RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO
Julho de 2011
Relatório de Auto-Avaliação
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Índice
I – Introdução ............................................................................................................................................... 4
II – Contextualização do Agrupamento de Escolas de Pedome ................................................................... 6
1. Caracterização do Meio ........................................................................................................................ 6
2. Localização Geográfica das Escolas/Jardins de Infância do Agrupamento ....................................... 13
3. Caracterização dos Alunos ................................................................................................................. 16
4. Critérios para a Constituição de Grupos/Turmas ............................................................................... 16
5. Recursos Humanos ............................................................................................................................. 17
5.1. Caracterização dos Professores ................................................................................................... 17
5.2. Caracterização dos Pais/Encarregados de Educação ................................................................... 17
5.3. Caracterização dos Assistentes Técnicos .................................................................................... 17
5.4. Caracterização dos Assistentes Operacionais .............................................................................. 18
6. Recursos/Oferta Educativa ................................................................................................................. 18
7. A Escola que Queremos ..................................................................................................................... 20
III – A implementação de um Processo de Auto-Avaliação........................................................................ 21
1.
O Processo e a sua Metodologia ..................................................................................................... 21
1.1.
O Modelo PAVE (Perfil de Auto-Avaliação da Escola) ........................................................ 21
1.2. Domínios de Intervenção............................................................................................................. 22
2. Desenvolvimento do Processo ........................................................................................................... 24
2.1 Constituição da Equipa ................................................................................................................. 24
2.2
Fases do Processo de Auto-Avaliação .................................................................................... 25
IV – Elementos em Análise ......................................................................................................................... 27
1. Análise dos Inquéritos ........................................................................................................................ 27
1.1. Percentagem de Inquéritos Recebidos ......................................................................................... 27
1.2. Amostra dos Inquéritos ............................................................................................................... 28
2.
Análise dos Quatro Domínios do PAVE ........................................................................................ 29
2.1. Resultados ................................................................................................................................... 29
2.1.1. Retenção por Insucesso, Abandono e Absentismo .................................................................. 29
2.1.2. Resultados Escolares nas Provas de Avaliação Externa ........................................................... 31
Resultados das Provas de Aferição – 4.º ano...................................................................................... 31
Resultados das Provas de Aferição – 6.º ano...................................................................................... 34
Resultados dos Exames Nacionais – 9.º ano ...................................................................................... 34
2.1.3.
Análise dos Resultados Escolares ....................................................................................... 36
2.2. Processos ao Nível da Sala de Aula ............................................................................................ 37
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2.2.1. Qualidade do Ensino e Aprendizagem ..................................................................................... 37
2.2.1.1. Perspectiva dos Alunos.......................................................................................................... 37
2.2.1.2. Perspectiva dos Professores .................................................................................................. 38
2.2.1.3. Perspectiva dos Encarregados de Educação ......................................................................... 41
2.2.2. Apoio às Dificuldades de Aprendizagem .................................................................................. 41
2.3. Processos ao Nível da Escola ....................................................................................................... 42
2.3.1. Escola como um Local de Aprendizagem ................................................................................. 42
2.3.2. Escola como um Local Social.................................................................................................... 47
2.3.3. Escola como um Local Profissional .......................................................................................... 50
Liderança / Direcção ........................................................................................................................... 50
Recursos (Pessoal Docente e não Docente) ....................................................................................... 51
Outras Estruturas ............................................................................................................................... 54
Infra-estruturas/Serviços.................................................................................................................... 54
2.4. Meio............................................................................................................................................. 55
2.4.1. A Escola e Família ..................................................................................................................... 56
2.4.2. Escola e Comunidade ............................................................................................................... 60
V – Pontos Fortes e Pontos Fracos ............................................................................................................. 64
a)
Pontos Fortes.................................................................................................................................. 64
b)
Pontos Fracos ................................................................................................................................. 68
VI - Conclusão ............................................................................................................................................. 72
VII - Agradecimentos .................................................................................................................................. 73
VIII – Bibliografia ........................................................................................................................................ 74
IX - ANEXOS ................................................................................................................................................ 75
ANEXO A ................................................................................................................................................. 76
ANEXO B ................................................................................................................................................. 81
ANEXO C ................................................................................................................................................. 86
ANEXO D ................................................................................................................................................. 90
ANEXO E ................................................................................................................................................. 94
ANEXO F................................................................................................................................................ 103
Anexo G ................................................................................................................................................ 115
ANEXO H ............................................................................................................................................... 123
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I – Introdução
“A avaliação reflecte a realidade das escolas e permite que os protagonistas se vejam
com clareza e rigor. Da compreensão suscitada pela imagem contemplada, nascerá a
decisão de corrigir um gesto, limpar o rosto, ou a realização duma operação mais
complexa.
O espelho tem de estar limpo e bem colocado. (…) Manter o espelho face à
realidade, situá-lo de forma a receber uma imagem fiel, limpá-lo de impurezas que
dificultam a visão, acolher sugestões dos que nele se espelham, eis a tarefa dos
avaliadores.
A finalidade última é melhorar essa realidade, essa imagem que se projecta no
espelho e que constitui um serviço social presidido de valores.”
(Santos Guerra, Miguel 2002: 11)
No ano lectivo de 2009/2010, o Agrupamento Vertical de Escolas de Pedome principiou
o processo de implementação da Auto-Avaliação sustentado no quadro de autonomia das
escolas.
A avaliação interna das escolas, decorrente da Lei n.º 31/2002 de 20 de Dezembro, visa,
“a partir de uma análise de diagnóstico”, “a criação de termos de referência para maiores níveis
de exigência, bem como a identificação de boas práticas organizativas, de procedimentos e
pedagogias relativas à escola e ao trabalho de educação, ensino e aprendizagem, que se
constituem em modelos de reconhecimento, valorização, incentivo e dinamização educativa”
(Lei n.º 31/2002).
Esta dinâmica educativa constitui uma estratégia fundamental para a identificação dos
pontos fracos e fortes do desempenho das Escolas e Jardins de Infância do Agrupamento.
Pretende-se que este exercício colectivo de carácter formativo assente no diálogo e no
confronto de perspectivas sobre o sentido da escola e da educação e ajude a desenvolver uma
cultura de escola.
Por conseguinte, este relatório considera uma análise reflectida dos resultados dos
inquéritos administrados no ano lectivo transacto; das entrevistas realizadas; da análise
documental por conteúdo do Projecto Educativo TEIP, das actas de um Conselho de Turma e das
actas de um Departamento Curricular.
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No próximo ano lectivo, o percurso de trabalho da equipa de Auto-Avaliação terá em
conta a elaboração e respectiva monitorização do Plano de Eficácia e Melhoria do Agrupamento.
Salienta-se que este relatório reporta-se a um horizonte temporal de finais de Janeiro de 2010 até
à data.
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II – Contextualização do Agrupamento de Escolas de Pedome
1. Caracterização do Meio
O Agrupamento Vertical de Escolas de Pedome foi criado em 1999, tendo como escola
sede a Escola Básica Integrada de Pedome, e reestruturado no ano lectivo 2007/2008, com a
junção de algumas escolas e Jardins de Infância do extinto Agrupamento Horizontal de Terras do
Ave.
É actualmente constituído por nove escolas do 1º Ciclo, nove Jardins de Infância e uma
Escola Básica Integrada (do 1º ao 9º ano).
A área geográfica do Agrupamento engloba onze freguesias, que são as seguintes: Pedome,
Riba D’ Ave, Oliveira São Mateus, Delães, Bairro, Carreira, Bente, Novais, Ruivães, Castelões e
Oliveira Santa Maria.
De uma maneira geral a população do Vale do Ave, que engloba este Agrupamento,
dedica-se principalmente à indústria têxtil, à construção civil e à restauração. Mantém-se ainda o
cariz agrícola, sendo ainda cultivadas pequenas propriedades.
De
seguida
apresenta-se
uma
contextualização
histórico-geográfica
do
nosso
Agrupamento.
RIBA D’AVE – São Pedro
Elevada a Vila em 1988, Riba D’Ave situa-se no extremo leste de Vila Nova de Famalicão,
que a recebeu em 1853.
O nome da freguesia indica a posição geográfica em que se encontra – na margem do Rio
Ave.
O povoamento desta remonta à pré-história. As condições naturais, relevo muito
acidentado, favoreceram esse primitivo povoamento Castrejo.
Por estas terras, dizem alguns autores, que cavalgou D. Afonso Henriques, aquando da
sua entrega aos cuidados dos Senhores de Riba D’Ave.
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É no entanto um homem – Narciso Ferreira – que muda profundamente o destino de Riba
D’Ave. Com ele nasce uma pequena fábrica de algodão que altera o modo de viver das gentes da
terra. A pequena povoação agrícola transforma-se. Constroem-se importantes infra-estruturas de
carácter social, nomeadamente o Hospital, a Escola Primária, criam-se cantinas, creches, o Posto
da Guarda Nacional Republicana, e instituem-se os Montepios Operários. Ainda hoje se mantêm
a maior parte destas Instituições.
Locais a visitar: - Alminhas de 1.702 na Avenida Narciso Ferreira e Cruzeiro;
- Capela de São Roque de 1607 (totalmente restaurada);
- Quinta dos Condes de Riba D’Ave.
PEDOME - São Pedro
Pequena freguesia deste concelho localiza-se no extremo leste do mesmo, fazendo
fronteira com o concelho de Guimarães.
As primeiras referências a Pedome remontam ao Século XI, dos tempos anteriores à
fundação da Nacionalidade.
No espaço da freguesia existem alguns elementos arquitectónicos que merecem ser
visitados. Na elegante escadaria da Igreja Matriz, merecem atenção as Alminhas incrustadas num
dos muros. Algumas Casas Senhoriais atestam as ricas tradições de Pedome como a Casa de
Cerves, a Casa de Pedominho e a Casa dos Sapos.
Essencialmente rural, a maior parte da população de Pedome dedica-se, ainda assim, à
indústria têxtil.
OLIVEIRA SANTA MARIA
Também conhecida por Mosteiro de Oliveira por aqui ter existido, nos primeiros séculos
da Monarquia, um Mosteiro de Cónegos Regentes de Santo Agostinho, edificado junto ao Rio
Ave, tornou-se um importante couto, recebendo elevadas rendas ao longo dos tempos.
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Mais tarde, em 1959, o Convento acabaria unido ao Convento de Santa Cruz de Coimbra, e
para lá passaram as suas rendas.
Oliveira Santa Maria terá neste momento mais de três mil habitantes; é uma povoação em
que a população se reparte pelo trabalho em modernas empresas ligadas à indústria têxtil,
construção civil, e agricultura.
Locais a visitar: - A Igreja Paroquial e o espólio que pertenceu ao antigo Mosteiro;
- A Capela de Cimo D’ Oliveira;
- A Capela de São Cristóvão;
- A Capela da Levandeira;
- Alminhas da Casa Nova e Valjóia;
- O Cruzeiro no cimo do Monte de Santa Tecla, de onde se avista uma
paisagem extensa.
OLIVEIRA SÃO MATEUS
Também esta freguesia desanexada de Delães no Século XIX, tem o seu desenvolvimento
ligado ao Rio Ave que atraiu e fixou as primeiras populações. Freguesia de paisagem
predominantemente rural tem contudo na indústria têxtil suporte importante da sua economia.
O Comércio movimenta também uma importante parte da sua população. As Feiras e
Mercados são muito antigos e tradicionalmente acompanhadas de festas religiosas.
Locais a visitar: - Muro da Quinta de Gavim a recordar-nos as muralhas medievais;
- Alminhas de Santa Ana;
- Igreja de Nossa Senhora da Conceição;
- Igreja Matriz – Pia Baptismal.
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DELÃES – Divino Salvador
Situada no Sudoeste do concelho, esta freguesia tem fortes tradições históricas
relacionadas com os primeiros séculos da nacionalidade. O seu povoamento remonta ao tempo
daqueles que apenas se dedicaram à recolecção de plantas e frutos e não à agricultura.
Alguns vestígios arqueológicos ficaram também da civilização Castreja.
Em termos demográficos, Delães é a sétima freguesia do Concelho. A sua população
ocupa-se sobretudo do sector secundário, indústria têxtil, serralharia, latoaria e construção civil.
Locais a visitar: - Monte de Penide;
- Alminhas de Salgueirinhos;
- Alminhas de Portela;
- Cruzeiro e vitrais da Igreja Paroquial.
BAIRRO – São Pedro
Situada a Sul do concelho, teve vários nomes ao longo da sua história; a partir da 1ª
República passou a chamar-se Bairro.
O povoamento de Bairro também remonta aos tempos da civilização Castreja e na Idade
Moderna (1514) com a atribuição de Carta de Foral por D. Manuel I, tornou-se importante
freguesia.
O princípio do Século XX trouxe a São Pedro de Bairro muito factores de
desenvolvimento, como o Caminho-de-Ferro, a Central Eléctrica e a industrialização que vai
usar o Rio Ave como fonte de energia eléctrica.
A população aumenta com a chegada de novas famílias que fazem desta a sua terra.
Locais a visitar: - Ponte de Caniços;
- Igreja Matriz;
- Igreja Velha;
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- Alminhas em Sanfins, Estrada e Outeiro;
- Solares de Pousada;
- Quintas de Bouça e de Pereira;
- Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves.
CARREIRA – São Tiago
Também esta freguesia tem como povoamento original a civilização Castreja. Mais tarde
fez parte integrante da casa de Bragança.
Freguesia eminentemente religiosa a Carreira reúne um património edificado,
significativo.
Actualmente a Carreira é terra de aptidão agrícola com grandes quintas repartindo-se os
seus habitantes também pela indústria têxtil.
Locais a visitar: - Igreja Matriz;
- Capela de Santo Amaro (com Altar-Mor em madeira trabalhada, tecto
também em madeira pintada e Pia de Água Benta);
- Capela do Senhores dos Aflitos;
- Alminhas da Igreja e do Monte e Cruzeiro da Igreja de Santo Amaro;
- Quintas da Granja, de Santo Amaro, do Corgo;
- Marco da Casa de Bragança (entrada da Quinta de Santo Amaro).
BENTE – Divino Salvador
Pequenina freguesia deste concelho reconhecida como típica aldeia portuguesa, rural e
tradicional, com cerca de 130 hectares em que os habitantes de dedicam preferencialmente à
agricultura e indústria têxtil. Apesar de pequena, riqueza histórica não lhe falta, aparecendo já
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documentada em 1081 como pertencente ao Couto de Landim e mais tarde a Santa Cruz de
Coimbra.
Locais a visitar: - Igreja Paroquial;
- Igreja Antiga no interior do cemitério;
- Alminhas no lugar de Alminhas;
- Quinta do Paço.
RUIVÃES – Divino Salvador
Ruivães situada a 8 km da sede do concelho é uma freguesia de características
essencialmente rurais. Baseia a sua economia numa agricultura de policultura, mas também no
grande poderio de uma indústria têxtil, acompanhada de sectores como a transformação de
madeira e metalúrgica de base.
Pode-se ver o seu povoamento inicial aparecendo no Castro de São Miguel. Aparece
também referenciada nas inquirições de 1220.
Surge referenciada em diferentes anos como pertencente à Comarca de Barcelos e só
mais tarde à de Vila Nova de Famalicão.
Locais a visitar: - Igreja Matriz;
- Capelas do Calvário, da Quinta da Carvalheira, de Santa Rita e uma
singela Capelinha que alberga um cruzeiro do Senhor dos Milagres;
- Alminhas de Cova da Aldeia Nova e Cemitério;
- Castro de S. Miguel.
Subir ao Monte do Calvário e apreciar a panorâmica rural da freguesia, vale a pena.
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CASTELÕES – São Tiago
Castelões é hoje uma pequena freguesia do leste do concelho, delimitada por sete outras
freguesias. Os seus habitantes dedicam-se, como em todas as freguesias referidas,
essencialmente à agricultura e à indústria têxtil.
O seu passado histórico é antiquíssimo o que se pode provar pela análise ao topónimo
Castelões. Diversos nomes de lugares denotam um passado arqueológico, que nos pode levar até
ao período dolménico.
Em termos documentais a primeira referência a esta freguesia data de 1033 em que foi
doada pela primeira vez à Igreja de Oliveira (Santa Maria). Mais tarde deram-se novas doações à
Igreja de Oliveira.
Por aqui passou S. Tiago, o maior, padroeiro da Reconquista Cristã e que jaz na Catedral
de S. Tiago de Compostela.
Locais a visitar: - Igreja Matriz e painel de azulejos;
- Alminhas em Torres, Seixal, Monte de Baixo e Agrelo;
- Quintas do Pombal e de S. Tiago;
- Aqueduto Milenário, fundamental para a irrigação dos campos à época.
Novais – S. Simão
Novais é uma Freguesia pequena com cerca de 1000 habitantes, situada na parte sudoeste
do concelho de Vila Nova de Famalicão, e ocupa uma área com cerca de 113 quilómetros
quadrados. Novais possui devidamente aprovados todos os símbolos Heráldicos, Brasão,
Bandeira e selo. Presentemente Novais possui como equipamentos a sede de Junta de Freguesia,
a Escola Pré-Primária, instalada no rés-do-chão do edifício, uma Escola Primária, Capela
Mortuária e um Polivalente Desportivo, que presentemente este a ser explorado pela Associação
Cultural e Desportiva de Novais.
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2. Localização Geográfica das Escolas/Jardins de Infância do Agrupamento
E.B. 1/2/3 de Pedome (sede)
E.B. 1 do Mosteiro e JI do Alto da Estrada(Oliveira Sta. Maria)
JI da Boavista (Pedome)
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E.B.1/JI de Casas (Oliveira S. Mateus)
E.B.1 de Loureiro e JI de Delães (Delães)
E.B.1 de Lagoços (edifício da avenida e da igreja) – Bairro
E.B.1 do Outeiro (Carreira)
E.B.1/JI do Monte (Bente)
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JI da Pedreira – Bairro
JI da Aldeia (Carreira)
E.B.1 da Igreja e JI da Aldeia Nova (Ruivães)
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E.B.1 e JI da Avenida (Riba d’Ave)
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E.B.1 da Campa (Castelões)
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3. Caracterização dos Alunos
A população escolar do agrupamento é constituída por crianças e jovens de níveis etários
compreendidos entre os três e os dezassete anos, oriundos das freguesias do Concelho de Vila
Nova de Famalicão acima descritas.
É no início do 2.º Ciclo que os alunos das freguesias de Pedome, Castelões, Ruivães e
Oliveira de Santa Maria vêm frequentar a Escola sede, o que implica, para um número
significativo destes, a necessidade de utilização de transportes, nem sempre em condições ideais
e obrigando por vezes a uma permanência alargada no espaço escolar.
Constata-se um elevado número de alunos carenciados, aos quais é prestado apoio social
escolar.
4. Critérios para a Constituição de Grupos/Turmas
As turmas são constituídas em conformidade com o Despacho n.º 14026/2007 de 3 de
Julho, e ainda tendo em conta as seguintes orientações do Conselho Pedagógico para a formação
de turmas, principalmente para a formação de turmas:
1. Deve atender-se ao nível etário dos alunos de forma a serem constituídas turmas
homogéneas;
2. Manutenção da constituição do grupo/turma (salvo indicações do Conselho de Docentes
ou do Conselho de Turma);
3. Distribuição equitativa por sexo;
4. Os alunos retidos devem ser distribuídos equitativamente pelas turmas, de acordo com
as indicações do Conselho de Turma / Conselho de Docentes;
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5. Distribuir os alunos de acordo com a origem geográfica;
6. Só atender a pedidos de junção de alunos no mesmo grupo/turma por motivos familiares
e não atender a pedidos fundamentados em relações de amizade ou outros;
7. Evitar procedimentos baseados em juízos, como por exemplo: este aluno não fica neste
grupo/turma pois é um aluno com mau comportamento e vai condicionar o grupo/turma.
5. Recursos Humanos
5.1. Caracterização dos Professores
O corpo docente do Agrupamento, maioritariamente dos quadros, está distribuído do pelos
diversos níveis de ensino. Visto existirem já muitos professores pertencentes aos quadros de
escola, podemos considerar que se trata de um corpo docente estável, nomeadamente ao nível do
primeiro ciclo, situação esta que não se verifica no segundo e terceiro ciclo.
5.2. Caracterização dos Pais/Encarregados de Educação
A maioria dos Pais/Encarregados de Educação não concluiu a actual escolaridade
obrigatória (9.º ano), havendo contudo, alguns com cursos médios e superiores. Quanto ao seu
nível profissional, predomina o trabalho não especializado por conta de outrem. Havendo muito
desemprego, a situação sócio económica torna-se cada vez mais difícil.
5.3. Caracterização dos Assistentes Técnicos
Os Assistentes Técnicos do Agrupamento fazem parte seis elementos distribuídos do
seguinte modo: - uma Chefe de Serviços de Administração Escolar; - cinco Assistentes de
Administração Escolar;
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5.4. Caracterização dos Assistentes Operacionais
Os Assistentes Operacionais, maioritariamente do Quadro de Vinculação, estão
distribuídos pela escola sede e escolas do 1º ciclo. Os Assistentes Operacionais dos Jardins de
Infância pertencem à Câmara Municipal, sendo a sua distribuição da responsabilidade da mesma.
De salientar que existe falta de Assistentes Operacionais, principalmente na escola sede e nas
EB1, situação que tem vindo a ser melhorada com a atribuição de Assistentes Operacionais pela
DREN. Neste momento, todas as escolas do 1º ciclo têm, pelo menos um Assistente Operacional,
situação que sendo manifestamente insuficiente é decerto melhor do que a que estava aquando da
junção dos dois agrupamentos, onde se verificavam duas EB1 sem Assistentes Operacionais.
6. Recursos/Oferta Educativa
A oferta educativa que o Agrupamento disponibiliza abrange a Educação Pré-escolar que
se estende à maioria das crianças com idades compreendidas entre os três e os seis anos.
Dispõe, também, da Componente de Apoio à Família nos Jardins de Infância, tendo como
oferta o serviço de refeições e prolongamento de horário com Assistentes Operacionais. Esta
componente de apoio à família em Jardins-de-infância rege-se pela Lei-quadro de Educação Préescolar, a Lei n.º 5/97, de 10 de Fevereiro e Decreto-Lei n.º 147/97, de 11 de Julho.
Relativamente ao 1.º Ciclo do Ensino Básico, é proporcionado serviço de refeições e
Actividades de Enriquecimento curricular, a todas as crianças do Agrupamento.
No que concerne aos recursos educativos, quase todas as escolas têm equipamentos
tecnológicos (computadores, impressoras e ligação à Internet), sendo no entanto necessário
renovar o mobiliário escolar, aumentar o equipamento tecnológico e remodelar os espaços
interiores das Escolas do 1.º Ciclo. Os Jardins-de-infância, na sua maioria, possuem
computadores com impressoras mas sem ligação à Internet.
Relativamente
às
Actividades
de
Enriquecimento
Curricular
(AEC),
em
parceria/colaboração com a Câmara Municipal, destacam-se, entre outras, as aulas de Inglês,
Expressões e Educação Física, para todas as crianças do 1ºCEB do Agrupamento. Para além
destas, a escola sede dinamiza um leque de actividades extracurriculares/clubes a definir
anualmente pelo Agrupamento e tendo em conta os recursos existentes.
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Colabora com o Centro de Saúde, no âmbito do projecto PES (Escolas Promotoras de
Saúde, onde foram desenvolvidas diversas actividades em todos os sectores de ensino), saúde
infantil e outras actividades por ele ou por nós sugeridas. As Bibliotecas Escolares (BE’ s)
(Biblioteca da escola sede, a Biblioteca da EB1/Jardim de Infância - edifício da Escola da
Avenida – Riba D’Ave, BE de Bairro, Delães e BE de Ruivães) são espaços dotados de
equipamentos adequados, onde são recolhidos, tratados e disponibilizados todo o tipo de
documentos que contribuem para o desenvolvimento de actividades de natureza pedagógica, bem
como de ocupação de tempos livres e de lazer, criadoras de competências potenciadoras de
cidadãos críticos para a sociedade da informação e do conhecimento. A utilização das
Bibliotecas Escolares pressupõe os seguintes objectivos:
a) Potenciar a utilização do fundo documental existente nas BE’ s para as diferentes
disciplinas, áreas não disciplinares e projectos;
b) Desenvolver nos utentes competências e hábitos de trabalho, bem como apoio na
consulta, tratamento, produção e difusão de informação;
c) Propiciar aos utentes condições favoráveis para o desenvolvimento de trabalhos
individuais ou em grupo, por solicitação do aluno ou do professor;
d) Cooperar com os professores na planificação e diversificação das suas actividades de
ensino/aprendizagem;
e) Associar a leitura, em suportes diversificados, à ocupação lúdica dos tempos livres;
f) Participar no desenvolvimento da Rede Concelhia das Bibliotecas.
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A escola oferece Cursos de Educação e Formação, na área de hotelaria e Jardinagem e
Espaços Verdes, uma turma de cada curso, como forma de evitar o abandono escolar e
proporcionar uma saída profissional para alunos que não pretendem prosseguir estudos. A escola
disponibiliza uma sala de apoio a alunos com Necessidades Educativas Especiais, clubes, PNL,
PM e Projecto Saúde em parceria com o Centro de Saúde de Delães.
É, ainda fundamental estabelecer parcerias com a Câmara Municipal, no sentido de
proporcionar aos Jardins de Infância acesso a actividades de enriquecimento curricular,
nomeadamente na área de Educação Musical e Expressão Dramática.
7. A Escola que Queremos
Pretende-se que a escola seja uma organização consciente do seu contexto local e que seja
dinâmica, capaz de escolher a sua própria forma de concretizar uma visão própria do currículo, e
actualizada com base numa abordagem diferenciada de conteúdos, conforme os destinatários.
Tendo como referentes, a escola, o currículo, os alunos, os professores, os pais as famílias
e outros elementos da comunidade educativa e sociedade, optou-se por trilhar um caminho com
base em prioridades identificadas no contexto das escolas do agrupamento. Em consequência da
identificação
das
problemáticas
reais
foram
delineados
objectivos/finalidades,
cuja
operacionalização será concretizada através dos Projectos Curriculares de Turma, do Plano
Anual de Actividades da Escola, do Plano Curricular de Agrupamento e do Regulamento
Interno, que constituem elementos relevantes do Projecto Educativo - TEIP.
Relatório de Auto-Avaliação
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III – A Implementação de um Processo de Auto-Avaliação
1. O Processo e a sua Metodologia
1.1. O Modelo PAVE (Perfil de Auto-Avaliação da Escola)
Tem por base um projecto inserido no Projecto Sócrates, designado por “Avaliação da
Qualidade na Educação Escolar”. Este projecto envolveu 101 escolas de 18 países, em diferentes
“estádios de desenvolvimento da auto-avaliação”, foi concebido com o objectivo de ajudar as
escolas a seleccionar para uma avaliação mais aprofundada e melhorar as áreas consideradas
mais importantes.
Este é um modelo multidimensional que abrange processos a nível do indivíduo, da sala de
aula, da escola e da comunidade. Apresenta-se estruturado em duas partes: uma descrição
formal das escolas com base em 12 áreas; uma metodologia para discutir sobre quais dessas
doze áreas deve incidir a avaliação em função do caso concreto de cada escola. As doze áreas
são agrupadas em quatro domínios: Resultados; Processos ao nível de sala de aula; Processos
ao nível da escola; O Meio. Atente-se no seguinte quadro:
A. Resultados
B. Processos ao nível da
C. Processos ao nível
sala de aula
da escola
4.Tempo como recurso
1.Resultados Escolares
da aprendizagem
7. Escola como um
D. Meio
10. Escola e família
local de aprendizagem
2.Desenvolvimento pessoal
e social
11. Escola e
5.Qualidade do ensino
e da aprendizagem
8. Escola como um
comunidade
local social
3.Saída dos alunos
12. Escola e trabalho
6.Apoio às dificuldades
de aprendizagem
9. Escola como um
local profissional
Relatório de Auto-Avaliação
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O projecto apresentava também um conjunto de orientações contendo um vasto repertório
de instrumentos de avaliação e contava com o apoio de um amigo crítico.
Alguns dos objectivos que este modelo pretende alcançar são:
Promover uma discussão séria e objectiva entre todos os grupos de actores, favorecendo a
criação de uma cultura de avaliação mais aprofundada e de auto-avaliação permanente;
Ajudar a identificar e a definir áreas prioritárias para avaliar com maior profundidade.
A metodologia seguida na auto-avaliação do Agrupamento teve por base a maior parte das
orientações do modelo PAVE. No entanto, achou-se pertinente contemplar alguns contributos de
outros modelos que possam consolidar um melhor aprofundamento das complexas realidades da
escola como organização.
Com este modelo, a escola surge assim como um lugar em que são presentes características
como, a participação na tomada de decisões, a procura de consensos partilhados como estratégia
de tomada de decisão.
1.2. Domínios de Intervenção
Em articulação com as orientações expressas na legislação acima referida, a avaliação do
Agrupamento tem assentado na análise dos seguintes aspectos:
Grau de concretização do Projecto Educativo;
Modos de operacionalização do processo de ensino - aprendizagem dos alunos, tendo em
conta as suas características específicas;
Nível de execução de actividades proporcionadoras de climas e ambientes educativos
propícios à interacção, à integração social, às aprendizagens e ao desenvolvimento global dos
alunos;
Desempenho dos órgãos de administração e gestão do Agrupamento, abrangendo o
funcionamento das estruturas de orientação educativa, o funcionamento administrativo, a gestão
de recursos e a visão inerente à acção educativa enquanto projecto e plano de actuação;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 22
Sucesso escolar, avaliado através da promoção da frequência escolar e dos resultados das
aprendizagens dos alunos;
Prática de uma cultura de colaboração entre os membros da comunidade educativa.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 23
2. Desenvolvimento do Processo
2.1 Constituição da Equipa
A equipa responsável pela Auto-Avaliação do Agrupamento é constituída pelos seguintes
elementos:
NOME
Augusto Lemos
Julieta Araújo &
Elisa Carvalho
Clara Verónico
Natália Castro
Docentes
Raquel Castro
José Rodrigues
Cargo/Função
Coordenador da Equipa de AA
Departamento de Ciências Exactas
Gabinete de Apoio ao Alunos e à Família
Coordenadora TEIP
Núcleo da Educação Especial e Apoios
educativos
Departamento de Línguas
Departamento de Ciências Sociais e
Humanas
Narciso Sousa
Departamento de Expressões
Teresa Matos
Pré-Escolar
António Abreu
1.º CEB
Clara Verónico
Coordenadora da Equipa das Bibliotecas
Escolares
Fernando Peneda
Assistente Operacional
Liliana Campos
Assistente Técnica
Pais/EE
Fernanda Martins
Pais e Encarregados de Educação
Alunos
Mónica Carvalho
Representante dos Alunos
“Amigo Crítico”
Paulo Marinho
Não docentes
Direcção
Relatório de Auto-Avaliação
Elemento da Direcção
Página 24
2.2 Fases do Processo de Auto-Avaliação
A Equipa considerou os seguintes procedimentos:

