PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
CURSO BACHARELADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
CAMPUS FORA DE SEDE
São Paulo, SP.
2013
Sumário:
PARÂMETROS OPERACIONAIS____________________________03
Nome do curso
03
Tipo de Curso
03
Modalidade
03
Endereço
_____03
Regime Letivo
03
Turno de funcionamento
03
Período de integralização: mínimo e máximo
03
Número de vagas autorizadas
03
Ato de reconhecimento_
03
CPC do curso
03
 DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
04
1.1 Contexto educacional – perfil do curso
04
1.2 Políticas institucionais no âmbito do curso
07
1.3 Objetivos/competências e habilidades do curso:
10
1.4 Perfil profissional do egresso
12
1.5 Estrutura curricular
15
Representação gráfica de um perfil de formação
17
Matriz curricular
18
Ementas
20
Bibliografia básica
20
Bibliografia complementar
20
1.6 Conteúdos curriculares
52
1.7 Metodologia
53
1.8 Estágio Curricular Supervisionado
54
1.9 Atividades Complementares
_____63
1.10 Trabalho de Conclusão de Curso
______
66
1.11 Apoio ao discente
______
74
1.12 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
74
1.14Tecnologias de informação e comunicação – TICs– no processo
ensino-aprendizagem
______77
1.17 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem_78
1.18Número de vagas
81
 DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE, DISCENTE E CORPO TÉCNICOADMINISTRATIVO
82
2.1 Atuação do núcleo docente estruturante – NDE
82
2.2 Atuação do(a) coordenador(a)
84
2.4 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica
do (a) coordenador (a)
85
2.5 Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso
85
2.7 Titulação do corpo docente do curso
______
85
2.8 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores______85
1
2.9 Regime de trabalho do corpo docente do curso
85
2.10Experiência profissional do corpo docente
__________________87
2.12Experiência de magistério superior do corpo docente
87
2.13Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
_____87
2.14Produção científica, cultural, artística ou tecnológica
____ 90
 DIMENSÃO 3: INSTALAÇÕES FÍSICAS
90
3.1 Gabinete de Trabalho para professores em Tempo Integral – TI
91
3.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos_91
3.3 Sala dos professores
92
3.4 Salas de aula
93
3.5 Acesso aos alunos a equipamentos de informática
93
3.6 Bibliografia básica
96
3.6.1 Acervo eletrônico________________________________________97
3.7 Bibliografia complementar___________________________________97
3.7.1 Acervo eletrônico________________________________________98
3.8 Periódicos especializados___________________________________98
3.9 Laboratórios didáticos especializados: quantidade________________101
3.10 Laboratórios didáticos especializados: qualidade ______________101
Atendimento a Portadores de Necessidades Especiais____________102
3.11 Laboratórios didáticos especializados: Serviços _______________102
ANEXO I
Corpo docente / NDE
ANEXO II
Extensão, ação social e iniciação científica
104
104
106
106
2
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
 PARÂMETROS OPERACIONAIS DE RECONHECIMENTO
Nome do curso: Bacharelado em Ciências Biológicas
Tipo de Curso:Bacharelado
Modalidade: presencial
Endereço: Avenida Imperatriz Leopoldina, nº 550, Vila Leopoldina, São Paulo,
SP.
Regime letivo: Semestral
Turnos de funcionamento: matutino e noturno
Período de integralização – mínimo: 4 anos
máximo: 6 anos
Número de vagas autorizadas – diurno: 60 vagas
noturno:60 vagas
Ato reconhecimento: Portaria nº 36, de 19 de abril de 2012 - D.O.U. de
20/04/2012
CPC do curso: sem conceito
3
 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
O Projeto Pedagógico do Curso Bacharelado em Ciências Biológicas foi
elaborado contemplando as dimensões: DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICOPEDAGÓGICA; DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE; DIMENSÃO 3: INSTALAÇÕES
FÍSICAS, tendo como base legal o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI
(Projeto Pedagógico Institucional) e Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de
06/11/2011 e CNE/CES n° 2013/2008 de 09/10/2008.
 DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
1.1 Contexto Educacional –Perfil do Curso
As
informações
a
seguir
permitem
uma
apreciação
dos
aspectos
demográficos das condições de vida do Município de São Paulo, que apresenta
IDHM, classificado em Muito Alto Desenvolvimento Humano, de 0,805 com:
longevidade de 0,855, renda na faixa de 0,843 e educação com 0,725, de acordo
com
os
dados
divulgados
pelo
Programa
Das
Nações Unidas
Para
o
Desenvolvimento- Pnud, 2013 e da composição da economia da Região Oeste do
Município de São Paulo, onde é ofertado o Curso de Bacharelado em Ciências
Biológicas.
A economia do Município de São Paulo no ano de 2010, segundo a Fundação
SEADE – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados - apresenta um PIB total
de R$443.600,10(milhões) e PIB per capita de R$ 39.445.20 com uma participação
de 35,90% em relação ao Estado de São Paulo com um PIB total de R$1.247.595,93
(bilhões). A economia fundamenta-se basicamente no segmento de serviços com
79,64%, seguido da indústria com 20,36% e 0,01% na agropecuária. O município,
segundo dados do Pnud, conta com uma população de 11.253.503 habitantes em
uma área de 1.522,99 Km², com uma estrutura etária de 20,80% com menos de 15
anos, 71,07% de 15 a 64 anos e 8,13% com 65 anos ou mais, apresentando um
índice de envelhecimento de 8,13%.Essa população apresenta esperança de vida
4
ao nascer de 76,3 anos. A mortalidade infantil até 01 ano de idade ( para cada 1.000
nascidos vivos) é de 13,2% e a taxa total de fecundidade ( filhos por mulher) é de
1,5.
O município conta com um grau de urbanização de 99,10%, com atendimento
de coleta de lixo de 99,81%, abastecimento de água de 99,32% e esgoto sanitário
de 92.36%.
Considerando a região metropolitana da cidade de São Paulo que abrange 39
municípios, as participações nos setores produtivos apresentam pequenas
variações, nos setores econômicos sendo: 75,48% em serviços, 24,47% na indústria
e 0,05% na agropecuária, concentrando 33,12% das exportações do Estado de São
Paulo. (Fundação SEAD/2010)
No plano educacional, na capital paulista atualmente estão matriculados, no
ensino médio e na educação profissional, dentre as esferas municipal, estadual,
federal e privada, 461.782 alunos e 93.381 alunos, respectivamente. Com
destaque, 50,51% de jovens entre 18 a 20 anos possuem ensino médio completo e
68,92%, entre 15 a 17 anos, com ensino fundamental completo (Pnud/2013).
A Região Oeste do Município de São Paulo, subprefeitura da Lapa, é
composta por seis distritos: Vila Jaguará, Jaguaré, Vila Leopoldina, Lapa, Perdizes,
Barra Funda e seus respectivos bairros. Possui uma população de305.526habitantes
e uma área de 40,1 km², densidade demográfica de 7,619 habitantes (IBGE-2010).
Denota-se na região um vasto comércio, áreas industriais e o CEAGESP. Servida
pela Companhia de Trens Metropolitanos – CPTM, interligada ao Metrô e o terminal
rodoviário da Barra Funda. Além do corredor de ônibus Pirituba-Lapa-Centro inclui
as avenidas Manoel Barbosa, General Edgar Facó, Ermano Marchetti, Francisco
Matarazzo, General Olímpio da Silveira e São João, bem como as ruas Clélia,
Guaicurus e Catão. Por esse corredor circulam cerca de 45 linhas de ônibus
municipais, além de 5 linhas intermunicipais da EMTU-SP. Essa característica facilita
a locomoção do corpo social do Campus Fora de Sede às demais regiões
metropolitanas e aosmunicípios da Grande São Paulo.
Considerando a inserção regional, há a demanda por profissionais formado
em Ciências Biológicas para a atuação nos apelos da Sustentabilidade e da
Biotecnlogia
5
Considerando essa inserção regional, o Curso de Bacharelado em Ciências
Biológicas, de acordo com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI, que possui
como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no
Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada
à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente. O curso contempla uma
carga horária de 3234 horas, e o seu tempo mínimo de integralização é de 8
períodos. Considerando ainda a inserção regional, há a demanda por profissionais
formado em Ciências Biológicas para a atuação nos apelos da Sustentabilidade
como a avaliação de impacto ambiental, bem como, a expedição de relatórios e
projetos voltados à educação ambiental e sustentabilidade; da Biotecnologia, com o
número crescente clínicas especializadas em genética e bioinformática não só
humana, mas também de caráter animal e vegetal, buscam tanto o profissional
pesquisador quanto o operacional; do Manejo de animais e plantas retiradas de
locais de mananciais para a construção de grandes obras, como por exemplo, o
RODOANEL.
Conforme estabelecido na Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011
e CNE/CES n° 2013/2008 de 09/10/2008 e no Projeto Pedagógico do Curso, a
matriz curricular está elaborada em 3 núcleos: básico, específico e de estágio e
atividades complementares. As disciplinas do núcleo básico correspondem a 69,4%
do curso, com 2.244 horas. As disciplinas do núcleo específico correspondem a
14,7% do curso, com 476 horas. As disciplinas do núcleo de estágio e atividades
complementares correspondem a 9,9% do curso, com 320 horas, sendo que o
estágio obrigatório corresponde a 7,4% do curso com 240 horas e as atividades
complementares correspondem 2,6% do curso com 80 horas. O projeto contempla
160 horas de TCC, correspondente a 5% do curso e a disciplina optativa “Libras –
Língua Brasileira de Sinais”, com 34 horas, conforme preceitua o Decreto nº 5626,
de 22 de dezembro de 2005. A Lei n° 11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP N°
01 de 17 de junho de 2004 que trata da Educação das Relações Étnico-raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, Lei nº 9.795, de 27 de
abril de 1999, Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002 e Resolução nº 2, de 15 de
6
junho de 2012, referente as Políticas de Educação Ambiental e a Resolução nº 1, de
30 de maio de 2012, que trata da Educação em Direitos Humanos, tem seus
conteúdos incluídos em disciplinas específicas, descritas no conteúdo curricular das
disciplinas de História e Filosofia da Ciência,
Educação Ambiental e Bioética,
respectivamente.
1.2 - Políticas Institucionais no âmbito do curso
A UMC, para implementar o Plano de Desenvolvimento Institucional –
PDI/Projeto Pedagógico Institucional – PPI articula o conjunto de suas políticas
acadêmicas e institucionais tendo como princípio a sua Missão: “Gerar e disseminar
o
conhecimento
para
formar
profissionais
socialmente
responsáveis,
empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”.
Para cumprir as metas previstas no PDI a UMC conta com o Programa de
Gestão Participativa que, por meio do envolvimento das áreas acadêmicas e
administrativas, dos Conselhos Superiores, dos Colegiados de Cursos/NDE e da
CPA, resultam na implantação/atualização das políticas das Instituição por meio de
Instruções Normativas e incremento da capacitação docente e dos coordenadores
de cursos. A implementação das políticas para os cursos de graduação estão afetas
à Pró-reitoria de Graduação e aos Coordenadores de Cursos, com o apoio da
Assessoria Pedagógica e do Setor de Legislação, Projetos e Normas.
A UMC desenvolve suas ações de acordo com os eixos temáticos da
graduação. Todos os projetos são aprovados pelos Conselhos Superiores e
Colegiados de Cursos/Programas de acordo com as normas estatutárias,
regimentais e princípios epistemológicos disponibilizadas no PDI/PPI. O curso
implementou por meio do Projeto Pedagógico as seguintes políticas: Nivelamento,
Orientação
Psicopedagógica,
Procedimentos
relativos
à
Atividade
Discente
Orientada; Interdisciplinaridade, Avaliação do Desempenho Discente, políticas das
bibliotecas dos campi da Universidade; Autoavaliação por meio da CPA; normas
para disciplinas cursadas em regime de dependência e adaptação; Visitas
supervisionadas, Estágio Não Obrigatório, Atividades extensionistas como a
Semana do Meio Ambiente, A Jornada da Gestão Ambiental e da Biologia e Jornada
7
da BIOFARMA; Iniciação científica; Oferta e acompanhamento de estágio obrigatório
e Ações Sociais.
Atividades de extensão / ação social
As atividades de extensão, consideradas em seus diversos enfoques
(inclusive de ação comunitária), são o principal instrumento de articulação da
Universidade com sua comunidade interna e com a sociedade de seu entorno.
Atualmente, as atividades de extensão na UMC são disciplinadas por Instrução
Normativa. Dada a natureza multidisciplinar das atividades de extensão e ação
social, tais ações são desenvolvidas a partir de diferentes setores da Universidade.
Os programas, atividades e eventos de extensão são sempre propostos na
forma de projetos elaborados por seus proponentes, nos quais devem constar:
período de realização, participantes, disciplinas e docentes envolvidos (quando for o
caso), objetivos/metas gerais e específicos da proposta, alinhamento às políticas de
extensão e ação social da UMC, comunidade participante, além dos recursos
necessários, bem como sua forma de captação e utilização. Tais projetos são,
primeiramente, avaliadospela Pró-reitoria de Campus e encaminhados para
providências cabíveis.
De uma maneira geral, a UMC investe em atividades extensionistas de
natureza variada, mas que podem ser agrupadas em quatro grandes áreas: (1)
Cursos de Extensão e Capacitação; (2) Projetos Institucionais de Natureza
Transdisciplinar; (3) Atividades de Extensão diretamente Atreladas aos Cursos de
Graduação e Pós-graduação e (4) Programas de Integração com o Setor Produtivo e
o Mercado de Trabalho. Quanto ao curso, as atividades de extensão são projetadas
em uma ou mais áreas citadas, de acordo com a inserção do curso na comunidade.
Define-se por responsabilidade social a ação desenvolvida pela Universidade
no sentido de vivenciar seus princípios e valores considerados essenciais: gestão,
ensino, pesquisa e extensão, na definição de forte compromisso com a sociedade e
o país.
A UMC acompanha as ações de responsabilidade social por meio das
Coordenações dos Cursos e Pró-reitorias de cunho acadêmico. A divulgação é
8
realizada pela Gerência de Marketing e operacionalizada com o apoio de convênios
e parcerias com os setores públicos e privados.
Na UMC propõe-se a inclusão social por meio do cumprimento das
legislações exaradas pelos órgãos competentes, das quais se destacam: oferta
obrigatória de LIBRAS nos Projetos Pedagógicos de Curso, adaptação do ambiente
da estrutura física, participação no ProUni e FIES e, também, pela implementação
de ações sociais oriundas do Projeto Institucional.
Em especial, o curso de Bacharelado em Ciências Biológicas da UMC
campus fora de sede, através, de suas atividades extensionistas como Semana do
Meio Ambiente, Jornada da Biologia, arrecadam insumos, que vão desde alimentos
à produtos de higiene, para serem doados à Instituições carentes.
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica
As
atividades
de
pesquisa
na
UMC
vêm
apresentando
intenso
desenvolvimento desde o ano de 1998, quando a Universidade passou a participar
do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do CNPq. É
normatizado internamente pela Instrução Normativa UMC 01/2013 e sua
operacionalização, em todos os campi, fica a cargo do Setor de Pesquisa e Iniciação
Científica, subordinado à Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão.
Os projetos são implementados sempre a partir do mês de agosto
edesenvolvidos ao longo dos 12 meses subsequentes. O Comitê Interno procede ao
acompanhamento individual de cada projeto por meio de um calendário específico.
Ao término do processo, os resultados das pesquisas são apresentados no
Congresso Anual de Iniciação Científica da UMC (já em sua 13ª edição). Durante o
Congresso, todos os trabalhos são apresentados através de diversas formas: (i)
resumos publicados nos Anais do Congresso de IC da UMC; (ii) resumos
expandidos publicados em CD; (iii) apresentação de pôsteres e (iv) apresentação
oral em sessões abertas. A avaliação final das atividades (feita por componentes dos
Comitês Interno e Externo) resulta em premiações para os melhores trabalhos.
9
Todos os projetos desenvolvidos através do PIBIC/PVIC foram apresentados
nos Congressos Anuais de IC da UMC e publicados em livros de resumos indexados
junto ao ISBN. Uma versão eletrônica dos livros de resumos é sempre
disponibilizada no site da UMC (http://www.umc.br/pesquisa/pibic_pvic/arquivos/); a
partir de 2008, passou-se a divulgar os trabalhos também sob a forma de CD
(indexado no ISBN).
Tradicionalmente, a UMC também custeia o envio dos três melhores trabalhos
de cada congresso à Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da
Ciência (SBPC), de maneira a garantir visibilidade nacional a uma parcela de sua
produção científica originada no PIBIC/PVIC.
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas apresentou projetos de
Iniciação Científica descritos no Anexo II.
1.3 - Objetivos/competências e habilidades do curso
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a
Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n°
4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e
disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis,
empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os
princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central:
Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o
Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a
Serviço do Meio Ambiente”
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas da Universidade de Mogi das
Cruzes campus fora de sede, em coerência com a missão da instituição, objetiva
uma formação humanística, crítica e com visão global que habilitam o aluno a
compreender o meio social, político, econômico, educacional, cultural e ambiental
onde está inserido e a tomar decisões em um mundo diversificado e
interdependente, além uma formação técnica e científica para atuar nas diversas
áreas da Biologia de uma forma multi e interdisciplinar, com a capacitação para o
exercício profissional, pesquisa e/ou ensino superior e adaptável à dinâmica do
10
mercado de trabalho às situações de mudanças contínuas da profissão. No âmbito
de suas especialidades o Bacharel em Ciências Biológicas poderá atuar em:
pesquisa básica ou aplicada, poderá trabalhar em Empresas, Fundações,
Sociedades e Associações de Classe, Estabelecimento Privados ou do poder
Público, como Universidades e Instituições de Ensino, Institutos de Pesquisa,
Museus, Parques, Fundações, Laboratórios, ONGs, entre outros.
O Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas desenvolve ações para contemplar
as habilidades e competências específicas desse profissional:
- pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental,
dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação,
responsabilidade, diálogo e solidariedade;
- reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem
inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de
forma crítica, com respaldo em pressupostos epistemológicos coerentes e na
bibliografia de referência;
- atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas,
comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos
adequados para ampliar a difusão e ampliação do conhecimento;
- portar-se como educador consciente de seu papel na formação de cidadãos,
inclusive na perspectiva sócio-ambiental;
- utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e
sobre a legislação e políticas públicas referentes à área;
- entender o processo histórico de produção do conhecimento das ciências
biológicas referente a conceitos/princípios/teorias;
- estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade;
- aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e execução de
processos e técnicas visando o desenvolvimento de projetos, perícias, consultorias,
emissão de laudos, pareceres etc. em diferentes contextos;
11
- utilizar os conhecimentos das ciências biológicas para compreender e transformar
o contexto sócio-político e as relações nas quais está inserida a prática profissional,
conhecendo a legislação pertinente;
- desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de
atuação profissional, preparando-se para a inserção no mercado de trabalho em
contínua transformação;
- orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados
com a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas
autóctones e à biodiversidade;
- atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes especialidades e
diversos profissionais, de modo a estar preparado a contínua mudança do mundo
produtivo;
- avaliar o impacto potencial ou real de novos conhecimentos/tecnologias/serviços e
produtos resultantes da atividade profissional, considerando os aspectos éticos,
sociais e epistemológicos;
- comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma
postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecido
quanto às opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional.
1.4 - Perfil Profissional do Egresso
O egresso do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, diante da
missão institucional: “gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais
socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade
contemporânea, do eixo temático central do Projeto Pedagógico Institucional:
Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania; e
subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a
Serviço do Meio Ambiente”, e também em consonância com a Resolução CNE/CES
1.301/2001 de 06/11/2001 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009,
contempla aspectos disciplinares e interdisciplinares que favorecem a formação
12
generalista, crítica e reflexiva, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas sociais relacionadas com a área de formação será um profissional que
revele as seguintes competências e habilidades:
- pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental,
dignidade
humana,
direito
à
vida,
justiça,
respeito
mútuo,
participação,
responsabilidade, diálogo e solidariedade;
- Reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem
inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de
forma crítica, com respaldo em pressupostos epistemólogicos coerentes e na
bibliografia de referência;
- atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas,
comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos
adequados para ampliar a difusão e ampliação do conhecimento;
- portar-se como educador consciente de seu papel na formação de cidadãos,
inclusive na perspectiva sócio-ambiental;
- utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e
sobre a legislação e políticas referentes à sua área;
- entender o processo histórico de produção do conhecimento das Ciências
Biológicas referente a conceitos/princípios/teorias;
- estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade;
- aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e projetos,
perícias, consultorias, emissão de laudos, pareceres etc. em diferentes contextos;
- utilizar os conhecimentos das Ciências Biológicas para compreender e transformar
o contexto sócio-político e as relações nas quais está inserida a prática profissional,
conhecendo a legislação vigente;
13
- desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de
atuação profissional, preparando-se para inserção no mercado de trabalho em
contínua transformação;
- Orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados
com a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas
autóctones e à biodiversidade;
- Atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes, interagindo com
diferentes especialidades e diversos profissionais, de modo a estar preparado a
contínua mudança do mundo produtivo;
- comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma
postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecido
quanto às opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional.
O egresso desse curso, por meio de conteúdos específicos, estuda a Política
de Educação Ambiental, como preceitua a Lei nº 9.795 de 27 de abril de 1999, de
acordo com o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 e Resolução nº 2, de
15 de junho de 2012, inserida na disciplina Educação Ambiental, com possibilidade
opcional do estudo de Libras. Contempla, por meio de conteúdo inserido na
disciplina História e Filosofia da Ciência, o estudo da Educação das Relações
Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, em
conformidade com a Resolução CNE/CP n° 01 de 17 de junho de 2004, e também a
Educação em Direitos Humanos, inserida na disciplina Bioética, em conformidade
com a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012. Além de serem abordados nas
disciplinas nas quais estão inseridos, todos esses conteúdos são também tratados
por meio dos temas transversais e nas atividades interdisciplinares desenvolvidas ao
longo do curso.
Para atender a finalidade maior, os profissionais formados pelo curso estão
aptos a 1) atuar em pesquisa nas diferentes áreas das Ciências Biológicas e áreas
de sua interface, gerando conhecimentos básicos ou aplicados; 2) atuar na docência
em diferentes níveis; 3) atuar em equipes multidisciplinares de pesquisa ou de
14
obtenção de produtos biotecnológicos; 4) ter visão crítica da produção científica e
das ações voltadas para o desenvolvimento científico e tecnológico do país e, 5)
estar consciente da necessidade da sua formação continuada e do papel que pode
ter na busca por uma sociedade sustentável. De acordo com o currículo
efetivamente realizado na área de sua especialidade o profissional pode exercer
suas habilidades em: estabelecimentos privados ou do Poder Público na Área de
Saúde e Ambiental, como Universidades e Instituições de Ensino Superior, Institutos
de Pesquisa, Museus, Parques, Hospitais, Clínicas, Laboratórios, Empresas,
Fundações, ONGs.
1.5 - Estrutura Curricular
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES1.301/2001 de 06/11/2001 e da Resolução CNE/CES n°
4/2009, de 06/04/2009 , respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e
disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis,
empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os
princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central:
Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o
Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a
Serviço do Meio Ambiente”.
