UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CURSO LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA (Magistério em Educação Infantil) MODALIDADE: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA João Pessoa, PB, julho de 2006 PROJETO DE CURSO SUPERIOR NA MODALIDADE A DISTÂNCIA Proponente: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CNPJ/MF: 24.098.477/0001-10 Endereço: Universidade Federal da Paraíba Pró-Reitoria de Graduação Cidade Universitária – Campus I S/Nº - Castelo Branco CEP: 58.059-900 João Pessoa – PB. Telefones: (83) 3216-7134 e 3216-7135 Fax: (83) 3216-7178 E-mail: [email protected] Home-page: www.prg.ufpb.br UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Reitor: Rômulo Soares Polari Vice-reitora: Maria Yara Campos Matos Pró-Reitor de Graduação: Umbelino de Freitas Neto Pró-Reitora de Assuntos Comunitários: Lúcia de Fátima Guerra Ferreira Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação: Marcelo Sobral da Silva Pró-Reitor de Planejamento: Marcelo de Figueiredo Lopes Pró-Reitor de Administração: Marcelo de Figueiredo Lopes Coordenador de Educação a Distância: Lucídio dos Anjos Formiga Cabral Coordenador do Pólo Multimídia: José David Campos Fernandes CENTRO DE EDUCAÇÃO Diretor: Otávio Machado Lopes de Mendonça Vice-Diretora: Marisete Fernandes de Lima Chefe do Departamento de Fundamentação da Educação: Swamy de Paula Lima Soares Chefe do Departamento de Metodologia da Educação: Severino Bezerra da Silva Chefe do Departamento de Habilitações Pedagógicas: Severino Elias Sobrinho Coordenadora do Setor de Ensino a Distância: Maria de Lourdes Henriques COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO Adelaide Alves Dias - Doutora em Educação pela UFF Ana Elvira Silva Raposo – Doutora em Saúde Coletiva pela UERJ Ângela Maria Dias Fernandes - Doutora em Psicologia Escolar pela USP Edna Gusmão de Góes Brennand - Doutora em Sociologia pela Sorbonne e Pós-doutora em Informação e Comunicação pela Université Catolique de Louvain - Belgique Maria Alves de Azeredo – Mestre em Educação pela UFPB Maria de Lourdes Henriques – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação – UNEB Espanha Maria de Lourdes Pereira – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação pela UNEB – Espanha Sílvio José Rossi - Doutor em Engenharia de Alimentos pela UNICAMP Sônia de Almeida Pimenta - Doutora em Educação pela UNICAMP Stella Maria Lima G. Oliveira - Mestre em Psicologia pela UFPB 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ................................................................................. 04 2. JUSTIFICATIVA................................................................................ 05 3. O PROJETO PEDAGÓGICO........................................................... 05 I. Informações gerais sobre o curso...................................................... Curso proposto............................................................................ 05 Quantitativo de vagas.................................................................. 05 Integralização curricular............................................................... Duração e regime acadêmico...................................................... 06 Coordenação do curso................................................................. 06 Corpo docente básico................................................................... 07 Equipe Técnico-administrativa de apoio à gestão do curso ........ 07 05 II. Projeto do curso.................................................................................... Concepção do curso..................................................................... 08 Objetivos e perfil profissional........................................................ 08 Princípios norteadores da organização curricular......................... 09 Organização da estrutura curricular.............................................. 12 Estrutura curricular........................................................................ 14 Carga horária, créditos, ementas e bibliografias........................... 17 08 06 III. A organização do curso na modalidade a distância.......................... 38 3.1. Infra-estrutura e processo de gestão acadêmico-administrativa...... 39 IV. A tutoria.................................................................................................. V. O Pólo de Produção Multimídia da UFPB............................................ 47 VI. Os Pólos Municipais de Apoio Presencial........................................... 48 VII. O processo de avaliação do curso....................................................... 7.1. Avaliação externa institucional e do curso..................................... 7.2. Avaliação do material didático........................................................ 7.3. Avaliação da infraestrutura de suporte tecnológico e científico..... 46 49 50 51 52 4. ORÇAMENTO DO CURSO............................................................. 53 5. CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO............................................. 56 3 1 - INTRODUÇÃO A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) tem como uma de suas principais e históricas missões institucionais o contínuo desenvolvimento de ações voltadas para a melhoria da Educação no Estado, desafio que vem sendo enfrentado por aqueles que reconhecem a relevância social e o papel das licenciaturas na consecução deste objetivo. Atualmente, a Instituição oferta 56 (cinqüenta e seis) cursos de graduação, entre os quais 16 (dezesseis) são cursos de licenciatura, praticamente de todas as áreas do conhecimento, com um total de 3.372 vagas anuais em seus processos seletivos. Deste total, 240 vagas destinam-se ao Curso de Pedagogia (Processo Seletivo Seriado, 180; PEC-RP, 60), desenvolvido nos turnos diurno e noturno, com as seguintes áreas de aprofundamento: Magistério em Educação Especial, Magistério em Educação de Jovens e Adultos, Supervisão Escolar e Orientação Educacional, Supervisão Escolar e Magistério das Matérias Pedagógicas do Ensino Normal. Vale registrar a decisão da Universidade em manter até hoje, desde a criação pelo MEC, em meados da década de 1990, o Programa de Apoio aos Cursos de Licenciatura (PROLICEN), mediante o qual, anualmente, projetos de interesse desses cursos vêm sendo sistematicamente apoiados, com repercussão positiva na qualidade desses cursos, no perfil dos egressos e na interação da Universidade com os demais níveis de ensino do Estado, particularmente das redes públicas (estadual e municipais). Uma das conseqüências de tal política foi a criação, na UFPB, do Programa Estudante Convênio Rede Pública (PEC-RP), em caráter permanente, dirigido a professores da rede pública de ensino, em efetivo exercício do magistério na educação básica, não portadores do título de licenciado, interessados em candidatar-se a vagas de qualquer dos cursos de licenciatura, na modalidade presencial, integrantes do Programa. Desde a sua criação, já foram diplomados 456 professores. No presente período letivo, 1.669 professores das redes públicas da Paraíba encontram-se matriculados nesses cursos. Essa experiência exitosa necessita ser incrementada, de forma a ampliar a atuação do Programa PEC-RP, com vistas a atender uma demanda reprimida de professores das redes públicas municipais que não têm acesso a um curso de Licenciatura na forma presencial, justificando-se, assim, a necessidade de a UFPB oferecer cursos de Licenciatura na modalidade a distância. A perspectiva de ampliação dos cursos de graduação apontada acima vem sendo pensada a partir das experiências acumuladas com vários cursos Lato Sensu oferecidos desde a década de 1980, na área de educação a distância, além dos cursos de extensão e dos inúmeros projetos de ensino e pesquisa desenvolvidos pela UFPB (VIDE ANEXO 1). Os resultados dessas iniciativas constituíram-se como referenciais de grande validade à elaboração do projeto político pedagógico do curso objeto desta proposta. A presente ação da SEED/MEC, voltada ao apoio financeiro à educação superior pública, para oferta de cursos de licenciatura a distância com a criação da UAB – Universidade Aberta do Brasil, oportuniza à UFPB incrementar, por meio dessa modalidade, sua ação institucional aqui referida – a de contribuir com a melhoria dos índices educacionais da Paraíba. O curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, habilitação em Educação Infantil, na modalidade a distância aqui proposto, ao ser concebido pela UFPB, incorpora as práticas de formação dessa universidade e amplia a discussão das suas diretrizes e metas, ao apontar a necessidade de uma formação específica para os que atuam na educação infantil, visando o resgate da identidade profissional e o atendimento aos objetivos desta etapa educativa. 4 2 - JUSTIFICATIVA De acordo com o Censo Demográfico realizado pelo IBGE (2000), o estado da Paraíba tem uma população de, aproximadamente, 3.595.886 habitantes, sendo que destes, aproximadamente, 482.078 são crianças na faixa etária de 0 a 6 anos, portanto, com potencial de inserção em espaços educativos (Atlas do IDH, 2000). No entanto, apenas 129.791 delas recebem algum tipo de atendimento em instituições de educação infantil (Censo Escolar, 2004). Segundo dados do INEP, baseados no Censo Escolar de 2004, 12.985 docentes cadastrados na Paraíba atuam em instituições públicas de educação infantil (creches e pré-escolas), quantitativo bastante insuficiente para a cobertura neste segmento educacional. Destes, 2.461 possuem formação de nível superior, 9.588 possuem formação de nível médio e 600 possuem apenas o ensino fundamental completo e, 336 sequer completaram este nível de ensino. A política nacional de educação infantil vigente no Brasil aponta, entre outras coisas, para a qualificação em nível superior como horizonte da formação destes professores, a médio e a longo prazo, admitindo, ainda, a formação em nível médio como requisito mínimo de qualificação profissional dos docentes que atuam na educação infantil. Dado que 74% dos docentes que atuam na educação infantil no estado da Paraíba possuem apenas a formação em nível médio, a necessidade de qualificação em nível superior de profissionais com conhecimentos específicos para atuar no espaço social da educação infantil, compreendido como um espaço com características próprias, voltado à integração das funções cuidar e educar, torna-se imperiosa. Este conjunto de dados sinaliza para a necessidade de uma resposta efetiva da UFPB no sentido de reverter, de modo rápido, efetivo e com qualidade, o quadro aqui apresentado. Foi, pois, esta realidade que indicou a direção a ser tomada, no sentido de realizar o curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitação em Educação Infantil, a distância, que forme e qualifique professores que não possuam esta titulação. Para realizar tal empreendimento, a UFPB se apóia por um lado, na sua forte tradição em termos de formação de professores e, por outro, na experiência já acumulada pela Instituição, através dos cursos de especialização e de extensão, a distância, já realizados. Além disso, a demanda dos municípios paraibanos que acataram a atitude positiva do MEC de criação da UAB trouxe para nós as parcerias necessárias para a concretização deste projeto. 3 - PROJETO PEDAGÓGICO I – Informações gerais sobre o curso 1.1. Curso proposto Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia (Magistério da Educação Infantil). 1.2. Quantitativo de vagas Prevê-se um total de 400 vagas, distribuídas entre os pólos municipais de apoio presencial do estado da Paraíba. 5 Para atendimento aos art. 58/59 da Lei Nacional da Educação 9394/96 e da Lei 10.098 de 23 de março de 1994, estão previstas, na implementação do curso, as seguintes condições de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais: a. processo seletivo de ingresso: cotas para pessoas portadoras de necessidades especiais; b. produção de material em diferentes mídias: com adaptação para LIBRAS e Braille; c. acessibilidade aos espaços dos pólos: mobiliário compatível e acesso aos pólos adaptado para portadores de necessidades físicas. 1.3. Integralização curricular Os componentes curriculares do curso estão organizados em 4 (quatro) Núcleos de Estudos: Fundamentos da Educação, correspondente a 960 h; Fundamentos da Educação Infantil; 720 h; Ciências Básicas e Metodologia da Educação Infantil, 1.005 h; e Dinâmica e Trabalho Pedagógico na Educação Infantil, com 540 h, totalizando o correspondente a 3.225 h para a integralização curricular. 1.4. Duração e regime acadêmico do curso O curso terá a duração mínima de quatro anos, divididos em 8 semestres, e será organizado em sistema de créditos. 1.5. Coordenação do curso A coordenação do curso de Pedagogia com habilitação em Educação Infantil far-seá mediante a seguinte organização: • Coordenação geral, responsável pelas seguintes atividades, em conexão com a Coordenação acadêmico-pedagógica: a) controle da produção, edição e distribuição do material didático, supervisionando, nas duas primeiras etapas, o trabalho da coordenação pedagógica, e, no último, o do setor gráfico, expedição, recepção nos pólos e distribuição aos alunos, com base no cronograma de atividades; b) supervisão das atividades da coordenação de suporte tecnológico (na UFPB e nos pólos), responsável, também, pelo sistema informatizado que permitirá a extração e o envio de dados, via Internet, aos setores de registro acadêmico da UFPB e à SEED; c) distribuição e aplicação de recursos segundo o cronograma físicofinanceiro de execução; d) acompanhamento e verificação das condições de oferta dos pólos; e e) gerenciamento contábil-financeiro e prestação de contas e outras questões pertinentes ao exercício financeiro do projeto. A coordenação geral será composta por um coordenador e um vice, escolhidos dentre os professores que compõem o quadro docente básico do projeto. Seus perfis acadêmicos compreendem: docentes doutores com experiência em gerenciamento de 6 EAD, experiência em gestão institucional, qualificação em tecnologias da informação e comunicação. • Coordenação acadêmico-pedagógica, responsável pelas seguintes atividades, em conexão com a Coordenação geral do projeto: a) coordenação das atividades das equipes de professores (autores), revisores, editores, validadores e web designers, voltadas à produção de conteúdos em materiais impressos, web, CD e vídeo, para os conteúdos curriculares do 1º ano do curso, bem como das atividades interativas durante a oferta do curso; b) seleção, coordenação e supervisão das atividades da equipe de tutores, c) organização, implementação e avaliação dos momentos presenciais; d) acompanhamento da vida acadêmica dos alunos; e e) validação dos dados acadêmicos extraídos do sistema informatizado, para envio aos setores de registro acadêmico da UFPB e à SEED. A coordenação acadêmico-pedagógica será composta por um coordenador e um vice, escolhidos dentre os professores que compõem o quadro docente básico do projeto. Seus perfis acadêmicos compreendem: docentes doutores com formação na área de educação e experiência em EAD. 1.6. Corpo docente básico Adelaide Alves Dias - Doutora em Educação pela UFF Ana Elvira Silva Raposo – Doutora em Saúde Coletiva pela UERJ Ângela Maria Dias Fernandes - Doutora em Psicologia Escolar pela USP Edna Gusmão de Góes Brennand - Doutora em Sociologia pela Sorbonne e Pós-doutora em Informação e Comunicação pela