PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR PROGRAMA PROFUNCIONÁRIO Projeto aprovado pela Resolução nº 009/2015 RIO BRANCO – AC 2014 Rosana Cavalcante dos Santos Reitora do IFAC Ubiracy da Silva Dantas Pró-reitoria de Administração (PROAD) Maria Lucilene Belmiro de Melo Acácio Pró-Reitora de Ensino (PROEN) Abib Alexandre de Araújo Pró-reitoria de Extensão (PROEX) Claudia Ferreira de Almeida Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGP) Luis Pedro de Melo Plese Pró-reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação (PROINP) Jailene Soares Ribeiro Diretoria Sistêmica de Programas Especiais (DSPES) Victor Antunes Vieira Coordenação de EaD (COEAD) Lívia Fernandes dos Santos Coordenadora Geral do Profuncionário Francisco Alécio Souza de Oliveira Coordenador do Curso Técnico em Infraestrutura Escolar Comissão de Elaboração Alcilene Oliveira Alves Arteme da Costa Vasconcelos Francisco Alécio Souza de Oliveira Ítala Oliveira da Silva Leonildo Dutra de Oliveira Lívia Fernandes dos Santos Pabla Alexandre Pinheiro da Silva RIO BRANCO - ACRE Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre CNPJ: 10.918.674/0001-23 Nome fantasia: IFAC Esfera Administrativa: Federal Polo Multicampi Endereço: Rua Coronel Alexandrino, 235, Bosque, Rio Branco/AC, CEP: 69.900-697. Telefone: (68) 21066873. Email: [email protected] CURSO TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR 1. Eixo Tecnológico: Apoio Educacional 2. Carga Horário: 1320 horas 3. Modalidade: à distância/modular 4. Periodicidade de oferta: Semestral 5. Denominação do Curso: Técnico em Infraestrutura Escolar 6. Duração: 24 meses 7. Forma de oferta: Subsequente 8. Local de Oferta: Multicampi 9. Implantação: 2º semestre de 2013 – Resolução nº 152 de 02 de agosto de 2013. 4 1. SUMÁRIO JUSTIFICATIVA ............................................................................................................... 6 2. OBJETIVOS ....................................................................................................................... 9 2.1 Objetivo Geral ...................................................................................................................... 9 2.2 Objetivos Específicos ......................................................................................................... 10 3. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ...................................................................... 10 4. REQUISITOS DE ACESSO............................................................................................. 12 5. ESTRUTURA CURRICULAR ........................................................................................ 13 5.1 Fundamentação Legal ........................................................................................................ 13 5.2 Atendimento aos Alunos com Deficiência: ....................................................................... 14 5.3 Organização curricular ....................................................................................................... 15 5.4 Tabela da Matriz Curricular: .............................................................................................. 17 Tabela 01 - Matriz Curricular .................................................................................................. 17 5.5 Prática Profissional Supervisionada ................................................................................... 18 6. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS: ............................... 20 7. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: ....................................................................................... 20 7.1 Instrumentos e Formas de avaliação da Aprendizagem para Alunos dos Cursos EaD: .... 21 8. DIPLOMA: .......................................................................................................................... 22 9 . INFRAESTRUTURA: ........................................................................................................ 22 9.1. Da Diretoria Sistêmica de Programas Especiais (DSPES) ............................................... 22 9.2. Dos Polos .......................................................................................................................... 23 10. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ............................................. 23 11. METODOLOGIA E EQUIPE DE APOIO AO ENSINO À DISTÂNCIA ....................... 25 11.1 Do tutor presencial: .......................................................................................................... 25 11.2 Do tutor à distância: ......................................................................................................... 26 11.3 Do Coordenador de Polo:................................................................................................. 27 12. ANEXOS ........................................................................................................................... 27 12.1 Ementa ............................................................................................................................. 27 12. 2 Referências Bibliográficas .............................................................................................. 40 5 1. JUSTIFICATIVA O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre – IFAC, criado em 29 de dezembro de 2008, integra a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, com Campus localizados nos municípios de Rio Branco (Vale do Acre), Cruzeiro do Sul (Vale do Juruá), Sena Madureira (mesorregião do Vale do Purus), Xapuri (Vale do Acre) e Tarauacá (mesorregião do Vale do Juruá). Possui a missão de educar, inovar e interagir com a sociedade promovendo inclusão, emancipação, cidadania e desenvolvimento sustentável. O IFAC vem fomentar a educação formadora, a pesquisa tecnológica para o aprimoramento e qualificação de mão de obra para o mundo do trabalho, através dos cursos presenciais e à distância, destacando-se também os cursos em parcerias com a rede federal de educação profissional do qual faz parte. Para promover sua missão deve considerar questões socioeconômicas e culturais próprias do Estado do Acre, que em termos de educação vem obtendo crescimento, mas apresenta ainda, problemas com elevação de escolaridade e superação das taxas de analfabetismo na faixa etária de 10 a 14 anos, visualizada em torno de 5,2% e na faixa de 15 anos ou mais, em torno 14,4% (BRASIL, 2014). Ocupa hoje o décimo lugar no ranking do IDEB da rede estadual, de 1ª a 4ª série; o quarto lugar, de 5ª a 8ª série e o sétimo no ensino médio, (Acre, 2013). O desafio do IFAC relaciona-se a fatores que vão além da educação, como enquadrar os cursos diante dos arranjos produtivos locais ao cenário econômico do Estado que tem uma economia que movimenta um PIB em torno 0,2% em relação ao PIB nacional que gira em torno de 1,3% trilhões, sendo considerado o menor do Brasil. A administração pública é responsável por 68% desse PIB (IBGE, 2013, ACRE, 2011), ficando os demais setores com o restante. O modelo governamental propõe aliar crescimento econômico com a conservação ambiental e inclusão social (ACRE, 2013), investindo nas áreas de saúde, educação, geração de novos empregos e aumento da renda social. Segundo o anuário “Acre em números” (2013) as atividades geradoras de renda que fomentam a economia concentram-se no setor de extrativismo, pecuária, comércio e serviços. Este último supera em números de empregos os demais, movimentando em torno de 5.175 (cinco milhões cento e setenta e cinco mil reais) em contraposição por exemplo a indústria e agropecuária que movimentam juntas um número 6 inferior, em torno de 2.568 milhões de reais (ACRE apud IBGE, 2013). O crescimento prioritário da educação exige que se invista em conhecimentos científicos e tecnológicos para que o Acre possa relacionar-se economicamente com os Estados e países fronteiriços. A busca de eficiência e de competitividade no comércio, serviço e indústria, pode ser alcançada através do uso intensivo de tecnologias de informação e de novas formas de gestão do trabalho, são