RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Julho de 2011 Relatório de Auto-Avaliação Página 1 Índice I – Introdução ............................................................................................................................................... 4 II – Contextualização do Agrupamento de Escolas de Pedome ................................................................... 6 1. Caracterização do Meio ........................................................................................................................ 6 2. Localização Geográfica das Escolas/Jardins de Infância do Agrupamento ....................................... 13 3. Caracterização dos Alunos ................................................................................................................. 16 4. Critérios para a Constituição de Grupos/Turmas ............................................................................... 16 5. Recursos Humanos ............................................................................................................................. 17 5.1. Caracterização dos Professores ................................................................................................... 17 5.2. Caracterização dos Pais/Encarregados de Educação ................................................................... 17 5.3. Caracterização dos Assistentes Técnicos .................................................................................... 17 5.4. Caracterização dos Assistentes Operacionais .............................................................................. 18 6. Recursos/Oferta Educativa ................................................................................................................. 18 7. A Escola que Queremos ..................................................................................................................... 20 III – A implementação de um Processo de Auto-Avaliação........................................................................ 21 1. O Processo e a sua Metodologia ..................................................................................................... 21 1.1. O Modelo PAVE (Perfil de Auto-Avaliação da Escola) ........................................................ 21 1.2. Domínios de Intervenção............................................................................................................. 22 2. Desenvolvimento do Processo ........................................................................................................... 24 2.1 Constituição da Equipa ................................................................................................................. 24 2.2 Fases do Processo de Auto-Avaliação .................................................................................... 25 IV – Elementos em Análise ......................................................................................................................... 27 1. Análise dos Inquéritos ........................................................................................................................ 27 1.1. Percentagem de Inquéritos Recebidos ......................................................................................... 27 1.2. Amostra dos Inquéritos ............................................................................................................... 28 2. Análise dos Quatro Domínios do PAVE ........................................................................................ 29 2.1. Resultados ................................................................................................................................... 29 2.1.1. Retenção por Insucesso, Abandono e Absentismo .................................................................. 29 2.1.2. Resultados Escolares nas Provas de Avaliação Externa ........................................................... 31 Resultados das Provas de Aferição – 4.º ano...................................................................................... 31 Resultados das Provas de Aferição – 6.º ano...................................................................................... 34 Resultados dos Exames Nacionais – 9.º ano ...................................................................................... 34 2.1.3. Análise dos Resultados Escolares ....................................................................................... 36 2.2. Processos ao Nível da Sala de Aula ............................................................................................ 37 Relatório de Auto-Avaliação Página 2 2.2.1. Qualidade do Ensino e Aprendizagem ..................................................................................... 37 2.2.1.1. Perspectiva dos Alunos.......................................................................................................... 37 2.2.1.2. Perspectiva dos Professores .................................................................................................. 38 2.2.1.3. Perspectiva dos Encarregados de Educação ......................................................................... 41 2.2.2. Apoio às Dificuldades de Aprendizagem .................................................................................. 41 2.3. Processos ao Nível da Escola ....................................................................................................... 42 2.3.1. Escola como um Local de Aprendizagem ................................................................................. 42 2.3.2. Escola como um Local Social.................................................................................................... 47 2.3.3. Escola como um Local Profissional .......................................................................................... 50 Liderança / Direcção ........................................................................................................................... 50 Recursos (Pessoal Docente e não Docente) ....................................................................................... 51 Outras Estruturas ............................................................................................................................... 54 Infra-estruturas/Serviços.................................................................................................................... 54 2.4. Meio............................................................................................................................................. 55 2.4.1. A Escola e Família ..................................................................................................................... 56 2.4.2. Escola e Comunidade ............................................................................................................... 60 V – Pontos Fortes e Pontos Fracos ............................................................................................................. 64 a) Pontos Fortes.................................................................................................................................. 64 b) Pontos Fracos ................................................................................................................................. 68 VI - Conclusão ............................................................................................................................................. 72 VII - Agradecimentos .................................................................................................................................. 73 VIII – Bibliografia ........................................................................................................................................ 74 IX - ANEXOS ................................................................................................................................................ 75 ANEXO A ................................................................................................................................................. 76 ANEXO B ................................................................................................................................................. 81 ANEXO C ................................................................................................................................................. 86 ANEXO D ................................................................................................................................................. 90 ANEXO E ................................................................................................................................................. 94 ANEXO F................................................................................................................................................ 103 Anexo G ................................................................................................................................................ 115 ANEXO H ............................................................................................................................................... 123 Relatório de Auto-Avaliação Página 3 I – Introdução “A avaliação reflecte a realidade das escolas e permite que os protagonistas se vejam com clareza e rigor. Da compreensão suscitada pela imagem contemplada, nascerá a decisão de corrigir um gesto, limpar o rosto, ou a realização duma operação mais complexa. O espelho tem de estar limpo e bem colocado. (…) Manter o espelho face à realidade, situá-lo de forma a receber uma imagem fiel, limpá-lo de impurezas que dificultam a visão, acolher sugestões dos que nele se espelham, eis a tarefa dos avaliadores. A finalidade última é melhorar essa realidade, essa imagem que se projecta no espelho e que constitui um serviço social presidido de valores.” (Santos Guerra, Miguel 2002: 11) No ano lectivo de 2009/2010, o Agrupamento Vertical de Escolas de Pedome principiou o processo de implementação da Auto-Avaliação sustentado no quadro de autonomia das escolas. A avaliação interna das escolas, decorrente da Lei n.º 31/2002 de 20 de Dezembro, visa, “a partir de uma análise de diagnóstico”, “a criação de termos de referência para maiores níveis de exigência, bem como a identificação de boas práticas organizativas, de procedimentos e pedagogias relativas à escola e ao trabalho de educação, ensino e aprendizagem, que se constituem em modelos de reconhecimento, valorização, incentivo e dinamização educativa” (Lei n.º 31/2002). Esta dinâmica educativa constitui uma estratégia fundamental para a identificação dos pontos fracos e fortes do desempenho das Escolas e Jardins de Infância do Agrupamento. Pretende-se que este exercício colectivo de carácter formativo assente no diálogo e no confronto de perspectivas sobre o sentido da escola e da educação e ajude a desenvolver uma cultura de escola. Por conseguinte, este relatório considera uma análise reflectida dos resultados dos inquéritos administrados no ano lectivo transacto; das entrevistas realizadas; da análise documental por conteúdo do Projecto Educativo TEIP, das actas de um Conselho de Turma e das actas de um Departamento Curricular. Relatório de Auto-Avaliação Página 4 No próximo ano lectivo, o percurso de trabalho da equipa de Auto-Avaliação terá em conta a elaboração e respectiva monitorização do Plano de Eficácia e Melhoria do Agrupamento. Salienta-se que este relatório reporta-se a um horizonte temporal de finais de Janeiro de 2010 até à data. Relatório de Auto-Avaliação Página 5 II – Contextualização do Agrupamento de Escolas de Pedome 1. Caracterização do Meio O Agrupamento Vertical de Escolas de Pedome foi criado em 1999, tendo como escola sede a Escola Básica Integrada de Pedome, e reestruturado no ano lectivo 2007/2008, com a junção de algumas escolas e Jardins de Infância do extinto Agrupamento Horizontal de Terras do Ave. É actualmente constituído por nove escolas do 1º Ciclo, nove Jardins de Infância e uma Escola Básica Integrada (do 1º ao 9º ano). A área geográfica do Agrupamento engloba onze freguesias, que são as seguintes: Pedome, Riba D’ Ave, Oliveira São Mateus, Delães, Bairro, Carreira, Bente, Novais, Ruivães, Castelões e Oliveira Santa Maria. De uma maneira geral a população do Vale do Ave, que engloba este Agrupamento, dedica-se principalmente à indústria têxtil, à construção civil e à restauração. Mantém-se ainda o cariz agrícola, sendo ainda cultivadas pequenas propriedades. De seguida apresenta-se uma contextualização histórico-geográfica do nosso Agrupamento. RIBA D’AVE – São Pedro Elevada a Vila em 1988, Riba D’Ave situa-se no extremo leste de Vila Nova de Famalicão, que a recebeu em 1853. O nome da freguesia indica a posição geográfica em que se encontra – na margem do Rio Ave. O povoamento desta remonta à pré-história. As condições naturais, relevo muito acidentado, favoreceram esse primitivo povoamento Castrejo. Por estas terras, dizem alguns autores, que cavalgou D. Afonso Henriques, aquando da sua entrega aos cuidados dos Senhores de Riba D’Ave. Relatório de Auto-Avaliação Página 6 É no entanto um homem – Narciso Ferreira – que muda profundamente o destino de Riba D’Ave. Com ele nasce uma pequena fábrica de algodão que altera o modo de viver das gentes da terra. A pequena povoação agrícola transforma-se. Constroem-se importantes infra-estruturas de carácter social, nomeadamente o Hospital, a Escola Primária, criam-se cantinas, creches, o Posto da Guarda Nacional Republicana, e instituem-se os Montepios Operários. Ainda hoje se mantêm a maior parte destas Instituições. Locais a visitar: - Alminhas de 1.702 na Avenida Narciso Ferreira e Cruzeiro; - Capela de São Roque de 1607 (totalmente restaurada); - Quinta dos Condes de Riba D’Ave. PEDOME - São Pedro Pequena freguesia deste concelho localiza-se no extremo leste do mesmo, fazendo fronteira com o concelho de Guimarães. As primeiras referências a Pedome remontam ao Século XI, dos tempos anteriores à fundação da Nacionalidade. No espaço da freguesia existem alguns elementos arquitectónicos que merecem ser visitados. Na elegante escadaria da Igreja Matriz, merecem atenção as Alminhas incrustadas num dos muros. Algumas Casas Senhoriais atestam as ricas tradições de Pedome como a Casa de Cerves, a Casa de Pedominho e a Casa dos Sapos. Essencialmente rural, a maior parte da população de Pedome dedica-se, ainda assim, à indústria têxtil. OLIVEIRA SANTA MARIA Também conhecida por Mosteiro de Oliveira por aqui ter existido, nos primeiros séculos da Monarquia, um Mosteiro de Cónegos Regentes de Santo Agostinho, edificado junto ao Rio Ave, tornou-se um importante couto, recebendo elevadas rendas ao longo dos tempos. Relatório de Auto-Avaliação Página 7 Mais tarde, em 1959, o Convento acabaria unido ao Convento de Santa Cruz de Coimbra, e para lá passaram as suas rendas. Oliveira Santa Maria terá neste momento mais de três mil habitantes; é uma povoação em que a população se reparte pelo trabalho em modernas empresas ligadas à indústria têxtil, construção civil, e agricultura. Locais a visitar: - A Igreja Paroquial e o espólio que pertenceu ao antigo Mosteiro; - A Capela de Cimo D’ Oliveira; - A Capela de São Cristóvão; - A Capela da Levandeira; - Alminhas da Casa Nova e Valjóia; - O Cruzeiro no cimo do Monte de Santa Tecla, de onde se avista uma paisagem extensa. OLIVEIRA SÃO MATEUS Também esta freguesia desanexada de Delães no Século XIX, tem o seu desenvolvimento ligado ao Rio Ave que atraiu e fixou as primeiras populações. Freguesia de paisagem predominantemente rural tem contudo na indústria têxtil suporte importante da sua economia. O Comércio movimenta também uma importante parte da sua população. As Feiras e Mercados são muito antigos e tradicionalmente acompanhadas de festas religiosas. Locais a visitar: - Muro da Quinta de Gavim a recordar-nos as muralhas medievais; - Alminhas de Santa Ana; - Igreja de Nossa Senhora da Conceição; - Igreja Matriz – Pia Baptismal. Relatório de Auto-Avaliação Página 8 DELÃES – Divino Salvador Situada no Sudoeste do concelho, esta freguesia tem fortes tradições históricas relacionadas com os primeiros séculos da nacionalidade. O seu povoamento remonta ao tempo daqueles que apenas se dedicaram à recolecção de plantas e frutos e não à agricultura. Alguns vestígios arqueológicos ficaram também da civilização Castreja. Em termos demográficos, Delães é a sétima freguesia do Concelho. A sua população ocupa-se sobretudo do sector secundário, indústria têxtil, serralharia, latoaria e construção civil. Locais a visitar: - Monte de Penide; - Alminhas de Salgueirinhos; - Alminhas de Portela; - Cruzeiro e vitrais da Igreja Paroquial. BAIRRO – São Pedro Situada a Sul do concelho, teve vários nomes ao longo da sua história; a partir da 1ª República passou a chamar-se Bairro. O povoamento de Bairro também remonta aos tempos da civilização Castreja e na Idade Moderna (1514) com a atribuição de Carta de Foral por D. Manuel I, tornou-se importante freguesia. O princípio do Século XX trouxe a São Pedro de Bairro muito factores de desenvolvimento, como o Caminho-de-Ferro, a Central Eléctrica e a industrialização que vai usar o Rio Ave como fonte de energia eléctrica. A população aumenta com a chegada de novas famílias que fazem desta a sua terra. Locais a visitar: - Ponte de Caniços; - Igreja Matriz; - Igreja Velha; Relatório de Auto-Avaliação Página 9 - Alminhas em Sanfins, Estrada e Outeiro; - Solares de Pousada; - Quintas de Bouça e de Pereira; - Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves. CARREIRA – São Tiago Também esta freguesia tem como povoamento original a civilização Castreja. Mais tarde fez parte integrante da casa de Bragança. Freguesia eminentemente religiosa a Carreira reúne um património edificado, significativo. Actualmente a Carreira é terra de aptidão agrícola com grandes quintas repartindo-se os seus habitantes também pela indústria têxtil. Locais a visitar: - Igreja Matriz; - Capela de Santo Amaro (com Altar-Mor em madeira trabalhada, tecto também em madeira pintada e Pia de Água Benta); - Capela do Senhores dos Aflitos; - Alminhas da Igreja e do Monte e Cruzeiro da Igreja de Santo Amaro; - Quintas da Granja, de Santo Amaro, do Corgo; - Marco da Casa de Bragança (entrada da Quinta de Santo Amaro). BENTE – Divino Salvador Pequenina freguesia deste concelho reconhecida como típica aldeia portuguesa, rural e tradicional, com cerca de 130 hectares em que os habitantes de dedicam preferencialmente à agricultura e indústria têxtil. Apesar de pequena, riqueza histórica não lhe falta, aparecendo já Relatório de Auto-Avaliação Página 10 documentada em 1081 como pertencente ao Couto de Landim e mais tarde a Santa Cruz de Coimbra. Locais a visitar: - Igreja Paroquial; - Igreja Antiga no interior do cemitério; - Alminhas no lugar de Alminhas; - Quinta do Paço. RUIVÃES – Divino Salvador Ruivães situada a 8 km da sede do concelho é uma freguesia de características essencialmente rurais. Baseia a sua economia numa agricultura de policultura, mas também no grande poderio de uma indústria têxtil, acompanhada de sectores como a transformação de madeira e metalúrgica de base. Pode-se ver o seu povoamento inicial aparecendo no Castro de São Miguel. Aparece também referenciada nas inquirições de 1220. Surge referenciada em diferentes anos como pertencente à Comarca de Barcelos e só mais tarde à de Vila Nova de Famalicão. Locais a visitar: - Igreja Matriz; - Capelas do Calvário, da Quinta da Carvalheira, de Santa Rita e uma singela Capelinha que alberga um cruzeiro do Senhor dos Milagres; - Alminhas de Cova da Aldeia Nova e Cemitério; - Castro de S. Miguel. Subir ao Monte do Calvário e apreciar a panorâmica rural da freguesia, vale a pena. Relatório de Auto-Avaliação Página 11 CASTELÕES – São Tiago Castelões é hoje uma pequena freguesia do leste do concelho, delimitada por sete outras freguesias. Os seus habitantes dedicam-se, como em todas as freguesias referidas, essencialmente à agricultura e à indústria têxtil. O seu passado histórico é antiquíssimo o que se pode provar pela análise ao topónimo Castelões. Diversos nomes de lugares denotam um passado arqueológico, que nos pode levar até ao período dolménico. Em termos documentais a primeira referência a esta freguesia data de 1033 em que foi doada pela primeira vez à Igreja de Oliveira (Santa Maria). Mais tarde deram-se novas doações à Igreja de Oliveira. Por aqui passou S. Tiago, o maior, padroeiro da Reconquista Cristã e que jaz na Catedral de S. Tiago de Compostela. Locais a visitar: - Igreja Matriz e painel de azulejos; - Alminhas em Torres, Seixal, Monte de Baixo e Agrelo; - Quintas do Pombal e de S. Tiago; - Aqueduto Milenário, fundamental para a irrigação dos campos à época. Novais – S. Simão Novais é uma Freguesia pequena com cerca de 1000 habitantes, situada na parte sudoeste do concelho de Vila Nova de Famalicão, e ocupa uma área com cerca de 113 quilómetros quadrados. Novais possui devidamente aprovados todos os símbolos Heráldicos, Brasão, Bandeira e selo. Presentemente Novais possui como equipamentos a sede de Junta de Freguesia, a Escola Pré-Primária, instalada no rés-do-chão do edifício, uma Escola Primária, Capela Mortuária e um Polivalente Desportivo, que presentemente este a ser explorado pela Associação Cultural e Desportiva de Novais. Relatório de Auto-Avaliação Página 12 2. Localização Geográfica das Escolas/Jardins de Infância do Agrupamento E.B. 1/2/3 de Pedome (sede) E.B. 1 do Mosteiro e JI do Alto da Estrada(Oliveira Sta. Maria) JI da Boavista (Pedome) Relatório de Auto-Avaliação Página 13 E.B.1/JI de Casas (Oliveira S. Mateus) E.B.1 de Loureiro e JI de Delães (Delães) E.B.1 de Lagoços (edifício da avenida e da igreja) – Bairro E.B.1 do Outeiro (Carreira) E.B.1/JI do Monte (Bente) Relatório de Auto-Avaliação JI da Pedreira – Bairro JI da Aldeia (Carreira) E.B.1 da Igreja e JI da Aldeia Nova (Ruivães) Página 14 E.B.1 e JI da Avenida (Riba d’Ave) Relatório de Auto-Avaliação E.B.1 da Campa (Castelões) Página 15 3. Caracterização dos Alunos A população escolar do agrupamento é constituída por crianças e jovens de níveis etários compreendidos entre os três e os dezassete anos, oriundos das freguesias do Concelho de Vila Nova de Famalicão acima descritas. É no início do 2.º Ciclo que os alunos das freguesias de Pedome, Castelões, Ruivães e Oliveira de Santa Maria vêm frequentar a Escola sede, o que implica, para um número significativo destes, a necessidade de utilização de transportes, nem sempre em condições ideais e obrigando por vezes a uma permanência alargada no espaço escolar. Constata-se um elevado número de alunos carenciados, aos quais é prestado apoio social escolar. 4. Critérios para a Constituição de Grupos/Turmas As turmas são constituídas em conformidade com o Despacho n.º 14026/2007 de 3 de Julho, e ainda tendo em conta as seguintes orientações do Conselho Pedagógico para a formação de turmas, principalmente para a formação de turmas: 1. Deve atender-se ao nível etário dos alunos de forma a serem constituídas turmas homogéneas; 2. Manutenção da constituição do grupo/turma (salvo indicações do Conselho de Docentes ou do Conselho de Turma); 3. Distribuição equitativa por sexo; 4. Os alunos retidos devem ser distribuídos equitativamente pelas turmas, de acordo com as indicações do Conselho de Turma / Conselho de Docentes; Relatório de Auto-Avaliação Página 16 5. Distribuir os alunos de acordo com a origem geográfica; 6. Só atender a pedidos de junção de alunos no mesmo grupo/turma por motivos familiares e não atender a pedidos fundamentados em relações de amizade ou outros; 7. Evitar procedimentos baseados em juízos, como por exemplo: este aluno não fica neste grupo/turma pois é um aluno com mau comportamento e vai condicionar o grupo/turma. 5. Recursos Humanos 5.1. Caracterização dos Professores O corpo docente do Agrupamento, maioritariamente dos quadros, está distribuído do pelos diversos níveis de ensino. Visto existirem já muitos professores pertencentes aos quadros de escola, podemos considerar que se trata de um corpo docente estável, nomeadamente ao nível do primeiro ciclo, situação esta que não se verifica no segundo e terceiro ciclo. 5.2. Caracterização dos Pais/Encarregados de Educação A maioria dos Pais/Encarregados de Educação não concluiu a actual escolaridade obrigatória (9.º ano), havendo contudo, alguns com cursos médios e superiores. Quanto ao seu nível profissional, predomina o trabalho não especializado por conta de outrem. Havendo muito desemprego, a situação sócio económica torna-se cada vez mais difícil. 5.3. Caracterização dos Assistentes Técnicos Os Assistentes Técnicos do Agrupamento fazem parte seis elementos distribuídos do seguinte modo: - uma Chefe de Serviços de Administração Escolar; - cinco Assistentes de Administração Escolar; Relatório de Auto-Avaliação Página 17 5.4. Caracterização dos Assistentes Operacionais Os Assistentes Operacionais, maioritariamente do Quadro de Vinculação, estão distribuídos pela escola sede e escolas do 1º ciclo. Os Assistentes Operacionais dos Jardins de Infância pertencem à Câmara Municipal, sendo a sua distribuição da responsabilidade da mesma. De salientar que existe falta de Assistentes Operacionais, principalmente na escola sede e nas EB1, situação que tem vindo a ser melhorada com a atribuição de Assistentes Operacionais pela DREN. Neste momento, todas as escolas do 1º ciclo têm, pelo menos um Assistente Operacional, situação que sendo manifestamente insuficiente é decerto melhor do que a que estava aquando da junção dos dois agrupamentos, onde se verificavam duas EB1 sem Assistentes Operacionais. 