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A importância da satisfação dos colaboradores com as condições de trabalho:
Um estudo de caso na empresa Scaranza ME
José Francisco de Oliveira Platini 1
Adriano Dias Meireles 2
Edson Leite Lopes Gimenez 3
Resumo
O presente estudo tem como finalidade observar e analisar a qualidade de vida no trabalho
na rede de lojas Scaranza. Foi realizado um levantamento bibliográfico tendo como base a
opiniões dos autores sobre a importância da qualidade de vida no trabalho, condições de higiene e
segurança e do comprometimento de todos na busca de resultados, para um ambiente
organizacional que estimule a criatividade e o desenvolvimento de cada um dentro da
organização.
Palavras-Chaves: ergonomia, indivíduos, colaboradores.
Introdução
O fator satisfação contribui na eficiência dos funcionários e na prática de suas atividades,
por esse motivo esse assunto tornou-se muito importante e cada vez mais vem sendo discutido
pelas empresas. Nossa pesquisa visa verificar o nível de satisfação dos funcionários da Rede de
Lojas Scaranza, identificar quais são os seus pontos fracos e fortes e assim, sugerir ações que
alavanquem satisfação e qualidade na execução dos trabalhos.
Revisão bibliográfica
Cabe às pessoas a gestão de seu desenvolvimento, de sua competitividade profissional e
de sua carreira. As pessoas estão adquirindo a consciência de seu papel e passa a cobrar de si
mesma a gestão de sua carreira. (DUTRA, 2002, p.48).
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Graduado em Administração pelo CEUNSP/ITU -2012
Graduado em Administração pelo CEUNSP/ITU- 2012
Orientador Prof. Mestre em Administração de Empresas( UnG), Mestrado Profissional em Administração (FACECA),
professor e coordenador dos cursos em Administração e Processos Gerenciais no CEUNSP
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Diante deste enunciado podemos dizer que ao longo do tempo a (Q.V.T) tem sido muito
importante para a vida das pessoas, treinamento realizado, palestras bem explicativas
e
informações bem direcionadas mostra que os departamento de Recursos Humanos das empresas
estão preocupado com a saúde dos colaboradores, e por conta disso estão investindo pesado para
se criar uma nova postura de profissionais, e que irão contribuir e muito com o ambiente de
trabalho tornando mais prazeroso e com um menor índice de acidentes e que com certeza irá
proporcionar maior satisfação na execução dos trabalhos em qualquer departamento que seja e
em qualquer nível de hierarquia.
Papel das empresas
Para DUTRA:
Cabe às empresas criar espaço, estimular o desenvolvimento e oferecer o
suporte e as condições para uma relação de alavancagem mútua das
expectativas e necessidade. A empresa não conseguirá fazê-lo sem estar
em contínua interação com as pessoas e, ao fazê-lo, conseguirá alavancar
sua competitividade por meio das pessoas. (DUTRA, 2002,p.48).
As empresas tomaram consciência de que as pessoas são uns dos fundamentos de maior
importância para o seu funcionamento, são mais importante de que qualquer tecnologia, pois é
seu maior produto, por isso empresa e colaboradores necessitam manter um relacionamento
saudável de ajuda de ambas as partes para alcançarem seus objetivos. E preciso ter pessoas que
sentem prazer em trabalhar, desde quando chega, até a hora que saem, mas para isso é preciso ter
pessoas motivadas, mas também esta diante de uma complexidade de que a empresa não
conseguirá agradar todo mundo, mas que seja quase na sua maior totalidade, pois um ambiente
saudável, com pessoas felizes tende a ser mais produtivo.
A Cultura representa a maneira como a organização visualiza a si própria
e seu ambiente. Está diretamente ligada ao clima organizacional, ou seja,
os sentimentos das pessoas e a maneira como elas interagem entre si, com
os clientes ou elementos externos (CHIAVENATO, 2004,p.6).
A Cultura organizacional pode ser um fator de sucesso ou de fracasso das organizações.
Ela pode ser flexível e impulsionar a organização, como também ser rígida e travar o seu
desenvolvimento (CHIAVENATO, 2004,p.169).