entre outras, evidências das transformações estruturais que modificam os modos de vida, as relações sociais e as do mundo do trabalho. Consequentemente, essas demandas impõem novas exigências às instituições responsáveis pela formação profissional dos cidadãos. Nesse cenário, amplia-se a necessidade e a possiblidade de formar cidadãos capazes de lidar com o avanço da ciência e da tecnologia e prepará-los para se situar no mundo contemporâneo e dele participar de forma proativa na sociedade e no mundo do trabalho. Constata-se também, a presente necessidade de qualificar e requalificar trabalhadores que já se encontram inseridos no mundo do trabalho em função das citadas transformações nos postos de trabalhos, nas formas de produção de bens e serviços e nas relações de trabalho constituídas nos novos contextos socioprodutivos. Dentro do processo de enfrentamento desses desafios, o segmento do pessoal de apoio às atividades pedagógicas precisa ser contemplado com ações efetivas que permitam a sua formação profissional para ter um desempenho mais eficiente e comprometido com as atividades fins da instituição escolar e com o papel social da educação. Como forma de intervenção nesse contexto e visando superar a lacuna existente na formação profissional dos trabalhadores do apoio educacional das escolas públicas, o Ministério da Educação criou o PROFUNCIONÁRIO com o objetivo de contemplar esse grupo de trabalhadores com um programa de formação continuada. Assim, o IFAC vem ampliando sua atuação em diferentes municípios do estado do Acre, com a oferta de cursos em diferentes áreas profissionais, conforme as necessidades locais e as condições pedagógicas institucionais com a oferta de cursos como o Técnico de Nível Médio em Infraestrutura Escolar, na forma subsequente, na modalidade à distância, integrante do Programa PROFUNICIONARIO. Nessa perspectiva, esse curso contribuirá para a elevação da 7 qualidade dos serviços prestados à sociedade, por meio de um processo de apropriação e de produção de conhecimentos científicos e tecnológicos, capaz de impulsionar a formação humana, articulado aos processos de democratização e justiça social, pois existe um grande número de servidores, no Brasil, trabalhando em instituições de ensino sem nenhuma qualificação profissional para as funções que exercem. O presente Projeto Pedagógico do Curso se propõe a contextualizar e definir as diretrizes pedagógicas para o respectivo curso no âmbito do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Acre. Este curso é parte integrante do PROFUNCIONÁRIO, ação de uma política do Governo Federal que abrange todo o país. O programa tem como objetivo promover, por meio da educação à distância, a formação profissional técnica em nível médio de funcionários que atuam nos sistemas de ensino da educação básica, pública, municipal e estadual, com ensino médio concluído ou concomitante a esse, de acordo com a portaria n. 1547, de 24 de outubro de 2011. Configura-se em uma proposta curricular baseada nos fundamentos filosóficos da prática educativa, numa perspectiva progressista e transformadora, nos princípios norteadores da modalidade da educação profissional e tecnológica brasileira, explicitados na LDB n. 9 294/96 e atualizada pela lei n 11.741/08, bem como nas resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio do Sistema Educacional Brasileiro e demais referenciais curriculares pertinentes a essa oferta educacional. Estão presentes, também, como marco orientador desta proposta, as diretrizes institucionais explicitadas no Projeto Político Pedagógico, traduzidas nos objetivos desta Instituição e na compreensão da educação como uma prática social transformadora, as quais se materializam na função social do IFAC que se compromete a promover formação humana integral por meio de uma proposta de educação profissional e tecnológica que articule ciência, trabalho, tecnologia, e cultura, visando à formação do profissional-cidadão crítico-reflexivo, competente técnica e eticamente e comprometido com as transformações da realidade na perspectiva da igualdade e da justiça social. A educação profissional técnica subsequente ao ensino médio tem por finalidade formar técnicos de nível médio para atuarem nos diferentes processos de trabalho relacionados aos eixos tecnológicos, com especificidade em uma habilitação técnica reconhecida pelos órgãos 8 oficiais e profissionais. Embora não articulada com o ensino médio, em sua forma de desenvolvimento curricular, os cursos técnicos do IFAC estão estruturados de modo a garantir padrões de qualidade correlatos aos demais cursos técnicos quanto ao tempo de duração, à articulação entre as bases científicas e tecnológicas, às atividades de prática profissional e à organização curricular com núcleos politécnicos comuns. Essa forma de atuar na educação profissional técnica objetiva romper com a dicotomia entre educação básica e formação técnica, possibilitando resgatar o princípio da formação humana em sua totalidade, superar a visão dicotômica entre o pensar e o fazer, a partir do princípio da politecnia, assim como visa propiciar uma formação humana e integral em que a formação profissionalizante não tenha uma finalidade em si nem seja orientada pelos interesses do mercado de trabalho, mas se constitui em uma possiblidade para a construção dos projetos de vida dos estudantes (Frigotto, Ciavatta e Ramos, 2005). Esse documento apresenta os pressupostos teóricos, metodológicos e didáticopedagógicos estruturantes da proposta do curso em consonância com o Projeto Político Pedagógico Institucional e com as diretrizes do PROFUNCIONÁRIO. O referido documento busca explicitar, os princípios, categorias e conceitos que materializarão o processo de ensino e de aprendizagem destinados a todos os envolvidos nessa práxis pedagógica. 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral • Formar profissionais da educação que atuam em áreas de apoio as atividades pedagógicas e administrativas nas escolas públicas de educação básica dando-lhes condições para um entendimento da educação e da escola como espaços coletivos de formação humana de diversidade étnica cultural bem como o desenvolvimento de competências para atuar numa habilitação específica, sem perder a noção da totalidade da função social da educação e propiciar a profissionalização de trabalhadores para atuarem como técnico na educação valorizando o seu papel como profissional da educação por meio da qualificação e melhoria da sua prática. 9 2.2 Objetivos Específicos Contribuir com a formação crítica e ética frente às inovações tecnológicas, avaliando seu impacto no desenvolvimento e na construção da sociedade; Estabelecer relações entre o trabalho, a ciência, a cultura e a tecnologia e suas implicações para a educação profissional e tecnológica; Comprometer-se com a formação humana, buscando responder às necessidades do mundo do trabalho; Refletir acerca dos fundamentos científico-tecnológicos da formação técnica, relacionando teoria e prática nas diversas áreas do saber; Atuar na manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos escolares e sistemas hidrossanitários; Organizar, administrar e operacionalizar procedimentos de racionalização e economicidade no uso dos recursos energéticos e hidráulicos da escola; Auxiliar na gestão dos vários espaços escolares na perspectiva de mantê-los como espaços educativos; e Atuar na preservação do meio ambiente intra e extraescolar. 3. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O profissional concluinte do Curso Técnico Subsequente em Infraestrutura Escolar, na modalidade à distância, oferecido pelo IFAC, deve apresentar um perfil de egresso que o habilite a desempenhar atividades voltadas para a atuação na Infraestrutura Escolar, na área de Apoio Educacional. Esse profissional deverá demostrar as capacidades de: Conhecer o histórico da evolução dos espaços escolares e as teorias arquitetônicas e pedagógicas de construção do espaço educativo; 10 Identificar as carências e disfunções dos espaços físicos em relação aos princípios da educação brasileira e à proposta pedagógica da escola; Dispor-se a agir solidariamente com os educadores e educandos na gestão do meio ambiente e do espaço escolar para estruturá-los como agentes educativos; Compreender as questões ambientais, no contexto da educação, para a cidadania e para o trabalho, bem como para desenvolvimento nacional, regional e local; Dominar o histórico da evolução do espaço geográfico do município, de suas zonas urbanas e rurais, na perspectiva da legislação ambiental e do plano diretor de ocupação territorial; Gerenciar, do planejamento à execução, os serviços de higiene e limpeza da escola, solidariamente com os outros trabalhadores e com estudantes; Compreender as questões de segurança das escolas, no contexto de seu espaço geográfico e de seu projeto político-pedagógico, valorizando as relações de vizinhança e de serviço à comunidade; Ter conhecimento e dominar a leitura e interpretação dos projetos físicos dos prédios que compõem a escola, localizando as diferentes áreas; as redes elétrica, hidráulica e de esgotamento sanitário; e as outras plantas da arquitetura escolar; Conhecer os princípios básicos e práticas mais simples da arquitetura e da engenharia cível, incluindo as técnicas de desenho, de forma a ser capaz de dialogar com os profissionais dessas áreas, na perspectiva da formulação de espaços educativos e da qualificação da aprendizagem; Ser capaz de entender os procedimentos de manutenção das redes elétrica, hidráulica e de esgotamento sanitário, além de ser capaz de identificar problema de funcionamento e executar reparos conjunturais, na medida dos recursos da escola; Conhecer a estrutura e a operação dos principais equipamentos elétricos e eletrônicos em uso nas escolas, inclusive os didáticos, como também executar reparos ao alcance dos recursos disponíveis; Cuidar da conservação dos níveis desejáveis de ventilação e de temperatura ambiente nos espaços interiores das escolas; 11 Conhecer a rotina de manutenção física dos prédios escolares, incluindo tarefas de impermeabilização, conservação de coberturas, pisos e pinturas, assim como técnicas simples de construção em madeira, metal e alvenaria; Ter familiaridade com os equipamentos e matérias didáticos mis comuns nas escolas, de forma a reconhecer as alternativas de seu uso nas diferentes situações pedagógicas e prover sua manutenção e conservação; Conhecer e utilizar as formas contemporâneas de linguagem, com vistas ao exercício da cidadania e à preparação para o trabalho, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; Compreender a sociedade, sua gênese e transformação e os múltiplos fatores que nela intervêm como produtos da ação humana e do seu papal como agente social; Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e representações, estabelecendo estratégias de solução e articulando os conhecimentos das várias ciências e outros campos do saber; Conhecer e aplicar normas de sustentabilidade ambiental, respeitando o meio ambiente e entendendo a sociedade como uma construção humana dotada de tempo, espaço e história; Ter atitude ética no trabalho e no convívio social, compreender os processos de socialização humana em âmbito coletivo e perceber-se como agente social que intervém na realidade; Ter iniciativa, criatividade, autonomia, responsabilidade, saber trabalhar em equipe, exercer liderança e ter capacidade empreendedora; e Posicionar-se crítica e eticamente frente às inovações tecnológicas, avaliando seu impacto no desenvolvimento e na construção da sociedade. 4. REQUISITOS DE ACESSO 12 O acesso ao Curso Técnico Subsequente em Infraestrutura Escolar, na modalidade à distância, será realizado através de edital próprio, destinado a trabalhadores em efetivo exercício que exercem funções de manutenção e conservação do ambiente escolar (pessoal de apoio) nos sistemas de ensino da educação básica pública, e que sejam portadores de certificado de conclusão do ensino médio ou documento equivalente, conforme o Decreto Nº 7.415 de 30/12/2010. 5. ESTRUTURA CURRICULAR 5.1 Fundamentação Legal Este Projeto Pedagógico de Curso foi elaborado em observância ao disposto na nos princípios gerais da política de formação do técnico em educação do programa PROFUNCONÁRIO, que estão contidos na Constituição da República Federativa do Brasil (art.205 a 214), nos dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9394/96), no Decreto n. 5.154/04, nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação profissional técnica de nível médio, bem como nas Orientações do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Portanto, fazendo-se necessário destacar: a) Parecer CEB/CNE n. 15/98 e a Resolução CEB/CNE N. 03/98 sobre as Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio; b) O Parecer CEB/CNE n. 01/99 e a Resolução CEB/CNE N. 02/99 sobre as Diretrizes Curriculares para o Cursos Normal de Nível Médio; c) O Parecer CEB/CNE n. 11/00 e a Resolução CEB/CNE n. 01/00 SOBRE AS Diretrizes Curriculares para a Educação de Jovens e Adultos; d) O Parecer CEB/CNE n. 36/04, que propõe reformulação da Resolução CEB/CNE n. 01/00, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos; e) O Parecer CEB/CNE n. 16/99 e Resolução CEB/CNE N. 04/99 SOBRE AS Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação profissional de Nível Técnico; 13 f) O Parecer CEB/CNE n. 41/02 sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação a Distância na Educação de Jovens e Adultos e para a etapa da educação básica no Ensino Médio; g) O Parecer CEB/CNE n. 35/03 e a Resolução CEB/CNE n. 01/04 sobre a organização e realização de estágio de alunos do ensino médio e da educação profissional; h) O Parecer CEB/CNE 16/05 que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para área profissional de serviços de Apoio Escolar; i) A Resolução CNE/CEB n. 03/2008 que dispõe sobre a instituição e implantação do Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos de nível médio; j) O Decreto n. 7.415 de 30 de dezembro de 2010 que institui a Política Nacional de Formação dos Profissionais de Educação Básica e dispõe sobre o Programa de Formação inicial em Serviços de Profissionais de Educação Básica do Sistemas de Ensino Público e PROFUNCIONÁRIO e, k) A Portaria n. 1547, de 24/10/11 que altera dispositivos da Portaria n. 25 de 31 de maio de 2007; 5.2 Atendimento aos Alunos com Deficiência: O atendimento aos educandos pessoas com deficiência está previsto na Constituição Federal 1988 no Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. A partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN 9394/96 e suas alterações foi que houve o marco do atendimento desses educando através da modalidade de Educação Especial. Diz o Artº 4º e inciso III – atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino que começou a instituir os atendimentos desses educandos. No ano de 2009 o Estado Brasileiro ratificou através do Decreto Legislativo nº 168 e seu protocolo facultativo promulgado através do Decreto nº 6.949/2009 com status de emenda constitucional, a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência onde a oferta de 14 Educação Inclusiva deve respeitar as diretrizes do Art.º 24 da referida Convenção. De acordo com a Resolução nº 4 CNE/CEB Nº 4 de 2 de outubro de 2009 determina qual o publico alvo da Educação Especial assim como o Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011 que dispõe sobre a Educação Especial, o Atendimento Educacional Especializado e dá outras providências, inclusive para os Núcleos de Atendimento aos alunos/pessoas com deficiência. O atendimento prestado nos Câmpus deve se balizar nessas legislações e outras que se fizerem pertinentes, para ofertar uma Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica Inclusiva de qualidade a todos os alunos da Rede IFAC. 5.3 Organização curricular A organização curricular do Curso Técnico de Nível Médio em Infraestrutura Escolar, na modalidade à distância, contará com momentos presenciais, integrante do Programa PROFUNCIONÁRIO, observando as determinações legais presentes na Lei n. 9.394/96, alterada pela Lei n. 11.741/2008, nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, bem como nos princípios e diretrizes definidos no Projeto Político-Pedagógico do IFAC. Os cursos técnicos de nível médio possuem uma estrutura curricular fundamentada na concepção de eixos tecnológicos constantes do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), aprovado pela Resolução CNE/CEB n. 03/2008, com base no parecer CNE/CEB n. 11/2008 e instituído pela Portaria Ministerial n. 870/2008. Trata-se de uma concepção curricular que favorece o desenvolvimento de práticas pedagógicas integradoras e articula o conceito de trabalho, ciência, tecnologia e cultura, à medida que os eixos tecnológicos se constituem de agrupamentos dos fundamentos científicos comuns, de intervenções na natureza, de processos produtivos e culturais, além de aplicações científicas às atividades humanas. Para atender à especificidade dessa oferta para a formação profissional dos funcionários de escolas públicas das redes municipal e estadual, o regime do presente curso é modular, com a organização curricular apresentada em 4 módulos, contemplando conhecimentos comuns ao Eixo Tecnológico Apoio Educacional, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. 