Université Catolique de Louvain - Belgique Jaqueline Brito Vidal Batista - Mestre em Psicologia pela UFPB Maria Alves de Azeredo – Mestre em Educação pela UFPB Maria Claurênia Abreu de Andrade Silveira – Doutora em Letras pela UFPB Maria de Lourdes Henriques – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação – UNEB - Espanha Maria de Lourdes Pereira – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação pela UNEB – Espanha Olga Maria Tavares da Silva – Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP Rogéria Gaudêncio do Rego – Doutora em Educação Matemática pela UFRN Sílvio José Rossi - Doutor em Engenharia de Alimentos pela UNICAMP Sônia de Almeida Pimenta - Doutora em Educação pela UNICAMP Stella Maria Lima G. Oliveira - Mestre em Psicologia pela UFPB 1.7. Equipe técnico-administrativa de apoio à gestão do curso 1.7.1 Equipe técnico-acadêmica: docentes da UFPB 14 (quatorze) professores autores (conteúdos) 03 (três) professores especialistas em linguagem EAD 02 (dois) professores revisores (gramática) 02 (dois) professores validadores 7 1.7.2 Equipe técnico-administrativa: escolhida mediante seleção, preferencialmente, entre os técnicos da UFPB, com o apoio do CEFET/PB 01 Secretária(o) 01 Auxiliar administrativo 02 Técnicos de suporte tecnológico 02 Webdesigners 02 Ilustradores gráficos 02 Webmasters 02 Designers instrucionais 01 Produtor de vídeo 02 Editores de vídeo 01 Tradutor de LIBRAS II. Projeto do curso 2.1. Concepção do curso Parte-se do pressuposto que a Educação a Distância é uma estratégia teóricometodológica. Entende-se que a EAD pode abrir espaço para a inclusão educacional e digital, onde a multiplicidade do hipertexto, do link e das janelas abertas permitam salas de aulas conectadas com o mundo, oferecendo possibilidades de uma nova prática educativa e social, por suas características e sua forma de organizar a aprendizagem e os processos formativos. Para tanto, faz-se mister uma organização de apoio institucional e uma mediação pedagógica que garantam as condições necessárias à efetivação do ato educativo. Keegan (1983) afirma que “em EAD quem ensina é uma instituição” e Belloni (1999) fala em “instituição ensinante”. Aqui se entende, porém, que a instituição educativa mais do que “ensinante” ela deve se caracterizar como “aprendente”. Essa modalidade de ensino permite desenvolver uma ação pedagógica mais complexa e coletiva em que todos os sujeitos do processo ensino e aprendizagem estão envolvidos direta ou indiretamente: de quem vai conceber e elaborar o material didático a quem irá cuidar para que este chegue às mãos do estudante, do coordenador de curso ao mediador acadêmico, do autor ao tecnólogo educacional, do editor ao web designer. Segundo R. Marsden (apud Belloni, 1999, p. 80), EAD é um “processo complexo, multifacetado, que inclui muitas pessoas, todas podendo reivindicar sua contribuição ao ensino”. Aqui a ação pedagógica e a construção de conhecimento, se baseiam numa perspectiva heurística e construtiva que se sustenta sobre o alicerce do trabalho colaborativo ou cooperativo na construção de uma rede ou de uma “comunidade de aprendizagem”. Isso implica, no entender de Moraes (2002, p. 09), “o rompimento de barreiras temporais e espaciais, ao mesmo tempo na superação de barreiras disciplinares e curriculares”. 2.2. Objetivos e perfil profissional O objetivo principal deste curso de Licenciatura Plena em Pedagogia (Magistério da Educação Infantil) é a formação de professores para atuar junto ao segmento educacional na faixa etária de 0 a 6 anos. 8 Com base tanto nas diretrizes curriculares para o curso de Pedagogia quanto nas diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil, propõe-se que o profissional oriundo deste curso deverá apresentar um conhecimento sólido e abrangente: • dos fundamentos gerais da educação; • dos fundamentos teóricos das ciências que integram a proposta de atendimento à criança pequena e, concomitantemente, seu tratamento didático-metodológico exigido em nível da educação infantil; • dos fundamentos das teorias do conhecimento que sustentam as propostas metodológicas do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança de 0 a 6 anos; • do trabalho pedagógico realizado em instituições de educação infantil. O egresso deste curso, ainda, deverá ter um perfil que o capacite a: • ter uma visão consistente do processo educativo na primeira etapa da educação básica em suas múltiplas interrelações pedagógicas, históricas, sociais, econômicas, políticas e culturais; • compreender a natureza das relações e interrelações sociais, econômicas, políticas e culturais na constituição da realidade da educação infantil brasileira e regional, bem como a importância do processo de atendimento à criança pequena; • compreender o processo de desenvolvimento da criança na construção de suas relações com o mundo e com os outros, em seus aspectos cognitivo, biológico, físico, motor, social, afetivo e moral; • conhecer criticamente os conteúdos específicos que integram as diferentes ciências do currículo da educação infantil; • desenvolver postura investigativa que o leve a problematizar a realidade e o seu entorno e a compreender sua prática profissional em toda sua complexidade; • desenvolver, no âmbito do projeto pedagógico de sua instituição, a capacidade de organização curricular para subsidiar, de forma integral, a criança em seu processo de construção dos conhecimentos históricos no campo da Linguagem, da Matemática, das Ciências Sociais e Naturais; • criar espaços de aprendizagem coletiva, incentivando o diálogo, a troca de idéias e o trabalho colaborativo; • habilitar-se para a preparação e o desenvolvimento de recursos didáticos e instrucionais relativos à sua prática e avaliação da qualidade do material disponível no mercado, além de ser preparado para atuar como pesquisador no área de educação infantil; • desenvolver a competência técnico-política para propor soluções aos problemas do cotidiano, face às realidades diversificadas, de modo a produzir um conhecimento contextualizado e aplicado ao cotidiano dos alunos. 2.3 - Princípios norteadores da organização curricular A metáfora do currículo em espiral aberta, possibilita pensar e construir o currículo num constante ir e vir, num vir-a-ser em que todos os sujeitos e componentes envolvidos participam em sua configuração e em sua materialização, relacionando-se e determinando-se mutuamente. 9 Com a compreensão de que o currículo envolve o processo formativo e experiencial de todos os sujeitos envolvidos e relacionados, a proposta do currículo deste curso busca (re)construir e re(significar) o processo de formação dos profissionais da educação que atuam na primeira etapa da educação básica alicerçando-o sobre os princípios filosóficos, pedagógicos e políticos assumidos no Programa Institucional de Formação Docente da UFPB, a saber: 2.3.1 - Princípios epistemológicos Entre as possíveis interpretações no campo das ciências humanas e sociais sobre os caminhos traçados pela humanidade, ao longo de seu desenvolvimento milenar, quanto à construção de suas relações sociais, de sua visão de mundo, e da maneira de compreender o processo de conhecimento, uma das que mais influenciaram o pensamento e a prática pedagógica foi o interacionismo. Segundo esta concepção, o conhecimento não é dado "a priori" e nem pelo meio social. De acordo com Jonassen (1996), é uma "construção humana de significados que procura fazer sentido do seu mundo". Trata-se, portanto, de um processo de construção que se dá na relação do sujeito (que conhece) com o entorno físico e social (que é conhecido) e que deve ser significativo para ele. A aprendizagem, portanto, vai depender das condições do indivíduo (hereditariedade, motivação, interesse) bem como das condições do meio – do ensinante-aprendente – , da instituição ou da escola que tem a função histórica de educar seus cidadãos. Na Educação a Distância, como nas demais modalidades, a instituição educativa, alimentada pela perspectiva interacionista, passa a se preocupar com processos, com a aprendizagem e não, exclusivamente, com produtos e resultados ou, simplesmente, armazenando um volume cada vez maior de informações. O "papel" do professor, então, toma outra direção e sentido, não se limitando ao de "transmitir" ou "reproduzir" informações, disponibilizando um volume de textos (impressos e/ou veiculados pela Internet). A aprendizagem, portanto, não é um processo que ocorre "a distância", afastado da relação com o outro, sem a interação e a convivência e, portanto, “solitária”. Segundo Maraschin (2000), apoiando-se em Maturana (1993), sem o encontro, sem a possibilidade da convivência não há aprendizagem, pois esta ocorre não quando há mudanças de comportamento, mas quando há mudança estrutural da convivência. Numa concepção dialética, é um processo individual/coletivo, solitário/solidário onde os contrários não se negam, mas se completam, se determinam. A aprendizagem pode "transpor a distância temporal ou espacial" fazendo recursos às tecnologias "unidirecionais" (um-a-um, um-em-muitos), como o livro, o telefone ou a tecnologia digital que é "multidirecional" (todos-todos), eliminando a distância ou construindo interações diferentes daquelas presenciais. Mas, muito mais do que recorrendo à mediação tecnológica, é a relação humana, o encontro com o(s) outro(s) que possibilita ambiência de aprendizagem. Aprendizagem e educação são processos "presenciais" 1, exigem o encontro, a troca, a co-operação, que podem ocorrer mesmo os sujeitos estando “a distância”. Esses princípios estão explicitados na proposta curricular • ao se propor abandonar a rigidez da “disciplinaridade”, trabalhando por áreas do conhecimento e, assim, oferecer uma formação interdisciplinar; 1 “Presencialidade” pode significar, também, “estar juntos virtualmente”. O espaço físico está dando lugar ao ciberespaço ou à construção de “redes de aprendizagem”, onde professores e alunos aprendem juntos, interagem e cooperam entre si. 10 • no momento das opções quanto aos recortes teórico-metodológicos das áreas, tendo como referência comum os conceitos de historicidade, identidade, interação e construção; • na unidade teoria-prática: ao propor uma sólida formação teórica que possibilite a compreensão do fazer pedagógico e enraizada nas práticas pedagógicas, nos saberes profissionais, evitando-se a clássica separação entre os conteúdos e as metodologias. 2.3.2 - Princípios metodológicos Tendo presente que o currículo do curso deve incorporar a compreensão de que o próprio currículo e o próprio conhecimento devem ser vistos como construções e produtos de relações sociais particulares e históricas e, ainda, que deve ser orientado numa perspectiva crítica em que ação-reflexão-ação se coloquem como atitude que possibilite ultrapassar o conhecimento de senso comum, quatro conceitos são escolhidos para servir não só de elo entre as diferentes áreas e os diferentes núcleos de conhecimento, mas, também, de fio condutor para a base metodológica do curso: DIVERSIDADE: é preciso que o aluno tenha claro não só a diferença da natureza dos conhecimentos com os quais trabalha no currículo, mas, também, a diversidade na abordagem que a eles se dá, em razão do enfoque teórico-metodológico escolhido. É importante que o aluno compreenda como as diferentes abordagens determinam posicionamentos políticos na ação educativa e que o conhecimento trabalhado nas instituições não é neutro. O conceito de diversidade coloca-se, ainda, como fundamental no curso, tendo em vista os desafios e os dilemas do multiculturalismo, face às diversidades étnico-culturais do país. HISTORICIDADE: é vista como característica das ciências. Mediante esse conceito, espera-se que o acadêmico perceba que o conhecimento se desenvolve e é construído num determinado contexto histórico-social-cultural. O desenvolvimento do conhecimento, por ser processual, não possui a limitação de início e fim, consubstanciando-se em um continuum em que avanços e retrocessos se determinam e são determinados pelas condições histórico-culturais em que as ciências são construídas. CONSTRUÇÃO: perpassa todas as áreas de conhecimento do curso, para que o aluno reforce sua compreensão de que os conhecimentos são históricos, resultado do processo de construção que se estabelece no e do conjunto de relações homem-homem, homem-natureza e homem-cultura. Essas relações, por serem construídas num contexto histórico e cultural, jamais serão lineares e homogêneas. O acadêmico deve imbuir-se do firme propósito de transformar-se num profissional que não só reproduz conhecimento, mas que também, em sua prática discente e docente, principalmente por meio das relações com seus alunos, estará mediando e produzindo conhecimentos. INTERAÇÃO: o princípio da interação é um conceito que assume nesta proposta duas perspectivas: a primeira preocupa-se com percurso do aluno enquanto sujeito que reflete, constrói, reconstrói conhecimentos e ressignifica a sua história pessoal com base nos saberes oriundos da sua prática profissional no espaço da educação infantil; a segunda compreende a interação a partir das contribuições teóricas de Piaget e Vygotsky que a concebem como imprescindíveis ao desenvolvimento do sujeito, em especial da criança pequena. 11 2.3.3 - Princípios dinamizadores A adoção desse princípio implica uma dinâmica curricular que torne o vivido pensado e o pensado vivido, com a incorporação, no processo de formação acadêmica, da experiência profissional já vivida pelos alunos e pela dialeticidade entre o desenvolvimento teórico das disciplinas e sua construção pela prática; ou seja, a reflexão teórica e a prática do profissional da educação infantil estarão presentes de forma dialetizada na experiência da sua formação. Essa direção metodológica implica inter-relações epistemológicas, em que a construção integradora do conhecimento põe-se como princípio também fundamental no desenvolvimento do curso, buscando-se o reconhecimento da autonomia relativa de cada área de conhecimento e a necessária dialogicidade na busca do conhecimento da realidade das instituições de educação infantil. A compreensão da totalidade do trabalho com a educação infantil, que envolve a dinâmica educar e cuidar, traz em si a necessidade do licenciando obter a base científica suficientemente aprofundada para fundamentar o trato epistemológico e pedagógico do conjunto dos conceitos a serem trabalhados, de forma integral como conteúdos na educação infantil. 