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Os serviços sociais incluem uma variedade de facilidades e vantagens oferecidas pela
organização e como assistência médico-hospitalar, seguro de vida, alimentação subsidiada etc. Os
benefícios sociais estão intimamente relacionados com os aspectos da responsabilidade social da
organização.
A organização não deve somente captar os funcionários, como também os manter
satisfeitos em longo prazo na organização. É necessário relações com os colaboradores e
programas de higiene e segurança do trabalho, a fim de assegurar a qualidade de vida no trabalho.
O trabalho deve ser uma atividade social que traga orgulho para os colaboradores em
participar de uma organização. A organização deve ter uma atuação e uma imagem perante a
sociedade, responsabilidade pelos produtos e serviços oferecidos práticas de emprego, regras bem
definidas do funcionamento e de administração eficiente.
Em uma organização onde há preocupação com a qualidade de vida dos colaboradores, a
infraestrutura é voltada para um ambiente no qual os colaboradores se sintam a vontade para
realizar os trabalhos a ele proposto, onde o espaço físico é uma das principais ferramentas para
que isso aconteça com um nível se segurança adequado, com o layout dos maquinários bem
organizados, com um ambiente limpo, iluminado e ventilado, temperatura adequada, o menor
nível de ruído possível, um ambiente ergonômico e preocupação com a saúde ocupacional
preocupando-se com a saúde física e mental dos colaboradores.
Segundo pesquisa publicada pelo Business for social responsibility
(BSR) – Entidade americana e algumas companhias que começaram a
discutir sobre o assunto, foi constatado que as pessoas preferem trabalhar
em uma organização ligada a algum projeto social e/ou produtos e marcas
envolvidas com algum tipo de ação social, ou seja, a responsabilidade
social já tem diferencial de mercado das empresas (CHIAVENATO,
2004,p.510).
Entre os fatores determinantes para um ambiente de trabalho altamente produtivo está à
satisfação dos colaboradores. Segundo Gil (2011, p.202) motivação é a força que estimula as
pessoas a agir. No passado, acreditava-se que essa força era determinada principalmente pela
ação
de
outras
pessoas,
como
pais,
professores
ou
chefes.
Hoje, sabe-se que a motivação tem sempre origem numa necessidade. Assim, cada um de
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nós dispõe de motivações próprias geradas por necessidades distintas e não se pode, a rigor,
afirmar que uma pessoa seja capaz de motivar, por isso a necessidade de oferecer todas as
ferramentas possíveis para que os colaboradores se motivem.
Desta forma, o colaborador irá trabalhar
motivado, é fundamental que o líder transmita o que ele espera dos colaboradores, isso auxiliara
os colaboradores, a saber, o que a empresa e o seu líder esperam dele. O gestor deve sempre dar
feedback para os seus colaboradores para que os mesmos saibam se estão exercendo sua funções
com eficácia, para que possam minimizar ou abolir os pontos negativos e maximizar os pontos
positivos. Para que o clima organizacional esteja em um nível satisfatório, é necessário que o
gestor esteja totalmente envolvido com a equipe, tendo uma comunicação clara e objetiva para
com os envolvidos. No caso dos gestores que não desfrutam de tempo para sempre estar
acompanhando e conversando com sua equipe, esse pode incentiva-los a utilizar os recursos
tecnológicos, principalmente grandes empresas e/ou multinacionais, que podem utilizar da
ferramenta intranet integrada e canais de websites.
A comunicação do gestor não está restrita à fala, mas em tudo o que faz. As roupas que
veste, nos seus horários de entrada e saída, no tempo que dedica para passa junto com sua equipe,
nas saudações feitas amistosas ou não, e assim por diante. Gestores que não dão a devida
importância à comunicação estarão minando equilíbrio ambiental, e os colaboradores
desmotivados irão se desligar da empresa.
Muitos têm dificuldades em encontrar o equilíbrio entre a vida pessoal e
profissional, principalmente quando as empresas pressionam os
colaboradores para alcançar resultados, muitos se tornam viciados pelo
trabalho, atualmente conhecidos como Workaholic (KAMANCHECK,
2012,p.52).
