UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE EDUCAÇÃO
PROJETO DE CURSO
LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA
(Magistério em Educação Infantil)
MODALIDADE: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
João Pessoa, PB, julho de 2006
PROJETO DE CURSO SUPERIOR NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
Proponente: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CNPJ/MF: 24.098.477/0001-10
Endereço:
Universidade Federal da Paraíba
Pró-Reitoria de Graduação
Cidade Universitária – Campus I S/Nº - Castelo Branco
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Reitor: Rômulo Soares Polari
Vice-reitora: Maria Yara Campos Matos
Pró-Reitor de Graduação: Umbelino de Freitas Neto
Pró-Reitora de Assuntos Comunitários: Lúcia de Fátima Guerra Ferreira
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação: Marcelo Sobral da Silva
Pró-Reitor de Planejamento: Marcelo de Figueiredo Lopes
Pró-Reitor de Administração: Marcelo de Figueiredo Lopes
Coordenador de Educação a Distância: Lucídio dos Anjos Formiga Cabral
Coordenador do Pólo Multimídia: José David Campos Fernandes
CENTRO DE EDUCAÇÃO
Diretor: Otávio Machado Lopes de Mendonça
Vice-Diretora: Marisete Fernandes de Lima
Chefe do Departamento de Fundamentação da Educação: Swamy de Paula Lima
Soares
Chefe do Departamento de Metodologia da Educação: Severino Bezerra da Silva
Chefe do Departamento de Habilitações Pedagógicas: Severino Elias Sobrinho
Coordenadora do Setor de Ensino a Distância: Maria de Lourdes Henriques
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO
Adelaide Alves Dias - Doutora em Educação pela UFF
Ana Elvira Silva Raposo – Doutora em Saúde Coletiva pela UERJ
Ângela Maria Dias Fernandes - Doutora em Psicologia Escolar pela USP
Edna Gusmão de Góes Brennand - Doutora em Sociologia pela Sorbonne e Pós-doutora
em Informação e Comunicação pela Université Catolique de Louvain - Belgique
Maria Alves de Azeredo – Mestre em Educação pela UFPB
Maria de Lourdes Henriques – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação – UNEB Espanha
Maria de Lourdes Pereira – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação pela UNEB –
Espanha
Sílvio José Rossi - Doutor em Engenharia de Alimentos pela UNICAMP
Sônia de Almeida Pimenta - Doutora em Educação pela UNICAMP
Stella Maria Lima G. Oliveira - Mestre em Psicologia pela UFPB
2
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO ................................................................................. 04
2. JUSTIFICATIVA................................................................................ 05
3. O PROJETO PEDAGÓGICO...........................................................
05
I.
Informações gerais sobre o curso......................................................
Curso proposto............................................................................ 05
Quantitativo de vagas..................................................................
05
Integralização curricular...............................................................
Duração e regime acadêmico......................................................
06
Coordenação do curso.................................................................
06
Corpo docente básico...................................................................
07
Equipe Técnico-administrativa de apoio à gestão do curso ........
07
05
II.
Projeto do curso....................................................................................
Concepção do curso.....................................................................
08
Objetivos e perfil profissional........................................................
08
Princípios norteadores da organização curricular.........................
09
Organização da estrutura curricular..............................................
12
Estrutura curricular........................................................................
14
Carga horária, créditos, ementas e bibliografias...........................
17
08
06
III.
A organização do curso na modalidade a distância.......................... 38
3.1. Infra-estrutura e processo de gestão acadêmico-administrativa...... 39
IV.
A tutoria..................................................................................................
V.
O Pólo de Produção Multimídia da UFPB............................................ 47
VI.
Os Pólos Municipais de Apoio Presencial........................................... 48
VII.
O processo de avaliação do curso.......................................................
7.1. Avaliação externa institucional e do curso.....................................
7.2. Avaliação do material didático........................................................
7.3. Avaliação da infraestrutura de suporte tecnológico e científico.....
46
49
50
51
52
4. ORÇAMENTO DO CURSO............................................................. 53
5. CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO............................................. 56
3
1 - INTRODUÇÃO
A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) tem como uma de suas principais e
históricas missões institucionais o contínuo desenvolvimento de ações voltadas para a
melhoria da Educação no Estado, desafio que vem sendo enfrentado por aqueles que
reconhecem a relevância social e o papel das licenciaturas na consecução deste objetivo.
Atualmente, a Instituição oferta 56 (cinqüenta e seis) cursos de graduação, entre
os quais 16 (dezesseis) são cursos de licenciatura, praticamente de todas as áreas do
conhecimento, com um total de 3.372 vagas anuais em seus processos seletivos. Deste
total, 240 vagas destinam-se ao Curso de Pedagogia (Processo Seletivo Seriado, 180;
PEC-RP, 60), desenvolvido nos turnos diurno e noturno, com as seguintes áreas de
aprofundamento: Magistério em Educação Especial, Magistério em Educação de Jovens e
Adultos, Supervisão Escolar e Orientação Educacional, Supervisão Escolar e Magistério
das Matérias Pedagógicas do Ensino Normal.
Vale registrar a decisão da Universidade em manter até hoje, desde a criação
pelo MEC, em meados da década de 1990, o Programa de Apoio aos Cursos de
Licenciatura (PROLICEN), mediante o qual, anualmente, projetos de interesse desses
cursos vêm sendo sistematicamente apoiados, com repercussão positiva na qualidade
desses cursos, no perfil dos egressos e na interação da Universidade com os demais
níveis de ensino do Estado, particularmente das redes públicas (estadual e municipais).
Uma das conseqüências de tal política foi a criação, na UFPB, do Programa
Estudante Convênio Rede Pública (PEC-RP), em caráter permanente, dirigido a
professores da rede pública de ensino, em efetivo exercício do magistério na educação
básica, não portadores do título de licenciado, interessados em candidatar-se a vagas de
qualquer dos cursos de licenciatura, na modalidade presencial, integrantes do Programa.
Desde a sua criação, já foram diplomados 456 professores. No presente período letivo,
1.669 professores das redes públicas da Paraíba encontram-se matriculados nesses
cursos.
Essa experiência exitosa necessita ser incrementada, de forma a ampliar a
atuação do Programa PEC-RP, com vistas a atender uma demanda reprimida de
professores das redes públicas municipais que não têm acesso a um curso de Licenciatura
na forma presencial, justificando-se, assim, a necessidade de a UFPB oferecer cursos de
Licenciatura na modalidade a distância.
A perspectiva de ampliação dos cursos de graduação apontada acima vem sendo
pensada a partir das experiências acumuladas com vários cursos Lato Sensu oferecidos
desde a década de 1980, na área de educação a distância, além dos cursos de extensão e
dos inúmeros projetos de ensino e pesquisa desenvolvidos pela UFPB (VIDE ANEXO 1).
Os resultados dessas iniciativas constituíram-se como referenciais de grande validade à
elaboração do projeto político pedagógico do curso objeto desta proposta.
A presente ação da SEED/MEC, voltada ao apoio financeiro à educação superior
pública, para oferta de cursos de licenciatura a distância com a criação da UAB –
Universidade Aberta do Brasil, oportuniza à UFPB incrementar, por meio dessa
modalidade, sua ação institucional aqui referida – a de contribuir com a melhoria dos
índices educacionais da Paraíba.
O curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, habilitação em Educação Infantil,
na modalidade a distância aqui proposto, ao ser concebido pela UFPB, incorpora as
práticas de formação dessa universidade e amplia a discussão das suas diretrizes e
metas, ao apontar a necessidade de uma formação específica para os que atuam na
educação infantil, visando o resgate da identidade profissional e o atendimento aos
objetivos desta etapa educativa.
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2 - JUSTIFICATIVA
De acordo com o Censo Demográfico realizado pelo IBGE (2000), o estado da
Paraíba tem uma população de, aproximadamente, 3.595.886 habitantes, sendo que
destes, aproximadamente, 482.078 são crianças na faixa etária de 0 a 6 anos, portanto,
com potencial de inserção em espaços educativos (Atlas do IDH, 2000). No entanto,
apenas 129.791 delas recebem algum tipo de atendimento em instituições de educação
infantil (Censo Escolar, 2004).
Segundo dados do INEP, baseados no Censo Escolar de 2004, 12.985 docentes
cadastrados na Paraíba atuam em instituições públicas de educação infantil (creches e
pré-escolas), quantitativo bastante insuficiente para a cobertura neste segmento
educacional. Destes, 2.461 possuem formação de nível superior, 9.588 possuem formação
de nível médio e 600 possuem apenas o ensino fundamental completo e, 336 sequer
completaram este nível de ensino.
A política nacional de educação infantil vigente no Brasil aponta, entre outras
coisas, para a qualificação em nível superior como horizonte da formação destes
professores, a médio e a longo prazo, admitindo, ainda, a formação em nível médio como
requisito mínimo de qualificação profissional dos docentes que atuam na educação infantil.
Dado que 74% dos docentes que atuam na educação infantil no estado da Paraíba
possuem apenas a formação em nível médio, a necessidade de qualificação em nível
superior de profissionais com conhecimentos específicos para atuar no espaço social da
educação infantil, compreendido como um espaço com características próprias, voltado à
integração das funções cuidar e educar, torna-se imperiosa.
Este conjunto de dados sinaliza para a necessidade de uma resposta efetiva da
UFPB no sentido de reverter, de modo rápido, efetivo e com qualidade, o quadro aqui
apresentado. Foi, pois, esta realidade que indicou a direção a ser tomada, no sentido de
realizar o curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitação em Educação
Infantil, a distância, que forme e qualifique professores que não possuam esta titulação.
Para realizar tal empreendimento, a UFPB se apóia por um lado, na sua forte tradição em
termos de formação de professores e, por outro, na experiência já acumulada pela
Instituição, através dos cursos de especialização e de extensão, a distância, já realizados.
Além disso, a demanda dos municípios paraibanos que acataram a atitude positiva do
MEC de criação da UAB trouxe para nós as parcerias necessárias para a concretização
deste projeto.
3 - PROJETO PEDAGÓGICO
I – Informações gerais sobre o curso
1.1. Curso proposto
Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia (Magistério da Educação Infantil).
1.2. Quantitativo de vagas
Prevê-se um total de 400 vagas, distribuídas entre os pólos municipais de apoio
presencial do estado da Paraíba.
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Para atendimento aos art. 58/59 da Lei Nacional da Educação 9394/96 e da Lei
10.098 de 23 de março de 1994, estão previstas, na implementação do curso, as seguintes
condições de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais:
a. processo seletivo de ingresso: cotas para pessoas portadoras de necessidades
especiais;
b. produção de material em diferentes mídias: com adaptação para LIBRAS e
Braille;
c. acessibilidade aos espaços dos pólos: mobiliário compatível e acesso aos pólos
adaptado para portadores de necessidades físicas.
1.3. Integralização curricular
Os componentes curriculares do curso estão organizados em 4 (quatro) Núcleos de
Estudos: Fundamentos da Educação, correspondente a 960 h; Fundamentos da Educação
Infantil; 720 h; Ciências Básicas e Metodologia da Educação Infantil, 1.005 h; e Dinâmica e
Trabalho Pedagógico na Educação Infantil, com 540 h, totalizando o correspondente a
3.225 h para a integralização curricular.
1.4. Duração e regime acadêmico do curso
O curso terá a duração mínima de quatro anos, divididos em 8 semestres, e será
organizado em sistema de créditos.
1.5. Coordenação do curso
A coordenação do curso de Pedagogia com habilitação em Educação Infantil far-seá mediante a seguinte organização:
•
Coordenação geral, responsável pelas seguintes atividades, em conexão com
a Coordenação acadêmico-pedagógica:
a) controle da produção, edição e distribuição do material didático,
supervisionando, nas duas primeiras etapas, o trabalho da coordenação
pedagógica, e, no último, o do setor gráfico, expedição, recepção nos
pólos e distribuição aos alunos, com base no cronograma de atividades;
b) supervisão das atividades da coordenação de suporte tecnológico (na
UFPB e nos pólos), responsável, também, pelo sistema informatizado que
permitirá a extração e o envio de dados, via Internet, aos setores de
registro acadêmico da UFPB e à SEED;
c) distribuição e aplicação de recursos segundo o cronograma físicofinanceiro de execução;
d) acompanhamento e verificação das condições de oferta dos pólos; e
e) gerenciamento contábil-financeiro e prestação de contas e outras
questões pertinentes ao exercício financeiro do projeto.
A coordenação geral será composta por um coordenador e um vice, escolhidos
dentre os professores que compõem o quadro docente básico do projeto. Seus perfis
acadêmicos compreendem: docentes doutores com experiência em gerenciamento de
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EAD, experiência em gestão institucional, qualificação em tecnologias da informação e
comunicação.
•
Coordenação acadêmico-pedagógica, responsável pelas seguintes atividades,
em conexão com a Coordenação geral do projeto:
a) coordenação das atividades das equipes de professores (autores),
revisores, editores, validadores e web designers, voltadas à produção de
conteúdos em materiais impressos, web, CD e vídeo, para os conteúdos
curriculares do 1º ano do curso, bem como das atividades interativas
durante a oferta do curso;
b) seleção, coordenação e supervisão das atividades da equipe de tutores,
c) organização, implementação e avaliação dos momentos presenciais;
d) acompanhamento da vida acadêmica dos alunos; e
e) validação dos dados acadêmicos extraídos do sistema informatizado, para
envio aos setores de registro acadêmico da UFPB e à SEED.
A coordenação acadêmico-pedagógica será composta por um coordenador e um
vice, escolhidos dentre os professores que compõem o quadro docente básico do projeto.
Seus perfis acadêmicos compreendem: docentes doutores com formação na área de
educação e experiência em EAD.
1.6. Corpo docente básico
Adelaide Alves Dias - Doutora em Educação pela UFF
Ana Elvira Silva Raposo – Doutora em Saúde Coletiva pela UERJ
Ângela Maria Dias Fernandes - Doutora em Psicologia Escolar pela USP
Edna Gusmão de Góes Brennand - Doutora em Sociologia pela Sorbonne e Pós-doutora em
Informação e Comunicação pela Université Catolique de Louvain - Belgique
Jaqueline Brito Vidal Batista - Mestre em Psicologia pela UFPB
Maria Alves de Azeredo – Mestre em Educação pela UFPB
Maria Claurênia Abreu de Andrade Silveira – Doutora em Letras pela UFPB
Maria de Lourdes Henriques – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação – UNEB - Espanha
Maria de Lourdes Pereira – Doutora em Filosofia e Ciências da Educação pela UNEB – Espanha
Olga Maria Tavares da Silva – Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP
Rogéria Gaudêncio do Rego – Doutora em Educação Matemática pela UFRN
Sílvio José Rossi - Doutor em Engenharia de Alimentos pela UNICAMP
Sônia de Almeida Pimenta - Doutora em Educação pela UNICAMP
Stella Maria Lima G. Oliveira - Mestre em Psicologia pela UFPB
1.7. Equipe técnico-administrativa de apoio à gestão do curso
1.7.1 Equipe técnico-acadêmica: docentes da UFPB
14 (quatorze) professores autores (conteúdos)
03 (três) professores especialistas em linguagem EAD
02 (dois) professores revisores (gramática)
02 (dois) professores validadores
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1.7.2 Equipe técnico-administrativa: escolhida mediante seleção, preferencialmente, entre
os técnicos da UFPB, com o apoio do CEFET/PB
01 Secretária(o)
01 Auxiliar administrativo
02 Técnicos de suporte tecnológico
02 Webdesigners
02 Ilustradores gráficos
02 Webmasters
02 Designers instrucionais
01 Produtor de vídeo
02 Editores de vídeo
01 Tradutor de LIBRAS
II.
Projeto do curso
2.1. Concepção do curso
Parte-se do pressuposto que a Educação a Distância é uma estratégia teóricometodológica. Entende-se que a EAD pode abrir espaço para a inclusão educacional e
digital, onde a multiplicidade do hipertexto, do link e das janelas abertas permitam salas de
aulas conectadas com o mundo, oferecendo possibilidades de uma nova prática educativa
e social, por suas características e sua forma de organizar a aprendizagem e os processos
formativos.
Para tanto, faz-se mister uma organização de apoio institucional e uma mediação
pedagógica que garantam as condições necessárias à efetivação do ato educativo.
Keegan (1983) afirma que “em EAD quem ensina é uma instituição” e Belloni (1999) fala
em “instituição ensinante”. Aqui se entende, porém, que a instituição educativa mais do
que “ensinante” ela deve se caracterizar como “aprendente”.
Essa modalidade de ensino permite desenvolver uma ação pedagógica mais
complexa e coletiva em que todos os sujeitos do processo ensino e aprendizagem estão
envolvidos direta ou indiretamente: de quem vai conceber e elaborar o material didático a
quem irá cuidar para que este chegue às mãos do estudante, do coordenador de curso ao
mediador acadêmico, do autor ao tecnólogo educacional, do editor ao web designer.
Segundo R. Marsden (apud Belloni, 1999, p. 80), EAD é um “processo complexo,
multifacetado, que inclui muitas pessoas, todas podendo reivindicar sua contribuição ao
ensino”.
Aqui a ação pedagógica e a construção de conhecimento, se baseiam numa
perspectiva heurística e construtiva que se sustenta sobre o alicerce do trabalho
colaborativo ou cooperativo na construção de uma rede ou de uma “comunidade de
aprendizagem”. Isso implica, no entender de Moraes (2002, p. 09), “o rompimento de
barreiras temporais e espaciais, ao mesmo tempo na superação de barreiras disciplinares
e curriculares”.
2.2. Objetivos e perfil profissional
O objetivo principal deste curso de Licenciatura Plena em Pedagogia (Magistério
da Educação Infantil) é a formação de professores para atuar junto ao segmento
educacional na faixa etária de 0 a 6 anos.
