz Vicente de Azevedo, que
ocupou o cargo até fevereiro de 2013, sendo temporariamente substituída (fevereiro e
março de 2013) pela museóloga Maria Inês Lopes Coutinho, que acumulou os cargos de
Diretora Executiva e Diretora Técnica, tendo sido sucedida na Diretoria Executiva em 1º de
abril por José Carlos Marçal de Barros.
O caminho foi trilhado com melhoras consecutivas. Durante o período de gestão em
parceria, foram apresentadas exposições de incontestável relevância, dentre elas
destacando-se:
1995




A Paixão e a Morte do Senhor
Coleção Alfredo Mesquita
Presépios do Mundo
Presépio Napolitano
1996








Santo Antônio, o Santo do Menino Jesus
Mãos que Esculpem, Mãos que Oram - Arte Religiosa no Vale do Paraíba
Vestes Litúrgicas
A Arte na Bibliografia Religiosa
Nossa Senhora e os Santos na Arte Sacra Brasileira
Oratórios - Fé na Cultura Brasileira
Presépios
Presépios no Mundo da Imigração
1997
 Herança do Sagrado
 Herança Barroca
 Presépio Napolitano
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
203
1998






Universo Mágico do Barroco Brasileiro
Brasileiro que nem eu, que nem quem?
Imaginária, Fé e Devoção no Vale do Paraíba
Retrospectiva José Antonio da Silva: Pintura 1947-1995
Presépios
Relíquias de Frei Galvão: Um Santo em Terras Paulistas
1999



Implantação Definitiva do Presépio Napolitano (1620 peças do século XVIII)
Entre o Céu e a Terra – O Brasil Barroco
Brasileiro que nem eu, que nem quem?
2000




Arte Sacra de Brecheret
A Imaginária Paulista
Ourives em São Paulo
Os Mais Lindos Presépios do Mundo
2001


Santos Juninos, Santos Populares – Festa e Tradição
Presépios Olhar dos Povos
2002

Iconografia de Nossa Senhora
2003/2004/2005






Presépios Populares Brasileiros
Obras do Santeiro Dito Pituba
Conheça os Santos Juninos do Santeiro Dito Pituba
Presépios de Todos os Continentes
Presépios
Altares Paulistas – Resgate de um Barroco
2006

A Arte Sacra de Petrus
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
204
Já como OS, na gestão de Mariangela Marino realizaram-se as seguintes mostras:
2007








Iconografia do Sagrado
Presépios Portugueses
Iconografia do Sagrado
Fé, Engenho e Arte: Aleijadinho e seu Tempo
Arte Sacra e Religiosa
Presépios Natalinos
Presépios
Exposição Natalina
2008



Nossa Senhora - Imagens de Devoção e Arte
Simplesmente José, Homem Justo, Homem Fiel, Pai de Jesus
Presépios Brasileiros
2009



A Arte Sacra de Anita Malfatti
Divino Espírito Santo
Glória a Deus nas Alturas
2010


2011









Paixão de Cristo
Festas Populares
Jesus, Luz dos Povos
A Descida da Cruz
Crux Crucis Crucifixus - O Universo Simbólico da Cruz
As Dores
Vestes Sagradas
Arte Sacra Popular
Oratórios Barrocos - Arte e Devoção na Coleção Casagrande
Benedito das Flores e Antônio de Categeró
A Arte em Presépios
Durante o período da Sra Vicente Azevedo aconteceram:
2012








Luz da Fé
Jóias com História do Vitoriano ao Art Déco por Isabella Blanco
Contrapontos: Arte Contemporânea no Museu de Arte Sacra de São Paulo
Museu de Arte Sacra de São Paulo Celebra a Chegada da Primavera com as Rosas de
Paulo von Poser
Paulo von Poser Homenageia Nossa Senhora Aparecida com Instalação no Museu de
Arte Sacra
Cenas de um Encontro de Fé: Exposição Multimídia Comemorativa dos 70 Anos do
Congresso Eucarístico Internacional
Benedito Calixto: Um Retrato de São Paulo
Presépios: no Museu como em Casa
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
205
2013
 459 Paulistinhas
A curta gestão da Sra Coutinho, contou com a excepcional ocorrência da renúncia do Papa
Bento XVI, o que ensejou a exposição “A Cátedra de Pedro: as Medalhas Contam a
História”, com parte das medalhas papais do acervo que, pela oportunidade, transformou-se
em sucesso de mídia e público, tendo a visitação durante seu período sido a mais
expressiva alcançada pelo Museu até então.
Na atual gestão foram apresentadas as seguintes mostras:
 Uma Assinatura na Arte Anônima: Dito Pituba
 Memória, Devoção e Brasilidade: Coleção Ruth e Paschoal Grieco
 A Cátedra de Pedro: as Medalhas contam a História - Museu Janete Costa, Niterói, RJ
 Santeiros Populares Paulistas – Museu Janete Costa, Niterói, RJ
 São Francisco de Assis, das Chagas e de Todo o Mundo
 Crux Crucis Crucifixus - O Universo Simbólico da Cruz – Centro Cultural Banco do
Brasil, Rio de Janeiro, RJ
Neste