6. Recursos/Oferta Educativa A oferta educativa que o Agrupamento disponibiliza abrange a Educação Pré-escolar que se estende à maioria das crianças com idades compreendidas entre os três e os seis anos. Dispõe, também, da Componente de Apoio à Família nos Jardins de Infância, tendo como oferta o serviço de refeições e prolongamento de horário com Assistentes Operacionais. Esta componente de apoio à família em Jardins-de-infância rege-se pela Lei-quadro de Educação Préescolar, a Lei n.º 5/97, de 10 de Fevereiro e Decreto-Lei n.º 147/97, de 11 de Julho. Relativamente ao 1.º Ciclo do Ensino Básico, é proporcionado serviço de refeições e Actividades de Enriquecimento curricular, a todas as crianças do Agrupamento. No que concerne aos recursos educativos, quase todas as escolas têm equipamentos tecnológicos (computadores, impressoras e ligação à Internet), sendo no entanto necessário renovar o mobiliário escolar, aumentar o equipamento tecnológico e remodelar os espaços interiores das Escolas do 1.º Ciclo. Os Jardins-de-infância, na sua maioria, possuem computadores com impressoras mas sem ligação à Internet. Relativamente às Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), em parceria/colaboração com a Câmara Municipal, destacam-se, entre outras, as aulas de Inglês, Expressões e Educação Física, para todas as crianças do 1ºCEB do Agrupamento. Para além destas, a escola sede dinamiza um leque de actividades extracurriculares/clubes a definir anualmente pelo Agrupamento e tendo em conta os recursos existentes. Relatório de Auto-Avaliação Página 18 Colabora com o Centro de Saúde, no âmbito do projecto PES (Escolas Promotoras de Saúde, onde foram desenvolvidas diversas actividades em todos os sectores de ensino), saúde infantil e outras actividades por ele ou por nós sugeridas. As Bibliotecas Escolares (BE’ s) (Biblioteca da escola sede, a Biblioteca da EB1/Jardim de Infância - edifício da Escola da Avenida – Riba D’Ave, BE de Bairro, Delães e BE de Ruivães) são espaços dotados de equipamentos adequados, onde são recolhidos, tratados e disponibilizados todo o tipo de documentos que contribuem para o desenvolvimento de actividades de natureza pedagógica, bem como de ocupação de tempos livres e de lazer, criadoras de competências potenciadoras de cidadãos críticos para a sociedade da informação e do conhecimento. A utilização das Bibliotecas Escolares pressupõe os seguintes objectivos: a) Potenciar a utilização do fundo documental existente nas BE’ s para as diferentes disciplinas, áreas não disciplinares e projectos; b) Desenvolver nos utentes competências e hábitos de trabalho, bem como apoio na consulta, tratamento, produção e difusão de informação; c) Propiciar aos utentes condições favoráveis para o desenvolvimento de trabalhos individuais ou em grupo, por solicitação do aluno ou do professor; d) Cooperar com os professores na planificação e diversificação das suas actividades de ensino/aprendizagem; e) Associar a leitura, em suportes diversificados, à ocupação lúdica dos tempos livres; f) Participar no desenvolvimento da Rede Concelhia das Bibliotecas. Relatório de Auto-Avaliação Página 19 A escola oferece Cursos de Educação e Formação, na área de hotelaria e Jardinagem e Espaços Verdes, uma turma de cada curso, como forma de evitar o abandono escolar e proporcionar uma saída profissional para alunos que não pretendem prosseguir estudos. A escola disponibiliza uma sala de apoio a alunos com Necessidades Educativas Especiais, clubes, PNL, PM e Projecto Saúde em parceria com o Centro de Saúde de Delães. É, ainda fundamental estabelecer parcerias com a Câmara Municipal, no sentido de proporcionar aos Jardins de Infância acesso a actividades de enriquecimento curricular, nomeadamente na área de Educação Musical e Expressão Dramática. 7. A Escola que Queremos Pretende-se que a escola seja uma organização consciente do seu contexto local e que seja dinâmica, capaz de escolher a sua própria forma de concretizar uma visão própria do currículo, e actualizada com base numa abordagem diferenciada de conteúdos, conforme os destinatários. Tendo como referentes, a escola, o currículo, os alunos, os professores, os pais as famílias e outros elementos da comunidade educativa e sociedade, optou-se por trilhar um caminho com base em prioridades identificadas no contexto das escolas do agrupamento. Em consequência da identificação das problemáticas reais foram delineados objectivos/finalidades, cuja operacionalização será concretizada através dos Projectos Curriculares de Turma, do Plano Anual de Actividades da Escola, do Plano Curricular de Agrupamento e do Regulamento Interno, que constituem elementos relevantes do Projecto Educativo - TEIP. Relatório de Auto-Avaliação Página 20 III – A Implementação de um Processo de Auto-Avaliação 1. O Processo e a sua Metodologia 1.1. O Modelo PAVE (Perfil de Auto-Avaliação da Escola) Tem por base um projecto inserido no Projecto Sócrates, designado por “Avaliação da Qualidade na Educação Escolar”. Este projecto envolveu 101 escolas de 18 países, em diferentes “estádios de desenvolvimento da auto-avaliação”, foi concebido com o objectivo de ajudar as escolas a seleccionar para uma avaliação mais aprofundada e melhorar as áreas consideradas mais importantes. Este é um modelo multidimensional que abrange processos a nível do indivíduo, da sala de aula, da escola e da comunidade. Apresenta-se estruturado em duas partes: uma descrição formal das escolas com base em 12 áreas; uma metodologia para discutir sobre quais dessas doze áreas deve incidir a avaliação em função do caso concreto de cada escola. As doze áreas são agrupadas em quatro domínios: Resultados; Processos ao nível de sala de aula; Processos ao nível da escola; O Meio. Atente-se no seguinte quadro: A. Resultados B. Processos ao nível da C. Processos ao nível sala de aula da escola 4.Tempo como recurso 1.Resultados Escolares da aprendizagem 7. Escola como um D. Meio 10. Escola e família local de aprendizagem 2.Desenvolvimento pessoal e social 11. Escola e 5.Qualidade do ensino e da aprendizagem 8. Escola como um comunidade local social 3.Saída dos alunos 12. Escola e trabalho 6.Apoio às dificuldades de aprendizagem 9. Escola como um local profissional Relatório de Auto-Avaliação Página 21 O projecto apresentava também um conjunto de orientações contendo um vasto repertório de instrumentos de avaliação e contava com o apoio de um amigo crítico. Alguns dos objectivos que este modelo pretende alcançar são: Promover uma discussão séria e objectiva entre todos os grupos de actores, favorecendo a criação de uma cultura de avaliação mais aprofundada e de auto-avaliação permanente; Ajudar a identificar e a definir áreas prioritárias para avaliar com maior profundidade. A metodologia seguida na auto-avaliação do Agrupamento teve por base a maior parte das orientações do modelo PAVE. No entanto, achou-se pertinente contemplar alguns contributos de outros modelos que possam consolidar um melhor aprofundamento das complexas realidades da escola como organização. Com este modelo, a escola surge assim como um lugar em que são presentes características como, a participação na tomada de decisões, a procura de consensos partilhados como estratégia de tomada de decisão. 1.2. Domínios de Intervenção Em articulação com as orientações expressas na legislação acima referida, a avaliação do Agrupamento tem assentado na análise dos seguintes aspectos: Grau de concretização do Projecto Educativo; Modos de operacionalização do processo de ensino - aprendizagem dos alunos, tendo em conta as suas características específicas; Nível de execução de actividades proporcionadoras de climas e ambientes educativos propícios à interacção, à integração social, às aprendizagens e ao desenvolvimento global dos alunos; Desempenho dos órgãos de administração e gestão do Agrupamento, abrangendo o funcionamento das estruturas de orientação educativa, o funcionamento administrativo, a gestão de recursos e a visão inerente à acção educativa enquanto projecto e plano de actuação; Relatório de Auto-Avaliação Página 22 Sucesso escolar, avaliado através da promoção da frequência escolar e dos resultados das aprendizagens dos alunos; Prática de uma cultura de colaboração entre os membros da comunidade educativa. Relatório de Auto-Avaliação Página 23 2. Desenvolvimento do Processo 2.1 Constituição da Equipa A equipa responsável pela Auto-Avaliação do Agrupamento é constituída pelos seguintes elementos: NOME Augusto Lemos Julieta Araújo & Elisa Carvalho Clara Verónico Natália Castro Docentes Raquel Castro José Rodrigues Cargo/Função Coordenador da Equipa de AA Departamento de Ciências Exactas Gabinete de Apoio ao Alunos e à Família Coordenadora TEIP Núcleo da Educação Especial e Apoios educativos Departamento de Línguas Departamento de Ciências Sociais e Humanas Narciso Sousa Departamento de Expressões Teresa Matos Pré-Escolar António Abreu 1.º CEB Clara Verónico Coordenadora da Equipa das Bibliotecas Escolares Fernando Peneda Assistente Operacional Liliana Campos Assistente Técnica Pais/EE Fernanda Martins Pais e Encarregados de Educação Alunos Mónica Carvalho Representante dos Alunos “Amigo Crítico” Paulo Marinho Não docentes Direcção Relatório de Auto-Avaliação Elemento da Direcção Página 24 2.2 Fases do Processo de Auto-Avaliação A Equipa considerou os seguintes procedimentos: Fase 1 Sessões de Formação à Equipa de Auto – Avaliação (Janeiro a Março) pelo amigo crítico, acerca do processo de auto-avaliação, seus objectivos e possíveis modelos; Selecção do modelo de auto-avaliação orientador; Apresentação do Projecto de Auto-Avaliação do Agrupamento através de um PowerPoint e do visionamento/exploração de um vídeo à Comunidade Educativa em quatro sessões: Docentes - Reunião Geral de Professores em 10 de Março de 2010; Não docentes – sessão de esclarecimento em 18 de Março de 2010; Pais/EE - sessão de esclarecimento em 27 de Março de 2010; Alunos - sessão de esclarecimento em 21 de Abril de 2010. Fase 2 Criação de Instrumentos para a recolha de informação: Definição dos domínios de análise; Definição da dimensão da amostra para a aplicação dos inquéritos (alunos do 3.º e 4.º anos de escolaridade no 1.º ciclo, o 6.º ano de escolaridade para o 2.º ciclo e o 9.º ano de escolaridade para o 3.º ciclo; no caso dos pais/encarregados de educação em igual número e correspondente aos respectivos alunos; no caso dos assistentes técnicos e operacionais, todos os ciclos de ensino e para todos os Educadores de Infância e Professores do 1.º, 2.º e 3.º CEB); Construção dos inquéritos para professores, assistentes técnicos e operacionais, encarregados de educação e alunos. Fase 3 Aplicação, recolha e tratamento de informação: Aplicação dos instrumentos de recolha de informação (em 2009/2010 apenas foram considerados os Inquéritos); Relatório de Auto-Avaliação Página 25 Recolha e tratamento estatístico da informação relativa aos Inquéritos (Julho de 2010); Tratamento e análise dos dados das entrevistas; Interpretação dos resultados das entrevistas; Análise documental por conteúdo das actas do Departamento Curricular de Línguas, das actas de um Conselho de Turma, do Projecto Educativo - TEIP; Elaboração do relatório final da auto-avaliação do Agrupamento. Fase 4 Elaboração e apresentação de um Plano de Eficácia e Melhoria; Monitorização do Plano de Eficácia e Melhoria. Salienta-se que ao longo deste processo, o site do Agrupamento de Escolas de Pedome tem-se constituído como um veículo de transmissão e de divulgação de informação relativa à auto-avaliação do Agrupamento. Relatório de Auto-Avaliação Página 26 IV – Elementos em Análise 1. Análise dos Inquéritos 1.1. Percentagem de Inquéritos Recebidos Relativamente à análise e tratamento estatísticos dos resultados dos inquéritos, esta será considerada através da leitura dos vários gráficos de acordo com os vários públicos-alvo. Por conseguinte, o Gráfico 1 elucida-nos sobre a percentagem de inquéritos recebidos. Salienta-se que os Assistentes Técnicos e Operacionais foram o público-alvo que mais inquéritos entregaram, logo seguido pelos alunos. É, sem dúvida de enaltecer a participação consciente e responsável por parte de todos. Gráfico 1 - Percentagem de inquéritos recebidos 100% 80% 60% 40% 20% 0% 86% professores 97% 93% 75% alunos encarregados de assistentes educação operacionais e técnicos inquéritos recebidos Todos os gráficos respeitantes aos inquéritos realizados seguem em anexo a este relatório. Relatório de Auto-Avaliação Página 27 1.2. Amostra dos Inquéritos Ficha Técnica Ano Lectivo: 2009/2010 ALUNOS Entregues: 425 inquéritos Recolhidos: 397 inquéritos 1º Ciclo (3º e 4º anos): 293 1º Ciclo (3º e 4º anos): 265 2º Ciclo (6º ano): 84 2º Ciclo (6º ano): 84 3º Ciclo (9º ano): 48 3º Ciclo (9º ano): 48 Válidos: 385 Nulos: 11 Branco: 1 PROFESSORES Entregues: 141 Recolhidos: 121 ASSISTENTES TÉCNICOS E OPERACIONAIS Entregues: 65 Recolhidos: 63 ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO Entregues: 425 Relatório de Auto-Avaliação Recolhidos: 320 Página 28 2. Análise dos Quatro Domínios do PAVE 2.1. Resultados 2.1.1. Retenção por Insucesso, Abandono e Absentismo De acordo com os dados estatísticos, o insucesso escolar dos alunos ocorre, maioritariamente, no 2.º, 4.º e 9.º ano de escolaridade, sendo o caso mais grave, o 9.º ano de escolaridade. No que concerne ao número de alunos retidos por abandono e absentismo, este não é muito considerável, visto que, num universo de 1.526 alunos, apenas três abandonaram precocemente a escola, no 2.º, 7.º e 9.º ano e um ultrapassou o limite de faltas injustificadas, no 9.º ano de escolaridade. Assim, analisando comparativamente os anos de maior incidência de insucesso com os de ocorrência de casos de abandono e absentismo, é possível inferir uma correlação entre os resultados escolares e os motivos inerentes ao abandono escolar precoce. Abaixo segue-se a estatística elaborada sobre as variáveis identificadas: a) 1.º ciclo Escola: Agrupamento de Escolas de Pedome Ano Lectivo: 2009/10 Ciclo de Estudos: 1.º Ciclo 1.º ano Indicadores: 2.º ano N.º Alunos N.º % 277 Inscritos: Por insucesso Retidos Por 0 0 abandono Ultrapassaram o limite de faltas 0 3.º ano Alunos 4.º ano N.º % 240 Alunos N.º % 279 Alunos % 320 0,0 17 7,1 4 1,4 11 3,4 0,0 1 0,4 0 0,0 0 0,0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0 injustificadas Tabela 1 - Taxas de retenção por insucesso, abandono e absentismo nas escolas do 1.º ciclo Relatório de Auto-Avaliação Página 29 b) 2.º Ciclo Escola: EBI de Pedome Ano Lectivo: 2009 / 2010 Ciclo de estudos: 2.º Ciclo Indicadores 5.º ano N.º de alunos % N.º de alunos 94 Inscritos Retidos 6.º ano % 87 Por insucesso 2 2,1% 2 2,3% Por abandono 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas Tabela 2 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono no 2.º ciclo c) 3.º Ciclo Escola: EBI de Pedome Ano Lectivo: 2009 / 2010 Ciclo de estudos: 3.º Ciclo 7.º ano Indicadores N.º de alunos Inscritos Retidos 8.º ano % 95 N.º de alunos 9.º ano % 59 N.º de alunos % 49 Por insucesso 8 8,4% 7 11,9% 13 26,5% Por abandono 1 1,0% 0 0,0% 1 2,0% 0 0,0% 0 0,0% 1 2,0% Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas Tabela 3 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono no 3.º ciclo Relatório de Auto-Avaliação Página 30 d) Cursos de Educação e Formação Escola: EBI de Pedome Ano Lectivo: 2009 / 2010 Ciclo de estudos: 3.º Ciclo – Cursos de Educação e Formação CEF de Mesa - tipo 2 Indicadores Inscritos Retidos N.º de alunos % CEF de Jardinagem N.º de alunos 14 % 12 Por insucesso 2 14,3% 0 0,0% Por abandono 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Ultrapassaram o limite de faltas injustificadas Tabela 4 - Taxas de retenção por insucesso, absentismo e abandono nos CEF 2.1.2. Resultados Escolares nas Provas de Avaliação Externa Resultados das Provas de Aferição – 4.º ano Os resultados obtidos nas provas de aferição do 4.º ano permitem concluir que: a) a taxa de sucesso ronda os 92,9% a Língua Portuguesa; b) a taxa de sucesso é de 91,7% a Matemática; c) o maior número de níveis D e E a Língua Portuguesa ocorreram na EBI de Pedome; d) o maior número de níveis D a Matemática ocorreram na EBI de Pedome. Relatório de Auto-Avaliação Página 31 LÍNGUA PORTUGUESA EB 1 EB1/JI Escola Avenida Riba de Ave EB1 EB1 Campa – Loureiro Castelões Delães EBI de Pedome EB1 Outeiro EB1 Monte EB1 Igreja Bente Ruivães Carreira Mosteiro EB 1 EB 1 S. EB 1 casas Oliveira Lagoços Simão de Oliveira S. Santa Bairro Novais Mateus Maria TOTAL de Alunos Níveis N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % A 7 10,9 0 0 3 6,66 0 0 2 16.67 1 12.50 0 0 2 8.7 5 15.63 0 0 2 5.26 22 B 27 42,18 6 30 19 42,22 10 23.81 5 41.67 3 37.50 4 16,66 10 43.48 11 34.38 1 16.67 10 26.32 106 C 26 40,6 13 65 21 46,66 27 64.29 5 41.67 4 50 17 70,83 9 39.13 16 50 3 50 23 60.53 164 D 3 4,68 1 5 1 2.22 4 9.52 0 0 0 0 3 12,50 2 8,7 0 0 2 33.33 3 7.89 19 E 1 1,56 0 0 0 0 1 2.38 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 Faltas 0 0 0 0 1 2,22 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 Tabela 5 - Resultados da prova de aferição de Língua Portuguesa do 1.º ciclo Relatório de Auto-Avaliação Página 32 MATEMÁTICA EB 1 EB1/JI Escola Avenida Riba de Ave EB1 EB1 Campa – Loureiro – Castelões Delães EB1 EBI de Outeiro - Pedome Carreira EB1 Monte EB1 Igreja – Bente - Ruivães Mosteiro – EB 1 EB 1 S. EB 1 Casas Oliveira Lagoços - Simão de – Oliveira Santa Bairro Novais S. Mateus Maria TOTAL de Alunos Níveis N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % N.º % A 11 17.19 1 5 16 36.36 1 2.38 0 0 2 25 0 0 6 26.8 1 3.13 1 16.67 8 21.05 47 B 22 34.38 7 35 16 36.36 8 19.05 7 58.33 3 37.50 6 25 5 21.73 17 53.13 1 16.67 13 34.21 105 C 24 37.50 12 60 12 27.27 23 54.76 5 41.67 3 37.50 13 54.17 12 52.17 13 40.63 2 33.33 17 44.74 136 D 6 9.38 0 0 1 4.54 10 23.81 0 0 0 0 5 20.83 0 0 1 3.13 1 16.67 0 0 24 E 1 1.56 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 16.67 0 0 2 Faltas 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Tabela 6 - Resultados das provas de aferição de Matemática do 1.º ciclo Relatório de Auto-Avaliação Página 33 Resultados das Provas de Aferição – 6.º ano Na sequência dos resultados obtidos nas provas de aferição do 6.º ano, concluiu-se que: a) a taxa de sucesso a Língua Portuguesa é de 93%; b) a taxa de sucesso a Matemática é de cerca 75%; c) a maior percentagem de sucesso incide no nível C, pelo que é necessário investir na qualidade do sucesso. E.B.I. de Pedome Níveis Língua Portuguesa Matemática N.º % N.º % A 3 3,45 3 3,45 B 20 22,99 17 19,54 C 58 66,67 45 51,72 D 5 5,75 21 24,14 E 0 0 0 0 Faltas 1 1,15 1 1,15 Disciplinas Tabela 7 - Resultados das provas de aferição do 2.º ciclo Resultados dos Exames Nacionais – 9.º ano Os dados relativos aos resultados obtidos nos exames nacionais de 9.º ano permitem concluir que: a) a taxa de sucesso dos alunos admitidos a exame de Língua Portuguesa é de 74%; b) a taxa de sucesso dos alunos admitidos a exame de Matemática é de 60%; c) é necessário investir na qualidade de sucesso, principalmente na disciplina de Língua Portuguesa; Relatório de Auto-Avaliação Página 34 d) a taxa de sucesso global (alunos admitidos e auto-propostos) do exame nacional de Língua Portuguesa é de 69%; e) a taxa global (alunos admitidos e auto-propostos) do exame nacional de Matemática é de 57%. E.B.I. de Pedome Níveis Língua Portuguesa Matemática N.º % N.º % 5 0 0 3 7,5 4 6 15,38 9 22,5 3 23 58,97 12 30 2 10 25,64 15 37,5 1 0 0 0 0 Faltas 0 0 0 0 Disciplinas Tabela 8 - Resultados obtidos pelos alunos admitidos aos exames nacionais do 9.º ano E.B.I. de Pedome Níveis Língua Portuguesa Matemática N.º % N.º % 5 0 0 3 7,14 4 6 14,28 9 21,43 3 23 54,76 12 28,57 2 13 30,95 17 40,48 1 0 0 1 2,38 Faltas 0 0 0 0 Disciplinas Tabela 9 - Resultados obtidos pelos alunos admitidos e auto-propostos aos exames nacionais de 9.º ano Relatório de Auto-Avaliação Página 35 2.1.3. Análise dos Resultados Escolares No que concerne aos resultados académicos dos alunos, após a análise de actas de Departamentos e de Conselhos de Turma, é evidente a prática de se analisar e reflectir acerca dos mesmos. Contudo, é notório que as estratégias adoptadas centram-se em práticas de remediação/recuperação dos resultados menos positivos e não no sentido de promover a qualidade do sucesso. Além disso, é evidente que grande parte das estratégias delineadas centra-se na implementação de práticas focadas na acção do aluno e, raramente, na adopção de novas estratégias por parte do docente. Os alunos e os docentes revelam a necessidade de se valorizar a exigência e o rigor, nos momentos de avaliação. Posto isto, é indispensável assegurar que os alunos que transitam atinjam de facto as competências previstas. A este respeito, os discentes evidenciaram que o insucesso escolar está directamente relacionado com a desmotivação e que esta deve-se a motivos como: - a pouca diversidade de estratégias de leccionação; - a excessiva carga horária, a qual é ainda reforçada com horas de estudo impostas pelos docentes; - ao facto de muitos discentes, após a obtenção de resultados escolares insatisfatórios, ficarem interditados de realizar as actividades que funcionam como elemento motivador (frequência de clubes, visitas de estudo, actividades extra-escolares). Neste contexto, salienta-se outro aspecto importante a ter em consideração: a integração escolar dos alunos, uma vez que estes advêm de uma comunidade bastante problemática, com aspectos sociais, económicos e de formação das pessoas, que acabam por se reflectir na própria escola, condicionando o sucesso dos alunos. Assim, da parte dos alunos há claramente questões que dificultam um maior sucesso, como sendo a falta de hábitos de estudo e de organização do trabalho, o que constitui um problema educativo e cultural, cuja resolução carece de tempo. Após esta análise documental, assim como a análise dos resultados obtidos pelos discentes e das entrevistas realizadas a elementos distintos da comunidade escolar, conclui-se que o sucesso educativo dos alunos melhorou, embora ainda não tenha atingido os níveis desejados, principalmente no que respeita à qualidade do sucesso. Relatório de Auto-Avaliação Página 36 2.2. Processos ao Nível da Sala de Aula 2.2.1. Qualidade do Ensino e Aprendizagem Este parâmetro pretende avaliar se os padrões de aprendizagem e os critérios de avaliação são claros e compreendidos por alunos e professores; se o ensino e a aprendizagem são suficientemente eficazes; quais as estratégias utilizadas pela escola para promoverem a qualidade do ensino e garantir boas condições de aprendizagem. Pretende ainda aferir qual a opinião dos alunos em relação ao apoio prestado pelos docentes dentro da sala de aula que vise a superação das dificuldades, bem como perceber quais os padrões de indisciplina existentes. 2.2.1.1. Perspectiva dos Alunos No que concerne à tipologia de trabalho, os alunos referem, na sua grande maioria, que se realizam actividades recorrendo à exposição oral dos conteúdos programáticos, de valores, de dúvidas, esclarecimento de dificuldades. Os alunos referem que os docentes se preocupam em dar a conhecer os programas e critérios de avaliação, efectuando os alunos o registo escrito dos mesmos. Referem também que realizam entre pares o trabalho cooperativo e colaborativo, que é promovida a discussão de trabalhos realizados e elaboradas sínteses orais e escritas. Existem ainda referências à realização de trabalho experimental, actividades de pesquisa na internet e debates sobre temáticas curriculares. No que diz respeito às técnicas e instrumentos de avaliação, os alunos referem como mais frequente a avaliação dos cadernos diários, de portefólios, de testes de avaliação sumativa, de questionários orais e apresentação oral de trabalhos de pesquisa. Com menos frequência são também realizados os relatórios de trabalhos individuais/grupo e de trabalhos experimentais. No entanto, apesar da diversidade existente nos instrumentos de avaliação, os alunos referem que a ponderação da percentagem atribuída aos testes de avaliação sumativa é muito elevada, focando os docentes a avaliação quase exclusivamente nos testes de avaliação. Afirmam, também, que os professores são demasiadamente exigentes na atribuição de níveis. No que concerne à relação pedagógica, os alunos consideram que os professores mostram disponibilidade para auxiliar os mesmos na superação de problemas, na tomada de decisões e na resolução de possíveis problemas pessoais. Reconhecem que os professores elogiam o trabalho dos alunos, procuram soluções, estimulam a participação dos mesmos, esclarecem dúvidas e ouvem as Relatório de Auto-Avaliação Página 37 suas sugestões. Os alunos mencionam que os professores comentam os seus progressos e dificuldades e valorizam os seus saberes no trabalho realizado na sala de aula. Os alunos consideram que, apesar de todos os esforços, existe alguma indisciplina, embora pouco frequente. Nos casos em que existe indisciplina, os alunos mencionam que raramente existem consequências para os infractores. Outro factor preocupante é a desmotivação pelas aprendizagens que advém, segundo os alunos, da pouca diversidade de métodos de ensino e estratégias por parte dos docentes, bem como da escassez de recursos materiais usados pelos docentes, dado que cingemse, na sua maioria, ao manual escolar da disciplina e a fichas de trabalho em suporte de papel. Os documentos em suporte audiovisual, materiais manipuláveis e computador são, contudo, utilizados algumas vezes nas aulas. Os alunos referem que os equipamentos interactivos são pouco utilizados em contexto de sala de aula. No que diz respeito ao relacionamento interpessoal, os alunos aludem que as relações com os professores são boas e que na escola se trabalha em equipa, existindo espírito de entreajuda. Pela análise das actas de Conselho de Turma do …, referentes ao ano lectivo 2009/2010, podemos constatar que há uma valorização, por parte dos alunos, do empenho e dedicação dos professores, como ilustra um pequeno excerto: “o aluno ---, representante da turma, leu um documento elaborado em assembleia de turma, onde enalteciam o empenho, o profissionalismo e o carinho que os docentes desta turma dedicavam aos seus alunos”. 