O colaborador precisa usar todas as suas horas designadas ao trabalho, mesmo que tenha
muito trabalho a se fazer, não é um problema de quantidade e sim de qualidade. Quando se
trabalha demais, é um grande indicador de que está deixando de viver a sua vida pessoal.
Quando não há o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, o colaborador terá
problemas em seu lar e consequentemente o seu rendimento irá cair. Para realizar o trabalho com
eficácia, não é necessário exceder às oito horas de trabalho.
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As empresas devem estar atentas, incentivando o colaborador a trabalhar somente o tempo
necessário, pois assim além de estar mais motivado e disposto para a próxima jornada de
trabalho, a empresa terá uma redução na sua receita, tendo em vista que as horas extraordinárias
geram um custo alto.
O corpo humano é formado por três partes principais: cabeça,
tronco e membros. Ele possui diversos sistemas (respiratório, circulatório,
etc.), e diversos órgãos (estômago coração, etc.). Estes órgãos possuem
partes especificas (cavidades, válvulas, etc.), que possuem funções, etc.
Assim também são as empresas: grandes sistemas compostos por diversos
subsistemas, que realizam muitos processos. Assim como uma simples
infecção no dedo mínimo do pé direito pode virar uma gangrena e matar
uma pessoa, assim também um simples processo com problema, de
subsistema de uma grande empresa, pode levar a sérios prejuízos e até
causar o colapso da empresa. A propósito, semelhantemente ao corpo
humano, as empresas também estão sujeitas as varias “doenças” e
problemas. Uma empresa morre quando vai à falência. (ABRANTES,
2009,p.69).
Para ABRANTES (2009), “uma empresa entra em coma, quando decreta concordata.
Uma empresa sofre uma amputação, quando perde algum subsistema (por exemplo, fecha uma
unidade)”.
Em contra partida o ser humano não, uma vez decretado sua falência (morte) acabou o seu
ciclo de vida. Por todas estas razões e até para a sobrevivência das empresas é preciso melhorar e
muito o processo de melhoria da Qualidade de vida no trabalho (Q.V.T). O texto acima retrata
muito bem o ciclo de vida das empresas, muitas abrem, fecham, outras se solidificam,
envelhecem, e com o passar dos anos se fortalecem enfraquecem de novo dependendo da crise, se
reestrutura novamente e segue em frente, assim caminham as empresas, só que no meio deste
turbilhão de altos e baixos e desta competitividade do mercado, esta o ser humano, peça
fundamental desta engrenagem que faz tudo isto acontecer e que as empresas constantemente
avaliam e testam o seu desempenho para que todos deem de si, o seu melhor.
Segundo CHIAVENATO:
A avaliação do desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho
de cada pessoa em função das atividades que ela desempenha, das metas e
resultados a serem alcançados e do seu potencial de desenvolvimento. A
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avaliação de desempenho é um processo que serve para julgar ou estimar
o valor, a excelência e as qualidades de uma pessoa e, sobretudo, qual é a
sua contribuição para o negócio da organização. (CHIAVENATO,
2004,p.223)
Com o passar dos anos os colaboradores das empresas sofrem um desgaste físico e mental
muito grande que vai se refletir em longo prazo, pois no auge de sua carreira profissional sua
resiliência é maior e consegue superar as adversidades sem sentir muito, mas na realidade o
indivíduo esta postergando estes sintomas para o futuro e que se transformara numa sociedade
previdenciária doente, não tendo muito tempo de usufruir este pequeno espaço de tempo que lhe
resta para seu merecido descanso. Hoje em dia para as empresas se manterem no posto mais alto
e competitivo do mercado, é preciso contratar profissionais qualificados em todos estes aspectos,
e às vezes as empresas contratam grandes engenheiros, nada contra os engenheiros muito pelo
contrário, são peças fundamentais para o desenvolvimento das empresas, mas que não tem em
sua formação acadêmica o quesito humanas no seu currículo e que na hora de gerir pessoas terá
serias dificuldades de relacionamento, pois são ótimos em cálculos e não tão bons com
gerenciamento pessoal, nem em formação de equipes de trabalho ou qualquer outra atividades
relacionada natureza humanas. É preciso rever este conceito e colocar pessoas capacitadas,
acostumado com este tipo de gerenciamento humano, e que consegue com palavras de incentivo
as seus colaboradores dar um a visão diferenciada de determinadas situações que começa a
perturbar a cabeça do individuo com questões banais, mas que se não for dada um mínimo sequer
de atenção a este determinado assunto, este pequeno problema, pode se agravar num curto espaço
de tempo e ser disseminado para outros membros da equipe tornando uma bola de neve e com
certeza terá maior dificuldade para resolver este impasse.