2.4 - Organização da estrutura curricular Tendo em vista os princípios anteriormente explicados, o currículo do curso de Licenciatura em Educação Infantil está organizado em quatro núcleos de estudos, que são complementares e interdependentes, cada um dos quais sendo desenvolvidos em um ano letivo, divididos em 2 semestres. A integralização curricular perfaz um total de 3.225 (três mil, duzentos e vinte e cinco) horas e 215 (duzentos e quinze) créditos, conforme especificação a seguir: 1 - Núcleo dos Fundamentos da Educação (Conteúdos Básicos Profissionais) com 750 horas, envolvendo dois pilares: os conhecimentos relativos à estrutura do curso e os estudos sobre as “Ciências da Educação”. Com relação ao primeiro, será oferecido um módulo introdutório com carga horária de 60 h, envolvendo especificamente as informações relativas ao curso: objetivos, organização e estrutura curricular, características da modalidade da educação a distância, o processo de interlocução entre alunos-mediadores acadêmicos e especialistas das áreas de conhecimento e o processo de avaliação de aprendizagem. Nessa fase, os alunos recebem, além do projeto político-pedagógico do curso, o material didático, que tem como objetivo auxiliá-lo em seu processo de estudo na educação a distância. Nesse material, a ser trabalhado ao longo do curso, o aluno recebe informações relativas ao estudo autônomo, às técnicas de estudo e à metodologia do trabalho científico. Essa fase é encerrada com a realização de um Seminário Integrador, cuja finalidade é apresentar aos alunos – e com eles discutir – o projeto políticopedagógico do curso, reforçar sua identificação com a UFPB e, finalmente, ser um momento forte de congraçamento entre os acadêmicos de diferentes municípios, os orientadores e a equipe pedagógica do curso. Com relação ao segundo pilar, serão dedicadas 750 h para o desenvolvimento de conteúdos ligados às áreas de Filosofia, Sociologia, Antropologia, Psicologia e História da Educação, com vistas a oferecer suporte teórico e metodológico para a realização de análises contextualizadas da educação brasileira e regional, da educação infantil em seu processo histórico, antropológico, psicológico, filosófico e social, nos aspectos referentes à criança, à educação e ao profissional que nela atua. 12 2 - Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil (Conteúdos Básicos Profissionais) com 570 horas, objetiva oportunizar aos alunos um embasamento dos princípios intrínsecos ao crescimento e desenvolvimento das crianças de zero a seis anos de idade que se consolida na dinâmica educar e cuidar, concebidas como processos indissociáveis. 3 - Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da Educação Infantil (Conteúdos Complementares Obrigatórios) com 825 horas, busca um aprofundamento dos fundamentos e princípios epistemológicos, teóricos e metodológicos das ciências que compõem o currículo da educação infantil, incorporando significados apropriados ou produzidos por elas para buscar a definição de processos de acompanhamento e análise da interação aprendizagem-desenvolvimento, aprofundados e sistematizados pelos Seminários Temáticos de Prática Curricular e pelo Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil. 4 - Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na Educação Infantil (Conteúdos Complementares Obrigatórios) totaliza 765 horas e se constitui como um bloco de estudos que visa garantir ao aluno o aprofundamento e a compreensão da totalidade e complexidade do trabalho com crianças de 0 a 6 anos de idade, dos princípios sustentadores da ação pedagógica nas creches e pré-escolas, com orientações sobre o planejamento do currículo em educação infantil, enfim, da dinâmica da ação e das características do espaço coletivo do trabalho com crianças pequenas na esfera pública. Tem, portanto, como propósito a organização, o aprofundamento e sistematização dos conhecimentos necessários para a compreensão da dinâmica do trabalho a ser efetivado no espaço da instituição de educação infantil. Culmina com os Seminários Temáticos de Prática Curricular. Observe-se que os Seminários Temáticos de Prática Curricular e o Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil perpassam todos os núcleos da estrutura curricular do curso. O propósito deste modelo de estrutura curricular é garantir a unidade teoria-prática, uma vez que, durante a realização dos Seminários Temáticos de Prática Curricular serão desenvolvidos estudos, atividades práticas e pesquisas, com base nos subsídios teórico-metodológicos desenvolvidos nos diferentes núcleos e áreas de conhecimento do curso, no sentido de levar os alunos a uma reflexão sobre sua prática e a um olhar sobre a instituição de educação infantil (creches ou pré-escolas), além de propiciar a construção interdisciplinar dos conteúdos. Já o Estágio Supervisionado se constitui numa atividade eminentemente prática, cujas ações, cuidadosamente planejadas no espaço dos Seminários Temáticos, possibilitam uma reflexão sobre as práticas pedagógicas realizadas no interior das instituições de educação infantil. A culminância de cada Seminário Temático em conjunto com os Estágios Supervisionados se fará de forma presencial onde todos os alunos do curso apresentarão um relatório de suas atividades e trocarão suas experiências. 13 2.5 - Estrutura curricular 1º Semestre Disciplina CHT Introdução a EAD 60 História da Educação 60 Brasileira I Sociologia Educacional I 60 Filosofia da Educação I 60 60 Português Instrumental T 15 30 P E PReq 45 30 30 30 30 30 30 30 30 Matemática Instrumental 60 30 TOTAL DO SEMESTRE 360 165 195 2º Semestre Disciplinas CHT História da Educação 60 Brasileira II Sociologia Educacional II 60 Psicologia Educacional I 60 Filosofia Educacional II 60 Política Educacional 45 Seminários Temáticos de 60 Prática Curricular I Estágio Supervisionado em 60 Magistério da Educação Infantil I TOTAL 405 3º Semestre Disciplinas CHT Políticas Públics e Educação 60 Infantil Educação e Saúde I 45 Psicologia Educacional II 60 Ludicidade e Desenvolvimento da Criança I Antropologia Cultural Educação, Cultura e Mídia Seminários Temáticos de Prática Curricular II Didática na Educação Infantil Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil II TOTAL T 30 P 30 30 30 30 30 30 30 30 30 15 30 E PReq HEB I SE I FE I 60 180 165 60 T 30 P 30 E 30 30 15 30 60 30 30 45 30 15 45 60 25 30 20 30 45 45 20 25 465 225 195 45 PReq PE I STPC I 45 ESMEI I 14 4º Semestre Disciplinas CHT Ludicidade e 60 Desenvolvimento da Criança II Educação e Saúde II 60 Pesquisa e Prática 60 Pedagógica na Educação Infantil Matemática na Educação 45 Infantil I Seminários Temáticos de 60 Prática Curricular III Metodologia do Trabalho 60 Científico Estágio Supervisionado em 60 Magistério da Educação Infantil III TOTAL 405 5º Semestre Disciplinas CHT Linguagem e Pensamento na 60 Educação Infantil I Linguagens Artísticas na 45 Educação Infantil I Ciências Naturais na 45 Educação Infantil I Matemática na Educação 45 Infantil II Avaliação na Educação 45 Infantil Tópicos Especiais em. 60 Educação I Pesquisa Aplicada à 60 Educação Seminários Temáticos de Prática Curricular IV Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil IV TOTAL 60 60 480 T 30 P 30 30 30 30 30 30 15 45 15 30 30 E PReq LDC I ES I STP II 60 ESMEI II 195 150 60 T 30 P 30 30 15 30 15 15 30 15 30 30 30 15 45 45 15 E PReq MEI I MTC STPC III 60 ESMEI III 210 210 60 15 Disciplinas 6º Semestre CHT Ciências Naturais na Educação Infantil II Ciências Sociais na Educação Infantil I Linguagem e Pensamento na Educação Infantil II Linguagens Artísticas na Educação Infantil II Literatura Infantil Tópicos Especiais em. Educação II Seminários Temáticos de Prática Curricular V Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil V TOTAL T P 45 30 15 45 30 15 45 30 15 LPEI I 45 30 15 LAEI I 45 60 30 30 15 30 TEE I 60 45 15 60 405 E PReq CNEI I STPC IV 60 ESMEI IV 225 120 60 7º Semestre Disciplinas Ciências Sociais na Educação Infantil II Corporeidade e Educação Currículo na Educação Infantil Gestão e Planejamento na Educação Infantil Seminários Temáticos de Prática Curricular VI Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil VI TOTAL CHT 45 T 30 P 15 45 60 30 30 15 30 60 30 30 60 45 15 60 330 E PReq CSEI I STPC V 60 ESMEI V 165 105 60 16 8º Semestre Disciplinas CHT Saúde e Trabalho Docente 45 Escola, Família e Sociedade 45 Educação Inclusiva 60 Organização e Conforto 45 Ambiental Seminários Temáticos de 60 Prática Curricular VII Estágio Supervisionado em 60 Magistério da Educação Infantil VII Trabalho de Conclusão de 60 Curso 375 TOTAL T 30 30 30 30 P 15 15 30 15 E PReq 45 15 STPC VI 60 ESMEI VI 15 45 180 135 60 Distribuição de Carga Horária Atividades Conteúdos Básicos Profissionais Conteúdos Complementares Obrigatórios Núcleo dos Fundamentos da Educação Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil Estágio Supervisionado Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da Educação Infantil Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na Educação Infantil Conteúdos Complementares Optativos Conteúdos Complementares Flexíveis Carga horária 750 1725 570 405 420 765 195 120 TOTAL 1500 3225 17 2.6 - Carga horária, créditos, ementas e bibliografias 1º Núcleo de Estudos: Fundamentos da Educação (Conteúdos Básicos Profissionais) Introdução à Educação a Distância – 60 h, 04 créditos Ementa: O projeto político pedagógico do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação em Educação Infantil na modalidade a distância; Perspectivas teórico-metodológica da aprendizagem a distância. Bases conceituais. Características. Design instrucional. Comunicação mediatizada e avaliação. Uso da plataforma MOODLE. Bibliografia BELLONI, Maria Luisa. Educação a Distância. Campinas: Autores Associados, 1999. COLE, Jason. Using Moodle. Oreilly & Assoc. 2005. GONZALEZ, Mathias. Fundamentos da tutoria em educação a distância. Campinas: Avercamp, 2005. MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 8ª edição. São Paulo: Papirus, 2004. MURAD, Fátima & LITWIN, Edith. Educação a distancia. Porto Alegre: Artmed, 2001. PALLOFF, Rena M. & PRATT, Keith. Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço: estratégias eficientes para salas de aula on-line. Porto Alegre: Artmed, 2002. PETERS, Otto. Didática do ensino a distância. São Leopoldo, RS: Editora Unisinos, 2001. RUMBLE, Greville. A gestão de sistemas de ensino a distância. Brasília: Editora da Unb: Unesco, 2003. História da Educação Brasileira I – 60 h, 04 créditos Ementa: A educação brasileira no período colonial. A educação brasileira no império. O ideário educacional no século XIX. A educação brasileira na 1ª. República. Os processos históricos e a criança pequena nesses contextos. Bibliografia RIBEIRO, M. L. S. História da Educação Brasileira. São Paulo: Cortez e Moraes. 1978. NAGLE, Jorge. Educação e sociedade na Primeira República. São Paulo: EPU/EDUSP, 1974. LOBO, Lilia Ferreira. Os infames da História. A instituição da deficiência no Brasil. Tese de Doutorado – PUC/RJ. 1997. História da Educação Brasileira II – 60 h, 04 créditos Ementa: A educação brasileira na 2ª. República. A educação brasileira na república populista. A educação no Brasil durante o regime militar. A situação do ensino brasileiro na Nova República. Os processos históricos e a criança pequena nesses contextos. Cenas da história brasileira: a construção social da infância. As instituições de atendimento à criança pequena e a construção de uma pedagogia para a infância. A infância no pensamento social brasileiro: caridade, filantropia, assistência, trabalho, educação e reclusão. 18 Bibliografia SAVIANI, Dermeval. Política e educação no Brasil – o papel do Congresso Nacional na legislação do ensino. Campinas: Ed. Autores Associados. 1996. FREITAS, Marcos C. de (org.). História social da infância no Brasil. São Paulo: Ed. Cortez. 1989. KRAMER, Sonia. e LEITE, M. I. Infância: fios e desafios da pesquisa. Campinas: Papirus, 1996. RIZZINI, Irene. O século perdido. Raízes históricas das políticas para a infância no Brasil. Rio de Janeiro: Santa Úrsula/ Amais,1997. VASCONCELLOS, Vera Maria Ramos de (Org.). Educação da Infância: História e Política. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. Sociologia Educacional I – 60 h, 04 créditos Ementa: O surgimento da Sociologia; a Sociologia como ciência: a interpretação social; Augusto Comte: a Sociocracia; Émile Dürkheim: o fato social; Herbert Spencer: Darwinismo social; Max Weber: a ação social; Karl Marx: a práxis. Bibliografia LEFEBVRE, H. O marxismo. São Paulo: DIFEL, 1960. DURKHEIM, Emile. As regras do método sociológico. São Paulo: Ed. Nacional. 1990. DEWEY, John. Vida e Educação. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1965. SADER, Emir (org.).7 pecados do Capital. São Paulo: Record Ed., 2000. NOGUEIRA, Maria Alice. Educação, saber, produção em Marx e Engels. Ed. Autores Associados,1990 Sociologia Educacional II – 60 h, 04 créditos Ementa: A Sociologia da Educação no século XX. Temáticas atuais da Sociologia da Educação: escolaridade moderna; o trabalhador docente. A formação do professor e dos profissionais da educação infantil. O fracasso da/na escola; A educação para o terceiro milênio. As contribuições da Sociologia para a Educação Infantil. Bibliografia CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia.São Paulo: Ed. Brasiliense, 1981. DOMINGUES, J. M. Teoria Sociológica no Século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. NÓVOA, A. Vida de Professores. Portugal: Porto Ed., 1992. LINHARES, Célia Frazão. A escola e seus profissionais – tradições e contradições. Rio de Janeiro: Agir. 1989. PATTO, Maria Helena Sousa. (1990) A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: T. A . Queiroz. PATTO, Maria Helena Sousa.(1984) Psicologia e Ideologia – uma introdução crítica à psicologia escolar. São Paulo: T. A . Queiroz. PATTO, Maria Helena Sousa (2005) Exercícios de indignação – escritos de educação e psicologia. São Paulo: Casa do Psicólogo. 19 Antropologia Cultural – 45 h, 03 créditos Ementa: A Antropologia no quadro das Ciências Sociais e das Ciências Humanas; O conceito clássico e contemporâneo de cultura em contraposição ao conceito de raça. Cultura e Sociedade no Brasil, unidades e diversidades: regionais, étnicoraciais, culturais e de gênero; A transmissão da cultura; a dimensão cultural da sala de aula; a diferenciação étnico-cultural como fator de insucesso escolar. Etnocentrismo e Multiculturalismo. Bibliografia CERTEAU, Michel. A cultura no plural.Campinas: Papirus, 1995. DE SOUZA SANTOS. Boaventura. Pela mão de Alice – o social e o político na pósmodernidade. São Paulo: Ed. Cortez, 1995. TRINDADE. Azoilda Loretto (org.). Multiculturalismo - mil e uma faces da escola. Rio de Janeiro: DP&A Editora. 2000 SOUZA, Solange Jobim (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da cultura. Ed. 7 Letras. 2000. Psicologia Educacional I – 60 h, 04 créditos Ementa: Introdução ao estudo da psicologia e as principais escolas psicológicas: comportamentalismo, humanismo, sócio-histórico ou cultural e institucionalismo. Psicanálise e educação. Noções de psicologia dos grupos: história e diversas abordagens teóricas. Articulação entre Psicologia e Educação. Teorias da aprendizagem nas diferentes abordagens. Teorias explicativas da dificuldade de aprendizagem. Psicopedagogia. Processos de construção do conhecimento pela criança de 0 A 6 anos. Bibliografia ARIÉS, Philippe. História social da infância e da família. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara. 1978 COLL,César; PALACIOS, Jesús; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. v.2. FREIRE, Paulo. Professora sim, Tia Não. São Paulo: Ed. Olho d ' Água. 1995 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia – saberes necessários à prática da autonomia. São Paulo: Ed. Paz e Terra. 1996 LINHARES, Célia. & TRINDADE, Maria Nazaré. (Orgs.) Compartilhando o mundo com Paulo Freire. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire (Biblioteca Freireana; v.7) 2003 SILVA, Tomaz Tadeu da.(org.) O sujeito da educação - estudos foucaultianos. Petrópolis: Ed. Vozes. 2000 FREITAS, Marcos C. de (org.) História social da infância no Brasil. São Paulo: Ed. Cortez. PATTO, Maria Helena Souza. Mutações do cativeiro – escritos de psicologia e política. São Paulo: EDUSP/Hacker Editores. 2000 PATTO, Maria Helena Sousa. Psicologia e Ideologia – uma introdução crítica à psicologia escolar. São Paulo: T. A . Queiroz. 