2.2.1.2. Perspectiva dos Professores No que diz respeito à utilização de materiais na sala de aula, os docentes fazem um uso diferenciado dos mesmos e deparam-se com a carência de algum tipo de equipamentos escolares, nomeadamente de computadores e respectiva ligação à internet e de quadros interactivos nas escolas do primeiro ciclo do ensino básico do Agrupamento. Em relação ao uso dos manuais adoptados, os professores afirmam que o fazem sempre, e muitas vezes usam outros manuais escolares e fichas de trabalho. Uma grande parte dos professores afirma que não utilizam os quadros interactivos. No que concerne à tipologia do trabalho, os docentes referem que efectuam actividades cooperativas de aprendizagem, realizam sínteses orais e discutem sobre os trabalhos realizados pelos alunos. Os professores referem também que fazem na aula registos escritos, usam Relatório de Auto-Avaliação Página 38 metodologias diferenciadas e promovem debates sobre temáticas curriculares. A este respeito destaca-se o facto de existir uma grande preocupação com a transmissão de valores. Relativamente às técnicas e instrumentos de avaliação, uma grande parte dos professores realizam testes de resposta aberta, fechada e mistos, questionários orais, bem como atribuem importância à organização dos cadernos diários. No que toca à relação pedagógica, pode-se verificar que, em todos os parâmetros, a avaliação é muito positiva, nomeadamente no que diz respeito à escuta das sugestões dos alunos, ao esclarecimento de dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas, ao estímulo da participação dos alunos, ao reconhecimento e elogio do trabalho realizado pelos mesmos e à disponibilidade para ouvir os problemas pessoais dos alunos. Posto isto, pode-se concluir que, na opinião dos professores existe uma boa relação pedagógica professor/aluno. Pela análise do Projecto Educativo - TEIP do Agrupamento e em relação a uma turma de intervenção prioritária, concluímos que os problemas manifestados pela maior parte dos alunos da turma residem, sobretudo, no cumprimento de regras, no comportamento pouco adequado dentro da sala de aula, na falta de hábitos de trabalho e estudo regular, na organização e concentração, no acompanhamento das actividades propostas na sala de aula e na realização de tarefas propostas como actividades para realizar em casa. Por isto se deduz que há imensos alunos com dificuldades de aprendizagem, com problemas comportamentais e/ou emocionais e que denotam falta de acompanhamento familiar. Em relação ao segundo e terceiro ciclo do ensino básico do Agrupamento, podemos referir que há uma intervenção prioritária a três disciplinas que é o caso de Língua Portuguesa, Inglês e Matemática. Assim, há uma intervenção pedagógica diferenciada que está focalizada ao nível das turmas que necessitem medidas especiais. Nesse sentido é facultado um apoio individualizado em contexto sala de aula ao nível das assessorias pedagógicas. Um outro ponto muito importante neste domínio é o que diz respeito à análise das actas de Conselho de Turma do …, referentes ao ano lectivo 2009/2010. Assim, podemos aferir que a planificação das áreas curriculares não disciplinares é realizada em articulação com os docentes; as competências gerais são definidas para cada professor das áreas disciplinares; como estratégia ao serviço da melhoria das aprendizagens, são mencionadas muitas vezes as assessorias, as quais têm como objectivos contribuir para o sucesso dos alunos, sendo portanto, práticas de articulação curricular. Verifica-se uma preocupação com a articulação das actividades no Projecto Curricular de Turma, assim como a articulação entre todas as disciplinas e a adequação do ritmo de abordagem Relatório de Auto-Avaliação Página 39 dos conteúdos ao ritmo de aprendizagem dos alunos. É, também, realizada uma avaliação e reflexão contínua acerca do aproveitamento global da turma, contudo muito centrada no aluno e não na prática docente. Já na análise do comportamento individual dos alunos, faz-se o destaque pela positiva e pela negativa, contudo não são definidas estratégias de melhoria para os alunos. No que diz respeito à área curricular não disciplinar de Formação Cívica, privilegiam-se temáticas que têm em vista a formação integral dos alunos e que estejam de acordo com o Projecto ao nível do Agrupamento. É, também, feita referência à adequação dos conteúdos da área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado às características e necessidades da turma. No que concerne à coadjuvação, é discutido o seu efeito e quanto às assessorias é elaborado e analisado o relatório pelo Conselho de Turma. Outro ponto que é importante para a nossa reflexão é o que diz respeito à análise das actas do Departamento Curricular de Línguas, referentes ao ano lectivo 2009/2010. Assim, é referida a adequação do ritmo de leccionação da matéria, bem como das actividades desenvolvidas, consoante as características da turma. É realizada a articulação curricular entre as docentes do referido Departamento Curricular, para a mesma disciplina e ano de escolaridade. No que diz respeito à avaliação das assessorias ela é feita, segundo os docentes envolvidos, valorizando a dimensão do trabalho em equipa dos docentes que a mesma envolve. Contudo, não é feita referência à avaliação das assessorias pelos alunos. Em relação à entrevista realizada à Coordenadora do Departamento Curricular de Ciências Exactas, esta refere que a articulação é realizada dentro do Departamento e que para tal são constituídos pequenos grupos, que nas suas planificações tentam fazer a articulação entre as disciplinas. A articulação interdepartamental é feita mais pelos Coordenadores de Departamento que tentam articular conteúdos, partindo de actividades ou a nível de Conselho de Turma, onde estão presentes professores de todos os Departamentos. Relativamente à entrevista com o Coordenador do primeiro ciclo do ensino básico do Agrupamento, podemos aferir que um significativo número de docentes do primeiro ciclo está a trabalhar com duas turmas e com anos de escolaridade diferentes, o que dificulta o bom aproveitamento por parte dos alunos na turma e de todo o trabalho efectuado em termos de sala de aula. Foi, também, referido o facto se sentir a falta de momentos de partilha devido aos horários, pois os professores reúnem menos vezes e, por isso, dificulta a possibilidade de pôr em comum algumas situações. Por fim, referiu que, em alguns estabelecimentos de ensino, se trabalha em Relatório de Auto-Avaliação Página 40 articulação curricular juntamente com jardins-de-infância, apesar de alguma distância física, conseguem reunir para que em comum possam desenvolver todo o trabalho. 2.2.1.3. Perspectiva dos Encarregados de Educação Em relação à recolha de informação que deriva do tratamento dos inquéritos realizados aos encarregados de educação, pode-se dizer que, no que diz respeito ao processo de ensino aprendizagem, verifica-se que os encarregados de educação não têm percepção do trabalho a nível pedagógico dentro da sala de aula para poderem apoiar os seus educandos no estudo. Salientam-se como aspectos positivos, apresentados pelos encarregados de educação, a transmissão de informação periódica sobre os progressos e dificuldades dos alunos aos respectivos encarregados de educação, ao apoio que lhes é dado pelos professores, à ajuda nas suas dificuldades por parte dos docentes e ao facto de gostarem da maneira como os professores ensinam os alunos. Os encarregados de educação são ainda da opinião que nas planificações de actividades são tidas em conta as características dos alunos e que os critérios e instrumentos de avaliação estão adequados. Pensam, também, que os professores desenvolvem nos alunos hábitos de estudo e trabalho autónomo e que o tempo de aprendizagem em sala de aula é bem aproveitado. Os encarregados de educação consideram que o apoio educativo contribui para melhorar o processo de aprendizagem dos alunos e que os professores ajudam os alunos nas suas dificuldades. Relativamente à entrevista com a presidente da União de Associações de Pais e Encarregados de Educação do nosso Agrupamento ressalta à evidência algumas dificuldades e constrangimentos por parte dos mesmos. Assim, a maioria dos encarregados de educação não sabem como ajudar nem apoiar os seus educandos. Segundo a referida representante dos encarregados de educação, seria importante no início de cada período haver uma aula para os encarregados de educação, em que o professor titular ou director de turma consoante os ciclos de ensino diria qual os conteúdos que iria leccionar e explicaria aos mesmos como apoiar os seus educandos. 2.2.2. Apoio às Dificuldades de Aprendizagem As estratégias implementadas ao nível da sala de aula são diversas. O Agrupamento dispõe de cinco docentes, duas docentes para o primeiro ciclo e três para o segundo e terceiro ciclo, que Relatório de Auto-Avaliação Página 41 exercem funções de assessoria nos grupos de docência que se identificaram como sendo de intervenção prioritária, nomeadamente a Língua Portuguesa e a Matemática, no primeiro ciclo e a Língua Portuguesa, o Inglês e a Matemática, no segundo e terceiro ciclo. Estas assessorias pedagógicas, disponibilizadas em todos os ciclos, permitem a partilha de estratégias e práticas diferenciadas em sala de aula. Verifica-se uma preocupação constante com a articulação das actividades constantes no Projecto Curricular de Turma, assim como a articulação curricular entre todas as disciplinas. Existe um cuidado em adequar o ritmo de abordagem dos conteúdos ao ritmo de aprendizagem dos alunos, sendo realizada uma avaliação e reflexão contínua acerca do aproveitamento global e individual da turma que carece de uma análise acerca da prática docente. No que diz respeito a outras estratégias que visam a melhoria das aprendizagens dos alunos podemos referir a utilização do trabalho cooperativo entre os alunos; a prioridade aos conhecimentos estruturantes; o desenvolvimento da autonomia do aluno; a definição de metas mais curtas. Também se pode referir um apoio mais individualizado em contexto de sala de aula, o aumento do número de actividades formativas e da auto-estima e confiança do aluno. Outra estratégia adoptada é a adequação dos conteúdos a serem trabalhados na área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado às características e necessidades dos alunos sendo ainda definidas actividades específicas de acordo com as características da turma. A área curricular não disciplinar de Formação Cívica aborda temáticas consideradas prioritárias pelos Conselhos de Turma. Estes são responsáveis pela elaboração de planos de recuperação e acompanhamento nos quais são definidas as estratégias a serem implementadas. É, ainda, possível o encaminhamento de certos alunos para apoio pedagógico acrescido sobretudo às disciplinas de Língua Portuguesa, Inglês e Matemática. Os docentes trabalham em articulação com a biblioteca utilizando esta como uma fonte de recursos didácticos e um local para dar visibilidade aos trabalhos efectuados ao nível de sala de aula. 2.3. Processos ao Nível da Escola 2.3.1. Escola como um Local de Aprendizagem Identifica-se, na opinião do Director do Agrupamento, a continuidade de alguns problemas, como o sucesso educativo dos alunos que, apesar de ter melhorado, ainda não satisfaz na totalidade. Da parte dos alunos há claramente questões que dificultam um maior sucesso, como sendo a falta de Relatório de Auto-Avaliação Página 42 hábitos de estudo e de organização do trabalho, aspectos estes que, embora exteriores à Escola, inferem como factores de sucesso/insucesso, o que constitui um problema educativo e cultural, cuja resolução carece de tempo. Estes problemas têm que ser encarados por toda a Comunidade Educativa com outros olhos e responsabilidade. O Projecto Educativo - TEIP reforça a existência de uma desmotivação face à aprendizagem e à escola, baixo nível socioeconómico e abandono precoce da mesma. Nesta linha, o Projecto Educativo, avança com a proposta onde refere a criação de uma sala para alunos com Necessidades Educativas Especiais, Clubes, PNL e PM, Projecto Saúde, entre outros. Neste âmbito, o Agrupamento, adere a várias iniciativas, investindo em projectos nacionais e actividades promotoras de competências e de diversificação das experiências de aprendizagem dentro e fora do contexto escolar, como se pode ler no relatório da avaliação externa das escolas. A necessidade, no caso de um apoio específico aos alunos NEE, é corroborada pelos números onde se contabilizam 59 alunos apoiados pela Educação Especial e 68 beneficiam de Apoio Educativo. Também na persecução dos objectivos de sucesso nas aprendizagens, o Projecto Educativo TEIP, refere-se ao contributo que pode advir da área não disciplinas de Estudo Acompanhado, no 2.º e 3.º Ciclo. Este refere que o seu funcionamento deverá ter uma perspectiva interdisciplinar, que nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, com planos específicos nacionais para o sucesso, deva existir um programa de intervenção objectivo, sendo ainda que deverá usufruir de recursos logísticos e humanos, como monodocência coadjuvada. Dentro das competências do Estudo Acompanhado, estão os aspectos referidos pelo Director, na sua entrevista, como o desenvolvimento dos hábitos e métodos de estudo. O Projecto Educativo diagnostica a necessidade da constituição de uma equipa de trabalho com funções de construir uma articulação curricular, desde o pré-escolar ao 9.º ano. Para a concretização do mesmo, no ano lectivo 2009/2010, é criado o Grupo de Intervenção e Articulação Curricular Integrada (GIACI), com os pressupostos de promover a cooperação entre os docentes na execução das tarefas de articulação curricular, de elaborar propostas de diversificação curricular, em função das necessidades dos alunos, e acompanhar a articulação entre as várias acções e as actividades de cada Departamento, melhorando as competências dos professores ao nível da articulação curricular, organizando seminários/conferências sobre o tema. Constata-se, da acta do Departamento em análise, que é reconhecida importância à articulação das actividades, em torno do Projecto Educativo. Contudo, não é claro que esta preocupação passa à prática efectiva de articulação e integração, já que faltam referências a actividades e acções Relatório de Auto-Avaliação Página 43 concretas. Isto é reforçado na existência de uma preocupação com a articulação curricular, mesmo para o ano seguinte, sem, todavia, evidenciar as medidas concretas a tomar. Algumas das actividades, a que é feita referência, reconhecem a articulação inter-ciclos. Na vertente prática da acção docente, com base na acta de Departamento de Línguas, há a análise das planificações e da articulação curricular das várias áreas e entre os conteúdos a leccionar, bem como a disponibilização desses documentos para consulta. Também as actividades de Departamento são elaboradas, tendo por referência o Projecto Educativo - TEIP e a articulação com os Projectos Curriculares de Turma, há uma preocupação com a interligação entre os diversos documentos e acções planificadas e desenvolvidas. Na orientação para o sucesso escolar, o Plano Nacional de Leitura, a que a escola adere, pressupõe a leitura orientada de obras, o trabalho de concentração e incentivo à leitura, operacionalização de vários tipos de leitura, o que conflui na criação ou desenvolvimento de hábitos de leitura. O mesmo sentido se aplica ao Plano da Matemática. Como para solucionar é necessário o conhecimento ou o diagnóstico, o Projecto Educativo identifica como constrangimento de operacionalização a inexistência de um Gabinete Psicológico, para despiste, acompanhamento, orientação e intervenção. Neste sentido, no âmbito do Projecto Educativo - TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária) - “Viver em Família na Escola”, foi criado no Agrupamento Vertical de Escolas de Pedome, o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, que engloba três serviços, sendo eles: o Serviço de Psicologia e Orientação (SPO), o serviço de Apoio à Família e o serviço de Tutoria. Presta, ainda, apoio ao pessoal Docente e Não docente, bem como à restante comunidade escolar e educativa, com objectivo de desenvolver um trabalho concertado entre todos os agentes educativos, para que este se possa traduzir no sucesso educativo do aluno. Afinal, e como refere Canário (2001), o aluno é a comunidade dentro da escola. Para a dinamização das actividades deste Gabinete foram colocadas duas técnicas – Psicóloga Dra. Julieta Araújo e Educóloga Dra. Elisa Carvalho – ambas cumprindo uma carga horária de 35 horas semanais. (Relatório Final das Actividades do Gabinete de apoio ao Aluno e à Família do ano lectivo 2009/2010). Atendendo à especificidade do contexto em que se insere da Escola, aponta-se como estratégia de combate ao insucesso e abandono escolar, uma diferenciação pedagógica, onde a criação de turmas de Percursos Escolares Alternativos, no 2.º ciclo, e a criação de Cursos de Educação e Formação, como é exemplo o de Hotelaria e Jardinagem de Espaços Verdes, vão ao encontro ao perfil demonstrado por parte dos discentes. O relatório de avaliação externa confirma esta preocupação. “É ainda de realçar o alargamento da oferta educativa, através do curso de Relatório de Auto-Avaliação Página 44 educação e formação de jovens, indo ao encontro das necessidades dos alunos, das famílias e da comunidade local e com um impacto na redução do abandono escolar. A abertura do Curso de Educação e Formação de Jardinagem teve impacto positivo na redução do abandono escolar e na continuidade de estudos.” (Relatório da Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010) Na opinião dos alunos, através de entrevista, a desmotivação face às aprendizagens deve-se a diversos factores, entre os quais a falta de diversificação dos métodos de ensino e a tipologia de exercícios/tarefas desenvolvidos, diminuição da carga horária (esta, por vezes, é agravada com horas de “castigo” ou de reforço impostas pelos docentes), adopção de outras estratégias para validar a necessidade de se estudar e não retirar os discentes das actividades extraescolares/clubes/visitas de estudo que, por coincidência, são apresentadas, no Projecto Educativo TEIP, como estratégia de motivação e solução para o problema do insucesso. Os momentos formais de avaliação, com datas muito próximas, dificultam as estratégias de estudo, pois estas mesmas datas são, muitas das vezes, comuns a todas as disciplinas. Do relatório preliminar surgem, em resultado de inquérito, e como razões para o menor sucesso a desmotivação dos alunos para a aprendizagem (37%), demasiada exigência dos professores na atribuição das notas (35%), envolvimento dos pais nas actividades da escola (34%), falta de pessoal não docente (35%). Outra estratégia de solucionar esta desmotivação e insucesso, referida em acta de Departamento, articulando com o GAAF, é o encaminhamento de determinados alunos, em função do diagnóstico do seu perfil de dificuldade/necessidade, os alunos são encaminhados para Tutoria. Neste contexto existe, desde logo, a disponibilização de docentes para a função de tutores, apesar de o número ser reduzido, e ser apenas suportado por professores afectos ao quadro do Agrupamento, já que os docentes contratados não podem assumir esse compromisso face à sua condição contratual. Na estratégia de Tutoria, o Conselho de Turma, participa na elaboração do Plano Individual de Acção Tutorial (Tutoria), com base no conhecimento mais próximo do aluno. Na acta de Departamento, com vista ao sucesso educativo, é valorizada a tutoria como apoio de grande valor, como são também valorizadas as actividades extra-curriculares em que os alunos participam, implementando-se estratégias de remediação, que se prendem com o reforço das mesmas. Na entrevista aos alunos é referido que muitas das actividades não são devidamente divulgadas e, em simultâneo, as actividades, como os clubes, não são compatíveis com o horário de Relatório de Auto-Avaliação Página 45 todos os alunos, e finalizam afirmando que não há uma consulta, dos mesmos, no processo de selecção e execução das actividades. Na acta de Departamento é valorizado o apoio aos alunos em Tutoria. Contudo, é referenciada a dificuldade na manutenção dos professores tutores, pois apenas quatro são do quadro de agrupamento. Refere-se ainda que os professores reconhecem e elogiam sempre o trabalho dos alunos, procuram Sempre soluções (50%), estimulam Sempre a participação dos alunos (50%), esclarecem Sempre dúvidas dos alunos (57%) e ouvem Sempre as suas sugestões (56%), comentam Sempre os seus progressos e dificuldades, assim como integram Sempre os seus saberes no trabalho realizado na sala de aula. (Relatório Preliminar de Auto-Avaliação) Surge, igualmente, como recurso ao serviço do sucesso a Biblioteca, enquanto centro de recursos educativos, sendo visível a articulação que com ela é realizada neste sentido. É também um local onde podem ser expostos os trabalhos dos alunos. Existe a preocupação com a avaliação do funcionamento da mesma, a qual é realizada, assim como um reforço das actividades e das parcerias com outras escolas, com vista ao seu enriquecimento. Como já fora exposto, constata-se uma preocupação, presente em todo o Projecto Educativo - TEIP, com a adesão a projectos, actividades, inclusive na Biblioteca, e várias experiências de aprendizagem, como as várias actividades extra-curriculares. Essa preocupação é transversal ao Departamento de Línguas, contudo não se especifica objectivos a alcançar com as mesmas ou pormenores de cada actividade, apenas se constata a sua existência. A avaliação, entre os grupos de docência, especificamente a auto-avaliação dos grupos, é referida nas actas de Departamento. Sendo este facto importante para a reflexão sobre as aprendizagens. Os resultados dessa reflexão são, contudo, pouco aclarados. Outros factores há que, do ponto de vista metodológico, podem inferir no processo de aprendizagem. O Projecto Educativo - TEIP sublinha a importância dos equipamentos tecnológicos, como auxiliares preciosos para alcançar o sucesso. Faz-se, no entanto referência, no mesmo enquadramento, à necessidade de renovar mobiliário escolar, aumentar o número de equipamentos informáticos e remodelar espaços interiores das escolas básicas do 1.º ciclo. “Nestes níveis de educação/ensino, releva a falta de espaços específicos e a carência de equipamentos informáticos nas salas de actividades/aulas. Algumas escolas do 1.º ciclo não possuem salas de aula em número suficiente, o que determina a existência de algumas turmas a funcionar em horário duplo (…). Esta diversidade de condições dos espaços e a sua dispersão geográfica (…) poderão condicionar a equidade no acesso aos recursos Relatório de Auto-Avaliação Página 46 pedagógicos e à partilha de experiências escolares.