A matriz curricular tem sua carga horária delimitada de modo a atender a
Diretriz Curricular e o Projeto Pedagógico Institucional - PPI, os objetivos do curso e
o perfil do egresso. As disciplinas correspondentes são apresentadas em 34, 40, 68,
80 ou 120 horas, de acordo com os conteúdos a serem desenvolvidos, de forma a
propiciar condições para que as competências e habilidades do egresso se
desenvolvam plenamente, tendo a integralização mínima de 8 períodos e a máxima
de 12 períodos.
Na concepção de estrutura elaborada para o desenvolvimento do curso, tendo
em vista alcançar os objetivos propostos, propiciando condições para a efetiva
interdisciplinaridade, que ocorre entre as disciplinas de um mesmo semestre ou
entre períodos. Quanto a flexibilização curricular, ocorre por meio da disciplina
15
optativa de Libras, conteúdos e atividades transversais relacionados à educação
ambiental,
direitos
humanos
e
educação
étnico-racial,
das
atividades
complementares, bem como a Jornada da Biologia, Semana do Meio Ambiente onde
são desenvolvidos cursos, palestras e mesas de atividades.
A integração entre teoria e prática ocorre por meio de aulas práticas como,
por exemplo, nas disciplinas de Histologia, Microbiologia, Zoologia, e nas disciplinas
relacionadas à Botânica entre outras; visitas técnicas realizadas, por exemplo, em
Paranapiacaba, Juréia e PETAR; preparação de seminários para ações sociais.
Apresenta-se, a seguir a representação gráfica de um perfil de formação, a
matriz curricular com as respectivas ementas das disciplinas, acrescidas de
bibliografia básica e bibliografia complementar. Os periódicos são disponibilizados
nos planos de ensino, por área de competência e no subitem Periódicos desse
Projeto Pedagógico de Curso.
16
Representação Gráfica de um Perfil de Formação
Matriz Curricular
BACHARELADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
1º PERÍODO
Horas
ANATOMIA HUMANA
BÁSICO
68
BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR
BÁSICO
68
MICROBIOLOGIA
BÁSICO
68
QUÍMICA GERAL
BÁSICO
68
BÁSICO
34
ESPECÍFICO
34
MATEMÁTICA APLICADA
HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA
KINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS
OPTATIVA
SUB TOTAL
34
374
2º PERÍODO
BIOESTATÍSTICA
BÁSICO
34
HISTOLOGIA
BÁSICO
68
BIOQUÍMICA
BÁSICO
68
FISIOLOGIA HUMANA
BÁSICO
68
PARASITOLOGIA
BÁSICO
34
IMUNOLOGIA
BÁSICO
34
SISTEMÁTICA BIOLÓGICA
BÁSICO
34
SUB TOTAL
340
3º PERÍODO
BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
BÁSICO
68
BIOFÍSICA
BÁSICO
68
ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS I
BÁSICO
68
ANATOMIA VEGETAL
BÁSICO
68
BIOGEOGRAFIA
BÁSICO
34
BIOÉTICA
BÁSICO
SUB TOTAL
34
340
4º PERÍODO
METODOLOGIA DE PESQUISA
BÁSICO
34
ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS II
BÁSICO
68
ECOLOGIA GERAL
BÁSICO
68
GENÉTICA I
BÁSICO
68
ESPECÍFICO
34
BÁSICO
68
LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
EVOLUÇÃO
SUB TOTAL
340
5º PERÍODO
SISTEMÁTICA DE CRIPTÓGAMAS
BÁSICO
68
ZOOLOGIA DOS CORDADOS I
BÁSICO
68
ESPECÍFICO
34
BÁSICO
34
MICOLOGIA
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
GENÉTICA II
BÁSICO
68
ECOLOGIA DE POPULAÇÕES
BÁSICO
68
ATIVIDADES COMPLEMENTARES I
ATIVIDADES
SUB TOTAL
40
380
6º PERÍODO
SISTEMÁTICA DE FANERÓGAMAS
BÁSICO
68
BIOLOGIA MOLECULAR
BÁSICO
68
ZOOLOGIA DOS CORDADOS II
BÁSICO
68
GEOLOGIA
BÁSICO
68
BÁSICO
68
ATIVIDADES
40
ECOLOGIA DE COMUNIDADES
ATIVIDADES COMPLEMENTARES II
SUB TOTAL
380
7º PERÍODO
ECOLOGIA DE ECOSSISTEMAS
BÁSICO
68
PALEONTOLOGIA
BÁSICO
68
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL COMPARADA
BÁSICO
68
LIMNOLOGIA
ESPECÍFICO
34
ECOLOGIA E FISIOLOGIA VEGETAL
BÁSICO
68
BIOTECNOLOGIA
BÁSICO
34
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
TCC
80
ESTÁGIO
120
SUB TOTAL
540
8º PERÍODO
BIOTOXICOLOGIA
ESPECÍFICO
68
ETOLOGIA
ESPECÍFICO
34
OCEANOGRAFIA
ESPECÍFICO
34
POLUIÇÃO AMBIENTAL E SAÚDE
ESPECÍFICO
68
ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL
ESPECÍFICO
68
BOTÂNICA ECONÔMICA
ESPECÍFICO
68
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
TCC
80
ESTÁGIO
120
SUB TOTAL
540
TOTAIS
BÁSICO
2244
ESPECÍFICO
476
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
80
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
160
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
240
OPTATIVA
TOTAL FINAL
34
3234
19
Ementas / Bibliografia Básica / Bibliografia Complementar
1ºPeríodo
Nome da disciplina: Microbiologia
Carga horária: 68h
Ementa: Fundamentos de Microbiologia, abordando o estudo de bactérias, vírus e
fungos quanto à estrutura, morfologia, cultivo. Métodos de controle do crescimento
microbiano. Genética bacteriana. Mecanismo de ação de antimicrobianos, possíveis
mecanismos de resistência e testes de sensibilidade aos mesmos. Importância dos
microorganismos na etiopatogenicidade das infecções, e os principais grupos de
bactérias, vírus e fungos, destacando seu papel nas infecções humanas.
Bibliografia básica:
1. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre:Artmed,
2012 (virtual).
2. TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2008.
3. MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; DUNLAP, P.V.; CLARK, D.P. Microbiologia de
Brock. 12ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. ACTOR, J.K. Imunologia e microbiologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2007.
2. LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. Porto
Alegre:Artmed, 2006-2008.
3. MURRAY, P.R. et al. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
4. DOAN, T.et al. Imunologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2008.
5. LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia.10ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010. (virtual)
Nome da disciplina: Biologia Celular e Molecular
Carga horária: 68 h
Ementa: Conteúdos de base moleculares e celulares dos processos normais e
alterados, como unidade básica dos processos nos seres vivos e sua associação
com os processos mais complexos que acontecem em tecidos e órgãos do corpo.
Ciclo celular, estrutura, replicação, transcrição e tradução do DNA.
Bibliografia básica:
20
1. ALBERTS, B. et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 20062008.
2. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012.(VIRTUAL)
3. LODISH, H.F. et al. Biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed, 2005-2007.
Bibliografia complementar:
1. KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia.
Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, 2008.
2. NUSSBAUM, R.L.; MCINNES, R.R.; WILLARD, H.F. Thompson e Thompson:
genéticamédica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2012.
4. BERKALOFF, A. et al. Biologia e fisiologia celular. São Paulo: E. Blücher, 19752002.
5.DE ROBERTIS, E.M.F.; HIB, J. De Robertis bases da biologia celular e molecular.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Nome da disciplina: Matemática aplicada
Carga horária: 34 h
Ementa: Números reais. Equações. Relações e funções exponenciais e
logarítmicas. Conceito de probabilidade
.
Bibliografia básica:
1. IEZZI, G. et al. Matemática: volume único. São Paulo: Atual, 2007-2008.
2. SILVA, S.M.; SILVA, E.M.; SILVA, E.M.. Matemática básica para cursos
superiores. São Paulo: Atlas, 2002-2008.
3. LAPA, N. Matemática aplicada. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. PAIVA, Manoel. Matemática Paiva. São Paulo: Moderna, 2009. 3 v.
2. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 2008.
3. PEREIRA NETTO, J.C. Física, matemática e química: um modelo de
interdisciplinaridade. Mogi das Cruzes: J.C. Pereira Netto, 2001.
4. LOPES, L. Manual das funções exponenciais e logarítmicas. Rio de Janeiro:
Interciência, 1999.
5. VOLNEI, M. Matemática. São Paulo: Saraiva, 2010 – Coleção resposta certa; 13.
(virtual).
Nome da disciplina: História e Filosofia da Ciência
Carga horária: 34h
Ementa: A origem do Universo; os Filósofos Pré-Socráticos; Platão e Aristóteles; O
desenvolvimento da ciência durante a descoberta do Novo Mundo; Fundamentos
21
filosóficos da Classificação lineana; A História Natural e o Iluminismo; A História
Natural na Alemanha; A emancipação da Biologia; O desenvolvimento da genética;
A origem dos seres vivos; as cosmogonias modernas. Analisa relações étnico-raciais
em ênfase na história e cultura afro-brasileira e dimensiona a real contribuição para
a formação do povo brasileiro
Bibliografia básica:
1. BRAGA, M.; GUERRA, A.; REIS, J.C. Breve história da ciência moderna. Rio de
Janeiro: Zahar, 2007-2008.
2. CHASSOT, A. A Ciência Através dos Tempos. São Paulo:Editora Moderna. 2008.
3. MATOS, R.A. História e Cultura Afro-brasileira. São Paulo: Contexto,2007.
4. FRENCH, S. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009
(virtual)
Bibliografia complementar:
1. BASTOS, C.L. Filosofia da Ciência. São Paulo: Vozes, 2008.
2. CAREL, D. G. Filosofia contemporânea em ação. Porto Alegre: Artmed, 2008.
(virtual)
3. ALVES, R. Filosofia da Ciência - Introdução ao Jogo e suas Regras. São
Paulo:Loyola,1996.
4. ABRANTES, P.C.C. (Org.) Filosofia da Biologia. 1ª Ed. Porto Alegre: Artmed,
2011. (virtual)
5. CHALMERS, A.F. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasilienses, 1993.
6. MUNANGA, K. e GOMES, N.L. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global,
2006.
Nome da disciplina: Química Geral
Carga horária Total: 68h
Ementa: Conceitos fundamentais da química. Funções da química inorgânica.
Estequiometria. Termoquímica. Cinética química. Química ambiental. Química
orgânica.
Bibliografia básica:
1. CHANG, R.J. Química geral: conceitos essenciais. São Paulo: McGraw-Hill, 2007.
(virtual)
2.KOTZ, J.C.; TREICHEL, P.; WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas.
São Paulo: Cengage Learning, 2010.
3. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química: volume único. São Paulo: Saraiva, 2007.
Bibliografia complementar:
1. ATKINS, P.W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e
o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2006-2007. (virtual)
2. PEREIRA NETTO, J.C. Física, matemática e química: um modelo de
interdisciplinaridade. Mogi das Cruzes: J.C. Pereira Netto, 2001.
22
3. BARBOSA, L.C.A. Introdução à química orgânica. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2004.Ex:5
4. RUSSELL, J.B. Química geral. São Paulo: Makron Books, 1994.
5. SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W. M. Química Ambiental. 2ª ed. São Paulo: Pearson,
2010.
Nome da disciplina: Anatomia Humana
Carga horária: 68h
Ementa: Estudo macroscópico e das generalidades anatômicas de todos os
sistemas que compõem o corpo humano, assim como, de suas funções básicas.
Bibliografia básica:
1. ROHEN, J.W.; YOKOCHI, C.; LÜTJEN-DRECOLL, E. Anatomia humana: atlas
fotográfico de anatomia sistêmica e regional. Barueri, SP: Manole, 2006.
2. VAN DE GRAAFF, K.M. Anatomia humana. Barueri, SP: Manole, 2003.
3. TORTORA, G.J. Princípios de Anatomia Humana. 12ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. São
Paulo: Atheneu, 2007.
2. MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia Orientada para a Clínica. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
3. FREITAS, V. Anatomia: conceitos e fundamentos. 1ª ed. Porto Alegre: Artemed,
2008. (virtual)
4. NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: SaundersElsevier,
2008.
5. BASMAJIAN, J; GRANT, J.C.B. Anatomia de Grant. São Paulo: Manole,1993.
Nome da disciplina: LIBRAS (optativa)
Carga horária: 34h
Ementa: Língua Brasileira de Sinais como recurso de comunicação e expressão da
comunidade surda, por meio de um sistema linguístico de natureza visual-motora,
com estrutura gramatical própria. Abordagem histórica e jurídica da Libras, como
meio legal de expressão dos surdos. A cultura e identidade surda como
possibilidade de apropriação pelo futuro profissional do uso de Libras na
comunicação com pessoas surdas.
Bibliografia básica:
23
1. HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua
brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez.
São Paulo: Ciranda Cultural, 2009.
2. QUADROS, Ronice Müller de ; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais
Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: ARTMED, 2011. (virtual)
3. GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa? : crenças e preconceitos em torno
da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2010-2012.
Bibliografia Complementar
1. SOUZA, Tanya Amara Felipe de. Libras em contexto: curso básico : livro do
estudante. 9. ed. Rio de Janeiro: Walprint, 2009. 187 p. + 1 DVD
2. ALMEIDA, Elizabeth Oliveira Crepaldi de et al. Atividades ilustradas em sinais da
LIBRAS. Rio de Janeiro: Revinter, c2004.
3. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline
Cristina. Novo deit-libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de
sinais brasileira baseado em linguística e neurociências cognitivas. São Paulo:
EDUSP, 2009. 2 v.
4. KOJIMA, Catarina Kiguti; SEGALA, Sueli Ramalho. Libras: língua brasileira de
sinais : a imagem do pensamento. São Paulo: Escala, 2008. 5 v.
5. FERNANDES, Eulalia; SILVA, Angela Carrancho da et al. Surdez e bilingüismo.
2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2008.
2° PERÍODO
Nome da disciplina: Bioquímica
Carga horária: 68h
Ementa: Estudo da água e sistemas tamponantes biológicos. Estudo da estrutura e
funções da biomolécula proteína. Função das enzimas, seus cofatores e inibidores
enzimáticos. Estudo da estrutura e funções das biomoléculas, carboidratos e
lipídeos, envolvidas no metabolismo energético. Estudo do metabolismo energético,
considerando as respostas metabólicas e adaptações celulares após alimentação e
jejum.
Bibliografia básica:
1. MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007.
2. VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. 2ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2008. (virtual).
3. MURRAY, R.K.; GRANNER, D.K.; RODWELL, V.W. Harper - Bioquímica Ilustrada.
São Paulo: Mcgraw-Hill Brasil, 2006.
Bibliografia complementar:
24
1. BERG, J.M; TYMOCZKO, J.L.; STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. (virtual).
2. MOTTA, V. T. Bioquímica. Porto Alegre: EDUCS, 2005.
3. NELSON, D.L; COX, M.M.; LEHNINGER, A.L. Princípios da Bioquímica. São
Paulo: Sarvier, 2006.
4. PELLEY, J.W. Bioquímica. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2007.
5. CHAMPE, P.C. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 1996-2002.
Nome da disciplina: Fisiologia Humana
Carga horária: 68h
Ementa: Apresentação dos aspectos morfofuncionais associados à Fisiologia Geral
de órgãos e sistemas do organismo humano.
Bibliografia básica:
1. COSTANZO, L.S. Fisiologia. Rio de Janeiro: SaundersElsevier, 2007.
2. GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
SaundersElsevier, 2006.
3. SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
(virtual)
Bibliografia complementar:
1. SILBERNAGL, S.; DESPOPOULOS, A. Fisiologia: texto e atlas. Porto Alegre:
Artmed, 2009.
2. AIRES, M.M.; CASTRUCCI, A.M.L. Fisiologia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012. (virtual)
3. ADER, J. L. et al. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2006.
4. BIRNEY, M.H. Fisiopatologia. Rio de Janeiro: LAB, 2007.
5. FOX, S.I. Fisiologia humana. Barueri, SP: Manole, 2007.
Nome da disciplina: Histologia
Carga horária: 68h
Ementa: Diferenciação dos vários tecidos que formam o corpo humano, suas
especificidades, funções e localizações.
Bibliografia básica:
1. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 11ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. (virtual)
2. GARTNER, L.P.; HIATT, J.L. Tratado de histologia em cores. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
3. GITIRANA, M. Histologia: conceitos básicos dos tecidos. São Paulo: Atheneu,
2007.
25
Bibliografia complementar:
1. WELSCH, U. Sobotta atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia
microscópica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
2. KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia.
Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2008.
3. TELSER, A.G.; YOUNG, J.K.; BALDWIN, K.M. Histologia. Rio de Janeiro:
MosbyElsevier, 2008.
4. STEVENS, A.; LOWE, J.S. Histologia humana. São Paulo: Manole, 2001.
5. ARESTRUP, B. J. Histologia Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
(virtual)
Nome da disciplina: Imunologia
Carga horária: 34h
Ementa: Estudar os componentes celulares e moleculares do sistema imune
humano, através do aprendizado dos mecanismos gerais da resposta imune inata e
específica. Demonstrar que estes mecanismos são regulados e que a modificação
ou a perda desta regulação pode ocasionar as imunopatologias.
Bibliografia básica:
1. ROITT, I.M. Fundamentos de imunologia básica. 12ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013. (virtual)
2. FORTE, W. C. N. Imunologia: do básico ao aplicado. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed,
2007. (virtual)
3. DOAN, T.et al. Imunologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Bibliografia complementar:
1. VOLTARELLI, J.C. Imunologia clínica na prática médica. São Paulo: Atheneu,
2009. 2. LEVINSON, W; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. 10ª ed.
Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual)
3. FORTE, W.C.N. Imunologia: do básico ao aplicado. Porto Alegre: Artmed, 2007.
4. ACTOR, J.K. Imunologia e microbiologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2007.
5. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed,
2006-2008.
Nome da disciplina: Parasitologia
Carga horária: 34h
Ementa: Conceitos gerais sobre parasitologia. Relação parasita – hospedeiro.
Estudo de protozoários,metazoários e vetores, responsáveis pelas endemias
nacionais. Abordagem sobre aspectos gerais da biologia relacionados à
26
parasitologia, epidemiologia e patologia. Métodos de diagnóstico, tratamento e
profilaxia dos principais agentecausadores de parasitoses humanas.
Bibliografia básica:
1. REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos
ocidentais. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual)
2. MORAES, R.G.; LEITE, I.C.; GOULART, E.G. Moraes parasitologia & micologia
humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. NEVES, D.P.; MELO, A.L.; LINARDI, P.M.; VITOR, R.W.A. Parasitologia humana.
São Paulo: Atheneu, 2005.
Bibliografia complementar:
1. AMATO, V.N; AMATO, V.S; GRYSCHEK, R.C.B; TUON, F.F. Parasitologia - uma
abordagem clinica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
2. NEVES, D.P. Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2006.
3.NEVES, D.P.; BITTENCOURT NETO, J.B. Atlas didático de parasitologia. São
Paulo: Atheneu, 2009.
4. SPICER, W. J. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas: um texto ilustrado
em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
5. REY, L. Bases da parasitologia médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010. (virtual)
Nome da disciplina: Bioestatística
Carga horária: 34h
Ementa: Estudo estatístico na da Ciência. Obtenção de dados. Descrição gráfica de
variáveis quantitativas e qualitativas. Amostragem. Medidas de posição. Variância.
Bibliografia básica:
1. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 2008.
2. DORIA FILHO, U. Introdução à bioestatística: para simples mortais. São Paulo:
Elsevier, 2003.
3. CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística. Porto Alegre: Artmed, 2007. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. RIUS DÍAZ, F.; LÓPEZ, F.J.B. Bioestatística. São Paulo: Thomson, 2007.
2. CRESPO, A.A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2004-2005.
3. MOORE, D.S. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
4. VIEIRA, S. Elementos de estatística. São Paulo: Atlas, 1999.
5. ARANGO, H. G. Bioestatística: teórica e computacional. 3ª ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan, 2011. (virtual)
Nome da disciplina: Sistemática Biológica
27
Carga horária: 34 h
Ementa: Princípios e métodos em Sistemática Biológica. Principais escolas da
sistemática. Escola Filogenética: caracteres, cladogramas, grupos. Homologias e
analogias. Noções de nomenclatura biológica. Conceitos de espécie.
Bibliografia básica:
1. JUDD, W.S., CAMPBELL, C.S., KELLOGG, E.A., STEVEN, P.F. & DONOGHUE,
M.J. Sistemática Vegetal um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
2. AMORIM, D.S. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos,
2002-2009.
3. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2007.
(virtual)
Bibliografia complementar:
1. SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação
das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. São
Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008.
2. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma
abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005.
3. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo:
Nacional, 1988.
4. PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo:
UNESP, 2004.
5. FRANCESCHINI, I. M. et al. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e
ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual).
3° Período
Nome da disciplina: Bioética
Carga horária: 34h
Ementa: Conceito e Principais Fundamentos de Bioética. Bioética x Biossegurança.
Biossegurança em laboratórios e seus riscos. Equipamentos de Proteção Individual
e Coletiva. Descarte de Materiais. Organismos Geneticamente Modificados (OGM).
Biossegurança no contexto da Gestão da qualidade. Legislação. Direitos Humanos:
Conceito, Tratados, Características e Dimensões dos Direitos Fundamentais. Os
Direitos Humanos No Brasil: A Legislação Brasileira e a Educação em Direitos
Humanos. Os Princípios da Educação em Direitos Humanos.
Bibliografia básica:
1. NAMBA, E. T. Manual de bioética e biodireito. São Paulo: Atlas, 2009. (virtual)
28
2. DALL'AGNOL, D. Bioética Princípios morais e aplicações. Rio de Janeiro: DP&A,
2004.
3. LOLAS, F. Bioética: o que é como se faz. São Paulo: Loyola, 2005.
4. CASADO FILHO, Napoleão. Coleção Saberes do Direito 57 - Direitos Humanos
Fundamentais, 1ª edição, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. HOLLAND, S. Bioética: Enfoque Filosófico. São Paulo: Loyola, 2008.
2. KIPPER, D.J.; SIQUEIRA, J.E.; ZOBOLI, E. Bioética Clínica. São Paulo/Editora
Gaia, 2008.
3. SILVA, I.O. BIODIREITO, bioética e patrimônio genético brasileiro. São Paulo:
Pillares, 2008.
4. GARRAFA, V.; KOTTOW, M.; SAADA, A. Bases conceituais da bioética: enfoque
latino-americano. São Paulo: Gaia, 2006.
5. LA TAILLE, Y. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre:
Artmed, 2007. (virtual).
6. PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional , 12ª
edição, 2010. (virtual)
Nome da disciplina: Anatomia Vegetal
Carga horária: 68h
Ementa: Morfologia externa e interna de órgãos vegetativos e reprodutivos dos
principais grupos de vegetais superiores: padrões básicos, adaptações e
classificações.
Bibliografia básica:
1. GONÇALVES, E.M.; LORENZI, H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário
ilustrado de morfologia das plantas vasculares. Nova Odessa: Instituto Plantarum de
Estudos da Flora, 2007.
2. APEAZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S.M. Anatomia
Vegetal. Editora UFV: Viçosa. 2003
3. CUTTER, E.G., BOTHA, T., STEVENSON, D. W. Anatomia Vegetal: uma
abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. RAVEN, P.H.; EVERTY, R .F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
2. BONA, C.; BOEGER, M. R.; SANTOS, G. O. Guia ilustrado de anatomia vegetal.
Ribeirão Preto: Holos, 2004.
