ANVISA DIÁLOGOS CAPITAIS “Regulação Sanitária e Desenvolvimento Econômico e Social” Relação do Regulador com o Setor Privado Dirceu Barbano Diretor-Presidente São Paulo, 27 de abril de 2012 VIGILÂNCIA SANITÁRIA NO BRASIL LINHA DO TEMPO Sistema Nacional de Saúde: Separação da Vig. Sanitária e Vig. Epidemiológica Vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil Criação do Serviço de Saúde dos Portos Criação da Inspetoria Sanitária de Portos Reorganização dos serviços de higiene da União; Oswaldo Cruz; Vacinação obrigatória Reorganização dos Serviços Sanitários do Império: Serviço Sanitário Terrestre e Serviço Sanitário Marítimo 1808 1810 1886 Regulamento Sanitário Federal incorpora a expressão Vigilância Sanitária Reforma Carlos Chagas; Criação do Departamento Nacional de Saúde Pública Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária Criação do Ministério da Saúde Constituição Federal VIII Conferência Nacional de Saúde Central de Medicamentos CEME Crise de medicamentos SUS 1969-1977: Publicação de importantes legislações de controle sanitário 1904 1920 1923 1937 1953 1971 1975 1976 1986 1988 1990 1998 1999 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Criada pela Lei n° 9.782, de 26 de janeiro de 1999; Autarquia sob regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde; Estabilidade dos dirigentes; Metas de desempenho acordadas com o Ministério da Saúde e reguladas por meio de Contrato de Gestão; Presença em todos os Estados: 86 Postos de Vigilância Sanitária no Brasil. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Postos da Anvisa em Portos, Aeroportos e Fronteiras 4 5 10 23 1-PA-Rio Branco-AC 2-PA-Maceió-AL 3-PA-Manaus-AM 4-PA-Macapá-AP 5-PA-Salvador-BA 6-PA-Fortaleza-CE 7-PA-Brasília-DF 8-PA-Vitória-ES 9-PA-Goiânia-GO 10-PA-São Luis-MA 11-PA-Confins-MG 12-PA-Campo Grande-MS 13-PA-Cuiabá-MT 14-PA-Belém-PA 15-PA-João Pessoa-PB 16-PA-Recife-PE 17-PA-Teresina-PI 18-PA-Maringá-PR 19-PA-Curitiba-PR 20-PA-Maestro Antº Carlos Jobim e Santos Dumont-RJ 21-PA-Natal-RN 22-PA-Porto Velho-RO 23-PA-Boa Vista-RR 24-PA-Porto Alegre-RS 25-PA-Chapecó-SC 26-PA-Florianópolis-SC 27-PA-Joinville-SC 28-PA-Aracajú-SE 29-PA-Congonhas-SP 30-PA-Guarulhos-SP 31-PA-Viracopos-SP 32-PA-Palmas-TO 3 1-PP-Maceió-AL AP RR 4 2-PP-Manaus-AM 3-PP-Santana-AP 10 11 4-PP-Salvador-BA 5-PP-Fortaleza-CE 2 14 3 99 6-PP-Pecém-CE 6 10 5 5 7-PP-Tubarão-ES 9 AM 6 15 MA RN 8-PP-Vila Velha-ES PA 19 21 19 CE 9-PP-Itaqui-MA 17 10-PP-Belém-PA PB 15 1212 8 PI 14 11-PP-Vila do Conde-PA 14 PE AC 1 16 13 13 22 20 12-PP-Cabedelo-PB 32 2 1 13-PP-Recife-PE 2 1 AL 14 RO TO 14-PP-Suape-PE 28 25 MT 15-PP-Tatus-PI SE BA 5 16-PP-Paranaguá-PR 13 4 17-PP-Angra dos Reis, Itaguaí e Mangaratiba-RJ DF 18-PP-Rio de Janeiro e Niterói-RJ 12 7 19-PP-Natal-RN 34 1 20-PP-Porto Velho-RO GO 9 4 21-PP-Porto Alegre-RS MG 22-PP-Rio Grande-RS 1-PAF-Ponta Porã-MS 11 7 11 23-PP-Imbituba-SC 2-PAF-Uruguaiana-RS MS 12 8 24-PP-São Francisco do Sul-SC ES 3-PPA-Ilhéus-BA 8 1 SP 25-PP-Barra dos Coqueiros-SE 4-PPA-Porto Seguro-BA 29 31 20 6 26-PP-Santos-SP 3 5-PPA-Parnaíba-PI 17 PR 27 18 30 27-PP-São Sebastião-SP 6-PPA-Arraial do Cabo, Cabo Frio e Macaé-RJ RJ 26 18 15 19 7-PPA-Itajaí/Navegantes-SC 16 13 8-PPA-Cruzeiro do Sul-AC SC 12 25 7 27 24 9-PPAF-Tabatinga-AM 1-PF-Epitaciolândia-AC 26 10-PPAF-Oiapoque-AP 9 2-PF-Assis Brasil-AC 11-PPAF-Corumbá-MS 23 11 3-PF-Mundo Novo RS 24 21 12-PPAF-Cáceres-MT 2 4-PF-Pacaraima-RR 10 13-PPAF-Foz de Iguaçu-PR 5-PF-Bonfim-RR 6 22 14-PPAF-Guajará-Mirim-RO 8 6-PF-Aceguá-RS ESTAÇÕES ADUANEIRAS DE INTERIOR – EADI = 67 15-PPF-Guaíra-PR 7-PF-Chuí-RS PA - Posto Aeroportuário 7 8-PF-Jaguarão-RS PP - Posto Portuário 9-PF-Porto Xavier-RS PF - Posto de Fronteira 10-PF-Santana