Reflexões Econômicas – volume I Autores: Alunos do curso de Administração 2º D e 2º E Orientador: Carlos Eduardo Paulino Organizadores: Carlos Eduardo Paulino e Alana da Fonseca Lima Xavier Niel, empresário francês do setor de telecomunicações. Autora: Adriana Miyazawa Idade: 44 anos Fortuna: 4,5 bilhões de dólares. O que já fez Aos 19 anos, começou a investir na indústria da pornografia e, mais tarde, fez fortuna com serviços de internet. Em 2010, comprou uma fatia do jornal francês Le Monde. È um dos donos dos direitos da música My Way, de Frank Sinatra. Ultimo Negócio Em janeiro, lançou na frança a operadora de celular Free, com foco em tarifas reduzidas, e conquistou quase 2 milhões de clientes. Desafeto do presidente Sarkozy, o bilionário Xavier Niel, que fez fortuna com pornografia e internet, abala o mercado das telecomunicações na França e atraiu o ódio do establishment. As vésperas das eleições presidenciais marcadas para o fim de abril, a França é um país em continuo estado de negação. Apesar do auto endividamento e do baixo crescimento da economia, Nicolas Sarkozy, presidente de centro-direita que busca a reeleição, e seu principal rival, e o socialista François Holland, não querem saber dos urgentes ajustes que o país pede o máximo que prometem são cortes quase cosméticos nas despesas. Não que isso traga qualquer surpresa. Boa parte dos franceses culpa as agencias de classificação de riscos e o próprio capitalismo pelas agruras sofridas pelo país. De acordo com pesquisas de opinião, apenas 30% dos Franceses dizem apoiar o livre mercado. Curiosamente, milhões de consumidores Franceses estão tendo uma aula prática de benefícios da competição e parecem satisfeitos com ela. É o que se depreende do sucesso do ultimo empreendimento lançado por Xavier Niel, o empresário mais bem sucedido dos últimos anos. Dono de uma fortuna estimada em 4,5 bilhões de dólares, a sétima da França, Niel estremeceu o seguimento de telefonia celular ao criar a empresa Free e lançar, em janeiro, o plano mais barato do mercado – 2 euros mensais, valor que equivale a menos de um quinto do cobrado pela líder Orange, marca da França Telecom. Desde então, quase 2 milhões de pessoas se tornaram clientes da empresa. O próprio fascínio provocado pela trajetória de Niel é uma prova de que os franceses têm, no fundo, alguma admiração pelo espírito empreendedor. Uma das informações que ajudam a entender Niel é que ele detém parte dos direitos da música My Way um dos grandes sucessos da longa carreira de Frank Sinatra. Sem sobrenome aristocrático, sem diploma de universidade de elite da França, Niel abriu sua primeira empresa aos 19 anos. Sempre fiel “ao seu jeito”, criou um serviço de chat erótico e, mais tarde, passou a investir em casas de peep show – onde os clientes assistem a stripteases em cabines individuais essa associação anos mais tarde, que renderiam uma temporada de 30 dias na cadeia, sobe acusação de exploração da prostituição (da qual foi inocentado). Nos anos 90, aos 28 anos, Niel arrefeceu sua pulsão sexual e lançou o World-Net, primeiro provedor de internet Francês. Vendeu o provedor pelo equivalente a 66 milhões de dólares – antes do estouro da bolha. Comparada aos valores praticados no mercado Americano, a venda do World Net era um pingo no oceano. Na França, foi o suficiente para transformar Xavier Niel em símbolo da nova geração. Em 2002, ele criou uma tecnologia que permitiu vender acesso à internet, TV e telefone num mesmo pacote. Niel conquistou 25% do mercado de banda larga em 5 anos. Quem está extremamente incomodado com a nova investida de Niel são as rivais Orange, SFR e Bouygues, cujo dono Martin Bouygues, é um dos melhores amigos do presidente Sarkozy, além de padrinho de um dos seus filhos. Sarkozy não engole Niel, a quem chama de “O homem do peep show”, é uma referência que ainda faz parte dos portfólios de negócios do empresário. Em 2010, Niel comprou o controle acionário do jornal francês Le Mond, de centro – esquerdo, junto com os empresários Matthieu Pigasse e Pierre Bergê, ligado ao ex-diretor geral do FMI Dominique Strauss – Kahn, um dos maiores desafetos Sarkozy e adepto dos prazeres carnais desprezados por parte da elite política e empresarial, o enfant Terrible dos negócios é reverenciado por milhões de consumidores. “Talvez seja meus sucesso que desperta tanta inveja”, diz Niel. Diante das acusações dos concorrentes de que seu modelo de negócios para a telefonia não é sustentável, ele se defende dizendo que a política de preços do setor é que é irreal – e não é o único a usar esse argumento. “Se a Free propõem tarifas baixas, é porque as outras têm grandes margens de lucros”, afirma Jan Ondrus, o professor da Essec Business School, uma das principais escolas de negócios da França. A aura de outsider pode provocar antipatia nos círculos do poder, mas é valorizada pela autoridade reguladora de telecomunicação na França, conhecida pela sigla Arcep, interessada no aumento da competição. Recentemente Jean – Ludovic Silicani, presidente da Arcep, declarou ao jornal Le Fígaro que são infundadas a acusação de que a Free não esteja cumprindo os investimentos previstos na concessão. Os ataques, porem, não param. Para os funcionários da SFR e do grupo Bouygues, a expansão da operadora de Niel vai resultar em demissões. A própria Arcep aceita que a competição no setor pode provocar o corte de até 10 mil empregos nas concorrentes em 2 anos – e demissões são o que o presidente Sarkozy não que nem ouvir falar a vésperas da eleições “ Nossa intenção sempre foi cortar os preços pela metade e devolver o dinheiro as famílias francesas”, diz Niel. Assim o enfant terrible está fazendo tudo do jeito dele e os consumidores franceses estão adorando. Entrei no Google e escrevi o nome da pessoa que estou pesquisando. O nome da pessoa é: Xavier Niel e apareceram vários sites falando sobre ele só que a maioria estava em inglês e o outro Francês o único que achei em português foi: Operadora francesa reduz o preço pela metade. Li a noticia inteira e peguei algumas coisas dessa pesquisa as que achei mais interessantes e que estava falando do assunto. Sai de lá e entrei no outro site com o nome: O enfant Terrible Xavier Niel e seus inimigos pesquisei a notícia que estava falando do assunto peguei novamente o que eu achei mais interessante e fui procurar mais noticias. Voltei ao Google novamente e tornei a pesquisar Xavier Niel achei o site: noticias sobre Xavier Niel e terminei a pesquisa na revista Exame do dia 18.04.2012 Edição 1014, ano 46, Número: 7. Os únicos sites que achei em português foram esses o resto estava em francês e inglês. A empresa e o empreendedor Aline Bispo Custódio Introdução As Lojas Casa Sol, empresa do ramo da construção, que hoje é um dos setores mais forte da nossa economia, foi fundada no ano de 1990 pelo seu empreendedor Daniel Alonso, e se situava na Rua Euclides da Cunha, centro de Marília - SP. Começando apenas com um simples barracão e um caminhão para entregas, a princípio oferecia apenas um seguimento de produto da área da construção civil, a telha. Mas com o decorrer dos anos foi se aprimorando, no atendimento, produtos, mão de obra especializada, e houve a necessidade até mesmo da troca do estabelecimento, passando a atender na Avenida Castro Alves, onde ha mais de vinte anos, proporciona um ótimo atendimento aos seus clientes. Seu crescimento é lógico, não foi por um acaso, por trás de grandes empresas de sucesso, sempre tem um empreendedor de sucesso. Daniel Alonso que se permitiu, ter uma grande carreira, ao conhecermos um pouco de sua história, percebemos que sua visão empreendedora, criatividade e ética, são qualidades que o acompanham desde jovem! De origem humilde, seu primeiro objetivo alcançado que já transparecia suas qualidades, foi uma bicicleta, que tinha o desejo de adquirir para se locomover até o colégio. Para essa aquisição acontecer, precisou de dois anos pegando restos da colheita que os boias frias deixavam cair, ele recolhia e vendia, dessa forma juntou o valor da bicicleta. Mais tarde investiu em um carrinho de lanches, seu primeiro empreendimento, logo após Daniel teve o primeiro contato com o que mais tarde seria seu grande negócio. Começou a trabalhar em uma rede de lojas da Construção civil, e seu grande desempenho, lhe rendeu uma promoção dentro da empresa, e foi essa mesma promoção que o impulsionou a investir em seu próprio negócio. Hoje a Casa Sol tem um grande reconhecimento no seu setor, e conta com mais três lojas em Bauru, São Carlos e Lins, e sua sede em Marília onde foi fundada. O grande crescimento e sucesso da empresa garantiu por cinco anos consecutivos, o prêmio de Melhor empresa pra trabalhar, premiação feita pela revista Exame e Você/SA, para fazer à avaliação e seleção das premiadas as revistas da área da administração e gestão de empresa, entre outros faz uma pesquisa interna com colaboradores da empresa, e analisam seu grau se satisfação, no que se refere, ao clima e cultura organizacional, relação entre os colaboradores, oportunidade que a empresa oferece aos seus funcionários de crescer e estudar na sua área de atuação, treinamentos e premiações de reconhecimento, etc. Requisitos claros, preenchidos a risca, a satisfação de quem tem oportunidade. De fazer carreira dentro da loja nos prova isso. Além disso, atualmente a empresa vai compor um grupo da cidade de Marília, onde empresários da mesma área de atuação, no caso a Construção civil, para troca de experiências e discutir, sobre o mercado e a economia, trabalho desenvolvido em empresas familiares, onde existe a sucessão, consultores da FBN (Family Business Network) no Brasil os auxiliaram neste "projeto", atitude de grande importância já que, este setor é um dos maiores e o que mais rende para o Brasil. Uma história de muito sucesso, de uma empresa que acabou de atingir sua maioridade, o que se deve também a grande força que o mercado da construção tomou no Brasil! Metodologia Os primeiro passos para conhecer a empresa, sua história, como surgiu, filosofia de trabalho e o empreendedor, nada mais é que buscar informações que a mesma disponibiliza ao público de uma forma geral, o site da Casa Sol, com o endereço virtual: www.lojascasasol.com. Acessando este endereço, no canto superior esquerdo temos o item ‘Institucional’, que nos encaminha para o link onde podemos encontrar a história desde quando a empresa iniciou suas atividades até os dias atuais, acompanhando dessa forma todo o desenvolvimento, e com uma noção básica de alguns fatores que levaram a tamanho desenvolvimento, por se tratar de uma empresa familiar. Continuando a pesquisa podemos acessar o item ‘Daniel Alonso’, o qual se refere ao empreendedor, contando resumidamente a história do empreendedor o que leva a entender também características que somaram para o desenvolvimento e crescimento. No item ‘Family Business’ se trata de um projeto que os gestores participam, para troca de experiências, entre negócios familiares, debatendo problemas que acontecem comumente nestes tipos de empresas, onde geralmente existe uma dificuldade de crescimento e tomadas de decisões de menos impacto, com mais afeto e menos teoria e eficácia, justamente por envolver pessoas com um vínculo afetivo grande. O próximo item ‘Filosofia de trabalho’ podem observar superficialmente os valores que são priorizados dentro da instituição, a relação entre funcionários, clima e cultura organizacional, levando para dentro da empresa um ótimo ambiente de trabalho e qualidade de vida aos colaboradores. Por fim acessando o item ‘Home’ no canto superior esquerdo, na página inicial do site, temos em destaque a matéria da Revista Exame e Você SA, que premia todos os anos as “Melhores empresas para se trabalhar”, dividindo a premiação de acordo com as características e porte da empresa. As Lojas Casa Sol foi eleita pela 5ª vez uma das melhores, de acordo com a sua categoria, está na lista “As 10 melhores empresas pequenas”, empresas com 100 a 500 funcionários, podemos acessar essa informação no link: http://exame.abril.com.br/carreira/melhores-empresas-para-voce-trabalhar/ (no endereço temos acesso a lista completa. No ano de 2010 a empresa passou por uma grande ampliação, ganhando uma nova área e um novo segmento, a Casa Sol Decor, que trabalha com o design interno, podemos acompanhar nos links: http://www.youtube.com/watch?v=BwB9S-tQQ78 e http://www.youtube.com/watch?v=VgbeGhYf5AI&feature=endscreen&NR=1 onde temos a fala do empreendedor, conhecendo com mais afinco sua filosofia de trabalho e visão de futura e empreendedora. O seu destaque como um grande visionário tem aberto portas, como as várias participações e entrevistas em programas televisivos, que falam sobre negócios e empreendimentos, dentre elas a participação no programa Visão de mercado, tratando do tema “Educação” http://www.youtube.com/watch?v=VgbeGhYf5AI&feature=endscreen&NR=1. Com a vasta experiência que adquiriu em todos esses anos, Daniel redigiu uma autobiografia, onde relata suas experiências, visando ajudar e orientar empresários e pessoas que planejam abrir seu próprio negócio futuramente, trabalho com característica solidária, já que a primeira tiragem de 3000 exemplares, 100% (cem por cento) do valor arrecado serão doados para uma ONG da cidade, http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=8Bw6MFBc_LE. Outra de suas conquistas e, a mais recente, o levou a presidência da ACIM (Associação Comercial e Industrial de Marília), por várias indicações, e a cada dia tanto o empresário como a empresa, tem assumido um papel social e figura pública na cidade de Marília, aquecendo a economia e aumentando a PEA do município, acesse http://www.youtube.com/watch?v=OzNIVS8FWiM&feature=related. Resultados. Fazendo pesquisas a respeito, não é difícil notar um grande fator para que o negócio fosse bem sucedido, encontramos na Casa Sol, uma empresa varejista no setor da construção civil, que atualmente vem crescendo de forma significativa, e aquecendo a economia nacional, já que os investimentos feitos neste setor são grandes e em longo prazo, claro que o crescimentos das empresas é simultâneos com o crescimento da Construção Civil. Atualmente, após 20 anos de crescimento significativo, a Casa Sol, abrange diversas áreas da construção, que é voltada para casas, apartamentos, escritórios, etc. Contrário das mercadorias que se encontrava no pequeno barracão inicial, hoje se tem área: Básicos (blocos, tijolos, telhas, ferragens, madeiras, cimento, massa corrida, argamassa, impermeabilizantes, resinas, seladores e outros necessários para a “estrutura” da obra), Elétrica (caixas de passagem, fios, plugues, quadros de luz, disjuntores, filtros de linha, protetores, tomadas, transformadores, chaves, fusíveis, soquetes, módulos, interruptores, conduítes, bengalas, cabos e diversos produtos e equipamentos necessários para a instalação elétrica), Ferramentas (ferramentas em geral, tanto na parte elétrica como manuais), Hidráulico (tubos e conexões, válvulas e descargas), Iluminação (pendentes, arandelas, lustres, luminárias e abajures), Metais e acessórios (torneiras, kits para banheiro, assentos, misturadores, registros e bases), Piscinas (com profissionais especializados pra auxiliar e fazer projetos customizados de vinil, fibra entre outros), Pisos e revestimentos (cerâmica, porcelanato, pastilhas, azulejos e faixas em variadas medidas e opções de modelo), Janelas e portas (esquadrias de madeira, ferro e alumínio de diversas marcas, modelos e acabamentos), Tintas (diversidade de cores e texturas, acessórios para pintura, como lixas, rolos, pincéis, espátulas, bandejas, colas e adesivos, fundos e seladores, impermeabilizantes e solventes) e por fim a Casa Sol Decor (com profissionais da área que auxiliam na escolha e planejamento de acordo com espaços, móveis de todos os segmentos, sala, quarto, cozinhas planejadas, etc.). O atendimento de qualidade e a grande variedade nos produtos que atende gostos mais sofisticados até os mais simples, lhe proporcionou o grande número de clientes, de todas as classes da sociedade, ponto muito positivo, pois a empresa não se limitou a agradar apenas com requinte e sofisticação, por exemplo, mas você entrar na loja e encontrar produtos de grande variedade aumentou e popularizou o nome da empresa. Que pode competir de forma estável com outros estabelecimentos do mesmo segmento, sua demanda é grande, o que resulta na compra de grandes números de mercadorias, o que possibilita a negociação de mercadorias a preços reduzidos, beneficiando tanto a empresa com um faturamento maior e ofertando o produto a preços atrativos para a clientela. E a procura tem se tornado cada vez maior e em demanda de produtos proporcionalmente maiores também, principalmente na loja/sede em Marília, onde a construção civil, assim como no território nacional, teve um ‘up’, e vem crescendo continuamente, desde pequenas reformas em um cômodo, ampliação da residência, implantação de itens de luxo e sofisticação, como jardins de inverno, piscinas, banheiras, jardim de entrada, até construções de residências desde a estrutura e fundição até o acabamento e decoração. Com superfaturamentos, possibilitou o investimento e o crescimento, mas em âmbitos maiores, levando a empresa para mais três localidades: Bauru, Lins e São Carlos, aquecendo a economia das cidades, e aumentando a competitividade com lojas do mesmo segmento, que tiveram de investir em marketing e rever preços alguns abusivos. Concluindo, em todas essas pesquisas o que encontramos são bons investimentos, feitos em lugares certos, em momentos propícios, que rendem alta lucratividade, e aguçam a competição entre empresas só mesmo ramo de atuação, beneficiando de forma direta o consumidor, que consegue produtos de qualidade a preços acessíveis, e em todas as tomadas de decisões e acontecimentos, podemos identificar uma diretoria e gestão de qualidade, criatividade e futurista, evitando lucros e problemas advindos de decisões errôneas, desenvolvendo de forma inteligente uma empresa modelo, com sucesso e reconhecimento no âmbito nacional. Referências Bibliográficas. https://www.lojascasasol.com.br https://www.exame.abril.com.br https://www.vocesa.abril.com.br C o c a - C ol a : a m a r c a da a l e gr i a Ariane Calegari I nt r od u ç ã o Quem diria que a invenção de um líquido que ocorreu por acaso numa tarde de verão de 1886, se tornaria mais de um século depois a maior marca do mundo? Quem nunca ouviu falar da Coca cola! marca do mundo e o refrigerante Hoje além de ser a maior mais conhecido, investe em programas sociais e publicitários em todo o mundo. Coca Cola não é somente uma marca, faz parte da história de cada um. A invenção que ultrapassou fronteiras hoje atende mais de 200 países em todo o mundo com mais de 400 marcas. Atualmente a Coca cola segue como a marca de maior valor no mundo, estimado em aproximadamente US$ 72,00 bilhões. Em 1886 um farmacêutico de Atlanta John Pemperton que adorava manipular fórmulas medicinais, ao pesquisar a cura para dores de cabeça faz uma mistura líquida de cor caramelo. Leva a mistura para uma farmácia, a Jacob's Pharmacy, onde o xarope, misturado à água carbonatada (gasosa), é oferecido aos clientes, que consideram a bebida muito especial. A farmácia coloca o copo do produto à venda por US$ 0,05. Frank Robinson, contador de Pemberton, batiza a bebida de Coca-Cola, escrevendo o nome em sua própria caligrafia. Desde então, o nome Coca-Cola é escrito da mesma maneira. E a data oficial de nascimento da Coca-Cola fica sendo 8 de maio de 1886 Nos primeiros anos, nove copos (237 ml) de Coca-Cola aproximadamente são vendidos por dia. Um século depois, a empresa The Coca-Cola Company já havia produzido mais de 38 bilhões de litros apenas do xarope. Infelizmente, Pemberton era mais um inventor do que homem de negócios. Sem ter idéia de que inventara um produto que viria a ser um sucesso mundial, em 1891, ele vende a empresa para Asa Griggs Candler, por aproximadamente US$ 2.300,00. Candler torna-se o primeiro presidente da companhia e o primeiro a dar real visibilidade ao negócio e à marca. Naquela época não havia muitos meios de comunicação e os consumidores moravam em lugares isolados, cidades do interior. Para expandir os negócios Candler resolve contratar pessoas para distribuir cupons que davam o endereço e um brinde, para experimentar de graça a Coca-Cola, fazendo com que os estabelecimentos fossem procurados; mais tarde disponibilizou mais brindes como, calendários e posters. Todo esse trabalho de Candler deu certo, no dia 31 de janeiro de 1893 a marca Coca-Cola foi registrada. No dia 12 de março de 1984 a Coca- Cola foi vendida pela primeira vez em garrafas de vidro. A partir daí a Coca – Cola começou a se internacionalizar chegando ao Canadá e no México. Em 1918 Robert W oodruff, pai de Candler compra a empresa, e conclui o trabalho que começou com seu filho que expandiu a marca no mercado americano, consolidando a marca e a liderança da Coca Cola em todo o mundo durante os 60 anos em que ficou no comando da empresa. Os Estados Unidos entram na Segunda guerra mundial em 1941. A Coca – Cola acompanha esses combates, W oodruff determina que a Coca- Cola seja vendida a todo combatente norte- americano onde quer que esteja, em qualquer parte do mundo, não se importando se iria custar caro à empresa. Quando a paz volta a reinar a Coca – Cola já tem muitos negócios fora de seu território. E não é diferente nos dias de hoje, onde a Coca – Cola tornou-se parte da vida de bilhões de pessoas em todo o planeta, tendo a missão de levar magia ao mundo todo. Para começar o trabalho de TGI, escolhi em primeiro lugar o tema a ser descrito e o título: “Coca-Cola: a melhor fórmula, a maior marca”. Após escolher o tema e o título, entrei no site original da Coca – Cola, e no Wikipédia, para comparar a história que cada site tinha para ter a base para a introdução e o resultado final. Ao ler a história da Coca – Cola que começou em 1886, me interessou em pesquisar sobre o sistema econômico da época, foi quando entrei no Google e iniciei a pesquisa. Encontrei informações interessantes no Wikipédia e no site Cultura Brasil, como a manifestação dos trabalhadores nas ruas de Chicago em 1° de maio, para reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias, manifestação está que causou mortes, mas é lembrada e comemorada na atualidade, pois trouxe melhorias para os trabalhadores. Esse fato histórico, que também foi citado no trabalho, ocorreu no mesmo ano em que a fórmula que mais tarde se tornaria a maior marca do mundo, foi vendida pela primeira vez em Atlanta, após exatos sete dias da manifestação dos trabalhadores em Chicago. Enfim, pesquisei também sobre o “santo puritanismo”, que em 1886 invadiu Atlanta, nem homens nem mulheres, poderiam ser vistos em lugares onde vendiam bebidas alcoólicas, sendo assim J o h n P e m b e r t o n , se viu praticamente obrigado a alterar a fórmula da bebida, tirando o álcool e mudando alguns componentes para não ter prejuízo, foi assim que a Coca-Cola foi criada, invenção está que traz lucros e investimentos para todo o mundo até hoje. Fiz o resumo da história da empresa que mais cresce em todo o mundo, lendo artigos, pesquisas, e resumi, expondo os pontos principais. A história da Coca-Cola inicia com a chegada do farmacêutico John Pemberton na cidade de Atlanta nos Estados Unidos, logo após a Guerra Civil americana. Ele havia acabado de participar da guerra e estava disposto a mudar de vida, em busca de uma nova clientela que comprasse habilidade suas em idéias vendas, e medicamentos. sempre fracassou Por em não suas ter nenhuma criações, até conhecer o contador Frank Robinson, que acaba tornando-se sócio. Em 1884 foi lançada a bebida alcoólica chamada “Pemberton's French W ine Coca”, anunciada como uma bebida intelectual, vigorante do cérebro e tônica para os nervos, sendo, inicialmente uma mistura de folhas de coca, grãos de noz-de-cola e álcool. Em 1886, enquanto a Estátua da Liberdade é erguida em Nova Iorque, e quando os trabalhadores de todo o mundo, se manifestam a favor da redução da Jornada de Trabalho para 8 horas, por aumento de salário e melhores condições de trabalho, e o puritanismo religioso estava em alta, havia todo um movimento antiálcool. Nenhuma mulher ou homem decente poderia ser visto em lugares que fornecessem esse tipo de bebida. Neste mesmo ano, todos os estabelecimentos que vendiam álcool foram fechados e Pemberton e Robinson se viram na procura por outro produto que lhes rendessem dinheiro. Naquela época existiam os chamados “Pontos de Vendas”, lugares aonde pessoas iam após as compras, para se reunir e tomar sorvetes e xaropes misturados com água carbonada nos mais diferentes sabores, e que possivelmente acabaram dando idéias para a produção de um novo produto. Tentando se encaixar neste novo padrão, Pemberton passou meses no porão de sua carbonada casa em Atlanta, adicionando para fazer um xarope e, ingredientes à mandando amostras água para a “Jacob’s Pharmacy”, para testar a opinião dos clientes. No dia oito de maio era vendida a primeira bebida conhecida atualmente como Coca-Cola, nome posteriormente dado por Frank Robinson, que utilizou a sua própria caligrafia para fazer o logotipo. O produto era um xarope com água carbonada, servidos em copos de vidro e misturados na hora de servir. No dia 29 de maio, Pemberton anuncia a bebida pela primeira vez no “Atlanta Journal”. Em seu primeiro ano de operação foram vendidos somente 25 galões de Coca-Cola, o que correspondia a nove copos por dia, o que rendeu 50 dólares, tornando-se um prejuízo. Devido a problemas de saúde e financeiros, Pemberton foi obrigado a vender a fórmula em 1888, pelo total de 1.750 dólares e, acabou falecendo, no dia 16 de agosto, dois anos após ter inventado a bebida que acabaria por se tornar um dos maiores símbolos americano. No mesmo ano, Frank Robinson procura pelo empresário e farmacêutico, Asa Griggs Candler que acaba comprando a fórmula por 2.300 dólares. Asa Griggs Candler acreditava no produto e queria que a Coca-Cola fosse conhecida. Naquela época, não existiam meios de comunicação nacionais e, a grande maioria dos consumidores encontrava-se isolados nas pequenas cidades do interior que visitavam as grandes cidades. Uma das formas encontradas foi o contratar pessoas para distribuir cupons que davam o endereço e um brinde, experimentar de graça a Coca-Cola, fazendo com que os estabelecimentos fossem procurados. Candler também acaba disponibilizando outros brindes nos estabelecimentos, como calendários e posters que serviam como uma forma dos consumidores olharem para o nome da Coca-Cola e lembrar onde compraram. No dia 12 de março de 1894 a Coca-Cola foi vendida pela primeira vez em garrafas de vidro em uma loja de doces em Vicksburg, Mississipi, usando garrafas de vidro que vinham com a marca da companhia de engarrafamento em auto-relevo, a “Biedenharn Candy Company”. O dono da engarrafadora, Joseph A. Biedenharn ficou impressionado com as vendas e relatou o caso para Asa Griggs Candler, que não teve nenhum interesse em comercializar a Coca-Cola em garrafas. Em 1895 a forma de promoção agressiva adotada por Candler acabou funcionando, a marca Coca-Cola já contava com três fábricas que engarrafavam o produto nas cidades de Chicago, Dallas e Los Angeles. Começa a internacionalização em 1897 da Coca-Cola, chegando ao Canadá, e no México. No final de 1918, Candler vende a empresa por 25 milhões de dólares para um grupo de investidores liderados por Ernest W oodruff e W C Bradley. Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a Coca-Cola já tinha se tornado a maior consumidora de açúcar do mundo para a fabricação de seus produtos. Com a guerra, começou a ter racionamento, colocando em perigo os negócios. Em 1923, com o final da Primeira Guerra Mundial, houve a recessão que quase faliu com a companhia, este fato fez o conselho que comandava a The presidente, sendo Coca-Cola eleito Company Robert escolhesse W oodruff, o mesmo um novo dirigiria a companhia pelos próximos 60 anos. Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, a Coca-Cola desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados, fato este aprovado pelo então general Dwight D. Eisenhower das Forças Armadas dos Estados Unidos. A empresa conseguiu na época uma autorização excepcional de Washington. Apesar dos custos de produção na frente de batalha ser elevados, a companhia decidiu arcar com os mesmos, numa tática de marketing, vendendo o refrigerante pelo mesmo preço praticado nos Estados Unidos. Durante o período de guerra, 64 instalações de engarrafamento foram criadas para abastecer as tropas que estavam fora dos Estados Unidos. Este fato ajudou a abrir caminho para a internacionalização da Coca-Cola, que, durante e após a guerra acabou sendo licenciado nos diversos países em que acompanhou o exército americano, incluindo o Brasil Tendo em vista a sua associação com os produtos americanos, o refrigerante acabou exercendo o papel de um símbolo patriótico. A popularidade da bebida aumentou bastante no pós-guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante. No final da década de 1930, a Coca-Cola já era bem conhecida nos Estados Unidos, mas foi somente com a Segunda Guerra Mundial que passou realmente a explorar outros mercados. No início da década de 1940, o Brasil entrou no cenário da Segunda Guerra Mundial. Em 1941 o governo brasileiro autorizou secretamente os norte- americanos a utilizarem bases aéreas e navais situadas no país, para garantir a defesa do continente americano. No dia 26 de julho foi publicado no Diário Oficial da União o Decreto-Lei número 3.462, de 25 de julho de 1941, uma das primeiras medidas que autorizava a empresa “Panair do Brasil”, a construir, melhorar e aparelhar os aeroportos americanos do nordeste passaram a brasileiro. chegar ao Desta Brasil forma, com aviões maior militares freqüência, reforçando as bases estratégicas estabelecidas no país. Neste contexto, a Coca-Cola chega, em um primeiro momento trazido pelos próprios soldados e posteriormente, produzido em pequenas fábricas móveis que passaram a acompanhar as tropas. Na época, a política adotada pela empresa em relação á Segunda Guerra Mundial era o de apoiar seus combatentes, oferecendo seus produtos onde quer que estejam, sendo comercializada, a um preço simbólico de cinco centavos de dólar o copo. No dia 18 de abril de 1942 foi inaugurada a primeira fábrica da CocaCola no Brasil, localizada no bairro de São Cristovão, no estado do Rio de Janeiro. Também, no mesmo ano começou a produção de embalagens de vidro com 185 ml. Até então, a comercialização da Coca-Cola no país, era exclusiva aos soldados americanos. A partir desta data, começa a comercialização para o mercado brasileiro, propriamente dito. Na cidade de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, em 1945 a Coca-Cola firma contrato com a então “Industrial de Refrescos”, passando esta a ser a primeira empresa franqueada da marca no Brasil. Pelo contrato, a Industrial de Refrescos passava a ter exclusividade para a comercialização e produção dos produtos da marca Coca-Cola na região sul. No mesmo ano, foi inaugurada a segunda fábrica carioca da Coca-Cola, com modernos equipamentos, para a época, que eram capazes de produzir até 150 garrafas por minuto. E daí por diante a Coca – Cola foi consolidando-se. A década de 90 foi marcada pelo crescimento contínuo para a CocaCola Company. A longa associação da Empresa com os esportes fica ainda mais fortalecida com o apoio a alguns dos principais eventos esportivos mundiais, como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo de Futebol. Em 1993, é lançada a campanha "Always Coca-Cola" e, em seguida, surge pela primeira vez na propaganda do produto o simpático urso polar. Novos mercados se abrem quando a Coca-Cola passa a ser vendida na Alemanha Oriental, em 1990, e retorna à Índia, em 1993. A empresa também passa a atuar em outros segmentos do mercado de bebidas e intensifica a aquisição de importantes marcas presentes em vários países. Com uma linha de produtos em franca expansão e um consumo diário crescente, a Coca-Cola é uma empresa que não se acomoda e enxerga em cada esquina uma nova oportunidade de crescimento. Em 1886, a Coca-Cola surgia como um sabor refrescante e único em uma pequena existência, farmácia de Atlanta. Em seu segundo século de associada a momentos mágicos e especiais, a Coca-Cola tem agora a missão de levar sua magia para todo o planeta. Com aproximadamente 400 marcas presentes em mais de 200 países, a Coca-Cola tem consumidores nos mais remotos cantos do planeta. Em qualquer parte do mundo, você será capaz de achar uma Coca-Cola. A Coca-Cola é uma empresa de atuação global comprometida com os mercados locais. Uma empresa que respeita a diversidade e está sempre atenta ao que pessoas de diferentes culturas e experiências querem beber - e onde e a forma como elas querem apreciar sua bebida. Em parceria com seus fabricantes locais, a Coca-Cola é uma empresa comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que está inserida. Em mais de um século de existência, a Coca-Cola tornou-se parte de vida de bilhões de pessoas em todo o planeta. O último levantamento realizado sobre as marcas mais valiosas do mundo destacou em primeiro lugar a Coca-Cola, estimado em US$ 71,86 bilhões – um aumento de 2% frente a 2010. A Coca–Cola não é somente uma fórmula que deu certo, hoje podemos afirmar que é a maior e mais valiosa marca do mundo. Talvez uma fórmula simples para John Pemberton, seu criador, mas com certeza a fórmula que conquistou o mundo e atravessou fronteiras, se tornando a maior e mais conhecida marca do mundo. METODOLOGIA Neste trabalho procurou-se identificar uma organização brasileira que esteja em sintonia com as tendências do mercado varejista e que tenha sucesso comprovado na implantação de estratégias competitivas que acompanhem a evolução do mercado e esteja constantemente se adaptando às exigências crescentes dos consumidores. Foi utilizado um estudo de caso individual, com coleta de dados primários através de uma entrevista com o Sr. Marcelo do Nascimento Pimenta, e de dados secundários através de pesquisa bibliográfica em livros de negócios, jornais, revistas, publicações diversas sobre a empresa na mídia e sites de busca na internet. A metodologia de pesquisa utilizada foi a pesquisa exploratória e descritiva, que buscou levantar informações e descrever a trajetória da empresa no processo de adaptação do formato de varejo à nova realidade competitiva traçada pelo mundo virtual e às crescentes exigências do consumidor. O uso das múltiplas fontes de pesquisa proporcionou colher as evidências necessárias para que se pudesse comprovar a relação do caso prático com a teoria apontada. O CASO DO MAGAZINE LUIZA O Magazine Luiza é uma rede de lojas de produtos eletroeletrônicos, móveis, informática, telefonia, presentes, cama, mesa e banho e brinquedos atuante já há 48 anos no mercado brasileiro. Em 2005 tornou-se a terceira maior varejista de eletros e móveis do País. .A empresa conta hoje com cerca de 10 mil colaboradores e o faturamento previsto para 2006 é de mais de R$ 2 bilhões. Atualmente, possui lojas em sete Estados: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao total são 360 lojas, das quais 50 são virtuais, e as demais são divididas em lojas de shopping e lojas convencionais. Para 2006 a empresa planeja abrir 100 novas lojas e ampliar a sua participação no Estado de Goiás e na cidade de Belo Horizonte. A entrega dos produtos adquiridos no Magazine Luiza é, em grande parte das compras, domiciliar, pelo fato de trabalhar com produtos pesados o que impossibilita que os clientes os levem para casa já na hora da compra. Desta forma, a rede possui seis centros de distribuição de produtos assim localizados: Ribeirão Preto (SP), Contagem (MG), Ibiporã (PR), Sorocaba (SP), Caxias do Sul (RS) e Navegantes (SC). Estratégias de Gestão De acordo com a assessoria de imprensa da rede, valores como transparência, honestidade, respeito e cortesia permeiam todas as decisões da empresa que já há oito anos está entre as dez melhores empresas do Brasil para trabalhar, de acordo com o Guia Exame, e em 2005 foi considerada a melhor do setor de varejo e a terceira melhor para mulheres trabalharem. Isto se deve principalmente ao fato de que o Magazine Luiza é um ambiente propício à inovação, onde os funcionários são desafiados todo o tempo a buscar soluções para encantar o cliente e possuem o poder necessário para implementá-las. Treinamento e desenvolvimento são constantemente aplicados às equipes que possuem toda assistência necessária para alcançar os objetivos estipulados. Trata-se de liberdade de ação com apoio e acompanhamento. Além disso, há uma preocupação constante com a disseminação e perpetuação da cultura da organização, expressa claramente através de seus valores de respeito e valorização do ser humano. Prova disto é sua gestão por mérito, que dá a todos a oportunidade de crescer e ser remunerados pelo desempenho. A comunicação é ponto crucial na organização e é realizada diretamente, olho-no-olho, onde a verdade sempre prevalece. O centro da gestão da empresa é a criação e manutenção de uma rede de relacionamentos, onde todos os funcionários são considerados partes interdependentes do todo. Em resumo, um não pode viver sem a cooperação do outro. A hierarquia não é rígida e pode ser subvertida a qualquer tempo, caso seja necessário. Estratégias Mercadológicas O Magazine Luiza se autodenomina como uma empresa multicanal de vendas, e sempre procurou inovar em relação à diversidade e integração de seus canais de vendas. Atualmente, a empresa conta com uma das mais dinâmicas e funcionais estruturas do comércio varejista no país, formada por: § Lojas convencionais - estabelecimentos físicos completos com estoques e produtos em exposição. Público-alvo: classes C e D. § Televendas: canal utilizado para compras ou para tirar dúvidas em relação aos produtos disponíveis na empresa. § Site: pioneiro em vendas pela internet. Possui uma das melhores e mais seguras estruturas para compras pela web. Maior fonte de faturamento. § Shopping: situada em shoppings centers. Público-alvo: classes A e B. § Lounge: quiosques móveis de apresentação e venda de produtos estrategicamente colocados em locais com grande movimentação de público, interligados ao sistema web de vendas da empresa. Sua função, além de comercial, é fortalecer a marca magazineluiza.com entre o público com potencial de compra na internet. § Tia Luiza: vendedora Virtual do site magazineluiza.com. Presente na rede 24 horas por dia atendendo aos clientes para sanar dúvidas sobre os produtos. § Lojas Virtuais: antigas "Lojas Eletrônicas", um conceito futurístico de prestação de serviços. A empresa demonstra uma preocupação em conhecer seus clientes e registrar seu perfil de consumo, e para isto vem, desde 1992, armazenando num imenso database, dados de consumo dos mais de 8 milhões de clientes cadastrados. Em entrevista à autora, o Sr. Marcelo do Nascimento Pimenta, membro integrante da Superintendência do Magazine Luiza, informou que a partir deste cadastro é realizada a segmentação de clientes, que leva em conta fatores como idade, número de compras efetuadas, classificação do cliente (ouro, ativo, inativo) etc. Desta forma, os clientes são agrupados e cada grupo apresenta características peculiares. A partir da análise dos dados o departamento de marketing de relacionamento do Magazine Luiza adota estratégias diferenciadas para cada grupo. A comunicação é dirigida de acordo com a variedade de clientes e a variedade de perfis, mantendo sempre um padrão estratégico de layout e identidade próprios, além de buscar a simplicidade, a objetividade e a emoção nas ações. Em suas ações de relacionamento com o cliente, o Magazine Luiza ainda não atingiu o nível de microssegmentação, por esta razão, embora existam ações voltadas para públicos segmentados, a maior parte delas é voltada para mídias de massa. Mesmo assim, em suas campanhas uma grande preocupação do Magazine Luiza é manter um diálogo que seja atrativo aos olhos do cliente "a privacidade é sempre guiada de acordo com o desejo de nossos clientes, em cada grupo de atuação. Existe a preocupação de que as campanhas não sejam invasivas e muito menos abusivas", diz Pimenta. Além de campanhas voltadas para os segmentos específicos do seu público alvo, tais como, o Cliente Ouro, o Dia da Melhor Idade, o Dia da Mulher, o Magazine Luiza é responsável também pela liquidação mais famosa do País, que inicia às 5 horas da manhã e arrasta multidões para suas lojas - a "Liquidação Fantástica". Outra campanha muito famosa é a "Só Amanhã", onde faz parcerias com fornecedores, focando determinado produto de forma a oferecer um negócio vantajoso para o cliente sobre aquele produto durante um dia da semana - sempre uma segunda-feira, com investimento maciço em mídia de massa, veiculada no domingo anterior. A responsabilidade social também faz parte de sua estratégia mercadológica, como por exemplo: a doação de parte das vendas de dezembro para o Unicef, a política de contratação de pessoas com deficiência física e da terceira idade etc. Pimenta ainda afirma que faz parte da estratégia geral do Magazine Luiza proporcionar a seus clientes experiências de consumo personalizadas. E prova disso são as promoções sazonais como dia das mães, aniversários, halloween, dia dos pais, dia das crianças, "Os Imbatíveis" (campanha própria), etc. que se adequam às necessidades dos pequenos grupos de clientes da empresa. Como se observa, é uma organização consolidada tanto no varejo tradicional (offline) quanto no varejo online, tendo sido inclusive objeto de estudo de pesquisadores da Universidade de Harvard em 2005 que buscaram detalhar as razões da ascensão da empresa que teve seu faturamento ampliado em 415% em dez anos num setor que até então havia passado por várias crises que culminaram em falências de gigantes como Mappin e Mesbla. E, algumas das características levantadas por este estudo foram a ousadia, o pioneirismo e a agilidade nas decisões, que mantém a empresa inovando, crescendo e principalmente se adequando às exigências do mercado consumidor. A verdade é que, já há alguns anos a rede vem se adaptando rapidamente à nova realidade competitiva do varejo. Prova disto foi a estratégia utilizada pela varejista para a entrada no mundo virtual. Lojas Virtuais Luiza Com o conceito de unidades virtuais em que o cliente faz compras por computadores instalados em suas lojas físicas sem presença de estoque e tendo apenas o computador como modo de mostrar os produtos, o Magazine Luiza iniciou em 1992 (quando a internet ainda nem existia no Brasil) sua incursão pelo universo virtual através das antigas lojas eletrônicas, mudando significativamente a forma de fazer negócios entre os grandes varejistas de eletroeletrônicos. Este formato de Loja Virtual foi aclamado pela companhia como precursor do modelo de comércio eletrônico usado na Internet com a campanha "Há dez anos, a gente já sabia que 'arroba' seria muito mais do que uma medida de peso", veiculada em várias publicações nacionais durante o ano de 2002. O objetivo destas unidades virtuais inicialmente era atingir pequenos municípios, entretanto, em pesquisas realizadas no ano 2000, a rede identificou a possibilidade de implantá-las como lojas de vizinhança também em grandes cidades. Ao perceber que o consumidor havia mentalizado o nome Magazine Luiza, rapidamente a varejista trocou o nome "Lojas Eletrônicas Luiza" para "Magazine Luiza Lojas Virtuais", iniciando aí sua expansão para os grandes centros urbanos. Estas unidades virtuais possuem 150m2, sendo que, destes, 100 compõem uma área de vendas, com quiosques multimídia equipados com catálogos de todos os produtos, auxiliados por vendedores sempre a postos, e nos 50 restantes estão os centros de promoção, onde foram montadas as famosas "Salas Tia Luiza". Lá o consumidor tem a opção de se deliciar num cyber café, fazer cursos de culinária e computação, acessar gratuitamente a internet etc.. Além disso, o ambiente o deixa mais próximo dos produtos, incentivando-o a adquirir por exemplo os computadores, que muitos antes deixavam de comprar por não saber usá-los, e com os cursos gratuitos tiveram a opção de aprender. Na época do lançamento das Lojas Virtuais, alguns concorrentes - Arapuã e Mappin tentaram copiar esta fórmula, mas não obtiveram sucesso. A grande diferença era de que em vez de possuir vendedores para realizar o atendimento, as lojas eram de autoatendimento. A superintendente da rede Luiza Helena Trajano Rodrigues, em entrevista à Revista Ponto-Com (2001) afirmou que: "esse foi o grande erro. Era preciso ter alguém para tirar dúvidas básicas sobre produto. Eles esqueceram que atuavam no varejo e no segmento não dá para dispensar a figura do vendedor". O Site Magazine Luiza A experiência adquirida nas vendas virtuais foi levada para a internet em 1999, através do Site Magazine Luiza, totalmente seguro, de fácil navegabilidade, excelente qualidade de imagem, e com um mix de mais de cinco mil produtos com preços atrativos e formas de pagamento facilitadas. No site, o consumidor encontra a Tia Luiza, uma vendedora virtual que facilita a compra através do chat on-line, e-mail e conteúdos explicativos distribuídos em todo o ambiente virtual, estreitando o relacionamento com os clientes e promovendo o diálogo constante. O Magazine Luiza foi a pioneira do varejo eletrônico a disponibilizar a ferramenta de chat online em 1999 e a primeira a fornecer o serviço 24h no mês de dezembro de 2005, onde o total de acessos chegou a dez mil no mês enquanto que nos meses normais, com horário de funcionamento das 8:30hs às 20:30hs, o total de contatos recebidos é em torno de seis mil. Toda a dinâmica do site é voltada para facilitar o acesso do consumidor de forma que ele nunca está sozinho e pode solicitar auxílio à Tia Luiza sempre que necessário. Aqui pode-se observar claramente o posicionamento da empresa traduzido em seus valores de auxílio constante ao cliente, estando sempre onde, como e quando o cliente quiser, atendendo-o com velocidade, qualidade e rentabilidade. Posicionamento este manifestado através das peças publicitárias e de todas as ações de comunicação que a empresa direciona a seus clientes. Além disso, uma equipe especializada monitora diariamente o comportamento de consumo no site recebendo feedback constante dos operadores dos terminais eletrônicos, ajustando desta forma conteúdo e imagens em tempo real às necessidades dos consumidores. Segundo Pimenta, o Magazine Luiza também vem sofrendo a influência das mudanças culturais existentes nos últimos tempos que tornaram os consumidores mais exigentes em função da facilidade de acesso à informação que a internet oferece. Entretanto, tal fato tem contribuído para o desenvolvimento dos seus canais de e-commerce que estão sendo estruturados com muito mais facilidade atualmente já que os consumidores possuem muito mais informação e familiaridade com o ambiente virtual, ao contrário da época em que foram lançadas as antigas lojas eletrônicas. Além disso, já existe por parte do Magazine Luiza uma iniciativa em formar comunidades virtuais em seu site de forma a agrupar clientes de acordo com seus interesses e assim poder realizar algum tipo de comunicação direta em cada comunidade. Este canal ainda está em fase de estruturação, mas em breve poderá ser acessado por seus clientes. Ele afirma que a intenção é fidelizar o cliente, "por isso perguntamos se ele deseja receber outros boletins de seu interesse, e não apenas de ofertas". O site magazineluiza.com já recebeu diversos prêmios como, por exemplo, o TOP 3 Prêmio de Reconhecimento do Público iBEST 2004 e o Prêmio Excelência em Qualidade de Comércio Eletrônico B2C em 2003 (Prêmio ebit). Em pesquisa recente, foi considerado um dos três melhores do Brasil na categoria B2C, ao lado do americanas.com e submarino.com.br, e agora está a um passo de conquistar novamente o TOP3 no Prêmio iBEST 2006, que está em sua 11ª edição. Sucesso Real Em entrevista à Revista Exame, em agosto de 2001, Frederico Rodrigues, filho mais velho de Luiza Helena Trajano Rodrigues, a superintendente do grupo, declarou que em sua experiência com o varejo virtual aprendeu algumas importantes lições: o cliente virtual é muito mais exigente e menos tolerante; prazo e atendimento são fatores críticos de sucesso numa transação online; a qualidade do atendimento é a responsável pelo índice de recompra; estabelecer uma relação de confiança com o parceiro logístico, com o objetivo de entregar valor ao cliente, é fundamental e vai além do contrato comercial e o conceito de comunidade é fundamental e deve ser trabalhado. Não é à toa que, mesmo sendo a pioneira no lançamento do varejo eletrônico, o Magazine Luiza seguiu alguns passos cuidadosos ao iniciar sua trajetória no mundo virtual: enfrentou o ambiente virtual sem desconsiderar a importância do atendimento humano; logo no início identificou a necessidade de treinamento de sua clientela para o uso dos computadores; adaptou a ferramenta virtual aos hábitos de consumo da sua clientela e procurou tirar o melhor de cada canal de venda, utilizando as lojas virtuais também para receber pagamentos diversos de contas de luz, água e telefone. 4.6. Diversificação da oferta Boa parte do crescimento do Magazine Luiza ocorreu através de aquisições. Recentemente, adquiriu três redes concorrentes no Estado de Santa Catarina - Base, Madol e Kilar - completando as 360 lojas atuais. No ano passado a rede firmou também uma aliança com a seguradora francesa Cardif do BNP Paribas, através da qual será criada uma joint venture, a LuizaSeg, para a oferta e distribuição de seguros de proteção pessoal e familiar nos pontos de venda da rede de lojas, além da opção de garantia estendida nos produtos oferecidos. A rede é detentora ainda de 50% da LuizaCred, uma financeira, que tem o Unibanco como parceiro e proprietário dos demais 50% do capital, e, em parceria com a MasterCard, no final de 2004, a varejista passou a oferecer cartões de crédito para seus clientes preferenciais, válidos em qualquer estabelecimento filiado à bandeira. Com esta iniciativa, a LuizaCred passou a concorrer com os bancos - o Unibanco inclusive -, expandindo a concessão de crédito para além de suas portas. Em março deste ano a diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou o financiamento de R$ 35,3 milhões para o programa de expansão e reforma de lojas da rede varejista Magazine Luiza. Desta forma, a rede vai engordando seu mix de ofertas e diversificando suas operações, sendo capaz de oferecer soluções completas a seus clientes até quem sabe tornar-se num futuro próximo um megavarejista, que é um dos seus principais objetivos, diz Pimenta, mas com uma ressalva, sem desviar-se de seu core business. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente artigo procurou abordar a questão do crescimento do poder do consumidor sobre o mercado varejista e identificou uma rede varejista brasileira - O Magazine Luiza que está em sintonia com as tendências que estão se apresentando para o varejo que priorizam o consumidor e suas necessidades, onde se constróem relacionamentos com base na confiança, no respeito à privacidade, no diálogo transparente e no incentivo à formação das comunidades de clientes. O Magazine Luiza sempre foi pioneiro no segmento varejista e vem conquistando a passos largos a preferência do consumidor brasileiro, que de imediato simpatiza com sua filosofia de cuidado e atenção constantes. Mesmo nos ambientes virtuais que a princípio não necessitariam de intervenção humana lá está a marca registrada da rede varejista, o vendedor, seja real ou virtual, que atua no papel de consultor auxiliando o e-consumer na hora da compra. Em tese, este é o grande diferencial deste empreendimento, que mesmo estando sempre à frente com relação à tecnologia e às práticas competitivas, consegue identificar as diferenças entre os consumidores, e é capaz de gerenciá-las oferecendo um leque variado de opções de encontros e experiências que o consumidor possa ter com a marca, sem tornar-se invasiva. Desta forma, a personalização das experiências torna-se uma constante à medida em que existe por parte da empresa uma preocupação em conhecer seus clientes e seu perfil de consumo, traduzidos no imenso banco de dados cuidadosamente garimpados e gerenciados para o atendimento das necessidades individuais e de pequenos grupos, que podemos destacar como um esforço inicial para uma iniciativa de microssegmentação. A formação constante de parcerias com o objetivo de oferecer soluções completas a seus clientes também é outro diferencial competitivo do Magazine Luiza, que não mede esforços para facilitar e agregar valor às compras de seus clientes oferecendo sempre vantagens exclusivas. É impossível não se encantar diante de toda esta trajetória de sucesso, objeto de estudo no mundo inteiro, e que a cada dia surpreende o mercado com um novo capítulo de inovação e crescimento. Comparando as tendências identificadas no referencial teórico apresentado com as práticas realizadas pelo Magazine Luiza, podemos identificar que o Magazine Luiza ou adota com louvor, ou está se preparando para isto, todas as práticas apontadas: § Mantém um diálogo transparente com seus clientes, mas sem ser invasivo ou abusivo; § Procura identificar as diferenças existentes entre os diferentes perfis de seus consumidores, através da segmentação, entretanto, ainda não conseguiu atingir o nível de microssegmentação, embora esteja trabalhando para isto; § Intenta proporcionar experiências de consumo personalizadas a seu público, fazendo-o sentir-se único; § Está estruturando em seu site uma área destinada à formação de comunidades virtuais; § Possui diversas parcerias com fornecedores e parceiros estratégicos, através das quais consegue disponibilizar ofertas mais completas e valorosas a seus clientes; § Adota o conceito de multicanal, estando disponível em diferentes formatos para que os clientes possam escolher como preferem ser atendidos; § Realiza a gestão dos talentos da organização de modo a alcançar o objetivo maior que é alcançar altos níveis de diferenciação da experiência de consumo. Desta forma, é possível afirmar, sem sombra de dúvida, que o caminho para se manter competitivo no varejo é aceitar o crescimento do poder dos consumidores, prestar atenção em suas particularidades e necessidades e estabelecer diálogo constante, no sentido de auxílio, de forma a entender quais os seus anseios transformando-os em valor agregado para a oferta da empresa. E isto o Magazine Luiza faz com excelência. Prova disto é o seu slogan - "Vem Ser Feliz" - que deixa claro o tipo de experiência que a rede deseja e proporciona àqueles que decidem ir a uma de suas lojas, seja real ou virtual. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMOR, Daniel. A (r) evolução do e-business. São Paulo: Makron Books, 2000. GAGNON, J., CHU, J. Os que realmente mandam-2. HSM Management, n.55, ano 10, volume 2, Mar/Abr 2006. GODIN, Seth. O modelo da permissão. HSM Management, São Paulo, v.4, n.23, p.74-80, nov./dez., 2000. HAGEL III, Jonh, ARMSTRONG, Arhur G. Vantagem competitiva na Internet: como criar uma nova cultura empresarial para atuar nas comunidades virtuais. Rio de Janeiro, Campus, 1998. Internet à moda caipira. Revista Ponto-Com, p. 38-40, Fevereiro 2001. Disponível em URL: www.magazineluiza.com.br. Acesso em 20/04/2006. KOTLER, Philip. Administração de Marketing: análise, planejamento e controle. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2000. KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI. São Paulo: Futura, 1999. KULPAS, Sérgio. As lojas usam a tecnologia a seu favor. E os consumidores também. Disponível em URL: www.dcomercio.com.br/especiais/automacao/aslojas.htm. Acesso em 05/06/2006. MAYA, Paulo César da Cunha; OTERO, Walter Ruben Iriondo. A influência do consumidor na era da internet. Rev. FAE, Curitiba, v.5, n.1, p.71-81, jan./abr. 2002. PRAHALAD, C.K. & RAMASWAMY, V. Como incorporar as competências do cliente. HSM Management, n.20, ano 4, mai/jun, 2000. SOUZA, Marcos Gouvêa de; SERRENTINO, Alberto. Multivarejo na Próxima Economia. São Paulo: Pearson Education, 2002. A História do Magazine Luiza O Começo • 1957 O casal Luiza Trajano e Pelegrino José Donato compram uma pequena loja na cidade de Franca, interior de São Paulo, chamada “A Cristaleira”, e a inauguram no dia 16 de novembro. Tem início o que seria uma das maiores redes de varejo do País, o Magazine Luiza. O nome da loja foi escolhido em um concurso cultural, promovido em uma rádio local – um exemplo de que, desde então, a empresa ouve e respeita a opinião de seu público. • 1966 Dona Luiza e Seu Pelegrino ampliam o espaço da loja, que possuía 500m2 na época. O crescimento é impulsionado por uma nova dupla de sócios: Wagner Garcia e Maria Trajano Garcia, sua esposa e irmã de Dona Luiza. A primeira sede administrativa da empresa é implantada em Franca. • 1974 Grandes times precisam de grandes estádios para acolher sua torcida e o Magazine Luiza reinaugura o seu ‘estádio do Maracanã’, a chamada Loja Número 1 - primeira grande loja de departamentos, com mais de 5.000m2 para receber um número cada vez maior de clientes fiéis. • 1976 Novos sócios trazem ainda mais alegria e conhecimentos para a empresa: Wagner Garcia Jr, Luiza Helena Trajano e Onofre de Paula Trajano se juntam ao grupo. A sede administrativa da empresa é implantada no novo e imponente espaço: o Escritório Central. O Magazine Luiza adquire as Lojas Mercantil, que possuía filiais em Barretos-SP, Igarapava-SP e Franca-SP, sendo a primeira importante aquisição da rede. • 1981 Com vocação visionária, o Magazine Luiza é uma das primeiras redes a implementar um sistema de computação nas lojas. Fazer o futuro acontecer antes sempre foi uma das marcas da empresa, pioneira também em diversos outros setores. • 1983 Começa a expansão para fora do Estado de São Paulo. O Magazine Luiza chega a diversas cidades do Triângulo Mineiro, uma das regiões mais ricas e desenvolvidas do Estado de Minas Gerais. Mais e mais clientes começam a ser conquistados. • 1986 É inaugurado o 1º Centro de Distribuição (CD), em Ribeirão Preto-SP. Totalmente automatizado, o CD é um grande passo para consolidar o crescimento da rede, por meio de uma logística ágil e inteligente. • 1991 Criada a Holding LTD, para preparar o grupo para a expansão dos negócios. Logo a seguir, uma nova liderança assume o comando da rede, com Luiza Helena Trajano à frente. Uma grande transformação no modelo de gestão é iniciada, com objetivo de fortalecer a empresa para os novos desafios que surgem. • 1992 Criado o primeiro modelo de comércio eletrônico do mundo: as Lojas Eletrônicas (hoje chamadas Lojas Virtuais). Resultantes de um projeto inovador, essas lojas vendem produtos por meio de terminais multimídia, com vendedores orientando aos clientes, sem necessitar de produtos em exposição ou no estoque. Nasce o ‘Só Amanhã’, um único dia na semana em que os clientes podem comprar produtos anunciados por um preço muito abaixo da média do mercado. Na internet, a promoção é divulgada como ‘Só hoje’. • 1996 Sempre inovador e pioneiro, o Magazine Luiza muda o conceito de varejo para o mês de janeiro no Brasil, com a criação da ‘Liquidação Fantástica’, um saldo de Natal realizado imediatamente após a virada do ano. Neste dia, os clientes levam tudo o que conseguirem carregar da loja, com descontos de até 70% - ano após ano, megafilas são formadas nas entradas das lojas, comprovando o sucesso da ação. • 1998 Mesmo sendo uma empresa de capital fechado, o Magazine Luiza divulga seu primeiro balanço financeiro, auditado externamente, exigência necessária somente em empresas de capital aberto. • 1999 O Magazine Luiza entra, pela primeira vez, na lista das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, em pesquisa do Instituto Great Place to Work, publicado pela Revista Exame (Editora Abril). • 2001 A experiência adquirida em vendas virtuais foi levada para a internet, com a criação do site magazineluiza.com, um dos gigantes do e-commerce brasileiro. • 2003 Criação da Financeira Luiza Cred, empresa formada por meio de uma associação entre o Magazine Luiza e o Itaú/Unibanco, para ampliar a oferta de crédito aos clientes, por meio do Cartão Luiza, Empréstimo Pessoal e Crédito Direto ao Consumidor (CDC). • 2004 O Magazine Luiza é eleito A Melhor Empresa para se Trabalhar no Brasil. A avaliação, realizada pela Revista Exame e pelo Instituto Great Place to Work, leva em conta a opinião dos próprios colaboradores das empresas avaliadas. Pela primeira vez no Brasil e no mundo, uma empresa de varejo ganhou o prêmio. Inicia-se a maior expansão da história da rede, com a aquisição das Lojas Líder, na região de Campinas-SP, e da rede Wanel, na região de Sorocaba-SP. Mais de 60 pontos-de-venda são integrados e um processo de transição de marca é iniciado. • 2005 A expansão da empresa segue a todo vapor, com a aquisição das Lojas Arno, no Rio Grande do Sul. • 2006 O crescimento alcança também os estados de Santa Catarina e Paraná, além do próprio Rio Grande do Sul, com a aquisição das Lojas Base, Kilar e Madol. É realizada uma inauguração histórica de 76 lojas simultaneamente. O Magazine Luiza reforça a premissa de que ‘o cliente só será feliz se o colaborador estiver feliz’ com a criação da TV Luiza, da Rádio Luiza e do Portal Luiza, veículos de comunicação interna exclusivos para informacoes-para-jornalistasrmar os colaboradores da rede. Dessa forma, a empresa ratifica sua política de transparência e comunicação direta, criando canais de mão-dupla entre liderança e colaboradores. A rádio e a TV são transmitidas para mais de 350 pontos, entre escritórios, centros de distribuições e lojas, integrando a todos da rede. O Magazine Luiza traduz, para a sua comunicação de marketing, a filosofia que sempre norteou a empresa, o “Vem ser feliz” - um convite à alegria e à felicidade, bem ao estilo franco e aberto da companhia. Muito mais que um simples slogan, trata-se de um posicionamento que transmite toda a história e essência do Magazine Luiza, longe de ser apenas uma feliz coincidência. Por sua ousadia e inovação, o Magazine Luiza se torna um case de sucesso, estudado por alunos da Universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais conceituadas escolas de ensino superior do mundo. Atributos como Agilidade nas decisões, Liderança pujante, Fidelidade dos funcionários e Manutenção dos valores da empresa são destacados pelos norte-americanos como diferenciais da rede. Criação da LuizaSeg, empresa de seguros (hospitalar, odontológico, residencial, de vida) e garantia estendida viabilizada por meio de parceria com a Cardif, que é um "braço" segurador do banco francês Paribas. • 2007 A empresa comemora 50 anos, atribuindo seu crescimento a um contínuo trabalho em equipe. Fato confirmado pelos nove anos consecutivos em que foi eleita pelo Instituto Great Place to Work como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. A empresa abre o maior e mais moderno Centro de Distribuição (CD) da América Latina, em Louveira-SP. Com investimentos de R$ 57 milhões e área total de 240 mil m2, o CD tem localização estratégica, por situar-se próximo à capital do Estado e às vias rodoviárias de melhor acesso para o restante do País. Além disso, o CD foi construído com uma tecnologia que permite o aproveitamento e a otimização dos recursos naturais do local, como a água da chuva e a madeira reciclável, e dispõe de um ambiente aconchegante de trabalho para os colaboradores. Em comemoração ao seu aniversário de 50 anos, o Magazine Luiza lança a maior campanha da história do varejo nacional: “50 anos, 50 casas”. A cada R$ 50 em compras de qualquer produto da rede, os clientes ganham um cupom para participar de um sorteio no programa Domingão do Faustão, da TV Globo. Os vendedores que efetuaram a venda para o cliente sorteado também ganham uma motocicleta 0 km na promoção. Por suas atitudes inovadoras e voltadas ao público feminino, o Magazine Luiza recebe o título de A Melhor Empresa para a Mulher Trabalhar no Brasil, em pesquisa do Instituto Great Place to Work, publicada pela Revista Época. O prêmio é um reconhecimento à política de Recursos Humanos baseada na valorização do trabalho da mulher e na crença de sua evolução na empresa. Firma com o gigante da internet Google a primeira parceria do gênero na América Latina, que permite com que os vídeos de demonstração dos produtos vendidos pela empresa sejam veiculados pelo portal YouTube, em um canal exclusivo. • 2008 O jeito de ser do Magazine Luiza chega à capital do Estado de São Paulo. De uma única vez, a empresa inaugura 44 lojas na cidade de São Paulo - um recorde no setor brasileiro - e um megaevento, noticiado em diversas mídias, convida os cidadãos paulistanos para conhecerem as lojas da rede. Por dez anos consecutivos, o Magazine Luiza figura no ranking das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, de acordo com pesquisa do Instituto Great Place to Work, um dos mais conceituados institutos nesta área. • 2009 Luiza Helena Trajano, Presidenta do Magazine Luiza, é eleita para presidir o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), uma iniciativa de empresários e presidentes das maiores empresas varejistas para representar o setor no Brasil, no biênio 2009-2010. Como presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), Luiza Helena Trajano leva ao Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, proposta para redução do IPI, o Imposto de Produtos Industrializados, para toda a linha branca - geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos. Em 17 de abril, Lula faz publicar, no Diário Oficial da União, a redução do imposto, com objetivo de estimular as vendas, gerar novos empregos e dar suporte à cadeia produtiva. • 2010 Inauguração do Escritório de Negócios em São Paulo-SP, que fica ao lado da loja conceito na Marginal Tietê. Toda a diretoria-executiva do Magazine Luiza passa a trabalhar no prédio. Aquisição das Lojas Maia, que possuía 141 lojas nos nove Estados da região Nordeste, um dos momentos mais importantes da história do Magazine Luiza. Com isso, a companhia conquista a expressiva marca de 20 milhões de clientes em suas lojas, passando a estar em 16 Estados do Brasil, e atinge a marca de 16,6 mil colaboradores. Todos os funcionários das lojas adquiridas são incorporados ao quadro funcional da companhia, ação que ratifica a postura da empresa de “crença e respeito às pessoas”, e passam a receber todos os benefícios da rede, como o cheque-mãe, cheque educação, convênio médico, entre outros. Enquanto o comércio cresceu 10,3% no País, o Magazine Luiza encerra o ano com crescimento recorde de 30%, mantendo uma expansão histórica da rede, que não registra prejuízos desde 1992. Cinco anos após a criação dos veículos de comunicação interna da companhia (Portal Luiza, Rádio Luiza e TV Luiza), o Magazine Luiza é premiado como a “Melhor Empresa na Prática do Falar com seus Colaboradores”, pelo renomado Instituto Great Place To Work. • 2011 Compra das 121 lojas do Baú do Grupo Silvio Santos no valor R$83 milhões,totalizando mais ou menos 732 lojas mais a internet. CONCEITO O Magazine Luiza mantém seu plano de expansão e planeja chegar a todos os Estados brasileiros até 2015, sem, contudo, perder a alma e os valores da empresa que a diferenciam no mercado nacional. Resultado O que eu encontrei Magazine Luiza: história, curiosidades e dados sobre o Magazine Luiza Nome: Magazine Luiza Fundada em: 1956 Em: Franca, SP Por: Luiza Trajano e Pelegrino José Donato Site: www.magazineluiza.com.br[visitar] Breve história do Magazine Luiza Um caixeiro-viajante chamado Pelegrino José Donato passou pela cidade de Franca, no interior de São Paulo, em meados de 1956, por força de seu ofício. Lá conheceu uma balconista que viria a se tornar sua mulher. Seu nome: Luiza Trajano. No ano seguinte, já casados, compraram uma loja chamada A Cristaleira, que vendia móveis e eletrodomésticos em Franca. Após a aquisição, uma jogada de mestre foi bolada para sedimentar o novo ponto comercial entre a população da cidade: Luiza e Pelegrino promoveram um concurso em uma rádio local para a escolha do novo nome da loja. Após escrutínio popular, o nome escolhido foi Magazine Luiza. O nome pegou. Em Franca a loja se notabilizou pelo atendimento, gerido pelos próprios donos, especialmente dona Luiza, que além de “encostar o umbigo no balcão”, também supervisionava a expedição e fazia pesquisa de mercado. Em 1966, fortalecendo a imagem de empresa familiar, são admitidos como sócios a irmã de Luiza, Maria Trajano Garcia e seu esposo, Wagner Garcia. O Magazine Luiza crescia sólida e lentamente. Já na década de 1970, mais precisamente em 1976, é inaugurada a loja que os fundadores chamam de “número um” em Franca. Com 500 m², é a primeira loja de departamentos da rede. Os filhos dos sócios começam a atuar mais ativamente na direção, em especial Maria Luiza Trajano, a sobrinha de Luiza Trajano. Já sob a gestão da nova geração, o Magazine Luiza começa a mudar sua gestão rentável, porém conservadora de negócios. Na década seguinte, em 1981, o Magazine Luiza implantou o sistema de computação para controle de vendas e estoque. Provavelmente foi a primeira rede do varejo brasileiro a fazer tal implementação. Em 1983 a rede sai pela primeira vez do estado de São Paulo, abrindo uma filial em Minas Gerais. Já em 1986, o Magazine Luiza inaugura o centro de distribuição de Ribeirão Preto, totalmente automatizado. À época o Magazine Luiza tinha 32 lojas. Mas foi em 1991 que o grande salto aconteceu. A matriarca Luiza Trajano endereçou à sobrinha Maria Luiza um bilhete curto porém decisivo: “Logo vou completar 62 anos. Estou ficando velha. Acho melhor você assumir o Magazine”. A escolha da sucessora não foi feita por nenhuma afinidade subjetiva. Maria Luiza Trajano trabalhava como balconista desde os 12, nos períodos de férias escolares. O “umbigo no balcão”desenvolveu o latente tino comercial e aos 18 começou a trabalhar de forma integral no Magazine Luiza, concomitantemente aos estudos na Faculdade de Franca. Matérias? Direito e administração de empresas. Rapidamente Maria Luiza Trajano galgou posições mais altas na hierarquia da empresa e na época do bilhete ela já era a superintendente e principal executiva do Magazine Luiza. A primeira atitude dela foi descentralizar o controle operacional. Maria Luiza conseguiu feitos extraordinários: não permitiu que os egos familiares se sobressaltassem quando ela solicitou os cargos de todos os parentes e fez com que seus funcionários tivessem presença ativa nas decisões, dando agilidade a elas. Com isso a expansão do Magazine Luiza começou a adquirir velocidade. A criação da holding LTD foi a mola propulsora das ideias inovadoras e do avanço exponencial da rede. Em 1992 a rede deu uma tacada inovadora e ambiciosa: criou a Loja Eletrônica Luiza, hoje Loja Virtual. A primeira cidade a receber uma Loja Virtual foi Igarapava (SP). São unidades sem nenhum produto em exposição ou estocado; toda visualização das mercadorias é feita através de terminais multimídia conectados a uma central de dados. Os vendedores agem como mestres de cerimônia e humanizam o atendimento. 1993 foi o ano da primeira Liquidação Fantástica, uma das estratégias de marketing e vendas mais copiadas do varejo brasileiro. No início de janeiro a rede vende produtos de mostruário e desova seus estoques de ano novo em um único dia, com descontos reais de até 70%. O sucesso foi enorme: o consumidor aderiu à Liquidação Fantástica formando filas quilométricas em frente às lojas e fazendo o evento ser noticiado pelos principais jornais do país. A tão sonhada expansão da rede começou a ser delineada após 1995 e nos anos 2000. A Casas Felipe, com lojas no PR e no MS foi comprada em 1996. Em 2003 são adquiridas as lojas Lider de Campinas (SP) e a rede Wanel de Sorocaba (SP). Em 2004 abriu-se uma oportunidade de ouro para a entrada na região Sul do País. Foram compradas a rede Arno (RS), e as lojas Base, Kilar e Madol com lojas no PR e em SC. Em 2006 são inaugurados 3 centros de distribuição com localizações estratégicas: Caxias do Sul (RS), Contagem (MG) e Navegantes (SC). Em 2007 o centro de distribuição central da rede abre as portas em Louveira (SP), às margens da Rodovia dos Bandeirantes. Em 2008 foram abertas 50 lojas no maior e mais difícil mercado brasileiro: São Paulo, capital. Em 2010, frente aos avanços da concorrência sobre a posição do Magazine Luiza no mercado — a saber, a aquisição da Casas Bahia pelo Grupo Pão de Açucar, por meio do Ponto Frio e a criação da holding Máquina de Vendas, resultado da união da mineira Ricardo Eletro com a baiana Insinuante, mais City Lar – a rede do interior de SP comprou a rede paraibana Lojas Maia, atuando no mercado do Nordeste desde 1959. Com esta compra, o Magazine Luiza conseguiu penetração no Nordeste e um acréscimo de 140 lojas à sua rede nos nove estados da região. Desde 2003 o Magazine Luiza faz parte da lista das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, segundo dados do Great Place to Work Institute, sempre entre as dez mais bem colocadas, sendo que no primeiro ano de certificação foi a primeira colocada. Magazine Luiza em números e dados diversos O Magazine Luiza possui cerca de 590 lojas nos estados de SP, MG, MS, PR, SC, RS e em todos os estados do Nordeste e conta com aproximadamente 17.300 funcionários. Seu faturamento no ano de 2009 foi de R$ 3,8 bilhões e a previsão deste ano, graças à aquisição das Lojas Maia, é de R4 5,7 bilhões. O Magazine Luiza atua no varejo no competitivo mercado dos móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, celulares, informática, brinquedos e utilidades domésticas. As táticas de venda são agressivas e direcionadas às classes C e D, oferecendo prazos longos e prestações atrativas que fazem o preço final do produto dobrar mas permitem a compra de itens considerados “de luxo” pela população das classes sociais acima descritas. Além das lojas de departamentos e das unidades virtuais, o Magazine Luiza também atua como financeira através do Luiza Cred, em parceria com o Itaú Unibanco, além de ter consórcio próprio (Consórcio Luiza) e o LuizaSeg, fruto da parceria com o banco Cardif, que fornece soluções em seguros, como o Luiza Odonto, Luiza Vida e o Luiza Residencial. O Magazine Luiza também está para firmar um acordo com a companhia aérea Azul para operarem em conjunto uma agência de viagens que venda apenas viagens a pacotes da própria Azul. Caso as negociações se concretizem, a primeira loja será aberta no interior de São Paulo, numa localidade ainda não informada. Em 2005 o Magazine Luiza foi alvo de um estudo de pesquisadores da Harvard Business School para tentar entender a razão do seu sucesso e do seu crescimento. A professora Frances Frei e o pesquisador da Harvard no Brasil Ricardo Reisen de Pinho, após um longo período de estudo, chegaram a alguns fatores que podem explicar, ao menos parcialmente, o que existe por trás de tamanho crescimento. • Agilidade nas decisões – não ter medo de mudar rotas e quebrar paradigmas pré-estabelecidos, tudo em nome do crescimento da rede. • Liderança pujante – Maria Luiza Trajano consegue transmitir seu entusiasmo através de ações pró-ativas e atitudes de liderança positivas. • Fidelidade dos funcionários – todos os colaboradores sentem-se como parte integrante de uma equipe graças a uma estrutura que permite que ideias possam ser ventiladas e até utilizadas e uma autonomia rara em redes de varejo semelhantes. Os vendedores podem decidir sobre cessão de crédito e descontos, cobrar que atrasa carnês. E os resultados conjuntos são divididos por toda a equipe. • Manutenção dos valores da empresa – mesmo quando trata-se de funcionários de lojas recém-adquiridas, vale a mesma regra: todos precisam falar a mesma língua. Treinamentos, dinâmicas, confraternizações (muitos deles com a participação da CEO Maria Luiza) e o que mais for preciso são usados para manter a coesão da cultura de trabalho do Magazine Luiza. • Não ter medo de ousar e ser pioneira – criar uma financeira? Lojas Virtuais? Novas formas de e-commerce? Promoções inovadoras? O Magazine Luiza tem disposição para se manter na vanguarda e ser ponta-de-lança de tendências futuramente adotadas como padrão no varejo. http://brunotorres.net/p/magazine-luiza-pioneira-das-lojas-virtuais.html SASAZAKI - UMA HISTÓRIA DE MUITO TRABALHO E CONQUISTAS AO LONGO DE SEIS DÉCADAS A história da Sasazaki no Brasil começou a ser edificada em 1933, quando a família Sasazaki desembarcou em Santos (SP), vinda do Japão - juntamente com centenas de outros imigrantes – e instalou-se numa fazenda na região de Guaimbê – interior de São Paulo. Após dez anos de trabalho na agricultura, os irmãos Kosaku e Yusaburo trocaram Guaimbê por Marília/SP, e começaram a fabricar lamparinas artesanais com folha de flandres recicladas, para sustentar a família, desfalcada pela morte do pai, Yosaku Sasazaki. A partir daí, os irmãos começaram a produzir equipamentos que aumentavam a eficiência dos agricultores em suas lavouras. Kosaku e Yusaburo, em conjunto com mais três irmãos, Yutaka, Hachiro e Tochimiti, e mais o amigo Kyomassa Shibuya, formaram a Indústria e Comércio Sasazaki e, em alguns anos, a empresa deixou a fase manual para trás e lançou equipamentos agrícolas motorizados. Por imposição dos fenômenos climáticos e sazonalidade da agricultura, a Sasazaki mudou os rumos da empresa, que deixou o desenvolvimento de soluções para o campo para se dedicar à atividade de esquadrias metálicas. O primeiro produto criado foi uma Janela Veneziana. Depois, vieram Janelas de Correr, Portas e complementos. O negócio de esquadrias ganhou vulto e a empresa começou a se destacar como a maior fabricante do seu segmento. SASAZAKI - UMA HISTÓRIA DE MUITO TRABALHO E CONQUISTAS AO LONGO DE SEIS DÉCADAS A história da Sasazaki no Brasil começou a ser edificada em 1933, quando a família Sasazaki desembarcou em Santos (SP), vinda do Japão - juntamente com centenas de outros imigrantes – e instalou-se numa fazenda na região de Guaimbê – interior de São Paulo. Após dez anos de trabalho na agricultura, os irmãos Kosaku e Yusaburo trocaram Guaimbê por Marília/SP, e começaram a fabricar lamparinas artesanais com folha de flandres recicladas, para sustentar a família, desfalcada pela morte do pai, Yosaku Sasazaki. A partir daí, os irmãos começaram a produzir equipamentos que aumentavam a eficiência dos agricultores em suas lavouras. Kosaku e Yusaburo, em conjunto com mais três irmãos, Yutaka, Hachiro e Tochimiti, e mais o amigo Kyomassa Shibuya, formaram a Indústria e Comércio Sasazaki e, em alguns anos, a empresa deixou a fase manual para trás e lançou equipamentos agrícolas motorizados. Por imposição dos fenômenos climáticos e sazonalidade da agricultura, a Sasazaki mudou os rumos da empresa, que deixou o desenvolvimento de soluções para o campo para se dedicar à atividade de esquadrias metálicas. O primeiro produto criado foi uma Janela Veneziana. Depois, vieram Janelas de Correr, Portas e complementos. O negócio de esquadrias ganhou vulto e a empresa começou a se destacar como a maior fabricante do seu segmento. Fundada em 1943, a Sasazaki é reconhecida pela liderança e qualidade de suas portas e janelas de aço e de alumínio e está entre as maiores e melhores indústrias do setor na América Latina. Desde o princípio, a Sasazaki fundamentou sua estratégia de crescimento na qualidade de seus produtos, no relacionamento e respeito com seus clientes e fornecedores, e na credibilidade de sua marca. Ao longo de sua história, diversificou suas atividades. A partir de 1975, passou a atuar no segmento de construção civil, a princípio na fabricação de janelas e portas de aço. No ano 2000, ampliou seu mercado de atuação e ingressou no segmento de portas e janelas de alumínio. Com altos investimentos em tecnologia, e fiel à sua postura de buscar soluções em processos e materiais, a Sasazaki apresenta produtos que visam suprir as necessidades de um mercado que se revigora e exige produtos tecnologicamente mais aperfeiçoados. Está entre as empresas que mais lançaram inovações na última década e foi a primeira indústria do setor de esquadrias metálicas a obter a certificação NBR ISO 9001, pelo seu Sistema de Gestão da Qualidade. Atualmente, a Sasazaki possui um parque industrial com tecnologia própria, instalado em 78 mil m2 de área construída, localizado em Marília/SP. Os produtos são revendidos por cerca de 5.000 pontos-de-venda, distribuídos em todo o Brasil e, anualmente, a empresa passa a fazer parte de mais de 200.000 edificações residenciais, comerciais e industriais. A preferência e o reconhecimento técnico do nível de excelência dos seus processos industriais e produtos de aço e de alumínio são confirmados por arquitetos, engenheiros, construtores, lojistas e consumidores em todas as pesquisas realizadas pelo setor de construção. O conjunto de ações mercadológicas, a força da marca consagrada e as iniciativas, visando avanços tecnológicos, controle de qualidade, aperfeiçoamento constante da oferta de serviços e valorização profissional, são fatores que contribuem e certamente continuarão contribuindo para que a Sasazaki alcance índices de crescimento ainda maiores nos próximos anos. A Sasazaki produz cerca de 1 milhão de peças ao ano, divididas em suas linhas de portas e janelas de aço e de alumínio. Lançou, na última década, mais de 300 novos itens e mantém uma área de estocagem de 15.000 m2 para armazenar todos os produtos ali fabricados. A Sasazaki, desde o princípio, fundamentou suas estratégias de crescimento na qualidade de seus produtos. Em 1995, a empresa decidiu investir no programa de qualidade 5S e, na seqüência, na certificação pela norma NBR ISO 9001, cujo objetivo foi alcançado em 1998. No decorrer dos anos, a Sasazaki tem aplicado o Kaizen, ou seja, melhoria contínua, conquistando prêmios de reconhecimento pela qualidade dos produtos e serviços, outorgados pelos mais renomados órgãos de pesquisa do país. O controle de qualidade da Sasazaki começa na matéria-prima recebida de seus fornecedores, e vai até a última etapa do seu processo de produção. Para manter esta qualidade, o fator disciplina é fundamental e é mantido através de treinamento dos funcionários. Um outro projeto, conhecido como ASPEM, que significa Análise, Solução de Problemas e Melhorias, é utilizado como um programa que privilegia o trabalho em equipe na busca de soluções do dia-a-dia. A preservação ambiental sempre foi uma preocupação e prioridade da empresa, e está prevista na “Missão da Sasazaki”. Por isso, a Sasazaki faz opção por projetos que não danifiquem o meio ambiente e investe em programas como o de reciclagem de resíduos e de tratamento de efluentes. SOBRE A LOJA RENNER - HISTORIA O ano de 1965 marca o início da história de Lojas Renner como uma empresa verdadeiramente independente. Até então, Lojas Renner existia como parte do grupo A. J. Renner, indústria fabril instalada no bairro Navegantes, em Porto Alegre (RS). Foi como parte integrante do grupo A. J. Renner que Lojas Renner inaugurou em 1922, na capital gaúcha, seu primeiro ponto-de-venda para a comercialização de artigos têxteis. Em 1940, ainda como empresa pertencente ao grupo, o mix de produtos foi ampliado e Lojas Renner passou a operar como uma loja de departamentos. Em 1965, devido ao seu crescimento e evolução, o grupo A. J. Renner optou por tornar independentes as diferentes empresas que o formavam, ocasião em que foi então constituída a companhia Lojas Renner S.A. Dois anos depois, em 1967, Lojas Renner já se transformava em uma empresa de capital aberto.Após décadas de bom desempenho, Lojas Renner passou por uma profunda reestruturação no início dos anos 1990, passando a operar no formato de