3. CUTTER, E. G. Anatomia vegetal: experimentos e interpretação. São Paulo:
Rocca, 1987-2002.
4. FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas. São Paulo: Nobel, 1983.
5. FRANCESCHINI, I. M. et al. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e
ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual).
29
Nome da disciplina: Biofísica
Carga horária: 68h
Ementa: Noções de Grandezas do Universo. Leis da Termodinâmica. Mecanismos
de termogênese e termólise. Mecânica de fluidos. Biofísica de superfície.
Eletrobiologia. Transdução de sinais. Radiobiologia.
Bibliografia básica:
1. MOURÃO JÚNIOR, C. A.; ABRAMOV, D.M. Curso de biofísica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009. (virtual)
2. RODAS DURÁN, J.H. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006-2008.
3. OLIVEIRA, J.R. Biofísica para ciências biomédicas. Porto Alegre: EDIPUCRS,
2008.
Bibliografia complementar:
1. HALL, S. J. Biomecânica Básica. 4.ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 20052009.
2. BITELLI, Thomaz (Org.). Física e dosimetria das radiações. São Paulo: Atheneu,
2006.
3. HENEINE, I.F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 1993-2008.
4. GARCIA, E.A.C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2000-2002.
5. MOURÃO JÚNIOR, C. A., ABRAMOV, D. M (0rg). Biofísica Essencial. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual).
Nome da disciplina: Biologia do Desenvolvimento
Carga horária: 68h
Ementa: Conceitos dos processos do desenvolvimento, incluindo aspectos
morfológicos, bem como os mecanismos celulares que atuam na embriogênese e na
diferenciação celular. Estes processos serão abordados no contexto do
desenvolvimento de diferentes organismos vertebrados e invertebrados.
Bibliografia básica:
1. WOLPERT, L. et al. Princípios de biologia do desenvolvimento. Porto Alegre:
Artmed, 2008.
2. CASTILLO ROMERO, M.E. et al. Embriologia: biologia do desenvolvimento. São
Paulo: Iátria, 2005.
3. AARESTRUP, B. J. Histologia Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
30
1. BOGART, B.I.; ORT, V.H. Anatomia e embriologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier,
2008.
2. ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K. Fundamentos da Biologia Celular. Porto
Alegre: Artmed, 2006-2008.
3. GILBERT, S. F. Biologia do desenvolvimento. São Paulo: Funpec. 1995.
4. MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000.
5. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual).
Nome da disciplina: Zoologia dos Invertebrados I
Carga horária: 68h
Ementa: Caracterização, morfologia, biologia geral, evolução e sistemática dos
seguintes grupos animais: Porífera, Cnidária, Ctenophora, Platyhelminthes,
Rotifera, Acanthocephala, Gnathostomulida, Nemertea, Mollusca, Annelida,
Bryozoa, Brachiopoda e Phoronida.
Bibliografia básica:
1. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma
abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005.
2. DURVAL, M.; FERRI, M.G. Zoologia: protocordados e vertebrados. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1974.
3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia.
15ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. São Paulo: Guanabara Koogan,
2007.
2. VANZOLINI, P.E. Episódios da zoologia brasílica. São Paulo: HUCITEC, 2004.
3. RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M, Invertebrados: manual de aulas práticas.
Ribeirão Preto: Holos, 2002.
4. MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K.V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da
vida na Terra. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Nome da disciplina: Biogeografia
Carga horária: 34 h
Ementa: Breve histórico da Biogeografia. O Cenário Físico. Distribuição de Espécies
e das Comunidades. A Terra em mudança. Glaciação e dinâmica biogeográfica do
Pleistoceno. Especiação e Extinção. Dispersão. Endemismo, Provincialismo e
31
Disjunção. Reconstrução de histórias biogeográficas. Sistemática Filogenética e
Biogeografia. Biogeografia de ilhas. Diversidade de espécies em hábitats marinhos e
continentais. Processos e padrões continentais. Biogeografia e Conservação.
Bibliografia básica:
1.COX, C.B.; MOORE, P.D.; PETER, D. Biogeografia: uma abordagem evolucionária
e ecológica. 7 ed. São Paulo, LTC, 2009.
2. ROMARIZ, D.A. Biogeografia. São Paulo: Scortecci, 2008.
3. BOTKIN, D. B.; KELLER, E. A. Ciência Ambiental – Terra: Um Planeta Vivo. 7ª
edição. Rio de Janeiro: LTC, 2011. (vitrtual)
Bibliografia complementar:
1. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual)
2. DAJOZ, Roger. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008.
3. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo:
Nacional, 1988.
4. MEYER, D.; EL-HANI, C.N. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: UNESP,
2005.
5. AMORIM, D.S. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos,
2002-2009.
4º Período
Nome da disciplina: Legislação Ambiental
Carga horária: 34 h
Ementa: Direito Ambiental. O ambiente na legislação brasileira. O patrimônio
ambiental nacional: natural, artificial e cultural. O meio ambiente na Constituição
Federal de 1988. A Política Nacional do Meio Ambiente. A Política Nacional de
Recursos Hídricos. A Política Nacional de Educação Ambiental. O Sistema Nacional
de Unidades de Conservação. Lei dos Crimes Ambientais.
1. BRASIL.; MEDAUAR, Odete
(Org.). Coletânea de legislação ambiental,
constituição federal.
8. ed., rev., ampl. e atual. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2008.
2. SILVA, O.F. Direito ambiental e ecologia: aspectos filosóficos contemporâneos.
Barueri, SP: Manole, 2003.
3. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. 13ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2012 (virtual)
Bibliografia complementar:
1. RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003-2009.
2. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 14. ed. São Paulo: Malheiros,
2006.
32
3. AGRELLI, V.M. Coletânea De Legislação Ambiental V.2. São Paulo: Freitas
Bastos, 2003. 5. 5. 4. AGRELLI, V.M. Coletânea De Legislação Ambiental V.1. São
Paulo: Freitas Bastos, 2002.
5. MORAES, L. C. S. Curso de Direito Ambiental. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2004
(virtual)
Nome da disciplina: Ecologia Geral
Carga horária: 68 h
Ementa: Conceitos de ecologia geral, incluindo a classificação de organismos em
níveis hierárquicos e tróficos, as divisões biogeográficas e as suas relações
ecológicas. Estória climática e evolucionária do planeta, envolvendo os processos
que definiram os atuais padrões de distribuição de organismos, além das teorias
envolvendo especiação. Características físicas e biológicas dos biomas do mundo. O
equilíbrio da natureza será estudado por meio da análise de processos de
transferência de energia e matéria entre os vários componentes dos ecossistemas,
bem como das relações harmônicas e não harmônicas mantidas entre seus
componentes.
Bibliografia básica:
1. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008.
2. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
3. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Bibliografia Complementar
1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São
Paulo: Atheneu, 2009.
2. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009.
3. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento
de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002.
4. GUATTARI, F. As três ecologias. Campinas: Papirus, 2001.
5. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual)
Nome da disciplina: Genética I
Carga horária: 68 h
Ementa: Estudo de padrões de herança, material genético. Análise e interpretação
dos cromossomos e síndromes humanas.
Bibliografia básica:
33
1.BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W.M. Genética humana. Porto Alegre:
Artmed, 2001-2007.
2.PASTERNAK, J.J. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos das
doenças hereditárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
3. SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 6ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009.
2. NUSSBAUM, R.L.; MCINNES, R.R.; WILLARD, H.F. Thompson e Thompson:
genetica médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. RINGO, J. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
4. PASSARGE, E. Genética: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2004.
5. OTTO, P. A. et.al. Genética médica. São Paulo: Roca, 2013. (virtual).
Nome da disciplina: Evolução
Carga horária: 68 h
Ementa: História do Pensamento Evolutivo. Padrão da evolução. Seleção natural.
Estimando árvores evolutivas.Mutação e variação genética. Estudando a adaptação:
análise evolutiva de forma e função.Seleçãosexual.Seleção de parentesco e
comportamento social. Envelhecimento e outras características das histórias de vida.
Desenvolvimento e evolução. Mecanismos de especiação. Origem da Vida, evolução
pré-cambriana, a explosão do Cambriano e além. Extinções. A evolução humana.
Ciência e religião.
Bibliografia básica:
1. STEARNS, S.C.; HOEKSTRA, R.F. Evolução: uma introdução. São Paulo:
Atheneu, 2003.
2. MEYER, D.; EL-HANI, C. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: UNESP,
2005.
3. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Bibliografia complementar:
1. MAYR, E. O que é evolução. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.
2. BURNIE, D. Evolução. São Paulo: PubliFolha, 2008.
3. BURNIE, D. Fique por dentro da evolução. São Paulo: Cosac &Naify, 2001.
4. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. Ribeirão Preto: FUNPEC, 1997-2003.
5. RIDLEY, M. Evolução. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Nome da disciplina: Zoologia dos Invertebrados II
34
Carga horária: 68 h
Ementa: Caracterização, morfologia, biologia geral, evolução e sistemática dos dos
seguintes grupos: Cephalorhyncha: Kinorhyncha, Loricifera e Priapulida;Nematozoa:
Nematoda e Nematomorpha; Onychophora e Tardigrada; Introdução aos Arthropoda;
Trilobitomorpha; Chelicerata; Crustacea; Myriapoda; Hexapoda.
1. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma
abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005.
2. DURVAL, M.; FERRI, M.G. Zoologia: protocordados e vertebrados. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1974.
3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia.
15ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. São Paulo: Guanabara Koogan,
2007.
2. VANZOLINI, P.E. Episódios da zoologia brasílica. São Paulo: HUCITEC, 2004.
3. RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M, Invertebrados: manual de aulas práticas.
Ribeirão Preto: Holos, 2002.
4. MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K.V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da
vida na Terra. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Nome da disciplina: Metodologia de Pesquisa
Carga horária: 34 h
Ementa: Abordagem aplicada às etapas de um projeto de pesquisa científica e
desenvolvimento do raciocínio crítico na análise e interpretação de textos científicos.
Bibliografia básica:
1. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; SILVA, R. Metodologia científica. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
2. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2008.
3. PEREIRA-MATIAS, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. Universidade de Mogi das Cruzes. Orientações para apresentação de trabalhos
acadêmicos. Mogi das Cruzes, 2010.
2. GONÇALVES, H.A. Manual de projetos de pesquisa científica. São Paulo:
Avercamp, 2007.
35
3. BASTOS, L.R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de
pesquisas, teses, dissertações e monografias. São Paulo: LTC, 2003-2004.
4. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2001.
5. FARIAS-FILHO, M. C. & ARUDA-FILHO, E. J. M. Planejamento da pesquisa
científica. São Paulo: Atlas, 2013. (virtual)
5° PERÍODO
Nome da disciplina: Atividades Complementares I
Carga horária: 40 h
Ementa: Aperfeiçoamento e complementação do processo de formação do aluno
por meio de atividades vinculadas ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida.
Nome da disciplina: Genética II
Carga horária: 68 h
Ementa: Herança monoíbrida, poliíbrida, alelos múltiplos, ligação crossing-over e
mapeamento cromossômico. Herança poligênica. Herança ligada ao sexo nos seres
vivos. Interações gênicas. Plasticidade genética. Genética de populações. Genética
e seus processos evolutivos.
Bibliografia básica:
1.BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W.M. Genética humana. Porto Alegre:
Artmed, 2001-2007.
2.PASTERNAK, J.J. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos das
doenças hereditárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
3. SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 6ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009.
2. NUSSBAUM, R.L.; MCINNES, R.R.; WILLARD, H.F. Thompson e Thompson:
genetica médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. RINGO, J. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
4. PASSARGE, E. Genética: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2004.
5. OTTO, P. A. et.al. Genética médica. São Paulo: Roca, 2013. (virtual)
Nome da disciplina: Micologia
36
Carga horária: 68 h
Ementa: A árvore da vida e biodiversidade. História da Micologia. Fungos e Líquens:
caracterização morfológica, biologia, evolução, classificação e importância dos
principais grupos.
Bibliografia básica:
1. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo:
Nacional, 1988.
2. RAVEN, P.H.; EVERTY, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
3. MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; DUNLAP, P.V.; CLARK, D.P. Microbiologia de
Brock. 12ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. MORAES, R.G.; LEITE, I.C.; GOULART, E.G. Moraes parasitologia & micologia
humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual)
2. AZEVEDO, J. L. de (Org.). Fungos: uma introdução à biologia, bioquímica e
biotecnologia. 2. ed., rev. e ampl. Caxias do Sul: EDUCS, 2010.
3. SPICER, W.J. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas: um texto ilustrado
em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
4. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed,
2006-2008.
5. TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2008.
Nome da disciplina: Sistemática de Criptógamas
Carga horária: 68 h
Ementa: Princípios e métodos de Sistemática Vegetal. Noções de nomenclatura.
Principais sistemas de classificação. Caracterização morfológica, biologia, evolução,
taxonomia e importância econômica de organismos fotossintetizantes (exceto
Fanerógamas).
Bibliografia básica:
1. JUDD, W.S., CAMPBELL, C.S., KELLOGG, E.A., STEVEN, P.F. & DONOGHUE,
M.J. 3 ed. Sistemática Vegetal um enfoque filogenético. Porto Alegre: Artmed, 2009.
2. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo:
Nacional, 1988.
3. CULTLER, D. F. Anatomia Vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre:
Artmed, 2011. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. GONÇALVES, E.M.; LORENZI, H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário
ilustrado de morfologia das plantas vasculares. Nova Odessa: Instituto Plantarum de
Estudos da Flora, 2007.
37
2. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. São Paulo: Nacional,
2002-2005.
3. FERRI, M.G. Glossário ilustrado de botânica. São Paulo: Nobel, 1981.
4. SMITH, G.M. Botânica criptogâmica. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian,
1979.
5. FRANCESCHINI, I. M. et al. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e
ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual).
Nome da disciplina: Zoologia dos Cordados I
Carga horária: 68 h
Ementa: Filogenia dos Deuterostomia. Origem e caracterização dos Chordata e
seus subfilos. Morfologia, Biologia, Filogenia e diversidade nos Cephalochordata,
Tunicata e Vertebrata. Evolução e biologia das principais linhagens de vertebrata:
Agnatha, Placodermi, Chondrichthyes, Actinopterygii, Sarcopterygii.
Bibliografia básica:
1. POUGH, F.H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos vertebrados. 4 ed. São
Paulo: Atheneu, 2008.
2. DURVAL, M.; FERRI, M.G. Zoologia: protocordados e vertebrados. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1974.
3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia,
13ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual)
Bibliografia complementar:
1. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G.E. Análise da estrutura dos vertebrados. São
Paulo: Atheneu, 2006.
2. HÖFLING, E. Chordata. Manual para um Curso Prático. São Paulo: EDUSP. 1995.
3. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma
abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005.
4. FERNANDES, V. Zoologia. São Paulo: EPU, 1982.
5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Nome da disciplina: Educação Ambiental
Carga horária: 34 h
Ementa: Histórico, fundamentos teóricos e práticos, objetivos e princípios da
Educação Ambiental como instrumento de participação e mudança de
comportamento. Estudo de Caso e elaboração de projeto de intervenção em
Educação Ambiental.
Bibliografia Básica:
38
1.REIGOTA, M. O que é educação ambiental. 2 ed. São Paulo: Brasiliense, 2009.
2. PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole,
2005-2009.
3. RUSCHEINSKY, A. (Org.) Educação ambiental: abordagens multiplas. 2ª ed.
Porto Alegre: Penso, 2012. (virtual)
Bibliografia Complementar
4. PHILIPPI JÚNIOR, A. et al. Municípios e meio ambiente: perspectivas para a
municipalização da gestão ambiental no Brasil. São Paulo: Associação Nacional de
Municípios e Meio Ambiente, 1999.
5. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento
de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002.
6. REIGOTA, M. Meio ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 2004.
7. DIAS, G.F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004.
8. SATO, M. & CARVALHO, I. Educação Ambiental: pesquisa e desafios. Porto
Alegre: Artmed, 2005. (virtual)
Nome da disciplina: Ecologia de Populações
Carga horária: 68 h
Ementa: Introdução ao Estudo das populações. Estrutura de populações. Dinâmica
de populações. Interações entre populações. Distribuição espacial dos indivíduos.
Recursos naturais e biodiversidade, principais impactos na Biodiversidade, recursos,
invasão de espécies exóticas e mudanças climáticas.
Bibliografia Básica:
1. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
2. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008.
3. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Bibliografia Complementar
1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São
Paulo: Atheneu, 2009.
2. ODUM, Eugene P.; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia.
5. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2008.
3. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009.
4. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento
de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002.
5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
(Virtual)
6° PERÍODO
39
Nome da disciplina: Atividades Complementares II
Carga horária: 40 h
Ementa: Aperfeiçoamento e complementação do processo de formação do aluno
por meio de atividades vinculadas ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida.
Nome da disciplina: Sistemática de Fanerógamas
Carga horária: 68 h
Ementa: Principais sistemas de classificação das Espermatófitas. Caracterização
morfológica, biologia, evolução, taxonomia e importância econômica dos grandes
grupos de Gimnopermas e Angiospermas.
Bibliografia básica:
1. SOUZA, V.C.H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias
de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. São Paulo:
InstitutoPlantarum de Estudos da Flora, 2008.
2. JUDD, W.S., CAMPBELL, C.S., KELLOGG, E.A., STEVEN, P.F. & DONOGHUE,
M.J. 3 ed. Sistemática Vegetal um enfoque filogenético. Porto Alegre: Artmed, 2009.
3. CULTLER, D. F. Anatomia Vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre:
Artmed, 2011. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo:
Nacional, 1988.
2. Barroso, G.M. et al. Sistemática das angiospermas do Brasil. Vol.1. UFV: Viçosa,
2007.
3. AMORIN, D.S. Fundamentos da Sistemática Filogenética. Ribeirão Preto: Holos,
2002.
4. SMITH, G.M. Botânica criptogâmica. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian,
1979.
3. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
(Virtual)
Nome da disciplina: Zoologia dos Cordados II
Carga horária: 68 h
Ementa: Origem, Evolução, Morfologia, Biologia e diversidade das Classes
Amphibia, Reptilia, Aves, Mammalia. Anatomia dos vertebrata: evolução dos
diferentes sistemas, formas e função.
Bibliografia básica:
40
1.
POUGH, F.H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos vertebrados. 4 ed. São
Paulo: Atheneu, 2008.
2. SCHIMIDT-NULSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. São
Paulo: Santos, 2013. (virtual)
3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia,
13ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual)
Bibliografia complementar:
1. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G.E. Análise da estrutura dos vertebrados. São
Paulo: Atheneu, 2006.
2. HÖFLING, E. Chordata. Manual para um Curso Prático. São Paulo: EDUSP. 1995.
3. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma
abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005.
4. FERNANDES, V. Zoologia. São Paulo: EPU, 1982.
5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Nome da disciplina: Ecologia de Comunidades
Carga horária: 68 h
Ementa: Definições de Comunidades. Mecanismos de Criação e Manutenção da
Biodiversidade. Teorias sobre Comunidades. Descrição e os Processos de
Organização das Comunidades. Agroecossistemas. Evolução e Regeneração das
Comunidades Vegetais. Regeneração Natural em diferentes Comunidades Vegetais.
Os Novos Paradigmas Ecológicos. Restauração Ecológica.
Bibliografia Básica:
1. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008.
2. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
3. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual)
Bibliografia Complementar
1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São
Paulo: Atheneu, 2009.
2. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009.
4. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento
de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002.
5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
(Virtual)
Nome da disciplina: Biologia Molecular
41
Carga horária: 68 h
Ementa: Tecnologia do DNA recombinante, técnicas de biologia molecular aplicadas
ao diagnóstico. Marcadores genético-moleculares, caracterização do DNA humano e
suas implicações no estudo das análises moleculares.
Bibliografia Básica:
1. LODISH, H.F. et al. Biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed, 2005-2007.
2. ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5ªed. Porto Alegre: Artmed,
2010. (virtual)
3. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012.(Virtual)
Bibliografia Complementar:
1. ULRICH, D. et al. Bases moleculares da biotecnologia. São Paulo: Roca, 2008.
2. WATSON, J.D. et al. Biologia molecular do gene. Porto Alegre: Artmed, 2006.
3. COOPER, G.M.; HAUSMAN, R.E. A célula: uma abordagem molecular. 3. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007.
4. BERKALOFF, A. et al. Biologia e fisiologia celular. São Paulo: Blücher, 1975-2002.
5. ZAHA, A. (ORG.) et al. Biologia molecular básica. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed,
2012. (virtual)
Biologia molecular básica.(virtual)
Nome da disciplina: Geologia
Carga horária: 68 h
Ementa: Terra: teorias sobre a origem do Universo; evolução do tempo geológico
desses processos permitirá identificar as etapas de diferenciação, e, portanto, da
estrutura interna do planeta. Processos Geológicos Internos: os processos
geológicos atuantes no interior da Terra tem implicações no meio físico externo, que
podem ou não ser observadas pelo Homem. As técnicas utilizadas para estudar o
interior da Terra e as hipóteses sobre a sua composição interna a partir da
planetogênese comparada. A origem da energia e calor internos do planeta.
Processos Geológicos Externos: a modelagem da superfície do globo terrestre está
associada aos processos geológicos externos. Tais processos são explicados pela
observação direta de sua ocorrência no cotidiano que explicam, quando
interpretados ao longo do tempo geológico, a extensão das mesmas. O estudo do
meio físico e a interação entre os compartimentos que o compõe (litosfera,
hidrosfera e atmosfera) permitirão ao aluno estabelecer critérios para o uso racional
dos recursos geológicos explorados pelo Homem.
Bibliografia básica:
POPP, J. H. Geologia Geral. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. (virtual)
42
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra.
São Paulo: Nacional, 2010.
MONROE, J. S.; WICANDER, R. Fundamentos de Geologia. São Paulo: CENGAGE,
2009.
Bibliografia complementar:
BRANCO, P.M. Dicionário de Mineralogia e Gemologia. São Paulo: Oficina de
textos, 2008.
NEVES, P.C.P. Introdução a Mineralogia Pratica. Porto Alegre: Ulbra, 2008.
PRESS, F. et al. Para entender a terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008
SUGUIO, K.; SUZUKI, U. A Evolução Geológica da Terra e a Fragilidade da Vida.
São Paulo, Edgard Blücher, 2003.
POMEROL, C. Princípios de geologia: técnicas, modelos e teorias.14ª ed. Porto
Alegre: Bookman, 2013. (virtual)
7º PERÍODO
Nome da disciplina: Ecologia e Fisiologia Vegetal
Carga horária: 68 h
Ementa: Água e nutrição mineral: propriedades, absorção, transporte. Fotossíntese.
Transporte de solutos. Respiração. Crescimento e desenvolvimento: fitormônios,
inibidores e retardadores. Adaptações morfofisiológicas das plantas no ambiente.
Bibliografia básica:
1. RAVEN, P.H.; EVERTY, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
2. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. 2. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: E.P.U., 1985-2007.
4. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009.
5. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
5. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Nome da disciplina: Biotecnologia
Carga horária: 68 h
43
Ementa: Introdução à Biotecnologia fundamentação e aplicação das técnicas de
biotecnologia nas diferentes áreas do conhecimento biomédico. Melhoria genética e
reprodução humana. Produção de vacinas gênicas, métodos e aplicação.