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Com base tanto nas diretrizes curriculares para o curso de Pedagogia quanto nas
diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil, propõe-se que o profissional
oriundo deste curso deverá apresentar um conhecimento sólido e abrangente:
• dos fundamentos gerais da educação;
• dos fundamentos teóricos das ciências que integram a proposta de
atendimento à criança pequena e, concomitantemente, seu tratamento
didático-metodológico exigido em nível da educação infantil;
• dos fundamentos das teorias do conhecimento que sustentam as propostas
metodológicas do processo de desenvolvimento e aprendizagem da
criança de 0 a 6 anos;
• do trabalho pedagógico realizado em instituições de educação infantil.
O egresso deste curso, ainda, deverá ter um perfil que o capacite a:
• ter uma visão consistente do processo educativo na primeira etapa da educação
básica em suas múltiplas interrelações pedagógicas, históricas, sociais,
econômicas, políticas e culturais;
• compreender a natureza das relações e interrelações sociais, econômicas,
políticas e culturais na constituição da realidade da educação infantil brasileira e
regional, bem como a importância do processo de atendimento à criança
pequena;
• compreender o processo de desenvolvimento da criança na construção de suas
relações com o mundo e com os outros, em seus aspectos cognitivo, biológico,
físico, motor, social, afetivo e moral;
• conhecer criticamente os conteúdos específicos que integram as diferentes
ciências do currículo da educação infantil;
• desenvolver postura investigativa que o leve a problematizar a realidade e o seu
entorno e a compreender sua prática profissional em toda sua complexidade;
• desenvolver, no âmbito do projeto pedagógico de sua instituição, a capacidade
de organização curricular para subsidiar, de forma integral, a criança em seu
processo de construção dos conhecimentos históricos no campo da Linguagem,
da Matemática, das Ciências Sociais e Naturais;
• criar espaços de aprendizagem coletiva, incentivando o diálogo, a troca de
idéias e o trabalho colaborativo;
• habilitar-se para a preparação e o desenvolvimento de recursos didáticos e
instrucionais relativos à sua prática e avaliação da qualidade do material
disponível no mercado, além de ser preparado para atuar como pesquisador no
área de educação infantil;
• desenvolver a competência técnico-política para propor soluções aos problemas
do cotidiano, face às realidades diversificadas, de modo a produzir um
conhecimento contextualizado e aplicado ao cotidiano dos alunos.
2.3 - Princípios norteadores da organização curricular
A metáfora do currículo em espiral aberta, possibilita pensar e construir o currículo
num constante ir e vir, num vir-a-ser em que todos os sujeitos e componentes envolvidos
participam em sua configuração e em sua materialização, relacionando-se e
determinando-se mutuamente.
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Com a compreensão de que o currículo envolve o processo formativo e
experiencial de todos os sujeitos envolvidos e relacionados, a proposta do currículo deste
curso busca (re)construir e re(significar) o processo de formação dos profissionais da
educação que atuam na primeira etapa da educação básica alicerçando-o sobre os
princípios filosóficos, pedagógicos e políticos assumidos no Programa Institucional de
Formação Docente da UFPB, a saber:
2.3.1 - Princípios epistemológicos
Entre as possíveis interpretações no campo das ciências humanas e sociais sobre
os caminhos traçados pela humanidade, ao longo de seu desenvolvimento milenar, quanto
à construção de suas relações sociais, de sua visão de mundo, e da maneira de
compreender o processo de conhecimento, uma das que mais influenciaram o pensamento
e a prática pedagógica foi o interacionismo. Segundo esta concepção, o conhecimento não
é dado "a priori" e nem pelo meio social. De acordo com Jonassen (1996), é uma
"construção humana de significados que procura fazer sentido do seu mundo". Trata-se,
portanto, de um processo de construção que se dá na relação do sujeito (que conhece)
com o entorno físico e social (que é conhecido) e que deve ser significativo para ele. A
aprendizagem, portanto, vai depender das condições do indivíduo (hereditariedade,
motivação, interesse) bem como das condições do meio – do ensinante-aprendente – , da
instituição ou da escola que tem a função histórica de educar seus cidadãos.
Na Educação a Distância, como nas demais modalidades, a instituição educativa,
alimentada pela perspectiva interacionista, passa a se preocupar com processos, com a
aprendizagem e não, exclusivamente, com produtos e resultados ou, simplesmente,
armazenando um volume cada vez maior de informações. O "papel" do professor, então,
toma outra direção e sentido, não se limitando ao de "transmitir" ou "reproduzir"
informações, disponibilizando um volume de textos (impressos e/ou veiculados pela
Internet).
A aprendizagem, portanto, não é um processo que ocorre "a distância", afastado
da relação com o outro, sem a interação e a convivência e, portanto, “solitária”. Segundo
Maraschin (2000), apoiando-se em Maturana (1993), sem o encontro, sem a possibilidade
da convivência não há aprendizagem, pois esta ocorre não quando há mudanças de
comportamento, mas quando há mudança estrutural da convivência. Numa concepção
dialética, é um processo individual/coletivo, solitário/solidário onde os contrários não se
negam, mas se completam, se determinam.
A aprendizagem pode "transpor a distância temporal ou espacial" fazendo
recursos às tecnologias "unidirecionais" (um-a-um, um-em-muitos), como o livro, o telefone
ou a tecnologia digital que é "multidirecional" (todos-todos), eliminando a distância ou
construindo interações diferentes daquelas presenciais. Mas, muito mais do que
recorrendo à mediação tecnológica, é a relação humana, o encontro com o(s) outro(s) que
possibilita ambiência de aprendizagem. Aprendizagem e educação são processos
"presenciais" 1, exigem o encontro, a troca, a co-operação, que podem ocorrer mesmo os
sujeitos estando “a distância”.
Esses princípios estão explicitados na proposta curricular
• ao se propor abandonar a rigidez da “disciplinaridade”, trabalhando por áreas do
conhecimento e, assim, oferecer uma formação interdisciplinar;
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“Presencialidade” pode significar, também, “estar juntos virtualmente”. O espaço físico está dando lugar ao ciberespaço
ou à construção de “redes de aprendizagem”, onde professores e alunos aprendem juntos, interagem e cooperam entre
si.
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• no momento das opções quanto aos recortes teórico-metodológicos das áreas,
tendo como referência comum os conceitos de historicidade, identidade,
interação e construção;
• na unidade teoria-prática: ao propor uma sólida formação teórica que possibilite
a compreensão do fazer pedagógico e enraizada nas práticas pedagógicas, nos
saberes profissionais, evitando-se a clássica separação entre os conteúdos e as
metodologias.
2.3.2 - Princípios metodológicos
Tendo presente que o currículo do curso deve incorporar a compreensão de que o
próprio currículo e o próprio conhecimento devem ser vistos como construções e produtos
de relações sociais particulares e históricas e, ainda, que deve ser orientado numa
perspectiva crítica em que ação-reflexão-ação se coloquem como atitude que possibilite
ultrapassar o conhecimento de senso comum, quatro conceitos são escolhidos para servir
não só de elo entre as diferentes áreas e os diferentes núcleos de conhecimento, mas,
também, de fio condutor para a base metodológica do curso:
DIVERSIDADE: é preciso que o aluno tenha claro não só a diferença da natureza
dos conhecimentos com os quais trabalha no currículo, mas, também, a diversidade na
abordagem que a eles se dá, em razão do enfoque teórico-metodológico escolhido. É
importante que o aluno compreenda como as diferentes abordagens determinam
posicionamentos políticos na ação educativa e que o conhecimento trabalhado nas
instituições não é neutro. O conceito de diversidade coloca-se, ainda, como fundamental
no curso, tendo em vista os desafios e os dilemas do multiculturalismo, face às
diversidades étnico-culturais do país.
HISTORICIDADE: é vista como característica das ciências. Mediante esse
conceito, espera-se que o acadêmico perceba que o conhecimento se desenvolve e é
construído num determinado contexto histórico-social-cultural. O desenvolvimento do
conhecimento, por ser processual, não possui a limitação de início e fim,
consubstanciando-se em um continuum em que avanços e retrocessos se determinam e
são determinados pelas condições histórico-culturais em que as ciências são construídas.
CONSTRUÇÃO: perpassa todas as áreas de conhecimento do curso, para que o
aluno reforce sua compreensão de que os conhecimentos são históricos, resultado do
processo de construção que se estabelece no e do conjunto de relações homem-homem,
homem-natureza e homem-cultura. Essas relações, por serem construídas num contexto
histórico e cultural, jamais serão lineares e homogêneas. O acadêmico deve imbuir-se do
firme propósito de transformar-se num profissional que não só reproduz conhecimento,
mas que também, em sua prática discente e docente, principalmente por meio das
relações com seus alunos, estará mediando e produzindo conhecimentos.
INTERAÇÃO: o princípio da interação é um conceito que assume nesta proposta
duas perspectivas: a primeira preocupa-se com percurso do aluno enquanto sujeito que
reflete, constrói, reconstrói conhecimentos e ressignifica a sua história pessoal com base
nos saberes oriundos da sua prática profissional no espaço da educação infantil; a
segunda compreende a interação a partir das contribuições teóricas de Piaget e Vygotsky
que a concebem como imprescindíveis ao desenvolvimento do sujeito, em especial da
criança pequena.
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2.3.3 - Princípios dinamizadores
A adoção desse princípio implica uma dinâmica curricular que torne o vivido
pensado e o pensado vivido, com a incorporação, no processo de formação acadêmica, da
experiência profissional já vivida pelos alunos e pela dialeticidade entre o desenvolvimento
teórico das disciplinas e sua construção pela prática; ou seja, a reflexão teórica e a prática
do profissional da educação infantil estarão presentes de forma dialetizada na experiência
da sua formação.
Essa direção metodológica implica inter-relações epistemológicas, em que a
construção integradora do conhecimento põe-se como princípio também fundamental no
desenvolvimento do curso, buscando-se o reconhecimento da autonomia relativa de cada
área de conhecimento e a necessária dialogicidade na busca do conhecimento da
realidade das instituições de educação infantil. A compreensão da totalidade do trabalho
com a educação infantil, que envolve a dinâmica educar e cuidar, traz em si a necessidade
do licenciando obter a base científica suficientemente aprofundada para fundamentar o
trato epistemológico e pedagógico do conjunto dos conceitos a serem trabalhados, de
forma integral como conteúdos na educação infantil.
2.4 - Organização da estrutura curricular
Tendo em vista os princípios anteriormente explicados, o currículo do curso de
Licenciatura em Educação Infantil está organizado em quatro núcleos de estudos, que são
complementares e interdependentes, cada um dos quais sendo desenvolvidos em um ano
letivo, divididos em 2 semestres. A integralização curricular perfaz um total de 3.225 (três
mil, duzentos e vinte e cinco) horas e 215 (duzentos e quinze) créditos, conforme
especificação a seguir:
1 - Núcleo dos Fundamentos da Educação (Conteúdos Básicos
Profissionais) com 750 horas, envolvendo dois pilares: os conhecimentos relativos à
estrutura do curso e os estudos sobre as “Ciências da Educação”.
Com relação ao primeiro, será oferecido um módulo introdutório com carga
horária de 60 h, envolvendo especificamente as informações relativas ao curso: objetivos,
organização e estrutura curricular, características da modalidade da educação a distância,
o processo de interlocução entre alunos-mediadores acadêmicos e especialistas das áreas
de conhecimento e o processo de avaliação de aprendizagem.
Nessa fase, os alunos recebem, além do projeto político-pedagógico do curso, o
material didático, que tem como objetivo auxiliá-lo em seu processo de estudo na
educação a distância. Nesse material, a ser trabalhado ao longo do curso, o aluno recebe
informações relativas ao estudo autônomo, às técnicas de estudo e à metodologia do
trabalho científico. Essa fase é encerrada com a realização de um Seminário Integrador,
cuja finalidade é apresentar aos alunos – e com eles discutir – o projeto políticopedagógico do curso, reforçar sua identificação com a UFPB e, finalmente, ser um
momento forte de congraçamento entre os acadêmicos de diferentes municípios, os
orientadores e a equipe pedagógica do curso.
Com relação ao segundo pilar, serão dedicadas 750 h para o desenvolvimento de
conteúdos ligados às áreas de Filosofia, Sociologia, Antropologia, Psicologia e História da
Educação, com vistas a oferecer suporte teórico e metodológico para a realização de
análises contextualizadas da educação brasileira e regional, da educação infantil em seu
processo histórico, antropológico, psicológico, filosófico e social, nos aspectos referentes à
criança, à educação e ao profissional que nela atua.
12
2 - Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil (Conteúdos Básicos
Profissionais) com 570 horas, objetiva oportunizar aos alunos um embasamento dos
princípios intrínsecos ao crescimento e desenvolvimento das crianças de zero a seis anos
de idade que se consolida na dinâmica educar e cuidar, concebidas como processos
indissociáveis.
3 - Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da Educação Infantil
(Conteúdos Complementares Obrigatórios) com 825 horas, busca um aprofundamento
dos fundamentos e princípios epistemológicos, teóricos e metodológicos das ciências que
compõem o currículo da educação infantil, incorporando significados apropriados ou
produzidos por elas para buscar a definição de processos de acompanhamento e análise
da interação aprendizagem-desenvolvimento, aprofundados e sistematizados pelos
Seminários Temáticos de Prática Curricular e pelo Estágio Supervisionado em Magistério
da Educação Infantil.
4 - Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na Educação Infantil
(Conteúdos Complementares Obrigatórios) totaliza 765 horas e se constitui como um
bloco de estudos que visa garantir ao aluno o aprofundamento e a compreensão da
totalidade e complexidade do trabalho com crianças de 0 a 6 anos de idade, dos princípios
sustentadores da ação pedagógica nas creches e pré-escolas, com orientações sobre o
planejamento do currículo em educação infantil, enfim, da dinâmica da ação e das
características do espaço coletivo do trabalho com crianças pequenas na esfera pública.
Tem, portanto, como propósito a organização, o aprofundamento e sistematização dos
conhecimentos necessários para a compreensão da dinâmica do trabalho a ser efetivado
no espaço da instituição de educação infantil. Culmina com os Seminários Temáticos de
Prática Curricular.
Observe-se que os Seminários Temáticos de Prática Curricular e o Estágio
Supervisionado em Magistério da Educação Infantil perpassam todos os núcleos da
estrutura curricular do curso. O propósito deste modelo de estrutura curricular é garantir a
unidade teoria-prática, uma vez que, durante a realização dos Seminários Temáticos de
Prática Curricular serão desenvolvidos estudos, atividades práticas e pesquisas, com base
nos subsídios teórico-metodológicos desenvolvidos nos diferentes núcleos e áreas de
conhecimento do curso, no sentido de levar os alunos a uma reflexão sobre sua prática e a
um olhar sobre a instituição de educação infantil (creches ou pré-escolas), além de
propiciar a construção interdisciplinar dos conteúdos.
Já o Estágio Supervisionado se constitui numa atividade eminentemente prática,
cujas ações, cuidadosamente planejadas no espaço dos Seminários Temáticos,
possibilitam uma reflexão sobre as práticas pedagógicas realizadas no interior das
instituições de educação infantil. A culminância de cada Seminário Temático em conjunto
com os Estágios Supervisionados se fará de forma presencial onde todos os alunos do
curso apresentarão um relatório de suas atividades e trocarão suas experiências.
13
2.5 - Estrutura curricular
1º Semestre
Disciplina
CHT
Introdução a EAD
60
História
da
Educação
60
Brasileira I
Sociologia Educacional I
60
Filosofia da Educação I
60
60
Português Instrumental
T
15
30
P E PReq
45
30
30
30
30
30
30
30
30
Matemática Instrumental
60
30
TOTAL DO SEMESTRE
360
165 195
2º Semestre
Disciplinas
CHT
História
da
Educação
60
Brasileira II
Sociologia Educacional II
60
Psicologia Educacional I
60
Filosofia Educacional II
60
Política Educacional
45
Seminários Temáticos de
60
Prática Curricular I
Estágio Supervisionado em
60
Magistério
da
Educação
Infantil I
TOTAL
405
3º Semestre
Disciplinas
CHT
Políticas Públics e Educação
60
Infantil
Educação e Saúde I
45
Psicologia Educacional II
60
Ludicidade e
Desenvolvimento da Criança
I
Antropologia Cultural
Educação, Cultura e Mídia
Seminários Temáticos de
Prática Curricular II
Didática na Educação Infantil
Estágio Supervisionado em
Magistério da Educação
Infantil II
TOTAL
T
30
P
30
30
30
30
30
30
30
30
30
15
30
E PReq
HEB I
SE I
FE I
60
180 165 60
T
30
P
30
E
30
30
15
30
60
30
30
45
30
15
45
60
25
30
20
30
45
45
20
25
465
225 195 45
PReq
PE I
STPC
I
45 ESMEI
I
14
4º Semestre
Disciplinas
CHT
Ludicidade
e 60
Desenvolvimento da Criança
II
Educação e Saúde II
60
Pesquisa e Prática
60
Pedagógica na Educação
Infantil
Matemática na Educação 45
Infantil I
Seminários Temáticos de 60
Prática Curricular III
Metodologia do Trabalho 60
Científico
Estágio Supervisionado em 60
Magistério
da
Educação
Infantil III
TOTAL
405
5º Semestre
Disciplinas
CHT
Linguagem e Pensamento na
60
Educação Infantil I
Linguagens Artísticas na
45
Educação Infantil I
Ciências Naturais na
45
Educação Infantil I
Matemática na Educação
45
Infantil II
Avaliação
na
Educação
45
Infantil
Tópicos Especiais em.
60
Educação I
Pesquisa
Aplicada
à
60
Educação
Seminários Temáticos de
Prática Curricular IV
Estágio Supervisionado em
Magistério da Educação
Infantil IV
TOTAL
60
60
480
T
30
P
30
30
30
30
30
30
15
45
15
30
30
E
PReq
LDC I
ES I
STP II
60 ESMEI
II
195 150 60
T
30
P
30
30
15
30
15
15
30
15
30
30
30
15
45
45
15
E
PReq
MEI I
MTC
STPC
III
60 ESMEI
III
210 210 60
15
Disciplinas
6º Semestre
CHT
Ciências Naturais na
Educação Infantil II
Ciências Sociais na
Educação Infantil I
Linguagem e Pensamento
na Educação Infantil II
Linguagens Artísticas na
Educação Infantil II
Literatura Infantil
Tópicos Especiais em.