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010) 2.3.2. Escola como um Local Social De acordo com o diagnóstico que consta no Projecto Educativo - TEIP, os alunos que integram este Agrupamento de escolas, têm origem numa comunidade bastante problemática, com aspectos condicionantes, sociais, económicos e de formação cultural e académica, que acabam por se reflectir na própria escola, influenciando de forma menos positiva o sucesso dos alunos. Mas também, a existência de poucos recursos e infra-estruturas e serviços de apoio às famílias relativamente à ocupação de tempos livres. É neste sentido que a escola revela preocupação com o desenvolvimento de actividades, as quais devem responder a este diagnóstico e criar um clima social favorável do desenvolvimento dos alunos. Isto é visível através das actividades desenvolvidas pelas Bibliotecas Escolares, as quais prestam apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular, assim como pela contratação de animadoras socioeducativas no intuito de prestarem um serviço de animação de pátio (Projecto Educativo TEIP). No que diz respeito ao “desinteresse, indisciplina, agressividade, desintegração, falta de expectativas de realização pessoal, social e profissional” dos alunos, tal como é diagnosticado no Projecto Educativo - TEIP, pode evidenciar-se uma melhoria a este nível, pois os alunos manifestaram, através dos questionários, a preocupação da direcção com o bem-estar dos alunos (56%) e com a manutenção da disciplina na escola (56%), o apoio prestado ao desenvolvimento de actividades vai ao encontro dos interesses e necessidades dos alunos (47%), assim como o incentivo à participação dos mesmos na vida escolar (40%) é sempre realizado. Também a criação do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, que engloba três serviços, sendo eles: o Serviço de Psicologia e Orientação (SPO), o serviço de Apoio à Família e o serviço de Tutoria, assume um importante papel na prevenção do absentismo, abandono, indisciplina e insucesso, ou seja, no acompanhamento, orientação e intervenção com os alunos e respectivas famílias. “Presta, ainda, apoio ao pessoal docente e não docente, bem como à restante comunidade escolar e educativa, com objectivo de desenvolver um trabalho concertado entre todos os agentes educativos, para que este se possa traduzir no sucesso educativo do aluno. Afinal, e como refere Canário (2001), o aluno é a comunidade dentro da escola. Para a dinamização das actividades deste Gabinete foram colocadas duas técnicas – Psicóloga Dra. Julieta Araújo e Educóloga Dra. Elisa Carvalho – ambas cumprindo Relatório de Auto-Avaliação Página 47 uma carga horária de 35 horas semanais” (Relatório Final das Actividades do Gabinete de apoio ao Aluno e à Família do ano lectivo 2009/2010). Também nos questionários aplicados aos pais, se destaca o facto de 55% das respostas apontarem para o facto de o órgão de direcção incentivar a participação dos alunos na vida da escola, 52% referem que existe uma preocupação com o bem-estar dos alunos, 53% mencionam que se preocupa em manter a disciplina na escola e por mostrar disponibilidade para ouvir os pais e os alunos quando estes o solicitam. É possível verificar que os Pais/Encarregados de Educação também se revelam muito satisfeitos com as regras de disciplina da escola, com o facto de se incutir o respeito pela preservação do ambiente (53%) e com o facto de os alunos serem reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho (55%). A perspectiva dos alunos vem reforçar esta questão, pois consideram que as situações de indisciplina são pouco evidentes: “Ah… quanto à opinião sobre a indisciplina na nossa escola, não é muito visível mas há ainda alguma”. Contudo, mencionam que não há consequências quando ocorrem situações de indisciplina: “O que fazer para melhorar? Tomar medidas mais drásticas e principalmente tomá-las, porque muitas vezes não é o que acontece e deixam passar situações em branco”. Também na resposta aos questionários, destacam a preocupação com o bem-estar dos alunos (56%) e com a manutenção da disciplina na escola (56%). No que concerne às actividades extra-curriculares destinadas aos alunos, é visível uma preocupação com a sua manutenção e a valorização das mesmas para o percurso educativo dos alunos. Todavia, se por um lado isto é evidente nas actas de Concelho de Turma: “A Directora de Turma informou o Conselho de Turma que os alunos:…, número…;…, número…;…, número…;…, número…;…, número…;…, número…;…, número …e…, número…, frequentam a Academia de Teatro da Escola, à segunda-feira, das dezasseis e quarenta e cinco às dezoito horas e dez minutos” e de Departamento: “Foi aprovado, por iniciativa dos professores --- e ---, um projecto para a implementação de uma rádio na escola, já a partir do segundo período”; por outro, não se mencionam quais os objectivos que se pretende alcançar com as mesmas. Ainda referente a estas actividades, os alunos referem ainda o apoio ao desenvolvimento de actividades que vão de encontro aos interesses e necessidades dos alunos (47%), assim como o incentivo à participação dos alunos na vida da escola (40%) é sempre realizado. Contudo, na entrevista, os mesmos referem que muitas das actividades realizadas não são divulgadas e que algumas delas, assim como os clubes não são compatíveis com o horário de todos os alunos. Mais ainda, referem que não são consultados no processo de selecção e de execução das actividades: “muitas vezes nem são informadas aos Relatório de Auto-Avaliação Página 48 alunos que estão a acontecer nem acontecem num horário em que os alunos podem participar, mesmo que queiram. Ah… Os alunos não são consultados na… para a elaboração das actividades e, quando tentam fazê-lo, a sua opinião não é ouvida”. Por sua vez, o Relatório de Escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010 refere: “A dinamização de uma diversidade de clubes, exposições, concursos, o jornal Pé d’Home e a rádio escolar constituem, também, uma forte valorização dos saberes e dos pequenos e grandes sucessos alcançados pelos alunos, procurando, de forma intencional, elevar a sua auto-estima e motivar para o sucesso escolar.” Também o Relatório de Monitorização do Projecto Educativo - TEIP, refere esta importância: os “recursos humanos disponibilizados pelo Projecto Educativo - TEIP visam com a sua acção, fomentar a motivação e o sucesso educativo dos alunos”. Reforçando o trabalho realizado neste âmbito, o Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010 menciona “o alargamento da oferta educativa, através do curso de educação e formação de jovens, indo ao encontro das necessidades dos alunos, das famílias e da comunidade local e com um impacto na redução do abandono escolar. A abertura do Curso de Educação e Formação de Jardinagem teve impacto positivo na redução do abandono escolar e na continuidade de estudos”. Contudo, e apesar destes aspectos que revelam o investimento em actividades que proporcionem a motivação dos alunos e o sue sucesso escolar, os alunos alertam para o facto de a alguns alunos com baixo rendimento escolar lhes ser retiradas estas actividades: “Alguns alunos com maus resultados no fim do primeiro período foram-lhes retiradas algumas actividades extra-curriculares, como o desporto escolar e clubes. Esses alunos começaram a sentirse desmotivados porque eram… essas actividades onde andavam eram coisas que eles gostavam dentro da escola e que se divertiam. Ao tirarem-lhes isso perderam parte da… das coisas que os mantinham interessados”. Relativamente à relação pedagógica existente no Agrupamento, deve salientar-se: o facto de os alunos referirem, em resposta aos questionários, o Nunca como opção perante afirmações que se prendem com o facto de os professores estarem pouco disponíveis para ouvir os problemas pessoais dos alunos (48%); e o facto de considerarem que o professor mostra Sempre disponibilidade para auxiliar o aluno na resolução de problemas e na tomada de decisões e para ouvir os problemas pessoais dos alunos (51%). Relatório de Auto-Avaliação Página 49 2.3.3. Escola como um Local Profissional Liderança / Direcção Neste tópico pretende-se apreciar as mais diversas opiniões da nossa Comunidade Educativa incidindo essencialmente nos aspectos de organização e gestão do Agrupamento, onde o mesmo evidencia uma dinâmica própria, com metas, estratégias e prioridades definidas no Projecto Educativo do Território Educativo de Intervenção Prioritária, Viver em Família na Escola. (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010). “Os responsáveis do Agrupamento e das diferentes estruturas conhecem bem as suas áreas de intervenção e, juntamente com a comunidade escolar, encontram-se motivados e empenhados no desenvolvimento da acção educativa, assumindo um papel activo na prossecução das metas definidas no Projecto Educativo.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010) Do mesmo modo a opinião dos docentes, segundo o Gráfico 15 (Anexo F), considerando a opinião muitas vezes podemos concluir que 39% deste público-alvo considera que a Direcção gere eficazmente os recursos humanos, 45% que delega funções noutros actores educativos e integra diferentes contributos nas tomadas de decisão, 48% que envolve os outros em projectos e 43% que estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos. No mesmo contexto, constata-se que 61% dos docentes considera que a Direcção mostra s e m p r e disponibilidade para ouvir os professores, 41% que agenda reuniões para discussão e análise das questões da vida da escola com frequência adequada aos vários tipos de questões, 50% que possui um projecto pedagógico e uma visão estratégica para a escola, 43% que distribui tarefas e responsabilidades e 51% que fomenta a participação dos Encarregados de Educação na vida da escola. No Gráfico 26 (Anexo G) os assistentes operacionais e técnicos referem-se à liderança da direcção, opinando que esta desenvolve sempre estratégias de aproximação à comunidade educativa (35%), que divulga muitas vezes a informação atempadamente e de forma eficaz (37%), que apenas algumas vezes tem em conta as capacidades profissionais na distribuição do serviço (50%), que se sentem sempre motivados a participar em reuniões de discussão sobre melhorias do Agrupamento (35%) e que muitas vezes a direcção se interessa na resolução conjunta dos problemas que surgem (31%). “A direcção, as lideranças intermédias, os docentes e o pessoal não docente conhecem as suas áreas de actuação e encontram-se motivados e empenhados na Relatório de Auto-Avaliação Página 50 execução das suas competências e no exercício da acção educativa. Estes aspectos são reconhecidos pelos alunos e pais/encarregados de educação. A direcção desempenha um papel preponderante na articulação entre os órgãos, respeitando-se o princípio da subsidiariedade, as competências e as funções de cada um.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010). No entanto é referido já no relatório preliminar e nas entrevistas as dificuldades sentidas pela direcção em relação ao número insuficiente de pessoal não docente no activo, existindo um número significativo de funcionários com baixa médica prolongada e ausência ao serviço por motivos de doença, uma dificuldade de gestão sentida em todo o agrupamento, segundo a entrevista ao Director. Os encarregados de educação, na voz da representante dos mesmos, relativamente à forma de trabalho e organização da escola, afirma que na maioria dos encarregados de educação não existe a percepção do mesmo, desconhecendo o projecto educativo e a orgânica de funcionamento, bem como a organização de escola. A necessidade de recursos para o acompanhamento de alunos com necessidades especiais de aprendizagem é dependente da disponibilização dos mesmos, decisão ou competência atribuída ao órgão de gestão da Escola, uma preocupação presente nas actas de Conselho de Turma analisadas. Recursos (Pessoal Docente e não Docente) Em quatro parâmetros os itens muitas vezes e sempre estão praticamente diluídos entre si, a saber: quando reconhece, estimula e valoriza o esforço e o trabalho dos professores, muitas vezes (39%) e sempre (37%), quando analisa e reflecte criticamente os resultados obtidos em articulação com os órgãos de gestão pedagógica da escola, muitas vezes (35%) e sempre (35%), quando desenvolve estratégias de aproximação à comunidade, muitas vezes (43%) e sempre (43%) e quando promove eventos susceptíveis de contribuírem para a criação de uma cultura de escola, muitas vezes (43%) e sempre (41%). Há uma preocupação, por parte da Direcção, em considerar todos os assistentes e colaboradores, docentes ou não docentes, na sua dimensão humana e profissional, procurando nelas, de todas as competências e capacidades, o melhor para a organização - escola. “As pessoas valem mais que simples funcionários e simples indivíduos, são pessoas…”. Nos docentes existe um levantamento das competências específicas de pós-graduação e de complementos de formação, para se perceber em que domínios pode ser solicitada a sua colaboração. (in entrevista ao Director). Do pessoal não docente está traçado o seu perfil, predominando as pessoas com défice de formação, onde existe também uma grande heterogeneidade, tanto em idade como em competências pessoais e profissionais. Isto merece Relatório de Auto-Avaliação Página 51 especial atenção e, por tal, encontra-se em organização um plano de formação específico, para que, atendendo às necessidades dos funcionário, se estabeleça um percurso individual de formação, que lhes permita melhorar e melhor inserir-se na organização - escola. Um plano individual de formação potencia uma colaboração mais real e adequada às necessidades da escola. (in entrevista ao Director). O desenvolvimento do Projecto Educativo - TEIP, segundo o Director, pela própria dinâmica, levou a um incremento da mudança de hábitos, atitude, metodologias de trabalho e formas de estar perante a organização - escola, salientando-se, pela positiva, a adesão entusiasta às equipas de trabalho, aos grupos e pares pedagógicos, dando uma visão diferente do que é o trabalho na escola, especialmente o trabalho em equipa educativa. Da parte dos docentes há consciência da necessidade de formação e das suas características, privilegiadamente face a novas práticas de inovação do ensino - aprendizagem. Também, da parte dos docentes, é clara a preocupação com a implementação de estratégias diversas na promoção do sucesso dos alunos, revelando disponibilidade em encontrar soluções adequadas, é referido nas actas de Departamento de Línguas. O Projecto Educativo - TEIP faz alusão a um corpo docente estável, maioritariamente do quadro. “O quadro do pessoal docente integra 146 docentes, dos quais 106 (72.6%) pertencem aos quadros e 40 (27.4%) são contratados.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010). A afectação dos docentes a determinados cargos ou funções é influenciado pelo quadro. É exemplo a valorização do apoio aos alunos em Tutoria, importante a nível social, contudo, é referenciada a dificuldade na manutenção dos professores tutores, pois apenas quatro, no Departamento, são do quadro de Agrupamento (in acta de Departamento de Línguas), o que suscita a necessidade de aclarar os factos face ao que, anteriormente, é referido no Relatório de Avaliação Externa e ao Projecto Educativo. Uma das dificuldades na gestão da Escola, referida no Projecto Educativo, é a falta de auxiliares. “O pessoal não docente é constituído por 56 elementos, dos quais sete são técnicos superiores (uma psicóloga, uma educóloga e cinco animadoras socioeducativas), um chefe dos serviços de administração escolar, cinco assistentes técnicos, 38 assistentes operacionais e cinco contratos de emprego e inserção do Instituto de Emprego e Formação profissional.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010) São visíveis os momentos de auto-avaliação dos grupos, nomeadamente do Departamento. (in acta de Departamento). Nestes, os motivos do insucesso são imputados aos alunos, sem se Relatório de Auto-Avaliação Página 52 questionar, também, as práticas pedagógicas. As estratégias delineadas centram-se, na maior parte, no aluno, embora também se discuta a adopção de metodologias diferentes em sala de aula. Um preocupação que surge de igual modo nas entrevistas aos alunos. As tarefas distribuídas são, em alguns exemplos, recusadas, colocando em causa a execução de determinados procedimentos. Disso são exemplo tarefas distribuídas em reuniões, com a recusa de elaboração de actas e/ou a não realização atempada de procedimentos. (in Acta de Conselho de Turma) A distribuição de funções pelo pessoal docente, especificamente de mais que uma turma no primeiro ciclo, em anos de escolaridade diferentes é, segundo entrevista ao coordenador do primeiro ciclo, dificulta o apoio às aprendizagens dos discentes. No mesmo sentido se encontra a leccionação de vários níveis de ensino em simultâneo, ao que se junta o desempenho de vários cargos, por parte de alguns dos docentes, factos que dificultam uma dedicação mais aprofundada ao acompanhamento das aprendizagens dos alunos e, consequentemente, ao sucesso. A construção dos horários dos vários profissionais, em muito díspares, é apontada como constrangimento a uma maior partilha e articulação de estratégias comuns. (in entrevista ao Coordenador de 1º ciclo) O desempenho da prática docente, com base na acta de Departamento de Línguas, tem por prática a análise das planificações e da articulação curricular das várias áreas, bem como a disponibilização desses documentos para consulta. Também as actividades de Departamento são elaboradas, tendo por referência o projecto TEIP e a articulação com os Projectos Curriculares de Turma, há uma preocupação com a interligação entre os diversos documentos e acções planificadas e desenvolvidas. (in Acta de Departamento). É feita referência valorativa do trabalho do pessoal não docente, destacando a da sua disponibilidade e colaboração. (in acta de Departamento) Constata-se a existência de momentos de auto-avaliação dos grupos que desenvolvem Tutoria) contudo, é referenciada a dificuldade na manutenção dos professores tutores, pois apenas quatro são do quadro de agrupamento, refere a acta de Departamento de Línguas. Os aspectos que, os alunos referem como mais constante, uma vez que assinalam que acontece Sempre, são o apoio do Director de Turma/Professor Titular (54%) e o acompanhamento dos pais na educação escolar (40%). (in Relatório Preliminar). Segundo o Gráfico 8 (Anexo E), par a os alunos, as relações entre professores e alunos são Sempre boas (54%). Contudo, no que concerne às relações entre os alunos, as respostas oscilam entre a categoria Muitas Vezes (36%) e Sempre (35%). Referem ainda que na escola Relatório de Auto-Avaliação Página 53 trabalha-se Sempre em equipa e há espírito de entreajuda (41%). Por último, referem que são Sempre ouvidos sobre a atribuição de tarefas que lhes compete desempenhar (40%). Em relação à análise e reflexão sobre práticas educativas, 41% dos professores inquiridos referem que isso acontece muitas vezes, deixando ainda o registo que há falta de cooperação entre professores, consideração de 43%. (in Relatório Preliminar). Neste domínio, e relativamente ao Gráfico 34 (Anexo H), aquilo em que os pais/encarregados de educação se mostram mais satisfeitos é o facto de terem conhecimento dos horários de atendimento aos pais/encarregados de educação (84%). Seguidamente, refere-se como bastante positivo serem tratados correctamente na escola e de saberem a quem se dirigir, consoante o assunto que pretendem tratar (73%). Outras Estruturas Do funcionamento do Conselho Pedagógico, Gráfico 13 (Anexo F), os parâmetros em que sobressai esta avaliação referem-se à definição das linhas gerais de política educativa da escola (47%), à tomada de decisões de carácter pedagógico em articulação com o Coordenador de Departamento e os Professores (45%). Na análise do Gráfico 24 (Anexo G) verifica-se, relativamente ao funcionamento do Conselho Pedagógico, que os assistentes operacionais e técnicos na sua grande maioria não sabem como ele funciona, destacando-se aqui os aspectos relacionados com as prioridades da escola (43%), o que denota uma falta de comunicação entre o representante dos assistentes operacionais e técnicos com assento no Conselho Pedagógico e estes. Relativamente ao Gráfico 25 (Anexo G) elucidativo do funcionamento do Conselho Geral continua a verificar-se que, na sua grande maioria, o pessoal não docente desconhece o seu funcionamento, destacando-se sobretudo os aspectos relacionados com o acompanhamento. Tal como no órgão anterior, verifica-se novamente uma falta de comunicação entre o representante dos assistentes operacionais e técnicos, e estes. Infra-estruturas/Serviços A constatação realizada no Projecto Educativo - TEIP refere que “quase todas as escolas têm equipamentos tecnológicos” e que, ao mesmo tempo, “é necessário renovar o mobiliário escolar, Relatório de Auto-Avaliação Página 54 aumentar o equipamento tecnológico e remodelar os espaços interiores das EB1”. “Nestes níveis de educação/ensino, releva a falta de espaços específicos e a carência de equipamentos informáticos nas salas de actividades/aulas. Algumas escolas do 1.º ciclo não possuem salas de aula em número suficiente, o que determina a existência de algumas turmas a funcionar em horário duplo e condiciona a oferta da escola a tempo inteiro para todos os alunos. Esta diversidade de condições dos espaços e a sua dispersão geográfica (…) por onze freguesias, articuladas com a falta de transportes públicos, poderão condicionar a equidade no acesso aos recursos pedagógicos e à partilha de experiências escolares.” (Relatório de Avaliação Externa das escolas de 08 a10 de Novembro de 2010) O Gráfico 21 (Anexo F), referente aos serviços escolares permite-nos concluir que no que diz respeito ao atendimento e funcionamento da cantina, 45% dos docentes não sabem, o que nos faz aferir que os docentes não a utilizam. Em relação aos restantes parâmetros o item mais assinalado é o sempre, com 43% a recair sobre o atendimento e funcionamento dos serviços de administração escolar, 41% no atendimento e funcionamento da papelaria e reprografia, 31% no atendimento e funcionamento do bufete, 49% no atendimento e funcionamento da portaria e 38% no atendimento e funcionamento da biblioteca escolar. Perante estes dados concluímos que os serviços realizados satisfazem a generalidade dos docentes. Relativamente à identificação dos assistentes técnicos e operacionais, à existência adequada de instalações da secretaria para atendimento ao público, ao sistema de controlo de entradas saídas, à privacidade no atendimento às famílias e à resposta atempada às questões colocadas os inquiridos revelam-se, também, como satisfeitos. Estes revelam, ainda, ter sempre conhecimento das actividades realizadas na escola, incluindo as actividades de complemento curricular, e dos serviços de apoio disponíveis. 2.4. Meio Falar em sucesso educativo implica olhar o processo educativo segundo uma abordagem sistémica, em que o aluno, a escola, a família e a comunidade devem ser vistos como sistemas abertos e em interacção. O seu sucesso, de todos e de cada um, depende, assim, da comunicação e diálogo que se estabelecem entre si, de forma a estabelecer uma rede de relações baseadas na cooperação, na co-responsabilidade, no trabalho conjunto, reflectido e participado. Relatório de Auto-Avaliação Página 55 2.4.1. A Escola e Família Para tal, e como é possível evidenciar a partir da análise crítica realizada, existe uma preocupação em conhecer o meio onde o agrupamento de escolas se integra, de forma a melhor responder e integrar as suas especificidades. O Projecto Educativo - TEIP do Agrupamento revela o diagnóstico das mesmas, quer ao nível das famílias dos alunos em particular, quer ao nível do meio em geral. Ao nível das famílias, salientam-se: os “problemas socioeconómicos das famílias” e “a baixa escolaridade dos pais / encarregados de educação”. O próprio Relatório de Escola - Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010, evidencia estes factores: “Nos últimos anos tem vindo a aumentar o número de alunos subsidiados pela Acção Social Escolar, a que não será alheia a crise da região do Vale do Ave, sobretudo da indústria têxtil, construção civil e restauração, que tem arrastado as famílias para o desemprego, muitas vezes de longa duração”; “Conhecem-se as profissões de 61,2% dos pais e encarregados de educação e, destes 59,9% são Operários, artífices e trabalhadores da indústria, 13,4% trabalham nos Serviços e comércio, 11,8% são Quadros superiores, dirigentes ou têm profissões intelectuais, 8,9% são trabalhadores não qualificados, 5,6% são técnicos e profissionais de nível intermédio e 0,4% desenvolvem trabalho qualificado na Agricultura”. Refere-se, ainda, que o Projecto Educativo - TEIP menciona a “desvinculação das famílias em relação à escola”, associada ao “baixo nível cultural do contexto geográfico envolvente”, mas também é reforçada pelo Relatório de Escola - Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010, no qual se pode ler: “No que respeita às habilitações académicas, conhecem-se as de 82,2% dos pais e encarregados de educação e, destas, 39,2% são do 2.ºciclo, 20,9% do 1.º ciclo, 19,1% do 3.