RELATÓRIO DE
AUTOAVALIAÇÃO
Agrupamento de Escolas de Gondomar
NOVEMBRO DE 2013
Índice
1. Introdução ................................................................................................................................. 3
2. Indicadores de enquadramento ................................................................................................ 4
3. Indicadores de desempenho ..................................................................................................... 6
3.1.1. Resultados académicos ............................................................................................... 6
3.1.2. Resultados sociais ..................................................................................................... 10
3.1.3. Reconhecimento/envolvimento da Comunidade ..................................................... 12
4. Prestação do serviço Educativo........................................................................................... 13
4.2 Práticas de ensino ......................................................................................................... 14
4.3 Monitorização e avaliação do ensino e das aprendizagens .......................................... 16
5. Liderança e gestão................................................................................................................... 17
Gestão ..................................................................................................................................... 21
1
Índice Ilustrativo
Figura 1 - Evolução da taxa de sucesso escolar e relação entre a taxa de sucesso de
Agrupamento e a Nacional............................................................................................................ 6
Figura 2- Taxa de transição/conclusão em 2012/2013 ................................................................. 7
Figura 3 -Taxa de sucesso final nas disciplinas de Português e Matemática ................................ 7
Figura 4- Resultados das Provas Finais do Agrupamento/Resultados Nacionais médias obtidas 8
Figura 5 - Avaliação externa/avaliação final do 4º ano nas disciplinas de L.P. e Mat. .................. 8
Figura 6 - Tabela com a evolução dos resultados da avaliação externa/interna 2011/12 e
2012/13 ......................................................................................................................................... 8
Figura 7- Avaliação externa (provas finais ou exames) / avaliação Interna .................................. 9
Figura 8 - Taxa de Conclusão – Curso de Educação e Formação................................................... 9
Figura 9 - Taxa de abandono e desistência ................................................................................. 10
Figura 10 - % de faltas dos alunos nos vários ciclos em 2012-2013............................................ 10
Figura 11 - Nº de participações disciplinares em 2012-2013 ...................................................... 11
Figura 12 - Total de reuniões e outras formas de contacto realizadas com os encarregados de
educação ..................................................................................................................................... 12
Figura 13 - nº de alunos com requisitos para integrar o quadro de mérito ............................... 13
Figura 14 - Crianças com NEE distribuídas pelos vários ciclos em 2012-2013 ............................ 14
Figura 15- Crianças que beneficiaram de outros apoios educativos em 2012-2013 .................. 15
Figura 16 - Apoios educativos prestados aos alunos do 2º ciclo nas disciplinas de L. portuguesa,
Matemática e Inglês .................................................................................................................... 16
Figura 17 - Apoios educativos prestados aos alunos do 3º ciclo nas disciplinas de L. portuguesa.
Matemática e Inglês .................................................................................................................... 16
2
1. Introdução
No ano letivo a que respeita o presente relatório, o Agrupamento foi objeto de um processo de
avaliação externa, precedido por um processo de avaliação interna que incluiu inquéritos a
todos os elementos da comunidade educativa. Assim, o presente relatório é parcelar, tendo
como objetivo principal recolher e propor para reflexão os dados relativos aos processos e aos
resultados do ano escolar de 2012-2013.
Optou-se, também, por organizar o relatório de acordo com o modelo proposto pela IGE no
processo de avaliação externa, em trono de três domínios: resultados (académicos e sociais);
prestação do serviço educativo e organização e gestão do Agrupamento. Estes domínios,
subdivididos em diversos itens, por certo aferem do cumprimento dos objetivos do Projeto
Educativo.
1.1 Documentos orientadores no processo de Autoavaliação: Projeto Educativo,
Projeto Curricular de Escola, Regulamento Interno e Plano Anual de Atividades.
1.2 Grupo de trabalho
Natália Dias
Rosa Maria Duarte Cavadas
Ilda de Fátima Cova Barreiras
Cristina Vieira
Luísa Pereira
Jorge Manuel Oliveira Martins
Maria Conceição Martins Vieira
Telma Márcia Alves Neto
Duarte Silva (representante dos pais)
1.3 Objetivos
Os principais objetivos, de acordo com a Lei 31/2002, são os seguintes:





Promover a melhoria da qualidade do sistema educativo, da sua organização e dos
seus níveis de eficiência e eficácia;
Assegurar o sucesso educativo, continuando a promover uma cultura de qualidade,
exigência e responsabilidade na escola;
Sensibilizar os vários membros da comunidade educativa para a participação ativa
no processo educativo, valorizando o seu papel neste processo;
Valorizar o papel dos vários membros da comunidade educativa, em especial dos
professores, dos alunos, dos pais e encarregados de educação, das autarquias locais
e dos funcionários não docentes;
Promover uma cultura de melhoria continuada da organização, do funcionamento e
dos resultados da escola, bem como do projeto educativo.
3
2. Indicadores de enquadramento

Caracterização da população escolar:
Alunos
Jardim-de-Infância
3 anos
4 anos
5 anos
6 anos
total
133
116
104
2
355
1º Ciclo
1º ano
2º ano
3º ano
4º ano
total
182
201
194
233
810
2º Ciclo
5º ano
6ºano
total
260
258
524
3º Ciclo
7º ano
8º ano
9º ano
total
Obs.
159
132
136
427
Transferidos 2 alunos
do 9º ano
Cef
CEFTC
Total
16
16
Alunos
Pré
1º Ceb
2º CEB
3º CEB
CEF
4
Pessoal docente
Pré-escolar
17
1º Ciclo
50
2º Ciclo
45
3º Ciclo
Ed. Especial/IP
45
15
Pessoal Docente
Pré
1º CEB
2º CEB
3º CEB
ED. Esp/IP
Pessoal não docente
Assistentes
Operacionais
POC’s
Assistentes Técnicos
Técnicos
superiores
80
12
9
1
pessoal não docente
Ass. Operac.
POC,s
Ass. Técn.
Tecn. Sup.
5
3. Indicadores de desempenho
3.1 Resultados
3.1.1. Resultados académicos

Níveis
Taxa de transição por ano e por ciclo;
Evolução da taxa de sucesso escolar e relação entre a taxa de sucesso de
Agrupamento e a Nacional
de
ensino
% taxas de sucesso nacional (escolas públicas)
% taxas de sucesso do Agrupamento
/ Ano
09/10
10/11
11/12
12/13
09/10
10/11
11/12
12/13
91, 8
92
89,3
88,4
90,9
95,4
93
95
1º Ciclo
96,2
96,7
95
97,6
98,5
97
98,4
1º ano
100
100
100
100
100
100
100
100
2º ano
92,6
93,1
90,4
89
93,9
95,9
94,9
95,5
3º ano
96,7
97,4
95,4
93,9
99,1
100
96,2
99,5
4º ano
95,8
96,3
94,4
95,1
97
98,2
97,6
98,7
2º Ciclo
91,9
92.4
88.2
92
96
90
93,6
5º ano
92,4
92,3
90,1
89,2
93
97
92,3
95,8
6º ano
91,3
92,5
86,3
83,6
91
95,1
87,8
91,3
3º Ciclo
85,6
86,6
83.6
84,4
87,2
88.1
90
7º ano
83,1
84,1
82,1
82,7
79,9
88,3
89,5
94,3
8º ano
88,4
89,7
86,9
85,5
89,5
90,8
93,4
89,4
9º ano
85,7
86,2
82
80,9
84,2
82,3
80
Ensino
Básico
86,2Jul
(91,3Set)
Figura 1 - Evolução da taxa de sucesso escolar e relação entre a taxa de sucesso de Agrupamento e a
Nacional
No ano letivo de 2012-2013, os resultados superaram os do ano letivo anterior em todos os
ciclos e anos de escolaridade com uma única exceção no 8º ano de escolaridade. No 9º ano, a
taxa de conclusão que em Julho foi de 86,2%, subiu para 91,3% em setembro, com mais 7 alunos
que concluíram. Os bons resultados resultam do esforço de diversificação dos apoios educativos
e das estratégias de recuperação dos alunos realizadas ao longo do ano.
6
120
1º ano
100
2º ano
3º ano
80
4º ano
5º ano
60
6º ano
7º ano
40
8º ano
9º ano
20
Coluna1
0
Figura 2- Taxa de transição/conclusão em 2012/2013
No gráfico da figura 2 pode visualizar-se melhor a taxa de transição/conclusão.
Níveis de
ensino/
Ano
Taxa percentual de sucesso no Agrupamento às disciplinas de Português e
Matemática
Ano letivo 2012/13
Português
Matemática
1º Ciclo
95,9
95,2
1º ano
95,5
95,5
2º ano
92,5
95
3º ano
97,4
94,7
4º ano
98,7
95,6
2º Ciclo
88,4
76, 2
5º ano
89,4
76,1
6º ano
87,4
76,2
3º Ciclo
87,4
64,3
7º ano
89,9
76,4
8º ano
84,8
57
9º ano
87,5%
59,6
Figura 3 -Taxa de sucesso final nas disciplinas de Português e Matemática
A tabela da figura 3 permite verificar que a taxa de sucesso final é maior na disciplina de
Português que na disciplina de matemática. Porém, esta diferença acentua-se no 8º ano.
7
70
60
50
40
agrup
30
Naional
20
10
0
4º ano
LP
4º ano
MAT
6º ano
LP
6º ano
MAT
9º ano
LP
9º ano
MAT
Figura 4- Resultados das Provas Finais do Agrupamento/Resultados Nacionais médias obtidas
O gráfico da figura 4 mostra que os resultados do Agrupamento a Língua Portuguesa e
Matemática são superiores aos resultados nacionais nos três ciclos.
Nº de Alunos/
Disciplinas
1ºciclo
228
alunos
Avaliação
Externa
Avaliação
Final
Avaliação
Externa
Avaliação
Final
Português
Português
Matemática
Matemática
Nível 5
Nível 4
Nível 3
Nível 2
Nível 1
0,44%
1
15,80%
36
3,50%
8
20,61%
47
17,98%4
1
52,19%
119
28,95%
66
41,23%
94
41,23%
94
30,70%
70
34,22%
78
34,21%
78
37,72%
86
1,32%
3
30,26%
69
3,95%
9
2,63%
6
0
3,07%
7
0
Figura 5 - Avaliação externa/avaliação final do 4º ano nas disciplinas de L.P. e Mat.
A tabela da figura 5 mostra os resultados por níveis obtidos na avaliação interna e externa, no
1º ciclo.
4º ANO – L. PORT.
4º ANO - MAT
6º ANO – L PORT
6º ANO MAT
9º Ano – L.PORT
9º ANO - MAT
2011/2012
Exame
Freq.
86,7%
98,5%
61,1%
90,7%
82,4%
87,6%
57,7%
57,9%
71,42%
72,81%
48,21%
55,26%
Dif
11,8
29,6
5,2
0,2
1,39
7,05
2012-2013
Exame
Freq.
59.6%
98,7%
60,7%
95,6%
53,5%
87,4%
50,6%
76,2%
61%
83,1%
50%
61%
Dif
39,1
34,9
33,9
25,6
22,1
11
Figura 6 - Tabela com a evolução dos resultados da avaliação externa/interna 2011/12 e 2012/13
O diferencial entre a avaliação interna e externa aumentou em todos os ciclos do ano de 2011/12 para
2012/13, sendo esta diferença mais acentuada no 1º e 2º ciclos, como se pode observar na tabela da
figura 5-A. As razões para tal diferencial prendem-se com as alterações do tipo de prova no
exame, com a alteração dos programas e com as dimensões da avaliação.
8
120
100
80
av. Ext
60
av. Int.
40
20
0
4º ano LP 4º ano MAT 6º ano LP 6º ano MAT 9º ano LP 9º ano MAT
Figura 7- Avaliação externa (provas finais ou exames) / avaliação Interna
100
80
60
100 %
(16)
75%
(12)
40
conclusão 9º ano
conlusão comp.
Tecnológica
20
0
% conclusão do curso CEF
Figura 8 - Taxa de Conclusão – Curso de Educação e Formação
No ano de 2012-2013, os 16 alunos do curso CEF de empregado comercial terminaram o 9º ano.
Destes, 12 realizaram o estágio, tendo concluído a componente tecnológica.
9
 Abandono e desistência
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Taxa percentual de abandono e desistência Observação
0%
2 alunos com muitas faltas mas que ainda foram avaliados
0%
razão porque não são considerados em abandono.
0,46% (2 alunos) 2 alunos do 8º ano com NEE. Ambos com 17 anos
Figura 9 - Taxa de abandono e desistência
A taxa de abandono no Agrupamento é residual, fruto do trabalho preventivo e concertado de
todo o agrupamento. Apenas 2 alunos do 3º ciclo – 0,18% - não foram avaliados por abandono.
Contudo, mais dois alunos do 2º ciclo, embora avaliados ficaram retidos, devendo-se os maus
resultados a excesso de faltas. Todos os casos têm sido objeto de trabalho aturado e persistente
junto dos alunos e encarregados de educação e com intervenção da CPCJ de Gondomar. No caso
dos dois alunos do 3º ciclo, estes esforços não obtiveram qualquer resultado.
3.1.2. Resultados sociais
 Participação na
responsabilidades
vida
da
escola
e
assunção
de
A participação dos alunos na vida da escola é fomentada de diversas formas, seja assumindo as
responsabilidades inerentes ao estatuto de aluno seja integrando grupos de trabalho e
desenvolvimento de projetos.
Pré-escolar
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Faltas dos alunos
Faltas justificadas
10%
2,12%
1,7%
1,5%
Faltas injustificadas
0,5%
0,5%
0,40%
Figura 10 - % de faltas dos alunos nos vários ciclos em 2012-2013
O absentismo dos alunos é residual em todos os níveis e a maior parte das faltas são
devidamente justificadas pelos encarregados de educação, correspondendo na sua maioria a
ausências por motivos de doenças sazonais. Na educação pré- escolar a taxa de ausência é maior
porque as crianças são mais pequenas, adoecendo com mais frequência porque o calendário
escolar específico do pré-escolar abrange parte do período de interrupção do ensino básico e
nesse período um grande número de crianças não frequenta o jardim.
10
 Cumprimento de regras e disciplina
2º Ciclo
3º Ciclo
Participações disciplinares
Participações disciplinares
45*
103*
Processos disciplinares
2
3
Figura 11 - Nº de participações disciplinares em 2012-2013
*entende-se participações disciplinares a todas as ações que originaram a intervenção do diretor de turma e por processos
disciplinares as que originaram um sansão.
Na tabela da fig. 10 podemos observar o total de participações disciplinares que somam 45 no
2º ciclo e 103 no 3º ciclo. Destas apenas 2 originaram processo disciplinar no 2º ciclo e 3 no 3º
ciclo, o que revela o ambiente calmo e ordeiro que regra geral se vive na escola. A maior parte
das participações são pequenas perturbações, algumas zangas entre alunos ou de alunos muito
faladores, sendo resolvidas pelo diretor de turma em colaboração com os encarregados de
educação.
Não se registou qualquer ato de violência ou de vandalismo deliberado.
 Formas de Solidariedade
No Relatório do Plano Anual de Atividades podemos identificar 38 atividades desenvolvidas que
visaram o objetivo de respeitar a pluridimensionalidade da educação e 98 que visaram promover
o respeito pela multiculturalidade e diferenciação, atividades estas que visaram, ainda,
promover diversas formas de solidariedade e interajuda.
Através do SASE, os alunos com necessidades económicas dispõem total ou parcialmente dos
livros e material escolar assim como outras formas específicas de solidariedade para com os
alunos e famílias como sejam, a atribuição do pequeno-almoço e lanche a alunos sem recursos.
Por outro lado, em articulação com as associações de pais, levaram-se a cabo campanhas de
recolha de alimentos, roupa e livros, com a finalidade de contribuir para ajudar as organizações
da comunidade a responder às necessidades da população.
 Impacto da escolaridade no percurso dos alunos
Todos os alunos que concluíram o 9º ano no ano letivo de 2012-2013 transitaram para o 10º
ano. A maioria dos alunos ingressaram na Escola Secundária de Gondomar, havendo alguns que
foram para S. Pedro da Cova ou Valbom por aproximação à residência.
Todos os alunos que concluíram o curso CEF transitaram para cursos profissionais do ensino
Secundário, na sua maioria, para a Escola Secundária de Gondomar.
Os alunos com Necessidades Educativas Especiais de caráter permanente, que são
concretamente 5, desenvolveram o seu Plano Individual de Transição, em diferentes
estabelecimentos comerciais ou serviços públicos da freguesia.
11
3.1.3. Reconhecimento/envolvimento da Comunidade
O envolvimento da comunidade é uma estratégia do Agrupamento. Todas as escolas e jardins
têm a sua Associação de pais que colaboram ativamente no desenvolvimento das atividades.
Por iniciativa das associações desenvolveram-se um total de 31 atividades nas escolas, sem
contabilizar outras em que participaram e que foram da iniciativa das escolas.
Os representantes da Associações reuniram com a direção do Agrupamento em todos os
períodos, para refletir sobre os problemas detetados e os resultados obtidos pelos alunos e
encontrar as melhores soluções.
Ao nível das turmas, o contacto com os encarregados de educação foi realizado particularmente
pelos diretores de turma e pelos educadores/professores titulares de turma.
 Reuniões e outros contactos com os Encarregados de
Educação
Nível de
ensino
Pré
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Nº de
reuniões c/
Enc. de
Educação
4
4
3
3
Atendimento
individual aos
Enc. Educação
% de presenças
dos Enc.
Educação
Contactos
escritos
Contatos
telefónicos
1 vez/período
628
605
511
89%
93%
85%
71,5%
706
324
717
frequentes
503
404
336
Figura 12 - Total de reuniões e outras formas de contacto realizadas com os encarregados de
educação
 Estratégias para envolver os encarregados de educação
Foram referidas diversas ações para envolvimento dos encarregados de educação para além das
reuniões:
No pré-escolar – Diversas festas ou celebração de quadras festivas, projetos como “um
livro um amigo” ou “leitura vai e vem”, o “dia aberto aos pais”, campanhas de recolha
(tampinhas, brinquedos, alimentos…), reuniões, ações de sensibilização de que é
exemplo o projeto PASSEzinho, entre outras.
No ensino básico – Realização de reuniões gerais de pais, sessões de
esclarecimento/sensibilização, Sarau cultural, Campanhas de solidariedade, entre
outros.
12
 Formas de valorização do sucesso dos alunos
São diversas as formas de valorização dos saberes e de reconhecimento do sucesso dos alunos.
O quadro de mérito (quadro da fig. 12) distingue os alunos que obtêm média de 5 a L.P. e
Matemática. No 9º ano, a junta de freguesia instituiu um prémio monetário para o melhor aluno.
Desafios e concursos como o “Canguru matemático”, as “Olimpíadas da Matemática”, as
“Olimpíadas da Língua Portuguesa”, os “Poemas Soltos”, “A poesia anda no ar”, “da letra à
palavra” têm como objetivo incentivar e valorizar os saberes dos alunos.
Quadro de mérito 2012-2013
Ano
Nº de alunos
4º ano
29
6º ano
13
9º ano
12
Figura 13 - nº de alunos com requisitos para integrar o quadro de mérito
4. Prestação do serviço Educativo
4.1 Planeamento e articulação
Os departamentos reuniram, em regra, uma vez por período. No caso do pré escolar, as reuniões
ocorreram 1 vez por mês. Os conselhos de turma ocorreram, também, 1 vez por período, e o do
2º período realizou-se com a participação dos representantes dos encarregados de educação.
O planeamento e articulação das atividades foi, também, realizado nas reuniões dos núcleos
pedagógicos e em diversas reuniões dos grupos disciplinares.
Na gestão da turma por parte do D.T. ou do titular de turma, foram
apontadas as seguintes dificuldades:
No pré- escolar foram assinalados:
- A falta de assiduidade de algumas crianças, dificuldade superada com reuniões e ações de
sensibilização junto dos encarregados de educação;
- Dificuldades específicas de algumas crianças, tendo-se feito o seu encaminhamento para
poderem usufruir de terapias adequadas e definindo-se estratégias em articulação com as
terapeutas;
- Dificuldades no cumprimento de regras, tendo-se adotado estratégias de reforço positivo com
envolvimento dos encarregados de educação;
- Dificuldades no domínio da socialização e linguagem assim como dificuldades de concentração,
tendo-se promovido ações e estratégias de desenvolvimento da linguagem, de promoção das
inter-relações e de aumento progressivo dos períodos de concentração.
13
No 1º Ciclo foram assinalados:
- Problemas comportamentais, falta de atenção/concentração, infantilidade. Cada professor foi
adequando as estratégias, para que as regras fossem assumidas por todos, para que o processo
de ensino/aprendizagem se tornasse mais enriquecedor para todos os intervenientes.
- Problemas de aprendizagem. Estes foram sendo solucionados com um ensino mais
individualizado, apoio educativo, ou ainda foi feito um encaminhamento mais específico, nos
casos mais complicados.
- Pontualidade. Os encarregados de Educação foram advertidos para cumprirem os horários e
aos poucos esta situação foi melhorando.
No 2º e 3º ciclo foram assinalados:
Pouco tempo com os alunos do que resultou, por vezes, prejuízo para a disciplina em virtude do
D.T. ter de utilizar parte das suas aulas para resolver questões da turma. Foram utilizadas as
aulas de Cidadania, realizaram-se assembleias de turma, uniformizaram-se critérios nos
conselhos de turma que originaram uma maior firmeza na atuação dos professores balanceada
com diálogo e espírito de tolerância. Realizaram-se reuniões e vários contactos com os
encarregados de educação, envolvendo-os na resolução dos problemas e alguns alunos foram
encaminhados para o GAAF, SPO ou Tutoria. Foram, ainda acionados mecanismos como a CPCJ
ou a segurança social.
No final do ano letivo realizaram-se reuniões específicas da direção com os professores dos anos
terminais de ciclo para recolher informação pertinente dos alunos tendo em vista o seu
encaminhamento e a formação de turmas no novo ciclo. No início do ano letivo de 2012-2013,
realizaram-se reuniões entre educadoras de Infância e a coordenadora do 1º ciclo e entre esta
e o coordenador dos diretores de turma do 2º ciclo para obter um maior conhecimento das
caraterísticas dos alunos, aspeto a ter em conta no seu percurso escolar.
4.2 Práticas de ensino
 Adequação dos apoios às crianças e aos alunos com
necessidades educativas especiais
O Agrupamento integra e presta apoio a um grande número de crianças com Necessidades
Educativas Especiais, com se pode verificar no quadro da figura 13.
Pré-escolar
4
Crianças com NEE
1º Ciclo
2º Ciclo
28
13
3º Ciclo
14
Figura 14 - Crianças com NEE distribuídas pelos vários ciclos em 2012-2013
A maior parte dos alunos são integrados nas diversas turmas. No pré-escolar e 1º ciclo, estes
alunos tiveram apoio dos professores da educação especial na sala de aula. Nos 2º e 3º ciclos,
alguns destes alunos tiveram apoios específicos na sala de aula e/ou na sala de educação
especial, acompanhando a turma nas disciplinas práticas de acordo com o seu currículo.
14
No 1º ciclo, 8 alunos frequentaram a Unidade de Multideficiência a funcionar no Centro Escolar.
Alguns destes alunos mantiveram uma ligação à turma, acompanhando por um período limitado
as atividades da turma, de acordo com o seu currículo específico.
 Crianças que beneficiaram apoios educativos
Pré-escolar
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Psicologia
Terapia da fala
Terapia
ocupacional ou
outras
GAAF- gabinete
de apoio ao aluno
e à família
Tutoria
12
36
25
16
31
12
-
4
11
-
11
1
23
8
Figura 15- Crianças que beneficiaram de outros apoios educativos em 2012-2013
A tabela da fig. 14 faz o levantamento dos apoios educativos prestados às crianças nos vários
níveis de ensino. Alguns destes apoios, sobretudo os apoios de psicologia ou terapia da fala no
pré-escolar e 1º ciclo são prestados fora do espaço escolar uma vez que não existem recursos
no Agrupamento. Ao nível do 2º e 3º ciclo, todos os apoios de psicologia foram prestados pela
psicóloga do agrupamento.
O Gabinete de Apoio ao aluno e à família acompanhou 11 alunos do 2º ciclo e 1 do 3º ciclo e
suas famílias, procurando encontrar as melhores soluções conjuntamente com a família para a
superação de dificuldades cuja origem é sobretudo social e económica.
23 alunos do 2º ciclo e 8 do 3º ciclo foram acompanhados ao longo do ano por professores
tutores que os ajudaram a organizar o estudo e os orientaram ajudando a superar as suas
dificuldades.
 Outras atividades de incentivo à melhoria do desempenho
Além das atividades curriculares, o agrupamento promoveu diversas atividades extra
curriculares com o objetivo de incentivar e valorizar outros saberes. No pré-escolar, no período
de prolongamento de horário desenvolvem-se atividades desportivas, de expressão plástica e
musical. No 1º ciclo, as Atividades de Enriquecimento Curricular privilegiaram a atividade física
e desportiva, a música e a aprendizagem do Inglês.
Nos 2º e 3º ciclos, os clubes das tecnologias, de foto e vídeo, de rádio e música ou os (es)passos
de leitura privilegiaram atividades artísticas e de expressão dramática e musical .
 Metodologias ativas e experimentais no ensino e na
aprendizagem
Cabe aos departamentos e respetivos coordenadores promoverem e incentivarem os
professores a utilizar metodologias ativas e experimentais que motivem os alunos. No
Agrupamento existem alguns recursos, como computadores, VHS e DVD, quadros interativos e
15
projetores que são usados regularmente pelos professores. Porém, estes recursos estão longe
de ser suficientes.
Os relatórios dos departamentos referem explicitamente o recurso a estas metodologias com
indicação de atividades onde se evidenciaram. O relatório do Plano Anual de Atividades
demonstra que todos os departamentos realizaram atividades e que no total foram realizadas
152 atividades onde, na sua maioria, estão presentes metodologias ativas e inovadoras.
4.3 Monitorização e avaliação do ensino e das aprendizagens
As aprendizagens dos alunos foram avaliadas de formas diversificadas, como se pode constatar
da leitura dos relatórios de Departamento e das atas dos Conselhos de Turma. Testes escritos
de desenvolvimento e de resposta múltipla, testes orais, observação direta dos alunos, trabalhos
individuais e de grupo, trabalhos de casa, fichas formativas, testes intermédios (2º; 8º ano a
Mat. e 9º ano a L. P e Mat).
Os critérios gerais de avaliação estão definidos em Regulamento Interno. Porém, os
departamentos delinearam critérios comuns de avaliação e de atuação pedagógica.
No final do 1º e 2º período e em função das avaliações, adequam-se as medidas necessárias
para a recuperação dos alunos. As tabelas das fig. 15 e 16 mostram os apoios prestados aos
alunos do 2º e 3º ciclo nas disciplinas de L. Portuguesa, Matemática e Inglês assim com o
respetivo sucesso.
Português
Alunos
Nº alunos
c/sucesso
52
36(69,2%)
Apoio Educativo - 2º ciclo
Matemática
Alunos c/
Nº de alunos
sucesso
65
41(63%)
Inglês
Nº de alunos
42
Alunos c/
sucesso
28(66,7%)
Figura 16 - Apoios educativos prestados aos alunos do 2º ciclo nas disciplinas de L. portuguesa,
Matemática e Inglês
Português
Alunos
Nº alunos
c/sucesso
104
77 (74%)
Apoio Educativo - 3º ciclo
Matemática
Alunos c/
Nº de alunos
sucesso
97
38 (39,2%)
Inglês
Nº de alunos
74
Alunos c/
sucesso
45 (60,8%)
Figura 17 - Apoios educativos prestados aos alunos do 3º ciclo nas disciplinas de L. portuguesa.
Matemática e Inglês
16
 Monitorização interna do desenvolvimento do currículo
A coordenação dos conteúdos programáticos e as estratégias implementadas para o
desenvolvimento do currículo e cumprimento dos programas foi supervisionada pelos
departamentos.
Para efeitos de articulação curricular, planificações, definição de estratégias e didáticas, os
departamentos organizaram-se por disciplinas e/ou grupos disciplinares de modo a facilitar a
troca de experiências e o trabalho cooperativo.
Nos relatórios dos departamentos e/ou atas dos conselhos de turma registam-se algumas
situações de incumprimento dos conteúdos programáticos definidos no início do ano, sobretudo
em algumas turmas do 5º e do 7º ano, todas elas justificadas por necessidade de reforçar
conteúdos, por dificuldades dos alunos na apreensão dos conteúdos/grande discrepância nos
seus ritmos de aprendizagem e consequente necessidade de mais tempo ou ainda por se
privilegiar as respostas solicitadas pelos alunos às questões que vão surgindo, dificultando o
cumprimento previamente estabelecido.
5. Liderança e gestão
No Agrupamento promove-se uma visão partilhada e estratégica das finalidades da
escola/agrupamento.
O Conselho Pedagógico, órgão que reúne as lideranças intermédias, é o centro vital da liderança
em parceria com a diretora e restante direção. Este órgão reuniu 1 vez por mês e produziu as
reflexões/orientações para os departamentos e demais estruturas do Agrupamento e procedeu
à revisão dos documentos orientadores.
Diversos projetos foram desenvolvidos (alguns em continuidade de anos anteriores) no ano de
2012/2013, orientados por essa visão estratégica, plasmada nos objetivos definidos no Projeto
Educativo e que visaram, ainda, fomentar o sentido de pertença e de identificação com a
escola/Agrupamento:
O GAAF, Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, é um espaço onde os alunos se podem dirigir
por sua iniciativa para procurar ajuda assim como os encarregados de educação. É esta estrutura
que coordena programas e ações que visam proporcionar o apoio integrado aos alunos como
seja o programa de “tutorias” que consiste na atribuição a alunos com dificuldades um
“professor tutor” com a função de acompanhar o aluno no seu percurso, ajudando-o a organizar
o estudo e a estabelecer uma ponte com a família por forma a articular e promover estratégias
para, de um modo mais integrado, ajudar o aluno a ultrapassar as dificuldades. Os “professores
tutores” dispõem de 1 hora semanal para acompanhar os seus tutorandos.
O GAAF integra, ainda, a mediação educativa que, em parceria com a Comissão de Crianças e
Jovens de Gondomar, previne e combate o abandono e absentismo escolar.
Projeto "Luso Moçambicano" visa desenvolver nos alunos a compreensão do pluralismo
mundial, a tolerância e respeito mútuo, a abertura a novas culturas, o sentido da
responsabilidade na defesa da paz, dos direitos do homem, do ambiente e do património
17
cultural. Consiste no desenvolvimento de diversas atividades em parceria com o Consulado de
Moçambique, que abordam aspetos culturais (artesanato, música, dança, gastronomia,
geografia e história); literários; ações de sensibilização e divulgação; conferências temáticas;
campanhas de recolha de materiais didáticos para enviar às escolas moçambicanas, etc.
Projeto "Ciência Lúdica", que visa desenvolver o espírito e a literacia científicos, nomeadamente
as capacidades aquisitivas, organizacionais, manipulativas e comunicacionais, assim como, o
espirito crítico, competências sociais e hábitos de trabalho em grupo.
Consiste no desenvolvimento de atividades experimentais ao longo do ano, com alunos de todos
os ciclos, em contexto de laboratório, de sala de aula ou de exterior.
Jardim-de-infância – cada jardim desenvolve uma experiência e mensalmente, em reunião de
departamento, essas experiências são discutidas e partilhadas pelo grupo.
1º Ciclo - Além das experiências que os professores desenvolvem em sala de aula, os alunos do
4º ano vêm ao Laboratório da escola sede onde os professores do 2º ciclo preparam algumas
experiências para eles realizarem. Por vezes, os alunos do 2º ciclo deslocam-se às salas do 4º
ano do 1º ciclo com propostas de realização de experiências lúdicas.
2º Ciclo – No 2º ciclo, o projeto centra-se essencialmente no clube “os lupas”; nas olimpíadas
da ciência; “uma tarde no laboratório”, atividade dirigida especialmente aos alunos do 6º ano,
dinamizada pelos professores de físico-química, ciências naturais e ciências da natureza; no
“cantinho da ciência” que promove a recolha e seleção de notícias em revistas, jornais e
sites/blogues sobre assuntos científicos e os divulga na biblioteca.
Este projeto integra ainda a “semana divertida da ciência” a realizar no mês de Maio
(sensibilização para a ciência e para o método experimental) e uma feira de minerais a realizar
no final do 3º período.
Concursos, Campeonatos e Olimpíadas:
Campeonato de Cálculo Mental - a desenvolver nos finais dos períodos com alunos do 2º ciclo.
Olimpíadas ma Matemática – Concurso de provas de matemática dirigido a alunos do 3º ciclo
Olimpíadas da Língua Portuguesa - Concurso de provas de língua Portuguesa dirigido a alunos
do 2º ciclo.
Concurso Nacional de Leitura – Concurso dirigido ao 3º ciclo e promovido pelo Plano Nacional
de Leitura e Rede de Bibliotecas Escolares.
Concurso “Poemas Soltos” – Concurso de carater concelhio a partir do qual se dinamiza a escrita
de poesia no Agrupamento a todo o ensino Básico, selecionando-se no final os melhores
trabalhos para participação no concurso e que são publicados em livro.
“A poesia anda no ar” – concurso de declamação de poesia, dirigida ao 2º e 3º ciclo.
Sou capaz de… dirigido aos alunos do 2º ciclo sobre conteúdos de história e geografia de
Portugal.
18
Caça ao Tesouro – Dirigido aos alunos do 1º ciclo
“A nossa Horta” e “o Nosso galinheiro”- projetos em desenvolvimento no Jardim de Infância do
Vinhal, com a participação dos pais, que consiste nas diversas tarefas da horta desde a
sementeira e plantação até à colheita e até posterior confeção de alimentos assim como na
criação de galinhas, acompanhando os pintainhos desde o nascimento.
Projeto “Leitura vai-e-vem” - Projeto desenvolvido por todos os jardins-de-infância que consiste
em as crianças levarem um livro do seu agrado para casa para os pais lhes lerem. Os pais que
queiram participar preenchem uma ficha onde registam a sua impressão da atividade.
Projeto “Livro sobre rodas” – Cada jardim-de-infância tinha na sua posse um conjunto de seis
livros listados pelo Plano Nacional de Leitura, num carrinho com rodas, que vai sendo trabalhado
com as crianças. Em cada mês, na reunião de departamento, as educadoras partilham as
atividades suscitados pelo livro (ou livros) escolhidos, as escolhas das crianças, etc.
Educação Física e Musical no Jardim-de-Infância – Projeto em parceria com os encarregados de
educação que proporciona atividades de edução física e de educação musical 1 vez por semana
as crianças do jardim-de-Infância (Jardim-de-Infância do Taralhão, do Vinhal, EB nº 1 e J.I. de
Aguiar). No J.I. da Fontela, a atividade proposta é de Jujutsu.
FunSchool/Férias Desportivas - Ocupação dos alunos do 1º ciclo no período de férias. Projeto
de parceria com as associações de pais.
“Acolhimento” – projeto em parceria com as associações de pais que visa acolher as crianças do
1º ciclo nas respetivas escolas, assegurando a ocupação das crianças no início e final do dia, de
acordo com as necessidades dos encarregados de educação (EB1 de Ramalde, EB nº 1, EB1 da
Gandra, EB1 do Souto, EB1 do Vinhal).
“Danças de salão, gira Vólei, Informática e ténis de mesa” – atividades proporcionadas
regularmente pelas Associações de Pais aos alunos do 1º ciclo.
Semana Solidária – Projeto em parceria com as associações de pais que promove a recolha de
alimentos e outros bens para doar a família e instituições carenciadas.
“O Jardim-de-Infância e a Família em ação” – Projeto dos jardins-de-Infância em que, ao longo
do ano, os pais vêm ao jardim fazer demonstrações e dinamizar atividades diversificadas de
acordo com os seus saberes e com o interesse das crianças.
“Planeta Terra, um Planeta Multicultural” – Projeto desenvolvido pelo pré-escolar e 1º ciclo e
que consiste na reciclagem de resíduos e construção de ecopontos, elaboração de trabalhos
plásticos; pesquisas diversas sobre as culturas de diversos países e elaboração de cartazes.
Exposição final.
“Uma família um presente” – projeto que consistiu na doação de brinquedos para
crianças/jovens até aos 12 anos (em parceria com a Comissão de Crianças e Jovens de
Gondomar)
19
Desporto Escolar:
Equipa de Futsal masculino – Equipa dirigida a alunos do 5º ao 7º ano, que treina duas vezes por
semana e participa no quadro competitivo do C.L.D.E. do Porto.
Equipa de Futsal Feminino – Equipa dirigida a alunas do 5º ao 9º ano, que treina duas vezes por
semana e participa no quadro competitivo do C.L.D.E. do Porto
Equipa de Voleibol Feminino – Equipa dirigida a alunas do 5º ao 7º ano, que treina duas vezes
por semana e participa no quadro competitivo do C.L.D.E. do Porto
Miniolimpíadas desportivas – Jogos de basquete, Vólei, Futebol, Jogos tradicionais e Provas de
Atletismo.
Torneio de Futsal – dirigido aos alunos do 5º ano
“Direitos para Todos: Semana da Inclusão” – Ida ao teatro, Debates, projeções, distribuições de
matérias, exposições de materiais sobre pessoas com deficiência.
Projeto “(Es)Passos de Leitura” – Este projeto, que culmina num sarau cultural, realiza-se
anualmente com regularidade desde 2004. Consiste na preparação de um espetáculo, desde o
início do ano, que conjuga a língua portuguesa, a expressão dramática, a expressão plástica, a
música e a dança, pelos alunos do 3º ciclo. O espetáculo é apresentado à comunidade no 3º
período.
“Educação para a Saúde” – Projeto que visa promover hábitos de vida saudáveis e prevenção
de doenças. São diversas as atividades no âmbito deste Projeto: Programa PASSEzinho– Projeto
de alimentação saudável , que tem como parceiro o ACeS de Gondomar e consiste em atividades
desenvolvidas nos jardins de infância e ações dirigidas aos pais; palestas sobre Educação Sexual
em contexto escolar dirigidas aos alunos do 2º e 3º ciclo; ações sobre alimentação saudável,
combate à obesidade e anorexia, dirigidas também a alunos do 2º e 3º ciclo. Entrega dos
“cheques dentista” e acompanhamento dos alunos.
“Espaço de convivências entre o pessoal do Agrupamento” – Este projeto engloba diversas
iniciativas que se vão desenvolvendo ao longo do ano e que visa promover a partilha, a discussão
e o convívio entre o pessoal do agrupamento:
“Poemas que um Agrupamento diz…” – Consistiu numa sessão de declamação de poemas tendo
como ponto de partida as áreas disciplinares ou as áreas de trabalho/experiências de quem
participou.
Para que raio serve… Foi o mote para um ciclo de tertúlias que se constituiu como espaço livre
de discussão de ideias, partilha de gostos, leituras e convivências. A “escola”; a “Matemática”, a
“Pintura” foram já os temas dessas tertúlias.
“Zumba na Escola” – Consiste numa aula de dança, 1 vez por semana no final das atividades,
com participação de pessoal docente e não docente.
20
Caminhadas – Organização de caminhadas, com participação de todo o pessoal do
agrupamento, tendo no final um lanche convívio.
Festas: Realizam-se com regularidade as seguintes iniciativas: Receção aos professores e
funcionários; jantar de Natal; Jantar de final de ano. Nestas festas é sempre feito um desafio
temático e, em regra, existe um grupo que prepara uma apresentação humorística.
ESCMostra – Projeto que consiste na organização de uma exposição que visa levar à comunidade
Educativa talentos individuais e coletivos dos protagonistas que preconizam a educação; pais,
professores e funcionários
“Marchas de Montanha” - Uma vez por período é organizada uma marcha de montanha com
alunos do 2º e 3º ciclo.
Banda da Escola Básica do 2º e 3º ciclo – 1 vez por semana um grupo de alunos dos 2º e 3º
ciclos reúne sob a orientação de 1 professor para ensaiar a banda com vista a uma apresentação
pública no final do 3º período.
Festa de Encerramento do ano letivo – Atividade que mobiliza todos os professores, pessoal
não docente e pais. Consiste numa apresentação do trabalho desenvolvido ao longo do ano nas
diversas escolas, para o qual contribuem todas as disciplinas. É seguido de um espaço de
convívio e confraternização.
Gestão
A afetação de recursos aos estabelecimentos de ensino teve em conta o ratio, os serviços
disponibilizados e as caraterísticas dos alunos, nomeadamente os alunos com necessidades
educativas especiais.
Foram respeitados os critérios para a formação dos grupos/turma definidos em Regulamento
Interno, nomeadamente, a continuidade dos grupos que transitam de ciclo, a alternância no
turno das turmas que transitam do 1º para o 2º ciclo (os alunos que provêm de uma escola e
ingressam no turno da manhã, no ano seguinte os alunos dessa mesma escola, ingressarão no
turno da tarde) prevalecendo os critérios de natureza pedagógica assim como o respeito pela
heterogeneidade dos alunos.
A distribuição de serviço docente, privilegiou o acompanhamento dos alunos ao longo dos ciclos
e teve em conta os fatores de pertença aos órgãos pedagógicos e de graduação profissional.
A prática de permutas entre professores tornou o absentismo residual. No caso da EB 2/3, a
escola organizou-se para substituir um professor na sua ausência. No pré-escolar e no 1º ciclo,
encontraram-se sempre as soluções mais adequadas na própria escola assegurando sempre a
permanência dos alunos na escola.
Na gestão dos recursos humanos, valorizam-se as competências de cada um e a distribuição de
serviço e ocupação de cargos tem em conta o perfil mais adequado. O desempenho é avaliado
de acordo com o quadro legal de cada grupo profissional. O pessoal não docente, atualmente
21
sob a tutela da Câmara Municipal, tem globalmente um desempenho muito positivo,
participando na sua avaliação e nos planos de melhoria.
Aposta-se na promoção do desenvolvimento profissional do pessoal, sendo incentivada e
valorizada a participação em ações de formação e as necessidades de formação do pessoal não
docente são incluídas no Plano de Formação do Agrupamento.
Por fim, procurou-se melhorar os circuitos de informação interna e externa entre a comunidade
escolar. A comunicação através do email generalizou-se, a página do Agrupamento divulgou os
documentos mais significativos e as atividades que foram acontecendo. Os circuitos informais
também ajudaram a estabelecer a comunicação entre a comunidade educativa.
22
Download

Relatório de Autoavaliação - Agrupamento de Escolas de Gondom