Educação II
Seminários Temáticos de
Prática Curricular V
Estágio Supervisionado em
Magistério da Educação
Infantil V
TOTAL
T
P
45
30
15
45
30
15
45
30
15
LPEI I
45
30
15
LAEI I
45
60
30
30
15
30
TEE I
60
45
15
60
405
E
PReq
CNEI I
STPC
IV
60 ESMEI
IV
225 120 60
7º Semestre
Disciplinas
Ciências Sociais na
Educação Infantil II
Corporeidade e Educação
Currículo na Educação
Infantil
Gestão e Planejamento na
Educação Infantil
Seminários Temáticos de
Prática Curricular VI
Estágio Supervisionado em
Magistério da Educação
Infantil VI
TOTAL
CHT
45
T
30
P
15
45
60
30
30
15
30
60
30
30
60
45
15
60
330
E
PReq
CSEI I
STPC
V
60 ESMEI
V
165 105 60
16
8º Semestre
Disciplinas
CHT
Saúde e Trabalho Docente
45
Escola, Família e Sociedade
45
Educação Inclusiva
60
Organização e Conforto
45
Ambiental
Seminários Temáticos de
60
Prática Curricular VII
Estágio Supervisionado em
60
Magistério da Educação
Infantil VII
Trabalho de Conclusão de
60
Curso
375
TOTAL
T
30
30
30
30
P
15
15
30
15
E
PReq
45
15
STPC
VI
60 ESMEI
VI
15
45
180 135 60
Distribuição de Carga Horária
Atividades
Conteúdos Básicos
Profissionais
Conteúdos
Complementares
Obrigatórios
Núcleo dos Fundamentos da Educação
Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil
Estágio Supervisionado
Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da
Educação Infantil
Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na
Educação Infantil
Conteúdos Complementares Optativos
Conteúdos Complementares Flexíveis
Carga horária
750
1725
570
405
420
765
195
120
TOTAL
1500
3225
17
2.6 - Carga horária, créditos, ementas e bibliografias
1º Núcleo de Estudos: Fundamentos da Educação (Conteúdos Básicos Profissionais)
Introdução à Educação a Distância – 60 h, 04 créditos
Ementa: O projeto político pedagógico do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com
habilitação em Educação Infantil na modalidade a distância; Perspectivas
teórico-metodológica da aprendizagem a distância. Bases conceituais.
Características. Design instrucional. Comunicação mediatizada e avaliação. Uso
da plataforma MOODLE.
Bibliografia
BELLONI, Maria Luisa. Educação a Distância. Campinas: Autores Associados, 1999.
COLE, Jason. Using Moodle. Oreilly & Assoc. 2005.
GONZALEZ, Mathias. Fundamentos da tutoria em educação a distância. Campinas:
Avercamp, 2005.
MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e
mediação pedagógica. 8ª edição. São Paulo: Papirus, 2004.
MURAD, Fátima & LITWIN, Edith. Educação a distancia. Porto Alegre: Artmed, 2001.
PALLOFF, Rena M. & PRATT, Keith. Construindo comunidades de aprendizagem no
ciberespaço: estratégias eficientes para salas de aula on-line. Porto Alegre: Artmed, 2002.
PETERS, Otto. Didática do ensino a distância. São Leopoldo, RS: Editora Unisinos, 2001.
RUMBLE, Greville. A gestão de sistemas de ensino a distância. Brasília: Editora da Unb:
Unesco, 2003.
História da Educação Brasileira I – 60 h, 04 créditos
Ementa: A educação brasileira no período colonial. A educação brasileira no império. O
ideário educacional no século XIX. A educação brasileira na 1ª. República. Os
processos históricos e a criança pequena nesses contextos.
Bibliografia
RIBEIRO, M. L. S. História da Educação Brasileira. São Paulo: Cortez e Moraes. 1978.
NAGLE, Jorge. Educação e sociedade na Primeira República. São Paulo: EPU/EDUSP,
1974.
LOBO, Lilia Ferreira. Os infames da História. A instituição da deficiência no Brasil. Tese de
Doutorado – PUC/RJ. 1997.
História da Educação Brasileira II – 60 h, 04 créditos
Ementa: A educação brasileira na 2ª. República. A educação brasileira na república
populista. A educação no Brasil durante o regime militar. A situação do ensino
brasileiro na Nova República. Os processos históricos e a criança pequena
nesses contextos. Cenas da história brasileira: a construção social da infância.
As instituições de atendimento à criança pequena e a construção de uma
pedagogia para a infância. A infância no pensamento social brasileiro: caridade,
filantropia, assistência, trabalho, educação e reclusão.
18
Bibliografia
SAVIANI, Dermeval. Política e educação no Brasil – o papel do Congresso Nacional na
legislação do ensino. Campinas: Ed. Autores Associados. 1996.
FREITAS, Marcos C. de (org.). História social da infância no Brasil. São Paulo: Ed. Cortez.
1989.
KRAMER, Sonia. e LEITE, M. I. Infância: fios e desafios da pesquisa. Campinas: Papirus,
1996.
RIZZINI, Irene. O século perdido. Raízes históricas das políticas para a infância no Brasil.
Rio de Janeiro: Santa Úrsula/ Amais,1997.
VASCONCELLOS, Vera Maria Ramos de (Org.). Educação da Infância: História e Política.
Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
Sociologia Educacional I – 60 h, 04 créditos
Ementa: O surgimento da Sociologia; a Sociologia como ciência: a interpretação social;
Augusto Comte: a Sociocracia; Émile Dürkheim: o fato social; Herbert Spencer:
Darwinismo social; Max Weber: a ação social; Karl Marx: a práxis.
Bibliografia
LEFEBVRE, H. O marxismo. São Paulo: DIFEL, 1960.
DURKHEIM, Emile. As regras do método sociológico. São Paulo: Ed. Nacional. 1990.
DEWEY, John. Vida e Educação. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1965.
SADER, Emir (org.).7 pecados do Capital. São Paulo: Record Ed., 2000.
NOGUEIRA, Maria Alice. Educação, saber, produção em Marx e Engels. Ed. Autores
Associados,1990
Sociologia Educacional II – 60 h, 04 créditos
Ementa: A Sociologia da Educação no século XX. Temáticas atuais da Sociologia da
Educação: escolaridade moderna; o trabalhador docente. A formação do
professor e dos profissionais da educação infantil. O fracasso da/na escola; A
educação para o terceiro milênio. As contribuições da Sociologia para a
Educação Infantil.
Bibliografia
CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia.São Paulo: Ed. Brasiliense, 1981.
DOMINGUES, J. M. Teoria Sociológica no Século XX. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2001.
NÓVOA, A. Vida de Professores. Portugal: Porto Ed., 1992.
LINHARES, Célia Frazão. A escola e seus profissionais – tradições e contradições. Rio de
Janeiro: Agir. 1989.
PATTO, Maria Helena Sousa. (1990) A produção do fracasso escolar: histórias de
submissão e rebeldia. São Paulo: T. A . Queiroz.
PATTO, Maria Helena Sousa.(1984) Psicologia e Ideologia – uma introdução crítica à
psicologia escolar. São Paulo: T. A . Queiroz.
PATTO, Maria Helena Sousa (2005) Exercícios de indignação – escritos de educação e
psicologia. São Paulo: Casa do Psicólogo.
19
Antropologia Cultural – 45 h, 03 créditos
Ementa: A Antropologia no quadro das Ciências Sociais e das Ciências Humanas; O
conceito clássico e contemporâneo de cultura em contraposição ao conceito de
raça. Cultura e Sociedade no Brasil, unidades e diversidades: regionais, étnicoraciais, culturais e de gênero; A transmissão da cultura; a dimensão cultural da
sala de aula; a diferenciação étnico-cultural como fator de insucesso escolar.
Etnocentrismo e Multiculturalismo.
Bibliografia
CERTEAU, Michel. A cultura no plural.Campinas: Papirus, 1995.
DE SOUZA SANTOS. Boaventura. Pela mão de Alice – o social e o político na pósmodernidade. São Paulo: Ed. Cortez, 1995.
TRINDADE. Azoilda Loretto (org.). Multiculturalismo - mil e uma faces da escola. Rio de
Janeiro: DP&A Editora. 2000
SOUZA, Solange Jobim (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da
cultura. Ed. 7 Letras. 2000.
Psicologia Educacional I – 60 h, 04 créditos
Ementa: Introdução ao estudo da psicologia e as principais escolas psicológicas:
comportamentalismo, humanismo, sócio-histórico ou cultural e institucionalismo.
Psicanálise e educação. Noções de psicologia dos grupos: história e diversas
abordagens teóricas. Articulação entre Psicologia e Educação. Teorias da
aprendizagem nas diferentes abordagens. Teorias explicativas da dificuldade de
aprendizagem. Psicopedagogia. Processos de construção do conhecimento pela
criança de 0 A 6 anos.
Bibliografia
ARIÉS, Philippe. História social da infância e da família. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara.
1978
COLL,César; PALACIOS, Jesús; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento Psicológico e
Educação: Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. v.2.
FREIRE, Paulo. Professora sim, Tia Não. São Paulo: Ed. Olho d ' Água. 1995
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia – saberes necessários à prática da autonomia.
São Paulo: Ed. Paz e Terra. 1996
LINHARES, Célia. & TRINDADE, Maria Nazaré. (Orgs.) Compartilhando o mundo com
Paulo Freire. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire (Biblioteca Freireana; v.7) 2003
SILVA, Tomaz Tadeu da.(org.) O sujeito da educação - estudos foucaultianos. Petrópolis:
Ed. Vozes. 2000
FREITAS, Marcos C. de (org.) História social da infância no Brasil. São Paulo: Ed. Cortez.
PATTO, Maria Helena Souza. Mutações do cativeiro – escritos de psicologia e política. São
Paulo: EDUSP/Hacker Editores. 2000
PATTO, Maria Helena Sousa. Psicologia e Ideologia – uma introdução crítica à psicologia
escolar. São Paulo: T. A . Queiroz. 1984
PATTO, Maria Helena Sousa. Exercícios de indignação – escritos de educação e
psicologia. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2005.
JACÓ-VILELA, Ana Maria e MANCEBO, Deise. Psicologia Social: Abordagens sóciohistóricas e desafios contemporâneos. Rio de Janeiro: EdUerj. 1989
20
SOUZA, Solange Jobim (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da
cultura. Ed. 7 Letras. 2003
MACHADO, Adriana Marcondes e PROENÇA, Marilene.(Org.) Psicologia escolar: em
busca de novos rumos. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2004
MOYSES, M.A.A. A institucionalização invisível - crianças que não aprendem na escola.
Campinas, SP: Mercado de Letras; São Paulo: Papesp. 2001
Filosofia Educacional I – 60 h, 04 créditos
Ementa: A contribuição de Kant e Hegel para a educação: razão, imaginação, ciência e
arte. Historicidade do conhecimento; Teoria e práxis do educador.
Bibliografia
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pensar a Prática. São Paulo: Edições Loyola, 1990.
CARNEIRO, G. M., CESARINO, H. e MELO NETO, J. F. Dialética. João Pessoa:
UFPB/Editora Universitária, 1992.
HEIGEL, G. W. A Fenomenologia do Espírito. Coleção Os Pensadores. São Paulo, Abril
Cultural, 1984.
PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e Existência – Problemas Filosóficos da Pesquisa Científica.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
Filosofia Educacional II – 60 h, 04 créditos
Ementa: Tópicos de filosofia da educação: valores, sujeito, indivíduo, comunidade,
projeto, escolha e transcendência. A contribuição de Sartre para a educação. A
contribuição de Paulo Freire: pedagogia da autonomia e ética.
Bibliografia
ATHAYDE, Milton, BARROS, Maria Elizabeth Barros de, BRITO, Jussara, NEVES, Mary
Yale (Org.) (2001) Trabalhar na escola? Só inventando o prazer.Rio de Janeiro: Edições
IPUB/CUCA.
FREIRE, Paulo (1996) Pedagogia da autonomia – saberes necessários à prática da
autonomia. São Paulo: Ed. Paz e Terra.
LINHARES, Célia. & TRINDADE, Maria Nazaré. (Orgs.) (2003.) Compartilhando o mundo
com Paulo Freire. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire (Biblioteca Freiriana; v.7).
Política Educacional – 45 h, 03 créditos
Ementa: A constituição das Políticas Públicas no Brasil. As legislações e as políticas
nacionais: desafios frente à realidade. As legislações educacionais no contexto
das políticas públicas brasileiras: trajetória, avanços e retrocessos. A nova
LDB/96. A educação brasileira no contexto das mudanças estruturais e
conjunturais da sociedade. Políticas públicas no Estado do Bem Estar Social e
no modelo neoliberal. Políticas para a educação básica.
21
Bibliografia
ARROYO, Miguel G (Org.) Da escola carente à escola possível. São Paulo: Ed. Loyola.
1991
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília. 1996
FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva. São Paulo: Cortez/Autores
Associados. 1984
FRIGOTTO, Gaudêncio. e CIAVATTA, M. Teoria e educação no labirinto do capital.
Petrópolis: Vozes. 2001
GENTILI, Pablo. e SILVA , Tomás Tadeu. Neoliberalismo, qualidade total e educação.
Petrópolis: Vozes. 1994
GENTILI, Pablo. Pedagogia da Exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação.
Petrópolis: Vozes. 1995
GENTILI, Pablo. e ALENCAR, Chico. Educar na esperança em tempos de desencanto.
Petrópolis: RJ: Ed. Vozes. 2001
LINHARES, Célia. & TRINDADE, Maria Nazaré. (Orgs.) Compartilhando o mundo com
Paulo Freire. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire (Biblioteca Freiriana; v.7) 2003
SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação
Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997.
SILVA, Luiz Heron (Org.) A escola cidadã no contexto da globalização. Petrópolis: Ed.
Vozes. 1999
MONLEVADE, João. Educação Pública no Brasil: Conto$ e Desconto$. Ceilândia, DF:
Idéia Editora, 1997.
Português Instrumental – 60 h, 04 créditos
Ementa: A Língua Portuguesa como fonte de comunicação. Gêneros textuais no ensinoaprendizagem da leitura e da escrita. Construção do hábito de ler e escrever.
Leitura, compreensão e interpretação de textos. Os suportes textuais e os
projetos integrados de leitura e redação.
Bibliografia
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998.
BRASIL.Secretaria de Ensino Fundamental. Programa de desenvolvimento profissional
Continuado: alfabetização. Brasília: SEF, 1999.
KLEIMAM, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. 7ª ed. Campinas: Pontes, 2000.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem, Editota Ática.
TEBEROSKY, Ana e CARDOSO, Beatriz. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita.
Campinas (SP), UNICAMP.
BRASIL. O Texto Como Unidade de Ensino e Prática e Leitura In: Parâmetros Curriculares
Nacionais. Língua Portuguesa. MEC/SEF, Brasília, 1997.
Matemática Instrumental – 60 h, 04 créditos
Ementa: Concepções de Matemática e suas implicações sobre o ensino. A Educação
Matemática por meio da resolução de problemas, dos jogos, da história da
matemática e dos recursos tecnológicos; A Resolução de problemas como eixo
no ensino de Matemática por compreensão; Os sistemas de Numeração e os
significados das operações com Naturais; Números Racionais e Geometria.
22
Bibliografia
AZERÊDO, Maria Alves de. A Mediação Pedagógica na Resolução de Problemas
Matemáticos. João Pessoa: UFPB, 2003. Dissertação de Mestrado.
BICUDO, M. A. V. (Org.) Pesquisa em Educação Matemática: Concepções e Perspectivas.
São Paulo: Editora UNESP, 1999.
BRASIL. MEC / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática, Brasília, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. vol. 3.
CARRAHER, T., CARRAHER, D. e SCHLIEMANN, A. D. Na vida dez na escola zero. 3ª
edição, São Paulo: Cortez, 1989.
CARVALHO, Dione Lucchesi de. Metodologia do Ensino da Matemática. São Paulo:
Cortez, 1991.
MACHADO, N. J. Medindo comprimentos. São Paulo: Scipione, 1988. Coleção. Vivendo a
Matemática.
PAIS, L. C. Didática da Matemática – uma análise da influência francesa. Belo Horizonte:
Autêntica, 2001.
PARRA, Cecília e SAIZ, Irmã (Orgs.) Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas.
Trad. Juan Acuña Llorens. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
POZO, Juan Ignácio (org.) A solução de problemas: aprender a resolver, resolver para
aprender; trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: ArtMed, 1998.
REGO, Rogéria Gaudêncio do e REGO, Rômulo Marinho do. Matematicativa. João
Pessoa, Editora Universitária/ UFPB, 1999.
SMOLE, Kátia Stocco e DINIZ, Maria Ignez (org.) Ler, escrever e resolver problemas:
habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
TOLEDO, M. e TOLEDO, M. Didática da Matemática: como dois e dois. São Paulo: FTD,
1997.
ZUNINO, Delia Lerner de. A Matemática na Escola: aqui e agora. trad. Juan Acuña
Llorens. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
2º Núcleo de Estudos: Fundamentos da Educação Infantil (Conteúdos Básicos
Profissionais)
Matemática na Educação Infantil I – 45 h, 03créditos
Ementa: A Matemática no currículo da Educação Infantil. A criança de 0 a 6 anos e as
relações numéricas. Conceitos matemáticos: seriação (ordenação), inclusão de
classes e conservação e contagem. A gênese do número na criança. Sistemas
de numeração e Numeração hindu-arábica. Números naturais e Operações:
adição, subtração, multiplicação e divisão.
Bibliografia
CARRAHER, T. N. (Org.) Aprender Pensando – contribuições da psicologia cognitiva para
a educação. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 1994.
