DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE JUNDIAÍ
ESCOLA ESTADUAL PROF.
LUIZ RIVELLI
PLANO DE GESTÃO ESCOLAR
QUADRIÊNIO 2011 - 2014
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I - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR:
 - Dados Gerais
Nome da Escola: ESCOLA ESTADUAL PROF.LUIZ RIVELLI
Endereço: Avenida Bento Figueiredo, 680 – Vila Marlene.
CEP: 1.214-610
Telefone: 4582-3466
Fax: 4582-3466
E-mail: [email protected]
Código CIE: 048297
Código FDE: 05-84. 221
CNPJ: 51.911.287/0001-42
Data de instalação: Res.133 de 09/07/1982
Autorização: 31/03/1982
Ato de Criação: Decreto 18635 de 31/03/1982
DOE de 01/04/1982
 – Organização da Escola:
Curso: Ensino Fundamental – Ciclo II
Ensino Médio
Turnos: Manhã 1 – Tarde 3
Horário de funcionamento: das 7h00 às 12h20 (manhã)
das 12h50 às 18h10 (tarde)
Horário de atendimento ao público: de segunda feira à sexta feira
Manhã: das 7h00 às 12h00
Tarde: das 13h00 às 17h00
 – Equipe de Gestão:
Diretor: Elidio Aparecido de Oliveira
Vice-Diretora: Andrea Martinho de Almeida
Coordenadora Pedagógica: Eliane Anderson dos Santos – E.F.
Leandro Ramos do Nascimento – E.M.
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II – CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
A-APRESENTAÇÃO DA ESCOLA, REVELANDO SUAS CARACTERÍSTICAS
PRINCIPAIS;
A- A E.E. Prof. Luiz Rivelli, está localizada na zona urbana da cidade de Jundiaí,
situada na Avenida Bento Figueiredo, 680, Vila Marlene, distanciando-se a 8 km do
centro da cidade.
Tem como bairros vizinhos: Vila Hortolândia, Torres de São José e Parque Cecap.
A clientela escolar abrange alunos na faixa etária de 10 a 17 anos de idade.
A comunidade local é composta em sua maioria por trabalhadores na produção
industrial. No comércio local, existem cinco mercearias, dois açougues, 12 bares e
duas panificadoras.
Como atividades de lazer, usa no final de semana a quadra de esportes do Parque
Continental, festinhas em residências, passeio ao Maxi Shopping e a grande maioria
usa TV e vídeos, principalmente os jogos de vídeo game.
As famílias são de origem do estado de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Bahia
localizam-se próximo à escola o Jardim Sales, uma Vila de casas simples, com
vielas de passagem públicas, por se tratar de aluguel barato, chega muitas famílias
de fora para tentar a sorte em S.P, isto acaba dando uma rotatividade de alunos
muito grande na escola.
São famílias numerosas, alunos cuidados geralmente pelas avós maternas, pois as
mães saem para trabalhar. Os pais nem sempre são figuras presentes na vida das
crianças, temos algumas evasões escolares pela falta de estímulo para aprender. O
ambiente familiar em sua maioria não é estimulador para a aprendizagem dos
alunos. Ele não tem acesso a jornais, revistas e computadores.
A condição cultural da comunidade local no geral é deficiente, 70% dos pais
concluíram o ciclo I, 15% o ciclo II, 10% o Ensino Médio e 5% o Ensino Superior.
 HISTÓRICO
Criação:
A EEPG de Vila Marlene, foi criada pelo Decreto 18.635 de 31/03/1982, publicado
no D.O. E, de 01/04/1982, data da instalação Resolução 133 de 09/07/1982. Seu
funcionamento deu-se a partir de 29/03/1982, com alunos remanejados da EEPG
Prof. Joaquim Candelário de Freitas, EEPSG Prof.Adoniro Ladeira, EEPG (A) do
Parque Cecap e EEPG Prof. Albino Melo de Oliveira, todos residentes na Vila
Marlene. Iniciou-se com dez classes de 1ª a 4ª série.
Com o Decreto 19.407 de 20/08/1982 e publicado em 21/08/1982, passou a
denominar EEPG Prof. Luiz Rivelli. Hoje denomina-se E.E. Prof. Luiz Rivelli.
Seu primeiro diretor foi o Prof. João Antônio de Vasconcellos afastado como
Dirigente Regional de Ensino, passou a responder pela direção da escola a
Profª Terezinha do Nascimento. De 1983 a 2000 vários foram os diretores
que assumiram a Unidade Escolar. Em 2001 assumiu a direção da escola a
senhora Elisa Angélica de Memória, que se encontra até os dias atuais.
3
Patrono:
O Professor Luiz Rivelli, nasceu em Jundiaí, no dia 22 de abril de 1887. Filho
de Ângelo Rivelli e Maria Umbelina Rivelli, já falecidos. Fez o curso
primário em sua terra natal.
Casou-se em 1914, com Maria Júlio Araújo, desta união teve quatro filhos,
Lúcio Ângelo Rivelli, Alceu Rivelli, Ulysses Rivelli e Beatriz Rivelli.
Faleceu no dia 30 de outubro de 1977.
Diplomou-se pela Escola Normal Caetano de Campos em São Paulo, no ano
de 1913.
Em 1914 iniciou o exercício do magistério na Escola Mista do Bairro do
Caxambu, em Jundiaí. Em 1916 lecionou na escola noturna de adultos. Em
1929 substituiu o diretor do G.E. Siqueira de Moraes. Em 1930 foi nomeado
professor efetivo do G.E. Barão de Jundiaí. Em 1932 foi removido para o
mesmo cargo na G.E Siqueira de Moraes. Em 1938 foi nomeado Diretor
Efetivo do G.E. Pedro de Oliveira.
Conforme publicação no D.O.E. de 17/10/1950, foi aposentado nos termos do
artigo 92 da Constituição do Estado de São Paulo.
Recebeu certificado do governo do Estado de São Paulo pela sua participação
no movimento Constitucionalista de 1932.
Recebeu também votos de congratulações na Câmara Municipal de Jundiaí,
no ano de 1950 pelos importantes serviços prestados à Instituição pública no
ano Internacional de Educação. Em 1970, foi-lhe conferido pelo Centro do
Professor Paulista, o Diploma de Honra ao Mérito, pela ajuda em construir o
futuro do Brasil.
Em 1973 recebeu também do centro do Professorado Paulista, o título de
Professor do Ano.
Localização:
Nossa escola localiza-se na zona urbana da cidade de Jundiaí, distancia-se 8
km do centro da cidade. Num bairro onde prevalecem as características de
vila, os moradores, utilizam-se do transporte coletivo, daí um número grande
de pessoas que transitam nos arredores da escola.
A comunidade é passiva, porém não atuante. Participa apenas das reuniões de
pais, quando solicitada pela escola comparece, não emite pareceres próprios.
Vê a escola como um fator determinante na vida dos filhos, aconselha-os da
importância, mas não interfere incisivamente, de forma a provocar mudanças
no comportamento dos alunos.
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 PRÉDIO ESCOLAR
Data da Construção: 31/03/1982
Número de turnos de funcionamento: 02 (manhã e tarde)
 RECURSOS FÍSICOS
AMBIENTES
Salas de aula
Sala de leitura
Sala de Artes
Sala de Jogos
Sala de Informática
Sala de Coordenação
Sala de Multimídia
Sala de Inspetores
Quadra de esporte coberta
Diretoria
Secretaria
Sala de professores
Cozinha
Depósito de merenda
Sanitário de alunos
Sanitários de professor
Pátio coberto
Zeladoria
QUANTIDADE
08
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
02
01
06
04
01
01
 RECURSOS PEDAGÓGICOS
MATERIAIS
Aparelho de televisor
Vídeo
Aparelho de DVD
Aparelho de som
Reto- projetor
Impressora
Winchester
Teclado
Visor
Acervo de livros
Fitas de vídeo
Fitas de DVD
Computadores da SAI
Kit do corpo humano
QUANTIDADE
03
02
01
01
01
01
01
01
01
1010
20
10
14
01
 RECURSOS HUMANOS
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QUADRO DO PESSOAL ADMINISTRATIVO
Cargo ou Função
Nome
R.G.
Diretor
Vice Diretor
Coordenadora Pedag.
Secretária
Ag. de Org.Esc.
Ag. de Org.Esc.
Ag. de Org.Esc.
Aux. de Serviços
Aux. de Serviços
Zelador
Elisa Angélica de Memória
Lourdes Colassanto Bianchi
Maria Cecília C. Dondé
Eda A.Selicani Morikuni
Reginaldo A. Pereira
Claudia Maria. S. Silva
Ana Paula Turesso Pinto
Ivone Pires de Souza
Zilda Deraco
Tânia Cristina Pimenta
9.581.418
12.733.305
9173564-6
M3663161
20915242
24601511
28031656-2
36091996
20646938
23017218
Cozinheira
Tânia Cristina Pimenta
23017218
Cozinheiro
Maria Do Carmo S. Garcia
19302598
CORPO DOCENTE
NOME
Ângela Maria de Santis
Cassiano José Roveri
Claudia Ribeiro Agnolini Barcarollo
Cláudia Xavier Couto da Silva
Cristiana Arthur Nunes
Denise Pires de Camargo C. Vivian
Dirce Mª Oliveira Lemi M. de Castro
Èrica Cristina Rodrigues da Silva
Fabiane Cristina Baldussi Shimitd
Fabrícia de Mello Korndoerfer
Fátima Missen Tremori
Leandro Ramos do Nascimento
Luiz José H. Pereira
Márcia Cristina Alves dos Santos
Marcos Cesar Ferraresso
Marcos Vinícius Spadine Mazzi
Maria Cristina Siqueira
Maria José Palazzo Dias Bertevello
Marilda Mais
Marisa Carlovich
Marli Alves Basso
Marli Aparecida de Oliveira Fontes
Mônica Biancardi Wood
Mônica Vieira Bianchini
Priscila Zanini Caire
Renato Cesar Galvão
Ricardo Luiz da Silva Santos
Sandra Regina de Lima Gonçalves
Solange de Fátima F. Alexandre
Solange de Fátima F. Amadi
RG
24337520-7
17995404
32774474-1
15967076
23192576-1
345265571-3
15338152-1
21546728-1
26539410-7
1037790811
11678362-x
21899533
34166046-2
4959191
25384314-5
29523159-2
35070065-5
10857427-1
8092457
13955434-8
6689989-8
18406195
15546230
19117386
30338437-2
28898770-6
36428279
13948265
13945779-3
14309436
Situação
Funcional
Efetiva
Efetiva
Efetiva
Efetiva
Efetivo
Efetivo
Efetivo
Efetiva
Efetiva
Efetiva
(Pref.)
Efetiva
(Pref.)
Efetiva
(Pref.)
CATEGORIA
PEBII/Efetiva
OFA
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/OFA
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBI/Efetiva
PEBII/Efetivo
PEBII/OFA
PEBII/OFA
PEBII/Efetivo
PEBII/OFA
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/OFA
PEBII/Efetiva
PEBII/OFA
PEBII/OFA
PEBII/Efetivo
PEBII/Efetiva
PEBII/Efetiva
PEBII/OFA-L
Qualificação
Sup. completo
Sup. completo
Sup. completo
Sup. completo
Sup. incomp.
Ensino Médio
Sup. completo
Ensino Médio
Ensino Fund.
Ensino Fund.
Ensino Fund.
Sup. completo
DISCIPLINA
Português
Física
Matemática
Português
Matemática
Matemática
Inglês
Inglês
Inglês
Biologia
PEB I
Geografia
Geografia
Matemática
História
Matemática
Geografia
Ciências
Português
Matemática
Ed. Física
Português
Matemática
História
Português
Ed. Física
Química
Artes
Ciências
Filos/Sociologia
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B- LINHAS BÁSICAS DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA;
Princípios Filosóficos
Diante das alterações do nosso contexto escolar, como por exemplo, a introdução do
Ensino Fundamental de nove anos, entre outros, a equipe escolar percebeu a necessidade do
Projeto Pedagógico da escola ser refeito, porque não basta apenas assegurar ao cidadão a
sua formação para o exercício da cidadania, é importante preparar o aluno para identificar e
solucionar problemas, ter uma visão voltada para o presente e para o futuro.
Princípios Pedagógicos
A equipe escolar da E.E. Prof. Luiz Rivelli, optou por priorizar procedimentos didáticos
baseados na criatividade do aluno, dando oportunidades à criança e ao adolescente de viver
experiências ricas e diversificadas, elaborando estratégias para desenvolver suas
habilidades e competências dentro do espaço escolar, principalmente na sala de aula, com o
objetivo que aconteça a sua inclusão social e cultural, valorizando a sua cidadania.
Currículo Básico
Nosso currículo básico tem fundamento na lei de diretrizes e bases abrangendo:
Área
de
linguagens
e
códigos:
Desenvolver aspectos de expressões oral e escrita, interagindo nas situações do cotidiano e
levando uma melhor qualidade de vida e socialização.
Ciências Humanas:
Desenvolver no aluno a capacidade de observar, interpretar, analisar e pensar criticamente a
realidade para melhor compreendê-la e identificar as possibilidades de transformação no
sentido
de
superar
suas
contradições.
Desenvolver raciocínio lógico, relacionando os conteúdos trabalhados ao cotidiano;
juntamente com os conceitos sócio-culturais, políticos e ambientais, fazendo dele um ser
pensante e produtor de idéias, capaz de obter um sucesso no processo ensino-aprendizagem.
Metodologia
Diante dos currículos básicos apresentados, a metodologia adotada pela U.E. tem
como ênfase:
A construção coletiva do conhecimento e a pedagogia das competências;
Compartilhar e refletir sobre as práticas pedagógicas;
Dar autonomia para que o aluno gerencie sua própria aprendizagem;
Ajudar o aluno a desenvolva-se como pessoa e aprimorar sua capacidade de pensar e atuar
no mundo;
Preparar
o
aluno
para
o
mercado
de
trabalho;
O professor servindo como mediador;
Inserir o aluno em uma perspectiva discursiva;
Em Língua Portuguesa os bimestres serão organizados em torno do estudo de gêneros
textuais, do desenvolvimento da capacidade leitora, escritora e da oralidade.
Princípios da Avaliação
A avaliação tem um sentido de alavanca do processo do aluno e não mais de um
mero instrumento de seletividade, se amplia pela postura de valorização de qualquer
indício de atividades diversas, nas iniciativas, etc.
Baseado nesta concepção de avaliação a equipe escolar usará as seguintes medidas:
- Valer-se de diferentes formas de registro e acompanhamento da aprendizagem dos
alunos, inclusive a auto-avaliação;
7
- Organizar e usar tarefas suplementares adequadas para possibilitar variadas formas de
trabalho escolar.
- Desenvolver o trabalho pedagógico em sala de aula através de uma combinação de
atividades comuns e diversificadas;
- Modificar as dimensões das turmas, sua composição e forma de os alunos trabalharem
em grupo e aperfeiçoar os ambientes e materiais de aprendizagem;
- Criar serviços, apoio aos alunos com dificuldades específicas, que necessitam
dedicação e esforços especiais dos colegas;
- Dotar a escola de condições necessárias (salas, materiais, orientação dos professores,
etc.);
- Especificar-se para chamar pais, para com eles, discutir as dificuldades do aluno, com
o resultado de avaliação e do aproveitamento em mãos;
Se ao final do ciclo ou do curso, algum aluno ainda apresentar defasagem-série na
aprendizagem, apesar das recuperações paralelas a que se submeteu, tal aluno deve
apresentar atividades de recuperação contínua com programação específica, voltada às
habilidades e competências desenvolvidas na recuperação paralela.
Articulação entre os níveis e componentes curriculares com o planejamento
pedagógico.
Será dada atenção especial à coordenação das disciplinas. Esta coordenação visará uma
maior motivação e enriquecimento do aluno e do docente. Tentaremos solucionar inúmeros
problemas de compreensão de vários conteúdos dos componentes curriculares,
desenvolvendo habilidades nas análises dos textos.
Em HTPCs, os professores vão rever os conteúdos que estão sendo trabalhados no
momento, para que os mesmos se desenvolvam coordenados. A partir dos conhecimentos
que as docentes deverão ter do conteúdo básico das outras disciplinas, definir-se-á, a
princípio os conteúdos a serem objetos de coordenação, ao longo do ano letivo.
Acredita-se que assim a proposta ganhará dinamismo e criatividade, contribuindo para
um ensino de aproveitamento máximo, tornando possível à integração das diversas áreas do
conhecimento em torno de atividades significativas e contextualizadas, que
consequentemente levem à melhora do desempenho e rendimento escolar. Possibilitando
um trabalho integrado com todos os docentes.
C-DESCRIÇÃO ANALÍTICA DOS PRINCIPAIS PROCESSOS DE GESTÃO, SEUS
DESAFIOS E RELAÇÃO ENTRE ESTES E OS RESULTADOS DE
APRENDIZAGEM DOS ALUNOS;
Embora valorizamos e cultivamos a criatividade na sala de aula, nem sempre ela está
presente na prática pedagógica, pois parece algo que não precisa ter. Dá a impressão que se
implantar renovações e transformações a escola deixará de cumprir sua função, pois usar a
criatividade pode perturbar a ordem, exceto na aula de arte.
Podemos dizer que a resistência à mudança e ao novo, e a ênfase do conformismo são
características impregnadas na cultura escolar.
O professor reproduz a sua prática vivenciada, quando era aluno, o aluno não
corresponde às expectativas do professor, porém, apesar de inúmeras barreiras é possível
criar-se oportunidades de aprendizagem que favoreça o desenvolvimento do potencial
criativo dos alunos e professores.
O maior desafio atualmente é fazer com que todos se envolvam no processo de
aprendizagem dos alunos, tentando corrigir a defasagem dos mesmos. Neste processo
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contamos com a colaboração dos professores, para relatar as dificuldades encontradas e dos
pais para acompanhar seus filhos, principalmente em recuperações paralelas e nos seus
avanços.
Além do acompanhamento de pais, professores e gestores, encaminharemos os
alunos com necessidades especiais educacionais a especialistas que possam com mais
afinco descrever os problemas mais específicos, a fim de podermos elaborar atividades que
melhor atendam as necessidades de cada um.
Outra necessidade é investir no aluno protagonista, pensando nisso a escola se coloca
à frente de projetos que estimulem a aprendizagem num sistema de colaboração e interação,
onde professores e alunos trabalhem socializando o conhecimento, num despertar de
interesses mútuos.
Os espaços para reuniões deverão favorecer as reflexões sobre as práticas
pedagógicas, na tentativa de criar meios para solucionar os problemas.
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS
Nosso trabalho é sempre voltado para a aprendizagem do aluno, tentamos fazer as
aulas interessantes, de forma que o aluno interaja com seu grupo de uma forma passiva.
Procuramos valorizar todos os acertos, incentivando-os a acertar cada vez mais,
estimulando-os aos desafios.
A partir da observância de gráficos dos resultados obtidos nos anos anteriores,
direcionamos o trabalho para um caminho onde o grupo escolar tenha parâmetros para o
ano seguinte, este procedimento pode ser modificado, sofrendo alterações conforme o
desempenho satisfatório ou não, buscando o aprimoramento contínuo.
A avaliação contínua servirá para discussões dos rendimentos dos alunos em reuniões
entre coordenação, direção, docentes e os próprios alunos. Os HTPCs e conselhos de classe
e série servirão para fazer estas análises, bem como as trocas de experiências entre os
professores, que repensarão suas práticas, oportunizando e dando condições para os alunos
recuperem-se.
Propor e incentivar os professores a trabalhar com projetos que envolvam a todos
num trabalho interdisciplinar e colaborativo, onde alunos e professores aprendam e se
sintam responsáveis por mudanças sociais.
Investir na formação dos profissionais da educação, orientando-os e incentivando-os
a usar novos recursos para ministrarem suas aulas.
Zelar pela frequência dos alunos, identificando aqueles que por algum motivo se
ausente da escola e comunicando os pais para que tomem providências.
Para isso, torna-se necessário:
 Levantamento de faltas;
 Comunicar à família;
 Pesquisar na família as causas que levam o aluno a faltar;
 Promoção de recuperação paralela objetivando elevar à alta-estima do aluno
inserindo-o no contexto escolar;
 Dar condições de locomoção e inclusão social se portador de necessidades
especiais;
 Caso o aluno e a família não tomem consciência sobre a importância da escola, cabe
à mesma encaminhar o caso ao Conselho Tutelar para as devidas providencias.
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A AVALIAÇÃO
Avaliação do ensino e da aprendizagem (procedimento interno e externo)
Resultado do SARESP, ENEN, IDESP, Prova Brasil, IDEB):
Resultados bimestrais (frequência e aprendizagem);
AVALIAÇÂO
- Deve servir como diagnostico do desenvolvimento do aluno.
- Deve ser contínua e cumulativa, baseada na visão global do aluno e subsidiada por
observação, análise e registros do decorrer do processo de aprendizagem.
- Deverão ser utilizados vários procedimentos avaliativos adequados às características
dos alunos.
- Deve servir para rever as práticas pedagógicas e melhorar as oportunidades de
aprendizagem dos alunos.
- Não deve ser método de exclusão; deve promover o acesso e permanência do aluno,
assegurando o sucesso escolar.
- Além dos procedimentos internos de avaliação, os alunos serão submetidos a
avaliações extras (SARESP, ENEN, IDESP, Prova Brasil, IDEB).
GESTÃO PARTICIPATIVA
Nos últimos dois anos notamos uma queda na participação dos pais e alunos nas
reuniões do Conselho Participativo, por conta disso, neste ano alteramos a forma de
recepcioná-los, através de um acolhimento inicial mais caloroso e orientações baseadas nos
elogios de seus filhos e seu próprio, porém ainda não conseguimos um bom resultado. A
expectativa dos pais em relação à escola é que ela cumpra seu papel na formação dos filhos
para que futuramente eles consigam um emprego, porém o conformismo também os atinge.
O projeto pedagógico contempla princípios (filosóficos, pedagógicos) que norteiam
o trabalho desenvolvido por toda a equipe escolar. Um dos princípios que tem sido debatido
constantemente em nossa escola é a gestão democrática, pois acreditamos que quando há
parcerias (professores, funcionários, pais e alunos) melhora-se a qualidade do ensino.
A direção junto co o corpo docente e discente, elabora os direitos e obrigações de cada
um dos envolvidos no processo, que deixará claro a todos a melhor maneira de
convivermos juntos. A Direção elabora uma proposta de trabalho, onde estaremos
propondo ações em conjunto, subprojetos, projetos especiais, etc.
As diretrizes a serem seguidas serão a união de todos os seguimentos existentes na
escola, começando pelos gestores, passando pelos funcionários, professores até atingir
consequentente alunos.
Dar-se-á ênfase maior aos alunos, uma vez que o objetivo maior é promover
aprendizagem.
A escola não possui parcerias com nenhuma entidade, empresas, profissionais, instituições
diversas. Contamos apenas com a comunidade do bairro, a APM e a polícia militar, que
mantém o projeto JCC.
Quando isso ocorre, é enviado aos pais de nossos alunos um comunicado, ou convocandoos para que compareçam à escola e também colocando cartazes sobre as ações e decisões
tomadas pela escola para que todos fiquem cientes.
Através do Grêmio Estudantil são promovidas atividades como:
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Ginástica; excursões; passeios; teatro; dança; torneios interclasses, promoções de eventos,