semestre ainda estão previstas:
São Roque em São Roque
A Morte
Presépios
Sentar
Paralelamente às exposições temporárias e de longa duração do acervo, o Museu
apresentou novas propostas: as Tardes Musicais, realizadas aos sábados no jardim do
Claustro, vem em um crescendo de qualidade e audiência, já tendo sido apresentados mais
de 20 solistas, corais e grupos de música sacra clássica, entre os quais se destacam os do
Colégio Santa Inês, Camerata e o Coral da FUNDAP.
A criação de um Núcleo de Pesquisa e Cursos, coordenado pelo Padre José Arnaldo Juliano
dos Santos, Capelão do Mosteiro da Luz, possibilitou, em parceria com a Faculdade São
Bento, que a SAMAS passasse a oferecer cursos de extensão universitária, que se
transformaram em sucesso cultural com crescente número de alunos. Assim como
palestras, oficinas e workshops, também muito bem recebidos pelo público.
O Café do Museu, iniciado em 10 de abril com palestra do Padre Luiz Eduardo Pinheiro
Baronto sobre “O Simbólico e o Diabólico no Rito: o que une e o que desune na experiência
cristã”, teve continuidade em maio com o tema “A física moderna, a partícula de Deus e o
nosso dia a dia", ministrado pelo Prof. Dr. João Sérgio Cury Lauand. Em junho, o Padre. Dr.
José Oscar Beozzo abordou os “50 anos da Encíclica Pacem in Terris de João XXIII: o bem
comum e a paz entre os humanos”. Com datas já programadas até novembro, estão
confirmados para os meses de agosto e setembro, respectivamente, os temas “E o Verbo se
fez Poesia: o Sagrado e a Transcendência na poesia moderna” e "O sentido da vida entre a
poesia de Carlos Drummond de Andrade e Adélia Prado".
No mesmo campo de atuação cultural, mas visando também à inclusão social, foram
ministrados dois cursos de grande valia e repercussão. O primeiro deles, em parceria com a
Obra Assistencial Dona Cecília Galvão Vicente de Azevedo, foi o curso de “Zeladoria do
Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural”, possibilitando a formação de jovens interessados
em preservar com competência nossa cultura. O segundo, em parceria com a Caritas,
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
206
propiciou o aprendizado de nossa língua e dos costumes brasileiros a refugiados vindos de
Angola e Haiti.
Com a criação da Rede de Museus de Arte Sacra, sob coordenação do MAS, trabalho de
capacitação profissional e resgate da cidadania foi desenvolvido no sentido de devolver à
comunidade o conhecimento e registro de seu próprio patrimônio. Foram promovidos
oficinas, palestras e estágio técnico com o objetivo de ampliar o conhecimento e contribuir
para a definição de estratégias de preservação dos acervos da instituição, ampliando,
assim, as ações de preservação do patrimônio cultural nos municípios do litoral e interior de
São Paulo, com destaque ao projeto Inventário Paulista de Acervos Museológicos de Arte
Sacra e a consolidação da estrutura da Rede de Museus de Arte Sacra, além de exposições
itinerantes e encontros de articulação.
Paralela à catalogação, realizada através da contratação de uma equipe técnica vinculada ao
Museu de Arte Sacra de São Paulo, responsável pelo desenvolvimento técnico do projeto e
que interagiu de modo proativo com as equipes locais dos museus, avançamos na discussão
dos planos museológicos dos museus e paróquias do interior, oferecendo palestras e
workshops relativos ao tema nas cidades em que também desenvolvemos processos de
catalogação do acervo. Com as ações alinhadas, constatou-se um crescimento na qualidade
técnica dos trabalhos no litoral e interior e uma reflexão sobre seu acervo, história,
memória, religiosidade e arte, permitindo, como já citado, uma reflexão no sentido de
enriquecer o indivíduo como cidadão. É este processo iniciado nos anos anteriores que
esperamos consolidar nos anos de 2014 e 2015.
Outra conquista alcançada pela OS foi a locação de um prédio à Rua São Lázaro, sua
reforma e adaptação para que abrigasse, de forma condigna, tanto a Reserva Técnica, que
ocupa dois terços da área, como a Administração, a Biblioteca e uma sala aparelhada para
cursos.
Finalmente, com as novas condições físicas, foi possível montar a Biblioteca José Mindlin,
com cerca 4.500 títulos, além de livros raros, e abri-la para pesquisadores.
A transferência da Administração e Reserva Técnica para o prédio da Rua São Lázaro
possibilitou, com a decisiva colaboração da Secretaria de Estado da Cultura, que várias
obras de melhoria, mesmo que ainda insuficientes, fossem levadas a cabo no prédio da Av.
Tiradentes, que abriga o Museu e o complexo da Imaculada Conceição da Luz, como foi a
reforma do telhado.
A transferência da Administração para as novas instalações também propiciou ao Museu
novas salas de exposição, ampliando o espaço para abertura de mostras temporárias quase
simultaneamente, além da exposição de longa duração de peças do acervo.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
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CURRÍCULOS DOS DIRETORES E PROFISSIONAIS QUE OCUPARÃO OS
PRINCIPAIS CARGOS
DIRETOR EXECUTIVO
José Carlos Reis Marçal de Barros
Nasc. 15.12.1940
Colégio Dante Alighieri, Instituto de Filosofia Ciências e Letras
Mini- Currículo
 Sub Gabinete Militar da Presidência da República –Gov.Jânio Quadros
 Cia Swift do Brasil – Livestock Dept.
 Sócio Gerente Rio Lambari Agrícola e Pastoril e Rio Lambari Silos e
Armazéns Gerais (grupo Carvalho/Banco Andrade Arnaud)
 Sócio Gerente Velmar Aquacultura e Velmar Biogenética – Silva Jardim
Est. Rio de Janeiro
 Coordenador Administrativo e Financeiro – BADESP - Banco de
Desenvolvimento do Estado de São Paulo
 Gabinete Ministro da Agricultura - Gestões Min. Delfim Netto, Amaury
Stabile e Nestor Jost
 Coordenador PROVARZESAS - Programa Nacional de Várzeas Irrigáveis
 Atividades Agrícolas – produção de fruticultura irrigada Oeste da Bahia
e Sudoeste do Piauí
 Conselheiro da Associação Museu de Arte Sacra de São Paulo- 2009 /
2012
 Diretor Executivo Museu de Arte Sacra de São Paulo - Atual
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
208
DIRETORA TÉCNICA
MA R I A I N ÊS L O PE S CO UT I NH O
RES U MO P RO F I SS I O N A L
Arti s ta pl á sti ca , mu s e ól oga , m est r e e m h i stó ri a e d ou t o ra n d a e m mu s e ol ogi a .
E xp e ri ên ci a n a ár e a de pr e s e r va çã o c o mo a s s es s o ra t é cn i c a, v ol tad a pa ra o s
mu s eu s , en vol v en d o i mpl an ta çã o , pl a n o mu s e ol ó g i c o, p e squ i sa h i st ó ri co cu l tu r al , i n v en tá ri o s, c atal o ga çã o , c on s e rv aç ã o e ac o mpan h am en t o d e
r e stau r aç ã o d e ac e r vo s , p r odu çã o/ m on tag em d e ex p osi ç õ e s, a ç ã o cu l tu r al ,
i n cl u são e su st en t a bi li dade. T amb é m a tu a c o m cap aci ta çã o e f or ma çã o n a
ár e a d e a rt e s vi su a i s e mu s e ol ogi a. C o o rd en aç ã o d e p r oj et o s mu s e ol ó gi c os e
di re çã o d e i n sti tu i çõ e s cu l tu r ai s/mu s e u s. Vi ag en s pr o fi s si on ai s a o e xt e ri o r .
Bon s c on h eci m en t o s d e Es pan h ol e In gl ê s.
AT IV IDA D E R E C E NT E
Di r et o ra T é cn i ca d o Mu s eu d e A rt e Sac r a d e S ão P au l o , Mu s e ól o ga da
P O IES IS , O rgan i z a ç ão S oci al qu e cu i da de mu s eu s e m S ão Pau l o , n a á r ea d e
li ter atu ra . Pa rti ci pa çã o e m equ i p e d e i n v en tá ri an ça d o a c e r vo d o Mu s eu d a
Ci dad e d e Sã o P au l o , c ol e çã o IV C en t e n ári o , j u n t o à O fi ci n a 3 .P a rti ci paç ã o
c om o con f e r en ci sta n o III e En c on tr o P au l i sta de Mu s eu s/ S IS EM - S EC e n o IV
c om o m od e rad o r a. Pa r e c e ri sta d o M i ni sté ri o da Cu l tu r a pa r a P R ON AC ,
pr oj et o s d e pat ri m ô n i o e a rt e s vi su ai s . Vi age m à Itál i a c o mo c ou r ri e r pa ra
ac om pan h am en t o d o r e st au r o do h i dr o avi ã o Jah ú , to mba d o p el o pat ri m ôn i o
do E stad o d e S ão Pa u l o.
FO R M AÇ ÃO A C A DÊ MI C A
2010/ 11 DO UT O R A N D A e m M u s e ol o gi a p el a Un i v e r si da de Lu s ó f on a d e
Hu m an i dad e s e t e cn ol ogi a s - Li sb o a/P o rt u gal .
1993/ 96 M EST RE e m Hi st ó ri a Ib e r o Am e ri can a p el a P UC - R S (P on ti fí ci a
Un i ve r si dad e Cat ól i ca d o Ri o Gr an d e do Su l ), s ob o te ma A
Re si st ên ci a
p el o
E st éti c o:
Im agin á r ia
Gu a r an i
n as
Mi ss õ e s
Je su ít ic a s d o B r as il .
1981/ 83 M EST R A ND A e m M u s e ol o gi a n a F ES P - SP (Fu n daç ã o E s col a d e
So ci ol ogi a e P ol í ti ca d e Sã o Pau l o) c om t r ês es p eci al i z aç õ es em
Mu s eu s d e In du st ri a Ci ên ci a e T é cn i ca /Mu s eol ogi a G e r al e E sp e ci al
(1983 ), Mu s eu s
de A rt e/ C on s er va ç ão Mu s e ol ógi c a ( 1982)
e
P equ en o s Mu s eu s e
Mu s eu s d e Hi st ó ri a/Cu ra d ori a M u s e ol ógi a
