PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO
DE CABECEIRAS DE BASTO
2011-2015
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
ÍNDICE GERAL
1. Introdução
P. 3
1.1. Enquadramento jurídico-administrativo
P. 5
2. Agrupamento e meio envolvente
P. 5
3. Agrupamento
P. 11
3.1 Caracterização física e organizacional do Agrupamento
P. 10
3.1.1 Estabelecimentos de Ensino
P. 11
3.1. Público destinatário (crianças, alunos, formandos)
P. 12
3.2. Ação social escolar
P. 13
3.3. Pessoal docente
P. 14
3.4. Pessoal não docente
P. 15
3.5. Pais e encarregados de educação
P. 15
4. Dados sobre o sucesso escolar
P. 16
5. Projetos em que o Agrupamento está envolvido
P. 28
6. Princípios que regulam a ação educativa
P. 29
6.1. Princípios orientadores
P. 29
6.2. Valores e atitudes a promover
P. 30
7. Problemas e recursos do Agrupamento
P. 30
7.1. Principais problemas/necessidades
P. 30
7.2. Principais recursos/potencialidades
P. 31
8. Prioridades da ação educativa
P. 33
8.1. Prioridades no plano pedagógico (Critérios de avaliação, terminologia adoptada, etc.)
P. 34
8.2. Prioridades no plano organizacional
P. 37
9. O papel da Educação Especial
P. 38
10. Formação Contínua do pessoal docente e não docente
P. 39
11. Metas do Agrupamento
P. 40
12. Operacionalização do Projeto Educativo
P. 47
13. Aprovação e divulgação do Projeto Educativo
P. 47
14. Avaliação do Projeto Educativo
P. 47
15. Nota final
P. 49
16. Bibliografia e outras fontes
P. 50
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
1 – Introdução
«Não se pode salvar aquilo em que se não acredita.»
(Miguel Torga)1
O Projeto Educativo deve entender-se, no atual contexto, como o documento que consagra a orientação
educativa do agrupamento de escolas, elaborado e aprovado pelos seus órgãos de administração e gestão para
um horizonte de quatro anos. Nele se explicitam os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo as
quais a escola se propõe cumprir a sua função educativa. A sua concretização com êxito necessita da
participação ativa de toda a comunidade educativa e de todos os parceiros da escola.
Trata-se de um documento basilar na definição da natureza e dos objetivos da Escola. A comunidade
escolar deverá tê-lo em conta, forçosamente, aquando da elaboração e aprovação do Plano Anual de
Atividades, do Regulamento Interno, do Projeto Curricular de Agrupamento e dos diversos Projetos
Curriculares de Turma.
Foi intenção da equipa de trabalho responsável pela redação deste Projeto Educativo elaborar um texto
que, por um lado, respondesse à necessidade legal e urgente de tal documento e, por outro lado,
consubstanciasse dignamente a identidade e os anseios da comunidade educativa.
Cabe ao Projeto Educativo a função prioritária de promover o sucesso educativo, quer definindo formas
de intervenção que permitam uma melhor qualidade do processo de ensino-aprendizagem, quer
implementando novas propostas que possam dar resposta aos principais problemas e necessidades
oportunamente identificados.
Com o Projeto Educativo pretende-se que o Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto seja uma
obra coletiva e que se integre harmoniosamente na Comunidade que serve. A filosofia da legislação em vigor
determina que cada agrupamento escolar assuma, tanto quanto possível, a sua autonomia, no quadro das suas
competências específicas. Tal significa, objetivamente, que um Projeto Educativo se funda, antes de mais,
numa justa e rigorosa perceção da realidade essencial do que, enquanto oferta educativa, somos e do que
queremos ser.
É esse o ponto de partida para a correta enunciação de objetivos e metas, o que pressupõe – a montante
– uma correta adequação das unidades curriculares à realidade do Agrupamento, bem como a escolha de
métodos e de estratégias de aprendizagem, o recurso a complementos curriculares, aos apoios
socioeducativos, ao trabalho na área da educação especial, etc. A própria organização interna do Agrupamento
concorre para o desejável sucesso da nossa missão, nomeadamente através da aprovação de normas e
processos compatíveis com os objetivos delineados. São exemplos desta realidade estruturante o Regulamento
Interno e os vários regimentos que jurídica e funcionalmente tutelam o funcionamento de Departamentos
Curriculares, Subdepartamentos, Conselhos de Docentes, Conselhos de Turma, etc.
A especificidade da natureza e objetivos de cada Agrupamento aparece claramente consignada na lei
geral, que recomenda às escolas do país, «no âmbito da sua autonomia», o desenvolvimento de «outros
projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos (…)»2 e para a « (…)
definição de um projeto de desenvolvimento do currículo adequado ao seu contexto e integrado no respetivo
projeto educativo».3.
Nesta perspetiva, o Projeto Educativo caracteriza-se também pelo acompanhamento da evolução de
mentalidades, valores, normas e padrões de conduta que influenciam todos os atores escolares e, por inerência,
1
Cf. Miguel Torga, Diário IV, Coimbra, ed. de autor, 4.ª edição, 1995, p. 38.
2
Cf. Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro.
3
Cf. Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro.
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Projeto Educativo 2011/2015
educativos, de entre os quais se destacam, para além dos próprios docentes, os pais, as famílias e os
encarregados de educação das crianças e os alunos com que o Agrupamento trabalha.
Como parte da sociedade, a Escola portuguesa convive, na atualidade, com as consabidas dificuldades
económico-financeiras que assolam a Europa e, de modo muito particular, o nosso país. Nesse sentido, não
pode o nosso Agrupamento alhear-se do contexto difícil e complexo que rodeia o funcionamento da Escola,
nomeadamente o que tem a ver com duríssimos constrangimentos financeiros. Essa situação inevitavelmente
condiciona a organização das atividades educativas e obriga, por outro lado, a uma consciência apurada, por
parte dos agentes educativos, das circunstâncias sociais e humanas em que vivem as crianças e jovens do
nosso concelho (e respetivas famílias).
Para uma caminhada em conjunto, é sem dúvida útil a existência de linhas orientadoras comuns e
consensualmente aceites. O Projeto Educativo corresponde a essa necessidade. Entendemo-lo como um
documento desejavelmente simples, sintético e funcional, capaz de servir como ponto de partida para o
trabalho de cada sala/turma no ensino pré-escolar, no 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, no ensino
secundário e no ensino profissional.
Tratando-se de um instrumento que formalmente define o Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de
Basto, este Projeto Educativo deverá ser – logo que aprovado - assumido por todos os intervenientes no
processo educativo. Enquanto documento dinâmico, competirá sempre à comunidade educativa avaliá-lo
criticamente, à luz da sua pertinência e eficácia, e igualmente contribuir, em momento oportuno, com
propostas construtivas, para o seu melhoramento.
Sublinha-se o facto de o presente Projeto Educativo radicar, em boa parte, no Projeto Educativo
anterior, aprovado para o ano letivo de 2010-2011, então no contexto do período de transição que representou
a fusão dos ex-Agrupamentos de Refojos e do Arco. Tal como se aduzia no final do enunciado do anterior
Projeto, competiria aos diversos órgãos do Agrupamento, no início do ano letivo seguinte, a avaliação
rigorosa e objetiva do documento, tendo sobretudo em conta a sua adequação e exequibilidade. É com base
nessa avaliação, globalmente positiva, que a presente versão foi elaborada e, em devido tempo, aprovada pelo
Conselho Pedagógico.
No final do período de vigência do documento (que terminará no final do ano letivo de 2014-2015),
deverá novamente proceder-se a uma avaliação rigorosa do Projeto Educativo. Tal pressuposto não elimina a
possibilidade de, havendo motivo relevante para tal, o Conselho Pedagógico propor, no final de cada ano
letivo, eventuais ajustamentos/melhoramentos que, por razões de eficácia operacional, sejam aconselháveis.
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1.1.
Projeto Educativo 2011/2015
Enquadramento jurídico-administrativo
O Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto foi criado por Despacho do Secretário de Estado da
Educação e comunicado pelo Diretor Regional de Educação do Norte, em ofício datado de 30 de junho de
2010.
O Despacho referido produziu efeitos a partir de 01 de agosto de 2010.
O nosso Agrupamento rege-se, antes de mais, pela Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86 de
14 de outubro).
Rege-se ainda pela legislação em vigor no que se refere ao Estatuto da Carreira dos Educadores de
Infância e dos Professores do Ensino Básico e Secundário, nomeadamente:
- Lei n.º 139-A/90 de 28 de abril;
- Decreto-Lei n.º Decreto-Lei n.º105/97 de 29 de abril.
- Decreto-1ei n.º 1/98 de 2 de janeiro.
- Decreto-Lei n.º 35/2003 de 17 de fevereiro.
- Decreto-lei n.º 229/2005 de 26 de julho.
- Decreto-lei n.º 224/2006 de 13 de novembro.
- Decreto-lei n.º 15/2007 de 19 de janeiro.
- Decreto-lei n.º35/2007 de 15 de fevereiro.
- Decreto-lei n.º 270/2009 de 30 de setembro.
- Decreto-lei n.º 75/2010 de 23 de junho.
No que se refere à legislação que enquadra e regula o regime de autonomia, administração e gestão dos
estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e ensino básico e secundário, o Agrupamento rege-se pelo
Decreto-lei n.º 75/2008 de 22 de abril.
O Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto rege-se ainda pela legislação que enquadra o
Estatuto do aluno ensino não superior (Lei 39/2010 de 2 de setembro), Reorganização curricular (Decreto-lei
n.º 94/2011 de 03 de agosto; Decreto-lei n.º 6/2001 de 18 de janeiro), avaliação dos alunos do ensino básico
(Despacho Normativo n.º 6/2010 de 19 de fevereiro – republicação do Despacho Normativo n.º 1/2005;
Despacho Normativo n.º 50/2005 de 09 de novembro) e Educação Especial (Decreto-lei n.º 3/2008 de 7 de
janeiro).
2. Agrupamento e meio envolvente
2.1. Contexto geográfico, socioeconómico e cultural
O concelho de Cabeceiras de Basto insere-se na sub-região do AVE (NUT III) da Região Norte (NUT
II) de Portugal, repartindo-se por 17 freguesias – Abadim, Alvite, Arco de Baúlhe, Basto (Santa Senhorinha),
Bucos, Cavez, Faia, Gondiães, Outeiro, Painzela, Passos, Pedraça, Refojos de Basto, Riodouro, Cabeceiras de
Basto (São Nicolau), Vila Nune e Vilar de Cunhas. O território do concelho ocupa uma área de cerca de 241
km², limitada pelos concelhos de Montalegre, a Norte; Boticas, a Nordeste; Ribeira de Pena, a Este; Mondim
de Basto, a Sueste; Celorico de Basto, a Sul; Fafe, a Oeste; e Vieira do Minho, a Noroeste.
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Localização do concelho de Cabeceiras de Basto às escalas nacional e regional
Fonte - ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses
A sede do Município localiza-se na freguesia de Refojos de Basto, designadamente na vila de
Cabeceiras de Basto, cuja localização absoluta dita as seguintes coordenadas geográficas: 41º 31’ N do
Equador; 8º 0’ O do Semimeridiano de Greenwich.
Importa igualmente constatar que o concelho de Cabeceiras de Basto está situado na margem do rio
Tâmega, numa área de transição que é condicionada, do ponto de vista natural, pelas influências do Atlântico
e do Nordeste Transmontano. Essas influências cruzam-se com ações operadas pelas populações que o foram
habitando. As características de cada população, por seu turno, estarão na origem, depois, de variedades ao
nível da evolução demográfica e do tecido social, cultural e económico.
Enquadrado pelos limites naturais das serras da Cabreira e do Barroso (a norte), a serra da Lameira (a
oeste), as serras do Alvão e do Marão e os rios Tâmega e Bessa (a sul e a este), o território concelhio ordenase, progressivamente, de acordo – em boa medida - com a densidade da rede de transportes rodoviária4.
4
Recorde-se que, desde há bastante tempo, o concelho não dispõe de nós da rede ferroviária nacional.
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Projeto Educativo 2011/2015
Fonte - Maps - www.viamichelin.com
A sua proximidade em relação às áreas urbanas do Porto, de Braga e de Guimarães torna-o um
município acessível ao sistema de autoestradas nacionais e, por acréscimo, ao mercado europeu, situação que
melhorou amplamente com a entrada em funcionamento da Auto-Estrada 7.
Evolução do concelho
A evolução da população residente caracteriza-se por uma diminuição demográfica efectiva, decorrente
do decréscimo da taxa de natalidade nos últimos anos, fenómeno que tem, aliás, uma dimensão portuguesa e
europeia. O último Census dá conta de um acentuado envelhecimento notório da população residente, situação
que obriga, no imediato, a medidas de protecção e defesa dos mais idosos, não penas no plano económicosocial, mas igualmente no plano da educação e formação.