DANYLUK, Ocsana. Alfabetização Matemática – as primeiras manifestações da escrita
infantil. Porto Alegre: Sulina, Passo Fundo: Ediupf, 1998.
23
KAMII, Costance. Crianças Pequenas Reinventam a Aritmética – implicações da teoria de
Piaget. Trad. Cristina Monteiro. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
______________. A criança e o número. Campinas: Papirus, 1984
MOISÉS, L. M. O desafio de saber ensinar. 7ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2001.
NUNES, Terezinha. e BRYANT, Peter. Crianças fazendo matemática. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1997.
NUNES, Terezinha. Introdução à Educação Matemática: os números e as operações
numéricas. São Paulo: PROEM, 2001.
OLIVEIRA, Marta Kohl. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento – um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 1997.
Ciências Sociais na Educação Infantil I – 45 h, 03 créditos
Ementa: Concepções acerca dos conceitos de tempo e espaço em Ciências Sociais.
Conceitos de tempo, espaço, relações sociais e sujeito histórico. A questão
teórico-metodológica em Ciências Sociais: implicações nas práticas pedagógicas
do profissional da educação e no trabalho pedagógico da educação infantil.
Bibliografia
CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). A Geografia na Sala de Aula. São Paulo: Contexto,
1999.
PIAGET, Jean. A Noção de Tempo na Criança. Rio de Janeiro: Record, 1989.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um Discurso sobre as Ciências. Porto: Edições
Afrontamento, 1999.
SOUZA, Maria Adélia de (Org.). A Construção do Espaço. São Paulo: Nobel, 1996.
Ciências Naturais na Educação Infantil I – 45 h, 03 créditos
Ementa: Fundamentos epistemológicos das ciências naturais: características, princípios
históricos, filosóficos e metodológicos. Noções de ciências e suas interações
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Edição Famurs, 1998.
Políticas Públicas e Educação Infantil – 60 h, 04 créditos
Ementa: As políticas públicas de atendimento à criança e seus reflexos nas instituições
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a educação infantil. O cuidado e a educação. A integração da Educação Infantil
ao sistema escolar brasileiro. O financiamento da educação infantil.
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Pesquisa e Prática Pedagógica na Educação Infantil – 60 h, 04 créditos
Ementa: Conhecimento Científico e pesquisa científica; A iniciação científica através da
pesquisa educacional e da reflexão sobre a prática pedagógica; Tipos e etapas
de realização da pesquisa: o projeto, desenvolvimento da pesquisa e relatório. O
professor-pesquisador.
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LOURAU, René. (1993).Análise Institucional e práticas de pesquisa. Rio de janeiro: UERJ.
Educação e Saúde I – 45 h, 03 créditos
Ementa: Perspectivas teóricas sobre o desenvolvimento físico da criança. A relação entre
crescimento físico, desenvolvimento e aprendizagem da criança. Os seis
primeiros anos de vida: desenvolvimento biológico e fisiológico.
Bibliografia
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CANGUILHEM, G. O normal e o patológico. Trad. de Maria Thereza Regid de Carvalho
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desenvolvimento – reflexões e práticas atuais. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.
Educação e Saúde II – 60 h, 04 créditos
Ementa: Saúde e educação: relação entre cuidar e educar. Características físicas e
mentais e as necessidades básicas da criança de zero a seis anos. Problemas
mais freqüentes e prevenção: acidentes, maus-tratos e saúde. Cuidados básicos
de higiene pessoal e ambiental. Nutrição e saúde da criança: aleitamento
materno; alimentação complementar; alimentação do pré-escolar.
Bibliografia
FOUCAULT, M. História da loucura na idade clássica. Trad. José Teixeira Coelho Netto.
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26
Ludicidade e Desenvolvimento da Criança I – 60 h, 04 créditos
Ementa: Concepções
históricas,
antropológicas,
sociológicas,
psicológicas
e
epistemológicas do jogo. O brincar na educação infantil: prática cultural e fonte
de compreensão do mundo. As interfaces do brincar: jogo, brinquedo e
brincadeira. O jogo no contexto da educação infantil e sua relação com o
desenvolvimento e a aprendizagem da criança.
Bibliografia
ARIÉS, Philippe. História social da infância e da família. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara.
1978
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Educação: Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. v.2.
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WAJSKOP, G. Brincar na Pré-Escola. São Paulo: Cortez, 1995.
Ludicidade e Desenvolvimento da Criança II – 60 h, 04 créditos
Ementa: As práticas lúdicas: na educação infantil e na família. A confecção de
brinquedos, jogos e histórias. O jogo individual e em grupo na educação infantil.
O uso de brinquedos e jogos no desenvolvimento da criança com necessidades
especiais.
Bibliografia
BENJAMIN, W. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. Tradução de Marcus
Vinicius Mazzari. São Paulo: Summus, 1984.
______________. Magia e técnica, arte e política. Obras escolhidas v. I. Tradução de
Sergio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
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WAJSKOP, G. Brincar na Pré-Escola. São Paulo: Cortez, 1995.
27
Avaliação na Educação Infantil – 45 h, 03 créditos
Ementa: Análise dos procedimentos metodológicos no estudo da criança: observação,
experimentação e método clínico. O trabalho de investigação na Educação
Infantil. Acompanhamento do desenvolvimento da criança nas diversas teorias
psicológicas. Instrumentos de avaliação do desenvolvimento da criança.
Avaliação das interações grupais e práticas sociais.
Bibliografia
ESTEBAN, Maria Tereza (Org.) Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio
de Janeiro: DPeA, 2003.
MELCHIOR, M. C. Avaliação: novos tempos, novas práticas. Petrópolis. Vozes, 1998.
HOFFMAN, J. Avaliação: mito e desafio – uma perpectiva construtivista. 14ª ed. Porto
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____________ Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
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PERRENOUD, Philipe. Avaliação – da excelência à regulação
PIMENTA, S. G. e LIMA, M. S. L. (Org.). Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
RABELO, Edmar. Avaliação. Novos tempos, novas práticas. 5ª ed.Petrópolis, Vozes, 1998.
SILVA, J. F. da. Avaliação na perspectiva reguladora. Porto Alegre. Editora Mediação,
2004.
Didática na Educação Infantil – 45h, 03 créditos
Ementa: A perspectiva sócio-histórica da didática. Objeto da didática. A relação ensinoaprendizagem na educação infantil. A pedagogia de projetos, a transversalidade
e a interdisciplinaridade. Avaliações e planejamento de ensino.
Bibliografia
CANDAU, Vera Maria. A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1984.
_________. Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 1993.
CAMBI, F. História da Pedagogia. São Paulo, Unesp, 1999.
COLL,César; PALACIOS, Jesús; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento Psicológico e
Educação: Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. v.2.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 21ª
edição. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Coleção Leitura.
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização na Escola Pública. A pedagogia crítico-social dos
conteúdos. 18ª edição. São Paulo: edições Loyola, 2002;
__________. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
__________. Adeus Professor, Adeus Professora? Novas exigências educacionais e
profissão docente. 4ª edição. São Paulo: Cortez, 2000.
MOYSÉS, Lúcia. O desafio de saber ensinar. 7ª ed. Campinas, SP: Papirus, 1994.
NARODOWSKI, Mariano. Comenius e a Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
PIMENTA, Selma Garrido (Org.) Didática e formação de professores: percursos e
perspectivas no Brasil e em Portugal. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 2000.
__________. Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.
PIMENTA, S. G. e LIMA, M. S. L. (Org.). Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
TURRA, C. M. G, et all. Planejamento de Ensino e Avaliação. 11ª ed. Porto Alegre: SAGRA
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VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino aprendizagem e projeto
político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2000.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Repensando a Didática. 2ª ed. Campinas: Papirus, 1989.
___________. Didática: o ensino e suas reações. Campinas: Papirus, 1990.
COLL, César; PALACIOS, Jesús; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento Psicológico e
Educação: Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. v.2.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: Como ensinar. Trad. Ernani F. Da F. Rosa. Porto
Alegre: Artmed, 1998
3º Núcleo de Estudos: Ciências Básicas e Metodologias da Educação Infantil (Conteúdos
Complementares Obrigatórios)
Psicologia Educacional II – 60 h, 04 créditos
Ementa: Jean Piaget: epistemologia genética, principais conceitos, estágios do
desenvolvimento da inteligência, o desenvolvimento moral. L. S. Vygotsky:
contextualização, principais conceitos e processo de desenvolvimento. Henri
Wallon: contextualização, principais conceitos, estágios do desenvolvimento
humano.
Bibliografia
COLL,César; PALACIOS, Jesús; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento Psicológico e
Educação: Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. v.2.
LA TAILE, Y, DANTAS, H. e OLIVEIRA, M. K. Teorias psicogenéticas em discussão. São
Paulo: Sumus, 1992.
MACHADO, Adriana Marcondes. Crianças de classe especial. – efeitos do encontro entre
saúde e educação. São Paulo: Casa do Psicólogo. 1994
MEIRA, Marisa Eugênia Mellilo e ANTUNES, Mitzuku Aparecida (Org.) Psicologia escolar:
práticas críticas. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2003
OLIVEIRA, Marta Kohl. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento – um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 1997
PIAGET, J. Psicologia da Criança. Rio de Janeiro: Diefel, 1978.
_________ A Construção do Real na Criança. Rio de Janeiro: Zahar/MEC, 1975.
_________ A Formação do Juízo Moral. S/d.
_________ Epistemologia Genética. Petrópolis: Vozes, 1971.
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
_______________. Pensamento e Linguagem. Trad. Jeferson L. Camargo. 3ª ed. São
Paulo: Martins Fontes, 1991.
VIGOTSKI. L. S. Desenvolvimento dos Conceitos Cotidianos e Científicos na Idade Escolar
In: ______________. Psicologia Pedagógica /trad.Paulo Bezerra. São Paulo: Martins
Fontes, 2001.
VIGOTSKII, L. S., LURIA A. R. e LEONTIEV, A. N. Linguagem Desenvolvimento e
Aprendizagem/trad. Maria da P. Villalobos. São Paulo. Ícone: Editora da Universidade de
São Paulo, 1998.
WALLON, H. Do acto ao pensamento. Lisboa: Antídolto, 1979.
29
Tópicos Especiais em Educação II – 60 h, 04 créditos
Ementa:
Publicações de papers em
Congressos Simpósios, Seminários, Colóquios,
Oficinas.
Tópicos Especiais em Educação I – 60 h, 04 créditos
Ementa: Mídias na Educação. A metamorfose do aprender na Sociedade do
Conhecimento. A imagem como criadora de sentidos. As mídias e as novas
relações de saber. Produção de projetos de uso das mídias na educação infantil.
BIBLIOGRAFIA
BELONNI, M.L. O que é Mídia- Educação. Campinas: Autores Associados, 2001.
_____________. A integração das Tecnologias da Informação e Comunicação aos
processos educacionais. Rio de Janeiro: Quartet Editora: 2001.
LÉVY, P. O que é o Virtual. São Paulo: Editora 34: 1997.
PAPERT, S. A máquina das Crianças: repensando a escola na era da informática. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1994.
MORAN, José Manuel. Novas Tecnologias e o reencantamento do Mundo. Tecnologia
Educacional. Rio de Janeiro: , vol.23, n.126, setmbro-outubro, 1995.
Pesquisa Aplicada à Educação – 60 h, 04 créditos
Ementa: Conceito de pesquisa científica. Papel e importância da pesquisa. Tipos de
pesquisa. Elaboração de projetos de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA
FOUREZ, G. Ciências Fundamentais e Ciëncias Aplicadas. IN : A Construção das
Ciências.São Paulo: UNESP Editora, 1997.
RUDGER, F. Princípios fundadores de uma ciência crítica. IN: Ciência Social Crítica e
Pesquisa em Comunicação:
Trajetória e elementos de epistemologia.
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Editora da Unisinos, 2002.
BRENNAND, E. Princípios da Pesquisa Quantitativa. João Pessoa: arquivo digital, 2006.
RICHARDSON, R. J. Como fazer Pasquisa-Ação? IN: Pesquisa-Ação: Princípios e
Métodos. João Pessoa: Editora da UFPB, 2003;
LAVILLE, C. & DIONNE, J. Problema e Problemática. IN: A Construção do Saber. Porto
Alegre: Artmed, 1999.
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Metodologia do Trabalho Científico – 60 h, 04 créditos
Ementa:Investigação acerca do conhecimento, em particular da ciência. Análise dos
procedimentos técnicos e metodológicos de preparação, execução e apresentação
da pesquisa científica. Estudo das formas de elaboração dos trabalhos
acadêmicos, especialmente das normas técnicas neles utilizadas.
Bibliografia
Alves, Rubem. Filosofia das ciências. São Paulo: Ars Poética, 1996.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Normas ABNT sobre
referências bibliográficas. NBR 6023/2000. Rio de Janeiro: 2000.
D’AMBROSIO, U. Ciências. In CLIMACO, C. et. Alii. (orgs.) Brasília: Editora da UnB,
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FOUREZ, G. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das ciências.
São Paulo: UNESP, 1995.
HüHne, Leda Miranda (org.). Metodologia Científica: cadernos de textos e técnicas. Rio
de Janeiro: Agir, 1992.
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Maria de Andrade. Metodologia do trabalho
científico. São Paulo: Atlas, 1983.
KUHN, Thomas S. A Estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1978.
KNELLER, G.F. A ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar; São Paulo:
EDUSP, 1995.
PEDRON, Ademar João. Metodologia Científica: auxiliar do estudo, da leitura e da
pesquisa. Brasília: edição do autor, 1999.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 1996.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. 11. ed. Porto: Edições
Afrontamento, 1999.
Linguagem e Pensamento na Educação Infantil I – 60 h, 04 créditos
Ementa: A linguagem como processo de interação. As características da linguagem nãoverbal. As múltiplas linguagens na Educação Infantil (corporal, plástica, cênica,
imagética e musical). A relação entre a língua, a cultura e a sociedade. Relações
entre pensamento e linguagem. Desenvolvimento da oralidade.
Bibliografia
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. V.2 e
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educação infantil. São Paulo: Ática, 1989.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem, Editota Ática.
TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever – perspectivas psicológicas e implicações
educacionais. Editora Ática.
NEREIDE Sclilaro Santa Rosa. Arte e o ensino da arte – Teatro, música e artes visuais. Ed.
Nova Letra. 2004.
31
Linguagem e Pensamento na Educação Infantil II – 45 h, 03 créditos
Ementa: O desenho como sistema de representação. O desenho e o desenvolvimento
infantil na construção da linguagem, do símbolo, da fala, do lúdico e do
pensamento. O processo histórico da escrita. A psicogênese da língua escrita.
Práticas de leitura e escrita na educação infantil. Alfabetização e Letramento.
Bibliografia
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil – Gostosuras e bobices. São Paulo, Scipione,
1997. (Série Pensamento e Ação no Magistério).
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. Vol. 3.
FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre a Alfabetização. São Paulo: Cortez, 1988.
__________. & TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. 4 ed. Porto Alegre:
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FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São
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__________.& DONALDO, Macedo. Alfabetização: Leitura da palavra, leitura do mundo.
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KLEIMAN, A. Os significados do Letramento. Campinas: Mercado das Letras, 1995.
KRAMER, Sônia. Profissionais de educação infantil: Gestão e formação. São Paulo: Ática,
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_________. Com a Pré-Escola nas mãos: uma alternativa curricular para a educação
infantil. São Paulo: Ática, 1998.
SOARES, Magda. Letramento: Um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever – perspectivas psicológicas e implicações
educacionais. Editora Ática.
TEBEROSKY, Ana e CARDOSO, Beatriz. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita.
Campinas (SP), UNICAMP.
TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e Alfabetização. São Paulo: Cortez, 2005.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem, São Paulo: Editora Ática. 2003
Literatura Infantil – 45 h, 03 créditos
Ementa: Aspectos históricos da literatura infantil. O significado da literatura para a
primeira infância: fantasia, brincadeira, simbolismo e arte. A leitura e a arte de
contar histórias na educação infantil: imaginação, criatividade, prazer, abstração,
sedução, ampliação do domínio lingüístico e da leitura de mundo. Características
da obra literária infantil. Estudos e análise de obras literárias infantis: contos de
fadas, lendas, fábulas, poesias.
Bibliografia
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil – Gostosuras e bobices. São Paulo, Scipione,
1997. (Série Pensamento e Ação no Magistério)
REGO, Lúcia Lins Browne. Literatura Infantil: uma nova perspectiva da alfabetização na
pré-escola, Editora FTD.
CASCUDO, L.C. Contos tradicionais do Brasil. Belo Horizonte, Itatiaia – São Paulo: Ed. da
Universidade de São Paulo, 1986.
LISPECTOR, C. Como nasceram as estrelas. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1987.
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ZILBERMAM, R. (coord.) A literatura infantil na educação pré-escolar. Centro de Pesquisas
Literárias, PUCRS, 1986.
Linguagens Artísticas na Educação Infantil I – 45 h, 03 créditos
Ementa: História da arte. Arte-educação no Brasil. Concepções de arte na Educação
Infantil. Diferentes abordagens conceituais da arte. Bases filosóficas dos
conceitos de criatividade e criação. Arte e produção de subjetividade. A
educação estética e artística da criança de zero a seis anos. Desenvolvimento
gráfico-plástico da criança. Materiais e técnicas de artes plásticas.
Bibliografia
BRASIL, Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte.
Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL, Secretaria de Ensino Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. Vol. 3.
CUNHA, Susana R. V. da.(org.) Cor, som e movimento: a expressão plástica, musical e
dramática no cotidiano da criança. Porto Alegre - Mediação, 1999.
IAVELBERG, Rosa. Para Gostar de aprender arte. Sala d eaula e formação de
professores. Porto Alegre: ArtMed, 2003.
KRAMER, Sonia e LEITE, M. Isabel Pereira (orgs.) Infância: fios e desafios da infância.