º ciclo, 13,1% do ensino secundário, 7,1% têm formação de nível superior e 0,6% não tem qualquer habilitação”. Tal como refere o Director do Agrupamento, em entrevista, um “aspecto importante é a integração escolar dos alunos, uma vez que têm origem numa comunidade bastante problemática, com aspectos condicionantes, sociais, económicos e de formação das pessoas, que acabam por se reflectir na própria escola, influenciando de forma menos positiva o sucesso dos alunos. Questões a que o Projecto Educativo - TEIP tenta dar respostas e soluções, tendo já conseguido algumas vitórias”. Este trabalho assume ainda maior importância quando os próprios encarregados de educação, em entrevista, mencionam que na sua maioria estes não sabem como auxiliar, nem apoiar os seus Relatório de Auto-Avaliação Página 56 educandos – “é verdade que a maior parte dos pais não tem a noção de como ajudar o seu filho na escola, sabem que ele tem trabalhos de casa para fazer, portanto muitos deles limitam-se a perguntar “já fizeste o TPC” ou a verificar “se já fizeste o TPC”. O compromisso assumido no Projecto Educativo - TEIP, relativamente ao incentivo da “participação dos pais/encarregados de educação como parceiros educativos”, através de uma “assídua consulta e auscultação junto das Associações de Pais e Encarregados de Educação”, no sentido de responder ao diagnóstico acima referido, apresenta-se como uma realidade. Afinal, e como refere o Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010, “a preocupação de reforçar a participação dos pais na vida da escola e de aprofundar o seu envolvimento no acompanhamento do percurso escolar dos alunos é uma prioridade assumida nos documentos de planeamento e nas acções levadas a efeito pelo Agrupamento. A presença dos pais nas reuniões periódicas é monitorizada e permite verificar um progressivo aumento do nível de participação. É percepcionado como bom o nível de participação dos pais nas estruturas e nos órgãos em que têm assento, razoável nas reuniões e a precisar de reforço o acompanhamento da vida escolar dos alunos. (…) A existência de várias associações de pais e da União de Associações tem constituído uma mais-valia para a resolução de problemas e para o reforço da motivação da comunidade escolar”. Destaca ainda como “iniciativa bem sucedida”, o Programa de Educação Parental levado a cabo. Este Programa “foi divulgado junto dos pais e encarregados de educação dos alunos a frequentarem o 4.º, 5.º e 6.º ano. É um programa constituído por 12 sessões de duas horas cada uma. Contudo e apesar da divulgação junto de todos os encarregados de educação dos 2.º e 3.º ciclos, apenas se inscreveu 1 encarregado de educação, motivo pelo qual não foi dada continuidade ao processo em Janeiro, tal como previsto” (Relatório de Monitorização TEIP). Também do ponto de vista dos alunos, após aplicação de questionários, expresso a partir da percentagem de 54% os inquiridos que assinalam Muitas Vezes relativamente ao facto dos encarregados de educação serem estimulados a participar nas actividades da escola, é evidente esta preocupação. Quanto aos encarregados de educação, reforçam este incentivo à sua participação nas actividades da escola, pois 53% mencionam que se preocupa em mostrar disponibilidade para ouvir os pais e os alunos quando estes o solicitam. Segundo a opinião do pessoal não docente, 42% dos inquiridos considera que os encarregados de educação se encontram estimulados a participar nas actividades que decorrem na escola. Relatório de Auto-Avaliação Página 57 Na óptica do pessoal docente, embora o mesmo considere que os pais são estimulados a participar nas actividades da escola, as suas respostas no que diz respeito à definição de estratégias tendentes ao envolvimento dos encarregados de educação no acompanhamento dos seus educandos encontram-se diluídas pelos itens de avaliação: algumas vezes, muitas vezes e sempre, tendo-se obtido, respectivamente, 15%, 20% e 16% das respostas ao questionário. Contudo, e apesar de todos estes esforços evidenciados em incentivar a participação dos encarregados de educação, destaca-se o facto de grande parte dos pais/encarregados de educação (42%) mencionarem através dos questionários que apenas algumas vezes é que participam e tomam iniciativas nessas actividades. Tal vem reforçar a necessidade de “os esforços concentram-se na conquista de uma maior participação, envolvimento e colaboração dos pais dos alunos, como parceiros activos e colaborativos no seio da comunidade educativa”, segundo o Director do Agrupamento, em entrevista. Esta preocupação com o contexto familiar dos alunos evidencia-se, ainda, a partir da implementação da componente de Apoio à Família nos Jardins de Infância (oferta do serviço de refeição e prolongamento de horário com auxiliares), expressa no Projecto Educativo TEIP. Ainda, e como a mesma evidência através de uma acção que contempla a promoção e realização de um curso EFA (9º Ano) e de um EFA (Alfabetização), “aumentar o grau de escolaridade dos Encarregados de Educação através da frequência de cursos de educação de adultos é uma aposta”. Contudo, tal não aconteceu devido à “fraca adesão por parte dos encarregados de educação” (Relatório de Monitorização do Projecto Educativo TEIP de 2010). Referindo-nos, agora, ao contacto directo entre os pais/encarregados de educação com os docentes, é possível referir que a este é atribuída extrema importância. Segundo as actas dos Conselhos de Turma analisadas, é concretizada a comunicação com a família, a qual tem como intuito definir estratégias conjuntas que têm em vista o sucesso educativo dos alunos. Contudo, este contacto é sempre motivado pela negativa, ou seja, aquando a ocorrência de alguma situação ou factor que é considerado como entrave ao processo de ensino - aprendizagem: “a Directora de Turma informou o Conselho sobre os contactos estabelecidos com os encarregados de educação, nomeadamente com os encarregados de educação dos alunos: ---, número ---, devido ao elevado número de faltas ao Apoio Pedagógico Acrescido a Matemática; …, devido ao incumprimento dos trabalhos de casa, ficando decidido que se voltasse a ter uma falta de trabalho de casa, seria enviado, a pedido da mãe, para a biblioteca, a seguir ao almoço, às segundas e quartas-feiras, no sentido de efectuar os respectivos trabalhos; ---, número ---, devido Relatório de Auto-Avaliação Página 58 ao seu fraco desempenho escolar, falta de interesse por parte da mãe na vida escolar da sua educanda e falta de higiene pessoa”. Também nas actas de Departamento é possível verificar que os pais/encarregados de educação são chamados à escola para se envolverem na definição das estratégias a adoptar: “Os encarregados de educação foram também chamados à escola para em conjunto definirem estratégias de actuação”. Os pais/encarregados de educação vêm reforçar este envolvimento, uma vez que a categoria Sempre é a mais assinalada nos questionários aos quais responderam, relativamente à passagem de informação periódica sobre os progressos e dificuldades dos alunos aos respectivos pais/encarregados de educação (65%). Por outro lado, acrescente-se que os mesmos também referem, em entrevista, que a comunicação entre encarregados de educação e professores é muito formal e institucional: “avalio a comunicação entre encarregados de educação e os professores como um relacionamento ainda algo formal é tudo ainda muito institucional, ou seja, há um dia ou seja numa reunião trimestral, no Conselho de Turma por exemplo, no 1.º ciclo na reunião da entrega das notas aliás depois há aquele dia em que os pais mais interessados vão ter com o director de turma ou com o professor titular da turma, falar sobre as crianças portanto são coisas com horários marcados, datas bem definidas é muito formal ainda e muito distante o discurso”. Ainda relativamente à comunicação escola - família, é mencionado nas actas de Conselhos de Turma, o papel do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, o qual assume uma função de mediação desta mesma comunicação e relação de proximidade, como podemos evidenciar nos seguintes excertos: “Foi efectuada uma reunião com a Directora de Turma, a mãe da ---, a educóloga, a psicóloga e a Directora de Turma do quinto A, a professora ---, que tem na sua direcção de turma a irmã da ----, após sinalização da ----, para o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família e Serviços de Psicologia”; “A Directora de Turma já falou com a equipa multidisciplinar no sentido de averiguar esta situação”. Não é de ignorar, todavia, o facto de alguns pais/encarregados de educação manifestarem, através dos questionários, não ter conhecimento acerca da existência do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (34%) e do Serviço de Psicologia e de Orientação (32%). Em simultâneo, e por outro lado, essa mesma função de mediação e acompanhamento, quer dos alunos quer das famílias, é reconhecida no Relatório de Escola – Avaliação Externa das escolas Relatório de Auto-Avaliação Página 59 de 08 a 10 de Novembro de 2010, onde se refere: “os alunos com problemas emocionais, de comportamento ou provenientes de famílias que não garantem um adequado envolvimento parental são encaminhados para o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, que integra o Serviço de Psicologia e Orientação e o Programa Tutorial, procedendo à avaliação das problemáticas dos alunos sinalizados e ao seu acompanhamento sistemático. A Psicóloga assegura a orientação escolar e profissional que é proporcionada de modo sistemático, aos alunos do 9.º ano, em articulação com os directores de turma”. 2.4.2. Escola e Comunidade Relativamente ao item escola - comunidade, numa primeira abordagem importa referir, e de certa forma reforçar, que este Agrupamento de escolas, de acordo com seu diagnóstico referido no Projecto Educativo TEIP, está localizado numa zona caracterizada por ser uma “zona económica de risco marcada pelo crescente desemprego”. Segundo o Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2011, “nos últimos anos tem vindo a aumentar o número de alunos subsidiados pela Acção Social Escolar, a que não será alheia a crise da região do Vale do Ave, sobretudo da indústria têxtil, construção civil e restauração, que tem arrastado as famílias para o desemprego, muitas vezes de longa duração. Assim, em 2010/11, beneficiam de auxílios económicos, no âmbito da Acção Social Escolar, 54,9% dos alunos, e, destes, 52,6% são beneficiários do escalão A e 47,4% do escalão B.” Face a este diagnóstico, o Agrupamento revela preocupação em fazer frente a estas situações, assumindo-se como “integrador, compartilhando a necessidade de encontrar as respostas para as problemáticas sociais, familiares e de aprendizagem de uma parte significativa da sua população escolar” Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2011. É, ainda, manifesto um trabalho cujo intuito é promover o maior envolvimento da comunidade educativa. Tal como se verifica através da análise das actas do Departamento de Línguas, onde se menciona que “o Director deu a conhecer o Projecto «Mais Comunidade, Mais Sucesso», que visa envolver mais os alunos e os Encarregados de Educação. As turmas seleccionadas foram o 5.º E, 6.º C e as duas turmas do CEF. Estas turmas irão abordar temas como a sexualidade, o uso indevido da Internet, a toxicodependência e as atitudes comportamentais na escola, enquadradas no Projecto Educativo - TEIP (acções seis, oito, dez e treze)”. Contudo, não são mencionadas as actividades que se destinam a efectivar este envolvimento, assim como não se Relatório de Auto-Avaliação Página 60 referem as actividades que são destinadas à própria comunidade educativa. Não são referidos, ainda, os objectivos que se pretendem alcançar com este projecto, assim como a sua relação com as restantes actividades levadas a cabo pelo Agrupamento. No entanto, e apesar destes aspectos, é notória uma abertura da escola e interacção com a comunidade educativa (Projecto Educativo - TEIP). Os próprios alunos reconhecem esta abertura, pois nos questionários aos quais responderam, evidenciam que o Agrupamento divulga e dinamiza frequentemente o Projecto Educativo, assim como se apresenta frequentemente como aberto e integrado no meio. Também o pessoal docente considera que o Agrupamento desenvolve estratégias de aproximação à comunidade, sendo que, em resposta aos questionários, os itens mais mencionados são muitas vezes (35%) e sempre (35%). Relativamente à opinião do pessoal não docente, fica evidente a partir da análise dos questionários que, no que se refere à liderança da direcção, esta desenvolve sempre (35%) estratégias de aproximação à comunidade educativa. Contudo, é de referir um aspecto menos positivo, o qual se prende com o funcionamento do Conselho Geral, pois, os itens de avaliação preponderantes nos questionários aos docentes são o não sabe e não responde nos três parâmetros que lhe dizem respeito, um dos quais questiona se este órgão promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa. Nesta relação escola - comunidade, também a Biblioteca se apresenta com a preocupação de articulação com o meio, sendo mencionado nas actas de Departamento o seguinte: “A BE deverá também estabelecer parcerias inter-escolas com vista ao desenvolvimento cooperativo da Colecção (digital e impressa)”. Segundo o Projecto Educativo - TEIP, as Bibliotecas Escolares do Agrupamento deverão ter “todo o tipo de documentos que contribuam para o desenvolvimento de actividades de natureza pedagógica, bem como da ocupação de tempos livres e de lazer, geradores de competências potenciadoras de cidadãos críticos para a sociedade da informação e conhecimento”. O Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2011 reforça este objectivo, considerando que “a biblioteca/centro de recursos, inserida na rede de Bibliotecas Escolares, responde às necessidades da comunidade escolar, partilha alguns dos seus materiais com as diversas unidades educativas, investindo na dinamização de actividades projectos destinados a promover a Relatório de Auto-Avaliação Página 61 motivação e o sucesso educativo dos alunos.”; “…apostando no Plano Nacional de Leitura, na dinamização de actividades através das suas bibliotecas, potenciando hábitos de leitura e o desenvolvimento de competências no domínio da língua materna”. Acrescenta ainda, que “a Biblioteca da Escola - Sede disponibiliza alguns recursos a toda a comunidade escolar, participa na produção de recursos documentais em articulação com os departamentos e coordenadores de estabelecimento e dinamiza actividades de promoção dos hábitos de leitura”. É possível verificar a participação do Agrupamento em actividades externas, actividades estas que estão directamente relacionadas com os conteúdos programáticos, como referido nas actas do Departamento de Línguas que “Chegou à escola o convite para a participação no concurso “ As Línguas abrem caminhos”, cujo prazo termina a vinte e seis de Março. A escola participará com elementos das turmas dos sétimos anos e contará com a dinamização das respectivas docentes de Inglês, Francês e Português”. Como uma parceria privilegiada, é de referir a que existe entre o Agrupamento e a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Esta parceria e articulação com a autarquia efectua-se através de: actividades de enriquecimento curricular; serviço de refeições; Protocolo de obras nas escolas do 1.º ciclo; dinamização de Projectos – Crescer a Brincar; Nino e Nina; Maletas Pedagógicas; A Guerra não é um Brinquedo; Mostra de Teatro Escolar; 1.º Curso de Educação Parental; Onde pára o nosso lixo? (Projecto Educativo - TEIP e respectivo Relatório de Monitorização). A articulação com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão é realizada também num projecto de melhoria e eficácia, o que se evidencia nas actas do Departamento de Línguas quando se lê: “Deu também a conhecer um projecto da Câmara de Famalicão em articulação com a Universidade Lusíada que corresponderá à avaliação da melhoria e eficácia as escolas do concelho a nível da prestação de serviços”. Contudo, não é referida a articulação deste projecto com a Auto-Avaliação do Agrupamento. Para além disso existe uma “política de cooperação e articulação” com Juntas de Freguesia, Associações culturais e recreativas, centro de saúde, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, e outros estabelecimentos de ensino (Projecto Educativo - TEIP). O Relatório de escola – Avaliação Externa das escolas de 08 a 10 de Novembro de 2010 vem reforçar esta questão, salientando “o elevado número de parcerias e protocolos que o Agrupamento mantém com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, as juntas de freguesia da sua área de Relatório de Auto-Avaliação Página 62 influência, várias entidades na área da saúde, da cultura e empresas e os projectos que com elas desenvolve os indicadores de um forte investimento na articulação com o meio”. Reforça ainda que o “Agrupamento demonstra capacidade de inovação e tem apostado na diversidade de parcerias, protocolos e projectos e que se têm revelado importantes na melhoria do serviço educativo prestado, particularmente nas áreas do ensino articulado da Música, do teatro e da Saúde”. Relatório de Auto-Avaliação Página 63 V – Pontos Fortes e Pontos Fracos Pela análise e reflexão ponderada da equipa de auto-avaliação do Agrupamento, conclui-se que existem pontos a serem consolidados e outros a serem alvo de uma ponderação na elaboração do Plano de Eficácia e Melhoria. a) Pontos Fortes: O grau de satisfação evidenciado nas respostas revela, globalmente, uma identificação com a escola, nos seus aspectos de: liderança, serviços e funcionamento; Os docentes, os encarregados de educação e o pessoal não docente, na sua maioria, percepcionam a escola como tendo um impacto positivo na sociedade, para o qual contribuem o bom desempenho, a credibilidade, as preocupações sociais e ambientais; Os alunos vêem a escola como sendo um local de aprendizagem e de preparação para o futuro; O aumento do sucesso escolar dos alunos principalmente nas provas de avaliação externa; A taxa global de transição/conclusão do ensino básico regular, superior à nacional em 2009-2010, e a tendência de melhoria dos resultados das provas de aferição de Língua Portuguesa e dos exames nacionais do 9.º ano de Matemática, no último triénio; A aposta na diversificação e valorização das aprendizagens com impactos positivos na motivação e no envolvimento dos alunos na vida escolar; A acção articulada na disponibilização de apoios diferenciados para os alunos com necessidades educativas especiais, dificuldades de aprendizagem e/ou problemas de ordem emocional ou social; O investimento em iniciativas destinadas a envolver os Encarregados de Educação no percurso educativo dos alunos; A diversificação das parcerias estabelecidas com entidades da comunidade por constituírem uma mais-valia na construção de soluções para os problemas do Agrupamento; A motivação e empenho dos profissionais na prossecução das metas definidas no Projecto Educativo - TEIP; Proposta de criação de uma sala para alunos com NEE / Clubes / PNL / PM / Projecto Saúde; Relatório de Auto-Avaliação Página 64 Investimento em projectos nacionais e actividades promotoras de competências e de diversificação das experiências de aprendizagem dentro e fora do contexto escolar; Contributo do Estudo Acompanhado no 2º e 3º ciclo – o PE-TEIP preconiza-o numa perspectiva interdisciplinar, com um programa de intervenção nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática (monodocência coadjuvada) para o desenvolvimento dos hábitos e métodos de estudo; Criação do Grupo de Intervenção e Articulação Curricular Integrada (GIACI) para promover a cooperação entre os docentes na execução das tarefas de articulação curricular, elaborar propostas de diversificação curricular e acompanhar a articulação entre as várias acções e as actividades dos Departamentos, organizando seminários/conferências sobre o tema; É reconhecida a importância da articulação das actividades em torno do PE-TEIP. As actividades evidenciam a articulação inter-ciclos; Na prática docente analisa-se as planificações e a articulação curricular das várias áreas e entre os conteúdos a leccionar; As actividades de Departamento são elaboradas tendo por referência o PE-TEIP e a articulação com os Projectos Curriculares de Turma; Existe uma preocupação com a interligação entre as diversas escolas do Agrupamento e as acções planificadas e desenvolvidas; Contributo para o sucesso escolar – PNL e PM; Criação do GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família que engloba três serviços: Psicologia e Orientação, Apoio à Família e Tutoria); O GAAF presta apoio ao pessoal docente e não docente, desenvolvendo um trabalho concertado entre todos os agentes educativos de forma a promover o sucesso educativo dos alunos; O GAAF assumiu um papel importante na prevenção do absentismo, abandono, indisciplina e sucesso, isto é, no acompanhamento, orientação e intervenção com os alunos e respectivas famílias; Alargamento da oferta educativa: Cursos de Educação e Formação com impacto positivo na redução do abandono escolar e na continuidade de estudos; Encaminhamento de alunos para tutoria: elaboração do Plano Individual de Acção tutorial (articulação do GAAF e Conselho de Turma) e bolsa de professores/tutores; A Biblioteca Escolar como centro de recursos educativos, onde expõe os trabalhos dos alunos e promove a auto-avaliação do seu funcionamento; A Biblioteca Escolar como um reforço de projectos, das actividades e das parcerias com outras escolas; Relatório de Auto-Avaliação Página 65 Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular por parte das bibliotecas escolares; O Projecto Educativo - TEIP evidencia a adesão a projectos, actividades e outras experiências de aprendizagem como as actividades extra-curriculares; Está instituída a auto-avaliação dos grupos de docência: existe reflexão sobre as aprendizagens, embora os resultados dessa reflexão sejam pouco claros. Revelação de preocupação com o desenvolvimento de actividades que criam um clima favorável ao desenvolvimento dos alunos; A acção das animadoras socioeducativas (animação de pátio) também contribuiu para um clima social favorável ao desenvolvimento dos alunos; É visível uma preocupação com a manutenção das actividades extra-curriculares e com a valorização das mesmas para o percurso educativo dos alunos; Preocupação da parte da Direcção com o bem-estar dos alunos, na manutenção da disciplina na escola, apoio a actividades de interesse e necessidade dos alunos, incentivo à participação destes na vida escolar; Satisfação dos encarregados de educação relativamente às regras de disciplina da escola, o respeito pela preservação do ambiente e o reconhecimento dos alunos quando desenvolvem um bom trabalho; Constatação por parte dos alunos de situações de indisciplina pouco evidentes; Disponibilidade total dos professores para auxiliar os alunos na resolução de problemas, na tomada de decisões e para ouvir os problemas pessoais dos alunos; A Direcção e os responsáveis das diferentes estruturas conhecem bem as suas áreas de intervenção e estão motivados e empenhados no desenvolvimento da acção educativa; A Direcção gere eficazmente os recursos humanos, delegando muitas vezes funções noutros actores educativos e integra diferentes contributos nas tomadas de decisão atribuindo tarefas e responsabilidades; A Direcção estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos; A Direcção mostra sempre disponibilidade para ouvir os professores e a comunidade educativa; A Direcção agenda sempre reuniões para discussão e análise das questões da vida da escola com frequência adequada aos vários tipos de questões; A Direcção possui um projecto pedagógico e uma visão estratégica para a escola; Relatório de Auto-Avaliação Página 66 A Direcção fomenta sempre a participação dos Encarregados de Educação na vida da escola; A Direcção divulga a informação atempadamente e de forma eficaz; A Direcção desempenha um papel preponderante na articulação entre órgãos e respeita o princípio da subsidiariedade, as competências e as funções de cada um; Preocupação em considerar, por parte da Direcção, todos os docentes ou não docentes, na sua dimensão humana e profissional; Os assistentes operacionais e técnicos sentem-se sempre motivados a participar em reuniões de discussão sobre melhorias do Agrupamento; Existência de um plano de formação específico para estabelecer um percurso individual de formação relativamente aos assistentes operacionais e técnicos; Incremento da mudança de hábitos, atitude, metodologias de trabalho e formas de estar perante a organização – escola; Consciencialização docente da necessidade de formação face a novas práticas de inovação do ensino – aprendizagem; Constatação da preocupação dos docentes em implementar estratégias diversas na promoção do sucesso dos alunos, dando sentido às aprendizagens; A adopção de metodologias diferentes em sala de aula é discutida como estratégia; A prática docente tem por base a análise das planificações e da articulação curricular das várias áreas; Os docentes informam os alunos acerca dos programas curriculares e dos critérios de avaliação; As actividades de Departamento são elaboradas tendo como referência o PE-TEIP e a articulação com os PCT’s; São visíveis os momentos de auto-avaliação dos grupos; Existem momentos de auto-avaliação dos grupos que desenvolvem a tutoria; Existe em documentos próprios (actas de Departamento) referências valorativas do trabalho do pessoal não docente de onde se destaca a sua