Por outro lado, nos últimos anos, tem-se assistido a uma evolução positiva ao nível das infraestruturas
habitacionais, ao nível das acessibilidades (hoje incomparavelmente mais numerosas e de melhor qualidade do
que há vinte anos) e ainda ao nível de equipamentos socioculturais. Esta melhoria estrutural deverá ser
considerada, obviamente, na caracterização do nosso concelho e, de um ponto de vista da ação educativa, é de
altíssima importância o aproveitamento/optimização das novas condições existentes, mormente no que se
refere a equipamentos ligados à cultura e às artes.
Povoamento (resenha histórica)
Entre as serranias da Cabreira e do Marão, num extenso vale que ocupa mais de 18 km no sentido mais
longo e 8 km de largo, mesmo à margem do Rio Tâmega, encontra-se Cabeceiras de Basto, um dos mais
antigos e históricos concelhos do Minho. Apresenta um vasto património paisagístico e arquitetónico, cunhado
pelas marcas, pelos saberes e sabores tradicionais, testemunhos de um povo e dos seus modos de vida. O
concelho integra-se nas Terras de Basto, uma sub-região com características peculiares. Outrora uma vasta
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Projeto Educativo 2011/2015
circunscrição administrativa da bacia média do Tâmega, já em 1258 estava organizada com três julgados: o de
Cabeceiras de Basto, o de Celorico de Basto e o de Amarante. Em 1220 esta circunscrição compreendia,
ainda, Mondim de Basto, algumas localidades dos concelhos de Amarante e Felgueiras, Ribeira de Pena e
Vieira do Minho.
A história do concelho de Cabeceiras de Basto perde-se no tempo. Apesar da pouca informação
existente sobre o seu povoamento primitivo, achados arqueológicos indicam que remonta a um período
anterior a Cristo, nomeadamente a épocas pré-românicas; ou, então, a período ainda mais recuado no tempo,
pois foram também encontrados vestígios castrenses e construções dolménicas. A arqueologia desvenda outras
informações através das ruínas do Mosteiro de Santa Comba, onde se supõe que terá existido um templo de
vestais. Os objetos de cerâmica e inscrições que se foram encontrando, bem como as estátuas de guerreiros e
as moedas de prata e bronze com as efígies de Augusto, Galliano e Constantino, entre outros vestígios, dão
força à tese da existência da povoação no tempo dos romanos.
A própria etimologia de Cabeceiras de Basto, apesar de controversa, leva-nos a crer que o primeiro
povo que deu o nome à região foram os Bastos (Bástulos ou Bastianos) que, oriundos da Andaluzia, passaram
por esta província de Entre Douro e Minho e fundaram uma cidade chamada Basto. Localizava-se esta junto
ao Mosteiro de Santa Senhorinha, que entretanto os árabes fariam desaparecer, no ano de 711. Daí que se
tome “Cabeceiras” no sentido de cabeça destas antigas regiões e “Basto” de Bástulos, assim se explicando a
designação do concelho.
No entanto, entre os séculos XII e XVI, é praticamente inexistente a documentação escrita sobre
Cabeceiras de Basto. Apesar de se tratar de uma povoação antiga, que gozava de grande prosperidade, como
atesta o Mosteiro de São Miguel de Refojos (outrora o mais rico do Minho), só em 1514 é que foi criado o
concelho de Cabeceiras, por Foral de D. Manuel I.
Esta região foi ainda um importante centro de peregrinação na Idade Média. Por este motivo, a ela se
associaram nomes de santos, nobres e guerreiros, como são os casos de Santa Senhorinha de Basto, Dom
Pedro, Dona Inês de Castro e Dom Nuno Álvares Pereira.
Conhecer o território do concelho de Cabeceiras de Basto implica uma demorada visita a monumentos
de altíssimo valor estético e histórico-cultural, alguns dos quais de interesse nacional – casos do Mosteiro de
São Miguel de Refojos e da Ponte de Cavez, ou de casas solarengas, a maioria delas datada dos séculos XVII,
XVIII e XIX. Estas riquezas conferem ao território um cunho ímpar e, simultaneamente, ajudam a desvendar
alguns dos segredos que a história guardou das gentes. Além do já citado Mosteiro de S. Miguel de Refojos,
vale a pena referir o Pelourinho das Pereiras (na freguesia de Refojos de Basto); a Casa da Portela e a Ponte
Velha (na freguesia de Arco de Baúlhe); a Casa do Forno e a Igreja de Santa Senhorinha (na freguesia de
Basto); a Casa da Torre (na freguesia de Alvite); a Casa da Taipa (na freguesia de Outeiro); a Casa do Casal e
a Casa da Breia (na freguesia de Cabeceiras de Basto – S. Nicolau); a Casa de Pedraça (na freguesia de
Pedraça); a Casa do Tronco ou da Torre do Tronco (na freguesia de Abadim); e a (já citada também) Ponte de
Cavez (na freguesia de Cavez).
No entanto, outros locais importará referir pela genuinidade e singularidade de que se revestem.
Exemplares são, a este nível, as aldeias de Carrazedo e as casas rurais localizadas em Vilar e em Samão. De
salientar, também, a existência de vários locais cuja origem remonta à época pré-histórica, circunstância
comprovada pelos vestígios arqueológicos encontrados nos lugares de Chacim, Outeirinho de Mouros,
Lameiras Chãs e Formigueiro. É digna de nota, igualmente, a existência de testemunhos da época medieval
encontrados no Lugar de Eiró, freguesia de Riodouro, nomeadamente de uma construção de tipo "mota"
extraordinariamente semelhante às que, na região francesa da Bretanha, podemos encontrar e que eram
bastante comuns nos séculos XI e XII naquela mesma região francesa.
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Enquadramento social, cultural e económico
Níveis de atividade económica
Entre 1991 e 2001, a população ativa do concelho de Cabeceiras de Basto aumentou de 29% para 37%.
Nos últimos anos, tem-se assistido a um aumento da população ativa cabeceirense nos setores
secundário e terciário, em prejuízo do sector primário, em grande parte devido às situações de
estrangulamento que se têm sentido neste sector (baixa produtividade, redução da área cultivada e diminuição
da mão de obra).
Recorde-se que Cabeceiras de Basto já foi um concelho globalmente agrícola. Localizado em área
montanhosa, predominam no seu solo as rochas graníticas. É percorrido por uma densa rede de cursos de
água, que constituem bolsas de terreno aluvionar fértil, naturalmente aproveitadas e adaptadas à prática de
uma agricultura extensiva de subsistência.
A população empregava-se até 1991, principalmente, em atividades do sector primário, tais como a
agricultura, a criação de gado e a silvicultura. Destacavam-se então, como fontes de riqueza local, o vinho
verde, o milho, o azeite e a pecuária (neste caso, com especial ênfase nas raças bovinas autóctones,
designadamente a barrosã e a maronesa).
No brasão do concelho, alguns elementos representam a caça, a pesca, a vinha e o mel, aspectos que
continuam associados à actividade económica desta região, apesar da perda de 838 ativos registada entre 1991
e 2001 no Sector Primário.
Outros recursos endógenos desta região são a floresta, o turismo rural e o de montanha. O artesanato é
rico e variado: trabalha-se nas áreas da lã, do linho, da cestaria, da tanoaria, da tamancaria e da latoaria.
As principais especialidades gastronómicas da região são a carne de vitela, os enchidos, o bacalhau com
batatas a murro, os rojões à moda do Minho, as papas de sarrabulho e doces variados.
A etnografia é rica e manifesta-se, sobretudo, nas feiras, nas festas e romarias, no folclore e nos jogos
tradicionais.
Novas actividades integradas nos sectores Secundário (II) e Terciário (III) apoiaram-se nesses recursos
endógenos, fazendo com que a evolução tenha ditado mais 1.190 activos (II) e mais 1.073 ativos (III),
respetivamente, no período intercensitário em apreço, tal como se pode verificar através dos dados patentes na
figura 8.
Evolução dos níveis de instrução e qualificação dos cabeceirenses
A população jovem cabeceirense beneficia, desde há cerca de duas décadas, de um investimento sério
e consistente ao nível da oferta educativa, nomeadamente ao nível da construção de edifícios e de dotação de
recursos técnicos e humanos. Quer ao nível do ensino pré-escolar, quer ao nível do 1.º ciclo, 2.º ciclo e 3.º
ciclo, quer ainda ao nível do ensino secundário, é hoje garantido à população em geral o acesso à educação
básica e ao prosseguimento de estudos. Essa garantia é suportada, em termos estatais, pelo apoio aos alunos de
famílias mais carenciadas, e pela autarquia ao nível, sobretudo, dos transportes escolares.
Nos últimos anos, graças a várias parcerias – envolvendo a Câmara Municipal, os estabelecimentos de
ensino e associações locais -, tem ainda sido possível um grande investimento ao nível de cursos de formação
profissional.
A necessidade de formar/qualificar/certificar população mais idosa tem sido satisfeita com o trabalho
feito pelos CNO (Centros de Novas Oportunidades).
Os Centros Novas Oportunidades são unidades orgânicas promovidos por entidades formadoras com
um conjunto de valências diversificadas no âmbito da resposta às necessidades de qualificação da população
adulta, competindo-lhes o encaminhamento para ofertas de educação-formação ou para o reconhecimento,
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Projeto Educativo 2011/2015
validação e certificação de competências adquiridas ao longo da vida para efeitos escolares e/ou profissionais.
Os Centros Novas Oportunidades constituem-se, assim, como a “porta de entrada” dos adultos para novas
qualificações, respeitando e valorizando o seu perfil individual.
O Centro Novas oportunidades da Escola Básica e Secundária de Cabeceiras de Basto foi criado a 18
de Fevereiro de 2008 através do Despacho n.º 6950/2008 da Agência Nacional para a Qualificação, I. P..
Área de influência do centro novas oportunidades
PROVENIÊNCIA DOS ADULTOS EM VALORES
31
159
404
284
40
Cabeceiras de Basto
Celorico de Basto
Montalegre
Vieira do Minho
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Outros
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
3. O Agrupamento
3.1.
3.1.1.
Caracterização física e organizacional do Agrupamento
Estabelecimentos de ensino
Estabelecimento de ensino
Freguesia
Chacim
Refojos de Basto
Petimão
Alvite
Veiga
Abadim
Bucos
Bucos
Fojos
Outeiro
Passos
Passos
Painzela
Painzela
Gondiães
Gondiães
Cumieira
Cabeceiras de Basto
Olela
Basto
Arco de Baúlhe
Arco de Baúlhe
Vila Nune
Vila Nune
Leiradas
Riodouro
Vilar de Cunhas
Vilar de Cunhas
Alvite
Alvite
Lameiros
Refojos de Basto
JI
EB Padre Doutor
Joaquim Santos
Gondarém
Refojos de Basto
Cabeceiras de Basto
EB1/JI
Sobreira
Outeiro
Ferreirinha
Cavez
Pedraça
Pedraça
Faia
Faia
EB
Arco de Baúlhe
Arco de Baúlhe
EBS
Cabeceiras de Basto
Refojos de Basto
Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
3.2.
Projeto Educativo 2011/2015
Público destinatário
3.2.1. Crianças, alunos e formandos
Na figura infra, apresenta-se a distribuição das crianças, dos alunos e dos formandos do Agrupamento
de Escolas de Cabeceiras de Basto, em função das matrículas para o ano lectivo de 2010-2011 e das
matrículas feitas em 2011-2012.
Matrículas
2010-2011
2011-2012
Pré-Escolar
370
367
1.º Ciclo
767
758
1.º Ano de Escolaridade
179
175
2.º Ano de Escolaridade
197
179
3.º Ano de Escolaridade
207
192
4.º Ano de Escolaridade
184
212
2.º Ciclo
486
423
5.º Ano de Escolaridade
231
197
6.º Ano de Escolaridade
242
226
3.º Ciclo
723
689
7.º Ano de Escolaridade
232
220
8.º Ano de Escolaridade
213
205
9.º Ano de Escolaridade
187
189
PIEC
0
16
CEF 3.º Ciclo
91
75
Secundário Profissional
42
37
E.F.A.
34
36
2422
2310
TOTAL
Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011
[Nota: Sublinha-se a objetiva redução do número de crianças e jovens de um ano letivo para outro, situação não
alheia à diminuição da população que, em capítulo anterior, o Projeto Educativo enuncia.]
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
3.3.
Projeto Educativo 2011/2015
Ação social escolar
A população escolar é bastante homogénea em termos étnicos, culturais e socioeconómicos. Existe
uma elevada percentagem de alunos oriundos de famílias economicamente carenciadas. No Agrupamento
existem muitas crianças e alunos provenientes de famílias com situações económicas complicadas, que por
isso beneficiam da Ação Social Escolar. Este tipo de ajuda às crianças e aos alunos inicia-se na Educação Préescolar e percorre todos os ciclos de escolaridade.