Fase 1
Sessões de Formação à Equipa de Auto – Avaliação (Janeiro a
Março) pelo amigo crítico, acerca do processo de auto-avaliação, seus objectivos
e possíveis modelos;
Selecção do modelo de auto-avaliação orientador;
Apresentação do Projecto de Auto-Avaliação do Agrupamento
através de um PowerPoint e do visionamento/exploração de um vídeo à
Comunidade Educativa em quatro sessões:
 Docentes - Reunião Geral de Professores em 10 de Março de 2010;
 Não docentes – sessão de esclarecimento em 18 de Março de 2010;
 Pais/EE - sessão de esclarecimento em 27 de Março de 2010;
 Alunos - sessão de esclarecimento em 21 de Abril de 2010.

Fase 2
Criação de Instrumentos para a recolha de informação:
 Definição dos domínios de análise;
 Definição da dimensão da amostra para a aplicação dos inquéritos (alunos
do 3.º e 4.º anos de escolaridade no 1.º ciclo, o 6.º ano de escolaridade para o 2.º
ciclo e o 9.º ano de escolaridade para o 3.º ciclo; no caso dos pais/encarregados de
educação em igual número e correspondente aos respectivos alunos; no caso dos
assistentes técnicos e operacionais, todos os ciclos de ensino e para todos os
Educadores de Infância e Professores do 1.º, 2.º e 3.º CEB);
 Construção dos inquéritos para professores, assistentes técnicos e
operacionais, encarregados de educação e alunos.

Fase 3
Aplicação, recolha e tratamento de informação:
 Aplicação dos instrumentos de recolha de informação (em 2009/2010
apenas foram considerados os Inquéritos);
Relatório de Auto-Avaliação
Página 25
 Recolha e tratamento estatístico da informação relativa aos Inquéritos
(Julho de 2010);
 Tratamento e análise dos dados das entrevistas;
 Interpretação dos resultados das entrevistas;
 Análise documental por conteúdo das actas do Departamento Curricular de
Línguas, das actas de um Conselho de Turma, do Projecto Educativo - TEIP;
 Elaboração do relatório final da auto-avaliação do Agrupamento.