1984 PATTO, Maria Helena Sousa. Exercícios de indignação – escritos de educação e psicologia. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2005. JACÓ-VILELA, Ana Maria e MANCEBO, Deise. Psicologia Social: Abordagens sóciohistóricas e desafios contemporâneos. Rio de Janeiro: EdUerj. 1989 20 SOUZA, Solange Jobim (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da cultura. Ed. 7 Letras. 2003 MACHADO, Adriana Marcondes e PROENÇA, Marilene.(Org.) Psicologia escolar: em busca de novos rumos. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2004 MOYSES, M.A.A. A institucionalização invisível - crianças que não aprendem na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras; São Paulo: Papesp. 2001 Filosofia Educacional I – 60 h, 04 créditos Ementa: A contribuição de Kant e Hegel para a educação: razão, imaginação, ciência e arte. Historicidade do conhecimento; Teoria e práxis do educador. Bibliografia BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pensar a Prática. São Paulo: Edições Loyola, 1990. CARNEIRO, G. M., CESARINO, H. e MELO NETO, J. F. Dialética. João Pessoa: UFPB/Editora Universitária, 1992. HEIGEL, G. W. A Fenomenologia do Espírito. Coleção Os Pensadores. São Paulo, Abril Cultural, 1984. PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e Existência – Problemas Filosóficos da Pesquisa Científica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. Filosofia Educacional II – 60 h, 04 créditos Ementa: Tópicos de filosofia da educação: valores, sujeito, indivíduo, comunidade, projeto, escolha e transcendência. A contribuição de Sartre para a educação. A contribuição de Paulo Freire: pedagogia da autonomia e ética. Bibliografia ATHAYDE, Milton, BARROS, Maria Elizabeth Barros de, BRITO, Jussara, NEVES, Mary Yale (Org.) (2001) Trabalhar na escola? Só inventando o prazer.Rio de Janeiro: Edições IPUB/CUCA. FREIRE, Paulo (1996) Pedagogia da autonomia – saberes necessários à prática da autonomia. São Paulo: Ed. Paz e Terra. LINHARES, Célia. & TRINDADE, Maria Nazaré. (Orgs.) (2003.) Compartilhando o mundo com Paulo Freire. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire (Biblioteca Freiriana; v.7). Política Educacional – 45 h, 03 créditos Ementa: A constituição das Políticas Públicas no Brasil. As legislações e as políticas nacionais: desafios frente à realidade. As legislações educacionais no contexto das políticas públicas brasileiras: trajetória, avanços e retrocessos. A nova LDB/96. A educação brasileira no contexto das mudanças estruturais e conjunturais da sociedade. Políticas públicas no Estado do Bem Estar Social e no modelo neoliberal. Políticas para a educação básica. 21 Bibliografia ARROYO, Miguel G (Org.) Da escola carente à escola possível. São Paulo: Ed. Loyola. 1991 BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília. 1996 FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva. São Paulo: Cortez/Autores Associados. 1984 FRIGOTTO, Gaudêncio. e CIAVATTA, M. Teoria e educação no labirinto do capital. Petrópolis: Vozes. 2001 GENTILI, Pablo. e SILVA , Tomás Tadeu. Neoliberalismo, qualidade total e educação. Petrópolis: Vozes. 1994 GENTILI, Pablo. Pedagogia da Exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. Petrópolis: Vozes. 1995 GENTILI, Pablo. e ALENCAR, Chico. Educar na esperança em tempos de desencanto. Petrópolis: RJ: Ed. Vozes. 2001 LINHARES, Célia. & TRINDADE, Maria Nazaré. (Orgs.) Compartilhando o mundo com Paulo Freire. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire (Biblioteca Freiriana; v.7) 2003 SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997. SILVA, Luiz Heron (Org.) A escola cidadã no contexto da globalização. Petrópolis: Ed. Vozes. 1999 MONLEVADE, João. Educação Pública no Brasil: Conto$ e Desconto$. Ceilândia, DF: Idéia Editora, 1997. Português Instrumental – 60 h, 04 créditos Ementa: A Língua Portuguesa como fonte de comunicação. Gêneros textuais no ensinoaprendizagem da leitura e da escrita. Construção do hábito de ler e escrever. Leitura, compreensão e interpretação de textos. Os suportes textuais e os projetos integrados de leitura e redação. Bibliografia BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. BRASIL.Secretaria de Ensino Fundamental. Programa de desenvolvimento profissional Continuado: alfabetização. Brasília: SEF, 1999. KLEIMAM, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. 7ª ed. Campinas: Pontes, 2000. WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem, Editota Ática. TEBEROSKY, Ana e CARDOSO, Beatriz. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Campinas (SP), UNICAMP. BRASIL. O Texto Como Unidade de Ensino e Prática e Leitura In: Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua Portuguesa. MEC/SEF, Brasília, 1997. Matemática Instrumental – 60 h, 04 créditos Ementa: Concepções de Matemática e suas implicações sobre o ensino. A Educação Matemática por meio da resolução de problemas, dos jogos, da história da matemática e dos recursos tecnológicos; A Resolução de problemas como eixo no ensino de Matemática por compreensão; Os sistemas de Numeração e os significados das operações com Naturais; Números Racionais e Geometria. 22 Bibliografia AZERÊDO, Maria Alves de. A Mediação Pedagógica na Resolução de Problemas Matemáticos. João Pessoa: UFPB, 2003. Dissertação de Mestrado. BICUDO, M. A. V. (Org.) Pesquisa em Educação Matemática: Concepções e Perspectivas. São Paulo: Editora UNESP, 1999. BRASIL. MEC / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática, Brasília, 1996. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. vol. 3. CARRAHER, T., CARRAHER, D. e SCHLIEMANN, A. D. Na vida dez na escola zero. 3ª edição, São Paulo: Cortez, 1989. CARVALHO, Dione Lucchesi de. Metodologia do Ensino da Matemática. São Paulo: Cortez, 1991. MACHADO, N. J. Medindo comprimentos. São Paulo: Scipione, 1988. Coleção. Vivendo a Matemática. PAIS, L. C. Didática da Matemática – uma análise da influência francesa. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. PARRA, Cecília e SAIZ, Irmã (Orgs.) Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Trad. Juan Acuña Llorens. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. POZO, Juan Ignácio (org.) A solução de problemas: aprender a resolver, resolver para aprender; trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: ArtMed, 1998. REGO, Rogéria Gaudêncio do e REGO, Rômulo Marinho do. Matematicativa. João Pessoa, Editora Universitária/ UFPB, 1999. SMOLE, Kátia Stocco e DINIZ, Maria Ignez (org.) Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. TOLEDO, M. e TOLEDO, M. Didática da Matemática: como dois e dois. São Paulo: FTD, 1997. ZUNINO, Delia Lerner de. A Matemática na Escola: aqui e agora. trad. Juan Acuña Llorens. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. 2º Núcleo de Estudos: Fundamentos da Educação Infantil (Conteúdos Básicos Profissionais) Matemática na Educação Infantil I – 45 h, 03créditos Ementa: A Matemática no currículo da Educação Infantil. A criança de 0 a 6 anos e as relações numéricas. Conceitos matemáticos: seriação (ordenação), inclusão de classes e conservação e contagem. A gênese do número na criança. Sistemas de numeração e Numeração hindu-arábica. Números naturais e Operações: adição, subtração, multiplicação e divisão. Bibliografia CARRAHER, T. N. (Org.) Aprender Pensando – contribuições da psicologia cognitiva para a educação. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 1994. DANYLUK, Ocsana. Alfabetização Matemática – as primeiras manifestações da escrita infantil. Porto Alegre: Sulina, Passo Fundo: Ediupf, 1998. 23 KAMII, Costance. Crianças Pequenas Reinventam a Aritmética – implicações da teoria de Piaget. Trad. Cristina Monteiro. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. ______________. A criança e o número. Campinas: Papirus, 1984 MOISÉS, L. M. O desafio de saber ensinar. 7ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2001. NUNES, Terezinha. e BRYANT, Peter. Crianças fazendo matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. NUNES, Terezinha. Introdução à Educação Matemática: os números e as operações numéricas. São Paulo: PROEM, 2001. OLIVEIRA, Marta Kohl. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento – um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 1997. Ciências Sociais na Educação Infantil I – 45 h, 03 créditos Ementa: Concepções acerca dos conceitos de tempo e espaço em Ciências Sociais. Conceitos de tempo, espaço, relações sociais e sujeito histórico. A questão teórico-metodológica em Ciências Sociais: implicações nas práticas pedagógicas do profissional da educação e no trabalho pedagógico da educação infantil. Bibliografia CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). A Geografia na Sala de Aula. São Paulo: Contexto, 1999. PIAGET, Jean. A Noção de Tempo na Criança. Rio de Janeiro: Record, 1989. SANTOS, Boaventura de Souza. Um Discurso sobre as Ciências. Porto: Edições Afrontamento, 1999. SOUZA, Maria Adélia de (Org.). A Construção do Espaço. São Paulo: Nobel, 1996. Ciências Naturais na Educação Infantil I – 45 h, 03 créditos Ementa: Fundamentos epistemológicos das ciências naturais: características, princípios históricos, filosóficos e metodológicos. Noções de ciências e suas interações com demais áreas de conhecimento: tecnologia, ambiente e sociedade. Bibliografia ARROYO, M. O significado da infância. Anais do Seminário Nacional de Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF/COEDI, 1994. BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Ciências Naturais. Secretaria de educação Fundamental, Brasília, DF: MEC/SEF,1998. CARRAHER, D. N.; CARRAHER, T. N.; SCHLIEMANN, A. L. Caminhos e descaminhos no ensino de ciências. Ciência e Cultura. 37:889-96, 1985. DIAS, Genebaldo F. Educação ambiental: fundamentos de educação ambiental. Brasília: UCB, 2000.198 p. EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Diretrizes para a prática pedagógica/FAMURS. Porto Alegre: Edição Famurs, 1998. Políticas Públicas e Educação Infantil – 60 h, 04 créditos Ementa: As políticas públicas de atendimento à criança e seus reflexos nas instituições públicas, particulares, comunitárias e nas empresas. As políticas nacionais para a educação infantil. O cuidado e a educação. A integração da Educação Infantil ao sistema escolar brasileiro. O financiamento da educação infantil. 24 Bibliografia ABREU, Shirley Elziane Diniz e DIAS, Adelaide Alves. Políticas Públicas para a Formação do Educador Infantil pós-LDB: Questionamentos e Proposições. In: Revista Linhas, vol. 5, nº 1. Florianópolis, 2004. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. Vol.1, 2 e 3. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília. 1996. FREITAS, Marcos C. de (org.) História social da infância no Brasil. São Paulo: Ed. Cortez. KRAMER, Sônia (Coord.) Com A Pré-Escola nas Mãos. Uma alternativa Curricular para a educação infantil. São Paulo: Ática, 1989. KRAMER, Sônia e ABRAMOVAY, Mirian. O rei está nu: um debate sobre as funções da Pré-Escola, in cadernos Cedes. Educação Pré-Escolar: desafios e alternativas. Campinas, nº 9, 1987. MONLEVADE, João. Educação Pública no Brasil: Conto$ e Desconto$. Ceilândia, DF: Idéia Editora, 1997. SAVIANI, Dermeval. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997. SILVA, Tomaz Tadeu da.(org.) O sujeito da educação - estudos foucaultianos. Petrópolis: Ed. Vozes. 2000 Em Aberto: Educação Infantil: a creche, um bom começo. INEP – MEC: Brasília, v.18, nº 73, 2001. Pesquisa e Prática Pedagógica na Educação Infantil – 60 h, 04 créditos Ementa: Conhecimento Científico e pesquisa científica; A iniciação científica através da pesquisa educacional e da reflexão sobre a prática pedagógica; Tipos e etapas de realização da pesquisa: o projeto, desenvolvimento da pesquisa e relatório. O professor-pesquisador. Bibliografia ARIÉS, Philippe História social da infância e da família. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara. 1978 CARVALHO, Maria Cecília M. Construindo o saber: técnicas de metodologias científica. Campinas: Papirus, 1988. ____________________________. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 7ª ed. Petrópolis:Vozes, 1997. DEMO, Pedro. Educar pela Pesquisa. São Paulo: Autores Associados.1996. ____________ Pesquisa: Princípio Científico e Educativo. 5ª ed. São Paulo: Cortez;Autores Associados, 1996. FAZENDA, Ivani. Pesquisa em Educação e as transformações do Conhecimento. Campinas: Papirus, 2001. FOUREZ, Gerard. A construção das ciências: Introdução à filosofia e a ética das ciências. Trad. Luis Paulo Rouanet. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1995. FRAGA, Paulo Cezar Pontes & JULIANELLI, Jorge Atílio S. Jovens em tempo real. Rio de Janeiro: DP&A. 2003 GONZALEZ REY, F.L. Pesquisa Qualitativa em Psicologia: caminhos e desafios. São Paulo: Pioneira Thompson. 2002 KASTRUP, V, (1999) A invenção de si e do mundo - uma introdução do tempo e do coletivo no estudo da cognição.Campinas, SP: Papirus. 25 KRAMER, Sônia. Profissionais de educação infantil: Gestão e formação. São Paulo: Ática, 2005 LOURAU, René. (1993).Análise Institucional e práticas de pesquisa. Rio de janeiro: UERJ. Educação e Saúde I – 45 h, 03 créditos Ementa: Perspectivas teóricas sobre o desenvolvimento físico da criança. A relação entre crescimento físico, desenvolvimento e aprendizagem da criança. Os seis primeiros anos de vida: desenvolvimento biológico e fisiológico. Bibliografia ASSIS, M. de. O alienista e O espelho. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996. CANGUILHEM, G. O normal e o patológico. Trad. de Maria Thereza Regid de Carvalho Barrocas e Luiz Otávio F. Barreto Leite. 5. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. DAMATTA, R. A casa & a rua. São Paulo: Brasiliense, 1985. FREIRE COSTA, J. Ordem médica e norma familiar. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1999. MINAYO, M. C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8.ed. São Paulo, Hucitec, 2004. VILLAÇA, N. et al (orgs). Que corpo é esse? Rio de Janeiro: Mauad, 1999. COLINVAUX, Dominique, DELL ‘AGLIO, Débora e LEITE, Luci Banks. Psicologia do desenvolvimento – reflexões e práticas atuais. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. Educação e Saúde II – 60 h, 04 créditos Ementa: Saúde e educação: relação entre cuidar e educar. Características físicas e mentais e as necessidades básicas da criança de zero a seis anos. Problemas mais freqüentes e prevenção: acidentes, maus-tratos e saúde. Cuidados básicos de higiene pessoal e ambiental. Nutrição e saúde da criança: aleitamento materno; alimentação complementar; alimentação do pré-escolar. Bibliografia FOUCAULT, M. História da loucura na idade clássica. Trad. José Teixeira Coelho Netto. São Paulo: Perspectiva, 2000. ______. A ordem do discurso. Trad. L. F. de A. Sampaio. São Paulo: Loyola, 1996 (título original, 1971) ______. Em defesa da sociedade. Trad. de Maria Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 1999. ______. Os anormais. Trad. de Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2001. CARNEIRO, H. 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Tecnologia na Educação e Formação de Professores. Brasília: Plano Editora, 2003. 