Cooperativa de Crédito Rural
dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana CREDICANA
Demonstrações contábeis referentes ao
exercício findo em 31 de dezembro de 2011
e relatório dos auditores independentes
sobre as demonstrações contábeis
Approach Auditores Independentes
Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações
contábeis
Aos diretores e conselheiros fiscais
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS PRODUTORES AGRÍCOLAS E
PECUÁRIOS DA MÉDIA SOROCABANA – CREDICANA.
Assis – SP.
Examinamos o balanço patrimonial da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS
PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA MÉDIA - SOROCABANA
(“Cooperativa”) em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das
mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa para o exercício findo naquela data, assim
como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis
A administração da Cooperativa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas
demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis as
instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos
que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis
livres de distorções relevantes, independentemente se causada por fraude e erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com
base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de
auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a
auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as
demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência
a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis.
Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos
riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por
fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes
2
03 de abril de 2012.
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários da Média Sorocabana CREDICANA
para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para
planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para
fins de expressar opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma
auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a
razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da
apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar
nossa opinião.
Opinião sem ressalva
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente,
em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA DE
CRÉDITO RURAL DOS PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA MÉDIA
SOROCABANA - CREDICANA em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas
operações e o seu fluxo de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil.
Outros assuntos
As demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2010, apresentadas para fins comparativos,
foram auditadas por outros auditores independentes, cujo parecer foi emitido em 30 de março
de 2011, sem ressalvas e com parágrafo de ênfase.
Presidente Prudente, 03 de abril de 2012.
3
03 de abril de 2012.
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários da Média Sorocabana CREDICANA
4
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários da Média Sorocabana - CREDICANA
Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
Ativo
Circulante
Disponibilidades
Títulos e valores mobiliários
Operações de crédito
Operações de crédito
(-) Provisão p/ crédito líq. duvidosa
Outros créditos
Outros valores e bens
Nota
Explicativa
4
5
5
Total do ativo circulante
Não circulante
Operações de crédito
Operações de crédito
(-) Provisão p/ crédito líq. duvidosa
Permanente
Imobilizado
Diferido
2011
16.796
29.883.888
10.564.699
(369.686)
2.088
1.792
40.099.577
2010
29.520
17.483.551
9.224.940
(127.217)
1.828
2.274
26.614.896
Passivo e patrimônio líquido
Nota
Explicativa
2.388.720
(11.996)
1.759.468
(15.102)
6
150.009
121.534
6.250
Depósitos a vista
Depósitos sob aviso
Depósitos a prazo
Obrigações por empréstimos e repasses
Outras obrigações
Sociais e estatutárias
Fiscais e Previdênciárias
Diversas
7
8
9
10
1.759.612
1.246.306
26.959.549
3.045.139
2.666.617
1.456.391
13.556.563
2.639.687
11
11
11
139.863
66.037
54.519
96.729
45.060
59.625
33.271.025
20.520.672
2.526.733
1.872.150
Não circulante
Obrigações por empréstimos e repasses
Outras obrigações - Diversas
2.031.118
61.440
974.273
57.451
2.092.558
1.031.724
5.069.358
1.840.054
150.000
203.315
4.907.732
1.585.789
100.000
341.129
7.262.727
6.934.650