do Livramento-RS Posto integrado: PAF - Posto Aeroportuário e de Fronteira 11-PF-São Borja-RS PPA - Posto Portuário e Aeroportuário Total de Postos - 86 12-PF-Dionísio Cerqueira-SC PPAF - Posto Portuário, Aeroportuário e de Fronteira ABRANGÊNCIA DE ATUAÇÃO – BRASIL 81.159 farmácias Medicamentos: 6.741 distribuidoras e 450 indústrias Produtos para a saúde: 9.256 empresas¹, sendo 1.774 produtores Cosméticos: 6.050 empresas¹, sendo 3.022 produtores Saneantes: 4.870 empresas¹, sendo 3.267 produtores Alimentos: 81.100 supermercados 76 laboratórios centrais de saúde pública - LACEN 33.571 serviços de diagnóstico por imagem 6.801 hospitais 4.113 serviços de hemoterapia² Nos últimos 05 anos foram protocolados, em média, cerca de 230 mil documentos na sede da Anvisa Mensalmente são realizados mais de 27 mil atendimentos pelo 0800. ¹ Inclui todas as empresas que possuem autorização junto à ANVISA para qualquer atividade – armazenar, distribuir, comercializar, transportar, importar, fabricar, etc Fontes: Datavisa; GGIMP; Dez/11 ² Fonte: Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde do Brasil – CNES – Dez/11 ABRANGÊNCIA DE ATUAÇÃO – BRASIL Cosméticos Saneantes Tabaco Serviços de saúde Medicamentos Produtos para saúde Laboratórios Vigilância Pós-Uso Propaganda Alimentos Portos, aeroportos e fronteiras Articulação Internacional Toxicologia Sangue, tecidos e órgãos Coordenação SNVS CENÁRIO INTERNO Mobilidade social; Alteração da base demográfica; Ambiente competitivo em torno da inovação; Aumento da complexidade e da volatilidade das tecnologias Pressão crescente por proteção sanitária; Necessidade de respostas em prazos adequados e cada vez mais curtos; Exigência de rigor com o gasto público e eficiência na gestão; Crescimento econômico e expansão dos mercados regulados; TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS – EQUIPAMENTOS E PRODUTOS Miniaturização Dispositivos inteligentes Minimamente invasivos Biotecnologia Produtos combinados Órgãos artificiais Tecnologia da Informação Uso doméstico Populações especiais CENÁRIO INTERNO INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Fonte: Site da Interfarma, acessado em 23/04/2012. “A produção de medicamentos ainda é tão incipiente que metade de todas as doenças conhecidas não podem ser tratadas de forma alguma e a outra metade possui medicamentos que só funcionam metade do tempo e com elevados efeitos colaterais.” (Severin Schwan, CEO Roche, The Economist, 10/09/09) CENÁRIO INTERNO EQUIPAMENTOS E PRODUTOS PARA A SAÚDE Fonte: Site da Abimo, acessado em 23/04/2012. Qual mercado oferece melhor potencial de crescimento nos próximos cinco anos? Quais são os maiores desafios na gestão do negócio? Fonte: 2012 MEDICAL DEVICE INDUSTRY SURVEY (Pesquisa Emergo Group) CENÁRIO INTERNO INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Principais Indicadores 2011 Faturamento R$ 383,3 Bilhões (Alimentos: R$ 316,5 Bilhões; Bebidas: R$ 66,8 Bilhões) Exportações US$ 44,8 Bilhões Importações US$5,9 Bilhões Saldo da Balança Comercial US$ 38,9 Bilhões Empresas Formais 32 mil “...A população brasileira migrou fortemente dos alimentos in natura para os processados. Hoje, 85% dos alimentos consumidos no país passam por algum processamento industrial, contra 70% em 1990 e apenas 56% em 1980.” “Em 2010, o segmento de produtos de saúde e bem-estar (diet, light, funcionais, fortificados, naturais e saudáveis) faturou R$ 27,5 bilhões, ou 8,2% das vendas totais.” Fonte: Site da ABIA, acessado em 23/04/2012. CENÁRIO INTERNO INDÚSTRIA DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS Faturamento Líquido Crescimento acumulado dos últimos 15 anos (Deflacionado) PIB 59,0% INDÚSTRIA GERAL 48,8% SETOR 