35 Matemática na Educação Infantil II – 45 h, 03 créditos Ementa: Aspectos históricos sobre a Geometria. O ensino da Geometria na Educação Infantil. Os caminhos para ensinar Geometria e medidas na Educação Infantil. O raciocínio espacial. Relações de medição, direção e posição no espaço. Figuras geométricas planas. Estudo exploratório dos sólidos geométricos. Noções de medidas, grandeza mensurável. Introdução às noções de medidas de comprimento, peso, volume e tempo pela utilização de unidades convencionais e não convencionais. Bibliografia BRASIL. MEC / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática, Brasília, 1996. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. vol. 3 DANTE, L.R. Didática da resolução de Problemas de Matemática. São Paulo: Editora Ática, 1989. 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São Paulo: FTD, 1997. 4º Núcleo de Estudos: Dinâmica e Trabalho Pedagógico na Educação Infantil (Conteúdos Complementares Obrigatórios) Currículo na Educação Infantil – 60 h, 04 créditos Ementa: O processo histórico do pensamento curricular brasileiro e suas relações com a Educação Infantil. O currículo da Educação Infantil. Projeto Pedagógico para creche e pré-escola de qualidade: organização do espaço e do tempo, planejamento e avaliação. Planejamento em Educação Infantil: a dinâmica do trabalho na Educação Infantil. Pressupostos e diretrizes referentes ao atendimento à criança e à família em Instituições de Educação Infantil. Bibliografia APLLE, M. Educação e poder. Trd. Maria Cristina Monteiro. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. BERNSTEIN, Basil. A Estruturação do discurso Pedagógico: classe, códigos e controle. Petrópolis: Vozes, 1996. FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva. São Paulo: Cortez/Autores Associados. 1984 36 FRIGOTTO, Gaudêncio. e CIAVATTA, M.Teoria e educação no labirinto do capital. Petrópolis: Vozes. 2001 GENTILI, Pablo. e SILVA, Tomás Tadeu. Neoliberalismo, qualidade total e educação. Petrópolis: Vozes.1994 GENTILI, Pablo. Pedagogia da Exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. Petrópolis: Vozes. 1995 MOREIRA, A. F. Currículos e Programas no Brasil. Campinas; Papirus, 1990. ______________. Currículos: políticas e práticas. Campinas; Papirus, 1999. ______________ SILVA, T. T. da (Orgs.) Currículo, Cultura e Sociedade. São Paulo: Cortez, 1994. SACRISTÁN, J. G. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Trad. Ernani F. Rosa.3ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. SAVIANI, D. A .Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997. Em Aberto: Educação Infantil: a creche, um bom começo. INEP – MEC: Brasília, v.18, nº 73, 2001. SILVA, T. T. da. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999. _______________ Teoria Educacional Crítica em Tempos Pós-modernos. Porto alegre: Artes Médicas, 1993. _______________ Teoria Cultural e Educação: um vocabulário crítico. Belo Horizonte: autêntica, 2000. Organização e Conforto Ambiental – 45 h, 03 créditos Ementa: Organização do ambiente de educação infantil. Características do conforto ambiental: ruído, temperatura, luminosidade. Implicações do conforto ambiental no desempenho do professor. Influência da organização do espaço e do conforto na aprendizagem e no desenvolvimento da criança. Bibliografia CONTINI, M. de Lourdes. Psicólogo e promoção da saúde. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2002. COUTINHO, Antonio Souto. Conforto Ambiental. João Pessoa: UFPB/Editora Universitária. 2003. ENUSSO, Sonia Regina Fiorim, QUEIROZ, Sávio Silveira de e GARCIA, Agnaldo. (org.) Desenvolvimento humano e aprendizagem – algumas análise e pesquisas. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2004. Saúde e Trabalho Docente – 45 h, 03 créditos Ementa: Condições e organização do trabalho docente. Relações sociais de gênero e divisão sexual do trabalho na escola. Mal-estar no trabalho docente. As estratégias defensivas. Os coletivos de trabalho. Prazer no trabalho docente. Bibliografia ALONSO, Myrtes (org.) O Trabalho Docente: teoria e prática. São Paulo: Pioneira, 1999. GENTILI, Pablo. e SILVA , Tomás Tadeu. Neoliberalismo, qualidade total e educação. Petrópolis: Vozes.1994 37 GENTILI, Pablo. Pedagogia da Exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. Petrópolis: Vozes. 1995 GENTILI, Pablo. e ALENCAR, Chico. Educar na esperança em tempos de desencanto. Petrópolis: RJ: Ed. Vozes. 2001 MOYSES, M.A.A. A institucionalização invisível - crianças que não aprendem na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras; São Paulo: Papesp. 2001 OLIVEIRA E SILVA, Isabel de. Profissionais da Educação Infantil. Cortez, 2001. PIMENTA, Selma Garrido (Org.) Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 2000. ___________________________ Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 4ª ed. São paulo: Cortez, 2005. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Caminhos da Profissionalização do Magistério. 3ª ed. Campinas, SP: Papirus: 1998. __________________________ A Prática Pedagógica do Professor de Didática. Campinas: Papirus: 1998. Escola, Família e Sociedade – 45 h, 03 créditos Ementa: História Social da família. Organização Social, funções e estrutura familiar. Relações familiares na sociedade contemporânea. A estrutura familiar e as práticas educativas. Interação entre família e organizações educacionais. Bibliografia ARIÉS, Philippe (1978). História social da infância e da família. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara. Em Aberto: Educação Infantil: a creche, um bom começo. INEP – MEC: Brasília, v.18, nº 73, 2001. ROSSETI-FERREIRA, Maria Clotilde e MELLO, Ana Maria, et al. Os fazeres na Educação Infantil. Cortez, 1998. BARTHES, R. A aventura semiológica. Tradução de Maria Stª Cruz. Lisboa, Portugal: Edições 70, 1987. ______________. Magia e técnica, arte e política. Obras escolhidas v. I. Tradução de Sergio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. ______. Brinquedo e brincadeira: observações sobre uma obra monumental. In: Rua de mão única. Obras escolhidas v. II. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995. BOURDIEU, P. O poder simbólico. Tradução de Fernando Tomaz. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. DAMATTA, R. A casa e a rua: espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil.São Paulo: Brasiliense, 1985. FREUD, S. Escritores criativos e devaneios. In: ______. ‘Gradiva’ de Jensen e outros trabahos. Tradução de Maria Aparecida Moraes Rego. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. IX, cap. 5, p. 131-143. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud). ______. Além do princípio do prazer. In: ______. Além do princípio do prazer. Psicologia de grupo e outros trabalhos. Tradução de Christiano Monteiro Oiticica. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. XVIII, cap. 1, p. 17-75. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud). LASCH, C. Refúgio num mundo sem coração. A família: santuário sagrado ou instituição sitiada? Tradução de Italo Tronca e Lúcia Szmrecsanyi. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. 38 Gestão e Planejamento na Educação Infantil – 60 horas, 04 créditos Ementa: A gestão democrática: princípios, valores e prioridades. Os elementos do processo de gestão democrática: autonomia, participação e estrutura organizacional. O projeto político-pedagógico da instituição de educação infantil: dimensões e os fundamentos teórico-práticos para sua realização. Agentes organizacionais e os processos decisórios. A questão das parcerias entre as Instituições de Educação Infantil e outros setores da sociedade. Bibliografia DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. Campinas: Papirus, l997 FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 21ª edição. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Coleção Leitura... LIBÂNEO, José Carlos. Democratização na Escola Pública. A pedagogia crítico-social dos conteúdos. 18ª edição. São Paulo: edições Loyola, 2002; _________. Adeus Professor, Adeus Professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 4ª edição. São Paulo: Cortez, 2000. MASETTO, Marcos. Didática – a aula como centro. 4ª ed. São Paulo: FTD, 1997. MOYSÉS, Lúcia. O desafio de saber ensinar. 7ª ed. Campinas, SP: Papirus, 1994. SACRISTÁN, J. G. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Trad. Ernani F. Rosa.3ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997. TURRA, C. M. G, et all. Planejamento de Ensino e Avaliação. 11ª ed. Porto Alegre: SAGRA LUZZATO, 1998. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2000. Educação Inclusiva – 60 h, 04 créditos Ementa: Perspectivas históricas da Educação Especial no Brasil. Caracterização das necessidades especiais. Modalidades e níveis de atendimento educacional às pessoas portadoras de necessidades especiais. O processo de integração/inclusão: aspectos ideológicos, legais, psicológicos e metodológicos. A dinâmica familiar e a relação com a criança portadora de necessidades especiais. Bibliografia DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. Campinas: Papirus, l997. FERREIRA, J.R. A educação especial na LDB. Comunicação apresentada na XVII Reunião Anual da Anped. Caxambu, 1994, 10 p. FERREIRA, J.R. e NUNES, Leila R.O.P. A educação especial na nova LDB. Comentário sobre a educação especial na LDB. In: Alves, N. e Villardi, R. (org.). Múltiplas leituras da nova LDB. Livro organizado por N. Alves e R. Villardi. Rio de Janeiro: Dunya, 1997, pp.1724, no prelo. JANNUZZI, Gilberta S.M. Políticas sociais públicas de educação especial. Temas sobre Desenvolvimento, 9. 1992, pp. 8-10. LIMA, E. C. A. S. A Atividade da Criança na Idade Pré-Escolar. In Idéias, n. 10, São Paulo, 1992 MACHADO, Adriana Marcondes. Crianças de classe especial. – efeitos do encontro entre saúde e educação. São Paulo: Casa do Psicólogo. 1994 39 MAZZOTTA, Marcos J.S. Educação especial no Brasil: História e políticas. São Paulo: Cortez, 1996. PIAGET, Jean. A psicologia da criança. Ed Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997. Trabalho de Conclusão de Curso 60 h, 04 créditos Relatório de pesquisa desenvolvido sob a orientação de professores do Curso. Seminários Temáticos de Prática Curricular: 420 h, 28 créditos Na busca de contribuir com os princípios que embasam a proposta curricular, anteriormente explicitados, os Seminários Temáticos de Prática Curricular são realizados pelos alunos como o locus para apresentação dos resultados de seus estudos, para a construção de propostas pedagógicas a serem implementadas nas respectivas instituições e para o desenvolvimento de pesquisas ao longo de cada área temática, com base nos subsídios teóricos desenvolvidos nas diferentes áreas, que contemplam os quatro núcleos. Assim, os alunos são impulsionados a um processo de reflexão sobre questões ligadas às políticas de atendimento à infância do País e do Estado, ao projeto político-pedagógico de sua instituição e às ações político-pedagógicas desenvolvidas no cotidiano de suas práticas profissionais. Os Seminários Temáticos, além de fazerem parte da estrutura curricular do curso como um dos elementos centrais do processo de acompanhamento e avaliação do aluno, servem de elemento motivador para o desenvolvimento de processos de pesquisa no cotidiano das práticas pedagógicas dos alunos, para uma “epistemologia da prática”. Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil – 405 h, 27 créditos O estágio é entendido na mesma perspectiva dada pelo Conselho Nacional de Educação, por meio de parecer de seus conselheiros, expresso nas orientações para o cumprimento do artigo 65 da Lei 9.394/96: “A prática de Ensino consiste, pois, em uma das oportunidades nas quais o estudante-profissional se defronta com problemas concretos do processo de ensino-aprendizagem e de dinâmica própria do espaço escolar”. No caso do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação em Educação Infantil, os alunos que já forem profissionais em exercício das redes de ensino, atuando em creches e/ou pré-escolas, terão, suas experiências profissionais parcialmente aproveitadas. Entende-se, pois, que esta condição permite trazer a dimensão da relação teoria-prática para todos os momentos do desenvolvimento dos conhecimentos curriculares. A expressão dessa relação acontece em diferentes atividades desenvolvidas pelos alunos, acompanhadas pelos professores orientadores pedagógicos e pelos professores responsáveis pelas áreas de conhecimento do curso, conforme determina o artigo 65 da Lei 9.394/96. As atividades de Estágio (planejamento, desenvolvimento e avaliação de atividades docentes) são trabalhadas no espaço dos Seminários Temáticos, durante todo o curso, quando o aluno é convidado a atuar em uma instituição de educação infantil, observar a prática pedagógica ali materializada, a problematizá-la, estudá-la, analisá-la e propor alternativas, possibilitando, através da regência do ensino, percorrer o caminho para a efetiva garantia do processo ensino-aprendizagem. 40 III – A ORGANIZAÇÃO DO CURSO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA O Curso de Pedagogia, com habilitação em Educação infantil, na modalidade a distância, com base nos art. 58/59 da Lei Nacional da Educação 9394/96 e na Lei 10.098 de 23 de março de 1994 prevê, na sua implementação, as seguintes condições de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais: 1 - processo seletivo de ingresso: cotas para pessoas portadoras de necessidades especiais; 2 - produção de material em diferentes mídias: com adaptação para LIBRAS e Braille; 3 - acessibilidade aos espaços dos pólos: mobiliário compatível e acesso aos pólos adaptado para portadores de necessidades físicas. Nesta estrutura de curso estarão interagindo os seguintes elementos: • O aprendente: aluno do curso que irá aprender a distância; • Os Orientadores Acadêmicos (professores autores): responsáveis pela produção do material didático e pelos conteúdos das disciplinas do curso ou de determinada área de conhecimento. Atuarão, também, como orientadores dos tutores; • A Coordenação Institucional de Educação a Distância - CEAD: responsável pela equipe de profissionais que trabalhará na transposição dos materiais didáticos para a linguagem EAD. Esta equipe terá a sua disposição, toda a infra-estrutura do Pólo Multimídia do campus da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa; • Os professores validadores: responsáveis pela testagem e avaliação do material didático transposto para a linguagem EAD; • Os Tutores: professores formados pela UFPB, em nível de Pós-Graduação Lato Sensu em EAD, com a função de acompanhar e apoiar os aprendentes em seu processo; • O material didático: o elo de diálogo do estudante com o autor, com o tutor, com suas experiências, com sua vida, com a função de mediar seu processo de aprendizagem; • A Coordenação acadêmica do curso: responsável pelas questões acadêmicas do curso tais como: projeto pedagógico, oferta das disciplinas e elaboração e avaliação do material didático, e o processo de aprendizado dos alunos. • Os Pólos Municipal de Apoio Presencial – PMAP, responsável pelo atendimento e o acompanhamento (presencial e a distância) do aprendente em seu processo. O detalhamento da estrutura de funcionamento dos pólos encontra-se descrito no Item 6, a seguir. 3.1. Infra-estrutura e processo de gestão acadêmico-administrativa 3.1.1 Planejamento para os momentos presenciais Semestralmente, ocorrerão em cada Pólo três encontros presenciais de oito horas/aula entre os aprendentes e os professores de cada disciplina com o objetivo de apoiar o aluno em seu percurso de aprendizagem na modalidade EAD. No ensejo, o professor incentivará a formação de hábitos disciplinares quanto à temporalidade e técnicas de estudo individual. Assim, através de constante motivação e esforço diário, o aluno superará possíveis dificuldades e obterá êxito no processo de autodidatismo. A motivação para aprender, bem como o estudo diário, possibilitará que a informação 41 recebida seja gradualmente estruturada e transformada em conhecimento, graças a um processo que, por sua natureza, é progressivo e não imediato, nem momentâneo. 