Reflexões Econômicas – volume I
Autores: Alunos do curso de Administração 2º D e 2º E
Orientador: Carlos Eduardo Paulino
Organizadores: Carlos Eduardo Paulino e Alana da Fonseca Lima
Xavier Niel, empresário francês do setor de telecomunicações.
Autora: Adriana Miyazawa
Idade: 44 anos
Fortuna: 4,5 bilhões de dólares.
O que já fez Aos 19 anos, começou a investir na indústria da pornografia e, mais tarde,
fez fortuna com serviços de internet. Em 2010, comprou uma fatia do jornal francês Le
Monde. È um dos donos dos direitos da música My Way, de Frank Sinatra.
Ultimo Negócio Em janeiro, lançou na frança a operadora de celular Free, com foco em
tarifas reduzidas, e conquistou quase 2 milhões de clientes.
Desafeto do presidente Sarkozy, o bilionário Xavier Niel, que fez fortuna com
pornografia e internet, abala o mercado das telecomunicações na França e atraiu o ódio
do establishment.
As vésperas das eleições presidenciais marcadas para o fim de abril, a França é
um país em continuo estado de negação. Apesar do auto endividamento e do baixo
crescimento da economia, Nicolas Sarkozy, presidente de centro-direita que busca a
reeleição, e seu principal rival, e o socialista François Holland, não querem saber dos
urgentes ajustes que o país pede o máximo que prometem são cortes quase cosméticos
nas despesas. Não que isso traga qualquer surpresa. Boa parte dos franceses culpa as
agencias de classificação de riscos e o próprio capitalismo pelas agruras sofridas pelo
país. De acordo com pesquisas de opinião, apenas 30% dos Franceses dizem apoiar o
livre mercado.
Curiosamente, milhões de consumidores Franceses estão tendo uma aula prática
de benefícios da competição e parecem satisfeitos com ela. É o que se depreende do
sucesso do ultimo empreendimento lançado por Xavier Niel, o empresário mais bem
sucedido dos últimos anos. Dono de uma fortuna estimada em 4,5 bilhões de dólares, a
sétima da França, Niel estremeceu o seguimento de telefonia celular ao criar a empresa
Free e lançar, em janeiro, o plano mais barato do mercado – 2 euros mensais, valor que
equivale a menos de um quinto do cobrado pela líder Orange, marca da França Telecom.
Desde então, quase 2 milhões de pessoas se tornaram clientes da empresa.
O próprio fascínio provocado pela trajetória de Niel é uma prova de que os
franceses têm, no fundo, alguma admiração pelo espírito empreendedor. Uma das
informações que ajudam a entender Niel é que ele detém parte dos direitos da música My
Way um dos grandes sucessos da longa carreira de Frank Sinatra. Sem sobrenome
aristocrático, sem diploma de universidade de elite da França, Niel abriu sua primeira
empresa aos 19 anos. Sempre fiel “ao seu jeito”, criou um serviço de chat erótico e, mais
tarde, passou a investir em casas de peep show – onde os clientes assistem a stripteases em cabines individuais essa associação anos mais tarde, que renderiam uma
temporada de 30 dias na cadeia, sobe acusação de exploração da prostituição (da qual foi
inocentado). Nos anos 90, aos 28 anos, Niel arrefeceu sua pulsão sexual e lançou o
World-Net, primeiro provedor de internet Francês. Vendeu o provedor pelo equivalente a
66 milhões de dólares – antes do estouro da bolha. Comparada aos valores praticados no
mercado Americano, a venda do World Net era um pingo no oceano. Na França, foi o
suficiente para transformar Xavier Niel em símbolo da nova geração. Em 2002, ele criou
uma tecnologia que permitiu vender acesso à internet, TV e telefone num mesmo pacote.
Niel conquistou 25% do mercado de banda larga em 5 anos.
Quem está extremamente incomodado com a nova investida de Niel são as rivais
Orange, SFR e Bouygues, cujo dono Martin Bouygues, é um dos melhores amigos do
presidente Sarkozy, além de padrinho de um dos seus filhos. Sarkozy não engole Niel, a
quem chama de “O homem do peep show”, é uma referência que ainda faz parte dos
portfólios de negócios do empresário.
Em 2010, Niel comprou o controle acionário do jornal francês Le Mond, de centro –
esquerdo, junto com os empresários Matthieu Pigasse e Pierre Bergê, ligado ao ex-diretor
geral do FMI Dominique Strauss – Kahn, um dos maiores desafetos Sarkozy e adepto dos
prazeres carnais desprezados por parte da elite política e empresarial, o enfant Terrible
dos negócios é reverenciado por milhões de consumidores. “Talvez seja meus sucesso
que desperta tanta inveja”, diz Niel. Diante das acusações dos concorrentes de que seu
modelo de negócios para a telefonia não é sustentável, ele se defende dizendo que a
política de preços do setor é que é irreal – e não é o único a usar esse argumento. “Se a
Free propõem tarifas baixas, é porque as outras têm grandes margens de lucros”, afirma
Jan Ondrus, o professor da Essec Business School, uma das principais escolas de
negócios da França.
A aura de outsider pode provocar antipatia nos círculos do poder, mas é valorizada
pela autoridade reguladora de telecomunicação na França, conhecida pela sigla Arcep,
interessada no aumento da competição. Recentemente Jean – Ludovic Silicani,
presidente da Arcep, declarou ao jornal Le Fígaro que são infundadas a acusação de que
a Free não esteja cumprindo os investimentos previstos na concessão. Os ataques,
porem, não param. Para os funcionários da SFR e do grupo Bouygues, a expansão da
operadora de Niel vai resultar em demissões. A própria Arcep aceita que a competição no
setor pode provocar o corte de até 10 mil empregos nas concorrentes em 2 anos – e
demissões são o que o presidente Sarkozy não que nem ouvir falar a vésperas da
eleições “ Nossa intenção sempre foi cortar os preços pela metade e devolver o dinheiro
as famílias francesas”, diz Niel. Assim o enfant terrible está fazendo tudo do jeito dele e os
consumidores franceses estão adorando.
Entrei no Google e escrevi o nome da pessoa que estou pesquisando. O nome da
pessoa é: Xavier Niel e apareceram vários sites falando sobre ele só que a maioria estava
em inglês e o outro Francês o único que achei em português foi: Operadora francesa
reduz o preço pela metade.
Li a noticia inteira e peguei algumas coisas dessa pesquisa as que achei mais
interessantes e que estava falando do assunto. Sai de lá e entrei no outro site com o
nome: O enfant Terrible Xavier Niel e seus inimigos pesquisei a notícia que estava
falando do assunto peguei novamente o que eu achei mais interessante e fui procurar
mais noticias. Voltei ao Google novamente e tornei a pesquisar Xavier Niel achei o site:
noticias sobre Xavier Niel e terminei a pesquisa na revista Exame do dia 18.04.2012
Edição 1014, ano 46, Número: 7.
Os únicos sites que achei em português foram esses o resto estava em francês e inglês.
A empresa e o empreendedor
Aline Bispo Custódio
Introdução
As Lojas Casa Sol, empresa do ramo da construção, que hoje é um dos setores mais forte
da nossa economia, foi fundada no ano de 1990 pelo seu empreendedor Daniel Alonso, e
se situava na Rua Euclides da Cunha, centro de Marília - SP. Começando apenas com
um simples barracão e um caminhão para entregas, a princípio oferecia apenas um
seguimento de produto da área da construção civil, a telha.
Mas com o decorrer dos anos foi se aprimorando, no atendimento, produtos, mão de obra
especializada, e houve a necessidade até mesmo da troca do estabelecimento, passando
a atender na Avenida Castro Alves, onde ha mais de vinte anos, proporciona um ótimo
atendimento aos seus clientes.
Seu crescimento é lógico, não foi por um acaso, por trás de grandes empresas de
sucesso, sempre tem um empreendedor de sucesso. Daniel Alonso que se permitiu, ter
uma grande carreira, ao conhecermos um pouco de sua história, percebemos que sua
visão empreendedora, criatividade e ética, são qualidades que o acompanham desde
jovem!
De origem humilde, seu primeiro objetivo alcançado que já transparecia suas qualidades,
foi uma bicicleta, que tinha o desejo de adquirir para se locomover até o colégio. Para
essa aquisição acontecer, precisou de dois anos pegando restos da colheita que os boias
frias deixavam cair, ele recolhia e vendia, dessa forma juntou o valor da bicicleta.
Mais tarde investiu em um carrinho de lanches, seu primeiro empreendimento, logo após
Daniel teve o primeiro contato com o que mais tarde seria seu grande negócio. Começou
a trabalhar em uma rede de lojas da Construção civil, e seu grande desempenho, lhe
rendeu uma promoção dentro da empresa, e foi essa mesma promoção que o
impulsionou a investir em seu próprio negócio.
Hoje a Casa Sol tem um grande reconhecimento no seu setor, e conta com mais três lojas
em Bauru, São Carlos e Lins, e sua sede em Marília onde foi fundada.
O grande crescimento e sucesso da empresa garantiu por cinco anos consecutivos, o
prêmio de Melhor empresa pra trabalhar, premiação feita pela revista Exame e Você/SA,
para fazer à avaliação e seleção das premiadas as revistas da área da administração e
gestão de empresa, entre outros faz uma pesquisa interna com colaboradores da
empresa, e analisam seu grau se satisfação, no que se refere, ao clima e cultura
organizacional, relação entre os colaboradores, oportunidade que a empresa oferece aos
seus funcionários de crescer e estudar na sua área de atuação, treinamentos e
premiações de reconhecimento, etc.
Requisitos claros, preenchidos a risca, a satisfação de quem tem oportunidade.
De fazer carreira dentro da loja nos prova isso. Além disso, atualmente a empresa vai
compor um grupo da cidade de Marília, onde empresários da mesma área de atuação, no
caso a Construção civil, para troca de experiências e discutir, sobre o mercado e a
economia, trabalho desenvolvido em empresas familiares, onde existe a sucessão,
consultores da FBN (Family Business Network) no Brasil os auxiliaram neste "projeto",
atitude de grande importância já que, este setor é um dos maiores e o que mais rende
para o Brasil.
Uma história de muito sucesso, de uma empresa que acabou de atingir sua maioridade, o
que se deve também a grande força que o mercado da construção tomou no Brasil!
Metodologia
Os primeiro passos para conhecer a empresa, sua história, como surgiu, filosofia de
trabalho e o empreendedor, nada mais é que buscar informações que a mesma
disponibiliza ao público de uma forma geral, o site da Casa Sol, com o endereço virtual:
www.lojascasasol.com. Acessando este endereço, no canto superior esquerdo temos o
item ‘Institucional’, que nos encaminha para o link onde podemos encontrar a história
desde quando a empresa iniciou suas atividades até os dias atuais, acompanhando dessa
forma todo o desenvolvimento, e com uma noção básica de alguns fatores que levaram a
tamanho desenvolvimento, por se tratar de uma empresa familiar.
Continuando a pesquisa podemos acessar o item ‘Daniel Alonso’, o qual se refere ao
empreendedor, contando resumidamente a história do empreendedor o que leva a
entender também características que somaram para o desenvolvimento e crescimento.
No item ‘Family Business’ se trata de um projeto que os gestores participam, para troca
de experiências, entre negócios familiares, debatendo problemas que acontecem
comumente nestes tipos de empresas, onde geralmente existe uma dificuldade de
crescimento e tomadas de decisões de menos impacto, com mais afeto e menos teoria e
eficácia, justamente por envolver pessoas com um vínculo afetivo grande. O próximo item
‘Filosofia de trabalho’ podem observar superficialmente os valores que são priorizados
dentro da instituição, a relação entre funcionários, clima e cultura organizacional, levando
para dentro da empresa um ótimo ambiente de trabalho e qualidade de vida aos
colaboradores.
Por fim acessando o item ‘Home’ no canto superior esquerdo, na página inicial do site,
temos em destaque a matéria da Revista Exame e Você SA, que premia todos os anos as
“Melhores empresas para se trabalhar”, dividindo a premiação de acordo com as
características e porte da empresa. As Lojas Casa Sol foi eleita pela 5ª vez uma das
melhores, de acordo com a sua categoria, está na lista “As 10 melhores empresas
pequenas”, empresas com 100 a 500 funcionários, podemos acessar essa informação no
link: http://exame.abril.com.br/carreira/melhores-empresas-para-voce-trabalhar/
(no
endereço temos acesso a lista completa.
No ano de 2010 a empresa passou por uma grande ampliação, ganhando uma nova área
e um novo segmento, a Casa Sol Decor, que trabalha com o design interno, podemos
acompanhar
nos
links:
http://www.youtube.com/watch?v=BwB9S-tQQ78
e
http://www.youtube.com/watch?v=VgbeGhYf5AI&feature=endscreen&NR=1 onde temos a
fala do empreendedor, conhecendo com mais afinco sua filosofia de trabalho e visão de
futura e empreendedora. O seu destaque como um grande visionário tem aberto portas,
como as várias participações e entrevistas em programas televisivos, que falam sobre
negócios e empreendimentos, dentre elas a participação no programa Visão de mercado,
tratando
do
tema
“Educação”
http://www.youtube.com/watch?v=VgbeGhYf5AI&feature=endscreen&NR=1. Com a vasta
experiência que adquiriu em todos esses anos, Daniel redigiu uma autobiografia, onde
relata suas experiências, visando ajudar e orientar empresários e pessoas que planejam
abrir seu próprio negócio futuramente, trabalho com característica solidária, já que a
primeira tiragem de 3000 exemplares, 100% (cem por cento) do valor arrecado serão
doados
para
uma
ONG
da
cidade,
http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=8Bw6MFBc_LE. Outra de
suas conquistas e, a mais recente, o levou a presidência da ACIM (Associação Comercial
e Industrial de Marília), por várias indicações, e a cada dia tanto o empresário como a
empresa, tem assumido um papel social e figura pública na cidade de Marília, aquecendo
a
economia
e
aumentando
a
PEA
do
município,
acesse
http://www.youtube.com/watch?v=OzNIVS8FWiM&feature=related.
Resultados.
Fazendo pesquisas a respeito, não é difícil notar um grande fator para que o negócio
fosse bem sucedido, encontramos na Casa Sol, uma empresa varejista no setor da
construção civil, que atualmente vem crescendo de forma significativa, e aquecendo a
economia nacional, já que os investimentos feitos neste setor são grandes e em longo
prazo, claro que o crescimentos das empresas é simultâneos com o crescimento da
Construção Civil.
Atualmente, após 20 anos de crescimento significativo, a Casa Sol, abrange diversas
áreas da construção, que é voltada para casas, apartamentos, escritórios, etc. Contrário
das mercadorias que se encontrava no pequeno barracão inicial, hoje se tem área:
Básicos (blocos, tijolos, telhas, ferragens, madeiras, cimento, massa corrida, argamassa,
impermeabilizantes, resinas, seladores e outros necessários para a “estrutura” da obra),
Elétrica (caixas de passagem, fios, plugues, quadros de luz, disjuntores, filtros de linha,
protetores, tomadas, transformadores, chaves, fusíveis, soquetes, módulos, interruptores,
conduítes, bengalas, cabos e diversos produtos e equipamentos necessários para a
instalação elétrica), Ferramentas (ferramentas em geral, tanto na parte elétrica como
manuais), Hidráulico (tubos e conexões, válvulas e descargas), Iluminação (pendentes,
arandelas, lustres, luminárias e abajures), Metais e acessórios (torneiras, kits para
banheiro, assentos, misturadores, registros e bases), Piscinas (com profissionais
especializados pra auxiliar e fazer projetos customizados de vinil, fibra entre outros), Pisos
e revestimentos (cerâmica, porcelanato, pastilhas, azulejos e faixas em variadas medidas
e opções de modelo), Janelas e portas (esquadrias de madeira, ferro e alumínio de
diversas marcas, modelos e acabamentos), Tintas (diversidade de cores e texturas,
acessórios para pintura, como lixas, rolos, pincéis, espátulas, bandejas, colas e adesivos,
fundos e seladores, impermeabilizantes e solventes) e por fim a Casa Sol Decor (com
profissionais da área que auxiliam na escolha e planejamento de acordo com espaços,
móveis de todos os segmentos, sala, quarto, cozinhas planejadas, etc.).
O atendimento de qualidade e a grande variedade nos produtos que atende gostos mais
sofisticados até os mais simples, lhe proporcionou o grande número de clientes, de todas
as classes da sociedade, ponto muito positivo, pois a empresa não se limitou a agradar
apenas com requinte e sofisticação, por exemplo, mas você entrar na loja e encontrar
produtos de grande variedade aumentou e popularizou o nome da empresa. Que pode
competir de forma estável com outros estabelecimentos do mesmo segmento, sua
demanda é grande, o que resulta na compra de grandes números de mercadorias, o que
possibilita a negociação de mercadorias a preços reduzidos, beneficiando tanto a
empresa com um faturamento maior e ofertando o produto a preços atrativos para a
clientela.
E a procura tem se tornado cada vez maior e em demanda de produtos
proporcionalmente maiores também, principalmente na loja/sede em Marília, onde a
construção civil, assim como no território nacional, teve um ‘up’, e vem crescendo
continuamente, desde pequenas reformas em um cômodo, ampliação da residência,
implantação de itens de luxo e sofisticação, como jardins de inverno, piscinas, banheiras,
jardim de entrada, até construções de residências desde a estrutura e fundição até o
acabamento e decoração.
Com superfaturamentos, possibilitou o investimento e o crescimento, mas em âmbitos
maiores, levando a empresa para mais três localidades: Bauru, Lins e São Carlos,
aquecendo a economia das cidades, e aumentando a competitividade com lojas do
mesmo segmento, que tiveram de investir em marketing e rever preços alguns abusivos.
Concluindo, em todas essas pesquisas o que encontramos são bons investimentos, feitos
em lugares certos, em momentos propícios, que rendem alta lucratividade, e aguçam a
competição entre empresas só mesmo ramo de atuação, beneficiando de forma direta o
consumidor, que consegue produtos de qualidade a preços acessíveis, e em todas as
tomadas de decisões e acontecimentos, podemos identificar uma diretoria e gestão de
qualidade, criatividade e futurista, evitando lucros e problemas advindos de decisões
errôneas, desenvolvendo de forma inteligente uma empresa modelo, com sucesso e
reconhecimento no âmbito nacional.
Referências Bibliográficas.
https://www.lojascasasol.com.br
https://www.exame.abril.com.br
https://www.vocesa.abril.com.br
C o c a - C ol a : a m a r c a da a l e gr i a
Ariane Calegari
I nt r od u ç ã o
Quem diria que a invenção de um líquido que ocorreu por acaso numa
tarde de verão de 1886, se tornaria mais de um século depois a maior
marca do mundo?
Quem nunca ouviu falar da Coca cola!
marca
do
mundo
e
o
refrigerante
Hoje além de ser a maior
mais
conhecido,
investe
em
programas sociais e publicitários em todo o mundo.
Coca Cola não é somente uma marca, faz parte da história de cada
um. A invenção que ultrapassou fronteiras hoje atende mais de 200
países em todo o mundo com mais de 400 marcas.
Atualmente a Coca cola segue como a marca de maior valor no mundo,
estimado em aproximadamente US$ 72,00 bilhões.
Em 1886 um farmacêutico de Atlanta John Pemperton que adorava
manipular fórmulas medicinais, ao pesquisar a cura para dores de
cabeça faz uma mistura líquida de cor caramelo. Leva a mistura para
uma farmácia, a Jacob's Pharmacy, onde o xarope, misturado à água
carbonatada (gasosa), é oferecido aos clientes, que consideram a
bebida muito especial. A farmácia coloca o copo do produto à venda
por US$ 0,05. Frank Robinson, contador de Pemberton, batiza a
bebida de Coca-Cola, escrevendo o nome em sua própria caligrafia.
Desde então, o nome Coca-Cola é escrito da mesma maneira. E a data
oficial de nascimento da Coca-Cola fica sendo 8 de maio de 1886
Nos
primeiros
anos,
nove
copos
(237
ml)
de
Coca-Cola
aproximadamente são vendidos por dia. Um século depois, a empresa
The Coca-Cola Company já havia produzido mais de 38 bilhões de
litros apenas do xarope. Infelizmente, Pemberton era mais um inventor
do que homem de negócios. Sem ter idéia de que inventara um
produto que viria a ser um sucesso mundial, em 1891, ele vende a
empresa
para
Asa
Griggs
Candler,
por
aproximadamente
US$
2.300,00. Candler torna-se o primeiro presidente da companhia e o
primeiro a dar real visibilidade ao negócio e à marca. Naquela época
não havia muitos meios de comunicação e os consumidores moravam
em lugares isolados, cidades do interior. Para expandir os negócios
Candler resolve contratar pessoas para distribuir cupons que davam o
endereço e um brinde, para experimentar de graça a Coca-Cola,
fazendo com que os estabelecimentos fossem procurados; mais tarde
disponibilizou mais brindes como, calendários e posters. Todo esse
trabalho de Candler deu certo, no dia 31 de janeiro de 1893 a marca
Coca-Cola foi registrada. No dia 12 de março de 1984 a Coca- Cola foi
vendida pela primeira vez em garrafas de vidro. A partir daí a Coca –
Cola
começou
a
se
internacionalizar
chegando
ao
Canadá
e
no
México.
Em 1918 Robert W oodruff, pai de Candler compra a empresa, e
conclui o trabalho que começou com seu filho que expandiu a marca
no mercado americano, consolidando a marca e a liderança da Coca Cola em todo o mundo durante os 60 anos em que ficou no comando
da empresa.
Os Estados Unidos entram na Segunda guerra mundial em 1941. A
Coca – Cola acompanha esses combates, W oodruff determina que a
Coca- Cola seja vendida a todo combatente norte- americano onde
quer que esteja, em qualquer parte do mundo, não se importando se
iria custar caro à empresa. Quando a paz volta a reinar a Coca – Cola
já tem muitos negócios fora de seu território.
E não é diferente nos dias de hoje, onde a Coca – Cola tornou-se
parte da vida de bilhões de pessoas em todo o planeta, tendo a
missão de levar magia ao mundo todo.
Para começar o trabalho de TGI, escolhi em primeiro lugar o tema a ser descrito e o título:
“Coca-Cola: a melhor fórmula, a maior marca”.
Após escolher o tema e o título, entrei no site original da Coca – Cola, e no Wikipédia,
para comparar a história que cada site tinha para ter a base para a introdução e o
resultado final.
Ao ler a história da Coca – Cola que começou em 1886, me interessou em pesquisar
sobre o sistema econômico da época, foi quando entrei no Google e iniciei a pesquisa.
Encontrei informações interessantes no Wikipédia e no site Cultura Brasil, como a
manifestação dos trabalhadores nas ruas de Chicago em 1° de maio, para reivindicar a
redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias, manifestação está que causou
mortes, mas é lembrada e comemorada na atualidade, pois trouxe melhorias para os
trabalhadores.
Esse fato histórico, que também foi citado no trabalho, ocorreu no mesmo ano em que a
fórmula que mais tarde se tornaria a maior marca do mundo, foi vendida pela primeira vez
em Atlanta, após exatos sete dias da manifestação dos trabalhadores em Chicago.
Enfim, pesquisei também sobre o “santo puritanismo”, que em 1886 invadiu Atlanta, nem
homens nem mulheres, poderiam ser vistos em lugares onde vendiam bebidas alcoólicas,
sendo assim J o h n P e m b e r t o n , se viu praticamente obrigado a alterar a fórmula da
bebida, tirando o álcool e mudando alguns componentes para não ter prejuízo, foi assim
que a Coca-Cola foi criada, invenção está que traz lucros e investimentos para todo o
mundo até hoje.
Fiz o resumo da história da empresa que mais cresce em todo o mundo, lendo artigos,
pesquisas, e resumi, expondo os pontos principais.
A história da Coca-Cola inicia com a chegada do farmacêutico John
Pemberton na
cidade
de Atlanta nos
Estados
Unidos,
logo
após
a Guerra Civil americana. Ele havia acabado de participar da guerra e
estava disposto a mudar de vida, em busca de uma nova clientela que
comprasse
habilidade
suas
em
idéias
vendas,
e
medicamentos.
sempre
fracassou
Por
em
não
suas
ter
nenhuma
criações,
até
conhecer o contador Frank Robinson, que acaba tornando-se sócio.
Em 1884 foi lançada a bebida alcoólica chamada “Pemberton's French
W ine Coca”, anunciada como uma bebida intelectual, vigorante do
cérebro e tônica para os nervos, sendo, inicialmente uma mistura de
folhas de coca, grãos de noz-de-cola e álcool.
Em 1886, enquanto a Estátua da Liberdade é erguida em Nova Iorque,
e quando os trabalhadores de todo o mundo, se manifestam a favor da
redução da Jornada de Trabalho para 8 horas, por aumento de salário
e melhores condições de trabalho, e o puritanismo religioso estava em
alta, havia todo um movimento antiálcool. Nenhuma mulher ou homem
decente poderia ser visto em lugares que fornecessem esse tipo de
bebida. Neste mesmo ano, todos os estabelecimentos que vendiam
álcool foram fechados e Pemberton e Robinson se viram na procura
por outro produto que lhes rendessem dinheiro.
Naquela época existiam os chamados “Pontos de Vendas”, lugares
aonde pessoas iam após as compras, para se reunir e tomar sorvetes
e
xaropes
misturados
com
água
carbonada
nos
mais
diferentes
sabores, e que possivelmente acabaram dando idéias para a produção
de um novo produto.
Tentando se encaixar neste novo padrão, Pemberton passou meses no
porão
de
sua
carbonada
casa em Atlanta, adicionando
para
fazer
um
xarope
e,
ingredientes à
mandando
amostras
água
para
a
“Jacob’s Pharmacy”, para testar a opinião dos clientes.
No
dia oito
de
maio era
vendida
a
primeira
bebida
conhecida
atualmente como Coca-Cola, nome posteriormente dado por Frank
Robinson, que utilizou a sua própria caligrafia para fazer o logotipo. O
produto era um xarope com água carbonada, servidos em copos de
vidro e misturados na hora de servir.
No dia 29 de maio, Pemberton anuncia a bebida pela primeira vez no
“Atlanta Journal”.
Em seu primeiro ano de operação foram vendidos somente 25 galões
de Coca-Cola, o que correspondia a nove copos por dia, o que rendeu
50 dólares, tornando-se um prejuízo.
Devido a problemas de saúde e financeiros, Pemberton foi obrigado a
vender a fórmula em 1888, pelo total de 1.750 dólares e, acabou
falecendo, no dia 16 de agosto, dois anos após ter inventado a bebida
que acabaria por se tornar um dos maiores símbolos americano. No
mesmo
ano,
Frank
Robinson
procura
pelo
empresário
e
farmacêutico, Asa Griggs Candler que acaba comprando a fórmula por
2.300 dólares.
Asa Griggs Candler acreditava no produto e queria que a Coca-Cola
fosse conhecida. Naquela época, não existiam meios de comunicação
nacionais
e,
a
grande
maioria
dos
consumidores
encontrava-se
isolados nas pequenas cidades do interior que visitavam as grandes
cidades. Uma das formas encontradas foi o contratar pessoas para
distribuir cupons que davam o endereço e um brinde, experimentar de
graça a Coca-Cola, fazendo com que os estabelecimentos fossem
procurados.
Candler
também
acaba
disponibilizando
outros
brindes
nos
estabelecimentos, como calendários e posters que serviam como uma
forma dos consumidores olharem para o nome da Coca-Cola e lembrar
onde compraram.
No dia 12 de março de 1894 a Coca-Cola foi vendida pela primeira vez
em garrafas de vidro em uma loja de doces em Vicksburg, Mississipi,
usando garrafas de vidro que vinham com a marca da companhia de
engarrafamento em auto-relevo, a “Biedenharn Candy Company”. O
dono da engarrafadora, Joseph A. Biedenharn ficou impressionado
com as vendas e relatou o caso para Asa Griggs Candler, que não
teve nenhum interesse em comercializar a Coca-Cola em garrafas.
Em 1895 a forma de promoção agressiva adotada por Candler acabou
funcionando, a marca Coca-Cola já contava com três fábricas que
engarrafavam
o
produto
nas
cidades
de Chicago, Dallas e Los
Angeles.
Começa a internacionalização em 1897 da Coca-Cola, chegando ao
Canadá, e no México.
No final de 1918, Candler vende a empresa por 25 milhões de dólares
para um grupo de investidores liderados por Ernest W oodruff e W C
Bradley.
Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a
Coca-Cola já tinha se tornado a maior consumidora de açúcar do
mundo para a fabricação de seus produtos. Com a guerra, começou a
ter racionamento, colocando em perigo os negócios.
Em 1923, com o final da Primeira Guerra Mundial, houve a recessão
que quase faliu com a companhia, este fato fez o conselho que
comandava
a
The
presidente,
sendo
Coca-Cola
eleito
Company
Robert
escolhesse
W oodruff,
o
mesmo
um
novo
dirigiria
a
companhia pelos próximos 60 anos.
Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, a
Coca-Cola desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as
frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a
produção e a distribuição da bebida para os soldados, fato este
aprovado
pelo
então
general
Dwight
D.
Eisenhower
das
Forças
Armadas dos Estados Unidos. A empresa conseguiu na época uma
autorização
excepcional
de
Washington. Apesar
dos
custos
de
produção na frente de batalha ser elevados, a companhia decidiu
arcar
com
os
mesmos,
numa
tática
de
marketing,
vendendo
o
refrigerante pelo mesmo preço praticado nos Estados Unidos. Durante
o período de guerra, 64 instalações de engarrafamento foram criadas
para abastecer as tropas que estavam fora dos Estados Unidos. Este
fato ajudou a abrir caminho para a internacionalização da Coca-Cola,
que, durante e após a guerra acabou sendo licenciado nos diversos
países
em
que
acompanhou
o
exército
americano,
incluindo
o
Brasil Tendo em vista a sua associação com os produtos americanos,
o refrigerante acabou exercendo o papel de um símbolo patriótico. A
popularidade da bebida aumentou bastante no pós-guerra, quando os
soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante.
No final da década de 1930, a Coca-Cola já era bem conhecida nos
Estados Unidos, mas foi somente com a Segunda Guerra Mundial que
passou realmente a explorar outros mercados.
No início da década de 1940, o Brasil entrou no cenário da Segunda
Guerra Mundial.
Em
1941
o
governo
brasileiro
autorizou
secretamente
os
norte-
americanos a utilizarem bases aéreas e navais situadas no país, para
garantir a defesa do continente americano. No dia 26 de julho foi
publicado no Diário Oficial da União o Decreto-Lei número 3.462,
de 25 de julho de 1941, uma das primeiras medidas que autorizava a
empresa “Panair do Brasil”, a construir, melhorar e aparelhar os
aeroportos
americanos
do
nordeste
passaram
a
brasileiro.
chegar
ao
Desta
Brasil
forma,
com
aviões
maior
militares
freqüência,
reforçando as bases estratégicas estabelecidas no país.
Neste contexto, a Coca-Cola chega, em um primeiro momento trazido
pelos próprios soldados e posteriormente, produzido em pequenas
fábricas móveis que passaram a acompanhar as tropas. Na época, a
política adotada pela empresa em relação á Segunda Guerra Mundial
era o de apoiar seus combatentes, oferecendo seus produtos onde
quer que estejam, sendo comercializada, a um preço simbólico de
cinco centavos de dólar o copo.
No dia 18 de abril de 1942 foi inaugurada a primeira fábrica da CocaCola no Brasil, localizada no bairro de São Cristovão, no estado do
Rio de Janeiro. Também, no mesmo ano começou a produção de
embalagens de vidro com 185 ml. Até então, a comercialização da
Coca-Cola no país, era exclusiva aos soldados americanos. A partir
desta data, começa a comercialização para o mercado brasileiro,
propriamente dito.
Na cidade de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul,
em 1945 a Coca-Cola firma contrato com a então “Industrial de
Refrescos”, passando esta a ser a primeira empresa franqueada da
marca no Brasil. Pelo contrato, a Industrial de Refrescos passava a
ter exclusividade para a comercialização e produção dos produtos da
marca Coca-Cola na região sul. No mesmo ano, foi inaugurada a
segunda fábrica carioca da Coca-Cola, com modernos equipamentos,
para a época, que eram capazes de produzir até 150 garrafas por
minuto. E daí por diante a Coca – Cola foi consolidando-se.
A década de 90 foi marcada pelo crescimento contínuo para a CocaCola Company. A longa associação da Empresa com os esportes fica
ainda mais fortalecida com o apoio a alguns dos principais eventos
esportivos mundiais, como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo de
Futebol. Em 1993, é lançada a campanha "Always Coca-Cola" e, em
seguida,
surge
pela
primeira
vez
na
propaganda
do
produto
o
simpático urso polar. Novos mercados se abrem quando a Coca-Cola
passa a ser vendida na Alemanha Oriental, em 1990, e retorna à Índia,
em 1993. A empresa também passa a atuar em outros segmentos do
mercado de bebidas e intensifica a aquisição de importantes marcas
presentes em vários países. Com uma linha de produtos em franca
expansão e um consumo diário crescente, a Coca-Cola é uma empresa
que
não
se
acomoda
e
enxerga
em
cada
esquina
uma
nova
oportunidade de crescimento.
Em 1886, a Coca-Cola surgia como um sabor refrescante e único em
uma
pequena
existência,
farmácia
de
Atlanta.
Em
seu
segundo
século
de
associada a momentos mágicos e especiais, a Coca-Cola
tem agora a missão de levar sua magia para todo o planeta. Com
aproximadamente 400 marcas presentes em mais de 200 países, a
Coca-Cola tem consumidores nos mais remotos cantos do planeta. Em
qualquer parte do mundo, você será capaz de achar uma Coca-Cola. A
Coca-Cola é uma empresa de atuação global comprometida com os
mercados locais. Uma empresa que respeita a diversidade e está
sempre atenta ao que pessoas de diferentes culturas e experiências
querem beber - e onde e a forma como elas querem apreciar sua
bebida. Em parceria com seus fabricantes locais, a Coca-Cola é uma
empresa comprometida com o desenvolvimento das comunidades em
que está inserida. Em mais de um século de existência, a Coca-Cola
tornou-se parte de vida de bilhões de pessoas em todo o planeta.
O último levantamento realizado sobre as marcas mais valiosas do
mundo destacou em primeiro lugar a Coca-Cola, estimado em US$
71,86 bilhões – um aumento de 2% frente a 2010.
A Coca–Cola não é somente uma fórmula que deu certo, hoje podemos
afirmar que é a maior e mais valiosa marca do mundo.
Talvez uma fórmula simples para John Pemberton, seu criador, mas
com
certeza
a
fórmula
que
conquistou
o
mundo
e
atravessou
fronteiras, se tornando a maior e mais conhecida marca do mundo.
METODOLOGIA
Neste trabalho procurou-se identificar uma organização brasileira que esteja em sintonia
com as tendências do mercado varejista e que tenha sucesso comprovado na
implantação de estratégias competitivas que acompanhem a evolução do mercado e
esteja constantemente se adaptando às exigências crescentes dos consumidores.
Foi utilizado um estudo de caso individual, com coleta de dados primários através de uma
entrevista com o Sr. Marcelo do Nascimento Pimenta, e de dados secundários através de
pesquisa bibliográfica em livros de negócios, jornais, revistas, publicações diversas sobre
a empresa na mídia e sites de busca na internet.
A metodologia de pesquisa utilizada foi a pesquisa exploratória e descritiva, que buscou
levantar informações e descrever a trajetória da empresa no processo de adaptação do
formato de varejo à nova realidade competitiva traçada pelo mundo virtual e às crescentes
exigências do consumidor. O uso das múltiplas fontes de pesquisa proporcionou colher as
evidências necessárias para que se pudesse comprovar a relação do caso prático com a
teoria apontada.
O CASO DO MAGAZINE LUIZA
O Magazine Luiza é uma rede de lojas de produtos eletroeletrônicos, móveis, informática,
telefonia, presentes, cama, mesa e banho e brinquedos atuante já há 48 anos no mercado
brasileiro. Em 2005 tornou-se a terceira maior varejista de eletros e móveis do País.
.A empresa conta hoje com cerca de 10 mil colaboradores e o faturamento previsto para
2006 é de mais de R$ 2 bilhões.
Atualmente, possui lojas em sete Estados: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato
Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao total são 360 lojas, das
quais 50 são virtuais, e as demais são divididas em lojas de shopping e lojas
convencionais. Para 2006 a empresa planeja abrir 100 novas lojas e ampliar a sua
participação no Estado de Goiás e na cidade de Belo Horizonte.
A entrega dos produtos adquiridos no Magazine Luiza é, em grande parte das compras,
domiciliar, pelo fato de trabalhar com produtos pesados o que impossibilita que os clientes
os levem para casa já na hora da compra. Desta forma, a rede possui seis centros de
distribuição de produtos assim localizados: Ribeirão Preto (SP), Contagem (MG), Ibiporã
(PR), Sorocaba (SP), Caxias do Sul (RS) e Navegantes (SC).
Estratégias de Gestão
De acordo com a assessoria de imprensa da rede, valores como transparência,
honestidade, respeito e cortesia permeiam todas as decisões da empresa que já há oito
anos está entre as dez melhores empresas do Brasil para trabalhar, de acordo com o
Guia Exame, e em 2005 foi considerada a melhor do setor de varejo e a terceira melhor
para mulheres trabalharem.
Isto se deve principalmente ao fato de que o Magazine Luiza é um ambiente propício à
inovação, onde os funcionários são desafiados todo o tempo a buscar soluções para
encantar o cliente e possuem o poder necessário para implementá-las. Treinamento e
desenvolvimento são constantemente aplicados às equipes que possuem toda assistência
necessária para alcançar os objetivos estipulados. Trata-se de liberdade de ação com
apoio e acompanhamento.
Além disso, há uma preocupação constante com a disseminação e perpetuação da
cultura da organização, expressa claramente através de seus valores de respeito e
valorização do ser humano. Prova disto é sua gestão por mérito, que dá a todos a
oportunidade de crescer e ser remunerados pelo desempenho.
A comunicação é ponto crucial na organização e é realizada diretamente, olho-no-olho,
onde a verdade sempre prevalece. O centro da gestão da empresa é a criação e
manutenção de uma rede de relacionamentos, onde todos os funcionários são
considerados partes interdependentes do todo. Em resumo, um não pode viver sem a
cooperação do outro. A hierarquia não é rígida e pode ser subvertida a qualquer tempo,
caso seja necessário.
Estratégias Mercadológicas
O Magazine Luiza se autodenomina como uma empresa multicanal de vendas, e sempre
procurou inovar em relação à diversidade e integração de seus canais de vendas.
Atualmente, a empresa conta com uma das mais dinâmicas e funcionais estruturas do
comércio varejista no país, formada por:
§ Lojas convencionais - estabelecimentos físicos completos com estoques e produtos
em exposição. Público-alvo: classes C e D.
§ Televendas: canal utilizado para compras ou para tirar dúvidas em relação aos
produtos disponíveis na empresa.
§ Site: pioneiro em vendas pela internet. Possui uma das melhores e mais seguras
estruturas para compras pela web. Maior fonte de faturamento.
§ Shopping: situada em shoppings centers. Público-alvo: classes A e B.
§ Lounge: quiosques móveis de apresentação e venda de produtos estrategicamente
colocados em locais com grande movimentação de público, interligados ao sistema web
de vendas da empresa. Sua função, além de comercial, é fortalecer a marca
magazineluiza.com entre o público com potencial de compra na internet.
§ Tia Luiza: vendedora Virtual do site magazineluiza.com. Presente na rede 24 horas por
dia atendendo aos clientes para sanar dúvidas sobre os produtos.
§ Lojas Virtuais: antigas "Lojas Eletrônicas", um conceito futurístico de prestação de
serviços.
A empresa demonstra uma preocupação em conhecer seus clientes e registrar seu perfil
de consumo, e para isto vem, desde 1992, armazenando num imenso database, dados de
consumo dos mais de 8 milhões de clientes cadastrados.
Em entrevista à autora, o Sr. Marcelo do Nascimento Pimenta, membro integrante da
Superintendência do Magazine Luiza, informou que a partir deste cadastro é realizada a
segmentação de clientes, que leva em conta fatores como idade, número de compras
efetuadas, classificação do cliente (ouro, ativo, inativo) etc. Desta forma, os clientes são
agrupados e cada grupo apresenta características peculiares. A partir da análise dos
dados o departamento de marketing de relacionamento do Magazine Luiza adota
estratégias diferenciadas para cada grupo. A comunicação é dirigida de acordo com a
variedade de clientes e a variedade de perfis, mantendo sempre um padrão estratégico de
layout e identidade próprios, além de buscar a simplicidade, a objetividade e a emoção
nas ações.
Em suas ações de relacionamento com o cliente, o Magazine Luiza ainda não atingiu o
nível de microssegmentação, por esta razão, embora existam ações voltadas para
públicos segmentados, a maior parte delas é voltada para mídias de massa. Mesmo
assim, em suas campanhas uma grande preocupação do Magazine Luiza é manter um
diálogo que seja atrativo aos olhos do cliente "a privacidade é sempre guiada de acordo
com o desejo de nossos clientes, em cada grupo de atuação. Existe a preocupação de
que as campanhas não sejam invasivas e muito menos abusivas", diz Pimenta.
Além de campanhas voltadas para os segmentos específicos do seu público alvo, tais
como, o Cliente Ouro, o Dia da Melhor Idade, o Dia da Mulher, o Magazine Luiza é
responsável também pela liquidação mais famosa do País, que inicia às 5 horas da
manhã e arrasta multidões para suas lojas - a "Liquidação Fantástica".
Outra campanha muito famosa é a "Só Amanhã", onde faz parcerias com fornecedores,
focando determinado produto de forma a oferecer um negócio vantajoso para o cliente
sobre aquele produto durante um dia da semana - sempre uma segunda-feira, com
investimento maciço em mídia de massa, veiculada no domingo anterior.
A responsabilidade social também faz parte de sua estratégia mercadológica, como por
exemplo: a doação de parte das vendas de dezembro para o Unicef, a política de
contratação de pessoas com deficiência física e da terceira idade etc. Pimenta ainda
afirma que faz parte da estratégia geral do Magazine Luiza proporcionar a seus clientes
experiências de consumo personalizadas. E prova disso são as promoções sazonais
como dia das mães, aniversários, halloween, dia dos pais, dia das crianças, "Os
Imbatíveis" (campanha própria), etc. que se adequam às necessidades dos pequenos
grupos de clientes da empresa.
Como se observa, é uma organização consolidada tanto no varejo tradicional (offline)
quanto no varejo online, tendo sido inclusive objeto de estudo de pesquisadores da
Universidade de Harvard em 2005 que buscaram detalhar as razões da ascensão da
empresa que teve seu faturamento ampliado em 415% em dez anos num setor que até
então havia passado por várias crises que culminaram em falências de gigantes como
Mappin e Mesbla. E, algumas das características levantadas por este estudo foram a
ousadia, o pioneirismo e a agilidade nas decisões, que mantém a empresa inovando,
crescendo e principalmente se adequando às exigências do mercado consumidor.
A verdade é que, já há alguns anos a rede vem se adaptando rapidamente à nova
realidade competitiva do varejo. Prova disto foi a estratégia utilizada pela varejista para a
entrada no mundo virtual.
Lojas Virtuais Luiza
Com o conceito de unidades virtuais em que o cliente faz compras por computadores
instalados em suas lojas físicas sem presença de estoque e tendo apenas o computador
como modo de mostrar os produtos, o Magazine Luiza iniciou em 1992 (quando a internet
ainda nem existia no Brasil) sua incursão pelo universo virtual através das antigas lojas
eletrônicas, mudando significativamente a forma de fazer negócios entre os grandes
varejistas de eletroeletrônicos.
Este formato de Loja Virtual foi aclamado pela companhia como precursor do modelo de
comércio eletrônico usado na Internet com a campanha "Há dez anos, a gente já sabia
que 'arroba' seria muito mais do que uma medida de peso", veiculada em várias
publicações nacionais durante o ano de 2002.
O objetivo destas unidades virtuais inicialmente era atingir pequenos municípios,
entretanto, em pesquisas realizadas no ano 2000, a rede identificou a possibilidade de
implantá-las como lojas de vizinhança também em grandes cidades. Ao perceber que o
consumidor havia mentalizado o nome Magazine Luiza, rapidamente a varejista trocou o
nome "Lojas Eletrônicas Luiza" para "Magazine Luiza Lojas Virtuais", iniciando aí sua
expansão para os grandes centros urbanos.
Estas unidades virtuais possuem 150m2, sendo que, destes, 100 compõem uma área de
vendas, com quiosques multimídia equipados com catálogos de todos os produtos,
auxiliados por vendedores sempre a postos, e nos 50 restantes estão os centros de
promoção, onde foram montadas as famosas "Salas Tia Luiza". Lá o consumidor tem a
opção de se deliciar num cyber café, fazer cursos de culinária e computação, acessar
gratuitamente a internet etc.. Além disso, o ambiente o deixa mais próximo dos produtos,
incentivando-o a adquirir por exemplo os computadores, que muitos antes deixavam de
comprar por não saber usá-los, e com os cursos gratuitos tiveram a opção de aprender.
Na época do lançamento das Lojas Virtuais, alguns concorrentes - Arapuã e Mappin tentaram copiar esta fórmula, mas não obtiveram sucesso. A grande diferença era de que
em vez de possuir vendedores para realizar o atendimento, as lojas eram de autoatendimento. A superintendente da rede Luiza Helena Trajano Rodrigues, em entrevista à
Revista Ponto-Com (2001) afirmou que: "esse foi o grande erro. Era preciso ter alguém
para tirar dúvidas básicas sobre produto. Eles esqueceram que atuavam no varejo e no
segmento não dá para dispensar a figura do vendedor".
O Site Magazine Luiza
A experiência adquirida nas vendas virtuais foi levada para a internet em 1999, através do
Site Magazine Luiza, totalmente seguro, de fácil navegabilidade, excelente qualidade de
imagem, e com um mix de mais de cinco mil produtos com preços atrativos e formas de
pagamento facilitadas.
No site, o consumidor encontra a Tia Luiza, uma vendedora virtual que facilita a compra
através do chat on-line, e-mail e conteúdos explicativos distribuídos em todo o ambiente
virtual, estreitando o relacionamento com os clientes e promovendo o diálogo constante.
O Magazine Luiza foi a pioneira do varejo eletrônico a disponibilizar a ferramenta de chat
online em 1999 e a primeira a fornecer o serviço 24h no mês de dezembro de 2005, onde
o total de acessos chegou a dez mil no mês enquanto que nos meses normais, com
horário de funcionamento das 8:30hs às 20:30hs, o total de contatos recebidos é em torno
de seis mil.
Toda a dinâmica do site é voltada para facilitar o acesso do consumidor de forma que ele
nunca está sozinho e pode solicitar auxílio à Tia Luiza sempre que necessário.
Aqui pode-se observar claramente o posicionamento da empresa traduzido em seus
valores de auxílio constante ao cliente, estando sempre onde, como e quando o cliente
quiser, atendendo-o com velocidade, qualidade e rentabilidade. Posicionamento este
manifestado através das peças publicitárias e de todas as ações de comunicação que a
empresa direciona a seus clientes. Além disso, uma equipe especializada monitora
diariamente o comportamento de consumo no site recebendo feedback constante dos
operadores dos terminais eletrônicos, ajustando desta forma conteúdo e imagens em
tempo real às necessidades dos consumidores.
Segundo Pimenta, o Magazine Luiza também vem sofrendo a influência das mudanças
culturais existentes nos últimos tempos que tornaram os consumidores mais exigentes em
função da facilidade de acesso à informação que a internet oferece. Entretanto, tal fato
tem contribuído para o desenvolvimento dos seus canais de e-commerce que estão sendo
estruturados com muito mais facilidade atualmente já que os consumidores possuem
muito mais informação e familiaridade com o ambiente virtual, ao contrário da época em
que foram lançadas as antigas lojas eletrônicas.
Além disso, já existe por parte do Magazine Luiza uma iniciativa em formar comunidades
virtuais em seu site de forma a agrupar clientes de acordo com seus interesses e assim
poder realizar algum tipo de comunicação direta em cada comunidade. Este canal ainda
está em fase de estruturação, mas em breve poderá ser acessado por seus clientes. Ele
afirma que a intenção é fidelizar o cliente, "por isso perguntamos se ele deseja receber
outros boletins de seu interesse, e não apenas de ofertas".
O site magazineluiza.com já recebeu diversos prêmios como, por exemplo, o TOP 3 Prêmio de Reconhecimento do Público iBEST 2004 e o Prêmio Excelência em Qualidade
de Comércio Eletrônico B2C em 2003 (Prêmio ebit). Em pesquisa recente, foi considerado
um dos três melhores do Brasil na categoria B2C, ao lado do americanas.com e
submarino.com.br, e agora está a um passo de conquistar novamente o TOP3 no Prêmio
iBEST 2006, que está em sua 11ª edição.
Sucesso Real
Em entrevista à Revista Exame, em agosto de 2001, Frederico Rodrigues, filho mais velho
de Luiza Helena Trajano Rodrigues, a superintendente do grupo, declarou que em sua
experiência com o varejo virtual aprendeu algumas importantes lições: o cliente virtual é
muito mais exigente e menos tolerante; prazo e atendimento são fatores críticos de
sucesso numa transação online; a qualidade do atendimento é a responsável pelo índice
de recompra; estabelecer uma relação de confiança com o parceiro logístico, com o
objetivo de entregar valor ao cliente, é fundamental e vai além do contrato comercial e o
conceito de comunidade é fundamental e deve ser trabalhado.
Não é à toa que, mesmo sendo a pioneira no lançamento do varejo eletrônico, o
Magazine Luiza seguiu alguns passos cuidadosos ao iniciar sua trajetória no mundo
virtual: enfrentou o ambiente virtual sem desconsiderar a importância do atendimento
humano; logo no início identificou a necessidade de treinamento de sua clientela para o
uso dos computadores; adaptou a ferramenta virtual aos hábitos de consumo da sua
clientela e procurou tirar o melhor de cada canal de venda, utilizando as lojas virtuais
também para receber pagamentos diversos de contas de luz, água e telefone.
4.6. Diversificação da oferta
Boa parte do crescimento do Magazine Luiza ocorreu através de aquisições.
Recentemente, adquiriu três redes concorrentes no Estado de Santa Catarina - Base,
Madol e Kilar - completando as 360 lojas atuais.
No ano passado a rede firmou também uma aliança com a seguradora francesa Cardif do BNP Paribas, através da qual será criada uma joint venture, a LuizaSeg, para a oferta
e distribuição de seguros de proteção pessoal e familiar nos pontos de venda da rede de
lojas, além da opção de garantia estendida nos produtos oferecidos.
A rede é detentora ainda de 50% da LuizaCred, uma financeira, que tem o Unibanco
como parceiro e proprietário dos demais 50% do capital, e, em parceria com a
MasterCard, no final de 2004, a varejista passou a oferecer cartões de crédito para seus
clientes preferenciais, válidos em qualquer estabelecimento filiado à bandeira. Com esta
iniciativa, a LuizaCred passou a concorrer com os bancos - o Unibanco inclusive -,
expandindo a concessão de crédito para além de suas portas.
Em março deste ano a diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) aprovou o financiamento de R$ 35,3 milhões para o programa de
expansão e reforma de lojas da rede varejista Magazine Luiza.
Desta forma, a rede vai engordando seu mix de ofertas e diversificando suas operações,
sendo capaz de oferecer soluções completas a seus clientes até quem sabe tornar-se
num futuro próximo um megavarejista, que é um dos seus principais objetivos, diz
Pimenta, mas com uma ressalva, sem desviar-se de seu core business.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente artigo procurou abordar a questão do crescimento do poder do consumidor
sobre o mercado varejista e identificou uma rede varejista brasileira - O Magazine Luiza que está em sintonia com as tendências que estão se apresentando para o varejo que
priorizam o consumidor e suas necessidades, onde se constróem relacionamentos com
base na confiança, no respeito à privacidade, no diálogo transparente e no incentivo à
formação das comunidades de clientes.
O Magazine Luiza sempre foi pioneiro no segmento varejista e vem conquistando a
passos largos a preferência do consumidor brasileiro, que de imediato simpatiza com sua
filosofia de cuidado e atenção constantes. Mesmo nos ambientes virtuais que a princípio
não necessitariam de intervenção humana lá está a marca registrada da rede varejista, o
vendedor, seja real ou virtual, que atua no papel de consultor auxiliando o e-consumer na
hora da compra.
Em tese, este é o grande diferencial deste empreendimento, que mesmo estando sempre
à frente com relação à tecnologia e às práticas competitivas, consegue identificar as
diferenças entre os consumidores, e é capaz de gerenciá-las oferecendo um leque
variado de opções de encontros e experiências que o consumidor possa ter com a marca,
sem tornar-se invasiva.
Desta forma, a personalização das experiências torna-se uma constante à medida em que
existe por parte da empresa uma preocupação em conhecer seus clientes e seu perfil de
consumo, traduzidos no imenso banco de dados cuidadosamente garimpados e
gerenciados para o atendimento das necessidades individuais e de pequenos grupos, que
podemos destacar como um esforço inicial para uma iniciativa de microssegmentação.
A formação constante de parcerias com o objetivo de oferecer soluções completas a seus
clientes também é outro diferencial competitivo do Magazine Luiza, que não mede
esforços para facilitar e agregar valor às compras de seus clientes oferecendo sempre
vantagens exclusivas.
É impossível não se encantar diante de toda esta trajetória de sucesso, objeto de estudo
no mundo inteiro, e que a cada dia surpreende o mercado com um novo capítulo de
inovação e crescimento.
Comparando as tendências identificadas no referencial teórico apresentado com as
práticas realizadas pelo Magazine Luiza, podemos identificar que o Magazine Luiza ou
adota com louvor, ou está se preparando para isto, todas as práticas apontadas:
§ Mantém um diálogo transparente com seus clientes, mas sem ser invasivo ou abusivo;
§ Procura identificar as diferenças existentes entre os diferentes perfis de seus
consumidores, através da segmentação, entretanto, ainda não conseguiu atingir o nível
de microssegmentação, embora esteja trabalhando para isto;
§ Intenta proporcionar experiências de consumo personalizadas a seu público, fazendo-o
sentir-se único;
§ Está estruturando em seu site uma área destinada à formação de comunidades virtuais;
§ Possui diversas parcerias com fornecedores e parceiros estratégicos, através das quais
consegue disponibilizar ofertas mais completas e valorosas a seus clientes;
§ Adota o conceito de multicanal, estando disponível em diferentes formatos para que os
clientes possam escolher como preferem ser atendidos;
§ Realiza a gestão dos talentos da organização de modo a alcançar o objetivo maior que
é alcançar altos níveis de diferenciação da experiência de consumo.
Desta forma, é possível afirmar, sem sombra de dúvida, que o caminho para se manter
competitivo no varejo é aceitar o crescimento do poder dos consumidores, prestar
atenção em suas particularidades e necessidades e estabelecer diálogo constante, no
sentido de auxílio, de forma a entender quais os seus anseios transformando-os em valor
agregado para a oferta da empresa.
E isto o Magazine Luiza faz com excelência. Prova disto é o seu slogan - "Vem Ser Feliz"
- que deixa claro o tipo de experiência que a rede deseja e proporciona àqueles que
decidem ir a uma de suas lojas, seja real ou virtual.
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SOUZA, Marcos Gouvêa de; SERRENTINO, Alberto. Multivarejo na Próxima Economia.
São Paulo: Pearson Education, 2002.
A História do Magazine Luiza
O Começo
•
1957 O casal Luiza Trajano e Pelegrino José Donato compram uma pequena loja
na cidade de Franca, interior de São Paulo, chamada “A Cristaleira”, e a inauguram
no dia 16 de novembro. Tem início o que seria uma das maiores redes de varejo do
País, o Magazine Luiza. O nome da loja foi escolhido em um concurso cultural,
promovido em uma rádio local – um exemplo de que, desde então, a empresa ouve
e respeita a opinião de seu público.
•
1966 Dona Luiza e Seu Pelegrino ampliam o espaço da loja, que possuía 500m2
na época. O crescimento é impulsionado por uma nova dupla de sócios: Wagner
Garcia e Maria Trajano Garcia, sua esposa e irmã de Dona Luiza. A primeira sede
administrativa da empresa é implantada em Franca.
•
1974 Grandes times precisam de grandes estádios para acolher sua torcida e o
Magazine Luiza reinaugura o seu ‘estádio do Maracanã’, a chamada Loja Número
1 - primeira grande loja de departamentos, com mais de 5.000m2 para receber um
número cada vez maior de clientes fiéis.
•
1976 Novos sócios trazem ainda mais alegria e conhecimentos para a empresa:
Wagner Garcia Jr, Luiza Helena Trajano e Onofre de Paula Trajano se juntam ao
grupo. A sede administrativa da empresa é implantada no novo e imponente
espaço: o Escritório Central. O Magazine Luiza adquire as Lojas Mercantil, que
possuía filiais em Barretos-SP, Igarapava-SP e Franca-SP, sendo a primeira
importante aquisição da rede.
•
1981 Com vocação visionária, o Magazine Luiza é uma das primeiras redes a
implementar um sistema de computação nas lojas. Fazer o futuro acontecer antes
sempre foi uma das marcas da empresa, pioneira também em diversos outros
setores.
•
1983 Começa a expansão para fora do Estado de São Paulo. O Magazine Luiza
chega a diversas cidades do Triângulo Mineiro, uma das regiões mais ricas e
desenvolvidas do Estado de Minas Gerais. Mais e mais clientes começam a ser
conquistados.
•
1986 É inaugurado o 1º Centro de Distribuição (CD), em Ribeirão Preto-SP.
Totalmente automatizado, o CD é um grande passo para consolidar o crescimento
da rede, por meio de uma logística ágil e inteligente.
•
1991 Criada a Holding LTD, para preparar o grupo para a expansão dos negócios.
Logo a seguir, uma nova liderança assume o comando da rede, com Luiza Helena
Trajano à frente. Uma grande transformação no modelo de gestão é iniciada, com
objetivo de fortalecer a empresa para os novos desafios que surgem.
•
1992 Criado o primeiro modelo de comércio eletrônico do mundo: as Lojas
Eletrônicas (hoje chamadas Lojas Virtuais). Resultantes de um projeto inovador,
essas lojas vendem produtos por meio de terminais multimídia, com vendedores
orientando aos clientes, sem necessitar de produtos em exposição ou no estoque.
Nasce o ‘Só Amanhã’, um único dia na semana em que os clientes podem comprar
produtos anunciados por um preço muito abaixo da média do mercado. Na internet,
a promoção é divulgada como ‘Só hoje’.
•
1996 Sempre inovador e pioneiro, o Magazine Luiza muda o conceito de varejo
para o mês de janeiro no Brasil, com a criação da ‘Liquidação Fantástica’, um saldo
de Natal realizado imediatamente após a virada do ano. Neste dia, os clientes
levam tudo o que conseguirem carregar da loja, com descontos de até 70% - ano
após ano, megafilas são formadas nas entradas das lojas, comprovando o sucesso
da ação.
•
1998 Mesmo sendo uma empresa de capital fechado, o Magazine Luiza divulga
seu primeiro balanço financeiro, auditado externamente, exigência necessária
somente em empresas de capital aberto.
•
1999 O Magazine Luiza entra, pela primeira vez, na lista das melhores empresas
para se trabalhar no Brasil, em pesquisa do Instituto Great Place to Work,
publicado pela Revista Exame (Editora Abril).
•
2001 A experiência adquirida em vendas virtuais foi levada para a internet, com a
criação do site magazineluiza.com, um dos gigantes do e-commerce brasileiro.
•
2003 Criação da Financeira Luiza Cred, empresa formada por meio de uma
associação entre o Magazine Luiza e o Itaú/Unibanco, para ampliar a oferta de
crédito aos clientes, por meio do Cartão Luiza, Empréstimo Pessoal e Crédito
Direto ao Consumidor (CDC).
•
2004 O Magazine Luiza é eleito A Melhor Empresa para se Trabalhar no Brasil. A
avaliação, realizada pela Revista Exame e pelo Instituto Great Place to Work, leva
em conta a opinião dos próprios colaboradores das empresas avaliadas. Pela
primeira vez no Brasil e no mundo, uma empresa de varejo ganhou o prêmio.
Inicia-se a maior expansão da história da rede, com a aquisição das Lojas Líder, na
região de Campinas-SP, e da rede Wanel, na região de Sorocaba-SP. Mais de 60
pontos-de-venda são integrados e um processo de transição de marca é iniciado.
•
2005 A expansão da empresa segue a todo vapor, com a aquisição das Lojas
Arno, no Rio Grande do Sul.
•
2006 O crescimento alcança também os estados de Santa Catarina e Paraná,
além do próprio Rio Grande do Sul, com a aquisição das Lojas Base, Kilar e Madol.
É realizada uma inauguração histórica de 76 lojas simultaneamente. O Magazine
Luiza reforça a premissa de que ‘o cliente só será feliz se o colaborador estiver
feliz’ com a criação da TV Luiza, da Rádio Luiza e do Portal Luiza, veículos de
comunicação interna exclusivos para informacoes-para-jornalistasrmar os
colaboradores da rede. Dessa forma, a empresa ratifica sua política de
transparência e comunicação direta, criando canais de mão-dupla entre liderança e
colaboradores. A rádio e a TV são transmitidas para mais de 350 pontos, entre
escritórios, centros de distribuições e lojas, integrando a todos da rede. O
Magazine Luiza traduz, para a sua comunicação de marketing, a filosofia que
sempre norteou a empresa, o “Vem ser feliz” - um convite à alegria e à felicidade,
bem ao estilo franco e aberto da companhia. Muito mais que um simples slogan,
trata-se de um posicionamento que transmite toda a história e essência do
Magazine Luiza, longe de ser apenas uma feliz coincidência. Por sua ousadia e
inovação, o Magazine Luiza se torna um case de sucesso, estudado por alunos da
Universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais conceituadas escolas de ensino
superior do mundo. Atributos como Agilidade nas decisões, Liderança pujante,
Fidelidade dos funcionários e Manutenção dos valores da empresa são destacados
pelos norte-americanos como diferenciais da rede. Criação da LuizaSeg, empresa
de seguros (hospitalar, odontológico, residencial, de vida) e garantia estendida
viabilizada por meio de parceria com a Cardif, que é um "braço" segurador do
banco francês Paribas.
•
2007 A empresa comemora 50 anos, atribuindo seu crescimento a um contínuo
trabalho em equipe. Fato confirmado pelos nove anos consecutivos em que foi
eleita pelo Instituto Great Place to Work como uma das melhores empresas para se
trabalhar no Brasil. A empresa abre o maior e mais moderno Centro de Distribuição
(CD) da América Latina, em Louveira-SP. Com investimentos de R$ 57 milhões e
área total de 240 mil m2, o CD tem localização estratégica, por situar-se próximo à
capital do Estado e às vias rodoviárias de melhor acesso para o restante do País.
Além disso, o CD foi construído com uma tecnologia que permite o aproveitamento
e a otimização dos recursos naturais do local, como a água da chuva e a madeira
reciclável, e dispõe de um ambiente aconchegante de trabalho para os
colaboradores. Em comemoração ao seu aniversário de 50 anos, o Magazine Luiza
lança a maior campanha da história do varejo nacional: “50 anos, 50 casas”. A
cada R$ 50 em compras de qualquer produto da rede, os clientes ganham um
cupom para participar de um sorteio no programa Domingão do Faustão, da TV
Globo. Os vendedores que efetuaram a venda para o cliente sorteado também
ganham uma motocicleta 0 km na promoção. Por suas atitudes inovadoras e
voltadas ao público feminino, o Magazine Luiza recebe o título de A Melhor
Empresa para a Mulher Trabalhar no Brasil, em pesquisa do Instituto Great Place
to Work, publicada pela Revista Época. O prêmio é um reconhecimento à política
de Recursos Humanos baseada na valorização do trabalho da mulher e na crença
de sua evolução na empresa. Firma com o gigante da internet Google a primeira
parceria do gênero na América Latina, que permite com que os vídeos de
demonstração dos produtos vendidos pela empresa sejam veiculados pelo portal
YouTube, em um canal exclusivo.
•
2008 O jeito de ser do Magazine Luiza chega à capital do Estado de São Paulo.
De uma única vez, a empresa inaugura 44 lojas na cidade de São Paulo - um
recorde no setor brasileiro - e um megaevento, noticiado em diversas mídias,
convida os cidadãos paulistanos para conhecerem as lojas da rede. Por dez anos
consecutivos, o Magazine Luiza figura no ranking das melhores empresas para se
trabalhar no Brasil, de acordo com pesquisa do Instituto Great Place to Work, um
dos mais conceituados institutos nesta área.
•
2009 Luiza Helena Trajano, Presidenta do Magazine Luiza, é eleita para presidir o
Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), uma iniciativa de empresários e
presidentes das maiores empresas varejistas para representar o setor no Brasil, no
biênio 2009-2010. Como presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo
(IDV), Luiza Helena Trajano leva ao Presidente da República, Luis Inácio Lula da
Silva, proposta para redução do IPI, o Imposto de Produtos Industrializados, para
toda a linha branca - geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos. Em 17 de
abril, Lula faz publicar, no Diário Oficial da União, a redução do imposto, com
objetivo de estimular as vendas, gerar novos empregos e dar suporte à cadeia
produtiva.
•
2010 Inauguração do Escritório de Negócios em São Paulo-SP, que fica ao lado da
loja conceito na Marginal Tietê. Toda a diretoria-executiva do Magazine Luiza
passa a trabalhar no prédio. Aquisição das Lojas Maia, que possuía 141 lojas nos
nove Estados da região Nordeste, um dos momentos mais importantes da história
do Magazine Luiza. Com isso, a companhia conquista a expressiva marca de 20
milhões de clientes em suas lojas, passando a estar em 16 Estados do Brasil, e
atinge a marca de 16,6 mil colaboradores. Todos os funcionários das lojas
adquiridas são incorporados ao quadro funcional da companhia, ação que ratifica a
postura da empresa de “crença e respeito às pessoas”, e passam a receber todos
os benefícios da rede, como o cheque-mãe, cheque educação, convênio médico,
entre outros. Enquanto o comércio cresceu 10,3% no País, o Magazine Luiza
encerra o ano com crescimento recorde de 30%, mantendo uma expansão
histórica da rede, que não registra prejuízos desde 1992. Cinco anos após a
criação dos veículos de comunicação interna da companhia (Portal Luiza, Rádio
Luiza e TV Luiza), o Magazine Luiza é premiado como a “Melhor Empresa na
Prática do Falar com seus Colaboradores”, pelo renomado Instituto Great Place To
Work.
•
2011 Compra das 121 lojas do Baú do Grupo Silvio Santos no valor R$83
milhões,totalizando mais ou menos 732 lojas mais a internet.
CONCEITO
O Magazine Luiza mantém seu plano de expansão e planeja chegar a todos os
Estados brasileiros até 2015, sem, contudo, perder a alma e os valores da empresa
que a diferenciam no mercado nacional.
Resultado
O que eu encontrei
Magazine Luiza: história, curiosidades e dados sobre o
Magazine Luiza
Nome: Magazine Luiza
Fundada em: 1956
Em: Franca, SP
Por: Luiza Trajano e Pelegrino José Donato
Site: www.magazineluiza.com.br[visitar]
Breve história do Magazine Luiza
Um caixeiro-viajante chamado Pelegrino José Donato passou pela cidade de Franca, no
interior de São Paulo, em meados de 1956, por força de seu ofício. Lá conheceu uma
balconista que viria a se tornar sua mulher. Seu nome: Luiza Trajano.
No ano seguinte, já casados, compraram uma loja chamada A Cristaleira, que vendia
móveis e eletrodomésticos em Franca. Após a aquisição, uma jogada de mestre foi
bolada para sedimentar o novo ponto comercial entre a população da cidade: Luiza e
Pelegrino promoveram um concurso em uma rádio local para a escolha do novo nome da
loja. Após escrutínio popular, o nome escolhido foi Magazine Luiza.
O nome pegou. Em Franca a loja se notabilizou pelo atendimento, gerido pelos próprios
donos, especialmente dona Luiza, que além de “encostar o umbigo no balcão”, também
supervisionava a expedição e fazia pesquisa de mercado. Em 1966, fortalecendo a
imagem de empresa familiar, são admitidos como sócios a irmã de Luiza, Maria Trajano
Garcia e seu esposo, Wagner Garcia.
O Magazine Luiza crescia sólida e lentamente. Já na década de 1970, mais precisamente
em 1976, é inaugurada a loja que os fundadores chamam de “número um” em Franca.
Com 500 m², é a primeira loja de departamentos da rede. Os filhos dos sócios começam a
atuar mais ativamente na direção, em especial Maria Luiza Trajano, a sobrinha de Luiza
Trajano. Já sob a gestão da nova geração, o Magazine Luiza começa a mudar sua gestão
rentável, porém conservadora de negócios.
Na década seguinte, em 1981, o Magazine Luiza implantou o sistema de computação
para controle de vendas e estoque. Provavelmente foi a primeira rede do varejo brasileiro
a fazer tal implementação. Em 1983 a rede sai pela primeira vez do estado de São Paulo,
abrindo uma filial em Minas Gerais. Já em 1986, o Magazine Luiza inaugura o centro de
distribuição de Ribeirão Preto, totalmente automatizado. À época o Magazine Luiza tinha
32 lojas.
Mas foi em 1991 que o grande salto aconteceu. A matriarca Luiza Trajano endereçou à
sobrinha Maria Luiza um bilhete curto porém decisivo: “Logo vou completar 62 anos.
Estou ficando velha. Acho melhor você assumir o Magazine”. A escolha da sucessora não
foi feita por nenhuma afinidade subjetiva. Maria Luiza Trajano trabalhava como balconista
desde os 12, nos períodos de férias escolares. O “umbigo no balcão”desenvolveu o
latente tino comercial e aos 18 começou a trabalhar de forma integral no Magazine Luiza,
concomitantemente aos estudos na Faculdade de Franca. Matérias? Direito e
administração de empresas.
Rapidamente Maria Luiza Trajano galgou posições mais altas na hierarquia da empresa e
na época do bilhete ela já era a superintendente e principal executiva do Magazine Luiza.
A primeira atitude dela foi descentralizar o controle operacional. Maria Luiza conseguiu
feitos extraordinários: não permitiu que os egos familiares se sobressaltassem quando ela
solicitou os cargos de todos os parentes e fez com que seus funcionários tivessem
presença ativa nas decisões, dando agilidade a elas.
Com isso a expansão do Magazine Luiza começou a adquirir velocidade. A criação da
holding LTD foi a mola propulsora das ideias inovadoras e do avanço exponencial da
rede.
Em 1992 a rede deu uma tacada inovadora e ambiciosa: criou a Loja Eletrônica Luiza,
hoje Loja Virtual. A primeira cidade a receber uma Loja Virtual foi Igarapava (SP). São
unidades sem nenhum produto em exposição ou estocado; toda visualização das
mercadorias é feita através de terminais multimídia conectados a uma central de dados.
Os vendedores agem como mestres de cerimônia e humanizam o atendimento.
1993 foi o ano da primeira Liquidação Fantástica, uma das estratégias de marketing e
vendas mais copiadas do varejo brasileiro. No início de janeiro a rede vende produtos de
mostruário e desova seus estoques de ano novo em um único dia, com descontos reais
de até 70%. O sucesso foi enorme: o consumidor aderiu à Liquidação Fantástica
formando filas quilométricas em frente às lojas e fazendo o evento ser noticiado pelos
principais jornais do país.
A tão sonhada expansão da rede começou a ser delineada após 1995 e nos anos 2000. A
Casas Felipe, com lojas no PR e no MS foi comprada em 1996. Em 2003 são adquiridas
as lojas Lider de Campinas (SP) e a rede Wanel de Sorocaba (SP). Em 2004 abriu-se
uma oportunidade de ouro para a entrada na região Sul do País. Foram compradas a rede
Arno (RS), e as lojas Base, Kilar e Madol com lojas no PR e em SC.
Em 2006 são inaugurados 3 centros de distribuição com localizações estratégicas: Caxias
do Sul (RS), Contagem (MG) e Navegantes (SC). Em 2007 o centro de distribuição central
da rede abre as portas em Louveira (SP), às margens da Rodovia dos Bandeirantes. Em
2008 foram abertas 50 lojas no maior e mais difícil mercado brasileiro: São Paulo, capital.
Em 2010, frente aos avanços da concorrência sobre a posição do Magazine Luiza no
mercado — a saber, a aquisição da Casas Bahia pelo Grupo Pão de Açucar, por meio do
Ponto Frio e a criação da holding Máquina de Vendas, resultado da união da mineira
Ricardo Eletro com a baiana Insinuante, mais City Lar – a rede do interior de SP comprou
a rede paraibana Lojas Maia, atuando no mercado do Nordeste desde 1959. Com esta
compra, o Magazine Luiza conseguiu penetração no Nordeste e um acréscimo de 140
lojas à sua rede nos nove estados da região.
Desde 2003 o Magazine Luiza faz parte da lista das melhores empresas para se trabalhar
no Brasil, segundo dados do Great Place to Work Institute, sempre entre as dez mais bem
colocadas, sendo que no primeiro ano de certificação foi a primeira colocada.
Magazine Luiza em números e dados diversos
O Magazine Luiza possui cerca de 590 lojas nos estados de SP, MG, MS, PR, SC, RS e
em todos os estados do Nordeste e conta com aproximadamente 17.300 funcionários.
Seu faturamento no ano de 2009 foi de R$ 3,8 bilhões e a previsão deste ano, graças à
aquisição das Lojas Maia, é de R4 5,7 bilhões.
O Magazine Luiza atua no varejo no competitivo mercado dos móveis, eletrodomésticos e
eletroeletrônicos, celulares, informática, brinquedos e utilidades domésticas. As táticas de
venda são agressivas e direcionadas às classes C e D, oferecendo prazos longos e
prestações atrativas que fazem o preço final do produto dobrar mas permitem a compra
de itens considerados “de luxo” pela população das classes sociais acima descritas.
Além das lojas de departamentos e das unidades virtuais, o Magazine Luiza também atua
como financeira através do Luiza Cred, em parceria com o Itaú Unibanco, além de ter
consórcio próprio (Consórcio Luiza) e o LuizaSeg, fruto da parceria com o banco Cardif,
que fornece soluções em seguros, como o Luiza Odonto, Luiza Vida e o Luiza
Residencial.
O Magazine Luiza também está para firmar um acordo com a companhia aérea Azul para
operarem em conjunto uma agência de viagens que venda apenas viagens a pacotes da
própria Azul. Caso as negociações se concretizem, a primeira loja será aberta no interior
de São Paulo, numa localidade ainda não informada.
Em 2005 o Magazine Luiza foi alvo de um estudo de pesquisadores da Harvard Business
School para tentar entender a razão do seu sucesso e do seu crescimento. A professora
Frances Frei e o pesquisador da Harvard no Brasil Ricardo Reisen de Pinho, após um
longo período de estudo, chegaram a alguns fatores que podem explicar, ao menos
parcialmente, o que existe por trás de tamanho crescimento.
•
Agilidade nas decisões – não ter medo de mudar rotas e quebrar paradigmas
pré-estabelecidos, tudo em nome do crescimento da rede.
•
Liderança pujante – Maria Luiza Trajano consegue transmitir seu entusiasmo
através de ações pró-ativas e atitudes de liderança positivas.
•
Fidelidade dos funcionários – todos os colaboradores sentem-se como parte
integrante de uma equipe graças a uma estrutura que permite que ideias possam
ser ventiladas e até utilizadas e uma autonomia rara em redes de varejo
semelhantes. Os vendedores podem decidir sobre cessão de crédito e descontos,
cobrar que atrasa carnês. E os resultados conjuntos são divididos por toda a
equipe.
•
Manutenção dos valores da empresa – mesmo quando trata-se de funcionários
de lojas recém-adquiridas, vale a mesma regra: todos precisam falar a mesma
língua. Treinamentos, dinâmicas, confraternizações (muitos deles com a
participação da CEO Maria Luiza) e o que mais for preciso são usados para manter
a coesão da cultura de trabalho do Magazine Luiza.
•
Não ter medo de ousar e ser pioneira – criar uma financeira? Lojas Virtuais?
Novas formas de e-commerce? Promoções inovadoras? O Magazine Luiza tem
disposição para se manter na vanguarda e ser ponta-de-lança de tendências
futuramente adotadas como padrão no varejo.
http://brunotorres.net/p/magazine-luiza-pioneira-das-lojas-virtuais.html
SASAZAKI - UMA HISTÓRIA DE MUITO TRABALHO E CONQUISTAS AO LONGO DE SEIS
DÉCADAS
A história da Sasazaki no Brasil começou a ser edificada em 1933, quando a família Sasazaki
desembarcou em Santos (SP), vinda do Japão - juntamente com centenas de outros imigrantes –
e instalou-se numa fazenda na região de Guaimbê – interior de São Paulo. Após dez anos de
trabalho na agricultura, os irmãos Kosaku e Yusaburo trocaram Guaimbê por Marília/SP, e
começaram a fabricar lamparinas artesanais com folha de flandres recicladas, para sustentar a
família, desfalcada pela morte do pai, Yosaku Sasazaki.
A partir daí, os irmãos começaram a produzir equipamentos que aumentavam a eficiência dos
agricultores em suas lavouras. Kosaku e Yusaburo, em conjunto com mais três irmãos, Yutaka,
Hachiro e Tochimiti, e mais o amigo Kyomassa Shibuya, formaram a Indústria e Comércio
Sasazaki e, em alguns anos, a empresa deixou a fase manual para trás e lançou equipamentos
agrícolas motorizados.
Por imposição dos fenômenos climáticos e sazonalidade da agricultura, a Sasazaki mudou os
rumos da empresa, que deixou o desenvolvimento de soluções para o campo para se dedicar à
atividade de esquadrias metálicas. O primeiro produto criado foi uma Janela Veneziana. Depois,
vieram Janelas de Correr, Portas e complementos. O negócio de esquadrias ganhou vulto e a
empresa começou a se destacar como a maior fabricante do seu segmento.
SASAZAKI - UMA HISTÓRIA DE MUITO TRABALHO E CONQUISTAS AO LONGO
DE SEIS DÉCADAS
A história da Sasazaki no Brasil começou a ser edificada em 1933, quando a família
Sasazaki desembarcou em Santos (SP), vinda do Japão - juntamente com centenas
de outros imigrantes – e instalou-se numa fazenda na região de Guaimbê – interior de
São Paulo. Após dez anos de trabalho na agricultura, os irmãos Kosaku e Yusaburo
trocaram Guaimbê por Marília/SP, e começaram a fabricar lamparinas artesanais com
folha de flandres recicladas, para sustentar a família, desfalcada pela morte do pai,
Yosaku Sasazaki.
A partir daí, os irmãos começaram a produzir equipamentos que aumentavam a
eficiência dos agricultores em suas lavouras. Kosaku e Yusaburo, em conjunto com
mais três irmãos, Yutaka, Hachiro e Tochimiti, e mais o amigo Kyomassa Shibuya,
formaram a Indústria e Comércio Sasazaki e, em alguns anos, a empresa deixou a
fase manual para trás e lançou equipamentos agrícolas motorizados.
Por imposição dos fenômenos climáticos e sazonalidade da agricultura, a Sasazaki
mudou os rumos da empresa, que deixou o desenvolvimento de soluções para o
campo para se dedicar à atividade de esquadrias metálicas. O primeiro produto criado
foi uma Janela Veneziana. Depois, vieram Janelas de Correr, Portas e complementos.
O negócio de esquadrias ganhou vulto e a empresa começou a se destacar como a
maior fabricante do seu segmento.
Fundada em 1943, a Sasazaki é reconhecida pela liderança e qualidade de suas
portas e janelas de aço e de alumínio e está entre as maiores e melhores indústrias do
setor na América Latina.
Desde o princípio, a Sasazaki fundamentou sua estratégia de crescimento na
qualidade de seus produtos, no relacionamento e respeito com seus clientes e
fornecedores, e na credibilidade de sua marca. Ao longo de sua história, diversificou
suas atividades. A partir de 1975, passou a atuar no segmento de construção civil, a
princípio na fabricação de janelas e portas de aço. No ano 2000, ampliou seu mercado
de atuação e ingressou no segmento de portas e janelas de alumínio.
Com altos investimentos em tecnologia, e fiel à sua postura de buscar soluções em
processos e materiais, a Sasazaki apresenta produtos que visam suprir as
necessidades de um mercado que se revigora e exige produtos tecnologicamente
mais aperfeiçoados. Está entre as empresas que mais lançaram inovações na última
década e foi a primeira indústria do setor de esquadrias metálicas a obter a
certificação NBR ISO 9001, pelo seu Sistema de Gestão da Qualidade.
Atualmente, a Sasazaki possui um parque industrial com tecnologia própria, instalado
em 78 mil m2 de área construída, localizado em Marília/SP. Os produtos são
revendidos por cerca de 5.000 pontos-de-venda, distribuídos em todo o Brasil e,
anualmente, a empresa passa a fazer parte de mais de 200.000 edificações
residenciais, comerciais e industriais.
A preferência e o reconhecimento técnico do nível de excelência dos seus processos
industriais e produtos de aço e de alumínio são confirmados por arquitetos,
engenheiros, construtores, lojistas e consumidores em todas as pesquisas realizadas
pelo setor de construção.
O conjunto de ações mercadológicas, a força da marca consagrada e as iniciativas,
visando avanços tecnológicos, controle de qualidade, aperfeiçoamento constante da
oferta de serviços e valorização profissional, são fatores que contribuem e certamente
continuarão contribuindo para que a Sasazaki alcance índices de crescimento ainda
maiores nos próximos anos.
A Sasazaki produz cerca de 1 milhão de peças ao ano, divididas em suas linhas de
portas e janelas de aço e de alumínio. Lançou, na última década, mais de 300 novos
itens e mantém uma área de estocagem de 15.000 m2 para armazenar todos os
produtos ali fabricados.
A Sasazaki, desde o princípio, fundamentou suas estratégias de crescimento na
qualidade de seus produtos. Em 1995, a empresa decidiu investir no programa de
qualidade 5S e, na seqüência, na certificação pela norma NBR ISO 9001, cujo objetivo
foi alcançado em 1998. No decorrer dos anos, a Sasazaki tem aplicado o Kaizen, ou
seja, melhoria contínua, conquistando prêmios de reconhecimento pela qualidade dos
produtos e serviços, outorgados pelos mais renomados órgãos de pesquisa do país.
O controle de qualidade da Sasazaki começa na matéria-prima recebida de seus
fornecedores, e vai até a última etapa do seu processo de produção. Para manter esta
qualidade, o fator disciplina é fundamental e é mantido através de treinamento dos
funcionários.
Um outro projeto, conhecido como ASPEM, que significa Análise, Solução de
Problemas e Melhorias, é utilizado como um programa que privilegia o trabalho em
equipe na busca de soluções do dia-a-dia.
A preservação ambiental sempre foi uma preocupação e prioridade da empresa, e
está prevista na “Missão da Sasazaki”. Por isso, a Sasazaki faz opção por projetos que
não danifiquem o meio ambiente e investe em programas como o de reciclagem de
resíduos e de tratamento de efluentes.
SOBRE A LOJA RENNER - HISTORIA
O ano de 1965 marca o início da história de Lojas Renner como uma empresa
verdadeiramente independente. Até então, Lojas Renner existia como parte do
grupo A. J. Renner, indústria fabril instalada no bairro Navegantes, em Porto
Alegre (RS). Foi como parte integrante do grupo A. J. Renner que Lojas Renner
inaugurou em 1922, na capital gaúcha, seu primeiro ponto-de-venda para a
comercialização de artigos têxteis.
Em 1940, ainda como empresa pertencente ao grupo, o mix de produtos foi
ampliado e Lojas Renner passou a operar como uma loja de departamentos.
Em 1965, devido ao seu crescimento e evolução, o grupo A. J. Renner optou
por tornar independentes as diferentes empresas que o formavam, ocasião em
que foi então constituída a companhia Lojas Renner S.A. Dois anos depois, em
1967, Lojas Renner já se transformava em uma empresa de capital
aberto.Após décadas de bom desempenho, Lojas Renner passou por uma
profunda reestruturação no início dos anos 1990, passando a operar no
formato de loja de departamentos especializada em moda. Ainda na década de
1990, impulsionada pela bem sucedida reestruturação e pela implantação da
Filosofia de Encantamento - segundo a qual não basta satisfazer, mas superar
as expectativas dos clientes - Lojas Renner expandiu suas operações para
além do Rio Grande do Sul, chegando aos Estados de Santa Catarina, Paraná,
São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e para o Distrito Federal,
consolidando sua posição nesses mercados como uma loja de departamentos
especializada em moda com mercadorias de qualidade a preços competitivos.
Em 1991, quando teve início o processo de reestruturação, a Companhia
contava com oito lojas e, até novembro de 1998, já havia inaugurado 13 novas
lojas, totalizando 21 unidades.Em dezembro de 1998, a J. C. Penney Brazil,
Inc. subsidiária de uma das maiores redes de lojas de departamentos dos EUA,
adquiriu o controle acionário da Companhia. Como subsidiária do grupo J. C.
Penney, a Renner obteve alguns benefícios operacionais, tais como o acesso a
fornecedores internacionais, a consultoria de especialistas na escolha de
pontos comerciais, bem como a adoção de procedimentos e controles internos
diferenciados. Isso contribuiu para um crescimento substancial da Companhia
a partir de dezembro de 1998. Com a implantação do conceito de lifestyle nas
coleções e nas lojas, em 2002, mais um importante passo é dado na evolução
de Lojas Renner. As coleções passam a ser desenvolvidas por estilos de vida e
compostas por marcas próprias que refletem um jeito de ser e de vestir, com
base em atitudes, interesses, valores, personalidades e hábitos dos clientes.
Também as lojas passam a expor os produtos de forma coordenada, facilitando
a escolha do consumidor e otimizando o seu tempo de compras.
Em junho de 2005, ocasião em que a Companhia já atuava com 64 pontos-devenda, a JC Penney, em conjunto com os administradores das Lojas Renner,
optou pela venda do controle da Companhia através de oferta pública de ações
na Bolsa de Valores de São Paulo. As Lojas Renner entrou então no Novo
Mercado da Bovespa como a primeira Companhia no país a ter seu capital
pulverizado e aproximadamente 100% das ações em circulação. No ano em
seguinte, em 2006, com a bem sucedida operação de pulverização das ações
na Bolsa, o plano de expansão é intensificado e Lojas Renner inicia sua
atuação no Nordeste, com a abertura de lojas nos estados de Pernambuco,
Ceará e Bahia. Ao longo do ano são inauguradas 15 novas unidades e a
Companhia chega ao número de 81 lojas.