etc., para que haja maior integração entre alunos, funcionários, professores e gestores.
GESTÃO PEDAGÓGICA
O currículo escolar e sua implementação a cada início de semestre, no planejamento
procuramos atualizá-lo, enriquecê-lo e adotar inovações de forma que leve a melhoria do
rendimento escolar de cada aluno.
Semanalmente nas H.T.P.Cs. é realizada entre os professores e a coordenadora uma
análise das habilidades ainda não adquiridas pelos alunos, buscando sempre diversificar
estratégias didáticas de modo a obter o sucesso do mesmo. Procuram sempre através dos
diagnósticos, partir do que os alunos já sabem, dar continuidade aos conteúdos com mais
segurança.
Nunca se deu tanto atenção ao aluno como é dada nos últimos anos, este é o centro de todas
as ações desenvolvidas dentro da escola, oportunizando-os a mostrar sua aprendizagem de
formas mais variadas possível, aceitando-se toda e qualquer manifestação do aluno. em
especial dos alunos com dificuldades de aprendizagens, nunca o deixamos na ociosidade,
estamos sempre atentos para que estes tenham as mesmas oportunidades que os demais.
A equipe escolar busca conversar com as famílias dos alunos com dificuldades
especiais, a fim de saber sua história, para poder intervir adequadamente, e fazer futuros
encaminhamentos.
A participação dos pais no Conselho de Classe ainda é pouca, mas tem nos ajudado
muito a divulgar as informações sobre a aprendizagem dos alunos e como é a forma de
ensinar dos professores, enfim temos aproveitado esta oportunidade para articular com as
famílias sobre o processo de ensino e aprendizagem.
Constantemente estimulamos os alunos para uma participação ativa de nossa prática
pedagógica, através de atividades dinâmicas e contextualizadas, porém estes, nem sempre
estão dispostos a participar, chegando a se recusar terminantemente de executar as
atividades propostas por determinados docentes. É necessário muita criatividade para
garantir o sucesso das aulas.
Nossa escola possui alunos com necessidades especiais, assim temos sempre o
cuidado de preparar os alunos tidos como normais, para conviver com eles. Não aceitamos
em hipótese alguma brincadeiras que os humilhem por suas deficiências. Esses alunos
recebem atenção especial, do corpo docente, estimulando- os cada vez mais a participar de
gincanas, festas, brincadeiras, jogos, etc.
GESTÃO DE PESSOAS
Na última avaliação a equipe escolar avaliou a gestão de pessoas como um desafio a
ser conquistado dentro do espaço escolar. A E.E. Prof. Luiz Rivelli passou por várias
alterações de Vice Diretor e coordenador nos últimos anos, deixando o corpo docente e
discente na expectativa de como será daqui por diante.
Apesar do processo de adaptações que estamos vivendo, a equipe gestora, tem se
mostrado comprometida com os trabalhos, e aberta a ouvir, entender e acolher a todos os
profissionais que atuam nesta escola, dando oportunidades para que todos se capacitem,
sem que a unidade sofra prejuízo, com as ausências, cremos que os professores estando
atualizados e capacitados para o exercício de sua função, passam a exercê-la com mais
equilíbrio, amenizando as questões pedagógicas as quais, sempre procuramos intervir,
juntamente com os docentes.
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Temos vários alunos com necessidades especiais, todos os professores são preparados,
pelo menos com diálogos e pesquisas sobre as necessidades específicas de cada aluno, com
a finalidade, que melhor colabore com estes alunos, principalmente na sua convivência
diária na escola.
Os profissionais não são especialistas, mas tratam esses alunos com muita paciência.
Nem sempre a capacitação vem de encontro com nossas necessidades, mas procuramos
aproveitar ao máximo o que nos é oferecido, trocando experiências com os colegas e
fazendo com que as novidades atinjam a todos. Incentivamos todas as formas de
capacitação dos professores, trazemos para o nosso cotidiano escolar, dinâmicas de trabalho
em equipe, textos atuais sobre assuntos que nos acrescentem algo, criamos espaços de troca
de experiências vivenciadas. Enfim todos que aqui convivem buscam sempre resolver seus
conflitos baseado no bom senso e no diálogo.
Constantemente nos mobilizamos para uma maior integração entre a escola e a
comunidade, através de informações sobre qualquer assunto de interesse da comunidade.
Nossa escola não possui um procedimento formalizado para avaliar nosso trabalho, nos
auto avaliamos semanalmente nas HTPCS. Na avaliação final do ano, procuramos reunir
todos os segmentos da escola para pontuarmos os pontos negativos, e retomar as referidas
questões no próximo ano. Observamos os avanços e tentamos uma solução para o que não
deu certo.
A valorização e o reconhecimento do trabalho são feitos conforme ocorrem as
situações individuais de sucesso tanto profissional como pessoal.
O Regimento Escolar está fixado em alguns de seus artigos na sala de aula. Todos os
alunos tem conhecimento dele, porém, nem sempre o respeitam. Em casos de advertências
escritas, sempre damos ênfase para o que o aluno descumpriu. Desta forma o documento
vai sendo divulgado e conhecido pelos alunos.
É difícil estimular a todos o bom desempenho de suas funções, porém sempre que é
possível, promovemos eventos que irá confraternizar e valorizar o trabalho da equipe diante
dos alunos e da comunidade.
GESTÃO DE SERVIÇOS DE APOIO, RECURSOS FÍSICOS E FINANCEIROS.
Os pais quando chegam à escola geralmente são bem atendidos e saem satisfeitos com
a recepção.
Possuímos um Agente de Organização Escolar e uma secretária, que mantém a
escrituração, registros e informações atualizadas, tanto dos alunos como dos funcionários e
professores, duas inspetoras de alunos e duas serventes.
Todo o material existente é disponibilizado e utilizado, por isso temos problemas com
a conservação dos mesmos, pois todos usam, e alguns dedicam cuidados.
A comunidade conhece bem todos os materiais de que a escola dispõe, os alunos fazem
uso dos computadores do acessa escola, que tem contribuído para a melhor qualidade do
aprendiz.
Nossa APM, não tem contribuído muito, para nossas conquistas, porém quando
solicitados tentam achar um tempo para ajudar. Os recursos financeiros que recebemos são
poucos, mas supre as principais necessidades, tanto da secretaria, dos professores, e
também quanto a materiais de limpeza. Toda a verba para manutenção do prédio é aplicada
exclusivamente para este fim, temos um prédio em boas condições de uso, bem como os
equipamentos todos funcionando, com exceção dos ventiladores da sala de aula, que
funcionam precariamente, estando em consertos constantes.
12
III- PLANO DE MELHORIA DA ESCOLA
A _ FINALIDADES/ MISSÃO
Queremos que nossos alunos aprendam a aprender, para que eles tenham a
oportunidade de uma integração social equilibrada. Oferecendo-lhes estímulos para o
desenvolvimento de sua capacidade de atuar como cidadãos consciente de seus direitos e
deveres, a fim de que possam transformar, até mudar a sua própria história de vida.
Nos propomos a acompanhar a modernidade, oferecendo uma aprendizagem global,
respeitando o indivíduo como ser integral, estimulando-o física e mentalmente o quanto for
necessário para que o seu desenvolvimento, seja equilibrado.
Nossa missão consiste em um trabalho voltado para o cidadão sociopolítico, com
atividades que envolvam o diálogo em diferentes linguagens, para que o mesmo desenvolva
habilidades de: posicionar-se de maneira critica utilizar o diálogo como forma de mediar
conflitos e tomar decisões coletivas, questionar, formular e resolver problemas.
Daremos ênfase maior ao aluno, uma vez que o nosso objetivo é promover a
aprendizagem juntamente com a Progressão Continuada, assim deverá ocorrer um enorme
esforço para se obter o máximo de aproveitamento de todos os alunos, em circunstâncias
diversas, uma vez que introduzidos os ciclos. Com eles, a importância das avaliações
diversificadas, é relevante, por meio das quais, os alunos serão estimulados a uma
aprendizagem sem restrições da reprova. Enfim queremos promoções fundadas num
aproveitamento de todos os alunos, bem como uma aprendizagem na sua totalidade.
B _ OBJETIVO/VISÃO
Diante da Progressão Continuada, dos Ciclos e do Ensino Fundamental de nove anos,
não haverá a presença sobre os alunos representada pelas avaliações retensivas, poderosa
arma utilizada por muitos docentes para contê-los dentro de certos parâmetros disciplinares
em sala de aula.
Portanto, para se conduzir uma classe, valerá a competência e capacidade dos docentes
motivarem os alunos para a aprendizagem. Uma mudança de postura e metodologia do
trabalho docente fará com que seu trabalho se desenvolva melhor, em face dos alunos que
já sabem antecipadamente aprovados.
Esperamos uma mudança de postura dos pais, também, pois dependerá deles para zelar
pela assiduidade e responsabilidade dos filhos quanto às obrigações exigidas pela escola.
Pretendemos estabelecer uma nova cultura nas relações professor-aluno; tanto do ponto
de vista humano como do ponto de vista da aprendizagem. Para tanto levamos em conta
tudo o que o aluno efetivamente faz. As provas tradicionais não se constituirão elemento de
julgamento, mas sim interiorização dos conceitos básicos dos conteúdos. Utilizar a auto
avaliação no aspecto ligado ao comportamento participativo nas aulas, que se dará através
de atividades dinâmicas planejadas pelo professor, a criatividade, a pesquisa, a participação
dos trabalhos em grupo, etc. Enfim pretendemos orientar os alunos com maior clareza
quantos aos objetivos que se pretende atingir.
No aspecto abordado sobre a aprendizagem, a Unidade Escolar estará se prevenindo
contra o rebaixamento do ensino, frente aos alunos que, em se apresentando dificuldades,
serão atendidos por meio de:
-Recuperação Contínua e paralela
13
-Acompanhamento dos familiares e profissionais competentes à necessidade de cada aluno.
C _ Definição das metas e ações da Escola e sua gestão:
_ Plano de Ação para a melhoria da Escola e sua gestão:
OFICINAS EDUCACIONAIS SOCIOAFETIVAS
OBJETIVO; Desenvolvimento sócio pessoal, ajudando as pessoas a definir sua
personalidade.
JUSTIFICATIVA; O mundo moderno exige pessoas cooperativas, motivadas, com
lideranças e afinidades sociais, para se alcançar um modelo de personalidade bem
resolvida.
DESENVOLVIMENTO; Atividades dinâmicas, enaltecendo os valores morais e cristãos
para uma melhor qualidade de vida, utilização de multi meios, incentivar os profissionais a
participar de cursos de capacitação, diversificar ambientes de aula, levar para aula assuntos
da atualidade, socializando-os através de sensibilizações emotivas.
IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO; Através de seminários sobre temas
atuais, plenárias e debates com grupos de alunos diversos.
Deixar que o próprio grupo proponha soluções e também levante a problemática.
Enfim manter o aluno, os pais, os professores e funcionários, sempre informados e atentos
quanto às suas responsabilidades e obrigações, para que possamos obter um contexto de
ensino-aprendizagem colaborativo, principalmente do tipo escolar.
ELABORAÇÃO; A cada bimestre temos reunião pedagógica para avaliar o processo de
ensino e aprendizagem, neste momento serão discutidas as ações já realizadas, bem como a
elaboração das próximas ações.
AVALIAÇÃO; Bimestralmente a participação do aluno é sintetizada em um parecer dado
pelo professor, faremos uma checagem de como está o comprometimento e a colaboração
do aluno para que seja incluído neste parecer.
Como está o comprometimento e a colaboração do docente, na sua dimensão pessoal, de
conhecimento, de participação, etc.
Como está o comprometimento e a colaboração do servidor no exercício de sua função?
Como está o comprometimento e a colaboração dos pais no acompanhamento dos filhos?
Este resultado será utilizado como material de divulgação entre a comunidade escolar e
local.
14
PLANILHA DE AÇÕES PARA A MELHORIA DA ESCOLA
Prioridade ou
Problema
Diversidade de níveis
de aprendizagem dos
alunos
Objetivos
Agente pedagógico:
Organizacional
Disciplinador
Gerenciar
os
integrantes de um
grupo p/que suas
ações
sejam
executadas de forma
harmônica e eficaz
Atender
o aluno
com dificuldade de
uma forma mais
afetiva
Recuperação
contínua
Metas ou Resultados
Esperados
Aproximar todos os Envolver
a
alunos
no
nível participação ativa dos
básico
alunos em todas as
atividades escolares
Recuperação Paralela Elevar
a
aprendizagem
dos
alunos
com
dificuldades
Frequência Regular
Evitar
a
evasão
escolar
Tornar os alunos
mais disciplinados,
conscientes
e
respeitosos,
com
relação às regras e
pessoas da escola.
Diminuir a diferença
entre os níveis de
aprendizagem
dos
alunos
Ações
Propor
atividades
p/os diferentes níveis
Intervenções pontuais
em tempo hábil
Estreitar
o
relacionamento
interpessoal e afetivo
entre
aluno
e
professor
Todos os integrantes
da escola cumprir e
fazer cumprir as
normas
de
convivência escolar.
Propor atividades em
dupla de acordo com
o
nível
de
aprendizagem
dos
alunos, através de
metodologias
diferenciadas.
Melhorar
a Acompanhar
e
aprendizagem
incrementar
os
conceitos estudados
na nota bimestral.
Baixar o índice de Ter compromisso e
evasão escolar
responsabilidade com
os
registros
da
frequência do aluno.
15
PLANILHA DE DETALHAMENTOS DAS AÇÕES PARA 2011
Ações
Período
Disciplinas Publico
Alvo
Estreitar
o
Alunos do
relacionament O ano inteiro Todas
6.o ano ao
o interpessoal
E.M.
e afetivo
Cumprir
e O ano inteiro Todas
Alunos da
fazer cumprir
escola
as normas de
convivência
escolar
Diversificar
O ano inteiro Todas
Alunos em
as atividades
Recup.
programadas
conpara
os
tínua
alunos
de
Recep.
contínua
Acompanhar O ano inteiro Todas
Alunos em
a aprendizaRecup.
gem do aluno
paralela
na sala de
aula
Manter os
O ano inteiro Todas
Todos os
Diários
de
professoClasse em dia
res
Recursos
Responsáveis
Avenidado
Res.
Nenhum
Professores,
Final do ano
funcionários e
equipe gestora.
Ter fixado nas Equipe gestora Bimestral
salas de aula as E
Equipe
Regras
de docente
convivência
Jornais,
Todos
os Avaliações
revistas, livros professores
bimestrais
paradidáticos,
Filmes, jogos,
gincanas
Caderno
do Prof.ª Ângela, Mensalmente
aluno e Livro Marli, Marilda,
didático
Priscila, Marcos e Cristiana
Nenhum
Todos os professores
Bimestral
16
IV- PLANOS DE CURSOS
ENSINO FUNDAMENTAL
a. OBJETIVOS
O objetivo principal do curso de Ensino Fundamental é o desenvolvimento das
potencialidades do educando, com base na LDB, sob a lei 9394/96 e na deliberação CEE
09/97 D.O. E, 01/08/97 que institui no sistema de Ensino do Estado de São Paulo, o regime
de progressão continuada no ensino fundamental.
Artigo 32: O ensino fundamental, com duração mínima se oito anos, obrigatório e gratuito
público, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
I.
II.
III.
IV.
O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o
pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia,
das artes e dos valores em que se fundamentam a sociedade;
O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição
de conhecimento e habilidades e a formação de atitudes e valores;
O fortalecimento dos vínculos com a família, dos laços de solidariedade humana
e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
_ Incentivar a produção de textos, a pesquisa, a atividade oral, a autodisciplina, a
criatividade, a auto-superação, a participação, a auto-avaliação, o espírito científico, o
espírito democrático, atividades que desenvolvem o senso crítico e as potencialidades
dos educandos (aptidões para o canto, dança, teatro, trabalhos manuais, etc.), aquisição
de cultura geral, a leitura informativa didática e a paradidática, o trabalho coletivo;
_ Dar orientação ambiental, moral, religiosa, sexual, de higiene e saúde, prioridades as
promoções culturais e desportivas sobre as sociais e recreativas;
_ Dinamizar a APM, o Grêmio e o Conselho de Escola;
_Ampliar os recursos e os materiais didáticos;
Estimular o uso do uniforme, a limpeza, a preservação do prédio e do patrimônio
escolar, a prática de educação física, o desenvolvimento de habilidades, atitudes e
comportamentos desejáveis: habilidades motoras, comunicabilidade expressiva,
sociabilidade, iniciativa, liderança positiva, responsabilidade, participação nas aulas e
atividades escolares (artística, culturais, esportivas), assiduidade, pontualidade, respeito
mútuo, ordem e capricho dos valores éticos: solidariedade, tolerância, prudência,
persistência, honestidade, etc.
_ Combater a desonestidade, a maledicência, a bajulação, a inércia, os abusos, a
ineficiência, o egocentrismo, o desperdício de material ou de tempo, a destruição, tudo
sob forma de conscientização;
_ Ensinar o conteúdo programático através de atividades interessantes que partam da
vivência do aluno e que sejam de seu interesse, procurando-se através dele transmitir
conhecimentos úteis, práticos, de fácil transferência para o dia a dia do aluno, mas que
17
de forma alguma limite transmissão de uma cultura geral, ampla e necessária à
formação de um espírito aberto;
_ Variar os meios de transmissão de conhecimento e as técnicas didáticas;
_Selecionar temas de caráter social, político econômico e cultural que dê ao aluno uma
visão real do mundo em que vive e que o leve a emitir opiniões próprias;
_ Programar excursões recreativas, culturais e históricas, campanhas, exposições, jogos
recreativos e educativos, concursos, festivais, comemorações, palestras educativas,
bazares, feira científico-culturais, gincanas, visitas a indústrias, estudo do meio e
atividades em classe que tirem o aluno da rotina e que, de forma agradável, lhe traga
ensinamentos úteis, ao mesmo tempo que faça amar o estudo e a escola;
_ Promover sempre que possível a interdisciplinaridade em torno de um tema central ou
de projetos interdisciplinares e trabalhar, em todas as disciplinas, os temas transversais;
_ Melhorar a qualidade de ensino, dando-se atenção especial às classes e disciplinas de
pior rendimento e introduzir, aos poucos, para as demais classes atividades de
enriquecimento curricular;
_ Conscientizar os pais dos comportamentos desejáveis para seus filhos e solicitar a
colaboração dos mesmos tanto na orientação dos filhos como na participação das
atividades da escola e das associações (APM. Conselho de Escola e de Classe);
_ Planejar em parceria, palestras de prevenção de doenças, encaminhar casos médicos
aos profissionais competentes;
_ Valorizar a Merenda Escolar;
Buscar a otimização das HTPCS e ter-se muito empenho para com a avaliação e
recuperação dos alunos;
_ Fortalecer a autoestima do aluno e o princípio de igualdade, combatendo toda e
qualquer forma de discriminação (socioeconômica, de sexo de idade, de religião, de
etnia, de deficiência física, etc.);
_ Favorecer a todos o acesso e o domínio da Língua Portuguesa e dos conhecimentos
historicamente acumulados, o uso das linguagens gráficas e a iniciação em informática;
Partir do que o aluno já sabe no processo ensino aprendizagem e utilizar a redescoberta,
a investigação como normas pedagógicas;
_ Evitar aulas muito expositivas e teóricas. A obtenção do conhecimento deve, quase
sempre, ser resultado da atividade do aluno. Teoria e prática serão elementos
indissociáveis de um processo, ou seja, toda a atividade teórica terá sua aplicação
prática;
_ Elaborar uma listagem das habilidades a serem desenvolvidas pelo educando e
estabelecer os seguintes critérios para avaliação em grupo: frequência às reuniões,
cooperação, responsabilidade, respeito à opinião alheia, clareza, objetividade,
honestidade, conteúdo.
b. INTEGRAÇÃO E SEQUÊNCIA DOS COMPONENTES CURRICULARES;
O ensino será ministrado de forma a garantir a integração e sequencia dos componentes
curriculares.
Ensino Fundamental Regular
_ Língua Portuguesa
_História
_ Matemática
_Inglês
_ Ciências
_Ensino Religioso
_ Arte
_Leitura e Produção de Textos
18
_ Educação Física
_ Geografia
c.
SÍNTESE
DOS
CONTEÚDOS
PROGRAMÁTICOS/SUBSÍSIOS
P/ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE ENSINO DO ENSINO FUNDAMENTAL;
ENSINO FUNDAMENTAL II
Disciplina- Língua Portuguesa
6º ano
 Tipologia narrativa.
 Estudo dos elementos da narrativa (foco narrativo, tempo, espaço, personagem e
enredo).
 Estudo linguístico: conectivos, verbo, modo subjuntivo, substantivo, adjetivo,
advérbio.
 Interpretação de textos.
 As narrativas e sua relação com o imaginário. Etapas de elaboração da escrita.
 Coesão.
 Coerência.
 Narratividade.
 Gênero textual crônica.
 Gênero textual letra de música.
 Escuta de música em diferentes situações de comunicação e momento histórico.
 Oralidade, ritmo, entonação.
 Respiração, qualidade de voz, elocução e pausa.
 Produção intertextual e interdiscursiva de narrativas e letras de músicas.
 Ortografia.
 Acentuação.
 Pronomes.
7º Ano
 Traços característicos da tipologia “relatar” nos gêneros relato oral e relato
autobiográfico/narrar e relatar semelhanças e diferenças.
 Traços característicos do texto jornalístico.
 Estudo linguístico elementos coesivos e conectivos: preposição; conjunção;
frases e oração; marcadores de tempo e lugar; pontuação; interjeição.
 Oralidade X escrita.
 Registros diferentes.
 Leitura análise de textos organizados tipologia relatar em diferentes situações de
comunicação.
 Inferir; formular hipótese
 Produção de texto organizado na tipologia relatar em diferentes situações de
comunicação; etapas de elaboração de escrita; paragrafação.
 Escuta de noticia; roda de leitura; roda de conversa.
 Estudo dos marcadores temporais (tempo verbal, advérbios e locução adverbial).
 Estudo de marcadores de autonomia (pronomes pessoais, possessivos e de
tratamento).
 Marcas de diálogo (discurso direto e indireto).
 Relato de experiência com base na leitura de notícia.
19