42.626.310
28.487.046
10
11
Total do passivo não circulante
Total do ativo não circulante
Patrimônio líquido
Capital social
Reserva legal
Reserva para contingências
Sobras acumuladas
Total do ativo
42.626.310
28.487.046
As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
5
2010
Circulante
Depósitos
Total do passivo circulante
5
5
2011
Total do passivo e patrimônio líquido
12
13a1
13
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários da
Média Sorocabana - CREDICANA
Demonstrações dos resultados em 31 de dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
Nota
Explicativa
2011
2° semestre
Receita da intermediação financeira
Operações de crédito
Títulos e valores mobiliários
Despesa de intermediação financeira
Operações de captação no mercado
Obrigações por empréstimos e repasses
Provisão para crédito de liquidação duvidosa
Resultado líquida da intermediação financeira
Outras receitas (despesas) operacionais
Receita de prestação de serviços
Despesa com diretoria e pessoal
Despesas administrativas
Outras receitas operacionais
Outras despesas operacionais
exercício
exercício
1.113.951
1.577.745
2.691.696
2.143.509
2.506.237
4.649.746
2.062.055
1.513.063
3.575.118
(1.378.525)
(187.112)
(93.456)
(1.659.093)
(2.194.300)
(318.422)
(239.363)
(2.752.085)
(1.333.879)
(329.647)
(66.874)
(1.730.400)
1.032.603
1.897.661
1.844.718
60.994
(818.386)
(724.924)
127.130
(125.446)
(1.480.632)
74.213
(845.211)
(573.241)
64.262
(77.413)
(1.357.390)
31.190
(467.923)
(312.303)
101.562
(98.115)
(745.589)
Resultado operacional
Sobras líquidas
13
287.014
417.029
487.328
287.014
417.029
487.328
As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
6
2010
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários da
Média Sorocabana - CREDICANA
Demonstrações das mutações do patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2011 e de
2010
Em reais
Nota
Explicativa
Em 1° de janeiro de 2010
Capital
social
4.432.665
Reserva
legal
1.488.324
Reserva
contingencias
50.000
50.000
Constituição de reserva para contingência
Aumento de capital com sobras
305.298
Novas integralizações de capital
206.073
Baixas de capital
(36.304)
Sobras
acumuladas
355.298
Total
6.326.287
(50.000)
(305.298)
206.073
(36.304)
Sobras do exercício
487.328
487.328
Proposta para destinação dos sobras
Reserva legal
13a1
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e
Social FATES
13a2
Em 31 de dezembro de 2010
97.465
(97.465)
(48.734)
4.907.732
1.585.789
Constituição de reserva para contingência
100.000
50.000
Transferência para reserva legal
73.773
341.129
(50.000)
(24.373)
129.150
(63.833)
(38.171)
Novas integralizações de capital
Baixas de capital
(24.373)
(129.150)
Distribuição de sobras
Transferência de capital para reserva
(48.734)
6.934.650
(73.773)
Destinação adicional ao Fundo de Assistência
Técnica, Educacional e Social - FATES
Capitalização de sobras
-
(63.833)
38.171
265.984
265.984
(195.337)
(195.337)
Realização da reserva de reavaliação
Sobras do exercício
417.029
417.029
Proposta para destinação dos sobras
Reserva legal
13a1
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e
Social FATES
13a2
Em 31 de dezembro de 2011
(142.321)
142.321
(71.393)
1.840.054
Capital
social
Reserva
legal
Em 1° de julho de 2011
4.938.327
1.697.733
Novas integralizações
182.610
182.610
Baixas de capital
(51.579)
(51.579)
Nota
Explicativa
150.000
(71.393)
5.069.358
Reserva
contingencias
150.000
203.315
7.262.727
Sobras
acumuladas
Total
130.015
6.916.075
Realização da reserva de reavaliação
Sobras do semestre
287.014
287.014
Proposta para destinação dos sobras
Reserva legal
13a1
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e
Social FATES
13a2
Em 31 de dezembro de 2011
142.321
(142.321)
(71.393)
5.069.358
1.840.054
150.000
203.315
As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
7
(71.393)
7.262.727
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários da
Média Sorocabana - CREDICANA
Demonstrações dos fluxos de caixa em 31 de dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
2° semestre
Fluxo de caixa das atividades operacionais
Resultado do exercício
Baixa de ativo imobilizado
Depreciações e amortizações
(Aumento) diminuição em ativos operacionais
Títulos e valores mobiliários
Operações de crédito
Outros créditos
Outros valores e bens
287.014
52.390
17.888
357.292
2011
2010
exercício
exercício
417.029
57.817
42.448
517.294
487.328
70.219
557.547
(11.405.034)