341,3% “Em relação ao mercado mundial de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, conforme dados do Euromonitor de 2010, o Brasil ocupa a terceira posição. É o primeiro mercado em desodorante, produtos infantis e perfumaria; segundo mercado em produtos para higiene oral, proteção solar, masculinos, cabelos e banho; terceiro em produtos cosmético cores; quarto em pele e quinto em depilatórios.” Fonte: Site da ABIHPEC, acessado em 23/04/2012. CENÁRIO INTERNO SERVIÇOS DE SAÚDE Fonte: Site da Federação Brasileira de Hospitais, acessado em 23/04/2012. Dados de Junho de 2011 CENÁRIO INTERNO INDÚSTRIA QUÍMICA BRASILEIRA Produtos químicos de uso industrial Produtos inorgânicos Produtos orgânicos Resinas e elastômeros Produtos e preparados químicos diversos Produtos farmacêuticos Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos Adubos e fertilizantes Sabões, detergentes e produtos de limpeza Defensivos agrícolas Tintas, esmaltes e vernizes Faturamento líquido da indústria química brasileira – 2010 (Bilhões) Fibras US$ 1,1 Outros US$ 1,8 Tintas, esmaltes e vernizes US$ 3,9 Sabões e detergentes US$ 7,7 Defensivos agrícolas US$ 7,0 Adubos e fertilizantes US$ 11,2 Indústria Química Mundial – 2010 (Bilhões de US$) PAÍS Produtos químicos de uso industrial US$ 63,8 Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos US$ 13,8 Fonte: Site da ABIQUIM, acessado em 23/04/2012. Produtos farmacêuticos US$ 19,9 Produtos químicos de uso final FATURAMENTO CHINA 903 ESTADOS UNIDOS 720 JAPÃO 338 ALEMANHA 229 CORÉIA 139 FRANÇA 137 BRASIL 130 ÍNDIA 125 ITÁLIA 105 REINO UNIDO 94 RÚSSIA 83 HOLANDA 73 ESPANHA 70 Planejamento para atuação de caráter global; Certificação oficial (nível IV - maior nível em todos os critérios avaliados) da Organização PanAmericana de Saúde (Opas) como Autoridade Reguladora Regional de Referência; CENÁRIO INTERNACIONAL Discussão relacionadas à Propriedade Intelectual, especialmente na área de medicamentos. Aproximações estratégicas na área de medicamentos com Estados Unidos, Canadá, China, Portugal, França, Cuba e Argentina. Membro do Conselho Gestor do International Medical Device Regulators Forum (IMDRF), juntamente com Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e Comunidade Europeia. Consolidação do conceito de articulação à partir reconhecimento de capacidades como elemento de ampliação da segurança sanitária global; REGULAÇÃO REGULAÇÃO SANITÁRIA A regulação no campo da vigilância sanitária – em razão do papel que exerce na sociedade por meio da regulamentação, controle e fiscalização das relações de produção e consumo de bens e serviços relacionados com a saúde – pode ser compreendida como o modo de intervenção do Estado destinado a impedir que comportamentos no sistema de produção e acesso a bens, serviços e produtos causem danos ou riscos à saúde da população, contribuindo para o adequado funcionamento do mercado, suprindo suas falhas, dando cada vez mais previsibilidade, transparência e estabilidade ao processo e à atuação regulatória a fim de propiciar um ambiente digno e seguro para a população e favorável ao desenvolvimento social e econômico do país. Fonte: SILVA, Gustavo Henrique Trindade da. Regulação Sanitária no Brasil: singularidades, avanços e desafios. In: PROENÇA, Jadir Dias; COSTA, Patrícia Vieira da & MONTAGNER, Paula (Org.). Desafios da Regulação no Brasil. Brasília: ENAP, 2009. REGULAÇÃO SINGULARIDADES DA REGULAÇÃO SANITÁRIA SAÚDE / RISCO (eliminar, diminuir ou prevenir) BENS E SERVIÇOS • Ambientes • Procedimentos • Desenvolvimento econômico CONSUMO • Direito à saúde • Dignidade do ser humano • Desenvolvimento Social DIRETRIZES: Fortalecimento da capacidade institucional para gestão em