PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO BACHARELADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CAMPUS FORA DE SEDE São Paulo, SP. 2013 Sumário: PARÂMETROS OPERACIONAIS____________________________03 Nome do curso 03 Tipo de Curso 03 Modalidade 03 Endereço _____03 Regime Letivo 03 Turno de funcionamento 03 Período de integralização: mínimo e máximo 03 Número de vagas autorizadas 03 Ato de reconhecimento_ 03 CPC do curso 03 DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 04 1.1 Contexto educacional – perfil do curso 04 1.2 Políticas institucionais no âmbito do curso 07 1.3 Objetivos/competências e habilidades do curso: 10 1.4 Perfil profissional do egresso 12 1.5 Estrutura curricular 15 Representação gráfica de um perfil de formação 17 Matriz curricular 18 Ementas 20 Bibliografia básica 20 Bibliografia complementar 20 1.6 Conteúdos curriculares 52 1.7 Metodologia 53 1.8 Estágio Curricular Supervisionado 54 1.9 Atividades Complementares _____63 1.10 Trabalho de Conclusão de Curso ______ 66 1.11 Apoio ao discente ______ 74 1.12 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso 74 1.14Tecnologias de informação e comunicação – TICs– no processo ensino-aprendizagem ______77 1.17 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem_78 1.18Número de vagas 81 DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE, DISCENTE E CORPO TÉCNICOADMINISTRATIVO 82 2.1 Atuação do núcleo docente estruturante – NDE 82 2.2 Atuação do(a) coordenador(a) 84 2.4 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a) coordenador (a) 85 2.5 Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso 85 2.7 Titulação do corpo docente do curso ______ 85 2.8 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores______85 1 2.9 Regime de trabalho do corpo docente do curso 85 2.10Experiência profissional do corpo docente __________________87 2.12Experiência de magistério superior do corpo docente 87 2.13Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente _____87 2.14Produção científica, cultural, artística ou tecnológica ____ 90 DIMENSÃO 3: INSTALAÇÕES FÍSICAS 90 3.1 Gabinete de Trabalho para professores em Tempo Integral – TI 91 3.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos_91 3.3 Sala dos professores 92 3.4 Salas de aula 93 3.5 Acesso aos alunos a equipamentos de informática 93 3.6 Bibliografia básica 96 3.6.1 Acervo eletrônico________________________________________97 3.7 Bibliografia complementar___________________________________97 3.7.1 Acervo eletrônico________________________________________98 3.8 Periódicos especializados___________________________________98 3.9 Laboratórios didáticos especializados: quantidade________________101 3.10 Laboratórios didáticos especializados: qualidade ______________101 Atendimento a Portadores de Necessidades Especiais____________102 3.11 Laboratórios didáticos especializados: Serviços _______________102 ANEXO I Corpo docente / NDE ANEXO II Extensão, ação social e iniciação científica 104 104 106 106 2 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PARÂMETROS OPERACIONAIS DE RECONHECIMENTO Nome do curso: Bacharelado em Ciências Biológicas Tipo de Curso:Bacharelado Modalidade: presencial Endereço: Avenida Imperatriz Leopoldina, nº 550, Vila Leopoldina, São Paulo, SP. Regime letivo: Semestral Turnos de funcionamento: matutino e noturno Período de integralização – mínimo: 4 anos máximo: 6 anos Número de vagas autorizadas – diurno: 60 vagas noturno:60 vagas Ato reconhecimento: Portaria nº 36, de 19 de abril de 2012 - D.O.U. de 20/04/2012 CPC do curso: sem conceito 3 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO O Projeto Pedagógico do Curso Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado contemplando as dimensões: DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICOPEDAGÓGICA; DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE; DIMENSÃO 3: INSTALAÇÕES FÍSICAS, tendo como base legal o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI (Projeto Pedagógico Institucional) e Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e CNE/CES n° 2013/2008 de 09/10/2008. DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 1.1 Contexto Educacional –Perfil do Curso As informações a seguir permitem uma apreciação dos aspectos demográficos das condições de vida do Município de São Paulo, que apresenta IDHM, classificado em Muito Alto Desenvolvimento Humano, de 0,805 com: longevidade de 0,855, renda na faixa de 0,843 e educação com 0,725, de acordo com os dados divulgados pelo Programa Das Nações Unidas Para o Desenvolvimento- Pnud, 2013 e da composição da economia da Região Oeste do Município de São Paulo, onde é ofertado o Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas. A economia do Município de São Paulo no ano de 2010, segundo a Fundação SEADE – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados - apresenta um PIB total de R$443.600,10(milhões) e PIB per capita de R$ 39.445.20 com uma participação de 35,90% em relação ao Estado de São Paulo com um PIB total de R$1.247.595,93 (bilhões). A economia fundamenta-se basicamente no segmento de serviços com 79,64%, seguido da indústria com 20,36% e 0,01% na agropecuária. O município, segundo dados do Pnud, conta com uma população de 11.253.503 habitantes em uma área de 1.522,99 Km², com uma estrutura etária de 20,80% com menos de 15 anos, 71,07% de 15 a 64 anos e 8,13% com 65 anos ou mais, apresentando um índice de envelhecimento de 8,13%.Essa população apresenta esperança de vida 4 ao nascer de 76,3 anos. A mortalidade infantil até 01 ano de idade ( para cada 1.000 nascidos vivos) é de 13,2% e a taxa total de fecundidade ( filhos por mulher) é de 1,5. O município conta com um grau de urbanização de 99,10%, com atendimento de coleta de lixo de 99,81%, abastecimento de água de 99,32% e esgoto sanitário de 92.36%. Considerando a região metropolitana da cidade de São Paulo que abrange 39 municípios, as participações nos setores produtivos apresentam pequenas variações, nos setores econômicos sendo: 75,48% em serviços, 24,47% na indústria e 0,05% na agropecuária, concentrando 33,12% das exportações do Estado de São Paulo. (Fundação SEAD/2010) No plano educacional, na capital paulista atualmente estão matriculados, no ensino médio e na educação profissional, dentre as esferas municipal, estadual, federal e privada, 461.782 alunos e 93.381 alunos, respectivamente. Com destaque, 50,51% de jovens entre 18 a 20 anos possuem ensino médio completo e 68,92%, entre 15 a 17 anos, com ensino fundamental completo (Pnud/2013). A Região Oeste do Município de São Paulo, subprefeitura da Lapa, é composta por seis distritos: Vila Jaguará, Jaguaré, Vila Leopoldina, Lapa, Perdizes, Barra Funda e seus respectivos bairros. Possui uma população de305.526habitantes e uma área de 40,1 km², densidade demográfica de 7,619 habitantes (IBGE-2010). Denota-se na região um vasto comércio, áreas industriais e o CEAGESP. Servida pela Companhia de Trens Metropolitanos – CPTM, interligada ao Metrô e o terminal rodoviário da Barra Funda. Além do corredor de ônibus Pirituba-Lapa-Centro inclui as avenidas Manoel Barbosa, General Edgar Facó, Ermano Marchetti, Francisco Matarazzo, General Olímpio da Silveira e São João, bem como as ruas Clélia, Guaicurus e Catão. Por esse corredor circulam cerca de 45 linhas de ônibus municipais, além de 5 linhas intermunicipais da EMTU-SP. Essa característica facilita a locomoção do corpo social do Campus Fora de Sede às demais regiões metropolitanas e aosmunicípios da Grande São Paulo. Considerando a inserção regional, há a demanda por profissionais formado em Ciências Biológicas para a atuação nos apelos da Sustentabilidade e da Biotecnlogia 5 Considerando essa inserção regional, o Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, de acordo com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI, que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente. O curso contempla uma carga horária de 3234 horas, e o seu tempo mínimo de integralização é de 8 períodos. Considerando ainda a inserção regional, há a demanda por profissionais formado em Ciências Biológicas para a atuação nos apelos da Sustentabilidade como a avaliação de impacto ambiental, bem como, a expedição de relatórios e projetos voltados à educação ambiental e sustentabilidade; da Biotecnologia, com o número crescente clínicas especializadas em genética e bioinformática não só humana, mas também de caráter animal e vegetal, buscam tanto o profissional pesquisador quanto o operacional; do Manejo de animais e plantas retiradas de locais de mananciais para a construção de grandes obras, como por exemplo, o RODOANEL. Conforme estabelecido na Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e CNE/CES n° 2013/2008 de 09/10/2008 e no Projeto Pedagógico do Curso, a matriz curricular está elaborada em 3 núcleos: básico, específico e de estágio e atividades complementares. As disciplinas do núcleo básico correspondem a 69,4% do curso, com 2.244 horas. As disciplinas do núcleo específico correspondem a 14,7% do curso, com 476 horas. As disciplinas do núcleo de estágio e atividades complementares correspondem a 9,9% do curso, com 320 horas, sendo que o estágio obrigatório corresponde a 7,4% do curso com 240 horas e as atividades complementares correspondem 2,6% do curso com 80 horas. O projeto contempla 160 horas de TCC, correspondente a 5% do curso e a disciplina optativa “Libras – Língua Brasileira de Sinais”, com 34 horas, conforme preceitua o Decreto nº 5626, de 22 de dezembro de 2005. A Lei n° 11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004 que trata da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002 e Resolução nº 2, de 15 de 6 junho de 2012, referente as Políticas de Educação Ambiental e a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, que trata da Educação em Direitos Humanos, tem seus conteúdos incluídos em disciplinas específicas, descritas no conteúdo curricular das disciplinas de História e Filosofia da Ciência, Educação Ambiental e Bioética, respectivamente. 1.2 - Políticas Institucionais no âmbito do curso A UMC, para implementar o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI/Projeto Pedagógico Institucional – PPI articula o conjunto de suas políticas acadêmicas e institucionais tendo como princípio a sua Missão: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”. Para cumprir as metas previstas no PDI a UMC conta com o Programa de Gestão Participativa que, por meio do envolvimento das áreas acadêmicas e administrativas, dos Conselhos Superiores, dos Colegiados de Cursos/NDE e da CPA, resultam na implantação/atualização das políticas das Instituição por meio de Instruções Normativas e incremento da capacitação docente e dos coordenadores de cursos. A implementação das políticas para os cursos de graduação estão afetas à Pró-reitoria de Graduação e aos Coordenadores de Cursos, com o apoio da Assessoria Pedagógica e do Setor de Legislação, Projetos e Normas. A UMC desenvolve suas ações de acordo com os eixos temáticos da graduação. Todos os projetos são aprovados pelos Conselhos Superiores e Colegiados de Cursos/Programas de acordo com as normas estatutárias, regimentais e princípios epistemológicos disponibilizadas no PDI/PPI. O curso implementou por meio do Projeto Pedagógico as seguintes políticas: Nivelamento, Orientação Psicopedagógica, Procedimentos relativos à Atividade Discente Orientada; Interdisciplinaridade, Avaliação do Desempenho Discente, políticas das bibliotecas dos campi da Universidade; Autoavaliação por meio da CPA; normas para disciplinas cursadas em regime de dependência e adaptação; Visitas supervisionadas, Estágio Não Obrigatório, Atividades extensionistas como a Semana do Meio Ambiente, A Jornada da Gestão Ambiental e da Biologia e Jornada 7 da BIOFARMA; Iniciação científica; Oferta e acompanhamento de estágio obrigatório e Ações Sociais. Atividades de extensão / ação social As atividades de extensão, consideradas em seus diversos enfoques (inclusive de ação comunitária), são o principal instrumento de articulação da Universidade com sua comunidade interna e com a sociedade de seu entorno. Atualmente, as atividades de extensão na UMC são disciplinadas por Instrução Normativa. Dada a natureza multidisciplinar das atividades de extensão e ação social, tais ações são desenvolvidas a partir de diferentes setores da Universidade. Os programas, atividades e eventos de extensão são sempre propostos na forma de projetos elaborados por seus proponentes, nos quais devem constar: período de realização, participantes, disciplinas e docentes envolvidos (quando for o caso), objetivos/metas gerais e específicos da proposta, alinhamento às políticas de extensão e ação social da UMC, comunidade participante, além dos recursos necessários, bem como sua forma de captação e utilização. Tais projetos são, primeiramente, avaliadospela Pró-reitoria de Campus e encaminhados para providências cabíveis. De uma maneira geral, a UMC investe em atividades extensionistas de natureza variada, mas que podem ser agrupadas em quatro grandes áreas: (1) Cursos de Extensão e Capacitação; (2) Projetos Institucionais de Natureza Transdisciplinar; (3) Atividades de Extensão diretamente Atreladas aos Cursos de Graduação e Pós-graduação e (4) Programas de Integração com o Setor Produtivo e o Mercado de Trabalho. Quanto ao curso, as atividades de extensão são projetadas em uma ou mais áreas citadas, de acordo com a inserção do curso na comunidade. Define-se por responsabilidade social a ação desenvolvida pela Universidade no sentido de vivenciar seus princípios e valores considerados essenciais: gestão, ensino, pesquisa e extensão, na definição de forte compromisso com a sociedade e o país. A UMC acompanha as ações de responsabilidade social por meio das Coordenações dos Cursos e Pró-reitorias de cunho acadêmico. A divulgação é 8 realizada pela Gerência de Marketing e operacionalizada com o apoio de convênios e parcerias com os setores públicos e privados. Na UMC propõe-se a inclusão social por meio do cumprimento das legislações exaradas pelos órgãos competentes, das quais se destacam: oferta obrigatória de LIBRAS nos Projetos Pedagógicos de Curso, adaptação do ambiente da estrutura física, participação no ProUni e FIES e, também, pela implementação de ações sociais oriundas do Projeto Institucional. Em especial, o curso de Bacharelado em Ciências Biológicas da UMC campus fora de sede, através, de suas atividades extensionistas como Semana do Meio Ambiente, Jornada da Biologia, arrecadam insumos, que vão desde alimentos à produtos de higiene, para serem doados à Instituições carentes. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica As atividades de pesquisa na UMC vêm apresentando intenso desenvolvimento desde o ano de 1998, quando a Universidade passou a participar do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do CNPq. É normatizado internamente pela Instrução Normativa UMC 01/2013 e sua operacionalização, em todos os campi, fica a cargo do Setor de Pesquisa e Iniciação Científica, subordinado à Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão. Os projetos são implementados sempre a partir do mês de agosto edesenvolvidos ao longo dos 12 meses subsequentes. O Comitê Interno procede ao acompanhamento individual de cada projeto por meio de um calendário específico. Ao término do processo, os resultados das pesquisas são apresentados no Congresso Anual de Iniciação Científica da UMC (já em sua 13ª edição). Durante o Congresso, todos os trabalhos são apresentados através de diversas formas: (i) resumos publicados nos Anais do Congresso de IC da UMC; (ii) resumos expandidos publicados em CD; (iii) apresentação de pôsteres e (iv) apresentação oral em sessões abertas. A avaliação final das atividades (feita por componentes dos Comitês Interno e Externo) resulta em premiações para os melhores trabalhos. 9 Todos os projetos desenvolvidos através do PIBIC/PVIC foram apresentados nos Congressos Anuais de IC da UMC e publicados em livros de resumos indexados junto ao ISBN. Uma versão eletrônica dos livros de resumos é sempre disponibilizada no site da UMC (http://www.umc.br/pesquisa/pibic_pvic/arquivos/); a partir de 2008, passou-se a divulgar os trabalhos também sob a forma de CD (indexado no ISBN). Tradicionalmente, a UMC também custeia o envio dos três melhores trabalhos de cada congresso à Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), de maneira a garantir visibilidade nacional a uma parcela de sua produção científica originada no PIBIC/PVIC. O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas apresentou projetos de Iniciação Científica descritos no Anexo II. 1.3 - Objetivos/competências e habilidades do curso O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas da Universidade de Mogi das Cruzes campus fora de sede, em coerência com a missão da instituição, objetiva uma formação humanística, crítica e com visão global que habilitam o aluno a compreender o meio social, político, econômico, educacional, cultural e ambiental onde está inserido e a tomar decisões em um mundo diversificado e interdependente, além uma formação técnica e científica para atuar nas diversas áreas da Biologia de uma forma multi e interdisciplinar, com a capacitação para o exercício profissional, pesquisa e/ou ensino superior e adaptável à dinâmica do 10 mercado de trabalho às situações de mudanças contínuas da profissão. No âmbito de suas especialidades o Bacharel em Ciências Biológicas poderá atuar em: pesquisa básica ou aplicada, poderá trabalhar em Empresas, Fundações, Sociedades e Associações de Classe, Estabelecimento Privados ou do poder Público, como Universidades e Instituições de Ensino, Institutos de Pesquisa, Museus, Parques, Fundações, Laboratórios, ONGs, entre outros. O Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas desenvolve ações para contemplar as habilidades e competências específicas desse profissional: - pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental, dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade; - reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de forma crítica, com respaldo em pressupostos epistemológicos coerentes e na bibliografia de referência; - atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas, comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos adequados para ampliar a difusão e ampliação do conhecimento; - portar-se como educador consciente de seu papel na formação de cidadãos, inclusive na perspectiva sócio-ambiental; - utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e sobre a legislação e políticas públicas referentes à área; - entender o processo histórico de produção do conhecimento das ciências biológicas referente a conceitos/princípios/teorias; - estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade; - aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e execução de processos e técnicas visando o desenvolvimento de projetos, perícias, consultorias, emissão de laudos, pareceres etc. em diferentes contextos; 11 - utilizar os conhecimentos das ciências biológicas para compreender e transformar o contexto sócio-político e as relações nas quais está inserida a prática profissional, conhecendo a legislação pertinente; - desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de atuação profissional, preparando-se para a inserção no mercado de trabalho em contínua transformação; - orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados com a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas autóctones e à biodiversidade; - atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes especialidades e diversos profissionais, de modo a estar preparado a contínua mudança do mundo produtivo; - avaliar o impacto potencial ou real de novos conhecimentos/tecnologias/serviços e produtos resultantes da atividade profissional, considerando os aspectos éticos, sociais e epistemológicos; - comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecido quanto às opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional. 1.4 - Perfil Profissional do Egresso O egresso do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, diante da missão institucional: “gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea, do eixo temático central do Projeto Pedagógico Institucional: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania; e subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente”, e também em consonância com a Resolução CNE/CES 1.301/2001 de 06/11/2001 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, contempla aspectos disciplinares e interdisciplinares que favorecem a formação 12 generalista, crítica e reflexiva, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas sociais relacionadas com a área de formação será um profissional que revele as seguintes competências e habilidades: - pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental, dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade; - Reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de forma crítica, com respaldo em pressupostos epistemólogicos coerentes e na bibliografia de referência; - atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas, comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos adequados para ampliar a difusão e ampliação do conhecimento; - portar-se como educador consciente de seu papel na formação de cidadãos, inclusive na perspectiva sócio-ambiental; - utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e sobre a legislação e políticas referentes à sua área; - entender o processo histórico de produção do conhecimento das Ciências Biológicas referente a conceitos/princípios/teorias; - estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade; - aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e projetos, perícias, consultorias, emissão de laudos, pareceres etc. em diferentes contextos; - utilizar os conhecimentos das Ciências Biológicas para compreender e transformar o contexto sócio-político e as relações nas quais está inserida a prática profissional, conhecendo a legislação vigente; 13 - desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de atuação profissional, preparando-se para inserção no mercado de trabalho em contínua transformação; - Orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados com a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas autóctones e à biodiversidade; - Atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes, interagindo com diferentes especialidades e diversos profissionais, de modo a estar preparado a contínua mudança do mundo produtivo; - comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecido quanto às opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional. O egresso desse curso, por meio de conteúdos específicos, estuda a Política de Educação Ambiental, como preceitua a Lei nº 9.795 de 27 de abril de 1999, de acordo com o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 e Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012, inserida na disciplina Educação Ambiental, com possibilidade opcional do estudo de Libras. Contempla, por meio de conteúdo inserido na disciplina História e Filosofia da Ciência, o estudo da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, em conformidade com a Resolução CNE/CP n° 01 de 17 de junho de 2004, e também a Educação em Direitos Humanos, inserida na disciplina Bioética, em conformidade com a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012. Além de serem abordados nas disciplinas nas quais estão inseridos, todos esses conteúdos são também tratados por meio dos temas transversais e nas atividades interdisciplinares desenvolvidas ao longo do curso. Para atender a finalidade maior, os profissionais formados pelo curso estão aptos a 1) atuar em pesquisa nas diferentes áreas das Ciências Biológicas e áreas de sua interface, gerando conhecimentos básicos ou aplicados; 2) atuar na docência em diferentes níveis; 3) atuar em equipes multidisciplinares de pesquisa ou de 14 obtenção de produtos biotecnológicos; 4) ter visão crítica da produção científica e das ações voltadas para o desenvolvimento científico e tecnológico do país e, 5) estar consciente da necessidade da sua formação continuada e do papel que pode ter na busca por uma sociedade sustentável. De acordo com o currículo efetivamente realizado na área de sua especialidade o profissional pode exercer suas habilidades em: estabelecimentos privados ou do Poder Público na Área de Saúde e Ambiental, como Universidades e Instituições de Ensino Superior, Institutos de Pesquisa, Museus, Parques, Hospitais, Clínicas, Laboratórios, Empresas, Fundações, ONGs. 1.5 - Estrutura Curricular O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES1.301/2001 de 06/11/2001 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009 , respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente”. A matriz curricular tem sua carga horária delimitada de modo a atender a Diretriz Curricular e o Projeto Pedagógico Institucional - PPI, os objetivos do curso e o perfil do egresso. As disciplinas correspondentes são apresentadas em 34, 40, 68, 80 ou 120 horas, de acordo com os conteúdos a serem desenvolvidos, de forma a propiciar condições para que as competências e habilidades do egresso se desenvolvam plenamente, tendo a integralização mínima de 8 períodos e a máxima de 12 períodos. Na concepção de estrutura elaborada para o desenvolvimento do curso, tendo em vista alcançar os objetivos propostos, propiciando condições para a efetiva interdisciplinaridade, que ocorre entre as disciplinas de um mesmo semestre ou entre períodos. Quanto a flexibilização curricular, ocorre por meio da disciplina 15 optativa de Libras, conteúdos e atividades transversais relacionados à educação ambiental, direitos humanos e educação étnico-racial, das atividades complementares, bem como a Jornada da Biologia, Semana do Meio Ambiente onde são desenvolvidos cursos, palestras e mesas de atividades. A integração entre teoria e prática ocorre por meio de aulas práticas como, por exemplo, nas disciplinas de Histologia, Microbiologia, Zoologia, e nas disciplinas relacionadas à Botânica entre outras; visitas técnicas realizadas, por exemplo, em Paranapiacaba, Juréia e PETAR; preparação de seminários para ações sociais. Apresenta-se, a seguir a representação gráfica de um perfil de formação, a matriz curricular com as respectivas ementas das disciplinas, acrescidas de bibliografia básica e bibliografia complementar. Os periódicos são disponibilizados nos planos de ensino, por área de competência e no subitem Periódicos desse Projeto Pedagógico de Curso. 