(510.502)
463.142
13.798
(11.438.596)
(12.400.337)
(1.729.648)
(260)
482
(14.129.763)
(4.865.401)
2.448.649
(1.828)
22.591
(2.395.989)
11.061.242
(64.295)
11.447
12.285.896
4.183.566
1.462.297
(59.948)
10.948.446
62.994
13.811.187
(2.419.875)
(167)
(47.422)
1.716.102
Caixa líquido das atividades operacionais
(132.858)
198.718
(122.340)
Fluxos de caixa das atividades de investimentos
Aquisição de ativo imobilizado
Caixa líquido das atividades de investimento
(106.910)
(106.910)
(122.490)
(122.490)
(2.974)
(2.974)
182.610
(51.579)
206.073
(36.304)
(71.393)
59.638
265.984
(195.337)
(63.833)
(95.766)
(88.952)
(180.130)
(12.724)
(4.279)
196.926
16.796
29.520
16.796
33.799
29.520
(180.130)
(12.724)
(4.279)
Aumento (diminuição) em passivos operacionais
Depósitos
Relações interdependências
Obrigações por empréstimos e repasses
Relações interfinanceiras
Outras obrigações
Fluxos de caixa das atividades de financiamento
Integralização de capital
Baixa de capital
Distribuição de sobras
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social FATES
Caixa líquido das atividades de financiamento
Variação das contas caixa/bancos e equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa no ínicio do período
Caixa e equivalentes de caixa no fim do período
Variação das contas caixa/bancos e equivalentes de caixa
As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
8
(48.734)
121.035
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
1
CONTEXTO OPERACIONAL
A Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários da Média Sorocabana CREDICANA é uma sociedade de pessoas, constituída nos termos da Lei 5.764/71 e do seu
Estatuto Social, e tem como principal objetivo social prestar, por meio da ajuda mútua,
serviços financeiros diferenciados aos seus cooperados. É uma cooperativa de crédito
singular, associada à Associação Nacional das Cooperativas de Crédito – ANCC, com sede
em Assis, Estado de São Paulo, e sua área de atuação abrange o município sede e as cidades
de Tarumã, Cândido Mota, Platina, Echaporã, Lutécia, Paraguaçu Paulista, Maracaí, Cruzália,
Florínea, Quatá, João Ramalho, Palmital, Ibirarema, Campos Novos Paulista, Ribeirão do Sul,
Salto Grande, São Pedro do Turvo, Ourinhos, Santa Cruz do Rio Pardo, Xavantes, Pedrinhas
Paulista e Ipauçu.
2
APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
As demonstrações contábeis são de responsabilidade da Administração da Cooperativa e
foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, adaptadas às
peculiaridades da legislação cooperativista e as normas e instruções do BACEN, bem como
apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional
(COSIF). Consideram ainda, os pronunciamentos, orientações e as interpretações emitidas
pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
Na elaboração das demonstrações contábeis é necessário utilizar estimativas para contabilizar
certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa
incluem, portanto estimativas referentes à provisão para operações de crédito, provisões
necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar
variação às estimativas utilizadas, devido às imprecisões inerentes ao processo de sua
determinação. A Administração da Cooperativa monitora e revisa as estimativas e suas
premissas pelo menos anualmente.
3
RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
As demonstrações contábeis foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as
práticas contábeis adotadas no Brasil e com observância às disposições contidas na Lei das
Sociedades por Ações, Resoluções do Conselho Monetário Nacional e Normativos do Banco
9
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
Central do Brasil.
Declaração de conformidade
As demonstrações contábeis da Cooperativa compreendem as demonstrações contábeis
preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas incluídas na legislação
societária brasileira e os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo
Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e aprovados pelo Conselho Federal de
Contabilidade - CFC.
Base de elaboração
As demonstrações contábeis foram elaboradas com base no custo histórico. O custo histórico
geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos.
Na elaboração das demonstrações contábeis, a Cooperativa adotou as mudanças nas práticas
contábeis adotadas no Brasil introduzidas pelos pronunciamentos técnicos CPC 15 a 40.
O resumo das principais políticas contábeis adotadas pela Cooperativa é como segue:
a)
Operações de crédito
As operações pré-fixadas estão registradas pelo valor futuro, retificadas pela conta de rendas a
apropriar, e as operações pós-fixadas estão atualizadas até a data do balanço pelos índices
contratados.
b)
Provisão para operação de crédito
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas
na realização de valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em
aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez
do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da
conjuntura econômica. O BACEN, através da Resolução n° 2.682/99, introduziu os critérios
para classificação das operações de créditos, definindo regras para a constituição da provisão
para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a
10
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
H (risco máximo).
c)
Imobilizado de uso
O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição e contemplado pela reavaliação de
imóveis. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que
contemplam a vida útil econômica dos bens.
d)
Depósitos à vista, sob aviso e a prazo
Os depósitos pós e pré-fixados estão atualizados até a data do balanço pelos índices
contratados.
e)
Obrigações por empréstimos e repasses
Atualizados pelos encargos contratados até a data do balanço.
f)
Demais ativos e passivos
Registrados pelo regime de competência, inclusive, quando aplicável, atualizados até a data
do balanço.
g)
Segregação do circulante e longo prazo
Os valores realizáveis e exigíveis com os prazos inferiores a 360 dias são classificados no
circulante e aqueles com prazos superiores, no longo prazo.
h)
Apuração do resultado
As receitas e despesas estão reconhecidas pelo regime de competência.
i)
Provisões
As provisões são constituídas como resultado de um evento passado, sendo provável que um
recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação no futuro. As provisões são
registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.
11
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
j)
Ajuste a valor presentes de ativos e passivos
Quando aplicável, os ativos e passivos circulantes e não circulantes são ajustados pelo valor
presente, levando-se em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita
e, em certos casos, implícita dos respectivos ativos e passivos, e se relevantes, esses juros são
realocados nas linhas de despesas e receitas financeiras no resultado.
k)
Ativos e passivos contingentes
O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das contingências ativas e passivas e
obrigações legais são os seguintes: os ativos contingentes não são reconhecidos
contabilmente, exceto quando a Administração da Cooperativa possui total controle da
situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não
cabem mais recursos. Os ativos contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em
nota explicativa quando aplicável. Já os passivos contingentes são reconhecidos
contabilmente e divulgados levando em conta a opinião dos assessores jurídicos da
Cooperativa, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade
no posicionamento de tribunais, entre outras análises da Administração, sempre que as perdas
forem avaliadas como prováveis, o que ocasionaria uma saída de recursos para a liquidação
das obrigações, e quando os montantes envolvidos possam ser mensurados com suficiente
segurança. Os passivos contingentes avaliados como perdas possíveis são divulgados em
notas explicativas às demonstrações contábeis. Os passivos contingentes avaliados como
perdas remotas não requerem provisão e nem divulgação em nota explicativa. As obrigações
legais são sempre consideradas como exigíveis, independentemente de questionamentos.
4
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS
Instituição
Tipo de aplicação
Banco do Brasil
Liquidez imediata
2011
2010
29.883.888
17.483.551
29.883.888
17.483.551
Os títulos classificados nesta categoria são aqueles cuja administração pode negociar ativa e
freqüentemente no mercado. Esses títulos possuem seu valor de custo atualizado pelos
rendimentos incorridos até a data do balanço e ajustado pelo valor de mercado, sendo este
ajuste lançado em conta específica do resultado do exercício.
12
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
5
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
a. Composição da carteira por tipo de operação e prazo
2011
Descrição
Vencidas
Adiantamento a depositantes
Cheque especial
Empréstimos e títulos descontados
Financiamentos
Total
Vincendas
566
566
129.882
6.136.264
6.686.707
12.952.853
Total
566
129.882
6.136.264
6.686.707
12.953.419
(381.682)
12.571.737
2010
Descrição
Vencidas
Adiantamento a depositantes
Cheque especial e conta garantida
Empréstimos e titulos descontados
Financiamentos
1.321
Total
1.321
Vincendas
Total
87.539
5.434.881
5.460.667
1.321
87.539
5.434.881
5.460.667
10.983.087
10.984.408
(142.319)
10.842.089
13
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
b. Composição da carteira de operações vincendas, por prazo de vencimento.
2011
Cheque
especial
Até 30 dias
31 a 60 dias
61 a 90 dias
91 a 180 dias
181 a 360 dias
Acima de 360 dias
Total
Empréstimos e
títulos
descontados
129.882
Financiamentos
791.908
831.131
1.010.576
1.561.550
1.578.920
362.179
129.882
190.581
3.432.582
2.026.541
921.790
1.868.134
1.010.576
1.752.131
5.011.502
2.388.720
6.686.707
12.952.853
1.037.003
6.136.264
Total
2010
Cheque
especial
Até 30 dias
31 a 60 dias
61 a 90 dias
91 a 180 dias
181 a 360 dias
Acima de 360 dias
Total
Empréstimos e
títulos
descontados
87.539
87.539
Financiamentos
Total
592.150
419.881
320.648
1.785.841
1.528.221
788.140
186.237
3.985.736
971.328
679.689
737.247
320.648
1.972.078
5.513.957
1.759.468
5.434.881
5.460.667
10.983.087
317.366
c. Concentração dos devedores.
2011
Valor
Maior devedor
10 seguintes maiores
20 seguintes maiores
40 seguintes maiores
Demais
% do Total
2010
Valor
% do total
712.584
3.896.608
4.311.068
3.099.695
933.464
6%
30%
33%
24%
7%
612.252
3.957.133
3.422.726
2.178.267
814.030
6%
36%
31%
20%
7%
12.953.419
100%
10.984.408
100%
14
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
d. Provisão para operações de crédito por prazo e nível de risco.
2011
Nível
de risco
A
B
C
D
H
% de provisão
Vencidas
0,50%
1%
3%
10%
100%
2010
Vincendas
545
Vencidas
10.284.241
2.326.770
1.289
37.338
303.215
12.952.853
21
566
505
65
Vincendas
751
8.576.581
1.399.666
218.894
787.946
1.321
10.983.087
e. Provisão para operações de crédito por modalidade de crédito.
2011
Risco
A
B
C
D
H
Adiantamento
a depositantes
545
Cheque
especial
Financiamentos
Total
119.176
10.706
3.597.823
2.196.599
1.289
37.338
303.215
6.567.242
119.465
10.284.786
2.326.770
1.289
37.359
303.215
129.882
6.136.264
6.686.707
12.953.419
21
566
Empréstimos e
títulos
descontados
2010
Risco
AA
A
B
C
D
Adiantamento
a depositantes
Cheque
especial
505
65
65.489
9.050
751
1.321
Empréstimos e
títulos
descontados
Financiamentos
Total
5.276.366
135.915
48.386
13.000
3.234.726
1.254.701
170.508
774.946
8.577.086
1.399.731
218.894
788.697
87.539
5.434.881
5.460.667
10.984.408
15
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
f. Provisão para operações de crédito.
Saldo inicial
Créditos baixados para prejuizo
Constituição da provisão
Saldo final
Semestre
2011
Exercício
2010
Exercício
(288.226)
(142.319)
(207.912)
(93.456)
(239.363)
132.467
(66.874)
(381.682)
(381.682)
(142.319)
A provisão para operações de crédito foi constituída dentro das determinações da Resolução
2.682/99 do Banco Central do Brasil, respeitando a capacidade de pagamento, garantias e
histórico dos devedores.
6
IMOBILIZADO
2011
Custo de
aquisição
Móveis e equipamentos
Sistema de comunicação
Sistema de processamento de dados
Sistema de segurança
Sistema de transporte
Saldo em 31 de dezembro de 2011
%
Líquido
Líquido
Taxas
anuais de
depreciação
76.747
2.952
89.442
12.592
82.072
(50.938)
(2.103)
(50.894)
(5.951)
(3.910)
25.809
849
38.548
6.641
78.162
37.567
1.145
26.227
5.797
50.798
263.805
(113.796)
150.009
121.534
Móveis e
equipamento
s
Custo
Saldo em 1° de janeiro de 2011
Adições
Baixas
Transferências
Depreciação
acumulada
2010
Sistema de
comunicaçã
o
Sistema de
processamento
de dados
Sistema de
segurança
10
10
20
10
20
Sistema de
transporte
Total
88.736
3.600
(15.589)
2.952
116.916
34.918
(62.392)
10.692
1.900
69.352
82.072
(69.352)
288.648
122.490
(147.333)
76.747
2.952
89.442
12.592
82.072
263.805
16
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
Móveis e
equipamento
s
Sistema de
processamento
de dados
Sistema de
segurança
Sistema de
transporte
Total
Depreciação acumulada
Saldo em 1° de janeiro de 2011
Depreciação
Alienação de ativos
51.169
7.837
(8.068)
1.807
296
90.689
12.440
(52.235)
4.895
1.056
18.554
14.570
(29.214)
167.114
36.199
(89.517)
Saldo em 31 de dezembro de 2011
50.938
2.103
50.894
5.951
3.910
113.796
Móveis e
equipamento
s
Imobilizado Líquido
Saldo em 1° de janeiro de 2011
Saldo em 31 de dezembro de 2011
7
Sistema de
comunicaçã
o
37.567
25.809
Sistema de
comunicaçã
o
1.145
849
Sistema de
processamento
de dados
26.227
38.548
Sistema de
segurança
Sistema de
transporte
5.797
6.641
121.534
150.009
DEPÓSITOS À VISTA
2011
Valor
Maior depositante
10 seguintes maiores
20 seguintes maiores
40 seguintes maiores
Demais
8
50.798
78.162
Total
% do total
2010
Valor
% do total
149.199
511.571
410.455
394.583
293.804
8%
29%
23%
22%
18%
462.837
935.010
612.184
412.301
244.285
17%
35%
23%
16%
9%
1.759.612
100%
2.666.617
100%
DEPÓSITOS SOB AVISO
2011
Maior depositante
10 seguintes
Demais
Valor
472.945
771.327
2.034
1.246.306
% do total
38%
62%
100%
17
2010
Valor
495.926
933.511
26.954
1.456.391
% do total
34%
64%
2%
100%
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
9
DEPÓSITOS A PRAZO
a. Composição por prazo de vencimento
2011
Até 30 dias
2010
26.959.549
13.556.563
26.959.549
13.556.563
b. Concentração de depósitos a prazo
2011
Maior depositante
10 seguintes maiores depositantes
20 seguintes maiores depositantes
40 seguintes maiores depositantes
Demais
Valor
1.941.742
12.003.995
6.140.978
4.195.568
2.677.266
26.959.549
10
% do total
7%
45%
23%
15%
10%
100%
2010
Valor
1.629.732
5.776.334
3.161.157
2.137.438
851.902
13.556.563
% do total
12%
43%
23%
16%
6%
100%
OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES
2011
Finalidad
Custeio
Vencimento
Até fevereiro de
2010
Circulante
Não
circulante
Circulante
Não
circulante
3.045.139
2.031.118
2.639.687
974.273
3.045.139
2.031.118
2.639.687
974.273
As taxas praticadas para essa modalidade variam de 4,5% a.a. a 6,75% a.a., e as garantias são
avais da diretoria.
18
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
11
OUTRAS OBRIGAÇÕES
2011
Circulante
Não
circulante
2010
Circulante
Sociais e Estatutárias
Fundo de Assistência Técnica,
Educacional e Social – FATES
(a)
139.863
96.729
Fiscais e previdenciárias
Impostos e contribuições a
(b)
66.037
45.060
54.519
16.000
43.359
Diversas
Cheques administrativos
Provisão para pagamentos a
Provisão para passivos
- Fiscais
Devedores diversos - país
61.440
Não
circulante
57.451
266
54.519
61.440
59.625
57.451
260.419
61.440
201.414
57.451
a) Atendendo à instrução do BACEN, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina,
conforme a Lei nº. 5.764/71 (Lei do Cooperativismo).
b) Impostos decorrentes da contratação de serviços de terceiros, folha de pagamento e sobre
operações financeiras dos cooperados, pagos no mês subseqüente.
12
CAPITAL SOCIAL
O Capital Social da Cooperativa encontra-se parte integralizado e parte a integralizar,
atendendo à Lei 5.764/71, conforme quadro demonstrativo abaixo:
2011
Número de cooperados
Capital subscrito
Valor da cota parte (em reais)
575
5.069.358
1
19
2010
564
4.907.732
1
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
13
SOBRAS ACUMULADAS
Após deduzidos a distribuição de Juros sobre Capital Próprio que são calculados conforme a
legislação vigente, são destinados das sobras os itens “a.1” e “a.2”, sendo Reserva Legal e
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – Fates, respectivamente. Após essa
dedução, havendo saldo remanescente cabe a Assembléia Geral dar sua destinação.
2011
Sobras líquidas do 1° semestre
Sobras líquidas do 2° semestre
Sobras do exercício
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social - FATES 100% Atos não Cooperados
Sobras antes da destinação de atos cooperados
Reserva Legal - 35% (2010 - 20%)
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social - FATES 15% Atos Cooperados (2010 - 10%)
Sobras Líquidas para AGO
2010
130.015
287.014
417.029
233.100
254.228
487.328
(10.398)
406.631
(142.321)
487.328
(97.465)
(60.995)
203.315
(48.734)
341.129
a.1 Reserva Legal
Constituída em montante equivalente a 35% das sobras do exercício (2010 – 20%).
a.2 Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES.
Constituída em montante equivalente a 15% das sobras do exercício (2010 – 10%).
14
COBERTURA DE SEGUROS
É política da sociedade manter cobertura de seguros para os numerários sujeitos a risco, por
montantes julgados suficientes para cobrir eventuais sinistros, de acordo com a natureza das
atividades e a orientação dos consultores de seguros.
20
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
Bens segurados
Patrimonial
Veículos
15
Riscos cobertos
Incêncio/raio/explosão
Danos corporais
Montante máximo de
cobertura
300.000
500.000
INSTRUMENTOS FINANCEIROS
Os ativos e passivos financeiros estão demonstrados no balanço patrimonial por valores iguais
ou que se aproximam dos seus valores de mercado.
16
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL, RISCO DE
MERCADO E RISCO DE CRÉDITO
Risco Operacional
O gerenciamento do risco operacional da “COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS
PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA MÉDIA SOROCABANA CREDICANA” objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco
operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na
Resolução CMN 3.380/2006.
O processo de gerenciamento do risco operacional está estruturado com base no
preenchimento de Listas de Verificação de Conformidade (LVC), baseadas na metodologia
Controll Self Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da
Diretoria Executiva e a coordenação do Agente de Controle Interno e Riscos (ACIR), são
identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de
ocorrência, de forma padronizada.
Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da
Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo
Agente de Controle e Riscos (ACIR).
Da mesma forma, perdas operacionais ocorridas têm as causas e as ações de mitigação
identificadas, sendo que as informações devem ser devidamente registradas em sistema
informatizado, para acompanhamento pelo Agente de Controle e Riscos (ACIR).
21
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a “COOPERATIVA
DE CRÉDITO RURAL DOS PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA
MÉDIA SOROCABANA - CREDICANA” possui estrutura compatível com a natureza das
operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da
exposição ao risco operacional.
O Conselho de Administração da “COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS
PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA MÉDIA SOROCABANA CREDICANA” é responsável pelas informações divulgadas neste relatório.
Risco de Mercado
O gerenciamento do risco de mercado da “COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS
PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA MÉDIA SOROCABANA CREDICANA”, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de
mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução
CMN 3.464/2007.
No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados
identificação de fatores de risco, de classificação da carteira em trading e banking,
mensuração do risco de mercado (Value at Risk – VaR), de estabelecimento de limites
risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting
VaR).
de
de
de
do
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, a “COOPERATIVA
DE CRÉDITO RURAL DOS PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA
MÉDIA SOROCABANA - CREDICANA” possui estrutura compatível com a natureza das
operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da
exposição ao risco de mercado da entidade.
Risco de Crédito
O gerenciamento de risco de crédito da “COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS
PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA MÉDIA SOROCABANA CREDICANA”, objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital
e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão
de riscos.
22
Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores Agrícolas e Pecuários
da Média Sorocabana - CREDICANA
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de
dezembro de 2011 e de 2010
Em reais
Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de
clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para
o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.
Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a “COOPERATIVA DE
CRÉDITO RURAL DOS PRODUTORES AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS DA MÉDIA
SOROCABANA - CREDICANA” possui estrutura compatível com a natureza das
operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da
exposição ao risco de crédito da entidade.
*
*
*
23
24
Download

Clique e confira as Demonstrações contábeis do