disponibilidade e colaboração; O apoio do Director de Turma/professor titular é uma constante, bem como o acompanhamento dos Encarregados de Educação na educação escolar; Segundo os alunos, as relações entre professores e alunos são sempre boas e, na escola, trabalha-se sempre em equipa; Os Encarregados de Educação mostram-se mais satisfeitos relativamente ao conhecimento dos horários de atendimento; Relatório de Auto-Avaliação Página 67 Os encarregados de educação consideram bastante positivo o facto de serem tratados correctamente na escola e de saberem a quem se dirigir consoante o assunto que pretendem; No Agrupamento há incentivo à participação dos encarregados de educação na vida da Escola; O Conselho Pedagógico define linhas gerais de política educativa da escola, tomando decisões de carácter pedagógico em articulação com o Coordenador de Departamento e os professores; Os serviços realizados satisfazem a generalidade dos docentes; A comunidade educativa mostra-se satisfeita com a identificação dos assistentes técnicos e operacionais; A comunidade educativa mostra-se satisfeita com a existência adequada de instalações da secretaria para atendimento ao público e com o sistema de controlo de entradas e saídas; A comunidade educativa mostra-se satisfeita com a privacidade no atendimento às famílias e com a resposta atempada às questões colocadas; A comunidade educativa tem sempre conhecimento das actividades realizadas na escola, incluindo as actividades de complemento curricular e dos serviços de apoio disponíveis; Existem parcerias e articulações entre a Escola e a Comunidade Educativa. b) Pontos Fracos: Os mecanismos de participação são percepcionados medianamente por docentes, pessoal não docente e encarregados de educação; Desconhecimento do Projecto Curricular e do Regulamento Interno do Agrupamento por parte do pessoal não docente; A Direcção apenas algumas vezes tem em conta as capacidades profissionais na distribuição do serviço; Os Encarregados de Educação desconhecem, na sua maioria, o PE-TEIP e a orgânica de funcionamento e organização da escola; A afectação dos docentes a determinados cargos ou funções é influenciada pelo vínculo contratual; Relatório de Auto-Avaliação Página 68 Dificuldades na manutenção dos professores/tutores para apoio aos alunos em tutoria; Falta de assistentes operacionais no Agrupamento; Nos momentos de auto-avaliação dos grupos, os motivos do insucesso são imputados aos alunos, não se questionam as práticas pedagógicas; As tarefas distribuídas em reuniões (elaboração de actas) são, em alguns exemplos recusadas, o que coloca em causa a execução de determinados procedimentos (não realização atempada de procedimentos); A leccionação de vários níveis de ensino em simultâneo e o desempenho de vários cargos por parte de alguns docentes, dificultam uma dedicação mais aprofundada ao acompanhamento das aprendizagens dos alunos e do sucesso escolar; A construção de horários (muitos díspares) dos vários profissionais é um constrangimento a uma maior partilha e articulação de estratégias comuns; Apesar de a análise e reflexão sobre as práticas educativas acontecerem muitas vezes, ainda se regista a falta de cooperação entre professores; Constata-se uma falta de comunicação entre o representante dos assistentes operacionais e técnicos com assento no Conselho Pedagógico e estes; Constata-se uma falta de comunicação entre o representante dos assistentes operacionais e técnicos com assento no Conselho Geral e estes; Desconhecimento do funcionamento do Conselho Pedagógico, do Conselho Geral e da Equipa PTE por parte dos assistentes técnicos e operacionais; Os assistentes operacionais e técnicos, na sua maioria, desconhecem o funcionamento de outros serviços; Quanto ao atendimento e funcionamento da cantina, quase metade dos docentes não a utiliza; Falta de quadros interactivos e de computadores com ligação à internet nas escolas do 1.º CEB do Agrupamento; Desconhecimento por parte dos encarregados de educação da existência do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família; Desconhecimento por parte dos encarregados de educação dos serviços prestados pelo Bufete, Reprografia e Acção Social Escolar; Desconhecimento por parte dos encarregados de educação do funcionamento do Conselho Pedagógico; Relatório de Auto-Avaliação Página 69 Os encarregados de educação não sabem como apoiar os seus educandos e, nesse sentido os docentes deviam esclarecer os encarregados de educação para eles dessa maneira constituírem uma mais-valia neste processo; Apesar do investimento da Escola em que os encarregados de educação participem, constata-se ainda pouca participação por parte dos mesmos em iniciativas ou actividades desenvolvidas nas escolas; Resultados das provas de aferição de Matemática, dos 4.º e 6.º anos, evidenciando uma tendência negativa com valores na prova do 6.º ano, em 2010, inferiores aos nacionais; Aumento de casos de indisciplina, no 3.º ciclo do ensino básico e no curso de educação e formação e a ausência se uma acção preventiva sistemática e eficaz no combate a este fenómeno, pois e agora na opinião dos discentes raramente existe punições para quem transgride; A ausência de mecanismos sistemáticos e generalizados de supervisão das práticas lectivas em sala de aula; A falta de medidas intencionais que permitam ao Agrupamento ser reconhecido e procurado por docentes e discentes; A falta de articulação do Plano Anual de Actividades com as metas definidas pelo Agrupamento nos restantes documentos de planeamento; Sucesso educativo que ainda não satisfaz; Falta de hábitos de estudo e de organização do trabalho; A avaliação é quase exclusivamente centrada nos testes de avaliação sumativa; A falta de diversificação das aprendizagens e a tipologia de exercícios/tarefas a desenvolver, promovem a desmotivação dos alunos face às aprendizagens; A carga horária dos alunos é, por vezes, agravada com horas de castigo ou de reforço das aprendizagens impostas pelos docentes; A retirada dos discentes das actividades extra-escolares, clubes e visitas de estudo, como forma de punição; Os momentos formais de avaliação apresentam datas muito próximas, o que dificulta as estratégias de estudo; Muitas actividades não são devidamente divulgadas; Os Clubes não são compatíveis com o horário de todos os alunos (não há consulta aos alunos sobre o processo de selecção e execução das actividades); O Projecto Educativo - TEIP sublinha a importância dos equipamentos tecnológicos, embora também faça referência à necessidade de renovação do mobiliário escolar, ao aumento do Relatório de Auto-Avaliação Página 70 número de equipamentos informáticos, respectiva ligação à internet e à remodelação dos espaços interiores das EB1; Necessidade de maior investimento na promoção de estratégias em prol da qualidade do sucesso educativo. Relatório de Auto-Avaliação Página 71 VI - Conclusão Neste ponto, e em jeito de síntese de todo o trabalho, devemos reconhecer a efectiva importância que o processo de auto-avaliação teve no dia-a-dia das nossas escolas. Nesse sentido, constata-se que a auto-avaliação reflectiu a realidade das escolas e será um meio de aprendizagem para responder a novos e constantes desafios. Assim, a Escola que se avalia é uma Escola que se conhece, que sabe para onde deve caminhar de forma responsável. A avaliação interna do Agrupamento proporcionou a reflexão, o diálogo e o confronto de diferentes olhares sobre a Escola. Daí devemos estar disponíveis para compreender as potencialidades da auto-avaliação como um caminho para o desenvolvimento profissional. Mais do que uma obrigação legal, a auto-avaliação deverá ser vista como uma necessidade, cujo intuito é, não só ensinar, mas, sobretudo, aprender, para que se consiga agir para melhorar. Neste âmbito, a melhoria deve ser vista como uma atitude e uma forma de estar que contribua para uma cultura de auto-avaliação que se pretende que seja uma cultura de melhoria. A equipa de auto-avaliação é da opinião que não estão, nem nunca estiveram em causa pessoas, mas antes dinâmicas que, ao suscitarem a reflexão de todos, puderam ser conduzidas no sentido de manter e até de melhorar os resultados das nossas escolas em termos de sucesso escolar e de qualidade de vida. Por isso, uma escola que se auto-avalia é uma Escola que prepara melhor os alunos para a vida activa e fomenta uma aprendizagem para a vida. Relatório de Auto-Avaliação Página 72 VII - Agradecimentos No termo deste relatório de auto-avaliação referente ao ano lectivo 2009/2010, apraz aqui registar a nossa gratidão para com todos aqueles que tornaram possível a realização deste relatório, nomeadamente a equipa de auto-avaliação do Agrupamento; a Direcção do Agrupamento; o perito externo do Projecto Educativo – TEIP, Doutor José Augusto Pacheco da Universidade do Minho Instituto da Educação; o amigo crítico da equipa de auto-avaliação, Dr. Paulo Marinho; a toda a restante Comunidade Educativa que participou neste processo e ao Eng.º Humberto Silva pela colaboração prestada. Pedome, 29 de Julho de 2011 Pel’ A Equipa de Auto-Avaliação __________________________________ (Augusto Lemos) Relatório de Auto-Avaliação Página 73 VIII – Bibliografia Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro – Sistema de Avaliação da Educação e do Ensino Não superior. Terrasêca, Manuela – A avaliação no interior da escola: espaço de inovação construída ou decretada?, 2002. Relatório de Auto-Avaliação Página 74 IX - ANEXOS Anexo A – Modelo do Inquérito aplicado aos Alunos Anexo B - Modelo do Inquérito aplicado ao pessoal docente Anexo C - Modelo do Inquérito aplicado ao pessoal não docente Anexo D - Modelo do Inquérito aplicado aos Pais/Encarregados de Educação Anexo E – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos alunos Anexo F – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos docentes Anexo G – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos assistentes operacionais e técnicos Anexo H – Dados Estatísticos dos Inquéritos dos pais/encarregados de educação Relatório de Auto-Avaliação Página 75 ANEXO A Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome Inquérito aos Alunos No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião dos alunos sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas de Pedome, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido. Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das respostas. Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas a sua opinião pessoal, sincera e objectiva. Este questionário é de natureza confidencial e anónima. Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações dadas. Este inquérito está impresso em frente e verso. Organização e Gestão Funcionamento da Direcção / Coordenador de Estabelecimento Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Órgão de Direcção, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. Nunca Algum Muitas as vezes vezes Sem Não pre sabe Mostra disponibilidade para ouvir os alunos quando estes o solicitam. Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc.) de acordo com as necessidades/ interesses dos alunos Assegura a circulação de informação relativa a assuntos de interesse dos alunos em tempo oportuno. Preocupa-se com a manutenção da disciplina na escola. Preocupa-se com o bem-estar dos alunos É imparcial na apreciação (é justo na resolução) de problemas/ queixas apresentadas por alunos. Incentiva a participação dos alunos na vida da escola Relatório de Auto-Avaliação Página 76 Ensino e Aprendizagem Situações problemáticas Considerando os aspectos abaixo-assinalados sobre situações problemáticas, indique com que frequência os mesmos ocorrem em contexto escolar, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado. Nunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Abandono escolar precoce Absentismo dos alunos Desmotivação dos alunos para a aprendizagem Insuficiente preparação prévia dos alunos Indisciplina dos alunos em contexto escolar/ sala de aula Insucesso escolar dos alunos Absentismo dos professores Falta de cooperação entre professores Escassez de oferta de actividades de complemento curricular ( AEC`s) Funcionamento deficiente dos serviços do GAAF (Educóloga/Psicóloga) Falta do pessoal não docente Preparação do pessoal não docente Envolvimento dos pais nas actividades da escola Acompanhamento dos pais na educação escolar Apoio dos órgãos de gestão de topo da escola Apoio do Director de Turma / Professor Titular de Turma Os professores são muito exigentes na atribuição das notas Os professores estão pouco disponíveis para ouvir os problemas pessoais dos alunos Actividades de apoio pedagógico insuficientes Recursos de ensino pouco diversificados (computadores, livros, biblioteca, etc) Utilização de materiais na sala de aula Indique com que frequência os professores utilizam os seguintes materiais na sala de aula, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado. Nunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Manual adoptado Outros manuais escolares e/ou livros técnicos Fichas de trabalho e informativas em suporte de papel Materiais manipuláveis Internet Computador Documentos em suporte visual (fotografias, diapositivos, filmes,…) Documentos em suporte audiovisual (vídeos, filmes,…) Equipamento interactivo (quadros, …) Relatório de Auto-Avaliação Página 77 Tipologia do trabalho Indique com que frequência os professores desenvolvem as seguintes actividades e tarefas, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Exposição oral dos conteúdos programáticos Actividades cooperativas de aprendizagem Experimentação de técnicas e instrumentos de trabalho Resolução de problemas Sínteses orais Registos escritos sobre conteúdos programáticos Metodologias diferenciadas Divisão da turma em grupos de nível Transmissão de valores Realização de debates sobre temáticas curriculares Actividades de pesquisa na Internet Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.) Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos Observação comentada dos trabalhos dos alunos Trabalho experimental Discussão de relatórios de trabalhos experimentais Expressão e esclarecimento de dúvidas e de dificuldades Realização de trabalhos de pares/ grupos Explicitação dos critérios de avaliação Técnicas e instrumentos de avaliação Indique com que frequência os professores realizam as seguintes técnicas e instrumentos de avaliação, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado. Nunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não Sabe Testes de resposta aberta Testes de resposta fechada Testes mistos Questionários orais Relatórios de trabalhos individuais Relatórios de trabalhos em grupo Relatórios de trabalhos experimentais Relatórios de visitas de estudo Portfólio Avaliação da organização dos cadernos diários Apresentação oral dos trabalhos de pesquisa Relatório de Auto-Avaliação Página 78 Relação Pedagógica Indique com que frequência são tomadas as seguintes atitudes pelos professores, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado. Nunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Ouve as sugestões dos alunos Comenta com os alunos os seus progressos e dificuldades Esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas Integra saberes dos alunos no trabalho realizado na aula Modifica o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos Estimula a participação dos alunos Reconhece e elogia o trabalho realizado pelos alunos Mostra disponibilidade para ouvir problemas pessoais dos alunos Procura soluções Mostra disponibilidade para auxiliar na resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos Relacionamento interpessoal Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações a propósito do relacionamento interpessoal, colocando uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não Sabe As relações entre os alunos são boas As relações entre os professores e alunos são boas Na escola trabalha-se em equipa e há espírito de entreajuda Sou ouvido sobre a atribuição das tarefas que me competem desempenhar Serviços Escolares Indique a sua satisfação relativamente às seguintes afirmações, a propósito dos serviços escolares. , Coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não Sabe Atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar Atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia Atendimento e funcionamento do Bufete Atendimento e funcionamento da Cantina Atendimento e funcionamento da Portaria Atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos Condições físicas da sala de aula Condições físicas das salas de informática Condições físicas do Pavilhão Gimnodesportivo Apoio prestado pelos assistentes operacionais Serviço de portaria Espaço ajardinado e de recreio Relatório de Auto-Avaliação Página 79 Cultura de Escola Perante as seguintes afirmações, relativas à cultura de escola, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não Sabe É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa. É um agrupamento aberto e integrado no meio. É um agrupamento que divulga e dinamiza o Projecto Educativo. É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto Educativo. As normas e o regulamento da escola são aplicados. Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho Os pais são estimulados a participar nas actividades da escola A escola é um lugar disciplinado e seguro A escola é um lugar onde é agradável estar A comunidade educativa é informada dos assuntos relevantes. Obrigado! A Equipa da Auto-Avaliação Relatório de Auto-Avaliação Página 80 ANEXO B Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome Inquérito aos Professores/Educadores No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião dos professores sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas de Pedome, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido. Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das respostas. Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas a sua opinião pessoal, sincera e objectiva. Este questionário é de natureza confidencial e anónima. Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações dadas. Este inquérito está impresso em frente e verso. Organização e Gestão Funcionamento do Departamento Curricular/Conselho de Docentes Indique com que frequência os seguintes assuntos são abordados nas reuniões do seu Departamento Curricular/Conselho de Docentes. NNunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Distribuição dos conteúdos programáticos por períodos lectivos/nº de aulas Planificação das unidades lectivas Selecção/elaboração de materiais pedagógicos Discussão de estratégias de diferenciação pedagógica Planeamento das actividades interdisciplinares (visitas de estudo, exposições) Elaboração de testes de avaliação ou de outros documentos de avaliação Definição de critérios de avaliação por disciplina Análise dos resultados dos alunos na(s) disciplina(s) por ano/turma Análise e reflexão sobre práticas educativas Avaliação da eficácia das estratégias de ensino utilizadas Análise de necessidades de formação de professores Organização de actividades de complemento curricular Os professores da mesma disciplina desenvolvem um trabalho cooperativo e avaliam a operacionalidade dos materiais didácticos construídos Os professores utilizam a avaliação dos alunos como um instrumento de investigação do processo de ensino e aprendizagem Relatório de Auto-Avaliação Página 81 Funcionamento dos Conselhos de Turma Indique com que frequência os seguintes assuntos são abordados nas reuniões dos Conselhos de Turma de que é membro. NNunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Atribuição de classificações Análise do aproveitamento dos alunos Análise do cumprimento/implementação do Projecto Curricular de Turma Planeamento de actividades curriculares interdisciplinares Elaboração de planos de apoio, de acompanhamento e de desenvolvimento Definição de estratégias comuns para apoio a alunos com dificuldades de aprendizagem Definição de critérios de avaliação por turma Avaliação da eficácia das medidas de apoio implementadas Definição de estratégias tendentes ao envolvimento dos encarregados de educação no acompanhamento dos seus educandos Avaliação da eficácia das estratégias de ensino Análise dos problemas pessoais dos alunos Análise de discordâncias apresentadas por encarregados de educação Análise dos problemas disciplinares da turma Estabelecimento de normas de comportamento da turma Funcionamento do Conselho Pedagógico/Conselho Geral Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito do funcionamento do Conselho Pedagógico. Nunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Conselho Pedagógico: Define as linhas gerais de política educativa da escola Aprova o Projecto Curricular do Agrupamento Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola Define a política de avaliação das aprendizagens Aprova os critérios de avaliação da escola Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas Elabora o plano de formação da escola Define as prioridades da escola relativamente ao estabelecimento de parcerias e intercâmbios Define critérios de formação de turmas Define critérios de atribuição de turmas e horários de professores Toma decisões de carácter pedagógico em articulação com o Coordenador de Departamento e os professores Define dispositivos de acompanhamento e monitorização permanente da avaliação dos alunos Conselho Geral: Organiza-se de forma a garantir a audição regular dos diferentes sectores e parceiros com interesses e responsabilidades na escola Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa Aprova o Projecto Educativo do Agrupamento Relatório de Auto-Avaliação Página 82 Exercício da liderança pela Direcção Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito do exercício de liderança pela Direcção. Nunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Gere eficazmente os recursos humanos Delega funções noutros actores educativos e integra diferentes contributos nas tomadas de decisão Mostra disponibilidade para ouvir os professores da escola quando é necessário Envolve os outros em projectos Estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos Conhece os assuntos sobre os quais tem de decidir Divulga a informação atempada e eficazmente Toma decisões no momento oportuno e actua de forma democrática Agenda reuniões para discussão e análise das questões da vida da escola com frequência adequada aos vários tipos de questões Possui um projecto pedagógico e uma visão estratégica para a escola Considera importante o empenhamento e envolvimento das pessoas, quando faz a distribuição das tarefas e responsabilidades Reconhece, estimula e valoriza o esforço e o trabalho dos professores Analisa e reflecte criticamente os resultados obtidos em articulação com os órgãos de gestão pedagógica da escola Estabelece protocolos e celebra acordos de cooperação com outras escolas, instituições de formação, autarquias e colectividades e Serviços de Saúde Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da escola Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade Promove eventos susceptíveis de contribuírem para a criação de uma cultura de escola Ensino e Aprendizagem Utilização de materiais na sala de aula Indique com que frequência utiliza os seguintes materiais na sala de aula. NNunca Alguma s vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Manual adoptado Outros manuais escolares e/ou livros técnicos Fichas de trabalho e informativas em suporte de papel Materiais manipuláveis Internet Computador Documentos em suporte visual e audiovisual (fotografias, diapositivos, filmes,…) Equipamento interactivo (quadros, …) Relatório de Auto-Avaliação Página 83 Tipologia do trabalho Indique com que frequência implementa/promove as seguintes actividades e tarefas. NNunca Algum as vezes Muitas vezes Sem pre Não sabe Exposição oral dos conteúdos programáticos Actividades cooperativas de aprendizagem Resolução de problemas Sínteses orais Registos escritos sobre conteúdos programáticos Metodologias diferenciadas Divisão da turma em grupos de nível Transmissão de valores Debates sobre temáticas curriculares Actividades de pesquisa na Internet Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.) Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos Devolução comentada dos trabalhos dos alunos Trabalho experimental Discussão de relatórios de trabalhos experimentais Explicitação dos critérios de avaliação Técnicas e instrumentos de avaliação Indique com que frequência utiliza as seguintes técnicas e instrumentos de avaliação. NNunca Algum as vezes Muitas vezes Sem pre Não Sabe Sem pre Não sabe Testes de resposta aberta Testes de resposta fechada Testes mistos Questionários orais Relatórios de trabalhos individuais Relatórios de trabalhos em grupo Relatórios de trabalhos experimentais Relatórios de visitas de estudo Portfólio Organização dos cadernos diários Apresentação oral dos trabalhos de pesquisa Relação Pedagógica Indique com que frequência toma as seguintes atitudes perante os alunos. NNunca Algum as vezes Muitas vezes Ouve as sugestões dos alunos Comenta com os alunos os seus progressos e dificuldades Esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas Integra saberes dos alunos no trabalho realizado na aula Modifica o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos Estimula a participação dos alunos Reconhece e elogia o trabalho realizado pelos alunos Mostra disponibilidade para ouvir problemas pessoais dos alunos Relatório de Auto-Avaliação Página 84 Relacionamento interpessoal Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito do relacionamento interpessoal. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe As relações entre os professores são boas As relações com os meus superiores hierárquicos são boas As relações entre os professores e alunos são boas Na escola trabalha-se em equipa e há espírito de entreajuda que apela ao profissionalismo interactivo Sou ouvido sobre a elaboração do meu horário de trabalho e na atribuição das funções a desempenhar Serviços Escolares Indique a sua satisfação relativamente às seguintes afirmações, a propósito dos serviços escolares. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar Atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia Atendimento e funcionamento do Bufete Atendimento e funcionamento da Cantina Atendimento e funcionamento da Portaria Atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos Cultura de Escola Indique o seu grau de concordância relativamente às seguintes afirmações, a propósito da cultura da escola. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe As normas e o regulamento da escola são aplicados Os alunos são encorajados a trabalhar com empenho Os professores são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho Os assistentes técnicos e operacionais são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho A oferta cultural é diversificada Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades da escola Os actores educativos envolvem-se nas tomadas de decisão Os professores são exigentes e justos na atribuição de classificações O Projecto Educativo contempla as prioridades definidas após a identificação e análise dos problemas detectados O Plano Anual de Actividades contém um conjunto coerente de actividades de complemento curricular Nesta escola sinto-me encorajado a ser inovador e a desenvolver melhores práticas educativas Obrigado! A Equipa da Auto-Avaliação Relatório de Auto-Avaliação Página 85 ANEXO C Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome Inquérito aos Assistentes Operacionais/Técnicos e outros No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião do pessoal não docente sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas de Pedome, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido. Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das respostas. Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas a sua opinião pessoal, sincera e objectiva. Este questionário é de natureza confidencial e anónima. Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações dadas. Este inquérito está impresso em frente e verso. Organização e Gestão CONHECIMENTO DOS DOCUMENTOS ESTRUTURANTES QUE DEFINEM A POLÍTICA DO AGRUPAMENTO Perante as seguintes afirmações, relativas aos documentos estruturantes, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. Sim Não Conheço a missão, visão e valores da Escola. Conheço o Projecto Educativo do Agrupamento – Projecto TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária). Conheço o Projecto Curricular do Agrupamento. Conheço o Regulamento Interno do Agrupamento. Conheço o Plano Anual de Actividades do Agrupamento. Relatório de Auto-Avaliação Página 86 FUNCIONAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO/CONSELHO GERAL Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Conselho Pedagógico, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Não sabe Sempre Define e promove estratégias de apoio aos docentes e alunos. Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola/Agrupamento. Define a política de avaliação das aprendizagens. Aprova e acompanha os critérios de avaliação desenvolvidos na escola. Avalia a eficácia das necessidades de apoio educativo implementadas. Define as prioridades da escola, parcerias e intercâmbios. Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Conselho Geral, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Não sabe Sempre Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa na promoção de actividades económicas, sociais e culturais. Acompanha e avalia a execução do Projecto Educativo do Agrupamento. Acompanha e avalia a execução do Plano Anual de Actividades do Agrupamento e aprova atempadamente o seu Relatório Final. Executa e promove o Regulamento Interno do Agrupamento. EXERCÍCIO DA LIDERANÇA PELA DIRECÇÃO Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Órgão de Direcção, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempre Não sabe Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços, equipamentos e recursos humanos. Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da escola. Nesta escola, na atribuição do trabalho, tem-se em conta as necessidades específicas da tarefa. A Direcção reconhece e valoriza o meu trabalho. A Direcção interessa-se pessoalmente na resolução conjunta dos problemas que surgem. Nesta escola, os assistentes operacionais/técnicos são motivados a participarem em reuniões de discussão sobre melhorias do Agrupamento. Nesta escola, na distribuição do trabalho, tem-se em conta as capacidades profissionais de cada um. A Direcção divulga a informação atempada e eficazmente. A Direcção desenvolve estratégias de aproximação à comunidade educativa. Relatório de Auto-Avaliação Página 87 EQUIPA DO PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO (PTE) Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento da Equipa do Plano Tecnológico da Educação (PTE), coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. Sim Não Conheço a natureza e o âmbito de criação desta equipa. A equipa PTE é uma estrutura de apoio à Direcção quanto à utilização generalizada das tecnologias de informação e comunicação. Conheço as competências definidas no Regimento Interno da equipa PTE. A acção da equipa PTE é visível no Agrupamento. Ensino e Aprendizagem Perante as seguintes afirmações, relativas ao processo de ensino - aprendizagem, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempre Não sabe Existe indisciplina dos alunos em contexto escolar. O insucesso escolar dos alunos é um problema na escola. Verifica-se a desmotivação profissional dos professores. Verifica-se a desmotivação profissional do pessoal não docente. Existe absentismo dos professores. Existe absentismo do pessoal não docente. Verifica-se um envolvimento dos encarregados de educação nas actividades da escola. Relatório de Auto-Avaliação Página 88 Serviços Escolares Perante as seguintes afirmações, relativas aos serviços escolares e espaços físicos, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempre Não sabe NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempre Não sabe Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar. Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia. Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do Bufete. Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da Cantina. Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do Portaria. Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos. Estou satisfeito (a) com as condições físicas das salas de aula. Estou satisfeito (a) com as condições físicas da sala de informática. Estou satisfeito (a) com o espaço ajardinado e de recreio. Cultura de Escola Perante as seguintes afirmações, relativas à cultura de escola, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe A escola é um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas. As normas e o regulamento da escola são aplicados. É uma escola que dinamiza o Projecto Educativo. A escola sede promove a organização, articulação, avaliação, reflexão e melhoria das relações entre as diferentes escolas. A escola sede articula o Projecto Curricular de Agrupamento com o Projecto Educativo. É uma escola aberta e integrada no meio. Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades da escola. A comunidade educativa é informada sobre os assuntos relevantes de política educativa. A escola é um lugar disciplinado, seguro e onde é agradável estar. Obrigado! A Equipa da Auto-Avaliação Relatório de Auto-Avaliação Página 89 ANEXO D Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Pedome Inquérito aos Pais / Encarregados de Educação No cumprimento do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 31/2002, pretende-se com este inquérito conhecer a opinião dos encarregados de educação sobre a organização e funcionamento dos órgãos e serviços do Agrupamento de Escolas de Pedome, a fim de se concretizar a avaliação interna do trabalho desenvolvido. Este instrumento será tanto mais válido e fiável quanto maior for o rigor e a exactidão das respostas. Não há respostas certas ou erradas relativamente a qualquer dos itens, pretendendo-se apenas a sua opinião pessoal, sincera e objectiva. Este questionário é de natureza confidencial e anónima. Coloque uma cruz (X) para indicar o seu grau de concordância relativamente às afirmações dadas. Este inquérito está impresso em frente e verso. Organização e Gestão Funcionamento do Órgão de Direcção do Agrupamento Perante as seguintes afirmações, relativas ao funcionamento do Órgão de Direcção, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Mostra disponibilidade para ouvir os pais quando estes o solicitam Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc) propostas pelos alunos Assegura a divulgação de informação relativa Preocupa-se em manter a disciplina da escola Preocupa-se com o bem-estar dos alunos É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos relativamente a professores É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos relativamente aos assistentes técnicos e operacionais (funcionários) É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos relativamente a outros alunos Estimula o desenvolvimento intelectual de todos os intervenientes Incentiva a participação dos alunos na vida da escola Relatório de Auto-Avaliação Página 90 Organização da Escola Perante as seguintes afirmações, relativas à organização da escola, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Conheço o trabalho desenvolvido no Conselho Pedagógico Conheço o Projecto Educativo da Escola Conheço o Regulamento Interno da Escola O ensino que é dado ao(s) meu(s) filho(s)/educando(s) corresponde às minhas expectativas Tenho confiança na escola A organização e o funcionamento da escola são bons Sinto que há segurança na escola A escola preocupa-se com a segurança na circulação dos alunos à entrada e à saída da escola Estou satisfeito(a) por o(s) meu(s) filho(s) frequentarem esta escola Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do(s) meu(s) filho(s) Estou satisfeito com o atendimento que a escola proporciona aos pais/encarregados de educação As regras de disciplina na escola fomentam um bom clima escolar A escola comunica com os pais/encarregados de educação de forma clara e simples A escola preocupa-se em desenvolver no(s) meu(s) filho(s) o respeito pelos outros e espírito de tolerância Os conflitos que surgem na escola resolvem-se com justiça Estou satisfeito com as instalações da escola As instalações da escola são mantidas num bom estado de conservação, higiene e segurança Ensino e Aprendizagem Perante as seguintes afirmações, relativas ao processo de ensino-aprendizagem, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Gosto da maneira como ensinam o meu filho Os alunos têm professores que os ajudam nas suas dificuldades Estou satisfeito com o apoio dado pelos professores ao meu filho Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do meu filho Recebo orientação sobre como o meu filho /educando deve estudar O Apoio Educativo contribui para melhorar o processo de aprendizagem dos alunos Estou satisfeito com as actividades extra-curriculares: visitas de estudo, concursos, exposições, debates, clubes, etc O ensino que o meu filho tem é um ensino de qualidade O tempo de aprendizagem em sala de aula é bem aproveitado Os professores desenvolvem no meu filho, hábitos de estudo e trabalho autónomo A escola desenvolve no meu filho o gosto pela aprendizagem Considero os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e articulados com o ensino que é desenvolvido na escola A planificação das actividades tem em conta as características dos alunos Relatório de Auto-Avaliação Página 91 Serviços Escolares Perante as seguintes afirmações, relativas aos serviços escolares, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe Conheço os horários de atendimento aos pais/encarregados de educação Sei a quem me dirigir, na escola, consoante o assunto que quero tratar Estou informado sobre as actividades de complemento curricular Estou informado sobre as actividades da escola e sobre os serviços de apoio que oferece Somos correctamente tratados na escola Na escola há garantia de privacidade no atendimento às famílias A escola preocupa-se em responder sempre e atempadamente às questões que coloco O pessoal não docente da escola atende-me quando o procuro para tratar qualquer assunto Os serviços da escola estão bem sinalizados e orientam bem as pessoas que não conhecem a escola Na escola existe e funciona um sistema de controlo de entradas e saídas Os serviços de secretaria têm instalações adequadas para o atendimento do público em termos de acessibilidade e de espaço Os assistentes técnicos e operacionais (funcionários) que lidam habitualmente com o público estão claramente identificados Sei da existência do Serviço de Psicologia e Orientação da Escola e do seu âmbito de actuação Sei da existência do GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família) Estou satisfeito com os serviços de apoio prestados pela Biblioteca Estou satisfeito com os serviços prestados pela Reprografia Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Refeitório Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Bar Estou satisfeito com os serviços prestados pelo ASE (Acção Social Escolar) Relatório de Auto-Avaliação Página 92 Cultura de Escola Perante as seguintes afirmações, relativas à cultura de escola, coloque uma cruz no quadrado que considera adequado. NNunca Algumas vezes Muitas vezes Sempr e Não sabe É um pólo dinamizador de ofertas educativas É um Agrupamento aberto à comunidade educativa As famílias são incentivadas a participar nas actividades escolares Participo e tomo iniciativas nas actividades da escola Sinto-me respeitado pelo pessoal docente da escola As minhas opiniões são tidas em consideração Sinto-me respeitado pelo pessoal não docente da escola O Director de Turma/Professor/Titular de Turma promove a participação dos pais/encarregados de educação no processo de ensino e aprendizagem Há uma boa relação entre os professores e os alunos Tenho confiança no pessoal não docente da escola Na escola existem formas adequadas para efectuar reclamações e/ou sugestões sobre a sua organização As regras de disciplina da escola favorecem a convivência democrática e cívica As regras de disciplina da escola incutem o respeito pela preservação do ambiente Os conflitos são resolvidos com justiça e de forma pedagógica Há uma boa relação entre pais/encarregados de educação e professores Tenho recomendado esta escola a outras famílias/amigos A escola colabora com as famílias para evitar que os alunos faltem às aulas A escola é um lugar onde é agradável estar Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho As convocatórias aos pais/encarregados de educação são feitas com a antecedência adequada, com a indicação clara do assunto a tratar e com a indicação da hora e local de atendimento As pessoas convocadas são atendidas à hora marcada, sem adiamento Como encarregado de educação sente-se motivado a participar na vida da escola. Obrigado! A Equipa da Auto-Avaliação Relatório de Auto-Avaliação Página 93 ANEXO E Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Alunos Gráfico 2 - Funcionamento da Direcção / Coordenador de Estabelecimento Incentiva a participação dos alunos na vida da escola 1% É imparcial na apreciação (é justo na resolução) de problemas/ queixas apresentadas por alunos. Preocupa-se com o bem-estar dos alunos 22% 4% 2% 24% 25% 2% Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc.) de acordo com as necessidades/ interesses dos alunos 1% Mostra disponibilidade para ouvir os alunos quando estes o solicitam. 0% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 24% 16% 25% 23% 18% 10% Sempre 30% 56% 5% 3% 35% Não sabe 11% 2% 47% 9% 1% 37% 40% 50% 3% 6% 3% 27% 20% 20% 15% 56% 24% 22% 11% 2% 30% 18% Preocupa-se com a manutenção da disciplina na escola. 0% 11% Assegura a circulação de informação relativa a assuntos de interesse dos alunos em tempo oportuno. 40% 60% 70% 80% 18% 4% 90% 100% Não responde Página 94 Gráfico 3 - Situações Problemáticas 18% Recursos de ensino pouco diversificados (computadores, livros, biblioteca etc) 32% 24% Actividades de apoio pedagógico insuficientes 26% 12% Os professores são muito exigentes na atribuição das notas 3% 13% Apoio dos órgãos de gestão de topo da escola 4% 22% Acompanhamento dos pais na educação escolar 3% 23% Envolvimento dos pais nas actividades da escola 12% Preparação do pessoal não docente 11% 12% 0% Muitas vezes 10% 10% 37% 30% Sempre 13% 30% Não sabe 40% 50% 4% 16% 4% 10% 17% 3% 5% 5% 14% 5% 7% 17% 13% 32% 20% 13% 2% 10% 9% 49% 41% Abandono escolar precoce 8% 43% 21% Absentismo dos alunos 7% 5% 46% 26% 30% 9% 4% 19% 10% 19% 26% Desmotivação dos alunos para a aprendizagem 8% 3% 21% 22% 16% 4% 20% 4% 9% 22% Insuficiente preparação prévia dos alunos 10% 3% 35% 45% Indisciplina dos alunos em contexto escolar/ sala de aula 5%2% 31% 14% 43% Absentismo dos professores 7% 3% 40% 30% Falta de cooperação entre professores 17% 21% 20% 4% 34% 23% 35% Insucesso escolar dos alunos 7% 22% 34% Escassez de oferta de actividades de complemento curricular ( AEC`s) Relatório de Auto-Avaliação 16% 17% 21% 54% 32% Funcionamento deficiente dos serviços do GAAF (Educóloga/Psicóloga) 8% 5% 15% 12% 16% Falta do pessoal não docente 20% 18% 35% Apoio do Director de Turma / Professor Titular de Turma Algumas vezes 9% 48% Os professores estão pouco disponíveis para ouvir os problemas pessoais dos … Nunca 17% 6% 9% 12% 19% 4% 10% 5% 31% 4% 5% 37% 60% 70% 11% 80% 14% 3% 5% 4% 3% 3% 1% 90% 100% Não responde Página 95 Gráfico 4 - Utilização de Materiais na Sala de Aula 120% 100% 3% 7% 4% 3% 4% 8% 4% 7% 4% 2% 11% 4% 1% 3% 3% 9% 4% 2% 10% 15% 14% 80% 30% 38% 53% 5% 7% 18% 20% 26% 26% 22% 11% 26% 60% 40% 17% 31% 23% 37% 44% 53% 52% 45% 25% 0% 42% 31% 20% 17% 11% 2% Manual adoptado 32% 4% 1% 15% Outros Fichas de Materiais manuais trabalho e manipuláveis escolares e/ou informativas livros técnicos em suporte de papel Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes 7% 5% 4% Internet Muitas vezes Computador Sempre Documentos em suporte visual (fotografias, diapositivos, filmes,…) Não sabe Documentos em suporte audiovisual (vídeos, filmes,…) Equipamento interactivo (quadros, …) Não responde Página 96 Gráfico 5 - Tipologia do Trabalho Explicitação dos critérios de avaliação 1% 28% Realização de trabalhos de pares/ grupos 2% Observação comentada dos trabalhos dos alunos 3% Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos 3% Transmissão de valores 2% Registos escritos sobre conteúdos programáticos 2% 3% Resolução de problemas 1% Experimentação de técnicas e instrumentos de trabalho Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes 4% 4% 42% 15% 31% 12% 19% 29% 32% 16% Sempre 50% 3%4% 5% 3% 25% 60% 70% 4% 7% 3% 45% Não sabe 10% 4% 17% 31% 40% 5% 9% 3% 32% 30% 10% 29% 27% 20% 5% 28% 49% 33% 13% 14% 35% 38% Muitas vezes 15% 34% 3%3% 5% 3% 11% 27% 15% 10% 15% 28% 27% Actividades cooperativas de aprendizagem 0% 0% 26% 19% 5% Exposição oral dos conteúdos programáticos 1% 32% 25% 25% 10% 3% 2% 5% 36% 23% 10% 4% 29% 36% 21% 13% 29% 48% 6% Metodologias diferenciadas Sínteses orais 31% 25% Divisão da turma em grupos de nível 17% 33% 4% 6% 4% 14% 52% 17% Actividades de pesquisa na Internet 21% 5% 4% 4% 39% 37% 6% Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.) 14% 34% 8% Trabalho experimental 8% 41% 17% 12% Discussão de relatórios de trabalhos experimentais 34% 35% Expressão e esclarecimento de dúvidas e de dificuldades 1% Realização de debates sobre temáticas curriculares 23% 8% 2% 9% 3% 80% 90% 100% Não responde Página 97 Gráfico 6 - Técnicas e Instrumentos de Avaliação 100% 5% 5% 5% 90% 13% 13% 12% 80% 70% 21% 14% 18% 11% 13% 4% 10% 32% 25% 6% 17% 14% 12% 22% 26% 26% 27% 23% 6% 4% 41% 5% Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes 28% Muitas vezes 39% 32% 11% 13% Sempre 21% 24% 15% 30% 21% 10% Não sabe 25% 1% 0% Nunca 4% 9% 22% 41% 34% 14% 5% 5% 15% 21% 30% 10% 5% 31% 33% 28% 5% 8% 40% 20% 4% 10% 37% 27% 4% 23% 60% 50% 4% 6% 4% Não responde Página 98 Gráfico 7 - Relação Pedagógica Mostra disponibilidade para auxiliar na resolução de problemas e tomadas de decisão pelos alunos 1% Procura soluções Mostra disponibilidade para ouvir problemas pessoais dos alunos Reconhece e elogia o trabalho realizado pelos alunos Estimula a participação dos alunos 19% 1% 16% 3% 18% 2% 23% 21% 7% 4% 50% 19% 19% 2% 15% 47% 8% 3% 51% 26% 5% 4% 45% 2%5% 27% 50% 9% Modifica o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos Integra saberes dos alunos no trabalho realizado na aula Esclarece dúvidas sobre assuntos abordados nas aulas 2% 2% Ouve as sugestões dos alunos 2% 0% Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 16% 20% 4%2% 23% 9% 7% 3% 25% 57% 23% 17% 5% 30% 42% 1% 12% Comenta com os alunos os seus progressos e dificuldades Nunca 34% 2% 2% 27% 43% 2%3% 22% 56% 10% 20% Sempre 1% 3% 30% 40% Não sabe 50% 60% 70% 80% 90% 100% Não responde Página 99 Gráfico 8 - Relacionamento Interpessoal 60% 54% 50% 41% 40% 36% 35% 40% 33% 30% 30% 27% 25% 23% 18% 20% 11% 10% 1% 1% 0% 1% 5% 4% 4% 4% 3% 4% 1% 1% 0% As relações entre os alunos são As relações entre os professores Na eescola trabalha-se em equipa Sou e ouvido sobre a atribuição das boas alunos são boas há espírito de entreajuda tarefas que me competem desempenhar Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes Sempre Não sabe Não responde Página 100 Gráfico 9 - Serviços Escolares Espaço ajardinado e de recreio 4% Serviço de portaria 4% Apoio prestado pelos assistentes operacionais 3% 16% 18% 5% Condições físicas da sala de aula Atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos 2% Atendimento e funcionamento da Portaria 4% Atendimento e funcionamento do Bufete 7% Atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia 6% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes 16% 16% Muitas vezes 20% Sempre 14% 21% 10% 26% 16% 40% Não sabe 27% 7% 26% 8% 6% 34% 7% 44% 50% 60% 70% 6% 5% 39% 17% 30% 6% 21% 17% 14% 30% 25% 18% 16% 8% 27% 15% 7% 28% 36% 19% 21% 10% 18% 22% 22% 4% 0% 15% 6% 9% 24% 26% 15% 19% 29% 25% 18% 22% 5% Atendimento e funcionamento da Cantina Atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar 12% 11% 22% 22% 15% Condições físicas das salas de informática 42% 18% 19% 9% Condições físicas do Pavilhão Gimnodesportivo 21% 4% 80% 90% 100% Não responde Página 101 Gráfico 10 - Cultura de Escola 2% 15% A escola é um lugar onde é agradável estar 1% 18% A escola é um lugar disciplinado e seguro 1% 19% Os pais são estimulados a participar nas actividades da escola 3% Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho 3% As normas e o regulamento da escola são aplicados. 1% A comunidade educativa é informada dos assuntos relevantes. É um agrupamento que articula o Projecto Curricular com o Projecto Educativo. 17% 45% 25% 17% 29% 23% É um agrupamento aberto e integrado no meio. 1% 16% 29% É um espaço que dá oportunidade ao fortalecimento de projectos de vida e ao sentimento de pertença à comunidade educativa. 