16 Representação Gráfica de um Perfil de Formação Matriz Curricular BACHARELADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS 1º PERÍODO Horas ANATOMIA HUMANA BÁSICO 68 BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR BÁSICO 68 MICROBIOLOGIA BÁSICO 68 QUÍMICA GERAL BÁSICO 68 BÁSICO 34 ESPECÍFICO 34 MATEMÁTICA APLICADA HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA KINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS OPTATIVA SUB TOTAL 34 374 2º PERÍODO BIOESTATÍSTICA BÁSICO 34 HISTOLOGIA BÁSICO 68 BIOQUÍMICA BÁSICO 68 FISIOLOGIA HUMANA BÁSICO 68 PARASITOLOGIA BÁSICO 34 IMUNOLOGIA BÁSICO 34 SISTEMÁTICA BIOLÓGICA BÁSICO 34 SUB TOTAL 340 3º PERÍODO BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO BÁSICO 68 BIOFÍSICA BÁSICO 68 ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS I BÁSICO 68 ANATOMIA VEGETAL BÁSICO 68 BIOGEOGRAFIA BÁSICO 34 BIOÉTICA BÁSICO SUB TOTAL 34 340 4º PERÍODO METODOLOGIA DE PESQUISA BÁSICO 34 ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS II BÁSICO 68 ECOLOGIA GERAL BÁSICO 68 GENÉTICA I BÁSICO 68 ESPECÍFICO 34 BÁSICO 68 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EVOLUÇÃO SUB TOTAL 340 5º PERÍODO SISTEMÁTICA DE CRIPTÓGAMAS BÁSICO 68 ZOOLOGIA DOS CORDADOS I BÁSICO 68 ESPECÍFICO 34 BÁSICO 34 MICOLOGIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL GENÉTICA II BÁSICO 68 ECOLOGIA DE POPULAÇÕES BÁSICO 68 ATIVIDADES COMPLEMENTARES I ATIVIDADES SUB TOTAL 40 380 6º PERÍODO SISTEMÁTICA DE FANERÓGAMAS BÁSICO 68 BIOLOGIA MOLECULAR BÁSICO 68 ZOOLOGIA DOS CORDADOS II BÁSICO 68 GEOLOGIA BÁSICO 68 BÁSICO 68 ATIVIDADES 40 ECOLOGIA DE COMUNIDADES ATIVIDADES COMPLEMENTARES II SUB TOTAL 380 7º PERÍODO ECOLOGIA DE ECOSSISTEMAS BÁSICO 68 PALEONTOLOGIA BÁSICO 68 ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL COMPARADA BÁSICO 68 LIMNOLOGIA ESPECÍFICO 34 ECOLOGIA E FISIOLOGIA VEGETAL BÁSICO 68 BIOTECNOLOGIA BÁSICO 34 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I TCC 80 ESTÁGIO 120 SUB TOTAL 540 8º PERÍODO BIOTOXICOLOGIA ESPECÍFICO 68 ETOLOGIA ESPECÍFICO 34 OCEANOGRAFIA ESPECÍFICO 34 POLUIÇÃO AMBIENTAL E SAÚDE ESPECÍFICO 68 ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL ESPECÍFICO 68 BOTÂNICA ECONÔMICA ESPECÍFICO 68 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II TCC 80 ESTÁGIO 120 SUB TOTAL 540 TOTAIS BÁSICO 2244 ESPECÍFICO 476 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 80 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 160 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 240 OPTATIVA TOTAL FINAL 34 3234 19 Ementas / Bibliografia Básica / Bibliografia Complementar 1ºPeríodo Nome da disciplina: Microbiologia Carga horária: 68h Ementa: Fundamentos de Microbiologia, abordando o estudo de bactérias, vírus e fungos quanto à estrutura, morfologia, cultivo. Métodos de controle do crescimento microbiano. Genética bacteriana. Mecanismo de ação de antimicrobianos, possíveis mecanismos de resistência e testes de sensibilidade aos mesmos. Importância dos microorganismos na etiopatogenicidade das infecções, e os principais grupos de bactérias, vírus e fungos, destacando seu papel nas infecções humanas. Bibliografia básica: 1. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre:Artmed, 2012 (virtual). 2. TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2008. 3. MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; DUNLAP, P.V.; CLARK, D.P. Microbiologia de Brock. 12ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual) Bibliografia complementar: 1. ACTOR, J.K. Imunologia e microbiologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2007. 2. LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. Porto Alegre:Artmed, 2006-2008. 3. MURRAY, P.R. et al. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 4. DOAN, T.et al. Imunologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2008. 5. LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia.10ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual) Nome da disciplina: Biologia Celular e Molecular Carga horária: 68 h Ementa: Conteúdos de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, como unidade básica dos processos nos seres vivos e sua associação com os processos mais complexos que acontecem em tecidos e órgãos do corpo. Ciclo celular, estrutura, replicação, transcrição e tradução do DNA. Bibliografia básica: 20 1. ALBERTS, B. et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 20062008. 2. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.(VIRTUAL) 3. LODISH, H.F. et al. Biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed, 2005-2007. Bibliografia complementar: 1. KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, 2008. 2. NUSSBAUM, R.L.; MCINNES, R.R.; WILLARD, H.F. Thompson e Thompson: genéticamédica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 3. ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2012. 4. BERKALOFF, A. et al. Biologia e fisiologia celular. São Paulo: E. Blücher, 19752002. 5.DE ROBERTIS, E.M.F.; HIB, J. De Robertis bases da biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Nome da disciplina: Matemática aplicada Carga horária: 34 h Ementa: Números reais. Equações. Relações e funções exponenciais e logarítmicas. Conceito de probabilidade . Bibliografia básica: 1. IEZZI, G. et al. Matemática: volume único. São Paulo: Atual, 2007-2008. 2. SILVA, S.M.; SILVA, E.M.; SILVA, E.M.. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2002-2008. 3. LAPA, N. Matemática aplicada. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. PAIVA, Manoel. Matemática Paiva. São Paulo: Moderna, 2009. 3 v. 2. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 2008. 3. PEREIRA NETTO, J.C. Física, matemática e química: um modelo de interdisciplinaridade. Mogi das Cruzes: J.C. Pereira Netto, 2001. 4. LOPES, L. Manual das funções exponenciais e logarítmicas. Rio de Janeiro: Interciência, 1999. 5. VOLNEI, M. Matemática. São Paulo: Saraiva, 2010 – Coleção resposta certa; 13. (virtual). Nome da disciplina: História e Filosofia da Ciência Carga horária: 34h Ementa: A origem do Universo; os Filósofos Pré-Socráticos; Platão e Aristóteles; O desenvolvimento da ciência durante a descoberta do Novo Mundo; Fundamentos 21 filosóficos da Classificação lineana; A História Natural e o Iluminismo; A História Natural na Alemanha; A emancipação da Biologia; O desenvolvimento da genética; A origem dos seres vivos; as cosmogonias modernas. Analisa relações étnico-raciais em ênfase na história e cultura afro-brasileira e dimensiona a real contribuição para a formação do povo brasileiro Bibliografia básica: 1. BRAGA, M.; GUERRA, A.; REIS, J.C. Breve história da ciência moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 2007-2008. 2. CHASSOT, A. A Ciência Através dos Tempos. São Paulo:Editora Moderna. 2008. 3. MATOS, R.A. História e Cultura Afro-brasileira. São Paulo: Contexto,2007. 4. FRENCH, S. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009 (virtual) Bibliografia complementar: 1. BASTOS, C.L. Filosofia da Ciência. São Paulo: Vozes, 2008. 2. CAREL, D. G. Filosofia contemporânea em ação. Porto Alegre: Artmed, 2008. (virtual) 3. ALVES, R. Filosofia da Ciência - Introdução ao Jogo e suas Regras. São Paulo:Loyola,1996. 4. ABRANTES, P.C.C. (Org.) Filosofia da Biologia. 1ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. (virtual) 5. CHALMERS, A.F. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasilienses, 1993. 6. MUNANGA, K. e GOMES, N.L. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2006. Nome da disciplina: Química Geral Carga horária Total: 68h Ementa: Conceitos fundamentais da química. Funções da química inorgânica. Estequiometria. Termoquímica. Cinética química. Química ambiental. Química orgânica. Bibliografia básica: 1. CHANG, R.J. Química geral: conceitos essenciais. São Paulo: McGraw-Hill, 2007. (virtual) 2.KOTZ, J.C.; TREICHEL, P.; WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 3. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química: volume único. São Paulo: Saraiva, 2007. Bibliografia complementar: 1. ATKINS, P.W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2006-2007. (virtual) 2. PEREIRA NETTO, J.C. Física, matemática e química: um modelo de interdisciplinaridade. Mogi das Cruzes: J.C. Pereira Netto, 2001. 22 3. BARBOSA, L.C.A. Introdução à química orgânica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.Ex:5 4. RUSSELL, J.B. Química geral. São Paulo: Makron Books, 1994. 5. SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W. M. Química Ambiental. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 2010. Nome da disciplina: Anatomia Humana Carga horária: 68h Ementa: Estudo macroscópico e das generalidades anatômicas de todos os sistemas que compõem o corpo humano, assim como, de suas funções básicas. Bibliografia básica: 1. ROHEN, J.W.; YOKOCHI, C.; LÜTJEN-DRECOLL, E. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. Barueri, SP: Manole, 2006. 2. VAN DE GRAAFF, K.M. Anatomia humana. Barueri, SP: Manole, 2003. 3. TORTORA, G.J. Princípios de Anatomia Humana. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (virtual) Bibliografia complementar: 1. DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. São Paulo: Atheneu, 2007. 2. MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia Orientada para a Clínica. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 3. FREITAS, V. Anatomia: conceitos e fundamentos. 1ª ed. Porto Alegre: Artemed, 2008. (virtual) 4. NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: SaundersElsevier, 2008. 5. BASMAJIAN, J; GRANT, J.C.B. Anatomia de Grant. São Paulo: Manole,1993. Nome da disciplina: LIBRAS (optativa) Carga horária: 34h Ementa: Língua Brasileira de Sinais como recurso de comunicação e expressão da comunidade surda, por meio de um sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria. Abordagem histórica e jurídica da Libras, como meio legal de expressão dos surdos. A cultura e identidade surda como possibilidade de apropriação pelo futuro profissional do uso de Libras na comunicação com pessoas surdas. Bibliografia básica: 23 1. HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. 2. QUADROS, Ronice Müller de ; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: ARTMED, 2011. (virtual) 3. GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa? : crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2010-2012. Bibliografia Complementar 1. SOUZA, Tanya Amara Felipe de. Libras em contexto: curso básico : livro do estudante. 9. ed. Rio de Janeiro: Walprint, 2009. 187 p. + 1 DVD 2. ALMEIDA, Elizabeth Oliveira Crepaldi de et al. Atividades ilustradas em sinais da LIBRAS. Rio de Janeiro: Revinter, c2004. 3. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina. Novo deit-libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira baseado em linguística e neurociências cognitivas. São Paulo: EDUSP, 2009. 2 v. 4. KOJIMA, Catarina Kiguti; SEGALA, Sueli Ramalho. Libras: língua brasileira de sinais : a imagem do pensamento. São Paulo: Escala, 2008. 5 v. 5. FERNANDES, Eulalia; SILVA, Angela Carrancho da et al. Surdez e bilingüismo. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2008. 2° PERÍODO Nome da disciplina: Bioquímica Carga horária: 68h Ementa: Estudo da água e sistemas tamponantes biológicos. Estudo da estrutura e funções da biomolécula proteína. Função das enzimas, seus cofatores e inibidores enzimáticos. Estudo da estrutura e funções das biomoléculas, carboidratos e lipídeos, envolvidas no metabolismo energético. Estudo do metabolismo energético, considerando as respostas metabólicas e adaptações celulares após alimentação e jejum. Bibliografia básica: 1. MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 2. VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. (virtual). 3. MURRAY, R.K.; GRANNER, D.K.; RODWELL, V.W. Harper - Bioquímica Ilustrada. São Paulo: Mcgraw-Hill Brasil, 2006. Bibliografia complementar: 24 1. BERG, J.M; TYMOCZKO, J.L.; STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual). 2. MOTTA, V. T. Bioquímica. Porto Alegre: EDUCS, 2005. 3. NELSON, D.L; COX, M.M.; LEHNINGER, A.L. Princípios da Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 2006. 4. PELLEY, J.W. Bioquímica. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2007. 5. CHAMPE, P.C. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 1996-2002. Nome da disciplina: Fisiologia Humana Carga horária: 68h Ementa: Apresentação dos aspectos morfofuncionais associados à Fisiologia Geral de órgãos e sistemas do organismo humano. Bibliografia básica: 1. COSTANZO, L.S. Fisiologia. Rio de Janeiro: SaundersElsevier, 2007. 2. GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: SaundersElsevier, 2006. 3. SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual) Bibliografia complementar: 1. SILBERNAGL, S.; DESPOPOULOS, A. Fisiologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2009. 2. AIRES, M.M.; CASTRUCCI, A.M.L. Fisiologia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual) 3. ADER, J. L. et al. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2006. 4. BIRNEY, M.H. Fisiopatologia. Rio de Janeiro: LAB, 2007. 5. FOX, S.I. Fisiologia humana. Barueri, SP: Manole, 2007. Nome da disciplina: Histologia Carga horária: 68h Ementa: Diferenciação dos vários tecidos que formam o corpo humano, suas especificidades, funções e localizações. Bibliografia básica: 1. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 11ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual) 2. GARTNER, L.P.; HIATT, J.L. Tratado de histologia em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 3. GITIRANA, M. Histologia: conceitos básicos dos tecidos. São Paulo: Atheneu, 2007. 25 Bibliografia complementar: 1. WELSCH, U. Sobotta atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 2. KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2008. 3. TELSER, A.G.; YOUNG, J.K.; BALDWIN, K.M. Histologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2008. 4. STEVENS, A.; LOWE, J.S. Histologia humana. São Paulo: Manole, 2001. 5. ARESTRUP, B. J. Histologia Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual) Nome da disciplina: Imunologia Carga horária: 34h Ementa: Estudar os componentes celulares e moleculares do sistema imune humano, através do aprendizado dos mecanismos gerais da resposta imune inata e específica. Demonstrar que estes mecanismos são regulados e que a modificação ou a perda desta regulação pode ocasionar as imunopatologias. Bibliografia básica: 1. ROITT, I.M. Fundamentos de imunologia básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (virtual) 2. FORTE, W. C. N. Imunologia: do básico ao aplicado. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. (virtual) 3. DOAN, T.et al. Imunologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2008. Bibliografia complementar: 1. VOLTARELLI, J.C. Imunologia clínica na prática médica. São Paulo: Atheneu, 2009. 2. LEVINSON, W; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. 10ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual) 3. FORTE, W.C.N. Imunologia: do básico ao aplicado. Porto Alegre: Artmed, 2007. 4. ACTOR, J.K. Imunologia e microbiologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2007. 5. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. Nome da disciplina: Parasitologia Carga horária: 34h Ementa: Conceitos gerais sobre parasitologia. Relação parasita – hospedeiro. Estudo de protozoários,metazoários e vetores, responsáveis pelas endemias nacionais. Abordagem sobre aspectos gerais da biologia relacionados à 26 parasitologia, epidemiologia e patologia. Métodos de diagnóstico, tratamento e profilaxia dos principais agentecausadores de parasitoses humanas. Bibliografia básica: 1. REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual) 2. MORAES, R.G.; LEITE, I.C.; GOULART, E.G. Moraes parasitologia & micologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 3. NEVES, D.P.; MELO, A.L.; LINARDI, P.M.; VITOR, R.W.A. Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2005. Bibliografia complementar: 1. AMATO, V.N; AMATO, V.S; GRYSCHEK, R.C.B; TUON, F.F. Parasitologia - uma abordagem clinica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 2. NEVES, D.P. Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2006. 3.NEVES, D.P.; BITTENCOURT NETO, J.B. Atlas didático de parasitologia. São Paulo: Atheneu, 2009. 4. SPICER, W. J. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas: um texto ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 5. REY, L. Bases da parasitologia médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. (virtual) Nome da disciplina: Bioestatística Carga horária: 34h Ementa: Estudo estatístico na da Ciência. Obtenção de dados. Descrição gráfica de variáveis quantitativas e qualitativas. Amostragem. Medidas de posição. Variância. Bibliografia básica: 1. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 2008. 2. DORIA FILHO, U. Introdução à bioestatística: para simples mortais. São Paulo: Elsevier, 2003. 3. CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística. Porto Alegre: Artmed, 2007. (virtual) Bibliografia complementar: 1. RIUS DÍAZ, F.; LÓPEZ, F.J.B. Bioestatística. São Paulo: Thomson, 2007. 2. CRESPO, A.A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2004-2005. 3. MOORE, D.S. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 4. VIEIRA, S. Elementos de estatística. São Paulo: Atlas, 1999. 5. ARANGO, H. G. Bioestatística: teórica e computacional. 3ª ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2011. (virtual) Nome da disciplina: Sistemática Biológica 27 Carga horária: 34 h Ementa: Princípios e métodos em Sistemática Biológica. Principais escolas da sistemática. Escola Filogenética: caracteres, cladogramas, grupos. Homologias e analogias. Noções de nomenclatura biológica. Conceitos de espécie. Bibliografia básica: 1. JUDD, W.S., CAMPBELL, C.S., KELLOGG, E.A., STEVEN, P.F. & DONOGHUE, M.J. Sistemática Vegetal um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 2. AMORIM, D.S. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos, 2002-2009. 3. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2007. (virtual) Bibliografia complementar: 1. SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008. 2. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005. 3. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo: Nacional, 1988. 4. PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo: UNESP, 2004. 5. FRANCESCHINI, I. M. et al. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual). 3° Período Nome da disciplina: Bioética Carga horária: 34h Ementa: Conceito e Principais Fundamentos de Bioética. Bioética x Biossegurança. Biossegurança em laboratórios e seus riscos. Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva. Descarte de Materiais. Organismos Geneticamente Modificados (OGM). Biossegurança no contexto da Gestão da qualidade. Legislação. Direitos Humanos: Conceito, Tratados, Características e Dimensões dos Direitos Fundamentais. Os Direitos Humanos No Brasil: A Legislação Brasileira e a Educação em Direitos Humanos. Os Princípios da Educação em Direitos Humanos. Bibliografia básica: 1. NAMBA, E. T. Manual de bioética e biodireito. São Paulo: Atlas, 2009. (virtual) 28 2. DALL'AGNOL, D. Bioética Princípios morais e aplicações. Rio de Janeiro: DP&A, 2004. 3. LOLAS, F. Bioética: o que é como se faz. São Paulo: Loyola, 2005. 4. CASADO FILHO, Napoleão. Coleção Saberes do Direito 57 - Direitos Humanos Fundamentais, 1ª edição, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. HOLLAND, S. Bioética: Enfoque Filosófico. São Paulo: Loyola, 2008. 2. KIPPER, D.J.; SIQUEIRA, J.E.; ZOBOLI, E. Bioética Clínica. São Paulo/Editora Gaia, 2008. 3. SILVA, I.O. BIODIREITO, bioética e patrimônio genético brasileiro. São Paulo: Pillares, 2008. 4. GARRAFA, V.; KOTTOW, M.; SAADA, A. Bases conceituais da bioética: enfoque latino-americano. São Paulo: Gaia, 2006. 5. LA TAILLE, Y. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2007. (virtual). 6. PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional , 12ª edição, 2010. (virtual) Nome da disciplina: Anatomia Vegetal Carga horária: 68h Ementa: Morfologia externa e interna de órgãos vegetativos e reprodutivos dos principais grupos de vegetais superiores: padrões básicos, adaptações e classificações. Bibliografia básica: 1. GONÇALVES, E.M.; LORENZI, H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2007. 2. APEAZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S.M. Anatomia Vegetal. Editora UFV: Viçosa. 2003 3. CUTTER, E.G., BOTHA, T., STEVENSON, D. W. Anatomia Vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. (virtual) Bibliografia complementar: 1. RAVEN, P.H.; EVERTY, R .F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 2. BONA, C.; BOEGER, M. R.; SANTOS, G. O. Guia ilustrado de anatomia vegetal. Ribeirão Preto: Holos, 2004. 3. CUTTER, E. G. Anatomia vegetal: experimentos e interpretação. São Paulo: Rocca, 1987-2002. 4. FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas. São Paulo: Nobel, 1983. 5. FRANCESCHINI, I. M. et al. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual). 29 Nome da disciplina: Biofísica Carga horária: 68h Ementa: Noções de Grandezas do Universo. Leis da Termodinâmica. Mecanismos de termogênese e termólise. Mecânica de fluidos. Biofísica de superfície. Eletrobiologia. Transdução de sinais. Radiobiologia. Bibliografia básica: 1. MOURÃO JÚNIOR, C. A.; ABRAMOV, D.M. Curso de biofísica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. (virtual) 2. RODAS DURÁN, J.H. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006-2008. 3. OLIVEIRA, J.R. Biofísica para ciências biomédicas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008. Bibliografia complementar: 1. HALL, S. J. Biomecânica Básica. 4.ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 20052009. 2. BITELLI, Thomaz (Org.). Física e dosimetria das radiações. São Paulo: Atheneu, 2006. 3. HENEINE, I.F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 1993-2008. 4. GARCIA, E.A.C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2000-2002. 5. MOURÃO JÚNIOR, C. A., ABRAMOV, D. M (0rg). Biofísica Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual). Nome da disciplina: Biologia do Desenvolvimento Carga horária: 68h Ementa: Conceitos dos processos do desenvolvimento, incluindo aspectos morfológicos, bem como os mecanismos celulares que atuam na embriogênese e na diferenciação celular. Estes processos serão abordados no contexto do desenvolvimento de diferentes organismos vertebrados e invertebrados. Bibliografia básica: 1. WOLPERT, L. et al. Princípios de biologia do desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2008. 2. CASTILLO ROMERO, M.E. et al. Embriologia: biologia do desenvolvimento. São Paulo: Iátria, 2005. 3. AARESTRUP, B. J. Histologia Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 30 1. BOGART, B.I.; ORT, V.H. Anatomia e embriologia. Rio de Janeiro: MosbyElsevier, 2008. 2. ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K. Fundamentos da Biologia Celular. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 3. GILBERT, S. F. Biologia do desenvolvimento. São Paulo: Funpec. 1995. 4. MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 5. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual). Nome da disciplina: Zoologia dos Invertebrados I Carga horária: 68h Ementa: Caracterização, morfologia, biologia geral, evolução e sistemática dos seguintes grupos animais: Porífera, Cnidária, Ctenophora, Platyhelminthes, Rotifera, Acanthocephala, Gnathostomulida, Nemertea, Mollusca, Annelida, Bryozoa, Brachiopoda e Phoronida. Bibliografia básica: 1. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005. 2. DURVAL, M.; FERRI, M.G. Zoologia: protocordados e vertebrados. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974. 3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 15ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (virtual) Bibliografia complementar: 1. BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. São Paulo: Guanabara Koogan, 2007. 2. VANZOLINI, P.E. Episódios da zoologia brasílica. São Paulo: HUCITEC, 2004. 3. RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M, Invertebrados: manual de aulas práticas. Ribeirão Preto: Holos, 2002. 4. MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K.V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na Terra. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Nome da disciplina: Biogeografia Carga horária: 34 h Ementa: Breve histórico da Biogeografia. O Cenário Físico. Distribuição de Espécies e das Comunidades. A Terra em mudança. Glaciação e dinâmica biogeográfica do Pleistoceno. Especiação e Extinção. Dispersão. Endemismo, Provincialismo e 31 Disjunção. Reconstrução de histórias biogeográficas. Sistemática Filogenética e Biogeografia. Biogeografia de ilhas. Diversidade de espécies em hábitats marinhos e continentais. Processos e padrões continentais. Biogeografia e Conservação. Bibliografia básica: 1.COX, C.B.; MOORE, P.D.; PETER, D. Biogeografia: uma abordagem evolucionária e ecológica. 7 ed. São Paulo, LTC, 2009. 2. ROMARIZ, D.A. Biogeografia. São Paulo: Scortecci, 2008. 3. BOTKIN, D. B.; KELLER, E. A. Ciência Ambiental – Terra: Um Planeta Vivo. 7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2011. (vitrtual) Bibliografia complementar: 1. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual) 2. DAJOZ, Roger. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 3. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo: Nacional, 1988. 4. MEYER, D.; EL-HANI, C.N. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: UNESP, 2005. 5. AMORIM, D.S. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos, 2002-2009. 4º Período Nome da disciplina: Legislação Ambiental Carga horária: 34 h Ementa: Direito Ambiental. O ambiente na legislação brasileira. O patrimônio ambiental nacional: natural, artificial e cultural. O meio ambiente na Constituição Federal de 1988. A Política Nacional do Meio Ambiente. A Política Nacional de Recursos Hídricos. A Política Nacional de Educação Ambiental. O Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Lei dos Crimes Ambientais. 1. BRASIL.; MEDAUAR, Odete (Org.). Coletânea de legislação ambiental, constituição federal. 8. ed., rev., ampl. e atual. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008. 2. SILVA, O.F. Direito ambiental e ecologia: aspectos filosóficos contemporâneos. Barueri, SP: Manole, 2003. 3. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. 13ª ed. São Paulo: Saraiva, 2012 (virtual) Bibliografia complementar: 1. RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003-2009. 2. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 14. ed. São Paulo: Malheiros, 2006. 32 3. AGRELLI, V.M. Coletânea De Legislação Ambiental V.2. São Paulo: Freitas Bastos, 2003. 5. 5. 4. AGRELLI, V.M. Coletânea De Legislação Ambiental V.1. São Paulo: Freitas Bastos, 2002. 5. MORAES, L. C. S. Curso de Direito Ambiental. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2004 (virtual) Nome da disciplina: Ecologia Geral Carga horária: 68 h Ementa: Conceitos de ecologia geral, incluindo a classificação de organismos em níveis hierárquicos e tróficos, as divisões biogeográficas e as suas relações ecológicas. Estória climática e evolucionária do planeta, envolvendo os processos que definiram os atuais padrões de distribuição de organismos, além das teorias envolvendo especiação. Características físicas e biológicas dos biomas do mundo. O equilíbrio da natureza será estudado por meio da análise de processos de transferência de energia e matéria entre os vários componentes dos ecossistemas, bem como das relações harmônicas e não harmônicas mantidas entre seus componentes. Bibliografia básica: 1. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 2. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 3. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Bibliografia Complementar 1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São Paulo: Atheneu, 2009. 2. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009. 3. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002. 4. GUATTARI, F. As três ecologias. Campinas: Papirus, 2001. 5. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual) Nome da disciplina: Genética I Carga horária: 68 h Ementa: Estudo de padrões de herança, material genético. Análise e interpretação dos cromossomos e síndromes humanas. Bibliografia básica: 33 1.BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W.M. Genética humana. Porto Alegre: Artmed, 2001-2007. 2.PASTERNAK, J.J. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 3. SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 2. NUSSBAUM, R.L.; MCINNES, R.R.; WILLARD, H.F. Thompson e Thompson: genetica médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 3. RINGO, J. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 4. PASSARGE, E. Genética: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2004. 5. OTTO, P. A. et.al. Genética médica. São Paulo: Roca, 2013. (virtual). Nome da disciplina: Evolução Carga horária: 68 h Ementa: História do Pensamento Evolutivo. Padrão da evolução. Seleção natural. Estimando árvores evolutivas.Mutação e variação genética. Estudando a adaptação: análise evolutiva de forma e função.Seleçãosexual.Seleção de parentesco e comportamento social. Envelhecimento e outras características das histórias de vida. Desenvolvimento e evolução. Mecanismos de especiação. Origem da Vida, evolução pré-cambriana, a explosão do Cambriano e além. Extinções. A evolução humana. Ciência e religião. Bibliografia básica: 1. STEARNS, S.C.; HOEKSTRA, R.F. Evolução: uma introdução. São Paulo: Atheneu, 2003. 2. MEYER, D.; EL-HANI, C. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: UNESP, 2005. 3. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Bibliografia complementar: 1. MAYR, E. O que é evolução. Rio de Janeiro: Rocco, 2009. 2. BURNIE, D. Evolução. São Paulo: PubliFolha, 2008. 3. BURNIE, D. Fique por dentro da evolução. São Paulo: Cosac &Naify, 2001. 4. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. Ribeirão Preto: FUNPEC, 1997-2003. 5. RIDLEY, M. Evolução. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. Nome da disciplina: Zoologia dos Invertebrados II 34 Carga horária: 68 h Ementa: Caracterização, morfologia, biologia geral, evolução e sistemática dos dos seguintes grupos: Cephalorhyncha: Kinorhyncha, Loricifera e Priapulida;Nematozoa: Nematoda e Nematomorpha; Onychophora e Tardigrada; Introdução aos Arthropoda; Trilobitomorpha; Chelicerata; Crustacea; Myriapoda; Hexapoda. 1. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005. 2. DURVAL, M.; FERRI, M.G. Zoologia: protocordados e vertebrados. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974. 3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 15ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (virtual) Bibliografia complementar: 1. BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. São Paulo: Guanabara Koogan, 2007. 2. VANZOLINI, P.E. Episódios da zoologia brasílica. São Paulo: HUCITEC, 2004. 3. RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M, Invertebrados: manual de aulas práticas. Ribeirão Preto: Holos, 2002. 4. MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K.V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na Terra. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Nome da disciplina: Metodologia de Pesquisa Carga horária: 34 h Ementa: Abordagem aplicada às etapas de um projeto de pesquisa científica e desenvolvimento do raciocínio crítico na análise e interpretação de textos científicos. Bibliografia básica: 1. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; SILVA, R. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 2. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2008. 3. PEREIRA-MATIAS, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. Universidade de Mogi das Cruzes. Orientações para apresentação de trabalhos acadêmicos. Mogi das Cruzes, 2010. 2. GONÇALVES, H.A. Manual de projetos de pesquisa científica. São Paulo: Avercamp, 2007. 35 3. BASTOS, L.R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. São Paulo: LTC, 2003-2004. 4. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2001. 5. FARIAS-FILHO, M. C. & ARUDA-FILHO, E. J. M. Planejamento da pesquisa científica. São Paulo: Atlas, 2013. (virtual) 5° PERÍODO Nome da disciplina: Atividades Complementares I Carga horária: 40 h Ementa: Aperfeiçoamento e complementação do processo de formação do aluno por meio de atividades vinculadas ao Ensino, Pesquisa e Extensão. Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida. Nome da disciplina: Genética II Carga horária: 68 h Ementa: Herança monoíbrida, poliíbrida, alelos múltiplos, ligação crossing-over e mapeamento cromossômico. Herança poligênica. Herança ligada ao sexo nos seres vivos. Interações gênicas. Plasticidade genética. Genética de populações. Genética e seus processos evolutivos. Bibliografia básica: 1.BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W.M. Genética humana. Porto Alegre: Artmed, 2001-2007. 2.PASTERNAK, J.J. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 3. SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 2. NUSSBAUM, R.L.; MCINNES, R.R.; WILLARD, H.F. Thompson e Thompson: genetica médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 3. RINGO, J. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 4. PASSARGE, E. Genética: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2004. 5. OTTO, P. A. et.al. Genética médica. São Paulo: Roca, 2013. (virtual) Nome da disciplina: Micologia 36 Carga horária: 68 h Ementa: A árvore da vida e biodiversidade. História da Micologia. Fungos e Líquens: caracterização morfológica, biologia, evolução, classificação e importância dos principais grupos. Bibliografia básica: 1. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo: Nacional, 1988. 2. RAVEN, P.H.; EVERTY, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 3. MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; DUNLAP, P.V.; CLARK, D.P. Microbiologia de Brock. 12ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual) Bibliografia complementar: 1. MORAES, R.G.; LEITE, I.C.; GOULART, E.G. Moraes parasitologia & micologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual) 2. AZEVEDO, J. L. de (Org.). Fungos: uma introdução à biologia, bioquímica e biotecnologia. 2. ed., rev. e ampl. Caxias do Sul: EDUCS, 2010. 3. SPICER, W.J. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas: um texto ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 4. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 5. TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2008. Nome da disciplina: Sistemática de Criptógamas Carga horária: 68 h Ementa: Princípios e métodos de Sistemática Vegetal. Noções de nomenclatura. Principais sistemas de classificação. Caracterização morfológica, biologia, evolução, taxonomia e importância econômica de organismos fotossintetizantes (exceto Fanerógamas). Bibliografia básica: 1. JUDD, W.S., CAMPBELL, C.S., KELLOGG, E.A., STEVEN, P.F. & DONOGHUE, M.J. 3 ed. Sistemática Vegetal um enfoque filogenético. Porto Alegre: Artmed, 2009. 2. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo: Nacional, 1988. 3. CULTLER, D. F. Anatomia Vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. (virtual) Bibliografia complementar: 1. GONÇALVES, E.M.; LORENZI, H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2007. 37 2. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. São Paulo: Nacional, 2002-2005. 3. FERRI, M.G. Glossário ilustrado de botânica. São Paulo: Nobel, 1981. 4. SMITH, G.M. Botânica criptogâmica. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 1979. 5. FRANCESCHINI, I. M. et al. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual). Nome da disciplina: Zoologia dos Cordados I Carga horária: 68 h Ementa: Filogenia dos Deuterostomia. Origem e caracterização dos Chordata e seus subfilos. Morfologia, Biologia, Filogenia e diversidade nos Cephalochordata, Tunicata e Vertebrata. Evolução e biologia das principais linhagens de vertebrata: Agnatha, Placodermi, Chondrichthyes, Actinopterygii, Sarcopterygii. Bibliografia básica: 1. POUGH, F.H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos vertebrados. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 2. DURVAL, M.; FERRI, M.G. Zoologia: protocordados e vertebrados. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974. 3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia, 13ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual) Bibliografia complementar: 1. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G.E. Análise da estrutura dos vertebrados. São Paulo: Atheneu, 2006. 2. HÖFLING, E. Chordata. Manual para um Curso Prático. São Paulo: EDUSP. 1995. 3. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005. 4. FERNANDES, V. Zoologia. São Paulo: EPU, 1982. 5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Nome da disciplina: Educação Ambiental Carga horária: 34 h Ementa: Histórico, fundamentos teóricos e práticos, objetivos e princípios da Educação Ambiental como instrumento de participação e mudança de comportamento. Estudo de Caso e elaboração de projeto de intervenção em Educação Ambiental. Bibliografia Básica: 38 1.REIGOTA, M. O que é educação ambiental. 2 ed. São Paulo: Brasiliense, 2009. 2. PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005-2009. 3. RUSCHEINSKY, A. (Org.) Educação ambiental: abordagens multiplas. 2ª ed. Porto Alegre: Penso, 2012. (virtual) Bibliografia Complementar 4. PHILIPPI JÚNIOR, A. et al. Municípios e meio ambiente: perspectivas para a municipalização da gestão ambiental no Brasil. São Paulo: Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente, 1999. 5. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002. 6. REIGOTA, M. Meio ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 2004. 7. DIAS, G.F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004. 8. SATO, M. & CARVALHO, I. Educação Ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre: Artmed, 2005. (virtual) Nome da disciplina: Ecologia de Populações Carga horária: 68 h Ementa: Introdução ao Estudo das populações. Estrutura de populações. Dinâmica de populações. Interações entre populações. Distribuição espacial dos indivíduos. Recursos naturais e biodiversidade, principais impactos na Biodiversidade, recursos, invasão de espécies exóticas e mudanças climáticas. Bibliografia Básica: 1. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 2. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 3. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Bibliografia Complementar 1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São Paulo: Atheneu, 2009. 2. ODUM, Eugene P.; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 3. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009. 4. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002. 5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (Virtual) 6° PERÍODO 39 Nome da disciplina: Atividades Complementares II Carga horária: 40 h Ementa: Aperfeiçoamento e complementação do processo de formação do aluno por meio de atividades vinculadas ao Ensino, Pesquisa e Extensão. Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida. Nome da disciplina: Sistemática de Fanerógamas Carga horária: 68 h Ementa: Principais sistemas de classificação das Espermatófitas. Caracterização morfológica, biologia, evolução, taxonomia e importância econômica dos grandes grupos de Gimnopermas e Angiospermas. Bibliografia básica: 1. SOUZA, V.C.H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. São Paulo: InstitutoPlantarum de Estudos da Flora, 2008. 2. JUDD, W.S., CAMPBELL, C.S., KELLOGG, E.A., STEVEN, P.F. & DONOGHUE, M.J. 3 ed. Sistemática Vegetal um enfoque filogenético. Porto Alegre: Artmed, 2009. 3. CULTLER, D. F. Anatomia Vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. (virtual) Bibliografia complementar: 1. JOLY, A.B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 12. ed. São Paulo: Nacional, 1988. 2. Barroso, G.M. et al. Sistemática das angiospermas do Brasil. Vol.1. UFV: Viçosa, 2007. 3. AMORIN, D.S. Fundamentos da Sistemática Filogenética. Ribeirão Preto: Holos, 2002. 4. SMITH, G.M. Botânica criptogâmica. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 1979. 3. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (Virtual) Nome da disciplina: Zoologia dos Cordados II Carga horária: 68 h Ementa: Origem, Evolução, Morfologia, Biologia e diversidade das Classes Amphibia, Reptilia, Aves, Mammalia. Anatomia dos vertebrata: evolução dos diferentes sistemas, formas e função. Bibliografia básica: 40 1. POUGH, F.H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos vertebrados. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 2. SCHIMIDT-NULSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. São Paulo: Santos, 2013. (virtual) 3. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia, 13ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual) Bibliografia complementar: 1. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G.E. Análise da estrutura dos vertebrados. São Paulo: Atheneu, 2006. 2. HÖFLING, E. Chordata. Manual para um Curso Prático. São Paulo: EDUSP. 1995. 3. RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. São Paulo: Roca, 2005. 4. FERNANDES, V. Zoologia. São Paulo: EPU, 1982. 5. FREEMAN, S.; HERRON, J. Análise evolutiva. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Nome da disciplina: Ecologia de Comunidades Carga horária: 68 h Ementa: Definições de Comunidades. Mecanismos de Criação e Manutenção da Biodiversidade. Teorias sobre Comunidades. Descrição e os Processos de Organização das Comunidades. Agroecossistemas. Evolução e Regeneração das Comunidades Vegetais. Regeneração Natural em diferentes Comunidades Vegetais. Os Novos Paradigmas Ecológicos. Restauração Ecológica. Bibliografia Básica: 1. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 2. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 3. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual) Bibliografia Complementar 1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São Paulo: Atheneu, 2009. 2. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2008. 3. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009. 4. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002. 5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (Virtual) Nome da disciplina: Biologia Molecular 41 Carga horária: 68 h Ementa: Tecnologia do DNA recombinante, técnicas de biologia molecular aplicadas ao diagnóstico. Marcadores genético-moleculares, caracterização do DNA humano e suas implicações no estudo das análises moleculares. Bibliografia Básica: 1. LODISH, H.F. et al. Biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed, 2005-2007. 2. ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5ªed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual) 3. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.(Virtual) Bibliografia Complementar: 1. ULRICH, D. et al. Bases moleculares da biotecnologia. São Paulo: Roca, 2008. 2. WATSON, J.D. et al. Biologia molecular do gene. Porto Alegre: Artmed, 2006. 3. COOPER, G.M.; HAUSMAN, R.E. A célula: uma abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 4. BERKALOFF, A. et al. Biologia e fisiologia celular. São Paulo: Blücher, 1975-2002. 5. ZAHA, A. (ORG.) et al. Biologia molecular básica. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual) Biologia molecular básica.