Um funcionário quando é contratado por uma empresa, ele é avaliado por diversas formas
possíveis num critério de seleção elaborado RH, passa por um processo seletivo desgastante, mas
necessário, para que a empresa tenha a certeza que contratou o melhor profissional disponível
naquele momento, quais suas características e o que ele pode dar de melhor para a empresa, em
contra partida o funcionário contratado também já sabe o que a empresa tende a lhe oferecer,
ótimos salários, plano de carreira, entre outros benefícios, e muitas vezes não é isso que acontece,
passa se os anos e nada mudam na vida deste funcionário e o mesmo já se encontra desmotivado
e sem perspectiva alguma de crescimento profissional.
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CHIAVENATO (2004, p.288), “disse , não basta remunerar as pessoas pelo seu tempo
dedicado à organização. Isso é necessário, mas insuficiente”. E preciso incentiva-las
continuamente a fazer o melhor possível, a ultrapassar o desempenho atual e alcançar metas e
resultados desafiantes formulados para o futuro.
Com toda essa expansão industrial, com a descoberta de novas tecnologias, e máquinas
cada vez mais modernas, ainda é o ser humano que vai operar, e para isso ele tem que estar
motivado, e o ser humano desmotivado pode levar ao fracasso plano bem elaborado com altos
investimentos financeiros. Embora todo ser humano já nasce motivado, pois a motivação e
intrínseca vem de dentro para fora, mas desmotivar uma pessoa e muito fácil, as vezes uma
palavra mal colocada um gesto um olhar malicioso pode desmotivar uma pessoa. Uma pessoa não
é igual à outra, uma pensa diferente das outras, salários, prêmios, gratificação e ocupação de
postos mais altos trazem uma alegria ao individuo, mas uma alegria passageira e que vai sumindo
aos poucos, por que não tem um ambiente de trabalho em que ela se sinta bem, não se sentem
úteis, respeitados e não tem liberdade de expressão para expor suas ideias e sua criatividade para
o crescimento pessoal e profissional e não tem valor algum nas tomadas de decisões da empresa
enquanto se tudo isso citado acima fosse ao contrario, olha satisfação que este indivíduo teria em
trabalhar nesta empresa e ser reconhecido pelo seu talento, com certeza não teria limites para
alçar voos mais altos e como isso trazer maiores benefícios e resultados positivos para esta
empresa.
ABRANTES (2009, p.82), diz, “a teoria de Maslow é baseada na premissa de que uma
necessidade superior da pirâmide só se manifesta quando a inferior for satisfeita”.
Por isso nada adianta ter nas altas cúpulas profissionais qualificados e bem treinados se
tratarem os colaboradores com indiferença e arrogância, sem dar a eles o devido suporte para o
seu melhor desenvolvimento profissional.
As equipes de trabalho, formada com o objetivo de melhorar o desempenho dos processos
e dos empregados da organização, procuram combinar conhecimentos experiências e habilidades
(TACHIZAWA,FERREIRA, FORTUNA,2006,p.73).
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Tipo de Pesquisa
Escolheu-se nessa pesquisa o estudo de caso.
Para SEVERINO (2007, p.121), “trata-se de uma pesquisa que se concentra no estudo de
um caso particular, considerado representativo de um conjunto de casos análogos, por ele,
significativamente representativo”. A coleta dos dados e sua análise se dão da mesma forma que
nas pesquisas de campo, em geral.