regulação; Melhoria da coordenação, da qualidade e da efetividade da regulamentação; Fortalecimento da transparência e do controle social no processo de regulamentação. OBJETIVO GERAL: Modernizar e qualificar a gestão da produção normativa da Anvisa para fortalecer a legitimidade da ação de regulação sanitária na perspectiva do conhecimento, da transparência, da cooperação, da responsabilização, da participação, da agilização, da efetividade, da descentralização e da excelência da atuação institucional. ESTRATÉGIAS: Guia de Boas Práticas Regulatórias Agenda Regulatória Análise de Impacto Regulatório (AIR) Revisão e consolidação da Legislação Sanitária Formação e qualificação para a atuação regulatória Fortalecimento da participação social nos processos regulatórios BOAS PRÁTICAS REGULATÓRIAS BENEFÍCIOS Fortalecimento da governança regulatória; Melhoria da competitividade do país via um ambiente regulatório mais sólido; Difusão de uma cultura e linguagem comum em termos de regulação; Identificação e análise apropriada do problema que uma determinada regulamentação busca resolver; Especificação clara dos objetivos a serem alcançados e dos stakeholders a serem afetados; AGENDA REGULATÓRIA A Agenda Regulatória da Anvisa constitui uma prática regulatória inovadora na Administração Pública brasileira e corresponde a um conjunto de temas regulatórios a serem priorizados pela Agência num determinado período e inclui os regulamentos novos e aqueles que demandam revisão. Importância de uma Agenda! REGULAÇÃO Fortalecimento do SUS, Segurança Sanitária e Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde PREVISIBILIDADE TRANSPARÊNCIA GOVERNANÇA A regulação deve conciliar os objetivos de proteção da saúde e de desenvolvimento social e econômico do país. AGENDA REGULATÓRIA AGENDA REGULATÓRIA 2012/2013 – 80 TEMAS 60 50 21 40 Nova norma 30 Norma de revisão 20 38 9 10 12 0 Temas migrados Temas novos REGULAMENTAÇÃO PRODUÇÃO NORMATIVA Segundo a OCDE, “existe uma relação clara entre o desempenho econômico e social de um país no longo prazo e a qualidade do seu marco regulatório”. 355 357 352 321 238 109 92 98 94 114 94 99 76 29 72 Dados até 17 de abril de 2012 Consultas Públicas 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 Resolução da Diretoria Colegiada 120 6865 65 15 0 1999 101 12 7 Instruções Normativas 2428 1 2012 110 2011 103 2010 118 108 222 RELAÇÃO COM A SOCIEDADE E SETOR REGULADO TRANSPARÊNCIA E PARTICIPAÇÃO SOCIAL Consultas e Audiências Públicas Reuniões públicas da Diretoria Colegiada transmitidas “on line” Agenda Regulatória Audiências Públicas no Congresso Nacional A Anvisa já participou de mais de 100 audiências no Congresso Nacional para debater temas como preço de medicamentos, controle de agrotóxicos e pirataria. Anualmente, a Agência apresenta ao Parlamento, por iniciativa própria, o seu Relatório Anual de Atividades. Câmaras Setoriais Espaços de diálogo com a sociedade que reúnem órgãos públicos, sociedade civil, setor produtivo e entidades de defesa do consumidor. Conselho Consultivo Instância colegiada, de caráter consultivo, composta por 13 instituições que representam o governo (três esferas de gestão do SUS) e a sociedade civil (setor produtivo, usuários do SUS, comunidade científica e entidades de defesa do consumidor). OBJETIVO MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO DA ANVISA Alcançar a Gestão Estratégica de Excelência na ANVISA tendo como base os princípios da gestão pública contemporânea, da produtividade, qualidade e efetividade de suas ações, visando o cumprimento de sua missão institucional e a busca contínua da excelência e da inovação em seu futuro desejado. AÇÕES Auto-Avaliação Planejamento Estratégico