(1981 ).
1978/ 80 B A CH AR EL em Pi n tu r a n a F E BA SP (F acu l da d e d e B el as Ar t es d e Sã o
Pau l o) .
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
209
FO R M AÇ ÃO CO M PL E ME NT AR
20 09 - F un d aç ã o D or i n a No w i l l - A E st ét ic a do D e fi c ie nt e V i s u a l / f e v
20 08 - M AM /S P – Se mi n ári o A ce s s ib i l i d ad e e m M u se u s / n o v
- Se m in á r io I nt er n ac io n a l C i ên c i a e Mu s eo l og i a : Un i v e rs o Im agi n á ri o
C EF E T/UF M G 14 a1 7 /ab ri l B el o Ho ri z on t e – M G
- X C on g re s so In te rn a c io n a l d e C i d ad e s Ed uc a do r a s / C on st ru çã o d e
Ci dadan i as e m Ci da de s Mu l tu cu l tu rai s – P r ef ei tu ra d eS ã o Pau l o( An h embi ) 24
a 26 d e ab ri l
- S emi n á ri o M em ó r i a Co n st r uí d a In s ti tu to d e P e squ i s a s t e cn ol ógi ca s/ IP T –
SP 15 d em ai o
- Pal e st ra M at er i a i s A rt ís t i c os d a Re n as c en ç a à C o nt e mp or a n e id a d e –
C en t r o Cu l tu r al - S P 20 d e j u n h o
- 60ª R eu n i ão An u a l da S BP C- U N ICA M P/S P 13 a 18 d e j u l h o
- Pal e st ra P ro te ç ã o e
Cu l tu ral S P 01 d e ag o st o
R a st r e am e n to
do
P at r im ô ni o
Cu lt u r al
C en t r o
- Cu r s o d e E xt en s ão Un i v e rsi tá ri a E du ca ç ã o em Mu s eu s e Fo r ma çã o d e
Mo n i to r es : a M edi a çã o e m Cu r s o – F a cu l d ad e de E du c a çã o – U SP /S P 4 8
h /au l as
- En c on t r o R e gi on al de Ac e s si b i li d a de
Do ri n a N owi l l - SP – 4 e 5 d en ov e mb r o
em
M u se u s
–
MA M/
Fu n da çã o
20 05 - Pa rti ci pa ç ão c om o c on vi dad a n o V I S IM P ÓS I O I NT E RN AC IO NA L
D IÁ L O G OS IB ER OA M ER ICA N OS - IVA M/ Re en f o can d o vi si on e s, p r o bl em as y
po si bi li dade s en el a r te co n t emp o r án e o – Val en ci a/ E sp a n h a
20 01 -Vi si ta t écn i ca a o s p ri n ci pai s MUS E US FRA N C ES E S , a co n vi t e
Em bai xa da da F r a n ça n o B ra si l , en vol v en d o oi to i n sti tu i ç õ e s. (n o v emb r o)
da
19 98 - Cu r s o d e I NT R OD U CC IÓ N A L AS FU E NT E S D EL A RT E VI RR EI NA L n o
Mi n i ste ri o d e E du c aci ón y Cu l tu ra , n a E s pañ a (M ad ri d), c om o b ol si st a d o
Go v er n o E sp a n ho l . (s et em b r o à d e z emb r o)
19 96 - Cu r s o d e CO NS E RVA CI Ó N PR EV E N TIV A n o In sti t u to d el Pat ri m ô n i o
E spa n h ol
Hi st ó ri c o
E sp añ ol /Mi n i ste ri o
de
Edu ca ci ón
y
Cu l tu r a,
na
Es p añ a (Ma d ri d), c o mo b ol si st a d o G o v e rn o . ( ou tu b r o/n ov e mb ro ).
19 89 - Pa r ti ci paçã o n o S egu n d o S emi n ári o In t e rn aci o n al s ob r e E xp o si ç õ es e m
Mu s eu s , Faz en d o E xp o si çõ e s - C on s tru in d o Re alid ad e s, or gan i z ad o p el o
Mu s eu Pa r a en s e Em íl i o Go el di e S mi th s on i an In sti tu ti ón ( U. S. A . ), em B el ém
do P a rá .
19 84 Cu r s o d e C on s e r va çã o e R es tau r o , o rg an i z ad o p el o M AC/U SP (Mu s eu d e
Art e C on t e mp o rân e a e Un i v e r si dad e d e Sã o Pau l o) , c om o P r of o . . An t on
Roj e r - R e sta u ra d o r d o T e xa s C on s e rv at i on C en t er ( U. S. A .) .
- Cu r s o d e Mu s e ol ogi a P opu l a r - Fu n d aç ão E s c ol a de S oci ol ogi a e P ol í ti ca
de S ão Pau l o , c o m a P r o f a . D r a. Wal di sa Rú s si o C ama rg o Gu arn i eri .
- Cu r s o d e C on s er va ç ão ( u mi dad e , t emp e rat u r a e i l u mi n ação) e Vi tri n a s em
Mu s eu s , o rg an i z ad o p el a Fu n d aç ã o E s c ol a d e S oci ol ogi a e P ol í ti ca d e São
Pau l o , c o m o P r o f o .. Ga el d e Gu i ch en - Co n s e r vad o r d o ICO M/ U NE SC O .
EX PER I ÊN C I A P RO FI SS IO N A L ( p ri n ci p ai s at i vi d a de s )
20 12 - 2 01 3
- Di r e t or a T é cn i ca e Di r et o r a E x e cu ti va n o Mu s eu d e A rt e S ac ra d e S ã o Pau l o
- Di r e t or a S ec r e tá ri a d o 4 0 C O R EM - SP .
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
210
20 11 -2 01 2
- Mu s e ól o ga n a P O IE S IS - Or gan i z a çã o So ci al de Cu l tu r a, d e s en v ol v en do
tra bal h o s n o s mu s e u s: Ca sa Gu i l h er m e d e Al m ei da, C as a das R o sa s e Mu s eu
da Lí n gu a P o rtu gu es a.
20 10
- C on s el h ei r a d o 4 0 CO R EM - SP e Fu n d aç ão S an t o s Du m on t .
- Impl an ta çã o , e t apa fi n al , P r oj et o Es ta çã o Sa rz e d o Pl ataf o rm a d e
Cu l tu ra /M G ,
h ttp:// ww w. e st a ca o sa rz ed o . o rg .b r/ c on t eu d o .a sp ?n ti p o= 1&l i sta = cat eg o ri a &c a
t_i d=1
- P ar ti ci paç ão e m p e squ i sa c o m r e al i z açã o d e l i vr o r e sg at an d o a t r aj et ó ri a
mu s e ol ógi c a d a P r o f a D ra Wal di sa Rú s si o Cam a rg o Gu a rn i e ri , c o o rd en a do p el a
Pr o f a D r a Ma ri a C ri st i n a de Ol i vei r a B ru n o , a s e r edi tad o p el o IC OM/ B ra si l e
Se c r eta ri a d e E st ad o da Cu l tu ra .
- Vi si ta t écn i c a à Ba s e A é r ea d e L e cc e / It ál i a par a ac om pan h a m en t o da
r e stau r aç ã o
do
h i dro - avi ã oJah ú ,
to mba d o
pel o
Pat ri m ôn i o
de SP( C ON D E P HAA T) .
20 09
- El ab o ra çã o de Pl an o Mu s e ol ógi c o pa r a o M us e u d a C o mu n ic aç ã o a s e r
i mpl an tado em B el o H o ri z on t e , s en d o equ i p e i n te rdi s ci pl in ar ep r e st aç ã o d e
s e rvi ç o s à E xp om u s (ag os t o - d ez em b r o), w ww .mu s eu d a co mu n i cac ao . o rg .b r
C on su l to ra
em
Mu s e ol o gi a,
na
equ i p e
I nt er n ac i on a l d eA rqu i t etu ra pa ra O Mu s eu
UN ICA MP /SP (j u l h o - s et e mb r o)
v en c ed o ra
do
C on cu r so
E xpl o r at ó r i o d e Ci ên ci as -
- P r oj et o Mu s e u d e J a n d ir a / SP (j u l h o )
- In au gu ra ç ão M e m or i a l Af fo n so Pe n n a ( ju n ho ) -S an ta Bá r ba ra/ M G
20 08 / 20 09
- Pr oj et o s M em o r i a l
Bá rba r a/M G
A ff o ns o
P en n a
e
C i rc u it o
de
Mus e u s -
San t a
- As s e ss o r i a Mu s e ol ó gi c a – g e st ão S a bi n a Es c ol a Pa rqu e d o C on h eci m en t o
- S an t o An d r é/S P ( j an a m ar )
- Impl an ta çã o d o Pr oj e to - a ut o ri a mu s eo l óg ic a e m us e og r á fi c a e c oau t ori a e xp og rá fi ca – E st a ç ão S arz e do - Pl a t af o rm a d e C u lt ur a / M G
20 08 , w ww . e sta ca o s arz e d o. o rg .b r
- Cri a çã o da I NE SC O A rt e e Me mó r i a Ltd a – ME , emp r e s ad e c on su l to ri a e m
mu s e ol ogi a e a rt e
- As s e ss o r i a Mu s e ol ó gi c a – g e st ão S a bi n a Es c ol a Pa rqu e d o C on h eci m en t o
- S an t o An d r é/S P
- Pal e st ra s d e F o rm a ç ão p a r a Mo n it or e s
Co n h eci m en t o , di a s 15 e 19 d e j an ei r o
da
Sa bi n a -
E s col a
P a rqu e
do
20 07
- As s es s o ri a Mu s e ol ógi c a – g es tã o S a b i n a E s c ol a Pa rqu e do C on h eci m en t o San t o An d r é/S P
- Cat al oga ç ão d a O br a d e A mi l car d e Ca s tr o , N o va Li ma/ B H - M G
20 06
As s es s o ri a
Mu s e ol ógi ca
–
do C on h eci m en t o - S an t o A n d r é/S P
i mp l an taçã o
Sabina
Es c ol a
Pa rq u e
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
211
-
Realização Inventário de Obrasde Arte da Secretaria de Estado da Cultura de São
Paulo.
-
Atividade de Docente no 1ºcurso de Técnico em Museu/SP- Instituição PaulaSouza e
Secretaria da Cultura/SP
20 03 / 05
- P r oj et o Mu s eu d a Ci dad e d e M AR IAN A/M G – B ID / Pr e fe i tu r a M u ni c ip a l –
em
i mpl an taç ã o.
- Co n su l t o ri a Mu s e ol ó gi ca c ri açã o In sti tu t o d e A rt e C on t e mp o rân e a A mi l car
de Ca st r o - i n v en tá ri o e c on s e r va çã o d a ob ra d o a rti st a - N o va Li ma - M G .
( em p r o c es s o)
-
Su p e rin t en d en te d e Art e s Vi su a is da F u n da çã o Cl ó vi s S al gad o/ P a l ác io
d as A rt e s .
Váriasexposições- Arte Tradicional Portuguêsa/ Fundação Gulbenkian,
Abstração como Linguagem / Pinakotheke, O Tesouro dos Mapas/Instituto Cultural
Banco Santos, História em Quadrões/ Maurício de Souza, entre outras.
-
Pa rti ci pa çã o Ev en t o G ES TÃ O D O F UT UR O - Pal á ci o da s A rt e s/ BH - M G
20 04
- Cu rad o ri a E xp o si çã o 100 an os d a L o co moti v a - C u rv e lo / M G (j u l /n o v)
20 02
- Su p e ri n ten d en te d e Art e s Vi su ai s da Fu n da çã o Cl ó vi s Sa l gado/ P a l ác i o
d as A rt e s . V ári a s e xp o si çõ e s - Miró/Museu Reina Sofia-ES, Picasso/ Museu Reina
Sofia-ES, Gaudi uma Visão Poliédrica/ES
-
Cu r ad o ri a da Ex p o si çã o
Am i lc a r
Usi mi n as/ Ipa ti n ga - M G ( Ou t/j an )
de
C a st r o
no
Ce n tr o
Cu l tu ral
-
Cu r ad o ri a E xp o si çã o T em p or á ri a In au g u ral M u se u d e Ar t es e O f íc i os –
In sti tu t o Fl ávi o Gu ti e r r ez / BH - M G ( D ez )
-
Pr oj e to Mu se o g rá fi c o/ C on s e r va çã o S an t u ár i o d o C a r aç a /C ap el a do Irm ã o
L ou r en ç o - A c omp an h am en t o Ob ra s Ra ra s e Mu s eu /M G ( De z )
-
Cu r s o d e Mu s e og ra f i a – IEP HA / ILA - Itál i a, em Ou ro P re t o, pa ra di ri gen t es
de mu s eu s , n as ci da de s d o ci cl o d o ou r o .
20 00 / 20 02
Ch ef e
do
D epa rt am en t o
de
Art e s
Pl ásti c a s
da
Fu n d aç ã o
Cl óvi s Sal gad o/ P al á ci o
das
A rt e s
–
B el o
Ho ri z on t e /M G,
en v ol v en do
mon tag en s e cu ra d o ri as O Hu man i s mo Lí ri c o d e Gu i gn a rd , R et r o sp e cti va de
P ed r o M o ral ei da , en tr e ou t r a s.
19 99 / 20 00
- Pr oj e to d e Mu s eal i z açã o n os 3 0 an o s da Fu n da çã o Cl óvi s Sal gad o/ P a l ác io
d as A rt e s – B el o H o ri z on t e/ M G .
- P r oj et o Mu s e og rá fi c o d o Mu s eu d o Ch o c ol ate - Em p r es a Ar au c á ri a Cam p os
do J o rdã o - S P
19 98 / 20 00
- Pr ê mi o Bo l s a VIT AE de A rt e s , t e ma : Imagin á r ia d o s Set e P o v os da s
Mi ss õ e s – Est u d o d e Cla s si fi ca çã o .
19 97 / 98
- Catal oga çã o/i n v en tá ri o d e O br a s de A r te d o Ban c o F ran c ê s e B r asi l ei r o
pa ra o IT A Ú C UL T U R AL /S P .
-
Mo n tag e m d e Ex po s i ção p a ra a NE STL É , t ema : A H ist ó ri a do s Ch o c ola t es
N es tl é.
-
Mo n tag e m
N es c au .
de
E x po si çã o
pa r a
a
NEST LÉ ,
t ema:
65
an o s
de
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
212
-
-
-
As s e ss o ri a à m on tag em d e v á ri as
CI TI B A N K , n a A v en i da Pa u l i sta/SP .
E xp o si ç õ es
no
E spa ç o
Cu l tu r al
MI N IS T ÉR IO D A C UL T UR A - v á ri as fu n ç õ es :
1996: P r est a çã o d e s e rvi ç o s à 12 a C. R.- IPH A N c om o p e squ i sad o r a.
1991 à 19 93: Di r et o ra d o Mu s e u d a s Mi s sõ e s- IP H A N ( Ri o G r an d e d o
Su l ) e p e squ i s ad o r a d o INV E N TÁR IO DA IM A G INÁR IA M IS S IO N E IR A PRO JET O M IS SÕ E S - 3 00 A NO S ,
c om ap oi o da V IT AE e Fu n d a çã o
Io ch p e .
1987 à 19 90: F u n ç ão d e A ss e s s o ra m e n to Su p e ri o r n o S i s tem a N ac io n a l
de M u se u s - M i nC / IPH A N (B r así l i a e Mi n as G e rai s) c om ev en tu ai s
su b sti tu i çõ e s
da
Di r e çã o ,
en v o l ven d o
p r oj et os
de
mu s eu s
(ac o mpan h am en t o t é cn i c o, su p e rvi s ã o e fi n an ci am en t o), b e m c o m o cu rs o s
de cap aci ta çã o p r o fi s si on al n a ár e a de mu s e ol ogi a em di v e r sa s r e gi õ es d o
paí s.
PRE FE IT U R A M U NI CI P A L DE BELO H O RI Z O N TE
1988 e 19 90: A ss e ss o ri a t é cn i c a (a r te e mu s e ol ogi a) a m on t ag em d e
e xp o si çõ e s n o M u se u de A r te d e Be l o H or iz on te ( Pam pu l h a). V á ri as
E xp o si çõ e s – A rth u r Bi sp o d o R o sá ri o , E me ri c Ma r ci e r , en t r e ou t ra s .
SEC RET A R I A DE E ST ADO D A C U LT UR A D E M IN A S GE R A IS
1985 à 198 7: In t eg r an t e d a
equ i pe t écn i c a d a Su p er i nt e nd ê nc i a d e
Mu se u s c om a s s e ss o ri a, r e st ru tu ra çã o e i mpl an ta çã o d e Mu s eu s n o E sta d o,
s en d o Ca sa d e Ju s c el i n o (Di am an ti n a) ,
Mu s eu D on a B ej a (A r ax á), M u s eu
Fl u vi al do Ri o S ã o Fr an ci s c o , Si st e ma Mu s e ol ó gi c o da Un i v e rsi dad e F ed e ral
de Vi ç os a, al gu n s e x empl o s do s pr oj e to s. Pa r ti ci paç ão e m c u r s o d e f o rma çã o
n a ár e a d e Mu s e ol o gi a, e m n í vel de e s pe ci al i z açã o (S ec r e t ari a d e Es tad o da
Cu l tu ra e Fu n d aç ã o Mi n ei ra d e A rt e Al ei j adi n h o) .
F UN D A Ç ÃO RO BE R T O M A R I NH O
1981 e 198 2 - P e squ i sad or a d o P r oj et o M em ó ria d a Ph a r ma cia n o B ra si l .
D IV E RS OS
1975 à 19 84 - Pa rti c i paçã o n o Mu s eu M em ó ri a d o Bi xi ga - S .P .(i mpl an ta çã o) ,
Mu s eu da In dú st ri a(SP - m on i to ra ), Ci n em at ec a B ra si l ei ra ( r e sta u r a çã o d e
i mage m f o to g rá fi ca ), Mu s e u d o E sp o r te- Cl u be Pi n h ei r os - S. P.(i mpl an ta ç ã o),
En si n o d e a rt e em vá ri as e s c ol as d e 1 o e 2 o g r au s em S ão Pau l o (C api tal e
G ran d e S ã o Pau l o) e al u n a n o at el i er d e gr avu r a Pau l o M en t en .
PA RT I CI P A ÇÕ ES E M CO N GR ES SO S , S EMI N Á R IO S , ET C.
- Pa rti ci pa çã o
no
Semi n á ri o
In t e rn a ci on al
I magin e rí a
de
las Mi si on e sJ e su iti c a s, e m B u en o s Ai r e s , a c on vi te d o C E DO DA L , C en t r o
de
Do cu m en ta ci ón
de
A rqu i t ec tu r a Lati n o am e ri ca n a ,
c om
o
t ema
Catal oga ci ón d e l a Imagi n e rí aJ e su i ti cad el Br asi l , M et ol ogi a y R esu l tad o s
(ab ri l de 19 98) .
- Pa rti ci pa çã o em S e mi n ári o In t er n a ci on al , Th e J e su it s: Cu ltu r e , L ea rn in g
an dth ea rt s , 15 40 - 1773 , p r om o vi do po r Th e J e su i t In s ti tu te, B o st on
Col l eg e , Ma s sa ch u s e tts - E U A, j u n h o d e 1 997 , c om o m od e r ad o ra d e m e sa .
- Pa rti ci pa çã o
em
En c on t r o
In t e rn a ci on al
s ob r e
a
Im agin ár ia
Ba r r oc o- Mi s si on ei ra , pr om o vi do p el a U N ESC O , IPH A N , Mu s eu da s Mi s s õ e s
e A ss o ci aç ã o Ami go s da s Mi s s õ es em S ão Mi gu el das Mi s s õ e s - B r asi l , Mai o
de 1 997 , c om ap r es en t aç ã o d e t r abal h o .
- Pa rti ci pa çã o em e v e n to n o e xt e ri o r , a c on vi te d a Em bai xad a d o B r asi l n a
A rg e nt i n a, c o m p al e st ra s o br e A rt e n a s Mi ss õ e s J e su íti ca s d o Br a sil , n a
Em bai xa da d o B r a si l em Bu en o s Ai r e s e Un i v e r si dad Na ci o n al de L a Pl at a
(s et em b r o d e 1 996) .
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
213
O UT R AS Q U A L IF I C A ÇÕ E S
- Pu bl i caç ã o da di s s e rta ç ã o d e m e st ra do , Im agin á ria Gu ar a n i n as Mi s s õ es
Je su ít ic a s d o B r as il , p o r Mi n e r va Edi to ri al , Bu en o s Ai r e s , 19 98.
- Co - au t o ri a d e l i vr o , In v en tá ri o da Imag in á ri a Mi s si on ei ra (19 93) ,
pu bl i cado p el a S e c r eta ri a de E sta d o da Cu l tu ra d o R i o G ran d e do
Su l /Co mi ss ã o Mi s sõ e s, em du as edi ç õ e s .
- Pa rti ci pa çã o e m e xp o si ç õ es d e a rt e , c ol eti va s e i n di vi du ai s (1977 a 1 992)
e i d eal i z açã o d e s el o s , en v el op e s e ca ri mb o s c om e mo rati v o s pa ra a
Em p r es a B ra si l ei ra de C o r r ei o s e T el ég r af o s (199 0) .
- In t e r es s e s: cu l tu ra em g e ral , vi agen s , mu s eu s e bon s co n h e ci men t os d e
E spa n h ol e In gl ê s.
Maria Inês Lopes Coutinho
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
214
DIRETOR DE PLANEJAMENTO E GESTÃO
Luiz Henrique Marcon Neves
Profissional sênior com trajetória Gerencial de mais de 25 anos em empresas como
Banco Safra e Museu Afro Brasil, ocupando posições de comando na Direção Executiva e
Administrativo Financeiro e na gestão de áreas de Comunicação e Propaganda e de
Responsabilidade Social. Expert na elaboração, adequação e formatação de plano de metas
e de projetos culturais. Relacionamento com veículos de Comunicação, negociação de
compra de espaços publicitários e nas veiculações de anúncios. Acompanhamento e controle
de despesas em exposições, eventos, campanhas, feiras e brindes.
Educação
 Bacharel em Direito - PUC - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1989
 MBA em Comunicação e Marketing – ESPM – Escola Superior de Propaganda e
Marketing, 2004
Trajetória Profissional
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Diretor de Planejamento e Gestão
Desde 2013
 Responsável pela dotação orçamentária repassada pela Secretaria de Estado da
Cultura para a gestão do Museu de Arte Sacra de São Paulo;
 Responsável pelas áreas administrativo-financeiro, compras e patrimônio, contas a
pagar, recursos humanos e segurança.
Museu Afro Brasil
Diretor Executivo
Diretor Administrativo Financeiro
‘
2005 a 2011
2009 a 2011
2005 a 2008
 Articulou a qualificação do Museu Afro Brasil como Organização Social de Cultura
(OS), possibilitando a assinatura de um Contrato de Gestão por quatro anos, com o
Governo de São Paulo junto à Secretaria de Estado da Cultura e da UPPM – Unidade
de Preservação do Patrimônio Museológico.
 Responsável pela qualificação do Museu Afro Brasil como OSCIP – Organização da
Sociedade Civil de Interesse Público, junto ao Ministério da Justiça, possibilitando a
assinatura de um Termo de Parceria por três anos, com a Prefeitura de São Paulo
através da Secretaria Municipal de Cultura.
 Criação de estrutura organizacional das áreas de controladoria, compras, financeiro,
RH, Site, comunicação, assessoria de imprensa, sistema contábil-financeiro integrado
e gestão administrativa financeiro com desenvolvimento de um Plano de Metas.
Banco Safra S/A
Gerente de Comunicação e Propaganda
Gerente de Compras