1ª Etapa: Explicação do uso dos materiais de estudo: módulos instrucionais; cadernos de atividades programadas e experimentos associados. Multimídias de caráter educativoinstrucional: Web-sites, hipertextos, link e janelas abertas que permitem a existência de salas de aula conectadas com o mundo virtual. A organização do trabalho pedagógico centrar-se-á na perspectiva sistêmica e no paradigma aluno-sujeito construtor do próprio saber. Portanto, todo material instrucional corresponderá ao elo dialógico entre aprendentes e ensinantes, com suas experiências, com sua vida profissional, com a função de mediar o processo de autodidatismo. Os recursos tecnológicos para utilização de multimídias serão operacionalizados através de rede comunicacional que possibilite a ligação dos Pólos Regionais, onde se realizarão os cursos, com o Pólo Multimídia da UFPB, de forma que sejam garantidas: • • • Organização de sistema comunicacional entre Pólos e UFPB; Instalação e manutenção dos Pólos, que dêem suporte à comunicacional adequada ao Curso; Implementação e organização de videoteca e softwares educativos. rede 2ª Etapa: Momento de socialização da aprendizagem individualizada. Feed-back do processo ensinar-aprender e otimização do ato educativo. Atividade centrada no processo de comunicação bidirecional entre docente e discente. Avaliação da aprendizagem se processará através de conversação didática sobre: os materiais de estudo; aplicabilidade prática do conhecimento no cotidiano profissional (processual, planificada, científica, sistemática e globalizadora); análise da capacitação para o trabalho e possível melhoria do nível cultural de cada aluno. Aplicação de provas e de testes criativos centrados no Ensino Inovador e de Qualidade. 42 FIGURA I – Planejamento dos momentos presenciais DESENHO FUNDAMENTAÇÃO PRODUÇÃO Desenvolvimento Apresentação Temporalização Feed-back Aprendizagem Diagnóstico Contexto Soluções APLICAÇÃO DESENVOLVIMENTO ESPECIFICAÇÃO Cotidiano profissional Conduta de entrada Prioridades Objetivos Conteúdos Temporalização Motivação Recursos Métodos e Técnicas Atividades Conhecimentos Experiências Habilidades Produção técnica Aprender a pensar Criar, inovar AVALIAÇÃO 43 FIGURA II – Organização do Sistema de Educação a Distância Organização do sistema EAD Ação educativa Funções da Equipe Pedagógica Tutores Coordenadores Ensinantes Concepção do Curso: gestão democrática; Planejamento participativo; Acompanhamento do processo sistêmico. Produção de material impresso; Produção de multimídia; Orientação didáticopedagógica; Avaliação do processo ensinar-aprender. Matricula e distribuição de material impresso; orientação didática e pedagógica ao aluno; Elaboração de relatórios sobre os resultados do processo avaliativo dos aprendentes, por disciplina; Percurso do aprendente a) Processo seletivo; b) Matrícula; c) Orientações iniciais; d) Encontros presenciais obrigatórios; e) Avaliações Suportes de auto-aprendizagem: a) Aquisição de material impresso, livros, Cd-rom, tutorial on-line. b) Orientação: presencial e a distância; c) Avaliação: encontros com tutor ou ensinante, autoavaliação: portfólio, seminários temáticos, trabalhos científicos. Comunicação: a) Presencial, por telefone, Via Fax, Correio. b) Mediada por computador: chats, fóruns, correio eletrônico, vídeoconferência. - Conclusão do percurso – a) Desenvolvimento de novas habilidades e aprendizagens significativas: pedagógica, cognitiva, meta-cognitiva, afetiva, motivacional, social, ética; b) Prática docente transformada, transformadora, inovadora; impactos no sistema tradicional de ensino e melhoria do processo de auto-estima; c) Apresentação de estudos investigatórios em eventos científicos. 44 FIGURA III - Fluxograma de Comunicação O fluxo de comunicação entre as diferentes instâncias do sistema EAD, no curso de Pedagogia com Habilitação em Educação Infantil, pode ser resumido através da figura a seguir: COORDENAÇÃO E ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA PÓLO REGIONAL I PÓLO REGIONAL II PÓLO MULTIMÍDIA DA UFPB PÓLO REGIONAL IV PÓLO REGIONAL III 3.1.2 Estratégias de controle da produção e distribuição do material didático Para fortalecer as linhas de ensino, pesquisa e extensão quanto à compreensão histórico-cultural, às exigências e demandas da sociedade globalizada, os procedimentos metodológicos serão orientados na perspectiva crítico-reflexivo-criativa. Ou seja, centrados na ação-reflexão-ação, que possibilite ultrapassar a clássica dicotomia teoria prática, bem como o paradigma aluno-objeto. Nessa perspectiva, as novas ferramentas pedagógicas: combinação de texto, imagem e som, produção de material didático instrucional (módulos de ensino) 45 possibilitarão o crescimento do processo de auto-aprendizagem, auto-estima e metacognição dos aprendentes. Portanto, durante os quatro anos do curso trabalhar-se-ão novas estratégias de ensino-aprendizagem através da produção e uso de manuais de auto-estudo, material didático impresso, cadernos de atividades programadas, experimentos associados e diferentes usos de multimídias de caráter educativo-instrucional. A produção, distribuição e uso desses materiais didáticos, além de outros recursos tecnológicos compatíveis a EAD, serão construídos obedecendo à seguinte ordem: cronograma especificando o tempo global para execução de cada etapa desde a elaboração até a aplicação; validação do material produzido por meio de procedimentos pedagógicos compatíveis e bem definidos; correções e reajustes sempre que se fizer necessário. Em paralelo, serão produzidos os instrumentos de avaliação dos alunos concernentes aos objetivos esperados (provas escritas, testes e provas criativas, produção textual, seminários, debates, que ocorrerão nos momentos presenciais). Antes da produção final dos materiais e seleção dos meios operacionais (impressão, gravação, filmagem, montagem, criação de softwares etc.), os especialistas em planejamento educacional de EAD processarão a validação dos referidos materiais. 46 FIGURA IV – Modelo para elaboração de materiais A elaboração desses materiais poderá seguir o modelo proposto por Garcia Areio (1994), apresentado a seguir: Tipos de meios Apresentação Forma de apresentação Elaboração de prescrições Seqüência de fases Temporalização Tempo determinado Interrelação/ coerência Objetivos-conteúdos PRODUÇÃO Atividades-recursos Coordenação de equipe Desenvolvimento de materiais Avaliação prévia Reajuste Aprendizagem Desenho e elaboração de instrumentos de avaliação Fundamentação/especificaç Produção Materiais finais Processo Resultados finais Produção final de materiais Impressão Gravação Filmagem Criação de software 47 3.1.3 Descrição da avaliação da aprendizagem a distância O processo avaliativo ocorrerá nos momentos presenciais quanto aos seguintes aspectos: • Capacidade de reflexão crítica dos aprendentes frente às próprias experiências profissionais; • Inovação da prática docente a partir dos referenciais teóricos trabalhados no curso; • Análise da auto-aprendizagem nos seguintes campos: cognitivo (abordagens teóricas propostas no material didático impresso, indagações e questionamentos em fóruns de discussões presenciais); metacognitivo (superação de dificuldade nos processos de auto-estudo e autoaprendizagem, pesquisa bibliográfica, dialogicidade inter e intragrupal); didático-pedagógico (aplicação prática do saber no cotidiano profissional, criatividade de estratégias didáticas inovadores, investigação-ação dos resultados e qualidade do processo ensinar-aprender); político-social (ações educativas no âmbito escolar-comunitário quanto à aplicabilidade prática do saber); afetivo-emocional (autoconfiança, auto-estima, interatividade professor-alunos). afetivo-e emocional (auto-confiança, auto-estima). • Mensuração dos resultados de aprendizagem - Quantitativamente o desempenho mínimo esperado em cada disciplina será igual ou superior a sete pontos na escala de zero a dez. ] 3.1.4 - Processo de comunicação–interação entre os participantes: alunos, tutores e docentes. 3.1.4.1 - Procedimentos de Gestão do Processo de Interatividade (síncrona e assíncrona) A gestão da informação será baseada segundo critérios pré-estabelecidos de organização definidos de acordo com as características da Plataforma MOODLE. O uso desta plataforma foi baseada em suas características técnicas que permite propor uma arquitetura aberta para o aprendizado na Web, mediante recursos de chats, fórum, e-mail, repositório digital de conteúdo, ferramenta de controle de atividades e de participação dos alunos, vídeo-conferência etc. Será buscada a sistematização das diversas ferramentas disponíveis na Plataforma Moodle, integrando-as como recurso pedagógico a fim de criar condições cabíveis a construção do conhecimento. • Comunicação Assíncrona: em que aprendentes, ensinantes e tutores receberão a informação num tempo posterior: correio eletrônico e fax. • Comunicação Síncrona: em que aprendentes, ensinantes e tutores receberão a informação em tempo real (chat, fórum, conferência multimídia, videoconferência etc.) 3.1.4.2 - Guias acadêmicos e formas de contato com professores, tutores e pessoal de apoio Os guias deverão prover a funcionalidade necessária para o curso. Os Serviços serão de vários tipos: 48 Serviços administrativos - agenda do curso, quadro de avisos, horários de curso, formas de contato com tutores, professores e coordenação; Serviços de comunicação - chat, e-mail etc.; Serviços didáticos - transparências, referências na Web etc.; Serviços de avaliação - provas, auto-avaliação, portfólios etc. 3.1.4.3 - Sistema de Orientação e acompanhamento A tutoria será acionada para estruturar os componentes de estudo, tratando de orientar, estimular e provocar o participante a construir o seu próprio saber. Poderá, também, interagir com o aluno e o material didático ao selecionar materiais de apoio que forneçam sustentação teórica qualificada para o desenvolvimento das disciplinas do curso. IV – A TUTORIA Como uma das etapas preparatórias à oferta do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com Habilitação em Educação Infantil, a UFPB se encarregará de capacitar tutores presencial e a distância, na proporção de 1 tutor para 20 alunos, que trabalharão nos pólos envolvidos na presente proposta. Trata-se de Curso de Especialização (Lato Sensu), com 360 h, semi-presencial e com duração de 6 meses, que deverá estar concluído antes do início das atividades da 1ª. turma de ingressantes do Curso de Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Educação Infantil. O Curso de Especialização para formação de 16 professores e 24 tutores terá o formato de módulos, com três momentos presenciais, assim estruturados: Módulo 1: Fundamentos da EAD (75h) Parte Presencial (10h) – Curso de Tutoria: apresentação dos objetivos, formato, metodologia do curso, conteúdos. Oficina de uso do AVE para o Curso de Tutoria. Entrega do material impresso. Parte a distância utilizando a Plataforma Moodle (75h) História e Princípios da EAD (15h) Políticas e Legislação da EAD (15h) Estrutura e Funcionamento da EAD (15h) Atividades Práticas de Tutoria (20h) Módulo 2: Metodologias de Ensino em EAD (150h) Parte Presencial (10h) – Avaliação da aprendizagem do Módulo 1. Apresentação do Módulo 2. Parte a distância utilizando a Plataforma Moodle (140h) Psicologia da Aprendizagem aplicada a EAD (30h) Práticas de Ensino aplicadas a EAD (45h) Acompanhamento e avaliação da aprendizagem em EAD (45h) Atividades Práticas de Tutoria (20h) 49 Módulo 3: Comunicação em EAD (135h) Parte Presencial (10hs) – Avaliação da aprendizagem do Módulo 2. Apresentação do Módulo 3. Parte a distância utilizando a Plataforma Moodle (125h) Meios de Comunicação aplicada a EAD (45h) Ambientes Virtuais de Ensino (45h) Atividades Práticas de Tutoria (35h) As atividades práticas de tutoria são atividades de resolução de problemas de casos similares aos que irão ser enfrentados pelos tutores (simulações). Estas atividades irão delinear a monografia de conclusão de curso dos alunos, que é a avaliação final. Os tutores candidatos ao curso serão selecionados, pela UFPB adotando-se como requisitos mínimos para seleção: ser graduado, com experiência docente, conhecimento na área específica do curso, experiência com uso de computador e conhecimento de navegação na Internet. Em função das especificidades deste projeto, este curso será também disponibilizado a docentes da Universidade, que atuarão como professores da Licenciatura e que tenham pouca ou nenhuma experiência em EAD. A Tutoria Presencial será realizada nos pólos, todos os dias da semana, inclusive aos sábados e visará, sobretudo, a orientação de estudos e o acompanhamento do aluno na sua adaptação à modalidade de ensino. Terá o papel de auxiliar os alunos com todas as mídias disponibilizadas pelo Pólo Multimídia da UFPB. V – O PÓLO DE PRODUÇÃO MULTIMÍDIA DA UFPB Em 1999, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criou a Coordenação Institucional de Educação a Distância (CEAD), um órgão que tem como finalidade desenvolver atividades de coordenação e supervisão de ações voltadas à adoção de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) nas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Desde a sua criação, a CEAD conta com uma estrutura organizacional dinâmica, composta pela Coordenação Geral, Coordenação Geral Adjunta, Sub-Coordenação de Pedagogia, Sub-Coordenação de Tecnologia, Sub-Coordenação de Comunicação e Laboratório de Desenvolvimento de Material Instrucional (LDMI), a qual vem atuando de forma integrada junto às Pró-Reitorias acadêmicas, Centros e Departamentos. Buscando implementar a multidisciplinaridade nas suas ações relacionadas ao ensino presencial e a distância, a CEAD vem apoiando iniciativas voltadas à disseminação do uso das TICs no ambiente acadêmico da UFPB, através do incremento, entre outros, das seguintes atividades: • melhoria da infraestrutura de rede, ambiente multimídia e implementação de laboratórios • supervisão de investimentos institucionais em rede e ambientes multimídia • apoio à consolidação de equipes multidisciplinares, constituída por professores, pesquisadores e alunos de Programas de Pós-Graduação, Departamento de Informática, Núcleos de Pesquisa e Organizações Não-Governamentais • aquisição e disponibilização de softwares educacionais aos departamentos acadêmicos • seleção de bolsistas para atuarem nos diversos projetos no LDMI • desenvolvimento de produtos multimídia no LDMI para dar suporte às atividades acadêmicas 50 Mais recentemente, em 2005, as atividades da CEAD foram incorporadas ao Pólo de Produção Multimídia na UFPB, em cuja instalação está concentrada as atividades de produção das seguintes mídias: material impresso, CD, DVD, web, vídeo, videoconferência, TV Universitária, TV digital e a Rádio Universitária, com toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento destas mídias. Equipamentos e recursos humanos existentes para as seguintes finalidades: Desenvolvimento de bibliotecas digitais multimídia Produção de programas radiofônicos Gravações de vídeo, em