15 A estrutura curricular está organizada da seguinte forma: um módulo introdutório, objetivando a familiarização do estudante-funcionário ao uso de tecnologias e novas ferramentas voltadas para a educação à distância, como a Plataforma MOODLE, que será utilizada para realização do curso. Um módulo de Formação Geral e um de Formação Pedagógica comuns aos quatro cursos oferecidos pelo PROFUNCIONÁRIO, e um Núcleo Específico para cada curso, neste caso com sete disciplinas de Formação Técnica Específica. A proposta pedagógica do curso está organizada por módulos as quais favorecem a prática da interdisciplinaridade, apontando para o reconhecimento da necessidade de uma educação profissional e tecnológica integradora de conhecimentos científicos e experiências e saberem advindos do mundo do trabalho, possibilitando, assim, a construção do pensamento tecnológico crítico e a capacidade de intervir em situações concretas. A matriz curricular do curso está organizada por módulos sequenciais, contando com uma carga horária total de 1320 horas distribuídas em quatro semestres e contempla conteúdos que permitirão ao técnico adquirir conhecimentos e competências para atuar em estabelecimentos de ensino, nas modalidades previstas na LDB. A articulação entre conhecimentos teóricos e práticos estarão estruturados por um Eixo de Formação Geral de 180 horas, um Eixo Pedagógico de 360 horas, e um Eixo de Formação Específica de 420 horas. Articulada com os dois Eixos (pedagógico e específico) estão as Práticas Profissionais de 300 horas que serão desenvolvidas ao longo do curso. Os módulos que compõem a matriz curricular deverão estar articulados entre si, fundamentados nos conceitos de interdisciplinaridade e de contextualização. Orientar-se-ão pelos perfis profissionais de conclusão estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso, ensejando a formação integrada que articula ciência, trabalho, cultura e tecnologia, assim como a aplicação de conhecimentos teórico-práticos específicos do eixo tecnológico e da habilitação específica, contribuindo para uma sólida formação técnico-humanística dos estudantes. As disciplinas serão ofertadas semestralmente organizadas em blocos, com estrutura baseada em uma média de 20 horas de dedicação do aluno por semana, podendo variar de acordo com o módulo/semestre. 16 Dessa forma, todos os estudantes-funcionários que participarem do Curso Técnico de Nível Médio em Infraestrutura Escolar deverão realizar os estudos referentes a todos os módulos pedagógicos e de formação técnica geral e específica, além de realizar a prática profissional para a integralização da carga- horária total do curso. 5.4 Tabela da Matriz Curricular: Tabela 01 - Matriz Curricular Quadro 1 – Matriz curricular do Curso Técnico em Infraestrutura Escolar na modalidade à distância HORAS/AULA MÓDULOS DISCIPLINAS AP AMI AAI PPS CHT 7 7 6 0 20 Orientações Gerais Profuncionário 3,5 7,5 9 0 20 Orientação da Prática Profissional I 3,5 7,5 9 0 20 14 22 24 0 60 Fundamentos e práticas da EAD I Introdutório SUB-TOTAL TOTAL DO MÓDULO II Formação Geral 60 Informática Básica e aplicada a Educação 12 32 16 0 60 Produção Textual na educação escolar 12 32 16 0 60 Direito Administrativo e do Trabalhador 12 32 16 0 60 36 96 48 0 180 SUB-TOTAL TOTAL DO MÓDULO 180 Funcionários da Educação: cidadãos, profissionais, educadores e gestores 12 32 16 16 60 Educadores e Educandos: tempos históricos 12 32 16 16 60 III Formação Pedagógica Homem, Pensamento e Cultura: abordagem filosófica e antropológica 12 32 16 16 60 12 32 16 18 60 Relações interpessoais: abordagem psicológica 17 Educação, Sociedade e Trabalho: abordagem sociológica 12 32 16 Gestão da Educação Escolar 12 32 72 192 SUB-TOTAL TOTAL DO MÓDULO 16 60 16 18 60 96 100 460 460 Teorias do Espaço Educativo 12 32 16 28 60 Meio Ambiente, Sociedade e Educação 12 32 16 28 60 Higiene e Segurança nas Escolas 12 32 16 28 60 12 32 16 29 60 Equipamentos Elétricos e Eletrônicos 12 32 16 29 60 Equipamentos e Materiais Didáticos 12 32 16 29 60 Técnicas de Construção 12 32 16 29 60 84 224 112 200 620 IV Formação Específica Equipamentos Hidráulicos e Sanitários SUB-TOTAL TOTAL DO MÓDULO Legenda: AP – Atividades Presenciais 206 AMI – Atividades Mídia Interativa 534 AAI – Atividades Autoinstrutivas (Pratiques) 280 PPS – Atividades Supervisionadas 300 CHT – Carga Horária Total 1320 5.5 Prática Profissional Supervisionada A prática profissional proposta rege-se pelos princípios da equidade (oportunidade igual a todos), flexibilidade (possibilidade de ser desenvolvida no próprio local de trabalho), aprendizado continuado (orientação em todo o período de seu desenvolvimento), superação da dicotomia entre teoria e prática (articulação da teoria com a prática profissional) e acompanhamento ao desenvolvimento do estudante. 18 De acordo com as Orientações Curriculares Nacionais, a prática profissional é compreendida como um componente curricular e se constitui em uma atividade articuladora entre o ensino, a pesquisa e a extensão, balizadora de uma formação integral de sujeitos para atuar no mundo em constantes mudanças e desafios. É estabelecida, portanto, como condição indispensável para obtenção do Diploma de Técnico de Nível Médio. De acordo com as necessidades legais a serem atendidas, a proposta pedagógica do PROFUNCIONÁRIO visa contribuir para a “formação técnica e pedagógica do funcionário de escola colaborando para a construção da identidade profissional deste segmento, para a elevação do padrão de qualidade dos serviços prestados pela escola e para a democratização dela como espaço público”. (MEC/SEB, 2005, p. 18). Dessa maneira, a Prática Profissional Supervisionada do Curso Técnico de Nível Médio em Infraestrutura Escolar será realizada em serviço, tomando como base a construção de planos de trabalho (plano de ação educativa) a serem elaborados pelo cursista, devendo ser iniciados junto com os estudos a partir do terceiro módulo. As intervenções práticas previstas nos planos podem ser desenvolvidas no próprio local de trabalho do cursista, objetivando a integração entre teoria e prática, com base na interdisciplinaridade. O estudante-funcionário deverá colocar em prática o seu plano de trabalho por meio da vivência da ação educativa, que deverá resultar em relatórios parciais (memoriais), sob o acompanhamento e supervisão de um tutor, como forma de registrar as intervenções realizadas em sua própria prática, a partir dos conhecimentos adquiridos no curso e em articulação com as suas experiências profissionais. A elaboração dos relatórios parciais favorecerá a autoavaliação e a avaliação da aprendizagem e do processo de formação profissional em serviço, assim como subsidiará a construção do relatório final, exigido como trabalho de conclusão da Prática Profissional Supervisionada (PPS). Objetivamente, o estudo dos módulos remete à Prática Profissional Supervisionada e aos saberes necessário a ela, sugerindo atividades de reflexão, investigação e práticas, e ambos se remetem um ao outro, mesmo que nem todas as atividades sugeridas nos módulos sejam abrangidas pelo plano a ser elaborado para a PPS. As atividades de práticas profissionais deverão ser acompanhadas, desenvolvidas e supervisionadas pelo tutor responsável nas disciplinas de Memorial Descritivo, que totalizam carga horária de 300 horas, divididas ao longo dos 3 semestres do curso. Estas atividades serão 19 registradas, a fim de que se configure em aprendizagem significativa, experiência profissional e preparação para os desafios do exercício profissional, ou seja, uma metodologia de ensino que atinja os objetivos propostos. Para tanto, deve ser supervisionada como atividade própria da formação profissional e relatada pelo estudante. Os relatórios finais deverão ser produzidos seguindo as regras básicas da Língua Portuguesa e as orientações do tutor, podendo ser escrito em forma de relatório técnico ou portfólio. 6. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS: Será concedido ao aluno o direito de aproveitamento de estudos concluídos com êxito, em nível de ensino equivalente, conforme estabelecido na Organização Didático-Pedagógica do Instituto Federal do Acre. A validação de Conhecimentos e Experiências Profissionais Anteriores serão realizadas conforme estabelecido Organização Didático-Pedagógica – ODP. 7. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação do desempenho escolar será feita nos termos da Organização DidáticoPedagógica/2013 do IFAC (Art. 126 a 134), de forma processual, verificando o desenvolvimento dos saberes teóricos e práticos construídos ao longo do processo de aprendizagem. Dentre os instrumentos e técnicas de avaliação que poderão ser utilizados destacam-se o diálogo, a observação, a participação, as fichas de acompanhamento, os trabalhos individuais e em grupo, testes, provas, atividades práticas e a auto-avaliação. Nessa perspectiva, a avaliação deverá contemplar os seguintes critérios: Domínio de conhecimentos (assimilação e utilização de conhecimentos na resolução de problemas, transferência de conhecimentos, análise e interpretação de diferentes situações problemas). Participação (interesse, comprometimento e atenção aos temas discutidos nas aulas, estudos de recuperação, formulação e/ou resposta a questionamentos orais, cumprimento das atividades individuais e em grupo, externas e internas à sala de aula). 20 Criatividade. Autoavaliação (forma de expressão do autoconhecimento do discente acerca do processo do estudo, interação com o conhecimento, das atitudes e das facilidades e dificuldades enfrentadas tendo por base os incisos I, II e III). Análise do desenvolvimento integral do discente no período letivo. Outras observações registradas pelos docentes. O discente do Curso Técnico de Nível Médio na forma Subsequente só será considerado aprovado no período semestral se possuir frequência igual ou superior a 75% no cômputo da carga horária total do módulo, bem como média igual ou superior a 70 (setenta) em cada disciplina. 7.1 Instrumentos e Formas de avaliação da Aprendizagem para Alunos dos Cursos EaD: • Aulas a Distância na Plataforma Moodle; • Aulas Presenciais; • Seminários; • Avaliação; • Postagem de atividades na Plataforma; • Provas Presenciais; • Os critérios de avaliação é proposto pelo Professor no início das atividades da disciplina na Plataforma Moodle; A Avaliação Presencial ocorre, nos Polos, por meio de provas realizadas na mesma data e horário para todos os alunos. A aplicação dessas avaliações é realizada pelos professores e/ou tutores presenciais, com o acompanhamento do Coordenador do Polo. Também podem fazer parte das avaliações as atividades das aulas práticas presenciais realizadas nos Polos presenciais. A avaliação é realizada de forma contínua, por meio de atividades e tarefas em que são observadas, dentre outras, a capacidade de o aluno refletir sobre conceitos, de pesquisar, de interagir significativamente com os pares, de perceber suas dificuldades e superá-las. 21 Nas discussões nos fóruns, o aluno deve atentar para que suas contribuições tragam boas reflexões sobre o tema discutido, deve comentar a contribuição dos colegas, trazer um questionamento novo sobre o tema discutido e ainda oportunizar indicação de material complementar (leituras, vídeos, etc.) que possa enriquecer a discussão. Tabela 02 - Resumo do Processo de Avaliação Princípios Instrumentos Processual: contínua, de todos os elementos e Em cada módulo: práticas de leitura, de momentos de formação. experimentação, de investigação, de reflexão Diagnóstica: percepção das dificuldades com e de produção textual. vistas a construir e criar outras possiblidades No curso: memorial reflexivo da trajetória do de compreensão e prática cursista. Participativa/Dialógica: coletiva e interativa. Na Emancipatória: autoavaliação conclusivo, PPS: relatório e final registro descritivo das horas e em formulário adequado. 8. DIPLOMA: Após integralização dos componentes curriculares do Curso Técnico em Infraestrutura Escolar na forma subsequente, na modalidade à distância, dos módulos referentes à formação pedagógica e técnica geral e específica e da realização da correspondente Prática Profissional supervisionada (PPS), será conferido o Diploma de Técnico em Infraestrutura Escolar ao cursista portador de diploma do ensino médio, conforme exigência legal brasileira. 9 . INFRAESTRUTURA: 9.1. Da Diretoria Sistêmica de Programas Especiais (DSPES) O IFAC, através da DSPES, dispõe dos seguintes equipamentos tecnológicos e instalações para a gestão de seus cursos a distância: 22 Tabela 03. Equipamentos da DSPES Item 1 2 3 4 Equipamentos Computador all-in-one Ilhas de Edição Impressora multifuncional Projetor de imagens Quantidade 20 6 3 2 Tabela 04 - Instalações da DSPES Item 1 2 3 4 5 Instalações Salas para coordenações Salas para apoio administrativo Sala de reuniões e capacitações Sala para arquivamento de materiais Depósito Quantidade 6 2 1 1 1 9.2. Dos Polos O IFAC dispõe de uma estrutura tecnológica padronizada em todos os polos, contando com, no mínimo, os seguintes equipamentos e instalações: Tabela 5. Equipamentos nos Polos Item 1 2 3 4 5 Equipamentos Computador all-in-one Impressora multifuncional Projetor de imagens Antena e receptor de imagem digital Caixa de som e amplificador de potência Quantidade 40 1 1 1 1 Tabela 6. Instalações nos Polos Item 1 2 3 4 Instalações Salas de aula Laboratório de informática Sala da coordenação do polo Biblioteca Quantidade 1 1 1 1 10. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 23 Os quadros abaixo descrevem, respectivamente, o pessoal docente e técnicoadministrativo, necessários ao funcionamento do Curso, tomando por base o desenvolvimento simultâneo de uma turma para cada período do curso. Quadro A. Pessoal docente Módulo Módulo Introdutório Módulo de Formação Geral Disciplina Fundamentos e Práticas em EaD Orientações Gerais do Profuncionário Orientação da Prática Profissional I Informática Básica Aplicada a Educação Produção Textual na Educação Escolar Direito Administrativo e do Trabalhador Funcionários da Educação: cidadãos, profissionais, educadores e gestores Módulo Pedagógico Módulo Específico Perfil Informática Licenciado Licenciado Informática Letras Português Administrador/Economista/Bacharel em direito Pedagogo/Licenciado Educadores e Educandos: tempos históricos Pedagogo/Licenciado Homem, Pensamento e Cultura: abordagem filosófica e antropológica Pedagogo/Licenciado Relações interpessoais: abordagem psicológica Pedagogo/Licenciado Educação, Sociedade e Trabalho: abordagem sociológica Pedagogo/Licenciado Gestão da Educação Escolar Pedagogo/Licenciado Teorias do Espaço Educativo Meio Ambiente, Sociedade e Educação Higiene e Segurança nas Escolas Equipamentos Hidráulicos e Sanitários Equipamentos Elétricos e Eletrônicos Equipamentos e Materiais Didáticos Técnicas de Construção Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Quadro B - Pessoal técnico-administrativo necessário ao funcionamento do curso Descrição Equipe Técnica Qtde 24 Coordenação Geral para organização e funcionamento do curso em 01 concordância com as orientações da SETEC/PROGRAMA PROFUNCIONÁRIO Coordenador Adjunto para assessorar a Coordenação Geral 01 Coordenador de Curso 01 Coordenador de polo 01 Além disso, o presente projeto prevê a contratação de professores formadores para o trabalho pedagógico presencial para a formação dos tutores (presenciais e à distância), por meio do pagamento de bolsas, previsto no Plano Geral de Trabalho. 