(virtual) Nome da disciplina: Geologia Carga horária: 68 h Ementa: Terra: teorias sobre a origem do Universo; evolução do tempo geológico desses processos permitirá identificar as etapas de diferenciação, e, portanto, da estrutura interna do planeta. Processos Geológicos Internos: os processos geológicos atuantes no interior da Terra tem implicações no meio físico externo, que podem ou não ser observadas pelo Homem. As técnicas utilizadas para estudar o interior da Terra e as hipóteses sobre a sua composição interna a partir da planetogênese comparada. A origem da energia e calor internos do planeta. Processos Geológicos Externos: a modelagem da superfície do globo terrestre está associada aos processos geológicos externos. Tais processos são explicados pela observação direta de sua ocorrência no cotidiano que explicam, quando interpretados ao longo do tempo geológico, a extensão das mesmas. O estudo do meio físico e a interação entre os compartimentos que o compõe (litosfera, hidrosfera e atmosfera) permitirão ao aluno estabelecer critérios para o uso racional dos recursos geológicos explorados pelo Homem. Bibliografia básica: POPP, J. H. Geologia Geral. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. (virtual) 42 TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo: Nacional, 2010. MONROE, J. S.; WICANDER, R. Fundamentos de Geologia. São Paulo: CENGAGE, 2009. Bibliografia complementar: BRANCO, P.M. Dicionário de Mineralogia e Gemologia. São Paulo: Oficina de textos, 2008. NEVES, P.C.P. Introdução a Mineralogia Pratica. Porto Alegre: Ulbra, 2008. PRESS, F. et al. Para entender a terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 SUGUIO, K.; SUZUKI, U. A Evolução Geológica da Terra e a Fragilidade da Vida. São Paulo, Edgard Blücher, 2003. POMEROL, C. Princípios de geologia: técnicas, modelos e teorias.14ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. (virtual) 7º PERÍODO Nome da disciplina: Ecologia e Fisiologia Vegetal Carga horária: 68 h Ementa: Água e nutrição mineral: propriedades, absorção, transporte. Fotossíntese. Transporte de solutos. Respiração. Crescimento e desenvolvimento: fitormônios, inibidores e retardadores. Adaptações morfofisiológicas das plantas no ambiente. Bibliografia básica: 1. RAVEN, P.H.; EVERTY, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 2. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2008. 3. KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual) Bibliografia complementar: 1. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4. ed. 2. Porto Alegre: Artmed, 2008. 3. FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: E.P.U., 1985-2007. 4. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009. 5. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 5. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Nome da disciplina: Biotecnologia Carga horária: 68 h 43 Ementa: Introdução à Biotecnologia fundamentação e aplicação das técnicas de biotecnologia nas diferentes áreas do conhecimento biomédico. Melhoria genética e reprodução humana. Produção de vacinas gênicas, métodos e aplicação. Organismos geneticamente modificados. Bioterismo. Clonagem. Bibliografia básica: 1. ULRICH, D. et al. Bases moleculares da biotecnologia. São Paulo: Roca, 2008. 2. SARLET, I.W.; LEITE, G.S. Direitos fundamentais e biotecnologia. São Paulo: Método, 2008. 3. ZAHA, A. (ORG.) et al. Biologia molecular básica. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. SERAFINI, L.A.; BARROS, N.M.; AZEVEDO, J.L. Biotecnologia: avanços na agricultura e na agroindústria. Caxias do Sul: Educs, 2002. 2. LODISH, H.F. et al. Biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed, 2005-2007. 3. ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 20042008. 4. WATSON, J.D. et al. Biologia molecular do gene. Porto Alegre: Artmed, 2006. 5. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.(Virtual) Nome da disciplina: Limnologia Carga horária: 68 h Ementa: Histórico da Limnologia. Biótopo: propriedades físicas Propriedades químicas da água; Comparação entre Ecossistemas Lênticos. Processos funcionais: fluxo de energia e ciclagem de Monitoramento de águas Continentais: poluição, tratamento das águas e de reservatórios.Saneamento básico. da água; Lóticos e nutrientes. construção Bibliografia básica: 1. TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T.M. Limnologia. São Paulo: Oficina de Textos. 2008. 2. ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. 2. ed. RIO DE JANEIRO: INTERCIÊNCIA, 1998. 3. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (Virtual) Bibliografia complementar: 1. PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: E. Rodrigues, 2001. 2. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 44 4. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009. 5. ERVIM, L. Introdução à química da água: ciência, vida e sobrevivência. Rio de Janeiro: LTC, 2011. (virtual) Nome da disciplina: Anatomia e Fisiologia Animal Comparada Carga horária: 68 h Ementa: Noções básicas de anatomia e fisiologia animal correlacionada à evolução e adaptação dessas estruturas entre os animais nos mais diversos habitats. Bibliografia básica: 1. RANDALL, David J.; BURGGREN, W.W.; FRENCH, K. Eckert, fisiologia animal: mecanismos e adaptações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 2. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal - Adaptação e Meio Ambiente. 5 ed. São Paulo: Livraria Editora Santos, São Paulo, 2002-2010. 3. MOYES, C. D. SCHULTE, P. M. Princípios de fisiologia animal. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (virtual) Bibliografia complementar: 1. SINGI, G. Fisiologia dinâmica: texto básico para os cursos de ciências biológicas. São Paulo: Atheneu, 2008. 2. ADER, J.L. et al. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 3. POUGH, F.H.; JANIS, C.M.; HEISER, J.B. A vida dos vertebrados. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 4. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G.E. Análise da estrutura dos vertebrados. São Paulo: Atheneu, 2006. 5. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia, 13ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual) Nome da disciplina: Ecologia de Ecossistemas Carga horária: 68 h Ementa: Principais ecossistemas mundiais: características estruturais e funcionais. Ecossistemas terrestres e aquáticos brasileiros: características estruturais e funcionais. Impactos antrópicos sobre a biosfera. Conservação biológica. Bibliografia Básica: 1. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006-2008. 2. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 3. BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual) Bibliografia Complementar 45 1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São Paulo: Atheneu, 2009. 2. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2008. 3. LAGO, A.; PÁDUA, J.A. O que é ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998-2009. 4. PHILIPPI JUNIOR, A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: Signus, 2002. 5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (Virtual) Nome da disciplina: Paleontologia Carga horária: 68 h Ementa: Noções básicas e fundamentais sobre: Fossilização e Datação, Código de nomenclatura estratigráfica, Paleoecologia, PaleobiogeografiaePaleobotânica. Bibliografia básica: 1. CARVALHO, I.S. Paleontologia, V.1 Cenários de Vida. São Paulo: Interciência, 2007. 2v. 2. BENTON, M.J. Paleontologia Dos Vertebrados. São Paulo: Atheneu, 2008. 3. POPP, J. H. Geologia Geral. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. (virtual) Bibliografia complementar: 1. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo: Nacional, 2010. 2. CRISTALLI, P.S. Ambiente continental no mesozóico: o domínio das gymnospermas e dos dinossauros: paleontologia para naturalistas. São Paulo: Cultural Paulista, 2001. 3. NEVES, P. C. P. Introdução a Mineralogia Pratica. 2ed. Porto Alegre: Ulbra, 2008. 4. ANELLI, L.E.; ROCHA CAMPOS, A.C.; FAIRCHILD, T.R. Paleontologia: guia de aulas práticas - uma introdução ao estudo dos fósseis. São Paulo: Gráfica IGc-USP, 2002. 5. POMEROL, C. Princípios de geologia: técnicas, modelos e teorias.14ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. (virtual) Nome da disciplina: Estágio Curricular Supervisionado I Carga horária: 120 h Ementa: Conhecer diferentes espaços institucionais de Pesquisa, Extensão e Ensino que estejam relacionados ao campo das Ciências Biológicas ou áreas afins, de naturezas diversas – laboratórios, sociedades científicas, museus, parques, bosques, rádios, TV, imprensa escrita, entre outros, para que haja o aprendizado 46 prático das diferentes atividades desenvolvidas pelo Biólogo e das variadas formas de produção do conhecimento biológico. Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida. Nome da disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I Carga horária: 80 h Ementa: Introdução teórica e prática à Pesquisa Científica e ao Trabalho de Conclusão de Curso. Elaboração e execução de um projeto, teórico, teórico-prático ou eminentemente experimental, percorrendo, ao longo do ano, as principais etapas deste processo de geração de conhecimento. Bibliografia básica: 1. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; SILVA, R. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 2. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2008. 3. PEREIRA-MATIAS, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. Universidade de Mogi das Cruzes. Orientações para apresentação de trabalhos acadêmicos. Mogi das Cruzes, 2010. 1. GONÇALVES, H.A. Manual de projetos de pesquisa científica. São Paulo: Avercamp, 2007. 2. BASTOS, L.R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. São Paulo: LTC, 2003-2004. 3. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2001. 4. FARIAS-FILHO, M. C. & ARUDA-FILHO, E. J. M. Planejamento da pesquisa científica. São Paulo: Atlas, 2013. (virtual) 8º PERÍODO Nome da disciplina: Estudos de Impacto Ambiental Carga horária: 68 h Ementa: Impacto ambiental: definição e instrumentos de identificação. Processo histórico da Avaliação de Impacto Ambiental (AIA). Elaboração de Relatórios de Impacto Ambiental. Aspectos legais da AIA. Valoração ambiental. Economia ambiental. Bibliografia básica: 1. SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 47 2. SILVA, O.F. Direito ambiental e ecologia: aspectos filosóficos contemporâneos. Barueri, SP: Manole, 2003 3. ROSA, A. H. (ORG) ET AL. Meio Ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. Avaliação e perícia ambiental. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 2. LOPES, I.V. Gestão ambiental no Brasil: experiência e sucesso. Rio de Janeiro: FGV, 2001. 3. INDICADORES ambientais e gestão urbana: desafios para a construção da sutentabilidade na cidade de São Paulo. São Paulo: Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, 2008. 4. MARQUES, J.R. Meio ambiente urbano. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. 5. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009. (virtual) Nome da disciplina: Botânica Econômica Carga horária: 68 h Ementa: Introdução à Botânica Econômica. Agricultura: histórico e principais cultivos. Plantas ornamentais. Plantas medicinais. Produtos vegetais: fibras, madeiras, corantes, látex, resina, ceras, óleos, açúcares, celulose, bálsamo e tanino. Bibliografia básica: 1. PROGRAMA Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 2. LORENZI, Harri; MATOS, F. J. de Abreu. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008 3. KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (virtual) Bibliografia complementar: 1. BARBOSA, L.M.; SANTOS JUNIOR, N.A. A botânica no Brasil: pesquisa, ensino e políticas ambientais. São Paulo: Instituto de Botânica, 2007. 2. RIBEIRO, W.C. Patrimônio ambiental brasileiro. São Paulo: EDUSP, 2003. 3. OLIVEIRA, D.A.Z.; MAURY, C. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira; Relatório de atividades PROBIO 2002-2004. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004. 4. RIZZINI, Carlos Toledo; MORS, Walter B. Botânica econômica brasileira. 2. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural, c1995. 5. FRANCESCHINI FILHO, S. Fitoacupultura: a simplicidade e a força das plantas como facilitadoras de saúde. São Paulo: Roca, 2013. (virtual) 48 Nome da disciplina: Biotoxicologia Carga horária: 68 h Ementa: Bases conceituais e aplicadas da Toxicologia Ambiental, com ênfase nos efeitos nocivos de toxicantes à saúde humana, obtidos através de estudos experimentais e toxicológicos. Carcinogênese. Estudo de poluentes ambientais e em alimentos. Bibliografia básica: 1. OGA, S.; BATISTUZZO, J.A.; CAMARGO, M.M.A. Fundamentos De Toxicologia. São Paulo: Atheneu, 2008. 2. ZAGATTO, P.A.; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia aquática – Princípios e Aplicações. São Carlos: Rima, 2006. 3. Klaassen, C. D.; Watkins, J. B. Fundamentos em Toxicologia de Casarett e Doull. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. (virtual). Bibliografia complementar: 1. MARQUES, J.R. Meio ambiente urbano. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. 2. KNIE, J.L.W.; LOPES, E.W.B. Testes ecotoxicológicos – Métodos, técnicas e aplicações. Florianópolis: FATMA/GTZ, 2004. 3. LORA, E.E.S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial e de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2002. 4.OLSON, K.R. (org). Manual de Toxicologia clínica. Porto Alegre: AMGH, 2013. (virtual) 5. ATKINS, P.W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2006-2007. (virtual) Nome da disciplina: Poluição e Saúde Ambiental Carga horária: 68 h Ementa: Conceito de poluição. Contaminação e poluição. Poluição da água. Tratamento de efluentes. Poluição do ar. Métodos de controle de poluentes do ar. Poluição do solo. Poluição térmica. Poluição sonora. Bioindicadores. Vigilância ambiental. Bibliografia básica: 1. PAPINI, S. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. São Paulo: Atheneu, 2009. 2. ROCHA, A.A.; CESAR, C.L.G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. 3. AYRES, R. U.; AYRES, E. H. Cruzando a fronteira da energia: dos combustíveis fósseis para um futuro de energia limpa. Porto Alegre: Bookman, 2012. (virtual) 49 Bibliografia complementar: 1. MENDONÇA, A.R.A. et al. Bioética: meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo: Iátria, 2006. 2. PHILIPPI Jr, A. Saneamento, Saúde e Ambiente – Fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Ed. Fundacentro, São Paulo, 2005. 3. LORA, E.E.S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial e de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2002. 4. PHILIPPI JÚNIOR, A.; GALVÃO JR, A. C. (Ed.). Gestão do saneamento básico: abastecimento de água e esgotamento sanitário. Barueri: Manole, 2012. 5. ROSA, A. H. (org.) et al. Meio Ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2012. (virtual) Nome da disciplina: Etologia Carga horária: 34 h Ementa: A etologia como ciência do comportamento animal, que está relacionado à evolução e comportamento, instinto, aprendizagem, adaptação, reprodução, comunicação e socialização. Aprendizagem dos métodos de observação e descrição do comportamento. Bibliografia básica: 1. DEL CLARO, K. Comportamento Animal: Uma Introdução a Ecologia Comportamental. Jundiaí-SP: Editora Livraria Conceito, 2004. 2. DEL-CLARO, K. Introdução à ecologia comportamental: um manual para o estudo do comportamento animal. Rio de Janeiro: Technical Books, 2010 3. SILVARES, E. F. M. Fundamentos da psicologia: temas clássicos da psicologia sob a ótica da análise do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1 DEL CLARO, K., PREZOTO, F.; SABINO, J. As Distintas Faces do Comportamento Animal. UNIDERP: Campo Grande, 2008. 2. ALENCAR, E.M.L.S. Psicologia: introdução aos princípios básicos do comportamento. Petrópolis: Vozes, 2000. 3. NOGUEIRA NETO, P. O comportamento animal e as raízes do comportamento humano. São Paulo: Ed. Tecnapis, 1984. 4. SKINNER, B. F. Ciência e comportamento humano. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 5. ABRANTES, P.C.C. (Org.) Filosofia da Biologia. 1ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. (virtual) Nome da disciplina: Oceanografia 50 Carga horária: 34 h Ementa: Histórico da Oceanografia. Caracterização do ambiente oceânico e suas estruturas (fitoplâncon, zooplâncton, bacterioplâncton, fitobentos, zoobentos, néctons). Ecossistema marinho, seu funcionamento e recursos. Ações antrópicas sobre o ecossistema marinho. Bibliografia básica: 1. GARRISON, T. Fundamentos de Oceanografia. Cengage Learning, São Paulo, 2010. 2. PEREIRA & SOARES-GOMES. Biologia Marinha. 2 ed. Rio de Janeiro: Ed. Interciência, 2009. 3. CASTRO, P.; HUBER, M. E. Biologia Marinha. Porto Alegre: AMGH, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. SOUZA, R. B. Oceanografia Por Satelites. São Paulo: Oficina de texto, 2005. 2. PIRES-VANIN, A.M.S. Oceanografia De Um Ecossistema Subtropical: Plataforma De São Sebastião. São Paulo: EDUSP, 2009. 3. BAPTISTA NETO, J.A.; PONZI, V.R.A.; SICHEL, S.E. Introdução a Geologia Marinha. São Paulo: Interciência, 2004. 4.SCHMIEGELOW, J. M. M. O planeta azul: uma introdução às ciências marinhas. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 5. TOWNSEND, C. R. Fundamentos de ecologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (Virtual) Nome da disciplina: Estágio Curricular Supervisionado I Carga horária: 120 h Ementa: Conhecer diferentes espaços institucionais de Pesquisa, Extensão e Ensino que estejam relacionados ao campo das Ciências Biológicas ou áreas afins, de naturezas diversas – laboratórios, sociedades científicas, museus, parques, bosques, rádios, TV, imprensa escrita, entre outros, para que haja o aprendizado prático das diferentes atividades desenvolvidas pelo Biólogo e das variadas formas de produção do conhecimento biológico. Bibliografia: Indicada de acordo com a especificidade da atividade desenvolvida. Nome da disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I Carga horária: 80 h Ementa: Introdução teórica e prática à Pesquisa Científica e ao Trabalho de Conclusão de Curso. Elaboração e execução de um projeto, teórico, teórico-prático ou eminentemente experimental, percorrendo, ao longo do ano, as principais etapas deste processo de geração de conhecimento. 51 Bibliografia básica: 1. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; SILVA, R. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 2. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2008. 3. PEREIRA-MATIAS, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. (virtual) Bibliografia complementar: 1. Universidade de Mogi das Cruzes. Orientações para apresentação de trabalhos acadêmicos. Mogi das Cruzes, 2010. 2. GONÇALVES, H.A. Manual de projetos de pesquisa científica. São Paulo: Avercamp, 2007. 3. BASTOS, L.R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. São Paulo: LTC, 2003-2004. 4. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2001. 5. FARIAS-FILHO, M. C. & ARUDA-FILHO, E. J. M. Planejamento da pesquisa científica. São Paulo: Atlas, 2013. (virtual) 1.6 - Conteúdos Curriculares O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” Os conteúdos curriculares, ementas, bibliografias e periódicos são desenvolvidos e atualizados por meio do Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante – NDE, tendo por base a CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009 bem como a missão institucional e os princípios epistemológicos do Plano de Desenvolvimento Institucional. A atualização e desenvolvimento dos conteúdos e bibliografia são feitos pelo Colegiado de Curso, NDE, Coordenação do Curso e Gestão Acadêmica. A 52 avaliação realizada pelo próprio curso, ou por meio da CPA, são indicativos também considerados nas atividades de atualização dos conteúdos citados. Ao desenvolver os conteúdos, tem-se como foco o perfil profissional do egresso e, para tanto, a adequação da carga horária de cada disciplina é elaborada em 24, 40, 68, 80 e 120 horas e praticadas de acordo com a necessidade de cada conteúdo em um ou mais semestres, como por exemplo, as disciplinas de Zoologia dos Cordados I e II, Trabalho de Conclusão de Curso I e II. Tais conteúdos se articulam visando a formação dos profissionais com competências e habilidades previstas na Resolução CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011, garantindo sua inserção num panorama globalizado, que envolve questões técnicas e humanísticas. Os conteúdos do Decreto nº 5.626/2005 são cumpridos pela disciplina optativa de Libras, ofertada no 1º semestre, com uma carga horária de 34 horas. Quanto a Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004, que trata da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana, os conteúdos / atividades são cumpridos, também, por meio de temas transversais, inseridos na disciplina História de Filosofia da Ciência, bem como, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002 e Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012, referente as políticas de educação ambiental, que se utiliza da mesma metodologia na disciplina de Educação Ambiental. Ainda, a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, que trata da Educação em Direitos Humanos está inserida na disciplina de Bioética.Tais objetivos são atingidos na medida em que se propõem metodologias adequadas de trabalho, articuladas aos conteúdos propostos para cada disciplina. 1.7 - Metodologia A metodologia que favorece a interdisciplinaridade, flexibilidade, articulação de teoria com prática, em apoio a carga horária prevista em cada disciplina,está explicita em estratégias de ensino que contemplam: situações-problemas, discussão de caso, preleção dialogada, pesquisa orientada, aulas práticas, prática assistida, elaboração de relatório de temas específicos de disciplina, seminários individuais e em grupos, visitas técnicas assistidas e apoio a projetos de ação social. A avaliação do desempenho discente contempla, entre outras avaliações, uma prova integrada, 53 a qual aborda conteúdos do semestre corrente e de semestres anteriores, entre outras avaliações. A escolha da metodologia proposta deve primar pela coerência com o objetivo e conteúdo propostos para cada disciplina e descritas no plano de ensino. As metodologias empregadas objetivam garantir a aquisição evolutiva de conhecimento, tanto para conteúdos das disciplinas do núcleo básico, como na formação específica que objetivam trabalhar as competências e habilidades relacionadas à profissão e à formação técnica e humanística, contempladas, também, na missão institucional. 