loja de departamentos especializada em moda. Ainda na década de 1990, impulsionada pela bem sucedida reestruturação e pela implantação da Filosofia de Encantamento - segundo a qual não basta satisfazer, mas superar as expectativas dos clientes - Lojas Renner expandiu suas operações para além do Rio Grande do Sul, chegando aos Estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e para o Distrito Federal, consolidando sua posição nesses mercados como uma loja de departamentos especializada em moda com mercadorias de qualidade a preços competitivos. Em 1991, quando teve início o processo de reestruturação, a Companhia contava com oito lojas e, até novembro de 1998, já havia inaugurado 13 novas lojas, totalizando 21 unidades.Em dezembro de 1998, a J. C. Penney Brazil, Inc. subsidiária de uma das maiores redes de lojas de departamentos dos EUA, adquiriu o controle acionário da Companhia. Como subsidiária do grupo J. C. Penney, a Renner obteve alguns benefícios operacionais, tais como o acesso a fornecedores internacionais, a consultoria de especialistas na escolha de pontos comerciais, bem como a adoção de procedimentos e controles internos diferenciados. Isso contribuiu para um crescimento substancial da Companhia a partir de dezembro de 1998. Com a implantação do conceito de lifestyle nas coleções e nas lojas, em 2002, mais um importante passo é dado na evolução de Lojas Renner. As coleções passam a ser desenvolvidas por estilos de vida e compostas por marcas próprias que refletem um jeito de ser e de vestir, com base em atitudes, interesses, valores, personalidades e hábitos dos clientes. Também as lojas passam a expor os produtos de forma coordenada, facilitando a escolha do consumidor e otimizando o seu tempo de compras. Em junho de 2005, ocasião em que a Companhia já atuava com 64 pontos-devenda, a JC Penney, em conjunto com os administradores das Lojas Renner, optou pela venda do controle da Companhia através de oferta pública de ações na Bolsa de Valores de São Paulo. As Lojas Renner entrou então no Novo Mercado da Bovespa como a primeira Companhia no país a ter seu capital pulverizado e aproximadamente 100% das ações em circulação. No ano em seguinte, em 2006, com a bem sucedida operação de pulverização das ações na Bolsa, o plano de expansão é intensificado e Lojas Renner inicia sua atuação no Nordeste, com a abertura de lojas nos estados de Pernambuco, Ceará e Bahia. Ao longo do ano são inauguradas 15 novas unidades e a Companhia chega ao número de 81 lojas. O ano de 2007 marca a continuidade do plano de expansão e a chegada da Companhia na região Norte, com a abertura de uma loja no estado do Amazonas. Também é intensificada a presença no Nordeste com a entrada da Companhia nos estados de Sergipe e Paraíba e o fortalecimento da atuação na Bahia. Durante o ano são abertas 14 novas operações e a rede chega ao final de dezembro com 95 lojas. Hoje as Lojas Renner é a segunda maior rede de lojas de departamentos de vestuário no Brasil e das 102 lojas existentes, 95 estão instaladas em Shopping Centers e 7 em pontos centrais de cidades, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país. Introdução: Antônio Jacob Renner foi quem começou a escrever a história do nome Renner. Descendente de alemães, começou a trabalhar ainda menino na fábrica de banha da família em São Sebastião do Caí. Mais tarde, já morando em Porto Alegre, decidiu-se pela indústria fabril, instalando a fábrica no bairro Navegantes.Comercializava capas de pura lã e capas do vestuário masculino, resistentes ao frio, ao vento e às chuvas, tornando-se uma peça de roupa indispensável tanto para o gaúcho da campanha e aos caixeiros-viajantes, como também ao homem da cidade.Sempre alerta às tendências do mercado, a Renner começou a ampliar e a diversificar suas atividades empresariais. Um exemplo são as plantações de linho, matéria-prima para a fabricação de trajes masculinos de alta qualidade, que levavam a marca Renner e que inspiraram o primeiro conceito empresarial lembrado: "Renner, a boa roupa, ponto a ponto" Em 1922, acontece a primeira experiência comercial: um simples posto de venda da fábrica, num pequeno ponto da Rua Doutor Flores em Porto Alegre.Com o tempo, a Lojas Renner foi conquistando a preferência dos consumidores, não só pela comercialização de artigos de vestuário, como também pela inclusão dos departamentos de eletroportáteis, bazar e artigos para presente, móveis, utensílios para o lar, artigos esportivos, cama, mesa e banho. Assim, em 1945, inaugurou a primeira loja de departamentos - Loja Otávio Rocha. Em 1994, iniciou-se o processo de expansão para o estado de Santa Catarina e em 1996, inaugurou-se a primeira loja no estado do Paraná. Já em 1997, inauguraram-se as primeiras lojas no estado de São Paulo.Em dezembro de 1998, os acionistas venderam o controle acionário para a J. C. Penney.As duas empresas se uniram por terem princípios e valores bastante próximos. É por este motivo que, quando a JC Penney adquiriu a Renner, manteve a filosofia da empresa, incentivando suas atividades. É importante ressaltar que os fundadores das empresas têm valores semelhantes e forma de gerir muito próximas e este foi um fator determinante para a compra da empresa.Dessa forma, com a chegada da JC Penney, a Renner intensificou seu processo de expansão inaugurando mais de 30 unidades da empresa no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Em 2005, a Renner foi vendida para o mercado financeiro, tornando-se a 1ª Corporation (empresa vendida 100% ao mercado financeiro) no Brasil. Em 2011, em pesquisa realizada pela Aon Hewitt e publicada na revista Valor Econômico a Renner foi escolhida como a segunda melhor empresa brasileira em gestão de pessoas, das empresas com mais de 10.000 funcionários, ficando atrás somente da AmbBev, sendo que na mesma pesquisa no ano de 2010, as Lojas Renner tinham ficado em terceiro lugar. Metodologia Da Pesquisa : Titulo: Lojas Renner TEMA: Segunda maior rede de lojas de departamento de vestuário do Brasil . Minha pesquisa foi feita sobre as lojas Renner ; departamento de vestuário . Pesquisei sobre a Renner porque é uma grande rede de loja , onde tem vários lançamentos ; roupas femininas ; roupas masculinas e roupas infantis . Minha Pesquisa foi feita através da Internet, pelo site Gooogle. A História foi feita nos seguintes passos : - entrei no Google ; - escrevi na barra de pesquisa : Lojas Renner ; - cliquei no seguinte link : Renner – Institucional – Historia – Portal – Lojas Renner ; - Li todas as informações da História das Lojas Renner que constavam na página do site ; - Copiei e Colei no Word Office 2007 ; - Formatei ; Salvei . Para Pesquisar a Introdução da Pesquisa sobre as Lojas Renner , utilizei os seguintes passos : - Internet ; - entrei no Site Google ; - escrevi na barra de pesquisa : Lojas Renner ; - cliquei no seguinte link : Lojas Renner – Wikipédia , a Inciclopédia Livre ; - Li todas as informações das Lojas Renner que constavam na página do site ; - Copiei e colei no Word ; - Formatei ; salvei . • Entrei no meu email e enviei ao Professor Carlos de Economia a: História e a Introdução das Lojas Renner . História : Site : http://portal.lojasrenner.com.br/renner/front/institucionalHistoria.jsp Introdução : Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lojas_Renner RESULTADO: Nome: Lojas Renner Fundada em: 1965 Em: Porto Alegre A loja Renner é a segunda maior Rede de departamento de lojas do Brasil. Sempre alerta as tendências do mercado, a renner começou a ampliar e a diversificar suas atividades empresarias como, por exemplo, as plantações de linho, matéria-prima para a fabricação de trajes masculinos. Antonio Jacob Renner foi o principal autor da história da empresa, foi quem começou a escrever a historia do nome Renner Com o tempo,a loja Renner foi conquistando a preferência dos consumidores ,não pela comercialização de vestuário,como também pelos departamento de eletroportateis e artigos para presentes,moveis ,utensílios para a casa,artigos esportivos,cama ,mesa e banho. As Lojas Renner foi fundada em 1912, por Antônio Jacob Renner, como nome A. J. Renner. A empresa comercializava capas de pura lã e capas de vestuário masculino resistente ao frio, ao vento minuano as às chuvas, que se tornou uma peça indispensável tanto para o gaúcho da Campanha quanto para o homem da cidade. O primeiro ponto de vendas das Lojas Renner foi inaugurado em 1922, e a partir dos anos 40 com uma comercialização mais ampla de produtos, tornando-se uma loja de departamentos. Logo em 1965 nasceu a Renner SA, dois anos depois veio o lançamento de açoes e só em 1991 a Lojas Renner tornou-se uma loja de departamentos especializada em moda. No dia 22 de dezembro de 1998, ela foi comprada pela empresa multinacional de lojas de departamentos norte americana JC Penny, então detentora de 97,7% das ações, mas em junho de 2005 com a saída da JC Penny, as ações da Renner foram vendidas de forma pulverizada na Bovespa, tornado-a a primeira comporation brasileira. Hoje a Renner conta com 107 unidades em todo o Brasil, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, Distrito Federal, Bahia, Pernambuco, Ceará, Goiás, Rondônia, Rio Grande do Norte, Pará, Amazonas, Espiro Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe. Em termos de investimento social privado, até 2006, a Lojas Renner apoiava financeiramente projetos encaminhados por organizações da sociedade civil e desenvolvia ações utilizando leis de incentivo fiscal. As decisões eram subordinadas às áreas de Recursos Humanos e Marketing e as propostas variavam de capacitação profissional a doações pontuais de roupas. Em 2006, a empresa sentiu a necessidade de alinhar seu investimento social à nova estratégia de RSE e contratou o IDIS para conduzir esse processo. “O IDIS nos trouxe reflexões profundas sobre responsabilidade social e nos ajudou a encontrar o caminho para a empresa”, afirma Clarice Martins Costa, diretora de Recursos Humanos da Lojas Renner. A consultoria aconteceu entre 2006 e 2008. A metodologia de trabalho envolveu a realização de um diagnóstico sobre a gestão em RSE, reuniões com os stakeholders, além de planejamento, definição das ações e execução das estratégias. Com base no processo, a Lojas Renner, decidiu reformular seu Código de Ética e de Conduta. O documento passou a contemplar, além dos colaboradores, públicos com os quais a empresa se relaciona: clientes, fornecedores, governo e comunidade. E também incluiu os princípios corporativos. A consultoria culminou com a definição da causa e das estratégias de investimento social da empresa, geridas pelo Instituto Lojas Renner. Também se desdobrou na primeira ação de MRC. • A rede de lojas de departamento de vestuário Renner é a segunda maior do país no ramo e foi a primeira empresa brasileira a ter 100% do seu capital negociado na bolsa de valores, tendo sua oferta inicial de capital (IPO) realizada no ano de 2005. Lojas Renner podem ser encontradas em praticamente qualquer shopping center do Brasil. São mega-lojas que, não raro, têm mais de um piso, mesmo nos shoppings. Na verdade, a Renner pode ser chamada de uma rede de lojas em Shopping Centers, porque de suas 116 lojas, 109 estão em shoppings. Há filiais das Lojas Renner nas 5 regiões do país. A história das lojas Renner começa em 1965, quando a rede foi dissociada do grupo A. J. Renner, da industria têxtil, e passou a vender mais do que apenas produtos têxteis, mas também todo tipo de produto relacionado a moda, sendo verdadeiramente uma loja de departamento do ramo. Até a década de 1990, as lojas Renner estavam presentes apenas no estado do Rio Grande do Sul. Nesta mesma década, começava a expansão para o resto do país, inicialmente para mais 6 estados. A idéia era — e ainda é — ser uma das maiores redes de lojas de departamento de moda do país, com o objetivo de “encantar” o cliente, ou seja, superar suas expectativas de uma loja desse tipo. A partir de 2002, a Renner passou a categorizar suas coleções por estilos de vida, conseguindo atingir melhor diversos tipos de públicos. O interessante dessa abordagem é que o cliente tem mais facilidade para achar peças que lhe agradam e isso aliado ao preço baixo conseguem atrair clientes com imensa facilidade. http://brunotorres.net/p/lojas-renner-roupas-e-acessorios-para-todos-osestilos.html#axzz1wwZmsZxa • Por que investir na Renner? (LREN3) Conheça a história das Lojas Renner, empresa de capital aberto há mais de 40 anos, mas que há quatro realizou uma oferta de 100% de ações. A companhia começou no RS, expandiu para os estados e hoje possui mais de 110 lojas em todo país. Recentemente ela conquistou o prêmio IR Magazine Brasil Awards 2009, um reconhecimento do trabalho de relacionamento com o investidor Por Jacqueline Ferreira Por que o investidor individual deve optar por ter ações das Lojas Renner na carteira? Nós somos a segunda empresa maior de varejo de moda no Brasil e possuímos um potencial muito grande de crescimento. Temos apresentado resultados de forma consistente, pagamos dividendos de um bom percentual dos resultados e as características dos nossos métodos de Governança Corporativa são muito destacadas no mercado de capitais brasileiro, sendo reconhecidos inclusive através de premiações do IBGC. Prezamos a transparência nas informações e na relação com nosso público e acionistas. Nosso setor de atuação é muito promissor e já cobrimos todo Brasil. Contamos com 115 lojas em todo o país e a intenção agora, é de consolidar cada vez mais a nossa posição. Neste primeiro semestre, já inauguramos cinco novas lojas e lançamos três novas marcas exclusivas. Quais as mudanças mais significativas que ocorreram nesses 45 anos desde sua inauguração em 1922? Somos uma empresa de capital aberto há 42 anos; abrimos capital em 1967. JC Penney foi nossa acionista controladora até 2005, quando achou que era o momento de sair do Brasil e lançar as ações ordinárias (ON) na Bolsa de Valores. Foi a partir daí, que houve aumento na nossa liquidez e também começamos a fazer parte do Novo Mercado. • • • • • • • • • • Dados corporativos Origem: Brasil Fundação: 1912 Fundador: Antônio Jacob Renner Sede mundial: Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil Proprietário da marca: Lojas Renner S.A. Capital aberto: Sim (1967) Presidente do conselho: Cláudio Thomas Lobo Sonder Diretor presidente: José Galló Faturamento: R$ 2.36 bilhões (2009) • • • • • • • • • • • Lucro: R$ 189.6 milhões (2009) Valor de mercado: R$ 6.5 bilhões (janeiro/2011) Valor da marca: R$ 369 bilhões (2009) Lojas: 134 Presença global: Não (presente somente no Brasil) Funcionários: 11.500 Segmento: Varejo (loja de departamento) Principais produtos: Roupas, calçados, acessórios e cosméticos Slogan: Você tem seu estilo. A Renner tem todos. Website: www.lojasrenner.com.br Voce sabia? É a única loja de departamento no Brasil que trabalha com perfumaria de luxo, oferecendo grandes marcas como Carolina Herrera, Azarro, Hugo Boss e outras. • Há 15 anos, a Lojas Renner, uma das três maiores redes brasileiras de vestuário e artigos de beleza, implantou a Avaliação 360º, ferramenta de gestão que permite acompanhar o desenvolvimento profissional por competências dos seus mais de 9 mil funcionários em 95 unidades espalhadas pelo País. A empresa também investe na consolidação da filosofia do encantamento do cliente e chegou a reunir em um livro as 100 melhores histórias de atendimento escritas pelos próprios colaboradores. http://www.empreendedor.com.br/content/gestora-do-encantamento Fabricando veículos para a Suécia e para o Brasil A Volvo é uma empresa pública de origem sueca, fundada em 1927,pelo engenheiro Gustav Larson e o economista Assar Gabrielsson com sede na cidade de Gotemburgo.Em latim,Volvo significa “eu rodo” ou ,por anologia “eu guio”. A companhia é uma grande fabricante de veículos comerciais,destacando-se como uma das maiores fabricantes de caminhões do mundo.entretanto existem outras áreas de atuação que a empresa deixa por conta das suas subsidiáreas.Os “braços da Volvo são:Volvo Camiões (caminhões) e Autocarros (ônibus), Volvo Aero e Volvo Serviços financeiros. A Volvo Cars deixou de fazer parte do grupo e foi vendida à Ford Motor Company. A marca também é dona da Mack Trucks. Ela tem aproximadamente 100.000 empregados. Seu valor de mercado em 2010 foi de US$34,8 Bilhões e seu faturamento foi de US$1,6 Bilões. No dia 28 de março de 2010, a Ford acertou a venda da Volvo para a chinesa Zhejiang Geely Holdin Group, em uma transação envolvendo US$ 1,8 bilhão. História A Volvo iniciou suas atividades em 14 de abril de 1927 na cidade de Gotemburgo,capital do condado de Vastra Gotaland, na Suécia. A idéia de seus fundadores,era a produção de veículos de passeio que fossem ao mesmo tempo seguros e adequados ás condições severas do clima da Suécia na época. A produção de caminhões se iniciou no ano seguinte com o ‘Series 1’, um sucesso imediato,que chamou atenção também fora da Suécia. A maior contribuição da Volvo ao automobilismo foi a invenção do cinto de segurança de três pontos, introduzido em 1959. Volvo no Brasil Em 24 de outubro de 1977,foi criada a Volvo do Brasil Motores e Veículos S.A., dando início à uma nova fase na história da marca no País, depois das importações nos anos 30 a 60. Além da proximidade do Porto de Paranaguá e do parque de autopeças de São Paulo, os empresários sueco encontraram em Curitiba boas escolas técnicas e mão-de-obra especializada.O sueco Karsson foi o primeiro diretor-superentendente da empresa, foi de 1977-1986 sendo subistituido por Mats-Ola Palm 1986 -1989, assim sucessivamente, Bengt Calén 1989- 1991, Carl Lindestrom 1991-1998, Ulf Selven 1998-2001, Peter Kalsten 2001-2003 o atual presidente é Tommy Svensson que assumiu em 2003. Em 1979 a fabrica já estava chegando ao final do seu processo de contrução e seus funcionários ,que trabalhavam na administração foram transferidos para novas instalações, na CIC – Cidade Industrial de Curitiba.Na época atendendo à nova política de descentralização industrial do governo industrial ,o estado do Paraná desenvolveu um grande projeto com toda infra-estrutura para instalação de indústrias.Nesse ano, começa a produção da Volvo no Brasil com motores e chassis de ônibus B58.Paralelamente no rio de Janeiro, a Volvo Penta inicia a marinização dos motores AQB41. O presidente da República,João Figueiredo, inaugurou a nova fábrica, oficialmente, em 4 de dezembro de 1980. Foram feitos estudos sobre as exigências legais do País e as necessidades e tendências do mercado pra identificar qual o tipo de veículo seria mais adequado para o transporte rodoviário de cargas no Brasil. Chegaram a conclusão que seria o caminhão global da série “N”, vendido na Europa, América do Norte, outros paíes da América do Sul, Ásia e Austrália. Esse é o inicio da produção do caminhão pesado N10, com motor de 10 litros e, um ano mais tarde, iniciou-se a produção do caminhão pesado N12, com motor de 12 litros, formando a base da linha de produtos oferecida pela marca ao mercado brasileiro. Ao longo dos 30 anos no Brasil a Volvo vem modernizando suas linhas.Em 2006, foi produzida a ultima unidade do modelo NH, de cabine “nariguda”. Com isso encerrou-se um ciclo com modelos N, NL e NH em 26 anos de fabricação A cada ano com sua visão ampla do mercado e visando a qualidade total de seus produtos e serviços a Volvo com seus ”braços” foi inovando e ampliando seus serviços, com tecnologia de ponta e mão-de-qualificada ,vê seus esforços reconhecidos mundialmente. Zela pela segurança , esta sempre desenvolvendo novas tecnologias para proteger as pessoas. Sendo assim não tinha como deixar de lado a praticas de sustentáveis, como redução do consumo de energia na produção, a reciclagem de insumos e um amplo sistema de gestão ambiental. As principais fábricas do Grupo Volvo já são neutras em emissão de CO2 e em breve todas suas unidades adotarão esse conceito. Em produtos, a Volvo desenvolve pesquisas avançadas com combustíveis de fontes renováveis e é pioneira no desenvolvimento de veículos comerciais híbridos (diesel/elétricos). Consciente das necessidades da sociedade que os rodeam, com o apoio da Volvo, seus funcionários criaram a Fundação Solidariedade. Sediada em Campo Magro – PR, município próximo a Curitiba, a fundação tem como finalidade abriga crianças e adolescentes em situação de risco, com isso tentando levar alegrias a seus corações lhes dando uma nova oportunidade de vida e futuramente integrando as conforme suas idade para o mercado de trabalho Um exemplo de Gestão de pessoas a ser seguido A Volvo em 2011 levou o cobiçado título de melhor Empresa para trabalhar,alem de se destacar como a melhor empresa do setor automotivo e da região Sul.O objeto de desejo dos paranaenses, a companhia mantém práticas consistentes para tudo o que se refere à gestão de pessoas e sabe reconhecer de forma justa seus empregados, eles recebem a maior participação nos lucros do país.Em 2010, cada um de seus 3006 funcionários receberam piso de 9000 reais.Lá, 88% dos colaboradores se diz satisfeito e motivado e 85% dos funcionários acredita que a companhia investe em seu desenvolvimento. A Volvo é sonho de consumo de quem está fora e menina dos olhos de quem está dentro.a subsidiária brasileira conta com um índice de engajamento de 88% ante a média de 80% da companhia no mundo.Tal comprometimento se reflete,por exemplo ,na satisfação que o nível operacional demonstra com seus gestores.Se os funcionários dectar alguma necessidade de melhoria esse aspecto é encaminhado para avaliação de desempenho anual,e as mudanças são providenciadas. Quando se trata de suas lideranças, a Volvo adota os conceitos de Leadership Pipeline, um conjunto de etapas que formam um percurso afunilando desde a entrada na companhia, passando pela gestão júnior até a direção.Para seu pipelino (ou tubulação) não ser obstruído,a empresa adotou o programa aos 55anos e, durante cinco anos, vai se preparando para a aposentadoria.Como prevê o programa ,faltando dois anos para a aposentadoria do funcionário independente do cargo é reduzida a carga horária de trabalho do mesmo, evitando assim o corte abrupto.O programa visa dar oportunidade aos mais novos. A política da empresa é não esperar que os funcionários mais velhos morram para que alguém seja promovido. Além disso, o Olho no futuro serve como ferramenta de sucessão em cadeia. O diretor de recursos humanos e assuntos corporativos, Carlos Morassutti, que já trabalha na Volvo á pouco mais de cinco anos e em Janeiro de 2012 entrou no programa De Olho no Futuro. Antes da sua aposentadoria deseja criar uma escola de desenvolvimento com programas que tenha a cara da empresa, a fim de aproveitar a experiência de quem está saindo para desenvolver as competências dos novatos. Em 2010,Tommy Svensson, o então presidente da Volvo no Brasil, se aposentou e cedeu lugar ao também sueco Roger Alm, de 49 anos. Na sua chegada, Alm logo visitou a linha de produção, onde empunhou a máquina de solda, e acompanhou uma viagem de caminhoneiros para a entrega de veículos pelo país. Com o objetivo de se aproximar ainda mais das pessoas, ele criou o blog do Roger, com posts sobre negócios,clientes e temas importantes para a companhia, como inovação. Ele almoça no mesmo restaurante utilizado por todos os funcionários. Outra novidade em 2010 foi a extensão do Personal business Plan (PBP) aos funcionários da produção, os chamados horistas, que correspondema 70% do time.O PBP é o plano de desenvolvimento individual,revisado todos os anos.Nele a pessoa expõe suas ambições e indica cursos que gostaria de fazer – comportamentais, técnicos, ou de assuntos como finaças pessoais. Os treinamentos no exterior são uma realidade, porque muitos grupos de trabalho são globais. Há, ainda, a oportunidade de fazer carreira lá fora e de participar de job rotation global. Qualquer vaga que surge é de conhecimento de todos. A forma de recrutamento, porém, é mista, admitindo candidatos internos e gente do mercado. Quem não é escolhido recebe feedback, pelo qual identifica os pontos de aperfeiçoamento. Em 2010, 176 funcionários foram promovidos na Volvo, que tem mapeadas todas as posições-chaves, com um a três sucessores para cada uma. Além de uma oferta de carreira desafiadora e uma gorda participação nos resultados, a Volvo oferece um pacote bem completo de benefícios, com plano de saúde e odontológico, 70% de reembolso dos gastos com medicamentos, sem teto fixado, e reembolso de óculos e lentes até o limite de 250 reais. O auxilio-creche é de 350 reais e vai até os 7 anos da criança. Há ainda previdência privada e subsídio de 50% de mensalidade de cursos do Ensino Fundamental até o doutorado. Hoje, a empresa conta com 40 mestres e dois doutores. Para quem acha que isso é tudo, a Volvo está revisando suas políticas de remuneração, com o objetivo de testar a aderência da geração Y. Um dos benefícios já identificados como boa ferramenta de retenção desse público é a associação de funcionários, que conta com uma academia nas dependências da fabrica. As ações de qualidade de vida são tratadas com a mesma seriedade que outras práticas de gestão. As mães já contam com licença-maternidade de seis meses e a elas é dada a possibilidade de trabalhar meio período em casa até a criança completar 1 ano. A empresa ainda combate o tabagismo com tratamento e acompanhamento individual do colaborador e submete seus executivos a um check-up anualmente completo, além de patrocinar grupos de corrida. Esse é o modelo de gestão da Volvo – uma estrutura bem complexa. Para todas as necessidades, uma solução. Não é á toa, que foi premiada em 2011 como a melhor empresa para se trabalhar. Minhas fontes: pt.wikipedia.org/wiki/Volvo - Volvo do Brasil e pesquisa na revista ,Você s/a Exame ,exemplar de setembro de 2011. Edição de 15 anos: As melhores empresas para você trabalhar, pag 70 à 72. Introdução Trabalho de TGI Economia Prof. Carlos A maior rede social do mundo Mark Elliot Zuckerberg ,nascido em White Plains (E.U.A) no dia 18 de maio de 1984 ,é um programador,empresário e filantropo mundialmente conhecido por ser o principal fundador do Facebook ,a maior rede social do mundo e hoje integra a seleta lista de bilionários no mundo sendo o mais jovem entre eles. Filho de uma psiquiatra e um dentista, Zuckerberg foi criado em Dobbs Ferry, condado de Westchester no estado de Nova York com suas três irmãs. De origem judaica ele hoje diz ser ateu. Na escola onde estudava, a Ardsley High School, teve grande destaque em arte e cultura clássicas. Foi transferido para a Phillips Exeter Academy, onde ganhou vários prêmios em ciências da astronomia, matemática e física. Nos estudos clássicos, Mark aprendeu a ler e escrever francês, hebraico, latim e grego antigo e ainda pertenceu a equipe de esgrima. Na faculdade, ele era conhecido por recitar versos de poemas épicos como a Ilíada. Zuckerberg começou a usar computadores e a escrever softwares ainda criança no ensino médio. Seu pai lhe ensinou Atari Programação Básica em 1990 e, posteriormente, contratou o desenvolvedor de software David Newman para lhe dar aulas particulares. Newman não hesitava em chamá-lo de "prodígio", acrescentando que era "duro para ficar à frente dele." Zuckerberg também fez um curso de pósgraduação no assunto no Mercy College perto de sua casa enquanto ele ainda estava no colégio.Ele gostava de criar programas de computador, especialmente as ferramentas de comunicação e jogos. Em um desses programas que criou, surgiu o “ZuckNet”, a qual permitia que todos os computadores entre a casa e o consultório odontológico do seu pai pudessem se comunicar usando o ping para o outro. No que pode ser considerado uma versão simplificada do AOL Instant Messenger, que foi lançado no ano seguinte. Mais tarde ele havia se tornado o capitão da sua escola de preparação de esgrima e obteve um diploma clássico.Durante alguns anos Zuckerberg, trabalhou em uma empresa chamada Intelligent Media Group, onde ele construiu um leitor de música chamado Synapse Media Player que usa inteligência artificial para aprender hábitos de escuta do usuário, que foi postada no Slashdot, e recebeu a classificação de 3 de 5 da PC Magazine. A Microsoft e AOL tentaram comprar o Synapse e contratar Zuckerberg, porém ele preferiu se matricular na Universidade Harvard em setembro de 2002. Até ele começar a ter aulas em Harvard, ele já tinha conseguido a reputação de um prodígio de programação. Mark estudou técnico em eletrotécnica e Engenharia da computação e era membro da Alpha Epsilon Pi, uma fraternidade judaica. Em seu segundo ano, ele escreveu um programa chamado CourseMatch, que permitia que os usuários tomassem decisões com base na seleção de classe e nas escolhas dos outros alunos e o que acabava também por ajudá-los a formar grupos de estudo. Pouco tempo depois, ele criou um programa bem diferente, inicialmente chamado Facemash que permitia que os alunos escolhessem a pessoa com melhor aparência nas fotos. O site estava indo muito bem, mas de manhã a universidade desativou o site porque sua popularidade tinha sobrecarregado o servidor de Harvard e impedindo que os estudantes acessassem a web. Além disso, muitos alunos reclamaram que suas fotos estavam sendo usadas sem permissão. Zuckerberg, pediu desculpas publicamente e, após o incidente, o estudante publicou artigos informando que seu site estava "completamente inadequado". No entanto, os alunos já tinham solicitado para que a universidade desenvolvesse um web site semelhante que incluísse fotos e detalhes de contato para fazerem parte da rede de informática da faculdade. O maior website de relacionamentos do mundo foi lançado em fevereiro de 2004 . A plataforma, inicialmente, era apenas disponível aos estudantes da própria Universidade. Assim que começou a funcionar, o chamado The Facebook, teve 22 mil acessos em apenas 2 horas. Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes são os fundadores desta rede que mais cresce no mundo nos últimos anos. O acesso ao Facebook aos poucos foi crescendo entre as universidades americanas. Os jovens ligados as Universidades eram convidados a ingressar. Em poucos meses, o website era o mais acessado entre várias instituições. Em menos de um ano já tinha 1 milhão de usuários ativos. Em pouco mais de um ano, já era acessado por estudantes de mais de 800 Universidades. Em 2005, o acesso foi expandido a escolas internacionais. E no início de 2006, algumas empresas e estudantes de ensino médio também começaram a ser aceitos. Em setembro deste mesmo ano, o Facebook foi aberto para quem quisesse se registrar. Rapidamente o Facebook virou febre entre os jovens de todo o mundo. Passou a receber investimentos bilionários, seu layout foi repaginado e novos aplicativos foram sendo incorporados à rede. Tornou-se uma grande empresa, atualmente sediada em Palo Alto, na Califórnia. Aos poucos, a página de relacionamentos tornou-se uma vitrine mundial, e a rede de amigos, um espaço que despertou o interesse de anunciantes. Aos 23 anos, Mark Zuckerberg, o criador de todo o sistema do Facebook tornou-se o bilionário mais jovem do mundo. Em 2003, os irmãos Winklevoss e seu sócio Divya Narendra fundadores do ConnectU, contrataram Mark Zuckerberg para escrever o código-fonte para seu site, algumas semanas depois, Zuckerberg lançou o thefacebook.com. Os gêmeos acusaram Zuckerberg de copiar sua ideia e usar o código-fonte para seu próprio site. Os gêmeos e Narendra em 2004 iniciaram uma disputa judicial contra Mark Zuckerberg e mesmo com a decisão da corte por uma indenização no valor de 68 milhões de dólares, em dinheiro e ações da empresa os irmãos Winklevoss não estavam satisfeitos com a indenização paga por Zuckerberg. Assim, em dezembro de 2010, os gêmeos abriram um novo processo em busca de uma indenização maior, em torno de 160 milhões de dólares ,porem dia 22/06/2011 eles desistiram da ação e a corte encerrou o caso. Em 2004 após uma manobra para tirar os poderes de Eduardo Saverin do comando financeiro do Facebook e diluir suas açoes, Zuckerberg foi processado pelo amigo e perdeu tendo que pagar um valor não revelado , reconhece-lo como co-fundador do site e devolver cerca de 5% das ações de Saverin. Em meio a tantos problemas e concentrando suas energias no desenvolvimento do site outro grande problema apareceu para Zuckeberg resolver, Sean Parker sócio e presidente do Facebook foi preso em uma festa com drogas e acompanhado por menores de idade .Parker foi retirado da presidência da empresa apesar de manter seus 7% de açoes ,e não faz mais parte do dia-a-dia da empresa. O Facebook só começou a sair do vermelho em 2009 com suas pendências jurídicas acertadas e com um recorde de usuários ,cerca de 600 milhoes pessoas ,e começou a receber investimentos milionários de diversas empresas e empresários que viram o gigantesco potencial comercial do site. O site começou a ter ainda mais popularidade após o filme ,A Rede Social de 2010,que apesar de retratar Zuckeberg como vilão e dividir a opinião publica alavancou ainda mais o fenômeno da intenet conhecido como Facebook. Zuckerberg doou uma quantia não revelada à Diaspora, um servidor pessoal da web de código-fonte aberto que implementa um serviço de rede social distribuída. Ele chamou de "uma idéia legal". Zuckerberg fundou o Start-up:. fundação da Educação. Em 22 de setembro de 2010, foi relatado que Zuckerberg havia doado 100 milhões de dólares para a Newark Public Schools, o sistema de escolas públicas de Newark, Condado de Essex no estado de Nova Jersey. Mark Zuckberg inovou mais uma vez abrindo a empresa para a oferta publica de ações em 2012 no que já é considerado o maior IPO (oferta pública inicial das ações, em inglês) da história das empresas de internet dos Estados Unidos. As ações foram oferecidas ao preço incial de US$ 38, o que rendeu US$ 16 bilhões à companhia, a rede social agora é avaliada em US$ 104 bilhões de dólares . O valor arrecadado coloca o IPO do Facebook acima das ofertas iniciais de empresas como Google, Zynga e Groupon. A oferta da rede social também é a terceira maior já feita por uma empresa nos EUA, segundo a Renaissance Capital. O quadro de funcionários da rede social subiu de 700, no final de 2008, para mais de 3 mil em 2011. Como a empresa usa ações como forma de remuneração, fontes da agência Reuters disseram em dezembro passado que, mesmo sob uma estimativa conservadora, pode haver mais de 1 mil pessoas destinadas a receber mais de US$ 1 milhão em ganhos quando a empresa abrir seu capital. Zuckeberg se casou dia 19/05/2012 um dia após o IPO com Priscilla Chan, de 27 anos em uma cerimônia simples na casa do casal, em Palo Alto, na Califórnia, Chan se formou em medicina, na Universidade da Califórnia, na segunda-feira, mesmo dia em que Zuckerberg completou 28 anos. Os dois se conheceram em Harvard e estão juntos há mais de nove anos. Introdução: Shunji Nishimura Um exemplo de como a vida deve ser encarada. Um homem que num momento almoçava pão com banana no fundo de uma pequena oficina. Em outro momento sendo condecorado pelo governo japonês. Certo tempo ele fabricava canecos para carroceiros. E no outro criava a primeira colheitadeira automática do mundo. A história de um homem de hábitos severos e mãos sonhadoras, duro e generoso, disciplinado e idealista, mecânico e filósofo. A história: Segundo dos seis filhos de Shotaro e Toshi Nishimura, Shunji nasceu em oito de dezembro de 1910, em Uji, na província de Kyoto. Em abril de 1929, aos 19 anos, Shunji formou-se técnico em mecânica na Escola Industrial Dai-Ichi Kogyo Gakko, em Kyoto, e começou a trabalhar na fábrica de carvão da família. Era um jovem sonhador e determinado, que decidiu ir para a América em busca de novas oportunidades. Em janeiro de 1931, Shunji ingressou na Escola Rikkokai, ligada à Igreja Metodista, que preparava jovens japoneses para a emigração. Pretendia ir para a Bolívia, mas escolheu o Brasil porque o governo brasileiro pagava a viagem. Na tarde de 6 de fevereiro de 1932, embarcou no navio Buenos Aires Maru, no porto de Kobe. Tinha 20 anos, uma bíblia, um diploma de técnico em mecânica e 100 ienes. Desembarcou em Santos, em 22 de março de 1932. Após algumas semanas numa pensão de imigrantes em São Paulo, o jovem Shunji foi trabalhar na colheita de café na Fazenda Santa Maria, em Botucatu. Pequeno e franzino, fez uma enxada menor, que lhe permitia trabalhar de igual para igual com os outros trabalhadores. Era a primeira manifestação do gênio inventivo do mecânico de Kyoto na agricultura brasileira. O trabalho era duro e o salário pequeno, por isso, o jovem Shunji foi para o Rio de Janeiro e foi trabalhar como copeiro na mansão de um casal em Petrópolis. Juntou dinheiro com a ideia de continuar os estudos, aprender melhor o português e conhecer o Brasil e suas oportunidades. Em 1934, voltou a São Paulo e matriculou-se no curso primário do Colégio Adventista Brasileiro, no bairro de Santo Amaro. Estudava oito horas por dia e trabalhava na própria escola. Um ano depois, o dinheiro acabou. Deixou a escola e conseguiu trabalho em uma fábrica, como torneiro e soldador. O salário era tão pequeno que muitas vezes almoçava pão com banana. Na Igreja Episcopal do Brasil, no bairro de Pinheiros, conheceu a futura esposa, Chieko Suzukayama. Junto com amigos, Nishimura abriu no bairro da Lapa a oficina Seikoosha, onde começaram a fabricar latas para acondicionar o chá preto produzido na região de Registro, Vale do Ribeira. Em fevereiro de 1939, Shunji decide tentar a sorte no interior do estado. Tomou o trem em São Paulo com destino à região da Alta Paulista e desembarcou 472 quilômetros depois, no ponto final da linha: Pompeia, então um amontoado de casinhas de madeira. Na cidade, Shunji Nishimura alugou uma casa na Rua Senador Rodolfo Miranda, 127, perto da agência dos Correios, e afixou na frente uma tabuleta: “Conserta-se Tudo”. Consertava bacias, transformava latas de óleo lubrificante em baldes e canecas, inventou um alambique para destilar mentol, consertava máquinas agrícolas, caminhões e adaptava motores a gasolina para gasogênio, entre outras coisas. Na verdade, depois dessa tabuleta, Pompeia nunca mais foi à mesma. Em 1948, o japonês começou a produzir polvilhadeiras que pudessem ser colocadas nas costas do operador. A oficina transformou-se em fábrica e surgiu a indústria Máquinas Agrícolas Jacto Ltda., oficializada em novembro de 1949. O nome foi inspirado na fumaça deixada no ar pelos aviões a jato. A Empresa: As polvilhadeiras evoluíram para modelos costais mais leves e surgiram os primeiros modelos montados em tratores, destinados às grandes culturas de algodão e café. A evolução foi acompanhando as mudanças nas características dos inseticidas e defensivos agrícolas e as transformações da agricultura brasileira. Em 1966, a Jacto começou a fabricar pulverizadores manuais com reservatório de plástico. Mas não era suficiente. Nishimura não deixava de pensar em um meio de aperfeiçoar a colheita, em especial a do café, cultura na qual ele teve seu primeiro emprego no Brasil. Em 1979, após seis anos de pesquisa e desenvolvimento, a Jacto apresentou a primeira colheitadeira de café do planeta. O sucesso foi imediato. Hoje, a empresa exporta para mais de 90 países e é responsável pela geração de cerca de 3.000 empregos. Com o sucesso da empresa, Nishimura passou a adotar medidas estratégicas em sua estrutura. Desmembrou setores da companhia e formou algumas empresas-satélites. Por exemplo, o departamento de fabricação de recipientes plásticos virou a Unipac, que atende à Jacto e a terceiros. O setor de pequenos pulverizadores da empresa-mãe transformou-se na Brudden. Essas transformações permitiram que o japonês pudesse se dedicar a uma de suas paixões: o ensino de técnicas agrícolas. A Educação: O olho sensível para enxergar as necessidades da agricultura e criar produtos para supri-las, percebia a grande lacuna que existia entre o conhecimento acadêmico dos poucos engenheiros agrônomos e o grande contingente de trabalhadores rurais, a maioria analfabeta ou com poucos anos de estudos. Para unir esses dois elos, Shunji Nishimura idealizou uma escola técnica onde os filhos de agricultores aprenderiam nas salas de aula a teoria e testaria no campo a prática do cultivo, criação de animais e do uso de máquinas e equipamentos agrícolas. A escola ampliaria uma experiência de cursos rápidos sobre mecanização agrícola que a Jacto já oferecia para jovens na fábrica. Instalada em uma fazenda de 35 alqueires e organizada no tripé honestidade, trabalho e solidariedade, a Escola Técnica Agrícola de Pompeia começou a funcionar em 26 de abril de 1982 e até 2007, em regime de internato, formou 797 técnicos agrícolas. Hoje transformada por um decreto do Governo do Estado em FATEC Shunji Nishimura.. Ele criou a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FNST) e depois vieram o Colégio e o Colégio Técnico Shunji Nishimura, a Escola Profissionalizante Chieko Nishimura e o Museu da Jacto. Nas escolas profissionalizantes da FNST, os alunos estudam as técnicas agrícolas na prática. Com apenas uma folga por semana, os aprendizes trabalham duro e aprendem desde de como tirar leite até artes marciais. Após três anos, são formados técnicos que sabem fazer doces, conservas, adubos, hortas, contabilidade, lavoura, análise de solo, criação animal e manutenção de máquinas. Tal qual era o senhor Nishimura. O legado: “Diria que o legado do sr. Nishimura foi de crucial importância para o crescimento e sobrevivência do setor industrial na cafeicultura. As máquinas que viabilizaram a cafeicultura para áreas extensivas mecanizadas contribuíram para que o Brasil permanecesse no ranking como o maior produtor de café do mundo”, avalia Washington Rodrigues, presidente da Ipanema Coffees, uma das maiores produtoras de cafés especiais do planeta e que foi parceira no projeto de criação da colheitadeira. O executivo lembra ainda que, sem a tecnologia da Jacto, o custo da produção do café seria impraticável sem o repasse de preços ao consumidor. “Não é apenas uma questão de aumentar a produtividade, mas de reduzir do custo em função do alto rendimento de colheita”. Quase toda a vida de Shunji Nishimura no Brasil foi devotada a encontrar soluções para os problemas da agricultura. E assim foi também quando ele se retirou do dia a dia dos negócios. A aposentadoria foi dedicada à educação, a forma que o imigrante encontrou de dizer obrigado ao país que o acolheu. Adoentado há alguns meses, Shunji Nishimura ainda guardava em seu semblante a energia e a inteligência que fizeram dele um dos imigrantes japoneses mais admirados, e um empreendedor que construiu um dos importantes grupos nacionais de máquinas agrícolas, o Grupo Jacto. No dia 23 de abril de 2010, Shunji Nishimura encerrou quase os 100 anos de sua vida, que teve como capítulo mais importante aquele que começou em 1932, aos 22 anos de idade, ao chegar ao Brasil. Seis anos depois, com a esposa e uma filha, instalava sua oficina “Conserta-se tudo”, em Pompeia, a última estação da Companhia Paulista de Estrada de Ferro, em pleno sertão do oeste do Estado de São Paulo. Jacto: No primeiro ano da fundação da Máquinas Agrícolas Jacto, eram produzidas 30 polvilhadeiras por mês e Nishimura ia ao campo vendê-las. O produto ainda não estava no ponto e quebrava com facilidade, mas fazia grande sucesso porque o fabricante não abandonava os clientes. Se a polvilhadeira apresentava defeito, Nishimura voltava, consertava e substituía peças ou até a máquina inteira. A partir disso, solidificou-se no boca a boca o conceito de garantia e qualidade que se tornou filosofia da Jacto: jamais abandonar à própria sorte o agricultor que usa suas máquinas. A inspiração para o nome da empresa veio da imagem do rastro deixado no ar pelo produto lançado pela polvilhadeira, semelhante ao que deixavam no céu os aviões a jato, símbolos de novo tempo, de rapidez, força e modernidade. Em 19 de julho de 1952, a fábrica é transferida para a nova sede, na Avenida dos Expedicionários, 37. PRODUTO PRINCIPAL Com algumas variações de modelo, a polvilhadeira foi por muitos anos o principal produto da Jacto. Além do modelo costal, havia o modelo motorizado, sobre rodas. Eram destinadas a inseticidas em pó para o combate a pragas e doenças do algodão, amendoim, café, feijão, milho, soja e trigo. NA CRISE, A DIVERSIFICAÇÃO E O PROGRESSO Em 1956, a agricultura brasileira é prejudicada pelo excesso de chuvas, o que afetou também as vendas da Jacto, provocando grandes dificuldades financeiras para a empresa. A crise, no entanto, também é oportunidade de crescimento e a empresa inova no mesmo ano com uma máquina de arar a terra. A agricultura brasileira se recuperou e a diversificação levou a Jacto a um novo patamar: 1961 - é lançada uma polvilhadeira de inseticida montada em trator e o modelo PT 60, para áreas maiores. 1962 - nasce a segunda grande inovação da Jacto: a Jacto Haramoto, uma polvilhadeira com barras, montada em trator. 1963 - a empresa faz sua primeira exportação: um lote de polvilhadeiras costais para a Argentina. Década de 1960, com o apoio do presidente da República, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que liberou a Jacto do depósito compulsório na importação da máquina, era inaugurado o uso do plástico na agricultura brasileira. 1965 - construção da fábrica de plásticos da Jacto. Em 1966, a Jacto inaugurava o prédio da linha de produção do reservatório do pulverizador, com capacidade para 20 litros. 1970 - a Jacto desenvolveu o GT 400, um pulverizador para adaptação em trator, especialmente projetado para a aplicação de fungicidas contra a ferrugem. Nesse período, a Jacto lança o pulverizador Jatão, que se destacava por uma super turbina que tornava mais rápida e uniforme a aplicação do defensivo. Na década de 1970 a Jacto entraria definitivamente para a história da cafeicultura brasileira ao lançar a primeira colhedora de café do mundo - a K3. 1972 - a empresa tem a sua primeira diretoria constituída nos moldes modernos. Jiro Nishimura assume a presidência da Jacto. 1973 - com o projeto da primeira colhedora de café do mundo, nasceu o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Jacto. 1974 - foi lançado o primeiro derriçador para a primeira fase da colheita. 1975 - entra em testes a primeira versão da colhedora, o protótipo K1, acionado por trator e serve de base para os aperfeiçoamentos no segundo protótipo, o K2, que vai ao campo em 1977. 1976 - a fábrica de plásticos se torna uma empresa, a Unipac. 1979 - com a presença do então vice-presidente da República, Sr. Aureliano Chaves, a Jacto lançava no mercado a Primeira Colhedora de Café doMundo a K3. 1980 - o modelo GT 400, projetado especialmente para aplicações de produtos para combater a ferrugem do café, dá origem à linha Arbus. Os pulverizadores de barras da série PJ também ganham atualizações e dão lugar aos modelos Condor M12 e Coral B12. 1981 - é lançado o Columbia A-17, com barras de 17 metros e sistema de levantamento hidráulico. 1988 - o pulverizador Columbia tornou-se um sucesso de vendas e ganhou duas atualizações em 1988, Columbia Cross e Columbia Tanden. Foi lançado também o Cruzador 3000, voltado para grandes áreas. 1989 - a Jacto lança o primeiro pulverizador automotriz, o Uniport. 1992 - Takashi Nishimura assume a presidência da empresa. A empresa começa a ser preparada para a gestão profissional e é instituído o Conselho de Administração. 1993 - é lançada a tecnologia Vortex, que permite manter constante o volume de pulverização, reduzindo perdas e aumentando a eficiência da operação. 1995 - a linha Arbus passa a contar com o Sensorflow-System, sistema eletrônico, que detecta a presença de plantas. 1997 - a Jacto lançou a KTR, versão tracionada por trator. Nesse mesmo ano o Uniport 2000 chega ao mercado, voltado para os grandes produtores de algodão e soja. 1998 - ano do cinquentenário da Jacto, a empresa entra definitivamente na era da agricultura de precisão com o JSC 4000, comando eletrônico de pulverização. Os pulverizadores passam a contar com computador, que dispensa a regulação do volume de pulverização pelo operador. Também em 1998, o pulverizador Falcon Vortex leva as vantagens dessa tecnologia para áreas de produção menores. A década termina com um grande sucesso de exportação: o Condorito, pulverizador criado para pequenas propriedades. 2000 - início das atualizações tecnológicas nos pulverizadores das linhas Arbus, Columbia e Falcon. A Jacto avança no mercado de equipamentos para citros e inova com produtos para novos mercados, além de produtos específicos para mercados externos, como as versões do pulverizador automotriz Uniport 2000 Plus e 2500 Plus, destinadas à Argentina. Nesse mesmo ano, completa-se o processo de profissionalização da gestão da Jacto. 2001 - Shiro Nishimura assume a presidência da empresa. É o último membro da família do fundador a dirigir companhia. 2005 - é lançada a Adubadora Uniport 3000 NPK, para adubo sólido granulado, desenvolvida para a cana-de-açúcar. 2007 - a empresa apresentou o Jacto Arbus 4000 Multisprayer para a fruticultura. A colhedora de café número 1000 é entregue à Fazenda Ipanema. Em setembro deste ano, Shiro Nishimura passa a direção a Martin Mundstock, que passa a responder como diretor-presidente, concluindo o processo de profissionalização da empresa. 2008 - a Jacto lança a primeira colhedora de laranjas totalmente desenvolvida no Brasil. 2010 - foi realizado o 1º Encontro Mundial de Revendedores Jacto. Neste ano a Jacto ingressa definitivamente no mercado de agricultura de precisão com o lançamento da marca Otmis. Em 23 de abril se fecha o ciclo de vida do fundador da Jacto. Shunji Nishimura, o imigrante japonês de alma brasileira, morre. 2011 - dois importantes eventos marcaram este ano - o 1º Encontro Mundial de Revendedores de Uniport e 1º Encontro dos Distribuidores de Colhedoras. 2012 - a Jacto lança um novo conceito em autopropelidos - o Uniport 3030, o mais completo conjunto de soluções para pulverização do mercado. FILOSOFIA EMPRESARIAL PROPÓSITO “Servir ao agricultor com as melhores tecnologias de mecanização, informações e serviços, contribuindo para sua nobre missão”. VALORES • Com Jacto, Cliente Feliz • Ninguém cresce sozinho • Desenvolver a nossa gente, evitando tirar de outras empresas • Trabalhar duro como forma de prosperar • Honrar compromissos • Evitar dívidas • Três “virtudedades”: Humildade, Honestidade e Simplicidade • Espírito Inovador • Responsabilidade Sócio-ambiental • Felicidade em compartilhar POLÍTICA INTEGRADA “A Jacto, no cumprimento do seu Propósito e guiada por seus Valores, segue os seguintes princípios relativos à Qualidade, Saúde e Segurança no Trabalho e ao Meio Ambiente: • Buscar continuamente a satisfação do cliente; • Minimizar o impacto ambiental dos seus produtos e processos, engajando a cadeia produtiva na contínua redução da geração de resíduos e prevenção da poluição; • Melhorar continuamente as operações, contribuindo na obtenção de vantagem competitiva para seus clientes, oferecendo produtos e serviços seguros com desempenho e qualidade superiores; • Promover a saúde dos seus colaboradores e um ambiente de trabalho seguro, visando evitar lesões e doenças; • Agir com transparência, integridade e responsabilidade quanto ao cumprimento das legislações, regulamentações e requisitos acordados com os colaboradores, clientes, fornecedores, sociedade e acionistas. O Trevo Símbolo e brasão da Família Nishimura Conta a história que há mil anos o Japão era governado pela Monarquia, representada pelo Imperador, e que em 1185 surgiram os samurais, guerreiros que formavam a guarda da corte. Nossos antepassados falam que nessa época houve uma grande Guerra civil e os samurais tomaram o poder, quando implantaram no Japão um governo militar, o Xogunato. Séculos se passaram, o país cresceu, formaram-se as cidades e o domínio dos samurais manteve-se, impedindo que os imperadores voltassem ao poder pleno. Porém, a partir de 1335 surgiu uma nova classe de senhores feudais, os Daimios, de base camponesa, que enfraqueceu o poder do Xogunato. Eles travaram por 10 anos, de 1467 a 1477, uma sangrenta Guerra civil, a Guerra Onin, quando os Xoguns foram derrotados. Mesmo assim, o Japão continuou sob conflitos armados e em todo esse período as maiores vítimas foram milhares de famílias camponesas. Entre elas, a família Nishimura, que mesmo sem participar das disputas, constantemente tinha suas plantações devastadas pelas batalhas, que muitas vezes aconteciam em áreas de sua propriedade. Mas, quando tudo estava perdido o verde voltava a nascer através de milhares e milhares de pequenos trevos de três folhas. Era o sinal da terra para que a família continuasse perseverante. Por isso, há mais de cinco séculos o trevo tornou-se o símbolo e brasão dos Nishimura. Nos campos, a destruição das guerras foi vencida definitivamente pelos camponeses. Nas cidades, a marca foi o grande crescimento. Mas, no século seguinte, por volta de 1930, o país passou por forte crise econômica. Um dos filhos da família, Shunji Nishimura, decidiu então partir para o Brasil em busca de trabalho. Antes, foi preparar-se na escola Hikkokai (que significa perseverança), onde recebia informações básicas sobre o país desconhecido. Em 1932, chegou ao Brasil e trouxe consigo o brasão da família. Aqui, com todas as diferenças culturais e de idiomas, trabalhou na colheita de café, foi garçom, mecânico e fundou uma pequena oficina onde colocou a otimista e esperançosa placa: "Conserta-se tudo". Esse modesto negócio cresceu e transformou-se na Máquinas Agrícolas Jacto, que hoje atua em mais de 106 países dos cinco continentes, e desde sua fundação, em 1948, o Grupo Jacto tem como símbolo o mesmo trevo: o das três folhas, que há mais de 500 anos simbolizam, junto com nossos colaboradores e clientes, os caminhos da esperança, da confiança e, acima de tudo, da perseverança. Assim, nos lembramos que a cada instante, seja durante os projetos, o trabalho, o sucesso e mesmo nas dificuldades, em algum lugar um trevo está nascendo e nos mostrando, sempre, que perseverar é preciso. Como fiz a pesquisa: 1. Passo - Pesquisa no GOOGLE: SHUNJI NISHIMURA • • • • SHUNJI NISHIMURA SHUNJI NISHIMURA MORTE SHUNJI NISHIMURA COLEGIO SHUNJI NISHIMURA A HISTORIA 2. Passo - SHUNJI NISHIMURA A HISTORIA Vão aparecer os seguintes sites que falam sobre o assunto: http://www.terra.com.br/revistadinheirorural/edicoes/44/artigo930851.htm http://www.nippo.com.br/campo/historia/historia551.php http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC16913541641,00.html http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=31988 http://www.jacto.com.br/pt/ShunjiNishimura/detalhe/Shunji-Nishimura Depois fui ao Google e pesquisei somente Shunji Nishimura: O legado de Shunji Nishimura http://www.nippo.com.br/campo/historia/historia551.php Nota de Falecimento: http://bunkyo.bunkyonet.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id =835:falece-shunji-nishimura-aos-100-anos-de-idade&catid=56:noticias2010&Itemid=122 Documentário YOUTUBE: |Curiosidades| Documentário sobre http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,morre-o-empresario-shunjinishimura-inventor-da-colheitadeira-de-cafe,15102,0.htm Shunji Nishimura. Part. 1 |Curiosidades| Documentário sobre Shunji Nishimura. Part. 2 O meu trabalho esta baseado 90 % no site da Jacto: http://www.jacto.com.br/pt/ShunjiNishimura/detalhe/Shunji-Nishimura http://www.jacto.com.br/pt/OTrevo/detalhe/O-Trevo http://www.jacto.com.br/pt/FilosofiaEmpresarial/detalhe/Filosofia-Empresarial http://www.jacto.com.br/pt/ResponsabilidadeSocial/detalhe/Responsabilidade-Social http://www.nippo.com.br/campo/historia/historia551.php http://bunkyo.bunkyonet.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id =835:falece-shunji-nishimura-aos-100-anos-de-idade&catid=56:noticias2010&Itemid=122 http://revistacafeicultura.com.br/materia_impressao.php?mat=31988 Trabalho T.G.I Aluno: Guilherme Thiago da Silva CURSO: Administração 1° Termo “D” Matéria: Econômia Professor: Carlos Mazza Instituição: Uniesp Coca-Cola: Uma das maiores marcas do Planeta Breve introdução e história da Coca-Cola Este trabalho apresenta o sucesso do logotipo Coca-Cola, desenvolvimento e evolução da Marca. Porém conhecida Mundialmente. Coca-Cola, ocasionalmente referida como simplesmente Coca ou Cola (ou com seu apelido em inglês, Coke) é um refrigerante de noz-de-cola, vendido em mais de 200 países. Produzida pela The Coca-Cola Company, é a marca mais conhecida e vendida do mundo. Sua maior concorrente é a Pepsi. Criada pelo farmacêutico John Pemberton em 1886 e originalmente produzida como um remédio patenteado, a Coca-Cola alterou sua fórmula original e gradativamente conquistou novos mercados. Um dos responsáveis pelo sucesso da Coca-Cola Company foi o empresário Asa Griggs Candler, cujas táticas agressivas de marketing levaram a empresa a conquistar largas fatias do mercado de refrigerantes no mundo, a partir do século XX até os dias atuais. História John Stith Pemberton – Criador da fórmula da Coca-Cola. A criação Jacob’s Pharmacy. A história da Coca-Cola inicia com a chegada do farmacêutico John Pemberton na cidade de Atlanta nos Estados Unidos, logo após a Guerra Civil americana. Ele havia acabado de participar da guerra e estava disposto a mudar de vida, em busca de uma nova clientela que comprasse suas ideias e medicamentos. Por não ter nenhuma habilidade em vendas, sempre fracassou em suas criações, até conhecer o contador Frank Robinson, que acaba tornando-se sócio. • • 1884 – Foi lançada a bebida alcoólica chamada “Pemberton's French Wine Coca”, anunciada como uma bebida intelectual, vigorante do cérebro e tônica para os nervos, sendo, inicialmente uma mistura de folhas de coca, grãos de noz-de-cola e álcool. 1886 – O puritanismo religioso estava em alta e havia todo um movimento antiálcool. Nenhuma mulher ou homem decente poderia ser visto em lugares que fornecessem esse tipo de bebida. Neste mesmo ano, todos os estabelecimentos que vendiam álcool foram fechados e Pemberton e Robinson se viram na procura por outro produto que lhes rendessem dinheiro. Naquela época existiam os chamados “Pontos de Vendas”, lugares aonde pessoas iam após as compras, para se reunir e tomar sorvetes e xaropes misturados com água carbonada nos mais diferentes sabores, e que possivelmente acabaram dando idéias para a produção de um novo produto. Tentando se encaixar neste novo padrão, Pemberton passou meses no porão de sua casa em Atlanta, adicionando ingredientes à água carbonada para fazer faz um xarope e, mandando amostras para a “Jacob’s Pharmacy”, para testar a opinião dos clientes. No dia 8 de maio era vendida a primeira bebida conhecida atualmente como Coca-Cola, nome posteriormente steriormente dado por Frank Robinson, que utilizou a sua própria caligrafia para fazer o logotipo. O produto era um xarope com água carbonada, servidos em copos de vidro e misturados na hora de servir. Logo da Coca-Cola: Cola: criado por Frank Robinson em 1886, 1886, utilizando sua própria caligrafia. No dia 29 de maio,, Pemberton anuncia a bebida pela primeira vez no “Atlanta Journal”. • • 1887 – Em seu primeiro ano de operação foram vendidos somente 25 galões de Coca-Cola, Cola, o que correspondia a 9 copos por dia, o que rendeu 50 dólares, tornando-se tornando um prejuízo. 1888 – Devido a problemas de saúde e financeiros, Pemberton foi obrigado a vender a fórmula, pelo total de 1.750 dólares e, acabou falecendo, no dia 16 de agosto, dois anos após ter inventado ntado a bebida que acabaria por se tornar um dos maiores símbolos americanos. No mesmo ano, Frank Robinson procura pelo empresário e farmacêutico Asa Griggs Candler que acaba caba comprando a fórmula por 2.300 dólares. De 1891 a 1920 O empresário Asa Griggs Candler acreditava no produto e queria que a CocaCoca Cola fosse conhecida. Naquela época, não existiam meios de comunicação nacionais e, a grande maioria dos consumidores encontrava-se encontrava se isolados nas pequenas cidades do interior que visitavam as grandes cidades. Uma das formas encontradas foi o contratar pessoas para distribuir cupons que davam o endereço e um brinde, experimentar de graça a Coca-Cola, Coca Cola, fazendo com que os estabelecimentos fossem procurados. Candler também acaba disponibilizando outros brindes nos estabelecimentos, como calendários e posters que serviam como uma forma dos consumidores olharem para o nome da Coca-Cola Coca e lembrar onde compraram. • 1893 – No dia 31 de janeiro a marca Coca-Cola foi registrada. Nova identidade para as garrafas de Coca-Cola lançada no ano de 1916, diferenciando o produto das inúmeras falsificações que surgiram no início do século. • • • • • • • 1894 – No dia 12 de março Coca-Cola foi vendida pela primeira vez em garrafas de vidro em uma loja de doces em Vicksburg, Mississippi, usando garrafas de vidro que vinham com a marca da companhia de engarrafamento em auto-relevo, a “Biedenharn Candy Company”. O dono da engarrafadora, Joseph A. Biedenharn ficou impressionado com as vendas e relatou o caso para Asa Griggs Candler, que não teve nenhum interesse em comercializar a Coca-Cola em garrafas 1895 – A forma de promoção agressiva adotada por Candler acabou funcionando, a marca Coca-Cola já contava com três fábricas que engarrafavam o produto nas cidades de Chicago, Dallas e Los Angeles. 1897 – Começa a internacionalização da Coca-Cola, chegando no Canadá, e no México. 1899 – Dois advogados de Chattanooga, Tennessee Benjamim Franklin Thomas e Joseph Whitehead propõem á Candler que fizessem o engarrafamento em larga escala. No início Candler questionou a estava em dúvidas quanto ao engarrafamento da bebida, mas os dois negociantes que propuseram a idéia foram tão persuasivos dizendo que as pessoas poderiam levar para casa. Um contrato foi firmado dando controle total do procedimento à Thomas e Whitehead para engarrafarem a Coca-Cola, e que excluía Joseph A. Biedenharn deste processo. 1902 – Coca-Cola passa a ser vendida em garrafas com “tampa coroa”, até então, era comercializada em garrafas com tampa de rolha. 1909 – Nos Estados Unidos, cerca de 400 fábricas já engarrafavam a Coca-Cola, sendo, a maioria delas era de propriedades de empresas familiares. Algumas foram abertas somente nos meses de clima quente, quando havia maior demanda do produto. 1915 – Com tantas cidades engarrafando e distribuindo o produto, começaram a surgir as primeiras falsificações. Comerciantes começaram a engarrafar outros produtos com o rótulo parecido com o da Coca-Cola, naquela época, não existia diferenciação dos produtos, somente o rótulo, que era facilmente removível. Anúncio do Jornal American Druggist: Coca-Cola comercializada em cinco estados americanos. • • já estava sendo 1916 – É realizado um concurso para escolher um novo design para a garrafa da Coca-Cola. O projeto vencedor foi do projetista Raymond Louise da cidade de Terre Haute, estado de Indiana. Sua inspiração foi no formato da fruta do Cacau. A garrafa foi patenteada no estatuto de marcas dos Estados Unidos. 1918 – No final do ano, Candler vende a empresa por 25 milhões de dólares para um grupo de investidores liderados por Ernest Woodruff e WC Bradley. • • 1919 – O design de garrafa escolhido em 1916 já estava em todas as fábricas, dando originalidade ao produto e evitando a pirataria. Neste mesmo ano foram abertos fábricas na Espanha, na Bélgica, na França, na Itália, na Guatemala, em Honduras, no Peru, na Austrália e na África do Sul. 1920 – Mais de 1000 empresas engarrafadoras realizam a produção e distribuição da Coca-Cola nos Estados Unidos. Engarrafadora na Década de 1940. De 1921 a 1940 Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a Coca-Cola já tinha se tornado a maior consumidora de açúcar do mundo para a fabricação de seus produtos. Com a guerra, começou a ter racionamento, colocando em perigo os negócios. • • • 1923 – Com o final da Primeira Guerra Mundial, houve a recessão que quase faliu com a companhia , este fato fez o conselho que comandava a The Coca-Cola Company escolhesse um novo presidente, sendo eleito Robert Woodruff o mesmo dirigiria a companhia pelos próximos 60 anos. 1929 – A Coca-Cola lança uma caixa de metal, que a conservava gelada nos postos de vendas, chamado de “open-top cooler”. 1931 – A Coca-Cola encomenda uma série de quadros a Haddom Sundblom, representando a imagem do Papai Noel, para uso em publicidade. A figura acaba tornando-se a identidade do Papai Noel. Mas, em 1927 os mesmos traços já haviam sido utilizados no jornal New York Time. Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, a Coca-Cola desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados, fato este aprovado pelo então general Dwight D. Eisenhower das Forças Armadas dos Estados Unidos. A empresa conseguiu na época uma autorização excepcional de Washington.Apesar dos custos de produção na frente de batalha serem elevados, a companhia decidiu arcar com os mesmos, numa tática de marketing, vendendo o refrigerante pelo mesmo preço praticado nos Estados Unidos. Durante o período de guerra, 64 instalações de engarrafamento foram criadas para abastecer as tropas que estavam fora dos Estados Unidos. Este fato ajudou a abrir caminho para a internacionalização da Coca-Cola, que, durante e após a guerra acabou sendo licenciada nos diversos países em que acompanhou o exército americano, incluindo o Brasil.Tendo em vista a sua associação com os produtos americanos, o refrigerante acabou exercendo o papel de um símbolo patriótico. A popularidade da bebida aumentou bastante no pós-guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante. DESENVOLVIMENTO Hoje, a Coca-Cola Company está presente em mais de 200 países e responde por mais de 400 marcas de bebidas não-alcoólicas, entre estas, quatro das cinco marcas mais consumidas no planeta: Coca-Cola, Coca-Cola light, Fanta e Sprite. Alguns dos produtos da COCA-COLA: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Coca-Cola Coca-Cola light plus Coca-Cola Zero Fanta Crystal i9 Powerade Kuat Sprite Del Valle Mais Del Valle Kapo Del Valle Frut Dell Valle Laranja Caseira Del Valle Limão & Nada Aquarius Fresh Matte Leão Ice Tea Leão Burn Gladiator Schweppes ENTRE OUTROS. O Sistema Coca-Cola Brasil Com atuação de destaque no País desde 1942, a Divisão Brasil é uma das quatro maiores operações da The Coca-Cola Company. O Sistema Coca-Cola Brasil é composto pela Coca-Cola Brasil e 16 grupos empresariais, que elaboram o produto final em suas 46 unidades industriais e os distribuem aos pontos de venda. Esta estrutura absorve cerca de 60 mil colaboradores diretos e gera mais de 600 mil empregos indiretos. Os Fabricantes têm um contrato através do qual se comprometem a produzir, engarrafar e distribuir todos os produtos da Coca-Cola Brasil, observando um rigoroso padrão de qualidade mundial, que é marca registrada da Empresa. As fábricas que fazem parte do Sistema Coca-Cola Brasil encontram-se estrategicamente localizadas em todas as regiões do País, garantindo o abastecimento de cerca de um milhão de pontos de venda, para hidratar e nutrir os consumidores brasileiros com uma ampla linha de bebidas nãoalcoólicas que engloba águas, sucos, refrigerantes, chás, achocolatado, energéticos e isotônicos. Investimentos e Lucro da Coca-Cola • Fabricantes de Coca-Cola instalaram o maior número de medidores de vazão da indústria de refrigerantes • Investimentos totais chegaram a R$ 17 milhões • Operação durou 4 meses e envolveu a participação direta e indireta de cerca de 100 técnicos da Coca-Cola, dos fabricantes e do fornecedor O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola Brasil e 17 grupos fabricantes regionais, concluiu a instalação de sistemas medidores de vazão em todas as linhas de produção de refrigerantes das suas 36 fábricas, antes do prazo dado pela Receita Federal, 30 de setembro. A instalação dos equipamentos exigiu investimentos aproximados de R$ 17 milhões por parte das empresas do Sistema Coca-Cola Brasil, que reafirmam assim o compromisso com a transparência, a ética e a ordem tributária. Nesta primeira etapa, apenas as empresas com capacidade de produção instalada anual superior a 200 milhões de litros, faixa na qual se encontram todas as fábricas da Coca-Cola Brasil, estavam obrigadas a instalar os equipamentos. A partir de 1º de outubro, passou a correr o prazo para as indústrias com capacidade de produção entre 30 milhões e 200 milhões de litros, o qual termina em 31 de maio de 2007. Com esta medida, a Receita Federal terá acesso aos volumes de produção diária de bebida da indústria e em tempo real. Isto permitirá, através do cruzamento de dados, incrementar a fiscalização sobre o pagamento de tributos federais (Pis/Cofins, Imposto sobre Produtos Industrializados, Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Diversos Estados já têm assinado convênio com o Governo Federal visando o acesso aos volumes de produção, de forma a possibilitar, também, o aumento de eficiência na fiscalização do ICMS. De acordo com o diretor de Finanças da Coca-Cola Brasil, Mario La Hoz, a empresa e seus fabricantes crêem que, com a instalação e a homologação de medidores de vazão nas indústrias de refrigerantes do País, as autoridades tributárias passarão a ter os mecanismos necessários de controle e apuração da real produção e, desta forma, realizar a justa cobrança de tributos, diminuindo ou eliminando possíveis irregularidades ou evasões fiscais por indústrias de refrigerantes não éticas. Sistema Coca-Cola Brasil O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola e 17 grupos fabricantes brasileiros, emprega diretamente mais de 31 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 310 mil empregos. Em 2005, adquiriu R$ 3,5 bilhões em produtos e serviços e recolheu R$ 2,6 bilhões em impostos no País. O Sistema Coca-Cola Brasil investiu mais de R$ 3 bilhões no Brasil nos últimos cinco anos. A Coca-Cola Brasil foi a vencedora da Woodruff Cup 2005, que aponta a melhor operação de Coca-Cola no mundo segundo critérios de responsabilidade social e ambiental e desempenho financeiros e vendas. Como empresas-cidadãs, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes desenvolvem importantes ações nas áreas social e ambiental, investindo R$ 37 milhões em mais de 140 projetos em 2005. Os focos principais estão em educação, vida saudável e meio-ambiente, e o programas de âmbito nacional são coordenados pelo Instituto Coca-Cola Brasil. Novembro/2006 Textual Serviço de Comunicação Assessoria de Imprensa da Coca-Cola Brasil. Slogans : No Brasil • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1942: "A pausa que refresca" 1952: "Isto faz um bem" 1957: "Signo de bom gosto" 1960: "Coca-Cola refresca melhor" 1964: "Tudo vai melhor com Coca-Cola" 1970: "Isso é que é" 1976: "Coca-Cola dá mais vida" 1979: "Abra um sorriso. Coca-Cola dá mais vida." 1982: "Coca-Cola é isso aí" 1988: "Emoção pra valer!" 1993: "Sempre Coca-Cola" 2000: "Curta" 2001: "Gostoso é viver" 2003: "Essa é a real" 2004: "Viva o que é bom" 2006: "O lado Coca-Cola da vida" 2007: "Viva o lado Coca-Cola da música" 2008: "Cada gota vale a pena" 2009: "Abra a Felicidade" 2010: "Viva Positivamente" 2011: "Os Bons são a Maioria" A Coca-Cola investe Publicidade,Marketing,Promoções,Brindes.Tudo Capital. para muito aumento de em seu Coca-Cola em letras de canções Na música brasileira, o refrigerante Coca-Cola já foi utilizado como referência de forma não-comercial da marca. Grupos e cantores que fizeram menção à Coca-Cola em canções que acabaram virando parte da história da música popular brasileira. Método Este trabalho de T.G.I foi feito pelo método de pesquisa na Internet. Entre no site de busca do Google, pesquise introdução sobre a Coca-cola clique em Breve introdução e história da Coca-Cola.Entre no site de pesquisa Wikipédia Historia da Coca-Cola e Criação,encontrara a Historia do ano de 1884 até 1940. Entre no site www.cocacolabrasil.com.br clique em marcas depois nossas marcas encontrara as marcas citadas a cima.No lado direito tem um campo chamado busca.digite lucro ali depois buscar vai abrir a pagina resultado de busca vai encontrar 1 resultado,clique em Sistema instala medidores de vazão, encontra o lucro e investimentos da Coca-Cola Na pagina do Wikipédia na parte superior clique na A publicidade e a CocaCola,encontrara os slogans que a Coca-Cola que já existiu e existe. FONTES e REFERÊNCIAS http://edcriatividademetrocamp.blogspot.com.br/2009/01/breve-introduo-ehistria-da-coca-cola.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Coca-Cola#Hist.C3.B3ria http://www.cocacolabrasil.com.br/conteudos.asp?primeiro=1&item=2&secao=3 9&conteudo=103&qtd_conteudos=1 http://www.cocacolabrasil.com.br/conteudos.asp?item=3&secao=36&conteudo= 147 http://www.cocacolabrasil.com.br/conteudos.asp?item=1&secao=7&conteudo=4 8 http://pt.wikipedia.org/wiki/Coca-Cola#Variantes_da_marca JHON DEERE: TECNOLOGIA PARA AGRICULTURA BRASILEIRA. O pioneiro da Jhon Deere, do qual estabeleceu o nome da empresa, nasceu em Rutland, Vermont, em sete de fevereiro de 1804. Passou sua infância e juventude em Middlebury também em Vermont, onde estudou em escola pública e passou quatro anos como aprendiz de ferreiro. Desenvolveu o primeiro arado de aço autolimpante do mundo, sendo um sucesso. Em 1825, Jhon começou a carreira como operário de ferreiro, e logo ganhou conhecimento, pelo seu trabalho cuidadoso e sua engenhosidade, seus garfos de feno e as pás bem polidas, eram bastante pedidos em toda região de Vermont. Após cinco anos, desiste de ser ferreiro e parte para achar ouro, deixando esposa e família, que mais tarde se juntaria a ele, contudo a necessidade de ferreiro na vila de Grand Detour, Illinois, era tão grande que dois dias depois no ano de 1836, ele já havia construído uma forja e já estava atendendo a comunidade. Ficará sabendo do sério problema que os fazendeiros enfrentavam em tentar cultivar o solo fértil do meio-oeste, os arados de ferro fundido, que havia sido trazido do leste, fora projetado para solo arenoso e pouco consistente da Nova Inglaterra. Em 1837, testou com sucesso o arado usando aço de serrote, pois estudou o problema do qual se convenceu de que o arado com uma aiveca e a lamina de forma apropriada e altamente polida deveriam limpar-se a si próprias ao torcer a porção do sulco, para melhor aproveitar a terra. Na época de pioneiro as ferramentas eram feitas sob encomenda, porém Jhon Deere inovou em fabricar muitas e depois revende-las. Após dez anos de seu primeiro invento, produzindo 1.000 arados por ano, afirmou que só colocaria seu nome em produtos com perfeita qualidade. Em 1868, sua empresa aderiu o nome de Deere & Company. No próximo ano seu filho Charles Deere foi eleito vice-presidente e tesoureiro. Charles Deere foi um homem de negócios excepcional, no comando da empresa de seu pai. Em 1911 sob o terceiro presidente William Butterworth seis empresas se agregaram a Deere & Company. Em 1918, comprou a Waterloo Gasoline Traction Engine Company em Waterloo, e a partir daí os tratores passaram a ser uma parte importante da linha Jhon Deere. Em 1928, Charles Deere Wiman, bisneto de Jhon Deere assumiu a direção da empresa, sua força empolgante de desenvolvimento de produtos e tecnologia resultou em um rápido crescimento. Com a baixa que dominou EUA na década de 1930, a empresa faturou US$ 100 milhões de vendas brutas pela primeira vez na sua história em 1937, o ano do seu centenário. Durante a 2ª Guerra Mundial continuaram com a ênfase no projeto de produtos. Antes da morte de Wiman em 1955, a empresa estava entre 100 melhores empresas de fabricação dos EUA. Sob a liderança de William A. Hewitt, que dirigiu a companhia de 1955 até 1982, a Jhon Deere tornou-se produtor líder de equipamentos agrícolas no mundo Robert A. Hanson, que foi presidente e Diretor Executivo da empresa sucedeu Hewitt como diretor executivo em 1982 e liderou na empresa num dos períodos econômicos mais difíceis. A empresa saiu da turbulência dos anos 1980 para atingir recordes de vendas e geração de receitas nos últimos três anos da década. Hans W. Becherer foi eleito presidente do conselho de Administração em 1990, sucedendo Hanson, participando das ações de gerenciamento que foram tão bem sucedidas. Em seis anos dos seus anos como presidente do conselho de Administração, a empresa obteve lucros recordes. Sendo líder também na remodelação do centro da cidade de Moline e em seu desenvolvimento na Deere Run e no evento Jhon Deere Classic, no ano de 2000 se aposentou. Sucedendo Becherer, Robert W. Lane, tendo uma ampla experiência gerencial na Jhon Deere, incluindo liderança da divisão mundial de equipamentos agrícolas, organização financeira e a operação de equipamentos. Iniciou sua parceria com o mercado brasileiro através de uma associação com a indústria Schmeider Logemann & Cia. Ltda. (SLC). Em 1979, adquiriu 20% do capital localizada em Horizontina RS (Rio Grande do Sul). Acelerando a introdução da tecnologia da líder mundial nos equipamentos produzidos no Brasil pela SLC, por volta de 1999, ainda neste ano ela inaugurou a fábrica de colhedoras de cana-de-açúcar Cameco em Catalão (GO) Goiás, e a partir de 2005 as colhedoras da indústria norte-americana passou a utilizar as cores da marca Jhon Deere que são predominantes no verde e amarelo. Conforme o crescimento da capacidade de produção da Jhon Deere no Brasil em 2008 foi inaugurado uma fabrica de tratores em Montenegro (RS). No Brasil, além das três fábricas, a Jhon Deere mantém um escritório regional em Porto Alegre, o Banco Jhon Deere também sediado em Porto Alegre, e o Centro de distribuição de Peças para a América do Sul em Campinas (SP) e a Unidade de Negócios de Cana em Ribeirão Preto (SP). Valores da Jhon Deere America do Sul: Integridade, qualidade, comprometimento e inovação, e suas estratégias: Excepcionalidade na organização, Crescimento Disciplinado e Trabalho em equipe. Jhon Deere América do Sul tem por missão compartilhar ensinar e auxiliar os sistemas de mecanização para agricultura com tecnologia e qualidade superior, para realizar com perfeição sua função e satisfazer seu cliente. Colocando a preservação da natureza e a segurança dos usuários em primeiro lugar sempre usando produtos e matérias menos prejudicial à natureza e que gaste menos energia recursos naturais e que possam ser reaproveitadas e recicladas mais tarde. No ano de 2000, as 28 companhias, ganharam cerca de 30 prêmios do Conselho Nacional de Segurança dos EUA. Obtendo importantes conquistas como ISO 14.000 ( Gestão Ambiental) em quatro de suas unidades Jhon Deere. Atuando há mais de 160 anos, de competência em serviços e alianças ao redor do mundo. Compromisso de suprir o valor puro aos clientes, acionistas, funcionários. Sendo assim, possíveis tantos anos de existência graças aos agricultores fiéis. Agora o sistema de Agricultura de Precisão Greenstar e a tecnologia de imagem por satélite GPS mostram o caminho do futuro da agricultura. A companhia valoriza e acredita tanto no tema Responsabilidade Social com tamanha grandeza que criou a Fundação Jhon Deere no final de 2003. Com a intenção de direcionar o gerenciamento das ações nos campo social. A Fundação tem duas discussões sobre os temas Educação e Meio Ambiente, como lema: “Plantando responsabilidade social, Colhendo Cidadania “, tendo estrutura nas seguintes modalidades de ações sociais: Campanhas Sociais, Programas Sociais, Programas de Incentivos Fiscais e Programa de Voluntariado Coorporativo. METODO Entrei no site de busca www.google.com.br digitei a palavra chave da minha pesquisa Jhon Deere saiu vários sites entre eles o primeiro foi o site oficial da Jhon Deere www.jhondeere.com.br entrei no site e visualizei diversas informações sobre a empresa e depois de ler a pagina inicial comecei a navegar, no ícone Sobre Nós já identifiquei os valores da empresa. Logo após essa primeira analise entrei no ícone História http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/sobre _nos.page fiquei sabendo como ocorreu o surgimento da empresa, depois fui verificando tudo, entrei na Linha do Tempo http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/histori a/linha_de_tempo/linha_de_tempo.page? onde localizei uma cronologia de informações e dados onde ficou fácil perceber o avanço e a tradição da Jhon Deere, pela qual se estendeu e o porquê se estende ate os dias de hoje, em sequência entrei no ícone Lideres do Passado http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/histori a/lideres_do_passado/lideres_do_passado.page? para saber quem fez parte da história da Jhon Deere e descobri os oito integrantes alguns da família Deere, mas que independentemente de fazer parte ou não da família Deere conseguiu em dias fáceis e difíceis, conceituar a empresa e não deixá-la perder os valores fundamentais satisfazendo todos, que de forma direta ou indiretamente estavam e estão ligados a empresa. No ícone Marca Registrada http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/histori a/marca_registrada/marca_registrada.page? conheci a evolução da empresa mas na questão de logotipos, percebi que não foi mudado drasticamente nenhuma das fazes o que houve foi pequenas modificações e adaptações do símbolo e aperfeiçoando com o tempo e com as tendências da época na qual determina e caracteriza a empresa Jhon Deere, hoje nas cores amarelo e verde, com o desenho de um cervo em movimento para cima demonstrando “atributo positivo”. Entrei também no Ícone Jhon Deere no Brasil http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/john_d eere_no_brasil/john_deere_no_brasil.page? este link descreve as cidades brasileiras que possuem produtos e representantes da Jhon Deere, e contam um pouco da história. Por se tratar de um site amplo e muito rico em informações e dados, tive que acessar diversas vezes para ler aos poucos, pois se trata de um trabalho minucioso e com vários detalhes, navegai por todo o site entrando em todos os ícones conhecendo e desbravando o mundo da empresa. Assim prossegui por vários ícones deste site analisando a empresa. Depois sai deste site procurei outro e fiz o mesmo processo desta vez entrei no site da Wikipédia http://wipipedia.org/wiki/jhon_deere onde encontrei um artigo sobre a vida do pioneiro da empresa Jhon Deere, confrontei as informações com a do site oficial da empresa. analisei e Depois para saber mais do trabalho desta empresa entrei no site WWW.youtube.com.br e no link http://www.youtube.com/results?search_query=jhon+deere&oq=jhon+deere&aq =f&aqi=gs8&aql=&gs_l=youtube.3..0i10l8.1016.7454.0.8016.9.9.0.0.0.0.1125.3 469.3-2j2j0j1j1.6.0...0.0.MWKtdihMrFE encontrei diversos vídeos interessantes da empresa e de seus equipamentos em movimento. RESULTADOS Eu encontrei provas que confirmam que a Jhon Deere é uma empresa bem conceituada mundialmente e que trabalha em função da satisfação de seus clientes com o que há de mais moderno e eficiente. A sede mundial da Jhon Deere se encontra nos U.S.A (Estados Unidos da América) mas seus distribuidores e representantes estão distribuídos em 42 países entre eles estão o Brasil, Portugal, Argentina, China, França e Rússia. No Brasil a Jhon Deere está presente em quatro cidades são elas Campinas/SP, Catalão/GO, Horizontina/RS Montenegro/RS e Indaiatuba/SP. - Em Campinas há um Centro de Distribuição de Peças para toda América do Sul, este centro esta ativo desde 2008 conta com 56 docas de recebimento e despacho de produtos além de possuir uma infra-estrutura moderna nos processos de planejamento de matérias e nas operações logísticas, o numero de funcionários neste centro é de 200 pessoas, o movimento de recepção e expedição de peças é de 72 mil toneladas, transportada por cerca de 6 mil caminhões por ano. - Em Catalão há uma fabrica que produz Colhedoras de Cana de Açúcar esta fabrica esta na ativa desde 1999 e recentemente adotou a linha de montagem de pulverizadores, completando os sistemas mecanizados do Brasil. Este local é privilegiado por se tratar de