São Paulo: Ed. Papirus. 1996
TRINDADE. Azoilda Loretto (org.). Multiculturalismo - mil e uma faces da escola. Rio de
Janeiro: DP&A Editora. 2000.
BARBOSA, Ana Mae. Recorte e colagem: a Influência de John Dewey no ensino da arte no
Brasil. São Paulo: Ed. Cortez. 1989.
BARBOSA, Ana Mae. Teoria e prática da educação artística. São Paulo: Editora Cultrix.
1975.
OAKLANDER, Violet, Descobrindo crianças – abordagem gestáltica com crianças e
adolescentes. São Paulo: Summus, 1980.
OLIVEIRA, Z. M. Creches: Crianças, Faz de Conta & Cia. Petrópolis: Vozes, 1995.
OSTROWER, Faya. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Ed. Vozes. 2002.
SOUZA, Solange Jobim (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da
cultura. Ed. 7 Letras. 2000.
Linguagens Artísticas na Educação Infantil II – 45 h, 03 créditos
Ementa: Desenvolvimento da Linguagem musical na Educação Infantil. História da Música
para crianças. O teatro como proposta de trabalho na Educação Infantil.
Bibliografia
BARBOSA, Ana Mae. (Org) John Dewey e o Ensino de Arte no Brasil. 5ª edição. São
Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL, Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte.
Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL, Secretaria de Ensino Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. Vol. 3.
CUNHA, Susana R. V. da.(org.) Cor, som e movimento: a expressão plástica, musical e
dramática no cotidiano da criança. Porto Alegre - Mediação, 1999.
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CAVALCANTI, Zélia (Coord.) Arte na Sala de Aula. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
CARTAXO, Carlos. O Ensino das Artes Cênicas na Escola Fundamental e Média. João
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Cortez, 1993.
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Editora Universitária/UFPB, 2001.
SOUZA, Solange Jobim (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da
cultura. Ed. 7 Letras. 2000.
Educação, Cultura e Mídia – 45 h, 03 créditos
Ementa: A dimensão cultural da comunicação na educação infantil. Tradições culturais nos
veículos de comunicação (contos de fadas; movimentos armoriais). As práticas
culturais e as novas tecnologias. A interdisciplinaridade educação e comunicação:
a educomunicação e a mídia. Produção em comunicação para a educação
infantil. Educador como agente cultural.
Bibliografia
ARANTES, Antonio Augusto. O que é cultura popular. 14.ed. São Paulo: Brasiliense, 1991.
BELLONI, Maria Luiza. O que é mídia-educação. Campinas, Editora Autores Associados,
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LEAL FILHO, Laurindo. Atrás das câmeras, relações entre cultura, estado e televisão. São
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SCHAUN, Ângela. Educomunicação. Reflexões e princípios. São Paulo, Mauad,/Fapesp,
2002.
Corporeidade e Educação – 45 h, 03 créditos
Ementa: Diferentes concepções de Corporeidade ao longo da história. O corpo e
subjetividade. O desenvolvimento da motricidade infantil: elementos perceptivos,
esquemáticos, tônus, lateralidade, orientações temporais e espaciais. Estratégias
de trabalho com o corpo em movimento: música e teatro na educação infantil.
34
Bibliografia
ARAGÃO, Regina Orth e. O bebê, o corpo e a linguagem. São Paulo: Casa do Psicólogo.
2004.
ASSAMANN, Hugo. Paradigmas Educacionais e Corporeidade. Piracicaba/SP: Editora
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STOKE, Patrícia. Expressão Corporal na Pré-Escola. São Paulo: Summus, 1987.
Ciências Naturais na Educação Infantil II – 45 h, 03 créditos
Ementa: Ecologia e construção da cidadania. Educação ambiental. Ecologia e cultura.
Saúde e meio ambiente. Políticas públicas para o meio ambiente: danos e
preservação ambientais.
Bibliografia
BRANCO, S. Educação Ambiental: metodologia e prática de ensino. Rio de Janeiro:
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técnicas e ações interdisciplinares em Educação Ambiental em uma escola pública de
Bauru. In: Escola de verão para professores de prática de ensino de Física, Química,
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CRESPO, Samyra. Tendências da educação ambiental brasileira. Santa Cruz do Sul.
Edunisc, 1998. 224p.
KOLLER, Silvia. Ecologia do desenvolvimento – pesquisas e intervenção no Brasil.
Ciências Sociais na Educação Infantil II – 45 h, 03 créditos
Ementa: A interface das Ciências Sociais com os demais campos de conhecimento. As
noções de espaço e tempo na educação infantil: o processo de organização e
internalização das noções pela criança; relação entre a construção da noção de
tempo e espaço e leitura do mundo pela criança; aspectos metodológicos e
recursos didáticos; implicações na organização e no cotidiano do trabalho com a
criança.
Bibliografia
PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo:
Cortez, 1991.
PIAGET, Jean. A Noção de Tempo na Criança. Rio de Janeiro: Record, 1989.
SANTOS, Gilberto Lacerda (Org.). Tecnologia na Educação e Formação de Professores.
Brasília: Plano Editora, 2003.
35
Matemática na Educação Infantil II – 45 h, 03 créditos
Ementa: Aspectos históricos sobre a Geometria. O ensino da Geometria na Educação
Infantil. Os caminhos para ensinar Geometria e medidas na Educação Infantil. O
raciocínio espacial. Relações de medição, direção e posição no espaço. Figuras
geométricas planas. Estudo exploratório dos sólidos geométricos. Noções de
medidas, grandeza mensurável. Introdução às noções de medidas de
comprimento, peso, volume e tempo pela utilização de unidades convencionais e
não convencionais.
Bibliografia
BRASIL. MEC / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática, Brasília, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC/SEF,1998. vol. 3
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NUNES, Terezinha e BRYANT, Peter. Crianças fazendo matemática. Porto Alegre: Artes
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REGO, Rogéria G. do e REGO, Rômulo M. Matematicativa II. João Pessoa: Editora
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SMOLE, Kátia Stoco e DINIZ, Maria Ignez e CÂNDIDO, Patrícia. Brincadeiras Infantis nas
Aulas de Matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. Coleção Matemática de 0 a 6
anos.
SMOLE, Kátia Stoco e DINIZ, Maria Ignez e CÂNDIDO, Patrícia. Figuras e Formas. Porto
Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. Coleção Matemática de 0 a 6 anos.
SMOLE, Kátia Stoco e DINIZ, Maria Ignez e CÂNDIDO, Patrícia. Resolução de Problemas.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. Coleção Matemática de 0 a 6 anos.
TOLEDO, M. e TOLEDO, M. Didática da Matemática: como dois e dois. São Paulo: FTD, 1997.
4º Núcleo de Estudos: Dinâmica e Trabalho Pedagógico na Educação Infantil (Conteúdos
Complementares Obrigatórios)
Currículo na Educação Infantil – 60 h, 04 créditos
Ementa: O processo histórico do pensamento curricular brasileiro e suas relações com a
Educação Infantil. O currículo da Educação Infantil. Projeto Pedagógico para
creche e pré-escola de qualidade: organização do espaço e do tempo,
planejamento e avaliação. Planejamento em Educação Infantil: a dinâmica do
trabalho na Educação Infantil. Pressupostos e diretrizes referentes ao
atendimento à criança e à família em Instituições de Educação Infantil.
Bibliografia
APLLE, M. Educação e poder. Trd. Maria Cristina Monteiro. Porto Alegre: Artes Médicas,
1989.
BERNSTEIN, Basil. A Estruturação do discurso Pedagógico: classe, códigos e controle.
Petrópolis: Vozes, 1996.
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GENTILI, Pablo. e SILVA, Tomás Tadeu. Neoliberalismo, qualidade total e educação.
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_______________ Teoria Cultural e Educação: um vocabulário crítico. Belo Horizonte:
autêntica, 2000.
Organização e Conforto Ambiental – 45 h, 03 créditos
Ementa: Organização do ambiente de educação infantil. Características do conforto
ambiental: ruído, temperatura, luminosidade. Implicações do conforto ambiental
no desempenho do professor. Influência da organização do espaço e do conforto
na aprendizagem e no desenvolvimento da criança.
Bibliografia
CONTINI, M. de Lourdes. Psicólogo e promoção da saúde. São Paulo: Casa do Psicólogo.
2002.
COUTINHO, Antonio Souto. Conforto Ambiental. João Pessoa: UFPB/Editora Universitária.
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ENUSSO, Sonia Regina Fiorim, QUEIROZ, Sávio Silveira de e GARCIA, Agnaldo. (org.)
Desenvolvimento humano e aprendizagem – algumas análise e pesquisas. São Paulo:
Casa do Psicólogo. 2004.
Saúde e Trabalho Docente – 45 h, 03 créditos
Ementa: Condições e organização do trabalho docente. Relações sociais de gênero e
divisão sexual do trabalho na escola. Mal-estar no trabalho docente. As
estratégias defensivas. Os coletivos de trabalho. Prazer no trabalho docente.
Bibliografia
ALONSO, Myrtes (org.) O Trabalho Docente: teoria e prática. São Paulo: Pioneira, 1999.
GENTILI, Pablo. e SILVA , Tomás Tadeu. Neoliberalismo, qualidade total e educação.
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GENTILI, Pablo. Pedagogia da Exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação.
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GENTILI, Pablo. e ALENCAR, Chico. Educar na esperança em tempos de desencanto.
Petrópolis: RJ: Ed. Vozes. 2001
MOYSES, M.A.A. A institucionalização invisível - crianças que não aprendem na escola.
Campinas, SP: Mercado de Letras; São Paulo: Papesp. 2001
OLIVEIRA E SILVA, Isabel de. Profissionais da Educação Infantil. Cortez, 2001.
PIMENTA, Selma Garrido (Org.) Didática e formação de professores: percursos e
perspectivas no Brasil e em Portugal. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 2000.
___________________________ Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 4ª ed. São
paulo: Cortez, 2005.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Caminhos da Profissionalização do Magistério. 3ª ed.
Campinas, SP: Papirus: 1998.
__________________________ A Prática Pedagógica do Professor de Didática.
Campinas: Papirus: 1998.
Escola, Família e Sociedade – 45 h, 03 créditos
Ementa: História Social da família. Organização Social, funções e estrutura familiar.
Relações familiares na sociedade contemporânea. A estrutura familiar e as
práticas educativas. Interação entre família e organizações educacionais.
Bibliografia
ARIÉS, Philippe (1978). História social da infância e da família. Rio de Janeiro: Ed.
Guanabara.
Em Aberto: Educação Infantil: a creche, um bom começo. INEP – MEC: Brasília, v.18, nº
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ROSSETI-FERREIRA, Maria Clotilde e MELLO, Ana Maria, et al. Os fazeres na Educação
Infantil. Cortez, 1998.
BARTHES, R. A aventura semiológica. Tradução de Maria Stª Cruz. Lisboa, Portugal:
Edições 70, 1987.
______________. Magia e técnica, arte e política. Obras escolhidas v. I. Tradução de
Sergio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
______. Brinquedo e brincadeira: observações sobre uma obra monumental. In: Rua de
mão única. Obras escolhidas v. II. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.
BOURDIEU, P. O poder simbólico. Tradução de Fernando Tomaz. 4. ed. Rio de Janeiro:
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DAMATTA, R. A casa e a rua: espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil.São Paulo:
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FREUD, S. Escritores criativos e devaneios. In: ______. ‘Gradiva’ de Jensen e outros
trabahos. Tradução de Maria Aparecida Moraes Rego. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. IX,
cap. 5, p. 131-143. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de
Sigmund Freud).
______. Além do princípio do prazer. In: ______. Além do princípio do prazer. Psicologia
de grupo e outros trabalhos. Tradução de Christiano Monteiro Oiticica. Rio de Janeiro:
Imago, 1996. v. XVIII, cap. 1, p. 17-75. (Edição standard brasileira das obras psicológicas
completas de Sigmund Freud).
LASCH, C. Refúgio num mundo sem coração. A família: santuário sagrado ou instituição
sitiada? Tradução de Italo Tronca e Lúcia Szmrecsanyi. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
38
Gestão e Planejamento na Educação Infantil – 60 horas, 04 créditos
Ementa: A gestão democrática: princípios, valores e prioridades. Os elementos do
processo de gestão democrática: autonomia, participação e estrutura
organizacional. O projeto político-pedagógico da instituição de educação infantil:
dimensões e os fundamentos teórico-práticos para sua realização. Agentes
organizacionais e os processos decisórios. A questão das parcerias entre as
Instituições de Educação Infantil e outros setores da sociedade.
Bibliografia
DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. Campinas: Papirus, l997
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 21ª
edição. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Coleção Leitura...
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização na Escola Pública. A pedagogia crítico-social dos
conteúdos. 18ª edição. São Paulo: edições Loyola, 2002;
_________. Adeus Professor, Adeus Professora? Novas exigências educacionais e
profissão docente. 4ª edição. São Paulo: Cortez, 2000.
MASETTO, Marcos. Didática – a aula como centro. 4ª ed. São Paulo: FTD, 1997.
MOYSÉS, Lúcia. O desafio de saber ensinar. 7ª ed. Campinas, SP: Papirus, 1994.
SACRISTÁN, J. G. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Trad. Ernani F. Rosa.3ª ed.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação
Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997.
TURRA, C. M. G, et all. Planejamento de Ensino e Avaliação. 11ª ed. Porto Alegre: SAGRA
LUZZATO, 1998.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino aprendizagem e projeto
político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2000.
Educação Inclusiva – 60 h, 04 créditos
Ementa: Perspectivas históricas da Educação Especial no Brasil. Caracterização das
necessidades especiais. Modalidades e níveis de atendimento educacional às
pessoas portadoras de necessidades especiais. O processo de
integração/inclusão: aspectos ideológicos, legais, psicológicos e metodológicos.
A dinâmica familiar e a relação com a criança portadora de necessidades
especiais.
Bibliografia
DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. Campinas: Papirus, l997.
FERREIRA, J.R. A educação especial na LDB. Comunicação apresentada na XVII Reunião
Anual da Anped. Caxambu, 1994, 10 p.
FERREIRA, J.R. e NUNES, Leila R.O.P. A educação especial na nova LDB. Comentário
sobre a educação especial na LDB. In: Alves, N. e Villardi, R. (org.). Múltiplas leituras da
nova LDB. Livro organizado por N. Alves e R. Villardi. Rio de Janeiro: Dunya, 1997, pp.1724, no prelo.
JANNUZZI, Gilberta S.M. Políticas sociais públicas de educação especial. Temas sobre
Desenvolvimento, 9. 1992, pp. 8-10.
LIMA, E. C. A. S. A Atividade da Criança na Idade Pré-Escolar. In Idéias, n. 10, São Paulo,
1992
MACHADO, Adriana Marcondes. Crianças de classe especial. – efeitos do encontro entre
saúde e educação. São Paulo: Casa do Psicólogo. 1994
39
MAZZOTTA, Marcos J.S. Educação especial no Brasil: História e políticas. São Paulo:
Cortez, 1996.
PIAGET, Jean. A psicologia da criança. Ed Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Coleção Educação
Contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 1997.
Trabalho de Conclusão de Curso 60 h, 04 créditos
Relatório de pesquisa desenvolvido sob a orientação de professores do Curso.
Seminários Temáticos de Prática Curricular: 420 h, 28 créditos
Na busca de contribuir com os princípios que embasam a proposta curricular,
anteriormente explicitados, os Seminários Temáticos de Prática Curricular são realizados
pelos alunos como o locus para apresentação dos resultados de seus estudos, para a
construção de propostas pedagógicas a serem implementadas nas respectivas instituições
e para o desenvolvimento de pesquisas ao longo de cada área temática, com base nos
subsídios teóricos desenvolvidos nas diferentes áreas, que contemplam os quatro núcleos.
Assim, os alunos são impulsionados a um processo de reflexão sobre questões ligadas às
políticas de atendimento à infância do País e do Estado, ao projeto político-pedagógico de
sua instituição e às ações político-pedagógicas desenvolvidas no cotidiano de suas
práticas profissionais.
Os Seminários Temáticos, além de fazerem parte da estrutura curricular do curso
como um dos elementos centrais do processo de acompanhamento e avaliação do aluno,
servem de elemento motivador para o desenvolvimento de processos de pesquisa no
cotidiano das práticas pedagógicas dos alunos, para uma “epistemologia da prática”.
Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil – 405 h, 27 créditos
O estágio é entendido na mesma perspectiva dada pelo Conselho Nacional de
Educação, por meio de parecer de seus conselheiros, expresso nas orientações para o
cumprimento do artigo 65 da Lei 9.394/96: “A prática de Ensino consiste, pois, em uma
das oportunidades nas quais o estudante-profissional se defronta com problemas
concretos do processo de ensino-aprendizagem e de dinâmica própria do espaço escolar”.
No caso do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação em
Educação Infantil, os alunos que já forem profissionais em exercício das redes de ensino,
atuando em creches e/ou pré-escolas, terão, suas experiências profissionais parcialmente
aproveitadas. Entende-se, pois, que esta condição permite trazer a dimensão da relação
teoria-prática para todos os momentos do desenvolvimento dos conhecimentos
curriculares. A expressão dessa relação acontece em diferentes atividades desenvolvidas
pelos alunos, acompanhadas pelos professores orientadores pedagógicos e pelos
professores responsáveis pelas áreas de conhecimento do curso, conforme determina o
artigo 65 da Lei 9.394/96.
As atividades de Estágio (planejamento, desenvolvimento e avaliação de
atividades docentes) são trabalhadas no espaço dos Seminários Temáticos, durante todo
o curso, quando o aluno é convidado a atuar em uma instituição de educação infantil,
observar a prática pedagógica ali materializada, a problematizá-la, estudá-la, analisá-la e
propor alternativas, possibilitando, através da regência do ensino, percorrer o caminho
para a efetiva garantia do processo ensino-aprendizagem.