11. METODOLOGIA E EQUIPE DE APOIO AO ENSINO À DISTÂNCIA A estrutura de apoio pedagógico ao aluno prevê, além do Professor e Coordenador de Curso, o apoio do tutor presencial, de um coordenador de polo e um tutor à distância. 11.1 Do tutor presencial: Atua no Polo, junto aos alunos e tem como atribuições: • Conhecer o Projeto Pedagógico do Curso; • Ser um mediador entre o estudante e material didático e atividades práticas de laboratório; • Estimular, motivar e orientar os alunos a desenvolverem suas atividades acadêmicas e de autoaprendizagem; • Planejar e organizar as ações de orientação da aprendizagem; realizar os encontros presenciais com os alunos, em grupo para orientação, troca de experiências, confronto de ideias e busca de soluções; • Assessorar e mediar o processo de aprendizagem do aluno, considerando o ritmo e estilo de aprendizagem de cada um; • Possibilitar aos alunos procedimentos reflexivos e fundados em conceituações teóricas consistentes; 25 • Avaliar o processo de aprendizagem do aluno, em articulação com o professor e tutor a distância; • Manter o professor, o tutor a distância e o pedagogo informados sobre o nível de preparação e desenvolvimento dos alunos; • Acompanhar as interações dos alunos, por meio da lista de discussões, fóruns e sala de bate-papo da unidade curricular, auxiliando o professor e tutor a distância na condução desses recursos; • Suscitar interesse pela investigação e uso de bibliotecas e laboratórios; • Realizar sistematicamente exercícios de autoavaliação, discussão de resultados de avaliações propostas nos encontros presenciais; • Orientar trabalhos escolares e atividades complementares; • Participar das reuniões com o professor e tutor a distância para acompanhamento e avaliação dos resultados da unidade curricular; • Participar das reuniões técnico-pedagógicas do curso. 11.2 Do tutor à distância: Tem como principais funções: • Colaborar com o Professor/Conteudista e formador na condução dos conteúdos das unidades curriculares e módulos; • Participar das reuniões pedagógicas e dos trabalhos dos órgãos colegiados do Curso; • Planejar e organizar as ações educativas junto ao professor/conteudista e formador; • Disponibilizar material didático; • Assessorar e acompanhar o trabalho do professor/conteudista e formador e tutores presenciais e de laboratório; • Acompanhar as interações dos alunos por meio da lista de discussões, fóruns e sala de bate-papo da disciplina; • Acompanhar atividades de extensão e pesquisa em EAD, propostas pelo professor/conteudista e formador; 26 • Dispor de horário específico de permanência para atendimento às necessidades pedagógicas da unidade curricular; 11.3 Do Coordenador de Polo: Tem como principais atribuições: • Gerir as questões administrativas do Curso, atualizando-as quando necessário; • Orientar os tutores presenciais e de laboratórios para o desenvolvimento adequado das atividades; • Estabelecer e coordenar as atividades necessárias às funções de secretaria, de laboratório de informática e biblioteca; • Acompanhar o processo ensino e aprendizagem nas duas vertentes: docente e discente; demais atividades relacionadas às questões pedagógicas e administrativas do Curso e do Polo. O suporte a recursos bibliográficos (biblioteca) também estarão disponíveis aos alunos. As aulas práticas são realizadas em laboratórios técnicos e/ou laboratórios virtuais nos Polos de apoio presencial, com a presença dos professores ou tutores das unidades curriculares. A avaliação ocorre nos polos, por meio de provas presenciais realizadas na mesma data e horário para todos os alunos. A aplicação dessas avaliações é realizada pelos tutores presenciais, sob supervisão do Coordenador de Polo. Também fazem parte das avaliações atividades referentes às aulas práticas presenciais realizadas no ambiente virtual de aprendizagem, como realização de atividades propostas pelo professor de participação em chat´s, wiki´s e outros disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem. 12. ANEXOS 12.1 Ementa 27 I MÓDULO INTRODUTÓRIO Fundamentos e práticas da EAD CARGA HORÁRIA: 20 horas EMENTA: Concepções e legislação em EAD. Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem. Ferramentas para navegação e busca na Internet. Metodologias de estudo baseadas nos princípios de autonomia, interação e cooperação. OBJETIVOS: Possibilitar ao sujeito conhecer o ambiente e as ferramentas virtuais que serão utilizadas durante o desenvolvimento do curso. Bibliografia Básica: ALVES, A - Moodle: estratégias pedagógicas e estudo de caso – Salvador: EDUNEB, 2009. CARNEIRO, Mára Lúcia Fernandes. Instrumentalização para o ensino a distância. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. 72 p. (Série Educação a Distância). CAVALCANTI, Carolina. A interatividade em ambientes Web: dando um toque humano a cursos pela internet. SILVA, R, S – Moodle para autores e tutores – NOVATEC, 2010. Orientações Gerais Profuncionário CARGA HORÁRIA: 20 horas EMENTA: Conhecer o programa Profuncionário, objetivos, legislação, parceiros. OBJETIVOS: Possibilitar uma reflexão acerca do importante trabalho do programa Profuncionário no contexto da educação técnica no Brasil. Bibliografia básica: BRASIL. Manual do Profuncionário - Cursos Técnicos para Funcionários da Escola. – Orientações Gerais. 2 ed. Brasília: MEC, 2008. AZEVEDO, Janete. Educação como política pública. São Paulo: Autores Associados, 1997. 28 BRASIL. Conselho Nacional da Educação. Secretaria da Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais: Educação Básica. Brasília: MEC, 2004. BRASIL. Secretaria da Educação Básica. Por uma Política de Valorização dos Trabalhadores em Educação. Em cena, funcionários de escola. Brasília, set. 2004. Bibliografia complementar: BRASIL. Secretaria da Educação Básica. Por uma Política de Valorização dos Trabalhadores em Educação. Em cena, funcionários de escola. Brasília, set. 2004 Orientação da Prática Profissional I CARGA HORÁRIA: 20 horas EMENTA: Noções da prática profissional supervisionada, orientação para o desenvolvimento e execução da prática profissional supervisionada. OBJETIVOS: Entender como acontece a prática profissional supervisionada. Bibliografia básica: BRASIL. Manual do Profuncionário - Cursos Técnicos para Funcionários da Escola. Orientações Gerais. 2 ed. Brasília: MEC, 2008. BRASIL. MEC Secretaria da Educação Básica. Por uma política de valorização dos trabalhadores em educação. Em cena os funcionários de escola. Brasília, set. 2004. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Funcionários de Escola: cidadãos, educadores, profissionais e gestores/elaborador: João Antônio Cabral Monlevade- Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. 29 Bibliografia complementar: Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 15ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000a. _____. Pedagogia do oprimido. 12ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983. II MÓDULO FORMAÇÃO GERAL Informática Básica e aplicada à Educação CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: Curso Básico de Informática. Descobertas e criações do homem na sua relação com a natureza e o trabalho. Industrialização no Brasil. O que é tecnologia. Tecnologias da Informação. Internet e acesso à tecnologia da informação no Brasil. Tecnologias e mercado de trabalho. O que é informática? A informática na formação do trabalhador. Sistema operacional Windows XP. Editor de texto Word XP, Navegador Internet Explorer, Linux. O editor de texto Kword. Navegador Mozila Firefox. OBJETIVOS: Apresentar noções básicas sobre tecnologias da informação para saber utilizar o computador como ferramenta auxiliar no seu trabalho. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. 