Escrita de notícias com base na leitura de relatos de experiência.
Elementos coesivos da notícia de jornal.
Características da notícia impressa.
Orações nos títulos e subtítulos de notícias de jornal; identificar elementos
estruturadores das notícias televisivas; função conotativa dos títulos e notícias
de jornal.
Tempos verbais utilizados em títulos e lides.
Leituras de situações fictícias.
Elaboração de quadro-síntese.
Levantamento e checagem de hipótese.
Estudo de gêneros textuais: cartas, notícias, entrevistas.
Estudo da pontuação
Estudo de conectivos (conjunção integrante “que”).
Estudo dos verbos do dizer.
Figuras de linguagem.
Preposição.
Uso dos porquês.











8º Ano
 Tipologia prescritiva, interpretação, coerência textual, entonação na leitura de
textos prescritivos.
 Conceito de verbo (modo imperativo nas variedades padrão e coloquial,
imperativo negativo).
 Modo Indicativo (verbos regulares)
 Intertextualidade explícita.
 Reescrita de diálogos a partir de situação de comunicação.
 Leitura dramática.
 Características do gênero “anúncio publicitário”.
 Intertextualidade implícita
 Produção de anúncio publicitário, leitura de anúncios publicitários, análise das
características do anúncio publicitário e conceito de intencionalidade.
 Irregularidades do modo indicativo.
 Conceito de frase, oração e período.
 Conceito de sujeitos (tipo de sujeitos e seus efeitos dentro do texto)
 Pesquisa de tema para a organização de evento.
 Leitura e análise de texto “jovem e consumo”.
 Apresentações orais dos temas pesquisados.
 Escolha de tema para a sequência didática das atividades.
 Leitura e análise de textos narrativos, com resumo dos fatos principais.
 Resignificação dos elementos da narrativa.
 Seleção de objetos culturais ligados à literatura, à pintura, à música e ao cinema.
 Elaboração de estratégias publicitárias para atrair público-alvo (colegas da sala).
 Produção de cartazes em etapas reflexivas.
 Figuras de linguagem.
 Ortografia.
20









Acentuação.
Verbos.
Produção de questionários com objetivo predefinido.
Adaptação de resposta oral em versão escrita.
Criação de critério para selecionar e organizar informações.
Criação de síntese a partir da comparação de respostas em diferentes fontes.
Conhecimentos prévios sobre o Dia da Consciência Negra.
Pesquisa e reflexão sobre a figura de Zumbi dos Palmares e outros aspectos
ligados ao processo afrodescendentes no Brasil.
Pesquisas quantitativas de alunos de outras séries para compreender um pouco a
questão do preconceito racial.
Pontuação em textos publicitários.
Conotação e denotação em textos publicitários e gênero informativo.
Regência e concordância em outros gêneros.
Análise de imagens e textos dos colegas a partir de fichas de orientação.
Exposição dos trabalhos para avaliação do público-alvo.





9º Ano
 Características estruturais dos textos expositivos, de acordo com o contesto
comunicativo.
 Exposição oral sobre textos lidos e temas estudos.
 Estudo de algumas marcas dêiticas (pronomes pessoais)
 Estudo de textos argumentativos.
 Características estruturais dos textos argumentativos, de acordo com o contexto
comunicacional.
 Estudo do gênero “resenha”.
 Escrita de resenha: planejamento, esboço, revisão, textualização, destino.
 Estrutura do debate regrado.
 Estudo do gênero textual “artigo de opinião”, artigo de opinião em diferentes
situações de comunicação.
 Estudo linguístico.
 Pontuação.
 Período composto por coordenação (conjunções).
 Leitura de artigo de opinião em diferentes situações de comunicação.
 Formação de hipótese, inferência e interpretação de texto.
 Produção de artigo de opinião em diferentes situações de comunicação
(coerência e coesão).
 Etapas de elaboração de escrita.
 Discurso político do século XX: diferentes formas de representação; política no
mundo contemporâneo.
 Debate e artigo de opinião como formas de representações históricas.
 Estudo linguístico.
 Regência verbal e nominal.
 Período composto por subordinação (conjunções).
21




Leitura intertextual e interdiscursiva de artigo de opinião (interpretação, fruição,
situcionalidade, heterogeneidade, polifonia, leitura em voz alta).
Coerência e coesão na produção de artigo de opinião.
Traços do discurso político: uma reflexão historicamente construída – leitura e
escuta de textos políticos produzidos em diferentes momentos históricos.
Crase.
Disciplina- Matemática
6º Ano
 Sistema de numeração decimal.
 Números naturais (operações e problemas)
 Múltiplos e divisores.
 Frações (operações).
 Representação de números decimais; operação com decimais: adição e
subtração.
 Unidade de medida.
 Medidas de comprimento, massa e capacidade.
 Sistema métrico decimal: múltiplos e submúltiplos.
 Formas geométricas planas, figuras geométricas espaciais.
 Composição e decomposição de figuras.
 Simetrias, perímetros e área.
 Leitura, interpretação e construção de dados na forma de tabelas.
 Gráficos de colunas e linhas- leitura, interpretação e análise.
 Gráficos de setores e outros- leitura, interpretação e análise.
 Construção de gráficos de colunas, linhas, setores e outros.
 População, amostra, porcentagem, pesquisa.
 Moda, média aritmética simples e ponderada.
7º Ano
 Números naturais: múltiplos e divisores, números primos, operações básicas,
introdução às potências.
 Frações: representação, comparação e ordenação, operações de multiplicação,
subtração e adição.
 Números inteiros: representações e operações.
 Geometria.
 Ângulos.
 Polígonos.
 Circunferência.
 Simetrias.
 Construções geométricas.
 Poliedros.
 Proporcionalidade.
 Razão.
 Porcentagem.
 Construções de gráficos.
22
 Problemas de probabilidade.
 Razões constantes (PI).
 Álgebra.
 Uso de letras para representar um valor numérico.
 Conceitos de equação.
 Resolução de equações.
 Equacionando problemas.
8º Ano
 Números racionais.
 Razão entre dois números racionais.
 Transformações de racionais finitos e frações.
 Dizimas periódica e frações geratrizes.
 Potenciação.
 Notação científica.
 Propriedades para expoentes inteiros.
 Problemas de contagem.
 Álgebra.
 Equivalência e transformações sobre os temas abordados.
 Produtos notáveis.
 Fatoração algébrica.
 Equações algébricas.
 Equações de 1º grau.
 Sistemas de coordenadas.
 Plano cartesiano.
 Geometria.
 Teorema de Tales e Pitágoras.
 Apresentação e aplicação do teorema.
 Área de polígonos.
 Volume do prisma
9° Ano
 Conjuntos numéricos.
 Números racionais.
 A existência de números irracionais.
 Números racionais e o cálculo de aproximações.
 Números reais e operações.
 Localização de números na reta real.
 Radiciação e Potenciação em IR.
 Notação cientifica.
 Equação do 2º grau.
 Resolução de problemas.
 Noções básicas sobre função: a ideia de interdependência.
 Construção de tabelas e gráficos e gráficos para representar funções de 1º e 2º
grau.
 Geometria/ medidas.
23









Proporcionalidade.
Noção de semelhança.
Relações métricas entre triângulos retângulos.
Razões trigonométricas.
O circulo e suas partes.
A circunferência.
Área do circulo
Volume e área do cilindro.
Tratamento da informação: contagem e probabilidade.
Disciplina- Ciências
6º Ano
 Os seres vivos e os fatores não vivos do meio ambiente.
 Existência do ar, da água, do solo e a dependência dos seres vivos.
 Tipos de ambiente e especificidade: caracterização, localização geográfica,
biodiversidade, proteção e conservação dos ecossistemas brasileiros.
 Relações alimentares: produtores, consumidores e decompositores.
 O fluxo de energia nos ecossistemas.
 Ciclo hidrológico do planeta.
 Visão geral de algumas características dos materiais como cor, dureza, brilho,
temperatura de fusão, temperatura de ebulição, permeabilidade, bem como sua
relação com o uso que se faz dos mesmos no cotidiano e no sistema produtivo.
 Reconhecimento das fontes, obtenção propriedades da água, considerando seu
uso nos vários setores de atividade humana.
 Minerais, rochas solos: características gerais e sua importância na obtenção de
materiais como metais e ligas metálicas.
 A fotossíntese e seus produtos.
 Consequências ambientais do desmatamento indiscriminado; importância da
reciclagem do papel.
 Tecnologia da cana de açúcar: açúcar e álcool.
 Qualidade de vida: a saúde individual, coletiva e ambiental.
 Ocorrência e prevenção de doenças e de acidentes.
 Reconhecimento de forma qualitativa dos principais poluentes químicos do ar,
das águas e do solo.
 Caracterização e prevenção de doenças transmitidas por água contaminada.
 A importância do saneamento básico: tratamento de água e esgoto.
 Risco e segurança no transporte, na armazenagem de produtos químicos de uso
doméstico.
 Leitura e compreensão dos símbolos de alerta.
 Terra: dimensão e estrutura.
 Representação da Terra: lendas, mitos e crenças religiosas.
 Representação do planeta Terra- estimativa do tamanho da Terra.
 Modelo da estrutura interna.
24




Modelos que explicam os fenômenos naturais como vulcão e terremotos:
modelo das placas tectônicas.
Rotação da Terra e diferentes intensidades de iluminação solar.
Ciclo dia/noite como medida de tempo.
Evolução dos equipamentos de medida de tempo: relógio de água, de areia,
mecânicos e elétricos e atividade humana e animal.
7º Ano
 Os elementos astronômicos visíveis no céu: Sol, Lua, estrelas, planetas e
galáxia.
 Localização das principais estrelas no céu. As constelações.
 Cultura e constelações.
 Movimentos dos astros no céu em relação à Terra.
 Estruturação do Sol e dos planetas no espaço.
 Características físicas dos objetos astronômicos.
 Distancias e tamanhos na dimensão do sistema solar e sua representação em
escala.
 Origem da vida: teorias, representações e cultura.
 Evolução: as transformações dos seres vivos ao longo do tempo.
 Fosseis: registros do passado.
 Organização celular.
 Classificação: agrupando para compreender a enorme variedade de seres vivos.
 Como os seres vivos se classificam: os reinos.
 A destinação entre esqueleto interno e externo.
 Animais com e sem coluna vertebral.
 Aspectos comparativos dos diferentes grupos de vertebrados e invertebrados.
 A tecnologia e os seres vivos.
 Produtos obtidos pelo ser humano a partir de outros seres vivos.
 Os seres vivos mais simples e sua relação com a produção de alimentos.
 Tecnologia do leite: esterilização, pasteurização, separação e transformações
químicas.
 Produto de alimentos: adubos e fertilizantes naturais e industrializados.
 Recuperação de ambientes aquáticos, aéreos e terrestres degradados.
 Ambientes artificialmente construídos e controlados para a manutenção da vida.
 Os resíduos da tecnologia.
 Como agem os principais poluentes químicos do ambiente no organismo
humano.
 O que é saúde?
 A saúde como bem estar físico, mental e social.
 Saúde individual e coletiva: a responsabilidade de cada um.
 Os agravos à saúde: parasitas humanos.
 Ectoparasitas e endoparasitas.
 Vírus: características gerais.
 Bactérias: características gerais.
 Doenças causadas por protozoários.
25
 As verminoses e as medidas preventivas.
8º Ano
 Nutrientes e suas funções.
 Necessidades diárias de alimentos.
 Dieta balanceada-alimentação variada.
 Conteúdo calórico dos alimentos.
 Digestão: o processamento dos alimentos e a absorção dos nutrientes.
 Respiração: os movimentos respiratórios e as trocas gasosas.
 Circulação sistêmica e circulação pulmonar, o sangue e suas funções.
 Excreção: a estrutura do sistema urinário.
 Sistemas de defesa do organismo: o sistema imunológico.
 Antígenos e anticorpos. Vacinas e soros.
 Fármacos naturais e sintéticos.
 Estratégias reprodutivas dos seres vivos.
 Reprodução sexuada e interna.
 Desenvolvimento: ovíparos e vivíparos.
 Puberdade: as mudanças físicas, emocionais, hormonais e as faces da
sexualidade.
 Anatomia interne e externa dos sistemas reprodutores masculinos e femininos.
 Doenças sexualmente transmissíveis: prevenção e tratamento.
 Os métodos anticoncepcionais e a gravidez na adolescência.
 Planeta Terra e sua vizinhança cósmica.
 Movimento de translação da Terra em torno do Sol.
 Translação da Terra e as estações do ano.
 Unidade de medida de tempo: um ano. Calendário e diversas culturas.
 Horário de verão: seu significado e impacto na conservação da energia e na
saúde.
 Significados da Lua e do Sol nas diferentes culturas.
 Modelo explicativo dos movimentos relativos do sistema Sol, Terra e Lua.
 Eclipses lunar e solar.
 Movimento do Sol ao redor do centro da galáxia.
 Energia: fontes, obtenção, uso e propriedades.
 Formas de utilização da energia elétrica no cotidiano, nas cidades, no país e em
nível mundial.
 Cálculos e estimativas de consumo residenciais de energia elétrica.
 Circuito elétrico residencial e de sistemas simples como lanterna, luzes de
árvore de natal.
 Risco e segurança no uso de eletricidade.
 Fontes de energia elétrica.
 Produção de energia elétrica: impactos ambientais e sustentabilidade.
 Materiais como fonte de energia.
 Recursos energéticos: petróleo, carvão, gás natural e biomassa.
9º Ano
26
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Propriedade dos materiais resultantes da sua interação com outros agentes: luz,
energia térmica, energia elétrica, forças mecânicas.
Diferenças entre substâncias químicas do cotidiano e no sistema produtivo com
base na diferenciação de propriedades de reagentes e produtos.
Diferenciação entre substâncias simples e compostas. Constituintes das
substancias químicas: elementos químicos.
Representação de elementos, substâncias e transformações químicas.
A linguagem química.
As relações entre encéfalo, medula espinhal e o sistema nervoso periférico.
Atos voluntários e atos reflexos.
Glândulas exócrinas e endócrinas.
Os principais hormônios e suas funções.
Os hormônios sexuais e a puberdade.
O perigo do fumo e do álcool, as drogas permitidas por lei.
Como agem as drogas psicoativas.
Relações com o ambiente.
Origem e evolução da vida.
A percepção do corpo no espaço.
A estrutura da pele e suas principais funções-uso do protetor solar.
Os órgãos do sentido: recepção dos estímulos, os impulsos nervosos e as
reações.
O aparelho humano que decodifica a imagens: o olho humano e a propagação
retilínea da luz.
Ampliação da visão: luneta, periscópio, telescópio, microscópio.
Ouvido humano e a propagação dos sons: o ultrassom.
Radiação: características e propagação de energia.
Luz: radiação visível. Luz e cor. Cor e Luz.
Cores e temperatura.
Espectros e a identificação das estrelas.
Radiações e suas aplicações.
Ondas eletromagnéticas.
Radiações e outros usos sociais, como na medicina, na agricultura e nas artes.
Efeitos biológicos das radiações.
Disciplina- Arte
6º Ano
 Diferenciação entre os espaços bi e tridimensionais.
 O som no espaço: melodia-ritmo.
 Formas do espaço teatral e sua relação com o corpo dos atores.
 Forma tridimensional do corpo em movimento com ênfase no eixo vertical (altura),
horizontal (lateralidade) e sagital (profundidade).
 Escultura, assemblage, ready-made, parangolé, objetivo, instalação urbana, site
specific, land art, web art etc.
 Cenografia e a cena contemporânea; desenho de figurino.
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A mesma melodia em diversas re-harmonizações; densidade e intensidade; música
com voz e instrumento.
O claro e o escuro, a sombra e a luz, o foco e a atmosfera, na construção de
sentimento.
A luz e a contraluz na dança, no teatro e nas artes visuais.
A luz e a sombra, no teatro de sombras.
O som em diferentes espaços, estereofonia e gravação binária.
As relações entre luz e cor.
A dimensão simbólica da luz e cor.
Suporte, ferramentas, matérias.
Corpo perceptivo; improvisação, intuição imaginação, coleta sensorial; vigília
criativa; repertório pessoal cultural; poética pessoal; pensamento visual; pensamento
corporal e sinestésico; pensamento musical.
Percurso de experimentação; perseguir ideias; esboços; séries; cadernos de
anotações, estudo e pesquisa; apropriações; combinações; processo colaborativo.
O corpo e a voz como suporte e matéria de arte.

7º Ano
 Desenho de observação, de memória, de imaginação; o desenho como esboço; o
desenho como obra.
 Desenho de cenário; planta baixa como desenho de espaço cênico; desenho como
croqui de figurino.
 Desenho coreográfico que o olho vê.
 Partituras não convencionais.
 A linha e as suas conexões com outros elementos da visualidade e materialidade.
 Desenho e manipulação de marionetes em dança.
 Teatro de mamulengo.
 Desenho- notação dos movimentos em dança.
 A dimensão artística da forma no decorre dos tempos.
 A transformação da materialidade no diálogo da arte com as linguagens.
 Diálogo da arte com outras linguagens: moda publicidade, jingle, trilha sonora,
videoclipe, arquitetura etc.
 Os espaços sociais da arte.
 Arte pública land art; exposição de arte etc.
 Espetáculo de teatro e dança e apresentações musicais.
 Registros documentos em DVD e CD; cinema; sites mercado de trabalho.
8º Ano
 Diferenciação, na música, entre instrumentos tradicionais e instrumentos
tradicionais e instrumentos elétricos e eletrônicos; Samplers, música no
computador; sistematizadores.
 O corpo como suporte físico da dança; leveza; peso; flexão; ritmo; objetivos
cênicos.
 O corpo como suporte físico do teatro; a ação física como elemento da
expressividade no palco.
 Diferenciação entre suportes tradicionais não convencionais e imateriais.
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A linguagem da música; paisagem sonora; o rádio como mídia sonora; música
produzida por DJs.
As linguagens do happening e da performance a linguagem do teatro com a
tecnologia.
As linguagens da capoeira, do hip-hop, do balé clássico, da dança moderna e da
dança contemporânea.
Do chassi para o papel; e tela ou a obra diretamente sobre a parede; do pedestal para
o objeto; a instalação e o site specific.
O livro de artista; as performances; as obras interativas.
Temática que se revelam pelas formas.
Temas que se fazem forma pela observação e imitação de corporeidades.
Relações entre imagem-forma e conteúdo de figuras cênicas.
Relações potenciais entre temáticas, épocas e culturas.
Temáticas idealizadas, realistas, expressionistas, surreais, abstratas etc.
Temas históricos, questões políticas, religiosas de natureza; o ser humano sua
identidade, seu anonimato; a visão feminina.
O corpo; a complexidade formal etc.
Temáticas contemporâneas; arte e vida, histórica de vida; cenas de rua.
A atitude reflexiva sobre o estudo, a pesquisa e a produção poética realizados em
arte durante o ano.
Ao mapeamento dos conceitos e procedimentos estudados e experimentados em arte
durante o ano letivo.
9º Ano
 Ação inventiva, corpo perceptivo, imaginação criadora, coleta sensorial, percurso de
experimentação, perceptivo ideias, esboço séries cadernos de anotações, estudo e
pesquisa, apropriações, combinações, processo colaborativos, repertório pessoal e
cultural.
 Poética pessoal.
 Pensamento visual, corporal, sinestésico e musical.
 Elementos básicos de linguagem da dança o corpo como suporte físico, espaço,
movimento, tempo, música, cenário, figurino, coreografia, dinâmica.
 Elementos básicos da linguagem da música, som, silêncio, melodia harmonia, ritmo,
altura, duração intensidade, timbre, andamento, dinâmica, percepção, afinação,
textura, arranjo, orquestração, improvisação, forma.
 Elementos básicos das linguagens das artes visuais; cor, luz, valor, linha, superfície,
ponto textura, volume (composição, ritmo, movimento, simetria, assimetria, escala
contraste, tensão, bi dimensionalidade, tridimensionalidade etc.).
 Elementos básicos da linguagem do teatro; corpo, voz, gesto, texto, ação, adereços
de cena, cenário, figurino, música, luz.
 Temáticas que impulsionam a criação.
 O hibridismo das relações entre forma-conteúdo nas várias linguagens como vistas a
construir temáticas e sentidos; elementos básicos da visualidade e suas ampliações
no design; elementos básicos da linguagem híbrida di cinema; elementos básicos
das linguagens do teatro, dança, música.
 A leitura como exercício da percepção e imaginação; multiplicidade de leituras.
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Saberes estéticos e culturais, pinçando os conceitos estudados especialmente em
relação aos criadores e produtos de arte e Cultura, às praticas e políticas culturais, à
história, à estética e a filosofia da arte.
Mediação cultural, verificando a relação entre as produções e quem as vê, os
cuidados do expor, a curadoria educativa, os espaços sociais da arte e as
possibilidades de formação do publico.
Patrimônio cultural, alimentando a percepção sobre bens simbólicos, preservação e
memória que foi possível tangenciar nos processos vividos.
As atitudes reflexivas sobre o estudo, a pesquisa e a produção poética realizados no
ano letivo.
Ao mapeamento dos conceitos e procedimentos estudados e experimentados em
Arte durante o ano letivo.
Disciplina- Educação Física.
6º Ano
 Jogos populares, cooperativos e pré-desportivos.
 Esporte coletivo: princípios gerais – ataque, defesa e circulação da bola.
 Modalidades coletivas: handebol, futebol e GA ou GR.
 Princípios técnicos e táticos – principais regras e processo histórico das
modalidades – handebol, futebol, GA ou GR.
 Capacidades físicas: noções gerais – agilidade, velocidade, flexibilidade, resistência
e força.
 Alongamento e aquecimento.
 Postura e sistema locomotor.
 Noções gerais sobre ritmo e jogos rítmicos.
7º Ano
 Modalidade individual – atletismo (corridas e saltos)
 Modalidade individual – GA ou GR.
 Modalidades coletivas – basquetebol e voleibol.
 Princípios técnicos e táticos do atletismo, GA ou GR, basquetebol e voleibol.
 Processo histórico – atletismo, GA ou GR, basquetebol e voleibol.
 Danças folclórico-regionais, processo histórico e a questão do gênero.
 Capacidades físicas: aplicações no atletismo, na atividade rítmica e nos esportes
coletivos.
 Princípios de confronto e oposição nas lutas.
 Classificação e organização.
 A questão da violência.
8º Ano
 Modalidade individual – atletismo (corridas, arremessos e lançamentos).
 Modalidades coletivas – handebol e futebol.
 Princípios técnicos e táticos do atletismo, handebol e futebol.
 Principais regras – atletismo, handebol e futebol.
 Noções de arbitragem.
 Luta – judô, Caratê, Tae kwon do, Boxe.
30
 Princípios técnico-táticos, principais regras, processo histórico.
 Capacidades físicas: Aplicações no atletismo e na luta.
 Práticas contemporâneas: ginástica aeróbica, localizada, ginástica de academia.
 Princípios orientadores.
 Técnicas e exercícios.
 Padrões de beleza corporal, ginástica e saúde.
 Atividades físicas/exercício físico, implicações na obesidade e no emagrecimento.
 Substâncias proibidas: doping e anabolizantes.
9° Ano
 Modalidade individual – atletismo (corridas, arremessos e lançamentos).
 Modalidades coletivas – Handebol e futebol.
 Principais regras – atletismo, handebol e futebol.
 Principais regras – atletismo, handebol e futebol.
 Noções de arbitragem.
 Luta – judô, Caratê, Tae kwon do, Boxe.
 Princípios técnico-táticos, principais regras, processo histórico.
 Capacidades físicas: Aplicações no atletismo e na luta.
 Práticas contemporâneas: ginástica aeróbica, localizada, ginástica de academia.
 Princípios orientadores.
 Técnicas e exercícios.
 Padrões de beleza corporal, ginástica e saúde.
 Atividades físicas/exercício físico, implicações na obesidade e no
emagrecimento.
 Substâncias proibidas: doping e anabolizantes.
Disciplina- Geografia
6º Ano
 A Paisagem.
 Os ritmos e ciclos da natureza: os objetos sociais.
 O tempo histórico: os objetos sociais.
 A leitura de paisagens.
 Escalas da Geografia.
 O mundo: as paisagens captadas pelos satélites
 O lugar: as paisagens da janela.
 Entre o mundo e o lugar.
 As formas de representações da Terra; a especificidade dos mapas.
 Rosas do vento, pontos cardeais, pontos colaterais.
 O sistema de coordenadas geográficas.
 Título, legenda, escala.
 Cartas de base e cartas temáticas.
 A história da Terra e os recursos minerais.
 A água e os assentamentos humanos.
 Natureza e sociedade na modelagem do relevo.
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 O clima, o tempo e a vida humana.
 A manufatura e os circuitos da produção.
 A agropecuária e os circuitos do agronegócio.
 O consumo e a sociedade de serviços.
7° Ano
 Critério de divisão regional.
 Mapas temáticos de desigualdade social.
 Regionalização no tempo e no espaço.
 As regiões do IBGE.
 Outras formas de regionalização.
 Os Complexos Regionais e Região.
 As grandes paisagens naturais brasileiras.
 Os cerrados do Brasil Central.
 O sistema nacional de unidades de conservação.
 O Brasil dos migrantes.
 As diferenciações do território.
 As cidades brasileiras.
 A distribuição da atividade industrial no Brasil.
 Perspectivas do espaço agrário brasileiro.
 O avanço da fronteira agrícola e o aumento da produção.
8º Ano
 Geografia dos “descobrimentos”.
 O espaço industrial e o encurtamento das distâncias.
 A revolução técnico-científica.
 As fontes e as formas de energia.
 Matrizes energéticas: da lenha ao átomo.
 Perspectivas energéticas.
 A apropriação desigual doa recursos naturais.
 Os impactos ambientais (uso da água, biodiversidade ameaçada, poluição
atmosférica e o efeito estufa).
 Desenvolvimento sustentável.
 Peru e México: A herança pré-colombiana.
 Brasil e Argentina: as correntes de povoamento.
 Colômbia e Venezuela: entre os Andes e o Caribe.
 Haiti e Cuba: as revoluções.
9º Ano
 Produção de relação na escala geográfica mundial; conceito de globalização.
 Conceito de espaço geográfico e das noções de lugar, região e escalas geográficas.
 As revoluções técnicas e a globalização.
 Globalização e regionalização, disparidade e desigualdade regionais.
 Blocos econômicos, interligação econômica e financeira e regionalização mundial.
 A nova desordem mundial.
 A organização das Nações Unidas.
 A organização Mundial do Comercio.
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O fórum social mundial.
Geografia das populações.
Demografia e fragmentação.
As migrações internacionais.
Mundo islâmico e mundo árabe.
As redes sociais.
Consumo e cidades globais.
Turismo e consumo do lugar.
As redes da ilegalidade.
Disciplina – História
6º Ano
 Sistemas sociais e culturais de notação do tempo ao longo da História,
 As diferentes linguagens, história e escrita,
 Civilização do Oriente próximo
 O surgimento do Estado;
 A vida na China antiga e na África antiga;
 A vida na Grécia antiga;
 A vida na Roma antiga;
 A civilização do Islã;
 O império bizantino
 A Europa na Idade Média
7º Ano
 Feudalismo: relações sociais, econômicas, políticas e religiosas.
 As cruzadas e os contatos entre as sociedades europeias e orientais.
 Renascimento comercial e urbano.
 Renascimento cultural e científico.
 Formação das Monarquias Nacionais Europeias Modernas (Portugal, Espanha,
França e Inglaterra).
 Os fundamentos teóricos do Absolutismo e as práticas das Monarquias Absolutistas.
 Reforma e contra reforma.
 Expansão marítima nos séculos XV e XVI.
 As sociedades maia, asteca e inca.
 Conquista espanhola na América.
 Sociedades indígenas do Brasil.
 O encontro dos portugueses com os povos indígenas.
 Tráfico negreiro e escravismo africano no Brasil.
 Ocupação holandesa no Brasil.
 Mineração e vida urbana.
 Crise do Sistema Colonial.
8º Ano
 O Iluminismo.
 A colonização inglesa e a independência dos EUA.
33
 A colonização e independência da América Espanhola.
 A revolução industrial inglesa.
 Revolução Francesa e expansão napoleônica.
 A família Real no Brasil.
 Primeiro Reinado no Brasil.
 Período Regencial no Brasil.
 Movimentos sociais e políticos na Europa no século XIX.
 O liberalismo e o nacionalismo.
 Segundo Reinado no Brasil: política interna.
 Economia cafeeira.
 Escravidão e abolicionismo.
 Industrialização, urbanização e imigração.
 Proclamação da República.
9º Ano
 Imperialismo e Neocolonialismo no século XIX.
 Primeira Guerra Mundial (1914/1918).
 Revolução Russa.
 A República no Brasil.
 Nazifascismo.
 Crise de 1929.
 Segunda Guerra Mundial.
 O período Vargas.
 Os nacionalismos na África e na Ásia e as lutas pela independência.
 Guerra Fria.
 Populismo e ditadura militar no Brasil.
 Redemocratização no Brasil.
 Os EUA após a Segunda Guerra Mundial.
 Fim da Guerra Fria e a Nova Ordem Mundial.
Disciplina – Inglês
6º Ano.
 Cumprimentos e despedidas.
 Identificação pessoal: nome, idade, endereço e telefone.
 Reconhecimento de palavras estrangeiras em nomes de lugares, marcas de produtos,
equipamentos, jogos, internet, etc.
 Análise de palavras estrangeiras presentes no cotidiano, sua origem e adaptação em
língua materna.
 Leitura de portadores de textos impressos que tenham palavras estrangeiras
(camisetas, embalagens, manuais, cartões de jogos).
 Produção de pôsteres sobre a presença da língua inglesa no cotidiano.
 Descrição da escola.
 Denominação de objetos (caneta, lápis, mochila) e móveis escolares (carteira,
cadeira, lousa).
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Denominação dos espaços da escola (sala de aula, biblioteca) e dos profissionais
que nela atuam (inspetor, secretária, diretor, professor).
Gêneros para leitura e escrita.
Descrições de espaços escolares, de organograma de escola, de plantas de fachadas
ou outros espaços de escola.
“A Day in the life of...”: retinas de jovens em lugares diferentes do mundo.
Verbos de ação.
Tempo verbal: presente.
Advérbios de tempo, frequência, lugar e modo.
Depoimentos, e-mail, diários etc., sobre rotina.
Leitura de gráficos, análise de dados obtidos em levantamentos e pesquisas sobre o
cotidiano e as preferências de jovens (localização de informações explícitas em
textos informativos e descritivos).
Coletânea com e-mail ou cartas produzidos pelos alunos para correspondência com
epals ou penpals.
7º Ano
 Denominação em língua inglesa dos espaços comerciais e comunitários que estão
nos arredores da escola (banco, padaria, supermercado, farmácia).
 Relação entre espaços comerciais, sua função e as ações que neles ocorrem
tipicamente.
 Verbos de ação.
 Tempo verbal: presente.
 There is / there are.
 Descrições de diferentes espaços comerciais e comunitários, suas funções e as ações
que neles ocorrem em folhetos, guiam de bairro etc.
 Produção de descrição de diferentes espaços comerciais e comunitários do bairro,
sua função e as ações que neles ocorrem, com apontamentos de intervenções para a
melhoria da qualidade de vida.
 A língua inglesa e os esportes.
 Denominação das diferentes modalidades de esportes.
 Reconhecimento de palavras inglesas ou de origem inglesa usadas em língua
materna em diferentes modalidades esportivas.
 Relação entre modalidades esportivas e atividades praticadas pelos atletas (ações).
 Tempo verbal: presente contínuo e presente simples.
 Verbo modal Can (para expressar habilidades)
 Denominação de países e nacionalidades.
 Entretenimento
 Denominação dos espaços de lazer da cidade (parques, museus, cinemas).
 Espaços de lazer e as atividades que neles se pode praticar.
 Identificação de informações específicas, sobre os espaços de lazer, como horários
de funcionamento, localização, tarifas etc.
 Retomada: There + be/can/ presente.
 Leitura de folhetos ou páginas da internet ou revistas, produzidos em língua inglesa,
para turistas que visitam São Paulo ou Brasil.
 Produção de folhetos ilustrados sobre uma opção de lazer na cidade ou no bairro.
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
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Meu perfil, minhas preferências.
Denominação de diferentes atividades de lazer (cinema, leitura, música etc.)
praticadas e apreciadas.
Tempo verbal: presente (em foco: formas interrogativas e negativas).
Leitura e produção de entrevista e perfis de pessoas que buscam amizades e
participam em comunidades virtuais.
8º Ano
 Comemorações ao redor do mundo
 Reconhecimento de comemorações (dia dos namorados, ano novo, independência)
que ocorrem em datas e de modos diferentes em diferentes países e culturas.
 Localização de nomes de países em mapas.
 Localização de informações explícitas em textos informativos sobre o tema m
estudo.
 Tempos verbais: presente e passado.
 “A Day in the live of…”: retinas de jovens em lugares diferentes do mundo.
 Verbos de ação.
 Advérbios de tempo, frequência, lugar e modo.
 Depoimentos, e-mails, diários etc., sobre rotina.
 Leitura de gráficos, análise de dados obtidos em levantamentos e pesquisas sobre o
cotidiano e as preferências de jovens (localização de informações explícita em
textos informativos e descritivos).
 Produção de uma coletânea com e-mails ou cartas produzidas pelos alunos para
correspondência com epals ou penpals.
 Hábitos alimentares.
 Denominação das diferentes refeições, alimentos e bebidas.
 Relação entre alimentos e bebidas e refeições.
 Identificação dos hábitos alimentares em diferentes culturas.
 Distinção entre alimentos e bebidas saudáveis X não saudáveis (junk food x healthy
food).
 Os diferentes significados dos pronomes indefinidos (quantificadores): much, many,
a lot, (a) little, (a) few, some, any, no.
 Dicas para uma alimentação saudável.
 Verbo modal should.
 Qualidade de vida – o que é, o que mudou.
 Identificação de mudanças nos hábitos das pessoas durante determinados períodos
da vida: infância, namoro, estudo, alimentação, atividades de lazer, etc.
 Identificação de mudança de hábitos em diferentes épocas (a vida de um jovem
hoje, a de quem foi jovem há 30 anos).
 Organização de eventos em uma linha do tempo.
 Tempos verbais: passado e passado contínuo, used to.
 Entrevistas, trechos de artigos de revista, em língua inglesa, sobre o tema.
 Produção de entrevistas com pessoas mais velhas sobre como foi a adolescência.
9º Ano
 Identificação de biografias de pessoas marcantes da história nacional e internacional
que ainda estão vivas;
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Relação entre biografias e profissões;
Tempos verbais: passado e presente (retomada e reconhecimento do uso do presente
perfeito);
Biografias e entrevistas;
Relação entre invenções e inventores;
Descrição de invenções, situando momento histórico;
Relação entre invenção e seu uso social;
Tempos verbais: passado e presente (retomada) e voz passiva;
Verbos e adjetivos;
Verbetes e enciclopédias ou textos didáticos, descrição de um produto ou
equipamento inventado;
Organização de eventos cronologicamente;
Adjetivos para descrever sensações;
Advérbio de tempo, lugar e modo;
Relação entre mudanças e aspectos da vida pessoal e social;
Advérbios e expressões adverbiais de tempo;
Estudo de adjetivos (formas comparativas)
Estruturas verbais hope to, wisk to,would like to
Disciplina - Leitura e Produção de Texto
6º Ano
 Histórias da tradição oral (lobisomem, a loira do banheiro, o diabo e o granjeiro,
uma noite no paraíso, etc.);
 Contos, crônicas, fábulas e lendas;
 Exposição oral sobre textos lidos e temas estudados;
 Poesias;
 Poesias de cordel;
 Teatro;
 Leitura dos livros: O ermitão da glória e O quinze;
 Análise de literaturas de cordel.
7ºAno
 Contos de várias regiões.
 A importância da Leitura.
 Textos narrativos.
 Leitura de livros paradidáticos de diferentes gêneros literários
 Leitura dramatizada.
 Leitura silenciosa.
 Relato de experiência vivida
 Quem é Ariano Suassuna
 Leitura coletiva do Auto da Compadecida
 Mitos e lendas indígenas brasileiros
8ºAno
 Leitura e análise de textos expositivos.
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9ºAno
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Estudo de textos argumentativos.
Leitura direcionada do conto O Alienista
Leitura e análise do conto O amor acaba
Filme escritores da liberdade
Farsa da Inês Pereira
Quem é Gil Vicente.
Dramatização/diferenças entre mistério e terror
Leitura de contos de mistério
Produção de resenhas.
Leitura e análise de textos de variados gêneros: conto, poema, canção.
Estudo de textos que tratam do mesmo tema, exploração das palavras, diagnóstico
de intertextualidade.
Leitura direcionada do conto “O Alienista” (leitura em dupla, leitura comentada,
dramatização).
Filme: Escritores da Liberdade (a importância da leitura).
Biografia de Gil Vicente.
Leitura do Livro A farsa de Inês Pereira- contexto histórico.
Diferenças entre mistério e terror.
Leitura de contos de mistério.
Escrita de resenha crítica.
Disciplina - Ensino Religioso
9º ano
 História das religiões:
 Origem das religiões – Os calendários
 Religiões politeístas e monoteístas;
 Cristianismo;
 Islamismo;
 Judaísmo;
 Hinduísmo;
 Religiões afras- brasileiras;
 Nova Era
38
d. CARGA HORÁRIA
CURRICULARES;
MÍNIMA
DO
CURSO
E
DOS
COMPONENTES
COMPONENTES CURRICULARES
Língua Portuguesa
Arte
Educação Física
História
Geografia
Matemática
Ciências Físicas e Biol.
Ensino Religioso
Língua Estr.Moderna-Inglês
Leitura e Produção de Texto
6º Ano
5
2
2
3
3
5
3
2
2
7º Ano
5
2
2
3
3
5
3
2
2
8º Ano
5
2
2
3
3
5
3
2
2
9º Ano
5
2
2
3
3
5
3
1
2
2
TOTAL DE AULAS SEMANAIS
27
27
27
28
TOTAL DE HORAS AULA ANUAIS
1.080
1.080
1.080
1.120
PLANO DE CURSO DO ENSINO MÉDIO
a. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
O Ensino Médio, etapa final da educação Básica, com duração mínima de três anos, terá
como finalidade:
I – a consolidação e o aprimoramento dos conhecimentos adquiridos no Ensino
Fundamental possibilitando o prosseguimento de estudo;
II – a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar
aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de
ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
III – o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o
desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
IV – a compreensão dos fundamentos científicos - tecnológicos dos processos produtivos,
relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.
A LDB organiza em uma base nacional comum os currículos do Ensino Médio em áreas de
conhecimento, a saber.
 Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;
 Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologia;
 Ciências Humanas e suas Tecnologias.
Estas três áreas, objetiva a constituição de competências e habilidades que permitem ao
educando:
 Compreender, analisar, interpretar, entender, identificar, bem como aplicar o seu
conhecimento na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.
39
b. INTEGRAÇÃO E SEQUÊNCIA DOS COMPONENTES CURRICULARES.
O ensino será ministrado de forma a garantir a integração e sequência dos componentes
curriculares.
Ensino Médio
_ Líng.Port.e Literatura
_História
_Matemática (DAC)
_ Matemática
_Inglês
_L.Port.e Lit. (DAC)
_ Biologia
_Química
_História (DAC)
_ Arte
_ Física
_Espanhol
_ Educação Física
_Sociologia
_ Geografia
_Filosofia
c. SÍNTESE DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS/SUBSÍDIOS
ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE ENSINO.
Disciplina – Língua Portuguesa
1ª série
 Texto expositivo: valor estilístico do verbo;
 Literatura e arte;
 Crônica;
 Conceito de gênero;
 A fábula;
 Verbo: aspectos estilísticos, polissemia;
 Características do gênero entrevistas
 Estudo do verbo (definição, flexão, tempos verbais, conjugação).
 Texto Teatral: comédia e tragédia
 Poesia como sistema intersemiótico
 Resenha, crítica
 Os principais estilos da época da literatura em L.P.
 Literatura de cordel
 Valor estilístico dos artigos, numerais e pronomes.
2ª série
 Crítica de valores sociais;
 O estatuto do escritos na sociedade;
 Texto e contexto social;
 Intertextualidade temática;
 A obra de Álvares de Azevedo;
 Castro Alves;
 Advérbio e metonímia,
 Valores sociais e culturais do texto;
PARA
A
40
 Movimento poético pós-romântico;
 Parábolas, fábulas e a alegoria,
 O símbolo e a moral;
 Conto literário e a modernidade;
 A construção das relações sociais do eu
 Coordenação e subordinação
 Análise da influência no processo da escrita literária
 A subjetividade e a objetividade
 Auto-avaliação e construção do conhecimento linguístico.
3ª série
 Linguagem e desenvolvimento do olhar crítico;
 Linguagem e adequação vocabular;
 Modernidade e linguagem;
 Modernidade e modernismo;
 Projeto de texto;
 Humor e linguagem;
 Linguagem e realidade brasileira;
 A crítica de valores sociais no texto literário;
 Gêneros textuais do mundo do trabalho;
 Estrutura da dissertação escolar.
 África e Brasil: a troca cultural de influências
 Estratégias para a prova vestibular na disciplina de L.P.;
 O uso da linguagem e a diversidade social;
 Relação entre linguagem e trabalho.
 Conceito de projeto de vida;
 Relação entre a linguagem e o projeto de vida;
 Recapitulação de conhecimentos linguísticos
 Expressão oral, argumentação e linguagem.
Disciplina – Matemática
1ª série
 Conjuntos numéricos.
 Regularidades numéricas: Sequências. Progressões aritméticas e progressões
geométricas.
 Funções.
 Relação entre duas grandezas.
 Proporcionalidades: direta, inversa, direta com o quadrado.
 Função do 1º grau. Função do 2º grau.
 Crescimento exponencial.
 Função exponencial: equações e inequações.
 Logaritmos: definição e propriedades.
 Função logarítmica: equações e inequações.
 Geometria – Trigonometria.
41
 Razões trigonométricas nos triângulos retângulos.
 Polígonos regulares: inscrição, circunscrição e pavimentação de superfícies.
 Resolução de triângulos não retângulos: lei dos senos e lei dos cossenos.
2ª série
 Trigonometria Fenômenos periódicos. Funções trigonométricas.
 Equações e inequações. Adição de arcos.
 Matrizes determinantes e sistemas lineares.
 Matrizes: significado como tabelas, características e operações.
 A noção de determinante de uma matriz quadrada. Resolução e discussão de
sistemas lineares escalonamento.
 Análise combinatória e probabilidade.
 Raciocínio combinatório: princípios multiplicativos e aditivos.
 Probabilidade simples. Casos de agrupamentos: arranjos, combinação e
permutações.
 Probabilidade da reunião e/ou da intersecção de eventos.
 Probabilidade condicional. Distribuição binominal de probabilidades: o triângulo de
Pascal e o Binômio de Newton.
 Geometria métrica espacial.
 Elementos de geometria de posição. Poliedros, prismas e pirâmides.
 Cilindros, cones e esferas.
3ª série
 Pontos: distância, ponto médio e alinhamento de três pontos.
 Reta: equação e estudo dos coeficientes, problemas lineares.
 Ponto e Reta: distância.
 Circunferências: equação.
 Reta e circunferência: posições relativas.
 Cônicos: noções e aplicações.
 Equação polinominais.
 Números complexos: operacionais e representação geométrica.
 Propriedade das raízes de uma equação polinominal.
 Relação de Girard.
 Qualidade das funções
 Gráficos: funções trigonométricas, exponencial, logarítmicas e polinomina.
 Gráficos: análise de sinal. Crescimento e taxa de variações.
 Composição: translação e reflexos.
 Inversão.
 Gráficos estatísticos: cálculo e interpretação de índices estatísticos.
 Medidas de tendência central: média, mediana e moda.
 Medida de dispersão: desvio médio e desvio padrão.
 Elementos de amostragem
Disciplina - Geografia
1ª série
 Os sentidos da globalização:
42



Um mundo em rede, a economia global, organismos econômicos internacionais,
comércio internacional;
Natureza e riscos ambientais:
Estruturas e formas do planeta Terra, agentes internos e externos, riscos em um
mundo desigual.
Domínio natural, meio ambiente;
Biogeografia;
Diversidade biológica;
Ameaças à biodiversidade




2ª série
 Território brasileiro;
 A cartografia da gênese do território e do arquipélago ao continente;
 O Brasil no sistema internacional;
 Mercados internacionais e agenda externa brasileira.
 Matrizes culturais brasileiras;
 A dinâmica demográfica;
 O trabalho e o mercado de trabalho;
 A segregação sócio espacial e a exclusão social;
 O espaço industrial;
 O espaço agropecuário;
 Redes e hierarquias urbanas;
 A formação e a evolução da rede brasileira;
 A revolução da informação e as cidades.
 Crosta terrestre, movimentos tectônicos, tremores no Brasil, relação entre
tectonismo e relevo brasileiro;
 Definições conceituais: relevo, modelado, geomorfologia, topografia, erosão;
 Classificação do relevo;
 Bacias hidrográficas, disponibilidade de água, usos da água, gestão governamental e
gestão pública, recursos naturais.
3ª série
 Regionalização e espaço mundial;
 As regiões da ONU;
 O conflito norte e sul;
 Globalização e regionalização econômica;
 Choque e civilizações;
 A questão étnico – cultural;
 América Latina;
 África do norte e sabsaariana;
 África e América;
 África e Europa;
 Tipos de fluxos da globalização;
 Comercio internacional de mercadorias;
 Hierarquia da rede de cidades globais.
43
Disciplina – Educação Física
1ª série
 Sistemas de jogos e táticas em uma modalidade coletiva;
 Padrões e Estereótipos de beleza corporal;
 Medidas e avaliação da composição corporal IMC,
 Obesidade e exercício físico;
 Ritmo vital como organização expressiva do movimento;
 Corpo e beleza em diferentes períodos históricos;
 Práticas contemporâneas: ginástica aeróbica, localizada, etc.;
 Princípios orientadores, técnicas e exercícios, regras da esgrima;
2ª série
 Práticas contemporâneas: ginástica aeróbica, localizada e outras;
 Capacidades físicas: conceito e avaliação;
 Significados, sentidos no discurso das medidas sobre o exercício físico e ginástica;
 O papel da mídia na definição de modelos hegemônicos de beleza corporal;
 Modalidade individual;
 Efeitos do treinamento físico: fisiológicos, morfológicos e psicossociais;
 Exercícios resistidos (musculação)- benefícios e riscos à saúde nas várias faixas
etária;
 Corpo, cultura e movimento, diferença e preconceito;
 Fatores de risco à saúde: sedentarismo, alimentação, dietas e suplementos
alimentares, fumo, álcool, drogas, doping e anabolizantes estresse e repouso;
 Doenças hipocinéticas e ralação com a atividade física;
 A transformação do esporte em espetáculo televisivo;
 Atividades e exercícios físicos e prática em níveis e condições adequados.
3ª série
 Modalidade de luta – capoeira, caratê, judô, tae kwon do, boxe, etc.
 Princípio do treinamento físico
 Individualidade biológica, sobrecarga e reversibilidade;
 Manifestações rítmicas ligadas à cultura jovem: hip hop, street dance;
 Saúde e trabalho;
 Esporte e cultura do movimento;
 O lazer como direito do cidadão e dever do Estado;
 Organização de eventos esportivos e ou festivais;
 Equipamentos e políticas públicas de lazer;
 Estratégias de intervenção para promoção da atividade física e do exercício físico na
comunidade escolar.
Disciplina - Física
1ª série
 Grandezas do movimento: identificação, caracterização e estimativa de valores
(distância percorrida, percurso, massa, tempo e velocidade);
44
 Quantidade do movimento linear: variação e conservação Leis de Newton.
 Universo: elementos que o compõem;
 Interação gravitacional;
 Evoluções dos modelos sobre o Universo, as etapas da evolução estelar;
 Campos gravitacionais, conceito de gravidade e constituição do Universo.
2ª série
 Fenomenologia, calor, temperaturas e fontes de temperatura;
 Troca de calor e propriedades térmicas da matéria;
 Aquecimentos e clima
 Calor como energia;
 Máquinas térmicas;
 Entropia e degradação de energia;
 Som, fontes características físicas e usos;
 Luz, fontes e características físicas;
 Luz e cores, influência da luz;
 Interação física entre a matéria e a luz;
 Processos de ondas eletromagnéticas;
 Espectro eletromagnético.
3ª série
 Circuitos elétricos;
 Campos e forças eletromagnéticas;
 Motores geradores (produção de movimento);
 Produção e consumo de energia elétrica;
 Matéria e suas propriedades e organização de átomos; emissão e absorção de
radiação;
 Fenômenos nucleares
 Concepção de matéria;
 O papel do Brasil na ciência mundial;
 Meios de comunicação analógicos e digitais.
Disciplina – Biologia
1ª série
 Fotossíntese
 Cadeias e teias alimentares;
 Níveis tróficos;
 Fluxo de energia;
 Matéria nos seres vivos;
 Ciclo do carbono;
 Trabalho e energia mecânica;
 Equilíbrio estático e dinâmico;
 Relações ecológicas;
 Crescimento da população humana;
 Taxa da relação de natalidade e mortalidade no Brasil;
45


Causas e consequências do desmatamento, aumento da urbanização;
Saúde, indicadores de desenvolvimento humano e de saúde pública, vacinação,
desigualdade na saúde das populações;
 Tipos de doenças, mortalidade de acordo com a faixa etária, gravidez BA,
adolescência, AIDS, DST.
2ª série
 Célula,
 Fotossíntese,
 Respiração,
 Divisão celular e câncer,
 Características hereditárias congênitas e adquiridas.
 Concepção pré-mendelianas,
 Transmissão das características hereditárias
 Meiose,
 Leis de Mendel,
 Cromossomos sexuais e herança ligada ao sexo.
 Estrutura do DNA e RNA,
 Conceitos da genética clássica e da biologia molecular.
 Teste de identificação por DNA,
 Enzimas de restrição,
 Eletroforese,
 Clonagem molecular, tecnologias de manipulação de DNA,
 Transgênicos
3ª série
 Critérios de classificação, regras de nomenclatura, conceito de espécie;
 Caracterização dos cinco reinos e árvores filogenéticas;
 Botânica, característica principal da diversidade animal;
 Fisiologia humana, metabolismo energético e integração dos sistemas
digestores, respiratório e cardiovascular;
 Reprodução sexuada e assexuada, angiosperma;
 Origem da vida e vida primitiva;
 Ideias evolucionistas de Darwin e Lamarck Mutação e seleção natural;
 Linha de evoluções de seres vivos;
 Seleção e derivação gênica;
 História da evolução humana, parentesco humano com outros primatas;
 Árvores filogenéticas dos hominídeos, processos de seleção animal e vegetal;
 Impactos de transformação do ambiente e da adaptação das espécies animais e
vegetais aos interesses da espécie humana, expectativas de vida.
Disciplina – Língua Inglesa
1ª série
 Mapeamento dos países que usam a língua inglesa como materna.
 A influência internacional dos usos da língua inglesa como língua estrangeira.
 Reconhecimento das variáveis linguísticas da língua inglesa.
46








Folhetos sobre intercâmbio em países de língua inglesa.
E-mails trocados por intercâmbio de várias localidades do mundo.
Folhetos turísticos e textos informativos com uso dos tempos verbais.
Reconhecimento da estrutura geral de um jornal.
Voz passiva
Pronomes relativos
Vocabulário: definições, antônimos e sinônimos.
Tempos verbais (futuro e presente)
2ª série
 Análise de filmes e programas de televisão, cinema, etc.
 Reconhecimento de temas/assuntos;
 Construção de opinião;
 Localização de informações explícitas;
 Inferência do ponto de vista e das intenções do autor;
 O uso de diferentes tempos verbais;
 O uso das conjunções (contraste, adição, conclusão) e dos marcadores sequenciais;
 Identificação de propagandas de produtos implícitas em filmes;
 Construção das relações entre texto observado e atitudes pessoais;
 O uso dos graus dos adjetivos;
3ª. série
 Localização e inferência de informações.
 Reconhecimento do assunto/ tema.
 Relação das informações com experiências pessoais.
 Construção de opinião.
 Uso dos tempos verbais: presente e presente perfeito
 As características da organização de um anúncio.
 O uso e significado das abreviações.
 Padrões prescritivos com base na linguagem verbal.
 Funções comunicativas.
 Ampliação do repertório de práticas orais por meio de diálogos.
 Padrões de comunicabilidade com base na oralidade.
 Relação entre forma e uso.
Disciplina – Arte
1ª série
 Heranças culturais, patrimônio cultural material e imaterial.
 Preservação e restauro, políticas culturais, educação patrimonial;
 Arte pública, intervenção urbanas, grafites, pichações, monumento histórico;
 Paisagem sonora, músicos de rua, videoclipe, músicas contemporâneas;
 Escola e samba, tambor da crioula, jogo roda de samba, frevo, forró;
 Artes circenses, circo tradicional, famílias circenses, circo contemporâneo;
 Artistas e coletivo de artistas que trabalham em ações de intervenções;
47



Modos e ações de intervenções artísticas e seus processos de criação em artes
visuais, música, teatro e dança;
Procedimentos técnicos das linguagens fotográficas. Dos computadores, do cinema
de animação, Web, expansão de conceitos de pintura, desenho, escultura, grafite;
Inserção de imagens tecnológicas nos espetáculos, equipamentos de iluminação e
efeito cênico;
Realização de projetos poéticos;
A apropriação e a criação na produção em artes visuais, dança e teatro;
Citação de obras de outras épocas.



2ª série
 Aproximação entre arte e público, curadoria educativa, conceito e curadoria de
Festivais;
 Obras interativas, espaços institucionais e alternativos, modos de expor, diferentes
públicos, arte e comunicação visual na escola;
 Festivais dionisíacos e teatros gregos, sagrado e profano, ressonância entre
espetáculo e espectador;
 Espaços convencionais e alternativos;
 Mediações para a escura, interpretações diversas;
 A materialidade na linguagem da fotografia;
 A materialidade do texto na construção da obra cênica;
 A matéria, som, ruído, silencia a palavras;
 Projetos de poética pessoal ou colaborativa;
 Land art, arte pública, performance, instalações, apropriação de imagens,
computação gráfica, contaminação de linguagens;
 Intervenções urbanas, performance, teatro pós-moderno;
 Dança de rua,
 Intervenções sonoras, sons de celulares, rádios comunitários;
 Invenções de ações culturais;
 História da arte. Filosofia da arte estética, crítica de arte, sociologia da arte;
 Finalização dos projetos poéticos de intervenções individuais ou colaborativas com
fundamentação teórica a partir do contato com os saberes éticos e sociais.
Disciplina – Sociologia
1ª série
 Sociologia e o trabalho do sociólogo, o processo de desnaturalização ou
estranhamento da realidade, como pensar diferentes realidades, o homem como um
ser racial;
 A inserção em grupos sociais: família, escola, vizinhança, trabalho, relações e
interações sociais;
 Conteúdo simbólico dos relacionamentos sociais do aluno, e da vida humana;
2ª série
 A população brasileira: diversidade nacional e regional;
 Cultura e comunicação de massa;
 O trabalho como meditação, divisão social, sexual e etária;
48
 Violências simbólicas, físicas e psicológicas;
3ª série
 O significado do ser cidadão hoje e ontem;
 Formas de participação popular na história do Brasil;
 Estado de Governo, sistemas de governo, organização dos poderes;
 Desumanização e coisificação do outro.
Disciplina – Filosofia
1ª série
 Por que estudar filosofia?
 Áreas da filosofia;
 A filosofia e outras formas de conhecimento: mito, senso comum, ideologia,
religião, arte, ciência;
 Introdução à política, teorias do Estado- socialismo, anarquismo, liberalismo,
totalismo;
 Democracia e cidadania: origens, conceitos e dilemas, ideologia.
2ª série
 Introdução à ética, autonomia e liberdade;
 Formas contemporâneas de alienação moral, individualismo e condutas
massificadas;
 Relações entre moral e política, limites entre o público e o privado;
 Desafios éticos e contemporâneos: a ciências e a condição humana, introdução à
Bioética.
3ª série
 O preconceito em relação à filosofia, a importância da filosofia para a cidadania o
homem como um ser da natureza e de linguagem;
 Filosofia e religião, política como natureza humana pudor e justiça, a concepção
platônica da desigualdade segundo Rousseau;
 Filosofia e ciência, libertarismo, determinismo, concepção dialética de liberdade;
 Filosofia e literatura, felicidade epicurismo e esteticismo, felicidades e temas
contemporâneos, ser feliz com o outro: uma interpretação/condição para a
democracia.
Disciplina – História
1ª série
 Pré – história;
 O Oriente próximo e o surgimento das primeiras cidades;
 Egito e Mesopotâmia;
 Hebreus, fenícios e persas;
 A civilização romana e as migrações bárbaras;
 Império bizantino e o mundo árabe;
 Os francos e o império de Carlo Magno;
 Sociedade Feudal: características sociais, econômicas, políticas e culturais;
 Renascimento comercial e urbano;
49


A formação das monarquias nacionais;
Expansão europeia nos séculos XV e XVI: características econômicas, políticas,
culturais e religiosas;
América pré-colombiana: maia, inca e asteca.

2ª série
 Renascimento;
 Reforma e Contrarreforma;
 Formação dos Estados Absolutistas Europeus;
 Encontros entre europeus e as civilizações da áfrica, da Ásia e da América;
 A colonização da América;
 Revolução Inglesa Iluminismo;
 Independência dos EUA;
 Revolução Francesa e Império Napoleônico;
 Processos de independência e formação territorial da América Latina;
 Revolução Industrial inglesa;
 As lutas por direitos sociais no século XIX: socialismo, comunismo e anarquismo;
 EUA no século XIX: expansão para o oeste e guerra civil;
 Segundo Reinado no Brasil: abolição da escravidão e imigração europeia;
 Proclamação da República;
3ª série
 Imperialismo,
 Conflitos entre os países imperialistas,
 Primeira Guerra Mundial,
 A revolução Russa
 Totalitarismo: os regimes nazifascistas,
 A crise econômica de 1929,
 A Guerra Civil Espanhola,
 Segunda Guerra Mundial,
 Período Vargas,
 O mundo pós-segunda guerra e a guerra fria,
 Movimento social e político na América Latina, golpes militares,
 Governos autoritários e manifestações culturais (1960-1970),
 O papel da sociedade civil na luta pela redemocratização,
 Movimentos em defesa dos direitos civis,
 O fim da guerra fria e a nova ordem mundial.
Disciplina – Química
1ª. série
 Interações entre materiais e energia,
 Transformações químicas,
 Evidências de transformações químicas,
 Energia em processos endo/exotérmicos e endo/exoergônicos,
 Tempo envolvido nas transformações,
 Revertabilidade de algumas transformações,
50
 Uso de diferentes combustíveis,
 Caloria, poder calorífico,
 Reação de combustão,
 Solubilidade,
 Conservação de massa nas transformações químicas,
 Relação proporcional entre as massas envolvidas em uma transformação química
 Modelos explicativos, ideias sobre o átomo: Thomson, Rutherford e Bohr.
 Distribuição eletrônica,
 Tabela periódica-número e átomo,
 Um novo critério na organização dos elementos,
 Propriedade e estrutura dos átomos,
2ª série
 Água pura e água potável.
 Dissolução de materiais em água e mudança de suas propriedades.
 Concentração de soluções.
 Reação estequiométrica
.
 Solubilidade de gases em água.
 Potabilidade de água p/consumo humano e poluição.
 Limitação das ideias de Dalton p/explicar o comportamento dos materiais.
 Ligações químicas: iônicas, covalente e metálica.
 Energia de ligação e transformação química.
 Interações, inter e partículas explicando algumas propriedades dos materiais.
 Reatividade dos metais.
 Corrente elétrica,
 Reação de oxirredução: conceito e balanceamento.
3ª. série
 Aplicação das transformações que ocorrem com o envolvimento da eletricidadepilhas e eletrólise,
 Eletrólise,
 Reações de oxidorredução,
 Pilha e reatividade de metais
 Impactos ambientais relacionados ao uso de pilhas, baterias e ao processo de
eletrólise.
 Variáveis que podem mudar a rapidez de uma transformação química,
 Modelos explicativos para compreender a rapidez das transformações químicas.
 Síntese de amônia pelo processo Haber,
 Influência da pressão e da temperatura no controle da rapidez e do rendimento de
transformações químicas,
 Transformações químicas reversíveis que não se completam e entram em equilíbrio
dinâmico,
Disciplinas de Apoio Curricular – DAC
Área de Linguagens e Códigos-L. P. e Literatura.
3ª série
51















Estratégias de pré-leitura: relações de conhecimento sobre o gênero e antecipação
de sentidos a partir de diferentes indícios.
Estratégias de pós-leitura: organização da informação e utilização das habilidades
desenvolvidas em novos textos de leitura.
Intertextualidade: interdiscursiva, intergenérica, referencial e temática.
Linguagem e adequação vocabular
Texto narrativo: (foco: leitura e escrita)
A narrativa moderna
Cartum ou HQ.
Estruturação da atividade escrita.
Planejamento.
Construção do texto.
Revisão.
Discussão de pontos de vista em textos literários.
A literatura e a construção da Modernidade e do moderno.
Texto lírico: (foco: leitura).
A lírica moderna
Disciplina de Apoio Curricular – DAC
Área Ciências Humanas-História
3ª série
 Regionalização do espaço mundial.
 As regiões da ONU.
 O conflito Norte e Sul.
 Globalização e regionalização econômica.
 O que é cidadania?
 O significado de ser cidadão ontem e hoje.
 Direitos civis, direitos políticos, direitos sociais e direitos humanos.
 Totalitarismo (sob a ótica de Getúlio Vargas)
 Totalitarismo (ditaduras da América Latina)
Disciplina de Apoio Curricular – DAC
Área Ciências da Natureza-Matemática
3ª série
 Linguagem matemática e seu encontro com outras linguagens.
 Índices, indicadores e taxas.
 A matemática nas Disciplinas de Apoio Curricular.
 A cesta básica e o cálculo da inflação.
52
d. CARGA HORÁRIA
CURRICULARES;
MÍNIMA
DO
CURSO
E
DOS
COMPONENTES
COMPONENTES CURRICULARES
Língua Portuguesa e Literatura
Arte
Educação Física
História
Geografia
Filosofia
Sociologia
Matemática
Biologia
Física
Química
Língua Estrangeira Moderna-Inglês
Língua Estrangeira Moderna-Espanhol
DAC-L.Port.e Literatura
DAC-Matemática
DAC-História
TOTAL DE AULAS SEMANAIS
1ª Série
5
2
2
3
2
2
1
5
2
2
2
2
2
32
2ª Série
5
2
2
3
3
1
1
5
2
2
2
2
2
32
3ª Série
4
2
2
2
1
1
4
2
2
2
2
2
2
2
30
TOTAL DE HORAS AULA ANUAIS
1.240
1.240
1.200
V – PLANOS DE TRABALHO DOS DIFERENTES NÚCLEOS
NÚCLEO DA DIREÇÃO
Princípios Legais: Regimento Escolar – Capítulo II, Artigos 55 a 57. da Lei de Diretrizes e
Bases, Artigo 12, que dispões sobre as incumbências dos Estabelecimentos de Ensino.
CAPÍTULO II
DO NÚCLEO DE DIREÇÃO
Artigo 55 – O núcleo da direção da escola é o centro executivo do planejamento,
organização, coordenação, avaliação e integração de todas as atividades desenvolvidas no
âmbito da unidade escolar.
Parágrafo Único - Integra o núcleo de direção apenas o diretor e o vice-diretor da escola.
Artigo 56 - A direção da escola exercerá suas funções objetivando garantir:
I – a elaboração e execução da proposta pedagógica;
II – a administração do pessoal e dos recursos materiais e financeiros;
III – o cumprimento dos dias letivos e hora aula estabelecidos;
IV – a legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos;
V – os meios para o esforço e a recuperação da aprendizagem dos alunos;
VI – a articulação e integração da escola as famílias e a comunidade;
53
VII – as informações aos pais ou responsáveis sobra a frequência e o rendimento dos
alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica;
VIII – A comunicação ao Conselho Tutelar, via Diretoria de Ensino, dos casos de maus
tratos envolvendo alunos, assim como casos de evasão escolar e de reiteradas faltas
injustificadas, antes que estas atinjam o limite de 25% das aulas dadas.
Artigo 57 – Cabe ainda à direção subsidiar os profissionais da escola, em especial os
representantes de diferentes colegiados, no tocante às normas vigentes, representar aos
órgãos superiores, sempre que houver decisão em desacordo com a legislação.
PLANO DE TRABALHO DO DIRETOR E DO VICE-DIRETOR
A direção desta U.E. tem por finalidade propiciar apoio técnico – pedagógico aos
professores, apoio administrativo aos Agentes de Organização Escolar, à Agente, e as
Merendeiras. Coordenando, supervisionando e avaliando todas as atividades desenvolvidas
no âmbito da escola, favorecendo o desenvolvimento dos projetos pedagógicos com
recursos materiais e técnicos e estimulando seu constante aprimoramento, divulgando
informações advindas dos órgãos centrais, atendendo em tempo hábil às solicitações da
Diretoria de Ensino, envolvendo a participação da comunidade, A.P. M e do Conselho de
Escola, nos projetos pedagógicos da escola e nas decisões sobre prioridades para aplicação
dos recursos financeiros. Incentivando a participação do Grêmio Estudantil a modernização
dos bens materiais e dos serviços prestados, zelando pela manutenção da ordem e da
eficiência da Escola Estadual Prof.Luiz Rivelli.
NÚCLEO TÉCNICO PEDAGÓGICO
Princípios Legais – Regimento Escolar, Artigo 58.
CAPÍTULO III
DO NÚCLEO TÉCNICO PEDAGÓGICO
Artigo 58 – O núcleo técnico- pedagógico terá a função de propiciar apoio técnicopedagógico aos docentes e discentes, relativo a:
I – Elaboração, desenvolvimento e avaliação da proposta pedagógica;
II – Coordenação pedagógica
Parágrafo Único – Integra o núcleo técnico-pedagógico o Professor Coordenador
Pedagógico da escola.
PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR COORDENADOR PEDAGÓGICO
1 – OBJETIVOS DA COORDENAÇÃO
-Organizar e coordenar reuniões com o pessoal docente, para discussão de problemas, troca
de experiências e redirecionamento da proposta pedagógica;
-Organizar e coordenar, nas HTPCs, as reuniões de estudo, estimulando as discussões,
reflexões e subsidiando-as com material de apoio;
-Desenvolver juntamente com os pares, projetos específicos de enriquecimento curricular,
otimizando a utilização dos recursos didático da escola e da oficina pedagógica;
-Acompanhar e analisar o processo de avaliação, estimulando a recuperação no próprio
contexto das aulas, orientando pais e alunos na superação de dificuldades surgidas no
processo ensino-aprendizagem;
54
-Preparar e organizar horários dos alunos que necessitam de atividades de recuperação,
reforço de faltas;
-Atuar como elemento de ligação entre alunos, professores e direção, com o objetivo de
proporcionar a melhoria do aproveitamento do aluno,
-Assessorar os trabalhos do Conselho de Classe/ou séries.
-Oferecer condições e apoio pedagógico para que o docente possa propiciar-se de técnicas
ou meios diversificados para melhor facilitar a compreensão dos alunos em relação aos
conteúdos trabalhados;
-Envolver a comunidade e todo o quadro de apoio nos nossos projetos e nas propostas de
atividades escolares ou individualmente elaborados;
-Procurar o rompimento da frieza das relações intermediadas pelas instituições,
estimulando inclusive o uso da afabilidade e bons costumes mútuos, promovendo um clima
de respeito e solidariedade entre todas as perspectivas da vida escolar, concomitante com a
direção.
2 _ JUSTIFICATIVA
Sendo a escola um meio de formação e instrução do individuo, para interagir com o mundo
e a sociedade, esta deve desenvolver um trabalho integrado e adequado com a realidade da
sua clientela.
O corpo docente é o mediador para o desenvolvimento da aprendizagem, assim deve
buscar redigir propostas que proporcione aquisição de conhecimentos, fazendo com que o
ensino tenha uma seqüência de informações que favoreça uma visão ampla de todos os
conteúdos abrangentes.
Diante desse pressuposto, a transmissão e construção do conhecimento no âmbito
escolar não podem ser produzidos só por práticas pedagógicas cristalizadas em anos de
serviço, mas principalmente através da troca de experiências e a definição de uma
linguagem comum e renovadora, no sentido de buscar diversidade, criatividade e
alternativas de trabalho para lidar com o ensino- aprendizagem dentro da sala de aula, a fim
de integrar e envolver nossos alunos.
Sendo assim, a função do coordenador pedagógico é mediar essa inter-relação entre
professor – aluno, professor – professor, direção e professor, para que coletivamente
busquemos subsídios ao trabalho pedagógico, soluções para as dificuldades e possíveis
inovações que nos ajudem a desenvolver da melhor maneira o processo de construção do
conhecimento do educando.
3 _ ACÕES
Fazer levantamento, organizar e divulgar o material didático para subsidiar o trabalho
docente;
Acompanhar o desempenho dos alunos no processo ensino aprendizagem, verificando se
correspondem ao projeto pedagógico e com os resultados obtidos;
Retornar sempre aos Planos de Ensino, para se for o caso, fazer replanejamento de acordo
com os acontecimentos e a necessidade da clientela;
- Verificar se as atividades do Plano de Ensino estão sendo executadas, propondo auxílio
às realizações;
- Detectar as razões de faltas, as causas da evasão escolar e da indisciplina, procurando
solucionar esses problemas com o aluno ou convocando os seus responsáveis;
55
-Preparar e organizar horários dos professores em caso de ausências, para que as classes
tenham a aula do período;
- As H.T.P.Cs., serão organizadas em turmas de modo a contemplar todos os professores. A
cada reunião compreenderá num trabalho com os professores participantes para discussão
de temas e assuntos de interesse geral, essas reuniões serão registradas em livro próprio;
- Oferecer espaços e estar sempre aberta a críticas e sugestões, visando o aprimoramento
das intervenções pedagógicas;
- Elaborar propostas indicativas em conjunto com a equipe escolar, como atividades
extracurriculares e projetos específicos para enriquecimento curricular;
Acompanhar e analisar o processo de avaliação professor x aluno estimulando a
recuperação no próprio contexto das aulas.
4 _ METODOLOGIA
-Divulgação dos projetos da escola, na comunidade;
-Auto- avaliação dos alunos e de suas atividades;
-Verificação do material mais adequado, para suprir as dificuldades do aluno;
-Planejamento dos projetos específicos para aprimorar os conteúdos que estão sendo
trabalhados;
-Acompanhamento paralelo da evolução do educando, através das aulas de reforço e dos
professores.
5 _ AVALIAÇÃO
A avaliação é um elemento indispensável na ação do ensino, portanto será progressiva
e construtiva, na qual o professor é o orientador da aprendizagem do aluno, faz diagnósticos
acreditando na capacidade de aprendizagem do aluno e o próprio professor se auto avalia.
Assim, a avaliação das ações desencadeadas será através de reflexões constante da
equipe que irá reorientar o processo de construção de nossos conhecimentos e servirá para
verificar os pontos, em que há dificuldades, para podermos ajudar-nos mutuamente.
NÚCLEO ADMINISTRATIVO
Princípios Legais: Regimento Escolar artigo 59
CAPÍTULO IV
DO NÚCLEO ADMINISTRATIVO
Artigo 59 – O núcleo administrativo terá a função de dar apoio ao processo educacional,
auxiliando a direção nas atividades relativas a;
-documentação e escrituração escolar e de pessoal;
-organização e atualização de arquivos;
-expedição, registro e controle de expediente;
-registro e controle de bens patrimoniais, bem como de aquisição, conservação de materiais
e de gêneros alimentícios;
-registros e controle de recursos financeiros;
Parágrafo Único – Integra o núcleo administrativo a Secretária da escola e os Agentes de
Organização Escolar.
PLANO DE TRABALHO DOS AGENTES DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR
DOS DIREITOS
Os previstos na Lei 10.261/68 e Regimento Escolar artigo 26.
DOS DEVERES
Tratar com respeito companheiros, direção, professores e alunos;
56
Apresentar-se convenientemente trajado em serviço;
Comunicar suas faltas antecipadamente, junto à direção e nos casos de emergência,
telefonar;
Justificar sua falta à secretaria no dia imediato posterior à sua falta;
Ser pontual e assíduo;
Não desperdiçar material público;
Desempenhar com zelo e presteza as tarefas de que for incumbido;
Cumprir leis, regulamentos e ordens de serviço relacionadas às suas funções;
Avisar seus superiores a respeito de qualquer irregularidade de que tiver conhecimento e
que ocorra no âmbito da escola;
Ser solidário com seus colegas de trabalho e com eles cooperar;
Incentivar o uso do uniforme, a preservação do prédio e do patrimônio escolar;
Participar das reuniões e das atividades para as quais for convocado.
DAS PROIBIÇÕES:
Utilizar os telefones da unidade escolar, sem autorização da direção;
Tratar de interesse particular na repartição;
Deixar de comparecer ao trabalho, sem causa justificada;
Exercer comércio entre os companheiros de serviço;
Entreter-se durante a jornada de trabalho com atividades estranhas ao serviço;
Retirar qualquer documento ou objeto da repartição sem autorização da direção da escola;
Usar material do serviço público em serviço particular;
Perturbar o desempenho do trabalho dos colegas, com assuntos que não dizem respeito ao
serviço.
NÚCLEO OPERACIONAL
Princípios Legais: Regimento Escolar artigo 60
CAPÍTULO V
DO NÚCLEO OPERACIONAL
Artigo 60 – O núcleo operacional terá a função de proporcionar apoio ao conjunto de ações
complementares de natureza administrativa e curricular, relativas às atividades de:
I – vigilância e atendimento aos alunos;
II – limpeza, manutenção e conservação da área interna e externa do prédio escolar;
III – controle, manutenção e conservação de mobiliário, equipamentos e materiais didáticopedagógicos;
IV – controle, manutenção e preparo da merenda escolar;
Parágrafo Único – Integram o núcleo operacional, os Agentes de serviços gerais, as
merendeiras, e o zelador.
PLANO DE TRABALHO DOS AGENTES DE SERVIÇOS GERAIS, ZELADOR E
MERENDEIRAS
DOS DIREITOS
Os previstos na Lei 10.261/68 e Regimento Escolar artigo 26
DOS DEVERES
Os mesmos já citados acima para o Agente de Organização Escolar.
DAS PROIBIÇÕES
Os mesmos já citados acima para o Agente de Organização Escolar.
57
CORPO DOCENTE
Princípios Legais: Os professores farão jus aos direitos previstos na Lei 10.261/68 e
Regimento Escolar Artigo 61.
PLANO DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE
CAPÍTULO VI
DO CORPO DOCENTE
Artigo 61 – Integram o corpo docente todos os professores da escola, que exercerão suas
funções, incumbindo-se de:
I – participar da proposta pedagógica da escola;
II – elaborar e cumprir plano de trabalho;
III – zelar pela aprendizagem do aluno;
IV – estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de baixo rendimento;
V – cumprir os dias letivos e carga horária de efetivo trabalho escolar, além de participar
integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento
profissional;
VI – colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
CORPO DOCENTE
DOS DIREITO
Ter a seu alcance informações educacionais, bibliografias, material didático e outros
instrumentos bem como contar com assistência técnica que auxilie e estimular a melhoria
de seu desempenho profissional e a ampliação de seus conhecimentos;
Ter assegurada a oportunidade de frequentar cursos de formação atualização e
especialização profissional;
Dispor no ambiente de trabalho, de instalações e material técnico-pedagógico suficientes e
adequados para que possa exercer com eficiência e eficácia suas funções;
Ter liberdade de escolha e de utilização de materiais, de procedimentos didáticos e de
instrumentos de avaliação do processo ensino aprendizagem, dentro dos princípios
psicopedagógicos, objetivando alicerçar o respeito à pessoa humana e, à construção do bem
comum;
Receber remuneração de acordo com a classe e nível de habilitação, tempo de serviço e
regime de trabalho, conforme o estabelecido por lei;
Receber remuneração por serviço extraordinário, desde que devidamente convocado para
este fim, independentemente da classe a que pertence;
Receber auxílio para a publicação de trabalhos e livros didáticos ou técnico-científico,
quando solicitado e aprovado pela administração;
Ter assegurada a igualdade de tratamento no plano técnico-pedagógico, independentemente
no regime jurídico a que estiver sujeito;
Receber através dos serviços especializados de educação assistência ao exercício
profissional;
Participar como integrante do Conselho de Escola. dos estudos e deliberações que afetam o
processo educacional;
Participar do processo de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares;
Reunir-se na unidade escolar, para tratar de assuntos da categoria e da educação em geral,
sem prejuízo das atividades escolares;
58
Na ausência do Diretor de Escola/Vice Diretor ficam responsáveis pelo período os
professores titulares de cargo da U.E.
DOS DEVERES
Cooperar para que a escola funcione adequadamente;
Não colocar aluno fora da sala de aula (em caso de indisciplina encaminhá-lo à
direção ou coloca-lo em uma carteira próxima à sua mesa, com atividades a serem
realizadas).
Não permitir que saiam com frequência, da sala de aula, para ir ao sanitário, beber água,
etc.;
Exigir que os alunos fiquem sentados e em silêncio durante as explicações;
Ser imparcial (não privilegiar determinados alunos)
Respeitar o aluno não zombar dele, nem tratá-lo mal.
DAS PROIBIÇÕES
Chegar atrasado;
Faltar frequentemente;
Usar roupas curtas ou colantes;
Bater papo com o colega nos corredores ou portas das salas de aula;
Ausentar-se da sala, no horário de trabalho;
Tirar licenças médicas de forma abusiva;
Ter postura correta ao se apresentar, ao falar em sala de aula, ao se dirigir aos colegas e
funcionários;
Não soltar aluno mais cedo, por motivo de avaliação;
Não dispensar aluno, a não ser na presença de um responsável pelo aluno.
CORPO DISCENTE
Princípios Legais: Regimento Escolar artigo 62
Artigo 62 – Integra o corpo discente todos os alunos da escola a quem se garantirá o livre
acesso às informações necessárias à sua educação, ao seu desenvolvimento como pessoa, ao
seu preparo para o exercício da cidadania e à qualificação para o mundo do trabalho.
PLANO DE TRABALHO DO CORPO DISCENTE
DOS DIREITOS
Boas condições de aprendizagem;
Acesso aos recursos materiais e didáticos da escola, liberdade de expressão e de
organização, desde que respeitadas as normas de conduta da escola;
Boas condições de segurança;
Ser respeitado pela sua individualidade e credo religioso;
Compensar ausências, desde que as justificativas de suas faltas sejam aceitas pelo Conselho
de Escola.
DOS DEVERES
Acatar a autoridade do diretor, dos professores e dos funcionários da escola;
Colaborar para que a escola esteja limpa em ordem, não jogando papéis, alimentos no chão
e não retirando objetos do seu devido lugar;
Trazer à escola o material escolar solicitado pelos professores, mantendo-os em perfeita
ordem e por ele se responsabilizando além de matérias para sua higiene pessoal;
Realizar de forma ordeira e legível exercícios, deveres e trabalhos escolares;
Ser assíduo e pontual;
59
Trajar diariamente a camiseta escolar e vir com tênis e roupa adequada para a aula de
Educação Física;
Apresenta-se na escola dentro dos padrões adequados de higiene: roupa limpa, banho
tomado e cabelo cuidado;
Beber água e ir ao banheiro na troca de aulas, para evitar prejuízos ao conteúdo curricular;
Indenizar danos materiais causados ao estabelecimento de ensino a colegas ou a
funcionários;
Zelar pelo bom nome da escola, através de um comportamento exemplar e cumprimento
dos deveres aqui relacionados.
DAS PROIBIÇÕES
Pichar as paredes, os painéis ou o mobiliário escolar;
Retirar carteiras da sala de aula, sem a devida autorização;
Jogar prato, copo ou talheres da Merenda Escolar no pátio, na quadra ou arredores da
escola ou desperdiçar alimentos;
Vir à Unidade Escolar fora de seu horário de aula, a não ser que seja convocado pela
direção ou professores;
Entupir vasos sanitários, jogando neles objetos impróprios (mesmo que papel higiênico
deve ser jogado no cesto de lixo);
Entrar em outra sala de aula para emprestar bola ou material escolar;
Sair do recinto escolar sem autorização da direção ou, do professor responsável pelo
período;
Trazer à escola objetos barulhentos, valiosos ou quaisquer outros objetos estranhos às aulas
e que gerem indisciplina;
Rasurar ou alterar dados ou registros, falsificar a assinatura dos responsáveis;
Fumar em classe ou no recinto escolar;
Portar objetos que representem riscos à saúde, segurança ou integridade física de outrem;
Usar de meios ilícitos nas provas de verificação de aprendizagem;
Promover algazarras nos banheiros, corredor ou pátios;
Emprestar material dos colegas, distraindo-o ou perturbando a aula;
Ingerir bebida alcoólica dentro do estabelecimento escolar;
Desacatar as autoridades escolares;
Ocupar-se em classe com tarefas estranhas às aula;
Trazer para a escola livros, revistas, fotos, gravuras ou escritos de conteúdo imoral.
PENALIDADES
Pelo desrespeito às normas do regimento serão aplicadas aos alunos as seguintes
penalidades:
Advertência oral (1 vez)
Advertência escrita (3 vezes)
Suspensão de 1 a 3 dias (sem ser ouvido pelo Conselho de Classe)
Suspensão de 4 a 9 dias (a ser ouvido pelo Conselho de Classe)
Transferência compulsória (seguindo as normas legais)
MEDICAÇÃO
Não é ministrada em hipótese alguma.
60
VI – AVALIAÇÃO (CRITÉRIOS PARA ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E
AVALIAÇÃO).
a) AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL:
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS
NÍVEL DE ATENDIMENTO
Atende em
nível
ÍTENS
superior de
90 a 100%
A-É promovida a formação integral dos
alunos, em função dos princípios éticos,
políticos e estéticos e da articulação entre
áreas do conhecimento e aspectos
indispensáveis da vida cidadã.
B-É identificado o caráter educativo do
ambiente físico, social e cultural da escola
na organização de seus espaços práticos.
C-É constatada a melhoria dos índices de
frequência às aulas, permanência,
aprovação e aproveitamento escolar de
seus alunos e correção de fluxo escolar,
mediante
análise
comparativa
de
resultados obtidos nos três anos
anteriores.
D- São divulgados aos pais e
comunidade, os resultados das ações
educacionais
voltadas
para
a
aprendizagem dos alunos.
E- São constatados índices positivos de
satisfação dos pais e dos professores com
a escola, a partir de levantamentos
periódicos.
F-São
adotados
mecanismos
de
monitoramento
e
avaliação
da
implementação do projeto pedagógico da
escola, e propostos planos de melhoria
para uma implementação, junto aos
professores, alunos e pais.
Atende
acima da
média de
70 a 89%
Atende
mediana
mente 50
a 69%
X
Atende
Não
abaixo da atende
média de até 10%
10 a 49%
X
X
X
X
X
61
GESTÃO PARTICIPATIVA
NÍVEL DE ATENDIMENTO
A-São definidos cooperativamente, o
projeto pedagógico, o papel, função,
valores, princípios e objetivos da escola,
como orientadores de ações conjuntas e
articuladas, no cotidiano escolar.
B-è verificada a atuação dos órgãos
colegiados,
expressando
comprometimento, iniciativa e forte
colaboração voltada para a melhoria da
aprendizagem dos alunos.
C- É realizada a avaliação das práticas
educacionais, de forma participativa,
sistemática e organizada, envolvendo
órgãos
colegiados,
professores,
funcionários e alunos.
D-São promovidas parcerias com
entidades,
empresas,
profissionais,
instituições diversas, visando a melhoria
da gestão escolar, ao enriquecimento do
currículo escolar e à aprendizagem dos
alunos.
E-É observada a prática de comunicação e
informação aberta de modo a promover a
socialização e a transparência de decisões
e ações, com melhores resultados do
trabalho escolar.
F-É estimulada e apoiada a organização
dos alunos e de outros segmentos para
que atuem em ações conjuntas, solidárias,
cooperativas e comunitárias.
X
X
X
X
X
X
62
GESTÃO PEDAGÓGICA
NÍVEL DE ATENDIMENTO
A-São atualizados, continuamente o
currículo escolar e sua implementação,
tendo como referência os P.C.N., bem
como a evolução das ciências, tecnologia
e cultura.
B-São identificadas ao longo do ano
letivo, os resultados e as dificuldades de
aprendizagem dos alunos e são
desenvolvidos ações pedagógicas, tendo
por objetivo a melhoria contínua do
rendimento e sucesso escolar.
C- É claramente manifestado o
comprometimento dos professores com a
aprendizagem dos alunos, pela articulação
com a família e a comunidade e entre o
seu plano de trabalho e o projeto
pedagógico.
D-São realizados inovações e projetos de
melhoria na prática pedagógica da escola,
que resultem na elevação da autoestima e
na formação integral do aluno.
E-É realizado na escola o processo
pedagógico, considerando os princípios
de inclusão, as necessidades diferenciadas
e ou especiais dos alunos.
F-É realizada a organização de turmas,
horários e atividades extraclasses, a partir
de critérios pedagógicos, de modo a
assegurar a qualidade do ensino e
X
X
X
X
X
X
63
favorecer a aprendizagem dos alunos.
GESTÃO DE PESSOAS
NÍVEL DE ATENDIMENTO
A- São promovidas na escola ações de
formação continuada e em serviço, para o
desenvolvimento e conhecimento das
habilidades e atitudes, bem como para
elevar a motivação a autoestima dos
profissionais, tendo em vista a melhoria
do atendimento às necessidades escolares
cotidianas.
B-É
promovida,
regularmente,
a
integração entre os profissionais da
escola, pais e alunos, visando a
articulação de suas ações, à unidade de
propósitos e de concepções educacionais.
C-São promovidas dinâmicas e ações para
desenvolver equipes e lideranças, mediar
conflitos e favorecer a organização dos
segmentos escolares, em um clima de
compromisso ético e solidário.
D- São adotadas práticas avaliativas de X
professores e funcionários, ao longo do
ano letivo, para promover a melhoria
contínua
desse
desempenho,
no
cumprimento de objetivos e metas
educacionais.
E- É estabelecida a unidade de atuação
dos diversos segmentos da comunidade
escolar, pela promoção do conhecimento
e compreensão da legislação educacional,
do regimento da escola e demais normas
legais que orientam os direitos e deveres
de professores, funcionários, pais e
alunos.
F-São promovidas práticas de valorização
e reconhecimento do trabalho e esforço
dos professores e funcionários da escola,
no sentido de reforçar ações voltadas para
melhoria da qualidade do ensino.
X
X
X
X
X
64
GESTÃO DE SERVIÇOS DE APOIO, RECURSOS E FINANCEIROS.
NÍVEL DE ATENDIMENTO
A-É
colocado
à
disposição
da
comunidade escolar serviço ágil e
atualizado de documentação dos alunos,
diários de classe, estatísticas, legislação e
outros.
B-É promovida a utilização apropriada X
das instalações dos equipamentos e dos
materiais pedagógicos existentes, para a
implementação do projeto pedagógico.
C-São promovidas ações que favorecem a
conservação,
higiene,
limpeza
e
manutenção e preservação do patrimônio
escolar, instalações, equipamentos e
materiais pedagógico.
D-São buscadas formas alternativas para
X
criar e obter recursos, espaços e materiais
complementares para a melhoria da
realização do projeto pedagógico da
escola.
E-É disponibilizado o espaço da escola,
X
nos fins de semana e período de férias,
para a realização de atividades que
congreguem a comunidade local, de modo
a garantir maximização de seu uso e
socialização de seus bens.
F-É planejada, acompanhada e avaliada a
X
execução dos recursos financeiros da
escola, levando em conta as necessidades
do projeto pedagógico, os princípios da
gestão política e a prestação de contas à
comunidade.
X
X
65
Principio Legal: Regimento Escolar artigos do 36 ao 45.
TÍTULO III
DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
Capítulo I
Dos Princípios
Artigo 36 – A avaliação da escola, no que concerne à sua estrutura, organização,
funcionamento e principalmente a situação do ensino e aprendizagem, constitui um dos
elementos para a reflexão e transformação da prática escolar e terá como princípio o
aprimoramento da qualidade de ensino.
Artigo 37 – A avaliação será subsidiada por procedimentos de observação, registros
contínuos, e terá por objetivo permitir o acompanhamento sistemático e contínuo.
I – do processo de ensino e aprendizagem, de acordo com os objetivos e metas propostos;
II –do desempenho da direção, dos professores, dos alunos e demais funcionários nos
diferentes momentos do processo educacional;
III – da participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades propostas
pela escola;
IV – da execução do planejamento curricular.
Capítulo II
Da Avaliação Institucional
Artigo 38 – A avaliação da instituição escolar recairá sobre os aspectos pedagógicos,
administrativos e financeiros, devendo ser realizados através de procedimentos internos
definidos pela escola, e externos, pelos órgãos governamentais.
Artigo 39 – A avaliação interna, realizada pelo Conselho de Classe e Série e pelo Conselho
da Escola, em reuniões especialmente convocadas para este fim, terá como objetivo a
análise, orientação e correção, quando for o caso, dos procedimentos pedagógicos,
administrativos e financeiros da escola.
Artigo 40 – A síntese dos resultados será consubstanciada em relatórios que, anexados ao
Plano de Gestão, nortearão os momentos de planejamento e replanejamento da escola.
Capítulo III
Da Avaliação do Ensino e da Aprendizagem
Artigo 41 – A avaliação interna do processo de ensino – aprendizagem, responsabilidade da
escola, será realizado de forma contínua, cumulativa e sistemática, em relação à
programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade tendo
por objetivos:
I – diagnosticar e registrar os progressos dos alunos e suas dificuldades;
II – possibilitar que o aluno auto avalie sua aprendizagem;
III- orientar o aluno quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades;
66
IV- fundamentar as decisões do Conselho de Classe e Série quanto à necessidade de
procedimentos de reforço e recuperação da aprendizagem, de classificação e reclassificação
de alunos;
V- orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares.
Parágrafo Único – A avaliação do processo de ensino e aprendizagem envolve a análise do
conhecimento e das técnicas específicas adquiridas pelo aluno e também aspectos
formativos, através da observação de suas atitudes referentes à presença às aulas,
participação nas atividades pedagógicas e responsabilidade com que assume o cumprimento
de seu papel.
Artigo 42 – Os alunos serão avaliados bimestralmente, através de provas escritas, trabalhos,
pesquisas e observação direta.
§ 1º - Na avaliação do desempenho do aluno, os aspectos qualitativos prevalecerão sobre os
quantitativos.
§ 2º - Os critérios de avaliação estarão fundamentados nos objetivos específicos de cada
componente curricular, nos objetivos peculiares de cada curso e objetivos gerais de
formação educacional que norteiam a escola.
§ 3º - Na avaliação do aproveitamento serão utilizados dois ou mais instrumentos, pelo
professor, sendo um deles uma prova escrita.
Artigo 43 – Os resultados das avaliações serão registrados por meio de sínteses bimestrais e
finais, em cada componente curricular.
Artigo 44 – Os resultados das avaliações serão traduzidos em notas de 0 a 10, que
identificarão o rendimento dos alunos, na seguinte conformidade:
I – De 0 a 4 - Insatisfatório
II – De 5 a 10 - Satisfatório
Parágrafo Único - Além das notas, o professor poderá emitir pareceres em complementação
ao processo avaliatório.
Artigo 45 – Os Conselhos de Classe e Série reunir-se-ão bimestralmente e no fim do ano
letivo, para analisar os resultados das avaliações e decidir sobre a promoção, retenção ou
encaminhamento dos alunos para estudos de recuperação.
67
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escola estadual prof. luiz rivelli plano de gestão escolar quadriênio