40
III – A ORGANIZAÇÃO DO CURSO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
O Curso de Pedagogia, com habilitação em Educação infantil, na modalidade
a distância, com base nos art. 58/59 da Lei Nacional da Educação 9394/96 e na Lei 10.098
de 23 de março de 1994 prevê, na sua implementação, as seguintes condições de
acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais:
1 - processo seletivo de ingresso: cotas para pessoas portadoras de necessidades
especiais;
2 - produção de material em diferentes mídias: com adaptação para LIBRAS e Braille;
3 - acessibilidade aos espaços dos pólos: mobiliário compatível e acesso aos pólos
adaptado para portadores de necessidades físicas.
Nesta estrutura de curso estarão interagindo os seguintes elementos:
• O aprendente: aluno do curso que irá aprender a distância;
• Os Orientadores Acadêmicos (professores autores): responsáveis pela produção
do material didático e pelos conteúdos das disciplinas do curso ou de determinada
área de conhecimento. Atuarão, também, como orientadores dos tutores;
• A Coordenação Institucional de Educação a Distância - CEAD: responsável pela
equipe de profissionais que trabalhará na transposição dos materiais didáticos
para a linguagem EAD. Esta equipe terá a sua disposição, toda a infra-estrutura do
Pólo Multimídia do campus da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa;
• Os professores validadores: responsáveis pela testagem e avaliação do material
didático transposto para a linguagem EAD;
• Os Tutores: professores formados pela UFPB, em nível de Pós-Graduação Lato
Sensu em EAD, com a função de acompanhar e apoiar os aprendentes em seu
processo;
• O material didático: o elo de diálogo do estudante com o autor, com o tutor, com
suas experiências, com sua vida, com a função de mediar seu processo de
aprendizagem;
• A Coordenação acadêmica do curso: responsável pelas questões acadêmicas do
curso tais como: projeto pedagógico, oferta das disciplinas e elaboração e
avaliação do material didático, e o processo de aprendizado dos alunos.
• Os Pólos Municipal de Apoio Presencial – PMAP, responsável pelo atendimento e
o acompanhamento (presencial e a distância) do aprendente em seu processo. O
detalhamento da estrutura de funcionamento dos pólos encontra-se descrito no
Item 6, a seguir.
3.1. Infra-estrutura e processo de gestão acadêmico-administrativa
3.1.1 Planejamento para os momentos presenciais
Semestralmente, ocorrerão em cada Pólo três encontros presenciais de oito
horas/aula entre os aprendentes e os professores de cada disciplina com o objetivo de
apoiar o aluno em seu percurso de aprendizagem na modalidade EAD. No ensejo, o
professor incentivará a formação de hábitos disciplinares quanto à temporalidade e
técnicas de estudo individual. Assim, através de constante motivação e esforço diário, o
aluno superará possíveis dificuldades e obterá êxito no processo de autodidatismo. A
motivação para aprender, bem como o estudo diário, possibilitará que a informação
41
recebida seja gradualmente estruturada e transformada em conhecimento, graças a um
processo que, por sua natureza, é progressivo e não imediato, nem momentâneo.
1ª Etapa: Explicação do uso dos materiais de estudo: módulos instrucionais; cadernos de
atividades programadas e experimentos associados. Multimídias de caráter educativoinstrucional: Web-sites, hipertextos, link e janelas abertas que permitem a existência de
salas de aula conectadas com o mundo virtual.
A organização do trabalho pedagógico centrar-se-á na perspectiva sistêmica e no
paradigma aluno-sujeito construtor do próprio saber. Portanto, todo material instrucional
corresponderá ao elo dialógico entre aprendentes e ensinantes, com suas experiências,
com sua vida profissional, com a função de mediar o processo de autodidatismo.
Os recursos tecnológicos para utilização de multimídias serão operacionalizados
através de rede comunicacional que possibilite a ligação dos Pólos Regionais, onde se
realizarão os cursos, com o Pólo Multimídia da UFPB, de forma que sejam garantidas:
•
•
•
Organização de sistema comunicacional entre Pólos e UFPB;
Instalação e manutenção dos Pólos, que dêem suporte à
comunicacional adequada ao Curso;
Implementação e organização de videoteca e softwares educativos.
rede
2ª Etapa: Momento de socialização da aprendizagem individualizada. Feed-back do
processo ensinar-aprender e otimização do ato educativo. Atividade centrada no processo
de comunicação bidirecional entre docente e discente. Avaliação da aprendizagem se
processará através de conversação didática sobre: os materiais de estudo; aplicabilidade
prática do conhecimento no cotidiano profissional (processual, planificada, científica,
sistemática e globalizadora); análise da capacitação para o trabalho e possível melhoria do
nível cultural de cada aluno. Aplicação de provas e de testes criativos centrados no Ensino
Inovador e de Qualidade.
42
FIGURA I – Planejamento dos momentos presenciais
DESENHO
FUNDAMENTAÇÃO
PRODUÇÃO
Desenvolvimento
Apresentação
Temporalização
Feed-back
Aprendizagem
Diagnóstico
Contexto
Soluções
APLICAÇÃO
DESENVOLVIMENTO
ESPECIFICAÇÃO
Cotidiano
profissional
Conduta
de
entrada
Prioridades
Objetivos
Conteúdos
Temporalização
Motivação
Recursos
Métodos e
Técnicas
Atividades
Conhecimentos
Experiências
Habilidades
Produção técnica
Aprender a pensar
Criar, inovar
AVALIAÇÃO
43
FIGURA II – Organização do Sistema de Educação a Distância
Organização do sistema EAD
Ação educativa
Funções da Equipe Pedagógica
Tutores
Coordenadores
Ensinantes
Concepção do Curso:
gestão democrática;
Planejamento
participativo;
Acompanhamento do
processo sistêmico.
Produção de material
impresso;
Produção de multimídia;
Orientação didáticopedagógica;
Avaliação do processo
ensinar-aprender.
Matricula
e
distribuição
de
material impresso;
orientação didática
e pedagógica ao
aluno; Elaboração
de relatórios sobre
os
resultados do
processo avaliativo
dos
aprendentes,
por disciplina;
Percurso do aprendente
a) Processo
seletivo;
b) Matrícula;
c) Orientações
iniciais;
d) Encontros
presenciais
obrigatórios;
e) Avaliações
Suportes de auto-aprendizagem:
a) Aquisição de material
impresso, livros, Cd-rom, tutorial
on-line.
b) Orientação: presencial e a
distância;
c) Avaliação: encontros com
tutor ou ensinante, autoavaliação: portfólio, seminários
temáticos, trabalhos científicos.
Comunicação:
a) Presencial, por
telefone, Via Fax,
Correio.
b) Mediada por
computador: chats,
fóruns, correio
eletrônico, vídeoconferência.
- Conclusão do percurso –
a) Desenvolvimento de novas habilidades e aprendizagens significativas: pedagógica,
cognitiva, meta-cognitiva, afetiva, motivacional, social, ética;
b) Prática docente transformada, transformadora, inovadora; impactos no sistema
tradicional de ensino e melhoria do processo de auto-estima;
c) Apresentação de estudos investigatórios em eventos científicos.
44
FIGURA III - Fluxograma de Comunicação
O fluxo de comunicação entre as diferentes instâncias do sistema EAD, no curso de
Pedagogia com Habilitação em Educação Infantil, pode ser resumido através da figura a
seguir:
COORDENAÇÃO
E
ORGANIZAÇÃO
ACADÊMICA
PÓLO
REGIONAL I
PÓLO
REGIONAL
II
PÓLO
MULTIMÍDIA DA
UFPB
PÓLO
REGIONAL
IV
PÓLO
REGIONAL III
3.1.2 Estratégias de controle da produção e distribuição do material didático
Para fortalecer as linhas de ensino, pesquisa e extensão quanto à compreensão
histórico-cultural, às exigências e demandas da sociedade globalizada, os procedimentos
metodológicos serão orientados na perspectiva crítico-reflexivo-criativa. Ou seja, centrados
na ação-reflexão-ação, que possibilite ultrapassar a clássica dicotomia teoria prática, bem
como o paradigma aluno-objeto.
Nessa perspectiva, as novas ferramentas pedagógicas: combinação de texto,
imagem e som, produção de material didático instrucional (módulos de ensino)
45
possibilitarão o crescimento do processo de auto-aprendizagem, auto-estima e
metacognição dos aprendentes.
Portanto, durante os quatro anos do curso trabalhar-se-ão novas estratégias de
ensino-aprendizagem através da produção e uso de manuais de auto-estudo, material
didático impresso, cadernos de atividades programadas, experimentos associados e
diferentes usos de multimídias de caráter educativo-instrucional.
A produção, distribuição e uso desses materiais didáticos, além de outros recursos
tecnológicos compatíveis a EAD, serão construídos obedecendo à seguinte ordem:
cronograma especificando o tempo global para execução de cada etapa desde a
elaboração até a aplicação; validação do material produzido por meio de procedimentos
pedagógicos compatíveis e bem definidos; correções e reajustes sempre que se fizer
necessário. Em paralelo, serão produzidos os instrumentos de avaliação dos alunos
concernentes aos objetivos esperados (provas escritas, testes e provas criativas, produção
textual, seminários, debates, que ocorrerão nos momentos presenciais).
Antes da produção final dos materiais e seleção dos meios operacionais (impressão,
gravação, filmagem, montagem, criação de softwares etc.), os especialistas em
planejamento educacional de EAD processarão a validação dos referidos materiais.
46
FIGURA IV – Modelo para elaboração de materiais
A elaboração desses materiais poderá seguir o modelo proposto por Garcia Areio
(1994), apresentado a seguir:
Tipos de meios
Apresentação
Forma de apresentação
Elaboração de prescrições
Seqüência de fases
Temporalização
Tempo determinado
Interrelação/ coerência
Objetivos-conteúdos
PRODUÇÃO
Atividades-recursos
Coordenação de equipe
Desenvolvimento de
materiais
Avaliação prévia
Reajuste
Aprendizagem
Desenho e
elaboração de
instrumentos de
avaliação
Fundamentação/especificaç
Produção
Materiais finais
Processo
Resultados finais
Produção final de
materiais
Impressão
Gravação
Filmagem
Criação de software
47
3.1.3 Descrição da avaliação da aprendizagem a distância
O processo avaliativo ocorrerá nos momentos presenciais quanto aos seguintes
aspectos:
•
Capacidade de reflexão crítica dos aprendentes frente às próprias
experiências profissionais;
• Inovação da prática docente a partir dos referenciais teóricos trabalhados no
curso;
• Análise da auto-aprendizagem nos seguintes campos: cognitivo (abordagens
teóricas propostas no material didático impresso, indagações e
questionamentos em fóruns de discussões presenciais); metacognitivo
(superação de dificuldade nos processos de auto-estudo e autoaprendizagem, pesquisa bibliográfica, dialogicidade inter e intragrupal);
didático-pedagógico (aplicação prática do saber no cotidiano profissional,
criatividade de estratégias didáticas inovadores, investigação-ação dos
resultados e qualidade do processo ensinar-aprender); político-social (ações
educativas no âmbito escolar-comunitário quanto à aplicabilidade prática do
saber); afetivo-emocional (autoconfiança, auto-estima, interatividade
professor-alunos). afetivo-e emocional (auto-confiança, auto-estima).
• Mensuração dos resultados de aprendizagem - Quantitativamente o
desempenho mínimo esperado em cada disciplina será igual ou superior a
sete pontos na escala de zero a dez.
]
3.1.4 - Processo de comunicação–interação entre os participantes: alunos, tutores e
docentes.
3.1.4.1 - Procedimentos de Gestão do Processo de Interatividade (síncrona e assíncrona)
A gestão da informação será baseada segundo critérios pré-estabelecidos de
organização definidos de acordo com as características da Plataforma MOODLE. O uso
desta plataforma foi baseada em suas características técnicas que permite propor uma
arquitetura aberta para o aprendizado na Web, mediante recursos de chats, fórum, e-mail,
repositório digital de conteúdo, ferramenta de controle de atividades e de participação dos
alunos, vídeo-conferência etc.
Será buscada a sistematização das diversas ferramentas disponíveis na Plataforma
Moodle, integrando-as como recurso pedagógico a fim de criar condições cabíveis a
construção do conhecimento.
• Comunicação Assíncrona: em que aprendentes, ensinantes e tutores
receberão a informação num tempo posterior: correio eletrônico e fax.
• Comunicação Síncrona: em que aprendentes, ensinantes e tutores
receberão a informação em tempo real (chat, fórum, conferência multimídia,
videoconferência etc.)
3.1.4.2 - Guias acadêmicos e formas de contato com professores, tutores e pessoal de
apoio
Os guias deverão prover a funcionalidade necessária para o curso. Os Serviços
serão de vários tipos:
48
Serviços administrativos - agenda do curso, quadro de avisos, horários de curso, formas
de contato com tutores, professores e coordenação;
Serviços de comunicação - chat, e-mail etc.;
Serviços didáticos - transparências, referências na Web etc.;
Serviços de avaliação - provas, auto-avaliação, portfólios etc.
3.1.4.3 - Sistema de Orientação e acompanhamento
A tutoria será acionada para estruturar os componentes de estudo, tratando de
orientar, estimular e provocar o participante a construir o seu próprio saber. Poderá,
também, interagir com o aluno e o material didático ao selecionar materiais de apoio que
forneçam sustentação teórica qualificada para o desenvolvimento das disciplinas do curso.
IV – A TUTORIA
Como uma das etapas preparatórias à oferta do curso de Licenciatura Plena em
Pedagogia com Habilitação em Educação Infantil, a UFPB se encarregará de capacitar
tutores presencial e a distância, na proporção de 1 tutor para 20 alunos, que trabalharão
nos pólos envolvidos na presente proposta.
Trata-se de Curso de Especialização (Lato Sensu), com 360 h, semi-presencial e
com duração de 6 meses, que deverá estar concluído antes do início das atividades da 1ª.
turma de ingressantes do Curso de Licenciatura em Pedagogia com habilitação em
Educação Infantil.
O Curso de Especialização para formação de 16 professores e 24 tutores terá o
formato de módulos, com três momentos presenciais, assim estruturados:
Módulo 1: Fundamentos da EAD (75h)
Parte Presencial (10h) – Curso de Tutoria: apresentação dos objetivos, formato,
metodologia do curso, conteúdos. Oficina de uso do AVE para o Curso de Tutoria. Entrega
do material impresso.
Parte a distância utilizando a Plataforma Moodle (75h)
História e Princípios da EAD (15h)
Políticas e Legislação da EAD (15h)
Estrutura e Funcionamento da EAD (15h)
Atividades Práticas de Tutoria (20h)
Módulo 2: Metodologias de Ensino em EAD (150h)
Parte Presencial (10h) – Avaliação da aprendizagem do Módulo 1. Apresentação do
Módulo 2.
Parte a distância utilizando a Plataforma Moodle (140h)
Psicologia da Aprendizagem aplicada a EAD (30h)
Práticas de Ensino aplicadas a EAD (45h)
Acompanhamento e avaliação da aprendizagem em EAD (45h)
Atividades Práticas de Tutoria (20h)
49
Módulo 3: Comunicação em EAD (135h)
Parte Presencial (10hs) – Avaliação da aprendizagem do Módulo 2. Apresentação do
Módulo 3.
Parte a distância utilizando a Plataforma Moodle (125h)
Meios de Comunicação aplicada a EAD (45h)
Ambientes Virtuais de Ensino (45h)
Atividades Práticas de Tutoria (35h)
As atividades práticas de tutoria são atividades de resolução de problemas de casos
similares aos que irão ser enfrentados pelos tutores (simulações). Estas atividades irão
delinear a monografia de conclusão de curso dos alunos, que é a avaliação final.
Os tutores candidatos ao curso serão selecionados, pela UFPB adotando-se como
requisitos mínimos para seleção: ser graduado, com experiência docente, conhecimento
na área específica do curso, experiência com uso de computador e conhecimento de
navegação na Internet.
Em função das especificidades deste projeto, este curso será também
disponibilizado a docentes da Universidade, que atuarão como professores da Licenciatura
e que tenham pouca ou nenhuma experiência em EAD.
A Tutoria Presencial será realizada nos pólos, todos os dias da semana, inclusive
aos sábados e visará, sobretudo, a orientação de estudos e o acompanhamento do aluno
na sua adaptação à modalidade de ensino. Terá o papel de auxiliar os alunos com todas
as mídias disponibilizadas pelo Pólo Multimídia da UFPB.
V – O PÓLO DE PRODUÇÃO MULTIMÍDIA DA UFPB
Em 1999, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criou a Coordenação
Institucional de Educação a Distância (CEAD), um órgão que tem como finalidade
desenvolver atividades de coordenação e supervisão de ações voltadas à adoção de
Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão. Desde a sua criação, a CEAD conta com uma estrutura organizacional dinâmica,
composta pela Coordenação Geral, Coordenação Geral Adjunta, Sub-Coordenação de
Pedagogia, Sub-Coordenação de Tecnologia, Sub-Coordenação de Comunicação e
Laboratório de Desenvolvimento de Material Instrucional (LDMI), a qual vem atuando de
forma integrada junto às Pró-Reitorias acadêmicas, Centros e Departamentos.
Buscando implementar a multidisciplinaridade nas suas ações relacionadas ao
ensino presencial e a distância, a CEAD vem apoiando iniciativas voltadas à disseminação
do uso das TICs no ambiente acadêmico da UFPB, através do incremento, entre outros,
das seguintes atividades:
• melhoria da infraestrutura de rede, ambiente multimídia e implementação de
laboratórios
• supervisão de investimentos institucionais em rede e ambientes multimídia
• apoio à consolidação de equipes multidisciplinares, constituída por professores,
pesquisadores e alunos de Programas de Pós-Graduação, Departamento de
Informática, Núcleos de Pesquisa e Organizações Não-Governamentais
• aquisição e disponibilização de softwares educacionais aos departamentos
acadêmicos
• seleção de bolsistas para atuarem nos diversos projetos no LDMI
• desenvolvimento de produtos multimídia no LDMI para dar suporte às
atividades acadêmicas
50
Mais recentemente, em 2005, as atividades da CEAD foram incorporadas ao Pólo
de Produção Multimídia na UFPB, em cuja instalação está concentrada as atividades de
produção das seguintes mídias: material impresso, CD, DVD, web, vídeo,
videoconferência, TV Universitária, TV digital e a Rádio Universitária, com toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento destas mídias.