1.8 - Estágio curricular supervisionado O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES 7, 11 de Março de 2002 e Resolução CNE?CES nº 4/2009, de 06 de abril de 2009 (Diretrizes Curriculares), respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” O Estágio Supervisionado é concebido como uma atividade pedagógica, planejada e supervisionada, com o objetivo de transformação do pensamento em ação, ou seja, de articulação teoria e prática, mediada por um processo de reflexão contínuo, fundamentado no saber acadêmico. O Estágio constitui-se em fator de integração das atividades de ensino, pesquisa e extensão, não se limitando a mera ação de terminalidade do curso, mas, incorporando-se ao processo de formação do aluno, estimulando sua reflexão crítica e sua criatividade a construção do conhecimento sobre a realidade social, a sensibilização para o atendimento das 54 necessidades sociais e o respeito aos princípios éticos que devem orientar a prática profissional. As experiências vivenciadas pelo estagiário podem ser utilizadas para a elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso. As ações previstas para o estágio na UMC proporcionam ao aluno a oportunidade de planejar a inserção no mundo do trabalho a partir da análise crítica da realidade objeto de estudo e de nela interferir por meio de uma ação planejada e acompanhada e teoricamente fundamentada. A carga horária e a definição do início do Estágio são estabelecidas conforme o disposto nas Diretrizes Curriculares. É organizado de acordo com a Lei nº 11.788/08. É obrigatório o estágio de 240 horas para o estudante, distribuídas no 7° e 8°semestres do curso, com 120 horas. Poderá cursar o estágio o aluno que tiver cumprido todas as disciplinas teóricas e ter sido aprovado nas mesmas, excetuandose libras que por ser optativa deverá ter cursado e sido aprovado em todas as disciplinas até o 6 semestre. O estágio curricular deverá ser elaborado, organizado e acompanhado por um docente, e será assegurada efetiva participação de profissional, na área, se for o caso. Todas as áreas dos Estágios Supervisionados do curso constituem o eixo central do curso de graduação e habilitam o aluno a ingressar no mercado de trabalho com as competências exigidas aos bons profissionais deste mercado, facilitando a formação de um profissional crítico e com um perfil investigativo. Os estagiários são acompanhados por um supervisor em cada área de estágio oferecida. A Universidade oferece um apoio especial aos estudantes em relação a estágios através do SAE (Serviço de Apoio ao Estudante), o qual tem o papel de orientar e auxiliar o aluno no quesito estágio, além de buscar uma maior proximidade com as indústrias. Instrução Normativa UMC 005/2009 Regulamenta os Estágios Obrigatórios e Não Obrigatórios e revoga a Instrução Normativa PROGRAD/PROPPGE 001/2002. 55 Art. 1º O Estágio é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho que visa ao aprendizado de competências e habilidades próprias para o exercício profissional, assim como à contextualização curricular. Art. 2º O Estágio é compreendido como um processo singular da formação, já que contribui com o desenvolvimento profissional, social, cultural e ético do educando ao possibilitar o vinculo entre o conhecimento acadêmico e o conhecimento profissional. Art. 3º O Estágio caracteriza-se como obrigatório e não obrigatório, de acordo com as diretrizes curriculares dos cursos de graduação, estabelecidas pelo Ministério da Educação, bem como os projetos pedagógicos de cada curso e com as exigências de cada área de atuação profissional. § 1º Estágio obrigatório é uma atividade que integra o currículo de cada curso e possui carga horária estabelecida nos projetos pedagógicos elaborados de acordo com a legislação vigente. O cumprimento da carga horária é requisito para a conclusão do curso e obtenção do diploma. § 2º Estágio não obrigatório é uma atividade opcional e não constitui pré-requisito para a conclusão do curso, podendo ser realizado a partir do 1º período, desde que, as atividades relacionadas em contrato sejam compatíveis com sua formação. A carga horária cumprida será validada como Atividade Complementar. § 3º O Estágio, tanto na hipótese do § 1º quanto do § 2º deste artigo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, de acordo com a legislação vigente. Art. 4º O local de realização do Estágio Obrigatório respeitará as especificidades de cada curso. § 1º Nos cursos de Licenciatura deve ser desenvolvido obrigatoriamente junto às escolas oficialmente credenciadas da rede pública e/ou da rede particular de ensino. § 2º O Estágio Obrigatório do curso de Direito deverá ser realizado, preferencialmente, junto ao Núcleo de Prática Jurídica constituído nesta Instituição. 56 § 3º O Estágio obrigatório dos cursos da área de Ciências Biológicas e da Saúde deverão ser realizados em hospitais, empresas, restaurantes, clínicas e demais estabelecimentos ou serviços de saúde, devidamente credenciados pela Instituição. § 4º O Estágio obrigatório dos cursos de Ciências Contábeis e Administração deverão ser realizados em empresas, organizações públicas e/ou privadas. Art. 5º O Estagiário, regulamente matriculado na UMC e que realize Estágio Obrigatório e/ou Não Obrigatório, na própria Instituição, poderá receber bolsa estágio. Parágrafo único: Não será permitido o acúmulo de Bolsa-auxílio de Estágio com outros benefícios oferecidos pela Instituição. Art. 6º Cabe à UMC celebrar Termo de Compromisso com o educando e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do Estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade de formação escolar do estudante e ao horário e Calendário Acadêmico. Art. 7º A UMC pode, a seu critério, recorrer a serviços de agentes de integração públicos e privados. Art. 8º No caso de Estágio Obrigatório, a UMC se responsabiliza pela contratação de seguro de vida contra acidentes pessoais em favor do estagiário. Art. 9º A validação ou não de carga horária realizada em atividades remuneradas – estágios remunerados, contrato de trabalho pela CLT, serviço público, organizações do terceiro setor – dependerá de orientações previstas no projeto pedagógico de cada curso respeitadas as diretrizes curriculares nacionais. Parágrafo único: A validação da carga horária só será possível se as atividades realizadas estiverem alinhadas às disciplinas do curso em que o aluno estiver matriculado. Art. 10º Caberá ao Coordenador de cada curso a indicação do professor orientador e supervisor de estágio. 57 Art. 11º Caberá ao professor orientador e supervisor de estágio: I – planejar, orientar, acompanhar e avaliar as atividades propostas a cada semestre contidas no projeto pedagógico do curso; II – prestar esclarecimentos às dúvidas sobre a realização do Estágio Obrigatório; III – divulgar dias e horário de atendimento de supervisão quando esta não estiver prevista em horário de aula e/ou não for realizada in loco no momento do Estágio; IV – receber, conferir e validar os documentos comprobatórios das horas de estágio realizadas que deverão estar devidamente assinados pela autoridade responsável pelo local em que os estágios foram realizados; V – Encaminhar ao Setor de Atendimento ao Estudante – SAE esses documentos mediante protocolo de entrega; VI – registrar a aprovação ou a retenção do aluno nos prazos estabelecidos pela Instituição. Art. 12º A instituição concedente do estágio deverá indicar um funcionário de seu quadro pessoal, com formação e/ou experiência profissional na área do estágio para orientar e supervisionar o estagiário. Parágrafo único: Caberá ao responsável pela supervisão do estágio avaliar e registrar o desempenho do aluno em documento próprio elaborado pela UMC a ser anexado ao relatório de estágio. Art. 13º As atividades do Estágio Obrigatório devem ser desenvolvidas individualmente pelos alunos. Art. 14º As atividades de Estágio não poderão ultrapassar 6 horas diárias e nem 30 horas semanais, de acordo com a legislação em vigor. Art. 15º O aluno deverá elaborar plano de atividade respeitando-se a proposta contida no projeto pedagógico de cada curso. 58 Art. 16º O plano de atividade deverá ser validado pelo professor responsável pelo estágio. Art. 17º Os relatórios de estágio deverão conter: I – dados pessoais e acadêmicos do aluno; II – dados do local em que o estágio foi realizado; III – descrição das atividades realizadas; IV – auto-avaliação de desempenho realizada pelo próprio aluno; V – documento contendo apreciação de desempenho a ser preenchido pelo responsável pela orientação e supervisão do estágio no local em que foi desenvolvido. Art. 18º O modelo de relatório a ser preenchido pelo aluno será apresentado pelo professor orientador e supervisor de estágio em consonância com o projeto específico de seu curso. Parágrafo único: A produção do relatório pelo aluno deverá respeitar as normas acadêmicas institucionais. Art. 19º A avaliação de Estágio Obrigatório será realizada pelo professor orientador e supervisor de estágio com base nos critérios estabelecidos no plano de ensino. Art. 20º Será considerado “Aprovado” o aluno que: I – cumprir 100% da carga horária designada para o semestre letivo; II – participar de todas as atividades propostas pelo professor responsável; III – entregar o relatório final de estágio de acordo com o padrão previamente estabelecido no projeto específico de cada curso. Art. 21º O Estágio Obrigatório é parte integrante do currículo do curso em que é prevista a sua realização, portanto deverá ser cumprido de acordo com os prazos e normas estabelecidos no projeto pedagógico de cada curso e na legislação vigente. 59 Parágrafo único: É necessário que o Estágio Obrigatório seja cumprido dentro do prazo máximo para a integralização de cada curso. Art. 22º As atividades de extensão, de monitoria e de iniciação científica desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser validadas como carga horária de Estágios Obrigatórios se assim prever o projeto pedagógico do curso. Art. 23º No caso de trancamento ou abandono de cursos as atividades de Estágio Obrigatório serão validadas exceto se ocorrerem, no período em questão, mudanças na matriz curricular e/ou legislação vigente. Art. 24º Os casos omissos serão resolvidos pelo Coordenador de Curso e pelos PróReitores Acadêmicos, segundo sua especificidade. Art. 25º Esta Instrução Normativa entra vigor na data de sua publicação. Mogi das Cruzes, 3 de fevereiro de 2009 Profª Regina Coeli Bezerra de Melo Reitora Síntese do Regulamento de Estágio do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas. Caberá ao professor orientador e supervisor de estágio: I. Estar presente no local de estágio durante a permanência do estagiário em atuação, salvo em casos de prioridade. II. Verificar a frequência e analisar a conduta ética e profissional do estagiário nas áreas de atuação; III. Orientar o estagiário quer em grupo ou individualmente; IV. Acompanhar o desempenho do estagiário em todo o campo de estágio; V. Proceder à avaliação do estagiário; 60 VI. Informar ao coordenador sobre o andamento do estágio em relação ao seu programa e carga horária; VII. Manter atualizados os documentos referentes ao estágio que lhe diz respeito; VIII. Entregar ao final de cada bateria de estágio a Ficha Padrão de Avaliação com notas e faltas; IX. Participar das reuniões programadas pela Coordenação de Estágio e/ou Curso, a fim de discutir o desempenho dos estagiários e o desenvolvimento dos estágios; X. Fazer contato com profissionais da área de saúde que possam gerar benefício para eventuais atendimentos ou esclarecimentos que se fizerem necessários no campo de estágio. XI. Participar das reuniões acadêmico-pedagógicas realizadas periodicamente. XII. Respeitar o regime disciplinar da Universidade de Mogi das Cruzes O estagiário deverá: I. Atender os requisitos estabelecidos pelo regimento interno e as normas de estágio contidas no manual. II. Aceitar a supervisão e dela utilizar-se; III. Manter em dia a documentação exigida; IV. Executar as tarefas recebidas no estágio considerando não somente os interesses do aprendizado, mas também os da instituição e do curso; V. Preparar e apresentar material necessário à supervisão; VI. Apresentar relatórios de estágio nos prazos fixados; VII. Obedecer aos estatutos, regimentos e normas que regem a instituição onde estagiar; 61 VIII. Respeitar o código de ética profissional. Sobre a avaliação do estagiário: - Para a avaliação do aluno serão considerados a frequência, a iniciativa profissional, o comportamento ético entre colegas e outros profissionais e principalmente com a comunidade a ser atendida, a apresentação pessoal, a qualidade de trabalhos apresentados durante a realização do estágio, a capacidade técnica desenvolvida (com conhecimento teórico-prático), e outras atividades realizadas, sob critérios definidos pelo Projeto de Curso, e esta avaliação deve ser sempre realizada de forma continuada. - A avaliação do aproveitamento será expressa numericamente em conceitos de zero a dez, podendo inclusive, ser em décimos, sempre de meio em meio ponto. - Os quesitos principais e complementares a serem avaliados e suas respectivas notas ou conceitos são: CONHECIMENTO TEÓRICO (prova teórica inicial, prova teórica final, fichas de avaliações, fichas de evoluções e participações efetivas nos seminários) e DESEMPENHO PRÁTICO (prova prática, habilidade prática das técnicas aplicadas e discussão de caso) - O estagiário será considerado APROVADO na área de estágio que estiver cursando quanto obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco) e constará como SUFICIENTE. - O estagiário será considerado REPROVADO na área de estágio que estiver cursando quanto obtiver nota igual ou inferior a 5,0 (cinco) e constará como INSUFICIENTE. - O estagiário que for considerado REPROVADO deverá cumprir integralmente a área de estágio correspondente. 1.9 - Atividades complementares 62 O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e na Resolução CNE/CES n° 4/2009 de 06/04/2009 (Diretriz Curricular), respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” As Atividades Complementares são parte integrante do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, são regulamentadas pela Instrução Normativa UMC 003/2009 e se caracterizam como instrumento de integração do aluno com a realidade social, econômica, cultural, do trabalho e de iniciação à pesquisa, propiciando oportunidade de participação em diferentes ambientes de estudo. O aluno poderá escolher, dentro das possibilidades oferecidas, a saber: palestras, seminários, congressos e conferências; cursos de extensão realizados na UMC, em órgãos de classe, em entidades públicas ou privadas, desde que previamente aprovadas pela UMC; monitoria em disciplinas teóricas ou práticas; estágios extracurriculares; publicação de resumos e artigos em congressos, participação em encontros acadêmicos, bem como publicação em jornais e revistas científicas; participação em programas de Iniciação Científica; validação de disciplinas não aproveitadas na análise curricular, desde que tenha aderência com o respectivo curso de graduação; oficinas, visitas técnicas, cursos técnicos, cursos de formação em serviços realizados na UMC, em órgãos de classe, em entidades públicas ou privadas, desde que reconhecidas pela UMC; realização de cursos livres (idiomas e informática); participação em projetos de extensão comunitária; e visitas monitoradas a museus, centros culturais, exposições, galerias de arte, concertos, espetáculos de dança, teatro e cinema, desde que comentadas e com certificação. A carga horária das Atividades Complementares é de 80 horas, podendo ser integralizada a qualquer momento do curso e está de acordo com a Resolução CNE/CP2, de 19/02/2002 e Normas da UMC. 63 A atividade complementar deve ser realizada pelo aluno enquanto acadêmico, não sendo aceitas experiências anteriores ao seu ingresso na graduação, salvo nos casos de transferência. Além disso, deve ser previamente autorizada pela supervisão de atividades complementares e devidamente comprovada por meio de certificado, atestado, declaração ou documento equivalente, emitido pelo órgão organizador da mesma. O critério para credenciamento de uma atividade como válida será a sua importância na formação das habilidades do futuro profissional. Durante cada semestre letivo, os acadêmicos poderão se voluntariar para participarem nos eventos oferecidos pela UMC. Instrução Normativa UMC 003/2009 Regulamenta os procedimentos relativos às Atividades Complementares e revoga a Instrução Normativa PROGRAD 003/07. Art. 1º O presente regulamento tem como finalidade normatizar as Atividades Complementares previstas no art. 44, inciso IV, da LDB 9.394/96, dos cursos superiores da Universidade de Mogi das Cruzes – UMC. Art. 2º As Atividades Complementares compreendidas nas normas legais (Diretrizes Curriculares) e/ou nos Projetos Pedagógicos dos respectivos cursos objetivam: I – enriquecer o processo de ensino-aprendizagem; II – complementar o currículo pedagógico; III – amplia os horizontes de conhecimento; IV – favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais; V – incentivar os alunos; VI – propiciar a inter e a transdisciplinariedade do currículo; VII – fortalecer a conduta ética e a prática da cidadania; e VIII – envolver a comunidade através de eventos que propiciem uma adequada integração junto a Instituição. Art. 3º As modalidades objeto do presente regulamento devem ser realizadas fora do horário da matriz curricular acadêmica, devendo ser cumpridas pelo aluno, a partir 64 de seu ingresso no curso, obedecendo à carga horária exigida e às diretrizes curriculares; Art. 4º As Atividades Complementares são praticas obrigatórias e a respectiva conclusão, dentro das horas designadas, deverão ocorrer durante o período em que o aluno estiver regularmente matriculado, sendo condição necessária para a colação de grau. Art. 5º Não serão aceitos trabalhos assistenciais, religiosos ou voluntários, nem atividades realizadas de forma regular, em razão de cargo, emprego ou função. Art. 6º As atividades desenvolvidas e propostas por professores em disciplinas regulares do curso, não poderão ser validadas como Atividade Complementar. Art. 7º O aluno deverá entregar documentação comprobatória das atividades realizadas semestralmente de acordo com o prazo estipulado pela Instituição, caso contrário não serão aceitas. Art. 8º A avaliação das mesmas será contemplada ou não sob o Conceito “Cumpriu” (Realizada) ou “Não Cumpriu” (Não Realizada). Art. 9º Serão consideradas Atividades Complementares, a participação nos seguintes eventos: - palestras, seminários, congressos e conferências; - cursos de extensão realizados na UMC, em órgãos de classe, em entidades públicas ou privadas, desde que previamente aprovadas pela UMC. - monitoria em disciplinas teóricas ou práticas; - estágios extracurriculares; - publicação de resumos e artigos em congressos, participação em encontros acadêmicos, bem como publicação em jornais e revistas científicas; - participação em programas de Iniciação Científica; - validação de disciplinas não aproveitadas na análise curricular, desde que tenha aderência com o respectivo curso de graduação; - oficinas, visitas técnicas, cursos técnicos, cursos de formação em serviços realizados na UMC, em órgãos de classe, em entidades públicas ou privadas, desde que reconhecidas pela UMC; - realização de cursos livres (idiomas e informática); - participação em projetos de extensão comunitária; 65 - visitas monitoradas a museus, centros culturais, exposições, galerias de arte, concertos, espetáculos de dança, teatro e cinema, desde que comentadas e com certificação. Art. 10 A Pró-reitoria de Graduação ou Pró-reitoria de Campus designará professor responsável para o trabalho de acompanhamento e para a avaliação das Atividades Complementares da UMC. Art. 11 Para o cumprimento das Atividades Complementares, o aluno deverá preencher formulário específico no Portal do Aluno e entregá-lo à Secretaria Acadêmica, no campus em que estuda, juntamente com os documentos comprobatórios. Art. 12 O controle acadêmico do cumprimento dos créditos referentes às Atividades Complementares é de responsabilidade da Secretaria Acadêmica. Art. 13 Esta Instrução Normativa entra vigor na data de sua publicação. 1.10 - Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e com a Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009 (Diretriz Curricular), respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente O Trabalho de Conclusão de Curso tem um horário previsto na matriz curricular, nos 7º e 8º períodos, com 160 horas, como as demais disciplinas, reservado à atividade de orientação dos alunos pelo professor responsável. É requisito obrigatório para conclusão do Curso. Sua realização é individual e os temas devem ser priorizados de acordo com o Eixo Temático Central da UMC: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” 66 O tema escolhido, com base em literatura pertinente, deve ser apresentado em forma de proposta para apreciação dos orientadores e tem por objetivo aperfeiçoar e avaliar um conjunto de competências e habilidades do aluno, ou seja, competências técnicas adquiridas, aplicação de técnicas e metodologias, planejamento e organização dos trabalhos, realização de aprendizado independente e autônomo, técnicas de redação e apresentação, além da capacidade de integração de conhecimentos. A nota do TCC I será dada pela avaliação do Projeto de Pesquisa (nota de zero à 10,0) atribuída pelo supervisor da disciplina que está sob orientação da coordenadora do curso, levando em consideração o desempenho, a freqüência e a proposta do projeto. O aluno obterá a aprovação no TCC I se atingir média igual ou superior a 5,0 (cinco). O TCC deverá obrigatoriamente ser acompanhado pelo professor orientador, sendo permitida a co-orientação do trabalho; caso o acadêmico tenha interesse em um orientador externo, o mesmo deverá ter seu currículo anexado no momento da carta aceite, e será avaliado pela coordenação de curso em concordância com o orientador, bem com, demonstrar reconhecida experiência no assunto abordado. O professor orientador deverá assinar o termo de compromisso de orientação (carta aceite) para orientação do TCC. A troca de professor orientador, solicitada pelo acadêmico ou professor será analisada pela Coordenação do Curso (mediante apresentação de justificativa) após a análise podendo se deferida ou indeferida. O TCC II seguirá os mesmos moldes da disciplina de TCC I. A nota do TCC II (nota de zero à 10,0) será composta pela média aritmética das notas atribuídas por dois professores que emitirão um parecer por escrito, sendo obrigatória a apresentação à uma banca previamente escolhida. O programa de ensino desse componente curricular deverá possibilitar ao aluno a utilização de diferentes técnicas, ferramentas, recursos e paradigmas, permitindo que o mesmo demonstre o resultado de síntese de seu esforço de articulação em relação aos conhecimentos teóricos práticos ao longo do curso 67 fazendo uso de um processo de reflexão acerca de um tema de seu interesse, sob a orientação de um professor orientador e pode ser realizado em duas etapas, no 7° semestre TCCI e 8° semestre TCC II. O TCC I será avaliado pelo professor supervisor do TCC que está sob orientação da coordenadora do curso. Já o TCC II será avaliado por dois professores que comporão a banca examinadora na apresentação oral, após a entrega do mesmo em formato de monografia e uma cópia em CD. O Trabalho de Conclusão de Curso é institucionalizado e regulamento pela Instrução Normativa UMC 007/2009, que será apresentada no dia da visita in-loco. Instrução Normativa UMC 007/2009 Estabelece o regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso e revoga a Instrução Normativa PROGRAD 002/07. Art. 1º O Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo propiciar ao aluno o aprimoramento da capacidade de produção científica, técnica de consulta bibliográfica, de interpretação e crítica. Art. 2º O Trabalho de Conclusão de Curso deve versar sobre tema afeto à área do conhecimento desenvolvida nas linhas e sublinhas de pesquisa da UMC. Art. 3º O Trabalho de Conclusão de Curso deve ser apresentado no último período do curso. Parágrafo único: A forma de apresentação do Trabalho tratado no caput será objeto de normatização dos Coordenadores de Curso e deverá atender ao disposto no artigo 23 desta Instrução Normativa. Art. 4º O tema do Trabalho de Conclusão de Curso, referente as linhas e sublinhas de pesquisa da UMC, é de escolha do Discente. Art. 5º O Trabalho de Conclusão de Curso, dada a natureza que encerra, não poderá contemplar assunto que: 68 I – caracterize violação ao sistema jurídico vigente; II – atentatório aos princípios morais e éticos; III – discriminatório; IV – capaz de revelar ou estimular ódio de classe de qualquer natureza; V – ofensivo às instituições públicas ou privadas; e VI – desalinhado com os objetivos acadêmicos e sociais da produção científica. Art. 6º O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser apresentado em seções públicas e por intermédio de uma ou mais formas: I – posteres; II – apresentação de produto; III – trabalho escrito; IV – monografia; V – defesa oral perante Banca Examinadora. Parágrafo único: A forma de apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso deverá estar especificada no Projeto Pedagógico do Curso. Art. 7º O tema do Trabalho de Conclusão de Curso, além dos aspectos tratados nos artigos anteriores, deverá contar com a aprovação do professor-orientador. § 1º Os professores cadastrados pela Coordenação de Curso poderão desenvolver as atividades de orientação do Trabalho de Conclusão de Curso; § 2º O cadastro aludido no parágrafo anterior deverá: I – ser elaborado no início de cada semestre letivo e afixado em local visível, junto a sala do Núcleo de Apoio/Sala dos Professores; e II – conter relação dos Professores e disciplina(s) lecionada(s). 