21 BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Informática básica/elaboração: João Kerginaldo Firmino do Nascimento Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância,2005. Produção Textual na educação escolar CARGA HORÁRIA: 60 horas 30 EMENTA: Produção de textos. Leitura e compreensão de textos. Desenvolvimento da leitura e compreensão de textos. Desenvolvimento da leitura e escrita em documentos oficiais educacionais. A arte de ler, de escrever e de comunicar. OBJETIVOS: Possibilitar a leitura, interpretação e produção textual relacionando-os às práticas educacionais e aos documentos oficiais. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, 22 DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Produção Textual na Educação Escolar / elaboração: Olga Freitas. Brasília: Universidade de Brasília,Centro de Educação a Distância, 2005. Direito Administrativo e do Trabalhador CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: Conceitos fundamentais de Direito. O mundo do trabalho. A Constituição Federal e a conquista da cidadania. Os direitos do trabalhador brasileiro. Elementos de Direito Administrativo. Os funcionários da educação como sujeitos de sua própria história. OBJETIVOS: Possibilitar a compreensão dos problemas relacionados à vida na escola, apropriando-se dos conceitos fundamentais de Direito, Legislação e Cidadania. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 23,1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. 31 BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Direito Administrativo e do Trabalho / Walter Candido Borsato de Moraes. Brasília:Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. III MÓDULO FORMAÇÃO PEDAGÓGICA Educação, sociedade e trabalho abordagem sociológica CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: A sociologia como resposta intelectual às transformações sociais resultantes da Revolução Industrial, do Industrialismo e da Revolução Francesa. Elementos e características do Funcionalismo e do Materialismo Dialético. Educação na perspectiva conservadora: o registro conservador de Émile Durkhein e a influência do pensamento liberal de John Dewey e da Teoria do Capital Humano. Educação na perspectiva crítica: educação como reprodutora da estrutura de classes ou como espaço de transformação social. Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho: o desenvolvimento das relações de trabalho na história da humanidade. A reestruturação do modo de produção capitalista. As reformas do Estado, o papel da escola e o compromisso social dos trabalhadores da educação. OBJETIVOS: Analisar Educação, Sociedade e Trabalho a partir de uma abordagem sociológica da educação. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa 19 Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Educação, sociedade e trabalho: abordagem sociológica da educação/ elaboração: Ricardo Gonçalves Pacheco e Erasmo Fortes Mendonça. Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. 32 Relações Interpessoais: abordagem psicológica CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: Processo de desenvolvimento humano: infância, adolescência, fase adulta e velhice. Relações e práticas pedagógicas educativas na escola. Relações interpessoais na perspectiva da construção coletiva na educação. Desenvolvimento afetivo e cognitivo. OBJETIVOS: Propor uma reflexão teórica sobre os aspectos do desenvolvimento psicológico e o papel da escola na formação do sujeito. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Relações interpessoais: abordagem psicológica / Regina Lúcia Sucupira Pedrosa. Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. Educadores e educandos: tempos históricos CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: A educação e a escola através dos processos históricos. A construção, organização e o significado das instituições escolares. Educação e ensino. Funções da escola na sociedade capitalista. As relações entre classes sociais e educação. Processos educativos: continuidades e descontinuidades. Movimentos sociais de mudanças e de resistência. Diversidade étnico-cultural: homens e mulheres sujeitos históricos. Governo, mercado e educação. 33 OBJETIVOS: Possibilitar a compreensão da escola e da educação como partes da cultura de um povo num determinado tempo e espaço. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Educadores e Educandos: tempos históricos /elaborador: Maria Abadia da Silva - Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. Homem, pensamento e cultura: abordagem filosófica e CARGA HORÁRIA: 60 antropológica horas EMENTA: Processo de construção da cidadania. Filosofia como instrumento de reflexão e prática. Ética, moral e política. O ambiente físico e social. Relações homem-natureza. Aspectos e valores culturais. Linguagem e comunicação. OBJETIVOS: Promover a apropriação e criação de condições teórico-práticas, numa abordagem filosófica e antropológica sobre o homem, o pensamento e a cultura, possibilitando a construção da identidade de educador profissional. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Homem, pensamento e cultura: abordagens filosófica e antropológica: formação técnica /elaboração: Dante Bessa. Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. 34 Funcionários de Escolas: cidadãos, educadores, profissionais e CARGA HORÁRIA: 60h gestores EMENTA: Os funcionários da escola no contexto da educação escolar. Papel social da escola e as funções educativas não-docentes: prática integrada, profissionalismo e compromisso social. Relação entre os funcionários e a estrutura e operação das etapas e modalidades da educação básica: legalidade e realidade. Papel dos funcionários na elaboração e na execução da proposta pedagógica e da gestão democrática das escolas e dos sistemas de ensino. OBJETIVOS: Possibilitar uma reflexão acerca do importante trabalho do funcionário no contexto da educação escolar básica no Brasil. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 15,1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Funcionários de Escola: Funcionários de Escola: cidadãos, educadores, profissionais e gestores/elaborador: orador: João Antônio Cabral Monlevade- Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. Gestão da Educação Escolar CARGA HORÁRIA: 60h EMENTA: Administração e gestão da educação: concepções, escolas e abordagens. A gestão da educação: fundamentos e legislação. Reforma do Estado brasileiro e a gestão escolar. Gestão, descentralização e autonomia. Gestão democrática: fundamentos, processos e mecanismos de participação e de decisão coletivos. OBJETIVOS: Possibilitar a compreensão das diferentes concepções, abordagens e relações da gestão na educação escolar. 35 Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: 9394/96. Rio de Janeiro: Ed. Esplanada, 20, 1998. BRASIL. Lei 9424 de 24.12.96. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 1996. BRASIL. Ministério Educação. Secretaria de Educação Básica. Gestão da educação escolar / elaboração: Luiz Fernandes Dourado Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005. IV MÓDULO FORMAÇÃO ESPECÍFICA Teorias do Espaço Educativo CARGA HORÁRIA:60 horas EMENTA: Conceito de espaço. História dos espaços escolares como expressão de diferentes culturas e pedagogias. Espaço natural, espaço arquitetônico e espaço educativo. O colégio jesuítico nas cidades e nas missões. O espaço escolar na educação pombalina. Os prédios escolares do Império e da Primeira República. O enxugamento dos espaços escolares nas décadas de massificação: salas de aula e dependências administrativas. O papel dos funcionários em cada modelo de escola. O currículo como modelador dos espaços: salas-ambiente. Educação e entorno socioambiental. Teorias de manutenção da qualidade material das edificações e dos equipamentos. OBJETIVOS: Apresentar os fundamentos, as ideias e os comentários sobre uma série de questões ligadas ao espaço, especialmente ao espaço destinado à educação. Bibliografia Básica: ACIOLI, J.L. Física básica para arquitetura. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1994. ALMEIDA, Jaime Gonçalves de. Significado das Práticas Construtivas na Aprendizagem Universitária da Arquitetura. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília: MEC. V. 85, n.209/210/211, p. 85-100, jan.dez.2004. 36 ARNHEIM, Rudolf, Arte e percepção Visual: uma psicoloiga da visão criadora. Nova Versão. Tradução por Ivonne Terezinha de Faria. 1984. 7. Ed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1992. Meio Ambiente, Sociedade, Higiene e Educação CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: A importância do desenho e da pintura no processo civilizatório. As grandes escolas de artes plásticas. O rádio e a massificação informativa. Fotografia: teoria e prática. Cinema: produção e consumo. O vídeo: produção e uso educativo. Rádios e televisões educativas. A interação entre a escola e a mídia. OBJETIVOS: Levar os funcionários ao conhecimento das concepções de meio ambiente e de seus fundamentos científicos, de forma a desenvolver reflexões sobre a interação entre a sociedade, meio ambiente e educação, como pré-condições de sua atuação como gestor do espaço educativo e mediador dos conflitos com o entorno natural. Bibliografia Básica: BRASIL. COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO FEDERAL DE MEIO AMBIENTE. Brasília: Ibama, 1992. _____. COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1988. _____. CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O MEIO AMBIENTE, Agenda 21. Brasília: Câmara dos Deputados, 1995. Técnicas de Construção CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: Orientação sobre prática profissional. Roteiro para o Relatório Final. Relatório Técnico ou Portfólio. Elaboração de relatórios. Comprovação da prática profissional. Local da realização da prática. OBJETIVOS: Fornecer (ao funcionário) informações a respeito do impacto ambiental da construção civil e do manejo correto de seus resíduos. Bibliografia Básica: 37 ABNT. NBR 9050/2004: acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. 2. Ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. 97p. BURY, John. Arquitetura e arte no Brasil Colonial. Tradução de Isa Mara Lando. São Paulo: Nobel, 1991. 219p. CIMENTO E AREIA. Revista Eletrônica de Divulgação e Popularização da Cultura Arquitetônica e do Conhecimento Técnico sobre Construção. Disponível em: < www.cimentoeareia.com.br>. Acesso em: 27 set. 2007. Segurança nas Escolas CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: A experimentação como prática científica. As grandes descobertas. Laboratórios. O desenvolvimento dos laboratórios escolares: concepção, uso e rotina. Laboratório de Ciências: biologia, química e física. Laboratório do ensino de línguas. Laboratório de informática. Perfil do técnico em laboratórios. OBJETIVOS: Este módulo tem como objetivo central levar os (as) funcionários (as) a refletirem sobre a higiene e a segurança na escola e sobre seu papel na construção de uma escola onde educadores e educandos primem pela limpeza pessoal e do ambiente, bem como se sintam seguros e responsáveis pela construção de uma cultura de paz na escola e na comunidade. Bibliografia Básica: FISICO, O. A epopeia de um médico medieval. 14. Ed., GORDON, Noah. [S.I]: EPU, 1996. KLOETZEL, Kurt. Temas de saúde: Higiene física e do ambiente. 1. ed. [S.I]: EPU, 1980. BELLI, Roberto. Boas maneiras: Higiene com os alimentos. 1. Ed. [S.I]: Todolivro, 2006. [coleção Boas Maneiras]. Equipamentos Hidráulicos e Sanitários CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: Biblioteca escolar. Organização de acervo bibliográfico. Dinamização da biblioteca. Mediadores da leitura. O museu e a escola. OBJETIVOS: 38 Este módulo tem como objetivo levar aos funcionários o conhecimento dos equipamentos e do sistema hidro-sanitário permitindo que façam bom uso dos mesmos e contribuam para a qualidade do ambiente escolar. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5626: Instalações prediais de água fria. Rio de Janeiro, 1998. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8160: Instalação predial de esgoto sanitário. Rio de Janeiro, 1983. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7198: Projeto e execução de instalações prediais de água quente. Rio de Janeiro, 1993. Equipamentos Elétricos e Eletrônicos CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: Educação e cultura. O Brasil e a diversidade cultural. Cultura erudita, cultura popular e cultura de massa. Identidade cultural da comunidade escolar. Atividades culturais na escola. OBJETIVOS: Este módulo tem como um dos objetivos ampliar seus conhecimentos sobre o fornecimento da energia elétrica, desde sua geração até o destino final. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Rio de Janeiro, 2004. CREDER, H. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda., 1991. MANUAL PIRELLI DE INSTALAÇÕES ELÉTRICA. Pirelli. São Paulo: Editora Pini, 2001. Equipamentos e Materiais Didáticos CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA: Informática na educação. Histórico da informática educativa no Brasil. O uso do computador na escola como recurso pedagógico. A importância da capacitação e do papel do professor, do administrador escolar e do funcionário da educação. O uso da internet na educação. OBJETIVOS: Conhecer os materiais e os equipamentos didáticos em uso nas escolas brasileiras. 39 Bibliografia Básica: ALBANO, A.A. Artes visuais: estética e expressão. Disponível em: http: //www. Tvbrasil. Com.br/SALTO/boletins 2004>. BRASIL. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC/Seesp, 2001. ______. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Parecer CEB 15/98. Câmara de Educação Básica, 1998. 12. 2 Referências Bibliográficas ACRE. Secretaria de Estado de Planejamento. Acre em números. 2013. Departamento de Estudos e Pesquisas – DEP, 9 edição. 211 p. Disponível: http://www.ac.gov.br/wps/wcm/connect/e0c7fd0042426ebe9196b371c3a11451/Acre%2BEm %2BNu%CC%81meros%2B2013+web+editado.pdf?MOD=AJPERES&CONVERT_TO=url &CACHEID=e0c7fd0042426ebe9196b371c3a11451. Acesso em 7/10/2014. BRASIL. Decreto n. 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os art. 39 a 41 da Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. Brasília/DF: 2004. _______. Lei n. 9.394, de 20/12/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. _______. Lei n. 11.892, de 29/12/2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e dá outras providências. Brasília/DF: 2008. _______. Orientações Gerais. DASE/SEB/MEC e CEAD/FE/UNB. Brasília, 2005. _______. Parecer CEB/CNE n. 15/98 e da Resolução CEB/CNE n. 03/98. Trata das Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio. _______. Parecer CEB/CNE n. 01/99 e da Resolução CEB/CNE n. 02/99. Trata das Diretrizes para o Curso Normal de Nível Médio. _______. Parecer CEB/CNE n. 11/00 e Resolução CEB/CNE n 01/00. Trata das Diretrizes Curriculares de Jovens e Adultos. 40 _______. Parecer CEB/CNE n. 36/04 que propõe reformulação da Resolução CEB/CNE, n. 01/00. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. _______. Parecer CEB/CNE n. 16/99 e da Resolução CEB/CNE n. 04/99. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Profissional de Nível Técnico. _______. Parecer CEB/CNE n. 41/02. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação a Distância na Educação de Jovens e Adultos e para a etapa da educação básica no Ensino Médio. _______. CEB/CNE a 35/03 e da Resolução CEB/CNE n. 01/04. Trata da organização e realização de estágio de alunos do ensino médio e da educação profissional. _______. Parecer CEB/CNE n. 16/05. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a área profissional de Serviços de Apoio Escolar. CIAVATTA, Maria; Ramos, Marise (orgs.). Ensino Médio Integrado: concepções e contradições. São Paulo: Cortez,2005. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CNE/CEB n. 36/2004. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília/DF: 2004. _______. Resolução CNE/CEB n. 01/2004. Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e educação de Jovens e Adultos. Brasília/DF: 2004. _______. Resolução CNE/CEB n. 01/2005. Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto n. 5.154/2004. Brasília/DF: 2005. BRASIL. Decreto nº 7415, de 30 de dezembro de 2010. Institui a Política Nacional de Formação dos Profissionais de Educação Básica e dispõe sobre o Programa de Formação inicial em Serviços de Profissionais de Educação Básica do Sistemas de Ensino Público – PROFUNCIONÁRIO. 41