Equipamentos e recursos humanos existentes para as seguintes finalidades:
Desenvolvimento de bibliotecas digitais multimídia
Produção de programas radiofônicos
Gravações de vídeo, em estúdio completo ou remotas, com sinais digitais
Produção de CD-ROM
Produção de e-books
Digitalização de textos, vídeos e áudios
Identificação e análise de imagens na recuperação de informações
Construção de home-pages e bancos de dados
Consultoria pedagógica para produção de cursos a distância
Ambiente para produção e oferta de cursos usando AulaNet Teleduc e,
proximamente, e-Proinfo, e capacitação para uso dessas plataformas
¾ Pesquisas em TV digital: ênfase no desenvolvimento e aplicação de processos
interativos nesta mídia
¾
¾
¾
¾
¾
¾
¾
¾
¾
¾
VI – OS PÓLOS MUNICIPAIS DE APOIO PRESENCIAL
Cada pólo será instalado em município com infra-estrutura e organização de
serviços que permitam o desenvolvimento de atividades de cunho administrativo e
acadêmico exigido em um curso universitário a distância.
Complementarmente, cada Pólo organizará um núcleo de apoio ao aluno, formado
pelos tutores, com infra-estrutura e organização de serviços que:
• disponha de espaços que permitam o desenvolvimento das orientações
acadêmicas;
• implante e organize serviços de apoio pedagógico ao estudante, dentre
eles: telefone e fax, biblioteca, videoteca, computadores, softwares
educativos e acesso à Internet, projetor multimídia;
• disponha de recursos materiais de apoio ao serviço de orientação,
acompanhamento acadêmico e registros.
Os materiais didáticos (impresso, CD, DVD e vídeo) serão produzidos pelo Pólo de
Produção Multimídia, a partir de textos que abordem os conteúdos curriculares do curso,
previamente elaborados pelos professores da UFPB (autores) – e sob a supervisão destes.
Os materiais, após passarem pelo processo de revisão, edição e validação, serão
reproduzidos em número pouco superior (reserva técnica) ao necessário, em função do
número de alunos do curso, serão distribuídos às equipes coordenadoras dos pólos e
estas, por sua vez, farão a entrega dos materiais a cada um dos alunos matriculados nos
respectivos pólos, em momento presencial. Cada pólo conterá, na biblioteca a ser ali
instalada, alguns exemplares de tais materiais, para consulta local dos alunos
interessados. Os materiais em mídia digital (web, CD, DVD e vídeo) poderão, também, ser
acessados pelos alunos via plataforma de EAD a ser disponibilizada ao curso.
Ao todo, 13 pólos serão atendidos pelo curso de Pedagogia com habilitação em
Educação Infantil. O termo de compromisso da UFPB encontra-se anexo.
51
O quadro a seguir relaciona os pólos a serem atendidos pelo curso, todos
localizados no estado da Paraíba, e o respectivo quantitativo de vagas:
QUADRO I – Distribuição de vagas por Pólos
Município
Alagoa Grande
Araruna
Bayeux
Campina Grande
Conde
Cuité de Mamanguape
Duas Estradas
Itabaiana
Itaporanga
Lucena
Mari
Pitimbu
Pombal
nº de vagas
30
30
40
40
30
20
20
40
40
20
30
20
40
TOTAL
400
VII - O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO CURSO
A avaliação do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação em
Educação Infantil pressupõe não só análises e reflexões relativas a dimensões estruturais
e organizacionais do curso, numa abordagem didático-pedagógica, como, também, a
dimensões relativas aos aspectos políticos do processo de formação de educadores para
a primeira etapa da educação básica – a educação infantil.
O processo de avaliação institucional, com base no SINAES, deverá obedecer aos
mesmos critérios e padrões fixados para os cursos presenciais da Universidade,
observadas as peculiaridades da educação a distância. Tal processo deverá contemplar as
dimensões interna e externa, entendendo a avaliação interna como um amplo processo de
auto-avaliação envolvendo seus diferentes atores: docentes, tutores, alunos e pessoal
técnico-administrativo, visando a afirmação da qualidade como parâmetro único e
irrecusável para a educação, seja qual for o seu nível ou grau. Avaliação como o ato de dar
valor, valorizar, valorar um determinado projeto (proposta), processo educacional ou
produto dele resultante, cuja valorização se desmembra em atos de:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Acompanhamento;
Redirecionamento;
Estímulo aos trabalhos;
Correção de rumos;
Colocação de novos desafios;
Cobrança de coerência com os objetivos;
Comparação evolutiva;
Registro reflexivo sobre as práticas;
Ocasião de aprendizagem, ela mesma, dos atores envolvidos;
Mensuração de resultados;
Prestação de contas.
52
Uma das principais dimensões estratégicas dessa avaliação diz respeito à
integração da educação a distância no Plano de Desenvolvimento Institucional da
Universidade, para cujo acompanhamento e avaliação o princípio-mestre é o de que não
se trata apenas de tecnologia ou de informação: como no ensino presencial, o fundamento
é a educação da pessoa para a vida e o mundo do trabalho, razão pela qual no processo
avaliativo institucional da Universidade, deverão ser levados em consideração os seguintes
itens básicos:
1. Compromisso dos gestores;
2. Desenho do projeto;
3. Equipe profissional multidisciplinar;
4. Comunicação/interação entre os agentes;
5. Recursos educacionais;
6. Infra-estrutura de apoio;
7. Avaliação contínua e abrangente;
8. Convênios e parcerias;
9. Transparência nas informações;
10. Sustentabilidade financeira.
7.1. Avaliação externa institucional e do curso
Na dimensão externa da avaliação institucional, Comissão Externa de Avaliação,
constituída pela SESu/MEC, examinará as seguintes informações e documentos:
1. O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFPB;
2. Os relatórios parciais e finais do processo de auto-avaliação, acima referido,
produzidos pela Universidade;
3. Os dados gerais e específicos da UFPB constantes do Censo da Educação
Superior e do Cadastro de Instituições de Educação Superior;
4. Os dados sobre o desempenho dos estudantes da UFPB no ENADE,
disponíveis no momento da avaliação;
5. Os relatórios de avaliação dos cursos de graduação da Universidade
produzidos pelas Comissões Externas de Avaliação de Curso, disponíveis no
momento da avaliação;
6. Os dados do Questionário Socioeconômico dos estudantes, coletados na
aplicação do ENADE;
7. O relatório da Comissão de Acompanhamento do Protocolo de Compromisso,
quando for o caso;
8. Os relatórios e conceitos da CAPES para os cursos de Pós-Graduação da
UFPB;
9. Os documentos sobre o credenciamento e o último re-credenciamento da
Universidade;
Na dimensão externa da avaliação do curso, a Instituição receberá visita de
Comissão ad hoc de Avaliação, constituída pela SESu/MEC, a fim de proceder a
levantamento, analisar e posicionar-se sobre os seguintes itens:
Gerais:
1.
2.
3.
4.
O perfil do corpo docente do curso;
As condições das instalações físicas;
A organização didático-pedagógica;
O desempenho dos estudantes do curso no ENADE;
53
5. Os dados de questionário socioeconômico preenchido pelos estudantes,
disponíveis no momento da avaliação;
6. Os dados atualizados do Censo da Educação Superior e do Cadastro Geral
das Instituições e Cursos.
Específicas:
1.
2.
3.
4.
5.
A qualidade do conteúdo na sua pertinência em atingir os objetivos propostos;
A infra-estrutura da tutoria nos pólos e sua eficácia de apoio ao aluno;
A qualidade da arquitetura pedagógica para cursos EAD;
A capacidade de armazenamento e distribuição;
O suporte tecnológico e capacidade de criativo desenvolvimento tecnológico
para o atendimento das necessidades dos pólos e/ou dos alunos;
6. A capacidade de registro e acompanhamento da produção de conhecimento
dos alunos e do corpo docente;
7. A geração e publicação de pesquisas em EAD para a universidade e para a
sociedade;
8. A inserção do programa e do curso a distância na cultura e no seu
compromisso com as questões sociais.
7.2. Avaliação do material didático
Deverão ser verificados, tanto na avaliação interna quanto na externa, os seguintes itens:
1. Se as mídias utilizadas são aquelas especificadas na construção da proposta
pedagógica do curso;
2. Se a convergência dos equipamentos e a integração entre materiais impressos
e de informática, acrescida da mediação dos professores e tutores - em
momentos presenciais ou virtuais - criam ambientes de aprendizagem ricos e
flexíveis;
3. Considerando que a educação a distância pode levar a uma centralização na
disseminação do conhecimento e, portanto, na elaboração do material
educacional, verificar a abertura de espaço para que o estudante reflita sobre
sua própria realidade, possibilitando contribuições de qualidade educacional,
cultural e prática ao aluno;
4. A associação dos materiais educacionais entre si e com módulos de estudos,
indicando como o conjunto desses materiais se inter-relaciona, de modo a
promover a interdisciplinaridade e a evitar uma proposta fragmentada e
descontextualizada do programa;
5. A existência, no material educacional, de um guia – impresso e/ou disponível
na rede – que:
a) Oriente o aluno quanto às características da educação a distância e
quanto a direitos, deveres e atitudes de estudo a serem adotadas;
b) Informe sobre o curso escolhido e a caracterização dos equipamentos
necessários ao desenvolvimento do curso;
c) Esclareça como se dará a comunicação com professores, colegas,
pessoal de apoio tecnológico e administrativo;
d) Apresente cronograma, períodos/locais de presença obrigatória, o
sistema de acompanhamento e avaliação, bem como todas as
orientações que lhe darão segurança durante o processo educacional;
6. Existência de informação, de maneira clara e precisa, em relação a que meios
de comunicação e informação serão colocados à disposição do aluno (livrostextos, cadernos de atividades, leituras complementares, roteiros, obras de
54
referência, Web-sites, vídeos, ou seja, um conjunto - impresso e/ou disponível
na rede - que se articula com outros meios de comunicação e informação para
garantir flexibilidade e diversidade);
7. Existência de detalhamento, nos materiais educacionais, de quais
competências cognitivas, habilidades e atitudes o aluno deverá alcançar ao fim
de cada unidade, módulo, disciplina, oferecendo-lhe oportunidades
sistemáticas de auto-avaliação;
8. Se a plataforma de aprendizagem utilizada favorece trabalhos colaborativos,
unindo alunos fisicamente distantes;
9. Existência de critérios de avaliação de qualidade dos materiais;
10. Previsão do tempo que o correio leva para entregar o material educacional e
considerar esse prazo para evitar que o aluno se atrase ou fique impedido de
estudar, comprometendo sua aprendizagem;
11. Disposição de esquemas alternativos mais velozes para casos eventuais;
12. Existência de cuidados e respeito, na preparação de material, a aspectos
relativos à questão de direitos autorais, da ética, da estética, da relação formaconteúdo;
13. Existência de adequação ergonômica aos alunos, de maneira geral, e alunos
portadores de necessidades especiais, em particular.
7.3. Avaliação da infra-estrutura de suporte tecnológico e científico do curso
Deverão ser verificados, tanto na avaliação interna quanto na externa, os seguintes itens:
1. Quantidade de equipamentos, bem como conectividade, quando for o caso,
necessários para instrumentalizar o processo pedagógico e a relação
proporcional aluno/meios de comunicação;
2. Acervo disponível atualizado, amplo e representativo de livros e periódicos,
acervo de imagens, áudio, vídeos, sites na Internet, à disposição de alunos,
tutores e professores;
3. Política de reposição, manutenção, modernização e segurança dos
equipamentos da sede e dos pólos descentralizados;
4. Procedimentos que garantam o atendimento a cada aluno, independente do
local onde ele esteja (por exemplo: confeccionar embalagens especiais para
entrega e devolução segura dos livros, periódicos e materiais didáticos);
5. Locais onde serão feitas as atividades práticas em laboratórios e os estágios
supervisionados, inclusive para alunos fora da localidade, sempre que
necessário;
6. Existência de laboratórios, bibliotecas e museus virtuais bem como de outros
recursos que a informática torna disponível;
7. Organização e manutenção de serviços básicos, como:
a) Cadastro de alunos e de professores;
b) Serviços de controle de distribuição de material e de avaliações;
c) Serviço de registros de resultados de todas as avaliações e atividades
realizadas pelo aluno, prevendo-se, inclusive recuperação e a
possibilidade de certificações parciais;
d) Serviço de manutenção dos recursos tecnológicos envolvidos;
8. Disponibilidade de pessoal de apoio para momentos presenciais e de provas,
9. Existência de condições para selecionar e capacitar tutores que atuarão nos
pólos, para atendimento presencial, local, ao aluno.
(R$ 1,00)
55
4 – ORÇAMENTO DO CURSO (para o 1º ano)
Meta 01 - Preparação dos materiais didáticos do Curso (set/2006 a fev/2007)
Discriminação
CUSTEIO
Qtd.
Valor unit. Duração
Valor total
222.672,50
1. Bolsas
Professores autores (conteúdos)
10
Professores especialistas (linguagem EAD)
3
Professores revisores (gramática)
2
Professores validadores
2
Subtotal
2. Serviços de terceiros
2.1 Pessoa física
Secretária
1
Auxiliar administrativo
1
Técnicos de suporte tecnológico
2
2
Webdesigners
Ilustradores gráficos
2
2
Webmasters
Designers instrucionais
2
Produtor de vídeo
1
Editores de vídeo
2
Tradutor de LIBRAS
1
Subtotal
2.2 Pessoa jurídica
4.100
Gráfica (publicação dos fascículos do 1º ano do curso)
Gráfica (impressão de banners, rótulos e capas de CDs e DVDs)
Encargos sociais (25% sobre pessoa física)
Meses
1.200,00
1.200,00
900,00
900,00
5
3
3
3
Meses
500,00
350,00
800,00
500,00
600,00
600,00
800,00
800,00
600,00
800,00
5
5
5
3
3
3
3
3
3
3
15,00
5
700,00
100
3
15
840
840
8
840
13,00
680,00
80,00
2,00
6,00
200,00
3,50
Subtotal
3. Material de consumo
Papel (resmas)
Tonner (impressoras a laser)
Cartuchos de tinta (impressoras jato de tinta)
CD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa
DVD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa
Fitas de vídeo (gravação digital, DVCAM)
Fitas de vídeo VHS (2 por aluno + 5% reserva) + capa
Combustível (transporte dos materiais para os 13 pólos)
1.300,00
2.040,00
1.200,00
1.680,00
5.040,00
1.600,00
2.940,00
1.200,00
Subtotal
4. Passagens e diárias
Diárias (equipe de coordenação; viagens para os 13 pólos)
Diárias (motorista e auxiliar, para os pólos)
Subtotal
2.500,00
1.750,00
8.000,00
3.000,00
3.600,00
3.600,00
4.800,00
2.400,00
3.600,00
2.400,00
35.650,00
61.500,00
5.000,00
8.912,50
1.000,00
3.500,00
500,00
600,00
81.012,50
Serviços gráficos e publicação de editais (seleção de tutores)
Softwares da área de edição
Correios (despesas eventuais)
Serviços de telefonia fixa
60.000,00
10.800,00
5.400,00
5.400,00
81.600,00
17.000,00
freqüência
13
13
120,00
70,00
3
3
4.680,00
2.730,00
7.410,00
56
CAPITAL
41.400,00
1. Equipamentos
Notebook Pentium 1,8Ghz, 512Mb, 60Gb, wireless,
leitor/gravador de CD e DVD, monitor 15”
Microcomputador Pentium 4, 3Ghz, 512Mb, 80Gb,
leitor/gravador de CD e DVD, monitor 17”
Impressora a laser, colorida, máximo 1200 dpi
Scanner de mesa mono e colorido, 4800x2400 dpi
Projetor multimídia
Subtotal
Subtotal Meta 01 (custeio + capital)
3
5.500,00
16.500,00
3
2.600,00
7.800,00
1
1
3
2.600,00
1.000,00
4.500,00
2.600,00
1.000,00
13.500,00
41.400,00
264.072,50
Meta 02 – Capacitação de 24 Tutores (set/2006 a fev/2007)
Discriminação
Qtd.
Valor unit. Duração
Valor total
Meses
1. Bolsas
Professores
Tutores
4
24
1.200,00
600,00
Subtotal
24.000,00
72.000,00
96.000,00
Subtotal
3.000,00
3.000,00
2. Serviços de terceiros
2.2 Pessoa jurídica
Serviços gráficos
2.3. Material de consumo
Papel (resmas)
Tonner (impressoras a laser)
Cartuchos de tinta (impressoras jato de tinta)
CD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa
DVD-ROM (2 por aluno + 5% reserva técnica) + capa
Fitas de vídeo (gravação digital, DVCAM)
Fitas de vídeo VHS (2 por aluno + 5% reserva) + capa
Subtotal
Subtotal Meta 02
10
1
3
51
51
1
51
13,00
680,00
80,00
2,00
6,00
200,00
3,50
5
5
130,00
680,00
240,00
102,00
306,00
200,00
178,50
1.836,50
100.836,50
57
Meta 03 - Desenvolvimento do 1º ano do Curso (mar/2007 a dez/2007)
Discriminação
Qtd.