69 § 3º A aceitação do convite para orientação do Trabalho de Conclusão de Curso demonstrar-se-á pela assinatura do Professor no formulário a que faz referência o artigo 8º desta Normativa. Art. 8º A comunicação formal do início das atividades do Trabalho de Conclusão de Curso dar-se-á por intermédio de entrega, mediante recibo, de formulário próprio. Parágrafo único: O formulário a que se refere o caput deste artigo deverá conter: I – identificação completa do Discente; II – informações sobre o curso e turma; III – indicação do tema do Trabalho de Conclusão de Curso; IV – nome do professor-orientador; V – assinatura do professor-orientador; VI – data da apresentação do formulário; e VII – assinatura do Discente. Art. 9º O formulário tratado no artigo anterior deve ser entregue em local determinado pela Coordenação de Curso do campus em que o aluno está matriculado. Art. 10º Os Coordenadores de Curso, por intermédio de normatização própria, tratarão dos detalhamentos sobre o volume do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 11º O Trabalho de Conclusão de Curso, quando escrito, deverá ser elaborado em idioma nacional, nada impedindo a citação de autores estrangeiros, desde que traduzidos os textos indicados. Art. 12º O Discente deve manter freqüente contato com o Professor-Orientador durante a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso 70 Art. 13º Concluída a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso e, após a manifestação favorável do professor-orientador firmada em formulário próprio, o discente deve providenciar a entrega do trabalho. § 1º Os prazos para entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso serão determinados pela Coordenação e Colegiado de cada Curso. § 2º O formulário a que faz referência o caput deste artigo deve ser preenchido em três vias, sendo que uma delas é a prova da entrega do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 14º O não cumprimento dos prazos mencionados no artigo 13 implica na impossibilidade de depósito do Trabalho de Conclusão de Curso no semestre em que o discente está cursando o penúltimo período. Parágrafo único: No caso de perda do prazo, o depósito deverá ser realizado no semestre letivo imediatamente posterior. Art. 15º O Trabalho de Conclusão de Curso, quando escrito, deve ser apresentado em três vias idênticas e/ou em formato eletrônico, de acordo com o especificado no Projeto Pedagógico do Curso. § 1º Os trabalhos que apresentarem significativo número de laudas deverão ser encadernados em espiral. § 2º No caso do parágrafo 1º deste artigo, a encadernação em espiral deverá ser observada nas três vias. Art. 16º Providenciados os trâmites administrativos necessários, no caso de necessidade de defesa oral do Trabalho de Conclusão de Curso, a Secretaria de cada campus da Universidade de Mogi das Cruzes, afixará, em local visível, as listas das bancas examinadoras. Parágrafo único As listas mencionadas no caput deste artigo conterão: I – nome do Discente; 71 II – título do Trabalho de Conclusão de Curso; III – nome do professor-orientador; IV – nomes dos professores-examinadores; V – local da seção pública; VI – data da apresentação; e VII – horário da apresentação. Art. 17º Apresentando o Trabalho de Conclusão de Curso nos moldes estabelecidos pelos Coordenadores respectivos, os professores envolvidos no processo de avaliação avaliarão e atribuirão nota de 0 (zero) a 10 (dez), conforme o desempenho alcançado pelo discente. Parágrafo único: No caso de defesa oral ultimadas as apresentações da seção pública respectiva, os presentes deixarão o recinto para que os professores integrantes da Banca Examinadora discutam e deliberem acerca do desempenho de cada discente. Art. 18º A avaliação do desempenho para atribuição da nota do Trabalho de Conclusão de Curso resulta da apreciação do tanto estabelecido na normatização dos Coordenadores respectivos. Parágrafo único: No caso de defesa oral após o depósito do material escrito, a análise do desempenho resultará da média das duas etapas. Art. 19º A aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso é verificada na hipótese da obtenção de nota igual ou superior a 5,0 (cinco). Parágrafo único: No caso de análise de desempenho aferida por colegiado, a nota final resulta do somatório das médias atribuídas, dividida pelo número de integrantes do mesmo colegiado. 72 Art. 20º A divulgação dos resultados será feita pela Secretaria Acadêmica do campus em que o discente está matriculado, logo após o encerramento dos registros procedidos pelos professores envolvidos na avaliação do desempenho. Parágrafo único: O resultado da avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso será consubstanciado em documento próprio, cujo conteúdo, entre outros dados, deve contemplar: I – Nome do Discente; II – Título do Trabalho de Conclusão de Curso; III – Nome do professor-orientador e, se for o caso, dos professores-examinadores; e IV – Assinatura do professor-orientador e, se for o caso, dos professoresexaminadores. Art. 21º Os Coordenadores dos Cursos oferecidos pela Universidade de Mogi das Cruzes, no âmbito das respectivas atividades e em relação ao(s) Curso(s) afetos à correlata área de atuação, deverão, editar e divulgar normatização relativa às especificidades do Trabalho de Conclusão de Curso, em semestre letivo que preceda o início das orientações. Art. 22º A normatização aludida no artigo 21 deverá contemplar eventuais lacunas da presente Instrução. Parágrafo único: No preenchimento de eventuais lacunas não será admitida disposição que afronte esta Instrução. Art. 23º Esta Instrução Normativa entra vigor na data de sua publicação. 1.11 - Apoio ao Discente A Universidade de Mogi das Cruzes apóia o discente desde o período de processo seletivo e matrícula, disponibilizando programa de bolsa de estudo da 73 Instituição, por meio de convênios com empresas e associações ou programa governamental – PROUNI e FIES. Ao início das aulas é ofertado programas de Nivelamento, desenvolvido por docentes e com apoio de monitores e Apoio Psicopedagógico, sendo que este pode ser utilizado em qualquer etapa da vida acadêmica. No decorrer do curso é propiciado aos alunos, além das aulas regulares, semanas de curso, palestras e eventos diversos, de forma gratuita, visitas técnicas assistidas, como maneira de ampliar e atualizar as experiências acadêmicas e conteúdos disponibilizados pela matriz curricular. As jornadas, os congressos, as semanas de estudos, entre outros, estabelecem parcerias externas e internas, no seu ambiente de organização. Merece destaque o setor de audiovisual da Instituição que disponibiliza recursos de multimídia utilizados como apoio pedagógico em sala de aula, em eventos diversos realizados nos auditórios ou em espaços. Os discentes da UMC contam com espaço de convivência adequado ao seu bem–estar, com praça de alimentação, estacionamento, livrarias, entre outros espaços. 1.12 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso A Comissão Própria de Avaliação – CPA, responsável pela implementação dos processos de avaliação interna, visa à melhoria do desempenho e das áreas de atuação da Instituição. A CPA, constituída por ato da Reitoria e aprovada pelos órgãos colegiados superiores – Res. CONSU 003/13, de 24 de junho de 2013, é composta por representantes de todos os segmentos da comunidade universitária (docentes, discentes e funcionários técnico-administrativos) e da sociedade civil, como preconizado no Art. 11, inciso I, da Lei nº 10.861/2004. Dando continuidade às ações do processo avaliativo, para o período de 20112015, a CPA organizou o Plano de Trabalho em projetos e subprojetos que propiciam a coleta de dados/informações quantitativas e qualitativas, da Instituição 74 como do Curso, relevantes para o aperfeiçoamento das atividades acadêmicas e administrativas. Essa estrutura oportuniza definir ações contínuas e permanentes, enfatizando o caráter global e formativo da Autoavaliação Institucional e da Avaliação de Cursos/Setores/Serviços oferecidos pela Universidade. Integrada à Avaliação Institucional, se processa a Avaliação de Curso com o propósito de obter informações de caráter quantitativo e qualitativo que destaquem as características de cada curso como elemento do contexto universitário. A avaliação de Curso na UMC considera três categorias de análise: a) organização didático-pedagógica; b) perfil do corpo docente, do corpo discente e do corpo técnico-administrativo; c) instalações físicas. Com base no Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação, nos princípios da IES definidos no PDI e no PPI e nas especificidades de cada curso, são definidos indicadores e critérios mínimos de qualidade que permitam a análise das dimensões citadas. A função da CPA, nesse processo, é fornecer subsídios aos coordenadores de cursos para elaboração do Plano de Avaliação de Curso – PAC, a fim de que a coerência com as políticas institucionais e a Autoavaliação Institucional seja mantida. Quanto à avaliação permanente do curso, destacam-se as ações de avaliação implementadas pelo Colegiado de Curso: autoavaliação docente, reuniões de planejamento periódicas e ações para adequações didáticas. Tomando por base, o resultado da Autoavaliação realizada, junto aos corpos docente e discente,a CPA e a Coordenação do Curso juntamente com o NDE e Gestão da Universidade realizaram as ações a seguir relacionadas: Ações decorrentes: NDE e Gestão do Curso -Atualização do Projeto Pedagógico do Curso, dos Planos de Ensino e respectivas bibliografias, realizado pelo Colegiado de Curso e pelo NDE. -Orientação aos professores para um melhor aproveitamento das aulas práticas. -Avaliação discente interdisciplinar. 75 -Implantação de novos experimentos de laboratório. -Atualização dos procedimentos experimentais dentro dos laboratórios. -Reprodução de ensaios normatizados. CPA -Análise dos indicadores: retenção, evasão, frequência, inadimplência. -Ampliação da divulgação e esclarecimento, junto ao curso, em relação ao “Fale Conosco” e Ouvidoria e seus objetivos. -Sensibilização do corpo docente do curso para participação nas atividades de Capacitação Docente. -Ampliação da divulgação, junto ao curso, dos programas oferecidos pela Instituição: nivelamento e atendimento psicopedagógico. Gestão da Universidade -Ampliação e atualização do acervo bibliográfico do curso, laboratórios e equipamentos. -Ampliação e aperfeiçoamento de ambientes virtuais online para gestão acadêmica dos corpos docente e discente (Sistema de Controle Acadêmico, Portal Docente, Portal do Aluno). -Incentivo à participação docente e discente em eventos técnicos e científicos nacionais e internacionais. Em resumo, o sistema de avaliação do Projeto de Curso é realizado pelo Colegiado de Curso/NDE, pelo Setor de Legislação, Projetos e Normas, Gestão Acadêmica e Comissão Própria de Avalição-CPA, como reflexo dos resultados obtidos na Avaliação Institucional. 1.14 - Tecnologias de informação e comunicação – TICs – no processo ensinoaprendizagem A Universidade de Mogi das Cruzes disponibiliza, para a comunidade acadêmica regularmente matriculada, links no Portal <www.umc.br> para acesso a 76 informações acadêmicas, tais como: notas, faltas, planos de ensino, matriz curricular, calendário acadêmico, cadastro e acompanhamento das Atividades Complementares, divulgação de estágios e eventos, além de contatos com a Secretaria Acadêmica para assuntos afins. Através da internet, o corpo discente e docente tem acesso às bibliotecas dos campi e ao acervo virtual do Plataforma Capes, via biblioteca. Para consulta ao acervo, a biblioteca dispõe de 3 computadores para acesso à base de dados do acervo próprio, 12 para acesso à internet e CD-ROM e 2 televisores com vídeocassete, DVD player e fones de ouvidos. O uso da Plataforma Capes é liberado aos alunos, professores, pesquisadores e funcionários sendo o acesso permitido a partir de qualquer terminal ligado à internet localizado na Instituição (controlado por faixas de IP). A Instituição conta com 10 laboratórios de informática, distribuídos nas salas 110, 111, 113, 114, 115, 116, 117 e 118, no 1º andar e lab01 e lab02, no subsolo do bloco I, com a área adequada ao uso e capacidade que atende plenamente à demanda de 02 alunos por equipamento, totalizando 235 computadores. O acesso aos equipamentos pelo corpo discente se dá durante o período das aulas, previamente agendadas pelos professores. Em horários específicos 1 ou mais salas permanecem disponíveis para a utilização dos alunos, com o apoio de técnicos. Para acesso aos computadores, os alunos devem possuir cadastro no Laboratório de Informática, com a disponibilização de senhas para utilização. Dentre os meios de comunicação entre os acadêmicos e os gestores, destacam-se os links: Fale Conosco, Ouvidoria, e-mail Institucional e e-mail da coordenação, os quais facilitam a comunicação tanto dos discentes como docentes, com a coordenação e demais órgãos da IES. A comunidade externa possui acesso à IES pelo Fale Conosco. Ainda, a coordenação do curso possui uma mala direta com os alunos do curso, atualizada semestralmente, para divulgação de eventos e atendimento ao aluno. 77 Como ferramenta de apoio as aulas, a Universidade dispõe da Plataforma Moodle e no curso os professores utilizam-na para interação com os alunos, além da área destinada no servidor de arquivos, visível nos laboratórios. 1.17 - Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem As competências dos alunos são avaliadas em instrumentos adequados, de acordo com a metodologia de ensino e em consonância com a modalidade da disciplina. A avaliação do desempenho discente em cada uma das disciplinas, módulos ou área de estudos, atividades, estágios e trabalho de conclusão de curso, far-se-á por meio de procedimentos que comprovem assiduidade e aproveitamento dos estudos realizados pelos alunos. Os procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem são regulamentados por Instrução Normativa. INSTRUÇÃO NORMATIVA UMC 002/10, de 15 de dezembro de 2010 Altera a Instrução Normativa PROGRAD / PROAAC 001/2008 que regulamenta a Avaliação do Desempenho Discente. Art. 1º A avaliação do desempenho discente é entendida como um diagnóstico do desenvolvimento do aluno em relação ao processo ensino-aprendizagem, na perspectiva de seu aprimoramento, tendo por objetivos: I. diagnosticar a situação de aprendizagem do aluno para estabelecer objetivos que nortearão o planejamento da prática docente; II. verificar os avanços e dificuldades do aluno no processo de apropriação, de construção e de recriação do conhecimento, em função do trabalho desenvolvido; III. fornecer aos professores elementos para uma reflexão sobre o trabalho realizado, tendo em vista o redirecionamento do planejamento da disciplina; IV. possibilitar ao aluno tomar consciência de seus avanços e dificuldades, visando ao seu envolvimento no processo ensino-aprendizagem; 78 V. embasar a tomada de decisão quanto à promoção ou retenção dos alunos. Art. 2º A avaliação do desempenho discente em cada uma das disciplinas, módulos ou área de estudos, atividades, estágios e trabalho de conclusão de curso, far-se-á por meio de procedimentos que comprovem assiduidade e aproveitamento dos estudos realizados pelos alunos. § 1º A nota obtida deverá ser, obrigatoriamente, em cada bimestre, o resultado da aplicação de diferentes instrumentos, priorizando as avaliações individuais. § 2º O desempenho do aluno será expresso em notas decorrentes dos processos avaliativos a que foi submetido, em escala numérica de 0 (zero) a 10 (dez), permitida a fração de 0,5 (cinco décimos) e lançada no Sistema de Controle Acadêmico (SAC) juntamente com as faltas. Art. 3º Em cada semestre letivo, o desempenho do aluno será expresso em notas decorrentes dos processos avaliativos a que foi submetido: I. M1: é proveniente do resultado das avaliações realizadas no primeiro bimestre e terá peso 1(um); II. M2: proveniente do resultado das avaliações aplicadas após a M1 e pela Avaliação Integrada, terá peso 2 (dois); a) A Avaliação Integrada nos cursos de graduação agregará, em caráter cumulativo, semestre a semestre os conteúdos das disciplinas contempladas no currículo pleno sendo entendida como uma estratégia de avaliação do desenvolvimento do aluno em relação ao processo ensino-aprendizagem, na perspectiva de seu aprimoramento constante e sistematizado. b) A Avaliação Integrada deverá abranger conhecimentos específicos da área de formação articulados ao contexto histórico e social atual, sendo estratégia prevista nos Projetos Pedagógicos e planos de ensino das disciplinas. 79 c) A Avaliação Integrada deverá caracterizar-se como um dos instrumentos aplicados, decorridos pelo menos dois terços do semestre letivo, e comporá 30% da M2. d) As avaliações devem ser elaboradas pelo colegiado de curso, presidido pelo Coordenador e entregues a este último com 30 dias de antecedência à sua aplicação. e) As avaliações com este caráter deverão ser corrigidas pelo colegiado de curso e entregues ao coordenador de curso na data prevista em calendário acadêmico. III. MS: Média Semestral proveniente da média ponderada entre M1 e M2 e seu cálculo será efetuado pelo SCA, mediante seguinte fórmula: MS=M1+2*M2/3 promovendo-se as frações iguais ou superiores a 0,25 (vinte e cinco centésimos) e 0,75 (setenta e cinco centésimos) e desprezando-se as inferiores. Art. 4º Será considerado aprovado, na disciplina/módulo/área de estudos/atividades, o aluno que obtiver média semestral igual ou superior a 5.0 (cinco) e que tenha, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) de frequência nas atividades presenciais, exceto para o curso de Medicina, que possui regulamentação específica. Art. 5º Será considerado reprovado, na disciplina o aluno que obtiver: I. média semestral inferior a 3.0 (Três), exceto para o curso de Medicina; II. frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) nas atividades presenciais. Art. 6º Será submetido à Prova de Recuperação, na época prevista no Calendário Acadêmico, o aluno que obtiver Média Semestral inferior a 5,0 (cinco), exceto para o curso de Medicina, e maior ou igual a 3.0 (três), e que tenha, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) de frequência nas atividades presenciais. § 1º Após a Prova de Recuperação a Média Final será calculada da seguinte forma: MF = Média Semestral + Prova de Recuperação / 2 80 promovendo-se as frações iguais ou superiores a 0,25 (vinte e cinco centésimos) e 0,75 (setenta e cinco centésimos) e desprezando-se as inferiores. Art. 7º As atividades complementares, trabalhos de conclusão de curso e estágios, terão suas atividades desenvolvidas e avaliadas de acordo com o disposto no Projeto Pedagógico de cada curso e poderão apresentar regulamentos próprios, desde que atendidas às políticas institucionais específicas. Parágrafo Único. Para estas atividades será permitida a utilização do conceito final suficiente para aprovação e insuficiente para reprovação. Art. 8º O aluno que usar meios ilícitos nos procedimentos de avaliação do rendimento escolar sofrerá as sanções cabíveis por ato de improbidade. Art. 9º A verificação e registro de notas, conceitos e frequência são de responsabilidade exclusiva do professor, cabendo seu controle à Secretaria Acadêmica. Art. 10Os casos omissos serão analisados pela Pró-reitoria de Graduação (Campus Sede/Mogi das Cruzes) e pela Pró-reitoria de Campus (Campus fora de Sede/VillaLobos). Art. 11 Esta Instrução Normativa entra em vigor a partir da data de sua publicação. 1.18 - Número de Vagas As vagas do curso foram delimitadas pelos Conselhos Superiores e considerouse, para tanto, a disponibilidade de docentes da IES, com afinidade de atuação no curso, tamanho e quantidade das salas de aula, tamanho dos laboratórios específicos e quantidade de equipamentos, número de títulos e volumes das bibliotecas, considerando o número de usuários por campus.O acesso a periódicos, com destaque para aqueles ofertados na Plataforma CAPES, bem como a necessidade socioeconômica e cultural do curso na região metropolitana, também foram considerados. 81 No total, o curso oferece, anualmente, 120 vagas, distribuídas equitativamente entre os períodos matutino e noturno. Dimensão 2 – Corpo docente 2.1 - Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE O Núcleo Docente Estruturante – NDE do curso é composto pela coordenação de curso, que é mestre em Ciências Biológicas - Bioquímica e por 05 professores, dos quais 100% dos professores possuem titulação acadêmica em programas de pós-graduação Stricto Sensu. Dentre os docentes que compõem o NDE, 67% são doutores e 33% são mestres. Os docentes que compõem o NDE são contratados em regime integral. Destaque para 33% de professores que atuam no curso desde o último ato regulatório. A atuação do NDE na concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do curso é descrita por meio de atas, que resumem as atividades programadas e implementadas. A Universidade, por meio da Instrução Normativa 001/10, de 27 de julho de 2010, estabelece a constituição, funcionamento e normas de substituição do NDE e garante a permanência deste até o próximo ato avaliativo. INSTRUÇÃO NORMATIVA UMC 001/10, de 27 de julho de 2010 Estabelece a constituição e funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE dos cursos de graduação. Art. 1º O Núcleo Docente Estruturante – NDE dos cursos de graduação da Universidade de Mogi das Cruzes – UMC, constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. 82 Art. 2º Os membros do corpo docente que compõem o Núcleo Docente Estruturante – NDE devem ter liderança acadêmica no âmbito do curso, percebida na produção de conhecimento na área e no desenvolvimento do ensino. Art. 3º As atribuições do Núcleo Docente Estruturante – NDE são: I. contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; II. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades do ensino constantes do currículo; III. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências de mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; IV. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação; Art. 4º A constituição do Núcleo Docente Estruturante – NDE atenderá, no mínimo, os critérios: I. será constituído pelo coordenador do curso e, por um mínimo de cinco professores; II. ter, pelo menos, 60% (sessenta por cento) de seus membros com titulação acadêmica obtida em programa de Pós-graduação Stricto Sensu e regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos, 20% (vinte por cento) em tempo integral, sendo observado, também, os referenciais estabelecidos nos Instrumentos de Avaliação MEC/INEP. Art. 5º A renovação do Núcleo Docente Estruturante – NDE deverá assegurar a permanência de 30% (trinta por cento) de seus representantes, preservando a continuidade do processo de acompanhamento do curso. Art. 6º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. 83 2.2 - Atuação do (a) coordenador (a) O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas tem na coordenação, a professora Viviana Barbosa Paes, graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas, mestre em Ciências Biológicas - Bioquímica. A coordenadora preside o Colegiado de Curso e o NDE, sendo o contato direto do curso com os representantes dos Conselhos Superiores, pois é subordinado a Pró-reitoria de Campus, membro permanente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e Conselho Universitário. A gestão do curso é realizada com o apoio dos docentes e discentes do curso. As reuniões com as áreas citadas são registradas em atas e/ou controle de atendimento. Em ambos os casos, a coordenadora presta atendimento pessoal ou virtual, por meio de e-mail institucional, como também, pela ferramenta Fale Conosco, veículo de comunicação acessado via portal do aluno. Além disso, a coordenadora mantém contato com os alunos diretamente em sala de aula mediante a necessidade de passar informações sobre o curso e tirar algumas dúvidas dos alunos. Em recepção de novos alunos preside a aula inaugural, apresentando a matriz curricular, as atividades propostas para o desenvolvimento do curso, agendando visitas à biblioteca e informando sobre utilização e reserva de títulos, volumes, plataforma Capes e periódicos. As demais atividades, tanto no âmbito em sala de aula, quanto as extensionistas, fruto das discussões da área acadêmica (corpo discente e docente) são aprimoradas pelo NDE e posteriormente encaminhadas à Pró Reitoria de Campus para apreciação e aprovação. Podemos citar: atualização de conteúdos dos planos de ensino, bibliografia, visitas técnicas, eixos temáticos para desenvolvimento dos Projetos Interdisciplinares, ciclo de palestras e mesa redonda. Nas atividades extensionistas como Semana do meio Ambiente e Jornada da Gestão Ambiental e Biologia, BIOFARMA, a coordenação faz questão da participação dos alunos desde a escolha dos temas a serem abordados, escolha dos palestrantes e nos preparativos gerais. 84 2.4 - Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a) coordenador (a) A coordenadora possui 5 anos e 2 meses de experiência no magistério de ensino superior, 1 ano e 10 meses em gestão acadêmica, que somadas atingem a 7 anos. Como docente, ministra disciplinas de Parasitologia e Bioquímica no núcleo Saúde. Além disso, a coordenadora é membro da Comissão Própria de avaliação, onde representa o corpo docente e membro do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade de Mogi das Cruzes. Apresenta, também, 7 meses de experiência no magistério de Educação Básica. 2.5 - Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso Quanto ao regime de trabalho da coordenação, o tempo de dedicação na Universidade é integral, com 40 horas. Destas, 10 horas semanais são dedicadas à coordenação do curso Ciências Biológicas – Bacharelado, 20 horas destinas à coordenação de outros cursos e 10 horas destinadas à supervisão de Estágio Obrigatório e Trabalho de Conclusão de Curso. O curso disponibiliza 120 vagas anuais e a relação vagas divididas pelas horas dedicadas à coordenação são 12. 2.7 - Titulação do corpo docente do curso O corpo docente é composto por 11 professores, todos com titulação acadêmica em programas de pós-graduação stricto sensu, devidamente reconhecidos pela CAPES/MEC. Dentre os professores, 3 (27,3%) são mestres e 8 (72,7%) são doutores. Os professores estão relacionados no Anexo I. A porcentagem de docentes do curso com titulação stricto sensu é de 100%. 2.8 - Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores A titulação de doutores no curso é de 72,7%. Os professores estão relacionados no Anexo I. 2.9 - Regime de trabalho do corpo docente do curso 85 O regime de trabalho do corpo docente, que é constituído por 10 professores, ocorre em regime de tempo integral, parcial ou horista. Em síntese, o curso possui 18,2% dos docentes em regime horista (2); 45,5% em regime parcial (5) e 36,3% dos docentes em regime integral (4). Os professores e seus respectivos regimes de trabalho estão listados abaixo: Alfredo Carlos Cardoso Rocca, engenheiro civil, mestre em Engenharia Hidráulica. Regime de trabalho: parcial. Carlos Eduardo Vieira Toledo, geólogo, Doutor em Geologia. Regime de trabalho: Parcial. Débora Cristina Ramos De Marco, biomédica e farmacêutica, doutora em Ciências. Edna Aparecida Mercado, Pedagoga, Mestre em Educação. Fábio Oliveira Nascimento, biólogo, doutor em Taxonomia Zoológica. Regime de trabalho: horista. Fabíola Cristina Ribeiro de Faria, bióloga, doutora em Taxonomia Zoologia. Regime de trabalho: integral. Marília Cristina Duarte, bióloga, doutora em Taxonomia Vegetal. Regime de trabalho: parcial. Mary Lobas de Castro, bióloga, mestre em Educação, Arte e História da Cultura e Meio Ambiente. Regime de trabalho: Integral. Rodrigo Marques Lima dos Santos, biólogo, doutor em Zoologia. Regime de trabalho: parcial. Simone Aparecida Siqueira da Fonseca, biomédica, doutora em Genética. Regime de trabalho: horista. Vanessa Fátima Oliveira, bióloga, doutora em Fisiologia Vegetal. Regime de trabalho: Integral. 86 2.10 - Experiência profissional do corpo docente A análise do contingente de docentes demonstra que, excluído experiência do magistério superior, 27,3% tem experiência profissional de, pelo menos, 3 anos. Os professores que apresentam experiência profissional de pelo menos 3 anos são: Alfredo Carlos Cardoso Rocca, Carlos Eduardo Vieira Toledo e Mary Lobas de Castro. 2.12 Experiência de magistério superior do corpo docente A análise do contingente de docentes demonstra que, 54,5% tem experiência do magistério superior, pelo menos, 3 anos. Os professores que apresentam experiência de pelo menos 3 anos no magistério superior são: Alfredo Carlos Cardoso Rocca, Carlos Eduardo Vieira Toledo, Débora Cristina Ramos De Marco, Edna Aparecida Mercado, Fabíola Cristina Ribeiro de Faria e Mary Lobas de Castro. 2.14 - Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” O Colegiado de Curso é um órgão de natureza consultiva para o planejamento e avaliação das atividades acadêmicas do curso, composto por todos os docentes e um representante discente, regularmente matriculado, eleito por seus pares, com mandato de um ano. As sessões ordinárias ocorrem, pelo menos, duas 87 vezes durante o semestre letivo e, em sessão extraordinária, sempre que for convocado pelo coordenador, presidente do Colegiado. Cabe ao Colegiado elaborar Projeto Pedagógico do Curso, propor medidas de aperfeiçoamento do ensino, analisar as ementas e os planos das disciplinas e/ou atividades acadêmicas do curso, promover a avaliação periódica dos cursos, integrando-se à Avaliação Institucional, deliberar, em primeira instância sobre os projetos de ensino, pesquisa e extensão, além de analisar e discutir o plano anual de atividades acadêmicas, analisar propostas apresentadas pelo Coordenador de Programas/Cursos e/ou pelos próprios membros do Colegiado em assuntos que visem à melhoria do Curso, desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o ensino, a pesquisa e a extensão, promover e coordenar seminários, grupos de estudos e outros programas para o aperfeiçoamento do quadro docente, entre outras atividades previstas no Estatuto da UMC. As reuniões dos Colegiados são registradas em atas. Estatuto – UMC – resumo SEÇÃO III – DOS COLEGIADOS DE PROGRAMAS / CURSOS Art.30 Os Colegiados de Programas/Cursos são órgãos de natureza consultiva parao planejamento e a avaliação das atividades acadêmicas do Curso. § 1º Os Colegiados dos Cursos de Graduação são compostos: I- pelo Coordenador de Curso, como Presidente do Colegiado; II- pelo corpo docente do Curso; III- por um representante discente regularmente matriculado no Curso, eleito na forma da legislação vigente com mandato de um ano, permitida uma recondução. § 2º A vigência do mandato dos representantes docentes está vinculada à vigência do seu contrato de trabalho com a Mantenedora e a continuidade na atividade eminentemente docente. 88 § 3º A extinção do contrato de trabalho por qualquer razão, ou, a transferência para atividades não docentes, implica imediata extinção do mandato e indicação de substituto, da mesma condição, pelo Reitor, para o período remanescente. § 4º Os docentes que ministram aulas em mais de um curso devem, preferencialmente, participar do Colegiado de Curso no qual exerçam maior carga horária, podendo participar de outro Colegiado, caso formalmente se manifeste. Art.31 Os Colegiados de Programas/Cursos contam com normas próprias que regulamentam seu funcionamento. Art. 32 Os Colegiados de Programa/Cursos reúnem-se, em sessão ordinária, pelo menos duas vezes durante o semestre letivo e, em sessão extraordinária, sempre que for convocado pelo Coordenador de Programas / Cursos. Art. 33 As atribuições do Colegiado de Programas / Cursos estão definidas no Regimento Geral da Universidade. Regimento – UMC – resumo Art. 27 Cabe aos Colegiados de Programas / Cursos: I. elaborar a proposta de Projeto Pedagógico do Programa / Curso, de acordo com as normas definidas pelo CEPE e pelas Pró-reitorias; II. propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino; III. deliberar, em primeira instância, sobre os projetos de ensino, pesquisa e extensão, além de analisar e discutir o plano anual de atividades acadêmicas, para posterior homologação pelo CEPE; IV. analisar propostas apresentadas pelo Coordenador de Programas/Cursos e/ou pelos próprios membros do Colegiado em assuntos que visem à melhoria do Curso; V. analisar as ementas e os programas das disciplinas e/ou atividades acadêmicas do Curso; 89 VI. promover a avaliação periódica do curso, na forma definida pela Administração Superior, integrando-se ao sistema de avaliação institucional; VII. desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o ensino, a pesquisa e a extensão; VIII. promover e coordenar seminários, grupos de estudos e outros programas para o aperfeiçoamento do quadro docente; IX. encaminhar às Pró-reitorias de Graduação da Sede e Fora de Sede, por intermédio do Coordenador de Programas / Cursos, os problemas relativos à atuação didático-pedagógica dos respectivos professores; X. Selecionar, por meio da presidência do colegiado, os docentes que compõem o Núcleo Docente Estruturante – NDE, de acordo com a legislação vigente; XI. exercer as demais funções que lhe forem delegadas. 2.15 - Produção científica, cultural, artística ou tecnológica O corpo docente, composto por 11 professores, apresentou, no último triênio, 70 produções científicas, técnicas, didático-pedagógicas, publicadas ou não e propriedades intelectuais depositadas, sendo que 54,4% dos professores apresentaram de entre 4 e 6 produções. A listagem de professores com suas respectivas publicações e comprovantes será apresentada no momento da visita. Dimensão 3 – Instalações Físicas - Infraestrutura Apresentam-se as instalações físicas do Campus Villa-Lobos, fora de sede, da Universidade de Mogi das Cruzes, que contemplam de modo resumido, dados das instalações acadêmicas e administrativas. A descrição pormenorizada encontrase disponível no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI. 90 A UMC ocupa um terreno com estrutura que abriga os cursos da área de Ciências Exatas e Tecnologia, Ciências da Saúde e Ciências Humanas, num complexo de 3 blocos, sobre um subsolo que abriga os laboratórios das áreas da saúde e exatas. O prédio teve suas edificações projetadas para as atividades de ensino-aprendizagem, especialmente a de ensino, iniciação científica, extensão, biblioteca, tecnologia e informação, sendo adequadas à atividade fim, desenvolvida pela comunidade acadêmica, interna e externa. Conta ainda com uma área destinada à praça de alimentação e lazer, além do auditório, espaço reservado à realização de palestras e apresentação pública dos projetos. 3.1 - Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI As instalações destinadas às atividades dos docentes contratados em regime de tempo integral estão dispostas no subsolo do bloco II, do CampusFora de Sede e contam com estações de trabalho e sala de reuniões. Foram planejados de modo a garantir a privacidade e o ambiente atende plenamente o desenvolvimento das atividades a que se destina o regime de contratação. Conta com uma recepção de atendimento e apoio, bem como dispõe de equipamento para impressão de material no desenvolvimento das atividades. As estações de trabalho estão localizadas na sala dos professores e em ambientes específicos tais como o Núcleo Docente Estruturante – NDE e possui um computador conectado à internet, sistema wireless de acesso à internet sem fio, ramal telefônico, além do ambiente devidamente estruturado, iluminado, ventilado, com fácil acesso ao atendimento tanto docente quanto discente e com condições de salubridade, necessários ao bom desempenho das atividades acadêmicas. 3.2 - Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos As instalações destinadas às atividades dos docentes contratados em regime de tempo integral estão dispostas no subsolo do bloco II. 91 Foram planejados de modo a garantir a privacidade, sem ter o aspecto de baias convencionais. O ambiente atende plenamente o desenvolvimento das atividades a que se destina o regime de contratação. Conta com uma recepção de atendimento e apoio, bem como dispõe de equipamento para impressão de material no desenvolvimento das atividades. As estações de trabalho estão localizadas na sala dos professores e em ambientes específicos tais como o Núcleo Docente Estruturante – NDE e possui um computador conectado à internet, sistema wireless de acesso à internet sem fio, ramal telefônico, além do ambiente devidamente estruturado, iluminado, ventilado, com fácil acesso ao atendimento tanto docente quanto discente e com condições de salubridade, necessários ao bom desempenho das atividades acadêmicas. 3.3 - Sala de professores As instalações para professores e sala de reunião estão dispostas no subsolo do bloco II, onde comporta mesas para desenvolvimento de atividades individuais e mesa para reunião, além de três sofás que contribuem para o bem-estar físico e conforto do corpo docente. A infraestrutura foi elaborada para priorizar a facilidade no atendimento, em especial à inclusão social, no que se refere ao acesso aos portadores de necessidades especiais. O acesso se dá por rampas ou elevadores. As instalações possuem computadores conectados à internet, além do sistema wireless de acesso à internet sem fio, num ambiente devidamente iluminado, ventilado e com condições de salubridade. Há ainda uma recepção de atendimento e apoio ao docente, onde verifica a ausência ou não do professor e a necessidade de apoio ou orientação das atividades acadêmicas. Há disponibilidade de utilização da impressão de material para preparação de aula, bem como reprodução das avaliações acadêmicas. A recepção conta ainda com uma equipe de funcionários que disponibiliza informações básicas aos discentes sobre o corpo docente, alocações e demais informações acadêmicas. Existe ainda um espaço para atendimento ao discente pelo docente, para sanar dúvidas ou esclarecimentos. 92 A UMC oferta aos seus docentes condições de trabalho que valorizam oprofissional e o cidadão, em um ambiente com estrutura física adequada à realização das atividades profissionais, priorizando a qualidade do convívio social e a ética entre as relações estabelecidas. 3.4 - Salas de aula A Universidade comporta 146 salas de aula, em ambiente com 8.606,45 m², distribuídas nos andares, adequada ao número de alunos e de disciplinas dos cursos, devidamente iluminadas, com acústica, ventilação, conservação e comodidade, atendendo às condições de salubridade. Todas as salas estão equipadas com carteiras com braço de apoio para destros e canhotos, há ainda, carteiras especiais para obesos. Possui ainda quadro branco, ventiladores, janelas, cortinas para obstrução da claridade. A UMC disponibiliza data-show, retroprojetor, CPU, acesso à internet (laboratórios e rede wireless, em área de convivência), TV, vídeo, DVD, caixas de som. O docente fica alocado em mesa própria, disposta à frente da sala. A limpeza e conservação das salas são feitas diariamente, antes do início do período letivo diurno, após as aulas intercorrentes e antes do início das aulas no período noturno, garantindo assim a higienização, conservação e salubridade. 3.5 - Acesso dos alunos a equipamentos de informática A Universidade de Mogi das Cruzes disponibiliza em sua infraestrutura 10 laboratórios de informática, distribuídos nas salas 110, 111, 113, 114, 115, 116, 117 e 118, no 1º andar e lab01 e lab02, no subsolo do bloco I, com a área adequada ao uso e capacidade que atende plenamente à demanda de 02 alunos por equipamento, totalizando 18 a 28 equipamentos por laboratório, com acesso à internet. 93 Possuinos laboratórios, hardwares: Laboratório Descrição do computador Memória Ram HD Lab110 Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb de cache 2 Gb 40 Gb 18 Lab111 Toshiba STI Dual Core 2 Gb 320 Gb 26 Lab113 Toshiba Lince, Celeron D330 2.6 Mhz 2 Gb 40 Gb 22 Lab114 Toshiba STI Dual Core 2 Gb 320 Gb 26 2 Gb 40 Gb 24 2 Gb 40 Gb 24 2 Gb 40 Gb 28 2 Gb 40 Gb 21 Lab115 Lab116 Lab117 Lab118 Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb de cache Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb de cache Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb de cache Computadores Dell GX 260, Pentium 4 2GHz, 512Kb de cache Computadores Lab01 Positivo Core i5 4 Gb 500Gb 21 Lab02 Positivo Core i5 4 Gb 500Gb 25 Total 235 Possuem os seguintes softwares: Office 2007, Project 2010, SQL Server 2008 Enterprise, Visio 2010, VS 2008 Express, dentre outros. Os recursos audiovisuais e multimídia são diversificados e concorrem no sentido de auxiliar as tarefas pedagógicas dos professores e iniciativas culturais da Universidade. O acesso aos equipamentos de informática pelo corpo docente é livre a qualquer momento na sala dos professores e nas salas específicas de aulas, quando não estão sendo utilizadas pelos alunos. Existe uma equipe de técnicos, que cuida da infraestrutura das salas de informática e dá o apoio necessário ao corpo docente e aos alunos. A Universidade de Mogi das Cruzes dispõe de Regulamento Geral para uso e administração dos recursos de computação. O acesso aos equipamentos pelo corpo discente se dá durante o período das aulas e, em outros horários, existem algumas das salas disponíveis para a utilização, com o apoio de técnicos e monitores. 94 Outro recurso disponibilizado aos corpos docente e discente é o acesso à internet por meio de rede wireless, instalado em locais estratégicos (Centro de Convivência, Sala dos Professores e Biblioteca) dos Campi da Universidade. A interligação entre as Unidades do Campus da Sede, em Mogi das Cruzes, é feita via wireless de 54Mbps com frequencia de 5.4 GHz e a conexão entre o Campus da Sede (Mogi das Cruzes) e o Campus fora da Sede (São Paulo) é feita por um link dedicado de 2Mbps para dados e voz, além de um link de 2Mbps para acesso a internet, ambos contratados junto à Embratel. Além disso, há uma rede wirelles disponível para o corpo discente, docente e administrativo no Centro de Convivência da Universidade. A área de Informática é considerada como fator estratégico na UMC. Está subordinada diretamente à Vice-reitoria Acadêmica. O setor de informática atua com funcionários encarregados das áreas de suporte (hardware e software), desenvolvimento de sistemas específicos e comunicação de dados e segurança, para a administração e gerenciamento da Universidade. A UMC conta com várias bases de dados, que integram os sistemas corporativos e de apoio: um é referente aos dados acadêmicos, gerenciado pelo setor de informática. O banco de dados acadêmicos é gerado pelo Sistema de Controle Acadêmico (SCA) que é um software integrado, projetado pela equipe de desenvolvimento de sistemas do setor de informática. O Sistema de Controle Acadêmico - SCA mantém os registros acadêmicos dos alunos desde a inscrição para o processo seletivo na UMC até a emissão de certificados e do diploma registrado. O SCA está implantado na UMC há 13 anos, em processo contínuo de evolução. Por ser uma ferramenta amplamente utilizada pelos docentes, discentes e setores administrativos, a Gerência de Informática, em conjunto com as áreas operacionais, administrativas e acadêmicas, realiza continuamente estudos de avaliação e readequação de processos (diagnóstico e planejamento) do desenvolvimento e implementação do SCA. Assim, espera-se que a UMC possa contar com um sistema integrado e com bancos de dados mais completos, com uma dinâmica de atualização mais eficiente, para responder de forma adequada aos vários setores e exigências ditadas pelo progresso. 95 3.6-Bibliografia básica A biblioteca está alocada numa área de 729m². Possui ambiente claro, arejado, com boas condições de iluminação natural e artificial, com amplo acesso a todos os membros da comunidade acadêmica (docentes, discentes e técnicoadministrativo). O acervo para o curso foi adquirido considerando o núcleo básico e o específico do curso, sendo que o básico contempla, no mínimo, 3 títulos por disciplina, com volumes compatíveis com o número de usuários. A bibliografia básica abrange as principais áreas temáticas do curso e suas atualizações são efetuadas anualmente, após avaliação do Coordenador de Curso, juntamente com o Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante. A Política de Aquisição e Atualização do Acervo é implementada a partir de indicações dos docentes, de acordo com o projeto pedagógico do curso e atendem plenamente aos programas das disciplinas. Todo o acervo está tombado junto ao patrimônio da IES, contendo marca, número de série, modelo, tipo e conservação. Para consulta ao acervo, dispõe de computadores para acesso à base de dados do acervo próprio, acesso à internet e CD-ROM. Possui televisores com vídeo-cassete, DVD player e fone de ouvidos para assistir as fitas/DVDs disponíveis na biblioteca; dispõe ainda de mesas para estudo individual e com capacidade para até 4 pessoas, além de 24 mesas para estudo individual, no espaço destinado ao acervo estão instalados conjuntos com estantes, além de estantes expositoras. O balcão de atendimento foi projetado para comportar até 4 pessoas que orientam e atendem os usuários. Com o objetivo de ampliar o acervo a disposição dos usuários, a Biblioteca possui convênio com Rede Pergamum (para acesso a artigos publicados em periódicos editados pelas universidades pertencentes a rede e EEB), Bireme para acesso as Bibliotecas Virtuais de Saúde e fornecimento de artigos através do sistema SCAD, IBICT para alimentação do Catálogo Coletivo 96 Nacional (CCN) e fornecimento de artigos através do sistema Comut, Rede Globo para empréstimos de gravações de vídeo, entre outros. Pela internet, o usuário pode consultar o acervo, efetuar reservas e renovações de materiais emprestados, verificar pendências e histórico, atualizar seus dados, enviar sugestões, podendo ser utilizadas por docentes, discentes, funcionários da UMC e pela comunidade externa. O acesso ao acervo é livre, ou seja, é permitido que o usuário dirija-se as estantes onde estão armazenados livros, periódicos, materiais de referência e trabalhos acadêmicos. 