O caso escolhido para a pesquisa deve ser significativo e bem representativo, de modo a
ser apto a fundamentar uma generalização para situações análogas, autorizando inferências. Os
dados devem ser coletados e registrados com o necessário rigor seguindo todos os procedimentos
da pesquisa de campo.
Devem ser trabalhados, mediante análise rigorosa, e apresentados em relatórios
qualificados (SEVERINO, 2007,p.121).
Apresentação dos resultados
Gráfico de Sexo.
20%
80%
Masculino
Feminino
9
Gráfico de Idade.
10% 5%
18 a 25
85%
26 a 40
Acima 40
Disposição e distribuição do espaço no local de trabalho.
Muito Satisfeito
30%
10%
Satisfeito
60%
Nem Satisfeito/
Nem Insatisfeito
Insatisfeito
Muito Insatisfeito
Disposição e distribuição do espaço no local de trabalho
O meio ambiente é o local onde se processa a integração harmônica entre o homem e a
natureza, é onde se vive e trabalha. Os fatores ambientais exercem forte influência na
performance do indivíduo, tanto no nível de produtividade quanto de qualidade.
E a ergonomia a ciência que estuda a organização metódica do ambiente de trabalho e tem
como objetivo harmonizar as relações entre o homem e a máquina de forma a atender as
necessidades físicas e psicológicas humanas.
De acordo com os resultados apurados o gráfico mostra que no local de trabalho teve um
índice de 60% muito satisfeito, 30% satisfeito e 10% nem satisfeito nem insatisfeito dos
colaboradores no que se refere à iluminação, poluição sonora, temperatura do ambiente,
distribuição do espaço físico, limpeza interna, segurança entre outras, tudo esta em harmonia com
a maioria dos indivíduos que por ali circundam e diariamente exerce suas tarefas.
Vale
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resaltar que 10% estão omissos a esta questão o que deixa certa preocupação no ar, precisamos
identificar e verificar com esses colaboradores o que pode ser feito para que os mesmos também
se tornem satisfeito e com isso, de sua parcela de contribuição para um ambiente agradável e
mais favorável.
Um local de trabalho bem estruturado, limpo, bem organizado, trás para seus funcionários
um maior prazer em realizar as tarefas, e consequentemente trás uma maior visibilidade aos olhos
externos e uma maior confiabilidade para seus clientes e fornecedores.
Atmosfera de trabalho e a cultura da organização.
Muito Satisfeito
15%
35%
50%
Satisfeito
Nem Satisfeito/ Nem
Insatisfeito
Insatisfeito
Atmosfera de trabalho e a cultura da organização.
O Gráfico acima mostra que 85% dos colaboradores estão muito satisfeito e satisfeito com
a atmosfera de trabalho e a cultura da organização, isso mostra a preocupação dos gestores em
dar respaldo necessário o todos os envolvidos com a empresa, e 15% não estão nem satisfeito,
nem insatisfeito o que é meio preocupante, pois é preciso verificar se os empregados estão
insatisfeitos nos seus cargos e se tais sentimentos são fortes e persistentes, neste caso é necessário
compreender que impacto isso pode ter em seus comportamentos subsequentes.
Cabe aos administradores ou gestores da empresa verificar o grau de comprometimento
desses colaboradores que é a minoria, e tirar de cada um o melhor de si, através de feedback,
reuniões semanais e ouvir acima de tudo o que eles tem a contribuir para que se tenha uma
melhora nesse quadro.
Frequentemente reflete a crença do empregado na missão e objetivos da empresa, sua
vontade de gastar esforços para a respectiva consecução e a intenções de continuar nela
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trabalhando e funcionários identificados com a organização apresentam de hábitos bons índices
de comparecimento ao trabalho, atitudes favoráveis em relação às políticas organizacionais e
baixas taxas de rotatividades. Por isso uma das coisas a se fazer é de identificar e ouvir estes 15%
que se encontram em cima do muro é tentar tirar as dúvidas em relação a atmosfera e a cultura da
organização para que possa ser melhorado.