Ajustes Organizacionais RESULTADOS RECENTES O número de publicações na área de registro de medicamentos foi 62,57% maior em 2011 em comparação a 2010, sendo que no caso de medicamentos genéricos houve aumento de 57%. O tempo médio de análise de registro de produtos saneantes foi reduzido em 40% e a notificação eletrônica permite a autorização em 48 horas. O estoque de processos da área de dispositivos médicos era de aproximadamente 13.000 em julho de 2009 e hoje não passa de 4.000. A Anvisa recebeu 30 Certificações de Nível de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Recebeu 20 organizações para benchmark do Programa de Modernização. Cerca de 200 processo redesenhados e simplificados desde 2008; Tem um instrumento no qual estão expressos seus compromissos e padrão de qualidade de atendimento ao cidadão e sociedade – Carta de Serviços ao Cidadão da Anvisa. Instituiu a prática de avaliação sistemática de pesquisa de satisfação e imagem. Dispõe de uma rede de multiplicadores internos com competência instalada nos temas de gestão. MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PROJETOS E INSTRUMENTOS DE GESTÃO 1 Planejamento Estratégico 2 Balanced Scorecard 3 Autoavaliação continuada da gestão 4 Gestão de processos 5 Gestão de projetos 6 Gestão do Atendimento 7 Avaliação de Desempenho Institucional 8 Busca de referenciais e trocas de experiências em gestão com outras agências reguladoras e com organizações internacionais 9 Contrato de Gestão 10 Plano Plurianual –PPA REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL NOVA ARQUITETURA ORGANIZACIONAL Modelo matricial que coaduna a atual estrutura funcional com uma orientação decisória baseada por processos; Nova estrutura contempla a divisão das Diretorias por macroprocessos: Gestão Institucional; Regulação Sanitária; Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária; Autorização e Registro Sanitário; e Controle e Monitoramento Sanitário (Portaria nº 422, de 16/03/12, publicada no DOU de 19/03/12). Decisões administrativas e gerenciais seguem orientação funcional (vertical) e as decisões de operação uma orientação por processo (transversal); Maior rapidez do desdobramento das decisões REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL BASES DA NOVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA AGÊNCIA Nova estrutura orientada pelos Macroprocessos • Foco de atuação das Diretorias: • Coordenação definidos dos durante • Alteração do regimento interno macroprocessos o • Relação entre áreas internas • Denominação das Diretorias: da macroprocessos • Relação das unidades organizacionais com nomenclatura para • Novo papel dos Diretores planejamento estratégico desenvolvido há 2 anos • Adequação Redimensionamentos necessários garantir dos clara percepção, interna e externa, das ações desempenhadas pela Agência cada Diretoria e com a Diretoria Colegiada • Novos procedimentos para nomeação aos cargos da Agência NOVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Portarias nº422 e 424 de 16/03/2012 Gestão Institucional Coordenação e Articulação do SNVS Jaime Cesar de Moura Oliveira Regulação Sanitária Controle e Monitoramento Sanitário Autorização e Registro Sanitário José Agenor Álvares da Silva Dirceu Brás Aparecido Barbano Ampliar e aperfeiçoar os mecanismos de participação social no processo regulatório Recursos & Orçamento Aprendizado & Crescimento Governança & Operações Missão Reduzir o risco à saúde da população Investir na conscientização da sociedade em educação sanitária Aumentar a abrangência das ações de comunicação em especial nos veículos de comunicação de massa Contribuir para a ampliação do acesso da população a produtos e serviços sujeitos