3.6.1 Acervo eletrônico: a UMC assina o conteúdo integral da Minha Biblioteca que é uma biblioteca virtual formada pela reunião das quatro principais editoras de livros acadêmicos no Brasil: Atlas, Saraiva, Grupo Gen (composto pelas editoras Santos, Forense, Atlas, Roca, Guanabara Koogan, LTC, EPU, Forense, Método, AC Farmacêutica) e Grupo A (McGraw-Hill Brasil, ArtMed, Bookman, Pensa, Tekne, Artes Médicas). Neste site: estão disponíveis mais de 3.500 títulos das diversas áreas do conhecimento e o acervo está sendo ampliado diariamente até incluir todo o catálogo das editoras; todos os usuários podem acessar o mesmo livro simultaneamente; cada usuário possui uma conta individual no sistema, preservando suas marcações, anotações e localização dentro do livro; o usuário dispõe de link que referencia suas citações diretas e é possível imprimir parte do conteúdo. 3.7-Bibliografia complementar O acervo para o curso abrange todas as principais áreas temáticas do curso. As atualizações são efetuadas anualmente, após avaliação do Coordenador de Curso, juntamente com o Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante e atende às indicações bibliográficas, referidas nos programas da disciplina, contemplando 5 (cinco) títulos por unidade curricular com, no mínimo, 2 exemplares por título. 97 A Política de Aquisição e Atualização do Acervo e é implementada a partir de indicações dos docentes, de acordo com o projeto pedagógico do curso e atendem aos programas das disciplinas. Todo o acervo está tombado junto ao patrimônio da IES, contendo marca, número de série, modelo, tipo e conservação. A biblioteca possui convênio com Rede Pergamum (para acesso a artigos publicados em periódicos editados pelas universidades pertencentes a rede e EEB), Bireme para acesso as Bibliotecas Virtuais de Saúde e fornecimento de artigos através do sistema SCAD, IBICT para alimentação do Catálogo Coletivo Nacional (CCN) e fornecimento de artigos através do sistema Comut, Rede Globo para empréstimos de gravações de vídeo, entre outros. 3.7.1 Acervo eletrônico: a UMC assina o conteúdo integral da Minha Biblioteca que é uma biblioteca virtual formada pela reunião das quatro principais editoras de livros acadêmicos no Brasil: Atlas, Saraiva, Grupo Gen (composto pelas editoras Santos, Forense, Atlas, Roca, Guanabara Koogan, LTC, EPU, Forense, Método, AC Farmacêutica) e Grupo A (McGraw-Hill Brasil, ArtMed, Bookman, Pensa, Tekne, Artes Médicas). Neste site: estão disponíveis mais de 3.500 títulos das diversas áreas do conhecimento e o acervo está sendo ampliado diariamente até incluir todo o catálogo das editoras; todos os usuários podem acessar o mesmo livro simultaneamente; cada usuário possui uma conta individual no sistema, preservando suas marcações, anotações e localização dentro do livro; o usuário dispõe de link que referencia suas citações diretas e é possível imprimir parte do conteúdo. 3.8-Periódicos especializados O acervo do curso é composto de títulos de periódicos e revistas; vídeos; DVD; CD-ROM; jornais; materiais em meio digital ou eletrônico, abrangendo as principais áreas temáticas do curso e estão distribuídos entre as principais áreas do curso. 98 Em março/2008, a Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC) contemplou a Universidade de Mogi das Cruzes com acesso gratuito e completo ao Portal Periódicos, que oferece acesso a textos selecionados em 33.756 publicações periódicas internacionais e nacionais, 130 bases referenciais, dicionários, ebooks, teses e dissertações, normas técnicas, etc. Na UMC, o acesso é permitido a todos os professores, alunos e funcionários e pode ser realizado a partir de qualquer computador instalado na instituição, que esteja conectado à Internet e seja identificado com as faixas de IPs habilitadas pela universidade. Relação de periódicos impressos ou virtuais subdivididos pelas principais áreas do curso: 1. Acta Botanica Brasilica 2. Ambiente e Educação : Revista de Educação Ambiental 3. Ambiente e Sociedade 4. American Chemical Society 5. American Journal of Molecular Biology 6. Anatomia, Histologia, Embryologia 7. Animal Biology 8. Animal science journal 9. Applied Entomology And Zoology 10. Aquatic toxicology 11. Biochemistry and molecular biology education 12. Biodiversity and Conservation 13. Bioética 14. Biotechnology and molecular biology reviews 15. BMC Developmental Biology 16. Botanical studies 17. Ciências e Saúde Coletiva 18. Constituição brasileira, direitos humanos e educação 19. Development Genes and Evolution 20. Ecologia Aplicada 21. Ecology & Evolution 22. Experimental Parasitology 23. Genetic resources and crop evolution 24. Genetics and molecular biology 25. International Journal for Parasitology 26. Journal of Biochemistry and Molecular Biology 27. Journal of molecular histology 28. Journal of paleontology 99 29. Journal of Vertebrate Paleontology 30. Molecular Phylogenetics and Evolution 31. Natural History 32. Nature 33. Parasitology 34. Revista Bioética 35. Revista Brasileira de Botânica 36. Revista Brasileira de Fisiologia Vegetal 37. Revista Brasileira de Paleontologia 38. Revista Brasileira de Zoologia 39. Revista de Geologia 40. Revista de microbiologia A aquisição de livros e multimeios é indireta, sendo operacionalizada pelo Setor de Compras da Instituição e não pela Biblioteca. O processo de aquisição de periódicos é direto, tendo sua operacionalização como cotação e fechamento de pedido de fornecimento centralizado pela Biblioteca, além do controle das aquisições e renovações de assinaturas, registro e controle de coleções de fascículos e exemplares. A Política de Desenvolvimento da Coleção das Bibliotecas da UMC estabelece os critérios para incorporação ao acervo de materiais recebidos através de doação ou permuta. O acervo é organizado tecnicamente utilizando-se padrões biblioteconômicos internacionais: para a catalogação utiliza-se o Código de Catalogação Anglo Americano – AACR2 (2. ed.), para a classificação adota-se a Classificação Decimal de Dewey – CDD (21. ed.) e a indexação de assuntos segue os padrões estabelecidos pela Rede Pergamum. O acervo de periódicos é armazenado em ordem alfabética de títulos e os demais itens do acervo por áreas do conhecimento (segundo CDD, 21. ed.). Os catálogos são informatizados, podendo ser acessados em computadores de consulta ao acervo próprio e permitem ao usuário localizar obras de interesse através do autor, título, assunto, editora, tipo de material, coleção, palavras existentes no resumo. As Bibliotecas são gerenciadas utilizando-se o sistema informatizado Pergamum, que contempla as principais atividades desenvolvidas em bibliotecas e funciona de forma integrada da aquisição ao empréstimo, permite acesso a base de dados via browser Internet e trabalha com 100 arquitetura cliente/servidor para acesso e atualização de dados do acervo local ou remotamente. 3.9 - Laboratórios didáticos especializados: quantidade O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” Os Laboratórios didáticos especializados de Anatomia, Multidisciplinar 1 e 2, estão localizados no subsolo e os laboratórios Multidisciplinar 3 e 4 estão localizados no térreo. O acesso aos laboratórios se dá com agendamento prévio, bem como acompanhamento por técnico e professor responsável pelas disciplinas, sendo que as normas de funcionamento, utilização, segurança e manutenção estão disponibilizadas em regulamento específico. Os laboratórios funcionam de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 22:00h e aos sábados das 8:00 às 13:00h, sempre contando com técnicos especializados para atender ao corpo discente e docente. Em relação à quantidade: A Universidade de Mogi das Cruzes, Campus VillaLobos, possui laboratórios equipados de acordo com sua finalidade e planejados de modo a atender as vagas autorizadas e ao espaço físico existente. 3.10-Laboratórios Didáticos Especializados: qualidade 101 O curso de Bacharelado em Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” Os laboratórios foram instalados considerando a acessibilidade da comunidade acadêmica e comunidade externa, com previsão orçamentária em PDI para atualização e manutenção dos equipamentos, bem como disponibilidade de insumos, necessários à sua operacionalização, respeitando-se as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, disponibilizadas em regulamento próprio. 3.11-Laboratórios Didáticos especializados: serviços O curso de Ciências Biológicas foi elaborado de acordo com a Resolução CNE/CES nº 1.301/2001 de 06/11/2011 e da Resolução CNE/CES n° 4/2009, de 06/04/2009, respeitando a Missão Institucional da UMC: “Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea”, bem como os princípios epistemológicos do PPI e que possui como Eixo Temático Central: Educação e sua Influência na Sociedade e no Desenvolvimento da Cidadania e o Subeixo: “Saúde Preventiva e Curativa Aplicada à Comunidade e Tecnologia a Serviço do Meio Ambiente” Quanto a serviços: os laboratórios contam com apoio técnico de funcionários especializados, manutenção de equipamentos preventiva e Descrição dos Laboratórios: 102 Laboratórios 1 e 2: Anatomia, localizado no Subsolo. O laboratório atende as disciplinas: Anatomia Humana. Laboratório 3: Multidisciplinar 1, localizado no subsolo. O laboratório atende as disciplinas: Biologia Celular e Molecular, Microbiologia, Histologia, Parasitologia, Biologia do Desenvolvimento e Genética I. Laboratório 4: Multidisciplinar 2, localizado no Subsolo O laboratório atende as disciplinas: Química Geral, Zoologia dos Invertebrados I e II, Zoologia dos Cordados I e II, Anatomia e Fisiologia Animal Comparada e Geologia. Laboratório 5: Multidisciplinar 4, localizado no térreo. O laboratório atende as disciplinas: Anatomia Vegetal, Sistemática de Criptógamas, Sistemática de Fanerógamas, Bioquímica, Ecologia e Fisiologia Vegetal e Botânica Econômica. 103 ANEXO I Apresenta-se, neste anexo, a relação do corpo docente do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas e, dentre eles, o Núcleo Docente Estruturante – NDE, composto pelo coordenador e 05 docentes. Corpo Docente Nome: CPF: Titulação Regime Máxima de concluída trabalho Tempo de Tempo de Tempo de Experiência Experiência vinculo com de Profissional o curso Magistério (excluir as (meses) Superior (em atividades meses) do magistério superior) Alfredo Carlos Cardoso 008.369.328-97 Mestrado Parcial 196.959.028-98 Doutorado Parcial 261.988.128-55 Doutorado Integral 272.722.798-18 Doutorado Horista 260.100.338-37 Doutorado Integral Marília Cristina Duarte 289.263.458-07 Doutorado Parcial Mary Dias Lobas de Castro 148.412.958-01 Mestrado Integral Rodrigo Marques Lima dos Santos 260.703.698-40 Doutorado Parcial Simone Aparecida Siqueira da Fonseca 155.978.978-61 Doutorado Horista 288.550.098-00 Doutorado Integral Rocca Carlos Eduardo Vieira Toledo Débora Cristina Ramos De Marco Fábio Oliveira Nascimento Fabíola Cristina Ribeiro de Faria Vanessa Fátima Oliveira 104 33 anos 21 80 3 anos 27 68 1 ano 9 12 0 12 24 0 18 18 0 18 212 30 anos 20 12 0 9 12 0 3 18 0 18 104 Núcleo Docente Estruturante - NDE Titulação Máxima Regime de concluída trabalho 288.159.868-47 Mestrado Integral Débora Cristina Ramos De Marco 261.988.128-55 Doutorado Integral Fabíola Cristina Ribeiro de Faria 260.100.338-37 Doutorado Integral Marília Cristina Duarte 289.263.458-07 Doutorado Parcial Mary Dias Lobas de Castro 148.412.958-01 Mestrado Integral Vanessa Fátima Oliveira 288.550.098-00 Doutorado Integral Nome: CPF: Coordenadora Viviana Barbosa Paes 105 ANEXO II Extensão, ação social e iniciação científica Atividades de extensão - Palestra: “A profissão de Biólogo” – 04 de setembro de 2013 A palestra foi ministrada pelo Dr. Celso Luis Marino, membro do CRBio 1. - Jornada da BIOFARMA: 8 e 9 de abril de 2013 A jornada contou com os de Bacharelado em Ciências Biológicas, Farmácia e Tecnologia em Gestão Ambiental. Segue abaixo a lista dos palestrantes: Palestrante Tema Segunda- Feira Alfredo Carlos Cardoso Avaliação de impacto ambiental e destinação de Rocca materiais residuais. Silvana Mollo Como interpretar textos. Alexandre Wilson Bisson Divisão Bacteriana: Perspectiva como alvo para Filho antibiótico. Terça-feira Alfredo Carlos Cardoso Gestão de resíduos do descarte de serviços da saúde Rocca Cristina Mendes Gigliotti Testes psicológicos aplicados em entrevistas de emprego. Heloisa Rosa Câncer de Mama Fábio Kendi Bicombustível: Uma nova realidade 106 - Semana do Meio Ambiente de 07 de maio a 11 de maio de 2012 A Semana do Meio Ambiente contou com a participação dos cursos: Tecnologia em Gestão Ambiental, Ciências Biológicas e Direito. A Semana foi patrocinada por comerciantes da região (Empório Santa Nina, Padaria Camilla e Mundo Verde). Além disso, contou com o apoio do IBAMA, que disponibilizou material para serem sorteados entre os alunos. Segue abaixo a lista dos palestrantes: Palestrante Tema: Segunda- Feira Vereador Gilberto Natalini O meio Ambiente e a Rio + 20 Magno Maciel Créditos de Carbono como Commodities Sávio Stefanini Sant’Anna Mini-curso sobre Serpentes Terça-feira Crimes Ambientais Polícia Ambiental Atuação do Biólogo no Fabiana Gomes Mercado de Consultoria Ambiental Dr. Sávio Stefanini Mini-curso sobre Serpentes Sant’Anna Quarta-Feira Tráfico de Animais Polícia Ambiental Eng. Carolina Motinaguá Processos no Tratamento de Efluentes Alfredo Rocca Aspectos Ambientais, Jurídicos Urbanísticos e de Saúde nos Passivos de Contaminação do Solo e das Águas Subterrâneas Antônio de Oliveira Siqueira Meio Ambiente e Sustentabilidade Quinta-Feira Janaína Dallan Venda e Compra de Créditos de Carbono Dra. Stella de Bortolli Panorama Mundial da Água: Uma Crescente 107 Preocupação Alfredo Rocca A Política Nacional de resíduos sólidos: Uma Mudança de Hábitos de Produção e Cconsumo Sexta-Feira Camila Brandão Sistema de Alerta de inundação de Cidade de São Paulo Patricia Jeanpaulo Uso de Plantas no Monitoramento Ambiental Camila Brandão Cobrança no consumo de água AÇÃO SOCIAL: - ICOMON – SIPAT, outubro de 2013: Em parceria com a empresa ICOMON, durante a Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho, os professores da Universidade participaram da semana ministrando palestras de diversos temas. - Dia da Responsabilidade Social, 21 de setembro de 2013: a Universidade participou da campanha do Dia da Responsabilidade Social, onde o curso de Bacharelado em Ciências Biológicas ficou responsável pela palestra sobre Animais Sinatrópicos - Pragas Urbanas. - Projeto Pescar Eurobike São Paulo 2013: O Projeto Pescar é uma rede que funciona por meio de franquia social. As empresas franqueadas pela Fundação projeto Pescar abrem espaço para a formação pessoal e profissional de adolescentes de baixa renda e em vulnerabilidade social em suas próprias dependências, encaminhando-os, depois ao mercado de trabalho. Os alunos do curso de Ciências Biológicas, sob supervisão dos docentes da UMC, ministrarão aulas sobre os temas de Saúde e Educação Ambiental, previstos no curso de Iniciação Profissional em Mecânica. - Feira Cultural – SESI Cotia, 10 de novembro de 2012: a convite do SESI Cotia, a Universidade de Mogi das Cruzes realizou durante a Feira Cultural diversas ações. 108 Os alunos do curso de Biologia desenvolveram uma palestra informativa sobre animais sinantrópicos além da elaboração do panfleto informativo. Além disso, desenvolveram e aplicaram jogos sobre biodiversidade e reciclagem. - 1a Semana do Meio Ambiente: Arrecadação de leite como taxa de inscrição, que foi entre PAC Casa de Acolhimento Vila Guedes. Endereço: Rua Francisco Chaves Pinheiro, 212, Pirituba, SP - Projeto Pescar Eurobike São Paulo 2012: O Projeto Pescar é uma rede que funciona por meio de franquia social. As empresas franqueadas pela Fundação projeto Pescar abrem espaço para a formação pessoal e profissional de adolescentes de baixa renda e em vulnerabilidade social em suas próprias dependências, encaminhando-os, depois ao mercado de trabalho. Os alunos do curso de Ciências Biológicas, sob supervisão dos docentes da UMC, ministrarão aulas sobre os temas de Saúde e Educação Ambiental, previstos no curso de Iniciação Profissional em Mecânica. - 1º e 2º Trote Solidário em 2010_1 e 2010_2, respectivamente, com arrecadação de alimentos não perecíveis para o Albergue Zancone, envolvendo a participação, entre outros, da representante discente do curso de Ciências Biológicas – Bacharelado: Simone Paula Silva Vasconcellos (RGM: 55834) e da coordenação do curso. - 3º Trote Solidário em 2011_1, com arrecadação de alimentos não perecíveis para o Centro de reabilitação Infantil Amigos do Marinho(CRIAM), envolvendo a participação, entre outros, da representante discente do curso de Ciências Biológicas – Bacharelado: Simone Paula Silva Vasconcellos (RGM: 55834), da aluna Natália Morales Peres (RGM: 52377) e da coordenação do curso. - Projeto Pescar Eurobike São Paulo 2011: O Projeto Pescar é uma rede que funciona por meio de franquia social. As empresas franqueadas pela Fundação projeto Pescar abrem espaço para a formação pessoal e profissional de adolescentes de baixa renda e em vulnerabilidade social em suas próprias dependências, encaminhando-os, depois ao mercado de trabalho. Os alunos do 109 curso de Ciências Biológicas, sob supervisão dos docentes da UMC, ministrarão aulas sobre os temas de Saúde e Educação Ambiental, previstos no curso de Iniciação Profissional em Mecânica. - 3º Ação Social Supermercado Compre Bem: os alunos do curso de Ciências Biológicas orientaram a população do bairro sobre o tema “Criadouros do mosquito da Dengue” sob a orientação da Profa. Cláudia Renata Madella, além disso, realizaram Testes de Glicemia, juntamente com os alunos dos cursos de Farmácia e Biomedicina, sob a orientação e treinamento da Profa. Thais de Souza Lima. - JORNADAS E PALESTRAS: Durante os semestres letivos são organizadas palestras e jornadas específicas do Núcleo Saúde como atividades de extensão acadêmica. Segue abaixo relação dos eventos organizados: EVENTO DATA SEMANA DE INTEGRAÇÃO DOS CURSOS DE SAÚDE UMC/CVL ago/08 PALESTRA DE EMERGÊNCIAS CLÍNICA CURSO DE MEDICINA LEGAL BIOMEDICINA/DIREITO PROFESSOR RESPONSÁVEL EDUARDO FILONI E ANTONIO OLIVAL FERNANDES 30/08/2008 EDUARDO FILONI nov/08 EDUARDO FILONI EDUARDO FILONI E PALESTRA - MERCADO DE TRABALHO "ASPECTOS ROBERTO 23/05/2009 ORGANIZACIONAIS" NAVARRO MORALES JUNIOR PROFESSORES DOS I JORNADA DA SAÚDE - UMC/CVL abr/08 CURSOS DE SAÚDE - CVL ANA CAROLINA RODRIGUES DIAS E I JORNADA DA BIOMEDICINA 24/10/2009 LUCIANA RODRIGUES JACY DA SILVA CLAUDIA MORENO I JORNADA DA FARMÁCIA 14/11/2009 ROSA 110 I JORNADA DA FISIOTERAPIA PRÉ-CONGRESSO DE ENFERMAGEM E FISIOTERAPIA EM EMERGÊNCIA I COMEMERAÇÃO DO DIA DO BIÓLOGO MARCO ANTONIO DE ARAUJO ROBERTO 21/05/2009 NAVARRO MORALES JUNIOR RICARDO MARQUES E 03/09/2009 VIVIANA BARBOSA PAES 17/10/2009 PALESTRA MOTIVACIONAL - HUMBERTO ALEXANDRE 20/03/2010 EDUARDO FILONI PALESTRA - INTRODUÇÃO A OSTEOPATIA 20/03/2010 II JORNADA DE BIOMEDICINA II JORNADA DE FARMÁCIA I JORNADA DE ENFERMAGEM I JORNADA DE RADIOLOGIA I JORNADA DE BIOLOGIA II JORNADA DA SAÚDE UMC/CVL PRÓ-SANGUE II JORNADA DA ENFERMAGEM III JORNADA DA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS II COMEMORAÇÃO DIA DO BIÓLOGO JOSÉ LUIZ MARTINELLI ANA CAROLINA RODRIGUES DIAS E 27/03/2010 LUCIANA RODRIGUES JACY DA SILVA CLAUDIA MORENO ROSA E DÉBORA 10/04/2010 CRISTINA DE MARCO 24/04/2010 ANDREA SIQUEIRA DAVISON CLEMENTE 15/05/2010 RESENDE/WENDER CARDOSO LUCIANA CARLA OLIVA MARQUES 08/05/2010 PETERS E VIVIANA BARBOSA PAES 26 e EDUARDO FILONI 27/04/2010 EDUARDO 27/04/2010 FILONI/CÁSSIA REGINA NEVES 30.10.2010 GABRIELA SATO 25.09.2010 LUCIANA JANJOPPI 03/09/2010 LUCIANA CARLA PETERS, MARIA 111 BEATRIZ ROSSI CARUZO, VIVIANA PAES E ROGÉRIO BOVO THAIS DE SOUZA 11.09.2010 LIMA DÉBORA DE 02.10.2010 MARCO III JORNADA DE BIOMEDICINA II JORNADA DA FARMÁCIA II JORNADA DE RADIOLOGIA 18.09.2010 SILVANA BOTOCCI PALESTRA SOBRE O CURRICULO LATTES 09/09/2010 III JORNADA DE FISIOTERAPIA 16.10.2010 I MANHÃ DA BIOLOGIA 27/11/2010 EVENTO DA BIOLOGIA DE “BOAS VINDAS AOS CALOUROS 2011_1 DA BIOLOGIA” 21/03/2011 I JORNADA DA BIOMEDICINA E BIOLOGIA 21/05/2011 MARIA BEATRIZ ROSSI CARUZO ADGILDO DOS SANTOS PEREIRA CLÁUDIA RENATA MADELLA/ DISCENTE HELISON CUBAS LUCIANA CARLA PETERS VIVIANA PAES E CÁSSIA NEVES Visitas Técnicas VISITA TÉCNICA DATA ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA JURÉIA-ITATINS 01/10/2009 MUSEUS DO INSTITUTO BUTANTAN 22/05/2010 LUCIANA CARLA PETERS PARQUE ESTADUA SERRA DA CANTAREIRA (NÚCLEO DO ENGORDADOR) 21/11/2010 MARCÍLIO AMARAL MARCONDES ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA JURÉIA-ITATINS 26-27 DE MARÇO DE 2011 CLAUDIA RENATA MADELLA 30/04/2011 MARIA BEATRIZ ROSSI CARUZO 02/07/2011 CARLOS EDUARDO VIEIRA TOLEDO RESERVA BIOLÓGICA DO ALRO DA SERRA DE PARANAPIACABA (INSTITUTO DE BOTÂNICA DE SÃO PAULO) PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO RIBEIRA (PETAR) PROFESSOR RESPONSÁVEL CLAUDIA RENATA MADELLA/VIVIANA BARBOSA PAES 112 JARDIM BOTÂNICO DE SÃO PAULO 18/05/12 MARILIA CRISTINA DUARTE PROJETO CATAVENTO 24/08/12 CAROLINE COTRIM AIRES PARANAPIACABA 12/10/13 MARILIA CRISTINA DUARTE JARDIM ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO 19/10/13 FABIO OLIVEIRA NASCIMENTO Iniciação Científica 1. SELMA APARECIDA ROSA - Distribuição espaço-temporal de Aedes egypti e Aedes albopictus no município de Vargem Grande Paulista, 2013/2014 Orientadora: Fabiola Cristina Ribeiro de Faria - PIBIC 2.CIBELE PEREIRA DOS SANTOS – Plantas de Vernonia herbácea (Vell) Rusby submetida à poluição atmosférica: efeitos no crescimento e na composição de frutanos, 2013/2014. Orientadora: Vanessa Fátima de Oliveira. PIBIC 3. GABRIELE RIBEIRO DA SILVA – Educação Ambiental como Instrumento de Sensibilização: Abordagem sobre a Concepção dos freqüentadores do Terminal de ônibus de Pirituba, São Paulo, SP, em Relação aos Animais Silvestres, 2013/2014. Orientadora: Mary Dias de Lobas Castro. PIVIC 4. DANIELA VUOLO - Caracterização molecular do gene MC1R em formas melânicas e não melânicas de lagartos do gênero Ameivula (Teiidae, Squamata), 2013/2014. Orientador: Rodrigo Marques Lima dos Santos. PIBIC 5. LEONARDO MENINO DOS SANTOS – Padrões de diversidade Biológica de formigas Epigeicas (Hymenopttera: Formicidea) no Parque Villa-Lobos na Cidade de São Paulo, 2012/2013. Orientadora: Maria Santina de Castro Morini. PIBIC. 6. JACIARA DIAS DOS SANTOS E ANGÉLICA MARIA FERNANDES – O Orquidário como ferramenta para a educação ambiental no Parque Anhanguera na Cidade de São Paulo, Brasil, 2011/2012. Orientadora: Mary Dias de Lobas Castro. PIVIC 113