estúdio completo ou remotas, com sinais digitais Produção de CD-ROM Produção de e-books Digitalização de textos, vídeos e áudios Identificação e análise de imagens na recuperação de informações Construção de home-pages e bancos de dados Consultoria pedagógica para produção de cursos a distância Ambiente para produção e oferta de cursos usando AulaNet Teleduc e, proximamente, e-Proinfo, e capacitação para uso dessas plataformas ¾ Pesquisas em TV digital: ênfase no desenvolvimento e aplicação de processos interativos nesta mídia ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ VI – OS PÓLOS MUNICIPAIS DE APOIO PRESENCIAL Cada pólo será instalado em município com infra-estrutura e organização de serviços que permitam o desenvolvimento de atividades de cunho administrativo e acadêmico exigido em um curso universitário a distância. Complementarmente, cada Pólo organizará um núcleo de apoio ao aluno, formado pelos tutores, com infra-estrutura e organização de serviços que: • disponha de espaços que permitam o desenvolvimento das orientações acadêmicas; • implante e organize serviços de apoio pedagógico ao estudante, dentre eles: telefone e fax, biblioteca, videoteca, computadores, softwares educativos e acesso à Internet, projetor multimídia; • disponha de recursos materiais de apoio ao serviço de orientação, acompanhamento acadêmico e registros. Os materiais didáticos (impresso, CD, DVD e vídeo) serão produzidos pelo Pólo de Produção Multimídia, a partir de textos que abordem os conteúdos curriculares do curso, previamente elaborados pelos professores da UFPB (autores) – e sob a supervisão destes. Os materiais, após passarem pelo processo de revisão, edição e validação, serão reproduzidos em número pouco superior (reserva técnica) ao necessário, em função do número de alunos do curso, serão distribuídos às equipes coordenadoras dos pólos e estas, por sua vez, farão a entrega dos materiais a cada um dos alunos matriculados nos respectivos pólos, em momento presencial. Cada pólo conterá, na biblioteca a ser ali instalada, alguns exemplares de tais materiais, para consulta local dos alunos interessados. Os materiais em mídia digital (web, CD, DVD e vídeo) poderão, também, ser acessados pelos alunos via plataforma de EAD a ser disponibilizada ao curso. Ao todo, 13 pólos serão atendidos pelo curso de Pedagogia com habilitação em Educação Infantil. O termo de compromisso da UFPB encontra-se anexo. 51 O quadro a seguir relaciona os pólos a serem atendidos pelo curso, todos localizados no estado da Paraíba, e o respectivo quantitativo de vagas: QUADRO I – Distribuição de vagas por Pólos Município Alagoa Grande Araruna Bayeux Campina Grande Conde Cuité de Mamanguape Duas Estradas Itabaiana Itaporanga Lucena Mari Pitimbu Pombal nº de vagas 30 30 40 40 30 20 20 40 40 20 30 20 40 TOTAL 400 VII - O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação em Educação Infantil pressupõe não só análises e reflexões relativas a dimensões estruturais e organizacionais do curso, numa abordagem didático-pedagógica, como, também, a dimensões relativas aos aspectos políticos do processo de formação de educadores para a primeira etapa da educação básica – a educação infantil. O processo de avaliação institucional, com base no SINAES, deverá obedecer aos mesmos critérios e padrões fixados para os cursos presenciais da Universidade, observadas as peculiaridades da educação a distância. Tal processo deverá contemplar as dimensões interna e externa, entendendo a avaliação interna como um amplo processo de auto-avaliação envolvendo seus diferentes atores: docentes, tutores, alunos e pessoal técnico-administrativo, visando a afirmação da qualidade como parâmetro único e irrecusável para a educação, seja qual for o seu nível ou grau. Avaliação como o ato de dar valor, valorizar, valorar um determinado projeto (proposta), processo educacional ou produto dele resultante, cuja valorização se desmembra em atos de: • • • • • • • • • • • Acompanhamento; Redirecionamento; Estímulo aos trabalhos; Correção de rumos; Colocação de novos desafios; Cobrança de coerência com os objetivos; Comparação evolutiva; Registro reflexivo sobre as práticas; Ocasião de aprendizagem, ela mesma, dos atores envolvidos; Mensuração de resultados; Prestação de contas. 52 Uma das principais dimensões estratégicas dessa avaliação diz respeito à integração da educação a distância no Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade, para cujo acompanhamento e avaliação o princípio-mestre é o de que não se trata apenas de tecnologia ou de informação: como no ensino presencial, o fundamento é a educação da pessoa para a vida e o mundo do trabalho, razão pela qual no processo avaliativo institucional da Universidade, deverão ser levados em consideração os seguintes itens básicos: 1. Compromisso dos gestores; 2. Desenho do projeto; 3. Equipe profissional multidisciplinar; 4. Comunicação/interação entre os agentes; 5. Recursos educacionais; 6. Infra-estrutura de apoio; 7. Avaliação contínua e abrangente; 8. Convênios e parcerias; 9. Transparência nas informações; 10. Sustentabilidade financeira. 7.1. Avaliação externa institucional e do curso Na dimensão externa da avaliação institucional, Comissão Externa de Avaliação, constituída pela SESu/MEC, examinará as seguintes informações e documentos: 1. O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFPB; 2. Os relatórios parciais e finais do processo de auto-avaliação, acima referido, produzidos pela Universidade; 3. Os dados gerais e específicos da UFPB constantes do Censo da Educação Superior e do Cadastro de Instituições de Educação Superior; 4. Os dados sobre o desempenho dos estudantes da UFPB no ENADE, disponíveis no momento da avaliação; 5. Os relatórios de avaliação dos cursos de graduação da Universidade produzidos pelas Comissões Externas de Avaliação de Curso, disponíveis no momento da avaliação; 6. Os dados do Questionário Socioeconômico dos estudantes, coletados na aplicação do ENADE; 7. O relatório da Comissão de Acompanhamento do Protocolo de Compromisso, quando for o caso; 8. Os relatórios e conceitos da CAPES para os cursos de Pós-Graduação da UFPB; 9. Os documentos sobre o credenciamento e o último re-credenciamento da Universidade; Na dimensão externa da avaliação do curso, a Instituição receberá visita de Comissão ad hoc de Avaliação, constituída pela SESu/MEC, a fim de proceder a levantamento, analisar e posicionar-se sobre os seguintes itens: Gerais: 1. 2. 3. 4. O perfil do corpo docente do curso; As condições das instalações físicas; A organização didático-pedagógica; O desempenho dos estudantes do curso no ENADE; 53 5. Os dados de questionário socioeconômico preenchido pelos estudantes, disponíveis no momento da avaliação; 6. Os dados atualizados do Censo da Educação Superior e do Cadastro Geral das Instituições e Cursos. Específicas: 1. 2. 3. 4. 5. A qualidade do conteúdo na sua pertinência em atingir os objetivos propostos; A infra-estrutura da tutoria nos pólos e sua eficácia de apoio ao aluno; A qualidade da arquitetura pedagógica para cursos EAD; A capacidade de armazenamento e distribuição; O suporte tecnológico e capacidade de criativo desenvolvimento tecnológico para o atendimento das necessidades dos pólos e/ou dos alunos; 6. A capacidade de registro e acompanhamento da produção de conhecimento dos alunos e do corpo docente; 7. A geração e publicação de pesquisas em EAD para a universidade e para a sociedade; 8. A inserção do programa e do curso a distância na cultura e no seu compromisso com as questões sociais. 7.2. Avaliação do material didático Deverão ser verificados, tanto na avaliação interna quanto na externa, os seguintes itens: 1. Se as mídias utilizadas são aquelas especificadas na construção da proposta pedagógica do curso; 2. Se a convergência dos equipamentos e a integração entre materiais impressos e de informática, acrescida da mediação dos professores e tutores - em momentos presenciais ou virtuais - criam ambientes de aprendizagem ricos e flexíveis; 3. Considerando que a educação a distância pode levar a uma centralização na disseminação do conhecimento e, portanto, na elaboração do material educacional, verificar a abertura de espaço para que o estudante reflita sobre sua própria realidade, possibilitando contribuições de qualidade educacional, cultural e prática ao aluno; 4. A associação dos materiais educacionais entre si e com módulos de estudos, indicando como o conjunto desses materiais se inter-relaciona, de modo a promover a interdisciplinaridade e a evitar uma proposta fragmentada e descontextualizada do programa; 5. A existência, no material educacional, de um guia – impresso e/ou disponível na rede – que: a) Oriente o aluno quanto às características da educação a distância e quanto a direitos, deveres e atitudes de estudo a serem adotadas; b) Informe sobre o curso escolhido e a caracterização dos equipamentos necessários ao desenvolvimento do curso; c) Esclareça como se dará a comunicação com professores, colegas, pessoal de apoio tecnológico e administrativo; d) Apresente cronograma, períodos/locais de presença obrigatória, o sistema de acompanhamento e avaliação, bem como todas as orientações que lhe darão segurança durante o processo educacional; 6. Existência de informação, de maneira clara e precisa, em relação a que meios de comunicação e informação serão colocados à disposição do aluno (livrostextos, cadernos de atividades, leituras complementares, roteiros, obras de 54 referência, Web-sites, vídeos, ou seja, um conjunto - impresso e/ou disponível na rede - que se articula com outros meios de comunicação e informação para garantir flexibilidade e diversidade); 7. Existência de detalhamento, nos materiais educacionais, de quais competências cognitivas, habilidades e atitudes o aluno deverá alcançar ao fim de cada unidade, módulo, disciplina, oferecendo-lhe oportunidades sistemáticas de auto-avaliação; 8. Se a plataforma de aprendizagem utilizada favorece trabalhos colaborativos, unindo alunos fisicamente distantes; 9. Existência de critérios de avaliação de qualidade dos materiais; 10. Previsão do tempo que o correio leva para entregar o material educacional e considerar esse prazo para evitar que o aluno se atrase ou fique impedido de estudar, comprometendo sua aprendizagem; 11. Disposição de esquemas alternativos mais velozes para casos eventuais; 12. Existência de cuidados e respeito, na preparação de material, a aspectos relativos à questão de direitos autorais, da ética, da estética, da relação formaconteúdo; 13. Existência de adequação ergonômica aos alunos, de maneira geral, e alunos portadores de necessidades especiais, em particular. 7.3. Avaliação da infra-estrutura de suporte tecnológico e científico do curso Deverão ser verificados, tanto na avaliação interna quanto na externa, os seguintes itens: 1. Quantidade de equipamentos, bem como conectividade, quando for o caso, necessários para instrumentalizar o processo pedagógico e a relação proporcional aluno/meios de comunicação; 2. Acervo disponível atualizado, amplo e representativo de livros e periódicos, acervo de imagens, áudio, vídeos, sites na Internet, à disposição de alunos, tutores e professores; 3. Política de reposição, manutenção, modernização e segurança dos equipamentos da sede e dos pólos descentralizados; 4. Procedimentos que garantam o atendimento a cada aluno, independente do local onde ele esteja (por exemplo: confeccionar embalagens especiais para entrega e devolução segura dos livros, periódicos e materiais didáticos); 5. Locais onde serão feitas as atividades práticas em laboratórios e os estágios supervisionados, inclusive para alunos fora da localidade, sempre que necessário; 6. Existência de laboratórios, bibliotecas e museus virtuais bem como de outros recursos que a informática torna disponível; 7. Organização e manutenção de serviços básicos, como: a) Cadastro de alunos e de professores; b) Serviços de controle de distribuição de material e de avaliações; c) Serviço de registros de resultados de todas as avaliações e atividades realizadas pelo aluno, prevendo-se, inclusive recuperação e a possibilidade de certificações parciais; d) Serviço de manutenção dos recursos tecnológicos envolvidos; 8. Disponibilidade de pessoal de apoio para momentos presenciais e de provas, 9. Existência de condições para selecionar e capacitar tutores que atuarão nos pólos, para atendimento presencial, local, ao aluno. (R$ 1,00) 55 4 – ORÇAMENTO DO CURSO (para o 1º ano) Meta 01 - Preparação dos materiais didáticos do Curso (set/2006 a fev/2007) Discriminação CUSTEIO Qtd. Valor unit. Duração Valor total 222.672,50 1. Bolsas Professores autores (conteúdos) 10 Professores especialistas (linguagem EAD) 3 Professores revisores (gramática) 2 Professores validadores 2 Subtotal 2. Serviços de terceiros 2.1 Pessoa física Secretária 1 Auxiliar administrativo 1 Técnicos de suporte tecnológico 2 2 Webdesigners Ilustradores gráficos 2 2 Webmasters Designers instrucionais 2 Produtor de vídeo 1 Editores de vídeo 2 Tradutor de LIBRAS 1 Subtotal 2.2 Pessoa jurídica 4.100 Gráfica (publicação dos fascículos do 1º ano do curso) Gráfica (impressão de banners, rótulos e capas de CDs e DVDs) Encargos sociais (25% sobre pessoa física) Meses 1.200,00 1.200,00 900,00 900,00 5 3 3 3 Meses 500,00 350,00 800,00 500,00 600,00 600,00 800,00 800,00 600,00 800,00 5 5 5 3 3 3 3 3 3 3 15,00 5 700,00 100 3 15 840 840 8 840 13,00 680,00 80,00 2,00 6,00 200,00 3,50 Subtotal 3. Material de consumo Papel (resmas) Tonner (impressoras a laser) Cartuchos de tinta (impressoras jato de tinta) CD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa DVD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa Fitas de vídeo (gravação digital, DVCAM) Fitas de vídeo VHS (2 por aluno + 5% reserva) + capa Combustível (transporte dos materiais para os 13 pólos) 1.300,00 2.040,00 1.200,00 1.680,00 5.040,00 1.600,00 2.940,00 1.200,00 Subtotal 4. Passagens e diárias Diárias (equipe de coordenação; viagens para os 13 pólos) Diárias (motorista e auxiliar, para os pólos) Subtotal 2.500,00 1.750,00 8.000,00 3.000,00 3.600,00 3.600,00 4.800,00 2.400,00 3.600,00 2.400,00 35.650,00 61.500,00 5.000,00 8.912,50 1.000,00 3.500,00 500,00 600,00 81.012,50 Serviços gráficos e publicação de editais (seleção de tutores) Softwares da área de edição Correios (despesas eventuais) Serviços de telefonia fixa 60.000,00 10.800,00 5.400,00 5.400,00 81.600,00 17.000,00 freqüência 13 13 120,00 70,00 3 3 4.680,00 2.730,00 7.410,00 56 CAPITAL 41.400,00 1. Equipamentos Notebook Pentium 1,8Ghz, 512Mb, 60Gb, wireless, leitor/gravador de CD e DVD, monitor 15” Microcomputador Pentium 4, 3Ghz, 512Mb, 80Gb, leitor/gravador de CD e DVD, monitor 17” Impressora a laser, colorida, máximo 1200 dpi Scanner de mesa mono e colorido, 4800x2400 dpi Projetor multimídia Subtotal Subtotal Meta 01 (custeio + capital) 3 5.500,00 16.500,00 3 2.600,00 7.800,00 1 1 3 2.600,00 1.000,00 4.500,00 2.600,00 1.000,00 13.500,00 41.400,00 264.072,50 Meta 02 – Capacitação de 24 Tutores (set/2006 a fev/2007) Discriminação Qtd. Valor unit. Duração Valor total Meses 1. Bolsas Professores Tutores 4 24 1.200,00 600,00 Subtotal 24.000,00 72.000,00 96.000,00 Subtotal 3.000,00 3.000,00 2. Serviços de terceiros 2.2 Pessoa jurídica Serviços gráficos 2.3. Material de consumo Papel (resmas) Tonner (impressoras a laser) Cartuchos de tinta (impressoras jato de tinta) CD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa DVD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa Fitas de vídeo (gravação digital, DVCAM) Fitas de vídeo VHS (2 por aluno + 5% reserva) + capa Subtotal Subtotal Meta 02 10 1 3 51 51 1 51 13,00 680,00 80,00 2,00 6,00 200,00 3,50 5 5 130,00 680,00 240,00 102,00 306,00 200,00 178,50 1.836,50 100.836,50 57 Meta 03 - Desenvolvimento do 1º ano do Curso (mar/2007 a dez/2007) Discriminação Qtd. Valor unit. Duração Valor total meses 1. Bolsas Professores (tutores a distância) 8 900,00 10 72.000,00 Tutores presenciais 24 600,00 10 144.000,00 Coordenador Geral do Curso 1 1.200,00 10 12.000,00 Vice-Coordenador Geral do Curso 1 900,00 10 9.000,00 Coordenador Acadêmico-pedagógico do Curso 1 1.200,00 10 12.000,00 Vice-Coordenador Acadêmico-pedagógico do Curso Subtotal 1 900,00 10 9.000,00 258.000,00 2. Serviços de terceiros meses 2.1 Pessoa física Secretária 1 500,00 10 5.000,00 Auxiliar administrativo 1 350,00 10 3.500,00 Técnicos de suporte tecnológico 2 800,00 10 16.000,00 Subtotal 24.500,00 2.2 Pessoa jurídica Encargos sociais (25% sobre pessoa física) 6.125,00 Correios (despesas eventuais) 800,00 Serviços de telefonia fixa 2.500,00 Subtotal 9.425,00 3. Material de consumo Papel (resmas) 100 13,00 1.300,00 Tonner (impressoras a laser) Cartuchos de tinta (impressoras jato de tinta) Combustível (transporte dos materiais) 3 10 680,00 80,00 2.040,00 800,00 800,00 4.940,00 Subtotal 4. Passagens e diárias freqüência Passagens (equipe de coordenação, viagens nacionais) 2 1.500,00 Diárias (equipe de coordenação; viagens para os 13 pólos) Diárias (motorista e auxiliar, para pólos) Subtotal 13 13 120,00 70,00 Subtotal Meta 03 1 6 6 3.000,00 9.360,00 5.460,00 17.820,00 314.685,00 TOTAL DOS RECURSOS FINANCEIROS SOLICITADOS (ANO 1) Custo/aluno/ano (equipamentos incluídos) 1.699,00 Custo/aluno/mês (equipamentos incluídos) 141,58 679.594,00 58 Consolidação por item de dispêndio (por ano) (tomando-se como base o primeiro ano) 1. Bolsas 435.600,00 2. Serviços de Terceiros 153.587,50 2.1. Pessoa Física 60.150,00 2.2. Pessoa Jurídica 93.437,50 3. Material de Consumo 23.776,50 4. Passagens e Diárias 25.230,00 5. Equipamentos 41.400,00 TOTAL 679.594,00 Consolidação por item de dispêndio (4 anos) (base: 1º ano x 4, exceto item equipamentos, requeridos 100% no primeiro ano e 30% nos anos subseqüentes, a título de reposição e/ou atualização, sem levar em consideração a inflação) 1. Bolsas 1.742.400,00 2. Serviços de Terceiros 614.350,00 2.1. Pessoa Física 240.600,00 2.2. Pessoa Jurídica 373.750,00 3. Material de Consumo 95.106,00 4. Passagens e Diárias 100.920,00 5. Equipamentos 78.660,00 TOTAL 2.631.436,00 5 – CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO (para o 1º ano do curso) Item de dispêndio / mês Bolsas Serviços de Terceiros Pessoa Física Pessoa Jurídica Material de Consumo Passagens e Diárias Equipamentos TOTAL set/06 177.600,00 119.662,50 35.650,00 84.012,50 18.836,50 7.410,00 41.400,00 364.909,00 mar/07 129.000,00 16.962,50 12.250,00 4.712,50 4.940,00 8.910,00 0,00 159.812,50 ago/07 129.000,00 16.962,50 12.250,00 4.712,50 0,00 8.910,00 0,00 154.872,50 TOTAL 435.600,00 153.587,50 60.150,00 93.437,50 23.776,50 25.230,00 41.400,00 679.594,00 O cronograma de desembolso para o 2º, 3º e 4º anos do curso deverá seguir a mesma planilha do 1º ano, acima mostrada, exceto em relação ao item equipamentos (apenas 30% sobre o valor do primeiro ano, ou seja, R$ 12.420,00/ano), sempre em três parcelas (setembro, março e agosto). Assim sendo, em setembro de 2007, deverá haver liberação da primeira parcela correspondente ao 2º ano do curso, e assim sucessivamente nos anos subseqüentes. 59 ANEXO 1 Projetos na área de Educação a Distância apoiados e desenvolvidos pela UFPB: • Biblioteca Digital Paulo Freire (www.paulofreire.ufpb.br) Coordenadora: Edna Gusmão de Góes Brennand (Centro de Educação - DHP/PPGE - Campus I) • Aquisição e Disponibilização de Softwares Educacionais na UFPB/CEAD: Sistema Sisconsoft/Bibliosoft Coordenadora: Mirian de Albuquerque Aquino (Centro de Ciências Sociais Aplicadas - DBD/CMCI – Campus I) • Pólo de Produção e Capacitação em Conteúdos Digitais Multimídia da Paraíba Coordenador: Ed Porto Bezerra (Centro de Ciências Exatas e da Natureza - DI/PPGE - Campus I) • Ambulatório Virtual: ambiente multimídia dirigido ao atendimento dos portadores de insuficiência venosa crônica Coordenador: Rodolfo Augusto de Athayde (Centro de Ciências da Saúde - NETEB - Campus I) • Biblioteca Virtual em Odontopediatria: banco de imagens de anomalias dentárias Coordenadores: Alessandro L. Cavalcanti e José Tadeu F. Leite (Centro de Ciências da Saúde - DCOS - Campus I) • Identificação e Análise de Imagens para Formação de um Sistema de Representação e Recuperação da Informação Coordenador: Carlos Xavier de Azevedo Neto (Centro de Ciências Sociais Aplicadas - DBD/CMCI – Campus I) • Contadores de Histórias: do oral ao virtual Coordenadora: Maria Claurênia A. A. Silveira (Centro de Educação - DME/ PPGE - Campus I) • O ABC do Poeta Popular Coordenadora: Beliza Áurea A. Melo (Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DLCV/PPGL - Campus I) • Nas Ondas da Cidadania Coordenador: Bertrand de S. Lyra (Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DECOM - Campus I) • Programa “Atchim ... Saúde”, promovendo a saúde pelo rádio Coordenador: Eymard Mourão Vasconcelos (Centro de Ciências da Saúde - DPS - Campus I) • Ecologia nas Ondas do Rádio: um exercício de educação ambiental a serviço da cidadania Coordenador: Bertrand de S. Lyra (Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DECOM - Campus I) • Lixo na Comunidade Maria de Nazaré: uma proposta de vídeo-processo Coordenador: Eymard Mourão Vasconcelos (Centro de Ciências da Saúde - DPS - Campus I) • Modelagem Interativa na Aprendizagem de Física Coordenador: Romero Tavares da Silva (Centro de Ciências Exatas e da Natureza - DF - Campus I) • Oficinas de Eco-Leituras em Vídeo Coordenadora: Maria Eulina P. de Carvalho (Centro de Educação - DHP/PPGE - Campus I) Cursos 60 Extensão • Introdução à Pesquisa Científica em Saúde Coordenador: Wilton Wilney Padilha (Centro de Ciências da Saúde - DCOS - Campus I) • Curso Básico de Física Coordenador: Romero Tavares da Silva (Centro de Ciências Exatas e da Natureza - DF - Campus I) (www.fisica.ufpb.br/prolicen) • TV na Escola e os Desafios de Hoje Coordenadora: Cláudia Montenegro (Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DP - Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários - Campus I) (www.ead.ufpb.br/tvescola) Especialização Lato Sensu • Tecnologia Educacional em Ciências Naturais Coordenadora: Maria de Lourdes Pereira (Centro de Educação - DME - Campus I) (Resolução 73/99/CONSEPE - Portarias 21/01 e 23/02/PRPG) • Gestão Educacional Coordenadora: Maria de Lourdes Henriques (Centro de Educação - DME - Campus I) (Resolução 37/02/CONSEPE - Portaria 08/02/PRPG) • Educação Infantil Coordenadora: Onelice de Medeiros Borges (Centro de Educação - DME - Campus I) – (Resolução 19/01/CONSEPE - Portaria 34/02/PRPG) • Formação Pedagógica em Educação Profissional na Área de Saúde: Enfermagem Coordenadora: Iracema Tabosa da Silva (Centro de Ciências da Saúde - DEMCA - Campus I) – (Resolução 05/03/CONSEPE) • Educação Básica por Mediador acadêmico a Distância Coordenadora: Verônica de Fátima Gomes de Moura (Centro de Formação de Tecnólogos - DCBS - Campus III) – (Resolução 61/03/CONSEPE) • Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação Coordenadora: Edna Gusmão de Góes Brennand (Centro de Educação PPGE/CEAD – Campus I) – (Resolução 36/03/CONSEPE) 61 ANEXO 2 COMPOSIÇÃO CURRICULAR CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA (Magistério em Educação Infantil) MODALIDADE: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Carga Créditos % 1725 115 53,49 Núcleo dos Fundamentos da Educação 750 50 23,26 Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil 570 38 17,67 405 27 12,56 1500 100 46,51 420 28 13,02 765 51 23,72 2.2 Conteúdos Complementares Optativos 195 13 6,05 2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis 120 8 3,72 3225 215 100 Conteúdos Curriculares 1. Conteúdos Básicos Profissionais Horária 1.1 Conteúdos Básicos Profissionais 1.2 Estágio Supervisionado 2. Conteúdos Complementares Obrigatórios 2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da Educação Infantil Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na Educação Infantil TOTAL 62 COMPOSIÇÃO CURRICULAR CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA (Magistério em Educação Infantil) - EAD 1. Conteúdos Básicos Profissionais Conteúdos Básicos Profissionais Disciplinas Créditos CH Pré-requisitos Introdução a EAD 4 60 História da Educação Brasileira I 4 60 Sociologia Educacional I 4 60 Filosofia da Educação I 4 60 Português Instrumental 4 60 Matemática Instrumental 4 60 História da Educação Brasileira II 4 60 HEB I Sociologia Educacional II 4 60 SE I Psicologia Educacional I 4 60 Filosofia Educacional II 4 60 Política Educacional 3 45 Seminários Temáticos de Prática Curricular I 4 60 Antropologia Cultural 3 45 Políticas Públicas e Educação Infantil 4 60 Educação e Saúde I 3 45 Pesquisa e Prática Pedagógica na Educação Infantil 4 60 Educação e Saúde II 4 60 Ludicidade e Desenvolvimento da Criança I 4 60 Ludicidade e Desenvolvimento da Criança II 4 60 Avaliação na Educação Infantil 3 45 Didática na Educação Infantil 3 45 Matemática na Educação Infantil I 3 45 Ciências Naturais na Educação Infantil I 3 45 Ciências Sociais na Educação Infantil I 3 45 TOTAL 88 1320 FE I ES I LDC I 63 1.3 Estagio Curricular Estágio Supervisionado em Magistério 4 da Educação Infantil I Estágio Supervisionado em Magistério 3 da Educação Infantil II Estágio Supervisionado em Magistério 4 da Educação Infantil III Estágio Supervisionado em Magistério 4 da Educação Infantil IV Estágio Supervisionado em Magistério 4 da Educação Infantil V Estágio Supervisionado em Magistério 4 da Educação Infantil VI Estágio Supervisionado em Magistério 4 da Educação Infantil VII TOTAL 27 60 45 ESMEI I 60 ESMEI II 60 ESMEI III 60 ESMEI IV 60 ESMEI V 60 ESMEI VI 405 2. Conteúdos Complementares 2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios Linguagem e Pensamento na Educação Infantil I 4 60 Linguagem e Pensamento na Educação Infantil II 3 45 Literatura Infantil 3 45 Linguagens Artísticas na Educação Infantil II 3 45 Linguagens Artísticas na Educação Infantil I 3 45 Educação, Cultura e Mídia 3 45 Ciências Naturais na Educação Infantil II 3 45 CNEI I Ciências Sociais na Educação Infantil II 3 45 CSEI I Matemática na Educação Infantil II 3 45 MEI I Psicologia Educacional II 4 60 PE I Currículo na Educação Infantil 4 60 Seminários Temáticos de Prática Curricular II 4 60 STPC I Seminários Temáticos de Prática Curricular III 4 60 STPC II Metodologia do Trabalho Científico 4 60 Pesquisa Aplicada à Educação 4 60 Seminários Temáticos de Prática Curricular IV 4 60 STPC III Seminários Temáticos de Prática Curricular V 4 60 STPC IV Seminários Temáticos de Prática Curricular VI 4 60 STPC V Educação Inclusiva 4 60 Organização e Conforto Ambiental 3 45 Seminários Temáticos de Prática Curricular VII 4 60 Trabalho de Conclusão de Curso 4 60 TOTAL 79 1185 LPEI I LAEI I STPC VI 64 2.2 Conteúdos Complementares Optativos Gestão e Planejamento na Educação Infantil 4 60 Corporeidade e Educação 3 45 Saúde e Trabalho Docente 3 45 Escola, Família e Sociedade 3 45 TOTAL 13 195 2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis Tópicos Especiais em Educação I 4 60 Tópicos Especiais em Educação II 4 60 TOTAL 8 120 215 3225 TOTAL GERAL TEE I 65 ANEXO 3 CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA (Magistério em Educação Infantil) MODALIDADE: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1º Semestre Disciplina 4º Semestre CHT T P E PReq Disciplina Ludicidade e Desenvolvimento da Criança II Educação e Saúde II CHT T P 60 30 30 LDC I 60 30 30 ES I Matemática na Educação Infantil I Seminários Temáticos de Prática Curricular III Metodologia do Trabalho Científico 45 30 15 Introdução a EAD 60 15 45 História da Educação Brasileira I 60 30 30 Sociologia Educacional I 60 30 30 Filosofia da Educação I 60 30 30 Português Instrumental 60 30 30 Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil III 60 Matemática Instrumental 60 30 30 TOTAL 405 TOTAL DO SEMESTRE 360 165 195 E 60 45 15 60 30 30 195 150 60 CHT T P E 60 30 30 45 30 15 45 30 15 45 15 30 45 15 30 PReq STP II 60 ESMEI II 5º Semestre 2º Semestre Disciplinas Disciplinas CHT T P História da Educação Brasileira II 60 30 30 E HEB I PReq Sociologia Educacional II 60 30 30 SE I Psicologia Educacional I 60 30 30 Filosofia Educacional II 60 30 30 Política Educacional 45 30 15 Seminários Temáticos de Prática Curricular I 60 30 30 Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil I 60 TOTAL 405 180 CHT T Linguagem e Pensamento na Educação Infantil I Linguagens Artísticas na Educação Infantil I Ciências Naturais na Educação Infantil I Matemática na Educação Infantil II Avaliação na Educação Infantil FE I Tópicos Especiais em Educação I 60 30 30 60 15 45 MTC 60 45 15 STPC III 60 Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil IV 60 165 60 TOTAL 480 P E 60 210 210 60 E ESMEI III 6º Semestre Políticas Públicas e Educação Infantil 60 30 30 Educação e Saúde I 45 30 15 Psicologia Educacional II 60 30 30 Ludicidade e Desenvolvimento da Criança I 60 30 30 Antropologia Cultural 45 30 15 Educação, Cultura e Mídia Seminários Temáticos de Prática Curricular II 45 25 20 60 30 30 Didática na Educação Infantil MEI I Pesquisa Aplicada à Educação Seminários Temáticos de Prática Curricular IV 3º Semestre Disciplinas PReq 45 Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil II 45 TOTAL 465 20 PE I STPC I 25 45 225 PReq 195 45 ESMEI I Disciplinas Ciências Naturais na Educação Infantil II Ciências Sociais na Educação Infantil I Linguagem e Pensamento na Educação Infantil II Linguagens Artísticas na Educação Infantil II Literatura Infantil CHT T P 45 30 15 45 30 15 45 30 15 LPEI I LAEI I 45 30 15 45 30 15 PReq CNEI I Tópicos Especiais em Educação II 60 30 30 TEE I Seminários Temáticos de Prática Curricular V 60 45 15 STPC IV Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil V 60 TOTAL 405 60 225 120 ESMEI IV 60 66 7º Semestre CHT T P Ciências Sociais na Educação Infantil II Disciplinas 45 30 15 Corporeidade e Educação 45 30 15 Currículo na Educação Infantil 60 30 30 Gestão e Planejamento na Educação Infantil 60 30 30 Seminários Temáticos de Prática Curricular VI Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil VI TOTAL 60 45 15 E STPC V 60 330 PReq CSEI I 60 165 ESMEI V 105 60 E PReq 60 ESMEI VI 8º Semestre CHT T P Saúde e Trabalho Docente Disciplinas 45 30 15 Escola, Família e Sociedade 45 30 15 Educação Inclusiva 60 30 30 Organização e Conforto Ambiental 45 30 15 60 45 15 Seminários Temáticos de Prática Curricular VII Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil VII STPC VI 60 Trabalho de Conclusão de Curso 60 15 45 TOTAL 375 180 135 60 Distribuição de Carga Horária Atividades Conteúdos Básicos Profissionais Conteúdos Complementares Obrigatórios Carga horária Núcleo dos Fundamentos da Educação 750 Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil 570 Estágio Supervisionado Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da Educação Infantil Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na Educação Infantil Conteúdos Complementares Optativos 405 Conteúdos Complementares Flexíveis TOTAL 1725 420 765 1500 195 120 3225 67 68