Fase 4
Elaboração e apresentação de um Plano de Eficácia e Melhoria;
Monitorização do Plano de Eficácia e Melhoria.
Salienta-se que ao longo deste processo, o site do Agrupamento de Escolas de Pedome
tem-se constituído como um veículo de transmissão e de divulgação de informação relativa à
auto-avaliação do Agrupamento.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 26
IV – Elementos em Análise
1. Análise dos Inquéritos
1.1. Percentagem de Inquéritos Recebidos
Relativamente à análise e tratamento estatísticos dos resultados dos inquéritos, esta será
considerada através da leitura dos vários gráficos de acordo com os vários públicos-alvo.
Por conseguinte, o Gráfico 1 elucida-nos sobre a percentagem de inquéritos recebidos.
Salienta-se que os Assistentes Técnicos e Operacionais foram o público-alvo que mais inquéritos
entregaram, logo seguido pelos alunos.
É, sem dúvida de enaltecer a participação consciente e responsável por parte de todos.
Gráfico 1 - Percentagem de inquéritos recebidos
100%
80%
60%
40%
20%
0%
86%
professores
97%
93%
75%
alunos
encarregados de assistentes
educação
operacionais e
técnicos
inquéritos recebidos
Todos os gráficos respeitantes aos inquéritos realizados seguem em anexo a este
relatório.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 27
1.2. Amostra dos Inquéritos
Ficha Técnica
Ano Lectivo: 2009/2010
ALUNOS
Entregues: 425 inquéritos
Recolhidos: 397 inquéritos
1º Ciclo (3º e 4º anos): 293
1º Ciclo (3º e 4º anos): 265
2º Ciclo (6º ano): 84
2º Ciclo (6º ano): 84
3º Ciclo (9º ano): 48
3º Ciclo (9º ano): 48
Válidos: 385
Nulos: 11
Branco: 1
PROFESSORES
Entregues: 141
Recolhidos: 121
ASSISTENTES TÉCNICOS E OPERACIONAIS
Entregues: 65
Recolhidos: 63
ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
Entregues: 425
Relatório de Auto-Avaliação
Recolhidos: 320
Página 28
2. Análise dos Quatro Domínios do PAVE
2.1. Resultados
2.1.1. Retenção por Insucesso, Abandono e Absentismo
De acordo com os dados estatísticos, o insucesso escolar dos alunos ocorre,
maioritariamente, no 2.º, 4.º e 9.º ano de escolaridade, sendo o caso mais grave, o 9.º ano de
escolaridade.
No que concerne ao número de alunos retidos por abandono e absentismo, este não é muito
considerável, visto que, num universo de 1.526 alunos, apenas três abandonaram precocemente a
escola, no 2.º, 7.º e 9.º ano e um ultrapassou o limite de faltas injustificadas, no 9.º ano de
escolaridade. Assim, analisando comparativamente os anos de maior incidência de insucesso
com os de ocorrência de casos de abandono e absentismo, é possível inferir uma correlação entre
os resultados escolares e os motivos inerentes ao abandono escolar precoce.
Abaixo segue-se a estatística elaborada sobre as variáveis identificadas:
a) 1.º ciclo
Escola:
Agrupamento de Escolas de Pedome
Ano Lectivo:
2009/10
Ciclo de Estudos:
1.º Ciclo
1.º ano
Indicadores:
2.º ano
N.º
Alunos
N.º
%
277
Inscritos:
Por
insucesso
Retidos Por
0
0
abandono
Ultrapassaram o
limite de faltas
0
3.º ano
Alunos
4.º ano
N.º
%
240
Alunos
N.º
%
279
Alunos
%
320
0,0
17
7,1
4
1,4
11
3,4
0,0
1
0,4
0
0,0
0
0,0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0
injustificadas
Tabela 1 - Taxas de retenção por insucesso, abandono e absentismo nas escolas do 1.º ciclo
Relatório de Auto-Avaliação
Página 29
b) 2.º Ciclo
Escola:
EBI de Pedome
Ano Lectivo:
2009 / 2010
Ciclo de estudos:
2.º Ciclo
Indicadores
5.º ano
N.º de alunos
%
N.º de alunos
94
Inscritos
Retidos
6.º ano
%
87
Por insucesso
2
2,1%
2
2,3%
Por abandono
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
Ultrapassaram o limite
de faltas injustificadas
Tabela 2 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono no 2.º ciclo
c) 3.º Ciclo
Escola:
EBI de Pedome
Ano Lectivo:
2009 / 2010
Ciclo de estudos:
3.º Ciclo
7.º ano
Indicadores
N.º de
alunos
Inscritos
Retidos
8.º ano
%
95
N.º de
alunos
9.º ano
%
59
N.º de
alunos
%
49
Por insucesso
8
8,4%
7
11,9%
13
26,5%
Por abandono
1
1,0%
0
0,0%
1
2,0%
0
0,0%
0
0,0%
1
2,0%
Ultrapassaram o limite
de faltas injustificadas
Tabela 3 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono no 3.º ciclo
Relatório de Auto-Avaliação
Página 30
d) Cursos de Educação e Formação
Escola:
EBI de Pedome
Ano Lectivo:
2009 / 2010
Ciclo de estudos:
3.º Ciclo – Cursos de Educação e Formação
CEF de Mesa - tipo 2
Indicadores
Inscritos
Retidos
N.º de alunos
%
CEF de Jardinagem
N.º de alunos
14
%
12
Por insucesso
2
14,3%
0
0,0%
Por abandono
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
Ultrapassaram o limite
de faltas injustificadas
Tabela 4 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono nos CEF
2.1.2. Resultados Escolares nas Provas de Avaliação Externa
Resultados das Provas de Aferição – 4.º ano
Os resultados obtidos nas provas de aferição do 4.º ano permitem concluir que:
a) a taxa de sucesso ronda os 92,9% a Língua Portuguesa;
b) a taxa de sucesso é de 91,7% a Matemática;
c) o maior número de níveis D e E a Língua Portuguesa ocorreram na EBI de Pedome;
d) o maior número de níveis D a Matemática ocorreram na EBI de Pedome.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 31
LÍNGUA PORTUGUESA
EB 1
EB1/JI
Escola
Avenida
Riba de
Ave
EB1
EB1
Campa –
Loureiro
Castelões
Delães
EBI de
Pedome
EB1
Outeiro
EB1 Monte
EB1 Igreja
Bente
Ruivães
Carreira
Mosteiro
EB 1
EB 1 S.
EB 1 casas
Oliveira
Lagoços
Simão de
Oliveira S.
Santa
Bairro
Novais
Mateus
Maria
TOTAL
de
Alunos
Níveis
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
A
7
10,9
0
0
3
6,66
0
0
2
16.67
1
12.50
0
0
2
8.7
5
15.63
0
0
2
5.26
22
B
27
42,18
6
30
19
42,22
10
23.81
5
41.67
3
37.50
4
16,66
10
43.48
11
34.38
1
16.67
10
26.32
106
C
26
40,6
13
65
21
46,66
27
64.29
5
41.67
4
50
17
70,83
9
39.13
16
50
3
50
23
60.53
164
D
3
4,68
1
5
1
2.22
4
9.52
0
0
0
0
3
12,50
2
8,7
0
0
2
33.33
3
7.89
19
E
1
1,56
0
0
0
0
1
2.38
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
Faltas
0
0
0
0
1
2,22
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
Tabela 5 - Resultados da prova de aferição de Língua Portuguesa do 1.º ciclo
Relatório de Auto-Avaliação
Página 32
MATEMÁTICA
EB 1
EB1/JI
Escola
Avenida
Riba de
Ave
EB1
EB1
Campa –
Loureiro –
Castelões
Delães
EB1
EBI de
Outeiro -
Pedome
Carreira
EB1 Monte
EB1 Igreja
– Bente
- Ruivães
Mosteiro –
EB 1
EB 1 S.
EB 1 Casas
Oliveira
Lagoços -
Simão de
– Oliveira
Santa
Bairro
Novais
S. Mateus
Maria
TOTAL
de
Alunos
Níveis
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
N.º
%
A
11
17.19
1
5
16
36.36
1
2.38
0
0
2
25
0
0
6
26.8
1
3.13
1
16.67
8
21.05
47
B
22
34.38
7
35
16
36.36
8
19.05
7
58.33
3
37.50
6
25
5
21.73
17
53.13
1
16.67
13
34.21
105
C
24
37.50
12
60
12
27.27
23
54.76
5
41.67
3
37.50
13
54.17
12
52.17
13
40.63
2
33.33
17
44.74
136
D
6
9.38
0
0
1
4.54
10
23.81
0
0
0
0
5
20.83
0
0
1
3.13
1
16.67
0
0
24
E
1
1.56
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
16.67
0
0
2
Faltas
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Tabela 6 - Resultados das provas de aferição de Matemática do 1.º ciclo
Relatório de Auto-Avaliação
Página 33
Resultados das Provas de Aferição – 6.º ano
Na sequência dos resultados obtidos nas provas de aferição do 6.º ano, concluiu-se que:
a) a taxa de sucesso a Língua Portuguesa é de 93%;
b) a taxa de sucesso a Matemática é de cerca 75%;
c) a maior percentagem de sucesso incide no nível C, pelo que é necessário investir na
qualidade do sucesso.
E.B.I. de Pedome
Níveis
Língua Portuguesa
Matemática
N.º
%
N.º
%
A
3
3,45
3
3,45
B
20
22,99
17
19,54
C
58
66,67
45
51,72
D
5
5,75
21
24,14
E
0
0
0
0
Faltas
1
1,15
1
1,15
Disciplinas
Tabela 7 - Resultados das provas de aferição do 2.º ciclo
Resultados dos Exames Nacionais – 9.º ano
Os dados relativos aos resultados obtidos nos exames nacionais de 9.º ano permitem concluir
que:
a) a taxa de sucesso dos alunos admitidos a exame de Língua Portuguesa é de 74%;
b) a taxa de sucesso dos alunos admitidos a exame de Matemática é de 60%;
c) é necessário investir na qualidade de sucesso, principalmente na disciplina de Língua
Portuguesa;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 34
d) a taxa de sucesso global (alunos admitidos e auto-propostos) do exame nacional de
Língua Portuguesa é de 69%;
e) a taxa global (alunos admitidos e auto-propostos) do exame nacional de Matemática é de
57%.
E.B.I. de Pedome
Níveis
Língua Portuguesa
Matemática
N.º
%
N.º
%
5
0
0
3
7,5
4
6
15,38
9
22,5
3
23
58,97
12
30
2
10
25,64
15
37,5
1
0
0
0
0
Faltas
0
0
0
0
Disciplinas
Tabela 8 - Resultados obtidos pelos alunos admitidos aos exames nacionais do 9.º ano
E.B.I. de Pedome
Níveis
Língua Portuguesa
Matemática
N.º
%
N.º
%
5
0
0
3
7,14
4
6
14,28
9
21,43
3
23
54,76
12
28,57
2
13
30,95
17
40,48
1
0
0
1
2,38
Faltas
0
0
0
0
Disciplinas
Tabela 9 - Resultados obtidos pelos alunos admitidos e auto-propostos aos exames nacionais de 9.º
ano
Relatório de Auto-Avaliação
Página 35
2.1.3.
Análise dos Resultados Escolares
No que concerne aos resultados académicos dos alunos, após a análise de actas de
Departamentos e de Conselhos de Turma, é evidente a prática de se analisar e reflectir acerca dos
mesmos. Contudo, é notório que as estratégias adoptadas centram-se em práticas de
remediação/recuperação dos resultados menos positivos e não no sentido de promover a qualidade
do sucesso. Além disso, é evidente que grande parte das estratégias delineadas centra-se na
implementação de práticas focadas na acção do aluno e, raramente, na adopção de novas estratégias
por parte do docente.
Os alunos e os docentes revelam a necessidade de se valorizar a exigência e o rigor, nos
momentos de avaliação. Posto isto, é indispensável assegurar que os alunos que transitam atinjam
de facto as competências previstas. A este respeito, os discentes evidenciaram que o insucesso
escolar está directamente relacionado com a desmotivação e que esta deve-se a motivos como:
- a pouca diversidade de estratégias de leccionação;
- a excessiva carga horária, a qual é ainda reforçada com horas de estudo impostas pelos
docentes;
- ao facto de muitos discentes, após a obtenção de resultados escolares insatisfatórios, ficarem
interditados de realizar as actividades que funcionam como elemento motivador (frequência de
clubes, visitas de estudo, actividades extra-escolares).
Neste contexto, salienta-se outro aspecto importante a ter em consideração: a integração
escolar dos alunos, uma vez que estes advêm de uma comunidade bastante problemática, com
aspectos sociais, económicos e de formação das pessoas, que acabam por se reflectir na própria
escola, condicionando o sucesso dos alunos. Assim, da parte dos alunos há claramente questões que
dificultam um maior sucesso, como sendo a falta de hábitos de estudo e de organização do trabalho,
o que constitui um problema educativo e cultural, cuja resolução carece de tempo.
Após esta análise documental, assim como a análise dos resultados obtidos pelos discentes e
das entrevistas realizadas a elementos distintos da comunidade escolar, conclui-se que o sucesso
educativo dos alunos melhorou, embora ainda não tenha atingido os níveis desejados,
principalmente no que respeita à qualidade do sucesso.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 36
2.2. Processos ao Nível da Sala de Aula
2.2.1. Qualidade do Ensino e Aprendizagem
Este parâmetro pretende avaliar se os padrões de aprendizagem e os critérios de avaliação são
claros e compreendidos por alunos e professores; se o ensino e a aprendizagem são suficientemente
eficazes; quais as estratégias utilizadas pela escola para promoverem a qualidade do ensino e
garantir boas condições de aprendizagem. Pretende ainda aferir qual a opinião dos alunos em
relação ao apoio prestado pelos docentes dentro da sala de aula que vise a superação das
dificuldades, bem como perceber quais os padrões de indisciplina existentes.
2.2.1.1. Perspectiva dos Alunos
No que concerne à tipologia de trabalho, os alunos referem, na sua grande maioria, que se
realizam actividades recorrendo à exposição oral dos conteúdos programáticos, de valores, de
dúvidas, esclarecimento de dificuldades. Os alunos referem que os docentes se preocupam em dar a
conhecer os programas e critérios de avaliação, efectuando os alunos o registo escrito dos mesmos.
Referem também que realizam entre pares o trabalho cooperativo e colaborativo, que é promovida a
discussão de trabalhos realizados e elaboradas sínteses orais e escritas. Existem ainda referências à
realização de trabalho experimental, actividades de pesquisa na internet e debates sobre temáticas
curriculares.
No que diz respeito às técnicas e instrumentos de avaliação, os alunos referem como mais
frequente a avaliação dos cadernos diários, de portefólios, de testes de avaliação sumativa, de
questionários orais e apresentação oral de trabalhos de pesquisa. Com menos frequência são
também realizados os relatórios de trabalhos individuais/grupo e de trabalhos experimentais. No
entanto, apesar da diversidade existente nos instrumentos de avaliação, os alunos referem que a
ponderação da percentagem atribuída aos testes de avaliação sumativa é muito elevada, focando os
docentes a avaliação quase exclusivamente nos testes de avaliação. Afirmam, também, que os
professores são demasiadamente exigentes na atribuição de níveis.
No que concerne à relação pedagógica, os alunos consideram que os professores mostram
disponibilidade para auxiliar os mesmos na superação de problemas, na tomada de decisões e na
resolução de possíveis problemas pessoais. Reconhecem que os professores elogiam o trabalho dos
alunos, procuram soluções, estimulam a participação dos mesmos, esclarecem dúvidas e ouvem as
Relatório de Auto-Avaliação
Página 37
suas sugestões. Os alunos mencionam que os professores comentam os seus progressos e
dificuldades e valorizam os seus saberes no trabalho realizado na sala de aula.
Os alunos consideram que, apesar de todos os esforços, existe alguma indisciplina, embora
pouco frequente. Nos casos em que existe indisciplina, os alunos mencionam que raramente existem
consequências para os infractores. Outro factor preocupante é a desmotivação pelas aprendizagens
que advém, segundo os alunos, da pouca diversidade de métodos de ensino e estratégias por parte
dos docentes, bem como da escassez de recursos materiais usados pelos docentes, dado que cingemse, na sua maioria, ao manual escolar da disciplina e a fichas de trabalho em suporte de papel. Os
documentos em suporte audiovisual, materiais manipuláveis e computador são, contudo, utilizados
algumas vezes nas aulas. Os alunos referem que os equipamentos interactivos são pouco utilizados
em contexto de sala de aula.
No que diz respeito ao relacionamento interpessoal, os alunos aludem que as relações com
os professores são boas e que na escola se trabalha em equipa, existindo espírito de entreajuda.
Pela análise das actas de Conselho de Turma do …, referentes ao ano lectivo 2009/2010,
podemos constatar que há uma valorização, por parte dos alunos, do empenho e dedicação dos
professores, como ilustra um pequeno excerto: “o aluno ---, representante da turma, leu um
documento elaborado em assembleia de turma, onde enalteciam o empenho, o profissionalismo e o
carinho que os docentes desta turma dedicavam aos seus alunos”.
2.2.1.2. Perspectiva dos Professores
No que diz respeito à utilização de materiais na sala de aula, os docentes fazem um uso
diferenciado dos mesmos e deparam-se com a carência de algum tipo de equipamentos escolares,
nomeadamente de computadores e respectiva ligação à internet e de quadros interactivos nas
escolas do primeiro ciclo do ensino básico do Agrupamento.
Em relação ao uso dos manuais adoptados, os professores afirmam que o fazem sempre, e
muitas vezes usam outros manuais escolares e fichas de trabalho.
Uma grande parte dos professores afirma que não utilizam os quadros interactivos.
No que concerne à tipologia do trabalho, os docentes referem que efectuam actividades
cooperativas de aprendizagem, realizam sínteses orais e discutem sobre os trabalhos realizados
pelos alunos. Os professores referem também que fazem na aula registos escritos, usam
Relatório de Auto-Avaliação
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metodologias diferenciadas e promovem debates sobre temáticas curriculares. A este respeito
destaca-se o facto de existir uma grande preocupação com a transmissão de valores.
Relativamente às técnicas e instrumentos de avaliação, uma grande parte dos professores
realizam testes de resposta aberta, fechada e mistos, questionários orais, bem como atribuem
importância à organização dos cadernos diários.
No que toca à relação pedagógica, pode-se verificar que, em todos os parâmetros, a avaliação
é muito positiva, nomeadamente no que diz respeito à escuta das sugestões dos alunos, ao
esclarecimento de dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas, ao estímulo da participação dos
alunos, ao reconhecimento e elogio do trabalho realizado pelos mesmos e à disponibilidade para
ouvir os problemas pessoais dos alunos. Posto isto, pode-se concluir que, na opinião dos professores
existe uma boa relação pedagógica professor/aluno.
Pela análise do Projecto Educativo - TEIP do Agrupamento e em relação a uma turma de
intervenção prioritária, concluímos que os problemas manifestados pela maior parte dos alunos da
turma residem, sobretudo, no cumprimento de regras, no comportamento pouco adequado dentro da
sala de aula, na falta de hábitos de trabalho e estudo regular, na organização e concentração, no
acompanhamento das actividades propostas na sala de aula e na realização de tarefas propostas
como actividades para realizar em casa. Por isto se deduz que há imensos alunos com dificuldades
de aprendizagem, com problemas comportamentais e/ou emocionais e que denotam falta de
acompanhamento familiar.
Em relação ao segundo e terceiro ciclo do ensino básico do Agrupamento, podemos referir
que há uma intervenção prioritária a três disciplinas que é o caso de Língua Portuguesa, Inglês e
Matemática. Assim, há uma intervenção pedagógica diferenciada que está focalizada ao nível das
turmas que necessitem medidas especiais. Nesse sentido é facultado um apoio individualizado em
contexto sala de aula ao nível das assessorias pedagógicas.
Um outro ponto muito importante neste domínio é o que diz respeito à análise das actas de
Conselho de Turma do …, referentes ao ano lectivo 2009/2010. Assim, podemos aferir que a
planificação das áreas curriculares não disciplinares é realizada em articulação com os docentes; as
competências gerais são definidas para cada professor das áreas disciplinares; como estratégia ao
serviço da melhoria das aprendizagens, são mencionadas muitas vezes as assessorias, as quais têm
como objectivos contribuir para o sucesso dos alunos, sendo portanto, práticas de articulação
curricular. Verifica-se uma preocupação com a articulação das actividades no Projecto Curricular de
Turma, assim como a articulação entre todas as disciplinas e a adequação do ritmo de abordagem
Relatório de Auto-Avaliação
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dos conteúdos ao ritmo de aprendizagem dos alunos. É, também, realizada uma avaliação e reflexão
contínua acerca do aproveitamento global da turma, contudo muito centrada no aluno e não na
prática docente. Já na análise do comportamento individual dos alunos, faz-se o destaque pela
positiva e pela negativa, contudo não são definidas estratégias de melhoria para os alunos. No que
diz respeito à área curricular não disciplinar de Formação Cívica, privilegiam-se temáticas que têm
em vista a formação integral dos alunos e que estejam de acordo com o Projecto ao nível do
Agrupamento. É, também, feita referência à adequação dos conteúdos da área curricular não
disciplinar de Estudo Acompanhado às características e necessidades da turma. No que concerne à
coadjuvação, é discutido o seu efeito e quanto às assessorias é elaborado e analisado o relatório pelo
Conselho de Turma.
Outro ponto que é importante para a nossa reflexão é o que diz respeito à análise das actas do
Departamento Curricular de Línguas, referentes ao ano lectivo 2009/2010. Assim, é referida a
adequação do ritmo de leccionação da matéria, bem como das actividades desenvolvidas, consoante
as características da turma. É realizada a articulação curricular entre as docentes do referido
Departamento Curricular, para a mesma disciplina e ano de escolaridade. No que diz respeito à
avaliação das assessorias ela é feita, segundo os docentes envolvidos, valorizando a dimensão do
trabalho em equipa dos docentes que a mesma envolve. Contudo, não é feita referência à avaliação
das assessorias pelos alunos.
Em relação à entrevista realizada à Coordenadora do Departamento Curricular de Ciências
Exactas, esta refere que a articulação é realizada dentro do Departamento e que para tal são
constituídos pequenos grupos, que nas suas planificações tentam fazer a articulação entre as
disciplinas. A articulação interdepartamental é feita mais pelos Coordenadores de Departamento
que tentam articular conteúdos, partindo de actividades ou a nível de Conselho de Turma, onde
estão presentes professores de todos os Departamentos.
Relativamente à entrevista com o Coordenador do primeiro ciclo do ensino básico do
Agrupamento, podemos aferir que um significativo número de docentes do primeiro ciclo está a
trabalhar com duas turmas e com anos de escolaridade diferentes, o que dificulta o bom
aproveitamento por parte dos alunos na turma e de todo o trabalho efectuado em termos de sala de
aula. Foi, também, referido o facto se sentir a falta de momentos de partilha devido aos horários,
pois os professores reúnem menos vezes e, por isso, dificulta a possibilidade de pôr em comum
algumas situações. Por fim, referiu que, em alguns estabelecimentos de ensino, se trabalha em
Relatório de Auto-Avaliação
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articulação curricular juntamente com jardins-de-infância, apesar de alguma distância física,
conseguem reunir para que em comum possam desenvolver todo o trabalho.
2.2.1.3. Perspectiva dos Encarregados de Educação
Em relação à recolha de informação que deriva do tratamento dos inquéritos realizados aos
encarregados de educação, pode-se dizer que, no que diz respeito ao processo de ensino
aprendizagem, verifica-se que os encarregados de educação não têm percepção do trabalho a nível
pedagógico dentro da sala de aula para poderem apoiar os seus educandos no estudo. Salientam-se
como aspectos positivos, apresentados pelos encarregados de educação, a transmissão de
informação periódica sobre os progressos e dificuldades dos alunos aos respectivos encarregados de
educação, ao apoio que lhes é dado pelos professores, à ajuda nas suas dificuldades por parte dos
docentes e ao facto de gostarem da maneira como os professores ensinam os alunos. Os
encarregados de educação são ainda da opinião que nas planificações de actividades são tidas em
conta as características dos alunos e que os critérios e instrumentos de avaliação estão adequados.
Pensam, também, que os professores desenvolvem nos alunos hábitos de estudo e trabalho
autónomo e que o tempo de aprendizagem em sala de aula é bem aproveitado. Os encarregados de
educação consideram que o apoio educativo contribui para melhorar o processo de aprendizagem
dos alunos e que os professores ajudam os alunos nas suas dificuldades.
Relativamente à entrevista com a presidente da União de Associações de Pais e
Encarregados de Educação do nosso Agrupamento ressalta à evidência algumas dificuldades e
constrangimentos por parte dos mesmos. Assim, a maioria dos encarregados de educação não
sabem como ajudar nem apoiar os seus educandos. Segundo a referida representante dos
encarregados de educação, seria importante no início de cada período haver uma aula para os
encarregados de educação, em que o professor titular ou director de turma consoante os ciclos de
ensino diria qual os conteúdos que iria leccionar e explicaria aos mesmos como apoiar os seus
educandos.
2.2.2. Apoio às Dificuldades de Aprendizagem
As estratégias implementadas ao nível da sala de aula são diversas. O Agrupamento dispõe de
cinco docentes, duas docentes para o primeiro ciclo e três para o segundo e terceiro ciclo, que
Relatório de Auto-Avaliação
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exercem funções de assessoria nos grupos de docência que se identificaram como sendo de
intervenção prioritária, nomeadamente a Língua Portuguesa e a Matemática, no primeiro ciclo e a
Língua Portuguesa, o Inglês e a Matemática, no segundo e terceiro ciclo. Estas assessorias
pedagógicas, disponibilizadas em todos os ciclos, permitem a partilha de estratégias e práticas
diferenciadas em sala de aula. Verifica-se uma preocupação constante com a articulação das
actividades constantes no Projecto Curricular de Turma, assim como a articulação curricular entre
todas as disciplinas. Existe um cuidado em adequar o ritmo de abordagem dos conteúdos ao ritmo
de aprendizagem dos alunos, sendo realizada uma avaliação e reflexão contínua acerca do
aproveitamento global e individual da turma que carece de uma análise acerca da prática docente.
No que diz respeito a outras estratégias que visam a melhoria das aprendizagens dos alunos
podemos referir a utilização do trabalho cooperativo entre os alunos; a prioridade aos
conhecimentos estruturantes; o desenvolvimento da autonomia do aluno; a definição de metas mais
curtas. Também se pode referir um apoio mais individualizado em contexto de sala de aula, o
aumento do número de actividades formativas e da auto-estima e confiança do aluno. Outra
estratégia adoptada é a adequação dos conteúdos a serem trabalhados na área curricular não
disciplinar de Estudo Acompanhado às características e necessidades dos alunos sendo ainda
definidas actividades específicas de acordo com as características da turma. A área curricular não
disciplinar de Formação Cívica aborda temáticas consideradas prioritárias pelos Conselhos de
Turma. Estes são responsáveis pela elaboração de planos de recuperação e acompanhamento nos
quais são definidas as estratégias a serem implementadas. É, ainda, possível o encaminhamento de
certos alunos para apoio pedagógico acrescido sobretudo às disciplinas de Língua Portuguesa,
Inglês e Matemática. Os docentes trabalham em articulação com a biblioteca utilizando esta como
uma fonte de recursos didácticos e um local para dar visibilidade aos trabalhos efectuados ao nível
de sala de aula.
2.3. Processos ao Nível da Escola
2.3.1. Escola como um Local de Aprendizagem
Identifica-se, na opinião do Director do Agrupamento, a continuidade de alguns problemas,
como o sucesso educativo dos alunos que, apesar de ter melhorado, ainda não satisfaz na totalidade.
Da parte dos alunos há claramente questões que dificultam um maior sucesso, como sendo a falta de
Relatório de Auto-Avaliação
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hábitos de estudo e de organização do trabalho, aspectos estes que, embora exteriores à Escola,
inferem como factores de sucesso/insucesso, o que constitui um problema educativo e cultural, cuja
resolução carece de tempo. Estes problemas têm que ser encarados por toda a Comunidade
Educativa com outros olhos e responsabilidade.
O Projecto Educativo - TEIP reforça a existência de uma desmotivação face à aprendizagem e
à escola, baixo nível socioeconómico e abandono precoce da mesma. Nesta linha, o Projecto
Educativo, avança com a proposta onde refere a criação de uma sala para alunos com Necessidades
Educativas Especiais, Clubes, PNL e PM, Projecto Saúde, entre outros. Neste âmbito, o
Agrupamento, adere a várias iniciativas, investindo em projectos nacionais e actividades
promotoras de competências e de diversificação das experiências de aprendizagem dentro e fora do
contexto escolar, como se pode ler no relatório da avaliação externa das escolas. A necessidade, no
caso de um apoio específico aos alunos NEE, é corroborada pelos números onde se contabilizam 59
alunos apoiados pela Educação Especial e 68 beneficiam de Apoio Educativo.
Também na persecução dos objectivos de sucesso nas aprendizagens, o Projecto Educativo TEIP, refere-se ao contributo que pode advir da área não disciplinas de Estudo Acompanhado, no
2.º e 3.º Ciclo. Este refere que o seu funcionamento deverá ter uma perspectiva interdisciplinar, que
nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, com planos específicos nacionais para o sucesso,
deva existir um programa de intervenção objectivo, sendo ainda que deverá usufruir de recursos
logísticos e humanos, como monodocência coadjuvada.
Dentro das competências do Estudo Acompanhado, estão os aspectos referidos pelo Director,
na sua entrevista, como o desenvolvimento dos hábitos e métodos de estudo. O Projecto Educativo
diagnostica a necessidade da constituição de uma equipa de trabalho com funções de construir uma
articulação curricular, desde o pré-escolar ao 9.º ano. Para a concretização do mesmo, no ano
lectivo 2009/2010, é criado o Grupo de Intervenção e Articulação Curricular Integrada (GIACI),
com os pressupostos de promover a cooperação entre os docentes na execução das tarefas de
articulação curricular, de elaborar propostas de diversificação curricular, em função das
necessidades dos alunos, e acompanhar a articulação entre as várias acções e as actividades de cada
Departamento, melhorando as competências dos professores ao nível da articulação curricular,
organizando seminários/conferências sobre o tema.
Constata-se, da acta do Departamento em análise, que é reconhecida importância à articulação
das actividades, em torno do Projecto Educativo. Contudo, não é claro que esta preocupação passa à
prática efectiva de articulação e integração, já que faltam referências a actividades e acções
Relatório de Auto-Avaliação
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concretas. Isto é reforçado na existência de uma preocupação com a articulação curricular, mesmo
para o ano seguinte, sem, todavia, evidenciar as medidas concretas a tomar. Algumas das
actividades, a que é feita referência, reconhecem a articulação inter-ciclos. Na vertente prática da
acção docente, com base na acta de Departamento de Línguas, há a análise das planificações e da
articulação curricular das várias áreas e entre os conteúdos a leccionar, bem como a
disponibilização desses documentos para consulta. Também as actividades de Departamento são
elaboradas, tendo por referência o Projecto Educativo - TEIP e a articulação com os Projectos
Curriculares de Turma, há uma preocupação com a interligação entre os diversos documentos e
acções planificadas e desenvolvidas.
Na orientação para o sucesso escolar, o Plano Nacional de Leitura, a que a escola adere,
pressupõe a leitura orientada de obras, o trabalho de concentração e incentivo à leitura,
operacionalização de vários tipos de leitura, o que conflui na criação ou desenvolvimento de hábitos
de leitura. O mesmo sentido se aplica ao Plano da Matemática. Como para solucionar é necessário o
conhecimento ou o diagnóstico, o Projecto Educativo identifica como constrangimento de
operacionalização a inexistência de um Gabinete Psicológico, para despiste, acompanhamento,
orientação e intervenção. Neste sentido, no âmbito do Projecto Educativo - TEIP (Território
Educativo de Intervenção Prioritária) - “Viver em Família na Escola”, foi criado no Agrupamento
Vertical de Escolas de Pedome, o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, que engloba três
serviços, sendo eles: o Serviço de Psicologia e Orientação (SPO), o serviço de Apoio à Família e o
serviço de Tutoria. Presta, ainda, apoio ao pessoal Docente e Não docente, bem como à restante
comunidade escolar e educativa, com objectivo de desenvolver um trabalho concertado entre todos
os agentes educativos, para que este se possa traduzir no sucesso educativo do aluno. Afinal, e
como refere Canário (2001), o aluno é a comunidade dentro da escola. Para a dinamização das
actividades deste Gabinete foram colocadas duas técnicas – Psicóloga Dra. Julieta Araújo e
Educóloga Dra. Elisa Carvalho – ambas cumprindo uma carga horária de 35 horas semanais.
(Relatório Final das Actividades do Gabinete de apoio ao Aluno e à Família do ano lectivo
2009/2010).
Atendendo à especificidade do contexto em que se insere da Escola, aponta-se como
estratégia de combate ao insucesso e abandono escolar, uma diferenciação pedagógica, onde a
criação de turmas de Percursos Escolares Alternativos, no 2.º ciclo, e a criação de Cursos de
Educação e Formação, como é exemplo o de Hotelaria e Jardinagem de Espaços Verdes, vão ao
encontro ao perfil demonstrado por parte dos discentes. O relatório de avaliação externa confirma
esta preocupação. “É ainda de realçar o alargamento da oferta educativa, através do curso de
Relatório de Auto-Avaliação
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educação e formação de jovens, indo ao encontro das necessidades dos alunos, das famílias e da
comunidade local e com um impacto na redução do abandono escolar. A abertura do Curso de
Educação e Formação de Jardinagem teve impacto positivo na redução do abandono escolar e na
continuidade de estudos.” (Relatório da Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de
2010)
Na opinião dos alunos, através de entrevista, a desmotivação face às aprendizagens deve-se a
diversos factores, entre os quais a falta de diversificação dos métodos de ensino e a tipologia de
exercícios/tarefas desenvolvidos, diminuição da carga horária (esta, por vezes, é agravada com
horas de “castigo” ou de reforço impostas pelos docentes), adopção de outras estratégias para
validar a necessidade de se estudar e não retirar os discentes das actividades extraescolares/clubes/visitas de estudo que, por coincidência, são apresentadas, no Projecto Educativo TEIP, como estratégia de motivação e solução para o problema do insucesso. Os momentos formais
de avaliação, com datas muito próximas, dificultam as estratégias de estudo, pois estas mesmas
datas são, muitas das vezes, comuns a todas as disciplinas. Do relatório preliminar surgem, em
resultado de inquérito, e como razões para o menor sucesso a desmotivação dos alunos para a
aprendizagem (37%), demasiada exigência dos professores na atribuição das notas (35%),
envolvimento dos pais nas actividades da escola (34%), falta de pessoal não docente (35%).
Outra estratégia de solucionar esta desmotivação e insucesso, referida em acta de Departamento,
articulando com o GAAF, é o encaminhamento de determinados alunos, em função do diagnóstico
do seu perfil de dificuldade/necessidade, os alunos são encaminhados para Tutoria. Neste contexto
existe, desde logo, a disponibilização de docentes para a função de tutores, apesar de o número ser
reduzido, e ser apenas suportado por professores afectos ao quadro do Agrupamento, já que os
docentes contratados não podem assumir esse compromisso face à sua condição contratual. Na
estratégia de Tutoria, o Conselho de Turma, participa na elaboração do Plano Individual de Acção
Tutorial (Tutoria), com base no conhecimento mais próximo do aluno.
Na acta de Departamento, com vista ao sucesso educativo, é valorizada a tutoria como apoio
de grande valor, como são também valorizadas as actividades extra-curriculares em que os alunos
participam, implementando-se estratégias de remediação, que se prendem com o reforço das
mesmas.
Na entrevista aos alunos é referido que muitas das actividades não são devidamente
divulgadas e, em simultâneo, as actividades, como os clubes, não são compatíveis com o horário de
Relatório de Auto-Avaliação
Página 45
todos os alunos, e finalizam afirmando que não há uma consulta, dos mesmos, no processo de
selecção e execução das actividades.
Na acta de Departamento é valorizado o apoio aos alunos em Tutoria. Contudo, é referenciada
a dificuldade na manutenção dos professores tutores, pois apenas quatro são do quadro de
agrupamento.
Refere-se ainda que os professores reconhecem e elogiam sempre o trabalho dos alunos,
procuram Sempre soluções (50%), estimulam Sempre a participação dos alunos (50%),
esclarecem Sempre dúvidas dos alunos (57%) e ouvem Sempre as suas sugestões (56%),
comentam Sempre os seus progressos e dificuldades, assim como integram Sempre os seus
saberes no trabalho realizado na sala de aula. (Relatório Preliminar de Auto-Avaliação)
Surge, igualmente, como recurso ao serviço do sucesso a Biblioteca, enquanto centro de
recursos educativos, sendo visível a articulação que com ela é realizada neste sentido. É também
um local onde podem ser expostos os trabalhos dos alunos. Existe a preocupação com a avaliação
do funcionamento da mesma, a qual é realizada, assim como um reforço das actividades e das
parcerias com outras escolas, com vista ao seu enriquecimento. Como já fora exposto, constata-se
uma preocupação, presente em todo o Projecto Educativo - TEIP, com a adesão a projectos,
actividades, inclusive na Biblioteca, e várias experiências de aprendizagem, como as várias
actividades extra-curriculares. Essa preocupação é transversal ao Departamento de Línguas,
contudo não se especifica objectivos a alcançar com as mesmas ou pormenores de cada actividade,
apenas se constata a sua existência.
A avaliação, entre os grupos de docência, especificamente a auto-avaliação dos grupos, é
referida nas actas de Departamento. Sendo este facto importante para a reflexão sobre as
aprendizagens. Os resultados dessa reflexão são, contudo, pouco aclarados. Outros factores há que,
do ponto de vista metodológico, podem inferir no processo de aprendizagem. O Projecto Educativo
- TEIP sublinha a importância dos equipamentos tecnológicos, como auxiliares preciosos para
alcançar o sucesso. Faz-se, no entanto referência, no mesmo enquadramento, à necessidade de
renovar mobiliário escolar, aumentar o número de equipamentos informáticos e remodelar espaços
interiores das escolas básicas do 1.º ciclo. “Nestes níveis de educação/ensino, releva a falta de
espaços específicos e a carência de equipamentos informáticos nas salas de actividades/aulas.
Algumas escolas do 1.º ciclo não possuem salas de aula em número suficiente, o que determina a
existência de algumas turmas a funcionar em horário duplo (…). Esta diversidade de condições dos
espaços e a sua dispersão geográfica (…) poderão condicionar a equidade no acesso aos recursos
Relatório de Auto-Avaliação
Página 46
pedagógicos e à partilha de experiências escolares.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de
08 a 10 de Novembro de 2010)
2.3.2. Escola como um Local Social
De acordo com o diagnóstico que consta no Projecto Educativo - TEIP, os alunos que
integram este Agrupamento de escolas, têm origem numa comunidade bastante problemática, com
aspectos condicionantes, sociais, económicos e de formação cultural e académica, que acabam por
se reflectir na própria escola, influenciando de forma menos positiva o sucesso dos alunos. Mas
também, a existência de poucos recursos e infra-estruturas e serviços de apoio às famílias
relativamente à ocupação de tempos livres. É neste sentido que a escola revela preocupação com o
desenvolvimento de actividades, as quais devem responder a este diagnóstico e criar um clima
social favorável do desenvolvimento dos alunos. Isto é visível através das actividades desenvolvidas
pelas Bibliotecas Escolares, as quais prestam apoio a actividades livres, extra-curriculares e de
enriquecimento curricular, assim como pela contratação de animadoras socioeducativas no intuito
de prestarem um serviço de animação de pátio (Projecto Educativo TEIP).
No que diz respeito ao “desinteresse, indisciplina, agressividade, desintegração, falta de
expectativas de realização pessoal, social e profissional” dos alunos, tal como é diagnosticado no
Projecto Educativo - TEIP, pode evidenciar-se uma melhoria a este nível, pois os alunos
manifestaram, através dos questionários, a preocupação da direcção com o bem-estar dos alunos
(56%) e com a manutenção da disciplina na escola (56%), o apoio prestado ao desenvolvimento de
actividades vai ao encontro dos interesses e necessidades dos alunos (47%), assim como o incentivo
à participação dos mesmos na vida escolar (40%) é sempre realizado. Também a criação do
Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, que engloba três serviços, sendo eles: o Serviço de
Psicologia e Orientação (SPO), o serviço de Apoio à Família e o serviço de Tutoria, assume um
importante papel na prevenção do absentismo, abandono, indisciplina e insucesso, ou seja, no
acompanhamento, orientação e intervenção com os alunos e respectivas famílias. “Presta, ainda,
apoio ao pessoal docente e não docente, bem como à restante comunidade escolar e educativa, com
objectivo de desenvolver um trabalho concertado entre todos os agentes educativos, para que este se
possa traduzir no sucesso educativo do aluno. Afinal, e como refere Canário (2001), o aluno é a
comunidade dentro da escola. Para a dinamização das actividades deste Gabinete foram colocadas
duas técnicas – Psicóloga Dra. Julieta Araújo e Educóloga Dra. Elisa Carvalho – ambas cumprindo
Relatório de Auto-Avaliação
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uma carga horária de 35 horas semanais” (Relatório Final das Actividades do Gabinete de apoio ao
Aluno e à Família do ano lectivo 2009/2010).
Também nos questionários aplicados aos pais, se destaca o facto de 55% das respostas
apontarem para o facto de o órgão de direcção incentivar a participação dos alunos na vida da
escola, 52% referem que existe uma preocupação com o bem-estar dos alunos, 53% mencionam que
se preocupa em manter a disciplina na escola e por mostrar disponibilidade para ouvir os pais e os
alunos quando estes o solicitam. É possível verificar que os Pais/Encarregados de Educação
também se revelam muito satisfeitos com as regras de disciplina da escola, com o facto de se incutir
o respeito pela preservação do ambiente (53%) e com o facto de os alunos serem reconhecidos
quando desenvolvem um bom trabalho (55%).
A perspectiva dos alunos vem reforçar esta questão, pois consideram que as situações de
indisciplina são pouco evidentes: “Ah… quanto à opinião sobre a indisciplina na nossa escola, não é
muito visível mas há ainda alguma”. Contudo, mencionam que não há consequências quando
ocorrem situações de indisciplina: “O que fazer para melhorar? Tomar medidas mais drásticas e
principalmente tomá-las, porque muitas vezes não é o que acontece e deixam passar situações em
branco”. Também na resposta aos questionários, destacam a preocupação com o bem-estar dos
alunos (56%) e com a manutenção da disciplina na escola (56%).
No que concerne às actividades extra-curriculares destinadas aos alunos, é visível uma
preocupação com a sua manutenção e a valorização das mesmas para o percurso educativo dos
alunos. Todavia, se por um lado isto é evidente nas actas de Concelho de Turma: “A Directora de
Turma informou o Conselho de Turma que os alunos:…, número…;…, número…;…,
número…;…, número…;…, número…;…, número…;…, número …e…, número…, frequentam a
Academia de Teatro da Escola, à segunda-feira, das dezasseis e quarenta e cinco às dezoito horas e
dez minutos” e de Departamento: “Foi aprovado, por iniciativa dos professores --- e ---, um projecto
para a implementação de uma rádio na escola, já a partir do segundo período”; por outro, não se
mencionam quais os objectivos que se pretende alcançar com as mesmas. Ainda referente a estas
actividades, os alunos referem ainda o apoio ao desenvolvimento de actividades que vão de
encontro aos interesses e necessidades dos alunos (47%), assim como o incentivo à participação dos
alunos na vida da escola (40%) é sempre realizado. Contudo, na entrevista, os mesmos referem que
muitas das actividades realizadas não são divulgadas e que algumas delas, assim como os clubes
não são compatíveis com o horário de todos os alunos. Mais ainda, referem que não são consultados
no processo de selecção e de execução das actividades: “muitas vezes nem são informadas aos
Relatório de Auto-Avaliação
Página 48
alunos que estão a acontecer nem acontecem num horário em que os alunos podem participar,
mesmo que queiram. Ah… Os alunos não são consultados na… para a elaboração das actividades e,
quando tentam fazê-lo, a sua opinião não é ouvida”. Por sua vez, o Relatório de Escola – Avaliação
Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010 refere: “A dinamização de uma diversidade
de clubes, exposições, concursos, o jornal Pé d’Home e a rádio escolar constituem, também, uma
forte valorização dos saberes e dos pequenos e grandes sucessos alcançados pelos alunos,
procurando, de forma intencional, elevar a sua auto-estima e motivar para o sucesso escolar.”
Também o Relatório de Monitorização do Projecto Educativo - TEIP, refere esta importância: os
“recursos humanos disponibilizados pelo Projecto Educativo - TEIP visam com a sua acção,
fomentar a motivação e o sucesso educativo dos alunos”.
Reforçando o trabalho realizado neste âmbito, o Relatório de escola – Avaliação Externa das
escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010 menciona “o alargamento da oferta educativa, através do
curso de educação e formação de jovens, indo ao encontro das necessidades dos alunos, das famílias
e da comunidade local e com um impacto na redução do abandono escolar. A abertura do Curso de
Educação e Formação de Jardinagem teve impacto positivo na redução do abandono escolar e na
continuidade de estudos”. Contudo, e apesar destes aspectos que revelam o investimento em
actividades que proporcionem a motivação dos alunos e o sue sucesso escolar, os alunos alertam
para o facto de a alguns alunos com baixo rendimento escolar lhes ser retiradas estas actividades:
“Alguns alunos com maus resultados no fim do primeiro período foram-lhes retiradas algumas
actividades extra-curriculares, como o desporto escolar e clubes. Esses alunos começaram a sentirse desmotivados porque eram… essas actividades onde andavam eram coisas que eles gostavam
dentro da escola e que se divertiam. Ao tirarem-lhes isso perderam parte da… das coisas que os
mantinham interessados”.
Relativamente à relação pedagógica existente no Agrupamento, deve salientar-se: o facto de
os alunos referirem, em resposta aos questionários, o Nunca como opção perante afirmações que se
prendem com o facto de os professores estarem pouco disponíveis para ouvir os problemas pessoais
dos alunos (48%); e o facto de considerarem que o professor mostra Sempre disponibilidade para
auxiliar o aluno na resolução de problemas e na tomada de decisões e para ouvir os problemas
pessoais dos alunos (51%).
Relatório de Auto-Avaliação
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2.3.3. Escola como um Local Profissional
Liderança / Direcção
Neste tópico pretende-se apreciar as mais diversas opiniões da nossa Comunidade Educativa
incidindo essencialmente nos aspectos de organização e gestão do Agrupamento, onde o mesmo
evidencia uma dinâmica própria, com metas, estratégias e prioridades definidas no Projecto
Educativo do Território Educativo de Intervenção Prioritária, Viver em Família na Escola.
(Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010). “Os responsáveis
do Agrupamento e das diferentes estruturas conhecem bem as suas áreas de intervenção e,
juntamente com a comunidade escolar, encontram-se motivados e empenhados no desenvolvimento
da acção educativa, assumindo um papel activo na prossecução das metas definidas no Projecto
Educativo.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010)
Do mesmo modo a opinião dos docentes, segundo o Gráfico 15 (Anexo F), considerando a
opinião muitas vezes podemos concluir que 39% deste público-alvo considera que a Direcção gere
eficazmente os recursos humanos, 45% que delega funções noutros actores educativos e integra
diferentes contributos nas tomadas de decisão, 48% que envolve os outros em projectos e 43% que
estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos. No mesmo contexto,
constata-se que 61% dos docentes considera que a Direcção mostra s e m p r e disponibilidade para
ouvir os professores, 41% que agenda reuniões para discussão e análise das questões da vida da
escola com frequência adequada aos vários tipos de questões, 50% que possui um projecto
pedagógico
e
uma
visão
estratégica
para
a
escola, 43%
que distribui
tarefas
e
responsabilidades e 51% que fomenta a participação dos Encarregados de Educação na vida da
escola.
No Gráfico 26 (Anexo G) os assistentes operacionais e técnicos referem-se à liderança da
direcção, opinando que esta desenvolve sempre estratégias de aproximação à comunidade
educativa (35%), que divulga muitas vezes a informação atempadamente e de forma eficaz (37%),
que apenas algumas vezes tem em conta as capacidades profissionais na distribuição do serviço
(50%), que se sentem sempre motivados a participar em reuniões de discussão sobre melhorias do
Agrupamento (35%) e que muitas vezes a direcção se interessa na resolução conjunta dos
problemas que surgem (31%). “A direcção, as lideranças intermédias, os docentes e o pessoal
não docente conhecem as suas áreas de actuação e encontram-se motivados e empenhados na
Relatório de Auto-Avaliação
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execução das suas competências e no exercício da acção educativa. Estes aspectos são
reconhecidos pelos alunos e pais/encarregados de educação. A direcção desempenha um papel
preponderante na articulação entre os órgãos, respeitando-se o princípio da subsidiariedade, as
competências e as funções de cada um.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10
de Novembro de 2010). No entanto é referido já no relatório preliminar e nas entrevistas as
dificuldades sentidas pela direcção em relação ao número insuficiente de pessoal não docente no
activo, existindo um número significativo de funcionários com baixa médica prolongada e
ausência ao serviço por motivos de doença, uma dificuldade de gestão sentida em todo o
agrupamento, segundo a entrevista ao Director.
Os encarregados de educação, na voz da representante dos mesmos, relativamente à forma de
trabalho e organização da escola, afirma que na maioria dos encarregados de educação não existe a
percepção do mesmo, desconhecendo o projecto educativo e a orgânica de funcionamento, bem
como a organização de escola. A necessidade de recursos para o acompanhamento de alunos com
necessidades especiais de aprendizagem é dependente da disponibilização dos mesmos, decisão ou
competência atribuída ao órgão de gestão da Escola, uma preocupação presente nas actas de
Conselho de Turma analisadas.
Recursos (Pessoal Docente e não Docente)
Em quatro parâmetros os itens muitas vezes e sempre estão praticamente diluídos entre si, a
saber: quando reconhece, estimula e valoriza o esforço e o trabalho dos professores, muitas
vezes (39%) e sempre (37%), quando analisa e reflecte criticamente os resultados obtidos em
articulação com os órgãos de gestão pedagógica da escola, muitas vezes (35%) e sempre (35%),
quando desenvolve estratégias de aproximação à comunidade, muitas vezes (43%) e sempre
(43%) e quando promove eventos susceptíveis de contribuírem para a criação de uma cultura de
escola, muitas vezes (43%) e sempre (41%). Há uma preocupação, por parte da Direcção, em
considerar todos os assistentes e colaboradores, docentes ou não docentes, na sua dimensão humana
e profissional, procurando nelas, de todas as competências e capacidades, o melhor para a
organização - escola. “As pessoas valem mais que simples funcionários e simples indivíduos, são
pessoas…”. Nos docentes existe um levantamento das competências específicas de pós-graduação e
de complementos de formação, para se perceber em que domínios pode ser solicitada a sua
colaboração. (in entrevista ao Director). Do pessoal não docente está traçado o seu perfil,
predominando as pessoas com défice de formação, onde existe também uma grande
heterogeneidade, tanto em idade como em competências pessoais e profissionais. Isto merece
Relatório de Auto-Avaliação
Página 51
especial atenção e, por tal, encontra-se em organização um plano de formação específico, para que,
atendendo às necessidades dos funcionário, se estabeleça um percurso individual de formação, que
lhes permita melhorar e melhor inserir-se na organização - escola. Um plano individual de formação
potencia uma colaboração mais real e adequada às necessidades da escola. (in entrevista ao
Director). O desenvolvimento do Projecto Educativo - TEIP, segundo o Director, pela própria
dinâmica, levou a um incremento da mudança de hábitos, atitude, metodologias de trabalho e
formas de estar perante a organização - escola, salientando-se, pela positiva, a adesão entusiasta às
equipas de trabalho, aos grupos e pares pedagógicos, dando uma visão diferente do que é o trabalho
na escola, especialmente o trabalho em equipa educativa.
Da parte dos docentes há consciência da necessidade de formação e das suas características,
privilegiadamente face a novas práticas de inovação do ensino - aprendizagem.
Também, da parte dos docentes, é clara a preocupação com a implementação de estratégias
diversas na promoção do sucesso dos alunos, revelando disponibilidade em encontrar soluções
adequadas, é referido nas actas de Departamento de Línguas.
O Projecto Educativo - TEIP faz alusão a um corpo docente estável, maioritariamente do
quadro. “O quadro do pessoal docente integra 146 docentes, dos quais 106 (72.6%) pertencem aos
quadros e 40 (27.4%) são contratados.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de
Novembro de 2010). A afectação dos docentes a determinados cargos ou funções é influenciado
pelo quadro. É exemplo a valorização do apoio aos alunos em Tutoria, importante a nível social,
contudo, é referenciada a dificuldade na manutenção dos professores tutores, pois apenas quatro, no
Departamento, são do quadro de Agrupamento (in acta de Departamento de Línguas), o que suscita
a necessidade de aclarar os factos face ao que, anteriormente, é referido no Relatório de Avaliação
Externa e ao Projecto Educativo.
Uma das dificuldades na gestão da Escola, referida no Projecto Educativo, é a falta de
auxiliares. “O pessoal não docente é constituído por 56 elementos, dos quais sete são técnicos
superiores (uma psicóloga, uma educóloga e cinco animadoras socioeducativas), um chefe dos
serviços de administração escolar, cinco assistentes técnicos, 38 assistentes operacionais e cinco
contratos de emprego e inserção do Instituto de Emprego e Formação profissional.” (Relatório de
Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010)
São visíveis os momentos de auto-avaliação dos grupos, nomeadamente do Departamento. (in
acta de Departamento). Nestes, os motivos do insucesso são imputados aos alunos, sem se
Relatório de Auto-Avaliação
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questionar, também, as práticas pedagógicas. As estratégias delineadas centram-se, na maior parte,
no aluno, embora também se discuta a adopção de metodologias diferentes em sala de aula. Um
preocupação que surge de igual modo nas entrevistas aos alunos. As tarefas distribuídas são, em
alguns exemplos, recusadas, colocando em causa a execução de determinados procedimentos. Disso
são exemplo tarefas distribuídas em reuniões, com a recusa de elaboração de actas e/ou a não
realização atempada de procedimentos. (in Acta de Conselho de Turma)
A distribuição de funções pelo pessoal docente, especificamente de mais que uma turma no
primeiro ciclo, em anos de escolaridade diferentes é, segundo entrevista ao coordenador do primeiro
ciclo, dificulta o apoio às aprendizagens dos discentes. No mesmo sentido se encontra a leccionação
de vários níveis de ensino em simultâneo, ao que se junta o desempenho de vários cargos, por parte
de alguns dos docentes, factos que dificultam uma dedicação mais aprofundada ao
acompanhamento das aprendizagens dos alunos e, consequentemente, ao sucesso. A construção dos
horários dos vários profissionais, em muito díspares, é apontada como constrangimento a uma
maior partilha e articulação de estratégias comuns. (in entrevista ao Coordenador de 1º ciclo)
O desempenho da prática docente, com base na acta de Departamento de Línguas, tem por
prática a análise das planificações e da articulação curricular das várias áreas, bem como a
disponibilização desses documentos para consulta. Também as actividades de Departamento são
elaboradas, tendo por referência o projecto TEIP e a articulação com os Projectos Curriculares de
Turma, há uma preocupação com a interligação entre os diversos documentos e acções planificadas
e desenvolvidas. (in Acta de Departamento).
É feita referência valorativa do trabalho do pessoal não docente, destacando a da sua
disponibilidade e colaboração. (in acta de Departamento)
Constata-se a existência de momentos de auto-avaliação dos grupos que desenvolvem
Tutoria) contudo, é referenciada a dificuldade na manutenção dos professores tutores, pois apenas
quatro são do quadro de agrupamento, refere a acta de Departamento de Línguas. Os aspectos que,
os alunos referem como mais constante, uma vez que assinalam que acontece Sempre, são o apoio
do Director de Turma/Professor Titular (54%) e o acompanhamento dos pais na educação escolar
(40%). (in Relatório Preliminar).
Segundo o Gráfico 8 (Anexo E), par a os alunos, as relações entre professores e alunos são
Sempre boas (54%). Contudo, no que concerne às relações entre os alunos, as respostas
oscilam entre a categoria Muitas Vezes (36%) e Sempre (35%). Referem ainda que na escola
Relatório de Auto-Avaliação
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trabalha-se Sempre em equipa e há espírito de entreajuda (41%). Por último, referem que são
Sempre ouvidos sobre a atribuição de tarefas que lhes compete desempenhar (40%). Em relação à
análise e reflexão sobre práticas educativas, 41% dos professores inquiridos referem que isso
acontece muitas vezes, deixando ainda o registo que há falta de cooperação entre professores,
consideração de 43%. (in Relatório Preliminar).
Neste domínio, e relativamente ao Gráfico 34 (Anexo H), aquilo em que os pais/encarregados
de educação se mostram mais satisfeitos é o facto de terem conhecimento dos horários de
atendimento aos pais/encarregados de educação (84%). Seguidamente, refere-se como bastante
positivo serem tratados correctamente na escola e de saberem a quem se dirigir, consoante o assunto
que pretendem tratar (73%).
Outras Estruturas
Do funcionamento do Conselho Pedagógico, Gráfico 13 (Anexo F), os parâmetros em que
sobressai esta avaliação referem-se à definição das linhas gerais de política educativa da escola
(47%), à tomada de decisões de carácter pedagógico em articulação com o Coordenador de
Departamento e os Professores (45%). Na análise do Gráfico 24 (Anexo G) verifica-se,
relativamente ao funcionamento do Conselho Pedagógico, que os assistentes operacionais e
técnicos na sua grande maioria não sabem como ele funciona, destacando-se aqui os aspectos
relacionados com as prioridades da escola (43%), o que denota uma falta de comunicação entre o
representante dos assistentes operacionais e técnicos com assento no Conselho Pedagógico e estes.
Relativamente ao Gráfico 25 (Anexo G) elucidativo do funcionamento do Conselho Geral
continua a verificar-se que, na sua grande maioria, o pessoal não docente desconhece o seu
funcionamento, destacando-se sobretudo os aspectos relacionados com o acompanhamento.
Tal como no órgão anterior, verifica-se novamente uma falta de comunicação entre o
representante dos assistentes operacionais e técnicos, e estes.
Infra-estruturas/Serviços
A constatação realizada no Projecto Educativo - TEIP refere que “quase todas as escolas têm
equipamentos tecnológicos” e que, ao mesmo tempo, “é necessário renovar o mobiliário escolar,
Relatório de Auto-Avaliação
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aumentar o equipamento tecnológico e remodelar os espaços interiores das EB1”.
“Nestes níveis de educação/ensino, releva a falta de espaços específicos e a carência de
equipamentos informáticos nas salas de actividades/aulas. Algumas escolas do 1.º ciclo não
possuem salas de aula em número suficiente, o que determina a existência de algumas turmas a
funcionar em horário duplo e condiciona a oferta da escola a tempo inteiro para todos os alunos.
Esta diversidade de condições dos espaços e a sua dispersão geográfica (…) por onze freguesias,
articuladas com a falta de transportes públicos, poderão condicionar a equidade no acesso aos
recursos pedagógicos e à partilha de experiências escolares.” (Relatório de Avaliação Externa das
escolas de 08 a10 de Novembro de 2010)
O Gráfico 21 (Anexo F), referente aos serviços escolares permite-nos concluir que no que diz
respeito ao atendimento e funcionamento da cantina, 45% dos docentes não sabem, o que nos faz
aferir que os docentes não a utilizam. Em relação aos restantes parâmetros o item mais assinalado é
o sempre, com 43% a recair sobre o atendimento e funcionamento dos serviços de administração
escolar, 41% no atendimento e funcionamento da papelaria e reprografia, 31% no atendimento e
funcionamento do bufete, 49% no atendimento e funcionamento da portaria e 38% no atendimento
e funcionamento da biblioteca escolar. Perante estes dados concluímos que os serviços realizados
satisfazem a generalidade dos docentes.
Relativamente à identificação dos assistentes técnicos e operacionais, à existência adequada
de instalações da secretaria para atendimento ao público, ao sistema de controlo de entradas saídas,
à privacidade no atendimento às famílias e à resposta atempada às questões colocadas os inquiridos
revelam-se, também, como satisfeitos. Estes revelam, ainda, ter sempre conhecimento das
actividades realizadas na escola, incluindo as actividades de complemento curricular, e dos serviços
de apoio disponíveis.
2.4. Meio
Falar em sucesso educativo implica olhar o processo educativo segundo uma abordagem
sistémica, em que o aluno, a escola, a família e a comunidade devem ser vistos como sistemas
abertos e em interacção. O seu sucesso, de todos e de cada um, depende, assim, da comunicação e
diálogo que se estabelecem entre si, de forma a estabelecer uma rede de relações baseadas na
cooperação, na co-responsabilidade, no trabalho conjunto, reflectido e participado.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 55
2.4.1. A Escola e Família
Para tal, e como é possível evidenciar a partir da análise crítica realizada, existe uma
preocupação em conhecer o meio onde o agrupamento de escolas se integra, de forma a melhor
responder e integrar as suas especificidades.
O Projecto Educativo - TEIP do Agrupamento revela o diagnóstico das mesmas, quer ao nível
das famílias dos alunos em particular, quer ao nível do meio em geral. Ao nível das famílias,
salientam-se: os “problemas socioeconómicos das famílias” e “a baixa escolaridade dos pais /
encarregados de educação”. O próprio Relatório de Escola - Avaliação Externa das escolas de 08 a
10 de Novembro de 2010, evidencia estes factores: “Nos últimos anos tem vindo a aumentar o
número de alunos subsidiados pela Acção Social Escolar, a que não será alheia a crise da região do
Vale do Ave, sobretudo da indústria têxtil, construção civil e restauração, que tem arrastado as
famílias para o desemprego, muitas vezes de longa duração”; “Conhecem-se as profissões de 61,2%
dos pais e encarregados de educação e, destes 59,9% são Operários, artífices e trabalhadores da
indústria, 13,4% trabalham nos Serviços e comércio, 11,8% são Quadros superiores, dirigentes ou
têm profissões intelectuais, 8,9% são trabalhadores não qualificados, 5,6% são técnicos e
profissionais de nível intermédio e 0,4% desenvolvem trabalho qualificado na Agricultura”.
Refere-se, ainda, que o Projecto Educativo - TEIP menciona a “desvinculação das famílias em
relação à escola”, associada ao “baixo nível cultural do contexto geográfico envolvente”, mas
também é reforçada pelo Relatório de Escola - Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de
Novembro de 2010, no qual se pode ler: “No que respeita às habilitações académicas, conhecem-se
as de 82,2% dos pais e encarregados de educação e, destas, 39,2% são do 2.ºciclo, 20,9% do 1.º
ciclo, 19,1% do 3.º ciclo, 13,1% do ensino secundário, 7,1% têm formação de nível superior e 0,6%
não tem qualquer habilitação”.
Tal como refere o Director do Agrupamento, em entrevista, um “aspecto importante é a
integração escolar dos alunos, uma vez que têm origem numa comunidade bastante problemática,
com aspectos condicionantes, sociais, económicos e de formação das pessoas, que acabam por se
reflectir na própria escola, influenciando de forma menos positiva o sucesso dos alunos. Questões a
que o Projecto Educativo - TEIP tenta dar respostas e soluções, tendo já conseguido algumas
vitórias”.
Este trabalho assume ainda maior importância quando os próprios encarregados de educação,
em entrevista, mencionam que na sua maioria estes não sabem como auxiliar, nem apoiar os seus
Relatório de Auto-Avaliação
Página 56
educandos – “é verdade que a maior parte dos pais não tem a noção de como ajudar o seu filho na
escola, sabem que ele tem trabalhos de casa para fazer, portanto muitos deles limitam-se a
perguntar “já fizeste o TPC” ou a verificar “se já fizeste o TPC”.
O compromisso assumido no Projecto Educativo - TEIP, relativamente ao incentivo da
“participação dos pais/encarregados de educação como parceiros educativos”, através de uma
“assídua consulta e auscultação junto das Associações de Pais e Encarregados de Educação”, no
sentido de responder ao diagnóstico acima referido, apresenta-se como uma realidade. Afinal, e
como refere o Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de
2010, “a preocupação de reforçar a participação dos pais na vida da escola e de aprofundar o seu
envolvimento no acompanhamento do percurso escolar dos alunos é uma prioridade assumida nos
documentos de planeamento e nas acções levadas a efeito pelo Agrupamento. A presença dos pais
nas reuniões periódicas é monitorizada e permite verificar um progressivo aumento do nível de
participação. É percepcionado como bom o nível de participação dos pais nas estruturas e nos
órgãos em que têm assento, razoável nas reuniões e a precisar de reforço o acompanhamento da
vida escolar dos alunos. (…) A existência de várias associações de pais e da União de Associações
tem constituído uma mais-valia para a resolução de problemas e para o reforço da motivação da
comunidade escolar”. Destaca ainda como “iniciativa bem sucedida”, o Programa de Educação
Parental levado a cabo. Este Programa “foi divulgado junto dos pais e encarregados de educação
dos alunos a frequentarem o 4.º, 5.º e 6.º ano. É um programa constituído por 12 sessões de duas
horas cada uma. Contudo e apesar da divulgação junto de todos os encarregados de educação dos
2.º e 3.º ciclos, apenas se inscreveu 1 encarregado de educação, motivo pelo qual não foi dada
continuidade ao processo em Janeiro, tal como previsto” (Relatório de Monitorização TEIP).
Também do ponto de vista dos alunos, após aplicação de questionários, expresso a partir da
percentagem de 54% os inquiridos que assinalam Muitas Vezes relativamente ao facto dos
encarregados de educação serem estimulados a participar nas actividades da escola, é evidente esta
preocupação.
Quanto aos encarregados de educação, reforçam este incentivo à sua participação nas
actividades da escola, pois 53% mencionam que se preocupa em mostrar disponibilidade para ouvir
os pais e os alunos quando estes o solicitam.
Segundo a opinião do pessoal não docente, 42% dos inquiridos considera que os
encarregados de educação se encontram estimulados a participar nas actividades que decorrem na
escola.
Relatório de Auto-Avaliação
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Na óptica do pessoal docente, embora o mesmo considere que os pais são estimulados a
participar nas actividades da escola, as suas respostas no que diz respeito à definição de estratégias
tendentes ao envolvimento dos encarregados de educação no acompanhamento dos seus educandos
encontram-se diluídas pelos itens de avaliação: algumas vezes, muitas vezes e sempre, tendo-se
obtido, respectivamente, 15%, 20% e 16% das respostas ao questionário.
Contudo, e apesar de todos estes esforços evidenciados em incentivar a participação dos
encarregados de educação, destaca-se o facto de grande parte dos pais/encarregados de educação
(42%) mencionarem através dos questionários que apenas algumas vezes é que participam e tomam
iniciativas nessas actividades. Tal vem reforçar a necessidade de “os esforços concentram-se na
conquista de uma maior participação, envolvimento e colaboração dos pais dos alunos, como
parceiros activos e colaborativos no seio da comunidade educativa”, segundo o Director do
Agrupamento, em entrevista.
Esta preocupação com o contexto familiar dos alunos evidencia-se, ainda, a partir da
implementação da componente de Apoio à Família nos Jardins de Infância (oferta do serviço de
refeição e prolongamento de horário com auxiliares), expressa no Projecto Educativo TEIP. Ainda,
e como a mesma evidência através de uma acção que contempla a promoção e realização de um
curso EFA (9º Ano) e de um EFA (Alfabetização), “aumentar o grau de escolaridade dos
Encarregados de Educação através da frequência de cursos de educação de adultos é uma aposta”.
Contudo, tal não aconteceu devido à “fraca adesão por parte dos encarregados de educação”
(Relatório de Monitorização do Projecto Educativo TEIP de 2010).
Referindo-nos, agora, ao contacto directo entre os pais/encarregados de educação com os
docentes, é possível referir que a este é atribuída extrema importância. Segundo as actas dos
Conselhos de Turma analisadas, é concretizada a comunicação com a família, a qual tem como
intuito definir estratégias conjuntas que têm em vista o sucesso educativo dos alunos.
Contudo, este contacto é sempre motivado pela negativa, ou seja, aquando a ocorrência de
alguma situação ou factor que é considerado como entrave ao processo de ensino - aprendizagem:
“a Directora de Turma informou o Conselho sobre os contactos estabelecidos com os
encarregados de educação, nomeadamente com os encarregados de educação dos alunos: ---,
número ---, devido ao elevado número de faltas ao Apoio Pedagógico Acrescido a Matemática; …,
devido ao incumprimento dos trabalhos de casa, ficando decidido que se voltasse a ter uma falta de
trabalho de casa, seria enviado, a pedido da mãe, para a biblioteca, a seguir ao almoço, às
segundas e quartas-feiras, no sentido de efectuar os respectivos trabalhos; ---, número ---, devido
Relatório de Auto-Avaliação
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ao seu fraco desempenho escolar, falta de interesse por parte da mãe na vida escolar da sua
educanda e falta de higiene pessoa”.
Também nas actas de Departamento é possível verificar que os pais/encarregados de educação
são chamados à escola para se envolverem na definição das estratégias a adoptar: “Os encarregados
de educação foram também chamados à escola para em conjunto definirem estratégias de
actuação”.
Os pais/encarregados de educação vêm reforçar este envolvimento, uma vez que a categoria
Sempre é a mais assinalada nos questionários aos quais responderam, relativamente à passagem de
informação periódica sobre os progressos e dificuldades dos alunos aos respectivos
pais/encarregados de educação (65%).
Por outro lado, acrescente-se que os mesmos também referem, em entrevista, que a
comunicação entre encarregados de educação e professores é muito formal e institucional: “avalio a
comunicação entre encarregados de educação e os professores como um relacionamento ainda
algo formal é tudo ainda muito institucional, ou seja, há um dia ou seja numa reunião trimestral,
no Conselho de Turma por exemplo, no 1.º ciclo na reunião da entrega das notas aliás depois há
aquele dia em que os pais mais interessados vão ter com o director de turma ou com o professor
titular da turma, falar sobre as crianças portanto são coisas com horários marcados, datas bem
definidas é muito formal ainda e muito distante o discurso”.
Ainda relativamente à comunicação escola - família, é mencionado nas actas de Conselhos de
Turma, o papel do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, o qual assume uma função de mediação
desta mesma comunicação e relação de proximidade, como podemos evidenciar nos seguintes
excertos: “Foi efectuada uma reunião com a Directora de Turma, a mãe da ---, a educóloga, a
psicóloga e a Directora de Turma do quinto A, a professora ---, que tem na sua direcção de turma
a irmã da ----, após sinalização da ----, para o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família e Serviços
de Psicologia”; “A Directora de Turma já falou com a equipa multidisciplinar no sentido de
averiguar esta situação”.
Não é de ignorar, todavia, o facto de alguns pais/encarregados de educação manifestarem,
através dos questionários, não ter conhecimento acerca da existência do Gabinete de Apoio ao
Aluno e à Família (34%) e do Serviço de Psicologia e de Orientação (32%).
Em simultâneo, e por outro lado, essa mesma função de mediação e acompanhamento, quer
dos alunos quer das famílias, é reconhecida no Relatório de Escola – Avaliação Externa das escolas
Relatório de Auto-Avaliação
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de 08 a 10 de Novembro de 2010, onde se refere: “os alunos com problemas emocionais, de
comportamento ou provenientes de famílias que não garantem um adequado envolvimento parental
são encaminhados para o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, que integra o Serviço de
Psicologia e Orientação e o Programa Tutorial, procedendo à avaliação das problemáticas dos
alunos sinalizados e ao seu acompanhamento sistemático. A Psicóloga assegura a orientação
escolar e profissional que é proporcionada de modo sistemático, aos alunos do 9.º ano, em
articulação com os directores de turma”.
2.4.2. Escola e Comunidade
Relativamente ao item escola - comunidade, numa primeira abordagem importa referir, e de
certa forma reforçar, que este Agrupamento de escolas, de acordo com seu diagnóstico referido no
Projecto Educativo TEIP, está localizado numa zona caracterizada por ser uma “zona económica de
risco marcada pelo crescente desemprego”. Segundo o Relatório de escola – Avaliação Externa das
escolas de 08 a 10 de Novembro de 2011, “nos últimos anos tem vindo a aumentar o número de
alunos subsidiados pela Acção Social Escolar, a que não será alheia a crise da região do Vale do
Ave, sobretudo da indústria têxtil, construção civil e restauração, que tem arrastado as famílias para
o desemprego, muitas vezes de longa duração. Assim, em 2010/11, beneficiam de auxílios
económicos, no âmbito da Acção Social Escolar, 54,9% dos alunos, e, destes, 52,6% são
beneficiários do escalão A e 47,4% do escalão B.”
Face a este diagnóstico, o Agrupamento revela preocupação em fazer frente a estas situações,
assumindo-se como “integrador, compartilhando a necessidade de encontrar as respostas para as
problemáticas sociais, familiares e de aprendizagem de uma parte significativa da sua população
escolar” Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2011.
É, ainda, manifesto um trabalho cujo intuito é promover o maior envolvimento da
comunidade educativa. Tal como se verifica através da análise das actas do Departamento de
Línguas, onde se menciona que “o Director deu a conhecer o Projecto «Mais Comunidade, Mais
Sucesso», que visa envolver mais os alunos e os Encarregados de Educação. As turmas
seleccionadas foram o 5.º E, 6.º C e as duas turmas do CEF. Estas turmas irão abordar temas como a
sexualidade, o uso indevido da Internet, a toxicodependência e as atitudes comportamentais na
escola, enquadradas no Projecto Educativo - TEIP (acções seis, oito, dez e treze)”. Contudo, não são
mencionadas as actividades que se destinam a efectivar este envolvimento, assim como não se
Relatório de Auto-Avaliação
Página 60
referem as actividades que são destinadas à própria comunidade educativa. Não são referidos, ainda,
os objectivos que se pretendem alcançar com este projecto, assim como a sua relação com as
restantes actividades levadas a cabo pelo Agrupamento.
No entanto, e apesar destes aspectos, é notória uma abertura da escola e interacção com a
comunidade educativa (Projecto Educativo - TEIP).
Os próprios alunos reconhecem esta abertura, pois nos questionários aos quais responderam,
evidenciam que o Agrupamento divulga e dinamiza frequentemente o Projecto Educativo, assim
como se apresenta frequentemente como aberto e integrado no meio.
Também o pessoal docente considera que o Agrupamento desenvolve estratégias de
aproximação à comunidade, sendo que, em resposta aos questionários, os itens mais mencionados
são muitas vezes (35%) e sempre (35%).
Relativamente à opinião do pessoal não docente, fica evidente a partir da análise dos
questionários que, no que se refere à liderança da direcção, esta desenvolve sempre (35%)
estratégias de aproximação à comunidade educativa.
Contudo, é de referir um aspecto menos positivo, o qual se prende com o funcionamento do
Conselho Geral, pois, os itens de avaliação preponderantes nos questionários aos docentes são o não
sabe e não responde nos três parâmetros que lhe dizem respeito, um dos quais questiona se este
órgão promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa.
Nesta relação escola - comunidade, também a Biblioteca se apresenta com a preocupação de
articulação com o meio, sendo mencionado nas actas de Departamento o seguinte: “A BE deverá
também estabelecer parcerias inter-escolas com vista ao desenvolvimento cooperativo da Colecção
(digital e impressa)”.
Segundo o Projecto Educativo - TEIP, as Bibliotecas Escolares do Agrupamento deverão ter
“todo o tipo de documentos que contribuam para o desenvolvimento de actividades de natureza
pedagógica, bem como da ocupação de tempos livres e de lazer, geradores de competências
potenciadoras de cidadãos críticos para a sociedade da informação e conhecimento”. O Relatório de
escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2011 reforça este objectivo,
considerando que “a biblioteca/centro de recursos, inserida na rede de Bibliotecas Escolares,
responde às necessidades da comunidade escolar, partilha alguns dos seus materiais com as diversas
unidades educativas, investindo na dinamização de actividades projectos destinados a promover a
Relatório de Auto-Avaliação
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motivação e o sucesso educativo dos alunos.”; “…apostando no Plano Nacional de Leitura, na
dinamização de actividades através das suas bibliotecas, potenciando hábitos de leitura e o
desenvolvimento de competências no domínio da língua materna”. Acrescenta ainda, que “a
Biblioteca da Escola - Sede disponibiliza alguns recursos a toda a comunidade escolar, participa na
produção de recursos documentais em articulação com os departamentos e coordenadores de
estabelecimento e dinamiza actividades de promoção dos hábitos de leitura”.
É possível verificar a participação do Agrupamento em actividades externas, actividades estas
que estão directamente relacionadas com os conteúdos programáticos, como referido nas actas do
Departamento de Línguas que “Chegou à escola o convite para a participação no concurso “ As
Línguas abrem caminhos”, cujo prazo termina a vinte e seis de Março. A escola participará com
elementos das turmas dos sétimos anos e contará com a dinamização das respectivas docentes de
Inglês, Francês e Português”.
Como uma parceria privilegiada, é de referir a que existe entre o Agrupamento e a Câmara
Municipal de Vila Nova de Famalicão. Esta parceria e articulação com a autarquia efectua-se
através de: actividades de enriquecimento curricular; serviço de refeições; Protocolo de obras nas
escolas do 1.º ciclo; dinamização de Projectos – Crescer a Brincar; Nino e Nina; Maletas
Pedagógicas; A Guerra não é um Brinquedo; Mostra de Teatro Escolar; 1.º Curso de Educação
Parental; Onde pára o nosso lixo? (Projecto Educativo - TEIP e respectivo Relatório de
Monitorização).
A articulação com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão é realizada também num
projecto de melhoria e eficácia, o que se evidencia nas actas do Departamento de Línguas quando se
lê: “Deu também a conhecer um projecto da Câmara de Famalicão em articulação com a
Universidade Lusíada que corresponderá à avaliação da melhoria e eficácia as escolas do
concelho a nível da prestação de serviços”. Contudo, não é referida a articulação deste projecto
com a Auto-Avaliação do Agrupamento.
Para além disso existe uma “política de cooperação e articulação” com Juntas de Freguesia,
Associações culturais e recreativas, centro de saúde, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens
em Risco, e outros estabelecimentos de ensino (Projecto Educativo - TEIP).
O Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010 vem
reforçar esta questão, salientando “o elevado número de parcerias e protocolos que o Agrupamento
mantém com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, as juntas de freguesia da sua área de
Relatório de Auto-Avaliação
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influência, várias entidades na área da saúde, da cultura e empresas e os projectos que com elas
desenvolve os indicadores de um forte investimento na articulação com o meio”. Reforça ainda que
o “Agrupamento demonstra capacidade de inovação e tem apostado na diversidade de parcerias,
protocolos e projectos e que se têm revelado importantes na melhoria do serviço educativo prestado,
particularmente nas áreas do ensino articulado da Música, do teatro e da Saúde”.
Relatório de Auto-Avaliação
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V – Pontos Fortes e Pontos Fracos
Pela análise e reflexão ponderada da equipa de auto-avaliação do Agrupamento, conclui-se
que existem pontos a serem consolidados e outros a serem alvo de uma ponderação na elaboração
do Plano de Eficácia e Melhoria.
a) Pontos Fortes:
O grau de satisfação evidenciado nas respostas revela, globalmente, uma
identificação com a escola, nos seus aspectos de: liderança, serviços e funcionamento;
Os docentes, os encarregados de educação e o pessoal não docente, na sua maioria,
percepcionam a escola como tendo um impacto positivo na sociedade, para o qual contribuem o
bom desempenho, a credibilidade, as preocupações sociais e ambientais;
Os alunos vêem a escola como sendo um local de aprendizagem e de preparação para
o futuro;
O aumento do sucesso escolar dos alunos principalmente nas provas de avaliação
externa;
A taxa global de transição/conclusão do ensino básico regular, superior à nacional
em 2009-2010, e a tendência de melhoria dos resultados das provas de aferição de Língua
Portuguesa e dos exames nacionais do 9.º ano de Matemática, no último triénio;
A aposta na diversificação e valorização das aprendizagens com impactos positivos
na motivação e no envolvimento dos alunos na vida escolar;
A acção articulada na disponibilização de apoios diferenciados para os alunos com
necessidades educativas especiais, dificuldades de aprendizagem e/ou problemas de ordem
emocional ou social;
O investimento em iniciativas destinadas a envolver os Encarregados de Educação no
percurso educativo dos alunos;
A diversificação das parcerias estabelecidas com entidades da comunidade por
constituírem uma mais-valia na construção de soluções para os problemas do Agrupamento;
A motivação e empenho dos profissionais na prossecução das metas definidas no
Projecto Educativo - TEIP;
Proposta de criação de uma sala para alunos com NEE / Clubes / PNL / PM /
Projecto Saúde;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 64
Investimento em projectos nacionais e actividades promotoras de competências e de
diversificação das experiências de aprendizagem dentro e fora do contexto escolar;
Contributo do Estudo Acompanhado no 2º e 3º ciclo – o PE-TEIP preconiza-o numa
perspectiva interdisciplinar, com um programa de intervenção nas áreas de Língua Portuguesa e
Matemática (monodocência coadjuvada) para o desenvolvimento dos hábitos e métodos de estudo;
Criação do Grupo de Intervenção e Articulação Curricular Integrada (GIACI) para
promover a cooperação entre os docentes na execução das tarefas de articulação curricular, elaborar
propostas de diversificação curricular e acompanhar a articulação entre as várias acções e as
actividades dos Departamentos, organizando seminários/conferências sobre o tema;
É reconhecida a importância da articulação das actividades em torno do PE-TEIP. As
actividades evidenciam a articulação inter-ciclos;
Na prática docente analisa-se as planificações e a articulação curricular das várias
áreas e entre os conteúdos a leccionar;
As actividades de Departamento são elaboradas tendo por referência o PE-TEIP e a
articulação com os Projectos Curriculares de Turma;
Existe uma preocupação com a interligação entre as diversas escolas do
Agrupamento e as acções planificadas e desenvolvidas;
Contributo para o sucesso escolar – PNL e PM;
Criação do GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família que engloba três
serviços: Psicologia e Orientação, Apoio à Família e Tutoria);
O GAAF presta apoio ao pessoal docente e não docente, desenvolvendo um trabalho
concertado entre todos os agentes educativos de forma a promover o sucesso educativo dos alunos;
O GAAF assumiu um papel importante na prevenção do absentismo, abandono,
indisciplina e sucesso, isto é, no acompanhamento, orientação e intervenção com os alunos e
respectivas famílias;
Alargamento da oferta educativa: Cursos de Educação e Formação com impacto
positivo na redução do abandono escolar e na continuidade de estudos;
Encaminhamento de alunos para tutoria: elaboração do Plano Individual de Acção
tutorial (articulação do GAAF e Conselho de Turma) e bolsa de professores/tutores;
A Biblioteca Escolar como centro de recursos educativos, onde expõe os trabalhos
dos alunos e promove a auto-avaliação do seu funcionamento;
A Biblioteca Escolar como um reforço de projectos, das actividades e das parcerias
com outras escolas;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 65
Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular por
parte das bibliotecas escolares;
O Projecto Educativo - TEIP evidencia a adesão a projectos, actividades e outras
experiências de aprendizagem como as actividades extra-curriculares;
Está instituída a auto-avaliação dos grupos de docência: existe reflexão sobre as
aprendizagens, embora os resultados dessa reflexão sejam pouco claros.
Revelação de preocupação com o desenvolvimento de actividades que criam um
clima favorável ao desenvolvimento dos alunos;
A acção das animadoras socioeducativas (animação de pátio) também contribuiu
para um clima social favorável ao desenvolvimento dos alunos;
É visível uma preocupação com a manutenção das actividades extra-curriculares e
com a valorização das mesmas para o percurso educativo dos alunos;
Preocupação da parte da Direcção com o bem-estar dos alunos, na manutenção da
disciplina na escola, apoio a actividades de interesse e necessidade dos alunos, incentivo à
participação destes na vida escolar;
Satisfação dos encarregados de educação relativamente às regras de disciplina da
escola, o respeito pela preservação do ambiente e o reconhecimento dos alunos quando
desenvolvem um bom trabalho;
Constatação por parte dos alunos de situações de indisciplina pouco evidentes;
Disponibilidade total dos professores para auxiliar os alunos na resolução de
problemas, na tomada de decisões e para ouvir os problemas pessoais dos alunos;
A Direcção e os responsáveis das diferentes estruturas conhecem bem as suas áreas
de intervenção e estão motivados e empenhados no desenvolvimento da acção educativa;
A Direcção gere eficazmente os recursos humanos, delegando muitas vezes funções
noutros actores educativos e integra diferentes contributos nas tomadas de decisão atribuindo tarefas
e responsabilidades;
A Direcção estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores
educativos;
A Direcção mostra sempre disponibilidade para ouvir os professores e a comunidade
educativa;
A Direcção agenda sempre reuniões para discussão e análise das questões da vida da
escola com frequência adequada aos vários tipos de questões;
A Direcção possui um projecto pedagógico e uma visão estratégica para a escola;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 66
A Direcção fomenta sempre a participação dos Encarregados de Educação na vida da
escola;
A Direcção divulga a informação atempadamente e de forma eficaz;
A Direcção desempenha um papel preponderante na articulação entre órgãos e
respeita o princípio da subsidiariedade, as competências e as funções de cada um;
Preocupação em considerar, por parte da Direcção, todos os docentes ou não
docentes, na sua dimensão humana e profissional;
Os assistentes operacionais e técnicos sentem-se sempre motivados a participar em
reuniões de discussão sobre melhorias do Agrupamento;
Existência de um plano de formação específico para estabelecer um percurso
individual de formação relativamente aos assistentes operacionais e técnicos;
Incremento da mudança de hábitos, atitude, metodologias de trabalho e formas de
estar perante a organização – escola;
Consciencialização docente da necessidade de formação face a novas práticas de
inovação do ensino – aprendizagem;
Constatação da preocupação dos docentes em implementar estratégias diversas na
promoção do sucesso dos alunos, dando sentido às aprendizagens;
A adopção de metodologias diferentes em sala de aula é discutida como estratégia;
A prática docente tem por base a análise das planificações e da articulação curricular
das várias áreas;
Os docentes informam os alunos acerca dos programas curriculares e dos critérios de
avaliação;
As actividades de Departamento são elaboradas tendo como referência o PE-TEIP e
a articulação com os PCT’s;
São visíveis os momentos de auto-avaliação dos grupos;
Existem momentos de auto-avaliação dos grupos que desenvolvem a tutoria;
Existe em documentos próprios (actas de Departamento) referências valorativas do
trabalho do pessoal não docente de onde se destaca a sua disponibilidade e colaboração;
O apoio do Director de Turma/professor titular é uma constante, bem como o
acompanhamento dos Encarregados de Educação na educação escolar;
Segundo os alunos, as relações entre professores e alunos são sempre boas e, na
escola, trabalha-se sempre em equipa;
Os Encarregados de Educação mostram-se mais satisfeitos relativamente ao
conhecimento dos horários de atendimento;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 67
Os encarregados de educação consideram bastante positivo o facto de serem tratados
correctamente na escola e de saberem a quem se dirigir consoante o assunto que pretendem;
No Agrupamento há incentivo à participação dos encarregados de educação na vida
da Escola;
O Conselho Pedagógico define linhas gerais de política educativa da escola, tomando
decisões de carácter pedagógico em articulação com o Coordenador de Departamento e os
professores;
Os serviços realizados satisfazem a generalidade dos docentes;
A comunidade educativa mostra-se satisfeita com a identificação dos assistentes
técnicos e operacionais;
A comunidade educativa mostra-se satisfeita com a existência adequada de
instalações da secretaria para atendimento ao público e com o sistema de controlo de entradas e
saídas;
A comunidade educativa mostra-se satisfeita com a privacidade no atendimento às
famílias e com a resposta atempada às questões colocadas;
A comunidade educativa tem sempre conhecimento das actividades realizadas na
escola, incluindo as actividades de complemento curricular e dos serviços de apoio disponíveis;
Existem parcerias e articulações entre a Escola e a Comunidade Educativa.
b) Pontos Fracos:
Os mecanismos de participação são percepcionados medianamente por docentes,
pessoal não docente e encarregados de educação;
Desconhecimento do Projecto Curricular e do Regulamento Interno do Agrupamento
por parte do pessoal não docente;
A Direcção apenas algumas vezes tem em conta as capacidades profissionais na
distribuição do serviço;
Os Encarregados de Educação desconhecem, na sua maioria, o PE-TEIP e a orgânica
de funcionamento e organização da escola;
A afectação dos docentes a determinados cargos ou funções é influenciada pelo
vínculo contratual;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 68
Dificuldades na manutenção dos professores/tutores para apoio aos alunos em
tutoria;
Falta de assistentes operacionais no Agrupamento;
Nos momentos de auto-avaliação dos grupos, os motivos do insucesso são imputados
aos alunos, não se questionam as práticas pedagógicas;
As tarefas distribuídas em reuniões (elaboração de actas) são, em alguns exemplos
recusadas, o que coloca em causa a execução de determinados procedimentos (não realização
atempada de procedimentos);
A leccionação de vários níveis de ensino em simultâneo e o desempenho de vários
cargos por parte de alguns docentes, dificultam uma dedicação mais aprofundada ao
acompanhamento das aprendizagens dos alunos e do sucesso escolar;
A construção de horários (muitos díspares) dos vários profissionais é um
constrangimento a uma maior partilha e articulação de estratégias comuns;
Apesar de a análise e reflexão sobre as práticas educativas acontecerem muitas vezes,
ainda se regista a falta de cooperação entre professores;
Constata-se uma falta de comunicação entre o representante dos assistentes
operacionais e técnicos com assento no Conselho Pedagógico e estes;
Constata-se uma falta de comunicação entre o representante dos assistentes
operacionais e técnicos com assento no Conselho Geral e estes;
Desconhecimento do funcionamento do Conselho Pedagógico, do Conselho Geral e
da Equipa PTE por parte dos assistentes técnicos e operacionais;
Os assistentes operacionais e técnicos, na sua maioria, desconhecem o
funcionamento de outros serviços;
Quanto ao atendimento e funcionamento da cantina, quase metade dos docentes não
a utiliza;
Falta de quadros interactivos e de computadores com ligação à internet nas escolas
do 1.º CEB do Agrupamento;
Desconhecimento por parte dos encarregados de educação da existência do Gabinete
de Apoio ao Aluno e à Família;
Desconhecimento por parte dos encarregados de educação dos serviços prestados
pelo Bufete, Reprografia e Acção Social Escolar;
Desconhecimento por parte dos encarregados de educação do funcionamento do
Conselho Pedagógico;
Relatório de Auto-Avaliação
Página 69
Os encarregados de educação não sabem como apoiar os seus educandos e, nesse
sentido os docentes deviam esclarecer os encarregados de educação para eles dessa maneira
constituírem uma mais-valia neste processo;
Apesar do investimento da Escola em que os encarregados de educação participem,
constata-se ainda pouca participação por parte dos mesmos em iniciativas ou actividades
desenvolvidas nas escolas;
Resultados das provas de aferição de Matemática, dos 4.º e 6.º anos, evidenciando
uma tendência negativa com valores na prova do 6.º ano, em 2010, inferiores aos nacionais;
Aumento de casos de indisciplina, no 3.º ciclo do ensino básico e no curso de
educação e formação e a ausência se uma acção preventiva sistemática e eficaz no combate a este
fenómeno, pois e agora na opinião dos discentes raramente existe punições para quem transgride;
A ausência de mecanismos sistemáticos e generalizados de supervisão das práticas
lectivas em sala de aula;
A falta de medidas intencionais que permitam ao Agrupamento ser reconhecido e
procurado por docentes e discentes;
A falta de articulação do Plano Anual de Actividades com as metas definidas pelo
Agrupamento nos restantes documentos de planeamento;
Sucesso educativo que ainda não satisfaz;
Falta de hábitos de estudo e de organização do trabalho;
A avaliação é quase exclusivamente centrada nos testes de avaliação sumativa;
A falta de diversificação das aprendizagens e a tipologia de exercícios/tarefas a
desenvolver, promovem a desmotivação dos alunos face às aprendizagens;
A carga horária dos alunos é, por vezes, agravada com horas de castigo ou de reforço
das aprendizagens impostas pelos docentes;
A retirada dos discentes das actividades extra-escolares, clubes e visitas de estudo,
como forma de punição;
Os momentos formais de avaliação apresentam datas muito próximas, o que dificulta
as estratégias de estudo;
Muitas actividades não são devidamente divulgadas;
Os Clubes não são compatíveis com o horário de todos os alunos (não há consulta
aos alunos sobre o processo de selecção e execução das actividades);
O Projecto Educativo - TEIP sublinha a importância dos equipamentos tecnológicos,
embora também faça referência à necessidade de renovação do mobiliário escolar, ao aumento do
Relatório de Auto-Avaliação
Página 70
número de equipamentos informáticos, respectiva ligação à internet e à remodelação dos espaços
interiores das EB1;
Necessidade de maior investimento na promoção de estratégias em prol da qualidade
do sucesso educativo.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 71
VI - Conclusão
Neste ponto, e em jeito de síntese de todo o trabalho, devemos reconhecer a efectiva
importância que o processo de auto-avaliação teve no dia-a-dia das nossas escolas. Nesse sentido,
constata-se que a auto-avaliação reflectiu a realidade das escolas e será um meio de aprendizagem
para responder a novos e constantes desafios. Assim, a Escola que se avalia é uma Escola que se
conhece, que sabe para onde deve caminhar de forma responsável.
A avaliação interna do Agrupamento proporcionou a reflexão, o diálogo e o confronto de
diferentes olhares sobre a Escola. Daí devemos estar disponíveis para compreender as
potencialidades da auto-avaliação como um caminho para o desenvolvimento profissional.
Mais do que uma obrigação legal, a auto-avaliação deverá ser vista como uma necessidade,
cujo intuito é, não só ensinar, mas, sobretudo, aprender, para que se consiga agir para melhorar.
Neste âmbito, a melhoria deve ser vista como uma atitude e uma forma de estar que contribua para
uma cultura de auto-avaliação que se pretende que seja uma cultura de melhoria.
A equipa de auto-avaliação é da opinião que não estão, nem nunca estiveram em causa
pessoas, mas antes dinâmicas que, ao suscitarem a reflexão de todos, puderam ser conduzidas no
sentido de manter e até de melhorar os resultados das nossas escolas em termos de sucesso escolar e
de qualidade de vida. Por isso, uma escola que se auto-avalia é uma Escola que prepara melhor os
alunos para a vida activa e fomenta uma aprendizagem para a vida.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 72
VII - Agradecimentos
No termo deste relatório de auto-avaliação referente ao ano lectivo 2009/2010, apraz aqui
registar a nossa gratidão para com todos aqueles que tornaram possível a realização deste relatório,
nomeadamente a equipa de auto-avaliação do Agrupamento; a Direcção do Agrupamento; o perito
externo do Projecto Educativo – TEIP, Doutor José Augusto Pacheco da Universidade do Minho Instituto da Educação; o amigo crítico da equipa de auto-avaliação, Dr. Paulo Marinho; a toda a
restante Comunidade Educativa que participou neste processo e ao Eng.º Humberto Silva pela
colaboração prestada.
Pedome, 29 de Julho de 2011
Pel’ A Equipa de Auto-Avaliação
__________________________________
(Augusto Lemos)
Relatório de Auto-Avaliação
Página 73
VIII – Bibliografia
Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro – Sistema de Avaliação da Educação e
do Ensino Não superior.
Terrasêca, Manuela – A avaliação no interior da escola: espaço de inovação
construída ou decretada?, 2002.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 74
IX - ANEXOS
Anexo A – Modelo do Inquérito aplicado aos Alunos
Anexo B - Modelo do Inquérito aplicado ao pessoal docente
Anexo C - Modelo do Inquérito aplicado ao pessoal não docente
Anexo D - Modelo do Inquérito aplicado aos Pais/Encarregados de Educação
Anexo E – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos alunos
Anexo F – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos docentes
Anexo G – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos assistentes operacionais e técnicos
Anexo H – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos pais/encarregados de educação
Relatório de Auto-Avaliação
Página 75
ANEXO A
Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome
Inquérito aos Alunos
No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião
dos alunos sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas de Pedome, a fim de
se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido.
Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das respostas.
Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas a sua opinião
pessoal, sincera e objectiva.
Este questionário é de natureza confidencial e anónima.
Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações dadas.
Este inquérito está impresso em frente e verso.
Organização e Gestão

Funcionamento da Direcção / Coordenador de Estabelecimento
Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Órgão de Direcção, coloque uma cruz no quadrado que
considera adequado.
Nunca
Algum
Muitas
as
vezes
vezes
Sem
Não
pre
sabe
Mostra disponibilidade para ouvir os alunos quando estes o solicitam.
Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc.) de
acordo com as necessidades/ interesses dos alunos
Assegura a circulação de informação relativa a assuntos de interesse dos
alunos em tempo oportuno.
Preocupa-se com a manutenção da disciplina na escola.
Preocupa-se com o bem-estar dos alunos
É imparcial na apreciação (é justo na resolução) de problemas/ queixas
apresentadas por alunos.
Incentiva a participação dos alunos na vida da escola
Relatório de Auto-Avaliação
Página 76
Ensino e Aprendizagem

Situações problemáticas
Considerando os aspectos abaixo-assinalados sobre situações problemáticas, indique com que
frequência os mesmos ocorrem em contexto escolar, colocando uma cruz no quadrado que
considera adequado.
Nunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Abandono escolar precoce
Absentismo dos alunos
Desmotivação dos alunos para a aprendizagem
Insuficiente preparação prévia dos alunos
Indisciplina dos alunos em contexto escolar/ sala de aula
Insucesso escolar dos alunos
Absentismo dos professores
Falta de cooperação entre professores
Escassez de oferta de actividades de complemento curricular ( AEC`s)
Funcionamento deficiente dos serviços do GAAF (Educóloga/Psicóloga)
Falta do pessoal não docente
Preparação do pessoal não docente
Envolvimento dos pais nas actividades da escola
Acompanhamento dos pais na educação escolar
Apoio dos órgãos de gestão de topo da escola
Apoio do Director de Turma / Professor Titular de Turma
Os professores são muito exigentes na atribuição das notas
Os professores estão pouco disponíveis para ouvir os problemas pessoais
dos alunos
Actividades de apoio pedagógico insuficientes
Recursos de ensino pouco diversificados (computadores, livros, biblioteca,
etc)

Utilização de materiais na sala de aula
Indique com que frequência os professores utilizam os seguintes materiais na sala de aula,
colocando uma cruz no quadrado que considera adequado.
Nunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Manual adoptado
Outros manuais escolares e/ou livros técnicos
Fichas de trabalho e informativas em suporte de papel
Materiais manipuláveis
Internet
Computador
Documentos em suporte visual (fotografias, diapositivos, filmes,…)
Documentos em suporte audiovisual (vídeos, filmes,…)
Equipamento interactivo (quadros, …)
Relatório de Auto-Avaliação
Página 77

Tipologia do trabalho
Indique com que frequência os professores desenvolvem as seguintes actividades e tarefas,
colocando uma cruz no quadrado que considera adequado.
NNunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Exposição oral dos conteúdos programáticos
Actividades cooperativas de aprendizagem
Experimentação de técnicas e instrumentos de trabalho
Resolução de problemas
Sínteses orais
Registos escritos sobre conteúdos programáticos
Metodologias diferenciadas
Divisão da turma em grupos de nível
Transmissão de valores
Realização de debates sobre temáticas curriculares
Actividades de pesquisa na Internet
Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.)
Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos
Observação comentada dos trabalhos dos alunos
Trabalho experimental
Discussão de relatórios de trabalhos experimentais
Expressão e esclarecimento de dúvidas e de dificuldades
Realização de trabalhos de pares/ grupos
Explicitação dos critérios de avaliação

Técnicas e instrumentos de avaliação
Indique com que frequência os professores realizam as seguintes técnicas e instrumentos de
avaliação, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado.
Nunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
Sabe
Testes de resposta aberta
Testes de resposta fechada
Testes mistos
Questionários orais
Relatórios de trabalhos individuais
Relatórios de trabalhos em grupo
Relatórios de trabalhos experimentais
Relatórios de visitas de estudo
Portfólio
Avaliação da organização dos cadernos diários
Apresentação oral dos trabalhos de pesquisa
Relatório de Auto-Avaliação
Página 78

Relação Pedagógica
Indique com que frequência são tomadas as seguintes atitudes pelos professores, colocando
uma cruz no quadrado que considera adequado.
Nunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Ouve as sugestões dos alunos
Comenta com os alunos os seus progressos e dificuldades
Esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas
Integra saberes dos alunos no trabalho realizado na aula
Modifica o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos
Estimula a participação dos alunos
Reconhece e elogia o trabalho realizado pelos alunos
Mostra disponibilidade para ouvir problemas pessoais dos alunos
Procura soluções
Mostra disponibilidade para auxiliar na resolução de problemas e tomadas
de decisão pelos alunos

Relacionamento interpessoal
Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações a propósito do
relacionamento interpessoal, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado.
NNunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
Sabe
As relações entre os alunos são boas
As relações entre os professores e alunos são boas
Na escola trabalha-se em equipa e há espírito de entreajuda
Sou ouvido sobre a atribuição das tarefas que me competem
desempenhar
Serviços Escolares
Indique a sua satisfação relativamente às seguintes afirmações, a propósito dos serviços
escolares. , Coloque uma cruz no quadrado que considera adequado.
NNunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
Sabe
Atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar
Atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia
Atendimento e funcionamento do Bufete
Atendimento e funcionamento da Cantina
Atendimento e funcionamento da Portaria
Atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos
Educativos
Condições físicas da sala de aula
Condições físicas das salas de informática
Condições físicas do Pavilhão Gimnodesportivo
Apoio prestado pelos assistentes operacionais
Serviço de portaria
Espaço ajardinado e de recreio
Relatório de Auto-Avaliação
Página 79
Cultura de Escola
Perante as seguintes afirmações, relativas à cultura de escola, coloque uma cruz no quadrado que
considera adequado.
NNunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
Sabe
É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida
e ao sentimento de pertença à comunidade educativa.
É um agrupamento aberto e integrado no meio.
É um agrupamento que divulga e dinamiza o Projecto Educativo.
É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto
Educativo.
As normas e o regulamento da escola são aplicados.
Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho
Os pais são estimulados a participar nas actividades da escola
A escola é um lugar disciplinado e seguro
A escola é um lugar onde é agradável estar
A comunidade educativa é informada dos assuntos relevantes.
Obrigado!
A Equipa da Auto-Avaliação
Relatório de Auto-Avaliação
Página 80
ANEXO B
Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome
Inquérito aos Professores/Educadores
No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer
a opinião dos professores sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de
Escolas de Pedome, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido.
Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das respostas.
Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas a sua
opinião pessoal, sincera e objectiva.
Este questionário é de natureza confidencial e anónima.
Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações dadas.
Este inquérito está impresso em frente e verso.
Organização e Gestão

Funcionamento do Departamento Curricular/Conselho de Docentes
Indique com que frequência os seguintes assuntos são abordados nas reuniões do seu
Departamento Curricular/Conselho de Docentes.
NNunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Distribuição dos conteúdos programáticos por períodos lectivos/nº de aulas
Planificação das unidades lectivas
Selecção/elaboração de materiais pedagógicos
Discussão de estratégias de diferenciação pedagógica
Planeamento das actividades interdisciplinares (visitas de estudo,
exposições)
Elaboração de testes de avaliação ou de outros documentos de avaliação
Definição de critérios de avaliação por disciplina
Análise dos resultados dos alunos na(s) disciplina(s) por ano/turma
Análise e reflexão sobre práticas educativas
Avaliação da eficácia das estratégias de ensino utilizadas
Análise de necessidades de formação de professores
Organização de actividades de complemento curricular
Os professores da mesma disciplina desenvolvem um trabalho cooperativo
e avaliam a operacionalidade dos materiais didácticos construídos
Os professores utilizam a avaliação dos alunos como um instrumento de
investigação do processo de ensino e aprendizagem
Relatório de Auto-Avaliação
Página 81

Funcionamento dos Conselhos de Turma
Indique com que frequência os seguintes assuntos são abordados nas reuniões dos Conselhos
de Turma de que é membro.
NNunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Atribuição de classificações
Análise do aproveitamento dos alunos
Análise do cumprimento/implementação do Projecto Curricular de Turma
Planeamento de actividades curriculares interdisciplinares
Elaboração de planos de apoio, de acompanhamento e de desenvolvimento
Definição de estratégias comuns para apoio a alunos com dificuldades de
aprendizagem
Definição de critérios de avaliação por turma
Avaliação da eficácia das medidas de apoio implementadas
Definição de estratégias tendentes ao envolvimento dos encarregados de
educação no acompanhamento dos seus educandos
Avaliação da eficácia das estratégias de ensino
Análise dos problemas pessoais dos alunos
Análise de discordâncias apresentadas por encarregados de educação
Análise dos problemas disciplinares da turma
Estabelecimento de normas de comportamento da turma

Funcionamento do Conselho Pedagógico/Conselho Geral
Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito do
funcionamento do Conselho Pedagógico.
Nunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Conselho Pedagógico:
Define as linhas gerais de política educativa da escola
Aprova o Projecto Curricular do Agrupamento
Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola
Define a política de avaliação das aprendizagens
Aprova os critérios de avaliação da escola
Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas
Elabora o plano de formação da escola
Define as prioridades da escola relativamente ao estabelecimento de
parcerias e intercâmbios
Define critérios de formação de turmas
Define critérios de atribuição de turmas e horários de professores
Toma decisões de carácter pedagógico em articulação com o
Coordenador de Departamento e os professores
Define dispositivos de acompanhamento e monitorização permanente da
avaliação dos alunos
Conselho Geral:
Organiza-se de forma a garantir a audição regular dos diferentes sectores
e parceiros com interesses e responsabilidades na escola
Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa
Aprova o Projecto Educativo do Agrupamento
Relatório de Auto-Avaliação
Página 82

Exercício da liderança pela Direcção
Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito do
exercício de liderança pela Direcção.
Nunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Gere eficazmente os recursos humanos
Delega funções noutros actores educativos e integra diferentes
contributos nas tomadas de decisão
Mostra disponibilidade para ouvir os professores da escola quando é
necessário
Envolve os outros em projectos
Estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores
educativos
Conhece os assuntos sobre os quais tem de decidir
Divulga a informação atempada e eficazmente
Toma decisões no momento oportuno e actua de forma democrática
Agenda reuniões para discussão e análise das questões da vida da escola
com frequência adequada aos vários tipos de questões
Possui um projecto pedagógico e uma visão estratégica para a escola
Considera importante o empenhamento e envolvimento das pessoas,
quando faz a distribuição das tarefas e responsabilidades
Reconhece, estimula e valoriza o esforço e o trabalho dos professores
Analisa e reflecte criticamente os resultados obtidos em articulação com
os órgãos de gestão pedagógica da escola
Estabelece protocolos e celebra acordos de cooperação com outras
escolas, instituições de formação, autarquias e colectividades e Serviços
de Saúde
Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da escola
Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade
Promove eventos susceptíveis de contribuírem para a criação de uma
cultura de escola
Ensino e Aprendizagem

Utilização de materiais na sala de aula
Indique com que frequência utiliza os seguintes materiais na sala de aula.
NNunca
Alguma
s vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Manual adoptado
Outros manuais escolares e/ou livros técnicos
Fichas de trabalho e informativas em suporte de papel
Materiais manipuláveis
Internet
Computador
Documentos em suporte visual e audiovisual (fotografias, diapositivos,
filmes,…)
Equipamento interactivo (quadros, …)
Relatório de Auto-Avaliação
Página 83

Tipologia do trabalho
Indique com que frequência implementa/promove as seguintes actividades e tarefas.
NNunca
Algum
as
vezes
Muitas
vezes
Sem
pre
Não
sabe
Exposição oral dos conteúdos programáticos
Actividades cooperativas de aprendizagem
Resolução de problemas
Sínteses orais
Registos escritos sobre conteúdos programáticos
Metodologias diferenciadas
Divisão da turma em grupos de nível
Transmissão de valores
Debates sobre temáticas curriculares
Actividades de pesquisa na Internet
Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.)
Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos
Devolução comentada dos trabalhos dos alunos
Trabalho experimental
Discussão de relatórios de trabalhos experimentais
Explicitação dos critérios de avaliação

Técnicas e instrumentos de avaliação
Indique com que frequência utiliza as seguintes técnicas e instrumentos de avaliação.
NNunca
Algum
as
vezes
Muitas
vezes
Sem
pre
Não
Sabe
Sem
pre
Não
sabe
Testes de resposta aberta
Testes de resposta fechada
Testes mistos
Questionários orais
Relatórios de trabalhos individuais
Relatórios de trabalhos em grupo
Relatórios de trabalhos experimentais
Relatórios de visitas de estudo
Portfólio
Organização dos cadernos diários
Apresentação oral dos trabalhos de pesquisa

Relação Pedagógica
Indique com que frequência toma as seguintes atitudes perante os alunos.
NNunca
Algum
as
vezes
Muitas
vezes
Ouve as sugestões dos alunos
Comenta com os alunos os seus progressos e dificuldades
Esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas
Integra saberes dos alunos no trabalho realizado na aula
Modifica o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos
Estimula a participação dos alunos
Reconhece e elogia o trabalho realizado pelos alunos
Mostra disponibilidade para ouvir problemas pessoais dos alunos
Relatório de Auto-Avaliação
Página 84

Relacionamento interpessoal
Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito do
relacionamento interpessoal.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
As relações entre os professores são boas
As relações com os meus superiores hierárquicos são boas
As relações entre os professores e alunos são boas
Na escola trabalha-se em equipa e há espírito de entreajuda que apela ao
profissionalismo interactivo
Sou ouvido sobre a elaboração do meu horário de trabalho e na atribuição
das funções a desempenhar
Serviços Escolares
Indique a sua satisfação relativamente às seguintes afirmações, a propósito dos serviços
escolares.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar
Atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia
Atendimento e funcionamento do Bufete
Atendimento e funcionamento da Cantina
Atendimento e funcionamento da Portaria
Atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos
Educativos
Cultura de Escola
Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito da
cultura da escola.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
As normas e o regulamento da escola são aplicados
Os alunos são encorajados a trabalhar com empenho
Os professores são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho
Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho
Os assistentes técnicos e operacionais são reconhecidos quando
desenvolvem bom trabalho
A oferta cultural é diversificada
Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades
da escola
Os actores educativos envolvem-se nas tomadas de decisão
Os professores são exigentes e justos na atribuição de classificações
O Projecto Educativo contempla as prioridades definidas após a
identificação e análise dos problemas detectados
O Plano Anual de Actividades contém um conjunto coerente de
actividades de complemento curricular
Nesta escola sinto-me encorajado a ser inovador e a desenvolver melhores
práticas educativas
Obrigado!
A Equipa da Auto-Avaliação
Relatório de Auto-Avaliação
Página 85
ANEXO C
Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome
Inquérito aos Assistentes Operacionais/Técnicos e outros
No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito
conhecer a opinião do pessoal não docente sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços
do Agrupamento de Escolas de Pedome, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho
desenvolvido.
Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das
respostas.
Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas
a sua opinião pessoal, sincera e objectiva.
Este questionário é de natureza confidencial e anónima.
Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações
dadas.
Este inquérito está impresso em frente e verso.
Organização e Gestão
 CONHECIMENTO DOS DOCUMENTOS ESTRUTURANTES QUE DEFINEM A
POLÍTICA DO AGRUPAMENTO
Perante as seguintes afirmações, relativas aos documentos estruturantes, coloque uma cruz no
quadrado que considera adequado.
Sim
Não
Conheço a missão, visão e valores da Escola.
Conheço o Projecto Educativo do Agrupamento – Projecto TEIP (Território Educativo
de Intervenção Prioritária).
Conheço o Projecto Curricular do Agrupamento.
Conheço o Regulamento Interno do Agrupamento.
Conheço o Plano Anual de Actividades do Agrupamento.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 86
 FUNCIONAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO/CONSELHO GERAL
Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Conselho Pedagógico, coloque uma
cruz no quadrado que considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Não
sabe
Sempre
Define e promove estratégias de apoio aos docentes e alunos.
Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na
escola/Agrupamento.
Define a política de avaliação das aprendizagens.
Aprova e acompanha os critérios de avaliação desenvolvidos na
escola.
Avalia a eficácia das necessidades de apoio educativo
implementadas.
Define as prioridades da escola, parcerias e intercâmbios.
Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Conselho Geral, coloque uma cruz
no quadrado que considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Não
sabe
Sempre
Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa
na promoção de actividades económicas, sociais e culturais.
Acompanha e avalia a execução do Projecto Educativo do
Agrupamento.
Acompanha e avalia a execução do Plano Anual de Actividades do
Agrupamento e aprova atempadamente o seu Relatório Final.
Executa e promove o Regulamento Interno do Agrupamento.
 EXERCÍCIO DA LIDERANÇA PELA DIRECÇÃO
Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Órgão de Direcção, coloque uma cruz
no quadrado que considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempre
Não
sabe
Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços,
equipamentos e recursos humanos.
Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da
escola.
Nesta escola, na atribuição do trabalho, tem-se em conta as
necessidades específicas da tarefa.
A Direcção reconhece e valoriza o meu trabalho.
A Direcção interessa-se pessoalmente na resolução conjunta dos
problemas que surgem.
Nesta escola, os assistentes operacionais/técnicos são motivados a
participarem em reuniões de discussão sobre melhorias do
Agrupamento.
Nesta escola, na distribuição do trabalho, tem-se em conta as
capacidades profissionais de cada um.
A Direcção divulga a informação atempada e eficazmente.
A Direcção desenvolve estratégias de aproximação à comunidade
educativa.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 87
 EQUIPA DO PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO (PTE)
Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento da Equipa do Plano Tecnológico da
Educação (PTE), coloque uma cruz no quadrado que considera adequado.
Sim
Não
Conheço a natureza e o âmbito de criação desta equipa.
A equipa PTE é uma estrutura de apoio à Direcção quanto à utilização generalizada das
tecnologias de informação e comunicação.
Conheço as competências definidas no Regimento Interno da equipa PTE.
A acção da equipa PTE é visível no Agrupamento.
Ensino e Aprendizagem
Perante as seguintes afirmações, relativas ao processo de ensino - aprendizagem, coloque uma cruz no
quadrado que considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempre
Não
sabe
Existe indisciplina dos alunos em contexto escolar.
O insucesso escolar dos alunos é um problema na escola.
Verifica-se a desmotivação profissional dos professores.
Verifica-se a desmotivação profissional do pessoal não docente.
Existe absentismo dos professores.
Existe absentismo do pessoal não docente.
Verifica-se um envolvimento dos encarregados de educação nas
actividades da escola.
Relatório de Auto-Avaliação
Página 88
Serviços Escolares
Perante as seguintes afirmações, relativas aos serviços escolares e espaços físicos, coloque uma cruz no
quadrado que considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempre
Não
sabe
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempre
Não
sabe
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento dos
serviços de Administração Escolar.
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da
Papelaria/Reprografia.
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do
Bufete.
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da
Cantina.
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do
Portaria.
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da
Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos.
Estou satisfeito (a) com as condições físicas das salas de aula.
Estou satisfeito (a) com as condições físicas da sala de
informática.
Estou satisfeito (a) com o espaço ajardinado e de recreio.
Cultura de Escola
Perante as seguintes afirmações, relativas à cultura de escola, coloque uma cruz no quadrado que
considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
A escola é um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas.
As normas e o regulamento da escola são aplicados.
É uma escola que dinamiza o Projecto Educativo.
A escola sede promove a organização, articulação, avaliação, reflexão e
melhoria das relações entre as diferentes escolas.
A escola sede articula o Projecto Curricular de Agrupamento com o
Projecto Educativo.
É uma escola aberta e integrada no meio.
Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades
da escola.
A comunidade educativa é informada sobre os assuntos relevantes de
política educativa.
A escola é um lugar disciplinado, seguro e onde é agradável estar.
Obrigado!
A Equipa da Auto-Avaliação
Relatório de Auto-Avaliação
Página 89
ANEXO D
Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome
Inquérito aos Pais / Encarregados de Educação
No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a
opinião dos encarregados de educação sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do
Agrupamento de Escolas de Pedome, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido.
Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das respostas.
Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas a sua
opinião pessoal, sincera e objectiva.
Este questionário é de natureza confidencial e anónima.
Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações dadas.
Este inquérito está impresso em frente e verso.
Organização e Gestão

Funcionamento do Órgão de Direcção do Agrupamento
Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Órgão de Direcção, coloque uma cruz
no quadrado que considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Mostra disponibilidade para ouvir os pais quando estes o solicitam
Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc)
propostas pelos alunos
Assegura a divulgação de informação relativa
Preocupa-se em manter a disciplina da escola
Preocupa-se com o bem-estar dos alunos
É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos
relativamente a professores
É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos
relativamente aos assistentes técnicos e operacionais (funcionários)
É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos
relativamente a outros alunos
Estimula o desenvolvimento intelectual de todos os intervenientes
Incentiva a participação dos alunos na vida da escola
Relatório de Auto-Avaliação
Página 90

Organização da Escola
Perante as seguintes afirmações, relativas à organização da escola, coloque uma cruz no quadrado que
considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Conheço o trabalho desenvolvido no Conselho Pedagógico
Conheço o Projecto Educativo da Escola
Conheço o Regulamento Interno da Escola
O ensino que é dado ao(s) meu(s) filho(s)/educando(s) corresponde às
minhas expectativas
Tenho confiança na escola
A organização e o funcionamento da escola são bons
Sinto que há segurança na escola
A escola preocupa-se com a segurança na circulação dos alunos à entrada e à
saída da escola
Estou satisfeito(a) por o(s) meu(s) filho(s) frequentarem esta escola
Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do(s)
meu(s) filho(s)
Estou satisfeito com o atendimento que a escola proporciona aos
pais/encarregados de educação
As regras de disciplina na escola fomentam um bom clima escolar
A escola comunica com os pais/encarregados de educação de forma clara e
simples
A escola preocupa-se em desenvolver no(s) meu(s) filho(s) o respeito pelos
outros e espírito de tolerância
Os conflitos que surgem na escola resolvem-se com justiça
Estou satisfeito com as instalações da escola
As instalações da escola são mantidas num bom estado de conservação,
higiene e segurança
Ensino e Aprendizagem
Perante as seguintes afirmações, relativas ao processo de ensino-aprendizagem, coloque uma cruz no
quadrado que considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Gosto da maneira como ensinam o meu filho
Os alunos têm professores que os ajudam nas suas dificuldades
Estou satisfeito com o apoio dado pelos professores ao meu filho
Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do meu
filho
Recebo orientação sobre como o meu filho /educando deve estudar
O Apoio Educativo contribui para melhorar o processo de aprendizagem dos
alunos
Estou satisfeito com as actividades extra-curriculares: visitas de estudo,
concursos, exposições, debates, clubes, etc
O ensino que o meu filho tem é um ensino de qualidade
O tempo de aprendizagem em sala de aula é bem aproveitado
Os professores desenvolvem no meu filho, hábitos de estudo e trabalho
autónomo
A escola desenvolve no meu filho o gosto pela aprendizagem
Considero os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e
articulados com o ensino que é desenvolvido na escola
A planificação das actividades tem em conta as características dos alunos
Relatório de Auto-Avaliação
Página 91
Serviços Escolares
Perante as seguintes afirmações, relativas aos serviços escolares, coloque uma cruz no quadrado que
considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
Conheço os horários de atendimento aos pais/encarregados de educação
Sei a quem me dirigir, na escola, consoante o assunto que quero tratar
Estou informado sobre as actividades de complemento curricular
Estou informado sobre as actividades da escola e sobre os serviços de
apoio que oferece
Somos correctamente tratados na escola
Na escola há garantia de privacidade no atendimento às famílias
A escola preocupa-se em responder sempre e atempadamente às questões
que coloco
O pessoal não docente da escola atende-me quando o procuro para tratar
qualquer assunto
Os serviços da escola estão bem sinalizados e orientam bem as pessoas que
não conhecem a escola
Na escola existe e funciona um sistema de controlo de entradas e saídas
Os serviços de secretaria têm instalações adequadas para o atendimento do
público em termos de acessibilidade e de espaço
Os assistentes técnicos e operacionais (funcionários) que lidam
habitualmente com o público estão claramente identificados
Sei da existência do Serviço de Psicologia e Orientação da Escola e do seu
âmbito de actuação
Sei da existência do GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família)
Estou satisfeito com os serviços de apoio prestados pela Biblioteca
Estou satisfeito com os serviços prestados pela Reprografia
Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Refeitório
Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Bar
Estou satisfeito com os serviços prestados pelo ASE (Acção
Social Escolar)
Relatório de Auto-Avaliação
Página 92
Cultura de Escola
Perante as seguintes afirmações, relativas à cultura de escola, coloque uma cruz no quadrado que
considera adequado.
NNunca
Algumas
vezes
Muitas
vezes
Sempr
e
Não
sabe
É um pólo dinamizador de ofertas educativas
É um Agrupamento aberto à comunidade educativa
As famílias são incentivadas a participar nas actividades escolares
Participo e tomo iniciativas nas actividades da escola
Sinto-me respeitado pelo pessoal docente da escola
As minhas opiniões são tidas em consideração
Sinto-me respeitado pelo pessoal não docente da escola
O Director de Turma/Professor/Titular de Turma promove a participação
dos pais/encarregados de educação no processo de ensino e aprendizagem
Há uma boa relação entre os professores e os alunos
Tenho confiança no pessoal não docente da escola
Na escola existem formas adequadas para efectuar reclamações e/ou
sugestões sobre a sua organização
As regras de disciplina da escola favorecem a convivência democrática e
cívica
As regras de disciplina da escola incutem o respeito pela preservação do
ambiente
Os conflitos são resolvidos com justiça e de forma pedagógica
Há uma boa relação entre pais/encarregados de educação e professores
Tenho recomendado esta escola a outras famílias/amigos
A escola colabora com as famílias para evitar que os alunos faltem às aulas
A escola é um lugar onde é agradável estar
Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho
As convocatórias aos pais/encarregados de educação são feitas com a
antecedência adequada, com a indicação clara do assunto a tratar e com a
indicação da hora e local de atendimento
As pessoas convocadas são atendidas à hora marcada, sem adiamento
Como encarregado de educação sente-se motivado a participar na vida da
escola.
Obrigado!
A Equipa da Auto-Avaliação
Relatório de Auto-Avaliação
Página 93
ANEXO E
Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Alunos
Gráfico 2 - Funcionamento da Direcção / Coordenador de Estabelecimento
Incentiva a participação dos alunos na vida da escola
1%
É imparcial na apreciação (é justo na resolução) de problemas/ queixas
apresentadas por alunos.
Preocupa-se com o bem-estar dos alunos
22%
4%
2%
24%
25%
2%
Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc.) de acordo
com as necessidades/ interesses dos alunos
1%
Mostra disponibilidade para ouvir os alunos quando estes o solicitam. 0%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
24%
16%
25%
23%
18%
10%
Sempre
30%
56%
5% 3%
35%
Não sabe
11% 2%
47%
9% 1%
37%
40%
50%
3%
6% 3%
27%
20%
20%
15%
56%
24%
22%
11% 2%
30%
18%
Preocupa-se com a manutenção da disciplina na escola. 0% 11%
Assegura a circulação de informação relativa a assuntos de interesse dos alunos
em tempo oportuno.
40%
60%
70%
80%
18%
4%
90%
100%
Não responde
Página 94
Gráfico 3 - Situações Problemáticas
18%
Recursos de ensino pouco diversificados (computadores, livros, biblioteca etc)
32%
24%
Actividades de apoio pedagógico insuficientes
26%
12%
Os professores são muito exigentes na atribuição das notas
3%
13%
Apoio dos órgãos de gestão de topo da escola
4%
22%
Acompanhamento dos pais na educação escolar
3%
23%
Envolvimento dos pais nas actividades da escola
12%
Preparação do pessoal não docente
11%
12%
0%
Muitas vezes
10%
10%
37%
30%
Sempre
13%
30%
Não sabe
40%
50%
4%
16%
4%
10%
17%
3%
5% 5%
14%
5%
7%
17%
13%
32%
20%
13% 2%
10%
9%
49%
41%
Abandono escolar precoce
8%
43%
21%
Absentismo dos alunos
7%
5%
46%
26%
30%
9% 4%
19%
10%
19%
26%
Desmotivação dos alunos para a aprendizagem
8% 3%
21%
22%
16%
4%
20%
4% 9%
22%
Insuficiente preparação prévia dos alunos
10% 3%
35%
45%
Indisciplina dos alunos em contexto escolar/ sala de aula
5%2%
31%
14%
43%
Absentismo dos professores
7% 3%
40%
30%
Falta de cooperação entre professores
17%
21%
20%
4%
34%
23%
35%
Insucesso escolar dos alunos
7%
22%
34%
Escassez de oferta de actividades de complemento curricular ( AEC`s)
Relatório de Auto-Avaliação
16%
17%
21%
54%
32%
Funcionamento deficiente dos serviços do GAAF (Educóloga/Psicóloga)
8% 5%
15%
12%
16%
Falta do pessoal não docente
20%
18%
35%
Apoio do Director de Turma / Professor Titular de Turma
Algumas vezes
9%
48%
Os professores estão pouco disponíveis para ouvir os problemas pessoais dos …
Nunca
17%
6%
9%
12%
19%
4%
10% 5%
31%
4% 5%
37%
60%
70%
11%
80%
14%
3%
5%
4%
3%
3%
1%
90%
100%
Não responde
Página 95
Gráfico 4 - Utilização de Materiais na Sala de Aula
120%
100%
3%
7%
4%
3%
4%
8%
4%
7%
4%
2%
11%
4%
1%
3%
3%
9%
4%
2%
10%
15%
14%
80%
30%
38%
53%
5%
7%
18%
20%
26%
26%
22%
11%
26%
60%
40%
17%
31%
23%
37%
44%
53%
52%
45%
25%
0%
42%
31%
20%
17%
11%
2%
Manual
adoptado
32%
4%
1%
15%
Outros
Fichas de
Materiais
manuais
trabalho e
manipuláveis
escolares e/ou informativas
livros técnicos em suporte de
papel
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
7%
5%
4%
Internet
Muitas vezes
Computador
Sempre
Documentos
em suporte
visual
(fotografias,
diapositivos,
filmes,…)
Não sabe
Documentos
em suporte
audiovisual
(vídeos,
filmes,…)
Equipamento
interactivo
(quadros, …)
Não responde
Página 96
Gráfico 5 - Tipologia do Trabalho
Explicitação dos critérios de avaliação 1%
28%
Realização de trabalhos de pares/ grupos 2%
Observação comentada dos trabalhos dos alunos
3%
Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos
3%
Transmissão de valores
2%
Registos escritos sobre conteúdos programáticos 2%
3%
Resolução de problemas 1%
Experimentação de técnicas e instrumentos de trabalho
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
4% 4%
42%
15%
31%
12%
19%
29%
32%
16%
Sempre
50%
3%4%
5% 3%
25%
60%
70%
4%
7% 3%
45%
Não sabe
10% 4%
17%
31%
40%
5%
9% 3%
32%
30%
10%
29%
27%
20%
5%
28%
49%
33%
13%
14%
35%
38%
Muitas vezes
15%
34%
3%3%
5% 3% 11%
27%
15%
10%
15%
28%
27%
Actividades cooperativas de aprendizagem 0%
0%
26%
19%
5%
Exposição oral dos conteúdos programáticos 1%
32%
25%
25%
10% 3%
2% 5%
36%
23%
10%
4%
29%
36%
21%
13%
29%
48%
6%
Metodologias diferenciadas
Sínteses orais
31%
25%
Divisão da turma em grupos de nível
17%
33%
4%
6% 4%
14%
52%
17%
Actividades de pesquisa na Internet
21%
5%
4% 4%
39%
37%
6%
Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.)
14%
34%
8%
Trabalho experimental
8%
41%
17%
12%
Discussão de relatórios de trabalhos experimentais
34%
35%
Expressão e esclarecimento de dúvidas e de dificuldades 1%
Realização de debates sobre temáticas curriculares
23%
8% 2%
9% 3%
80%
90%
100%
Não responde
Página 97
Gráfico 6 - Técnicas e Instrumentos de Avaliação
100%
5%
5%
5%
90%
13%
13%
12%
80%
70%
21%
14%
18%
11%
13%
4%
10%
32%
25%
6%
17%
14%
12%
22%
26%
26%
27%
23%
6%
4%
41%
5%
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
28%
Muitas vezes
39%
32%
11%
13%
Sempre
21%
24%
15%
30%
21%
10%
Não sabe
25%
1%
0%
Nunca
4%
9%
22%
41%
34%
14%
5%
5%
15%
21%
30%
10%
5%
31%
33%
28%
5%
8%
40%
20%
4%
10%
37%
27%
4%
23%
60%
50%
4%
6%
4%
Não responde
Página 98
Gráfico 7 - Relação Pedagógica
Mostra disponibilidade para auxiliar na resolução de problemas e tomadas de
decisão pelos alunos
1%
Procura soluções
Mostra disponibilidade para ouvir problemas pessoais dos alunos
Reconhece e elogia o trabalho realizado pelos alunos
Estimula a participação dos alunos
19%
1% 16%
3%
18%
2%
23%
21%
7% 4%
50%
19%
19%
2% 15%
47%
8% 3%
51%
26%
5% 4%
45%
2%5%
27%
50%
9%
Modifica o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos
Integra saberes dos alunos no trabalho realizado na aula
Esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas
2%
2%
Ouve as sugestões dos alunos
2%
0%
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
16%
20%
4%2%
23%
9%
7% 3%
25%
57%
23%
17%
5%
30%
42%
1% 12%
Comenta com os alunos os seus progressos e dificuldades
Nunca
34%
2%
2%
27%
43%
2%3%
22%
56%
10% 20%
Sempre
1%
3%
30%
40%
Não sabe
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Não responde
Página 99
Gráfico 8 - Relacionamento Interpessoal
60%
54%
50%
41%
40%
36%
35%
40%
33%
30%
30%
27%
25%
23%
18%
20%
11%
10%
1%
1%
0%
1%
5%
4% 4%
4%
3%
4%
1%
1%
0%
As relações entre os alunos são
As relações entre os professores
Na eescola trabalha-se em equipa
Sou
e ouvido sobre a atribuição das
boas
alunos são boas
há espírito de entreajuda
tarefas que me competem
desempenhar
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
Sempre
Não sabe
Não responde
Página 100
Gráfico 9 - Serviços Escolares
Espaço ajardinado e de recreio
4%
Serviço de portaria
4%
Apoio prestado pelos assistentes operacionais
3%
16%
18%
5%
Condições físicas da sala de aula
Atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos
Educativos
2%
Atendimento e funcionamento da Portaria
4%
Atendimento e funcionamento do Bufete
7%
Atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia
6%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
16%
16%
Muitas vezes
20%
Sempre
14%
21%
10%
26%
16%
40%
Não sabe
27%
7%
26%
8%
6%
34%
7%
44%
50%
60%
70%
6%
5%
39%
17%
30%
6%
21%
17%
14%
30%
25%
18%
16%
8%
27%
15%
7%
28%
36%
19%
21%
10%
18%
22%
22%
4%
0%
15%
6%
9%
24%
26%
15%
19%
29%
25%
18%
22%
5%
Atendimento e funcionamento da Cantina
Atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar
12%
11%
22%
22%
15%
Condições físicas das salas de informática
42%
18%
19%
9%
Condições físicas do Pavilhão Gimnodesportivo
21%
4%
80%
90%
100%
Não responde
Página 101
Gráfico 10 - Cultura de Escola
2%
15%
A escola é um lugar onde é agradável estar 1%
18%
A escola é um lugar disciplinado e seguro
1%
19%
Os pais são estimulados a participar nas actividades da escola
3%
Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho
3%
As normas e o regulamento da escola são aplicados.
1%
A comunidade educativa é informada dos assuntos relevantes.
É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto Educativo.
17%
45%
25%
17%
29%
23%
É um agrupamento aberto e integrado no meio.
1%
16%
29%
É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao
sentimento de pertença à comunidade educativa.
1%
18%
25%
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
10%
27%
20%
Sempre
30%
Não sabe
5% 6%
5% 4%
36%
23%
18%
2%5%
50%
27%
2%
3% 6%
32%
21%
17%
5%
53%
24%
É um agrupamento que divulga e dinamiza o Projecto Educativo.
Nunca
48%
19%
2% 13%
0%
16%
13%
34%
23%
5%
25%
25%
50%
60%
5%
24%
32%
40%
19%
70%
5%
80%
90%
4%
4%
100%
Não responde
Página 102
ANEXO F
Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Docentes
Gráfico 11 - Funcionamento do Departamento Curricular/Conselho de Docentes
7%
Os professores utilizam a avaliação dos alunos como um instrumento de…
31%
Os professores da mesma disciplina desenvolvem um trabalho cooperativo e… 6%
29%
37%
26%
19%
Organização de actividades de complemento curricular
Análise dos resultados dos alunos na(s) disciplina(s) por ano/turma
2%
Definição de critérios de avaliação por disciplina
2%
15% 0%
2%
38%
21%
28%
1%5%
37%
25%
2% 6%
34%
45%
24%
43%
9%
Selecção/elaboração de materiais pedagógicos
12% 0%
2%
26%
31%
12%
Discussão de estratégias de diferenciação pedagógica
4%2%
8% 0%
1%
41%
28%
7%
Planeamento das actividades interdisciplinares (visitas de estudo, exposições, …)
12%
36%
30%
12%
Elaboração de testes de avaliação ou de outros documentos de avaliação
5% 6%
30%
36%
12%
Análise e reflexão sobre práticas educativas
23%
55%
14%
Avaliação da eficácia das estratégias de ensino utilizadas
5%2%
21%
40%
6%
Análise de necessidades de formação de professores
26%
22%
34%
53%
1%
1%
0%
2%
11% 0%
1%
22%
11% 2%2%
Planificação das unidades lectivas
3%
26%
28%
40%
2%
2%
Distribuição dos conteúdos programáticos por períodos lectivos/nº de aulas
2%
26%
29%
37%
2%3%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
10%
20%
Sempre
30%
Não sabe
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Não responde
Página 103
Gráfico 12 - Funcionamento dos Conselhos de Turma
7%
Estabelecimento de normas de comportamento da turma
17%
5%
Análise dos problemas disciplinares da turma
13%
9%
Análise de discordâncias apresentadas por encarregados de educação
4%
13%
Avaliação da eficácia das estratégias de ensino
3%
15%
7%
Avaliação da eficácia das medidas de apoio implementadas
2%
Definição de critérios de avaliação por turma
4%
Elaboração de planos de apoio, de acompanhamento e de desenvolvimento
3%
Planeamento de actividades curriculares interdisciplinares
2%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
24%
14%
14%
20%
17%
10%
28%
41%
38%
20%
Sempre
30%
33%
12%
40%
Não sabe
33%
10%
33%
9%
33%
9%
33%
10%
33%
11%
33%
9%
32%
10%
33%
9%
33%
9%
33%
10%
32%
20%
17%
11%
10%
21%
35%
12%
33%
16%
22%
8%
10%
19%
20%
11%
Muitas vezes
20%
20%
18%
2% 7%
14%
22%
14%
Análise do aproveitamento dos alunos 1%5%
0%
17%
21%
12%
Análise do cumprimento/implementação do Projecto Curricular de Turma 1% 11%
Atribuição de classificações
28%
15%
7%
Definição de estratégias comuns para apoio a alunos com dificuldades de …
23%
11%
15%
Análise dos problemas pessoais dos alunos
Definição de estratégias tendentes ao envolvimento dos encarregados de…
11%
11%
50%
60%
33%
70%
80%
90%
100%
Não responde
Página 104
Gráfico 13 - Funcionamento do Conselho Pedagógico
Define dispositivos de acompanhamento e monitorização permanente da
avaliação dos alunos
3%
15%
25%
Toma decisões de carácter pedagógico em articulação com o Coordenador de 1% 11%
Departamento e os professores
6%
Define critérios de atribuição de turmas e horários de professores
Define critérios de formação de turmas
23%
9%
15%
Elabora o plano de formação da escola
3%
14%
Aprova os critérios de avaliação da escola
Define a política de avaliação das aprendizagens
19%
Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola 1%
28%
26%
Define as linhas gerais de política educativa da escola
1%
2%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
9%
7%
61%
23%
10%
9%
38%
3% 11%
Aprova o Projecto Curricular do Agrupamento 1%
20%
Sempre
47%
30%
Não sabe
40%
50%
60%
70%
13%
15%
13%
17%
11%
36%
13%
12%
19%
48%
30%
15%
20%
34%
20%
2% 10%
10%
24%
28%
2%6%
12%
41%
27%
5% 8%
7%
38%
24%
2%
11%
45%
20%
3% 10%
Define as prioridades da escola relativamente ao estabelecimento de parcerias e
intercâmbios
Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas
33%
13%
15%
13%
13%
7%
17%
10%
17%
80%
90%
100%
Não responde
Página 105
Gráfico 14 - Funcionamento do Conselho Geral
67%
70%
60%
50%
40%
34%
30%
31%
30%
25%
20%
15%
14%
15%
12%
9%
8%
10%
13%
8%
4%
7%
4%
2%
2%
0%
Organiza-se de forma a garantir a audição
regular dos diferentes sectores e parceiros
com interesses e responsabilidades na escola
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Promove e incentiva o relacionamento com a
comunidade educativa
Algumas vezes
Muitas vezes
Sempre
Não sabe
Aprova o Projecto Educativo do Agrupamento
Não responde
Página 106
Gráfico 15 - Exercício da Liderança pela Direcção
Promove eventos susceptíveis de contribuírem para a criação de uma cultura de … 1% 11%
43%
Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade 0% 10%
43%
Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da escola 0% 11%
35%
17%
Agenda reuniões para discussão e análise das questões da vida da escola com … 1%
23%
Toma decisões no momento oportuno e actua de forma democrática 1%
21%
Conhece os assuntos sobre os quais tem de decidir 0%
Estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos 1%
16%
Relatório de Auto-Avaliação
41%
0%
10%
36%
5% 4%
43%
30%
8% 3%
39%
2%4%
61%
30%
Não sabe
1%
2%
27%
39%
Sempre
2%
2%
35%
45%
20%
4%2%
24%
28%
20%
5%1%
35%
48%
Delega funções noutros actores educativos e integra diferentes contributos nas … 2% 11%
Muitas vezes
10% 3%
38%
20%
Gere eficazmente os recursos humanos 0%
7% 2%
50%
34%
3%
2%3%
43%
36%
Mostra disponibilidade para ouvir os professores da escola quando é necessário 0% 8%
Algumas vezes
13%
30%
Envolve os outros em projectos 0%7%
Nunca
35%
37%
30%
Divulga a informação atempada e eficazmente 0%
11% 3%
33%
Possui um projecto pedagógico e uma visão estratégica para a escola 0%7%
2%
0%
39%
39%
Considera importante o empenhamento e envolvimento das pessoas, quando faz … 1% 13%
2%
2%
51%
39%
Analisa e reflecte criticamente os resultados obtidos em articulação com os … 1% 12%
2%
2%
43%
36%
Estabelece protocolos e celebra acordos de cooperação com outras escolas, …0%7%
Reconhece, estimula e valoriza o esforço e o trabalho dos professores 2%
41%
40%
11%
28%
50%
60%
70%
4%
10% 4%
80%
90%
100%
Não responde
Página 107
Gráfico 16 - Utilização de Materiais na Sala de Aula
80%
68%
70%
60%
53%
40%
50%
49%
50%
45%
45%
44%
40%
36%
35%
32%
30%
30%
26%
25%
21%
20%
17%
17%
12%
11%11%
10%
10%
1%
3%
1%
3%
1%
0%
0%
17%
13%
16%
2% 2%
6%
5%
1%
11%
5%
0%
4%
6%
0%
7%
0%
2%
16%
4%
1%
0%
Manual adoptado
Outros manuais
escolares e/ou
livros técnicos
Fichas de trabalho e
informativas em
suporte de papel
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Materiais
manipuláveis
Muitas vezes
Internet
Sempre
Computador
Não sabe
Documentos em
suporte visual e
audiovisual
(fotografias,
diapositivos,
filmes,…)
Equipamento
interactivo
(quadros, …)
Não responde
Página 108
Gráfico 17 - Tipologia do Trabalho
Explicitação dos critérios de avaliação 2%
15%
12%
Discussão de relatórios de trabalhos experimentais
Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.)
Debates sobre temáticas curriculares
16%
38%
16%
1% 8%
Relatório de Auto-Avaliação
27%
Muitas vezes
Sempre
12%
13%
30%
13%
25%
41%
30%
11%
23%
52%
20%
7%
30%
48%
Exposição oral dos conteúdos programáticos 0% 10%
Algumas vezes
13%
14%
48%
Actividades cooperativas de aprendizagem 0% 13%
Nunca
20%
52%
10%
13%
9%
48%
Sínteses orais 0% 9%
0%
12%
11%
64%
Metodologias diferenciadas 0% 12%
Resolução de problemas
2%
48%
20%
Registos escritos sobre conteúdos programáticos 1%
3%
31%
24%
Divisão da turma em grupos de nível
14%
35%
43%
2%
Transmissão de valores 1%
16%
18%
48%
24%
13%
19%
52%
4%
16%
5%
39%
10%
Actividades de pesquisa na Internet
5%
38%
23%
3%
13%
27%
38%
2%
Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos 0%
29%
39%
6%
Trabalho experimental
Devolução comentada dos trabalhos dos alunos
41%
11%
38%
40%
Não sabe
50%
60%
70%
10%
80%
90%
100%
Não responde
Página 109
Gráfico 18 - Técnicas e Instrumentos de Avaliação
3%
Apresentação oral dos trabalhos de pesquisa
21%
5%
Organização dos cadernos diários
45%
12%
Portfólio
28%
26%
Relatórios de trabalhos experimentais
16%
13%
35%
0%
22%
15%
4%
17%
14%
12%
7% 2%
15%
42%
25%
15%
Relatórios de trabalhos individuais
40%
Questionários orais 0%
Testes de resposta fechada
7%
Testes de resposta aberta
6%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
6% 2%
11%
7% 2%
10%
50%
7%
Testes mistos
25%
24%
16%
14%
51%
22%
14%
Algumas vezes
20%
0%
30%
Muitas vezes
40%
Sempre
50%
60%
Não sabe
70%
12%
12%
2%
0%
17%
3%
0%
16%
55%
10%
0%
52%
20%
12%
0% 10%
20%
36%
23%
Relatórios de trabalhos em grupo
0%
45%
24%
12%
Relatórios de visitas de estudo
17%
80%
90%
100%
Não responde
Página 110
Gráfico 19 - Relação Pedagógica
90%
82%
82%
78%
80%
74%
70%
66%
60%
60%
55%
50%
38%
37%
40%
31%
29%
30%
23%
20%
20%
17%
14%
10%
7%
4%
0%
0%
7%
0%
2%
0%
0%0%
0%
12%
11%
8%
12%
7%
0%
2%
0%
7%
2%
0%
0%0%
0%
7%
0%0%
0%
7%
0%
2%
0%
0%
Ouve as sugestões
dos alunos
Comenta com os Esclarece dúvidas Integra saberes dos
alunos os seus
sobre assuntos alunos no trabalho
progressos e
abordados nas aulas realizado na aula
dificuldades
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
Modifica o seu
comportamento
face a críticas
pertinentes dos
alunos
Sempre
Estimula a
Reconhece e elogia
Mostra
participação dos o trabalho realizado disponibilidade para
alunos
pelos alunos
ouvir problemas
pessoais dos alunos
Não sabe
Não responde
Página 111
Gráfico 20 - Relacionamento Interpessoal
69%
70%
58%
60%
49%
48%
50%
40%
40%
36%
33%
33%
31%
30%
23%
21%
20%
14%
12%
10%
10%
6%
0%
0% 1%
0%
5%
1% 1%
0%
5%
0% 1%
2%
1% 1%
1%
0%
As relações entre os
professores são boas
As relações com os meus
superiores hierárquicos são
boas
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
As relações entre os
professores e alunos são
boas
Muitas vezes
Sempre
Na escola trabalha-se em
equipa e há espírito de
entreajuda que apela ao
profissionalismo interactivo
Não sabe
Sou ouvido sobre a
elaboração do meu horário
de trabalho e na atribuição
das funções a desempenhar
Não responde
Página 112
Gráfico 21 - Serviços Escolares
49%
50%
45%
43%
45%
41%
38%
40%
35%
31%
29%
30%
24%
25%
20%
20%
24%
20%
20%
18%
17%
23%
20%
15%14%
15%
11%
11%
10%
1%
2%
9%
7%
5% 6% 5%
5%
5%
10%10%
9%
8%
7%
2%
1%
2%
0%
Atendimento e
funcionamento dos
serviços de
Administração Escolar
Atendimento e
funcionamento da
Papelaria/Reprografia
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Atendimento e
funcionamento do
Bufete
Algumas vezes
Muitas vezes
Atendimento e
funcionamento da
Cantina
Sempre
Não sabe
Atendimento e
funcionamento da
Portaria
Atendimento e
funcionamento da
Biblioteca
Escolar/Centro de
Recursos Educativos
Não responde
Página 113
Gráfico 22 - Cultura de Escola
Nesta escola sinto-me encorajado a ser inovador e a desenvolver melhores
práticas educativas
4%
19%
35%
O Plano Anual de Actividades contém um conjunto coerente de actividades de 1% 13%
complemento curricular
46%
O Projecto Educativo contempla as prioridades definidas após a identificação e 0% 8%
análise dos problemas detectados
43%
Os professores são exigentes e justos na atribuição de classificações 0%5%
Os actores educativos envolvem-se nas tomadas de decisão
22%
48%
Os professores são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho
34%
3%
Os alunos são encorajados a trabalhar com empenho 0%
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
6%
0%6%
19%
1%5%
73%
As normas e o regulamento da escola são aplicados 0% 12%
Nunca
7% 5%
13%
32%
20%
39%
10%
1%
2%
46%
39%
20%
Sempre
30%
0%
3%
39%
40%
Não sabe
50%
60%
7%
7% 4%
11%
23%
43%
4%
0%
17%
39%
24%
Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho 1%4%
6% 2%
28%
36%
Os assistentes técnicos e operacionais são reconhecidos quando desenvolvem 0%
bom trabalho
1%
2%
7%
54%
2%
38%
42%
Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades da 1% 14%
escola
A oferta cultural é diversificada
0%
2%
41%
39%
2%
39%
70%
5% 5%
80%
90%
100%
Não responde
Página 114
Anexo G
Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Assistentes Operacionais e Técnicos
Gráfico 23
CONHECIMENTO DOS DOCUMENTOS ESTRUTURANTES QUE DEFINEM A POLÍTICA DO
AGRUPAMENTO
73,53%
80%
66,18%
70%
60%
52,94%
50%
40%
52,94%
60,29%
39,71%
30%
20,59%
38,24%
27,94%
38,24%
20%
10%
1,47%
0%
0,00%
1,47%
Conheço a missão,
visão e valores da Conheço o Projecto
Conheço o Projecto
Educativo do
Escola.
Curricular do
Agrupamento Agrupamento.
Projecto TEIP
(Território Educativo
de Intervenção
Prioritária).
Sim
Relatório de Auto-Avaliação
Não
1,47%
1,47%
Conheço o
Regulamento Interno
do Agrupamento.
Conheço o Plano
Anual de Actividades
do Agrupamento.
Não responde
Página 115
Gráfico 24 - Funcionamento do Conselho Pedagógico
120%
100%
12%
9%
9%
32%
60%
41%
40%
22%
21%
40%
15%
20%
6%
43%
24%
13%
22%
0%
35%
26%
80%
6%
16%
24%
19%
18%
10%
10%
19%
19%
18%
16%
18%
16%
1%
1%
3%
4%
6%
6%
0%
Define e promove
Acompanha o
estratégias de apoio desenvolvimento dos
aos docentes e
projectos
alunos.
desenvolvidos na
escola/Agrupamento.
nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Define a política de
avaliação das
aprendizagens.
Muitas vezes
Aprova e acompanha Avalia a eficácia das Define as prioridades
os critérios de
necessidades de
da escola, parcerias e
avaliação
apoio educativo
intercâmbios.
desenvolvidos na
implementadas.
escola.
Sempe
Não sabe
Não responde
Página 116
Gráfico 25 - Funcionamento do Conselho Geral
2%
3%
5%
42%
42%
100%
90%
6%
36%
80%
44%
70%
60%
20%
11%
13%
50%
20%
40%
17%
20%
16%
17%
17%
6%
8%
30%
16%
20%
20%
8%
10%
5%
6%
0%
Promove e incentiva o
relacionamento com a
comunidade educativa na
promoção de actividades
económicas, sociais e
culturais.
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Acompanha e avalia a
execução do Projecto
Educativo do Agrupamento.
Algumas vezes
Acompanha e avalia a
execução do Plano Anual de
Actividades do Agrupamento e
aprova atempadamente o seu
Relatório Final.
Muitas vezes
Sempre
Não sabe
Executa e promove o
Regulamento Interno do
Agrupamento.
Não responde
Página 117
Gráfico 26 - Exercício da Liderança pela Direcção
A Direcção desenvolve estratégias de aproximação à comunidade educativa.
3%
21%
9%
A Direcção divulga a informação atempada e eficazmente.
Nesta escola, na distribuição do trabalho, tem-se em conta as capacidades
profissionais de cada um.
22%
22%
6%
9%
A Direcção interessa-se pessoalmente na resolução conjunta dos problemas
que surgem.
7%
10%
Nesta escola, na atribuição do trabalho, tem-se em conta as necessidades
específicas da tarefa.
9%
26%
Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços, equipamentos e
recursos humanos.
4%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
15%
21%
22%
Muitas vezes
Sempre
19%
26%
25%
25%
34%
25%
30%
40%
50%
13%
15%
18%
35%
20%
16%
22%
25%
19%
21%
35%
31%
28%
10%
12%
15%
21%
Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da escola. 0% 13%
19%
37%
50%
Nesta escola, os assistentes operacionais/técnicos são motivados a participarem
em reuniões de discussão sobre melhorias do Agrupamento.
A Direcção reconhece e valoriza o meu trabalho.
35%
18%
21%
60%
70%
22%
80%
90%
100%
Não sabe
Página 118
Gráfico 27 - Equipa do Plano Tecnológico da Educação (PTE)
70%
68%
58%
60%
50%
40%
37%
29%
30%
35%
42%
28%
29%
20%
12%
15%
10%
29%
17%
0%
Conheço a natureza e o
âmbito de criação desta
equipa.
A equipa PTE é uma
estrutura de apoio à
Conheço as competências
Direcção quanto à utilização definidas no Regimento
generalizada das
Interno da equipa PTE.
tecnologias de informação e
comunicação.
Sim
Relatório de Auto-Avaliação
Não
A acção da equipa PTE é
visível no Agrupamento.
Não responde
Página 119
Gráfico 28 - Ensino e Aprendizagem
Verifica-se um envolvimento dos encarregados de educação nas actividades da
escola.
3%
34%
28%
Existe absentismo do pessoal não docente.
0%
Muitas vezes
3%
0%
10%
20%
Sempre
30%
40%
Não sabe
50%
6%
30%
6%
19%
52%
60%
9% 0%
31%
23%
45%
6%
Existe indisciplina dos alunos em contexto escolar.
3%
0%
47%
13%
O insucesso escolar dos alunos é um problema na escola.
17%
39%
22%
Verifica-se a desmotivação profissional dos professores.
Relatório de Auto-Avaliação
30%
23%
Verifica-se a desmotivação profissional do pessoal não docente.
Algumas vezes
31%
31%
Existe absentismo dos professores.
Nunca
36%
5% 8% 2%
0% 11% 2%
22%
11%
23%
6%
70%
80%
8% 2%
9% 3%
90%
100%
Não responde
Página 120
Gráfico 29 - Serviços Escolares
Estou satisfeito (a) com o espaço ajardinado e de recreio.
2%
43%
5% 5%
Estou satisfeito (a) com as condições físicas da sala de informática.
6%
Estou satisfeito (a) com as condições físicas das salas de aula.
9%
9%
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da Cantina.
2% 8%
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do Bufete. 0% 12%
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da 0%6%
Papelaria/Reprografia.
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento dos serviços de
Administração Escolar.
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
10%
Muitas vezes
34%
26%
2%
48%
25%
14%
63%
15%
Sempre
5%
52%
2%
23%
51%
2%
42%
30%
2%
18%
23%
20%
9%
52%
15%
9%
6%
11%
22%
18%
2% 9%
25%
58%
17%
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do Portaria. 0% 11%
17%
12%
12%
Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da Biblioteca 0% 11%
Escolar/Centro de Recursos Educativos.
8%
40%
Não sabe
50%
60%
22%
70%
80%
90%
3%
100%
Não responde
Página 121
Gráfico 30 - Cultura de Escola
A escola é um lugar disciplinado, seguro e onde é agradável estar.
2%
20%
A comunidade educativa é informada sobre os assuntos relevantes de política
educativa.
2%
Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades da
escola.
2%
21%
É uma escola aberta e integrada no meio.
2%
20%
A escola sede articula o Projecto Curricular de Agrupamento com o Projecto
Educativo.
3%
14%
A escola sede promove a organização, articulação, avaliação, reflexão e melhoria
das relações entre as diferentes escolas.
2%
18%
26%
17%
45%
38%
23%
30%
21%
42%
24%
24%
33%
42%
As normas e o regulamento da escola são aplicados.
3% 12%
30%
38%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
10%
35%
20%
Sempre
30%
Não sabe
40%
5%
0%
9%
27%
29%
21%
6%
8%
15%
60%
70%
5%
9% 5%
14%
35%
50%
6%
27%
2% 14%
2%
15%
42%
É uma escola que dinamiza o Projecto Educativo.
A escola é um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas.
3%5%
80%
3%
5%3%
90%
100%
Não responde
Página 122
ANEXO H
Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Pais/Encarregados de Educação
Gráfico 31 - Funcionamento do Órgão de Direcção do Agrupamento
10%
Incentiva a participação dos alunos na vida da escola
24%
16%
Estimula o desenvolvimento intelectual de todos os intervenientes
55%
26%
32%
É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos
relativamente a outros alunos
20%
20%
É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos
relativamente aos assistentes técnicos e operacionais (funcionários)
20%
18%
É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos
relativamente a professores
23%
17%
Preocupa-se com o bem-estar dos alunos
14%
20%
Preocupa-se em manter a disciplina da escola
13%
23%
25%
Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc) propostas
pelos alunos
17%
30%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
10%
17%
Sempre
33%
15%
5%
36%
17%
6%
33%
5%
6% 7%
6% 5%
35%
14%
35%
17%
20%
6%
53%
19%
11%
20%
52%
Assegura a divulgação de informação relativa
Mostra disponibilidade para ouvir os pais quando estes o solicitam
8% 2%
53%
30%
40%
Não sabe
50%
60%
70%
80%
7%
14%
3%
16%
3%
90%
100%
Não responde
Página 123
Gráfico 32 - Organização da Escola
As instalações da escola são mantidas num bom estado de conservação, … 2%
Estou satisfeito com as instalações da escola
4%
Os conflitos que surgem na escola resolvem-se com justiça
3%
A escola preocupa-se em desenvolver no(s) meu(s) filho(s) o respeito pelos … 1%
21%
28%
25%
22%
18%
Sinto que há segurança na escola 2%
22%
A organização e o funcionamento da escola são bons 1%
24%
Tenho confiança na escola 1%
15%
O ensino que é dado ao(s) meu(s) filho(s)/educando(s) corresponde às minhas …0%
17%
3%
Conheço o Projecto Educativo da Escola
3%
Conheço o trabalho desenvolvido no Conselho Pedagógico
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
1%6%
1%
3%
66%
1%4%
60%
1%
3%
52%
2%5%
39%
24%
2%4%
56%
27%
1%4%
50%
19%
2%5%
39%
20%
30%
Sempre
2%5%
44%
31%
20%
17%
62%
24%
10%
3%
26%
6%
0%
58%
24%
17%
6%
4% 7%
23%
15%
19%
45%
18%
Estou satisfeito(a) por o(s) meu(s) filho(s) frequentarem esta escola 1% 12%
4%3%
49%
24%
Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do(s) meu(s) …1% 10%
Conheço o Regulamento Interno da Escola
23%
23%
16%
5% 5%
34%
24%
16%
Estou satisfeito com o atendimento que a escola proporciona aos … 1% 9%
A escola preocupa-se com a segurança na circulação dos alunos à entrada e à… 2%
31%
25%
A escola comunica com os pais/encarregados de educação de forma clara e…1% 13%
As regras de disciplina na escola fomentam um bom clima escolar 1%
40%
32%
17%
30%
Não sabe
40%
50%
17%
60%
15%
8%
16%
6%
26%
70%
80%
4%
90%
100%
Não responde
Página 124
Gráfico 33 - Ensino e Aprendizagem
A planificação das actividades tem em conta as características dos alunos
2%
18%
32%
Considero os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e …0% 15%
31%
30%
16%
42%
2%
12% 2%
A escola desenvolve no meu filho o gosto pela aprendizagem 1% 13%
29%
52%
4%1%
Os professores desenvolvem no meu filho, hábitos de estudo e trabalho … 1% 13%
30%
49%
6%2%
O tempo de aprendizagem em sala de aula é bem aproveitado 1% 14%
25%
O ensino que o meu filho tem é um ensino de qualidade 1% 14%
Estou satisfeito com as actividades extra-curriculares: visitas de estudo,…0%
18%
5%
13% 1%
33%
48%
28%
O Apoio Educativo contribui para melhorar o processo de aprendizagem dos … 0% 11%
Recebo orientação sobre como o meu filho /educando deve estudar
48%
48%
25%
22%
Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do meu filho 2% 12%
2%4%
56%
22%
4%3%
48%
19%
Estou satisfeito com o apoio dado pelos professores ao meu filho 0% 11%
3%
1%
1%
1%
65%
25%
1%
2%
61%
2%
1%
Os alunos têm professores que os ajudam nas suas dificuldades 0% 11%
28%
58%
2%
2%
Gosto da maneira como ensinam o meu filho 0% 11%
27%
58%
2%
2%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
10%
20%
Sempre
30%
Não sabe
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Não responde
Página 125
Gráfico 34 - Serviços Escolares
5%
Estou satisfeito com os serviços prestados pelo ASE (Acção Social Escolar)
Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Bar
9%
Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Refeitório
7%
11%
8%
6%
10%
Estou satisfeito com os serviços de apoio prestados pela Biblioteca
5%
11%
7%
4%
27%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
8%
10%
41%
7% 5%
56%
4%3%
57%
18%
9%
71%
25%
2%3%
61%
14%
3% 4%
73%
2%4%
84%
20%
Sempre
30%
Não sabe
40%
50%
4%
1%
3%
56%
21%
5%
8% 4%
57%
18%
10%
6%
20%
51%
21%
6%
18%
33%
4% 7%
Conheço os horários de atendimento aos pais/encarregados de educação 0%
0%
9%
35%
24%
Estou informado sobre as actividades de complemento curricular 1% 10%
Sei a quem me dirigir, na escola, consoante o assunto que quero tratar 0%7%
7%
32%
18%
A escola preocupa-se em responder sempre e atempadamente às questões…1% 11%
Na escola há garantia de privacidade no atendimento às famílias 1% 11%
Somos correctamente tratados na escola 0%7%
Estou informado sobre as actividades da escola e sobre os serviços de apoio …1% 13%
17%
28%
20%
16%
Os serviços da escola estão bem sinalizados e orientam bem as pessoas que … 3%
O pessoal não docente da escola atende-me quando o procuro para tratar …1% 9%
12%
34%
17%
12%
12%
34%
37%
14%
11%
23%
28%
14%
15%
28%
21%
11%
9%
34%
23%
13%
7%
Os serviços de secretaria têm instalações adequadas para o atendimento do …
Na escola existe e funciona um sistema de controlo de entradas e saídas
18%
10%
Os assistentes técnicos e operacionais (funcionários) que lidam habitualmente …
32%
19%
15%
11%
8%
Sei da existência do Serviço de Psicologia e Orientação da Escola e do seu …
26%
15%
15%
Estou satisfeito com os serviços prestados pela Reprografia
Sei da existência do GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família)
17%
2%3%
60%
70%
80%
90%
100%
Não responde
Página 126
Gráfico 35 - Cultura de Escola
19%
27%
Como encarregado de educação sente-se motivado a participar na vida da… 2%
25%
As pessoas convocadas são atendidas à hora marcada, sem adiamento 1% 11%
1%
12%
20%
As convocatórias aos pais/encarregados de educação são feitas com a …
24%
Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho 2% 11%
2%
12%
31%
A escola é um lugar onde é agradável estar
20%
A escola colabora com as famílias para evitar que os alunos faltem às aulas 1% 11%
25%
21%
Tenho recomendado esta escola a outras famílias/amigos 5%
1%
10%
22%
Há uma boa relação entre pais/encarregados de educação e professores
18%
24%
Os conflitos são resolvidos com justiça e de forma pedagógica 2%
1%
12%
22%
As regras de disciplina da escola incutem o respeito pela preservação do …
28%
As regras de disciplina da escola favorecem a convivência democrática e cívica 2% 14%
2%
16%
17%
Na escola existem formas adequadas para efectuar reclamações e/ou …
30%
Tenho confiança no pessoal não docente da escola 0% 16%
0%
9%
22%
Há uma boa relação entre os professores e os alunos
22%
O Director de Turma/Professor/Titular de Turma promove a participação dos … 1% 10%
17%
Sinto-me respeitado pelo pessoal não docente da escola 1% 11%
23%
26%
As minhas opiniões são tidas em consideração 1%
15%
Sinto-me respeitado pelo pessoal docente da escola 1% 8%
14%
42%
Participo e tomo iniciativas nas actividades da escola
20%
29%
As famílias são incentivadas a participar nas actividades escolares 4%
1%
15%
30%
É um Agrupamento aberto à comunidade educativa
24%
30%
É um pólo dinamizador de ofertas educativas 2%
0%
Nunca
Relatório de Auto-Avaliação
Algumas vezes
Muitas vezes
10%
20%
Sempre
30%
Não sabe
40%
47%
52%
64%
55%
47%
51%
37%
62%
33%
53%
45%
30%
44%
65%
60%
60%
33%
66%
16%
35%
36%
17%
50%
60%
70%
3%2%
9% 3%
2%
2%
4% 5%
4%3%
12% 6%
7% 6%
2%3%
20%
4%
9% 4%
10% 2%
31%
4%
7% 2%
2%
1%
3%3%
5% 6%
11% 7%
4% 6%
20%
3% 5%
5% 7%
12% 6%
20%
7%
80%
90%
100%
Não responde
Página 127
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Relatório de Auto-avaliação