1987 a 2010
1993 a 2010
1987 a 1993
Atendimento e relacionamento com todos os veículos de comunicação, elaboração nos
contratos de permuta. Negociação de custos e de colocação, elaboração de planos de
mídia e autorização para inserções de anúncios na mídia impressa e eletrônica;
acompanhamento da produção dos materiais para inserção, aprovação interna com
Diretoria, mídia internacional e publicação legal dos balanços e fundos.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
215





Interface entre a Agência de Publicidade e Banco, remuneração mensal da agência,
atendimento nos anúncios, mídia e produção.
Elaboração e execução do projeto de construção do Teatro Beit Yaacov em São Paulo
e da Restauração da Sinagoga Kahal Zur Israel, 1ª Sinagoga das Américas em Recife.
Ambos Projetos aprovados com incentivo Federal através da Lei Rouanet.
Coordenação da área de Responsabilidade Social nos processos de patrocínios e
donativos e dos projetos culturais incentivados pelo Ministério da Cultura.
Procurador e Gerente do Instituto Cultural J. Safra e da Fundação Filantrópica Vicky e
Joseph Safra, instituições do Grupo Safra dedicadas ao desenvolvimento de projetos
nas áreas de cultura e de responsabilidade social.
Elaboração e acompanhamento do projeto de Livros de Arte “Museus Brasileiros”,
editado durante 16 anos consecutivos.
Atividades Sócio-Culturais





Encontro Paulista de Museus - 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013
Encontro de Dirigentes Culturais do Estado de São Paulo – 2010, 2011, 2012 e 2013
Curso de Gestão e Políticas Culturais – Itaú Cultural - 2010
Seminário Afro-Atlântico – 2011
Membro do Conselho Fiscal do Museu de Arte Sacra de São Paulo – O.S. Organização Social de Cultura - 2006 a 2012.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
216
EQUIPE TÉCNICA / MUSEÓLOGA / SISEM
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
217
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
218
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
219
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
220
EQUIPE TÉCNICA / RESTAURADORA / SISEM
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
221
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
222
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
223
EQUIPE TÉCNICA / FORMAÇÃO TÉCNICA EM MUSEU / SISEM
GIOVANA LAZZARINI NADDEO
Formação Acadêmica
o Pós Graduação em Análise de Obras de Arte – Peritagem - Cursando
o Curso Tecnólogo de Computação Gráfica – Concluído - Universidade Paulista UNIP dez/2010
o Curso Técnico em Museologia – Concluído - ETEC Parque Juventude – dez/2008
Cursos de Capacitação
o Informática: Windows, Internet, Word, Excel no nível intermediário;
o Inglês: Conversação, escrita e leitura no nível básico – ICA / Instituto de Cultura
Americana (Abr/06 a Nov/06);
o Capacitação em especialista em atendimento ao consumidor – TELE TECH – Atendimento
Receptivo (Dez/05 à Jan/06);
Especializações
o “Curso de Fotografia para Acervos Museológicos, Conservação e Restauro” – Templo da
Arte – 15 horas (jul/2013);
o “Limpeza de Museus – Noções básicas” – Ana Silvia Bloise – Oficina 3 – 06 horas
(ago/2012);
o “Documentação Museológica” – Beatriz Augusta Corrêa da Cruz – Oficina Oswaldo de
Andrade – 24 horas (mai/jun/2012);
o “Noções Básicas de Arquivo e Conservação de Documentos – suporte papel” – Museu de
Jundiaí - 11 horas (set/2011);
o “Introdução à Conservação de Têxteis” – Escola do MASP – 16 horas (out à dez/2010);
o “Pequenas Intervenções de Conservação em Livros e Documentos” – Associação Brasileira
de Encadernação e Restauro (ABER) – 12 horas (set/2010);
o “Oficina de Conservação – Noção Básica de Conservação e Restauração de Documentos” –
Memorial do Imigrante, Setor de Arquivo – 8 horas (set/2010);
o “Madeira: Anatomia, Diagnóstico de Patologias e Tratamentos de Construções Históricas”
– Escola Paulista de Restauro – 20 horas (jul/2010);
o “Modelagem em Clay” – Curso de férias – Quanta Academia – 15 horas (jul/2010);
Experiência
o Museu de Arte Sacra de São Paulo – desde 04/2013
Técnica em Museologia – laudos técnicos, tratamento digital em imagens, catalogação de
acervo pelo projeto Inventário Paulista de Coleções Museológicas de Arte Sacra, auxílio em
montagem de exposição, revisão de dados no Banco de Dados da Secretária de Cultura.
o Oficina 3 – 01/02/2012 a 04/2013
Técnica em Museologia - higienização de acervo, relatórios, registro fotográfico de objetos e
auxilio em documentação museológica, acondicionamento de objetos, organização de
exposição.
o Memorial do Imigrante – 01/04/2010 a 20/12/2010
Técnico em Museologia – atuação em serviços diversos na Reserva Técnica; confecção de
pastas para acondicionamento de papéis; confecção de suportes para acondicionamento de
leques; acondicionamento de indumentária; acondicionamento de livretos e documentos;
tombamento de objetos; organização de processos; revisão e conclusão de cruzamento de
número de tombo e patrimônio; mapeamento dos objetos na reserva; confecção de tabela e
gráficos de termo-higrômetro; participação na montagem da exposição “Retrato de Família
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224
das Etnias Chinesas”; alimentação do banco de dados da Instituição; formulação de manual
de preenchimento do banco de dados; auxílio em processos de doação.
o Associação Cultural Amigo do Museu Casa de Portinari – 05/12/2008 a
01/04/2010
Assistente Técnico I – Arrolamento do acervo dos Museus do Estado de São Paulo: Museu
Índia Vanuíre (Tupã), Museu da Imagem e do Som (MIS), Museu da Casa Brasileira (MCB),
Memorial do Imigrante, Pinacoteca do Estado e Casa Guilherme de Almeida.
Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo - Arrolamento do acervo do Banco Santos no
Memorial do Imigrante e do acervo do Adoniran Barbosa no Museu da Imagem e do Som.
Fundação da Energia e Saneamento – atuação como Assistente Técnico I em revisão das
planilhas, organização dos materiais fornecidos pelas equipes nos museus.
o Itaú Brasil – 07/07/08 a 07/09/08
Orientadora de Público na exposição “Bossa na Oca” – Orientar ao público nas suas dúvidas
quanto aos locais e as informações da exposição.
o Estágio:
“Centro de Comunicação e Transferência do Conhecimento – Museu do Instituto Biológico” 17/set/2007 a 30/abr/2008 – Carga horária: 351h.
Trabalhos desenvolvidos:
o Participação no desenvolvimento no projeto Henrique da Rocha Lima, Resgate de
Documentos: A Ciência no Século XX e a sua permanência no século XXI;
o Participação no desenvolvimento no projeto de José Reis Documentos Demonstrativos
da Popularização da ciência;
o Desenvolvimento de ficha para catalogação do acervo;
o Leitura e separação de documentos;
o Catalogações de jornais;
o Criação de banco de dados (Access) para os projetos de Rocha Lima e de José Reis;
o Participação no desenvolvimento do Inventário do Acervo do Museu do Instituto
Biológico; criação do Inventário de documentos do Centro de Memória;
o Organização e numeração das pastas de documentos do acervo;
o Digitalização de ilustrações científicas do acervo.
Participações em Seminários e Encontros
o “III Encontro Paulista de Museus” – Memorial da América Latina (2012);
o “Seminário sobre Herança Compartilhada Brasil x Estados Unidos – Imigrantes Europeus”
– Museu da Língua Portuguesa (27 set/2010);
o “II Encontro Paulista de Museus” – Memorial da América Latina (22 à 24 jun/2010);
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EQUIPE TÉCNICA / FORMAÇÃO TÉCNICA EM MUSEU / SISEM
ALANA ÍRIA AUGUSTO
FORMAÇÃO
▪ Graduação em Filosofia – Bacharelado e Licenciatura
Atual: 7º semestre (noturno) – Conclusão: 2014
Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP - Escola de Filosofia, Letras e Ciências Sociais
- Campus Guarulhos.
▪ Técnico em Museu
Qualificação Profissional Técnica: Técnico em Museus
Carga Horária: 1200 horas - Conclusão em dez/2009
Centro Paula Souza – ETEC. Parque da Juventude
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
2012/2013 – SAMAS - Museu de Arte Sacra de São Paulo
Cargo: Técnico de Pesquisa em Museus
Área de atuação: Núcleo de Arte Educação, Pesquisa e Documentação
Principais atividades: levantamento, organização e elaboração de material para formação de
educadores; planejamento e acompanhamento do Programa de Capacitação para
Educadores do MAS-SP; acompanhamento, revisão e formatação de projetos dentro dos
Programas Especiais (Programa de Acessibilidade, Programa de Inclusão Sociocultural,
Programa do Idoso, Programa de Encontros para Professores, Programa de Encontros para
Guias de Turismo, Eventos junto ao Ibram), Programa de Visitas Integradas junto a
Pinacoteca do Estado de São Paulo; elaboração e controle de orçamento anual;
acompanhamento de oficinas desenvolvidas ao público; acompanhamento das atividades
para elaboração de relatórios mensais; assistência no desenvolvimento de relatórios
trimestrais referentes ao Plano de Trabalho da Secretaria da Cultura; verificação de acervo
e atualização em banco de dados da Secretaria de Estado da Cultura; Inventário Paulista de
Coleções Museológicas de Arte Sacra.
2009/2011 – SAMAS – Museu de Arte Sacra de São Paulo
Cargo: Educador estagiário
Principais atividades: planejamento e execução de atividades nas áreas museológicas de
ação educativa e pesquisa; atendimento ao público espontâneo e agendado; elaboração de
roteiros de visitação para PcD; elaboração e execução de atividades lúdicas e acessíveis
dentro do espaço museológico (contação de histórias); elaboração de pesquisas do setor
ligadas ao acervo da instituição; auxílio na montagem de exposições; auxílio no
agendamento de visitação, planejamento de atividades diárias, elaboração de escalas de
trabalho.
QUALIFICAÇÕES E ATIVIDADES PROFISSIONAIS



2012 – SAMAS Museu de Arte Sacra de São Paulo – Participação do Projeto “Stencil
Art: Intervenção Artística no Claustro do MAS-SP”.
2012 – SAMAS Museu de Arte Sacra de São Paulo – Curso de extensão em Arte
Sacra e Bens Culturais. Carga horária: 52 horas.
2012 – SAMAS Museu de Arte Sacra de São Paulo – Participação na exposição
“Contrapontos: arte contemporânea em terreno barroco” com a obra coletiva
“Salvaguarda”.
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
2010 – SAMAS Museu de Arte Sacra de São Paulo – Capacitação para acessibilidade
atitudinal à PcD. Carga horária 15 horas.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS


Inglês intermediário para leitura/escrita e básico para conversação.
Prática com Microsoft word, excel e power point.
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EQUIPE TÉCNICA / FORMAÇÃO TÉCNICS EM MUSEU / SISEM
ELISA CARVALHO
QUALIFICAÇÕES
Produção de shows, exposições, cursos, palestras, oficinas, peças teatrais e afins em centro
cultural.
Assistente de produção nos eventos de rua Brooklin Fest e Maifest.
Pesquisa quantitativa
Pesquisa qualitativa
Atendimento ao público.
FORMAÇÃO
Ensino superior em andamento
Curso: Sociologia e Política
Faculdade: Fundação Escola de Sociologia e Política
Período: 8º semestre, noturno
Técnica em museus - 2006
Local: Escola Técnica do Estado de São Paulo
CURSOS LIVRES
Praça do Museu – Secretaria Municipal de Jaú
Workshop de música orgânica – Naná Vasconcellos
Carga horária: 4 horas
Estúdio MIC
Produção Cultural - por Patrícia Ferraz – 2008
Carga horária: 8 horas.
Museu da Energia de São Paulo
Seminário “Saúde e Segurança de Patrimônio: o Edifício, o Acervo e o Homem” – 2007
Carga horária: 12 horas.
Casa das Rosas
História da Canção Brasileira – Prof. Ms. André Domingues – 2005
Carga horária: 64 horas.
Casa das Rosas
Introdução à sonorização – Téc. Eduardo Gebara – 2005
Carga horária: 8 horas
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Instituto da Oportunidade Social
Pacote Office: Windows, Word, Excel e Power Point – 2004
Carga horária: 72 horas.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Museu de Arte Sacra
Período: junho de 13 a atual
Cargo: Assistente técnico em museu
Edelman Significa
Período: setembro 12 a junho de 13
Cargo: Analista de conta
AEMB - Associação dos Moradores e Empreendedores do Bairro do Brooklin
Período: Temporária
Cargo: Assistente de produção nos eventos de rua: Mai Fest (maio) e Brooklin Fest
(outubro)
Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo
Período: 10/11 a 03/12 (temporário)
Cargo: Pesquisadora no Censo da população em situação de rua na municipalidade de São
Paulo
Escola do Movimento Ivaldo Bertazzo
Período: 06/11 a 10/11
Cargo: Recepcionista
Gravadora Dabliú Discos
Período: 08/08 a 06/10
Cargo: Produção Cultural
SESC Memórias
Período: Temporária (27/09 a 12/11)
Cargo: Catalogação de material gráfico-textual
Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Organização Social de Cultura: APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte
Período: 06/07 – 05/08
Cargo: Produção Cultural
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EQUIPE TÉCNICA / FORMAÇÃO TÉCNICA EM MUSEU / SISEM
JOSÉ IRAN MONTEIRO SOUSA
Ensino Médio Completo
Concluído – 2012
Colégio Modelar
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
1998 / 2013 (atual) – SAMAS - Museu de Arte Sacra de São Paulo
Cargo: fotógrafo
Atividades: registro fotográfico para laudo de obras; registro das exposições temporárias e de longa
duração; embalagem e acondicionamento de acervo, montagem de exposições internas e externas,
restauração de taipa de pilão; manutenção da iluminação do Presépio Napolitano de São Paulo, coleta
de obras.
Exposições:
- 2013: Crux, crucis e crucifixus – CCBB RJ
- 2013:São Francisco de Assis, das Chagas e de todo mundo
- 2013: Uma assinatura na arte anônima: dito Pituba
- 2013: Memória, devoção e brasilidade na coleção Grieco
- 2012: A cátedra de Pedro
- 2012: Exposição Contrapontos
- 2011: São Benedito e Santo Antônio do Categeró
- 2011: Oratórios barrocos
- 2011: Vestes Sagradas
- 2010: Crux, crucis e crucifixus
- 2010: Exposição “Arte e fé brasileira: ofício divino”
- 2009: Instalação da Sala Cofre
- 2009: A Arte Sacra de Anita Malfatti
- 2009: Instalação da Coleção de Presépios
- 2009: Reconfiguração da Exposição de longa-duração do MAS-SP
- 2000: Exposição Brasil 500 anos
- 1999: Instalação do presépio Napolitano de São Paulo
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EQUIPE TÉCNICA / FORMAÇÃO TÉCNICA EM MUSEU
CLAUDIA GOBBI BAZANELLI
FORMAÇÃO
1- Graduação
- Formada em Comunicação Social (Jornalismo) / PUCCAMP(1990)
2- Pós-Graduação
- Especialização em Jornalismo
concluídos)
- Especialização em Museologia/
USP(2002)
Cultural/PUC-São
Museu
Paulo(três
de Arqueologia
semestres
e Etnologia da
3- Idiomas
- Inglês: nível intermediário/ Associação Alumini(2002)
- Espanhol: nível básico
4- Outros cursos
-
Arqueologia Americana pelo Museus de Arqueologia e Etnologia da USP(2000)
Arte Pré-Colombiana/ MASP (1999)
Arte Egípcia/ MASP (1999)
5- Experiência Profissional
- Técnica em Catalogação e Documentação de Acervos de Arte. Museu de Arte
Sacra de São Paulo (desde março 2012)
- Técnica em Catalogação e Documentação de Acervos de Arte.
Expomus.(fev/2006 – fev/2012)
- Técnica em Catalogação e Documentação de Acervos de Arte. Museu de Arte
Sacra de São Paulo (abril de 2009 – abril 2010)
- Redatora e produtora de Chamadas e material promocional para JBNTV(junho
de 2008 a outubro de 2008)
- Redatora e produtora do Departamento de Chamadas da Rede
Bandeirantes de Televisão(2007- 2008)
- Redatora e produtora do Departamento de Chamadas da Rede
Bandeirantes de Televisão(2004- 2005)
- Redatora e produtora do Departamento de Chamadas da Rede Record de
Televisão(1991- 2004)
- Estágio no Museus de Arte Contemporânea da USP, junto à professora
doutora Cristina Freire(2002)
- Revisora de filmes do Departamento de Cinema da Rede Record de
Televisão(1990-1991)
6- Produção Acadêmica
-
Museologia e Turismo: as possibilidades de Parceria em uma Proposta
Integrada para a Cidade de Itu. Monografia de conclusão do curso de
Especialização em Museologia do Museus de Arqueologia e Etnologia da
USP(2002)
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7- Participação em Seminários/ Treinamentos
-
Semana de Museus da USP(2001)
Encontros Museológicos realizado no MAM-SP(2001)
Encontros Museológicos realizado no MASP(2003)
II Forum das Organizações Sociais de Museus(2009)
Programa de Treinamento em Documentação Museológica - CIDOC/ICOM
Brasil (2013)
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EQUIPE TÉCNICA / FORMAÇÃO TÉCNICA EM MUSEU
ELAINE BUENO PRADO
FORMAÇÃO

1990-1993 - Universidade de Mogi das Cruzes – São Paulo, SP

2006 – Monitor de Museu – Centro Paula Souza

2007 – Técnico de Museu – Centro Paula Souza
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Av. Tiradentes, 676 – São Paulo – SP – CEP -01102-000.
Desde -1986
Função

Vigia de Portaria
Tomar conta do espaço expositivo com atendimento ao publico enquanto aberto para
visitação

Monitora
Tomar conta do espaço expositivo com atendimento ao publico enquanto aberto para
visitação

Auxiliar Técnico de Museu
Manuseio de obras de Arte
Embalagem especializada de acervo tombado
Apoio a infra-estrutura expositiva
Manutenção da área expositiva e de Reserva Técnica
Montagem de Exposição
Apoio de coleta de obras,
Documentação Museológica,
Higienização e Conservação de acervo
___________________
Elaine Bueno Prado
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Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
233
EQUIPE TÉCNICA / FORMAÇÃO TÉCNICA EM MUSEU
ROSIMEIRE DOS SANTOS
FORMAÇÃO




Ensino Médio completo - E.E.M. “Força Aréa Brasileira” - 2º Grau Completo
Técnica em Monitor de Museu – Centro Paula Souza (2006)
Técnica de Museu – Centro Paula Souza (2007)
Conservação e Restauração de Arte Sacra – Centro Técnico Templo da Arte
(2009/2012)
CURSOS, OFICINAS e PALESTRAS




Conservação de Metais – APCR (2002);
Encontro, Patrimônio Cultural, Preservação Documental e Memória – CDIC (2008);
Arqueometria: Perguntas e Respostas – ABRACOR (2009);
Formação de Profissionais de Museus: Reflexões e Perspectivas – ICOM (2010).
ATIVIDADES EXTRAS

Membro do Conselho de Administração da Associação Museu de Arte Sacra de São
Paulo, representando os funcionários, desde
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Av. Tiradentes, nº 676, Luz, São Paulo/SP
Desde:
Atividades:









Atendimento público;
Catalogação de acervo;
Apoio a infra-estrutura expositiva;
Arquivo da Documentação Museológica;
Embalagem e Desembalagem de acervo;
Montagem e Desmontagem de Exposição;
Processo de Doação de Obras de Arte ao Museu;
Manutenção da área expositiva e de Reserva Técnica;
Higienização e Conservação de acervo tanto em área expositiva e em Reserva
Técnica;
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EQUIPE TÉCNICA / EDUCATIVO
VANESSA COSTA RIBEIRO
Mestre em História Social (2009- 2012)
Universidade de São Paulo
Título: Várzea do Carmo a Parque Dom Pedro II: de atributo natural a artefato (Décadas de
1890 a 1950)
Palavras-chaves: São Paulo, Várzea do Carmo, Cultura Visual, História do Imaginário
Urbano
Orientadora: Solange Ferraz de Lima
Agência Financiadora: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Bacharelado e Licenciatura em História (2002-2006)
Universidade de São Paulo
IDIOMAS
Inglês - Fluente | Francês - Nível Avançado | Espanhol - Nível Intermediário
CONHECIMENTOS EM INFORMÁTICA
Pacote Office (Word, PowerPoint, Excel), Photoshop e Internet
FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
 Seminário: Cultura e Acessibilidade (Acessibilidade Arquitetônica, Libras,
Audiodescrição) - Oficina CulturalOswald de Andrade| Secretaria de Estado da
Cultura (2013)
Oficinas– Carga horária: 6 horas
 Introdução à avaliação em Museus – Instituto Butantan (2013)
Extensão Universitária – Carga Horária: 8 horas
 Fundamentos da Arte e da Arte Sacra – Museu de Arte Sacra de S. Paulo / Faculdade
de São Bento (2012)
Extensão universitária – Carga horária: 48 horas
 Memória, História e Transformação nos bairros centrais de São Paulo – Universidade
de São Paulo (2011)
Extensão Universitária – Carga Horária: 14 horas
 Leis de Incentivo à Cultura: Rouanet, PROAC e Lei Mendonça – SENAC São Paulo
(2010)
Aperfeiçoamento – Carga Horária: 12 horas
 Restauração de Bens Culturais – Universidade de São Paulo (2007)
Extensão Universitária – Carga Horária: 20 horas
 Habitação em São Paulo: história dos espaços e formas de morar – Universidade de
São Paulo (2007)
Extensão Universitária – Carga Horária: 20 horas
 África- Sociedades e Cultura – Universidade de São Paulo (2004)
Extensão Universitária – Carga Horária: 40 horas
CURSOS E DISCIPLINAS MINISTRADOS

Projetos Culturais: Teoria e Prática – Centro Universitário Assunção UNIFAI
(Novembro/2010)
Disciplina de pós-graduação lato sensu em Gestão de Patrimônio e Cultura – Carga
Horária: 8 horas
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
235


Por que visitar museus? – Universidade de Guarulhos (Julho/2010)
Curso livre de férias – Carga horária: 8 horas
História Medieval I – Universidade de Guarulhos (Junho-Julho/2010)
Disciplina de graduação em História – Carga horária: 45 horas
PUBLICAÇÕES | MATERIAS DIDÁTICOS DESENVOLVIDOS
 Fichas Temáticas para Professores Imagens Recriam a História – Museu Paulista da
Universidade de São Paulo (2007)
 Jogo Detetive – O misterioso roubo das peças do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas –
Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (2009)
 AZEVEDO, Silvia Maria & RIBEIRO, Vanessa Costa (orgs.). Vieira: Vida e Palavra. São
Paulo: Edições Loyola, 2008.
PREMIAÇÕES
 Prêmio Darcy Ribeiro (IBRAM) – Projeto Descobrindo Embu no Museu (2012)
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Desde Abril/ 2013
Coordenadora da Ação Educativa
Maio/2012- Março/ 2013
Arte Educadora Plena
Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (Embu)
Julho/2007 – Agosto/2010
Coordenadora da Ação Educativa
Pateo do Collegio
Maio/2007 – Agosto/2010
Coordenadora de Projetos Culturais
Janeiro/2005 – Julho/2006
Monitora da exposição de longa-duração do Museu Anchieta
Museu Paulista da Universidade de São Paulo (Museu do Ipiranga)
Fevereiro/2006 – Abril/2007
Coordenadora do Projeto Educativo da Exposição de longa-duração Imagens Recriam a
História, sob a curadoria do historiador Paulo Garcez Marins
Agosto/2002 – Abril/2003
Estagiária do Setor de Atividades Educativas
Pinacoteca do Estado
Outubro/ 2004 – Janeiro/2005
Arte-educadora da exposição Laboratório do Mundo: ideias e saberes do século XVIII
Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo
Março/2002 – Julho/2002
Estagiária Voluntária do Setor de Atividades Educativas
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
236
COMUNICAÇÃO
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
237
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
238
ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
239
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
240
SEGURANÇA
SIDNEY BEZERRA
FORMAÇÃO
 Pós-graduação em Gestão Estratégica em Segurança Empresarial. Universidade
Anhembi Morumbi, conclusão em 2012.
 Graduado em Gestão de Segurança Empresarial – Universidade Bandeirante,
conclusão em 2009.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Sólida experiência em serviços de segurança, com atuação no Policia Militar do Estado de
São Paulo, (Unidade de Choque), e empresas de grande porte, destacando-se no mercado
há mais de 20 anos.
 Coordenação da Segurança Pessoal e Patrimonial em residências das estabelecendo
planos e programas de trabalho e coordenando sistemas de proteção às famílias.
 Gestão de Contratos (Prestadores de Serviços em Vigilância Patrimonial e Sistemas
Eletrônicos)
ATIVIDADES PROFISSIONAIS
2013 a atual – Museu de Arte Sacra – SP - Coordenador de Segurança
Gestão da Segurança do Museu, desenvolvimento e acompanhamento de projetos de
Segurança tanto na parte administrativa bem como na operacional.
2007 a 2012 – Segurança Pessoal - Coordenador
Coordenação da equipe de segurança patrimonial e sistemas eletrônicos de CFTV e Alarmes.
Controle de frota de veículos especiais.
1997 a 2007 – Editora Abril - Líder de Segurança
Controle administrativo das equipes de vigilância, própria e terceirizada, controle de
reciclagens dos Vigilantes, treinamentos, estatísticas de ocorrências, simulados de crises,
relatórios de Segurança, coordenação das operações em eventos internos e externos,
coordenação das operações cotidianas da Empresa e Familiares da Presidência.
1993 a 1997 – Empresa Pentágono Segurança - Segurança Pessoal
Serviço específico em segurança pessoal do Presidente da Loja Mappim.
Acompanhamento interno e externo, operações cotidianas em prevenção de riscos e
controle de frota de veículos especiais.
1988 a 1993 – Policia Militar do Estado de São Paulo - Soldado Especializado
Atuação no Batalhão de Choque em serviços de Segurança em Unidade Militar, escolta de
autoridades civis e militares.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
 Especialista em Segurança Empresarial – MBA – Universidade Anhembi
Morumbi;
 Auditoria em Segurança Empresarial;
 Analise de Riscos;
 Gestão de Projetos e Operações em Segurança Patrimonial;
 Suporte básico à Vida com uso de DEA – Desfibrilador Esterno Automático –
Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Emergências; (reciclagens em dia);
 Curso de Segurança Pessoal básico – Padan Securtiy;
 Curso de Proteção Executiva – Centro Pilotagem Roberto Manzini.
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
241
CÓPIA DIGITAL DA PROPOSTA TÉCNICA (CD)
Av. Tiradentes, 676 - São Paulo/SP - 01102-000 - BR
Tel.: 11 5627-5393 - 3326-3336
242
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ÍNDICE GERAL ENVELOPE 2 - Museu de Arte Sacra de São Paulo