um local onde esta concentrado um grande número de usinas de cana-de-açúcar. Nesta empresa trabalha cerca de 600 pessoas. - Em Horizontina há uma fabrica de Plantadeiras e Colhedeiras, que esta na ativa desde 1979, a primeira colheitadeira automotriz foi fabricada no Brasil nesta cidade e é considerada uma das plataformas mundiais de exportação e de desenvolvimento tecnológico. Nesta empresa trabalham cerca de 2000 pessoas. A Jhon Deere em Horizontina comemorou dois marcos históricos sendo eles produção de 50 mil colheitadeiras e de 30 mil tratores em 2008, a produção de tratores foi transferida para a nova fabrica de Montenegro. - Em Montenegro é onde está localizado uma fabrica de tratores que foi inaugurada em 2008, a nova fabrica conta hoje com 715 pessoas. - Em Indaiatuba onde esta localizada a presidência e áreas responsáveis pela gestão regional do negócio, como finanças, vendas, marketing, sistemas de informação e recursos humanos e onde está localizado o banco Jhon Deere. A expectativa da Jhon Deere para a América Latina é que o escritório aumente a porcentagem de mercado dando apoio e incentivando a fim de proporcionar maior integração e alinhamento na região. A empresa Jhon Deere trabalha com diversidades de produtos sendo alguns deles: • • • AMS - Soluções em Gerenciamento Agrícola ( Agricultura de Precisão) Cabeçotes Colhedoras de Algodão • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Colheitadeiras Carregador Florestal Colhedoras de Cana Componentes Tecnológicos Enfardador Florestal Escavadeiras Equipamentos Especiais Escavadeiras Florestais Pás-Carregadeiras de rodas Plantadora de Cana Tratores Tratores de esteira Sistemas Mecanizados Tratores Pás Carregadeiras Colheitadeiras de Grãos Colhedoras de Algodão Colhedoras de Cana Pulverizadores Feno e Forragem Plantadeiras Veículos Utilitários Tratores de Jardim Construção Produtos de manutenção ( lubrificantes e baterias) Além de ser reconhecida pelo seu trabalho na agricultura com equipamentos e máquinas modernas a Jhon Deere trabalha com ações e iniciativas para o meio ambiente e cidadania. Ela criou a Fundação Jhon Deere que promove a Responsabilidade Social a fim de concentrar ações estratégicas de relacionamento das empresas no Brasil com as comunidades onde a empresa atua, a fundação trabalha para a Educação e meio Ambiente o lema da Fundação é “Plantando responsabilidade social. Colhendo cidadania.” A Jhon Deere trabalha com Campanhas Sociais visando o engajamento de outras entidades com propósito de beneficio comum da sociedade, Programas Sociais como campanha de alimento e campanha do agasalho, Programa de Incentivos Fiscais, para proporcionar melhorias a comunidade do patrimônio histórico como foi o caso da Escola de Engenharia e Agronomia RS e a Orquestra de Câmara SESI Fundarte RS e Programa de Voluntariado Cooperativo onde os funcionários familiares e comunidade exercitam a cidadania de forma organizada. Introdução Marilan. Uma empresa que nasceu tímida em Marilia no interior de São Paulo, Hoje é um pólo nacional em produtos alimentícios. Fundado em 31 de março de 1957 pelo casal Maximiliano Garla e Iracema Garla, Seu nome foi escolhido pela própria comunidade em um concurso na radio. No inicio a Marilan ocupava apenas um pequeno prédio de 600m², com produção de apenas 300kg de biscoitos por hora num forno gerado a diesel. Mas não demorou muito para a empresa crescessem, as pessoas começaram a conhecer a qualidade e o sabor dos produtos, e a pequena empresa se transformou em um grande parque industrial com 67,000m², nível de primeiro mundo com tecnologia de ponta, e com uma capacidade de produção de 8,5 toneladas ao mês. Nos anos 70 a família Garla tomou uma importante decisão, investir no crescimento da empresa, investiu em uma nova instalação industrial, maior e mais moderna, dos modestos 2 a 3 mil quilos por dia, ate os dias de hoje produzindo 300 toneladas ao dia. Muita coisa mudou, antigamente o processo era todo manual, hoje a empresa conta com os melhores equipamentos industriais, e com profissionais treinados. Com uma produção de, mas de 60 tipos de biscoitos, entre salgados, doces, recheados, weffers e extrusados. Seguindo a tendência mundial, desde 2006 a empresa passou a fabricar somente produtos livres de gorduras trans, refletindo sua preocupação oferecer produtos saudáveis, nutritivos e saborosos com qualidade comprovada desde a sua elaboração até a chegada ao consumidor. A Marilan tem um rigoroso controle de qualidade que envolve todas as etapas da cadeia de abastecimento, abrangendo os provedores de matéria-prima e todas as operações de produção e distribuição. Seus produtos estão de acordo com as normas legais nacionais e internacionais conforme seus valores, características, formulação e métodos de produção. Com toda uma dedicação e paixão pelo o que fazem, a Marilan se tornou líder em vários seguimentos no mercado. Alem de ser uma empresa muito forte no mercado nacional, a Marilan tem tomado seu espaço no mercado internacional, hoje exporta para mais de 50 paises de todos os continentes. Com toda sua historia a empresa Marilan já aculuma alguns títulos de qualidade, alguns dos mais importantes do Brasil e do Exterior: -Premio de qualidade da América do Sul pela ABIQUA, -Premio Latino Americano Tradición de Cualidad, -Premio Empresário do Ano (1995) Conferido ao Srº Maximiliano Garla ( Presidente e Fundador), -Premio melhores do Mercosul, -Premio Qualidade Brasil conferido Pela International Exporters Service. Garantindo cerca de 2,400 empregos a empresa Marilan vem crescendo. Hoje em dia em esta na presidência da empresa é José Rubis Garla, filho de Maximiliano Garla. Rumores de Venda Jornais e revistas, nacionais e internacionais, comunicaram que a Empresa Marilan iria ser vendida, enviados de grandes empresas estariam visitando as imediações da industria , pra ver sua real situação. Enviados da empresa PepsiCo, veio duas vezes visitar a empresa, correndo entre área de produção ao escritório.Além da PepsiCo, outras três empresas estariam interessadas.Se não conseguir algo entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões, os Garla preferem continuar no negócio. Para isso, vão renegociar as dívidas e terão que levantar capital de giro para continuar tocando os projetos da empresa em 2012 e 2013. Segundo o presidente da Marilan José Rubis Garla, a empresa não será mas vendida, pois os valores oferecidos pela empresa estava a baixo que esta valendo no mercado, uma empresa sim ofereceu um valor próximo ao que os Garla estavam pedindo, mas a proposta vou rejeitada. Marilan, apesar de estar passando por uma faze turbulenta, não deixa de pensar em seus colaboradores, em suas famílias, pois uma grande parte de seus colaboradores são da cidade de Marilia, tem casos que trabalham varias pessoas de uma mesma família na empresa. Método O método utilizado para a realização da pesquisa sobre a empresa Marilan, foi a Internet. Pesquisando em alguns sites, foi chego ao resultado final. A principio foi usado o Siti Google, www.google.com.br. No dia 20/05/2012, ali foi iniciado a pesquisa da empresa marilan Digitando no espaço de procura a palavra Marilan, foi dado o seguinte site www.marilan.com.br,(20/05/2012) onde ali foi possível extrai algumas informações da pesquisa, a historia da empresa seus produtos, sua localização,estrutura, funcionários. Uma outra site utilizado foi o http://www.wiki2buy.com.br, (20/05/2012), digitando no campo de procura a palavra Marilan, foi possível também extrair alguns dado para a realização da pesquisa. No dia 20/05/2012, em pesquisa ao site www.valoreconomico.com.br digitando no campo de busca o nome da empresa Marilan, foi dado os seguintes tópicos Família Garla estuda plano B para Marilan. Família Garla desiste de vender Marilan Foi possível extrair dados a respeito da venda da empresa sua situação financeira • • Dia 20/05/2012, foi realizada uma pesquisa no site http://www.pdvativo.info. Em seu campo de busca digitando o nome da empresa Marilan foi dado algumas informações importantes. No dia 30/05/2012 em pesquisa ao blog http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br colocando em seu campo de busca o nome da empresa Marilan foi dado alguns tópicos para dar continuidade a pesquisa. Empresa A Marilan, uma das maiores fabricantes de biscoitos do Brasil, foi fundada em 1957, em Marília, no interior do Estado de São Paulo. Com um parque industrial de quase 67 mil m2 e tecnologia de ponta, tem capacidade produtiva de mais de 100 mil toneladas por ano. Atualmente, gera aproximadamente 2.300 empregos diretos, sendo uma das principais fontes de geração de renda da região. Reconhecida pela qualidade de seus produtos, a Marilan produz mais de 60 tipos de biscoitos (entre salgados, doces, recheados, recheados, extrusados e wafers), além de torradas, linha recém lançada pela empresa.. Especializada em biscoito a marilan é a quarta no ranking neste seguimento depois de M. Dias Branco, Kraft e Nestlé. Nestlé Trabalhando em3(Três) turnos. Em escalas de 6(seis) por po 2(dois) *06h00min às 14h45min *14h45min às 23h05min *23h05min às 06h00min horários da produção. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Biscoitos mais de 60 tipos Água e Sal Amanteigado Amanteigado Aveia e Mel Amanteigado Chocolate Amanteigado Chocolate com Coco Amanteigado Coco Amanteigado Leite Amanteigado Milho Verde Amanteigado Nata Coco Cracker Light Cracker Tostmant Cream Cracker Distração Cappuccino Distração Chocolate Distração Chocolate Branco Distração Chocolate com Coco Distração Goiaba Doce Sabor - Torta de Chocolate Doce Sabor - Torta de Coco Doce Sabor - Torta de Limão Doce Sabor - Torta de Morango Integral • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Leite Light Magic Toast Magic Toast Integral Magic Toast Light Maizena Manteiga Maria Marilan Max Pit Stop Pit Stop Integral Pit Stop Light Pit Stop Queijo Recheado Bauny Recheado Bauny Black Recheado Chocolate Recheado Chocolate com Avelã Recheado Morango Recheado Torta de Limão Salgatost Salgatost Temperado Teens Chocolate Teens Chocolate Branco Teens Morango Turmix Recheado Quadrado Chocolate Turmix Recheado Quadrado Morango Turmix Recheado Redondo Chocolate Turmix Recheado Redondo Morango Turmix Wafer Chocolate Turmix Wafer Morango Wafer Amendoim Wafer Abacaxi com Hortelã Wafer Bauny Wafer Chocolate Wafer Chocolate Branco Wafer Chocolate com Avelã Wafer Doce de Leite Wafer Limão Wafer Morango Além da Matriz em Marília, a Marilan conta com centros de distribuição em Salvador e Recife e nove gerências regionais (São Paulo, Interior de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiânia, Salvador, Recife, Belém e Curitiba). • Matriz MARILAN ALIMENTOS S/A Filiais • Filial: Brasilia - DF • Filial: Marituba - PA • Filial: Recife - PE • Filial: Salvador - BA • Filial: Vitória da Conquista - BA • Filial: Goiania - GO Responsabilidade Social Em toda a sua história, a Marilan sempre criou e inovou em lançamentos voltados para a alimentação e nutrição de toda a família, buscando oferecer o que há de melhor para cada integrante. A Marilan exerce sua Responsabilidade Social com atitudes e valores corporativos, pensados ao longo dos anos e através de diversas iniciativas sociais que envolvem projetos para a comunidade – em educação, cultura e meio ambiente. Sustentabilidade O compromisso com uma nova consciência provocou uma mudança na gestão das corporações, que conduzem seus negócios com foco nos interesses da sociedade e no bem-estar do planeta. Dentre os frutos já colhidos estão projetos de ecodesign, reciclagem, uso de matérias-primas menos poluentes, assim como a conscientização de que indivíduos e empresas podem, juntos, colaborar para um futuro melhor. Por meio de sua Política, a empresa coloca em prática um modelo que busca satisfazer as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das futuras gerações de suprir suas próprias necessidades, ou seja, sem diminuir as oportunidades das gerações futuras. Com o objetivo de utilizar os recursos naturais de forma responsável sem comprometer sua produção, fazer proveito da natureza, sem devastá-la e buscar a melhoria da qualidade de vida da sociedade, a Marilan põe em prática o Programa Gestão Ambiental, sustentado por quatro pilares. I - Gestão Dos Resíduos Sólidos Mapeamento e Caracterização dos Resíduos Sólidos; Projeto de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos: - Projeto Coleta Seletiva, - Projeto Reciclagem, - Promoção de Descartes Conscientes de Resíduo, - Plano de Redução de Desperdícios e Minimização nas Fontes Geradoras. II - Gestão Dos Efluentes Líquidos Mapeamento da Rede Hidrosanitária; Caracterização dos Efluentes Líquidos; Projeto de Estudo de Implantação da ETE, elaboração de projeto contemplando Concepção, Instalação e Operacionalização do Sistema de Tratamento de Efluente; Projeto de Redução do Consumo de Água: - Identificação dos principais pontos de consumo de H2O, - Identificação dos principais pontos de geração de efluentes, - Instalação de chuveiros, torneiras e válvulas de descarga inteligentes. III - Gestão Dos Efluentes Gasosos Caracterização dos Efluentes Gasosos; Projeto de Recuperação de CO2, tratamento dos gases emitidos pelas chaminés com recuperação do CO2 gerando receita com a venda do Gás, aquisição de Créditos de Carbono, ação Sócio Ambiental, Marketing Verde e principalmente 100% de eliminação dos odores gerados pela planta; Projeto de Neutralização de Odores; Caracterização e Tratamento dos Gases emitidos pela Central de Utilidades, Fornos, Moto Geradores e Caldeiras; Programa Interno de Autofiscalização de Emissão de Fumaça Preta; Otimização de Frota Logística – Projeto Logística Reversa. IV - Responsabilidade Sócio Ambiental Comemoração de Datas importantes como dia da Água, dia da Árvore, Semana do Meio Ambiente; Campanhas de Educação Ambiental com visitas a escolas e inserção de materiais educativos; Participação do Grupo Local de Meio Ambiente – CIESP; Programa CONVIVER; - Programa de Visita da Vizinhança, - Canal de Comunicação Direta – 0800, - Blitz Ambiental na região de entorno da empresa, - Campanhas Sócio Ambientais Internas com reflexos diretos na comunidade, - Envolvimento dos Órgãos Reguladores. Gerenciamento dos Riscos do Negócio; Formalização de Gestão Responsável; Compromisso com a Redução de CO2; Adoção de fornecedores, preferencialmente, Responsáveis Sócio Ambientalmente; Parceria em Programas Sócio Ambientais, com Co Responsabilidade com Grandes Clientes; Investimentos em Reciclagem e Tecnologia Limpa; Empresa nos dias de hoje A empresa passou, e esta passando por uma situação complicada, dirigida por José Rubis Garla, filho de Maximiliano Garla. A empresa esteve em crise por ter acumulado um divida entre R$ 80milhões e R$ 90 milhões de reias, chegou a se pensar em vender a empresa, mas as propostas feita a família não foi a que desejavam, por isso decidiram continuar com a direção, abrindo o seu capital e renegociando a divida contraída. Hoje a empresa caminha em passos lentos, mas não desistiu, esta sempre criando nos tipos de biscoitos, outros produtos, tudo pra agradar o cliente. TRABALHO DE ECONOMIA * Toyota: A maior indústria de comercio automobilística do mundo [ TRABALHO DE TGI ] Nome: Jéssica Daiane Fernandes 1° ADM - D Toyota: A história de uma das maiores empresas automobilísticas do mundo, que revolucionou o sistema de produção mundial em varias áreas com seu inovador método de organização produtiva, chamada Toyotismo, caracterizado como filosofia orgânica da produção industrial. Introdução A Toyota Motor Corporation (TMC) está entre as dez maiores empresas da listagem da Fortune Global 500, e posiciona-se entre as mais importantes corporações mundiais globais. A Toyota é, neste momento, o terceiro maior fabricante de automóveis mundial, com vendas anuais superiores a seis milhões de veículos nos cinco continentes. A Toyota tem todo o orgulho em ser um dos fabricantes de veículos mais admirados de sempre, uma proeza que a empresa acredita resultar da sua imensa dedicação em satisfazer o cliente. Tal como muitas empresas que deixaram a sua marca bem vincada na história da Humanidade, a Toyota tem-se definido por um conjunto único de valores e de princípios que têm as suas raízes nos seus anos de formação no Japão. O nome original da família era Toyoda, mas por questões numerológicas a indústria foi batizada como Toyota. A história da Toyota começa em finais do século 19, fundada por Kiichiro Toyoda, no momento em que Sakichi Toyoda inventou a primeira máquina de fiar eléctrica no Japão, que acabou por revolucionar a indústria têxtil do país. Em Janeiro de 1918, Sakichi fundou a Toyoda Spinning and Weaving Company e, com a ajuda do seu filho, Kiichiro Toyoda, realizou o sonho de uma vida ao fabricar uma máquina de fiar automática, em 1924. Dois anos mais tarde, era criada a Toyoda Automatic Loom Works. Em 1933 depois de incentivos do governo japonês, Kiichiro Toyoda cria uma divisão automóvel, utilizando como financiamento a venda dos direitos da patente sobre a máquina de fiar automática. Em 1936 começa a produção do Toyota Modelo AA e um ano mais tarde é fundada a Toyota Motor Company. Com o início da II Guerra Mundial a Toyota começou a produzir caminhões militares para o exército japonês, regressando à produção automóvel, apenas no final da guerra. Quando foi criado o Toyotismo (sistema de produção que revolucionou) lançou então, em 1947 a Toyota Modelo SA. Em 1957 a Toyota aventura-se no mercado americano com a Toyota Crown e em 1963 no mercado europeu. Em 1966 é lançada a primeira geração do Toyota Corolla. Com este modelo a Toyota começa a adquirir boa reputação pela qualidade de construção e consegue também um bom volume de vendas no mercado americano. Em 1967 a Toyota cria uma parceria com a Daihatsu para produção de automóveis. Com a crise petrolífera de 1973 as marcas americanas não conseguiram dar uma resposta rápida face às novas leis de emissões de gases poluentes. A Toyota aproveitou por isso para aumentar em grande número as suas vendas nos Estados Unidos, visto que os seus automóveis já eram produzidos tendo em vista a economia de combustível. A Toyota aventurou-se no rally na década de 70 com uma Toyota Corolla WRC, mas foi com uma Toyota Celica que a Toyota conseguiu vencer o seu primeiro campeonato em 1990 (a Toyota abandonaria o rally em 1999). Em 1980 a Toyota atinge os 30 milhões de unidades produzidas e em 1989 lança uma nova marca, a sua divisão de luxo Lexus. Com o início da década de 90 a Toyota começa a adicionar mais modelos e mais automóveis luxuosos à sua gama. Em 1997 a Toyota é a primeira marca a produzir em série um automóvel híbrido: a Toyota Prius. Este modelo recorre a um motor a gasolina e baterias elétricas. A Toyota Prius tornou-se um enorme sucesso de vendas, principalmente nos Estados Unidos, sendo o automóvel híbrido mais vendido. Este automóvel é capaz de realizar consumos muito baixos e um reduzido nível de emissões para a atmosfera. Em 1999 a Toyota atinge os 100 milhões de unidades produzidas. Em 2003 a Toyota lança uma nova marca: a Scion e em 2005 adquire 8.7% da FHI empresa produtora da Subaru e em 2006 adquire 5.9% da Izuzu. No Brasil a Toyota teve inicio em 23 de janeiro de 1958, quando inaugurou um escritório no centro de São Paulo, com o nome de Toyota do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Onze meses depois, a empresa inicia as suas atividades como montadora de veículos, com a instalação da primeira fábrica brasileira, no bairro do Ipiranga. O Land Cruiser, primeiro utilitário Toyota lançado no mercado brasileiro, ganha as ruas em maio do ano seguinte. A Toyota é uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, presente em mais de 160 países, e com metas arrojadas de aumentar sua participação de mercado. Líder incontestável do mercado japonês e asiático, a Toyota é o maior vendedor de veículos não-americanos nos EUA e a marca japonesa líder na Europa. Reconhecida mundialmente pela qualidade de seus produtos, a Toyota coloca sempre o cliente em primeiro lugar, buscando proporcionar a melhor experiência de compra. Os veículos de alta tecnologia desenvolvidos contribuem para melhorar a qualidade de vida de todos, priorizando a segurança e o respeito ao meio ambiente. São esses os motivos que fazem da Toyota uma das melhores montadoras com relação à satisfação do cliente, com excelente reputação com relação à qualidade, durabilidade e confiabilidade de seus produtos e serviços pós-vendas. Abertura ao mundo Além da própria TMC, um dos grandes legados de Kiichiro Toyoda’s é o famoso Sistema de Produção (Toyotismo). Instigado pela necessidade de fazer mais com menos, Kiichiro inventou e aperfeiçoou a filosofia "just-in-time" a produção apenas das necessárias quantidades de artigos já encomendados com um mínimo de desperdício - que acabou por se tornar um elemento crucial no desenvolvimento da empresa, em sintonia com a filosofia de respeito consistente para com as pessoas. Na devida altura, o Sistema Produtivo da Toyota, com ênfase no melhoramento constante e o valor do empenho dos funcionários, Ao longo do processo, o Toyota Production System, foi considerado pela indústria automóvel mundial como a referência inquestionável. O Sistema Toyota de Produção (Toyotismo) surgiu no Japão, na fábrica de automóveis Toyota, logo após a Segunda Guerra Mundial. Naquela época, a indústria japonesa tinha uma produtividade muito baixa e uma enorme falta de recursos, o que a impedia de adotar o modelo da produção em massa. A criação do Sistema Toyota de Produção se deve, principalmente, a quatro pessoas: O fundador da Toyota e mestre de invenções, Sakichi Toyoda, seu filho Kiichiro Toyoda, primo de Eiji Toyoda que participou como o executivo impulsionador do nascimento do STP (Sistema Toyota de Produção) e o engenheiro chefe da Toyota Motors Company, o chinês Taiichi Ohno. O sistema objetiva aumentar a eficiência da produção pela eliminação contínua de desperdícios. O sistema de produção em massa desenvolvido por Frederick Taylor e Henry Ford no início do século XX predominou no mundo até a década de 90. Procurava reduzir os custos unitários dos produtos através da produção em larga escala, especialização e divisão do trabalho. Entretanto este sistema tinha que operar com estoques e lotes de produção elevados. No início não havia grande preocupação com a qualidade do produto. Já no Sistema Toyota de Produção, os lotes de produção são pequenos, permitindo uma maior variedade de produtos. Exemplo: em vez de produzir um lote de 50 sedans brancos, produz-se 10 lotes com 5 veículos cada, com cores e modelos variados. Os trabalhadores são multifuncionais, ou seja, conhecem outras tarefas além de sua própria e sabem operar mais que uma única máquina. No Sistema Toyota de Produção a preocupação com a qualidade do produto é extrema. Foram desenvolvidas diversas técnicas simples, mas extremamente eficientes para proporcionar os resultados esperados, como o Kanban e o Poka-Yoke. De acordo com Taiichi Ohno (1988): Os valores sociais mudaram. Agora, não podemos vender nossos produtos a não ser que nos coloquemos dentro dos corações de nossos consumidores, cada um dos quais, tem conceitos e gostos diferentes. Hoje o mundo industrial foi forçado a dominar de verdade o sistema de produção múltiplo, em pequenas quantidades. A base de sustentação do Sistema Toyota de Produção é a absoluta eliminação do desperdício e os dois pilares necessários à sustentação é o Just-in-time e a Autonomação. Os 7 desperdícios que o sistema visa a eliminar: Superprodução, a maior fonte de desperdício. Tempo de espera, refere-se a materiais que aguardam em filas para serem processados. Transporte nunca gera valor agregado no produto. Processamento, algumas operações de um processo poderiam nem existir. Estoque, sua redução ocorrerá através de sua causa raiz. Movimentação Defeitos, produzir produtos defeituosos significa desperdiçar materiais, mão-de-obra, movimentação de materiais defeituosos e outros. O Japão foi o lugar da automação flexível, pois apresentava um ambiente diferente dos EUA: um pequeno mercado consumidor, capital e matéria-prima escassa, e grande disponibilidade de mão-de-obra não-especializada, impossibilitavam a solução taylorista-fordista de produção em massa. A resposta foi o aumento na produtividade na fabricação de pequenas quantidades de numerosos modelos de produtos, voltados para o mercado externo, de modo a gerar divisas tanto para a obtenção de matérias-primas e alimentos, quanto para importar os equipamentos e bens de capital necessários para a sua reconstrução pós-guerra e para o desenvolvimento da própria industrialização. No contexto de reconstrução após a Segunda Guerra Mundial, a Guerra da Coréia (ocorrida entre 25 de junho de 1950 e 27 de julho de 1953) também foi de grande valia para o Japão, a Guerra provocou inúmeras baixas de ambos os lados e não deu solução à situação territorial até os dias de hoje. Ao decorrer da guerra, os dois lados fizeram grandes encomendas ao Japão, que ficou encarregado de fabricar roupas, suprimentos para as tropas na frente de batalha, além de caminhões Toyota, o que livrou a empresa da falência. Essa medida foi conveniente aos Estados Unidos, já que a localização geográfica do Japão favoreceu o fluxo da produção à Coréia e o aliado capitalista seria importante em meio ao bloco socialista daquela região. A demanda NorteAmericana incentivou a rotatividade da produção industrial e iniciou a reconstrução da economia japonesa. Principais características do Toyotismo: • Mão de obra multifuncional e bem qualificada. Os trabalhadores são educados, treinados e qualificados para conhecer todos os processos de produção, podendo atuar em varias áreas do sistema produtivo da empresa. • Sistema flexível de mecanização, voltado para a produção somente do necessário, evitando ao Maximo o excedente. A produção deve ser ajustada demanda do mercado. • Uso de controle visual em todas as etapas de produção como forma de acompanhar e controlar o processo produtivo. • Implantação do sistema de qualidade total em todas as etapas de produção. Além da alta qualidade dos produtos, busca-se evitar ao Maximo o desperdício de matérias – primas e tempo. • Aplicação do sistema Just in Time, ou seja, produzir somente o necessário, no tempo necessário e na quantidade necessária. • Uso de pesquisas de mercado para adaptar os produtos às exigências dos clientes. O Toyotismo surgiu numa época em que a estrutura o capital se encontrava em crise, onde o capitalismo buscava mudanças no próprio processo produtivo. A ideologia e os princípios organizacionais deste modelo passaram a sustentar as práticas empresariais como modelo de administração, sendo que na década de 80 o Toyotismo passou a ser a ideologia universal da produção sistêmica do capital Com esse sistema de produção, erguendo-se das cinzas da indústria, na elevação no Japão do pós-guerra, a Toyota tornou-se o maior construtor de automóveis naquele país, conquistando uma fatia do mercado nacional superior a 40%. Em 1980, a Toyota já tinha montado o seu veículo número 30 milhões e na passagem do século atingia já os 100 milhões de automóveis construídos. No final dos anos 50, a Toyota começou a lançar as pontes para a conquista dos mercados internacionais. Os primeiros Toyota Crown chegaram aos Estados Unidos 1957 e, em 1965, modelos como o Toyota Corolla conseguiam-lhe granjear uma boa reputação na qualidade do serviço ao cliente e sua satisfação e os volumes de vendas começavam a estar ao nível dos fabricantes americanos. Atualmente, as vendas anuais da Toyota nos Estados Unidos situam-se quase nos 2 milhões de unidades, além de que 1.2 milhões de veículos e quase 1.3 milhões de motores e transmissões foram aí produzidos nos Estados Unidos em 2002. Dentro da Empresa: A Toyota é um verdadeiro tédio. Na montadora asiática não há “executivos celebridades”, seu presidente, o japonês Aiko Toyoda, em um sujeito discreto, pouco efeito