ao regime de vigilância sanitária Aumentar a representatividade de participação da ANVISA em fóruns de discussão e instâncias de decisão do SUS e de outros órgãos de governo afins Coordenar o SNVS por meio de um Modelo de Gestão legitimado pelos entes participantes Aumentar a capacidade e a eficiência operacional do SNVS para atender as demandas de ações de VISA Alcançar excelência em gestão, em termos de desenho organizacional e processos, entre as organizações públicas federais Ampliar o uso dos canais de comunicação com a sociedade e o SNVS, em especial os canais de comunicação em massa Elevar a capacidade instalada do parque de tecnologia de Informação e comunicação da Anvisa Estabelecer um sistema de indicadores capaz de avaliar o desempenho de forma pró-ativa e alinhada a missão da agência Ampliar as ações estratégicas pactuadas, garantindo a totalidade da eficácia na implementação Ampliar os processos simplificados e automatizados via o uso de TIC Implementar um programa de capacitação e desenvolvimento dos servidores em padrões similares com referenciais comparativos Elevar a satisfação interna dos servidores por meio da efetiva aplicação de política de recursos humanos Dispor de dimensionamento de efetivo adequado, tendo por base um modelo de gestão por processos e por competências Alcançar gestão orçamentária com melhor eficácia no planejamento, considerando as priorizações estratégicas Ser Referência na Comunicação e Alinhamento de Ação Construir Modelo Organizacional Transformador da Sociedade Alcançar a Excelência de Operações PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Painel de Iniciativas I12 - IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DE RISCO SANITÁRIO I11 - PROGRAMA DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL I10 - AMPLIAÇÃO DO ACESSO SEGURO A PRODUTOS E SERVIÇOS SUJEITOS À VISA, POR MEIO DA INTENSIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE PRÉ E PÓS USO I5 - COMUNICAÇÃO PARA MODELO ORGANIZACIONAL TRANSFORMADOR DA SOCIEDADE I9 - PROGRAMA DE MELHORIA DA REGULAMENTAÇÃO I4 - GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO I8 – FORTALECIMENTO DA REDE NACIONAL DE LABORATÓRIOS DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA I7 - FORTALECIMENTO INTERNACIONAL DA IMAGEM INSTITUCIONAL DA ANVISA I3 - PROGRAMA DE ATENÇÃO PERMANENTE DA SATISFAÇÃO DAS PESSOAS DA INSTITUIÇÃO I1 - EXCELÊNCIA EM GESTÃO E OPERAÇÕES I6 – FORTALECIMENTO DO SNVS I2 - IMPLEMENTAÇÃO DE MODELO DE GESTÃO POR COMPETÊNCIAS PARA DISCUTIR Quais são as bases para uma relação transparente e madura entre a Anvisa e os setores regulados; Sedimentar responsabilidades dos produtores de bens e serviços pode apontar para uma menor demanda de ação do Estado? Um modelo de regulação e vigilância focado na análise pré-mercado é suficiente para atender as demandas por segurança e respostas? Ganho de eficiência nas respostas ao mercado pode comprometer o rigor no controle sanitário? 2. Desenho institucional 3. Ferramentas regulatórias 1. Política regulatória Qualidade regulatória Fonte: Adaptado de Rodrigo, Délia. Apresentação “Calidad regulatoria en un contexto federal: herramientas y políticas” na Reunião extraordinária do Subgrupo do GTVS/CIT, Brasília, 2010. Sítio eletrônico http://www.anvisa.gov.br Central de Atendimento 0800 642 9782. Ligação gratuita de qualquer estado do Brasil. O horário de funcionamento é das 7h30 às 19h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados. Fale Conosco http://www.anvisa.gov.br/institucional/faleconosco/FaleConosco.asp Correio Eletrônico [email protected] Atendimento Eletrônico http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/ouvidoria Twitter: @anvisa_oficial