Organismos geneticamente modificados. Bioterismo. Clonagem.
Bibliografia básica:
1. ULRICH, D. et al. Bases moleculares da biotecnologia. São Paulo: Roca, 2008.
2. SARLET, I.W.; LEITE, G.S. Direitos fundamentais e biotecnologia. São Paulo:
Método, 2008.
3. ZAHA, A. (ORG.) et al. Biologia molecular básica. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed,
2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. SERAFINI, L.A.; BARROS, N.M.; AZEVEDO, J.L. Biotecnologia: avanços na
agricultura e na agroindústria. Caxias do Sul: Educs, 2002.
2. LODISH, H.F. et al. Biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed, 2005-2007.
3. ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 20042008.
4. WATSON, J.D. et al. Biologia molecular do gene. Porto Alegre: Artmed, 2006.
5. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012.(Virtual)
Nome da disciplina: Limnologia
Carga horária: 68 h
Ementa: Histórico da Limnologia. Biótopo: propriedades físicas
Propriedades químicas da água; Comparação entre Ecossistemas
Lênticos. Processos funcionais: fluxo de energia e ciclagem de
Monitoramento de águas Continentais: poluição, tratamento das águas e
de reservatórios.Saneamento básico.
da água;
Lóticos e
nutrientes.
construção
Bibliografia básica:
1. TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T.M. Limnologia. São Paulo: Oficina de Textos. 2008.
2. ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. 2. ed. RIO DE JANEIRO:
INTERCIÊNCIA, 1998.
3. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
(Virtual)
Bibliografia complementar:
1. PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: E.
Rodrigues, 2001.
2. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008.
44
4. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009.
5. ERVIM, L. Introdução à química da água: ciência, vida e sobrevivência. Rio de
Janeiro: LTC, 2011. (virtual)
Nome da disciplina: Anatomia e Fisiologia Animal Comparada
Carga horária: 68 h
Ementa: Noções básicas de anatomia e fisiologia animal correlacionada à evolução
e adaptação dessas estruturas entre os animais nos mais diversos habitats.
Bibliografia básica:
1. RANDALL, David J.; BURGGREN, W.W.; FRENCH, K. Eckert, fisiologia animal:
mecanismos e adaptações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
2. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal - Adaptação e Meio Ambiente. 5 ed.
São Paulo: Livraria Editora Santos, São Paulo, 2002-2010.
3. MOYES, C. D. SCHULTE, P. M. Princípios de fisiologia animal. 2ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. SINGI, G. Fisiologia dinâmica: texto básico para os cursos de ciências biológicas.
São Paulo: Atheneu, 2008.
2. ADER, J.L. et al. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
3. POUGH, F.H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos vertebrados. 4 ed. São
Paulo: Atheneu, 2008.
4. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G.E. Análise da estrutura dos vertebrados. São
Paulo: Atheneu, 2006.
5. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia,
13ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual)
Nome da disciplina: Ecologia de Ecossistemas
Carga horária: 68 h
Ementa: Principais ecossistemas mundiais: características estruturais e funcionais.
Ecossistemas terrestres e aquáticos brasileiros: características estruturais e
funcionais. Impactos antrópicos sobre a biosfera. Conservação biológica.
Bibliografia Básica:
1. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008.
2. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
3. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual)
Bibliografia Complementar
45
1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São
Paulo: Atheneu, 2009.
2. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009.
4. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento
de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002.
5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
(Virtual)
Nome da disciplina: Paleontologia
Carga horária: 68 h
Ementa: Noções básicas e fundamentais sobre: Fossilização e Datação, Código de
nomenclatura estratigráfica, Paleoecologia, PaleobiogeografiaePaleobotânica.
Bibliografia básica:
1. CARVALHO, I.S. Paleontologia, V.1 Cenários de Vida. São Paulo: Interciência,
2007. 2v.
2. BENTON, M.J. Paleontologia Dos Vertebrados. São Paulo: Atheneu, 2008.
3. POPP, J. H. Geologia Geral. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a
Terra. São Paulo: Nacional, 2010.
2. CRISTALLI, P.S. Ambiente continental no mesozóico: o domínio das
gymnospermas e dos dinossauros: paleontologia para naturalistas. São Paulo:
Cultural Paulista, 2001.
3. NEVES, P. C. P. Introdução a Mineralogia Pratica. 2ed. Porto Alegre: Ulbra, 2008.
4. ANELLI, L.E.; ROCHA CAMPOS, A.C.; FAIRCHILD, T.R. Paleontologia: guia de
aulas práticas - uma introdução ao estudo dos fósseis. São Paulo: Gráfica IGc-USP,
2002.
5. POMEROL, C. Princípios de geologia: técnicas, modelos e teorias.14ª ed. Porto
Alegre: Bookman, 2013. (virtual)
Nome da disciplina: Estágio Curricular Supervisionado I
Carga horária: 120 h
Ementa: Conhecer diferentes espaços institucionais de Pesquisa, Extensão e
Ensino que estejam relacionados ao campo das Ciências Biológicas ou áreas afins,
de naturezas diversas – laboratórios, sociedades científicas, museus, parques,
bosques, rádios, TV, imprensa escrita, entre outros, para que haja o aprendizado
46
prático das diferentes atividades desenvolvidas pelo Biólogo e das variadas formas
de produção do conhecimento biológico.
Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida.
Nome da disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I
Carga horária: 80 h
Ementa: Introdução teórica e prática à Pesquisa Científica e ao Trabalho de
Conclusão de Curso. Elaboração e execução de um projeto, teórico, teórico-prático
ou eminentemente experimental, percorrendo, ao longo do ano, as principais etapas
deste processo de geração de conhecimento.
Bibliografia básica:
1. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; SILVA, R. Metodologia científica. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
2. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2008.
3. PEREIRA-MATIAS, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. Universidade de Mogi das Cruzes. Orientações para apresentação de trabalhos
acadêmicos. Mogi das Cruzes, 2010.
1. GONÇALVES, H.A. Manual de projetos de pesquisa científica. São Paulo:
Avercamp, 2007.
2. BASTOS, L.R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de
pesquisas, teses, dissertações e monografias. São Paulo: LTC, 2003-2004.
3. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2001.
4. FARIAS-FILHO, M. C. & ARUDA-FILHO, E. J. M. Planejamento da pesquisa
científica. São Paulo: Atlas, 2013. (virtual)
8º PERÍODO
Nome da disciplina: Estudos de Impacto Ambiental
Carga horária: 68 h
Ementa: Impacto ambiental: definição e instrumentos de identificação. Processo
histórico da Avaliação de Impacto Ambiental (AIA). Elaboração de Relatórios de
Impacto Ambiental. Aspectos legais da AIA. Valoração ambiental. Economia
ambiental.
Bibliografia básica:
1. SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo:
Oficina de Textos, 2008.
47
2. SILVA, O.F. Direito ambiental e ecologia: aspectos filosóficos contemporâneos.
Barueri, SP: Manole, 2003
3. ROSA, A. H. (ORG) ET AL. Meio Ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre:
Bookman, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. Avaliação e perícia ambiental. 5. ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
2. LOPES, I.V. Gestão ambiental no Brasil: experiência e sucesso. Rio de Janeiro:
FGV, 2001.
3. INDICADORES ambientais e gestão urbana: desafios para a construção da
sutentabilidade na cidade de São Paulo. São Paulo: Secretaria Municipal do Verde e
do Meio Ambiente, 2008.
4. MARQUES, J.R. Meio ambiente urbano. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2005.
5. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
(virtual)
Nome da disciplina: Botânica Econômica
Carga horária: 68 h
Ementa: Introdução à Botânica Econômica. Agricultura: histórico e principais
cultivos. Plantas ornamentais. Plantas medicinais. Produtos vegetais: fibras,
madeiras, corantes, látex, resina, ceras, óleos, açúcares, celulose, bálsamo e tanino.
Bibliografia básica:
1. PROGRAMA Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília: Ministério
da Saúde, 2009.
2. LORENZI, Harri; MATOS, F. J. de Abreu. Plantas medicinais no Brasil: nativas e
exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008
3. KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. BARBOSA, L.M.; SANTOS JUNIOR, N.A. A botânica no Brasil: pesquisa, ensino e
políticas ambientais. São Paulo: Instituto de Botânica, 2007.
2. RIBEIRO, W.C. Patrimônio ambiental brasileiro. São Paulo: EDUSP, 2003.
3. OLIVEIRA, D.A.Z.; MAURY, C. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Projeto de
Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira; Relatório
de atividades PROBIO 2002-2004. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004.
4. RIZZINI, Carlos Toledo; MORS, Walter B. Botânica econômica brasileira. 2. ed.,
rev. e atual. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural, c1995.
5. FRANCESCHINI FILHO, S. Fitoacupultura: a simplicidade e a força das plantas
como facilitadoras de saúde. São Paulo: Roca, 2013. (virtual)
48
Nome da disciplina: Biotoxicologia
Carga horária: 68 h
Ementa: Bases conceituais e aplicadas da Toxicologia Ambiental, com ênfase nos
efeitos nocivos de toxicantes à saúde humana, obtidos através de estudos
experimentais e toxicológicos. Carcinogênese. Estudo de poluentes ambientais e em
alimentos.
Bibliografia básica:
1. OGA, S.; BATISTUZZO, J.A.; CAMARGO, M.M.A. Fundamentos De Toxicologia.
São Paulo: Atheneu, 2008.
2. ZAGATTO, P.A.; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia aquática – Princípios e
Aplicações. São Carlos: Rima, 2006.
3. Klaassen, C. D.; Watkins, J. B. Fundamentos em Toxicologia de Casarett e Doull.
2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual).
Bibliografia complementar:
1. MARQUES, J.R. Meio ambiente urbano. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2005.
2. KNIE, J.L.W.; LOPES, E.W.B. Testes ecotoxicológicos – Métodos, técnicas e
aplicações. Florianópolis: FATMA/GTZ, 2004.
3. LORA, E.E.S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial
e de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.
4.OLSON, K.R. (org). Manual de Toxicologia clínica. Porto Alegre: AMGH, 2013.
(virtual)
5. ATKINS, P.W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e
o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2006-2007. (virtual)
Nome da disciplina: Poluição e Saúde Ambiental
Carga horária: 68 h
Ementa: Conceito de poluição. Contaminação e poluição. Poluição da água.
Tratamento de efluentes. Poluição do ar. Métodos de controle de poluentes do ar.
Poluição do solo. Poluição térmica. Poluição sonora. Bioindicadores. Vigilância
ambiental.
Bibliografia básica:
1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São
Paulo: Atheneu, 2009.
2. ROCHA, A.A.; CESAR, C.L.G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo:
Atheneu, 2008.
3. AYRES, R. U.; AYRES, E. H. Cruzando a fronteira da energia: dos combustíveis
fósseis para um futuro de energia limpa. Porto Alegre: Bookman, 2012. (virtual)
49
Bibliografia complementar:
1. MENDONÇA, A.R.A. et al. Bioética: meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo:
Iátria, 2006.
2. PHILIPPI Jr, A. Saneamento, Saúde e Ambiente – Fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. Ed. Fundacentro, São Paulo, 2005.
3. LORA, E.E.S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial
e de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.
4. PHILIPPI JÚNIOR, A.; GALVÃO JR, A. C. (Ed.). Gestão do saneamento básico:
abastecimento de água e esgotamento sanitário. Barueri: Manole, 2012.
5. ROSA, A. H. (org.) et al. Meio Ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre:
Bookman, 2012. (virtual)
Nome da disciplina: Etologia
Carga horária: 34 h
Ementa: A etologia como ciência do comportamento animal, que está relacionado à
evolução e comportamento, instinto, aprendizagem, adaptação, reprodução,
comunicação e socialização. Aprendizagem dos métodos de observação e descrição
do comportamento.
Bibliografia básica:
1. DEL CLARO, K. Comportamento Animal: Uma Introdução a Ecologia
Comportamental. Jundiaí-SP: Editora Livraria Conceito, 2004.
2. DEL-CLARO, K. Introdução à ecologia comportamental: um manual para o estudo
do comportamento animal. Rio de Janeiro: Technical Books, 2010
3. SILVARES, E. F. M. Fundamentos da psicologia: temas clássicos da psicologia
sob a ótica da análise do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
(virtual)
Bibliografia complementar:
1 DEL CLARO, K., PREZOTO, F.; SABINO, J. As Distintas Faces do
Comportamento Animal. UNIDERP: Campo Grande, 2008.
2. ALENCAR, E.M.L.S. Psicologia: introdução aos princípios básicos do
comportamento. Petrópolis: Vozes, 2000.
3. NOGUEIRA NETO, P. O comportamento animal e as raízes do comportamento
humano. São Paulo: Ed. Tecnapis, 1984.
4. SKINNER, B. F. Ciência e comportamento humano. São Paulo: Martins Fontes,
2000.
5. ABRANTES, P.C.C. (Org.) Filosofia da Biologia. 1ª Ed. Porto Alegre: Artmed,
2011. (virtual)
Nome da disciplina: Oceanografia
50
Carga horária: 34 h
Ementa: Histórico da Oceanografia. Caracterização do ambiente oceânico e suas
estruturas (fitoplâncon, zooplâncton, bacterioplâncton, fitobentos, zoobentos,
néctons). Ecossistema marinho, seu funcionamento e recursos. Ações antrópicas
sobre o ecossistema marinho.
Bibliografia básica:
1. GARRISON, T. Fundamentos de Oceanografia. Cengage Learning, São Paulo,
2010.
2. PEREIRA & SOARES-GOMES. Biologia Marinha. 2 ed. Rio de Janeiro: Ed.
Interciência, 2009.
3. CASTRO, P.; HUBER, M. E. Biologia Marinha. Porto Alegre: AMGH, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. SOUZA, R. B. Oceanografia Por Satelites. São Paulo: Oficina de texto, 2005.
2. PIRES-VANIN, A.M.S. Oceanografia De Um Ecossistema Subtropical: Plataforma
De São Sebastião. São Paulo: EDUSP, 2009.
3. BAPTISTA NETO, J.A.; PONZI, V.R.A.; SICHEL, S.E. Introdução a Geologia
Marinha. São Paulo: Interciência, 2004.
4.SCHMIEGELOW, J. M. M. O planeta azul: uma introdução às ciências marinhas.
Rio de Janeiro: Interciência, 2004.
5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
(Virtual)
Nome da disciplina: Estágio Curricular Supervisionado I
Carga horária: 120 h
Ementa: Conhecer diferentes espaços institucionais de Pesquisa, Extensão e
Ensino que estejam relacionados ao campo das Ciências Biológicas ou áreas afins,
de naturezas diversas – laboratórios, sociedades científicas, museus, parques,
bosques, rádios, TV, imprensa escrita, entre outros, para que haja o aprendizado
prático das diferentes atividades desenvolvidas pelo Biólogo e das variadas formas
de produção do conhecimento biológico.
Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida.
Nome da disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I
Carga horária: 80 h
Ementa: Introdução teórica e prática à Pesquisa Científica e ao Trabalho de
Conclusão de Curso. Elaboração e execução de um projeto, teórico, teórico-prático
ou eminentemente experimental, percorrendo, ao longo do ano, as principais etapas
deste processo de geração de conhecimento.
51
Bibliografia básica:
1. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; SILVA, R. Metodologia científica. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
2. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2008.
3. PEREIRA-MATIAS, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 2012. (virtual)
Bibliografia complementar:
1. Universidade de Mogi das Cruzes. Orientações para apresentação de trabalhos
acadêmicos. Mogi das Cruzes, 2010.
2. GONÇALVES, H.A. Manual de projetos de pesquisa científica. São Paulo:
Avercamp, 2007.
3. BASTOS, L.R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de
pesquisas, teses, dissertações e monografias. São Paulo: LTC, 2003-2004.
4. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2001.
5. FARIAS-FILHO, M. C. & ARUDA-FILHO, E. J. M. Planejamento da pesquisa
científica. São Paulo: Atlas, 2013. (virtual)
1.6 - Conteúdos Curriculares
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução
CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC:
“Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente
responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”,
bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático
Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da
Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e
Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente”
Os
conteúdos
curriculares,
ementas,
bibliografias
e
periódicos
são
desenvolvidos e atualizados por meio do Colegiado de Curso e Núcleo Docente
Estruturante – NDE, tendo por base a CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de
06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009 bem como a missão
institucional e os princípios epistemológicos do Plano de Desenvolvimento
Institucional. A atualização e desenvolvimento dos conteúdos e bibliografia são feitos
pelo Colegiado de Curso, NDE, Coordenação do Curso e Gestão Acadêmica. A
52
avaliação realizada pelo próprio curso, ou por meio da CPA, são indicativos também
considerados nas atividades de atualização dos conteúdos citados.
Ao desenvolver os conteúdos, tem-se como foco o perfil profissional do
egresso e, para tanto, a adequação da carga horária de cada disciplina é elaborada
em 24, 40, 68, 80 e 120 horas e praticadas de acordo com a necessidade de cada
conteúdo em um ou mais semestres, como por exemplo, as disciplinas de Zoologia
dos Cordados I e II, Trabalho de Conclusão de Curso I e II. Tais conteúdos se
articulam visando a formação dos profissionais com competências e habilidades
previstas na Resolução CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011,
garantindo sua inserção num panorama globalizado, que envolve questões técnicas
e humanísticas. Os conteúdos do Decreto nº 5.626/2005 são cumpridos pela
disciplina optativa de Libras, ofertada no 1º semestre, com uma carga horária de 34
horas. Quanto a Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004, que trata da
Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana, os conteúdos / atividades são cumpridos, também, por meio de
temas transversais, inseridos na disciplina História de Filosofia da Ciência, bem
como, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, Decreto nº 4.281 de 25 de junho de
2002 e Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012, referente as políticas de educação
ambiental, que se utiliza da mesma metodologia na disciplina de Educação
Ambiental. Ainda, a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, que trata da Educação
em Direitos Humanos está inserida na disciplina de Bioética.Tais objetivos são
atingidos na medida em que se propõem metodologias adequadas de trabalho,
articuladas aos conteúdos propostos para cada disciplina.
1.7 - Metodologia
A metodologia que favorece a interdisciplinaridade, flexibilidade, articulação
de teoria com prática, em apoio a carga horária prevista em cada disciplina,está
explicita em estratégias de ensino que contemplam: situações-problemas, discussão
de caso, preleção dialogada, pesquisa orientada, aulas práticas, prática assistida,
elaboração de relatório de temas específicos de disciplina, seminários individuais e
em grupos, visitas técnicas assistidas e apoio a projetos de ação social. A avaliação
do desempenho discente contempla, entre outras avaliações, uma prova integrada,
53
a qual aborda conteúdos do semestre corrente e de semestres anteriores, entre
outras avaliações.
A escolha da metodologia proposta deve primar pela coerência com o objetivo
e conteúdo propostos para cada disciplina e descritas no plano de ensino.
As metodologias empregadas objetivam garantir a aquisição evolutiva de
conhecimento, tanto para conteúdos das disciplinas do núcleo básico, como na
formação específica que objetivam trabalhar as competências e habilidades
relacionadas à profissão e à formação técnica e humanística, contempladas,
também, na missão institucional.
1.8 - Estágio curricular supervisionado
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES 7, 11 de Março de 2002 e Resolução CNE?CES nº 4/2009,
de 06 de abril de 2009 (Diretrizes Curriculares), respeitando a Missão Institucional da
UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente
responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”,
bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático
Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da
Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e
Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente”
O Estágio Supervisionado é concebido como uma atividade pedagógica,
planejada e supervisionada, com o objetivo de transformação do pensamento em
ação, ou seja, de articulação teoria e prática, mediada por um processo de reflexão
contínuo, fundamentado no saber acadêmico. O Estágio constitui-se em fator de
integração das atividades de ensino, pesquisa e extensão, não se limitando a mera
ação de terminalidade do curso, mas, incorporando-se ao processo de formação do
aluno, estimulando sua reflexão crítica e sua criatividade a construção do
conhecimento sobre a realidade social, a sensibilização para o atendimento das
54
necessidades sociais e o respeito aos princípios éticos que devem orientar a prática
profissional.
As experiências vivenciadas pelo estagiário podem ser utilizadas para a
elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso. As ações previstas para o
estágio na UMC proporcionam ao aluno a oportunidade de planejar a inserção no
mundo do trabalho a partir da análise crítica da realidade objeto de estudo e de nela
interferir por meio de uma ação planejada e acompanhada e teoricamente
fundamentada.
A carga horária e a definição do início do Estágio são estabelecidas conforme
o disposto nas Diretrizes Curriculares. É organizado de acordo com a Lei nº
11.788/08. É obrigatório o estágio de 240 horas para o estudante, distribuídas no 7°
e 8°semestres do curso, com 120 horas. Poderá cursar o estágio o aluno que tiver
cumprido todas as disciplinas teóricas e ter sido aprovado nas mesmas, excetuandose libras que por ser optativa deverá ter cursado e sido aprovado em todas as
disciplinas até o 6 semestre.
O estágio curricular deverá ser elaborado, organizado e acompanhado por um
docente, e será assegurada efetiva participação de profissional, na área, se for o
caso. Todas as áreas dos Estágios Supervisionados do curso constituem o eixo
central do curso de graduação e habilitam o aluno a ingressar no mercado de
trabalho com as competências exigidas aos bons profissionais deste mercado,
facilitando a formação de um profissional crítico e com um perfil investigativo.
Os estagiários são acompanhados por um supervisor em cada área de
estágio oferecida. A Universidade oferece um apoio especial aos estudantes em
relação a estágios através do SAE (Serviço de Apoio ao Estudante), o qual tem o
papel de orientar e auxiliar o aluno no quesito estágio, além de buscar uma maior
proximidade com as indústrias.
Instrução Normativa UMC 005/2009
Regulamenta os Estágios Obrigatórios e Não Obrigatórios e revoga a Instrução
Normativa PROGRAD/PROPPGE 001/2002.
55
Art. 1º O Estágio é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no
ambiente de trabalho que visa ao aprendizado de competências e habilidades
próprias para o exercício profissional, assim como à contextualização curricular.
Art. 2º O Estágio é compreendido como um processo singular da formação, já que
contribui com o desenvolvimento profissional, social, cultural e ético do educando ao
possibilitar o vinculo entre o conhecimento acadêmico e o conhecimento profissional.
Art. 3º O Estágio caracteriza-se como obrigatório e não obrigatório, de acordo com
as diretrizes curriculares dos cursos de graduação, estabelecidas pelo Ministério da
Educação, bem como os projetos pedagógicos de cada curso e com as exigências
de cada área de atuação profissional.
§ 1º Estágio obrigatório é uma atividade que integra o currículo de cada curso e
possui carga horária estabelecida nos projetos pedagógicos elaborados de acordo
com a legislação vigente. O cumprimento da carga horária é requisito para a
conclusão do curso e obtenção do diploma.
§ 2º Estágio não obrigatório é uma atividade opcional e não constitui pré-requisito
para a conclusão do curso, podendo ser realizado a partir do 1º período, desde que,
as atividades relacionadas em contrato sejam compatíveis com sua formação. A
carga horária cumprida será validada como Atividade Complementar.
§ 3º O Estágio, tanto na hipótese do § 1º quanto do § 2º deste artigo, não cria
vínculo empregatício de qualquer natureza, de acordo com a legislação vigente.
Art. 4º O local de realização do Estágio Obrigatório respeitará as especificidades de
cada curso.