a entrevistas, festas ou frases bombásticas. As maiores inovações da empresa levam anos ate sair das pranchetas e ganhar as ruas, o Híbrido Prius,por exemplo, seu modelo mais revolucionário, demorou mais de 50 meses para ser idealizado e atingir o nível de desempenho exigido pelos engenheiros da montadora. Na matriz os funcionários tem emprego vitalício, uma instituição decrépita até mesmo na conservadora sociedade japonesa; e a alta cúpula trabalha com um conceito muito particular do que seja meritocracia: para galgar posições na hierarquia, é preciso não apenas talento mas também idade ( mais de 50 anos, no caso dos vices – presidentes, e perto dos 60 para assumir a presidência). Nenhum julgamento é feito da noite para o dia ou baseado no argumento de “aproveitar oportunidades do mercado” na Toyota, a tomada de decisão é um processo consensual. Tudo é lento, planejado, modorrento. Mas tudo é também praticamente perfeito. Princípios da Toyota: • Respeito pelos idiomas e leis de todos os países do mundo, com atividades transparentes e justas que demonstram suas ações de bom cidadão do mundo; • Respeitar a cultura e costumes de todos os países e contribuir para o desenvolvimento econômico e social através de atividades empresariais em cada comunidade; • Dedicar todos os esforços para criar produtos que mantenham a harmonia com o meio ambiente, para conseguir melhorar a qualidade de vida em todas as regiões em que a Toyota está presente; • Criar e desenvolver tecnologias de ponta e oferecer excelentes produtos e serviços que satisfaçam as necessidades dos clientes de todo o mundo; • Estimular uma cultura empresarial que promova a criatividade individual e o valor do trabalho em equipe, gerando ao mesmo tempo a confiança mútua e respeito entre os trabalhadores de nível operário e de direção; • Incentivar o crescimento em harmonia com a comunidade global através de um gerenciamento inovador; • Colaborar com outras empresas visando conseguir um crescimento estável em longo prazo com benefícios mútuos. Toyota na Europa: A Toyota começou a comercializar os seus modelos na Europa através de um acordo oficial de distribuição em 1963, feito na Dinamarca. Desde então, a empresa tem vindo a crescer continuamente no sofisticado e complexo mercado Europeu, para se tornar a Marca de automóveis japonesa mais vendida neste muito competitivo mercado. A Toyota já investiu mais de €4.5 bilhões em toda a Europa desde 1990 e emprega atualmente mais de 56, 000 pessoas, direta ou indiretamente (através dos seus canais de distribuição). A Toyota está a tornar-se num interveniente de primeira linha na Europa e continua a crescer, tanto geograficamente como em termos de quota de mercado, tudo graças à sua política dar prioridade ao cliente. A empresa acredita na sua filosofia de localização dos veículos para que possam dar resposta às diferentes necessidades dos diferentes tipos de clientes europeus. O que quer dizer que as atividades da empresa na Europa sejam elas a construção, investigação e desenvolvimento ou marketing - são geralmente localizadas próximo das comunidades que pretendem servir. Guiada pela sua visão clara de um futuro sustentável, a Toyota desenvolveu um amplo leque de veículos propulsionados excelentes motores a Gasolina e Diesel. A empresa é igualmente um reconhecido líder em tecnologias de preservação ambiental, tal como os sistemas híbridos e de pilha de combustível. Hoje em dia, a Toyota está a colher os frutos desta estratégia. Criou uma reputação sem paralelo em toda a Europa na fiabilidade e satisfação do cliente. Apoiada por uma rede de 24 empresas nacionais de marketing e vendas e cerca de 3300 concessionários, a Toyota olha o futuro com a perspectiva de aumento de vendas nos anos que se seguem. História da Toyota do Brasil Em janeiro 23 de 1958, a Toyota Motor Corporation inaugura um escritório no centro da cidade de São Paulo, com o nome de Toyota do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Onze meses depois, a empresa inicia as suas atividades como montadora de veículos, com a instalação da primeira fábrica brasileira, no bairro do Ipiranga. O Land Cruiser, primeiro utilitário Toyota lançado no mercado brasileiro, ganha as ruas em maio do ano seguinte. Com a mudança da fábrica para São Bernardo do Campo, em novembro de 1962, a Toyota substitui a linha Land Cruiser pelo Bandeirante, equipado com motor a diesel, tração nas quatro rodas e disponível nas versões jipe e camioneta de carga e de uso misto. Uma das únicas fábricas do mundo a manter todas as operações industriais realizadas pela própria empresa, a unidade de São Bernardo permitiu, durante quase quatro décadas de produção, o controle completo de todos os processos, garantindo a qualidade final do produto. Em setembro de 1998, a Toyota inaugura a segunda fábrica no Brasil, em Indaiatuba, interior de São Paulo, onde passa a ser fabricado o Corolla, carro mais vendido em todo o mundo, com mais de 30 milhões de unidades comercializadas desde 1966. Em agosto de 2001, a Toyota inaugura seu escritório comercial em São Paulo e encerra a fabricação do Toyota Bandeirante. A unidade de São Bernardo passa a produzir peças para a picape Hilux, fabricada na planta de Zárate, na Argentina, e para o Corolla. Após investimentos de US$ 300 milhões, a Toyota dá início, em junho de 2002, à produção do Novo Corolla, veículo que conquista a liderança absoluta de vendas no segmento de sedãs médios. Em janeiro de 2003, a Toyota passa a contar com nova estrutura na América do Sul, com a denominação de Toyota Mercosul. A nova organização integra o gerenciamento da Toyota do Brasil com a Toyota da Argentina e consolida as duas plantas produtivas como pólos de exportação para toda a América Latina, incluindo Caribe e México. Em maio de 2004, a Toyota lança o Corolla Fielder, também fabricado em Indaiatuba, que assume rapidamente a condição de líder de vendas no segmento de station wagons. Um ano depois, em maio de 2005, a Toyota lança no Brasil e na Argentina a Nova Hilux, que materializa o Projeto IMV (Innovative International Multipurpose Vehicle). Uma revolução total no mercado, a Nova Hilux rapidamente alcança a liderança no segmento de picapes médias. Em setembro, a Hilux SW4 é lançada e também conquista o primeiro lugar em vendas de sua categoria. Outro passo importante para o crescimento da empresa é a inauguração do Centro de Distribuição de Guaíba, na Grande Porto Alegre, em março de 2005. Em uma área total de 58 mil m², o Centro de Distribuição se tornou o portal das operações logísticas da Toyota entre o Brasil e a Argentina, para recebimento da Hilux, por via rodoviária. Além de distribuir a Hilux para todo território nacional, o Centro executa as operações de recebimento, checagem e ajuste de montagem. Para atender à crescente demanda pelos seus veículos, a Toyota aumenta sua rede de concessionárias. Até dezembro de 2004, a marca contava com 90 concessionárias. Em 2008, com cobertura geográfica superando 90%, possui 122 espalhadas pelo País. Em janeiro de 2008, a Toyota completa 50 anos de história no Brasil, contando com mais de 3200 colaboradores em suas unidades de São Bernardo do Campo, Indaiatuba, São Paulo e Guaíba. Esse marco demonstra o compromisso com o país, pois a Toyota assume que está “Ampliando Horizontes” nos horizontes do Brasil. Toyota e meio ambiente: A Toyota apresentou, em 1997, o primeiro automóvel híbrido de produção em série do mundo, o Prius (que combina um motor elétrico e um motor a gasolina). E mais de 130, 000 veículos híbridos da Toyota foram vendidos em todo o mundo até hoje. Em 2002, a Toyota lançou o conceito Toyota D-CAT (Tecnologias Avançadas de Diesel Limpo), um revolucionário sistema de purificação de emissões diesel. O elemento principal do Toyota D-CAT é o Toyota DPNR (Sistema de Redução de Partículas Diesel e NOx), o primeiro sistema de catalisador simples do mundo que consegue, simultaneamente, reduzir a emissão de matéria de partículas e de óxido de azoto. A base das atividades ambientais da Toyota é o Quadro da Terra, que integra todos os aspectos do ciclo de vida dos veículos sob um ponto de vista ambiental, incluindo os processos produtivos isentos de resíduos e a reciclagem em fim de vida, em sintonia com as recentes diretivas da União Européia a este nível. Engloba ainda um extenso programa de compromisso com a sociedade. O emblema: Em 2 de outubro de 1990 a empresa apresentou ao mundo o novo símbolo da marca Toyota. Este emblema simboliza as características avançadas e a confiabilidade do produto, hoje em dia, é utilizado em todos os novos modelos da montadora. O desenho consiste em 3 elipses entrelaçadas. Em termos geométricos, uma elipse possui dois pontos centrais: um deles representa o coração dos clientes e o outro o coração do produto. A elipse maios unifica os dois corações. A combinação das elipses verticais e horizontais simboliza o “ T “ de Toyota. O espaço do fundo representa o continuo avanço do desenvolvimento tecnológico da Toyota e as ilimitadas oportunidades á nossa frente. Pelo mundo, a Toyota, maior montadora de veículos do mundo, respondendo por 15% da produção de carros do planeta (7.234.439 de unidades produzidas em 2009), encontra-se presente em mais de 170 países (possuem 51 fábricas em 27 deles) e sua marca está entre as mais valiosas do planeta, graças á constante busca pela satisfação do cliente através da durabilidade e confiabilidade dos produtos e serviços pós – vendas.Líder incontestável do mercado japonês e asiático, a Toyota é o maior vendedor de veículos nãoamericanos nos Estados Unidos e a marca japonesa líder na Europa. Atualmente a Toyota tem uma linha de 70 modelos diferentes, incluindo sedãs, cupês, vans, pick-ups, híbridos, utilitários esportivos e crossovers. Dados Corporativos: • • • • • • • • • • • Origem: Japão Fundação: 28 de agosto de 1937 Fundador: Kichiro Toyoda Sede mundial: Toyota City (Aichi), Japão Proprietário da marca: Toyota Motor Corporation Capital aberto: Sim Chairman Honorário: Shoichiro Toyoda Chairman: Fujio Cho Presidente: Akio Toyoda Faturamento: US$ 203.6 bilhões (2009) Lucro: US$ 2.25 bilhões (2009) • • • • • • • • • • • Valor de mercado: US$ 123.7 bilhões (2010) Valor da marca: US$ 26.192 bilhões (2010) Fábricas: 51 – Subsidiárias: 522 Produção anual: 7.234.439 (2009) Presença Global: + 170 países – Presente no Brasil: Sim (4 fabricas) Funcionários: 320.500 Segmento: Automotivo Principais Produtos: Automovéis, caminhões e ônibus Outras Marcas: Lexus, Scion, Daihatsu e Hino Slogan: Moving Forward Website: WWW.toyota.co.jp Segundo a consultoria britânica Interband. Somente a marca TOYOTA esta avaliada em US$ 26.192 bilhões, ocupando a posição numero 11 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. È a marca de automóvel mais valiosa. Além disso, a Toyota é a 5° maior empresa do mundo de acordo a fortune 500 de 2010. Sr. Sakichi Toyoda: Fundador da empresa Toyota e Sr. Kiichiro Toyoda: Filho de Sakichi Referências: Meu trabalho foi todo baseado em pesquisa na Internet com Google. Introdução: Digitei no Google História da Toyota, obtive os seguintes resultados: Resultados da pesquisa História da Toyota www.toyota.pt/about_03/toyotas_history/index.tmex Bloquear todos os resultados de www.toyota.pt A Toyota Motor Corporation (TMC) está entre as dez maiores empresas da listagem da Fortune Global 500, e posiciona-se entre as mais importantes ... História da Toyota, Evolução, Modelos História da Toyota www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/toyota/ História da Toyota, Evolução, Modelos, Carros, Kiichiro, Sakichi Toyoda, Lexus, Sistema De Produção, História da Toyota. História Toyota | Mais Tuning maistuning.com/marcas/historia-toyota A marca japonesa Toyota foi fundada em 1937 por Kiichiro Toyoda. Mas a história da Toyota remonta a 1919 a quando da fundação da Toyoda Spinning and ... Conheça a história da Toyota e seus primeiros carros - VRUM www.vrum.com.br/.../conheca-a-historia-da-toyota-e-seus-primeiros-... 2 dias atrás – Visitamos o museu da montadora em Toyota City, no Japão. Galeria de fotos!, Toyota Motor – Wikipédia, a enciclopédia livre pt.wikipedia.org/wiki/Toyota_Motor Toyota Corolla, o carro mais vendido da história, com mais de 30 milhões de unidades vendidas. Pouco depois, esta secção da empresa produzia o primeiro ... Sistema Toyota de Produção – Wikipédia, a enciclopédia livre pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Toyota_de_Produção O Sistema Toyota de Produção surgiu no Japão, na fábrica de automóveis Toyota, ....Artigos sobre Manufatura Enxuta (Inglês); História da Toyota no site da ... Cliquei no 1° site onde obtive os seguintes temas: Abertura ao mundo Toyota na Europa Automóveis mais limpos, onde falei sobre meio ambiente O sistema de produção Toyota (Toyotismo) foi pesquisado nos seguintes sites: Sistema Toyota de Produção – Wikipédia, a enciclopédia livre pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Toyota_de_Produção Bloquear todos os resultados de pt.wikipedia.org O Sistema Toyota de Produção surgiu no Japão, na fábrica de automóveis Toyota, logo após a Segunda Guerra Mundial. Naquela época a indústria japonesa ... Ferramentas LEAN - Outras características do ... - Referências - Ver também Toyotismo – Wikipédia, a enciclopédia livre pt.wikipedia.org/wiki/Toyotismo Toyotismo é um modo de organização da produção capitalista originário do Japão, resultante da conjuntura desfavorável do país. O toyotismo foi criado na ... História - Características do sistema - Era Atual - Referências Nestes sites foram pesquisados tais temas: O emblema Dentro da empresa Dados corporativos Toyota do Brasil Princípios da Toyota http://autopecastunicar.blogspot.com.br/2011/03/historia-da-toyota.html História da Toyota - Portal São Francisco www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/toyota/ Bloquear todos os resultados de www.portalsaofrancisco.com.br Em janeiro 23 de 1958, a Toyota Motor Corporation inaugura um escritório no centro da cidade de São Paulo, com o nome de Toyota do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Onze meses depois, a empresa inicia as suas atividades como montadora de veículos, com a instalação da primeira fábrica brasileira. Sheila Cristina Valentim da Silva. 1° termo ADM – turma D. O QUE VAMOS PESQUISAR? Bom eu resolvi pesquisar a empresa Mcdonald’s porque é uma empresa muito conhecida em todo o mundo, e também porque foi meu primeiro emprego, onde naquela época era o sonho de todo adolescente. Alias eu nunca tinha ido ao “Mc” para comer, a primeira vez que comi foi no meu primeiro dia de trabalho, onde cada dia experimentei um lanche diferente e foi muito legal apesar de ter ficado lá por pouco tempo. A HISTÓRIA Presente em 120 países e em mais de 31 mil cidades, com faturamento superior a 22 bilhões de dólares anuais, essa rede atende mais de 50 milhões de pessoas todos os dias. Uma das marcas mais conhecidas no mundo, símbolo do capitalismo e da globalização. Mais de 70% dos restaurantes Mcdonald’s são propriedade de empresários locais e são operados pelos mesmos. Além disso a empresa opera outras marcas de restaurantes e lanchonetes ao redor do mundo como a Aroma Café, Boston Market, Chipotle Mexican Grill, e tem uma pequena parte na Pret a Manger. Até dezembro de 2003 também era dona do Donatos Pizza. Para se tornar essa marca que corresponde a quase metade das redes internacionais de restaurantes fora dos Estados Unidos e cerca de dois terços das vendas nesse setor em todo o mundo, o Mcdonald’s percorreu um longo caminho. A história começou em 1954, quando o representante Ray Kroc conheceu o restaurante dos irmãos Dick e Maurice Mcdonald, administrado com notável eficiência. Dono de um raro espírito empreendedor, Kroc juntou suas economias e propôs aos irmãos Mcdonald a franquia do nome da família para a abertura de um outro restaurante, que funcionasse nos mesmos moldes. Negocio fechado em abril de 1954 o ex-representante comercial inaugurou seu primeiro restaurante em Dês Plaines, no Estado de Illinois. A idéia era servir hambúrgueres de qualidade, com rápido e cortês atendimento, em um ambiente totalmente limpo - conceitos até hoje ligados a marca. Começava naquele momento uma revolução na indústria e na historia da alimentação mundial. Um ano depois, Ray Kroc já tinha montado uma cadeia com mais de 20 restaurantes espalhados pelo território norte-americano. Em 1958 completava a venda de mais de 100 milhões de hambúrgueres, o porte do negocio começava a ganhar expressão. No inicio dos anos 60, Kroc desembolsou US$ 2,7 milhões e comprou a parte dos irmãos McDonald no negocio. Em 1967, com quase mil restaurantes funcionando nos Estados Unidos, o Mcdonald’s iniciava sua escalada internacional, abrindo uma loja no Canadá e outra em Porto Rico. Considerado um fenômeno comercial do século 20, o McDonald’s obteve sucesso devido a quatro fatores principais: concentração de esforços em uma única atividade, ênfase na gestão de pessoas, administração descentralizada e fornecedores trabalhando em parceria. Em todas as partes do mundo, a empresa é dirigida por sócios locais. Atualmente, 80% dos restaurantes da rede são comandados por franqueados independentes, que seguem os conceitos de trabalhos estabelecidos pelo Sistema McDonald’s, o que mantém inalterado o alto padrão de qualidade dos produtos da rede McDonald’s no Brasil. Que foi o 25° país do mundo – e o pioneiro na América do Sul – a conhecer o inconfundível sabor do Big Mac. O primeiro McDonald’s brasileiro foi inaugurado em fevereiro de 1979, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, os arcos dourados chegaram a São Paulo, com a abertura de um restaurante na Avenida Paulista. O sucesso foi tão grande em São Paulo que, já em 1984, foi lançado na cidade o sistema Drive-Thru, na Avenida Juscelino Kubistcheck. No ano seguinte foi aberto o maior McDonald’s da América Latina, na Avenida Henrique Schaumann, Zona Oeste da Capital. Em 1985 o McDonald’s Brasil também alcançou seu primeiro recorde mundial: a marca de 58.185 sanduíches vendidos em uma única loja, registrada durante o Rock in Rio. Em 1987 a rede abriu sua primeira franquia brasileira, em Brasília (DF). Com o apoio dos franqueados, o McDonald’s conquistou rapidamente o coração e o paladar dos brasileiros. Em seu aniversario de 10 anos, em 1989, já contava com 40 restaurantes, espalhados pelas 6 maiores capitais do país – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Salvador - , que serviram a 72 milhões de clientes naquele ano. Desde sua entrada no mercado brasileiro, em 1979, o McDonald’s não pára de crescer. Em 2002 o sistema comemorou a abertura do restaurante de número 571, atendendo a uma média de 1,4 milhões de clientes por dia. Além dos restaurantes, o Sistema McDonald’s é formado por 637 quiosques, 1 McMóvel e 17 McCafés. Todos esses pontos de vendas estão espalhados em 128 cidades brasileiras, em um total de 21 Estados mais o Distrito Federal. Atualmente trabalham no McDonald’s 36 mil funcionários, o que faz da empresa um dos maiores empregadores privados do Brasil. Alem disso, o McDonald’s é também a melhor empresa para se Trabalhar, de acordo com premio concedido em 2001 pela revista Exame e Você S.A., da Editora Abril. O faturamento do McDonald’s Brasil totalizou R$ 1,60 bilhões em 2001, contra R$ 1,46 bilhões em 2000. Para se ter uma idéia do ritmo de crescimento da empresa, o número de restaurantes aumentou de 387 em 1998 para 571 em junho de 2002. O McDonald’s acredita que um mundo melhor depende de cada um de nós, e que o compromisso com a responsabilidade é o principal caminho que cada empresa deve seguir para fazer a sua parte. No Brasil, a principal causa abraçada pelo sistema McDonald’s é a luta contra o câncer infato-juvenil. Para apoiar esse trabalho, a empresa se envolve em diversas iniciativas, dentre as quais se destaca a campanha McDia Feliz, que desde de sua primeira edição, em 1988, arrecadou mais de R$ 30 milhões. Esse dinheiro foi repassado a instituições dedicadas à prevenção e ao combate do câncer entre crianças e adolescentes. Desde 1994, o Brasil conta também com uma Casa Ronald McDonald, a primeira instalada na América Latina. Situada no Rio de Janeiro, funciona como “uma casa fora de casa”, onde crianças de baixa renda, provenientes de outras cidades brasileiras e acompanhadas por um responsável, recebem hospedagem e alimentação gratuitas, além de assistência 24 horas por dia. Para atuar no combate ao câncer infanto-juvenil durante o ano inteiro, foi criado o Instituto Ronald McDonald, representação brasileira da Ronald McDonald House Charities ( RMHC ). O instituto dedica-se particularmente a captar e destinar recursos ( financeiros, equipamentos, materiais e conhecimentos humanos) às instituições brasileiras que assistem crianças e adolescentes portadores de câncer, tendo sempre em mente um objetivo ambicioso, mas viável: o aumento do índice de cura da doença no país. Esforços conjugado, Alem dessas ações de envolvimento com a comunidade, o McDonald’s mantém parcerias internacionais para a promoção de eventos locais, especialmente nas áreas de educação e esporte. Alguns exemplos de parceiros são a Walt Disney Company, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O McDonald’s também apóia iniciativas sociais e ecológicas, por meio de parcerias com organizações nãogovernamentais (ONG’s) e órgãos públicos. Entre os programas que contam com a participação da empresa, pode se citar a Operation Smile, realizada com a Interplast, e as campanhas Praia Limpa, de Vacinação Infantil e do Agasalho. Sendo uma das maiores empresas alimentícias do mundo, quando se fala em McDonald’s o assunto é o “fast-food” pois não se pensa em outra coisa senão passar no “Mc” para pedir um lanche com batatas fritas. Muitas pessoas se esquecem que nenhum sucesso vem em vão, tudo isto que vemos hoje é fruto de um grande investimento e de grandes idéias que favorecem o mundo com o sabor de um dos sanduíches mais gostosos do mundo. A diferença do sucesso está na criatividade. Daí pra frente o McDonald’s não parou mais, o palhaço Ronald McDonald foi criado com a proposta de atrair crianças para a rede e até hoje o marketing da empresa se destaca por atingir crianças a partir de 2 anos de idade. PAÍSES EM QUE O MCDONALD’S ESTÁ PRESENTE: Localização das lojas do restaurante pelo mundo. Legenda: Vermelho: Países em que o McDonald's se instalou entre 1940 e 1969 Laranja: Países em que o McDonald's se instalou entre 1970 e 1974 Amarelo: Países em que o McDonald's se instalou entre 1975 e 1979 Verde: Países em que o McDonald's se instalou entre 1980 e 1984 Verde Claro: Países em que o McDonald's se instalou entre 1985 e 1989 Azul Claro: Países em que o McDonald's se instalou entre 1990 e 1994 Azul: Países em que o McDonald's se instalou entre 1995 e 1999 Roxo: Países em que o McDonald's se instalou de d 2000 até hoje Cinza escuro: Países em que o McDonald's não está mais presente Cinza: Países em que o McDonald's nunca esteve presente. METODOLOGIA Eu fiz uma pesquisa baseada em informações que eu tinha quando trabalhei nesta organização, pois tínhamos que estudar alguns livrinhos de cores variadas com informações, onde depois era feito um teste com os funcionários. Pois nos era perguntado e sem titubear tínhamos que responder, é como se fosse uma atualização e conhecimento dos mesmos sobre o local escolhido para se trabalhar, isso mesmo ESCOLHIDO, pois naquela época ainda dava pra se escolher onde iríamos trabalhar. Também encontrei algumas informações atualizadas no famoso GOOGLE, e não foi muito difícil pois é um lugar muito conhecido por todos, mesmo aqueles que não gostam de comer lá. Nestes sites encontrei coisas que não imaginava que iria encontrar e fiquei contente com os números que são totalmente diferentes daqueles que eu conhecia. Entrei em todos os sites que me apareceram na pesquisa li um por um e fiz um resumo do que eu precisava para este trabalho todos diziam as mesmas coisas só que com palavras diferentes, mas havia sempre um algo a mais onde eu aproveitava e incluía em meu texto, para que assim pudesse ficar mais rico e com muitas informações. Achei muitas informações interessantes e tirei bastante dúvidas que já existiam em minha cabeça e que surgiram durante a pesquisa também. Encontrei um site que não sabia que existia era tudo em inglês, o site é www.mcdonalds.com. Referências • • • McDonald's Corporation. Hoovers (2009). Página visitada em 17 de julho de 2009. a b c McDonald's Corporation. Morningstar (2009). Página visitada em 18 de julho. McDonald's tem queda de 23% no lucro do quarto trimestre. O Globo (2009). Página visitada em 18 de julho. • McDonald's Corporation (2006). About McDonald's. McDonald's. Página visitada em 18 de julho de 2009. • Às margens do sagrado Ganges. Diário do Grande ABC ().. Página visitada em 29 de agosto de 2009. • McDonalds no Brasil • Revista Época, n. 588, 24 de agosto de 2009. • McDonalds indenizará cliente que se engasgou com plástico • Empresa indenizará cliente que engasgou com plástico • Empresa indenizará cliente que engasgou com plástico • 18 campanhas do Mc Donald’s são condenadas pelo Procon • Procon multa McDonald's em mais de R$ 3 milhões por venda casada de alimentos e brinquedos • McDonald’s deve pagar multa milionária devido à promoção • Procon multa McDonald's em mais de R$ 3 milhões por McLanche Feliz • McDonald's Turns On a Dime to Beat San Francisco's Happy Meal Law • McDonald’s in San Francisco to charge dime for Happy Meal toys after city restricts giveaways • Brinquedos não podem mais acompanhar McLanche Feliz Toying with the Happy Meal: Is McDonald's Evading the Law? RESULTADOS Eu encontrei histórias e dados inimagináveis, números grandes e importantíssimos para o bom desenvolvimento da organização. Por exemplo que o lanche Big Mec é o produto mais vendido para consumo em todo o mundo; Que a maior parte dos restaurantes McDonald's oferecem ambos os serviços de balcão e Drive-Thru, com mesas em espaço coberto e algumas vezes ao ar livre; Que os restaurantes temáticos também existem, como os restaurantes "Rockand-Roll McDonald's" 1950 e o restaurante Mc Movie, em Porto Alegre, no Brasil. Alguns McDonald's em áreas suburbanas e certas cidades têm grandes playgrounds fechados ou ao ar livre, chamados "McDonald's Play Place ou Playland. Estes foram criados principalmente na década de 1970 e 1980 nos Estados Unidos e mais tarde, internacionalmente. Também que o palhacinho é o mascote do McDonald's, o famoso Ronald McDonald. Que a letra "M" é a principal marca do McDonald's, onde alguns a chamam de “M grande”. Que no ano de 1988, o McDonald’s abre seus primeiros restaurantes em países COMUNISTA: Em Gyor, na Hungriae em Belgrado, na então Iugoslávia. E que em 1992, no dia 23 de abril, o maior restaurante McDonald’s do mundo até os dias de hoje é inaugurado em Pequim, capital da China (mais de 700 assentos). Conheci alguns dos sanduíches mais conhecidos do McDonald's são: • • • • • • • • • • • Big Mac; Quarterão com Queijo; McChicken; Cheddar McMelt; McFish; Big Tasty; Cheeseburger; McNífico Bacon; CBO (Chicken Bacon Onion); McChicken Junior e Cheddar. Descobri que o excesso de embalagens descartáveis dos produtos do McDonald's podem causar danos ecológicos ao nosso planeta. O excesso de embalagens descartáveis dos produtos do McDonald's podem causar danos ecológicos. O McDonald's tem sido alvo de muitas críticas ao longo dos anos. E que sendo um modelo de empresa do capitalismo, é duramente críticado pelos que defendem outro sistema. E que também uma nova lei que entrou em vigor no ano de 2011 em São Francisco impede que restaurantes e fast-foods forneçam brinquedos em suas refeições se o alimento não atender às exigências nutricionais. As refeições devem conter menos de 600calorias, conter frutas (meia xícara), legumes (3/4 de xícara), ter menos de 35% do total de calorias provenientes de gordura, menos de 640 miligramas de sódio e menos de 0,5 miligramas de gorduras trans.