1% 18% 25% Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 10% 27% 20% Sempre 30% Não sabe 5% 6% 5% 4% 36% 23% 18% 2%5% 50% 27% 2% 3% 6% 32% 21% 17% 5% 53% 24% É um agrupamento que divulga e dinamiza o Projecto Educativo. Nunca 48% 19% 2% 13% 0% 16% 13% 34% 23% 5% 25% 25% 50% 60% 5% 24% 32% 40% 19% 70% 5% 80% 90% 4% 4% 100% Não responde Página 102 ANEXO F Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Docentes Gráfico 11 - Funcionamento do Departamento Curricular/Conselho de Docentes 7% Os professores utilizam a avaliação dos alunos como um instrumento de… 31% Os professores da mesma disciplina desenvolvem um trabalho cooperativo e… 6% 29% 37% 26% 19% Organização de actividades de complemento curricular Análise dos resultados dos alunos na(s) disciplina(s) por ano/turma 2% Definição de critérios de avaliação por disciplina 2% 15% 0% 2% 38% 21% 28% 1%5% 37% 25% 2% 6% 34% 45% 24% 43% 9% Selecção/elaboração de materiais pedagógicos 12% 0% 2% 26% 31% 12% Discussão de estratégias de diferenciação pedagógica 4%2% 8% 0% 1% 41% 28% 7% Planeamento das actividades interdisciplinares (visitas de estudo, exposições, …) 12% 36% 30% 12% Elaboração de testes de avaliação ou de outros documentos de avaliação 5% 6% 30% 36% 12% Análise e reflexão sobre práticas educativas 23% 55% 14% Avaliação da eficácia das estratégias de ensino utilizadas 5%2% 21% 40% 6% Análise de necessidades de formação de professores 26% 22% 34% 53% 1% 1% 0% 2% 11% 0% 1% 22% 11% 2%2% Planificação das unidades lectivas 3% 26% 28% 40% 2% 2% Distribuição dos conteúdos programáticos por períodos lectivos/nº de aulas 2% 26% 29% 37% 2%3% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 10% 20% Sempre 30% Não sabe 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Não responde Página 103 Gráfico 12 - Funcionamento dos Conselhos de Turma 7% Estabelecimento de normas de comportamento da turma 17% 5% Análise dos problemas disciplinares da turma 13% 9% Análise de discordâncias apresentadas por encarregados de educação 4% 13% Avaliação da eficácia das estratégias de ensino 3% 15% 7% Avaliação da eficácia das medidas de apoio implementadas 2% Definição de critérios de avaliação por turma 4% Elaboração de planos de apoio, de acompanhamento e de desenvolvimento 3% Planeamento de actividades curriculares interdisciplinares 2% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes 24% 14% 14% 20% 17% 10% 28% 41% 38% 20% Sempre 30% 33% 12% 40% Não sabe 33% 10% 33% 9% 33% 9% 33% 10% 33% 11% 33% 9% 32% 10% 33% 9% 33% 9% 33% 10% 32% 20% 17% 11% 10% 21% 35% 12% 33% 16% 22% 8% 10% 19% 20% 11% Muitas vezes 20% 20% 18% 2% 7% 14% 22% 14% Análise do aproveitamento dos alunos 1%5% 0% 17% 21% 12% Análise do cumprimento/implementação do Projecto Curricular de Turma 1% 11% Atribuição de classificações 28% 15% 7% Definição de estratégias comuns para apoio a alunos com dificuldades de … 23% 11% 15% Análise dos problemas pessoais dos alunos Definição de estratégias tendentes ao envolvimento dos encarregados de… 11% 11% 50% 60% 33% 70% 80% 90% 100% Não responde Página 104 Gráfico 13 - Funcionamento do Conselho Pedagógico Define dispositivos de acompanhamento e monitorização permanente da avaliação dos alunos 3% 15% 25% Toma decisões de carácter pedagógico em articulação com o Coordenador de 1% 11% Departamento e os professores 6% Define critérios de atribuição de turmas e horários de professores Define critérios de formação de turmas 23% 9% 15% Elabora o plano de formação da escola 3% 14% Aprova os critérios de avaliação da escola Define a política de avaliação das aprendizagens 19% Acompanha o desenvolvimento dos projectos desenvolvidos na escola 1% 28% 26% Define as linhas gerais de política educativa da escola 1% 2% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 9% 7% 61% 23% 10% 9% 38% 3% 11% Aprova o Projecto Curricular do Agrupamento 1% 20% Sempre 47% 30% Não sabe 40% 50% 60% 70% 13% 15% 13% 17% 11% 36% 13% 12% 19% 48% 30% 15% 20% 34% 20% 2% 10% 10% 24% 28% 2%6% 12% 41% 27% 5% 8% 7% 38% 24% 2% 11% 45% 20% 3% 10% Define as prioridades da escola relativamente ao estabelecimento de parcerias e intercâmbios Avalia a eficácia das medidas de apoio educativo implementadas 33% 13% 15% 13% 13% 7% 17% 10% 17% 80% 90% 100% Não responde Página 105 Gráfico 14 - Funcionamento do Conselho Geral 67% 70% 60% 50% 40% 34% 30% 31% 30% 25% 20% 15% 14% 15% 12% 9% 8% 10% 13% 8% 4% 7% 4% 2% 2% 0% Organiza-se de forma a garantir a audição regular dos diferentes sectores e parceiros com interesses e responsabilidades na escola Nunca Relatório de Auto-Avaliação Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa Algumas vezes Muitas vezes Sempre Não sabe Aprova o Projecto Educativo do Agrupamento Não responde Página 106 Gráfico 15 - Exercício da Liderança pela Direcção Promove eventos susceptíveis de contribuírem para a criação de uma cultura de … 1% 11% 43% Desenvolve estratégias de aproximação à comunidade 0% 10% 43% Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da escola 0% 11% 35% 17% Agenda reuniões para discussão e análise das questões da vida da escola com … 1% 23% Toma decisões no momento oportuno e actua de forma democrática 1% 21% Conhece os assuntos sobre os quais tem de decidir 0% Estimula o desenvolvimento profissional dos diferentes actores educativos 1% 16% Relatório de Auto-Avaliação 41% 0% 10% 36% 5% 4% 43% 30% 8% 3% 39% 2%4% 61% 30% Não sabe 1% 2% 27% 39% Sempre 2% 2% 35% 45% 20% 4%2% 24% 28% 20% 5%1% 35% 48% Delega funções noutros actores educativos e integra diferentes contributos nas … 2% 11% Muitas vezes 10% 3% 38% 20% Gere eficazmente os recursos humanos 0% 7% 2% 50% 34% 3% 2%3% 43% 36% Mostra disponibilidade para ouvir os professores da escola quando é necessário 0% 8% Algumas vezes 13% 30% Envolve os outros em projectos 0%7% Nunca 35% 37% 30% Divulga a informação atempada e eficazmente 0% 11% 3% 33% Possui um projecto pedagógico e uma visão estratégica para a escola 0%7% 2% 0% 39% 39% Considera importante o empenhamento e envolvimento das pessoas, quando faz … 1% 13% 2% 2% 51% 39% Analisa e reflecte criticamente os resultados obtidos em articulação com os … 1% 12% 2% 2% 43% 36% Estabelece protocolos e celebra acordos de cooperação com outras escolas, …0%7% Reconhece, estimula e valoriza o esforço e o trabalho dos professores 2% 41% 40% 11% 28% 50% 60% 70% 4% 10% 4% 80% 90% 100% Não responde Página 107 Gráfico 16 - Utilização de Materiais na Sala de Aula 80% 68% 70% 60% 53% 40% 50% 49% 50% 45% 45% 44% 40% 36% 35% 32% 30% 30% 26% 25% 21% 20% 17% 17% 12% 11%11% 10% 10% 1% 3% 1% 3% 1% 0% 0% 17% 13% 16% 2% 2% 6% 5% 1% 11% 5% 0% 4% 6% 0% 7% 0% 2% 16% 4% 1% 0% Manual adoptado Outros manuais escolares e/ou livros técnicos Fichas de trabalho e informativas em suporte de papel Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Materiais manipuláveis Muitas vezes Internet Sempre Computador Não sabe Documentos em suporte visual e audiovisual (fotografias, diapositivos, filmes,…) Equipamento interactivo (quadros, …) Não responde Página 108 Gráfico 17 - Tipologia do Trabalho Explicitação dos critérios de avaliação 2% 15% 12% Discussão de relatórios de trabalhos experimentais Actividades de pesquisa em suporte escrito (Enciclopédias, livros, etc.) Debates sobre temáticas curriculares 16% 38% 16% 1% 8% Relatório de Auto-Avaliação 27% Muitas vezes Sempre 12% 13% 30% 13% 25% 41% 30% 11% 23% 52% 20% 7% 30% 48% Exposição oral dos conteúdos programáticos 0% 10% Algumas vezes 13% 14% 48% Actividades cooperativas de aprendizagem 0% 13% Nunca 20% 52% 10% 13% 9% 48% Sínteses orais 0% 9% 0% 12% 11% 64% Metodologias diferenciadas 0% 12% Resolução de problemas 2% 48% 20% Registos escritos sobre conteúdos programáticos 1% 3% 31% 24% Divisão da turma em grupos de nível 14% 35% 43% 2% Transmissão de valores 1% 16% 18% 48% 24% 13% 19% 52% 4% 16% 5% 39% 10% Actividades de pesquisa na Internet 5% 38% 23% 3% 13% 27% 38% 2% Discussão dos trabalhos realizados pelos alunos 0% 29% 39% 6% Trabalho experimental Devolução comentada dos trabalhos dos alunos 41% 11% 38% 40% Não sabe 50% 60% 70% 10% 80% 90% 100% Não responde Página 109 Gráfico 18 - Técnicas e Instrumentos de Avaliação 3% Apresentação oral dos trabalhos de pesquisa 21% 5% Organização dos cadernos diários 45% 12% Portfólio 28% 26% Relatórios de trabalhos experimentais 16% 13% 35% 0% 22% 15% 4% 17% 14% 12% 7% 2% 15% 42% 25% 15% Relatórios de trabalhos individuais 40% Questionários orais 0% Testes de resposta fechada 7% Testes de resposta aberta 6% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação 6% 2% 11% 7% 2% 10% 50% 7% Testes mistos 25% 24% 16% 14% 51% 22% 14% Algumas vezes 20% 0% 30% Muitas vezes 40% Sempre 50% 60% Não sabe 70% 12% 12% 2% 0% 17% 3% 0% 16% 55% 10% 0% 52% 20% 12% 0% 10% 20% 36% 23% Relatórios de trabalhos em grupo 0% 45% 24% 12% Relatórios de visitas de estudo 17% 80% 90% 100% Não responde Página 110 Gráfico 19 - Relação Pedagógica 90% 82% 82% 78% 80% 74% 70% 66% 60% 60% 55% 50% 38% 37% 40% 31% 29% 30% 23% 20% 20% 17% 14% 10% 7% 4% 0% 0% 7% 0% 2% 0% 0%0% 0% 12% 11% 8% 12% 7% 0% 2% 0% 7% 2% 0% 0%0% 0% 7% 0%0% 0% 7% 0% 2% 0% 0% Ouve as sugestões dos alunos Comenta com os Esclarece dúvidas Integra saberes dos alunos os seus sobre assuntos alunos no trabalho progressos e abordados nas aulas realizado na aula dificuldades Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes Modifica o seu comportamento face a críticas pertinentes dos alunos Sempre Estimula a Reconhece e elogia Mostra participação dos o trabalho realizado disponibilidade para alunos pelos alunos ouvir problemas pessoais dos alunos Não sabe Não responde Página 111 Gráfico 20 - Relacionamento Interpessoal 69% 70% 58% 60% 49% 48% 50% 40% 40% 36% 33% 33% 31% 30% 23% 21% 20% 14% 12% 10% 10% 6% 0% 0% 1% 0% 5% 1% 1% 0% 5% 0% 1% 2% 1% 1% 1% 0% As relações entre os professores são boas As relações com os meus superiores hierárquicos são boas Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes As relações entre os professores e alunos são boas Muitas vezes Sempre Na escola trabalha-se em equipa e há espírito de entreajuda que apela ao profissionalismo interactivo Não sabe Sou ouvido sobre a elaboração do meu horário de trabalho e na atribuição das funções a desempenhar Não responde Página 112 Gráfico 21 - Serviços Escolares 49% 50% 45% 43% 45% 41% 38% 40% 35% 31% 29% 30% 24% 25% 20% 20% 24% 20% 20% 18% 17% 23% 20% 15%14% 15% 11% 11% 10% 1% 2% 9% 7% 5% 6% 5% 5% 5% 10%10% 9% 8% 7% 2% 1% 2% 0% Atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar Atendimento e funcionamento da Papelaria/Reprografia Nunca Relatório de Auto-Avaliação Atendimento e funcionamento do Bufete Algumas vezes Muitas vezes Atendimento e funcionamento da Cantina Sempre Não sabe Atendimento e funcionamento da Portaria Atendimento e funcionamento da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos Não responde Página 113 Gráfico 22 - Cultura de Escola Nesta escola sinto-me encorajado a ser inovador e a desenvolver melhores práticas educativas 4% 19% 35% O Plano Anual de Actividades contém um conjunto coerente de actividades de 1% 13% complemento curricular 46% O Projecto Educativo contempla as prioridades definidas após a identificação e 0% 8% análise dos problemas detectados 43% Os professores são exigentes e justos na atribuição de classificações 0%5% Os actores educativos envolvem-se nas tomadas de decisão 22% 48% Os professores são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho 34% 3% Os alunos são encorajados a trabalhar com empenho 0% Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 6% 0%6% 19% 1%5% 73% As normas e o regulamento da escola são aplicados 0% 12% Nunca 7% 5% 13% 32% 20% 39% 10% 1% 2% 46% 39% 20% Sempre 30% 0% 3% 39% 40% Não sabe 50% 60% 7% 7% 4% 11% 23% 43% 4% 0% 17% 39% 24% Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem bom trabalho 1%4% 6% 2% 28% 36% Os assistentes técnicos e operacionais são reconhecidos quando desenvolvem 0% bom trabalho 1% 2% 7% 54% 2% 38% 42% Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades da 1% 14% escola A oferta cultural é diversificada 0% 2% 41% 39% 2% 39% 70% 5% 5% 80% 90% 100% Não responde Página 114 Anexo G Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Assistentes Operacionais e Técnicos Gráfico 23 CONHECIMENTO DOS DOCUMENTOS ESTRUTURANTES QUE DEFINEM A POLÍTICA DO AGRUPAMENTO 73,53% 80% 66,18% 70% 60% 52,94% 50% 40% 52,94% 60,29% 39,71% 30% 20,59% 38,24% 27,94% 38,24% 20% 10% 1,47% 0% 0,00% 1,47% Conheço a missão, visão e valores da Conheço o Projecto Conheço o Projecto Educativo do Escola. Curricular do Agrupamento Agrupamento. Projecto TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária). Sim Relatório de Auto-Avaliação Não 1,47% 1,47% Conheço o Regulamento Interno do Agrupamento. Conheço o Plano Anual de Actividades do Agrupamento. Não responde Página 115 Gráfico 24 - Funcionamento do Conselho Pedagógico 120% 100% 12% 9% 9% 32% 60% 41% 40% 22% 21% 40% 15% 20% 6% 43% 24% 13% 22% 0% 35% 26% 80% 6% 16% 24% 19% 18% 10% 10% 19% 19% 18% 16% 18% 16% 1% 1% 3% 4% 6% 6% 0% Define e promove Acompanha o estratégias de apoio desenvolvimento dos aos docentes e projectos alunos. desenvolvidos na escola/Agrupamento. nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Define a política de avaliação das aprendizagens. Muitas vezes Aprova e acompanha Avalia a eficácia das Define as prioridades os critérios de necessidades de da escola, parcerias e avaliação apoio educativo intercâmbios. desenvolvidos na implementadas. escola. Sempe Não sabe Não responde Página 116 Gráfico 25 - Funcionamento do Conselho Geral 2% 3% 5% 42% 42% 100% 90% 6% 36% 80% 44% 70% 60% 20% 11% 13% 50% 20% 40% 17% 20% 16% 17% 17% 6% 8% 30% 16% 20% 20% 8% 10% 5% 6% 0% Promove e incentiva o relacionamento com a comunidade educativa na promoção de actividades económicas, sociais e culturais. Nunca Relatório de Auto-Avaliação Acompanha e avalia a execução do Projecto Educativo do Agrupamento. Algumas vezes Acompanha e avalia a execução do Plano Anual de Actividades do Agrupamento e aprova atempadamente o seu Relatório Final. Muitas vezes Sempre Não sabe Executa e promove o Regulamento Interno do Agrupamento. Não responde Página 117 Gráfico 26 - Exercício da Liderança pela Direcção A Direcção desenvolve estratégias de aproximação à comunidade educativa. 3% 21% 9% A Direcção divulga a informação atempada e eficazmente. Nesta escola, na distribuição do trabalho, tem-se em conta as capacidades profissionais de cada um. 22% 22% 6% 9% A Direcção interessa-se pessoalmente na resolução conjunta dos problemas que surgem. 7% 10% Nesta escola, na atribuição do trabalho, tem-se em conta as necessidades específicas da tarefa. 9% 26% Assegura uma gestão equilibrada das instalações, espaços, equipamentos e recursos humanos. 4% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes 15% 21% 22% Muitas vezes Sempre 19% 26% 25% 25% 34% 25% 30% 40% 50% 13% 15% 18% 35% 20% 16% 22% 25% 19% 21% 35% 31% 28% 10% 12% 15% 21% Fomenta a participação dos encarregados de educação na vida da escola. 0% 13% 19% 37% 50% Nesta escola, os assistentes operacionais/técnicos são motivados a participarem em reuniões de discussão sobre melhorias do Agrupamento. A Direcção reconhece e valoriza o meu trabalho. 35% 18% 21% 60% 70% 22% 80% 90% 100% Não sabe Página 118 Gráfico 27 - Equipa do Plano Tecnológico da Educação (PTE) 70% 68% 58% 60% 50% 40% 37% 29% 30% 35% 42% 28% 29% 20% 12% 15% 10% 29% 17% 0% Conheço a natureza e o âmbito de criação desta equipa. A equipa PTE é uma estrutura de apoio à Conheço as competências Direcção quanto à utilização definidas no Regimento generalizada das Interno da equipa PTE. tecnologias de informação e comunicação. Sim Relatório de Auto-Avaliação Não A acção da equipa PTE é visível no Agrupamento. Não responde Página 119 Gráfico 28 - Ensino e Aprendizagem Verifica-se um envolvimento dos encarregados de educação nas actividades da escola. 3% 34% 28% Existe absentismo do pessoal não docente. 0% Muitas vezes 3% 0% 10% 20% Sempre 30% 40% Não sabe 50% 6% 30% 6% 19% 52% 60% 9% 0% 31% 23% 45% 6% Existe indisciplina dos alunos em contexto escolar. 3% 0% 47% 13% O insucesso escolar dos alunos é um problema na escola. 17% 39% 22% Verifica-se a desmotivação profissional dos professores. Relatório de Auto-Avaliação 30% 23% Verifica-se a desmotivação profissional do pessoal não docente. Algumas vezes 31% 31% Existe absentismo dos professores. Nunca 36% 5% 8% 2% 0% 11% 2% 22% 11% 23% 6% 70% 80% 8% 2% 9% 3% 90% 100% Não responde Página 120 Gráfico 29 - Serviços Escolares Estou satisfeito (a) com o espaço ajardinado e de recreio. 2% 43% 5% 5% Estou satisfeito (a) com as condições físicas da sala de informática. 6% Estou satisfeito (a) com as condições físicas das salas de aula. 9% 9% Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da Cantina. 2% 8% Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do Bufete. 0% 12% Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da 0%6% Papelaria/Reprografia. Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento dos serviços de Administração Escolar. 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes 10% Muitas vezes 34% 26% 2% 48% 25% 14% 63% 15% Sempre 5% 52% 2% 23% 51% 2% 42% 30% 2% 18% 23% 20% 9% 52% 15% 9% 6% 11% 22% 18% 2% 9% 25% 58% 17% Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento do Portaria. 0% 11% 17% 12% 12% Estou satisfeito (a) com o atendimento e funcionamento da Biblioteca 0% 11% Escolar/Centro de Recursos Educativos. 8% 40% Não sabe 50% 60% 22% 70% 80% 90% 3% 100% Não responde Página 121 Gráfico 30 - Cultura de Escola A escola é um lugar disciplinado, seguro e onde é agradável estar. 2% 20% A comunidade educativa é informada sobre os assuntos relevantes de política educativa. 2% Os encarregados de educação são estimulados a participar nas actividades da escola. 2% 21% É uma escola aberta e integrada no meio. 2% 20% A escola sede articula o Projecto Curricular de Agrupamento com o Projecto Educativo. 3% 14% A escola sede promove a organização, articulação, avaliação, reflexão e melhoria das relações entre as diferentes escolas. 2% 18% 26% 17% 45% 38% 23% 30% 21% 42% 24% 24% 33% 42% As normas e o regulamento da escola são aplicados. 3% 12% 30% 38% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 10% 35% 20% Sempre 30% Não sabe 40% 5% 0% 9% 27% 29% 21% 6% 8% 15% 60% 70% 5% 9% 5% 14% 35% 50% 6% 27% 2% 14% 2% 15% 42% É uma escola que dinamiza o Projecto Educativo. A escola é um pólo dinamizador e agregador de ofertas educativas. 3%5% 80% 3% 5%3% 90% 100% Não responde Página 122 ANEXO H Dados Estatísticos dos Inquéritos dos Pais/Encarregados de Educação Gráfico 31 - Funcionamento do Órgão de Direcção do Agrupamento 10% Incentiva a participação dos alunos na vida da escola 24% 16% Estimula o desenvolvimento intelectual de todos os intervenientes 55% 26% 32% É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos relativamente a outros alunos 20% 20% É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos relativamente aos assistentes técnicos e operacionais (funcionários) 20% 18% É imparcial na apreciação de problemas/queixas apresentadas por alunos relativamente a professores 23% 17% Preocupa-se com o bem-estar dos alunos 14% 20% Preocupa-se em manter a disciplina da escola 13% 23% 25% Apoia o desenvolvimento de actividades (culturais, desportivas, etc) propostas pelos alunos 17% 30% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 10% 17% Sempre 33% 15% 5% 36% 17% 6% 33% 5% 6% 7% 6% 5% 35% 14% 35% 17% 20% 6% 53% 19% 11% 20% 52% Assegura a divulgação de informação relativa Mostra disponibilidade para ouvir os pais quando estes o solicitam 8% 2% 53% 30% 40% Não sabe 50% 60% 70% 80% 7% 14% 3% 16% 3% 90% 100% Não responde Página 123 Gráfico 32 - Organização da Escola As instalações da escola são mantidas num bom estado de conservação, … 2% Estou satisfeito com as instalações da escola 4% Os conflitos que surgem na escola resolvem-se com justiça 3% A escola preocupa-se em desenvolver no(s) meu(s) filho(s) o respeito pelos … 1% 21% 28% 25% 22% 18% Sinto que há segurança na escola 2% 22% A organização e o funcionamento da escola são bons 1% 24% Tenho confiança na escola 1% 15% O ensino que é dado ao(s) meu(s) filho(s)/educando(s) corresponde às minhas …0% 17% 3% Conheço o Projecto Educativo da Escola 3% Conheço o trabalho desenvolvido no Conselho Pedagógico Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 1%6% 1% 3% 66% 1%4% 60% 1% 3% 52% 2%5% 39% 24% 2%4% 56% 27% 1%4% 50% 19% 2%5% 39% 20% 30% Sempre 2%5% 44% 31% 20% 17% 62% 24% 10% 3% 26% 6% 0% 58% 24% 17% 6% 4% 7% 23% 15% 19% 45% 18% Estou satisfeito(a) por o(s) meu(s) filho(s) frequentarem esta escola 1% 12% 4%3% 49% 24% Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do(s) meu(s) …1% 10% Conheço o Regulamento Interno da Escola 23% 23% 16% 5% 5% 34% 24% 16% Estou satisfeito com o atendimento que a escola proporciona aos … 1% 9% A escola preocupa-se com a segurança na circulação dos alunos à entrada e à… 2% 31% 25% A escola comunica com os pais/encarregados de educação de forma clara e…1% 13% As regras de disciplina na escola fomentam um bom clima escolar 1% 40% 32% 17% 30% Não sabe 40% 50% 17% 60% 15% 8% 16% 6% 26% 70% 80% 4% 90% 100% Não responde Página 124 Gráfico 33 - Ensino e Aprendizagem A planificação das actividades tem em conta as características dos alunos 2% 18% 32% Considero os critérios e instrumentos de avaliação dos alunos adequados e …0% 15% 31% 30% 16% 42% 2% 12% 2% A escola desenvolve no meu filho o gosto pela aprendizagem 1% 13% 29% 52% 4%1% Os professores desenvolvem no meu filho, hábitos de estudo e trabalho … 1% 13% 30% 49% 6%2% O tempo de aprendizagem em sala de aula é bem aproveitado 1% 14% 25% O ensino que o meu filho tem é um ensino de qualidade 1% 14% Estou satisfeito com as actividades extra-curriculares: visitas de estudo,…0% 18% 5% 13% 1% 33% 48% 28% O Apoio Educativo contribui para melhorar o processo de aprendizagem dos … 0% 11% Recebo orientação sobre como o meu filho /educando deve estudar 48% 48% 25% 22% Sou informado periodicamente sobre os progressos e dificuldades do meu filho 2% 12% 2%4% 56% 22% 4%3% 48% 19% Estou satisfeito com o apoio dado pelos professores ao meu filho 0% 11% 3% 1% 1% 1% 65% 25% 1% 2% 61% 2% 1% Os alunos têm professores que os ajudam nas suas dificuldades 0% 11% 28% 58% 2% 2% Gosto da maneira como ensinam o meu filho 0% 11% 27% 58% 2% 2% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 10% 20% Sempre 30% Não sabe 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Não responde Página 125 Gráfico 34 - Serviços Escolares 5% Estou satisfeito com os serviços prestados pelo ASE (Acção Social Escolar) Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Bar 9% Estou satisfeito com os serviços prestados pelo Refeitório 7% 11% 8% 6% 10% Estou satisfeito com os serviços de apoio prestados pela Biblioteca 5% 11% 7% 4% 27% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 8% 10% 41% 7% 5% 56% 4%3% 57% 18% 9% 71% 25% 2%3% 61% 14% 3% 4% 73% 2%4% 84% 20% Sempre 30% Não sabe 40% 50% 4% 1% 3% 56% 21% 5% 8% 4% 57% 18% 10% 6% 20% 51% 21% 6% 18% 33% 4% 7% Conheço os horários de atendimento aos pais/encarregados de educação 0% 0% 9% 35% 24% Estou informado sobre as actividades de complemento curricular 1% 10% Sei a quem me dirigir, na escola, consoante o assunto que quero tratar 0%7% 7% 32% 18% A escola preocupa-se em responder sempre e atempadamente às questões…1% 11% Na escola há garantia de privacidade no atendimento às famílias 1% 11% Somos correctamente tratados na escola 0%7% Estou informado sobre as actividades da escola e sobre os serviços de apoio …1% 13% 17% 28% 20% 16% Os serviços da escola estão bem sinalizados e orientam bem as pessoas que … 3% O pessoal não docente da escola atende-me quando o procuro para tratar …1% 9% 12% 34% 17% 12% 12% 34% 37% 14% 11% 23% 28% 14% 15% 28% 21% 11% 9% 34% 23% 13% 7% Os serviços de secretaria têm instalações adequadas para o atendimento do … Na escola existe e funciona um sistema de controlo de entradas e saídas 18% 10% Os assistentes técnicos e operacionais (funcionários) que lidam habitualmente … 32% 19% 15% 11% 8% Sei da existência do Serviço de Psicologia e Orientação da Escola e do seu … 26% 15% 15% Estou satisfeito com os serviços prestados pela Reprografia Sei da existência do GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família) 17% 2%3% 60% 70% 80% 90% 100% Não responde Página 126 Gráfico 35 - Cultura de Escola 19% 27% Como encarregado de educação sente-se motivado a participar na vida da… 2% 25% As pessoas convocadas são atendidas à hora marcada, sem adiamento 1% 11% 1% 12% 20% As convocatórias aos pais/encarregados de educação são feitas com a … 24% Os alunos são reconhecidos quando desenvolvem um bom trabalho 2% 11% 2% 12% 31% A escola é um lugar onde é agradável estar 20% A escola colabora com as famílias para evitar que os alunos faltem às aulas 1% 11% 25% 21% Tenho recomendado esta escola a outras famílias/amigos 5% 1% 10% 22% Há uma boa relação entre pais/encarregados de educação e professores 18% 24% Os conflitos são resolvidos com justiça e de forma pedagógica 2% 1% 12% 22% As regras de disciplina da escola incutem o respeito pela preservação do … 28% As regras de disciplina da escola favorecem a convivência democrática e cívica 2% 14% 2% 16% 17% Na escola existem formas adequadas para efectuar reclamações e/ou … 30% Tenho confiança no pessoal não docente da escola 0% 16% 0% 9% 22% Há uma boa relação entre os professores e os alunos 22% O Director de Turma/Professor/Titular de Turma promove a participação dos … 1% 10% 17% Sinto-me respeitado pelo pessoal não docente da escola 1% 11% 23% 26% As minhas opiniões são tidas em consideração 1% 15% Sinto-me respeitado pelo pessoal docente da escola 1% 8% 14% 42% Participo e tomo iniciativas nas actividades da escola 20% 29% As famílias são incentivadas a participar nas actividades escolares 4% 1% 15% 30% É um Agrupamento aberto à comunidade educativa 24% 30% É um pólo dinamizador de ofertas educativas 2% 0% Nunca Relatório de Auto-Avaliação Algumas vezes Muitas vezes 10% 20% Sempre 30% Não sabe 40% 47% 52% 64% 55% 47% 51% 37% 62% 33% 53% 45% 30% 44% 65% 60% 60% 33% 66% 16% 35% 36% 17% 50% 60% 70% 3%2% 9% 3% 2% 2% 4% 5% 4%3% 12% 6% 7% 6% 2%3% 20% 4% 9% 4% 10% 2% 31% 4% 7% 2% 2% 1% 3%3% 5% 6% 11% 7% 4% 6% 20% 3% 5% 5% 7% 12% 6% 20% 7% 80% 90% 100% Não responde Página 127