Mecanismos de diálogo entre gestores e colaboradores.
Muito Satisfeito
10%
30%
60%
Satisfeito
Nem Satisfeito/ Nem
Insatisfeito
Insatisfeito
Mecanismos de diálogo entre gestores e colaboradores.
Uma das principais características dos gestores das empresas é constantemente dialogar
com seus funcionários, ele tem que estar atento a tudo que esta acontecendo, o que é preciso ser
feito para que os colaboradores consigam da melhor maneira possível desenvolver as suas
atividades que lhe foi proposta. Mas para isso é preciso dialogar com os envolvidos, ouvir críticas
e sugestões e estar aberto as mudança caso venha a ocorrer. O Gráfico acima mostra que 30% dos
colaboradores estão muito satisfeito e 60% satisfeito com a forma com que seus gestores tratam
desses mecanismos e 10% estão nem satisfeito nem insatisfeito.
Os Gestores tem que encorajar e ajudar os outros a trabalharem entusiasticamente na
direção dos objetivos, e este elo entre gestores e colaboradores é que ajuda um grupo identificar
para onde eles estão indo e assim motivar-se em direção aos objetivos. Quando se tem diálogo
tanto gestores como colaboradores trocam favores e isso implica numa reciprocidade, “você faz
algo por mim, e eu farei algo para você” através desse relacionamento continuo sentem forte
obrigação uns com os outros, e consequentemente há entre os envolvidos maior respeito na hora
de cobrar um maior empenho, já nestes 10% de indecisos que estão nem satisfeito, nem
insatisfeito verificar o que é preciso melhorar para que eles também sintam maior prazer em fazer
parte desta equipe de trabalho. Mas é preciso colaborar e não ficar omisso as sugestões a eles
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propostas, cabe também aos colaboradores indecisos empenhar, participar juntamente com seus
colegas para que todos se beneficiem e principalmente exponham seu ponto de vista, pois a sua
opinião será bem vinda.
Considerações Finais
Acreditamos que toda pesquisa realizada para que se desenvolva um olhar crítico e uma
busca por melhoria seja para a nossa rotina de trabalho, seja para o nossa vida pessoal é de
extrema importância para a sociedade. Através da pesquisa realiza na rede de lojas Scaranza,
sendo duas delas situadas na cidade de Sorocaba, uma na cidade de Itu e uma na cidade de
Indaiatuba, pudemos analisar de forma minuciosa o que mais pode afetar de forma positiva e
negativa para um bom rendimento no trabalho e um aumento na qualidade de vida, ressaltando
que essa melhora afeta diretamente a vida de seus familiares.
Como a rotina de trabalho de um vendedor pode acabar sendo mais estressante devido ao
fato de que para que ele possa aumentar sua renda ele precisa realizar o maior numero de vendas
possíveis, para que isso ocorra em ambiente e necessário que o gestor esteja atento e crie um
plano estratégico que deve ir além de benefícios financeiros, tanto para que ele possa motivar
seus colaboradores, como para que possa manter os talentos dentro da organização. Entre as
questões que utilizamos em nossa pesquisa para mensurar a satisfação dos colaboradores existem
itens como: higiene e segurança do trabalho, disposição do ambiente, motivação para trabalhar
em equipes entre outros.
Entre os fatores que podem ser influenciados pelos gestores estão: os sistemas de
premiação, a capacidade do gestor para resolver conflitos e conduzir a equipe em busca dos
objetivos, a flexibilidade de horário e a forma com a organização lida com os problemas pessoais
dos colaboradores.
Referências Bibliográficas
ABRANTES, José. Gestão da qualidade. Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
DUTRA, Joel Souza. Gestão de Pessoas: Modelos, processos, tendência e perspectiva. São
Paulo: Atlas, 2002.
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GIL, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papeis profissionais. São Paulo, Atlas:
2011.
KAMANCHEK, Amanda. Revista Você S/A: Edição 155 - maio/2011 - pág. 30 a 37.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.
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A importância da satisfação dos colaboradores com as condições