§ 1º Nos cursos de Licenciatura deve ser desenvolvido obrigatoriamente junto às
escolas oficialmente credenciadas da rede pública e/ou da rede particular de ensino.
§ 2º O Estágio Obrigatório do curso de Direito deverá ser realizado,
preferencialmente, junto ao Núcleo de Prática Jurídica constituído nesta Instituição.
56
§ 3º O Estágio obrigatório dos cursos da área de Ciências Biológicas e da Saúde
deverão ser realizados em hospitais, empresas, restaurantes, clínicas e demais
estabelecimentos ou serviços de saúde, devidamente credenciados pela Instituição.
§ 4º O Estágio obrigatório dos cursos de Ciências Contábeis e Administração
deverão ser realizados em empresas, organizações públicas e/ou privadas.
Art. 5º O Estagiário, regulamente matriculado na UMC e que realize Estágio
Obrigatório e/ou Não Obrigatório, na própria Instituição, poderá receber bolsa
estágio.
Parágrafo único: Não será permitido o acúmulo de Bolsa-auxílio de Estágio com
outros benefícios oferecidos pela Instituição.
Art. 6º Cabe à UMC celebrar Termo de Compromisso com o educando e com a parte
concedente, indicando as condições de adequação do Estágio à proposta
pedagógica do curso, à etapa e modalidade de formação escolar do estudante e ao
horário e Calendário Acadêmico.
Art. 7º A UMC pode, a seu critério, recorrer a serviços de agentes de integração
públicos e privados.
Art. 8º No caso de Estágio Obrigatório, a UMC se responsabiliza pela contratação de
seguro de vida contra acidentes pessoais em favor do estagiário.
Art. 9º A validação ou não de carga horária realizada em atividades remuneradas –
estágios remunerados, contrato de trabalho pela CLT, serviço público, organizações
do terceiro setor – dependerá de orientações previstas no projeto pedagógico de
cada curso respeitadas as diretrizes curriculares nacionais.
Parágrafo único: A validação da carga horária só será possível se as atividades
realizadas estiverem alinhadas às disciplinas do curso em que o aluno estiver
matriculado.
Art. 10º Caberá ao Coordenador de cada curso a indicação do professor orientador e
supervisor de estágio.
57
Art. 11º Caberá ao professor orientador e supervisor de estágio:
I – planejar, orientar, acompanhar e avaliar as atividades propostas a cada semestre
contidas no projeto pedagógico do curso;
II – prestar esclarecimentos às dúvidas sobre a realização do Estágio Obrigatório;
III – divulgar dias e horário de atendimento de supervisão quando esta não estiver
prevista em horário de aula e/ou não for realizada in loco no momento do Estágio;
IV – receber, conferir e validar os documentos comprobatórios das horas de estágio
realizadas que deverão estar devidamente assinados pela autoridade responsável
pelo local em que os estágios foram realizados;
V – Encaminhar ao Setor de Atendimento ao Estudante – SAE esses documentos
mediante protocolo de entrega;
VI – registrar a aprovação ou a retenção do aluno nos prazos estabelecidos pela
Instituição.
Art. 12º A instituição concedente do estágio deverá indicar um funcionário de seu
quadro pessoal, com formação e/ou experiência profissional na área do estágio para
orientar e supervisionar o estagiário.
Parágrafo único: Caberá ao responsável pela supervisão do estágio avaliar e
registrar o desempenho do aluno em documento próprio elaborado pela UMC a ser
anexado ao relatório de estágio.
Art.
13º As atividades do
Estágio
Obrigatório
devem
ser desenvolvidas
individualmente pelos alunos.
Art. 14º As atividades de Estágio não poderão ultrapassar 6 horas diárias e nem 30
horas semanais, de acordo com a legislação em vigor.
Art. 15º O aluno deverá elaborar plano de atividade respeitando-se a proposta
contida no projeto pedagógico de cada curso.
58
Art. 16º O plano de atividade deverá ser validado pelo professor responsável pelo
estágio.
Art. 17º Os relatórios de estágio deverão conter:
I – dados pessoais e acadêmicos do aluno;
II – dados do local em que o estágio foi realizado;
III – descrição das atividades realizadas;
IV – auto-avaliação de desempenho realizada pelo próprio aluno;
V – documento contendo apreciação de desempenho a ser preenchido pelo
responsável pela orientação e supervisão do estágio no local em que foi
desenvolvido.
Art. 18º O modelo de relatório a ser preenchido pelo aluno será apresentado pelo
professor orientador e supervisor de estágio em consonância com o projeto
específico de seu curso.
Parágrafo único: A produção do relatório pelo aluno deverá respeitar as normas
acadêmicas institucionais.
Art. 19º A avaliação de Estágio Obrigatório será realizada pelo professor orientador e
supervisor de estágio com base nos critérios estabelecidos no plano de ensino.
Art. 20º Será considerado “Aprovado” o aluno que:
I – cumprir 100% da carga horária designada para o semestre letivo;
II – participar de todas as atividades propostas pelo professor responsável;
III – entregar o relatório final de estágio de acordo com o padrão previamente
estabelecido no projeto específico de cada curso.
Art. 21º O Estágio Obrigatório é parte integrante do currículo do curso em que é
prevista a sua realização, portanto deverá ser cumprido de acordo com os prazos e
normas estabelecidos no projeto pedagógico de cada curso e na legislação vigente.
59
Parágrafo único: É necessário que o Estágio Obrigatório seja cumprido dentro do
prazo máximo para a integralização de cada curso.
Art. 22º As atividades de extensão, de monitoria e de iniciação científica
desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser validadas como carga horária
de Estágios Obrigatórios se assim prever o projeto pedagógico do curso.
Art. 23º No caso de trancamento ou abandono de cursos as atividades de Estágio
Obrigatório serão validadas exceto se ocorrerem, no período em questão, mudanças
na matriz curricular e/ou legislação vigente.
Art. 24º Os casos omissos serão resolvidos pelo Coordenador de Curso e pelos PróReitores Acadêmicos, segundo sua especificidade.
Art. 25º Esta Instrução Normativa entra vigor na data de sua publicação.
Mogi das Cruzes, 3 de fevereiro de 2009
Profª Regina Coeli Bezerra de Melo
Reitora
Síntese do Regulamento de Estágio do Curso de Bacharelado em Ciências
Biológicas.
Caberá ao professor orientador e supervisor de estágio:
I.
Estar presente no local de estágio durante a permanência do estagiário em
atuação, salvo em casos de prioridade.
II.
Verificar a frequência e analisar a conduta ética e profissional do estagiário
nas áreas de atuação;
III.
Orientar o estagiário quer em grupo ou individualmente;
IV.
Acompanhar o desempenho do estagiário em todo o campo de estágio;
V.
Proceder à avaliação do estagiário;
60
VI.
Informar ao coordenador sobre o andamento do estágio em relação ao seu
programa e carga horária;
VII.
Manter atualizados os documentos referentes ao estágio que lhe diz respeito;
VIII.
Entregar ao final de cada bateria de estágio a Ficha Padrão de Avaliação com
notas e faltas;
IX.
Participar das reuniões programadas pela Coordenação de Estágio e/ou
Curso, a fim de discutir o desempenho dos estagiários e o desenvolvimento dos
estágios;
X.
Fazer contato com profissionais da área de saúde que possam gerar
benefício para eventuais atendimentos ou esclarecimentos que se fizerem
necessários no campo de estágio.
XI.
Participar das reuniões acadêmico-pedagógicas realizadas periodicamente.
XII. Respeitar o regime disciplinar da Universidade de Mogi das Cruzes
O estagiário deverá:
I.
Atender os requisitos estabelecidos pelo regimento interno e as normas de
estágio contidas no manual.
II.
Aceitar a supervisão e dela utilizar-se;
III.
Manter em dia a documentação exigida;
IV.
Executar as tarefas recebidas no estágio considerando não somente os
interesses do aprendizado, mas também os da instituição e do curso;
V.
Preparar e apresentar material necessário à supervisão;
VI.
Apresentar relatórios de estágio nos prazos fixados;
VII.
Obedecer aos estatutos, regimentos e normas que regem a instituição onde
estagiar;
61
VIII.
Respeitar o código de ética profissional.
Sobre a avaliação do estagiário:
- Para a avaliação do aluno serão considerados a frequência, a iniciativa
profissional, o comportamento ético entre colegas e outros profissionais e
principalmente com a comunidade a ser atendida, a apresentação pessoal, a
qualidade de trabalhos apresentados durante a realização do estágio, a capacidade
técnica desenvolvida (com conhecimento teórico-prático), e outras atividades
realizadas, sob critérios definidos pelo Projeto de Curso, e esta avaliação deve ser
sempre realizada de forma continuada.
- A avaliação do aproveitamento será expressa numericamente em conceitos de
zero a dez, podendo inclusive, ser em décimos, sempre de meio em meio ponto.
- Os quesitos principais e complementares a serem avaliados e suas respectivas
notas ou conceitos são: CONHECIMENTO TEÓRICO (prova teórica inicial, prova
teórica final, fichas de avaliações, fichas de evoluções e participações efetivas nos
seminários) e DESEMPENHO PRÁTICO (prova prática, habilidade prática das
técnicas aplicadas e discussão de caso)
- O estagiário será considerado APROVADO na área de estágio que estiver
cursando quanto obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco) e constará como
SUFICIENTE.
- O estagiário será considerado REPROVADO na área de estágio que estiver
cursando quanto obtiver nota igual ou inferior a 5,0 (cinco) e constará como
INSUFICIENTE.
- O estagiário que for considerado REPROVADO deverá cumprir integralmente a
área de estágio correspondente.
1.9 - Atividades complementares
62
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e na Resolução CNE/CES n°
4/2009 de 06/04/2009 (Diretriz Curricular), respeitando a Missão Institucional da
UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente
responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”,
bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático
Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da
Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e
Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente”
As Atividades Complementares são parte integrante do Projeto Pedagógico
do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, são regulamentadas pela
Instrução Normativa UMC 003/2009 e se caracterizam como instrumento de
integração do aluno com a realidade social, econômica, cultural, do trabalho e de
iniciação à pesquisa, propiciando oportunidade de participação em diferentes
ambientes de estudo. O aluno poderá escolher, dentro das possibilidades
oferecidas, a saber: palestras, seminários, congressos e conferências; cursos de
extensão realizados na UMC, em órgãos de classe, em entidades públicas ou
privadas, desde que previamente aprovadas pela UMC; monitoria em disciplinas
teóricas ou práticas; estágios extracurriculares; publicação de resumos e artigos em
congressos, participação em encontros acadêmicos, bem como publicação em
jornais e revistas científicas; participação em programas de Iniciação Científica;
validação de disciplinas não aproveitadas na análise curricular, desde que tenha
aderência com o respectivo curso de graduação; oficinas, visitas técnicas, cursos
técnicos, cursos de formação em serviços realizados na UMC, em órgãos de classe,
em entidades públicas ou privadas, desde que reconhecidas pela UMC; realização
de cursos livres (idiomas e informática); participação em projetos de extensão
comunitária; e visitas monitoradas a museus, centros culturais, exposições, galerias
de arte, concertos, espetáculos de dança, teatro e cinema, desde que comentadas e
com certificação.
A carga horária das Atividades Complementares é de 80 horas, podendo ser
integralizada a qualquer momento do curso e está de acordo com a Resolução
CNE/CP2, de 19/02/2002 e Normas da UMC.
63
A atividade complementar deve ser realizada pelo aluno enquanto acadêmico, não
sendo aceitas experiências anteriores ao seu ingresso na graduação, salvo nos
casos de transferência. Além disso, deve ser previamente autorizada pela
supervisão de atividades complementares e devidamente comprovada por meio de
certificado, atestado, declaração ou documento equivalente, emitido pelo órgão
organizador da mesma. O critério para credenciamento de uma atividade como
válida será a sua importância na formação das habilidades do futuro profissional.
Durante cada semestre letivo, os acadêmicos poderão se voluntariar para
participarem nos eventos oferecidos pela UMC.
Instrução Normativa UMC 003/2009
Regulamenta os procedimentos relativos às Atividades Complementares e
revoga a Instrução Normativa PROGRAD 003/07.
Art. 1º O presente regulamento tem como finalidade normatizar as Atividades
Complementares previstas no art. 44, inciso IV, da LDB 9.394/96, dos cursos
superiores da Universidade de Mogi das Cruzes – UMC.
Art. 2º As Atividades Complementares compreendidas nas normas legais (Diretrizes
Curriculares) e/ou nos Projetos Pedagógicos dos respectivos cursos objetivam:
I – enriquecer o processo de ensino-aprendizagem;
II – complementar o currículo pedagógico;
III – amplia os horizontes de conhecimento;
IV – favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças
sociais;
V – incentivar os alunos;
VI – propiciar a inter e a transdisciplinariedade do currículo;
VII – fortalecer a conduta ética e a prática da cidadania; e
VIII – envolver a comunidade através de eventos que propiciem uma adequada
integração junto a Instituição.
Art. 3º As modalidades objeto do presente regulamento devem ser realizadas fora do
horário da matriz curricular acadêmica, devendo ser cumpridas pelo aluno, a partir
64
de seu ingresso no curso, obedecendo à carga horária exigida e às diretrizes
curriculares;
Art. 4º As Atividades Complementares são praticas obrigatórias e a respectiva
conclusão, dentro das horas designadas, deverão ocorrer durante o período em que
o aluno estiver regularmente matriculado, sendo condição necessária para a colação
de grau.
Art. 5º Não serão aceitos trabalhos assistenciais, religiosos ou voluntários, nem
atividades realizadas de forma regular, em razão de cargo, emprego ou função.
Art. 6º As atividades desenvolvidas e propostas por professores em disciplinas
regulares do curso, não poderão ser validadas como Atividade Complementar.
Art. 7º O aluno deverá entregar documentação comprobatória das atividades
realizadas semestralmente de acordo com o prazo estipulado pela Instituição, caso
contrário não serão aceitas.
Art. 8º A avaliação das mesmas será contemplada ou não sob o Conceito “Cumpriu”
(Realizada) ou “Não Cumpriu” (Não Realizada).
Art. 9º Serão consideradas Atividades Complementares, a participação nos
seguintes eventos:
- palestras, seminários, congressos e conferências;
- cursos de extensão realizados na UMC, em órgãos de classe, em entidades
públicas ou privadas, desde que previamente aprovadas pela UMC.
- monitoria em disciplinas teóricas ou práticas;
- estágios extracurriculares;
- publicação de resumos e artigos em congressos, participação em encontros
acadêmicos, bem como publicação em jornais e revistas científicas;
- participação em programas de Iniciação Científica;
- validação de disciplinas não aproveitadas na análise curricular, desde que tenha
aderência com o respectivo curso de graduação;
- oficinas, visitas técnicas, cursos técnicos, cursos de formação em serviços
realizados na UMC, em órgãos de classe, em entidades públicas ou privadas, desde
que reconhecidas pela UMC;
- realização de cursos livres (idiomas e informática);
- participação em projetos de extensão comunitária;
65
- visitas monitoradas a museus, centros culturais, exposições, galerias de arte,
concertos, espetáculos de dança, teatro e cinema, desde que comentadas e com
certificação.
Art. 10 A Pró-reitoria de Graduação ou Pró-reitoria de Campus designará professor
responsável para o trabalho de acompanhamento e para a avaliação das Atividades
Complementares da UMC.
Art. 11 Para o cumprimento das Atividades Complementares, o aluno deverá
preencher formulário específico no Portal do Aluno e entregá-lo à Secretaria
Acadêmica, no campus em que estuda, juntamente com os documentos
comprobatórios.
Art. 12 O controle acadêmico do cumprimento dos créditos referentes às Atividades
Complementares é de responsabilidade da Secretaria Acadêmica.
Art. 13 Esta Instrução Normativa entra vigor na data de sua publicação.
1.10 - Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e com a Resolução
CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009 (Diretriz Curricular), respeitando a Missão
Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais
socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade
contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui
como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no
Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: Saúde Preventiva e Curativa Aplicada
à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente
O Trabalho de Conclusão de Curso tem um horário previsto na matriz
curricular, nos 7º e 8º períodos, com 160 horas, como as demais disciplinas,
reservado à atividade de orientação dos alunos pelo professor responsável. É
requisito obrigatório para conclusão do Curso. Sua realização é individual e os
temas devem ser priorizados de acordo com o Eixo Temático Central da UMC:
Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o
Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a
Serviço do Meio Ambiente”
66
O tema escolhido, com base em literatura pertinente, deve ser apresentado
em forma de proposta para apreciação dos orientadores e tem por objetivo
aperfeiçoar e avaliar um conjunto de competências e habilidades do aluno, ou seja,
competências
técnicas adquiridas,
aplicação
de
técnicas e
metodologias,
planejamento e organização dos trabalhos, realização de aprendizado independente
e autônomo, técnicas de redação e apresentação, além da capacidade de
integração de conhecimentos.
A nota do TCC I será dada pela avaliação do Projeto de Pesquisa (nota de
zero à 10,0) atribuída pelo supervisor da disciplina que está sob orientação da
coordenadora do curso, levando em consideração o desempenho, a freqüência e a
proposta do projeto. O aluno obterá a aprovação no TCC I se atingir média igual ou
superior a 5,0 (cinco). O TCC deverá obrigatoriamente ser acompanhado pelo
professor orientador, sendo permitida a co-orientação do trabalho; caso o
acadêmico tenha interesse em um orientador externo, o mesmo deverá ter seu
currículo anexado no momento da carta aceite, e será avaliado pela coordenação
de curso em concordância com o orientador, bem com, demonstrar reconhecida
experiência no assunto abordado. O professor orientador deverá assinar o termo de
compromisso de orientação (carta aceite) para orientação do TCC.
A troca de professor orientador, solicitada pelo acadêmico ou professor será
analisada pela Coordenação do Curso (mediante apresentação de justificativa) após
a análise podendo se deferida ou indeferida.
O TCC II seguirá os mesmos moldes da disciplina de TCC I.
A nota do TCC II (nota de zero à 10,0) será composta pela média aritmética
das notas atribuídas por dois professores que emitirão um parecer por escrito,
sendo obrigatória a apresentação à uma banca previamente escolhida.
O programa de ensino desse componente curricular deverá possibilitar ao
aluno a utilização de diferentes técnicas, ferramentas, recursos e paradigmas,
permitindo que o mesmo demonstre o resultado de síntese de seu esforço de
articulação em relação aos conhecimentos teóricos práticos ao longo do curso
67
fazendo uso de um processo de reflexão acerca de um tema de seu interesse, sob a
orientação de um professor orientador e pode ser realizado em duas etapas, no 7°
semestre TCCI e 8° semestre TCC II. O TCC I será avaliado pelo professor
supervisor do TCC que está sob orientação da coordenadora do curso. Já o TCC II
será avaliado por dois professores que comporão a banca examinadora na
apresentação oral, após a entrega do mesmo em formato de monografia e uma
cópia em CD.
O Trabalho de Conclusão de Curso é institucionalizado e regulamento pela
Instrução Normativa UMC 007/2009, que será apresentada no dia da visita in-loco.
Instrução Normativa UMC 007/2009
Estabelece o regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso e revoga a
Instrução Normativa PROGRAD 002/07.
Art. 1º O Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo propiciar ao aluno o
aprimoramento da capacidade de produção científica, técnica de consulta
bibliográfica, de interpretação e crítica.
Art. 2º O Trabalho de Conclusão de Curso deve versar sobre tema afeto à área do
conhecimento desenvolvida nas linhas e sublinhas de pesquisa da UMC.
Art. 3º O Trabalho de Conclusão de Curso deve ser apresentado no último período
do curso.
Parágrafo único: A forma de apresentação do Trabalho tratado no caput será objeto
de normatização dos Coordenadores de Curso e deverá atender ao disposto no
artigo 23 desta Instrução Normativa.
Art. 4º O tema do Trabalho de Conclusão de Curso, referente as linhas e sublinhas
de pesquisa da UMC, é de escolha do Discente.
Art. 5º O Trabalho de Conclusão de Curso, dada a natureza que encerra, não
poderá contemplar assunto que:
68
I – caracterize violação ao sistema jurídico vigente;
II – atentatório aos princípios morais e éticos;
III – discriminatório;
IV – capaz de revelar ou estimular ódio de classe de qualquer natureza;
V – ofensivo às instituições públicas ou privadas; e
VI – desalinhado com os objetivos acadêmicos e sociais da produção científica.
Art. 6º O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser apresentado em seções
públicas e por intermédio de uma ou mais formas:
I – posteres;
II – apresentação de produto;
III – trabalho escrito;
IV – monografia;
V – defesa oral perante Banca Examinadora.
Parágrafo único: A forma de apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso
deverá estar especificada no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 7º O tema do Trabalho de Conclusão de Curso, além dos aspectos tratados nos
artigos anteriores, deverá contar com a aprovação do professor-orientador.
§ 1º Os professores cadastrados pela Coordenação de Curso poderão desenvolver
as atividades de orientação do Trabalho de Conclusão de Curso;
§ 2º O cadastro aludido no parágrafo anterior deverá:
I – ser elaborado no início de cada semestre letivo e afixado em local visível, junto a
sala do Núcleo de Apoio/Sala dos Professores; e
II – conter relação dos Professores e disciplina(s) lecionada(s).
69
§ 3º A aceitação do convite para orientação do Trabalho de Conclusão de Curso
demonstrar-se-á pela assinatura do Professor no formulário a que faz referência o
artigo 8º desta Normativa.
Art. 8º A comunicação formal do início das atividades do Trabalho de Conclusão de
Curso dar-se-á por intermédio de entrega, mediante recibo, de formulário próprio.
Parágrafo único: O formulário a que se refere o caput deste artigo deverá conter:
I – identificação completa do Discente;
II – informações sobre o curso e turma;
III – indicação do tema do Trabalho de Conclusão de Curso;
IV – nome do professor-orientador;
V – assinatura do professor-orientador;
VI – data da apresentação do formulário; e
VII – assinatura do Discente.
Art. 9º O formulário tratado no artigo anterior deve ser entregue em local
determinado pela Coordenação de Curso do campus em que o aluno está
matriculado.
Art. 10º Os Coordenadores de Curso, por intermédio de normatização própria,
tratarão dos detalhamentos sobre o volume do Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 11º O Trabalho de Conclusão de Curso, quando escrito, deverá ser elaborado
em idioma nacional, nada impedindo a citação de autores estrangeiros, desde que
traduzidos os textos indicados.
Art. 12º O Discente deve manter freqüente contato com o Professor-Orientador
durante a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso
70
Art. 13º Concluída a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso e, após a
manifestação favorável do professor-orientador firmada em formulário próprio, o
discente deve providenciar a entrega do trabalho.
§ 1º Os prazos para entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso serão
determinados pela Coordenação e Colegiado de cada Curso.
§ 2º O formulário a que faz referência o caput deste artigo deve ser preenchido em
três vias, sendo que uma delas é a prova da entrega do Trabalho de Conclusão de
Curso.
Art. 14º O não cumprimento dos prazos mencionados no artigo 13 implica na
impossibilidade de depósito do Trabalho de Conclusão de Curso no semestre em
que o discente está cursando o penúltimo período.
Parágrafo único: No caso de perda do prazo, o depósito deverá ser realizado no
semestre letivo imediatamente posterior.
Art. 15º O Trabalho de Conclusão de Curso, quando escrito, deve ser apresentado
em três vias idênticas e/ou em formato eletrônico, de acordo com o especificado no
Projeto Pedagógico do Curso.
§ 1º Os trabalhos que apresentarem significativo número de laudas deverão ser
encadernados em espiral.
§ 2º No caso do parágrafo 1º deste artigo, a encadernação em espiral deverá ser
observada nas três vias.
Art. 16º Providenciados os trâmites administrativos necessários, no caso de
necessidade de defesa oral do Trabalho de Conclusão de Curso, a Secretaria de
cada campus da Universidade de Mogi das Cruzes, afixará, em local visível, as
listas das bancas examinadoras.
Parágrafo único As listas mencionadas no caput deste artigo conterão:
I – nome do Discente;
71
II – título do Trabalho de Conclusão de Curso;
III – nome do professor-orientador;
IV – nomes dos professores-examinadores;
V – local da seção pública;
VI – data da apresentação; e
VII – horário da apresentação.
Art. 17º Apresentando o Trabalho de Conclusão de Curso nos moldes estabelecidos
pelos Coordenadores respectivos, os professores envolvidos no processo de
avaliação avaliarão e atribuirão nota de 0 (zero) a 10 (dez), conforme o
desempenho alcançado pelo discente.
Parágrafo único: No caso de defesa oral ultimadas as apresentações da seção
pública respectiva, os presentes deixarão o recinto para que os professores
integrantes da Banca Examinadora discutam e deliberem acerca do desempenho
de cada discente.
Art. 18º A avaliação do desempenho para atribuição da nota do Trabalho de
Conclusão de Curso resulta da apreciação do tanto estabelecido na normatização
dos Coordenadores respectivos.
Parágrafo único: No caso de defesa oral após o depósito do material escrito, a
análise do desempenho resultará da média das duas etapas.
Art. 19º A aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso é verificada na hipótese
da obtenção de nota igual ou superior a 5,0 (cinco).
Parágrafo único: No caso de análise de desempenho aferida por colegiado, a nota
final resulta do somatório das médias atribuídas, dividida pelo número de
integrantes do mesmo colegiado.
72
Art. 20º A divulgação dos resultados será feita pela Secretaria Acadêmica do
campus em que o discente está matriculado, logo após o encerramento dos
registros procedidos pelos professores envolvidos na avaliação do desempenho.
Parágrafo único: O resultado da avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso será
consubstanciado em documento próprio, cujo conteúdo, entre outros dados, deve
contemplar:
I – Nome do Discente;
II – Título do Trabalho de Conclusão de Curso;
III – Nome do professor-orientador e, se for o caso, dos professores-examinadores;
e
IV – Assinatura do professor-orientador e, se for o caso, dos professoresexaminadores.
Art. 21º Os Coordenadores dos Cursos oferecidos pela Universidade de Mogi das
Cruzes, no âmbito das respectivas atividades e em relação ao(s) Curso(s) afetos à
correlata área de atuação, deverão, editar e divulgar normatização relativa às
especificidades do Trabalho de Conclusão de Curso, em semestre letivo que
preceda o início das orientações.
Art. 22º A normatização aludida no artigo 21 deverá contemplar eventuais lacunas
da presente Instrução.
Parágrafo único: No preenchimento de eventuais lacunas não será admitida
disposição que afronte esta Instrução.
Art. 23º Esta Instrução Normativa entra vigor na data de sua publicação.
1.11 - Apoio ao Discente
A Universidade de Mogi das Cruzes apóia o discente desde o período de
processo seletivo e matrícula, disponibilizando programa de bolsa de estudo da
73
Instituição, por meio de convênios com empresas e associações ou programa
governamental – PROUNI e FIES. Ao início das aulas é ofertado programas de
Nivelamento, desenvolvido por docentes e com apoio de monitores e Apoio
Psicopedagógico, sendo que este pode ser utilizado em qualquer etapa da vida
acadêmica.
No decorrer do curso é propiciado aos alunos, além das aulas regulares,
semanas de curso, palestras e eventos diversos, de forma gratuita, visitas técnicas
assistidas, como maneira de ampliar e atualizar as experiências acadêmicas e
conteúdos disponibilizados pela matriz curricular.
As jornadas, os congressos, as semanas de estudos, entre outros,
estabelecem parcerias externas e internas, no seu ambiente de organização. Merece
destaque o setor de audiovisual da Instituição que disponibiliza recursos de
multimídia utilizados como apoio pedagógico em sala de aula, em eventos diversos
realizados nos auditórios ou em espaços.
Os discentes da UMC contam com espaço de convivência adequado ao seu
bem–estar, com praça de alimentação, estacionamento, livrarias, entre outros
espaços.
1.12 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
A Comissão Própria de Avaliação – CPA, responsável pela implementação dos
processos de avaliação interna, visa à melhoria do desempenho e das áreas de
atuação da Instituição. A CPA, constituída por ato da Reitoria e aprovada pelos
órgãos colegiados superiores – Res. CONSU 003/13, de 24 de junho de 2013, é
composta por representantes de todos os segmentos da comunidade universitária
(docentes, discentes e funcionários técnico-administrativos) e da sociedade civil,
como preconizado no Art. 11, inciso I, da Lei nº 10.861/2004.
Dando continuidade às ações do processo avaliativo, para o período de 20112015, a CPA organizou o Plano de Trabalho em projetos e subprojetos que
propiciam a coleta de dados/informações quantitativas e qualitativas, da Instituição
74
como do Curso, relevantes para o aperfeiçoamento das atividades acadêmicas e
administrativas. Essa estrutura oportuniza definir ações contínuas e permanentes,
enfatizando o caráter global e formativo da Autoavaliação Institucional e da
Avaliação de Cursos/Setores/Serviços oferecidos pela Universidade.
Integrada à Avaliação Institucional, se processa a Avaliação de Curso com o
propósito de obter informações de caráter quantitativo e qualitativo que destaquem
as características de cada curso como elemento do contexto universitário.
A avaliação de Curso na UMC considera três categorias de análise: a)
organização didático-pedagógica; b) perfil do corpo docente, do corpo discente e do
corpo técnico-administrativo; c) instalações físicas. Com base no Instrumento de
Avaliação dos Cursos de Graduação, nos princípios da IES definidos no PDI e no
PPI e nas especificidades de cada curso, são definidos indicadores e critérios
mínimos de qualidade que permitam a análise das dimensões citadas.
A função da CPA, nesse processo, é fornecer subsídios aos coordenadores
de cursos para elaboração do Plano de Avaliação de Curso – PAC, a fim de que a
coerência com as políticas institucionais e a Autoavaliação Institucional seja mantida.
Quanto à avaliação permanente do curso, destacam-se as ações de avaliação
implementadas pelo Colegiado de Curso: autoavaliação docente, reuniões de
planejamento periódicas e ações para adequações didáticas.
Tomando por base, o resultado da Autoavaliação realizada, junto aos corpos
docente e discente,a CPA e a Coordenação do Curso juntamente com o NDE e
Gestão da Universidade realizaram as ações a seguir relacionadas:
Ações decorrentes:
 NDE e Gestão do Curso
-Atualização do Projeto Pedagógico do Curso, dos Planos de Ensino e respectivas
bibliografias, realizado pelo Colegiado de Curso e pelo NDE.
-Orientação aos professores para um melhor aproveitamento das aulas práticas.
-Avaliação discente interdisciplinar.
75
-Implantação de novos experimentos de laboratório.
-Atualização dos procedimentos experimentais dentro dos laboratórios.
-Reprodução de ensaios normatizados.
 CPA
-Análise dos indicadores: retenção, evasão, frequência, inadimplência.
-Ampliação da divulgação e esclarecimento, junto ao curso, em relação ao “Fale
Conosco” e Ouvidoria e seus objetivos.
-Sensibilização do corpo docente do curso para participação nas atividades de
Capacitação Docente.
-Ampliação da divulgação, junto ao curso, dos programas oferecidos pela Instituição:
nivelamento e atendimento psicopedagógico.
 Gestão da Universidade
-Ampliação e atualização do acervo bibliográfico do curso, laboratórios e
equipamentos.
-Ampliação e aperfeiçoamento de ambientes virtuais online para gestão acadêmica
dos corpos docente e discente (Sistema de Controle Acadêmico, Portal Docente,
Portal do Aluno).
-Incentivo à participação docente e discente em eventos técnicos e científicos
nacionais e internacionais.
Em resumo, o sistema de avaliação do Projeto de Curso é realizado pelo Colegiado
de Curso/NDE, pelo Setor de Legislação, Projetos e Normas, Gestão Acadêmica e
Comissão Própria de Avalição-CPA, como reflexo dos resultados obtidos na
Avaliação Institucional.
1.14 - Tecnologias de informação e comunicação – TICs – no processo ensinoaprendizagem
A Universidade de Mogi das Cruzes disponibiliza, para a comunidade
acadêmica regularmente matriculada, links no Portal <www.umc.br> para acesso a
76
informações acadêmicas, tais como: notas, faltas, planos de ensino, matriz
curricular, calendário acadêmico, cadastro e acompanhamento das Atividades
Complementares, divulgação de estágios e eventos, além de contatos com a
Secretaria Acadêmica para assuntos afins.
Através da internet, o corpo discente e docente tem acesso às bibliotecas
dos campi e ao acervo virtual do Plataforma Capes, via biblioteca. Para consulta ao
acervo, a biblioteca dispõe de 3 computadores para acesso à base de dados do
acervo próprio, 12 para acesso à internet e CD-ROM e 2 televisores com vídeocassete, DVD player e fones de ouvidos. O uso da Plataforma Capes é liberado aos
alunos, professores, pesquisadores e funcionários sendo o acesso permitido a partir
de qualquer terminal ligado à internet localizado na Instituição (controlado por faixas
de IP).
A Instituição conta com 10 laboratórios de informática, distribuídos nas salas
110, 111, 113, 114, 115, 116, 117 e 118, no 1º andar e lab01 e lab02, no subsolo do
bloco I, com a área adequada ao uso e capacidade que atende plenamente à
demanda de 02 alunos por equipamento, totalizando 235 computadores. O acesso
aos equipamentos pelo corpo discente se dá durante o período das aulas,
previamente agendadas pelos professores. Em horários específicos 1 ou mais salas
permanecem disponíveis para a utilização dos alunos, com o apoio de técnicos. Para
acesso aos computadores, os alunos devem possuir cadastro no Laboratório de
Informática, com a disponibilização de senhas para utilização.
Dentre os meios de comunicação entre os acadêmicos e os gestores,
destacam-se os links: Fale Conosco, Ouvidoria, e-mail Institucional e e-mail da
coordenação, os quais facilitam a comunicação tanto dos discentes como docentes,
com a coordenação e demais órgãos da IES. A comunidade externa possui acesso à
IES pelo Fale Conosco. Ainda, a coordenação do curso possui uma mala direta com
os alunos do curso, atualizada semestralmente, para divulgação de eventos e
atendimento ao aluno.
77
Como ferramenta de apoio as aulas, a Universidade dispõe da Plataforma
Moodle e no curso os professores utilizam-na para interação com os alunos, além da
área destinada no servidor de arquivos, visível nos laboratórios.
1.17 - Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
As competências dos alunos são avaliadas em instrumentos adequados, de
acordo com a metodologia de ensino e em consonância com a modalidade da
disciplina.
A avaliação do desempenho discente em cada uma das disciplinas, módulos
ou área de estudos, atividades, estágios e trabalho de conclusão de curso, far-se-á
por meio de procedimentos que comprovem assiduidade e aproveitamento dos
estudos realizados pelos alunos.
Os procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem são
regulamentados por Instrução Normativa.
INSTRUÇÃO NORMATIVA UMC 002/10, de 15 de dezembro de 2010
Altera a Instrução Normativa PROGRAD / PROAAC 001/2008 que regulamenta a
Avaliação do Desempenho Discente.
Art. 1º A avaliação do desempenho discente é entendida como um diagnóstico do
desenvolvimento do aluno em relação ao processo ensino-aprendizagem, na
perspectiva de seu aprimoramento, tendo por objetivos:
I. diagnosticar a situação de aprendizagem do aluno para estabelecer objetivos que
nortearão o planejamento da prática docente;
II. verificar os avanços e dificuldades do aluno no processo de apropriação, de
construção e de recriação do conhecimento, em função do trabalho desenvolvido;
III. fornecer aos professores elementos para uma reflexão sobre o trabalho realizado,
tendo em vista o redirecionamento do planejamento da disciplina;
IV. possibilitar ao aluno tomar consciência de seus avanços e dificuldades, visando
ao seu envolvimento no processo ensino-aprendizagem;
78
V. embasar a tomada de decisão quanto à promoção ou retenção dos alunos.
Art. 2º A avaliação do desempenho discente em cada uma das disciplinas, módulos
ou área de estudos, atividades, estágios e trabalho de conclusão de curso, far-se-á
por meio de procedimentos que comprovem assiduidade e aproveitamento dos
estudos realizados pelos alunos.
§ 1º A nota obtida deverá ser, obrigatoriamente, em cada bimestre, o resultado da
aplicação de diferentes instrumentos, priorizando as avaliações individuais.
§ 2º O desempenho do aluno será expresso em notas decorrentes dos processos
avaliativos a que foi submetido, em escala numérica de 0 (zero) a 10 (dez), permitida
a fração de 0,5 (cinco décimos) e lançada no Sistema de Controle Acadêmico (SAC)
juntamente com as faltas.
Art. 3º Em cada semestre letivo, o desempenho do aluno será expresso em notas
decorrentes dos processos avaliativos a que foi submetido:
I. M1: é proveniente do resultado das avaliações realizadas no primeiro bimestre e
terá peso 1(um);
II. M2: proveniente do resultado das avaliações aplicadas após a M1 e pela
Avaliação Integrada, terá peso 2 (dois);
a) A Avaliação Integrada nos cursos de graduação agregará, em caráter cumulativo,
semestre a semestre os conteúdos das disciplinas contempladas no currículo pleno
sendo entendida como uma estratégia de avaliação do desenvolvimento do aluno
em
relação
ao
processo
ensino-aprendizagem,
na
perspectiva
de
seu
aprimoramento constante e sistematizado.
b) A Avaliação Integrada deverá abranger conhecimentos específicos da área de
formação articulados ao contexto histórico e social atual, sendo estratégia prevista
nos Projetos Pedagógicos e planos de ensino das disciplinas.
79
c) A Avaliação Integrada deverá caracterizar-se como um dos instrumentos
aplicados, decorridos pelo menos dois terços do semestre letivo, e comporá 30% da
M2.
d) As avaliações devem ser elaboradas pelo colegiado de curso, presidido pelo
Coordenador e entregues a este último com 30 dias de antecedência à sua
aplicação.
e) As avaliações com este caráter deverão ser corrigidas pelo colegiado de curso e
entregues ao coordenador de curso na data prevista em calendário acadêmico.
III. MS: Média Semestral proveniente da média ponderada entre M1 e M2 e seu
cálculo será efetuado pelo SCA, mediante seguinte fórmula: MS=M1+2*M2/3
promovendo-se as frações iguais ou superiores a 0,25 (vinte e cinco centésimos) e
0,75 (setenta e cinco centésimos) e desprezando-se as inferiores.
Art. 4º Será considerado aprovado, na disciplina/módulo/área de estudos/atividades,
o aluno que obtiver média semestral igual ou superior a 5.0 (cinco) e que tenha, no
mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) de frequência nas atividades presenciais,
exceto para o curso de Medicina, que possui regulamentação específica.
Art. 5º Será considerado reprovado, na disciplina o aluno que obtiver:
I. média semestral inferior a 3.0 (Três), exceto para o curso de Medicina;
II. frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) nas atividades presenciais.
Art. 6º Será submetido à Prova de Recuperação, na época prevista no Calendário
Acadêmico, o aluno que obtiver Média Semestral inferior a 5,0 (cinco), exceto para o
curso de Medicina, e maior ou igual a 3.0 (três), e que tenha, no mínimo, 75%
(setenta e cinco por cento) de frequência nas atividades presenciais.
§ 1º Após a Prova de Recuperação a Média Final será calculada da seguinte forma:
MF = Média Semestral + Prova de Recuperação / 2
80
promovendo-se as frações iguais ou superiores a 0,25 (vinte e cinco centésimos) e
0,75 (setenta e cinco centésimos) e desprezando-se as inferiores.
Art. 7º As atividades complementares, trabalhos de conclusão de curso e estágios,
terão suas atividades desenvolvidas e avaliadas de acordo com o disposto no
Projeto Pedagógico de cada curso e poderão apresentar regulamentos próprios,
desde que atendidas às políticas institucionais específicas.
Parágrafo Único. Para estas atividades será permitida a utilização do conceito final
suficiente para aprovação e insuficiente para reprovação.
Art. 8º O aluno que usar meios ilícitos nos procedimentos de avaliação do
rendimento escolar sofrerá as sanções cabíveis por ato de improbidade.
Art. 9º A verificação e registro de notas, conceitos e frequência são de
responsabilidade exclusiva do professor, cabendo seu controle à Secretaria
Acadêmica.
Art. 10Os casos omissos serão analisados pela Pró-reitoria de Graduação (Campus
Sede/Mogi das Cruzes) e pela Pró-reitoria de Campus (Campus fora de Sede/VillaLobos).
Art. 11 Esta Instrução Normativa entra em vigor a partir da data de sua publicação.
1.18 - Número de Vagas
As vagas do curso foram delimitadas pelos Conselhos Superiores e considerouse, para tanto, a disponibilidade de docentes da IES, com afinidade de atuação no
curso, tamanho e quantidade das salas de aula, tamanho dos laboratórios
específicos e quantidade de equipamentos, número de títulos e volumes das
bibliotecas, considerando o número de usuários por campus.O acesso a periódicos,
com destaque para aqueles ofertados na Plataforma CAPES, bem como a
necessidade socioeconômica e cultural do curso na região metropolitana, também
foram considerados.
81
No total, o curso oferece, anualmente, 120 vagas, distribuídas equitativamente entre
os períodos matutino e noturno.
Dimensão 2 – Corpo docente
2.1 - Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
O Núcleo Docente Estruturante – NDE do curso é composto pela
coordenação de curso, que é mestre em Ciências Biológicas - Bioquímica e por 05
professores, dos quais 100% dos professores possuem titulação acadêmica em
programas de pós-graduação Stricto Sensu. Dentre os docentes que compõem o
NDE, 67% são doutores e 33% são mestres. Os docentes que compõem o NDE são
contratados em regime integral. Destaque para 33% de professores que atuam no
curso desde o último ato regulatório.
A atuação do NDE na concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do
curso é descrita por meio de atas, que resumem as atividades programadas e
implementadas. A Universidade, por meio da Instrução Normativa 001/10, de 27 de
julho de 2010, estabelece a constituição, funcionamento e normas de substituição do
NDE e garante a permanência deste até o próximo ato avaliativo.
INSTRUÇÃO NORMATIVA UMC 001/10, de 27 de julho de 2010
Estabelece a constituição e funcionamento do Núcleo Docente Estruturante –
NDE dos cursos de graduação.
Art. 1º O Núcleo Docente Estruturante – NDE dos cursos de graduação da
Universidade de Mogi das Cruzes – UMC, constitui-se de um grupo de docentes,
com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de
concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
82
Art. 2º Os membros do corpo docente que compõem o Núcleo Docente Estruturante
– NDE devem ter liderança acadêmica no âmbito do curso, percebida na produção
de conhecimento na área e no desenvolvimento do ensino.
Art. 3º As atribuições do Núcleo Docente Estruturante – NDE são:
I. contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades do
ensino constantes do currículo;
III. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências de mercado de
trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do
curso;
IV. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação;
Art. 4º A constituição do Núcleo Docente Estruturante – NDE atenderá, no mínimo,
os critérios:
I. será constituído pelo coordenador do curso e, por um mínimo de cinco
professores;
II. ter, pelo menos, 60% (sessenta por cento) de seus membros com titulação
acadêmica obtida em programa de Pós-graduação Stricto Sensu e regime de
trabalho de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos, 20% (vinte por cento) em
tempo integral, sendo observado, também, os referenciais estabelecidos nos
Instrumentos de Avaliação MEC/INEP.
Art. 5º A renovação do Núcleo Docente Estruturante – NDE deverá assegurar a
permanência de 30% (trinta por cento) de seus representantes, preservando a
continuidade do processo de acompanhamento do curso.
Art. 6º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
83
2.2 - Atuação do (a) coordenador (a)
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas tem na coordenação, a
professora Viviana Barbosa Paes, graduada em Licenciatura Plena em Ciências
Biológicas, mestre em Ciências Biológicas - Bioquímica. A coordenadora preside o
Colegiado de Curso e o NDE, sendo o contato direto do curso com os
representantes dos Conselhos Superiores, pois é subordinado a Pró-reitoria de
Campus, membro permanente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e
Conselho Universitário.
A gestão do curso é realizada com o apoio dos docentes e discentes do
curso. As reuniões com as áreas citadas são registradas em atas e/ou controle de
atendimento. Em ambos os casos, a coordenadora presta atendimento pessoal ou
virtual, por meio de e-mail institucional, como também, pela ferramenta Fale
Conosco, veículo de comunicação acessado via portal do aluno. Além disso, a
coordenadora mantém contato com os alunos diretamente em sala de aula mediante
a necessidade de passar informações sobre o curso e tirar algumas dúvidas dos
alunos.
Em recepção de novos alunos preside a aula inaugural, apresentando a
matriz curricular, as atividades propostas para o desenvolvimento do curso,
agendando visitas à biblioteca e informando sobre utilização e reserva de títulos,
volumes, plataforma Capes e periódicos.
As demais atividades, tanto no âmbito em sala de aula, quanto as
extensionistas, fruto das discussões da área acadêmica (corpo discente e docente)
são aprimoradas pelo NDE e posteriormente encaminhadas à Pró Reitoria de
Campus para apreciação e aprovação. Podemos citar: atualização de conteúdos dos
planos de ensino, bibliografia, visitas técnicas, eixos temáticos para desenvolvimento
dos Projetos Interdisciplinares, ciclo de palestras e mesa redonda. Nas atividades
extensionistas como Semana do meio Ambiente e Jornada da Gestão Ambiental e
Biologia, BIOFARMA, a coordenação faz questão da participação dos alunos desde
a escolha dos temas a serem abordados, escolha dos palestrantes e nos
preparativos gerais.
84
2.4 - Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do
(a) coordenador (a)
A coordenadora possui 5 anos e 2 meses de experiência no magistério de
ensino superior, 1 ano e 10 meses em gestão acadêmica, que somadas atingem a 7
anos. Como docente, ministra disciplinas de Parasitologia e Bioquímica no núcleo
Saúde. Além disso, a coordenadora é membro da Comissão Própria de avaliação,
onde representa o corpo docente e membro do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão da Universidade de Mogi das Cruzes. Apresenta, também, 7 meses de
experiência no magistério de Educação Básica.
2.5 - Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso
Quanto ao regime de trabalho da coordenação, o tempo de dedicação na
Universidade é integral, com 40 horas. Destas, 10 horas semanais são dedicadas à
coordenação do curso Ciências Biológicas – Bacharelado, 20 horas destinas à
coordenação de outros cursos e 10 horas destinadas à supervisão de Estágio
Obrigatório e Trabalho de Conclusão de Curso.
O curso disponibiliza 120 vagas anuais e a relação vagas divididas pelas horas
dedicadas à coordenação são 12.