Valor unit. Duração
Valor total
meses
1. Bolsas
Professores (tutores a distância)
8
900,00
10
72.000,00
Tutores presenciais
24
600,00
10
144.000,00
Coordenador Geral do Curso
1
1.200,00
10
12.000,00
Vice-Coordenador Geral do Curso
1
900,00
10
9.000,00
Coordenador Acadêmico-pedagógico do Curso
1
1.200,00
10
12.000,00
Vice-Coordenador Acadêmico-pedagógico do Curso
Subtotal
1
900,00
10
9.000,00
258.000,00
2. Serviços de terceiros
meses
2.1 Pessoa física
Secretária
1
500,00
10
5.000,00
Auxiliar administrativo
1
350,00
10
3.500,00
Técnicos de suporte tecnológico
2
800,00
10
16.000,00
Subtotal
24.500,00
2.2 Pessoa jurídica
Encargos sociais (25% sobre pessoa física)
6.125,00
Correios (despesas eventuais)
800,00
Serviços de telefonia fixa
2.500,00
Subtotal
9.425,00
3. Material de consumo
Papel (resmas)
100
13,00
1.300,00
Tonner (impressoras a laser)
Cartuchos de tinta (impressoras jato de tinta)
Combustível (transporte dos materiais)
3
10
680,00
80,00
2.040,00
800,00
800,00
4.940,00
Subtotal
4. Passagens e diárias
freqüência
Passagens (equipe de coordenação, viagens nacionais)
2
1.500,00
Diárias (equipe de coordenação; viagens para os 13 pólos)
Diárias (motorista e auxiliar, para pólos)
Subtotal
13
13
120,00
70,00
Subtotal Meta 03
1
6
6
3.000,00
9.360,00
5.460,00
17.820,00
314.685,00
TOTAL DOS RECURSOS FINANCEIROS SOLICITADOS (ANO 1)
Custo/aluno/ano (equipamentos incluídos)
1.699,00
Custo/aluno/mês (equipamentos incluídos)
141,58
679.594,00
58
Consolidação por item de dispêndio (por ano) (tomando-se como base o primeiro ano)
1. Bolsas
435.600,00
2. Serviços de Terceiros
153.587,50
2.1. Pessoa Física
60.150,00
2.2. Pessoa Jurídica
93.437,50
3. Material de Consumo
23.776,50
4. Passagens e Diárias
25.230,00
5. Equipamentos
41.400,00
TOTAL
679.594,00
Consolidação por item de dispêndio (4 anos) (base: 1º ano x 4, exceto item
equipamentos, requeridos 100% no primeiro ano e 30% nos anos subseqüentes, a
título de reposição e/ou atualização, sem levar em consideração a inflação)
1. Bolsas
1.742.400,00
2. Serviços de Terceiros
614.350,00
2.1. Pessoa Física
240.600,00
2.2. Pessoa Jurídica
373.750,00
3. Material de Consumo
95.106,00
4. Passagens e Diárias
100.920,00
5. Equipamentos
78.660,00
TOTAL
2.631.436,00
5 – CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO (para o 1º ano do curso)
Item de dispêndio / mês
Bolsas
Serviços de Terceiros
Pessoa Física
Pessoa Jurídica
Material de Consumo
Passagens e Diárias
Equipamentos
TOTAL
set/06
177.600,00
119.662,50
35.650,00
84.012,50
18.836,50
7.410,00
41.400,00
364.909,00
mar/07
129.000,00
16.962,50
12.250,00
4.712,50
4.940,00
8.910,00
0,00
159.812,50
ago/07
129.000,00
16.962,50
12.250,00
4.712,50
0,00
8.910,00
0,00
154.872,50
TOTAL
435.600,00
153.587,50
60.150,00
93.437,50
23.776,50
25.230,00
41.400,00
679.594,00
O cronograma de desembolso para o 2º, 3º e 4º anos do curso deverá seguir a mesma planilha
do 1º ano, acima mostrada, exceto em relação ao item equipamentos (apenas 30% sobre o
valor do primeiro ano, ou seja, R$ 12.420,00/ano), sempre em três parcelas (setembro, março
e agosto). Assim sendo, em setembro de 2007, deverá haver liberação da primeira parcela
correspondente ao 2º ano do curso, e assim sucessivamente nos anos subseqüentes.
59
ANEXO 1
Projetos na área de Educação a Distância apoiados e desenvolvidos pela UFPB:
• Biblioteca Digital Paulo Freire (www.paulofreire.ufpb.br)
Coordenadora: Edna Gusmão de Góes Brennand
(Centro de Educação - DHP/PPGE - Campus I)
• Aquisição e Disponibilização de Softwares Educacionais na UFPB/CEAD:
Sistema Sisconsoft/Bibliosoft
Coordenadora: Mirian de Albuquerque Aquino
(Centro de Ciências Sociais Aplicadas - DBD/CMCI – Campus I)
• Pólo de Produção e Capacitação em Conteúdos Digitais Multimídia da Paraíba
Coordenador: Ed Porto Bezerra
(Centro de Ciências Exatas e da Natureza - DI/PPGE - Campus I)
• Ambulatório Virtual: ambiente multimídia dirigido ao atendimento dos portadores
de insuficiência venosa crônica
Coordenador: Rodolfo Augusto de Athayde
(Centro de Ciências da Saúde - NETEB - Campus I)
• Biblioteca Virtual em Odontopediatria: banco de imagens de anomalias dentárias
Coordenadores: Alessandro L. Cavalcanti e José Tadeu F. Leite
(Centro de Ciências da Saúde - DCOS - Campus I)
• Identificação e Análise de Imagens para Formação de um Sistema de
Representação e Recuperação da Informação
Coordenador: Carlos Xavier de Azevedo Neto
(Centro de Ciências Sociais Aplicadas - DBD/CMCI – Campus I)
• Contadores de Histórias: do oral ao virtual
Coordenadora: Maria Claurênia A. A. Silveira
(Centro de Educação - DME/ PPGE - Campus I)
• O ABC do Poeta Popular
Coordenadora: Beliza Áurea A. Melo
(Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DLCV/PPGL - Campus I)
• Nas Ondas da Cidadania
Coordenador: Bertrand de S. Lyra
(Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DECOM - Campus I)
• Programa “Atchim ... Saúde”, promovendo a saúde pelo rádio
Coordenador: Eymard Mourão Vasconcelos
(Centro de Ciências da Saúde - DPS - Campus I)
• Ecologia nas Ondas do Rádio: um exercício de educação ambiental a serviço da
cidadania
Coordenador: Bertrand de S. Lyra
(Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DECOM - Campus I)
• Lixo na Comunidade Maria de Nazaré: uma proposta de vídeo-processo
Coordenador: Eymard Mourão Vasconcelos
(Centro de Ciências da Saúde - DPS - Campus I)
• Modelagem Interativa na Aprendizagem de Física
Coordenador: Romero Tavares da Silva
(Centro de Ciências Exatas e da Natureza - DF - Campus I)
• Oficinas de Eco-Leituras em Vídeo
Coordenadora: Maria Eulina P. de Carvalho
(Centro de Educação - DHP/PPGE - Campus I)
Cursos
60
Extensão
• Introdução à Pesquisa Científica em Saúde
Coordenador: Wilton Wilney Padilha
(Centro de Ciências da Saúde - DCOS - Campus I)
• Curso Básico de Física
Coordenador: Romero Tavares da Silva
(Centro de Ciências Exatas e da Natureza - DF - Campus I) (www.fisica.ufpb.br/prolicen)
• TV na Escola e os Desafios de Hoje
Coordenadora: Cláudia Montenegro
(Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - DP - Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos
Comunitários - Campus I) (www.ead.ufpb.br/tvescola)
Especialização Lato Sensu
• Tecnologia Educacional em Ciências Naturais
Coordenadora: Maria de Lourdes Pereira
(Centro de Educação - DME - Campus I)
(Resolução 73/99/CONSEPE - Portarias 21/01 e 23/02/PRPG)
• Gestão Educacional
Coordenadora: Maria de Lourdes Henriques
(Centro de Educação - DME - Campus I)
(Resolução 37/02/CONSEPE - Portaria 08/02/PRPG)
• Educação Infantil
Coordenadora: Onelice de Medeiros Borges
(Centro de Educação - DME - Campus I) – (Resolução 19/01/CONSEPE - Portaria 34/02/PRPG)
• Formação Pedagógica em Educação Profissional na Área de Saúde: Enfermagem
Coordenadora: Iracema Tabosa da Silva
(Centro de Ciências da Saúde - DEMCA - Campus I) – (Resolução 05/03/CONSEPE)
• Educação Básica por Mediador acadêmico a Distância
Coordenadora: Verônica de Fátima Gomes de Moura
(Centro de Formação de Tecnólogos - DCBS - Campus III) – (Resolução 61/03/CONSEPE)
• Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação
Coordenadora: Edna Gusmão de Góes Brennand
(Centro de Educação PPGE/CEAD – Campus I) – (Resolução 36/03/CONSEPE)
61
ANEXO 2
COMPOSIÇÃO CURRICULAR
CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA
(Magistério em Educação Infantil)
MODALIDADE: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Carga
Créditos
%
1725
115
53,49
Núcleo dos Fundamentos da Educação
750
50
23,26
Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil
570
38
17,67
405
27
12,56
1500
100
46,51
420
28
13,02
765
51
23,72
2.2 Conteúdos Complementares Optativos
195
13
6,05
2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis
120
8
3,72
3225
215
100
Conteúdos Curriculares
1. Conteúdos Básicos Profissionais
Horária
1.1 Conteúdos Básicos Profissionais
1.2 Estágio Supervisionado
2. Conteúdos Complementares Obrigatórios
2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios
Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da
Educação Infantil
Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na
Educação Infantil
TOTAL
62
COMPOSIÇÃO CURRICULAR
CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA
(Magistério em Educação Infantil) - EAD
1. Conteúdos Básicos Profissionais
Conteúdos Básicos Profissionais
Disciplinas
Créditos
CH
Pré-requisitos
Introdução a EAD
4
60
História da Educação Brasileira I
4
60
Sociologia Educacional I
4
60
Filosofia da Educação I
4
60
Português Instrumental
4
60
Matemática Instrumental
4
60
História da Educação Brasileira II
4
60
HEB I
Sociologia Educacional II
4
60
SE I
Psicologia Educacional I
4
60
Filosofia Educacional II
4
60
Política Educacional
3
45
Seminários Temáticos de Prática Curricular I
4
60
Antropologia Cultural
3
45
Políticas Públicas e Educação Infantil
4
60
Educação e Saúde I
3
45
Pesquisa e Prática Pedagógica na Educação
Infantil
4
60
Educação e Saúde II
4
60
Ludicidade e Desenvolvimento da Criança I
4
60
Ludicidade e Desenvolvimento da Criança II
4
60
Avaliação na Educação Infantil
3
45
Didática na Educação Infantil
3
45
Matemática na Educação Infantil I
3
45
Ciências Naturais na Educação Infantil I
3
45
Ciências Sociais na Educação Infantil I
3
45
TOTAL
88
1320
FE I
ES I
LDC I
63
1.3 Estagio Curricular
Estágio Supervisionado em Magistério
4
da Educação Infantil I
Estágio Supervisionado em Magistério
3
da Educação Infantil II
Estágio Supervisionado em Magistério
4
da Educação Infantil III
Estágio Supervisionado em Magistério
4
da Educação Infantil IV
Estágio Supervisionado em Magistério
4
da Educação Infantil V
Estágio Supervisionado em Magistério
4
da Educação Infantil VI
Estágio Supervisionado em Magistério
4
da Educação Infantil VII
TOTAL
27
60
45
ESMEI I
60
ESMEI II
60
ESMEI III
60
ESMEI IV
60
ESMEI V
60
ESMEI VI
405
2. Conteúdos Complementares
2.1 Conteúdos Complementares Obrigatórios
Linguagem e Pensamento na Educação Infantil I
4
60
Linguagem e Pensamento na Educação Infantil II
3
45
Literatura Infantil
3
45
Linguagens Artísticas na Educação Infantil II
3
45
Linguagens Artísticas na Educação Infantil I
3
45
Educação, Cultura e Mídia
3
45
Ciências Naturais na Educação Infantil II
3
45
CNEI I
Ciências Sociais na Educação Infantil II
3
45
CSEI I
Matemática na Educação Infantil II
3
45
MEI I
Psicologia Educacional II
4
60
PE I
Currículo na Educação Infantil
4
60
Seminários Temáticos de Prática Curricular II
4
60
STPC I
Seminários Temáticos de Prática Curricular III
4
60
STPC II
Metodologia do Trabalho Científico
4
60
Pesquisa Aplicada à Educação
4
60
Seminários Temáticos de Prática Curricular IV
4
60
STPC III
Seminários Temáticos de Prática Curricular V
4
60
STPC IV
Seminários Temáticos de Prática Curricular VI
4
60
STPC V
Educação Inclusiva
4
60
Organização e Conforto Ambiental
3
45
Seminários Temáticos de Prática Curricular VII
4
60
Trabalho de Conclusão de Curso
4
60
TOTAL
79
1185
LPEI I
LAEI I
STPC VI
64
2.2 Conteúdos Complementares Optativos
Gestão e Planejamento na Educação Infantil
4
60
Corporeidade e Educação
3
45
Saúde e Trabalho Docente
3
45
Escola, Família e Sociedade
3
45
TOTAL
13
195
2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis
Tópicos Especiais em Educação I
4
60
Tópicos Especiais em Educação II
4
60
TOTAL
8
120
215
3225
TOTAL GERAL
TEE I
65
ANEXO 3
CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA
(Magistério em Educação Infantil)
MODALIDADE: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
1º Semestre
Disciplina
4º Semestre
CHT
T
P
E
PReq
Disciplina
Ludicidade e Desenvolvimento da
Criança II
Educação e Saúde II
CHT
T
P
60
30
30
LDC I
60
30
30
ES I
Matemática na Educação Infantil I
Seminários Temáticos de Prática
Curricular III
Metodologia do Trabalho Científico
45
30
15
Introdução a EAD
60
15
45
História da Educação Brasileira I
60
30
30
Sociologia Educacional I
60
30
30
Filosofia da Educação I
60
30
30
Português Instrumental
60
30
30
Estágio Supervisionado em Magistério
da Educação Infantil III
60
Matemática Instrumental
60
30
30
TOTAL
405
TOTAL DO SEMESTRE
360
165
195
E
60
45
15
60
30
30
195
150
60
CHT
T
P
E
60
30
30
45
30
15
45
30
15
45
15
30
45
15
30
PReq
STP II
60
ESMEI II
5º Semestre
2º Semestre
Disciplinas
Disciplinas
CHT
T
P
História da Educação Brasileira II
60
30
30
E
HEB I
PReq
Sociologia Educacional II
60
30
30
SE I
Psicologia Educacional I
60
30
30
Filosofia Educacional II
60
30
30
Política Educacional
45
30
15
Seminários Temáticos de Prática Curricular I
60
30
30
Estágio Supervisionado em Magistério da
Educação Infantil I
60
TOTAL
405
180
CHT
T
Linguagem e Pensamento na
Educação Infantil I
Linguagens Artísticas na Educação
Infantil I
Ciências Naturais na Educação
Infantil I
Matemática na Educação Infantil II
Avaliação na Educação Infantil
FE I
Tópicos Especiais em Educação I
60
30
30
60
15
45
MTC
60
45
15
STPC III
60
Estágio Supervisionado em Magistério
da Educação Infantil IV
60
165
60
TOTAL
480
P
E
60
210
210
60
E
ESMEI III
6º Semestre
Políticas Públicas e Educação Infantil
60
30
30
Educação e Saúde I
45
30
15
Psicologia Educacional II
60
30
30
Ludicidade e Desenvolvimento da Criança I
60
30
30
Antropologia Cultural
45
30
15
Educação, Cultura e Mídia
Seminários Temáticos de Prática Curricular
II
45
25
20
60
30
30
Didática na Educação Infantil
MEI I
Pesquisa Aplicada à Educação
Seminários Temáticos de Prática
Curricular IV
3º Semestre
Disciplinas
PReq
45
Estágio Supervisionado em Magistério da
Educação Infantil II
45
TOTAL
465
20
PE I
STPC I
25
45
225
PReq
195
45
ESMEI I
Disciplinas
Ciências Naturais na Educação
Infantil II
Ciências Sociais na Educação Infantil
I
Linguagem e Pensamento na
Educação Infantil II
Linguagens Artísticas na Educação
Infantil II
Literatura Infantil
CHT
T
P
45
30
15
45
30
15
45
30
15
LPEI I
LAEI I
45
30
15
45
30
15
PReq
CNEI I
Tópicos Especiais em Educação II
60
30
30
TEE I
Seminários Temáticos de Prática
Curricular V
60
45
15
STPC IV
Estágio Supervisionado em Magistério
da Educação Infantil V
60
TOTAL
405
60
225
120
ESMEI
IV
60
66
7º Semestre
CHT
T
P
Ciências Sociais na Educação Infantil II
Disciplinas
45
30
15
Corporeidade e Educação
45
30
15
Currículo na Educação Infantil
60
30
30
Gestão e Planejamento na Educação Infantil
60
30
30
Seminários Temáticos de Prática Curricular VI
Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil
VI
TOTAL
60
45
15
E
STPC V
60
330
PReq
CSEI I
60
165
ESMEI V
105
60
E
PReq
60
ESMEI VI
8º Semestre
CHT
T
P
Saúde e Trabalho Docente
Disciplinas
45
30
15
Escola, Família e Sociedade
45
30
15
Educação Inclusiva
60
30
30
Organização e Conforto Ambiental
45
30
15
60
45
15
Seminários Temáticos de Prática Curricular VII
Estágio Supervisionado em Magistério da Educação Infantil
VII
STPC VI
60
Trabalho de Conclusão de Curso
60
15
45
TOTAL
375
180
135
60
Distribuição de Carga Horária
Atividades
Conteúdos Básicos Profissionais
Conteúdos Complementares Obrigatórios
Carga horária
Núcleo dos Fundamentos da Educação
750
Núcleo de Fundamentos da Educação Infantil
570
Estágio Supervisionado
Núcleo das Ciências Básicas e Metodologias da
Educação Infantil
Núcleo da Dinâmica do Trabalho Pedagógico na
Educação Infantil
Conteúdos Complementares Optativos
405
Conteúdos Complementares Flexíveis
TOTAL
1725
420
765
1500
195
120
3225
67
68
Download

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA