AULA 1
Contextualização
 Transformações no Ambiente Mundial
 Crise do Estado.
 Reforma do Estado nos anos 80 e 90.
 Administração Gerencial.
 Desenvolvimento dos sistemas de controle
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
Transformações do Ambiente Mundial
• Sociedade Industrial
Sociedade do conhecimento
• Estado provedor
Estado regulador
• Adm. burocrática
• Controle de Pessoas
Adm. Gerencial
Gestão do Conhecimento
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
REFORMA GERENCIAL DO ESTADO
Dimensões da Reforma do Estado
 Responsabilidade
públicas.
Fiscal:
equilíbrio
das
contas
 Institucional: definição de novas funções e
responsabilidades
para
o
Estado
e
suas
organizações.
 Gerencial:
novo
modelo
integrado
planejamento, orçamento e gestão.
de
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AULA 1
REFORMA GERENCIAL DO ESTADO
Modelo de Gestão Orientada para Resultados
 Governabilidade:
consiste
na
reunião
das
condições políticas, conferidas pela sociedade ao
Estado, para o exercício do governo.
 Governança: consiste em o Estado formular e
implementar suas políticas, em transformar em
realidade as decisões políticas.
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
REFORMA GERENCIAL DO ESTADO
Modelo de Gestão Orientada para Resultados
• Orientação para o cidadão: consiste no fato de fazer o aparelho de
Estado voltar-se para ao atendimento das demandas dos cidadãos.
• Transparência: nos processos decisórios e na execução das ações,
viabilizando a responsabilização dos administradores.
• Responsabilização: deslocamento do foco nos processos para os
resultados.
• Participação: manifesta-se sobretudo pela participação
cidadãos, exigindo políticas centradas nas pessoas.
dos
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
REFORMA GERENCIAL DO ESTADO
 Características da Administração Gerencial
 Flexibilidade
 Criatividade
 Incentivo as inovações
 Orientação para obtenção de resultados.
 Avaliação através de indicadores de desempenho.
 Controle a posteriori
 Controle de resultados e não de processos.
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
REFORMA GERENCIAL DO ESTADO
Características da Administração Gerencial
“Ao contrário da Administração Burocrática, fixada nos controles
formais, que se concentra excessivamente sobre as entradas dos
recursos, a gestão empreendedora enfatiza o controle sobre as
saídas, os resultados.”.
Eudes M. Toscano Jr.
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
“De nada ou quase nada adianta uma gestão
irreparável do ponto de vista do cumprimento de
todas as normas exigidas se o resultado de sua ação
concreta é pífia, nula ou desprezível no que
concerne ao atendimento do cidadão e na resposta
às suas demandas e necessidades..”
Falcão & Abe (1997:37)
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
 O Controle Governamental na fase burocrática, tinha se tornado
incapaz de atender ao clamor da sociedade organizada quanto às
prestações de contas dos dinheiros públicos.
 O fato de exercer uma avaliação a priori dos procedimentos formais
circunscritos ao âmbito da própria burocracia, inviabilizava a
atuação eficiente do Controle, que por vezes dava como regulares
despesas que satisfaziam as regras formais aplicadas ao caso, sem
que as mesmas tivessem alcançado os objetivos para os quais
haviam sido planejadas.
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AULA 1
CONTROLE SOCIAL NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
“(...) a ênfase do controle deve sair do controle
formal, a priori de processos, e migrar para o controle
de resultados a posteriori. A sociedade, nesse
sistema, deverá ter uma participação maior na
fiscalização da atuação dos gestores e funcionar
como uma forma de controle externo, que seria o
controle social.”
(CRUZ SILVA, 1999:47).
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
Com a chegada de uma nova filosofia para
a Administração Pública, via modelo
gerencial, ou pós-burocrático, a função do
controle governamental passa a ser discutida
como elemento de crucial relevância para o
Estado.
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AULA 1
CONTROLE SOCIAL NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
“Num
sistema
até
então
tradicionalmente
patrimonialista, o conceito de accountability, chega
como um divisor de águas na perspectiva da
construção de um controle externo social. Controle
este, que torna-se o mais novo aliado na busca pelos
resultados da aplicação dos dispêndios públicos.(...)”
(SILVA, 1999:47).
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
Cinco objetivos fundamentais para os sistemas de controle:
 Proteger os ativos dos erros intencionais ou não e das irregularidades.
 Obter informações corretas e seguras para subsidiar a tomada de
decisão.
 Conseguir adesão às políticas gerais da organização.
 Atingir as metas e programas da organização.
 Promover a eficiência e a eficácia nas operações da organização
por meio de uma utilização racional dos recursos disponíveis.
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
CONSTITUIÇÃO DE 1988
 Institucionalização dos sistemas de controle interno
e externo.
 Inclusão do controle social.
 Avaliação do cumprimento de metas
 institucionalização
de
instrumentos
planejamento – PPA, LDO e LOA.
de
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
TENDÊNCIAS DAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS
organizações internacionais como a Organização
Internacional
de
Entidades
de
Fiscalização
Superiores- INTOSAI, vem ao longo dos anos
desenvolvendo padrões de estruturas e processos de
controle interno, calcados na eficiência e na
efetividade, com vistas a garantir a transparência no
controle dos resultados dos dispêndios públicos.
Nome do Curso em uma linha
AULA 1
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
Ênfase na Efetividade
O novo ambiente organizacional da Administração
Pública, desencadeado pelo modelo gerencial,
determinou a evolução do conceito de efetividade
dos gastos públicos.
A efetividade é sempre um indicador da satisfação
externa, um indicador que procura retratar os efeitos
da gestão dos recursos nos consumidores (cidadãos).
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
Ênfase na Equidade
 Promover
a equidade é promover as condições
para que todos tenham acesso ao exercício de
seus direitos civis, políticos e sociais;
 Não é, portanto, tratar todos de maneira igual, é
considerar as diferentes necessidades.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
O processo de avaliação da gestão pública começa
então a sair da ação reativa que era característica
do modelo burocrático, extremamente formalista e
legalista, para buscar garantir o aumento da
efetividade dos programas e a eficácia e eficiência
das ações governamentais, a partir da consideração
de indicadores que possibilitem a aferição do grau
de consecução dos resultados atingidos pela gestão
dos recursos públicos.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
 No Brasil, o mandato para a realização de auditorias
operacionais foi conferido ao sistema de tribunais de contas
a partir de 1988
 Antes mesmo do controle de natureza operacional ter sido
incorporado às competências dos tribunais de contas pela
Constituição de 1988, o TCU já vinha promovendo
intercâmbio com entidades de reconhecida competência
no campo.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
As auditorias de regularidade (também consideradas auditorias
de conformidade) englobam as auditorias financeiras e de
cumprimento legal. Correspondem ao exame das operações e
transações de natureza contábil, financeira, orçamentária e
patrimonial, com o objetivo de se emitir uma opinião sobre a
adequação das demonstrações tomadas em conjunto, assim
como verificação do atendimento às leis, normas e
regulamentos aplicáveis, além dos aspectos de moralidade e
legitimidade dos atos administrativos
(TCE-BA, 2000, cap. 2, item 2.1, f. 1-2).r
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
Auditoria de desempenho deve ser
praticada por poderosas, independentes
instituições e é apresentada como um
modo de investigação que pretende
estabelecer se, a que custo e em que grau
políticas,
programas,
projetos
governamentais estão funcionando.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
NOMECLATURAS CONFORME EFS
• Auditoria Operacional.
• Auditoria de Desempenho.
• Auditoria de Valor pelo Dinheiro.
• Auditoria Administrativa.
• Auditoria de Gestão.
• Auditoria de Rendimento.
• Auditoria de Resultados.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL – ALGUMAS CARACTERISTICAS
A auditoria de desempenho ou operacional não
é uma atividade homogênea, linear e periódica
e não possui uma metodologia única. Ao
contrário, o objeto de controle, os critérios de
investigação e as ferramentas de coleta e
análise são determinados pelos auditores e pode
variar a cada novo trabalho.
(POLLITT, 1999)
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL – ALGUMAS CARACTERISTICAS
 Ao contrário do que ocorre com as auditorias de regularidade, em
uma auditoria operacional o início dos trabalhos de análise não indica
que já há uma decisão acerca da realização daquele exame.
 Cada auditoria operacional é precedida de uma análise preliminar na
qual se estabelece a existência das condições para a realização do
trabalho.




Há oportunidade de melhoria nos programas?
É provável que se obtenha as informações ou provas requeridas?
Há informação confiável?
Existem oportunidades razoáveis para a obtenção das informações?
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL – ALGUMAS CARACTERISTICAS
 Maior flexibilidade na escolha dos temas e
objetos de auditoria, em relação à auditoria de
conformidade;
 Existência de distintos critérios de auditoria;
 Envolvimento do auditado em todas as etapas
do trabalho de auditoria;
 Ampla variedade de métodos de investigação e
avaliação.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL – ALGUMAS PECULIARIDADES
Formação de grupos de especialistas







Recrutamento específico por áreas de especialidade
Sofisticação do treinamento
Amplificação das habilidades
Crescente demanda quanto ao desempenho dos
auditores
O trabalho de auditoria de desempenho tornou-se
bastante complexo para uma abordagem generalista
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL - DEFINIÇÃO
“Um conjunto de procedimentos técnicos e métodos de
investigação utilizados por instituições centrais de controle da
administração pública para obtenção, processamento e
disseminação de informações relevantes de revisão e
avaliação de atividades, projetos, programas, políticas e
órgãos governamentais quanto a aspectos de economia,
eficiência e efetividade, boas práticas de gestão, equidade,
alcance de metas, capacidade de gerenciamento de
desempenho, informações de desempenho, entre outros
critérios orientados para o resultado da atuação pública.”
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
O autor defende que a auditoria de desempenho não se
trata propriamente de auditoria, mas de uma atividade
intermediária entre a auditoria tradicional e a avaliação de
programas. Para ele, a auditoria propriamente dita se funda
em verificações, ao passo que a auditoria de desempenho
está alicerçada no exercício de julgamentos.
Barzelay (1997)
Pollitt e outros (1999) refutam esse entendimento, afirmando
que até mesmo a auditoria de regularidade envolve juízo de
valor
(POLLITT e outros, 1999, p. 14).
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
Na auditoria operacional a fase de planejamento
ganha relevância, em virtude da necessidade de se
determinar o alcance da auditoria, seus objetivos,
critérios, recursos necessários, a formação de equipe
com especialistas em diversas áreas etc., a fim de
garantir que a auditoria abranja os aspectos de
maior impacto na entidade auditada.
(OLIVEIRA, 1996:24).
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
No TCU, todavia, essa atividade teve impulso definitivo
com o Projeto de Desenvolvimento de Técnicas de
Auditoria de Natureza Operacional, iniciado em abril
de 1998, ao amparo do Acordo sobre Cooperação
Técnica entre os governos do Brasil e do Reino Unido
da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
 “A Auditoria de Natureza Operacional consiste na avaliação
sistemática dos programas, projetos, atividades e sistemas
governamentais, assim como dos órgãos e entidades
jurisdicionadas ao Tribunal.”
 “A Auditoria de Natureza Operacional abrange duas
modalidades: a auditoria de desempenho operacional e a
avaliação de programa.”
TCU - Manual de auditoria de natureza operacional
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL – DUAS MODALIDADES TCU
Modalidades
Auditoria de
desempenho
operacional
Avaliação
de programa
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
“O objetivo da auditoria de desempenho
operacional é examinar a ação governamental
quanto aos aspectos da economicidade, eficiência
e eficácia, enquanto a avaliação de programa
busca examinar a efetividade dos programas e
projetos governamentais.”
TCU - Manual de auditoria de natureza operacional (2000)
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL - DUAS MODALIDADES TCU
Enquanto a auditoria de desempenho operacional
verifica, além da eficiência operativa, o grau de
cumprimento das metas, comparando metas
previstas com metas realizadas, a avaliação de
programa busca apurar em que medida as ações
implementadas lograram produzir os efeitos
pretendidos pela administração.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL - DUAS MODALIDADES TCU
Uma auditoria de desempenho operacional em um programa
de nutrição infantil procurará verificar o alcance das metas
propostas, sugerindo, eventualmente, o aumento da
eficiência do programa mediante uma seleção mais
adequada dos beneficiários e uma melhoria dos sistemas de
aquisição, distribuição e oferta de alimentos. Mas nada dirá
sobre se essas correções diminuirão a desnutrição. Por outro
lado, a avaliação de programa procurará estabelecer em
que medida o programa consegue melhorar a situação
nutricional da população-alvo – se houve mudanças, a
magnitude das mesmas e que segmentos da população-alvo
foram afetados.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL - DUAS MODALIDADES TCU
Embora a auditoria de desempenho operacional e
a avaliação de programa possam ser realizadas de
maneira independente, as informações produzidas
em cada uma delas proporcionam uma análise
completa da atuação governamental. Nesse
sentido, as duas abordagens da Auditoria de
Natureza Operacional podem ser entendidas como
complementares.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
ÁREAS DE ANÁLISE
OPERACIONAL
DA
AUDITORIA
DE
DESEMPENHO
 Análise da estratégia organizacional;
 Análise da gestão;
 Análise dos procedimentos operacionais.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL – DESEMPENHO OPERACIONAL
ANÁLISE DA ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL
 o cumprimento da missão definida em lei;
 a adequação dos objetivos estratégicos às prioridades de
Governo;
 a identificação dos principais produtos, indicadores de
desempenho e metas organizacionais;
 a identificação dos pontos fortes e fracos da organização,
e das oportunidades e ameaças ao desenvolvimento
organizacional;
 a existência de superposição e duplicação de funções.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
ANÁLISE DA GESTÃO
 a adequação da estrutura organizacional aos objetivos do órgão
ou entidade;
 a existência de sistemas de controle adequados, destinados a
monitorar, com base em indicadores de desempenho válidos e
confiáveis;
 o uso adequado dos recursos humanos, instalações e
equipamentos voltados para a produção e prestação de bens e
serviços na proporção, qualidade e prazos requeridos;
 a extensão do cumprimento das
administração ou legislação pertinente.
metas
previstas
pela
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
ANÁLISE DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS
 a existência de rotinas e procedimentos de trabalho
documentados e atualizados;
 o cumprimento das práticas recomendadas pela legislação
para aquisição de bens e serviços;
 a adequação das aquisições no que se refere aos prazos, à
quantidade, ao tipo, à qualidade e aos preços;
 a guarda e manutenção dos bens móveis e imóveis.
Nome do Curso em uma linha
AULA 2
AUDITORIA OPERACIONAL
AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS
“A avaliação é um processo de investigação
sistematizada que aplica procedimentos científicos
à coleta e análise de informação sobre a
concepção, a implementação, os resultados e os
impactos de um programa, com o propósito de
gerar recomendações para aperfeiçoá-lo e
fortalecer os mecanismos de responsabilização por
desempenho.”
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
EXECUÇÃO
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
 VISA DETERMINIAR SE UM TRABALHO É EXEQUIVEL E RELEVANTE.
 PROPORCINAR UMA VISÃO INTEGRADA DO OBJETO AUDITADO.
 PROPORCINA DELIMITAR O OBJETO DA AUDITORIA E EXTENSÃO.
 DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA METODOLOGICA.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
O êxito do levantamento depende, em boa medida,
da cuidadosa organização dos contatos com os
gestores do objeto da auditoria. O estabelecimento
de boas relações com esses gestores é de suma
importância.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
ITENS DO LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
 Planejamento do Levantamento de Auditoria;
 Análise Preliminar do Objeto da Auditoria;
 Coleta de Dados sobre Desempenho;
 Especificação dos Critérios de Auditoria;
 Preparação do Relatório de Levantamento de Auditoria.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
PLANEJAMENTO DO LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
 tamanho da equipe, período do levantamento e custo
estimado;
 programação de visitas;
 estratégia de coleta e análise de dados;
 pauta de temas que serão debatidos com os gestores do
objeto da auditoria;
 data para a apresentação do relatório de levantamento de
auditoria;
 cronograma de atividades com indicação de responsáveis.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
COORDENADOR
Compete ao coordenador da equipe assegurar que o
trabalho seja planejado corretamente e que os demais
membros da equipe e os gestores do objeto da
auditoria estejam suficientemente informados acerca
do propósito do levantamento.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
ANÁLISE PRELIMINAR DO OBJETO DE AUDITORIA
 os objetivos (gerais ou parciais, dependendo da extensão do
trabalho);
 as ações desenvolvidas, as metas fixadas, os clientes atendidos,
os procedimentos e recursos empregados, os bens e serviços
ofertados e os benefícios proporcionados;
 as linhas de subordinação e de assessoramento previstas e sua
relação com as atividades desenvolvidas;
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
ANÁLISE PRELIMINAR DO OBJETO DE AUDITORIA
 as partes interessadas (reais ou em potencial) e as
características do ambiente externo (dinâmico ou estático;
previsível ou imprevisível);
 as restrições enfrentadas (imposições legais e limitações
impostas pela tecnologia, pela escassez de recursos ou pela
necessidade de cooperar com outras entidades).
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
COLETA DE DADOS SOBRE DESEMPENHO
Os procedimentos de coleta de dados
desempenho são suficientes e adequados?
sobre
Os indicadores de desempenho usados são válidos,
completos e justificáveis à luz da relação custo
benefício?
Os indicadores de desempenho são parte integrante
do processo de tomada de decisões?
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
 No final do levantamento de auditoria, a equipe deve preparar
um relatório.
 O relatório deve sintetizar os dados coletados e as conclusões
alcançadas, indicando o tipo de trabalho de auditoria que se
pretende realizar.
 Se a equipe entender que o trabalho inicialmente proposto não
é exequível deverá justificar a sua opinião e apresentar
proposta de encaminhamento.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – ALGUMAS PECULIARIDADES
Fatores que podem afetar a escolha estratégica de
tópicos a serem auditados:
 Volume de recursos envolvidos;
 análise de risco;
 evidências anteriores;
 repercussão política;
 relevância da atividade, programa, órgão.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
EXECUÇÃO
 Elaboração da Matriz de Planejamento
 Coordenador deve avaliar os prazos estimados.
 Desenvolvimento dos trabalhos de campo.
 Matriz de Achados e evidências.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
EXECUÇÃO - RECOMENDAÇÕES
 As recomendações que visem à melhoria do desempenho
administrativo ou operacional são o aspecto mais importante
das auditorias de natureza operacional.
 Ao formular recomendações, a equipe deve estimar a
economia líquida de recursos decorrentes da sua
implementação, especificando, dessa maneira, o valor
agregado e os benefícios advindos da Auditoria de Natureza
Operacional.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – TESTE PILOTO
EXECUÇÃO - TESTE PILOTO
A realização do teste-piloto não só se justifica como é
altamente recomendável no caso de auditorias de
grande complexidade e custos elevados, pois reduz as
incertezas e aumenta as chances de que o trabalho
desenvolvido alcance o nível de qualidade desejado
com o menor custo possível.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – TESTE PILOTO
EXECUÇÃO - TESTE PILOTO
 Aplica-se em casos de falta de informações suficientes e
precisas.
 Conferir as estratégicas metodológicas, as premissas iniciais do
objeto auditado e a confiabilidade dos dados.
 Escolher um local ou aspecto com potenciais dificuldades.
 Permite que a equipe antecipe os problemas que poderão ser
enfrentados.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – FASES
EXECUÇÃO - RELATÓRIO
O relatório de Auditoria de Natureza Operacional é o produto final
do trabalho da equipe.








sumário;
resumo;
introdução;
capítulos sobre os Temas Principais;
comentários do Gestor;
conclusão;
proposta de encaminhamento;
apêndices.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
“Trata-se de acompanhar as providências
tomadas no âmbito do órgão ou programa
auditado em resposta às recomendações
exaradas pelo Tribunal, interagindo com os
gestores responsáveis, de forma a maximizar a
probabilidade de que essas recomendações
sejam adequadamente adotadas.”
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
OBJETIVOS DO MONITORAMENTO
• Acompanhar a evolução do desempenho das
entidades auditadas.
• Retroalimentação por meio do feedback aos
gestores
• Verificação das ações de melhoria e obtenção
de resultados.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO
 Compromisso acordado com os gestores responsáveis
pelo órgão ou programa auditado.
 Elaboração de um cronograma com responsáveis,
atividades
e
prazos
para
implementação
das
recomendações.
 Uma das vantagens do plano de ação é induzir o gestor
a definir e planejar as medidas a ser tomadas para
implementar as recomendações propostas.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO
 Realizado pelo gestor do órgão, mas acompanhado pela
equipe de auditoria visando garantir metas desafiadoras.
 Destacar os indicadores
recomendações-chave.
 Incluir benefícios
implementações.
de
estimados
e
desempenho
impactos
e
as
com
as
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO – BENEFÍCIOS ESPERADOS
 impactos financeiros quantificáveis
economia com determinada ação.
–
estimativa
de
 Impactos qualitativos e quantificáveis – redução de
tempo de espera.
 Desperdícios
constatações
de
procedimentos
inadequados, geradores de prejuízos que não foram
corrigidos, tais como excesso de estoques ou compras
ineficientes,
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO
 Os
gestores
deverão
encaminhar
periodicamente aos órgãos de controle.
relatórios
 Periodicidade a definir: no TCU recomenda-se de 6, 12 e
24 meses após a publicação da Decisão.
 Realização de pelo menos uma verificação in loco após
o 2º relatório (12 meses conforme o TCU).
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO
 Criação de um Grupo de contato: Servidores do órgão
de controle e do órgão auditado.
 Reuniões com o Grupo de Contato para avaliar a
implementação.
 Mesmo quando não for criado o grupo de contato,
recomenda-se que seja promovida reunião com
representantes dos escalões responsáveis pela adoção
das providências necessárias (agentes com poder de
decisão).
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
RELATÓRIO DE IMPACTO – IMPLEMENTAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES
SITUAÇÃO DAS
RECOMENDAÇÕES
SITUAÇÃO EM ../../2012
%
SITUAÇÃO EM ../../2013
%
IMPLEMENTADA
7,45
44,42
EM IMPLEMENTAÇÃO
34,90
25,98
NÃO IMPLEMENTADA
29,8
13,8
SEM INFORMAÇÃO
27,85
15,8
TOTAL
100
100
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO - MODELO DE RELATÓRIO
RECOMENDAÇÕES
RECOMENDAÇÃO
MEDIDAS
ADOTADAS
PRAZO PARA
IMPLEMENTAÇÃO
BENEFÍCIOS
OBTIDOS
AVALIAÇÃO
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO - OBSERVAÇÕES
 As colunas “Recomendação” e “Indicador de desempenho”
devem ser preenchidas pelo ACE antes do envio do relatório ao
gestor.
 Para uma recomendação, pode haver diversas medidas
adotadas.
 A coluna “Avaliação” deve ser preenchida pelo ACE após o
envio do relatório preenchido pelo gestor.
 Reunião com grupo de contato, ou quaisquer outras que
considerar pertinentes.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – MONITORAMENTO
PLANO DE AÇÃO - MODELO DE RELATÓRIO
INDICADORES DE DESEMPENHO
INDICADOR DE
DESEMPENHO
AO FINAL DA
AUDITORIA
OBSERVADO
6 MESES APÓS
META
OBSERVADO
12 MESES APÓS
META
OBSERVADO
24 MESES APÓS
META
OBSERVADO
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – CONTROLE DA QUALIDADE
CONTROLE DA QUALIDADE DA ANOP
Trata-se de acompanhar as atividades da auditoria,
seguindo pontos de controle pré-definidos com a equipe de
modo a identificar providências necessárias para assegurar
o sucesso do trabalho.
Além de acompanhar a evolução do trabalho de auditoria,
o controle de qualidade permite a retroalimentação do
sistema, na medida em que fornece aos supervisores do
trabalho o feedback de que necessitam para verificar as
ações que devem ser adotadas para contribuir para o
alcance dos resultados desejados nas auditorias futuras.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – CONTROLE DA QUALIDADE
CONTROLE DA QUALIDADE DA ANOP
O controle de qualidade compreende a avaliação de
todas as etapas da auditoria, ao longo de sua realização
(concomitante) ou mesmo em fase posterior (a posteriori).
Inicia pela seleção do objeto a ser auditado e prossegue no
decorrer do planejamento da auditoria, da execução, da
elaboração
do
relatório,
da
divulgação
e
do
monitoramento
da
implementação
das
recomendações/determinações.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – CONTROLE DA QUALIDADE
CONTROLE DA QUALIDADE DA ANOP
O controle de qualidade tem por objetivos gerais:
a) verificar a adequação e o impacto das recomendações
contidas no relatório de auditoria;
b) identificar oportunidades de melhorias na condução de
futuras auditorias;
c) apontar boas práticas na condução dos trabalhos de
auditoria que possam ser disseminadas.
Nome do Curso em uma linha
AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – CONTROLE DA QUALIDADE
CONTROLE DA QUALIDADE DA ANOP
O controle de qualidade deve ser realizado durante o
desenvolvimento dos trabalhos de auditoria e após a sua
conclusão.
O controle concomitante é implementado mediante supervisão
técnica no decorrer do desenvolvimento dos trabalhos, enquanto
o controle a posteriori envolve a avaliação dos procedimentos
adotados, em geral, com base no relatório e papéis de trabalho
produzidos e mediante avaliação dos resultados da auditoria na
fase de monitoramento.
Portanto, a avaliação final do trabalho levará em conta o grau de
adoção das recomendações e os reais benefícios decorrentes da
auditoria, de acordo com os procedimentos previstos no Roteiro
para “Monitoramento de Auditorias de Natureza
Operacional”.
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AULA 3
AUDITORIA OPERACIONAL – CONTROLE DA QUALIDADE
CONTROLE DA QUALIDADE DA ANOP
A supervisão dos trabalhos é necessária em todos os casos,
independentemente do perfil dos auditores envolvidos e visa
garantir o alcance dos objetivos pretendidos, a realização
dos trabalhos de acordo com a metodologia apropriada e
a manutenção dos padrões de qualidade exigidos,
permitindo a elaboração de um relatório que atenda aos
princípios da objetividade, confiabilidade, consistência,
transparência e utilidade da informação.
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AULA 3
CONTROLE NA ADMINISTRAÇÃO GERENCIAL
DESAFIOS E TENDÊNCIAS A SEREM ROMPIDAS
 Inefetividade na aplicação da lei.
 Dificuldades nas relações da burocracia e os cidadãos.
 Morosidade na aplicação das leis.
 Ausência de indicadores em alguns setores.
 Dificuldade para fixar e quantificar objetivos sociais.
 Falta de clareza nas metas e objetivos.
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JULIANO FISICARO BORGES
Email: [email protected]
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