Ação Social Escolar
Educação Pré-Escolar
2010-2011
2011-2012
Crianças com Escalão A
136
66
Crianças com Escalão B
80
61
216
127
TOTAL
Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011
1.º, 2.º e 3.º Ciclos
2010-2011
2011-2012
Alunos com Escalão A
793
640
Alunos com Escalão B
516
524
1309
1164
TOTAL
Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011
[Nota: Embora estes dados convidem à conclusão de que as condições socioeconómicas da população terão registado
uma evolução francamente positiva, consubstanciada aparentemente na diminuição do número de alunos com direito a
Escalão A, a verdade é que este panorama decorre do facto de, na atualidade, a legislação em vigor ser bastante mais restritiva,
no que se refere ao acesso a tal benefício, do que há alguns anos.]
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
3.4. Pessoal docente
- Educadores, professores e formadores
Atente-se, também, na seguinte distribuição dos educadores, professores e formadores do
Agrupamento, assim como na respectiva categoria e/ou situação profissional.
Educadores, professores e formadores
Educadores, Professores e Formadores
2011-2012
Pré-Escolar
30
1.º Ciclo
51
2.º e 3.º Ciclos
145
TOTAL
226
Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011
Categoria e/ou situação profissional dos educadores,
Professores e formadores no ano lectivo de 2011-2012
Pré-Escolar
Educadores de Infância do Quadro de Agrupamento
16
Educadores de Infância do Quadro de Zona Pedagógica
13
Educadores de Infância Contratados
1
1.º Ciclo
Professores do Quadro de Agrupamento
46
Professores do Quadro de Zona Pedagógica
5
Professores Contratados
0
2.º e 3.º Ciclos
Professores do Quadro de Agrupamento
86
Professores do Quadro de Zona Pedagógica
7
Professores Contratados
52
Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
3.5. Pessoal não docente
3.5.1. Assistentes operacionais e assistentes técnicos
Pessoal não docente no ano letivo de 2011-2012
Assistentes Operacionais
76
Assistentes Técnicos
14
TOTAL
90
Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011
3.6. Pais e encarregados de educação
Na grande maioria dos casos, o estatuto de encarregados de educação é assumido pelas mães., a maior
parte das quais são domésticas.
Contrariando a indiferença ou ostensiva desvalorização da vida escolar dos jovens educandos que, num
passado recente, muitas famílias manifestavam, os pais e demais encarregados de educação revelam, hoje em
dia, razoável (quando não grande) preocupação com os estudos das crianças e jovens à sua responsabilidade.
Esta perceção é bastante fiável, fundamentando-se sobretudo no testemunho de educadoras e diretores de
turma, cuja prática profissional configura um contacto próximo e regular com as famílias de crianças e
estudantes. Igualmente se confirma através de um recente trabalho de autoavaliação levado a cabo no recémextinto Agrupamento de Escolas do Arco, que compreendeu largas dezenas de inquéritos e concomitante
tratamento analítico-interpretativo.
Como acima se refere, os pais, as mães e demais encarregados de educação reconhecem, na
generalidade, a importância da Escola como etapa fundamental na preparação dos respetivos educandos para o
futuro, quer no plano genericamente humano, quer no plano académico-profissional. Consideram que o
Agrupamento a escola deve proporcionar uma correta educação para o exercício da cidadania responsável e
para a formação da personalidade individual das crianças, alunos e formandos. Na monitorização que, ao
longo dos anos letivos, fazem da atividade dos educandos, manifestam preocupação sobretudo com aspetos
relacionados com o comportamento/disciplina, a assiduidade e o rendimento escolar, dimensões objetivamente
visíveis e reportáveis que os encarregados de educação facilmente compreendem e que ajudam a controlar.
Os pais, as mães e demais encarregados de educação do Agrupamento são, contudo, na sua maioria,
pessoas com pouca instrução académica, inseridas num âmbito social, cultural e económico caracterizado por
inúmeras carências.
É quase insignificante o número de pais ou mães que concluíram o Ensino Secundário ou um Curso
Superior.
A maioria das mães é doméstica, desempregada ou reformada e a maioria dos pais trabalha na
agricultura ou na construção civil.
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Existe uma Associação de Pais e Encarregados de Educação, que regularmente trabalha com o
Agrupamento.
No meio em que se insere o nosso agrupamento a forma como alunos e respectivas famílias avaliam a
contribuição da escola nas suas vidas futuras revela-se ainda pouco satisfatória. Para combater esta situação, é
fundamental que haja uma estreita colaboração entre Encarregados de educação e Agrupamento, quer de
forma espontânea e pessoal, quer através da Associação.
O Agrupamento deve apelar a todos os pais e encarregados de educação que intervenham e
acompanhem a vida escolar dos seus educandos no sentido de prevenir e resolver problemas comportamentais
ou de aprendizagem, de promover a assiduidade, de valorizar mérito, de monitorizar a disciplina e o trabalho
geral dos seus educandos. Igualmente se deverá promover um diálogo permanente, sistemático e
institucionalizado entre o Agrupamento e a Associações de Pais/Encarregados de Educação. Esta colaboração
deverá consubstanciar-se na própria inscrição, no Plano Anual de Atividades, de iniciativas e projetos que
envolvam simultaneamente o Agrupamento e a comunidade educativa, de forma a eliminar barreiras e a
aproximar efetivamente a Escola da comunidade:
4. Dados sobre o sucesso escolar
Enquanto Agrupamento ao serviço de uma comunidade, interessa-nos, sobremaneira, promover o sucesso
escolar. De acordo com os últimos dados disponíveis, a situação do nosso Agrupamento, a esse nível, é a
seguinte:
CICLO
Transitou /
Concluiu
749
N.º de Alunos
Não transitou /
Não concluiu
11
441
Taxa de Sucesso
TOTAL
760
98,6%
30
471
93,6%
545
67
612
89,1%
83
03
86
96,5%
27
0
27
100%
1.º ciclo
2.º ciclo
3.º ciclo
CEF
Secundário /
Profissional
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
4.1. O sucesso escolar ao nível do 1.º ciclo
LÍNGUA PORTUGUESA
MATEMÁTICA
NÍVEIS
N.º
% Aprox.
N.º
% Aprox.
A
14
9
27
17
B
49
30
57
35
C
63
39
45
28
D
35
22
33
20
E
0
0
0
0
161
100
162
100
TOTAL
Verifica-se que, globalmente, os resultados dos alunos do 1.º C.E.B. são positivos, com uma taxa de
sucesso de 78% em Língua Portuguesa e 80% em Matemática.
Regista-se um grande equilíbrio entre os resultados das duas disciplinas avaliadas, com uma ligeira
vantagem para a Matemática no tanto no nível global como nos níveis mais elevados da classificação (A e B).
- Comparação com resultados anteriores5
Língua Portuguesa
2007/08
2008/09
2009/10
2010/11
%
%
%
%
A
3
3
5
9
B
26
21
24
30
C
57
53
55
39
D
13
22
21
22
NÍVEIS
5
Estes resultados têm um valor meramente indicativo, considerando que a constituição do
Agrupamento não é rigorosamente a mesma.
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Da análise do quadro e do gráfico verifica-se uma grande constância nos resultados obtidos durante os
anos em análise. No entanto, destaca-se uma ligeira subida nas classificações mais elevadas (A e B) e um
aumento significativo no nível D nos últimos anos. Que se tem mantido regular.
Matemática
2007/08 2008/09 2009/10 2010/11
NÍVEIS
%
%
%
%
A
9
14
12
17
B
29
21
25
35
C
46
50
46
28
D
12
14
16
20
E
3
1
1
0
Nesta disciplina, os resultados também reflectem um grande paralelismo nos anos em
estudo. À semelhança da Língua Portuguesa, também a Matemática apresenta uma subida
relativamente aos níveis mais elevados da classificação.
Regista-se, com alguma preocupação, a subida em 3% da taxa de insucesso.
- Comparação com os resultados nacionais. Língua Portuguesa
Escola
Nacional
Desvio
%
%
%
A
8,7
8,4
0,3
B
30,4
46,4
-16
C
39,1
32,8
6,3
D
21,7
11,9
9,8
E
0
0,4
-0,4
NÍVEIS
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Verifica-se um desvio significativo na comparação dos resultados dos alunos, com o Agrupamento a
apresentar menos 9,4% de Resultados positivos (Níveis A, B, e C) e mais 9,4% de níveis negativos (Níveis D
e E). O desequilíbrio é particularmente acentuado no nível B da classificação onde se regista um desvio de
16%.
- Comparação com os resultados nacionais. Matemática
Escola
Nacional
Desvio
%
%
%
A
16,7
16,1
0,6
B
35,2
36,9
-1,7
C
27,8
27,3
0,5
D
20,4
18,4
2
E
0,0
1,3
-1,3
NÍVEIS
Em Matemática verifica-se um grande paralelismo com os resultados, não sendo
significativo o desvio entre os resultados obtidos pelos alunos do Agrupamento em comparação
com o total obtido a nível Nacional.
- Comparação dos resultados com o todo nacional ao longo dos quatro últimos anos
Língua Portuguesa
NÍVEIS
Escola
Nacional
2007/08 2008/09 2009/10 21010/11 2007/08 2008/09 2009/10 21010/11
%
%
%
%
%
%
%
%
A
3
3
5
9
6
7
11
8
B
26
21
24
30
33
36
33
46
C
57
53
55
39
50
48
48
33
D
13
22
21
22
10
8
8
12
E
2
1
1
0
1
0
0
0
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Na comparação com os resultados nacionais, manteve-se um nível globalmente inferior à média
nacional nos níveis mais elevados da classificação (A e B), um número mais elevado na classificação
intermédia (C). Há algum paralelismo. Com ligeira desvantagem para o Agrupamento nos níveis inferiores (D
e E). Verifica-se entretanto que houve uma ligeira subida nos níveis inferiores da classificação que foi mais
significativa a nível nacional (4%) do no Agrupamento 1 (%).
- Comparação dos resultados com o todo nacional ao longo dos quatro últimos anos
Matemática
NÍVEIS
Escola
Nacional
2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2007/08 2008/09 2009/10
2010/11
%
%
%
%
%
%
%
%
A
9
14
12
17
15
16
18
16
B
29
21
25
35
35
30
30
37
C
46
50
46
28
50
43
41
27
D
12
14
16
20
8
10
11
18
E
3
1
1
0
1
1
1
1
Em Matemática, há um grande paralelismo com os Resultados Nacionais, não se verificando desníveis
superiores a 2% (Nível B). Verifica-se uma clara aproximação dos resultados da escola à média nacional com
uma evolução claramente favorável.
. Análise dos resultados do 6.º Ano de Escolaridade
LÍNGUA PORTUGUESA
MATEMÁTICA
NÍVEIS
N.º
%
N.º
%
A
7
3
9
4
B
82
34,9
70
31
C
79
33,6
74
32
D
65
27,7
69
30
E
2
0,8
7
3
TOTAL
235
100
229
100
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Na análise dos resultados obtidos pelos alunos do 2.º C.E.B. verifica-se que o insucesso foi de 28% na
prova de Língua Portuguesa e de 33% em Matemática conforme se depreende do seguinte quadro de
resultados.
– Resultados dos alunos do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras Basto comparados
com o todo Nacional:
. Língua Portuguesa
Escola
Nacional
Desvio
%
%
%
A
3
5,8
-2,8
B
34,9
38,5
-3,6
C
33,6
40
-6,4
D
27,7
15,4
12,3
E
0,8
0,3
0,5
NÍVEIS
Da análise dos resultados verifica-se que os resultados dos alunos do Agrupamento estão ainda
significativamente abaixo da média nacional em todos os níveis da classificação.
. Matemática
Escola
Nacional
Desvio
NÍVEIS
%
%
%
A
3,9
7,2
- 3,3
B
30,6
26,2
+ 4,4
C
32,3
31,3
+ 1,0
D
30,1
32,5
- 2,4
E
3,1
2,7
+ 0,4
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Pelos resultados obtidos a percentagem de sucesso do Agrupamento (65,9%), ultrapassou a
percentagem de sucesso Nacional (64,7), no entanto há a salientar o facto de ficarmos aquém no nível A e
ligeiramente acima no nível E.
- Resultados dos alunos do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto comparados
com o todo Nacional nos últimos quatro anos.
. Língua Portuguesa
NÍVEIS
Escola
2007/08
Nacional
2008/09 2009/10 2010/1011 2007/08 2008/09
%
%
%
%
%
2009/10
%
2010/1011
%
%
A
3
3
5
3
6
7
11
6
B
26
21
24
35
33
36
32
39
C
57
53
55
34
50
48
48
40
D
13
22
21
28
10
8
8
15
E
2
1
1
1
1
0
0
0
Ao analisar o quadro verifica-se uma evolução nos resultados que não é favorável ao Agrupamento.
Os alunos têm mantido linearmente um resultado inferior à média nacional, não se verificando evolução
significativa.
. Matemática
NÍVEIS
Escola
Nacional
2007/08 2008/09 2009/10 2010/1011 2007/08 2008/09 2009/10 2010/1011
%
%
%
%
%
%
%
%
A
9
7
9
4
5
2
2
7
B
24
20
21
31
25
12
20
26
C
49
52
48
32
48
54
50
31
D
17
19
22
30
20
29
26
33
E
2
1
1
3
2
3
2
3
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Ao analisar o quadro verifica-se uma evolução nos resultados dos alunos, há um ligeiro desvio de
sucesso, que é favorável ao Agrupamento. Os alunos têm um resultado inferior à média nacional, apenas no
nível máximo – A, nos restantes níveis os resultados do Agrupamento são algo melhores do que o Nacional.
. Resultados Parcelares 4.º ano
Devido ao facto de não estarem disponíveis resultados nacionais, apresenta-se como mero factor
indicativo os níveis obtidos pelos alunos do Agrupamento nas competências avaliadas nas Provas de Aferição.
NÍVEIS
. Língua Portuguesa
Língua Portuguesa
Leitura
Conhecimento Explícito
Expressão Escrita
%
%
%
A
12,3
16,0
14,2
B
32,7
18,5
18,5
C
33,3
21,0
21,0
D
25,3
25,3
24,1
E
1,9
12,3
4,3
Como se depreende da leitura do quadro, é na competência de Leitura onde os nossos alunos se
sentem mais à vontade. E sentem claramente mais dificuldade no Conhecimento Explícito da Língua.
. Matemática – 4.º Ano
Matemática
Geometria
Estatística
Álgebra
%
%
%
%
A
12,4
16,8
95,0
31,7
B
25,5
36,0
0,0
0,0
C
26,7
35,4
0,0
47,8
D
28,6
18,0
4,3
6,8
E
1,2
0,0
0,6
16,8
NÍVEIS
Números e Cálculo
Os alunos demonstraram mais à vontade na Estatística e sentiram maiores dificuldades nos Números e
Cálculo.
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
4.2.
Projeto Educativo 2011/2015
O sucesso escolar ao nível do 2.º ciclo - Avaliação externa:
- Língua Portuguesa – 6.º Ano
NÍVEIS
Língua Portuguesa
Leitura
Conhecimento
Explicito
Expressão
Escrita
%
%
%
A
16,2
6,8
3,4
B
36,6
15,7
34,5
C
34
23,8
34
D
12,3
39,6
23,8
E
0,4
13,2
2,5
Em Língua Portuguesa, os alunos do 6.º ano apresentam claramente mais dificuldade no domínio do
Conhecimento Explícito da Língua mais facilidade na Leitura e Expressão Escrita.
- Matemática – 6.º Ano
NÍVEIS
Matemática
Número e Cálculo
Geometria
Estatística
Álgebra
%
%
%
%
A
6
12
21
60
B
19
29
52
0
C
28
30
23
19
D
38
29
21
12
E
47
22
6
25
Em Matemática, os alunos revelam mais facilidade em estatística e na geometria e mais dificuldade
nos números e cálculo.
4.3- O sucesso escolar ao nível do 3.º ciclo - Avaliação externa:
O Agrupamento decidiu, no ano letivo 2010-2011, aderir aos Testes Intermédios, por entender que se
trata de uma oportunidade não despicienda de avaliar e monitorizar, em devido tempo, o trabalho realizado em
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
algumas das mais importantes áreas do saber. Os dados obtidos, quando convenientemente analisados, podem
permitir uma consolidação ou alteração/melhoramento de práticas e métodos que, em última análise, decerto
concorrerão para o sucesso educativo dos nossos alunos.
4.3.1. Resultados dos testes intermédios realizados em 2010-2011
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Língua
Portuguesa
Escola Básica e Secundária de Refojos de
Basto
9.º ano
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
46
54
47,8
-7,21
33
77
53,9
-1,11
38
62
51,6
-3,41
Média Nacional (Percentagem)
55,01
De acordo com os professores de Língua Portuguesa, recomenda-se um investimento reforçado e sistemático ao
nível do CEL (Conhecimento Explícito da Língua) e da expressão escrita (textos expositivos e opinativos), bem como a
estratégica promoção da leitura. Será importante também um trabalho constante de consolidação de matérias estudadas,
devidamente monitorizado e avaliado.
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Matemática
8.º Ano
Escola Básica e Secundária de Refojos
de Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
57
43
46,4
-4,51
46
54
51,3
+0,33
49
51
49,8
-1,11
Média Nacional (Percentagem)
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Matemática
9.º Ano
(1.º teste
Escola Básica e Secundária de Refojos de
Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
intermédio)
50,91
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
82
18
27,6
-13,06
72
28
37,3
-3,36
76
24
33,7
-6,96
Média Nacional (Percentagem)
40,66
Página 25 de 50
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Matemática
9.º Ano
(2.º teste intermédio)
Escola Básica e Secundária de Refojos
de Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
79
21
33,6
-10,62
60
40
44,2
-0,02
66
24
40,3
-3,92
Média Nacional (Percentagem)
44,22
O panorama, aquém do desejável, obriga a um trabalho constante e diligente na leccionação da disciplina, que
compreende o reforço, junto dos alunos, desde o início do 3.º ciclo (e, a montante, desde o 1.º ciclo) do trabalho e do
estudo, bem como a co-responsabilização das famílias nesta cultura de esforço sem a qual se torna muito difícil ou
impossível o sucesso.
Escola Básica do Arco de Baúlhe
História
Escola Básica e Secundária de Refojos de
Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
64
36
38,7
- 3,64
60
40
45,8
+3.46
38
62
43,2
+0,86
Média Nacional (Percentagem)
42,34
Os professores defendem a necessidade de incrementar hábitos de estudo e pesquisa, nos alunos, de
forma gradualmente mais autónoma e competente, com recurso aos meios existentes nas escolas e, sendo
possível, nas próprias casas dos estudantes.
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Inglês
Escola Básica e Secundária de Refojos de
Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
51
49
52,1
-12,05
40
60
55,4
-8,75
44
56
54,1
-10,4
Média Nacional (Percentagem)
64,15
Para além do reforço da responsabilização dos alunos, cuja dedicação nem sempre é a
adequada, considera-se essencial, numa estratégia de promoção do sucesso escolar na disciplina, a
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
articulação sistemática entre ciclos, de modo a identificar lacunas e a consolidar competências e
conhecimentos.
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Ciências
Naturais
Escola Básica e Secundária de Refojos de
Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Diferença
Média
Nacional
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
31
69
61,1
+5,09
29
71
61
+4,99
29
71
61
+4,99
Média Nacional (Percentagem)
56,01
Tendo em conta o panorama positivo, afigura-se sobretudo importante consolidar e reforças as boas
práticas até agora levadas acabo na leccionação da disciplina.
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Geografia
Escola Básica e Secundária de Refojos
de Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
28
72
60,00
+5.99
34
66
53,6
-0,41
32
68
54,9
+0,89
Média Nacional (Percentagem)
54,01
Embora o panorama seja já razoável, afigura-se importante equacionar medidas para a
consolidação e reforço do sucesso na disciplina.
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Ciências
Físico-Químicas
Escola Básica e Secundária de Refojos
de Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Insucesso
Sucesso
Média
(Percentagem)
Diferença
Média
Nacional
21
79
60,0
-1,69
15
85
65,7
+4,01
17
83
63,8
+2.11
Média Nacional (Percentagem)
61,69
Embora o panorama seja já razoável, afigura-se importante equacionar medidas para a consolidação e reforço
do sucesso nesta disciplina.
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
4.3.2. Exames Nacionais de 2010/2011
Sucesso
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Exame
Nacional de
Língua
Portuguesa
Escola Básica e Secundária de Refojos de
Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Média Nacional
Diferença
Sucesso
Nacional
30%
-26%
53%
-3%
44%
-12%
56%
Média
Exame
Diferença
Média
Nacional
49%
-3%
51%
Tendo em conta a análise das classificações em cada grupo do Exame, os professores de Língua Portuguesa
consideraram que é manifestamente necessário investir mais tempo e recursos no ensino/consolidação de aspectos
gramaticais, bem como no território da expressão escrita (composições). Recomenda-se a realização, ao longo do
próximo ano lectivo, de fichas formativas ou de testes de avaliação sumativa neste território naturalmente
complexo da disciplina. Só através da repetição, da consolidação oportuna de noções e do treino com exercícios
claros e adequados poderão cumprir-se os objectivos de Língua Portuguesa, a este nível. No que se refere ao
universo da composição, deve sublinhar-se um défice (persistente), numa larga maioria dos alunos, em matéria de
estruturação do texto e da sua enunciação clara e elegante, pelo que um trabalho aturado à roda destes aspectos se
torna fundamental.
Sucesso
Escola Básica do Arco de Baúlhe
Exame
Nacional de
Matemática
Escola Básica e Secundária de Refojos de
Basto
Agrupamento de Cabeceiras de Basto
Nacional
Diferença
Sucesso
Nacional
24
-18
34
-8
30
-12
42
Média
Exame
Diferença
Média
Nacional
40
-4
44
O panorama, aquém do desejável, obriga a um trabalho constante e diligente na leccionação da disciplina, que
compreende o reforço, junto dos alunos, desde o início do 3.º ciclo (e, a montante, desde o 1.º ciclo) do trabalho e do
estudo, bem como a co-responsabilização das famílias nesta cultura de esforço sem a qual se torna muito difícil ou
impossível o sucesso.
5. Projetos em que o Agrupamento está envolvido
O Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto tem apostado na adesão a um conjunto de projetos de
amplitude nacional, de forma a minorar carências pedagógicas, logísticas e financeiras. Interessa-nos recolher
mais-valias de projetos de amplitude nacional, como por exemplo na área da Internet e do PTE na Escola, do
Desporto Escolar, de Escolas Promotoras da Saúde, do Centro Novas Oportunidades, do POPH, do Programa da
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Projeto Educativo 2011/2015
Rede de Bibliotecas Escolares, do Plano Nacional de Leitura, do Plano da Matemática, do Projeto Eco Escolas,
do Projeto Testes Intermédios, do PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde.
Nas Áreas Não Curriculares, serão desenvolvidos outros projectos, como a Educação para o Consumo,
a Educação Rodoviária, a Educação para os Media, a Educação para os Direitos Humanos, a Educação para a
Solidariedade, a Educação para a Sustentabilidade do Planeta, a Dimensão Europeia da Educação, a
“Adolescência e Tu…”, o programa “Escolas Livres de Tabaco”, a Educação para a Igualdade de
Oportunidades, o “Conhecimento do Mundo do Trabalho e das Profissões”, a Educação para o
Empreendedorismo, a Educação Ambiental, a Cidadania e Segurança, o Parlamento dos Jovens, Clubes de
Teatro, de Jornalismo, da Ciência e da Saúde.
5.1. Protocolos e Parcerias
A Escola está em permanente interacção com o Meio. Nessa perspectiva, o Agrupamento de Escolas de
Cabeceiras de Basto tem estreitado relações e firmado protocolos, designadamente, com: Câmara Municipal e
Juntas de Freguesia; EMUNIBASTO; Basto Jovem; Fundação A. J. Gomes da Cunha; Centro de Saúde;
Comissão de Protecção de Crianças e Jovens; Banco Local de Voluntariado; Centro de Formação de Basto;
Centro de Recursos gerido pelo Centro de Formação de Basto; Associação Empresarial e Comercial de Fafe,
Cabeceiras e Celorico; Escola Superior de Fafe; Bombeiros Voluntários; Guarda Nacional Republicana;
ADIB; Mútua de Basto; Museu das Terras de Basto; Biblioteca Municipal; REBAT; Centro de Formação de
Basto; CERCIFAF; Centro de Instituto de Emprego e Formação Profissional; Centro Social e Paroquial de
Abadim; Centro Social e Paroquial de Cavez; Multiaveiro e CABASTO; ARCA; outras instituições e
entidades culturais e recreativas.
6. Princípios e Valores que regulam a ação educativa
6.1. Princípios orientadores
A ação educativa de toda a comunidade do Agrupamento definir-se-á pelos seguintes princípios gerais:
. Princípio da Universalidade – qualquer aluno do Agrupamento será atendido dentro das possibilidades
deste, no que se refere aos recursos físicos e humanos disponíveis;
. Princípio da Equidade – o Agrupamento propiciará aos alunos e respetivas famílias mais carenciadas o
acesso a ajudas diversas, procurando viabilizar o seu sucesso nas aprendizagens escolares e o seu
desenvolvimento pessoal;
. Princípio do Humanismo – qualquer elemento da comunidade educativa será sempre tratado como
Pessoa, nos seus direitos e deveres individuais e sociais;
. Princípio da Eficácia – os órgãos de gestão do Agrupamento, em tudo que sejam as suas opções e
diretrizes, procurarão otimizar a utilização de todos os recursos físicos, materiais e humanos existentes, com o
objetivo de alcançar as metas prioritárias apresentadas neste documento;
. Princípio da Transparência e Verdade – a informação entre os diferentes atores na vida do
Agrupamento procurará assumir a forma mais rigorosa, clara e transparente possível, de forma para a tornar
viável a autorregulação da atuação dos diferentes intervenientes na vida e organização escolar.
Para isto defendemos um perfil de professor / educador que seja responsável, assíduo e pontual,
disponível para o trabalho em equipa e para colaborar ativamente em todas as atividades, aberto à comunidade e
às novas metodologias, empenhado no seu contínuo aperfeiçoamento profissional e que tenha com os alunos
uma relação de compreensão, de respeito pelas diferenças e de abertura ao seu mundo e aos seus problemas.
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Projeto Educativo 2011/2015
6.2. Valores e atitudes a promover
A ação educativa da Escola não se resume apenas à transmissão de saberes nem ao desenvolvimento de
competências de ordem cognitiva e instrumental. Visa também a formação integral dos alunos nas dimensões
pessoal, social e de educação para a cidadania.
Assim, no mundo cada vez mais complexo em que vivemos, é fundamental a aprendizagem do exercício
da liberdade, condição primeira para a realização de cada pessoa humana. Partilhamos da conceção einsteiniana
da verdadeira grandeza: «Tudo que é realmente grande e inspirador é criado pelo indivíduo que pode trabalhar
na liberdade.» Em território semântico bastante próximo, glosando a humana necessidade de completude,
Fernando Pessoa (pela voz de Ricardo Reis) aconselha-nos luminosamente: «Para ser grande, sê inteiro / Nada
teu exagera ou exclui.»
Entendemos que a Escola é (ou deve ser) um espaço essencial para a aquisição, pelo público discente, de
competências académicas, técnicas e científicas, que possibilitem aos nossos jovens uma adequada
adaptabilidade às condições socioeconómicas e laborais – como se sabe, muito voláteis – da
contemporaneidade. Mas este desiderato deve compatibilizar-se com a indispensável interiorização de
referências éticas e culturais, capazes de contribuir para o crescimento dos indivíduos em sociedade e, por outro
lado, facilitadoras da construção da identidade de cada um.
A educação para os valores é, pois, uma dimensão a privilegiar, assim como a aquisição de atitudes e
hábitos que proporcionem uma vida social responsável.
Os valores e atitudes que a Escola defende e promove são aqueles que uma sociedade democrática
moderna deve valorizar e cultivar. A Escola e as famílias têm a responsabilidade partilhada de, colaborando
entre si, educar os mais jovens para serem futuros cidadãos íntegros e úteis à sociedade.
Os valores a que deve ser dado particular relevo na ação educativa do Agrupamento são o Respeito, o
Civismo, a Responsabilidade, a Amizade e a Solidariedade.
7. Identificação de problemas e de recursos
7.1. Principais problemas / Necessidades
A partir da análise da caracterização dos elementos materiais e humanos e do clima do Agrupamento,
verificou-se que este apresenta, como qualquer organização desta dimensão, vários problemas que carecem de
intervenção a curto ou médio prazo para melhorar a sua qualidade e a satisfação da comunidade educativa.
Alguns destes problemas são pontuais e de rápida e fácil resolução, não merecendo referência neste projeto.
Contudo, outros há que, pela sua complexidade, duração temporal e consequências para a comunidade escolar,
ganham uma importância maior e exigem por parte da Escola uma intervenção cuidada.
Os principais problemas que atualmente afetam o nosso Agrupamento são:
. Constrangimento económico-financeiro actual;
. Falta de espaços para o desenvolvimento de atividades letivas e não letivas;
. Insuficiente articulação entre os ciclos e entre os estabelecimentos que integram o Agrupamento;
. Falta de hábitos de leitura e curiosidade intelectual dos alunos;
. Desempenho escolar pouco satisfatório de um número elevado de alunos, traduzido em resultados
modestos nas provas de aferição e exames nacionais, particularmente na disciplina de Matemática;
. Desvalorização da Escola por parte de muitos alunos;
. Abandono escolar6;
6
O abandono escolar durante a escolaridade obrigatória apresenta-se, ainda, como um problema sério no nosso
Agrupamento. Embora não tenhamos valores exactos para apresentar uma vez que isso implicaria um estudo ao longo de
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. Insuficiente envolvimento/participação dos encarregados de educação nos problemas e atividades da
escola;
. Desresponsabilização de muitos encarregados de educação no acompanhamento do percurso educativo
dos seus educandos;
. Hábitos inadequados de higiene, asseio, segurança e respeito pelo ambiente;
. Maus hábitos alimentares dos alunos;
. Uso crescente de substâncias prejudiciais à saúde, nomeadamente álcool e tabaco;
. Falta de (in) formação para uma sexualidade responsável;
. Comportamentos desajustados de alguns discentes dentro do espaço escolar;
. Falta de pessoal auxiliar;
. Inexistência de um psicólogo afeto ao Agrupamento, com vínculo definitivo.
7.2. Principais recursos / Potencialidades
Não obstante as dificuldades acima expostas, o Agrupamento dispõe de uma série de recursos – uns,
próprios, outros, obtidos com recurso a parcerias – que poderão, assim se espera, contribuir para as colmatar.
Entre eles, destacam-se os seguintes:
. Edifícios de Centros Escolares, em Cabeceiras e no Arco.
. Núcleo de Projectos;
. Núcleo de Apoios Educativos;
. SASE;
. Bibliotecas Escolares / Centros de Recursos Educativos (com infraestruturas renovadas e equipamentos
de qualidade)7;
vários anos, constata-se que o número de alunos que não concluem o 9.º ano não é elevado. O abandono escolar em
sentido restrito, nos termos em que é entendido pela Inspecção-Geral da Educação, foi nulo nos vários ciclos.
7
No final do ano letivo de 2010-2011, o Coordenador das Bibliotecas do Agrupamento de Cabeceiras de Basto
elaborou um Relatório sobre o funcionamento das bibliotecas/centros de recursos do Agrupamento, com base em dados
objetivos que oportunamente foram recolhidos e analisados. O Projeto Educativo aproveita, naturalmente, o documento
para um enquadramento desse território tão fundamental da ação educativa, em termos de perceção da realidade atual e
enunciação de objetivos para o futuro:
«A biblioteca escolar (BE) constitui um contributo essencial para o sucesso educativo, sendo um
recurso fundamental para o ensino e para a aprendizagem. Para que este papel se efective é importante que
determinadas condições se concretizem no ambiente escolar. Vários estudos internacionais têm identificado
os factores que se podem considerar decisivos para o sucesso da missão que tanto o Manifesto da
International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA )/ UNESCO como a Declaração da
International Association of School Librarianship (IASL) apontam há muito para a BE.
Entre esses factores destacam-se os níveis de colaboração entre o professor bibliotecário e os
restantes docentes na identificação de recursos e no desenvolvimento de actividades conjuntas orientadas
para o sucesso do aluno; a acessibilidade e a qualidade dos serviços prestados; a adequação da colecção e
dos recursos tecnológicos.
Esses estudos mostram ainda, de forma inequívoca, que as bibliotecas escolares podem contribuir
positivamente para o ensino e a aprendizagem, podendo estabelecer-se uma relação entre a qualidade do
trabalho da e com a BE e os resultados escolares dos alunos. É neste contexto que surge o presente modelo
para a avaliação das bibliotecas escolares. Torna-se de facto relevante objectivar a forma como se está a
concretizar o trabalho das bibliotecas escolares, tendo como pano de fundo essencial o seu contributo para
as aprendizagens, para o sucesso educativo e para a promoção da aprendizagem ao longo da vida. Neste
sentido, é importante que cada escola conheça o impacto que as atividades realizadas pela e com a BE vão
tendo no processo de ensino e na aprendizagem, bem como o grau de eficiência e de eficácia dos serviços
prestados e de satisfação dos utilizadores. Esta análise permite contribuir para a afirmação e reconhecimento
do papel da BE, determinar até que ponto a missão e os objetivos estabelecidos para a BE estão ou não a
ser alcançados, identificar práticas que têm sucesso e que deverão continuar e identificar pontos fracos que
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. Biblioteca Municipal (Localizada junto à Escola Sede);
. Salas de Informática;
. Clubes;
. Oferta na área de Educação Artística (Música; Educação Visual e Tecnológica; Teatro; Dança) 8;
importa melhorar. A avaliação da biblioteca deve ser incorporada no processo de avaliação da própria escola,
dada a sua relação estreita com a missão da escola e os objetivos do seu projecto educativo.
Domínios avaliados
Os domínios selecionados representam as áreas essenciais para que a BE cumpra, de forma efectiva,
os pressupostos e objetivos que suportam a sua ação no processo educativo. Alguns dos aspectos incluídos
são mais significativos tendo como referência o contexto organizacional da escola portuguesa, mas todos
apontam para as áreas nucleares em que se deverá processar o trabalho da/com a BE e que têm sido
identificados como elementos determinantes e com um impacto positivo no ensino e na aprendizagem. Os
vários elementos a analisar foram assim agrupados em quatro domínios e respectivos subdomínios:
A.
Apoio ao desenvolvimento curricular // A.1 Articulação curricular da biblioteca escolar com as estruturas de
coordenação e supervisão pedagógica e com os docentes // A. 2 Promoção das literacias da informação,
tecnológica e digital // B. Leitura e literacia // C. Projetos, parcerias e atividades livres e de abertura à
comunidade // C.1 Apoio a atividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular // C.2 Projetos e
parcerias / D. Gestão da biblioteca escolar / D.1 Articulação da biblioteca com a escola. Acesso e serviços
prestados pela biblioteca // D.2 Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços //
D.3
Gestão da coleção / da informação
Aspetos a melhorar (Objetivos)
- Procurar uma articulação mais próxima entre a Biblioteca e o Subdepartamento de Matemática, já
que este é o mais afastado da Biblioteca.
- Trabalhar no sentido de se adquirirem práticas institucionalizadas e formais de articulação com os
departamentos, começando por aumentar e formalizar as reuniões com estes órgãos de gestão
intermédia.
- Fazer mais sessões de literacia de informação em todas as turmas da escola.
- Fazer reuniões com os docentes de Apoio Educativo, aferindo qual o papel da Biblioteca nos
processos de ensino-aprendizagem destes alunos.
- Procurar rentabilizar mais a BE para trabalho autónomo de turma, elevando o número de
computadores existente neste espaço (apenas existem três computadores).
- Apostar num plano ainda mais consistente e prolongado de formação de utilizadores, articulando-o
com as ACND.
- Construir e disponibilizar mais guiões para ajudar os alunos na pesquisa e no tratamento da
informação. (Embora tenhamos consciência de termos trabalhado muito para esta ação, tendo a BE
disponibilizado guiões nas turmas onde se realizaram as sessões de literacia de informação, muito
mais há a fazer neste sentido, estendendo-se a construção destes guiões a outros temas.)
- Melhorar a recolha da amostra dos questionários de aplicação do MABE (Modelo de Autoavaliação
das Bibliotecas Escolares).
- Ações de dinamização junto dos professores para que estes utilizem e cooperem mais com a BE
nas diferentes atividades, nomeadamente as curriculares.
- Sensibilização dos professores para a leitura da informação que a BE divulga nos diferentes
suportes.
- Envolver mais nas atividades da BE os alunos com NEE.
- Gizar um plano de formação de utilizadores mais consistente ao longo do ano lectivo.
- Procurar integrar as competências transversais do currículo na BE.
- Divulgar mais junto dos docentes o material não livro para apoio ao currículo.
- Promover formação junto dos alunos para a utilização mais eficaz e correta da internet e dos seus
conteúdos.
- Procurar sensibilizar a direção do Agrupamento para a necessidade de afetar mais recursos
humanos à BE, sobretudo nos intervalos e na hora de almoço.»
8
São objetivos essenciais das disciplinas que constituem a oferta em Educação Artística:
- Contribuir para a formação cultural dos alunos;
- Desenvolver o conhecimento e o gosto dos alunos na área da expressão plástica, dramática e performativa;
- Cultivar o sentido estético e crítico dos alunos, face a espetáculos de cariz performativo;
- Contribuir para a auto e heterodescoberta de talentos e capacidades, reforçando a auto-estima individual e
grupal;
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Projeto Educativo 2011/2015
. Equipamentos Lúdicos;
. 5 Cantinas escolares;
. Pavilhão Gimnodesportivo;
Assinale-se ainda, como fator indiscutivelmente positivo, o bom ambiente de trabalho reinante no
Agrupamento, que se carateriza por um relacionamento afável entre professores, alunos e funcionários. Os
alunos são recetivos, de fácil trato e, maioritariamente, respeitadores das regras. O Agrupamento dispõe de
funcionários competentes e de um corpo docente que conjuga de forma equilibrada a juventude com a
experiência e a estabilidade. Refira-se ainda a boa relação existente entre o Agrupamento e a restante
Comunidade Educativa.
8. Prioridades da Ação Educativa
As opções da Escola baseiam-se nos seus princípios e valores, pondo em evidência a conceção de
Educação que ela oferece à comunidade educativa, tendo em conta a realidade física, social e cultural do meio.
As prioridades e os campos de atuação procuram constituir “programas” agregadores de todas as atividades
desenvolvidas na Escola de forma a alcançar os objetivos definidos.
Numa sociedade onde os valores éticos e morais são cada mais escassos cabe à escola promovê-los,
continuando a trabalhar para que haja uma mudança de comportamentos e atitudes.
É na relação entre os pares que se iniciam vínculos mais alargados que irão permitir a estruturação de
valores sociais de interajuda, de cooperação, de solidariedade.
Com a desestruturação de muitas famílias, a escola surge como espaço privilegiado para a construção
de laços de amizade, de espírito de entreajuda e de regras de conduta em sociedade.
A escola é por isso, também, um espaço de aprendizagem e exercício da nossa própria condição social,
ou seja, onde cada um tem a oportunidade de construir-se e comportar-se como ser social, no respeito pelos
outros e no cumprimento de direitos e deveres comuns.
Cabe ao Agrupamento desenvolver estratégias e atividades que promovam o desenvolvimento de
conhecimentos e competências relevantes da educação para a cidadania e integrar “com carácter transversal, a
educação para a cidadania em todas as áreas curriculares”9.
A “formação para o exercício responsável da cidadania e redefinição do vínculo entre cidadania e
Nação são, pois, dois aspectos fundamentais da acção educativa destinada a promover uma identidade
(cultural) ligada, positivamente, aos valores da paz e da tolerância.”10.
Elegemos como prioridade nuclear a Educação para a Cidadania, entendendo-se por este conceito um
conjunto alargado de conhecimentos e competências que objetivamente podem contribuir para a saudável
formação das personalidades das nossas crianças e jovens, nomeadamente as que dizem respeito à sua
afirmação como cidadãos cada vez mais autónomos e responsáveis, conhecedores dos seus direitos e dos seus
deveres, enquadrados numa cultura de trabalho, exigência e reconhecimento do mérito11.
- Estimular a apreciação/fruição de arte e a leitura de obras literárias de género dramático (sobretudo da literatura
portuguesa);
- Desenvolver e sistematizar o trabalho em grupo;
- Desenvolver competências essenciais na área da comunicação (no domínio do desenho, da pintura, da escrita e
da oralidade, da expressão corporal);
- Enriquecer o Plano de Atividades do Agrupamento;
- Participar na construção de uma Escola inclusiva e de dimensão eminentemente cultural e humanística.
9
Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro
Tedesco, Juan Carlos (1999) O novo pacto educativo, p. 99
10
11
Referir Quadros de Mérito (a desenvolver na versão final do Projeto Educativo].
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Projeto Educativo 2011/2015
8.1. Prioridades no plano pedagógico
. Incentivar a leitura e o gosto pelo conhecimento através da implementação do Plano Nacional de
Leitura, Biblioteca de Turma, actividades de complemento curricular, utilização das áreas curriculares não
disciplinares, concursos, frequência das Bibliotecas, utilização das TIC, etc.;
. Melhorar o desempenho dos alunos na área da Matemática através da implementação do Plano de
Acção da Matemática;
. Melhorar o desempenho dos alunos na área da Língua Portuguesa (na vertente da oralidade e na vertente
da escrita)12;
. Dinamizar as medidas de apoio educativo adequadas às necessidades concretas de cada aluno e
incentivar a qualidade das aprendizagens através dos Quadros de Excelência;
. Sensibilizar para a importância da conservação da Natureza e para a adoção de comportamentos cívicos
responsáveis;
. Fomentar uma cultura de segurança em toda a comunidade educativa;
. Envolver os alunos em atividades e tarefas respeitantes à higiene, preservação do asseio do espaço
escolar e proteção do ambiente e património, através do desenvolvimento do Projeto Eco Escolas;
. Desenvolver o projecto Escolas Promotoras de Saúde, visando um crescimento saudável e a adoção de
atitudes responsáveis nos planos afetivo e social;
. Concertar estratégias e procedimentos entre os Conselhos de Turma / Professores titulares de turma do
mesmo estabelecimento;
. Promover a articulação entre os ciclos e os diversos estabelecimentos através de contactos, reuniões,
redes de informação, atividades conjuntas, intercâmbios e criação de instrumentos pedagógicos comuns.
. Proporcionar às crianças do 1º ciclo a fruição de actividades de enriquecimento curricular que lhes
facultem novas vivências e experiências de aprendizagem diversificadas;
8.1.1. Critérios de avaliação
É entendimento do Agrupamento que a função da Escola pública pressupõe obrigatoriamente
uma dimensão cognitiva/cultural, mas também outra que compreenda o território dos valores e das
atitudes. Em boa verdade, conquanto seja função basilar da Escola a aquisição, pelos alunos, de
conhecimentos e competências nas diversas áreas do saber tidas por fundamentais, não deixa de ser
indispensável que se promova um conjunto de regras e valores que, num Estado de Direito moderno,
humanista e democrático, são aspectos fundamentais da construção pessoal de cada indivíduo.
Os critérios de avaliação detalhadamente enunciados no PCA (Projeto Curricular de
Agrupamento) consubstanciam esta filosofia, pelo que o Projeto Educativo selecionou alguns dos
elementos essenciais do que, sobre esta matéria, aquele documento estruturante consagra.
8.1.2. Domínios e terminologia a utilizar no processo de avaliação13
Os critérios gerais de avaliação constituem uma referência para os docentes, alunos e
pais/encarregados de educação. Sustentam-se no currículo nacional e características disciplinares,
nos normativos legais e, sobretudo, nas necessidades das turmas/alunos.
12
O Agrupamento obedecerá, naturalmente, ao novo Acordo Ortográfico e, no cumprimento da legislação em
vigor, procurará instituir as novas regras para a ortografia com a celeridade possível, quer no plano do seu funcionamento
interno, quer contribuindo para o esclarecimento da própria comunidade educativa, neste domínio.
13
Cf. PCA (Projeto Curricular de Agrupamento), Cabeceiras de Basto, novembro, 2011. [O documento foi
aprovado no dia 08 de Novembro de 2011 pelo Conselho Pedagógico.]
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Projeto Educativo 2011/2015
Na avaliação de cada aluno devem ter-se em conta dois domínios:
• Domínio Cognitivo – Operatório;
• Domínio Atitudes e Valores,
No Domínio Cognitivo – Operatório avaliar-se-á:
- Expressão oral e escrita;
- Aquisição, compreensão e aplicação dos conhecimentos;
- Compreensão de enunciados orais e/ou escritos;
- Capacidade de pesquisa e tratamento de dados;
- Utilização das tecnologias de informação;
- Raciocínio lógico;
- Domínio de técnicas/procedimentos experimentais;
- Destrezas técnicas, artísticas e físicas;
No Domínio das Atitudes e Valores avaliar-se-á:
- Capacidade de organização;
- Empenho e cooperação nas atividades propostas (letivas ou não letivas);
- Pontualidade e assiduidade;
- Autonomia e criatividade;
- Sentido crítico;
- Espírito de iniciativa;
- Interesse e participação nas atividades letivas;
- Trabalhos de casa;
- Material escolar;
- Responsabilidade demonstrada;
- Capacidade de autoavaliação;
- Capacidade de diálogo e resolução de problemas;
- Respeito pelos outros;
- Respeito pelas regras instituídas.
A classificação dos instrumentos de avaliação utilizados no domínio cognitivo – operatório é
qualitativa e terá, em todos os ciclos do ensino básico e no ensino secundário, a seguinte terminologia:
Classificação
1.º Ciclo Ensino
2.º e 3.º Ciclos do
Ensino Secundário
Básico (%)
Ensino Básico (%)
(valores)
Fraco
0 – 19
0 – 5,9
Não Satisfaz
0 – 49
20 – 49
6 – 9,9
Satisfaz
50 – 69
50 – 69
10 – 13,9
Satisfaz Bastante
70 – 89
70 – 89
14 – 17,9
Excelente
90 – 100
90 – 100
18 – 20
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Projeto Educativo 2011/2015
8.1.3. Peso atribuído aos domínios da avaliação14:
Domínio
Cognitivo-Operatório
Domínio das
Atitudes e Valores
1.º Ciclo
70%
30%
2.º Ciclo
70%
30%
3.º Ciclo
70%
30%
40%
60%
70%
30%
CEF
PIEC
Cursos Profissionais
Avaliação Sumativa
A avaliação sumativa processa-se no final de cada período. Será descritiva para o 1.º ciclo e terá a
forma de um nível para os 2.º e 3.º ciclos.
Nos 2.º e 3.º ciclos, o nível a atribuir depende do resultado obtido na ponderação dos domínios acima
apresentados:
Resultado da ponderação
0 - 19%
20% - 49%
50% - 69%
70% - 89%
90% - 100%
14
Nível
1
2
3
4
5
[Nota: A partir destes critérios gerais de agrupamento cada departamento curricular, subdepartamento
curricular elabora os seus critérios específicos com os ajustes necessários à especificidade de cada um. Nos
Departamentos de 2.º e 3.º Ciclos, o peso atribuído ao domínio cognitivo operatório não poderá ser inferior a 60 nem
superior a 70%, e o peso atribuído ao domínio das atitudes e valores oscilará entre os 40 e os 30% respetivamente,
sempre que a natureza da disciplina assim o exija. Nos cursos EFA a avaliação incide sobre as aprendizagens efetuadas e
Unidades de Competências validadas, de acordo com os referenciais de formação existentes para este percurso formativo
e os normativos em vigor -Portaria N.º 230/2007, de 5 de março. A avaliação destina-se a informar o adulto sobre os
progressos, as dificuldades e os resultados obtidos no processo formativo bem como a certificar as competências
adquiridas pelos formandos. Os critérios de avaliação mencionados constituem referenciais comuns, no interior de cada
estabelecimento de ensino, sendo operacionalizados pelo professor titular da turma no 1.º ciclo e pelo conselho de turma
nos 2.º e 3.º ciclos e secundário, no âmbito do respetivo projeto curricular de turma.]
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Projeto Educativo 2011/2015
No caso dos cursos profissionais a avaliação sumativa ocorre no final de cada módulo, com a
intervenção do professor e do aluno, expressa-se na escala de 0 a 20 valores a publicar em pauta, acontecendo
apenas quando o aluno atingir a classificação mínima de 10 valores.
8.1.4. Critérios de Avaliação das Áreas Curriculares não Disciplinares
As áreas curriculares não disciplinares devem constituir elementos relevantes no processo de
articulação / integração dos saberes das diversas áreas disciplinares / disciplinas, propiciando, desse modo,
mais e melhores oportunidades para a realização de aprendizagens significativas pelos alunos.
Neste sentido, a gestão pedagógica do processo educativo, realizada em conselho de turma,
tomando por referência o currículo nacional, deve associar o ato pedagógico ao desenvolvimento de
competências – “saber”, “saber ser / estar” e “saber fazer”.
A avaliação nestas áreas expressa-se de forma descritiva, conduzindo à atribuição de uma menção
qualitativa: “Não Satisfaz”; “Satisfaz” e “Satisfaz Bem”.
8.2. Prioridades no plano organizacional
. Incentivar um maior envolvimento dos Encarregados de Educação no acompanhamento escolar dos seus
educandos;
. Promover atividades que estimulem a presença dos Encarregados de Educação nas escolas e a sua
participação na vida do Agrupamento;
. Assegurar ementas equilibradas nas cantinas escolares;
. Encorajar hábitos alimentares saudáveis através de ações conjuntas com os serviços de saúde locais,
atividades de sensibilização no âmbito curricular e limitação do acesso dos alunos a produtos alimentares pouco
saudáveis;
. Procurar soluções, em parceria com a Câmara Municipal, no sentido de providenciar transportes que
possibilitem a adoção do regime de funcionamento duplo, de forma a libertar espaços na Escola Sede do
Agrupamento, bem como para reforçar a mobilidade entre as escolas do Agrupamento;
. Promover uma formação contínua do pessoal docente e não docente que vá de encontro às suas reais
necessidades e à resolução dos principais problemas identificados;
. Promover atividades/ações de formação/sensibilização sobre segurança para alunos, pessoal docente,
não docente e Encarregados de Educação;
. Implementar a escola a tempo inteiro, através das atividades de enriquecimento curricular, no 1º ciclo, e
da componente de apoio à família, na educação pré-escolar;
. Otimizar o espaço da Educação Artística oferecida no âmbito do 2.º e 3.º ciclos para a construção, nos
nossos jovens, de uma consciência e fruição estéticas dignas de um cidadão moderno e livre;
. Pugnar pela criação de condições pedagógicas e logísticas em todo o Agrupamento proporcionadoras da
integração, sucesso e bem-estar dos alunos, e que conciliem as necessidades de eficiência do sistema com as
legítimas aspirações das famílias;
. Dinamizar/otimizar o trabalho das bibliotecas do Agrupamento;
. Organizar/monitorizar, o sistema de permutas e compensações;
. Promover a real integração, socialização dos alunos NEE bem como promover o sucesso, a autonomia e
a estabilidade emocional dos mesmos.
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Projeto Educativo 2011/2015
8.2.1. Temáticas a desenvolver
a) Saúde e Bem-Estar;
b) Educação para a sexualidade e os afetos;
c) Higiene e Segurança;
d) Alimentação saudável;
e) Educação económico-financeira (o valor da poupança)
f) Educação Ambiental;
g) Educação para os valores;
h) Educação Estética (Literatura, Artes e Cultura);
i) Solidariedade e Voluntariado;
j) O Direito ao Bem-Estar na Família e na Escola (apoio às vítimas de violência e discriminação;
o bullying; etc.)
9. O papel da Educação Especial
Há 73 alunos com NEE (Necessidades Educativas Especiais), assim distribuídos:
CICLO DE ENSINO
N.º DE CRIANÇAS/ ADULTOS
PRÉ- ESCOLAR
4
1.º CICLO
20
2.º CICLO
23
3.º CICLO
26
Fonte: Direção do Agrupamento, outubro, 2011.
O nosso Agrupamento presta apoios especializados diversificados, visando a criação de condições
para a adequação do processo educativo às necessidades educativas especiais de alunos com limitações
significativas ao nível da actividade e participação num ou vários domínios da vida, decorrentes de alterações
funcionais e estruturais, de carácter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da
comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da
participação social. O seu objectivo é a inclusão educativa e social, bem como o sucesso, a autonomia e a
estabilidade emocional destas crianças e jovens.
Para todos os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente é elaborado um
Programa Educativo Individual (PEI), num prazo máximo de 60 dias após a respetiva referenciação, dando-se
imediatamente início à sua implementação. O coordenador do PEI é o educador titular de turma, o professor
titular de turma do 1.º ciclo ou o director de turma a quem seja atribuído o grupo ou a turma que o aluno
integra. No PEI estão expressas todas as medidas educativas (apoio pedagógico personalizado, adequações
curriculares individuais, adequações no processo de avaliação, adequações no processo de matrícula, currículo
específico individual, tecnologias de apoio) e/ou organizacionais que garantem a participação dos alunos com
necessidades educativas especiais de carácter permanente nas actividades do grupo ou turma e da comunidade
educativa em geral.
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Projeto Educativo 2011/2015
Para as crianças e jovens que apresentem necessidades educativas especiais de carácter permanente
(que os impeçam de adquirir as aprendizagens e competências definidas no currículo), o Agrupamento
complementa o seu Programa Educativo Individual com um Plano Individual de Transição (PIT) destinado a
promover a transição para a vida pós-escolar e, sempre que possível, para o exercício de uma actividade
profissional. Para a implementação destes planos, o Agrupamento, em parceria com o Centro de Recursos
para a Inclusão (Cercifaf), estabelece protocolos junto da comunidade (instituições públicas e privadas,
entidades locais de atividade económica e de serviços), visando a solução mais adequada ao perfil de
funcionalidade de cada aluno.
O grupo de Educação Especial é constituído por treze docentes, assim distribuídos: uma docente, que
assegura o apoio dos alunos ao nível da Educação Pré-Escolar; quatro docentes que prestam apoio aos alunos
do 1.º Ciclo; quatro docentes que fazem a cobertura dos alunos NEE no 2.º e 3.º ciclos; duas docentes que
asseguram o atendimento das crianças que frequentam a unidade de apoio especializado para a educação de
alunos com multideficiência e surdo-cegueira congénita; e duas educadoras que trabalham na área da
Intervenção Precoce. A Intervenção Precoce está inserida na Equipa Local de Intervenção (ELI) de Fafe,
circunstância que pressupõe uma estreita cooperação entre vários serviços e implica a articulação do trabalho
dos docentes com as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), serviços de saúde e equipas
técnicas financiadas pela segurança social.
10. Formação Contínua do Pessoal Docente e Não Docente
O Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto entende a formação contínua do pessoal docente e
do pessoal não docente como um direito e, simultaneamente, um dever de todos os profissionais ao serviço da
Educação.
A escolha criteriosa das ações de formação a frequentar, obviamente enquadrados por legislação
emanada pelo próprio Ministério da Educação, visa responder – com coerência e rigor – às necessidades
identificadas (quer ao nível de órgãos, secções e departamentos existentes no Agrupamentos), quer ao nível da
própria reflexão individual de cada profissional. A opção por determinadas áreas de conhecimentos e
competências deverá, portanto, ser feita com um sentido estratégico, tendente à melhoria do desempenho de
cada um e do Agrupamento em geral.
Relativamente ao pessoal docente, no ano lectivo de 2011-2012, o Agrupamento privilegiará a
frequência de ações na área do PTE, na área da Promoção da Leitura e da Dinamização de Bibliotecas
Escolares, no Ensino da Matemática, na FPLPEB – Formação nos novos Programas de Português do Ensino
Básico (2.º e 3º Ciclos), na Didática (envolvendo a generalidade das disciplinas).
No que se refere ao pessoal não docente, no ano letivo de 2011-2012, o Agrupamento privilegiará a
frequência de ações na área Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho.
Igualmente se defende a utilidade de formação na área do Socorrismo (dirigida a pessoal docente e não
docente).
[Nota: O nosso Agrupamento, ao nível de formação contínua, conta sobretudo com o Centro de
Formação de Basto.]
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Projeto Educativo 2011/2015
11. Metas do Agrupamento
O Projeto Educativo do Agrupamento, conquanto não abdique de – nos limites da legislação em vigor –
fazer uso da sua autonomia, inscreve-se naturalmente nas instruções e determinações do Ministério da
Educação. Nessa medida, o principal objectivo será o de, com recurso a todos meios disponíveis, procurar
cumprir as metas de aprendizagem oportunamente delineadas pela tutela para todo o país.
11.1. Estratégia Global de Desenvolvimento do Currículo Nacional15
O Projecto “Metas de Aprendizagem” insere-se na Estratégia Global de Desenvolvimento do Currículo
Nacional delineada pelo Ministério da Educação em Dezembro de 2009. Consiste na concepção de referentes
de gestão curricular para cada disciplina ou área disciplinar, em cada ciclo de ensino, desenvolvidos na sua
sequência por anos de escolaridade. Estes referentes são entendidos de modo tendencial e passíveis de
ajustamentos no quadro da autonomia de cada escola ou agrupamento de escolas. Traduzem-se na
identificação das competências e desempenhos específicos dos alunos, no entendimento que tais competências
e desempenhos evidenciam a efectiva concretização das aprendizagens em cada área ou disciplina e nos
domínios transversais, preconizados nos documentos curriculares de referência (Currículo Nacional, quando
existe, e Programa ou Orientações Programáticas da Disciplina ou Área Disciplinar).
As Metas de Aprendizagem para o Currículo do Ensino Básico e Secundário constituem assim
instrumentos de apoio à gestão do currículo, disponibilizadas para serem utilizadas pelos professores no seu
trabalho quotidiano. Não sendo documentos normativos pretende-se que o seu uso efectivo decorra do
reconhecimento da sua utilidade prática por parte dos professores, dos alunos, e das famílias.
O projecto prevê o seu desenvolvimento em quatro fases, até 2013, envolvendo a elaboração de metas
por equipas de peritos e o acompanhamento da sua utilização nas escolas por equipas de consultores
curriculares. A sua operacionalização foi objecto de um contrato firmado entre o Ministério da Educação,
através da Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) e o Instituto de Educação da
Universidade de Lisboa.
A primeira fase do projecto teve início em Janeiro de 2010 e centrou-se na elaboração das Metas de
Aprendizagem para a educação pré-escolar e para o ensino básico. Este trabalho foi realizado por nove
equipas de peritos, coordenadas por docentes do ensino superior da respectiva área de especialização
didáctica.
Do trabalho das equipas de peritos resultou um conjunto de nove documentos correspondentes a cada
uma das disciplinas ou áreas disciplinares, os quais foram remetidos a associações profissionais de docentes e
sociedades científicas para recolha de pareceres e sugestões.
O acompanhamento da utilização das Metas de Aprendizagem será objecto de um processo de avaliação
externa, a contratualizar com uma entidade independente de cada uma das partes envolvidas (Ministério da
Educação e Instituto de Educação da […]
Para o efeito, foram consideradas 12 áreas curriculares, envolvendo uma ou mais disciplinas: Português,
Línguas Estrangeiras, Filosofia, Educação Física, Matemática, História, Ciências (Física e Química, Biologia
e Geologia), Geometria Descritiva, Geografia, Economia e Desenho.»
15
O texto citado - entre aspas - é da responsabilidade do Ministério da Educação (ver Página do Ministério da
Educação – http://www.min_edu.pt).
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Projeto Educativo 2011/2015
«Pressupostos:
Em cada uma das disciplinas ou áreas curriculares a elaboração das Metas de Aprendizagem teve como
ponto de partida o seguinte conjunto de pressupostos:
1. As metas de aprendizagem são entendidas como evidências de desempenho das competências que
deverão ser manifestadas pelos alunos, sustentadas na aquisição dos conhecimentos e capacidades inscritos no
currículo formal, constituindo por isso resultados de aprendizagem esperados.
2. As metas de aprendizagem serão sempre expressas em termos do desempenho esperado por parte do
aluno.
3. As metas de aprendizagem integram e mobilizam os conteúdos nas suas diferentes dimensões, os
processos de construção e uso do conhecimento, e as atitudes e valores implicados quando for o caso.
4. Para cada área ou disciplina, as metas de aprendizagem são estabelecidas para o final de cada ciclo,
sendo indicados níveis referenciais do seu desenvolvimento, para cada um dos anos que o constituem; estas
metas são susceptíveis de gestão diversificada por cada escola.
5. As metas de aprendizagem organizam-se por unidade estruturante de cada disciplina ou área, de
acordo com a lógica interna (blocos, campos temáticos, funções, outras) Algumas metas decorrem de um
processo inclusivo do total do ciclo, outras poderão ser limitadas a parte desse percurso.
6. As metas de aprendizagem organizam-se seguindo princípios de coerência vertical, de acordo com a
progressão da complexidade das aprendizagens.
7. As metas de aprendizagem deverão articular-se horizontalmente, mediante a sua harmonização
referenciada aos níveis de escolaridade em causa e à mobilização conjugada de processos cognitivos
convergentes.
8. As metas de aprendizagem constituem-se como um auxiliar do trabalho docente, na vertente
deliberativa, colectiva e individual, oferecendo um referencial comum de resultados a alcançar pelos alunos e
de sugestões estratégicas de trabalho e de avaliação que possam orientar e apoiar a acção docente,
devidamente diferenciada, no sentido do sucesso das aprendizagens. […]»16
11.2. Metas específicas do Agrupamento
11.2.1. Metas de sucesso educativo na Educação Pré-Escolar
A Educação Pré-Escolar tem como meta fundamental contribuir para a formação global e harmoniosa
da criança, proporcionando-lhe uma variedade de experiências concretas, seleccionadas a partir do
conhecimento das suas características e necessidades face à sua idade.
Grupo Etário
Metas
Adquirir regras que favoreçam a autonomia na integração social.
3 Anos
Construir atitudes positivas relativamente ao seu quotidiano na escola.
Evidenciar o desenvolvimento criativo na prática de atividades e na partilha de saberes.
16
Vide documento (versão integral) na página do Agrupamento.
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Projeto Educativo 2011/2015
4 Anos
Adquirir noções básicas nos diferentes domínios da Área de Expressão e Comunicação.
5 Anos
Aplicar a capacidade expressiva, interiorizando conceitos ao nível da matemática, da
leitura e da escrita.
Adquirir vocabulário de modo a exprimir-se oralmente com autonomia e clareza.
Desenvolver atitudes de respeito e de preservação do meio ambiente.
11.2.2. Metas de sucesso educativo por ano de escolaridade (1.º, 2.º e 3.º Ciclos)
Ciclo/Ano
Taxa Previsível de Sucesso
1.º Ciclo – 1.º Ano
100%
1.º Ciclo – 2.º Ano
94%
1.º Ciclo – 3.º Ano
97%
1.º Ciclo – 4.º Ano
95%
2.º Ciclo – 5.º Ano
82%
2.º Ciclo – 6.º Ano
73%
3.º Ciclo – 7.º Ano
74%
3.º Ciclo – 8.º Ano
72%
3.º Ciclo – 9.º Ano
72%
PIEC
100 %
CEF 17
100 %
18
Curso Profissional / Ensino Secundário
100%
11.2.3. Metas de sucesso educativo por disciplina (2.º e 3.º Ciclos)
As metas seguidamente enunciadas foram objeto de estudo e decisão por parte dos professores das
diferentes disciplinas, em sede de Subdepartamento e de Departamento. Foram tidos em consideração, para as
propostas, os resultados obtidos pelos alunos nos anos letivos anteriores (quer no respeitante à avaliação
interna, quer no respeitante à avaliação externa), os resultados da avaliação diagnóstica que se realizou nas
17
A especificidade destes Cursos torna difícil a enunciação de metas parcelares, pelo que se opta, no presente
documento, por considerar a globalidade dos anos que compõem o percurso dos alunos inscritos neste modelo de ensino.
A modalidade de ensino aqui em causa autoriza, pela sua própria dinâmica de permanente possibilidade de recuperação e
reavaliação dos alunos/formandos, a enunciação de uma meta de 100%.
18
A especificidade destes Cursos torna difícil a enunciação de metas parcelares, pelo que se opta, no presente
documento, por considerar a globalidade dos anos que compõem o percurso dos alunos inscritos neste modelo de ensino.
A modalidade de ensino aqui em causa autoriza, pela sua própria dinâmica de permanente possibilidade de recuperação e
reavaliação dos alunos/formandos, a enunciação de uma meta de 100%.
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Projeto Educativo 2011/2015
primeiras semanas do presente ano letivo e, na medida do possível, a prossecução das metas nacionais
estrategicamente agendadas para 2015.
Taxa Previsível
Ano
Disciplina
de Sucesso
5.º
6.º
7.º
Língua Portuguesa
75%
Inglês
75%
Ciências da Natureza
80%
Matemática
75%
Educação Visual e Tecnológica
95%
Educação Musical
80%
Educação Física
90%
História e Geografia de Portugal
80%
Educação Moral e Religiosa Católica
96%
Língua Portuguesa
70%
Inglês
65%
Ciências da Natureza
80%
Matemática
75%
Educação Visual e Tecnológica
90%
Educação Musical
80%
Educação Física
90%
História e Geografia de Portugal
85%
Educação Moral e Religiosa Católica
97%
Português
65%
Francês
60%
Matemática
60%
Ciências Físico-Químicas
75%
Ciências Naturais
70%
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Inglês
65%
História
80%
Geografia
78%
Educação Visual
80%
Educação Tecnológica
85%
Educação Física
90%
Educação Moral e Religiosa Católica
97%
Português
63%
Francês
65%
Matemática
60%
Ciências Físico-Químicas
70%
Ciências Naturais
75%
Inglês
65%
História
80%
Geografia
73%
Educação Visual
80%
Educação Tecnológica
90%
Educação Física
90%
Educação Moral e Religiosa Católica
98%
Português
64%
Francês
60%
Matemática
60%
Ciências Físico-Químicas
70%
Ciências Naturais
80%
Tecnologias da Informação e Comunicação
75%
Inglês
65%
8.º
9.º
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Projeto Educativo 2011/2015
História
85%
Geografia
78%
Educação Visual
85%
Educação Tecnológica
85%
Educação Física
90%
Educação Moral e Religiosa Católica
98%
Fonte: Departamentos e Subdepartamentos - 2.º e 3.º Ciclos, Outubro 2010
11.2.4. CNO (Centro de Novas Oportunidades)
NÍVEL
INSCRITOS
DIAG E ENC.
EM RVCC
CERTIFICADOS
BÁSICO
250
225
158
150
SECUNDÁRIO
250
225
112
92
11.3. Metas ao nível da Avaliação Externa – Provas de Aferição e Exames Nacionais
Ciclo/Ano
1.º Ciclo – 4.º Ano – LP
Percentagem de
sucesso
81%
1.º Ciclo – 4.º Ano - Mat.
80%
2.º Ciclo – 6.º Ano - LP
65%
2.º Ciclo – 6.º Ano – Mat.
65%
3.º Ciclo – 9.º Ano LP
45%
3.º Ciclo – 9.º Ano – Mat.
30%
11.4. Metas no combate ao abandono escolar
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Ciclo/Ano
Projeto Educativo 2011/2015
Sucesso esperado
Pré-Escolar
96 %
1.º Ciclo
99 %
2.º Ciclo
97%
3.º Ciclo
94%
Curso Profissional / Ensino Secundário
– 10.º ano
Curso Profissional / Ensino Secundário
– 11.º ano
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60%
75%
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Projeto Educativo 2011/2015
12. Operacionalização do Projeto Educativo
O projeto educativo requer que todos os atores educativos estejam empenhados na vida educativa do
Agrupamento.
Assim, o Agrupamento propõe diversas perspectivas de execução:
• Divulgar e promover o conhecimento deste Projeto Educativo, seus objetivos e metas, por toda a
comunidade educativa;
• Elaborar e aprovar os Projetos Curriculares de Turma, garantindo que os mesmos proporcionem a
todas as crianças e alunos o conjunto de experiências educativas necessárias ao desenvolvimento das
aprendizagens consideradas essenciais e estruturantes;
• Criar tempos e espaços para a necessária e desejada Articulação Pedagógica nas Áreas Curriculares
Disciplinares e Não Disciplinares nos Conselhos de Turma e demais Departamentos Curriculares;
• Analisar, sistematicamente, com critérios bem definidos e instrumentos de registo, objetivos claros,
Áreas Disciplinares e Não Disciplinares, Projeto Curricular de Agrupamento, Plano Anual de Atividades e
Projeto Curricular de Turma, em ordem a uma progressiva melhoria;
• Organizar horários e regimes de funcionamento dos estabelecimentos que, enquadrados na Lei e
ajustados aos condicionalismos físicos, privilegiem e favoreçam a aprendizagem e aquisição de competências
pelas crianças, alunos e formandos;
• Preconizar a Articulação Curricular, através de reuniões periódicas entre Ciclos, Departamentos e
Subdepartamentos;
• Elaborar e aprovar Plano de Formação Contínua para Pessoal Docente e Não Docente, de acordo com
as recomendações do Ministério da Educação e de específicas necessidades do Agrupamento.
13. Aprovação e divulgação do Projeto Educativo
A divulgação do Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
concretiza-se através dos seguintes modos e meios:
•
Em todos os estabelecimentos do Agrupamento, que disponibilizam a consulta do documento;
•
Em cada Departamento Curricular, através da apresentação do documento por um educador
ou professor que pertence à comissão que o elaborou;
•
Na Associação de Pais e Encarregados de Educação e na sede de outras parcerias;
•
Na página electrónica e nas publicações do Agrupamento.
14. Avaliação do Projeto Educativo
Um Projeto Educativo é uma construção coletiva que apela à participação de todos, quer como agentes
dessa construção, quer como auto-reguladores da mesma.
O processo de avaliação do Projeto Educativo de Agrupamento é perspetivado como um meio para
assegurar e regular a qualidade da ação educativa da Escola e garantir a consecução das linhas orientadoras
definidas.
A avaliação do Projeto Educativo será um processo globalizante e mobilizador, tendo o propósito de
garantir a sua eficiente consecução, no quadro dos princípios e dos objetivos traçados. Deverá ser
consubstanciada, de forma a permitir a articulação dos mecanismos avaliadores gerais consagrados na
legislação com o processo interno de auto-avaliação.
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Projeto Educativo 2011/2015
A avaliação do Projeto Educativo far-se-á no final do ano letivo de 2013-2014, tendo em conta os
objetivos e metas globais do projeto19. Esta avaliação será tendencialmente qualitativa, devendo centrar-se no
trabalho produzido no Agrupamento e na análise, a essa luz, do Projeto Educativo, tendo sobretudo em conta a
pertinência da sua filosofia e a eficácia das estratégias adotadas relativamente à prossecução dos objetivos
definidos (e igualmente levando em consideração eventuais limitações materiais).
Esta análise do projecto deverá dar prioridade ao:
• Diálogo entre os intervenientes do Projeto;
• Balanço da ação, no âmbito dos vários Projetos de Escola e do Plano Anual de Atividades.
Esta avaliação será então objeto de um Relatório Final, que comportará uma aturada reflexão sobre o
trabalho levado a cabo e, por outro lado, um conjunto de propostas a apresentar, na ocasião devida, ao
Conselho Geral, cumprindo-se deste modo o exposto na alínea c) do nº1 do Artigo 13º do Decreto-Lei nº75/
2008 de 22 de Abril.
O Relatório Final deverá ser do conhecimento de toda a comunidade educativa.
14.1. Indicadores de Medida do Agrupamento:
• Participação de ocorrências dentro e fora da sala de aula;
• Reuniões de caráter disciplinar;
• Participação dos alunos em atividades curriculares e extracurriculares;
• Absentismo dos alunos;
• Registo dos contactos com os Encarregados de Educação – Directores de turma e Titulares de turma
(Educação Pré-Escolar e 1.º CEB);
• Resultados da avaliação interna e externa, ao longo do ano;
• Resultados dos planos de recuperação, acompanhamento e desenvolvimento;
• Taxa de abandono escolar;
• Número de alunos que usufruem da ação social escolar;
• Percentagem de número aulas dadas face ao número de aulas previstas;
• Cumprimento de Programas e Planificações;
• Cumprimento do Plano Anual de Atividades;
• Resultados obtidos nos Testes Intermédios, nas Provas de Aferição e nos Exames Nacionais.
19
O documento vigorará por 4 anos. A avaliação, a partir do presente ano letivo de 2011/2012, não deverá,
contudo, prescindir de uma análise anual do trabalho produzido e do próprio Projeto Educativo, embora se reserve para o
final do quadriénio (2014/2015) uma avaliação mais rigorosa e global. Nesse contexto, a avaliação do Projeto Educativo
deverá assumir uma dimensão não apenas qualitativa, mas também quantitativa, que terá em conta os objetivos globais e as metas
constantes do projeto. Concretizar-se-á através de inquéritos a aplicar a uma amostra representativa da comunidade educativa, a qual –
de acordo com a lei - deverá ser envolvida na avaliação final deste documento. De qualquer modo, os critérios de avaliação
deverão, mesmo nesse caso, estar organizados de modo a permitir não só a análise do processo/resultado como também
perspetivar a sua reformulação, sob a forma de avaliações intermédias (a terem lugar, exatamente, no final de cada ano
letivo).
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
15. Nota final
O Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto pretende ser um documento
que defina a sua identidade.
Com ele terá de existir um grande envolvimento entre os diferentes parceiros da comunidade educativa,
tendo em vista atingir metas comuns.
A construção do Projeto Educativo teve por base definir uma política educativa que promova a
formação global e integral dos alunos enquanto cidadãos livres e críticos, a promoção de uma escola de
exigência e de qualidade no ensino/aprendizagem, melhorando os resultados escolares dos alunos em relação
ao triénio anterior.
Como a nossa prioridade são os alunos, é com eles e para eles que este Projeto se destina. Queremos
criar um Agrupamento onde os nossos alunos se sintam bem, se sintam felizes e desenvolvam todas as
aptidões que possuem.
Por isso, o que se passa na nossa escola não é algo feito para nós, é algo feito por nós. Todos somos
poucos para construir uma escola de excelência.
Presidiu a esta redação a ideia de que, quer no plano intelectual, quer no plano profissional, a busca da
excelência é uma natural obrigação e, até, um destino.
Igualmente considerámos que, sendo importante a identificação de problemas, se tornava, depois,
urgente e imperiosa uma atitude capaz de melhorar o funcionamento da Escola e, concomitantemente, a
qualidade da educação oferecida. O reconhecimento de insuficiências ou fragilidades deverá determinar, na
prática, a concertada procura de soluções eficazes e adequadas, ética e deontologicamente dignas da empresa
que o Agrupamento tem em mãos.
O Futuro sonha-se. O Futuro faz-se.
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Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto
Projeto Educativo 2011/2015
16. Bibliografia e outras fontes
• Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril;
• Despacho Normativo 55/2008, de 23 de outubro;
• Lei n.º 49/2005, de 30 de agosto;
• AMAVE - Associação de Municípios do Vale do Ave, http://www.amave.pt;
• ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses, http://www.anmp.pt;
• BRITO, Raquel Soeiro, Portugal. Perfil Geográfico, Lisboa, Editorial Estampa, 1994;
• DAVEAU, Suzanne, Portugal Geográfico, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 1995;
• INE, Anuários Estatísticos de Portugal e da Região Norte, Lisboa e Porto, 1991-2006;
• INE, XII Recenseamento Geral da População Portuguesa - Resultados Definitivos, Lisboa, 1992;
• INE, XIII Recenseamento Geral da População Portuguesa - Resultados Definitivos, Lisboa, 2002;
• INE, XIV Recenseamento Geral da População Portuguesa - CENSUS – Republica Portuguesa (setembro de
2011);
• RIBEIRO, Orlando; LAUTENSACH, Herman; DAVEAU, Suzanne, Geografia de Portugal, volumes I, II, III e
IV, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 1987.
• RIBEIRO, Orlando, (1991) Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 6.ª
edição, 1991.
• Tedesco, Juan Carlos, O novo pacto educativo., Vila Nova de Gaia, Ed. Fundação Manuel Leão, 1999;
• VÁRIOS Autores, Portugal, os próximos 20 Anos, Lisboa, Ed. Fundação Calouste Gulbenkian, 1989;
• VÁRIOS Autores, Dinamismos socioeconómicos e (re) organização territorial: processos de urbanização e
reestruturação produtiva”, Coimbra, Ed. Instituto de Estudos Geográficos da Faculdade de Letras da Universidade de
Coimbra, 1996;
• Via Michelin – Maps, em www.viamichelin.com.
• Página do Ministério da Educação, http://www.min_edu.pt, setembro, 2010.
• TORGA, Miguel, Diário IV, Coimbra, ed. de autor, 4.ª edição, 1995, p. 38.
• PESSOA, Fernando, Poemas de Fernando Pessoa, com selecção, prefácio e posfácio de Eduardo Lourenço,
Lisboa, Ed. Visão/JL, 2005.
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, Conselho Pedagógico, 8 de Novembro de 2011.
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