2.7 - Titulação do corpo docente do curso
O corpo docente é composto por 11 professores, todos com titulação
acadêmica
em
programas
de
pós-graduação
stricto
sensu,
devidamente
reconhecidos pela CAPES/MEC. Dentre os professores, 3 (27,3%) são mestres e 8
(72,7%) são doutores. Os professores estão relacionados no Anexo I.
A porcentagem de docentes do curso com titulação stricto sensu é de 100%.
2.8 - Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores
A titulação de doutores no curso é de 72,7%. Os professores estão
relacionados no Anexo I.
2.9 - Regime de trabalho do corpo docente do curso
85
O regime de trabalho do corpo docente, que é constituído por 10 professores,
ocorre em regime de tempo integral, parcial ou horista. Em síntese, o curso possui
18,2% dos docentes em regime horista (2); 45,5% em regime parcial (5) e 36,3% dos
docentes em regime integral (4).
Os professores e seus respectivos regimes de trabalho estão listados abaixo:
Alfredo Carlos Cardoso Rocca, engenheiro civil, mestre em Engenharia
Hidráulica. Regime de trabalho: parcial.
Carlos Eduardo Vieira Toledo, geólogo, Doutor em Geologia. Regime de
trabalho: Parcial.
Débora Cristina Ramos De Marco, biomédica e farmacêutica, doutora em
Ciências.
Edna Aparecida Mercado, Pedagoga, Mestre em Educação.
Fábio Oliveira Nascimento, biólogo, doutor em Taxonomia Zoológica. Regime
de trabalho: horista.
Fabíola Cristina Ribeiro de Faria, bióloga, doutora em Taxonomia Zoologia.
Regime de trabalho: integral.
Marília Cristina Duarte, bióloga, doutora em Taxonomia Vegetal. Regime de
trabalho: parcial.
Mary Lobas de Castro, bióloga, mestre em Educação, Arte e História da
Cultura e Meio Ambiente. Regime de trabalho: Integral.
Rodrigo Marques Lima dos Santos, biólogo, doutor em Zoologia. Regime de
trabalho: parcial.
Simone Aparecida Siqueira da Fonseca, biomédica, doutora em Genética.
Regime de trabalho: horista.
Vanessa Fátima Oliveira, bióloga, doutora em Fisiologia Vegetal. Regime de
trabalho: Integral.
86
2.10 - Experiência profissional do corpo docente
A análise do contingente de docentes demonstra que, excluído experiência do
magistério superior, 27,3% tem experiência profissional de, pelo menos, 3 anos.
Os professores que apresentam experiência profissional de pelo menos 3
anos são: Alfredo Carlos Cardoso Rocca, Carlos Eduardo Vieira Toledo e Mary
Lobas de Castro.
2.12 Experiência de magistério superior do corpo docente
A análise do contingente de docentes demonstra que, 54,5% tem experiência
do magistério superior, pelo menos, 3 anos.
Os professores que apresentam experiência de pelo menos 3 anos no
magistério superior são: Alfredo Carlos Cardoso Rocca, Carlos Eduardo Vieira
Toledo, Débora Cristina Ramos De Marco, Edna Aparecida Mercado, Fabíola
Cristina Ribeiro de Faria e Mary Lobas de Castro.
2.14 - Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n°
4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e
disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis,
empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os
princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central:
Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o
Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a
Serviço do Meio Ambiente”
O Colegiado de Curso é um órgão de natureza consultiva para o
planejamento e avaliação das atividades acadêmicas do curso, composto por todos
os docentes e um representante discente, regularmente matriculado, eleito por seus
pares, com mandato de um ano. As sessões ordinárias ocorrem, pelo menos, duas
87
vezes durante o semestre letivo e, em sessão extraordinária, sempre que for
convocado pelo coordenador, presidente do Colegiado.
Cabe ao Colegiado elaborar Projeto Pedagógico do Curso, propor medidas de
aperfeiçoamento do ensino, analisar as ementas e os planos das disciplinas e/ou
atividades acadêmicas do curso, promover a avaliação periódica dos cursos,
integrando-se à Avaliação Institucional, deliberar, em primeira instância sobre os
projetos de ensino, pesquisa e extensão, além de analisar e discutir o plano anual de
atividades acadêmicas, analisar propostas apresentadas pelo Coordenador de
Programas/Cursos e/ou pelos próprios membros do Colegiado em assuntos que
visem à melhoria do Curso, desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o
ensino, a pesquisa e a extensão, promover e coordenar seminários, grupos de
estudos e outros programas para o aperfeiçoamento do quadro docente, entre
outras atividades previstas no Estatuto da UMC.
As reuniões dos Colegiados são registradas em atas.
Estatuto – UMC – resumo
SEÇÃO III – DOS COLEGIADOS DE PROGRAMAS / CURSOS
Art.30 Os Colegiados de Programas/Cursos são órgãos de natureza
consultiva parao planejamento e a avaliação das atividades acadêmicas do Curso.
§ 1º Os Colegiados dos Cursos de Graduação são compostos:
I-
pelo Coordenador de Curso, como Presidente do Colegiado;
II-
pelo corpo docente do Curso;
III-
por um representante discente regularmente matriculado no Curso,
eleito na forma da legislação vigente com mandato de um ano,
permitida uma recondução.
§ 2º A vigência do mandato dos representantes docentes está vinculada à
vigência do seu contrato de trabalho com a Mantenedora e a continuidade na
atividade eminentemente docente.
88
§ 3º A extinção do contrato de trabalho por qualquer razão, ou, a transferência
para atividades não docentes, implica imediata extinção do mandato e indicação de
substituto, da mesma condição, pelo Reitor, para o período remanescente.
§ 4º Os docentes que ministram aulas em mais de um curso devem,
preferencialmente, participar do Colegiado de Curso no qual exerçam maior carga
horária, podendo participar de outro Colegiado, caso formalmente se manifeste.
Art.31 Os Colegiados de Programas/Cursos contam com normas próprias que
regulamentam seu funcionamento.
Art. 32 Os Colegiados de Programa/Cursos reúnem-se, em sessão ordinária,
pelo menos duas vezes durante o semestre letivo e, em sessão extraordinária,
sempre que for convocado pelo Coordenador de Programas / Cursos.
Art. 33 As atribuições do Colegiado de Programas / Cursos estão definidas no
Regimento Geral da Universidade.
Regimento – UMC – resumo
Art. 27 Cabe aos Colegiados de Programas / Cursos:
I. elaborar a proposta de Projeto Pedagógico do Programa / Curso, de acordo
com as normas definidas pelo CEPE e pelas Pró-reitorias;
II. propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino;
III. deliberar, em primeira instância, sobre os projetos de ensino, pesquisa e
extensão, além de analisar e discutir o plano anual de atividades acadêmicas, para
posterior homologação pelo CEPE;
IV. analisar propostas apresentadas pelo Coordenador de Programas/Cursos
e/ou pelos próprios membros do Colegiado em assuntos que visem à melhoria do
Curso;
V. analisar as ementas e os programas das disciplinas e/ou atividades
acadêmicas do Curso;
89
VI.
promover a avaliação periódica do curso, na forma definida pela
Administração Superior, integrando-se ao sistema de avaliação institucional;
VII. desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o ensino, a
pesquisa e a extensão;
VIII. promover e coordenar seminários, grupos de estudos e outros programas
para o aperfeiçoamento do quadro docente;
IX. encaminhar às Pró-reitorias de Graduação da Sede e Fora de Sede, por
intermédio do Coordenador de Programas / Cursos, os problemas relativos à
atuação didático-pedagógica dos respectivos professores;
X. Selecionar, por meio da presidência do colegiado, os docentes que
compõem o Núcleo Docente Estruturante – NDE, de acordo com a legislação
vigente;
XI. exercer as demais funções que lhe forem delegadas.
2.15 - Produção científica, cultural, artística ou tecnológica
O corpo docente, composto por 11 professores, apresentou, no último triênio,
70 produções científicas, técnicas, didático-pedagógicas, publicadas ou não e
propriedades
intelectuais
depositadas,
sendo
que
54,4%
dos
professores
apresentaram de entre 4 e 6 produções. A listagem de professores com suas
respectivas publicações e comprovantes será apresentada no momento da visita.
Dimensão 3 – Instalações Físicas - Infraestrutura
Apresentam-se as instalações físicas do Campus Villa-Lobos, fora de sede,
da Universidade de Mogi das Cruzes, que contemplam de modo resumido, dados
das instalações acadêmicas e administrativas. A descrição pormenorizada encontrase disponível no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI.
90
A UMC ocupa um terreno com estrutura que abriga os cursos da área de
Ciências Exatas e Tecnologia, Ciências da Saúde e Ciências Humanas, num
complexo de 3 blocos, sobre um subsolo que abriga os laboratórios das áreas da
saúde e exatas. O prédio teve suas edificações projetadas para as atividades de
ensino-aprendizagem, especialmente a de ensino, iniciação científica, extensão,
biblioteca, tecnologia e informação, sendo adequadas à atividade fim, desenvolvida
pela comunidade acadêmica, interna e externa. Conta ainda com uma área
destinada à praça de alimentação e lazer, além do auditório, espaço reservado à
realização de palestras e apresentação pública dos projetos.
3.1 - Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI
As instalações destinadas às atividades dos docentes contratados em regime
de tempo integral estão dispostas no subsolo do bloco II, do CampusFora de Sede e
contam com estações de trabalho e sala de reuniões. Foram planejados de modo a
garantir a privacidade e o ambiente atende plenamente o desenvolvimento das
atividades a que se destina o regime de contratação.
Conta com uma recepção de atendimento e apoio, bem como dispõe de
equipamento para impressão de material no desenvolvimento das atividades.
As estações de trabalho estão localizadas na sala dos professores e em
ambientes específicos tais como o Núcleo Docente Estruturante – NDE e possui um
computador conectado à internet, sistema wireless de acesso à internet sem fio,
ramal telefônico, além do ambiente devidamente estruturado, iluminado, ventilado,
com fácil acesso ao atendimento tanto docente quanto discente e com condições de
salubridade, necessários ao bom desempenho das atividades acadêmicas.
3.2 - Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
As instalações destinadas às atividades dos docentes contratados em regime
de tempo integral estão dispostas no subsolo do bloco II.
91
Foram planejados de modo a garantir a privacidade, sem ter o aspecto de
baias convencionais. O ambiente atende plenamente o desenvolvimento das
atividades a que se destina o regime de contratação.
Conta com uma recepção de atendimento e apoio, bem como dispõe de
equipamento para impressão de material no desenvolvimento das atividades.
As estações de trabalho estão localizadas na sala dos professores e em
ambientes específicos tais como o Núcleo Docente Estruturante – NDE e possui um
computador conectado à internet, sistema wireless de acesso à internet sem fio,
ramal telefônico, além do ambiente devidamente estruturado, iluminado, ventilado,
com fácil acesso ao atendimento tanto docente quanto discente e com condições de
salubridade, necessários ao bom desempenho das atividades acadêmicas.
3.3 - Sala de professores
As instalações para professores e sala de reunião estão dispostas no subsolo
do bloco II, onde comporta mesas para desenvolvimento de atividades individuais e
mesa para reunião, além de três sofás que contribuem para o bem-estar físico e
conforto do corpo docente. A infraestrutura foi elaborada para priorizar a facilidade
no atendimento, em especial à inclusão social, no que se refere ao acesso aos
portadores de necessidades especiais. O acesso se dá por rampas ou elevadores.
As instalações possuem computadores conectados à internet, além do
sistema wireless de acesso à internet sem fio, num ambiente devidamente
iluminado, ventilado e com condições de salubridade.
Há ainda uma recepção de atendimento e apoio ao docente, onde verifica a
ausência ou não do professor e a necessidade de apoio ou orientação das
atividades acadêmicas. Há disponibilidade de utilização da impressão de material
para preparação de aula, bem como reprodução das avaliações acadêmicas.
A recepção conta ainda com uma equipe de funcionários que disponibiliza
informações básicas aos discentes sobre o corpo docente, alocações e demais
informações acadêmicas. Existe ainda um espaço para atendimento ao discente
pelo docente, para sanar dúvidas ou esclarecimentos.
92
A UMC oferta aos seus docentes condições de trabalho que valorizam
oprofissional e o cidadão, em um ambiente com estrutura física adequada à
realização das atividades profissionais, priorizando a qualidade do convívio social e
a ética entre as relações estabelecidas.
3.4 - Salas de aula
A Universidade comporta 146 salas de aula, em ambiente com 8.606,45 m²,
distribuídas nos andares, adequada ao número de alunos e de disciplinas dos
cursos, devidamente iluminadas, com acústica, ventilação, conservação e
comodidade, atendendo às condições de salubridade.
Todas as salas estão equipadas com carteiras com braço de apoio para
destros e canhotos, há ainda, carteiras especiais para obesos. Possui ainda quadro
branco, ventiladores, janelas, cortinas para obstrução da claridade.
A UMC disponibiliza data-show, retroprojetor, CPU, acesso à internet
(laboratórios e rede wireless, em área de convivência), TV, vídeo, DVD, caixas de
som.
O docente fica alocado em mesa própria, disposta à frente da sala.
A limpeza e conservação das salas são feitas diariamente, antes do início do
período letivo diurno, após as aulas intercorrentes e antes do início das aulas no
período noturno, garantindo assim a higienização, conservação e salubridade.
3.5 - Acesso dos alunos a equipamentos de informática
A Universidade de Mogi das Cruzes disponibiliza em sua infraestrutura 10
laboratórios de informática, distribuídos nas salas 110, 111, 113, 114, 115, 116, 117
e 118, no 1º andar e lab01 e lab02, no subsolo do bloco I, com a área adequada ao
uso e capacidade que atende plenamente à demanda de 02 alunos por
equipamento, totalizando 18 a 28 equipamentos por laboratório, com acesso à
internet.
93
Possuinos laboratórios, hardwares:
Laboratório
Descrição do computador
Memória
Ram
HD
Lab110
Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb
de cache
2 Gb
40 Gb
18
Lab111
Toshiba STI Dual Core
2 Gb
320 Gb
26
Lab113
Toshiba Lince, Celeron D330 2.6 Mhz
2 Gb
40 Gb
22
Lab114
Toshiba STI Dual Core
2 Gb
320 Gb
26
2 Gb
40 Gb
24
2 Gb
40 Gb
24
2 Gb
40 Gb
28
2 Gb
40 Gb
21
Lab115
Lab116
Lab117
Lab118
Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb
de cache
Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb
de cache
Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb
de cache
Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb
de cache
Computadores
Lab01
Positivo Core i5
4 Gb
500Gb
21
Lab02
Positivo Core i5
4 Gb
500Gb
25
Total
235
Possuem os seguintes softwares: Office 2007, Project 2010, SQL Server 2008
Enterprise, Visio 2010, VS 2008 Express, dentre outros.
Os recursos audiovisuais e multimídia são diversificados e concorrem no
sentido de auxiliar as tarefas pedagógicas dos professores e iniciativas culturais da
Universidade. O acesso aos equipamentos de informática pelo corpo docente é livre
a qualquer momento na sala dos professores e nas salas específicas de aulas,
quando não estão sendo utilizadas pelos alunos. Existe uma equipe de técnicos, que
cuida da infraestrutura das salas de informática e dá o apoio necessário ao corpo
docente e aos alunos.
A Universidade de Mogi das Cruzes dispõe de Regulamento Geral para uso e
administração dos recursos de computação. O acesso aos equipamentos pelo corpo
discente se dá durante o período das aulas e, em outros horários, existem algumas
das salas disponíveis para a utilização, com o apoio de técnicos e monitores.
94
Outro recurso disponibilizado aos corpos docente e discente é o acesso à
internet por meio de rede wireless, instalado em locais estratégicos (Centro de
Convivência, Sala dos Professores e Biblioteca) dos Campi da Universidade. A
interligação entre as Unidades do Campus da Sede, em Mogi das Cruzes, é feita via
wireless de 54Mbps com frequencia de 5.4 GHz e a conexão entre o Campus da
Sede (Mogi das Cruzes) e o Campus fora da Sede (São Paulo) é feita por um link
dedicado de 2Mbps para dados e voz, além de um link de 2Mbps para acesso a
internet, ambos contratados junto à Embratel. Além disso, há uma rede wirelles
disponível para o corpo discente, docente e administrativo no Centro de Convivência
da Universidade.
A área de Informática é considerada como fator estratégico na UMC. Está
subordinada diretamente à Vice-reitoria Acadêmica. O setor de informática atua com
funcionários
encarregados
das
áreas
de
suporte
(hardware
e
software),
desenvolvimento de sistemas específicos e comunicação de dados e segurança,
para a administração e gerenciamento da Universidade. A UMC conta com várias
bases de dados, que integram os sistemas corporativos e de apoio: um é referente
aos dados acadêmicos, gerenciado pelo setor de informática. O banco de dados
acadêmicos é gerado pelo Sistema de Controle Acadêmico (SCA) que é um software
integrado, projetado pela equipe de desenvolvimento de sistemas do setor de
informática.
O Sistema de Controle Acadêmico - SCA mantém os registros acadêmicos
dos alunos desde a inscrição para o processo seletivo na UMC até a emissão de
certificados e do diploma registrado. O SCA está implantado na UMC há 13 anos,
em processo contínuo de evolução. Por ser uma ferramenta amplamente utilizada
pelos docentes, discentes e setores administrativos, a Gerência de Informática, em
conjunto com as áreas operacionais, administrativas e acadêmicas, realiza
continuamente estudos de avaliação e readequação de processos (diagnóstico e
planejamento) do desenvolvimento e implementação do SCA. Assim, espera-se que
a UMC possa contar com um sistema integrado e com bancos de dados mais
completos, com uma dinâmica de atualização mais eficiente, para responder de
forma adequada aos vários setores e exigências ditadas pelo progresso.
95
3.6-Bibliografia básica
A biblioteca está alocada numa área de 729m². Possui ambiente claro,
arejado, com boas condições de iluminação natural e artificial, com amplo acesso a
todos os membros da comunidade acadêmica (docentes, discentes e técnicoadministrativo).
O acervo para o curso foi adquirido considerando o núcleo básico e o
específico do curso, sendo que o básico contempla, no mínimo, 3 títulos por
disciplina, com volumes compatíveis com o número de usuários.
A bibliografia básica abrange as principais áreas temáticas do curso e suas
atualizações são efetuadas anualmente, após avaliação do Coordenador de Curso,
juntamente com o Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante.
A Política de Aquisição e Atualização do Acervo é implementada a partir de
indicações dos docentes, de acordo com o projeto pedagógico do curso e atendem
plenamente aos programas das disciplinas.
Todo o acervo está tombado junto ao patrimônio da IES, contendo marca,
número de série, modelo, tipo e conservação.
Para consulta ao acervo, dispõe de computadores para acesso à base de
dados do acervo próprio, acesso à internet e CD-ROM. Possui televisores com
vídeo-cassete, DVD player e fone de ouvidos para assistir as fitas/DVDs disponíveis
na biblioteca; dispõe ainda de mesas para estudo individual e com capacidade para
até 4 pessoas, além de 24 mesas para estudo individual, no espaço destinado ao
acervo estão instalados conjuntos com estantes, além de estantes expositoras.
O balcão de atendimento foi projetado para comportar até 4 pessoas que
orientam e atendem os usuários. Com o objetivo de ampliar o acervo a disposição
dos usuários, a Biblioteca possui convênio com Rede Pergamum (para acesso a
artigos publicados em periódicos editados pelas universidades pertencentes a rede e
EEB), Bireme para acesso as Bibliotecas Virtuais de Saúde e fornecimento de
artigos através do sistema SCAD, IBICT para alimentação do Catálogo Coletivo
96
Nacional (CCN) e fornecimento de artigos através do sistema Comut, Rede Globo
para empréstimos de gravações de vídeo, entre outros.
Pela internet, o usuário pode consultar o acervo, efetuar reservas e
renovações de materiais emprestados, verificar pendências e histórico, atualizar
seus dados, enviar sugestões, podendo ser utilizadas por docentes, discentes,
funcionários da UMC e pela comunidade externa. O acesso ao acervo é livre, ou
seja, é permitido que o usuário dirija-se as estantes onde estão armazenados livros,
periódicos, materiais de referência e trabalhos acadêmicos.
3.6.1 Acervo eletrônico: a UMC assina o conteúdo integral da Minha
Biblioteca que é uma biblioteca virtual formada pela reunião das quatro principais
editoras de livros acadêmicos no Brasil: Atlas, Saraiva, Grupo Gen (composto
pelas editoras Santos, Forense, Atlas, Roca, Guanabara Koogan, LTC, EPU,
Forense, Método, AC Farmacêutica) e Grupo A (McGraw-Hill Brasil, ArtMed,
Bookman, Pensa, Tekne, Artes Médicas). Neste site: estão disponíveis mais de
3.500 títulos das diversas áreas do conhecimento e o acervo está sendo ampliado
diariamente até incluir todo o catálogo das editoras; todos os usuários podem
acessar o mesmo livro simultaneamente; cada usuário possui uma conta individual
no sistema, preservando suas marcações, anotações e localização dentro do livro; o
usuário dispõe de link que referencia suas citações diretas e é possível imprimir
parte do conteúdo.
3.7-Bibliografia complementar
O acervo para o curso abrange todas as principais áreas temáticas do curso.
As atualizações são efetuadas anualmente, após avaliação do Coordenador de
Curso, juntamente com o Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante e
atende às indicações bibliográficas, referidas nos programas da disciplina,
contemplando 5 (cinco) títulos por unidade curricular com, no mínimo, 2 exemplares
por título.
97
A Política de Aquisição e Atualização do Acervo e é implementada a partir de
indicações dos docentes, de acordo com o projeto pedagógico do curso e atendem
aos programas das disciplinas. Todo o acervo está tombado junto ao patrimônio da
IES, contendo marca, número de série, modelo, tipo e conservação.
A biblioteca possui convênio com Rede Pergamum (para acesso a artigos
publicados em periódicos editados pelas universidades pertencentes a rede e EEB),
Bireme para acesso as Bibliotecas Virtuais de Saúde e fornecimento de artigos
através do sistema SCAD, IBICT para alimentação do Catálogo Coletivo Nacional
(CCN) e fornecimento de artigos através do sistema Comut, Rede Globo para
empréstimos de gravações de vídeo, entre outros.
3.7.1 Acervo eletrônico: a UMC assina o conteúdo integral da Minha
Biblioteca que é uma biblioteca virtual formada pela reunião das quatro principais
editoras de livros acadêmicos no Brasil: Atlas, Saraiva, Grupo Gen (composto
pelas editoras Santos, Forense, Atlas, Roca, Guanabara Koogan, LTC, EPU,
Forense, Método, AC Farmacêutica) e Grupo A (McGraw-Hill Brasil, ArtMed,
Bookman, Pensa, Tekne, Artes Médicas). Neste site: estão disponíveis mais de
3.500 títulos das diversas áreas do conhecimento e o acervo está sendo ampliado
diariamente até incluir todo o catálogo das editoras; todos os usuários podem
acessar o mesmo livro simultaneamente; cada usuário possui uma conta individual
no sistema, preservando suas marcações, anotações e localização dentro do livro; o
usuário dispõe de link que referencia suas citações diretas e é possível imprimir
parte do conteúdo.
3.8-Periódicos especializados
O acervo do curso é composto de títulos de periódicos e revistas; vídeos;
DVD; CD-ROM; jornais; materiais em meio digital ou eletrônico, abrangendo as
principais áreas temáticas do curso e estão distribuídos entre as principais áreas do
curso.