O ano de 2007 marca a continuidade do plano de expansão e a chegada da
Companhia na região Norte, com a abertura de uma loja no estado do
Amazonas. Também é intensificada a presença no Nordeste com a entrada da
Companhia nos estados de Sergipe e Paraíba e o fortalecimento da atuação na
Bahia. Durante o ano são abertas 14 novas operações e a rede chega ao final
de dezembro com 95 lojas. Hoje as Lojas Renner é a segunda maior rede de
lojas de departamentos de vestuário no Brasil e das 102 lojas existentes, 95
estão instaladas em Shopping Centers e 7 em pontos centrais de cidades, nas
regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país.
Introdução:
Antônio Jacob Renner foi quem começou a escrever a história do nome
Renner.
Descendente de alemães, começou a trabalhar ainda menino na fábrica de
banha da família em São Sebastião do Caí. Mais tarde, já morando em Porto
Alegre, decidiu-se pela indústria fabril, instalando a fábrica no bairro
Navegantes.Comercializava capas de pura lã e capas do vestuário masculino,
resistentes ao frio, ao vento e às chuvas, tornando-se uma peça de roupa
indispensável tanto para o gaúcho da campanha e aos caixeiros-viajantes,
como também ao homem da cidade.Sempre alerta às tendências do mercado,
a Renner começou a ampliar e a diversificar suas atividades empresariais. Um
exemplo são as plantações de linho, matéria-prima para a fabricação de trajes
masculinos de alta qualidade, que levavam a marca Renner e que inspiraram o
primeiro conceito empresarial lembrado: "Renner, a boa roupa, ponto a ponto"
Em 1922, acontece a primeira experiência comercial: um simples posto de
venda da fábrica, num pequeno ponto da Rua Doutor Flores em Porto
Alegre.Com o tempo, a Lojas Renner foi conquistando a preferência dos
consumidores, não só pela comercialização de artigos de vestuário, como
também pela inclusão dos departamentos de eletroportáteis, bazar e artigos
para presente, móveis, utensílios para o lar, artigos esportivos, cama, mesa e
banho. Assim, em 1945, inaugurou a primeira loja de departamentos - Loja
Otávio Rocha.
Em 1994, iniciou-se o processo de expansão para o estado de Santa Catarina
e em 1996, inaugurou-se a primeira loja no estado do Paraná. Já em 1997,
inauguraram-se as primeiras lojas no estado de São Paulo.Em dezembro de
1998, os acionistas venderam o controle acionário para a J. C. Penney.As duas
empresas se uniram por terem princípios e valores bastante próximos. É por
este motivo que, quando a JC Penney adquiriu a Renner, manteve a filosofia
da empresa, incentivando suas atividades.
É importante ressaltar que os fundadores das empresas têm valores
semelhantes e forma de gerir muito próximas e este foi um fator determinante
para a compra da empresa.Dessa forma, com a chegada da JC Penney, a
Renner intensificou seu processo de expansão inaugurando mais de 30
unidades da empresa no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.
Em 2005, a Renner foi vendida para o mercado financeiro, tornando-se a 1ª
Corporation (empresa vendida 100% ao mercado financeiro) no Brasil.
Em 2011, em pesquisa realizada pela Aon Hewitt e publicada na revista Valor
Econômico a Renner foi escolhida como a segunda melhor empresa brasileira
em gestão de pessoas, das empresas com mais de 10.000 funcionários,
ficando atrás somente da AmbBev, sendo que na mesma pesquisa no ano de
2010, as Lojas Renner tinham ficado em terceiro lugar.
Metodologia
Da Pesquisa :
Titulo: Lojas Renner
TEMA: Segunda maior rede de lojas de departamento de vestuário do Brasil .
Minha pesquisa foi feita sobre as lojas Renner ; departamento de vestuário .
Pesquisei sobre a Renner porque é uma grande rede de loja , onde tem vários
lançamentos ; roupas femininas ; roupas masculinas e roupas infantis .
Minha Pesquisa foi feita através da Internet, pelo site Gooogle.
A História foi feita nos seguintes passos :
- entrei no Google ;
- escrevi na barra de pesquisa : Lojas Renner ;
- cliquei no seguinte link : Renner – Institucional – Historia – Portal – Lojas
Renner ;
- Li todas as informações da História das Lojas Renner que constavam na
página do site ;
- Copiei e Colei no Word Office 2007 ;
- Formatei ; Salvei .
Para Pesquisar a Introdução da Pesquisa sobre as Lojas Renner , utilizei
os seguintes passos :
- Internet ;
- entrei no Site Google ;
- escrevi na barra de pesquisa : Lojas Renner ;
- cliquei no seguinte link : Lojas Renner – Wikipédia , a Inciclopédia Livre ;
- Li todas as informações das Lojas Renner que constavam na página do site ;
- Copiei e colei no Word ;
- Formatei ; salvei .
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Entrei no meu email e enviei ao Professor Carlos de Economia a:
História e a Introdução das Lojas Renner .
História :
Site : http://portal.lojasrenner.com.br/renner/front/institucionalHistoria.jsp
Introdução :
Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lojas_Renner
RESULTADO:
Nome: Lojas Renner
Fundada em: 1965
Em: Porto Alegre
A loja Renner é a segunda maior Rede de departamento de lojas do Brasil.
Sempre alerta as tendências do mercado, a renner começou a ampliar e a
diversificar suas atividades empresarias como, por exemplo, as plantações
de linho, matéria-prima para a fabricação de trajes masculinos.
Antonio Jacob Renner foi o principal autor da história da empresa, foi quem
começou a escrever a historia do nome Renner
Com o tempo,a loja Renner foi conquistando a preferência dos
consumidores ,não pela comercialização de vestuário,como também pelos
departamento de eletroportateis e artigos para presentes,moveis ,utensílios
para a casa,artigos esportivos,cama ,mesa e banho.
As Lojas Renner foi fundada em 1912, por Antônio Jacob Renner, como nome
A. J. Renner. A empresa comercializava capas de pura lã e capas de vestuário
masculino resistente ao frio, ao vento minuano as às chuvas, que se tornou
uma peça indispensável tanto para o gaúcho da Campanha quanto para o
homem da cidade. O primeiro ponto de vendas das Lojas Renner foi
inaugurado em 1922, e a partir dos anos 40 com uma comercialização mais
ampla de produtos, tornando-se uma loja de departamentos. Logo em 1965
nasceu a Renner SA, dois anos depois veio o lançamento de açoes e só em
1991 a Lojas Renner tornou-se uma loja de departamentos especializada em
moda.
No dia 22 de dezembro de 1998, ela foi comprada pela empresa multinacional
de lojas de departamentos norte americana JC Penny, então detentora de
97,7% das ações, mas em junho de 2005 com a saída da JC Penny, as ações
da Renner foram vendidas de forma pulverizada na Bovespa, tornado-a a
primeira comporation brasileira.
Hoje a Renner conta com 107 unidades em todo o Brasil, nos estados de São
Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Santa
Catarina, Distrito Federal, Bahia, Pernambuco, Ceará, Goiás, Rondônia, Rio
Grande do Norte, Pará, Amazonas, Espiro Santo, Mato Grosso e Mato Grosso
do Sul, Paraíba e Sergipe.
Em termos de investimento social privado, até 2006, a Lojas Renner apoiava
financeiramente projetos encaminhados por organizações da sociedade civil e
desenvolvia ações utilizando leis de incentivo fiscal. As decisões eram
subordinadas às áreas de Recursos Humanos e Marketing e as propostas
variavam de capacitação profissional a doações pontuais de roupas.
Em 2006, a empresa sentiu a necessidade de alinhar seu investimento social à
nova estratégia de RSE e contratou o IDIS para conduzir esse processo. “O
IDIS nos trouxe reflexões profundas sobre responsabilidade social e nos ajudou
a encontrar o caminho para a empresa”, afirma Clarice Martins Costa, diretora
de Recursos Humanos da Lojas Renner.
A consultoria aconteceu entre 2006 e 2008. A metodologia de trabalho
envolveu a realização de um diagnóstico sobre a gestão em RSE, reuniões
com os stakeholders, além de planejamento, definição das ações e execução
das estratégias.
Com base no processo, a Lojas Renner, decidiu reformular seu Código de Ética
e de Conduta. O documento passou a contemplar, além dos colaboradores,
públicos com os quais a empresa se relaciona: clientes, fornecedores, governo
e comunidade. E também incluiu os princípios corporativos. A consultoria
culminou com a definição da causa e das estratégias de investimento social da
empresa,
geridas
pelo
Instituto
Lojas
Renner.
Também se
desdobrou na primeira ação de MRC.
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A rede de lojas de departamento de vestuário Renner é a segunda maior
do país no ramo e foi a primeira empresa brasileira a ter 100% do seu
capital negociado na bolsa de valores, tendo sua oferta inicial de capital
(IPO) realizada no ano de 2005. Lojas Renner podem ser encontradas
em praticamente qualquer shopping center do Brasil. São mega-lojas
que, não raro, têm mais de um piso, mesmo nos shoppings.
Na verdade, a Renner pode ser chamada de uma rede de lojas em Shopping
Centers, porque de suas 116 lojas, 109 estão em shoppings. Há filiais das
Lojas Renner nas 5 regiões do país.
A história das lojas Renner começa em 1965, quando a rede foi dissociada do
grupo A. J. Renner, da industria têxtil, e passou a vender mais do que apenas
produtos têxteis, mas também todo tipo de produto relacionado a moda, sendo
verdadeiramente uma loja de departamento do ramo.
Até a década de 1990, as lojas Renner estavam presentes apenas no estado
do Rio Grande do Sul. Nesta mesma década, começava a expansão para o
resto do país, inicialmente para mais 6 estados. A idéia era — e ainda é — ser
uma das maiores redes de lojas de departamento de moda do país, com o
objetivo de “encantar” o cliente, ou seja, superar suas expectativas de uma loja
desse tipo.
A partir de 2002, a Renner passou a categorizar suas coleções por estilos de
vida, conseguindo atingir melhor diversos tipos de públicos. O interessante
dessa abordagem é que o cliente tem mais facilidade para achar peças que lhe
agradam e isso aliado ao preço baixo conseguem atrair clientes com imensa
facilidade.
http://brunotorres.net/p/lojas-renner-roupas-e-acessorios-para-todos-osestilos.html#axzz1wwZmsZxa
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Por que investir na Renner? (LREN3)
Conheça a história das Lojas Renner, empresa de capital aberto há mais de 40
anos, mas que há quatro realizou uma oferta de 100% de ações. A companhia
começou no RS, expandiu para os estados e hoje possui mais de 110 lojas em
todo país. Recentemente ela conquistou o prêmio IR Magazine Brasil Awards
2009, um reconhecimento do trabalho de relacionamento com o investidor
Por Jacqueline Ferreira
Por que o investidor individual deve optar por ter ações das Lojas Renner
na carteira?
Nós somos a segunda empresa maior de varejo de moda no Brasil e
possuímos um potencial muito grande de crescimento. Temos apresentado
resultados de forma consistente, pagamos dividendos de um bom percentual
dos resultados e as características dos nossos métodos de Governança
Corporativa são muito destacadas no mercado de capitais brasileiro, sendo
reconhecidos inclusive através de premiações do IBGC. Prezamos a
transparência nas informações e na relação com nosso público e acionistas.
Nosso setor de atuação é muito promissor e já cobrimos todo Brasil. Contamos
com 115 lojas em todo o país e a intenção agora, é de consolidar cada vez
mais a nossa posição. Neste primeiro semestre, já inauguramos cinco novas
lojas e lançamos três novas marcas exclusivas.
Quais as mudanças mais significativas que ocorreram nesses 45 anos
desde sua inauguração em 1922?
Somos uma empresa de capital aberto há 42 anos; abrimos capital em 1967.
JC Penney foi nossa acionista controladora até 2005, quando achou que era o
momento de sair do Brasil e lançar as ações ordinárias (ON) na Bolsa de
Valores. Foi a partir daí, que houve aumento na nossa liquidez e também
começamos a fazer parte do Novo Mercado.
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Dados corporativos
Origem: Brasil
Fundação: 1912
Fundador: Antônio Jacob Renner
Sede mundial: Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Proprietário da marca: Lojas Renner S.A.
Capital aberto: Sim (1967)
Presidente do conselho: Cláudio Thomas Lobo Sonder
Diretor presidente: José Galló
Faturamento: R$ 2.36 bilhões (2009)
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Lucro: R$ 189.6 milhões (2009)
Valor de mercado: R$ 6.5 bilhões (janeiro/2011)
Valor da marca: R$ 369 bilhões (2009)
Lojas: 134
Presença global: Não (presente somente no Brasil)
Funcionários: 11.500
Segmento: Varejo (loja de departamento)
Principais produtos: Roupas, calçados, acessórios e cosméticos
Slogan: Você tem seu estilo. A Renner tem todos.
Website: www.lojasrenner.com.br
Voce sabia?
É a única loja de departamento no Brasil que trabalha com perfumaria de luxo,
oferecendo grandes marcas como Carolina Herrera, Azarro, Hugo Boss e
outras.
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Há 15 anos, a Lojas Renner, uma das três maiores redes brasileiras
de vestuário e artigos de beleza, implantou a Avaliação 360º,
ferramenta de gestão que permite acompanhar o desenvolvimento
profissional por competências dos seus mais de 9 mil funcionários em
95 unidades espalhadas pelo País. A empresa também investe na
consolidação da filosofia do encantamento do cliente e chegou a
reunir em um livro as 100 melhores histórias de atendimento escritas
pelos próprios colaboradores.
http://www.empreendedor.com.br/content/gestora-do-encantamento
Fabricando veículos para a Suécia e para o Brasil
A Volvo é uma empresa pública de origem sueca, fundada em 1927,pelo
engenheiro Gustav Larson e o economista Assar Gabrielsson com sede na
cidade de Gotemburgo.Em latim,Volvo significa “eu rodo” ou ,por anologia “eu
guio”.
A companhia é uma grande fabricante de veículos comerciais,destacando-se
como uma das maiores fabricantes de caminhões do mundo.entretanto existem
outras áreas de atuação que a empresa deixa por conta das suas
subsidiáreas.Os “braços da Volvo são:Volvo Camiões (caminhões) e
Autocarros (ônibus), Volvo Aero e Volvo Serviços financeiros. A Volvo Cars
deixou de fazer parte do grupo e foi vendida à Ford Motor Company. A marca
também é dona da Mack Trucks.
Ela tem aproximadamente 100.000 empregados.
Seu valor de mercado em 2010 foi de US$34,8 Bilhões e seu faturamento foi
de US$1,6 Bilões.
No dia 28 de março de 2010, a Ford acertou a venda da Volvo para a chinesa
Zhejiang Geely Holdin Group, em uma transação envolvendo US$ 1,8 bilhão.
História
A Volvo iniciou suas atividades em 14 de abril de 1927 na cidade de
Gotemburgo,capital do condado de Vastra Gotaland, na Suécia.
A idéia de seus fundadores,era a produção de veículos de passeio que fossem
ao mesmo tempo seguros e adequados ás condições severas do clima da
Suécia na época.
A produção de caminhões se iniciou no ano seguinte com o ‘Series 1’, um
sucesso imediato,que chamou atenção também fora da Suécia.
A maior contribuição da Volvo ao automobilismo foi a invenção do cinto de
segurança de três pontos, introduzido em 1959.
Volvo no Brasil
Em 24 de outubro de 1977,foi criada a Volvo do Brasil Motores e Veículos S.A.,
dando início à uma nova fase na história da marca no País, depois das
importações nos anos 30 a 60. Além da proximidade do Porto de Paranaguá e
do parque de autopeças de São Paulo, os empresários sueco encontraram em
Curitiba boas escolas técnicas e mão-de-obra especializada.O sueco Karsson
foi o primeiro diretor-superentendente da empresa, foi de 1977-1986 sendo
subistituido por Mats-Ola Palm 1986 -1989, assim sucessivamente, Bengt
Calén 1989- 1991, Carl Lindestrom 1991-1998, Ulf Selven 1998-2001, Peter
Kalsten 2001-2003 o atual presidente é Tommy Svensson que assumiu em
2003.
Em 1979 a fabrica já estava chegando ao final do seu processo de contrução e
seus funcionários ,que trabalhavam na administração foram transferidos para
novas instalações, na CIC – Cidade Industrial de Curitiba.Na época atendendo
à nova política de descentralização industrial do governo industrial ,o estado do
Paraná desenvolveu um grande projeto com toda infra-estrutura para
instalação de indústrias.Nesse ano, começa a produção da Volvo no Brasil com
motores e chassis de ônibus B58.Paralelamente no rio de Janeiro, a Volvo
Penta inicia a marinização dos motores AQB41.
O presidente da República,João Figueiredo, inaugurou a nova fábrica,
oficialmente, em 4 de dezembro de 1980. Foram feitos estudos sobre as
exigências legais do País e as necessidades e tendências do mercado pra
identificar qual o tipo de veículo seria mais adequado para o transporte
rodoviário de cargas no Brasil. Chegaram a conclusão que seria o caminhão
global da série “N”, vendido na Europa, América do Norte, outros paíes da
América do Sul, Ásia e Austrália. Esse é o inicio da produção do caminhão
pesado N10, com motor de 10 litros e, um ano mais tarde, iniciou-se a
produção do caminhão pesado N12, com motor de 12 litros, formando a base
da linha de produtos oferecida pela marca ao mercado brasileiro.
Ao longo dos 30 anos no Brasil a Volvo vem modernizando suas linhas.Em
2006, foi produzida a ultima unidade do modelo NH, de cabine “nariguda”. Com
isso encerrou-se um ciclo com modelos N, NL e NH em 26 anos de fabricação
A cada ano com sua visão ampla do mercado e visando a qualidade total de
seus produtos e serviços a Volvo com seus ”braços” foi inovando e ampliando
seus serviços, com tecnologia de ponta e mão-de-qualificada ,vê seus esforços
reconhecidos mundialmente.
Zela pela segurança , esta sempre desenvolvendo novas tecnologias para
proteger as pessoas. Sendo assim não tinha como deixar de lado a praticas de
sustentáveis, como
redução do consumo de energia na produção, a
reciclagem de insumos e um amplo sistema de gestão ambiental.
As principais fábricas do Grupo Volvo já são neutras em emissão de CO2 e em
breve todas suas unidades adotarão esse conceito. Em produtos, a Volvo
desenvolve pesquisas avançadas com combustíveis de fontes renováveis e é
pioneira no desenvolvimento de veículos comerciais híbridos (diesel/elétricos).
Consciente das necessidades da sociedade que os rodeam, com o apoio da
Volvo, seus funcionários criaram a Fundação Solidariedade. Sediada em
Campo Magro – PR, município próximo a Curitiba, a fundação tem como
finalidade abriga crianças e adolescentes em situação de risco, com isso
tentando levar alegrias a seus corações lhes dando uma nova oportunidade de
vida e futuramente integrando as conforme suas idade para o mercado de
trabalho
Um exemplo de Gestão de pessoas a ser seguido
A Volvo em 2011 levou o cobiçado título de melhor Empresa para
trabalhar,alem de se destacar como a melhor empresa do setor automotivo e
da região Sul.O objeto de desejo dos paranaenses, a companhia mantém
práticas consistentes para tudo o que se refere à gestão de pessoas e sabe
reconhecer de forma justa seus empregados, eles recebem a maior
participação nos lucros do país.Em 2010, cada um de seus 3006 funcionários
receberam piso de 9000 reais.Lá, 88% dos colaboradores se diz satisfeito e
motivado e 85% dos funcionários acredita que a companhia investe em seu
desenvolvimento.
A Volvo é sonho de consumo de quem está fora e menina dos olhos de quem
está dentro.a subsidiária brasileira conta com um índice de engajamento de
88% ante a média de 80% da companhia no mundo.Tal comprometimento se
reflete,por exemplo ,na satisfação que o nível operacional demonstra com seus
gestores.Se os funcionários dectar alguma necessidade de melhoria esse
aspecto é encaminhado para avaliação de desempenho anual,e as mudanças
são providenciadas.
Quando se trata de suas lideranças, a Volvo adota os conceitos de Leadership
Pipeline, um conjunto de etapas que formam um percurso afunilando desde a
entrada na companhia, passando pela gestão júnior até a direção.Para seu
pipelino (ou tubulação) não ser obstruído,a empresa adotou o programa aos
55anos e, durante cinco anos, vai se preparando para a aposentadoria.Como
prevê o programa ,faltando dois anos para a aposentadoria do funcionário
independente do cargo é reduzida a carga horária de trabalho do mesmo,
evitando assim o corte abrupto.O programa visa dar oportunidade aos mais
novos. A política da empresa é não esperar que os funcionários mais velhos
morram para que alguém seja promovido. Além disso, o Olho no futuro serve
como ferramenta de sucessão em cadeia. O diretor de recursos humanos e
assuntos corporativos, Carlos Morassutti, que já trabalha na Volvo á pouco
mais de cinco anos e em Janeiro de 2012 entrou no programa De Olho no
Futuro. Antes da sua aposentadoria deseja criar uma escola de
desenvolvimento com programas que tenha a cara da empresa, a fim de
aproveitar a experiência de quem está saindo para desenvolver as
competências dos novatos.
Em 2010,Tommy Svensson, o então presidente da Volvo no Brasil, se
aposentou e cedeu lugar ao também sueco Roger Alm, de 49 anos. Na sua
chegada, Alm logo visitou a linha de produção, onde empunhou a máquina de
solda, e acompanhou uma viagem de caminhoneiros para a entrega de
veículos pelo país. Com o objetivo de se aproximar ainda mais das pessoas,
ele criou o blog do Roger, com posts sobre negócios,clientes e temas
importantes para a companhia, como inovação. Ele almoça no mesmo
restaurante utilizado por todos os funcionários.
Outra novidade em 2010 foi a extensão do Personal business Plan (PBP) aos
funcionários da produção, os chamados horistas, que correspondema 70% do
time.O PBP é o plano de desenvolvimento individual,revisado todos os
anos.Nele a pessoa expõe suas ambições e indica cursos que gostaria de fazer
– comportamentais, técnicos, ou de assuntos como finaças pessoais. Os
treinamentos no exterior são uma realidade, porque muitos grupos de trabalho
são globais. Há, ainda, a oportunidade de fazer carreira lá fora e de participar
de job rotation global.
Qualquer vaga que surge é de conhecimento de todos. A forma de
recrutamento, porém, é mista, admitindo candidatos internos e gente do
mercado. Quem não é escolhido recebe feedback, pelo qual identifica os
pontos de aperfeiçoamento. Em 2010, 176 funcionários foram promovidos na
Volvo, que tem mapeadas todas as posições-chaves, com um a três
sucessores para cada uma.
Além de uma oferta de carreira desafiadora e uma gorda participação nos
resultados, a Volvo oferece um pacote bem completo de benefícios, com plano
de saúde e odontológico, 70% de reembolso dos gastos com medicamentos,
sem teto fixado, e reembolso de óculos e lentes até o limite de 250 reais. O
auxilio-creche é de 350 reais e vai até os 7 anos da criança. Há ainda
previdência privada e subsídio de 50% de mensalidade de cursos do Ensino
Fundamental até o doutorado. Hoje, a empresa conta com 40 mestres e dois
doutores. Para quem acha que isso é tudo, a Volvo está revisando suas
políticas de remuneração, com o objetivo de testar a aderência da geração Y.
Um dos benefícios já identificados como boa ferramenta de retenção desse
público é a associação de funcionários, que conta com uma academia nas
dependências da fabrica.
As ações de qualidade de vida são tratadas com a mesma seriedade que
outras práticas de gestão. As mães já contam com licença-maternidade de seis
meses e a elas é dada a possibilidade de trabalhar meio período em casa até a
criança completar 1 ano. A empresa ainda combate o tabagismo com
tratamento e acompanhamento individual do colaborador e submete seus
executivos a um check-up anualmente completo, além de patrocinar grupos de
corrida. Esse é o modelo de gestão da Volvo – uma estrutura bem complexa.
Para todas as necessidades, uma solução. Não é á toa, que foi premiada em
2011 como a melhor empresa para se trabalhar.
Minhas fontes: pt.wikipedia.org/wiki/Volvo - Volvo do Brasil e pesquisa na
revista ,Você s/a Exame ,exemplar de setembro de 2011. Edição de 15 anos:
As melhores empresas para você trabalhar, pag 70 à 72.
Introdução
Trabalho de TGI
Economia
Prof. Carlos
A maior rede social do mundo
Mark Elliot Zuckerberg ,nascido em White Plains (E.U.A) no dia 18 de maio de 1984 ,é
um programador,empresário e filantropo mundialmente conhecido por ser o principal
fundador do Facebook ,a maior rede social do mundo e hoje integra a seleta lista de
bilionários no mundo sendo o mais jovem entre eles.
Filho de uma psiquiatra e um dentista, Zuckerberg foi criado em Dobbs Ferry, condado
de Westchester no estado de Nova York com suas três irmãs. De origem judaica ele
hoje diz ser ateu.
Na escola onde estudava, a Ardsley High School, teve grande destaque em arte e
cultura clássicas. Foi transferido para a Phillips Exeter Academy, onde ganhou vários
prêmios em ciências da astronomia, matemática e física. Nos estudos clássicos, Mark
aprendeu a ler e escrever francês, hebraico, latim e grego antigo e ainda pertenceu a
equipe de esgrima. Na faculdade, ele era conhecido por recitar versos de poemas
épicos como a Ilíada.
Zuckerberg começou a usar computadores e a escrever softwares ainda criança no
ensino médio. Seu pai lhe ensinou Atari Programação Básica em 1990 e,
posteriormente, contratou o desenvolvedor de software David Newman para lhe dar
aulas particulares. Newman não hesitava em chamá-lo de "prodígio", acrescentando
que era "duro para ficar à frente dele." Zuckerberg também fez um curso de pósgraduação no assunto no Mercy College perto de sua casa enquanto ele ainda estava
no colégio.Ele gostava de criar programas de computador, especialmente as
ferramentas de comunicação e jogos. Em um desses programas que criou, surgiu o
“ZuckNet”, a qual permitia que todos os computadores entre a casa e o consultório
odontológico do seu pai pudessem se comunicar usando o ping para o outro. No que
pode ser considerado uma versão simplificada do AOL Instant Messenger, que foi
lançado no ano seguinte.
Mais tarde ele havia se tornado o capitão da sua escola de preparação de esgrima e
obteve um diploma clássico.Durante alguns anos Zuckerberg, trabalhou em uma
empresa chamada Intelligent Media Group, onde ele construiu um leitor de música
chamado Synapse Media Player que usa inteligência artificial para aprender hábitos de
escuta do usuário, que foi postada no Slashdot, e recebeu a classificação de 3 de 5 da
PC Magazine. A Microsoft e AOL tentaram comprar o Synapse e contratar Zuckerberg,
porém ele preferiu se matricular na Universidade Harvard em setembro de 2002.
Até ele começar a ter aulas em Harvard, ele já tinha conseguido a reputação de um
prodígio de programação. Mark estudou técnico em eletrotécnica e Engenharia da
computação e era membro da Alpha Epsilon Pi, uma fraternidade judaica. Em seu
segundo ano, ele escreveu um programa chamado CourseMatch, que permitia que os
usuários tomassem decisões com base na seleção de classe e nas escolhas dos
outros alunos e o que acabava também por ajudá-los a formar grupos de estudo.
Pouco tempo depois, ele criou um programa bem diferente, inicialmente chamado
Facemash que permitia que os alunos escolhessem a pessoa com melhor aparência
nas fotos.
O site estava indo muito bem, mas de manhã a universidade desativou o site porque
sua popularidade tinha sobrecarregado o servidor de Harvard e impedindo que os
estudantes acessassem a web. Além disso, muitos alunos reclamaram que suas fotos
estavam sendo usadas sem permissão. Zuckerberg, pediu desculpas publicamente e,
após o incidente, o estudante publicou artigos informando que seu site estava
"completamente inadequado".
No entanto, os alunos já tinham solicitado para que a universidade desenvolvesse um
web site semelhante que incluísse fotos e detalhes de contato para fazerem parte da
rede de informática da faculdade.
O maior website de relacionamentos do mundo foi lançado em fevereiro de 2004 . A
plataforma, inicialmente, era apenas disponível aos estudantes da própria
Universidade. Assim que começou a funcionar, o chamado The Facebook, teve 22 mil
acessos em apenas 2 horas. Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e
Chris Hughes são os fundadores desta rede que mais cresce no mundo nos últimos
anos.
O acesso ao Facebook aos poucos foi crescendo entre as universidades americanas.
Os jovens ligados as Universidades eram convidados a ingressar. Em poucos meses,
o website era o mais acessado entre várias instituições. Em menos de um ano já tinha
1 milhão de usuários ativos. Em pouco mais de um ano, já era acessado por
estudantes de mais de 800 Universidades. Em 2005, o acesso foi expandido a escolas
internacionais. E no início de 2006, algumas empresas e estudantes de ensino médio
também começaram a ser aceitos. Em setembro deste mesmo ano, o Facebook foi
aberto para quem quisesse se registrar.
Rapidamente o Facebook virou febre entre os jovens de todo o mundo. Passou a
receber investimentos bilionários, seu layout foi repaginado e novos aplicativos foram
sendo incorporados à rede. Tornou-se uma grande empresa, atualmente sediada em
Palo Alto, na Califórnia. Aos poucos, a página de relacionamentos tornou-se uma
vitrine mundial, e a rede de amigos, um espaço que despertou o interesse de
anunciantes. Aos 23 anos, Mark Zuckerberg, o criador de todo o sistema do Facebook
tornou-se o bilionário mais jovem do mundo.
Em 2003, os irmãos Winklevoss e seu sócio Divya Narendra fundadores do ConnectU,
contrataram Mark Zuckerberg para escrever o código-fonte para seu site, algumas
semanas depois, Zuckerberg lançou o thefacebook.com. Os gêmeos acusaram
Zuckerberg de copiar sua ideia e usar o código-fonte para seu próprio site.
Os gêmeos e Narendra em 2004 iniciaram uma disputa judicial contra Mark
Zuckerberg e mesmo com a decisão da corte por uma indenização no valor de 68
milhões de dólares, em dinheiro e ações da empresa os irmãos Winklevoss não
estavam satisfeitos com a indenização paga por Zuckerberg. Assim, em dezembro de
2010, os gêmeos abriram um novo processo em busca de uma indenização maior, em
torno de 160 milhões de dólares ,porem dia 22/06/2011 eles desistiram da ação e a
corte encerrou o caso.
Em 2004 após uma manobra para tirar os poderes de Eduardo Saverin do comando
financeiro do Facebook e diluir suas açoes, Zuckerberg foi processado pelo amigo e
perdeu tendo que pagar um valor não revelado , reconhece-lo como co-fundador do
site e devolver cerca de 5% das ações de Saverin.
Em meio a tantos problemas e concentrando suas energias no desenvolvimento do
site outro grande problema apareceu para Zuckeberg resolver, Sean Parker sócio e
presidente do Facebook foi preso em uma festa com drogas e acompanhado por
menores de idade .Parker foi retirado da presidência da empresa apesar de manter
seus 7% de açoes ,e não faz mais parte do dia-a-dia da empresa.
O Facebook só começou a sair do vermelho em 2009 com suas pendências jurídicas
acertadas e com um recorde de usuários ,cerca de 600 milhoes pessoas ,e começou
a receber investimentos milionários de diversas empresas e empresários que viram o
gigantesco potencial comercial do site.
O site começou a ter ainda mais popularidade após o filme ,A Rede Social de
2010,que apesar de retratar Zuckeberg como vilão e dividir a opinião publica
alavancou ainda mais o fenômeno da intenet conhecido como Facebook.
Zuckerberg doou uma quantia não revelada à Diaspora, um servidor pessoal da web
de código-fonte aberto que implementa um serviço de rede social distribuída. Ele
chamou de "uma idéia legal".
Zuckerberg fundou o Start-up:. fundação da Educação. Em 22 de setembro de 2010,
foi relatado que Zuckerberg havia doado 100 milhões de dólares para a Newark Public
Schools, o sistema de escolas públicas de Newark, Condado de Essex no estado de
Nova Jersey.
Mark Zuckberg inovou mais uma vez abrindo a empresa para a oferta publica de
ações em 2012 no que já é considerado o maior IPO (oferta pública inicial das ações,
em inglês) da história das empresas de internet dos Estados Unidos. As ações foram
oferecidas ao preço incial de US$ 38, o que rendeu US$ 16 bilhões à companhia, a
rede social agora é avaliada em US$ 104 bilhões de dólares .
O valor arrecadado coloca o IPO do Facebook acima das ofertas iniciais de empresas
como Google, Zynga e Groupon. A oferta da rede social também é a terceira maior já
feita por uma empresa nos EUA, segundo a Renaissance Capital.
O quadro de funcionários da rede social subiu de 700, no final de 2008, para mais de 3
mil em 2011. Como a empresa usa ações como forma de remuneração, fontes da
agência Reuters disseram em dezembro passado que, mesmo sob uma estimativa
conservadora, pode haver mais de 1 mil pessoas destinadas a receber mais de US$ 1
milhão em ganhos quando a empresa abrir seu capital.
Zuckeberg se casou dia 19/05/2012 um dia após o IPO com Priscilla Chan, de 27 anos
em uma cerimônia simples na casa do casal, em Palo Alto, na Califórnia, Chan se
formou em medicina, na Universidade da Califórnia, na segunda-feira, mesmo dia em
que Zuckerberg completou 28 anos. Os dois se conheceram em Harvard e estão
juntos há mais de nove anos.
Introdução:
Shunji Nishimura
Um exemplo de como a vida deve ser encarada. Um homem que num
momento almoçava pão com banana no fundo de uma pequena oficina. Em
outro momento sendo condecorado pelo governo japonês. Certo tempo ele
fabricava canecos para carroceiros. E no outro criava a primeira colheitadeira
automática do mundo. A história de um homem de hábitos severos e mãos
sonhadoras, duro e generoso, disciplinado e idealista, mecânico e filósofo.
A história:
Segundo dos seis filhos de Shotaro e Toshi Nishimura, Shunji nasceu em oito
de dezembro de 1910, em Uji, na província de Kyoto.
Em abril de 1929, aos 19 anos, Shunji formou-se técnico em mecânica na
Escola Industrial Dai-Ichi Kogyo Gakko, em Kyoto, e começou a trabalhar na
fábrica de carvão da família. Era um jovem sonhador e determinado, que
decidiu ir para a América em busca de novas oportunidades.
Em janeiro de 1931, Shunji ingressou na Escola Rikkokai, ligada à Igreja
Metodista, que preparava jovens japoneses para a emigração. Pretendia ir para
a Bolívia, mas escolheu o Brasil porque o governo brasileiro pagava a viagem.
Na tarde de 6 de fevereiro de 1932, embarcou no navio Buenos Aires Maru, no
porto de Kobe. Tinha 20 anos, uma bíblia, um diploma de técnico em mecânica
e 100 ienes. Desembarcou em Santos, em 22 de março de 1932.
Após algumas semanas numa pensão de imigrantes em São Paulo, o jovem
Shunji foi trabalhar na colheita de café na Fazenda Santa Maria, em Botucatu.
Pequeno e franzino, fez uma enxada menor, que lhe permitia trabalhar de igual
para igual com os outros trabalhadores. Era a primeira manifestação do gênio
inventivo do mecânico de Kyoto na agricultura brasileira.
O trabalho era duro e o salário pequeno, por isso, o jovem Shunji foi para o Rio
de Janeiro e foi trabalhar como copeiro na mansão de um casal em Petrópolis.
Juntou dinheiro com a ideia de continuar os estudos, aprender melhor o
português e conhecer o Brasil e suas oportunidades.
Em 1934, voltou a São Paulo e matriculou-se no curso primário do Colégio
Adventista Brasileiro, no bairro de Santo Amaro. Estudava oito horas por dia e
trabalhava na própria escola. Um ano depois, o dinheiro acabou. Deixou a
escola e conseguiu trabalho em uma fábrica, como torneiro e soldador. O
salário era tão pequeno que muitas vezes almoçava pão com banana.
Na Igreja Episcopal do Brasil, no bairro de Pinheiros, conheceu a futura
esposa, Chieko Suzukayama.
Junto com amigos, Nishimura abriu no bairro da Lapa a oficina Seikoosha,
onde começaram a fabricar latas para acondicionar o chá preto produzido na
região de Registro, Vale do Ribeira.
Em fevereiro de 1939, Shunji decide tentar a sorte no interior do estado. Tomou
o trem em São Paulo com destino à região da Alta Paulista e desembarcou 472
quilômetros depois, no ponto final da linha: Pompeia, então um amontoado de
casinhas de madeira.
Na cidade, Shunji Nishimura alugou uma casa na Rua Senador Rodolfo
Miranda, 127, perto da agência dos Correios, e afixou na frente uma tabuleta:
“Conserta-se Tudo”.
Consertava bacias, transformava latas de óleo lubrificante em baldes e
canecas, inventou um alambique para destilar mentol, consertava máquinas
agrícolas, caminhões e adaptava motores a gasolina para gasogênio, entre
outras coisas.
Na verdade, depois dessa tabuleta, Pompeia nunca mais foi à mesma.
Em 1948, o japonês começou a produzir polvilhadeiras que pudessem ser
colocadas nas costas do operador. A oficina transformou-se em fábrica e surgiu
a indústria Máquinas Agrícolas Jacto Ltda., oficializada em novembro de 1949.
O nome foi inspirado na fumaça deixada no ar pelos aviões a jato.
A Empresa:
As polvilhadeiras evoluíram para modelos costais mais leves e surgiram os
primeiros modelos montados em tratores, destinados às grandes culturas de
algodão e café. A evolução foi acompanhando as mudanças nas características
dos inseticidas e defensivos agrícolas e as transformações da agricultura
brasileira. Em 1966, a Jacto começou a fabricar pulverizadores manuais com
reservatório de plástico.
Mas não era suficiente. Nishimura não deixava de pensar em um meio de
aperfeiçoar a colheita, em especial a do café, cultura na qual ele teve seu
primeiro emprego no Brasil. Em 1979, após seis anos de pesquisa e
desenvolvimento, a Jacto apresentou a primeira colheitadeira de café do
planeta. O sucesso foi imediato. Hoje, a empresa exporta para mais de 90
países e é responsável pela geração de cerca de 3.000 empregos.
Com o sucesso da empresa, Nishimura passou a adotar medidas estratégicas
em sua estrutura. Desmembrou setores da companhia e formou algumas
empresas-satélites. Por exemplo, o departamento de fabricação de recipientes
plásticos virou a Unipac, que atende à Jacto e a terceiros. O setor de pequenos
pulverizadores da empresa-mãe transformou-se na Brudden. Essas
transformações permitiram que o japonês pudesse se dedicar a uma de suas
paixões: o ensino de técnicas agrícolas.
A Educação:
O olho sensível para enxergar as necessidades da agricultura e criar produtos
para supri-las, percebia a grande lacuna que existia entre o conhecimento
acadêmico dos poucos engenheiros agrônomos e o grande contingente de
trabalhadores rurais, a maioria analfabeta ou com poucos anos de estudos.
Para unir esses dois elos, Shunji Nishimura idealizou uma escola técnica onde
os filhos de agricultores aprenderiam nas salas de aula a teoria e testaria no
campo a prática do cultivo, criação de animais e do uso de máquinas e
equipamentos agrícolas. A escola ampliaria uma experiência de cursos rápidos
sobre mecanização agrícola que a Jacto já oferecia para jovens na fábrica.
Instalada em uma fazenda de 35 alqueires e organizada no tripé honestidade,
trabalho e solidariedade, a Escola Técnica Agrícola de Pompeia começou a
funcionar em 26 de abril de 1982 e até 2007, em regime de internato, formou
797 técnicos agrícolas. Hoje transformada por um decreto do Governo do
Estado em FATEC Shunji Nishimura..
Ele criou a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FNST) e depois vieram
o Colégio e o Colégio Técnico Shunji Nishimura, a Escola Profissionalizante
Chieko Nishimura e o Museu da Jacto. Nas escolas profissionalizantes da
FNST, os alunos estudam as técnicas agrícolas na prática. Com apenas uma
folga por semana, os aprendizes trabalham duro e aprendem desde de como
tirar leite até artes marciais. Após três anos, são formados técnicos que sabem
fazer doces, conservas, adubos, hortas, contabilidade, lavoura, análise de solo,
criação animal e manutenção de máquinas. Tal qual era o senhor Nishimura.
O legado:
“Diria que o legado do sr. Nishimura foi de crucial importância para o
crescimento e sobrevivência do setor industrial na cafeicultura. As máquinas
que viabilizaram a cafeicultura para áreas extensivas mecanizadas
contribuíram para que o Brasil permanecesse no ranking como o maior
produtor de café do mundo”, avalia Washington Rodrigues, presidente da
Ipanema Coffees, uma das maiores produtoras de cafés especiais do planeta e
que foi parceira no projeto de criação da colheitadeira.
O executivo lembra ainda que, sem a tecnologia da Jacto, o custo da produção
do café seria impraticável sem o repasse de preços ao consumidor. “Não é
apenas uma questão de aumentar a produtividade, mas de reduzir do custo em
função do alto rendimento de colheita”.
Quase toda a vida de Shunji Nishimura no Brasil foi devotada a encontrar
soluções para os problemas da agricultura. E assim foi também quando ele se
retirou do dia a dia dos negócios. A aposentadoria foi dedicada à educação, a
forma que o imigrante encontrou de dizer obrigado ao país que o acolheu.
Adoentado há alguns meses, Shunji Nishimura ainda guardava em seu
semblante a energia e a inteligência que fizeram dele um dos imigrantes
japoneses mais admirados, e um empreendedor que construiu um dos
importantes grupos nacionais de máquinas agrícolas, o Grupo Jacto.
No dia 23 de abril de 2010, Shunji Nishimura encerrou quase os 100 anos de
sua vida, que teve como capítulo mais importante aquele que começou em
1932, aos 22 anos de idade, ao chegar ao Brasil. Seis anos depois, com a
esposa e uma filha, instalava sua oficina “Conserta-se tudo”, em Pompeia, a
última estação da Companhia Paulista de Estrada de Ferro, em pleno sertão do
oeste do Estado de São Paulo.
Jacto:
No primeiro ano da fundação da Máquinas Agrícolas Jacto, eram produzidas
30 polvilhadeiras por mês e Nishimura ia ao campo vendê-las. O produto ainda
não estava no ponto e quebrava com facilidade, mas fazia grande sucesso
porque o fabricante não abandonava os clientes. Se a polvilhadeira
apresentava defeito, Nishimura voltava, consertava e substituía peças ou até a
máquina inteira. A partir disso, solidificou-se no boca a boca o conceito de
garantia e qualidade que se tornou filosofia da Jacto: jamais abandonar à
própria sorte o agricultor que usa suas máquinas. A inspiração para o nome da
empresa veio da imagem do rastro deixado no ar pelo produto lançado pela
polvilhadeira, semelhante ao que deixavam no céu os aviões a jato, símbolos
de novo tempo, de rapidez, força e modernidade. Em 19 de julho de 1952, a
fábrica é transferida para a nova sede, na Avenida dos Expedicionários, 37.
PRODUTO PRINCIPAL
Com algumas variações de modelo, a polvilhadeira foi por muitos anos o
principal produto da Jacto. Além do modelo costal, havia o modelo motorizado,
sobre rodas. Eram destinadas a inseticidas em pó para o combate a pragas e
doenças do algodão, amendoim, café, feijão, milho, soja e trigo.
NA CRISE, A DIVERSIFICAÇÃO E O PROGRESSO
Em 1956, a agricultura brasileira é prejudicada pelo excesso de chuvas, o que
afetou também as vendas da Jacto, provocando grandes dificuldades
financeiras para a empresa. A crise, no entanto, também é oportunidade de
crescimento e a empresa inova no mesmo ano com uma máquina de arar a
terra. A agricultura brasileira se recuperou e a diversificação levou a Jacto a um
novo patamar:
1961 - é lançada uma polvilhadeira de inseticida montada em trator e o modelo
PT 60, para áreas maiores.
1962 - nasce a segunda grande inovação da Jacto: a Jacto Haramoto, uma
polvilhadeira com barras, montada em trator.
1963 - a empresa faz sua primeira exportação: um lote de polvilhadeiras
costais para a Argentina. Década de 1960, com o apoio do presidente da
República, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que liberou a Jacto
do depósito compulsório na importação da máquina, era inaugurado o uso do
plástico na agricultura brasileira.
1965 - construção da fábrica de plásticos da Jacto. Em 1966, a Jacto
inaugurava o prédio da linha de produção do reservatório do pulverizador, com
capacidade para 20 litros.
1970 - a Jacto desenvolveu o GT 400, um pulverizador para adaptação em
trator, especialmente projetado para a aplicação de fungicidas contra a
ferrugem. Nesse período, a Jacto lança o pulverizador Jatão, que se destacava
por uma super turbina que tornava mais rápida e uniforme a aplicação do
defensivo. Na década de 1970 a Jacto entraria definitivamente para a história
da cafeicultura brasileira ao lançar a primeira colhedora de café do mundo - a
K3.
1972 - a empresa tem a sua primeira diretoria constituída nos moldes
modernos. Jiro Nishimura assume a presidência da Jacto.
1973 - com o projeto da primeira colhedora de café do mundo, nasceu o
Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Jacto.
1974 - foi lançado o primeiro derriçador para a primeira fase da colheita.
1975 - entra em testes a primeira versão da colhedora, o protótipo K1,
acionado por trator e serve de base para os aperfeiçoamentos no segundo
protótipo, o K2, que vai ao campo em 1977.
1976 - a fábrica de plásticos se torna uma empresa, a Unipac.
1979 - com a presença do então vice-presidente da República, Sr. Aureliano
Chaves, a Jacto lançava no mercado a Primeira Colhedora de Café doMundo a K3.
1980 - o modelo GT 400, projetado especialmente para aplicações de produtos
para combater a ferrugem do café, dá origem à linha Arbus. Os pulverizadores
de barras da série PJ também ganham atualizações e dão lugar aos modelos
Condor M12 e Coral B12.
1981 - é lançado o Columbia A-17, com barras de 17 metros e sistema de
levantamento hidráulico.
1988 - o pulverizador Columbia tornou-se um sucesso de vendas e ganhou
duas atualizações em 1988, Columbia Cross e Columbia Tanden. Foi lançado
também o Cruzador 3000, voltado para grandes áreas.
1989 - a Jacto lança o primeiro pulverizador automotriz, o Uniport.
1992 - Takashi Nishimura assume a presidência da empresa. A empresa
começa a ser preparada para a gestão profissional e é instituído o Conselho de
Administração.
1993 - é lançada a tecnologia Vortex, que permite manter constante o volume
de pulverização, reduzindo perdas e aumentando a eficiência da operação.
1995 - a linha Arbus passa a contar com o Sensorflow-System, sistema
eletrônico, que detecta a presença de plantas.
1997 - a Jacto lançou a KTR, versão tracionada por trator. Nesse mesmo ano o
Uniport 2000 chega ao mercado, voltado para os grandes produtores de
algodão e soja.
1998 - ano do cinquentenário da Jacto, a empresa entra definitivamente na era
da agricultura de precisão com o JSC 4000, comando eletrônico de
pulverização. Os pulverizadores passam a contar com computador, que
dispensa a regulação do volume de pulverização pelo operador. Também em
1998, o pulverizador Falcon Vortex leva as vantagens dessa tecnologia para
áreas de produção menores. A década termina com um grande sucesso de
exportação: o Condorito, pulverizador criado para pequenas propriedades.
2000 - início das atualizações tecnológicas nos pulverizadores das linhas
Arbus, Columbia e Falcon. A Jacto avança no mercado de equipamentos para
citros e inova com produtos para novos mercados, além de produtos
específicos para mercados externos, como as versões do pulverizador
automotriz Uniport 2000 Plus e 2500 Plus, destinadas à Argentina. Nesse
mesmo ano, completa-se o processo de profissionalização da gestão da Jacto.
2001 - Shiro Nishimura assume a presidência da empresa. É o último membro
da família do fundador a dirigir companhia.
2005 - é lançada a Adubadora Uniport 3000 NPK, para adubo sólido granulado,
desenvolvida para a cana-de-açúcar.
2007 - a empresa apresentou o Jacto Arbus 4000 Multisprayer para a
fruticultura. A colhedora de café número 1000 é entregue à Fazenda Ipanema.
Em setembro deste ano, Shiro Nishimura passa a direção a Martin Mundstock,
que passa a responder como diretor-presidente, concluindo o processo de
profissionalização da empresa.
2008 - a Jacto lança a primeira colhedora de laranjas totalmente desenvolvida
no Brasil.
2010 - foi realizado o 1º Encontro Mundial de Revendedores Jacto. Neste ano a
Jacto ingressa definitivamente no mercado de agricultura de precisão com o
lançamento da marca Otmis. Em 23 de abril se fecha o ciclo de vida do
fundador da Jacto. Shunji Nishimura, o imigrante japonês de alma brasileira,
morre.
2011 - dois importantes eventos marcaram este ano - o 1º Encontro Mundial de
Revendedores de Uniport e 1º Encontro dos Distribuidores de Colhedoras.
2012 - a Jacto lança um novo conceito em autopropelidos - o Uniport 3030, o
mais completo conjunto de soluções para pulverização do mercado.
FILOSOFIA EMPRESARIAL
PROPÓSITO
“Servir ao agricultor com as melhores tecnologias de mecanização,
informações e serviços, contribuindo para sua nobre missão”.
VALORES
• Com Jacto, Cliente Feliz
• Ninguém cresce sozinho
• Desenvolver a nossa gente, evitando tirar de outras empresas
• Trabalhar duro como forma de prosperar
• Honrar compromissos
• Evitar dívidas
• Três “virtudedades”: Humildade, Honestidade e Simplicidade
• Espírito Inovador
• Responsabilidade Sócio-ambiental
• Felicidade em compartilhar
POLÍTICA INTEGRADA
“A Jacto, no cumprimento do seu Propósito e guiada por seus Valores, segue
os seguintes princípios relativos à Qualidade, Saúde e Segurança no Trabalho
e ao Meio Ambiente:
• Buscar continuamente a satisfação do cliente;
• Minimizar o impacto ambiental dos seus produtos e processos, engajando a
cadeia produtiva na contínua redução da geração de resíduos e prevenção da
poluição;
• Melhorar continuamente as operações, contribuindo na obtenção de
vantagem competitiva para seus clientes, oferecendo produtos e serviços
seguros com desempenho e qualidade superiores;
• Promover a saúde dos seus colaboradores e um ambiente de trabalho
seguro, visando evitar lesões e doenças;
• Agir com transparência, integridade e responsabilidade quanto ao
cumprimento das legislações, regulamentações e requisitos acordados com os
colaboradores, clientes, fornecedores, sociedade e acionistas.
O Trevo
Símbolo e brasão da Família Nishimura
Conta a história que há mil anos o Japão era governado pela Monarquia,
representada pelo Imperador, e que em 1185 surgiram os samurais, guerreiros
que formavam a guarda da corte. Nossos antepassados falam que nessa
época houve uma grande Guerra civil e os samurais tomaram o poder, quando
implantaram no Japão um governo militar, o Xogunato.
Séculos se passaram, o país cresceu, formaram-se as cidades e o domínio dos
samurais manteve-se, impedindo que os imperadores voltassem ao poder
pleno. Porém, a partir de 1335 surgiu uma nova classe de senhores feudais, os
Daimios, de base camponesa, que enfraqueceu o poder do Xogunato. Eles
travaram por 10 anos, de 1467 a 1477, uma sangrenta Guerra civil, a Guerra
Onin, quando os Xoguns foram derrotados. Mesmo assim, o Japão continuou
sob conflitos armados e em todo esse período as maiores vítimas foram
milhares de famílias camponesas.
Entre elas, a família Nishimura, que mesmo sem participar das disputas,
constantemente tinha suas plantações devastadas pelas batalhas, que muitas
vezes aconteciam em áreas de sua propriedade. Mas, quando tudo estava
perdido o verde voltava a nascer através de milhares e milhares de pequenos
trevos de três folhas. Era o sinal da terra para que a família continuasse
perseverante. Por isso, há mais de cinco séculos o trevo tornou-se o símbolo e
brasão dos Nishimura.
Nos campos, a destruição das guerras foi vencida definitivamente pelos
camponeses. Nas cidades, a marca foi o grande crescimento. Mas, no século
seguinte, por volta de 1930, o país passou por forte crise econômica. Um dos
filhos da família, Shunji Nishimura, decidiu então partir para o Brasil em busca
de trabalho.
Antes, foi preparar-se na escola Hikkokai (que significa perseverança), onde
recebia informações básicas sobre o país desconhecido.
Em 1932, chegou ao Brasil e trouxe consigo o brasão da família. Aqui, com
todas as diferenças culturais e de idiomas, trabalhou na colheita de café, foi
garçom, mecânico e fundou uma pequena oficina onde colocou a otimista e
esperançosa placa: "Conserta-se tudo".
Esse modesto negócio cresceu e transformou-se na Máquinas Agrícolas Jacto,
que hoje atua em mais de 106 países dos cinco continentes, e desde sua
fundação, em 1948, o Grupo Jacto tem como símbolo o mesmo trevo: o das
três folhas, que há mais de 500 anos simbolizam, junto com nossos
colaboradores e clientes, os caminhos da esperança, da confiança e, acima de
tudo, da perseverança.
Assim, nos lembramos que a cada instante, seja durante os projetos, o
trabalho, o sucesso e mesmo nas dificuldades, em algum lugar um trevo está
nascendo e nos mostrando, sempre, que perseverar é preciso.
Como fiz a pesquisa:
1. Passo - Pesquisa no GOOGLE: SHUNJI NISHIMURA
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SHUNJI NISHIMURA
SHUNJI NISHIMURA MORTE
SHUNJI NISHIMURA COLEGIO
SHUNJI NISHIMURA A HISTORIA
2. Passo - SHUNJI NISHIMURA A HISTORIA
Vão aparecer os seguintes sites que falam sobre o assunto:
http://www.terra.com.br/revistadinheirorural/edicoes/44/artigo930851.htm
http://www.nippo.com.br/campo/historia/historia551.php
http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC16913541641,00.html
http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=31988
http://www.jacto.com.br/pt/ShunjiNishimura/detalhe/Shunji-Nishimura
Depois fui ao Google e pesquisei somente Shunji Nishimura:
O legado de Shunji Nishimura
http://www.nippo.com.br/campo/historia/historia551.php
Nota de Falecimento:
http://bunkyo.bunkyonet.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id
=835:falece-shunji-nishimura-aos-100-anos-de-idade&catid=56:noticias2010&Itemid=122
Documentário YOUTUBE:
|Curiosidades| Documentário sobre
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,morre-o-empresario-shunjinishimura-inventor-da-colheitadeira-de-cafe,15102,0.htm
Shunji Nishimura. Part. 1
|Curiosidades| Documentário sobre Shunji Nishimura. Part. 2
O meu trabalho esta baseado 90 % no site da Jacto:
http://www.jacto.com.br/pt/ShunjiNishimura/detalhe/Shunji-Nishimura
http://www.jacto.com.br/pt/OTrevo/detalhe/O-Trevo
http://www.jacto.com.br/pt/FilosofiaEmpresarial/detalhe/Filosofia-Empresarial
http://www.jacto.com.br/pt/ResponsabilidadeSocial/detalhe/Responsabilidade-Social
http://www.nippo.com.br/campo/historia/historia551.php
http://bunkyo.bunkyonet.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id
=835:falece-shunji-nishimura-aos-100-anos-de-idade&catid=56:noticias2010&Itemid=122
http://revistacafeicultura.com.br/materia_impressao.php?mat=31988
Trabalho
T.G.I
Aluno: Guilherme Thiago da Silva
CURSO: Administração 1° Termo “D”
Matéria: Econômia
Professor: Carlos Mazza
Instituição: Uniesp
Coca-Cola: Uma
das maiores
marcas do Planeta
Breve introdução e história da Coca-Cola
Este trabalho apresenta o sucesso do logotipo Coca-Cola, desenvolvimento e
evolução da Marca. Porém conhecida Mundialmente.
Coca-Cola, ocasionalmente referida como simplesmente Coca ou Cola (ou com
seu apelido em inglês, Coke) é um refrigerante de noz-de-cola, vendido em
mais de 200 países. Produzida pela The Coca-Cola Company, é a marca mais
conhecida e vendida do mundo. Sua maior concorrente é a Pepsi.
Criada pelo farmacêutico John Pemberton em 1886 e originalmente produzida
como um remédio patenteado, a Coca-Cola alterou sua fórmula original e
gradativamente conquistou novos mercados. Um dos responsáveis pelo
sucesso da Coca-Cola Company foi o empresário Asa Griggs Candler, cujas
táticas agressivas de marketing levaram a empresa a conquistar largas fatias
do mercado de refrigerantes no mundo, a partir do século XX até os dias
atuais.
História
John Stith Pemberton – Criador da fórmula da Coca-Cola.
A criação
Jacob’s Pharmacy.
A história da Coca-Cola inicia com a chegada do farmacêutico John Pemberton
na cidade de Atlanta nos Estados Unidos, logo após a Guerra Civil americana.
Ele havia acabado de participar da guerra e estava disposto a mudar de vida,
em busca de uma nova clientela que comprasse suas ideias e medicamentos.
Por não ter nenhuma habilidade em vendas, sempre fracassou em suas
criações, até conhecer o contador Frank Robinson, que acaba tornando-se
sócio.
•
•
1884 – Foi lançada a bebida alcoólica chamada “Pemberton's French
Wine Coca”, anunciada como uma bebida intelectual, vigorante do
cérebro e tônica para os nervos, sendo, inicialmente uma mistura de
folhas de coca, grãos de noz-de-cola e álcool.
1886 – O puritanismo religioso estava em alta e havia todo um
movimento antiálcool. Nenhuma mulher ou homem decente poderia ser
visto em lugares que fornecessem esse tipo de bebida. Neste mesmo
ano, todos os estabelecimentos que vendiam álcool foram fechados e
Pemberton e Robinson se viram na procura por outro produto que lhes
rendessem dinheiro.
Naquela época existiam os chamados “Pontos de Vendas”, lugares aonde
pessoas iam após as compras, para se reunir e tomar sorvetes e xaropes
misturados com água carbonada nos mais diferentes sabores, e que
possivelmente acabaram dando idéias para a produção de um novo produto.
Tentando se encaixar neste novo padrão, Pemberton passou meses no porão
de sua casa em Atlanta, adicionando ingredientes à água carbonada para fazer
faz
um xarope e, mandando amostras para a “Jacob’s Pharmacy”, para testar a
opinião dos clientes.
No dia 8 de maio era vendida a primeira bebida conhecida atualmente como
Coca-Cola, nome posteriormente
steriormente dado por Frank Robinson, que utilizou a sua
própria caligrafia para fazer o logotipo. O produto era um xarope com água
carbonada, servidos em copos de vidro e misturados na hora de servir.
Logo da Coca-Cola:
Cola: criado por Frank Robinson em 1886,
1886, utilizando sua própria
caligrafia.
No dia 29 de maio,, Pemberton anuncia a bebida pela primeira vez no “Atlanta
Journal”.
•
•
1887 – Em seu primeiro ano de operação foram vendidos somente 25
galões de Coca-Cola,
Cola, o que correspondia a 9 copos por dia, o que
rendeu 50 dólares, tornando-se
tornando
um prejuízo.
1888 – Devido a problemas de saúde e financeiros, Pemberton foi
obrigado a vender a fórmula, pelo total de 1.750 dólares e, acabou
falecendo, no dia 16 de agosto, dois anos após ter inventado
ntado a bebida
que acabaria por se tornar um dos maiores símbolos americanos. No
mesmo ano, Frank Robinson procura pelo empresário e farmacêutico
Asa Griggs Candler que acaba
caba comprando a fórmula por 2.300 dólares.
De 1891 a 1920
O empresário Asa Griggs Candler acreditava no produto e queria que a CocaCoca
Cola fosse conhecida. Naquela época, não existiam meios de comunicação
nacionais e, a grande maioria dos consumidores encontrava-se
encontrava se isolados nas
pequenas cidades do interior que visitavam as grandes cidades. Uma das
formas encontradas foi o contratar pessoas para distribuir cupons que davam o
endereço e um brinde, experimentar de graça a Coca-Cola,
Coca Cola, fazendo com que
os estabelecimentos fossem procurados.
Candler também acaba disponibilizando outros brindes nos estabelecimentos,
como calendários e posters que serviam como uma forma dos consumidores
olharem para o nome da Coca-Cola
Coca
e lembrar onde compraram.
•
1893 – No dia 31 de janeiro a marca Coca-Cola foi registrada.
Nova identidade para as garrafas de Coca-Cola lançada no ano de 1916,
diferenciando o produto das inúmeras falsificações que surgiram no início do
século.
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1894 – No dia 12 de março Coca-Cola foi vendida pela primeira vez em
garrafas de vidro em uma loja de doces em Vicksburg, Mississippi,
usando garrafas de vidro que vinham com a marca da companhia de
engarrafamento em auto-relevo, a “Biedenharn Candy Company”. O
dono da engarrafadora, Joseph A. Biedenharn ficou impressionado com
as vendas e relatou o caso para Asa Griggs Candler, que não teve
nenhum interesse em comercializar a Coca-Cola em garrafas
1895 – A forma de promoção agressiva adotada por Candler acabou
funcionando, a marca Coca-Cola já contava com três fábricas que
engarrafavam o produto nas cidades de Chicago, Dallas e Los Angeles.
1897 – Começa a internacionalização da Coca-Cola, chegando no
Canadá, e no México.
1899 – Dois advogados de Chattanooga, Tennessee Benjamim Franklin
Thomas e Joseph Whitehead propõem á Candler que fizessem o
engarrafamento em larga escala. No início Candler questionou a estava
em dúvidas quanto ao engarrafamento da bebida, mas os dois
negociantes que propuseram a idéia foram tão persuasivos dizendo que
as pessoas poderiam levar para casa. Um contrato foi firmado dando
controle total do procedimento à Thomas e Whitehead para
engarrafarem a Coca-Cola, e que excluía Joseph A. Biedenharn deste
processo.
1902 – Coca-Cola passa a ser vendida em garrafas com “tampa coroa”,
até então, era comercializada em garrafas com tampa de rolha.
1909 – Nos Estados Unidos, cerca de 400 fábricas já engarrafavam a
Coca-Cola, sendo, a maioria delas era de propriedades de empresas
familiares. Algumas foram abertas somente nos meses de clima quente,
quando havia maior demanda do produto.
1915 – Com tantas cidades engarrafando e distribuindo o produto,
começaram a surgir as primeiras falsificações. Comerciantes
começaram a engarrafar outros produtos com o rótulo parecido com o
da Coca-Cola, naquela época, não existia diferenciação dos produtos,
somente o rótulo, que era facilmente removível.
Anúncio do Jornal American Druggist: Coca-Cola
comercializada em cinco estados americanos.
•
•
já
estava
sendo
1916 – É realizado um concurso para escolher um novo design para a
garrafa da Coca-Cola. O projeto vencedor foi do projetista Raymond
Louise da cidade de Terre Haute, estado de Indiana. Sua inspiração foi
no formato da fruta do Cacau. A garrafa foi patenteada no estatuto de
marcas dos Estados Unidos.
1918 – No final do ano, Candler vende a empresa por 25 milhões de
dólares para um grupo de investidores liderados por Ernest Woodruff e
WC Bradley.
•
•
1919 – O design de garrafa escolhido em 1916 já estava em todas as
fábricas, dando originalidade ao produto e evitando a pirataria. Neste
mesmo ano foram abertos fábricas na Espanha, na Bélgica, na França,
na Itália, na Guatemala, em Honduras, no Peru, na Austrália e na África
do Sul.
1920 – Mais de 1000 empresas engarrafadoras realizam a produção e
distribuição da Coca-Cola nos Estados Unidos.
Engarrafadora na Década de 1940.
De 1921 a 1940
Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a Coca-Cola
já tinha se tornado a maior consumidora de açúcar do mundo para a fabricação
de seus produtos. Com a guerra, começou a ter racionamento, colocando em
perigo os negócios.
•
•
•
1923 – Com o final da Primeira Guerra Mundial, houve a recessão que
quase faliu com a companhia , este fato fez o conselho que comandava
a The Coca-Cola Company escolhesse um novo presidente, sendo eleito
Robert Woodruff o mesmo dirigiria a companhia pelos próximos 60
anos.
1929 – A Coca-Cola lança uma caixa de metal, que a conservava gelada
nos postos de vendas, chamado de “open-top cooler”.
1931 – A Coca-Cola encomenda uma série de quadros a Haddom
Sundblom, representando a imagem do Papai Noel, para uso em
publicidade. A figura acaba tornando-se a identidade do Papai Noel.
Mas, em 1927 os mesmos traços já haviam sido utilizados no jornal New
York Time.
Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, a Coca-Cola
desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as frentes de batalha
junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da
bebida para os soldados, fato este aprovado pelo então general Dwight D.
Eisenhower das Forças Armadas dos Estados Unidos. A empresa conseguiu
na época uma autorização excepcional de Washington.Apesar dos custos de
produção na frente de batalha serem elevados, a companhia decidiu arcar com
os mesmos, numa tática de marketing, vendendo o refrigerante pelo mesmo
preço praticado nos Estados Unidos. Durante o período de guerra, 64
instalações de engarrafamento foram criadas para abastecer as tropas que
estavam fora dos Estados Unidos. Este fato ajudou a abrir caminho para a
internacionalização da Coca-Cola, que, durante e após a guerra acabou sendo
licenciada nos diversos países em que acompanhou o exército americano,
incluindo o Brasil.Tendo
em vista a sua associação com os produtos americanos, o refrigerante acabou
exercendo o papel de um símbolo patriótico. A popularidade da bebida
aumentou bastante no pós-guerra, quando os soldados voltaram fazendo
propaganda do refrigerante.
DESENVOLVIMENTO
Hoje, a Coca-Cola Company está presente em mais de 200 países e responde
por mais de 400 marcas de bebidas não-alcoólicas, entre estas, quatro das
cinco
marcas
mais
consumidas
no
planeta:
Coca-Cola,
Coca-Cola light, Fanta e Sprite.
Alguns dos produtos da COCA-COLA:
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Coca-Cola
Coca-Cola light plus
Coca-Cola Zero
Fanta
Crystal
i9
Powerade
Kuat
Sprite
Del Valle Mais
Del Valle Kapo
Del Valle Frut
Dell Valle Laranja Caseira
Del Valle Limão & Nada
Aquarius Fresh
Matte Leão
Ice Tea Leão
Burn
Gladiator
Schweppes
ENTRE OUTROS.
O Sistema Coca-Cola Brasil
Com atuação de destaque no País desde 1942,
a Divisão Brasil é uma das quatro maiores
operações da The Coca-Cola Company. O
Sistema Coca-Cola Brasil é composto pela
Coca-Cola Brasil e 16 grupos empresariais, que
elaboram o produto final em suas 46 unidades
industriais e os distribuem aos pontos de venda.
Esta estrutura absorve cerca de 60 mil
colaboradores diretos e gera mais de 600 mil
empregos indiretos.
Os Fabricantes têm um contrato através do qual se comprometem a produzir,
engarrafar e distribuir todos os produtos da Coca-Cola Brasil, observando um
rigoroso padrão de qualidade mundial, que é marca registrada da Empresa.
As fábricas que fazem parte do Sistema Coca-Cola Brasil encontram-se
estrategicamente localizadas em todas as regiões do País, garantindo o
abastecimento de cerca de um milhão de pontos de venda, para hidratar e
nutrir os consumidores brasileiros com uma ampla linha de bebidas nãoalcoólicas que engloba águas, sucos, refrigerantes, chás, achocolatado,
energéticos e isotônicos.
Investimentos e Lucro da Coca-Cola
• Fabricantes de Coca-Cola instalaram o maior número de medidores de vazão
da indústria de refrigerantes
• Investimentos totais chegaram a R$ 17 milhões
• Operação durou 4 meses e envolveu a participação direta e indireta de cerca
de 100 técnicos da Coca-Cola, dos fabricantes e do fornecedor
O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola Brasil e 17 grupos
fabricantes regionais, concluiu a instalação de sistemas medidores de vazão
em todas as linhas de produção de refrigerantes das suas 36 fábricas, antes do
prazo dado pela Receita Federal, 30 de setembro. A instalação dos
equipamentos exigiu investimentos aproximados de R$ 17 milhões por parte
das empresas do Sistema Coca-Cola Brasil, que reafirmam assim o
compromisso com a transparência, a ética e a ordem tributária.
Nesta primeira etapa, apenas as empresas com capacidade de produção
instalada anual superior a 200 milhões de litros, faixa na qual se encontram
todas as fábricas da Coca-Cola Brasil, estavam obrigadas a instalar os
equipamentos. A partir de 1º de outubro, passou a correr o prazo para as
indústrias com capacidade de produção entre 30 milhões e 200 milhões de
litros, o qual termina em 31 de maio de 2007.
Com esta medida, a Receita Federal terá acesso aos volumes de produção
diária de bebida da indústria e em tempo real. Isto permitirá, através do
cruzamento de dados, incrementar a fiscalização sobre o pagamento de
tributos federais (Pis/Cofins, Imposto sobre Produtos Industrializados, Imposto
de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
Diversos Estados já têm assinado convênio com o Governo Federal visando o
acesso aos volumes de produção, de forma a possibilitar, também, o aumento
de eficiência na fiscalização do ICMS.
De acordo com o diretor de Finanças da Coca-Cola Brasil, Mario La Hoz, a
empresa e seus fabricantes crêem que, com a instalação e a homologação de
medidores de vazão nas indústrias de refrigerantes do País, as autoridades
tributárias passarão a ter os mecanismos necessários de controle e apuração
da real produção e, desta forma, realizar a justa cobrança de tributos,
diminuindo ou eliminando possíveis irregularidades ou evasões fiscais por
indústrias de refrigerantes não éticas.
Sistema Coca-Cola Brasil
O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola e 17 grupos fabricantes
brasileiros, emprega diretamente mais de 31 mil funcionários, gerando
indiretamente cerca de 310 mil empregos. Em 2005, adquiriu R$ 3,5 bilhões em
produtos e serviços e recolheu R$ 2,6 bilhões em impostos no País. O Sistema
Coca-Cola Brasil investiu mais de R$ 3 bilhões no Brasil nos últimos cinco
anos. A Coca-Cola Brasil foi a vencedora da Woodruff Cup 2005, que aponta a
melhor operação de Coca-Cola no mundo segundo critérios de
responsabilidade social e ambiental e desempenho financeiros e vendas.
Como empresas-cidadãs, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes desenvolvem
importantes ações nas áreas social e ambiental, investindo R$ 37 milhões em
mais de 140 projetos em 2005. Os focos principais estão em educação, vida
saudável e meio-ambiente, e o programas de âmbito nacional são
coordenados pelo Instituto Coca-Cola Brasil.
Novembro/2006
Textual Serviço de Comunicação
Assessoria de Imprensa da Coca-Cola Brasil.
Slogans :
No Brasil
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1942: "A pausa que refresca"
1952: "Isto faz um bem"
1957: "Signo de bom gosto"
1960: "Coca-Cola refresca melhor"
1964: "Tudo vai melhor com Coca-Cola"
1970: "Isso é que é"
1976: "Coca-Cola dá mais vida"
1979: "Abra um sorriso. Coca-Cola dá mais vida."
1982: "Coca-Cola é isso aí"
1988: "Emoção pra valer!"
1993: "Sempre Coca-Cola"
2000: "Curta"
2001: "Gostoso é viver"
2003: "Essa é a real"
2004: "Viva o que é bom"
2006: "O lado Coca-Cola da vida"
2007: "Viva o lado Coca-Cola da música"
2008: "Cada gota vale a pena"
2009: "Abra a Felicidade"
2010: "Viva Positivamente"
2011: "Os Bons são a Maioria"
A
Coca-Cola
investe
Publicidade,Marketing,Promoções,Brindes.Tudo
Capital.
para
muito
aumento
de
em
seu
Coca-Cola em letras de canções
Na música brasileira, o refrigerante Coca-Cola já foi utilizado como referência
de forma não-comercial da marca.
Grupos e cantores que fizeram menção à Coca-Cola em canções que
acabaram virando parte da história da música popular brasileira.
Método
Este trabalho de T.G.I foi feito pelo método de pesquisa na Internet.
Entre no site de busca do Google, pesquise introdução sobre a Coca-cola
clique em Breve introdução e história da Coca-Cola.Entre no site de pesquisa
Wikipédia Historia da Coca-Cola e Criação,encontrara a Historia do ano de
1884 até 1940.
Entre no site www.cocacolabrasil.com.br clique em marcas depois nossas
marcas encontrara as marcas citadas a cima.No lado direito tem um campo
chamado busca.digite lucro ali depois buscar vai abrir a pagina resultado de
busca vai encontrar 1 resultado,clique em Sistema instala medidores de vazão,
encontra o lucro e investimentos da Coca-Cola
Na pagina do Wikipédia na parte superior clique na A publicidade e a CocaCola,encontrara os slogans que a Coca-Cola que já existiu e existe.
FONTES e REFERÊNCIAS
http://edcriatividademetrocamp.blogspot.com.br/2009/01/breve-introduo-ehistria-da-coca-cola.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coca-Cola#Hist.C3.B3ria
http://www.cocacolabrasil.com.br/conteudos.asp?primeiro=1&item=2&secao=3
9&conteudo=103&qtd_conteudos=1
http://www.cocacolabrasil.com.br/conteudos.asp?item=3&secao=36&conteudo=
147
http://www.cocacolabrasil.com.br/conteudos.asp?item=1&secao=7&conteudo=4
8
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coca-Cola#Variantes_da_marca
JHON DEERE: TECNOLOGIA PARA AGRICULTURA BRASILEIRA.
O pioneiro da Jhon Deere, do qual estabeleceu o nome da empresa,
nasceu em Rutland, Vermont, em sete de fevereiro de 1804. Passou sua
infância e juventude em Middlebury também em Vermont, onde estudou em
escola pública e passou quatro anos como aprendiz de ferreiro. Desenvolveu o
primeiro arado de aço autolimpante do mundo, sendo um sucesso.
Em 1825, Jhon começou a carreira como operário de ferreiro, e logo
ganhou conhecimento, pelo seu trabalho cuidadoso e sua engenhosidade, seus
garfos de feno e as pás bem polidas, eram bastante pedidos em toda região de
Vermont. Após cinco anos, desiste de ser ferreiro e parte para achar ouro,
deixando esposa e família, que mais tarde se juntaria a ele, contudo a
necessidade de ferreiro na vila de Grand Detour, Illinois, era tão grande que
dois dias depois no ano de 1836, ele já havia construído uma forja e já estava
atendendo a comunidade.
Ficará sabendo do sério problema que os fazendeiros enfrentavam em
tentar cultivar o solo fértil do meio-oeste, os arados de ferro fundido, que havia
sido trazido do leste, fora projetado para solo arenoso e pouco consistente da
Nova Inglaterra. Em 1837, testou com sucesso o arado usando aço de serrote,
pois estudou o problema do qual se convenceu de que o arado com uma
aiveca e a lamina de forma apropriada e altamente polida deveriam limpar-se a
si próprias ao torcer a porção do sulco, para melhor aproveitar a terra.
Na época de pioneiro as ferramentas eram feitas sob encomenda,
porém Jhon Deere inovou em fabricar muitas e depois revende-las. Após dez
anos de seu primeiro invento, produzindo 1.000 arados por ano, afirmou que só
colocaria seu nome em produtos com perfeita qualidade.
Em 1868, sua empresa aderiu o nome de Deere & Company. No
próximo ano seu filho Charles Deere foi eleito vice-presidente e tesoureiro.
Charles Deere foi um homem de negócios excepcional, no comando da
empresa de seu pai. Em 1911 sob o terceiro presidente William Butterworth
seis empresas se agregaram a Deere & Company. Em 1918, comprou a
Waterloo Gasoline Traction Engine Company em Waterloo, e a partir daí os
tratores passaram a ser uma parte importante da linha Jhon Deere.
Em 1928, Charles Deere Wiman, bisneto de Jhon Deere assumiu a
direção da empresa, sua força empolgante de desenvolvimento de produtos e
tecnologia resultou em um rápido crescimento. Com a baixa que dominou EUA
na década de 1930, a empresa faturou US$ 100 milhões de vendas brutas pela
primeira vez na sua história em 1937, o ano do seu centenário. Durante a 2ª
Guerra Mundial continuaram com a ênfase no projeto de produtos. Antes da
morte de Wiman em 1955, a empresa estava entre 100 melhores empresas de
fabricação dos EUA.
Sob a liderança de William A. Hewitt, que dirigiu a companhia de 1955
até 1982, a Jhon Deere tornou-se produtor líder de equipamentos agrícolas no
mundo Robert A. Hanson, que foi presidente e Diretor Executivo da empresa
sucedeu Hewitt como diretor executivo em 1982 e liderou na empresa num dos
períodos econômicos mais difíceis. A empresa saiu da turbulência dos anos
1980 para atingir recordes de vendas e geração de receitas nos últimos três
anos da década.
Hans W. Becherer foi eleito presidente do conselho de Administração em
1990, sucedendo Hanson, participando das ações de gerenciamento que foram
tão bem sucedidas. Em seis anos dos seus anos como presidente do conselho
de Administração, a empresa obteve lucros recordes. Sendo líder também na
remodelação do centro da cidade de Moline e em seu desenvolvimento na
Deere Run e no evento Jhon Deere Classic, no ano de 2000 se aposentou.
Sucedendo Becherer, Robert W. Lane, tendo uma ampla experiência gerencial
na Jhon Deere, incluindo liderança da divisão mundial de equipamentos
agrícolas, organização financeira e a operação de equipamentos.
Iniciou sua parceria com o mercado brasileiro através de uma
associação com a indústria Schmeider Logemann & Cia. Ltda. (SLC). Em 1979,
adquiriu 20% do capital localizada em Horizontina RS (Rio Grande do Sul).
Acelerando a introdução da tecnologia da líder mundial nos equipamentos
produzidos no Brasil pela SLC, por volta de 1999, ainda neste ano ela
inaugurou a fábrica de colhedoras de cana-de-açúcar Cameco em Catalão
(GO) Goiás, e a partir de 2005 as colhedoras da indústria norte-americana
passou a utilizar as cores da marca Jhon Deere que são predominantes no
verde e amarelo. Conforme o crescimento da capacidade de produção da Jhon
Deere no Brasil em 2008 foi inaugurado uma fabrica de tratores em
Montenegro (RS).
No Brasil, além das três fábricas, a Jhon Deere mantém um escritório
regional em Porto Alegre, o Banco Jhon Deere também sediado em Porto
Alegre, e o Centro de distribuição de Peças para a América do Sul em
Campinas (SP) e a Unidade de Negócios de Cana em Ribeirão Preto (SP).
Valores da Jhon Deere America do Sul: Integridade, qualidade,
comprometimento e inovação, e suas estratégias: Excepcionalidade na
organização, Crescimento Disciplinado e Trabalho em equipe.
Jhon Deere América do Sul tem por missão compartilhar ensinar
e auxiliar os sistemas de mecanização para agricultura com tecnologia
e qualidade superior, para realizar com perfeição sua função e
satisfazer seu cliente.
Colocando a preservação da natureza e a segurança dos
usuários em primeiro lugar sempre usando produtos e matérias menos
prejudicial à natureza e que gaste menos energia recursos naturais e
que possam ser reaproveitadas e recicladas mais tarde.
No ano de 2000, as 28 companhias, ganharam cerca de 30
prêmios do Conselho Nacional de Segurança dos EUA. Obtendo
importantes conquistas como ISO 14.000 ( Gestão Ambiental) em quatro
de suas unidades Jhon Deere.
Atuando há mais de 160 anos, de competência em serviços e
alianças ao redor do mundo. Compromisso de suprir o valor puro aos
clientes, acionistas, funcionários.
Sendo assim, possíveis tantos anos de existência graças aos
agricultores fiéis. Agora o sistema de Agricultura de Precisão Greenstar
e a tecnologia de imagem por satélite GPS mostram o caminho do futuro
da agricultura.
A companhia valoriza e acredita tanto no tema Responsabilidade
Social com tamanha grandeza que criou a Fundação Jhon Deere no final
de 2003. Com a intenção de direcionar o gerenciamento das ações nos
campo social.
A Fundação tem duas discussões sobre os temas Educação e
Meio Ambiente, como lema: “Plantando responsabilidade social,
Colhendo Cidadania “, tendo estrutura nas seguintes modalidades de
ações sociais: Campanhas Sociais, Programas Sociais, Programas de
Incentivos Fiscais e Programa de Voluntariado Coorporativo.
METODO
Entrei no site de busca www.google.com.br digitei a palavra chave da
minha pesquisa Jhon Deere saiu vários sites entre eles o primeiro foi o site
oficial da Jhon Deere www.jhondeere.com.br entrei no site e visualizei diversas
informações sobre a empresa e depois de ler a pagina inicial comecei a
navegar, no ícone Sobre Nós já identifiquei os valores da empresa.
Logo após essa primeira analise entrei no ícone História
http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/sobre
_nos.page fiquei sabendo como ocorreu o surgimento da empresa, depois fui
verificando
tudo,
entrei
na
Linha
do
Tempo
http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/histori
a/linha_de_tempo/linha_de_tempo.page? onde localizei uma cronologia de
informações e dados onde ficou fácil perceber o avanço e a tradição da Jhon
Deere, pela qual se estendeu e o porquê se estende ate os dias de hoje, em
sequência
entrei
no
ícone
Lideres
do
Passado
http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/histori
a/lideres_do_passado/lideres_do_passado.page? para saber quem fez parte
da história da Jhon Deere e descobri os oito integrantes alguns da família
Deere, mas que independentemente de fazer parte ou não da família Deere
conseguiu em dias fáceis e difíceis, conceituar a empresa e não deixá-la perder
os valores fundamentais satisfazendo todos, que de forma direta ou
indiretamente estavam e estão ligados a empresa.
No
ícone
Marca
Registrada
http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/histori
a/marca_registrada/marca_registrada.page? conheci a evolução da empresa
mas na questão de logotipos, percebi que não foi mudado drasticamente
nenhuma das fazes o que houve foi pequenas modificações e adaptações do
símbolo e aperfeiçoando com o tempo e com as tendências da época na qual
determina e caracteriza a empresa Jhon Deere, hoje nas cores amarelo e
verde, com o desenho de um cervo em movimento para cima demonstrando
“atributo positivo”.
Entrei
também
no
Ícone
Jhon
Deere
no
Brasil
http://www.deere.com.br/wps/dcom/pt_BR/a_nossa_empresa/sobre_nos/john_d
eere_no_brasil/john_deere_no_brasil.page? este link descreve as cidades
brasileiras que possuem produtos e representantes da Jhon Deere, e contam
um pouco da história.
Por se tratar de um site amplo e muito rico em informações e dados, tive
que acessar diversas vezes para ler aos poucos, pois se trata de um trabalho
minucioso e com vários detalhes, navegai por todo o site entrando em todos os
ícones conhecendo e desbravando o mundo da empresa.
Assim prossegui por vários ícones deste site analisando a empresa.
Depois sai deste site procurei outro e fiz o mesmo processo desta vez
entrei no site da Wikipédia http://wipipedia.org/wiki/jhon_deere onde encontrei
um artigo sobre a vida do pioneiro da empresa Jhon Deere,
confrontei as informações com a do site oficial da empresa.
analisei
e
Depois para saber mais do trabalho desta empresa entrei no site
WWW.youtube.com.br
e
no
link
http://www.youtube.com/results?search_query=jhon+deere&oq=jhon+deere&aq
=f&aqi=gs8&aql=&gs_l=youtube.3..0i10l8.1016.7454.0.8016.9.9.0.0.0.0.1125.3
469.3-2j2j0j1j1.6.0...0.0.MWKtdihMrFE encontrei diversos vídeos interessantes
da empresa e de seus equipamentos em movimento.
RESULTADOS
Eu encontrei provas que confirmam que a Jhon Deere é uma empresa
bem conceituada mundialmente e que trabalha em função da satisfação de
seus clientes com o que há de mais moderno e eficiente.
A sede mundial da Jhon Deere se encontra nos U.S.A (Estados Unidos
da América) mas seus distribuidores e representantes estão distribuídos em 42
países entre eles estão o Brasil, Portugal, Argentina, China, França e Rússia.
No Brasil a Jhon Deere está presente em quatro cidades são elas
Campinas/SP, Catalão/GO, Horizontina/RS Montenegro/RS e Indaiatuba/SP.
- Em Campinas há um Centro de Distribuição de Peças para toda
América do Sul, este centro esta ativo desde 2008 conta com 56 docas de
recebimento e despacho de produtos além de possuir uma infra-estrutura
moderna nos processos de planejamento de matérias e nas operações
logísticas, o numero de funcionários neste centro é de 200 pessoas, o
movimento de recepção e expedição de peças é de 72 mil toneladas,
transportada por cerca de 6 mil caminhões por ano.
- Em Catalão há uma fabrica que produz Colhedoras de Cana de Açúcar
esta fabrica esta na ativa desde 1999 e recentemente adotou a linha de
montagem de pulverizadores, completando os sistemas mecanizados do Brasil.
Este local é privilegiado por se tratar de um local onde esta concentrado um
grande número de usinas de cana-de-açúcar. Nesta empresa trabalha cerca de
600 pessoas.
- Em Horizontina há uma fabrica de Plantadeiras e Colhedeiras, que esta
na ativa desde 1979, a primeira colheitadeira automotriz foi fabricada no Brasil
nesta cidade e é considerada uma das plataformas mundiais de exportação e
de desenvolvimento tecnológico. Nesta empresa trabalham cerca de 2000
pessoas. A Jhon Deere em Horizontina comemorou dois marcos históricos
sendo eles produção de 50 mil colheitadeiras e de 30 mil tratores em 2008, a
produção de tratores foi transferida para a nova fabrica de Montenegro.
- Em Montenegro é onde está localizado uma fabrica de tratores que foi
inaugurada em 2008, a nova fabrica conta hoje com 715 pessoas.
- Em Indaiatuba onde esta localizada a presidência e áreas responsáveis
pela gestão regional do negócio, como finanças, vendas, marketing, sistemas
de informação e recursos humanos e onde está localizado o banco Jhon
Deere. A expectativa da Jhon Deere para a América Latina é que o escritório
aumente a porcentagem de mercado dando apoio e incentivando a fim de
proporcionar maior integração e alinhamento na região.
A empresa Jhon Deere trabalha com diversidades de produtos sendo alguns
deles:
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AMS - Soluções em Gerenciamento Agrícola ( Agricultura de Precisão)
Cabeçotes
Colhedoras de Algodão
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Colheitadeiras
Carregador Florestal
Colhedoras de Cana
Componentes Tecnológicos
Enfardador Florestal
Escavadeiras
Equipamentos Especiais
Escavadeiras Florestais
Pás-Carregadeiras de rodas
Plantadora de Cana
Tratores
Tratores de esteira
Sistemas Mecanizados
Tratores
Pás Carregadeiras
Colheitadeiras de Grãos
Colhedoras de Algodão
Colhedoras de Cana
Pulverizadores
Feno e Forragem
Plantadeiras
Veículos Utilitários
Tratores de Jardim
Construção
Produtos de manutenção ( lubrificantes e baterias)
Além de ser reconhecida pelo seu trabalho na agricultura com
equipamentos e máquinas modernas a Jhon Deere trabalha com ações e
iniciativas para o meio ambiente e cidadania.
Ela criou a Fundação Jhon Deere que promove a Responsabilidade
Social a fim de concentrar ações estratégicas de relacionamento das empresas
no Brasil com as comunidades onde a empresa atua, a fundação trabalha para
a Educação e meio Ambiente o lema da Fundação é “Plantando
responsabilidade social. Colhendo cidadania.”
A Jhon Deere trabalha com Campanhas Sociais visando o engajamento
de outras entidades com propósito de beneficio comum da sociedade,
Programas Sociais como campanha de alimento e campanha do agasalho,
Programa de Incentivos Fiscais, para proporcionar melhorias a comunidade do
patrimônio histórico como foi o caso da Escola de Engenharia e Agronomia RS
e a Orquestra de Câmara SESI Fundarte RS e Programa de Voluntariado
Cooperativo onde os funcionários familiares e comunidade exercitam a
cidadania de forma organizada.
Introdução
Marilan. Uma empresa que nasceu tímida em Marilia no interior de São Paulo,
Hoje é um pólo nacional em produtos alimentícios.
Fundado em 31 de março de 1957 pelo casal Maximiliano Garla e Iracema
Garla, Seu nome foi escolhido pela própria comunidade em um concurso na
radio. No inicio a Marilan ocupava apenas um pequeno prédio de 600m², com
produção de apenas 300kg de biscoitos por hora num forno gerado a diesel.
Mas não demorou muito para a empresa crescessem, as pessoas começaram
a conhecer a qualidade e o sabor dos produtos, e a pequena empresa se
transformou em um grande parque industrial com 67,000m², nível de primeiro
mundo com tecnologia de ponta, e com uma capacidade de produção de 8,5
toneladas ao mês. Nos anos 70 a família Garla tomou uma importante decisão,
investir no crescimento da empresa, investiu em uma nova instalação industrial,
maior e mais moderna, dos modestos 2 a 3 mil quilos por dia, ate os dias de
hoje produzindo 300 toneladas ao dia. Muita coisa mudou, antigamente o
processo era todo manual, hoje a empresa conta com os melhores
equipamentos industriais, e com profissionais treinados.
Com uma produção de, mas de 60 tipos de biscoitos, entre salgados, doces,
recheados, weffers e extrusados. Seguindo a tendência mundial, desde 2006 a
empresa passou a fabricar somente produtos livres de gorduras trans,
refletindo sua preocupação oferecer produtos saudáveis, nutritivos e saborosos
com qualidade comprovada desde a sua elaboração até a chegada ao
consumidor.
A Marilan tem um rigoroso controle de qualidade que envolve todas as etapas
da cadeia de abastecimento, abrangendo os provedores de matéria-prima e
todas as operações de produção e distribuição. Seus produtos estão de acordo
com as normas legais nacionais e internacionais conforme seus valores,
características, formulação e métodos de produção.
Com toda uma dedicação e paixão pelo o que fazem, a Marilan se tornou líder
em vários seguimentos no mercado. Alem de ser uma empresa muito forte no
mercado nacional, a Marilan tem tomado seu espaço no mercado internacional,
hoje exporta para mais de 50 paises de todos os continentes.
Com toda sua historia a empresa Marilan já aculuma alguns títulos de
qualidade, alguns dos mais importantes do Brasil e do Exterior:
-Premio de qualidade da América do Sul pela ABIQUA,
-Premio Latino Americano Tradición de Cualidad,
-Premio Empresário do Ano (1995) Conferido ao Srº Maximiliano Garla (
Presidente e Fundador),
-Premio melhores do Mercosul,
-Premio Qualidade Brasil conferido Pela International Exporters Service.
Garantindo cerca de 2,400 empregos a empresa Marilan vem crescendo.
Hoje em dia em esta na presidência da empresa é José Rubis Garla, filho de
Maximiliano Garla.
Rumores de Venda
Jornais e revistas, nacionais e internacionais, comunicaram que a Empresa
Marilan iria ser vendida, enviados de grandes empresas estariam visitando as
imediações da industria , pra ver sua real situação.
Enviados da empresa PepsiCo, veio duas vezes visitar a empresa, correndo
entre área de produção ao escritório.Além da PepsiCo, outras três empresas
estariam interessadas.Se não conseguir algo entre R$ 600 milhões e R$ 800
milhões, os Garla preferem continuar no negócio. Para isso, vão renegociar as
dívidas e terão que levantar capital de giro para continuar tocando os projetos
da empresa em 2012 e 2013.
Segundo o presidente da Marilan José Rubis Garla, a empresa não será mas
vendida, pois os valores oferecidos pela empresa estava a baixo que esta
valendo no mercado, uma empresa sim ofereceu um valor próximo ao que os
Garla estavam pedindo, mas a proposta vou rejeitada.
Marilan, apesar de estar passando por uma faze turbulenta, não deixa de
pensar em seus colaboradores, em suas famílias, pois uma grande parte de
seus colaboradores são da cidade de Marilia, tem casos que trabalham varias
pessoas de uma mesma família na empresa.
Método
O método utilizado para a realização da pesquisa sobre a empresa Marilan, foi
a Internet.
Pesquisando em alguns sites, foi chego ao resultado final.
A principio foi usado o Siti Google, www.google.com.br. No dia 20/05/2012, ali
foi iniciado a pesquisa da empresa marilan
Digitando no espaço de procura a palavra Marilan, foi dado o seguinte site
www.marilan.com.br,(20/05/2012) onde ali foi possível extrai algumas
informações da
pesquisa, a historia da empresa seus produtos, sua
localização,estrutura, funcionários.
Uma outra site utilizado foi o http://www.wiki2buy.com.br, (20/05/2012),
digitando no campo de procura a palavra Marilan, foi possível também extrair
alguns dado para a realização da pesquisa.
No dia 20/05/2012, em pesquisa ao site www.valoreconomico.com.br digitando
no campo de busca o nome da empresa Marilan, foi dado os seguintes tópicos
Família Garla estuda plano B para Marilan.
Família Garla desiste de vender Marilan
Foi possível extrair dados a respeito da venda da empresa sua situação
financeira
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Dia 20/05/2012, foi realizada uma pesquisa no site
http://www.pdvativo.info. Em seu campo de busca digitando o nome da
empresa Marilan foi dado algumas informações importantes.
No
dia
30/05/2012
em
pesquisa
ao
blog
http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br colocando em seu campo de busca o
nome da empresa Marilan foi dado alguns tópicos para dar continuidade a
pesquisa.
Empresa
A Marilan, uma das maiores fabricantes de
biscoitos do Brasil, foi fundada em 1957,
em Marília, no interior do Estado de São
Paulo. Com um parque industrial de quase
67 mil m2 e tecnologia de ponta, tem
capacidade produtiva de mais de 100 mil
toneladas por ano. Atualmente, gera
aproximadamente
2.300
empregos
diretos, sendo uma das principais fontes
de geração de renda da região.
Reconhecida pela qualidade de seus
produtos, a Marilan produz mais de 60
tipos de biscoitos (entre salgados, doces, recheados,
recheados, extrusados e wafers),
além de torradas, linha recém lançada pela empresa..
Especializada em biscoito a marilan é a quarta no ranking neste seguimento
depois de M. Dias Branco, Kraft e Nestlé.
Nestlé
Trabalhando em3(Três) turnos. Em escalas de 6(seis) por
po 2(dois)
*06h00min às 14h45min
*14h45min às 23h05min
*23h05min às 06h00min horários da produção.
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Biscoitos mais de 60 tipos
Água e Sal
Amanteigado
Amanteigado Aveia e Mel
Amanteigado Chocolate
Amanteigado Chocolate com Coco
Amanteigado Coco
Amanteigado Leite
Amanteigado Milho Verde
Amanteigado Nata
Coco
Cracker Light
Cracker Tostmant
Cream Cracker
Distração Cappuccino
Distração Chocolate
Distração Chocolate Branco
Distração Chocolate com Coco
Distração Goiaba
Doce Sabor - Torta de Chocolate
Doce Sabor - Torta de Coco
Doce Sabor - Torta de Limão
Doce Sabor - Torta de Morango
Integral
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Leite
Light
Magic Toast
Magic Toast Integral
Magic Toast Light
Maizena
Manteiga
Maria
Marilan Max
Pit Stop
Pit Stop Integral
Pit Stop Light
Pit Stop Queijo
Recheado Bauny
Recheado Bauny Black
Recheado Chocolate
Recheado Chocolate com Avelã
Recheado Morango
Recheado Torta de Limão
Salgatost
Salgatost Temperado
Teens Chocolate
Teens Chocolate Branco
Teens Morango
Turmix Recheado Quadrado Chocolate
Turmix Recheado Quadrado Morango
Turmix Recheado Redondo Chocolate
Turmix Recheado Redondo Morango
Turmix Wafer Chocolate
Turmix Wafer Morango
Wafer Amendoim
Wafer Abacaxi com Hortelã
Wafer Bauny
Wafer Chocolate
Wafer Chocolate Branco
Wafer Chocolate com Avelã
Wafer Doce de Leite
Wafer Limão
Wafer Morango
Além da Matriz em Marília, a Marilan conta com centros de distribuição em
Salvador e Recife e nove gerências regionais (São Paulo, Interior de São
Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiânia, Salvador, Recife, Belém e
Curitiba).
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Matriz
MARILAN ALIMENTOS S/A
Filiais
• Filial: Brasilia - DF
• Filial: Marituba - PA
• Filial: Recife - PE
• Filial: Salvador - BA
• Filial: Vitória da Conquista - BA
• Filial: Goiania - GO
Responsabilidade Social
Em toda a sua história, a Marilan sempre criou e inovou em lançamentos
voltados para a alimentação e nutrição de toda a família, buscando oferecer o
que há de melhor para cada integrante.
A Marilan exerce sua Responsabilidade Social com atitudes e valores
corporativos, pensados ao longo dos anos e através de diversas iniciativas
sociais que envolvem projetos para a comunidade – em educação, cultura e
meio ambiente.
Sustentabilidade
O compromisso com uma nova consciência provocou uma mudança na gestão
das corporações, que conduzem seus negócios com foco nos interesses da
sociedade e no bem-estar do planeta. Dentre os frutos já colhidos estão
projetos de ecodesign, reciclagem, uso de matérias-primas menos poluentes,
assim como a conscientização de que indivíduos e empresas podem, juntos,
colaborar para um futuro melhor. Por meio de sua Política, a empresa coloca
em prática um modelo que busca satisfazer as necessidades presentes, sem
comprometer a capacidade das futuras gerações de suprir suas próprias
necessidades, ou seja, sem diminuir as oportunidades das gerações futuras.
Com o objetivo de utilizar os recursos naturais de forma responsável sem
comprometer sua produção, fazer proveito da natureza, sem devastá-la e
buscar a melhoria da qualidade de vida da sociedade, a Marilan põe em prática
o Programa Gestão Ambiental, sustentado por quatro pilares.
I - Gestão Dos Resíduos Sólidos
Mapeamento e Caracterização dos Resíduos Sólidos;
Projeto de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos:
- Projeto Coleta Seletiva,
- Projeto Reciclagem,
- Promoção de Descartes Conscientes de Resíduo,
- Plano de Redução de Desperdícios e Minimização nas Fontes Geradoras.
II - Gestão Dos Efluentes Líquidos
Mapeamento da Rede Hidrosanitária;
Caracterização dos Efluentes Líquidos;
Projeto de Estudo de Implantação da ETE, elaboração de projeto
contemplando Concepção, Instalação e Operacionalização do Sistema de
Tratamento de Efluente;
Projeto de Redução do Consumo de Água:
- Identificação dos principais pontos de consumo de H2O,
- Identificação dos principais pontos de geração de efluentes,
- Instalação de chuveiros, torneiras e válvulas de descarga inteligentes.
III - Gestão Dos Efluentes Gasosos
Caracterização dos Efluentes Gasosos;
Projeto de Recuperação de CO2, tratamento dos gases emitidos pelas
chaminés com recuperação do CO2 gerando receita com a venda do Gás,
aquisição de Créditos de Carbono, ação Sócio Ambiental, Marketing Verde e
principalmente 100% de eliminação dos odores gerados pela planta;
Projeto de Neutralização de Odores;
Caracterização e Tratamento dos Gases emitidos pela Central de Utilidades,
Fornos, Moto Geradores e Caldeiras;
Programa Interno de Autofiscalização de Emissão de Fumaça Preta;
Otimização de Frota Logística – Projeto Logística Reversa.
IV - Responsabilidade Sócio Ambiental
Comemoração de Datas importantes como dia da Água, dia da Árvore,
Semana do Meio Ambiente;
Campanhas de Educação Ambiental com visitas a escolas e inserção de
materiais educativos;
Participação do Grupo Local de Meio Ambiente – CIESP;
Programa CONVIVER;
- Programa de Visita da Vizinhança,
- Canal de Comunicação Direta – 0800,
- Blitz Ambiental na região de entorno da empresa,
- Campanhas Sócio Ambientais Internas com reflexos diretos na comunidade,
- Envolvimento dos Órgãos Reguladores.
Gerenciamento dos Riscos do Negócio;
Formalização de Gestão Responsável;
Compromisso com a Redução de CO2;
Adoção
de
fornecedores,
preferencialmente,
Responsáveis
Sócio
Ambientalmente;
Parceria em Programas Sócio Ambientais, com Co Responsabilidade com
Grandes Clientes;
Investimentos em Reciclagem e Tecnologia Limpa;
Empresa nos dias de hoje
A empresa passou, e esta passando por uma situação complicada, dirigida
por José Rubis Garla, filho de Maximiliano Garla. A empresa esteve em crise
por ter acumulado um divida entre R$ 80milhões e R$ 90 milhões de reias,
chegou a se pensar em vender a empresa, mas as propostas feita a família não
foi a que desejavam, por isso decidiram continuar com a direção, abrindo o
seu capital e renegociando a divida contraída.
Hoje a empresa caminha em passos lentos, mas não desistiu, esta sempre
criando nos tipos de biscoitos, outros produtos, tudo pra agradar o cliente.
TRABALHO DE ECONOMIA
* Toyota: A maior indústria de
comercio automobilística do
mundo
[ TRABALHO DE TGI ]
Nome: Jéssica Daiane Fernandes
1° ADM - D
Toyota: A história de uma das maiores empresas automobilísticas
do mundo, que revolucionou o sistema de produção mundial em
varias áreas com seu inovador método de organização produtiva,
chamada Toyotismo, caracterizado como filosofia orgânica da
produção industrial.
Introdução
A Toyota Motor Corporation (TMC) está entre as dez maiores empresas da
listagem da Fortune Global 500, e posiciona-se entre as mais importantes
corporações mundiais globais. A Toyota é, neste momento, o terceiro maior
fabricante de automóveis mundial, com vendas anuais superiores a seis
milhões de veículos nos cinco continentes. A Toyota tem todo o orgulho em ser
um dos fabricantes de veículos mais admirados de sempre, uma proeza que a
empresa acredita resultar da sua imensa dedicação em satisfazer o cliente. Tal
como muitas empresas que deixaram a sua marca bem vincada na história da
Humanidade, a Toyota tem-se definido por um conjunto único de valores e de
princípios que têm as suas raízes nos seus anos de formação no Japão.
O nome original da família era Toyoda, mas por questões numerológicas a
indústria foi batizada como Toyota.
A história da Toyota começa em finais do século 19, fundada por Kiichiro
Toyoda, no momento em que Sakichi Toyoda inventou a primeira máquina de
fiar eléctrica no Japão, que acabou por revolucionar a indústria têxtil do país.
Em Janeiro de 1918, Sakichi fundou a Toyoda Spinning and Weaving Company
e, com a ajuda do seu filho, Kiichiro Toyoda, realizou o sonho de uma vida ao
fabricar uma máquina de fiar automática, em 1924. Dois anos mais tarde, era
criada a Toyoda Automatic Loom Works.
Em 1933 depois de incentivos do governo japonês, Kiichiro Toyoda cria uma
divisão automóvel, utilizando como financiamento a venda dos direitos da
patente sobre a máquina de fiar automática. Em 1936 começa a produção do
Toyota Modelo AA e um ano mais tarde é fundada a Toyota Motor Company.
Com o início da II Guerra Mundial a Toyota começou a produzir caminhões
militares para o exército japonês, regressando à produção automóvel, apenas
no final da guerra. Quando foi criado o Toyotismo (sistema de produção que
revolucionou) lançou então, em 1947 a Toyota Modelo SA.
Em 1957 a Toyota aventura-se no mercado americano com a Toyota Crown e
em 1963 no mercado europeu.
Em 1966 é lançada a primeira geração do Toyota Corolla. Com este modelo a
Toyota começa a adquirir boa reputação pela qualidade de construção e
consegue também um bom volume de vendas no mercado americano.
Em 1967 a Toyota cria uma parceria com a Daihatsu para produção de
automóveis.
Com a crise petrolífera de 1973 as marcas americanas não conseguiram dar
uma resposta rápida face às novas leis de emissões de gases poluentes. A
Toyota aproveitou por isso para aumentar em grande número as suas vendas
nos Estados Unidos, visto que os seus automóveis já eram produzidos tendo
em vista a economia de combustível.
A Toyota aventurou-se no rally na década de 70 com uma Toyota Corolla
WRC, mas foi com uma Toyota Celica que a Toyota conseguiu vencer o seu
primeiro campeonato em 1990 (a Toyota abandonaria o rally em 1999).
Em 1980 a Toyota atinge os 30 milhões de unidades produzidas e
em 1989 lança uma nova marca, a sua divisão de luxo Lexus.
Com o início da década de 90 a Toyota começa a adicionar mais modelos e
mais automóveis luxuosos à sua gama.
Em 1997 a Toyota é a primeira marca a produzir em série um automóvel
híbrido: a Toyota Prius. Este modelo recorre a um motor a gasolina e baterias
elétricas. A Toyota Prius tornou-se um enorme sucesso de vendas,
principalmente nos Estados Unidos, sendo o automóvel híbrido mais vendido.
Este automóvel é capaz de realizar consumos muito baixos e um reduzido nível
de emissões para a atmosfera.
Em 1999 a Toyota atinge os 100 milhões de unidades produzidas.
Em 2003 a Toyota lança uma nova marca: a Scion e em 2005 adquire 8.7% da
FHI empresa produtora da Subaru e em 2006 adquire 5.9% da Izuzu.
No Brasil a Toyota teve inicio em 23 de janeiro de 1958, quando inaugurou um
escritório no centro de São Paulo, com o nome de Toyota do Brasil Indústria e
Comércio Ltda. Onze meses depois, a empresa inicia as suas atividades como
montadora de veículos, com a instalação da primeira fábrica brasileira, no
bairro do Ipiranga. O Land Cruiser, primeiro utilitário Toyota lançado no
mercado brasileiro, ganha as ruas em maio do ano seguinte.
A Toyota é uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, presente
em mais de 160 países, e com metas arrojadas de aumentar sua participação
de mercado.
Líder incontestável do mercado japonês e asiático, a Toyota é o maior
vendedor de veículos não-americanos nos EUA e a marca japonesa líder na
Europa.
Reconhecida mundialmente pela qualidade de seus produtos, a Toyota coloca
sempre o cliente em primeiro lugar, buscando proporcionar a melhor
experiência de compra. Os veículos de alta tecnologia desenvolvidos
contribuem para melhorar a qualidade de vida de todos, priorizando a
segurança e o respeito ao meio ambiente. São esses os motivos que fazem
da Toyota uma das melhores montadoras com relação à satisfação do cliente,
com excelente reputação com relação à qualidade, durabilidade e
confiabilidade de seus produtos e serviços pós-vendas.
Abertura ao mundo
Além da própria TMC, um dos grandes legados de Kiichiro Toyoda’s é o
famoso Sistema de Produção (Toyotismo). Instigado pela necessidade de
fazer mais com menos, Kiichiro inventou e aperfeiçoou a filosofia "just-in-time"
a produção apenas das necessárias quantidades de artigos já encomendados
com um mínimo de desperdício - que acabou por se tornar um elemento crucial
no desenvolvimento da empresa, em sintonia com a filosofia de respeito
consistente para com as pessoas. Na devida altura, o Sistema Produtivo da
Toyota, com ênfase no melhoramento constante e o valor do empenho dos
funcionários, Ao longo do processo, o Toyota Production System, foi
considerado pela indústria automóvel mundial como a referência
inquestionável.
O Sistema Toyota de Produção (Toyotismo) surgiu no Japão, na fábrica de
automóveis Toyota, logo após a Segunda Guerra Mundial. Naquela época, a
indústria japonesa tinha uma produtividade muito baixa e uma enorme falta de
recursos, o que a impedia de adotar o modelo da produção em massa.
A criação do Sistema Toyota de Produção se deve, principalmente, a quatro
pessoas: O fundador da Toyota e mestre de invenções, Sakichi Toyoda, seu
filho Kiichiro Toyoda, primo de Eiji Toyoda que participou como o executivo
impulsionador do nascimento do STP (Sistema Toyota de Produção) e o
engenheiro chefe da Toyota Motors Company, o chinês Taiichi Ohno. O
sistema objetiva aumentar a eficiência da produção pela eliminação contínua
de desperdícios.
O
sistema
de produção
em
massa desenvolvido
por Frederick
Taylor e Henry Ford no início do século XX predominou no mundo até a
década de 90. Procurava reduzir os custos unitários dos produtos através da
produção em larga escala, especialização e divisão do trabalho. Entretanto
este sistema tinha que operar com estoques e lotes de produção elevados. No
início não havia grande preocupação com a qualidade do produto.
Já no Sistema Toyota de Produção, os lotes de produção são pequenos,
permitindo uma maior variedade de produtos. Exemplo: em vez de produzir um
lote de 50 sedans brancos, produz-se 10 lotes com 5 veículos cada, com cores
e modelos variados. Os trabalhadores são multifuncionais, ou seja, conhecem
outras tarefas além de sua própria e sabem operar mais que uma única
máquina. No Sistema Toyota de Produção a preocupação com a qualidade do
produto é extrema. Foram desenvolvidas diversas técnicas simples, mas
extremamente eficientes para proporcionar os resultados esperados, como
o Kanban e o Poka-Yoke.
De acordo com Taiichi Ohno (1988):
Os valores sociais mudaram. Agora, não podemos vender nossos produtos a
não ser que nos coloquemos dentro dos corações de nossos consumidores,
cada um dos quais, tem conceitos e gostos diferentes. Hoje o mundo industrial
foi forçado a dominar de verdade o sistema de produção múltiplo, em pequenas
quantidades.
A base de sustentação do Sistema Toyota de Produção é a absoluta
eliminação do desperdício e os dois pilares necessários à sustentação é
o Just-in-time e a Autonomação.
Os 7 desperdícios que o sistema visa a eliminar:
Superprodução, a maior fonte de desperdício.
Tempo de espera, refere-se a materiais que aguardam em filas para
serem processados.
Transporte nunca gera valor agregado no produto.
Processamento, algumas operações de um processo poderiam nem
existir.
Estoque, sua redução ocorrerá através de sua causa raiz.
Movimentação
Defeitos, produzir produtos defeituosos significa desperdiçar materiais,
mão-de-obra, movimentação de materiais defeituosos e outros.
O Japão foi o lugar da automação flexível, pois apresentava um ambiente
diferente dos EUA: um pequeno mercado consumidor, capital e matéria-prima
escassa, e grande disponibilidade de mão-de-obra não-especializada,
impossibilitavam a solução taylorista-fordista de produção em massa. A
resposta foi o aumento na produtividade na fabricação de pequenas
quantidades de numerosos modelos de produtos, voltados para o mercado
externo, de modo a gerar divisas tanto para a obtenção de matérias-primas e
alimentos, quanto para importar os equipamentos e bens de capital
necessários para a sua reconstrução pós-guerra e para o desenvolvimento da
própria industrialização.
No contexto de reconstrução após a Segunda Guerra Mundial, a Guerra da
Coréia (ocorrida entre 25 de junho de 1950 e 27 de julho de 1953) também foi
de grande valia para o Japão, a Guerra provocou inúmeras baixas de ambos os
lados e não deu solução à situação territorial até os dias de hoje. Ao decorrer
da guerra, os dois lados fizeram grandes encomendas ao Japão, que ficou
encarregado de fabricar roupas, suprimentos para as tropas na frente de
batalha, além de caminhões Toyota, o que livrou a empresa da falência. Essa
medida foi conveniente aos Estados Unidos, já que a localização geográfica do
Japão favoreceu o fluxo da produção à Coréia e o aliado capitalista seria
importante em meio ao bloco socialista daquela região. A demanda NorteAmericana incentivou a rotatividade da produção industrial e iniciou a
reconstrução da economia japonesa.
Principais características do Toyotismo:
•
Mão de obra multifuncional e bem qualificada. Os trabalhadores são
educados, treinados e qualificados para conhecer todos os processos de
produção, podendo atuar em varias áreas do sistema produtivo da
empresa.
•
Sistema flexível de mecanização, voltado para a produção somente do
necessário, evitando ao Maximo o excedente. A produção deve ser
ajustada demanda do mercado.
•
Uso de controle visual em todas as etapas de produção como forma de
acompanhar e controlar o processo produtivo.
•
Implantação do sistema de qualidade total em todas as etapas de
produção. Além da alta qualidade dos produtos, busca-se evitar ao
Maximo o desperdício de matérias – primas e tempo.
•
Aplicação do sistema Just in Time, ou seja, produzir somente o
necessário, no tempo necessário e na quantidade necessária.
•
Uso de pesquisas de mercado para adaptar os produtos às exigências
dos clientes.
O Toyotismo surgiu numa época em que a estrutura o capital se encontrava
em crise, onde o capitalismo buscava mudanças no próprio processo produtivo.
A ideologia e os princípios organizacionais deste modelo passaram a sustentar
as práticas empresariais como modelo de administração, sendo que na década
de 80 o Toyotismo passou a ser a ideologia universal da produção sistêmica
do capital
Com esse sistema de produção, erguendo-se das cinzas da indústria, na
elevação no Japão do pós-guerra, a Toyota tornou-se o maior construtor de
automóveis naquele país, conquistando uma fatia do mercado
nacional superior a 40%. Em 1980, a Toyota já tinha montado o seu veículo
número 30 milhões e na passagem do século atingia já os 100 milhões de
automóveis construídos.
No final dos anos 50, a Toyota começou a lançar as pontes para a conquista
dos mercados internacionais. Os primeiros Toyota Crown chegaram aos
Estados Unidos 1957 e, em 1965, modelos como o Toyota Corolla
conseguiam-lhe granjear uma boa reputação na qualidade do serviço ao cliente
e sua satisfação e os volumes de vendas começavam a estar ao nível dos
fabricantes americanos. Atualmente, as vendas anuais da Toyota nos Estados
Unidos situam-se quase nos 2 milhões de unidades, além de que 1.2 milhões
de veículos e quase 1.3 milhões de motores e transmissões foram aí
produzidos nos Estados Unidos em 2002.
Dentro da Empresa:
A Toyota é um verdadeiro tédio. Na montadora asiática não há “executivos
celebridades”, seu presidente, o japonês Aiko Toyoda, em um sujeito discreto,
pouco efeito a entrevistas, festas ou frases bombásticas. As maiores inovações
da empresa levam anos ate sair das pranchetas e ganhar as ruas, o Híbrido
Prius,por exemplo, seu modelo mais revolucionário, demorou mais de 50
meses para ser idealizado e atingir o nível de desempenho exigido pelos
engenheiros da montadora. Na matriz os funcionários tem emprego vitalício,
uma instituição decrépita até mesmo na conservadora sociedade japonesa; e a
alta cúpula trabalha com um conceito muito particular do que seja meritocracia:
para galgar posições na hierarquia, é preciso não apenas talento mas também
idade ( mais de 50 anos, no caso dos vices – presidentes, e perto dos 60 para
assumir a presidência). Nenhum julgamento é feito da noite para o dia ou
baseado no argumento de “aproveitar oportunidades do mercado” na Toyota, a
tomada de decisão é um processo consensual. Tudo é lento, planejado,
modorrento. Mas tudo é também praticamente perfeito.
Princípios da Toyota:
•
Respeito pelos idiomas e leis de todos os países do mundo, com
atividades transparentes e justas que demonstram suas ações de bom
cidadão do mundo;
•
Respeitar a cultura e costumes de todos os países e contribuir para o
desenvolvimento econômico e social através de atividades empresariais
em cada comunidade;
•
Dedicar todos os esforços para criar produtos que mantenham a
harmonia com o meio ambiente, para conseguir melhorar a qualidade
de vida em todas as regiões em que a Toyota está presente;
•
Criar e desenvolver tecnologias de ponta e oferecer excelentes produtos
e serviços que satisfaçam as necessidades dos clientes de todo o
mundo;
•
Estimular uma cultura empresarial que promova a criatividade individual
e o valor do trabalho em equipe, gerando ao mesmo tempo a confiança
mútua e respeito entre os trabalhadores de nível operário e de direção;
•
Incentivar o crescimento em harmonia com a comunidade global através
de um gerenciamento inovador;
•
Colaborar com outras empresas visando conseguir um crescimento
estável em longo prazo com benefícios mútuos.
Toyota na Europa:
A Toyota começou a comercializar os seus modelos na Europa através de um
acordo oficial de distribuição em 1963, feito na Dinamarca. Desde então, a
empresa tem vindo a crescer continuamente no sofisticado e complexo
mercado Europeu, para se tornar a Marca de automóveis japonesa mais
vendida neste muito competitivo mercado. A Toyota já investiu mais de €4.5
bilhões em toda a Europa desde 1990 e emprega atualmente mais de 56, 000
pessoas, direta ou indiretamente (através dos seus canais de distribuição). A
Toyota está a tornar-se num interveniente de primeira linha na Europa e
continua a crescer, tanto geograficamente como em termos de quota de
mercado, tudo graças à sua política dar prioridade ao cliente.
A empresa acredita na sua filosofia de localização dos veículos para que
possam dar resposta às diferentes necessidades dos diferentes tipos de
clientes europeus. O que quer dizer que as atividades da empresa na Europa
sejam elas a construção, investigação e desenvolvimento ou marketing - são
geralmente localizadas próximo das comunidades que pretendem servir.
Guiada pela sua visão clara de um futuro sustentável, a Toyota desenvolveu
um amplo leque de veículos propulsionados excelentes motores a Gasolina e
Diesel. A empresa é igualmente um reconhecido líder em tecnologias de
preservação ambiental, tal como os sistemas híbridos e de pilha de
combustível.
Hoje em dia, a Toyota está a colher os frutos desta estratégia. Criou uma
reputação sem paralelo em toda a Europa na fiabilidade e satisfação do cliente.
Apoiada por uma rede de 24 empresas nacionais de marketing e vendas e
cerca de 3300 concessionários, a Toyota olha o futuro com a perspectiva de
aumento de vendas nos anos que se seguem.
História da Toyota do Brasil
Em janeiro 23 de 1958, a Toyota Motor Corporation inaugura um escritório no
centro da cidade de São Paulo, com o nome de Toyota do Brasil Indústria e
Comércio Ltda. Onze meses depois, a empresa inicia as suas atividades como
montadora de veículos, com a instalação da primeira fábrica brasileira, no
bairro do Ipiranga. O Land Cruiser, primeiro utilitário Toyota lançado no
mercado brasileiro, ganha as ruas em maio do ano seguinte.
Com a mudança da fábrica para São Bernardo do Campo, em novembro de
1962, a Toyota substitui a linha Land Cruiser pelo Bandeirante, equipado com
motor a diesel, tração nas quatro rodas e disponível nas versões jipe e
camioneta de carga e de uso misto.
Uma das únicas fábricas do mundo a manter todas as operações industriais
realizadas pela própria empresa, a unidade de São Bernardo permitiu, durante
quase quatro décadas de produção, o controle completo de todos os
processos, garantindo a qualidade final do produto.
Em setembro de 1998, a Toyota inaugura a segunda fábrica no Brasil, em
Indaiatuba, interior de São Paulo, onde passa a ser fabricado o Corolla, carro
mais vendido em todo o mundo, com mais de 30 milhões de unidades
comercializadas desde 1966.
Em agosto de 2001, a Toyota inaugura seu escritório comercial em São Paulo
e encerra a fabricação do Toyota Bandeirante. A unidade de São Bernardo
passa a produzir peças para a picape Hilux, fabricada na planta de Zárate, na
Argentina, e para o Corolla.
Após investimentos de US$ 300 milhões, a Toyota dá início, em junho de
2002, à produção do Novo Corolla, veículo que conquista a liderança absoluta
de vendas no segmento de sedãs médios.
Em janeiro de 2003, a Toyota passa a contar com nova estrutura na América
do Sul, com a denominação de Toyota Mercosul. A nova organização integra o
gerenciamento da Toyota do Brasil com a Toyota da Argentina e consolida as
duas plantas produtivas como pólos de exportação para toda a América Latina,
incluindo Caribe e México.
Em maio de 2004, a Toyota lança o Corolla Fielder, também fabricado em
Indaiatuba, que assume rapidamente a condição de líder de vendas no
segmento de station wagons.
Um ano depois, em maio de 2005, a Toyota lança no Brasil e na Argentina a
Nova Hilux, que materializa o Projeto IMV (Innovative International Multipurpose Vehicle). Uma revolução total no mercado, a Nova Hilux rapidamente
alcança a liderança no segmento de picapes médias. Em setembro, a Hilux
SW4 é lançada e também conquista o primeiro lugar em vendas de sua
categoria.
Outro passo importante para o crescimento da empresa é a inauguração do
Centro de Distribuição de Guaíba, na Grande Porto Alegre, em março de 2005.
Em uma área total de 58 mil m², o Centro de Distribuição se tornou o portal das
operações logísticas da Toyota entre o Brasil e a Argentina, para recebimento
da Hilux, por via rodoviária. Além de distribuir a Hilux para todo território
nacional, o Centro executa as operações de recebimento, checagem e ajuste
de montagem.
Para atender à crescente demanda pelos seus veículos, a Toyota aumenta sua
rede de concessionárias. Até dezembro de 2004, a marca contava com 90
concessionárias. Em 2008, com cobertura geográfica superando 90%, possui
122 espalhadas pelo País.
Em janeiro de 2008, a Toyota completa 50 anos de história no Brasil,
contando com mais de 3200 colaboradores em suas unidades de São Bernardo
do Campo, Indaiatuba, São Paulo e Guaíba. Esse marco demonstra o
compromisso com o país, pois a Toyota assume que está “Ampliando
Horizontes” nos horizontes do Brasil.
Toyota e meio ambiente:
A Toyota apresentou, em 1997, o primeiro automóvel híbrido de produção em
série do mundo, o Prius (que combina um motor elétrico e um motor a
gasolina). E mais de 130, 000 veículos híbridos da Toyota foram vendidos em
todo o mundo até hoje. Em 2002, a Toyota lançou o conceito Toyota D-CAT
(Tecnologias Avançadas de Diesel Limpo), um revolucionário sistema de
purificação de emissões diesel. O elemento principal do Toyota D-CAT é o
Toyota DPNR (Sistema de Redução de Partículas Diesel e NOx), o primeiro
sistema de catalisador simples do mundo que consegue, simultaneamente,
reduzir a emissão de matéria de partículas e de óxido de azoto.
A base das atividades ambientais da Toyota é o Quadro da Terra, que integra
todos os aspectos do ciclo de vida dos veículos sob um ponto de vista
ambiental, incluindo os processos produtivos isentos de resíduos e a
reciclagem em fim de vida, em sintonia com as recentes diretivas da União
Européia a este nível. Engloba ainda um extenso programa de compromisso
com a sociedade.
O emblema:
Em 2 de outubro de 1990 a empresa apresentou ao mundo o novo símbolo da
marca Toyota. Este emblema simboliza as características avançadas e a
confiabilidade do produto, hoje em dia, é utilizado em todos os novos modelos
da montadora. O desenho consiste em 3 elipses entrelaçadas. Em termos
geométricos, uma elipse possui dois pontos centrais: um deles representa o
coração dos clientes e o outro o coração do produto. A elipse maios unifica os
dois corações. A combinação das elipses verticais e horizontais simboliza o “ T
“ de Toyota. O espaço do fundo representa o continuo avanço do
desenvolvimento tecnológico da Toyota e as ilimitadas oportunidades á nossa
frente.
Pelo mundo, a Toyota, maior montadora de veículos do mundo, respondendo
por 15% da produção de carros do planeta (7.234.439 de unidades produzidas
em 2009), encontra-se presente em mais de 170 países (possuem 51 fábricas
em 27 deles) e sua marca está entre as mais valiosas do planeta, graças á
constante busca pela satisfação do cliente através da durabilidade e
confiabilidade dos produtos e serviços pós – vendas.Líder incontestável do
mercado japonês e asiático, a Toyota é o maior vendedor de veículos nãoamericanos nos Estados Unidos e a marca japonesa líder na Europa.
Atualmente a Toyota tem uma linha de 70 modelos diferentes, incluindo sedãs,
cupês, vans, pick-ups, híbridos, utilitários esportivos e crossovers.
Dados Corporativos:
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Origem: Japão
Fundação: 28 de agosto de 1937
Fundador: Kichiro Toyoda
Sede mundial: Toyota City (Aichi), Japão
Proprietário da marca: Toyota Motor Corporation
Capital aberto: Sim
Chairman Honorário: Shoichiro Toyoda
Chairman: Fujio Cho
Presidente: Akio Toyoda
Faturamento: US$ 203.6 bilhões (2009)
Lucro: US$ 2.25 bilhões (2009)
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Valor de mercado: US$ 123.7 bilhões (2010)
Valor da marca: US$ 26.192 bilhões (2010)
Fábricas: 51 – Subsidiárias: 522
Produção anual: 7.234.439 (2009)
Presença Global: + 170 países – Presente no Brasil: Sim (4 fabricas)
Funcionários: 320.500
Segmento: Automotivo
Principais Produtos: Automovéis, caminhões e ônibus
Outras Marcas: Lexus, Scion, Daihatsu e Hino
Slogan: Moving Forward
Website: WWW.toyota.co.jp
Segundo a consultoria britânica Interband. Somente a marca TOYOTA
esta avaliada em US$ 26.192 bilhões, ocupando a posição numero 11
no ranking das marcas mais valiosas do mundo. È a marca de
automóvel mais valiosa. Além disso, a Toyota é a 5° maior empresa do
mundo de acordo a fortune 500 de 2010.
Sr. Sakichi Toyoda: Fundador da empresa Toyota e
Sr. Kiichiro Toyoda: Filho de Sakichi
Referências:
Meu trabalho foi todo baseado em pesquisa na Internet com Google.
Introdução:
Digitei no Google História da Toyota, obtive os seguintes resultados:
Resultados da pesquisa
História da Toyota
www.toyota.pt/about_03/toyotas_history/index.tmex
Bloquear todos os resultados de www.toyota.pt
A Toyota Motor Corporation (TMC) está entre as dez maiores empresas da listagem
da Fortune Global 500, e posiciona-se entre as mais importantes ...
História da Toyota, Evolução, Modelos História da Toyota
www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/toyota/
História da Toyota, Evolução, Modelos, Carros, Kiichiro, Sakichi Toyoda, Lexus,
Sistema De Produção, História da Toyota.
História Toyota | Mais Tuning
maistuning.com/marcas/historia-toyota
A marca japonesa Toyota foi fundada em 1937 por Kiichiro Toyoda. Mas a história da
Toyota remonta a 1919 a quando da fundação da Toyoda Spinning and ...
Conheça a história da Toyota e seus primeiros carros - VRUM
www.vrum.com.br/.../conheca-a-historia-da-toyota-e-seus-primeiros-...
2 dias atrás – Visitamos o museu da montadora em Toyota City, no Japão. Galeria de
fotos!,
Toyota Motor – Wikipédia, a enciclopédia livre
pt.wikipedia.org/wiki/Toyota_Motor
Toyota Corolla, o carro mais vendido da história, com mais de 30 milhões de
unidades vendidas. Pouco depois, esta secção da empresa produzia o primeiro ...
Sistema Toyota de Produção – Wikipédia, a enciclopédia livre
pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Toyota_de_Produção
O Sistema Toyota de Produção surgiu no Japão, na fábrica de automóveis
Toyota, ....Artigos sobre Manufatura Enxuta (Inglês); História da Toyota no site da ...
Cliquei no 1° site onde obtive os seguintes temas:
Abertura ao mundo
Toyota na Europa
Automóveis mais limpos, onde falei sobre meio ambiente
O sistema de produção Toyota (Toyotismo) foi pesquisado nos seguintes sites:
Sistema Toyota de Produção – Wikipédia, a enciclopédia livre
pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Toyota_de_Produção
Bloquear todos os resultados de pt.wikipedia.org
O Sistema Toyota de Produção surgiu no Japão, na fábrica de automóveis Toyota,
logo após a Segunda Guerra Mundial. Naquela época a indústria japonesa ...
Ferramentas LEAN - Outras características do ... - Referências - Ver também
Toyotismo – Wikipédia, a enciclopédia livre
pt.wikipedia.org/wiki/Toyotismo
Toyotismo é um modo de organização da produção capitalista originário do Japão,
resultante da conjuntura desfavorável do país. O toyotismo foi criado na ...
História - Características do sistema - Era Atual - Referências
Nestes sites foram pesquisados tais temas:
O emblema
Dentro da empresa
Dados corporativos
Toyota do Brasil
Princípios da Toyota
http://autopecastunicar.blogspot.com.br/2011/03/historia-da-toyota.html
História da Toyota - Portal São Francisco
www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/toyota/
Bloquear todos os resultados de www.portalsaofrancisco.com.br
Em janeiro 23 de 1958, a Toyota Motor Corporation inaugura um escritório no
centro da cidade de São Paulo, com o nome de Toyota do Brasil Indústria e
Comércio Ltda. Onze meses depois, a empresa inicia as suas atividades como
montadora de veículos, com a instalação da primeira fábrica brasileira.
Sheila Cristina Valentim da Silva. 1° termo ADM – turma D.
O QUE VAMOS PESQUISAR?
Bom eu resolvi pesquisar a empresa Mcdonald’s porque é uma empresa muito
conhecida em todo o mundo, e também porque foi meu primeiro emprego,
onde naquela época era o sonho de todo adolescente. Alias eu nunca tinha ido
ao “Mc” para comer, a primeira vez que comi foi no meu primeiro dia de
trabalho, onde cada dia experimentei um lanche diferente e foi muito legal
apesar de ter ficado lá por pouco tempo.
A HISTÓRIA
Presente em 120 países e em mais de 31 mil cidades, com faturamento
superior a 22 bilhões de dólares anuais, essa rede atende mais de 50 milhões
de pessoas todos os dias. Uma das marcas mais conhecidas no mundo,
símbolo do capitalismo e da globalização.
Mais de 70% dos restaurantes Mcdonald’s são propriedade de empresários
locais e são operados pelos mesmos.
Além disso a empresa opera outras marcas de restaurantes e lanchonetes ao
redor do mundo como a Aroma Café, Boston Market, Chipotle Mexican Grill, e
tem uma pequena parte na Pret a Manger. Até dezembro de 2003 também era
dona do Donatos Pizza.
Para se tornar essa marca que corresponde a quase metade das redes
internacionais de restaurantes fora dos Estados Unidos e cerca de dois terços
das vendas nesse setor em todo o mundo, o Mcdonald’s percorreu um longo
caminho. A história começou em 1954, quando o representante Ray Kroc
conheceu o restaurante dos irmãos Dick e Maurice Mcdonald, administrado
com notável eficiência. Dono de um raro espírito empreendedor, Kroc juntou
suas economias e propôs aos irmãos Mcdonald a franquia do nome da família
para a abertura de um outro restaurante, que funcionasse nos mesmos moldes.
Negocio fechado em abril de 1954 o ex-representante comercial inaugurou seu
primeiro restaurante em Dês Plaines, no Estado de Illinois. A idéia era servir
hambúrgueres de qualidade, com rápido e cortês atendimento, em um
ambiente totalmente limpo - conceitos até hoje ligados a marca. Começava
naquele momento uma revolução na indústria e na historia da alimentação
mundial. Um ano depois, Ray Kroc já tinha montado uma cadeia com mais de
20 restaurantes espalhados pelo território norte-americano. Em 1958
completava a venda de mais de 100 milhões de hambúrgueres, o porte do
negocio começava a ganhar expressão. No inicio dos anos 60, Kroc
desembolsou US$ 2,7 milhões e comprou a parte dos irmãos McDonald no
negocio. Em 1967, com quase mil restaurantes funcionando nos Estados
Unidos, o Mcdonald’s iniciava sua escalada internacional, abrindo uma loja no
Canadá e outra em Porto Rico. Considerado um fenômeno comercial do século
20, o McDonald’s obteve sucesso devido a quatro fatores principais:
concentração de esforços em uma única atividade, ênfase na gestão de
pessoas, administração descentralizada e fornecedores trabalhando em
parceria. Em todas as partes do mundo, a empresa é dirigida por sócios locais.
Atualmente, 80% dos restaurantes da rede são comandados por franqueados
independentes, que seguem os conceitos de trabalhos estabelecidos pelo
Sistema McDonald’s, o que mantém inalterado o alto padrão de qualidade dos
produtos da rede McDonald’s no Brasil. Que foi o 25° país do mundo – e o
pioneiro na América do Sul – a conhecer o inconfundível sabor do Big Mac. O
primeiro McDonald’s brasileiro foi inaugurado em fevereiro de 1979, em
Copacabana, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, os arcos dourados
chegaram a São Paulo, com a abertura de um restaurante na Avenida Paulista.
O sucesso foi tão grande em São Paulo que, já em 1984, foi lançado na cidade
o sistema Drive-Thru, na Avenida Juscelino Kubistcheck. No ano seguinte foi
aberto o maior McDonald’s da América Latina, na Avenida Henrique
Schaumann, Zona Oeste da Capital. Em 1985 o McDonald’s Brasil também
alcançou seu primeiro recorde mundial: a marca de 58.185 sanduíches
vendidos em uma única loja, registrada durante o Rock in Rio. Em 1987 a rede
abriu sua primeira franquia brasileira, em Brasília (DF). Com o apoio dos
franqueados, o McDonald’s conquistou rapidamente o coração e o paladar dos
brasileiros. Em seu aniversario de 10 anos, em 1989, já contava com 40
restaurantes, espalhados pelas 6 maiores capitais do país – Rio de Janeiro,
São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Salvador - , que serviram a
72 milhões de clientes naquele ano. Desde sua entrada no mercado brasileiro,
em 1979, o McDonald’s não pára de crescer. Em 2002 o sistema comemorou a
abertura do restaurante de número 571, atendendo a uma média de 1,4
milhões de clientes por dia. Além dos restaurantes, o Sistema McDonald’s é
formado por 637 quiosques, 1 McMóvel e 17 McCafés. Todos esses pontos de
vendas estão espalhados em 128 cidades brasileiras, em um total de 21
Estados mais o Distrito Federal. Atualmente trabalham no McDonald’s 36 mil
funcionários, o que faz da empresa um dos maiores empregadores privados do
Brasil. Alem disso, o McDonald’s é também a melhor empresa para se
Trabalhar, de acordo com premio concedido em 2001 pela revista Exame e
Você S.A., da Editora Abril. O faturamento do McDonald’s Brasil totalizou R$
1,60 bilhões em 2001, contra R$ 1,46 bilhões em 2000. Para se ter uma idéia
do ritmo de crescimento da empresa, o número de restaurantes aumentou de
387 em 1998 para 571 em junho de 2002.
O McDonald’s acredita que um mundo melhor depende de cada um de nós, e
que o compromisso com a responsabilidade é o principal caminho que cada
empresa deve seguir para fazer a sua parte. No Brasil, a principal causa
abraçada pelo sistema McDonald’s é a luta contra o câncer infato-juvenil. Para
apoiar esse trabalho, a empresa se envolve em diversas iniciativas, dentre as
quais se destaca a campanha McDia Feliz, que desde de sua primeira edição,
em 1988, arrecadou mais de R$ 30 milhões. Esse dinheiro foi repassado a
instituições dedicadas à prevenção e ao combate do câncer entre crianças e
adolescentes. Desde 1994, o Brasil conta também com uma Casa Ronald
McDonald, a primeira instalada na América Latina. Situada no Rio de Janeiro,
funciona como “uma casa fora de casa”, onde crianças de baixa renda,
provenientes de outras cidades brasileiras e acompanhadas por um
responsável, recebem hospedagem e alimentação gratuitas, além de
assistência 24 horas por dia.
Para atuar no combate ao câncer infanto-juvenil durante o ano inteiro, foi
criado o Instituto Ronald McDonald, representação brasileira da Ronald
McDonald House Charities ( RMHC ). O instituto dedica-se particularmente a
captar e destinar recursos ( financeiros, equipamentos, materiais e
conhecimentos humanos) às instituições brasileiras que assistem crianças e
adolescentes portadores de câncer, tendo sempre em mente um objetivo
ambicioso, mas viável: o aumento do índice de cura da doença no país.
Esforços conjugado, Alem dessas ações de envolvimento com a comunidade, o
McDonald’s mantém parcerias internacionais para a promoção de eventos
locais, especialmente nas áreas de educação e esporte. Alguns exemplos de
parceiros são a Walt Disney Company, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e
o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O McDonald’s também apóia iniciativas
sociais e ecológicas, por meio de parcerias com organizações nãogovernamentais (ONG’s) e órgãos públicos. Entre os programas que contam
com a participação da empresa, pode se citar a Operation Smile, realizada com
a Interplast, e as campanhas Praia Limpa, de Vacinação Infantil e do Agasalho.
Sendo uma das maiores empresas alimentícias do mundo, quando se fala em
McDonald’s o assunto é o “fast-food” pois não se pensa em outra coisa senão
passar no “Mc” para pedir um lanche com batatas fritas.
Muitas pessoas se esquecem que nenhum sucesso vem em vão, tudo isto que
vemos hoje é fruto de um grande investimento e de grandes idéias que
favorecem o mundo com o sabor de um dos sanduíches mais gostosos do
mundo. A diferença do sucesso está na criatividade.
Daí pra frente o McDonald’s não parou mais, o palhaço Ronald McDonald foi
criado com a proposta de atrair crianças para a rede e até hoje o marketing da
empresa se destaca por atingir crianças a partir de 2 anos de idade.
PAÍSES EM QUE O MCDONALD’S ESTÁ PRESENTE:
Localização das lojas do restaurante pelo mundo.
Legenda:
Vermelho: Países em que o McDonald's se instalou entre 1940 e 1969
Laranja: Países em que o McDonald's se instalou entre 1970 e 1974
Amarelo: Países em que o McDonald's se instalou entre 1975 e 1979
Verde: Países em que o McDonald's se instalou entre 1980 e 1984
Verde Claro: Países em que o McDonald's se instalou entre 1985 e 1989
Azul Claro: Países em que o McDonald's se instalou entre 1990 e 1994
Azul: Países em que o McDonald's se instalou entre 1995 e 1999
Roxo: Países em que o McDonald's se instalou de
d 2000 até hoje
Cinza escuro: Países em que o McDonald's não está mais presente
Cinza: Países em que o McDonald's nunca esteve presente.
METODOLOGIA
Eu fiz uma pesquisa baseada em informações que eu tinha quando trabalhei
nesta organização, pois tínhamos que estudar alguns livrinhos de cores
variadas com informações, onde depois era feito um teste com os funcionários.
Pois nos era perguntado e sem titubear tínhamos que responder, é como se
fosse uma atualização e conhecimento dos mesmos sobre o local escolhido
para se trabalhar, isso mesmo ESCOLHIDO, pois naquela época ainda dava
pra se escolher onde iríamos trabalhar.
Também encontrei algumas informações atualizadas no famoso GOOGLE, e
não foi muito difícil pois é um lugar muito conhecido por todos, mesmo aqueles
que não gostam de comer lá.
Nestes sites encontrei coisas que não imaginava que iria encontrar e fiquei
contente com os números que são totalmente diferentes daqueles que eu
conhecia.
Entrei em todos os sites que me apareceram na pesquisa li um por um e fiz um
resumo do que eu precisava para este trabalho todos diziam as mesmas coisas
só que com palavras diferentes, mas havia sempre um algo a mais onde eu
aproveitava e incluía em meu texto, para que assim pudesse ficar mais rico e
com muitas informações.
Achei muitas informações interessantes e tirei bastante dúvidas que já existiam
em minha cabeça e que surgiram durante a pesquisa também.
Encontrei um site que não sabia que existia era tudo em inglês, o site é
www.mcdonalds.com.
Referências
•
•
•
McDonald's Corporation. Hoovers (2009). Página visitada em 17 de julho de 2009.
a b c
McDonald's Corporation. Morningstar (2009). Página visitada em 18 de julho.
McDonald's tem queda de 23% no lucro do quarto trimestre. O Globo (2009).
Página visitada em 18 de julho.
•
McDonald's Corporation (2006). About McDonald's. McDonald's. Página visitada
em 18 de julho de 2009.
•
Às margens do sagrado Ganges. Diário do Grande ABC ().. Página visitada em
29 de agosto de 2009.
•
McDonalds no Brasil
•
Revista Época, n. 588, 24 de agosto de 2009.
•
McDonalds indenizará cliente que se engasgou com plástico
•
Empresa indenizará cliente que engasgou com plástico
•
Empresa indenizará cliente que engasgou com plástico
•
18 campanhas do Mc Donald’s são condenadas pelo Procon
•
Procon multa McDonald's em mais de R$ 3 milhões por venda casada de
alimentos e brinquedos
•
McDonald’s deve pagar multa milionária devido à promoção
•
Procon multa McDonald's em mais de R$ 3 milhões por McLanche Feliz
•
McDonald's Turns On a Dime to Beat San Francisco's Happy Meal Law
•
McDonald’s in San Francisco to charge dime for Happy Meal toys after city
restricts giveaways
•
Brinquedos não podem mais acompanhar McLanche Feliz
Toying
with
the
Happy
Meal:
Is
McDonald's
Evading
the
Law?
RESULTADOS
Eu encontrei histórias e dados inimagináveis, números grandes e
importantíssimos para o bom desenvolvimento da organização. Por exemplo
que o lanche Big Mec é o produto mais vendido para consumo em todo o
mundo;
Que a maior parte dos restaurantes McDonald's oferecem ambos os serviços
de balcão e Drive-Thru, com mesas em espaço coberto e algumas vezes ao ar
livre;
Que os restaurantes temáticos também existem, como os restaurantes "Rockand-Roll McDonald's" 1950 e o restaurante Mc Movie, em Porto Alegre, no
Brasil. Alguns McDonald's em áreas suburbanas e certas cidades têm grandes
playgrounds fechados ou ao ar livre, chamados "McDonald's Play Place ou
Playland. Estes foram criados principalmente na década de 1970 e 1980 nos
Estados Unidos e mais tarde, internacionalmente.
Também que o palhacinho é o mascote do McDonald's, o famoso Ronald
McDonald.
Que a letra "M" é a principal marca do McDonald's, onde alguns a chamam de
“M grande”.
Que no ano de 1988, o McDonald’s abre seus primeiros restaurantes em
países COMUNISTA: Em Gyor, na Hungriae em Belgrado, na então Iugoslávia.
E que em 1992, no dia 23 de abril, o maior restaurante McDonald’s do mundo
até os dias de hoje é inaugurado em Pequim, capital da China (mais de 700
assentos).
Conheci alguns dos sanduíches mais conhecidos do McDonald's são:
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Big Mac;
Quarterão com Queijo;
McChicken;
Cheddar McMelt;
McFish;
Big Tasty;
Cheeseburger;
McNífico Bacon;
CBO (Chicken Bacon Onion);
McChicken Junior e
Cheddar.
Descobri que o excesso de embalagens descartáveis dos produtos do
McDonald's podem causar danos ecológicos ao nosso planeta.
O excesso de embalagens descartáveis dos produtos do McDonald's podem
causar danos ecológicos.
O McDonald's tem sido alvo de muitas críticas ao longo dos anos.
E que sendo um modelo de empresa do capitalismo, é duramente críticado
pelos que defendem outro sistema.
E que também uma nova lei que entrou em vigor no ano de 2011 em São
Francisco impede que restaurantes e fast-foods forneçam brinquedos em suas
refeições se o alimento não atender às exigências nutricionais. As refeições
devem conter menos de 600calorias, conter frutas (meia xícara), legumes (3/4
de xícara), ter menos de 35% do total de calorias provenientes de gordura,
menos de 640 miligramas de sódio e menos de 0,5 miligramas de gorduras
trans.
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Reflexões Econômicas – volume I