98
Em março/2008, a Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível
Superior (CAPES/MEC) contemplou a Universidade de Mogi das Cruzes com acesso
gratuito e completo ao Portal Periódicos, que oferece acesso a textos selecionados
em 33.756 publicações periódicas internacionais e nacionais, 130 bases
referenciais, dicionários, ebooks, teses e dissertações, normas técnicas, etc. Na
UMC, o acesso é permitido a todos os professores, alunos e funcionários e pode ser
realizado a partir de qualquer computador instalado na instituição, que esteja
conectado à Internet e seja identificado com as faixas de IPs habilitadas pela
universidade.
Relação de periódicos impressos ou virtuais subdivididos pelas principais áreas do
curso:
1. Acta Botanica Brasilica
2. Ambiente e Educação : Revista de Educação Ambiental
3. Ambiente e Sociedade
4. American Chemical Society
5. American Journal of Molecular Biology
6. Anatomia, Histologia, Embryologia
7. Animal Biology
8. Animal science journal
9. Applied Entomology And Zoology
10. Aquatic toxicology
11. Biochemistry and molecular biology education
12. Biodiversity and Conservation
13. Bioética
14. Biotechnology and molecular biology reviews
15. BMC Developmental Biology
16. Botanical studies
17. Ciências e Saúde Coletiva
18. Constituição brasileira, direitos humanos e educação
19. Development Genes and Evolution
20. Ecologia Aplicada
21. Ecology & Evolution
22. Experimental Parasitology
23. Genetic resources and crop evolution
24. Genetics and molecular biology
25. International Journal for Parasitology
26. Journal of Biochemistry and Molecular Biology
27. Journal of molecular histology
28. Journal of paleontology
99
29. Journal of Vertebrate Paleontology
30. Molecular Phylogenetics and Evolution
31. Natural History
32. Nature
33. Parasitology
34. Revista Bioética
35. Revista Brasileira de Botânica
36. Revista Brasileira de Fisiologia Vegetal
37. Revista Brasileira de Paleontologia
38. Revista Brasileira de Zoologia
39. Revista de Geologia
40. Revista de microbiologia
A aquisição de livros e multimeios é indireta, sendo operacionalizada pelo
Setor de Compras da Instituição e não pela Biblioteca. O processo de aquisição de
periódicos é direto, tendo sua operacionalização como cotação e fechamento de
pedido de fornecimento centralizado pela Biblioteca, além do controle das aquisições
e renovações de assinaturas, registro e controle de coleções de fascículos e
exemplares.
A Política de Desenvolvimento da Coleção das Bibliotecas da UMC
estabelece os critérios para incorporação ao acervo de materiais recebidos através
de doação ou permuta. O acervo é organizado tecnicamente utilizando-se padrões
biblioteconômicos internacionais: para a catalogação utiliza-se o Código de
Catalogação Anglo Americano – AACR2 (2. ed.), para a classificação adota-se a
Classificação Decimal de Dewey – CDD (21. ed.) e a indexação de assuntos segue
os padrões estabelecidos pela Rede Pergamum. O acervo de periódicos é
armazenado em ordem alfabética de títulos e os demais itens do acervo por áreas
do conhecimento (segundo CDD, 21. ed.). Os catálogos são informatizados,
podendo ser acessados em computadores de consulta ao acervo próprio e permitem
ao usuário localizar obras de interesse através do autor, título, assunto, editora, tipo
de material, coleção, palavras existentes no resumo. As Bibliotecas são gerenciadas
utilizando-se o sistema informatizado Pergamum, que contempla as principais
atividades desenvolvidas em bibliotecas e funciona de forma integrada da aquisição
ao empréstimo, permite acesso a base de dados via browser Internet e trabalha com
100
arquitetura cliente/servidor para acesso e atualização de dados do acervo local ou
remotamente.
3.9 - Laboratórios didáticos especializados: quantidade
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n°
4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e
disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis,
empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os
princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central:
Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o
Subeixo:
“Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a
Serviço do Meio Ambiente”
Os Laboratórios didáticos especializados de Anatomia, Multidisciplinar 1 e 2,
estão localizados no subsolo e os laboratórios Multidisciplinar 3 e 4 estão
localizados no térreo.
O acesso aos laboratórios se dá com agendamento prévio, bem como
acompanhamento por técnico e professor responsável pelas disciplinas, sendo que
as normas de funcionamento, utilização, segurança e manutenção estão
disponibilizadas em regulamento específico.
Os laboratórios funcionam de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 22:00h e aos
sábados das 8:00 às 13:00h, sempre contando com técnicos especializados para
atender ao corpo discente e docente.
Em relação à quantidade: A Universidade de Mogi das Cruzes, Campus VillaLobos, possui laboratórios equipados de acordo com sua finalidade e planejados de
modo a atender as vagas autorizadas e ao espaço físico existente.
3.10-Laboratórios Didáticos Especializados: qualidade
101
O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com
a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n°
4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e
disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis,
empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os
princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central:
Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o
Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a
Serviço do Meio Ambiente”
Os
laboratórios
foram
instalados
considerando
a
acessibilidade
da
comunidade acadêmica e comunidade externa, com previsão orçamentária em PDI
para atualização e manutenção dos equipamentos, bem como disponibilidade de
insumos, necessários à sua operacionalização, respeitando-se as respectivas
normas de funcionamento, utilização e segurança, disponibilizadas em regulamento
próprio.
3.11-Laboratórios Didáticos especializados: serviços
O curso de Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução
CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de
06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o
conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores
e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios
epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua
Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde
Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio
Ambiente”
Quanto a serviços: os laboratórios contam com apoio técnico de funcionários
especializados, manutenção de equipamentos preventiva e Descrição dos
Laboratórios:
102
Laboratórios 1 e 2: Anatomia, localizado no Subsolo.
O laboratório atende as disciplinas: Anatomia Humana.
Laboratório 3: Multidisciplinar 1, localizado no subsolo.
O laboratório atende as disciplinas: Biologia Celular e Molecular, Microbiologia,
Histologia, Parasitologia, Biologia do Desenvolvimento e Genética I.
Laboratório 4: Multidisciplinar 2, localizado no Subsolo
O laboratório atende as disciplinas: Química Geral, Zoologia dos Invertebrados I e II,
Zoologia dos Cordados I e II, Anatomia e Fisiologia Animal Comparada e Geologia.
Laboratório 5: Multidisciplinar 4, localizado no térreo.
O laboratório atende as disciplinas: Anatomia Vegetal, Sistemática de Criptógamas,
Sistemática de Fanerógamas, Bioquímica, Ecologia e Fisiologia Vegetal e Botânica
Econômica.
103
ANEXO I
Apresenta-se, neste anexo, a relação do corpo docente do curso de
Bacharelado em Ciências Biológicas e, dentre eles, o Núcleo Docente Estruturante –
NDE, composto pelo coordenador e 05 docentes.
Corpo Docente
Nome:
CPF:
Titulação
Regime
Máxima
de
concluída
trabalho
Tempo de
Tempo de
Tempo de
Experiência
Experiência
vinculo com
de
Profissional
o curso
Magistério
(excluir as
(meses)
Superior (em
atividades
meses)
do
magistério
superior)
Alfredo Carlos Cardoso
008.369.328-97
Mestrado
Parcial
196.959.028-98
Doutorado
Parcial
261.988.128-55
Doutorado
Integral
272.722.798-18
Doutorado
Horista
260.100.338-37
Doutorado
Integral
Marília Cristina Duarte
289.263.458-07
Doutorado
Parcial
Mary Dias Lobas de
Castro
148.412.958-01
Mestrado
Integral
Rodrigo Marques Lima
dos Santos
260.703.698-40
Doutorado
Parcial
Simone Aparecida
Siqueira da Fonseca
155.978.978-61
Doutorado
Horista
288.550.098-00
Doutorado
Integral
Rocca
Carlos Eduardo Vieira
Toledo
Débora Cristina Ramos
De Marco
Fábio Oliveira
Nascimento
Fabíola Cristina
Ribeiro de Faria
Vanessa Fátima
Oliveira
104
33 anos
21
80
3 anos
27
68
1 ano
9
12
0
12
24
0
18
18
0
18
212
30 anos
20
12
0
9
12
0
3
18
0
18
104
Núcleo Docente Estruturante - NDE
Titulação Máxima
Regime de
concluída
trabalho
288.159.868-47
Mestrado
Integral
Débora Cristina Ramos De Marco
261.988.128-55
Doutorado
Integral
Fabíola Cristina Ribeiro de Faria
260.100.338-37
Doutorado
Integral
Marília Cristina Duarte
289.263.458-07
Doutorado
Parcial
Mary Dias Lobas de Castro
148.412.958-01
Mestrado
Integral
Vanessa Fátima Oliveira
288.550.098-00
Doutorado
Integral
Nome:
CPF:
Coordenadora Viviana Barbosa Paes
105
ANEXO II
Extensão, ação social e iniciação científica
Atividades de extensão
- Palestra: “A profissão de Biólogo” – 04 de setembro de 2013
A palestra foi ministrada pelo Dr. Celso Luis Marino, membro do CRBio 1.
- Jornada da BIOFARMA: 8 e 9 de abril de 2013
A jornada contou com os de Bacharelado em Ciências Biológicas, Farmácia e
Tecnologia em Gestão Ambiental.
Segue abaixo a lista dos palestrantes:
Palestrante
Tema
Segunda- Feira
Alfredo Carlos Cardoso
Avaliação de impacto ambiental e destinação de
Rocca
materiais residuais.
Silvana Mollo
Como interpretar textos.
Alexandre Wilson Bisson
Divisão Bacteriana: Perspectiva como alvo para
Filho
antibiótico.
Terça-feira
Alfredo Carlos Cardoso
Gestão de resíduos do descarte de serviços da saúde
Rocca
Cristina Mendes Gigliotti
Testes psicológicos aplicados em entrevistas de
emprego.
Heloisa Rosa
Câncer de Mama
Fábio Kendi
Bicombustível: Uma nova realidade
106
- Semana do Meio Ambiente de 07 de maio a 11 de maio de 2012
A Semana do Meio Ambiente contou com a participação dos cursos:
Tecnologia em Gestão Ambiental, Ciências Biológicas e Direito. A Semana foi
patrocinada por comerciantes da região (Empório Santa Nina, Padaria Camilla e
Mundo Verde). Além disso, contou com o apoio do IBAMA, que disponibilizou
material para serem sorteados entre os alunos.
Segue abaixo a lista dos palestrantes:
Palestrante
Tema:
Segunda- Feira
Vereador Gilberto Natalini
O meio Ambiente e a Rio + 20
Magno Maciel
Créditos de Carbono como Commodities
Sávio Stefanini Sant’Anna
Mini-curso sobre Serpentes
Terça-feira
Crimes Ambientais
Polícia Ambiental
Atuação do Biólogo no
Fabiana Gomes
Mercado de Consultoria
Ambiental
Dr. Sávio Stefanini
Mini-curso sobre Serpentes
Sant’Anna
Quarta-Feira
Tráfico de Animais
Polícia Ambiental
Eng. Carolina Motinaguá
Processos no Tratamento de Efluentes
Alfredo Rocca
Aspectos Ambientais, Jurídicos Urbanísticos e
de Saúde nos Passivos de Contaminação do
Solo e das Águas Subterrâneas
Antônio de Oliveira Siqueira
Meio Ambiente e Sustentabilidade
Quinta-Feira
Janaína Dallan
Venda e Compra de Créditos de Carbono
Dra. Stella de Bortolli
Panorama Mundial da Água: Uma Crescente
107
Preocupação
Alfredo Rocca
A Política Nacional de resíduos sólidos: Uma
Mudança de Hábitos de Produção e Cconsumo
Sexta-Feira
Camila Brandão
Sistema de Alerta de inundação de Cidade de
São Paulo
Patricia Jeanpaulo
Uso de Plantas no Monitoramento Ambiental
Camila Brandão
Cobrança no consumo de água
AÇÃO SOCIAL:
- ICOMON – SIPAT, outubro de 2013: Em parceria com a empresa ICOMON,
durante a Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho, os professores da
Universidade participaram da semana ministrando palestras de diversos temas.
- Dia da Responsabilidade Social,
21 de setembro de 2013: a Universidade
participou da campanha do Dia da Responsabilidade Social, onde o curso de
Bacharelado em Ciências Biológicas ficou responsável pela palestra sobre Animais
Sinatrópicos - Pragas Urbanas.
- Projeto Pescar Eurobike São Paulo 2013: O Projeto Pescar é uma rede que
funciona por meio de franquia social. As empresas franqueadas pela Fundação
projeto Pescar abrem espaço para a formação pessoal e profissional de
adolescentes de baixa renda e em vulnerabilidade social em suas próprias
dependências, encaminhando-os, depois ao mercado de trabalho. Os alunos do
curso de Ciências Biológicas, sob supervisão dos docentes da UMC, ministrarão
aulas sobre os temas de Saúde e Educação Ambiental, previstos no curso de
Iniciação Profissional em Mecânica.
- Feira Cultural – SESI Cotia, 10 de novembro de 2012: a convite do SESI Cotia, a
Universidade de Mogi das Cruzes realizou durante a Feira Cultural diversas ações.
108
Os alunos do curso de Biologia desenvolveram uma palestra informativa sobre
animais sinantrópicos além da elaboração do panfleto informativo. Além disso,
desenvolveram e aplicaram jogos sobre biodiversidade e reciclagem.
- 1a Semana do Meio Ambiente: Arrecadação de leite como taxa de inscrição, que
foi entre PAC Casa de Acolhimento Vila Guedes. Endereço: Rua Francisco Chaves
Pinheiro, 212, Pirituba, SP
- Projeto Pescar Eurobike São Paulo 2012: O Projeto Pescar é uma rede que
funciona por meio de franquia social. As empresas franqueadas pela Fundação
projeto Pescar abrem espaço para a formação pessoal e profissional de
adolescentes de baixa renda e em vulnerabilidade social em suas próprias
dependências, encaminhando-os, depois ao mercado de trabalho. Os alunos do
curso de Ciências Biológicas, sob supervisão dos docentes da UMC, ministrarão
aulas sobre os temas de Saúde e Educação Ambiental, previstos no curso de
Iniciação Profissional em Mecânica.
- 1º e 2º Trote Solidário em 2010_1 e 2010_2, respectivamente, com arrecadação
de alimentos não perecíveis para o Albergue Zancone, envolvendo a participação,
entre outros, da representante discente do curso de Ciências Biológicas –
Bacharelado: Simone Paula Silva Vasconcellos (RGM: 55834) e da coordenação do
curso.
- 3º Trote Solidário em 2011_1, com arrecadação de alimentos não perecíveis para
o Centro de reabilitação Infantil Amigos do Marinho(CRIAM), envolvendo a
participação, entre outros, da representante discente do curso de Ciências
Biológicas – Bacharelado: Simone Paula Silva Vasconcellos (RGM: 55834), da aluna
Natália Morales Peres (RGM: 52377) e da coordenação do curso.
- Projeto Pescar Eurobike São Paulo 2011: O Projeto Pescar é uma rede que
funciona por meio de franquia social. As empresas franqueadas pela Fundação
projeto Pescar abrem espaço para a formação pessoal e profissional de
adolescentes de baixa renda e em vulnerabilidade social em suas próprias
dependências, encaminhando-os, depois ao mercado de trabalho. Os alunos do
109
curso de Ciências Biológicas, sob supervisão dos docentes da UMC, ministrarão
aulas sobre os temas de Saúde e Educação Ambiental, previstos no curso de
Iniciação Profissional em Mecânica.
- 3º Ação Social Supermercado Compre Bem: os alunos do curso de Ciências
Biológicas orientaram a população do bairro sobre o tema “Criadouros do mosquito
da Dengue” sob a orientação da Profa. Cláudia Renata Madella, além disso,
realizaram Testes de Glicemia, juntamente com os alunos dos cursos de Farmácia e
Biomedicina, sob a orientação e treinamento da Profa. Thais de Souza Lima.
- JORNADAS E PALESTRAS: Durante os semestres letivos são organizadas
palestras e jornadas específicas do Núcleo Saúde como atividades de extensão
acadêmica. Segue abaixo relação dos eventos organizados:
EVENTO
DATA
SEMANA DE INTEGRAÇÃO DOS CURSOS DE
SAÚDE UMC/CVL
ago/08
PALESTRA DE EMERGÊNCIAS CLÍNICA
CURSO DE MEDICINA LEGAL BIOMEDICINA/DIREITO
PROFESSOR
RESPONSÁVEL
EDUARDO FILONI E
ANTONIO OLIVAL
FERNANDES
30/08/2008 EDUARDO FILONI
nov/08
EDUARDO FILONI
EDUARDO FILONI E
PALESTRA - MERCADO DE TRABALHO "ASPECTOS
ROBERTO
23/05/2009
ORGANIZACIONAIS"
NAVARRO
MORALES JUNIOR
PROFESSORES DOS
I JORNADA DA SAÚDE - UMC/CVL
abr/08
CURSOS DE SAÚDE
- CVL
ANA CAROLINA
RODRIGUES DIAS E
I JORNADA DA BIOMEDICINA
24/10/2009
LUCIANA
RODRIGUES JACY
DA SILVA
CLAUDIA MORENO
I JORNADA DA FARMÁCIA
14/11/2009
ROSA
110
I JORNADA DA FISIOTERAPIA
PRÉ-CONGRESSO DE ENFERMAGEM E
FISIOTERAPIA EM EMERGÊNCIA
I COMEMERAÇÃO DO DIA DO BIÓLOGO
MARCO ANTONIO
DE ARAUJO
ROBERTO
21/05/2009
NAVARRO
MORALES JUNIOR
RICARDO
MARQUES E
03/09/2009
VIVIANA BARBOSA
PAES
17/10/2009
PALESTRA MOTIVACIONAL - HUMBERTO
ALEXANDRE
20/03/2010 EDUARDO FILONI
PALESTRA - INTRODUÇÃO A OSTEOPATIA
20/03/2010
II JORNADA DE BIOMEDICINA
II JORNADA DE FARMÁCIA
I JORNADA DE ENFERMAGEM
I JORNADA DE RADIOLOGIA
I JORNADA DE BIOLOGIA
II JORNADA DA SAÚDE UMC/CVL
PRÓ-SANGUE
II JORNADA DA ENFERMAGEM
III JORNADA DA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
II COMEMORAÇÃO DIA DO BIÓLOGO
JOSÉ LUIZ
MARTINELLI
ANA CAROLINA
RODRIGUES DIAS E
27/03/2010
LUCIANA
RODRIGUES JACY
DA SILVA
CLAUDIA MORENO
ROSA E DÉBORA
10/04/2010
CRISTINA DE
MARCO
24/04/2010 ANDREA SIQUEIRA
DAVISON
CLEMENTE
15/05/2010
RESENDE/WENDER
CARDOSO
LUCIANA CARLA
OLIVA MARQUES
08/05/2010
PETERS E VIVIANA
BARBOSA PAES
26 e
EDUARDO FILONI
27/04/2010
EDUARDO
27/04/2010 FILONI/CÁSSIA
REGINA NEVES
30.10.2010
GABRIELA SATO
25.09.2010 LUCIANA JANJOPPI
03/09/2010
LUCIANA CARLA
PETERS, MARIA
111
BEATRIZ ROSSI
CARUZO, VIVIANA
PAES E ROGÉRIO
BOVO
THAIS DE SOUZA
11.09.2010
LIMA
DÉBORA DE
02.10.2010
MARCO
III JORNADA DE BIOMEDICINA
II JORNADA DA FARMÁCIA
II JORNADA DE RADIOLOGIA
18.09.2010 SILVANA BOTOCCI
PALESTRA SOBRE O CURRICULO LATTES
09/09/2010
III JORNADA DE FISIOTERAPIA
16.10.2010
I MANHÃ DA BIOLOGIA
27/11/2010
EVENTO DA BIOLOGIA DE “BOAS VINDAS AOS
CALOUROS 2011_1 DA BIOLOGIA”
21/03/2011
I JORNADA DA BIOMEDICINA E BIOLOGIA
21/05/2011
MARIA BEATRIZ
ROSSI CARUZO
ADGILDO DOS
SANTOS PEREIRA
CLÁUDIA RENATA
MADELLA/
DISCENTE HELISON
CUBAS
LUCIANA CARLA
PETERS
VIVIANA PAES E
CÁSSIA NEVES
Visitas Técnicas
VISITA TÉCNICA
DATA
ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA JURÉIA-ITATINS
01/10/2009
MUSEUS DO INSTITUTO BUTANTAN
22/05/2010
LUCIANA CARLA PETERS
PARQUE ESTADUA SERRA DA CANTAREIRA
(NÚCLEO DO ENGORDADOR)
21/11/2010
MARCÍLIO AMARAL
MARCONDES
ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA JURÉIA-ITATINS
26-27 DE
MARÇO DE
2011
CLAUDIA RENATA MADELLA
30/04/2011
MARIA BEATRIZ ROSSI
CARUZO
02/07/2011
CARLOS EDUARDO VIEIRA
TOLEDO
RESERVA BIOLÓGICA DO ALRO DA SERRA DE
PARANAPIACABA (INSTITUTO DE BOTÂNICA
DE SÃO PAULO)
PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO
RIBEIRA (PETAR)
PROFESSOR RESPONSÁVEL
CLAUDIA RENATA
MADELLA/VIVIANA BARBOSA
PAES
112
JARDIM BOTÂNICO DE SÃO PAULO
18/05/12
MARILIA CRISTINA DUARTE
PROJETO CATAVENTO
24/08/12
CAROLINE COTRIM AIRES
PARANAPIACABA
12/10/13
MARILIA CRISTINA DUARTE
JARDIM ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO
19/10/13
FABIO OLIVEIRA NASCIMENTO
Iniciação Científica
1. SELMA APARECIDA ROSA - Distribuição espaço-temporal de Aedes egypti e Aedes albopictus no
município de Vargem Grande Paulista, 2013/2014 Orientadora: Fabiola Cristina Ribeiro de Faria - PIBIC
2.CIBELE PEREIRA DOS SANTOS – Plantas de Vernonia herbácea (Vell) Rusby submetida à poluição
atmosférica: efeitos no crescimento e na composição de frutanos, 2013/2014. Orientadora: Vanessa Fátima de
Oliveira. PIBIC
3. GABRIELE RIBEIRO DA SILVA – Educação Ambiental como Instrumento de Sensibilização: Abordagem
sobre a Concepção dos freqüentadores do Terminal de ônibus de Pirituba, São Paulo, SP, em Relação aos
Animais Silvestres, 2013/2014. Orientadora: Mary Dias de Lobas Castro. PIVIC
4. DANIELA VUOLO - Caracterização molecular do gene MC1R em formas melânicas e não melânicas de
lagartos do gênero Ameivula (Teiidae, Squamata), 2013/2014. Orientador: Rodrigo Marques Lima dos Santos.
PIBIC
5. LEONARDO MENINO DOS SANTOS – Padrões de diversidade Biológica de formigas Epigeicas
(Hymenopttera: Formicidea) no Parque Villa-Lobos na Cidade de São Paulo, 2012/2013. Orientadora: Maria
Santina de Castro Morini. PIBIC.
6. JACIARA DIAS DOS SANTOS E ANGÉLICA MARIA FERNANDES – O Orquidário como ferramenta
para a educação ambiental no Parque Anhanguera na Cidade de São Paulo, Brasil, 2011/2012. Orientadora:
Mary Dias de Lobas Castro. PIVIC
113
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PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO