Vigilância de Influenza no Brasil Walquiria Aparecida Ferreira de Almeida Grupo Técnico Influenza Coordenador-Geral de Doenças Transmissíveis Salvador, 31 de Julho de 2011 Atividades da Vigilância Epidemiológica de Influenza no Ministério da Saúde – MS. Avaliação de intervenções e auxílio nos serviços de saúde na adoção de medidas preventivas e terapêuticas no controle da doença Acompanhamento da morbidade e mortalidade associadas aos vírus Capacitação dos recursos humanos para a vigilância epidemiológica e laboratorial da Influenza, incluindo os centros envolvidos na rede (de referência) Detecção de maneira adequada e oportuna de surtos, epidemias e pandemias Distribuição de medicamentos (fosfato de oseltamivir) para os estados e DF Produção de dados e disseminação de informações Organograma da Vigilância Influenza no Brasil as lições aprendidas com a Pandemia Antecedentes Sistema de Vigilância Epidemiológica da Influenza no Brasil • Implantado: 2000 • Estratégia: vigilância sentinela de síndrome gripal (SG) • Rede de unidades de saúde • Sistema de Informação: SIVEP_Gripe • Decreto de 24 de outubro de 2005/PR institui o GEI • 3ª edição: Abr/2006 Dados Epidemiológicos no Mundo e no Brasil Contexto Internacional Hemisfério norte: a atividade do vírus influenza foi branda, observando o A(H3) e aumento da circulação do B/Yamagata. Europa: Alguns países da Europa relatam excesso de mortalidade entre ≥ 65 anos e coincide com a transmissão local de A(H3N2) que foi o vírus predominante em vários países. Estados Unidos da América (EUA) e Canadá: apesar do predomínio dos vírus A(H3N2) e Influenza B respectivamente, ocorreram surtos regionalizados em outras partes do país pelo vírus pós-pandêmico A(H1N1)pdm09 no Texas/EUA e A(H3N2) no oeste do Canadá. Dados do Canadá demostram que o vírus pós-pandêmico continua a afetar grupos jovens de modo desproporcional. México: predomínio do Vírus A(H1N1)pdm09 sem alteração no perfil clínico-epidemiológico e virológico. América Central e Caribe: houve predomínio dos vírus A(H1N1)pdm09, Influenza B, Adenovírus e Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Nº de amostras positivas para influenza: Legenda: SE/ANO Fonte: OMS - FluNet ( www.who.int/flunet), GISRS Contexto Internacional Hemisfério sul: na América do Sul destaca-se: Paraguai: até SE 26/2012, foram registrados 8% de óbitos por SRAG entre os hospitalizados por todas as causas. O monitoramento viral indica que 17% dos resultados são de vírus influenza A(H1N1)pdm09 Argentina: até a SE 25/2012, de 6.628 amostras testadas, 0,12% foram positivas para A(H1N1)pdm09 com predomínio do VSR (89,5%). Chile: até SE 27/2012, no monitoramento viral, o VRS foi o vírus predominante (83%) e observa-se diminuição a partir da SE 27/2012. A Influenza A, representa 11% dos vírus detectados (principalmente H3N2), iniciando discreta redução a partir dessa semana. Nº de amostras positivas para influenza: Legenda: SE/ANO Fonte: OMS - FluNet ( www.who.int/flunet), GISRS OMS - Percentual de amostras positivas para influenza SE 25 (23/06) Influenza B Influenza B A(H1N1)pdm09 A(H1N1)pdm09 Influenza B Pandemia 2009 e 2010 Influenza no Brasil as lições aprendidas com a Pandemia Situação Epidemiológica em 2009 Distribuição de casos de SRAG notificados e confirmados para Influenza Pandêmica (H1N1) 2009, por região geográfica. Brasil, SE 16 a 52/2009 Casos Óbitos N=50.482 Nº de casos 400 6000 350 300 Vigência protocolo inicial 5000 N=2.060 Nº de óbitos 7000 Vigência protocolo inicial 250 4000 200 3000 150 2000 100 1000 50 0 0 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 52 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 SE de início dos sintomas Centro-oeste Sul Sudeste Nordeste Fonte: Sinan/SVS/MS. Acesso em 02/08/2010. Norte 42 44 46 48 50 52 SE de início dos sintomas Centro-oeste Sul Sudeste Nordeste Norte Influenza no Brasil as lições aprendidas com a Pandemia Situação Epidemiológica 2009 Proporção de vírus identificados das amostras processadas por rt – PCR em tempo real. Brasil, SE 16 a 52 de 2009. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 Semana Epidemiológica/ 2009 Influenza Pandêmica ESPII Fonte: Sinan/ MS. Influenza A Sazonal Início da Mitigação Outros Influenza no Brasil as lições aprendidas com a Pandemia Situação Epidemiológica 2010 Incidência de influenza pandêmica (H1N1) 2009 por região geográfica e semana epidemiológica de início dos sintomas. Brasil, 2010. vacinação Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal (SG) Proporção de atendimentos por síndrome gripal (SG) nas 59 unidades sentinelas por SE do atendimento. Brasil, até 18/07/2012. % de atendimentos (SG/Total de atendimentos) Fonte: SIVEP Gripe/SVS/MS. Dados atualizados em 18/07/2012, sujeitos à revisão. **excluindo o ano pandêmico 2009. Distribuição da proporção de atendimentos por SG em relação ao total de atendimentos das Unidades Sentinelas por semana epidemiológica do atendimento. Regiões do Brasil N, NE e CO, até 18/07/2012. Norte Nordeste Centro-Oeste Fonte: SIVEP Gripe/SVS/MS. Dados atualizados em 18/07/2012, sujeitos à revisão. Distribuição da proporção de atendimentos por SG em relação ao total de atendimentos das Unidades Sentinelas por semana epidemiológica do atendimento. Regiões do Brasil Sul e Sudeste, até 18/07/2012. Sul Sudeste Fonte: SIVEP Gripe/SVS/MS. Dados atualizados em 18/07/2012, sujeitos à revisão. Vigilância Sentinela dos vírus respiratórios, por SE e início dos sintomas. Brasil, 2010 até 20/07/2012. Total de unidades: 59 sentinelas Fonte: SIVEP Gripe/SVS/MS. Dados atualizados em 20/07/2012, sujeitos à revisão. Vigilância Sentinela dos vírus respiratórios, por faixa etária e proporção de amostras positivas. Brasil, 2010 até 20/07/2012. Total de unidades: 59 sentinelas Fonte: SIVEP Gripe/SVS/MS. Dados atualizados em 20/07/2012, sujeitos à revisão. Vigilância Sentinela de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Número total de casos de SRAG registrados da SE 01 a 29, discriminados para as duas últimas semanas, segundo UF e Região de Residência e classificação de SRAG, segundo SE de início dos sintomas. Brasil, dados atualizados até SE 29/2012. Todos os casos de SRAG internados REGIÃO/UF 1 - Norte 11 - RO 12 - AC 13 - AM 14 - RR 15 - PA 16 - AP 17 - TO 2 - Nordeste 21 - MA 22 - PI 23 - CE 24 - RN 25 - PB 26 - PE 27 - AL 28 - SE 29 - BA 3 - Sudeste 31 - MG 32 - ES 33 - RJ 35 - SP 4 - Sul 41 - PR 42 - SC 43 - RS 5 - Centro oeste 50 - MS 51 - MT 52 - GO 53 - DF Total Geral ACUMULADO SE 01-29 161 6 22 12 0 105 4 12 329 9 6 125 125 10 11 12 0 31 3.575 1.443 16 132 1.984 6.757 2.214 2.491 2.052 410 188 11 160 51 11.232 CASOS SE 28 4 1 0 0 0 1 0 2 3 0 0 0 2 0 1 0 0 0 315 53 3 4 255 784 232 141 411 49 28 0 14 7 1.155 CASOS SE 29 1 0 0 0 0 0 0 1 2 0 1 0 0 0 1 0 0 0 162 27 0 2 133 375 110 87 178 13 7 0 2 4 553 SRAG confirmado para qualquer vírus influenza ACUMULADO SE 01-29 26 1 2 6 0 14 1 2 64 0 0 47 9 1 1 0 0 6 405 53 0 12 340 1.799 544 859 396 53 30 3 20 0 2.347 CASOS SE 28 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 38 1 0 0 37 132 45 20 67 1 1 0 0 0 171 CASOS SE 29 SRAG confirmado para o vírus influenza A(H1N1)pdm09 ACUMULADO SE 01-29 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 10 1 0 0 9 15 8 1 6 0 0 0 0 0 25 15 1 2 6 0 3 1 2 62 0 0 47 9 1 1 0 0 4 255 36 0 3 216 1.381 385 680 316 49 29 3 17 0 1.762 Fonte: SINAN - Acesso 23/07 - Dados de registros com início dos sintomas (IS) até 21/07/2012 CASOS SE 28 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 21 0 0 0 21 86 22 13 51 1 1 0 0 0 108 CASOS SE 29 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6 1 0 0 5 11 5 1 5 0 0 0 0 0 17 Número total de óbitos por SRAG registrados da SE 01 a 29, discriminados para as duas últimas semanas, segundo UF e Região de Residência e classificação de SRAG, segundo SE de início dos sintomas. Brasil, dados atualizados até SE 29/2012. Óbito por SRAG REGIÃO/UF 1 - Norte 11 - RO 12 - AC 13 - AM 14 - RR 15 - PA 16 - AP 17 - TO 2 - Nordeste 21 - MA 22 - PI 23 - CE 24 - RN 25 - PB 26 - PE 27 - AL 28 - SE 29 - BA 3 - Sudeste 31 - MG 32 - ES 33 - RJ 35 - SP 4 - Sul 41 - PR 42 - SC 43 - RS 5 - Centro oeste 50 - MS 51 - MT 52 - GO 53 - DF Total Geral TOTAL GERAL SE 01-29 25 2 2 7 0 8 1 5 34 2 0 11 15 0 2 3 0 1 328 86 0 21 221 418 138 173 107 55 13 3 37 2 860 ÓBITOS SE 28 ÓBITOS SE 29 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 22 4 0 0 18 30 10 7 13 6 1 0 4 1 59 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 5 12 7 0 5 0 0 0 0 17 Óbito por SRAG confirmado para qualquer vírus influenza TOTAL ÓBITOS ÓBITOS GERAL SE 28 SE 29 SE 01-29 6 0 0 0 0 0 2 0 0 0 2 0 0 0 2 0 5 0 0 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 72 4 15 0 0 0 3 0 54 4 152 10 32 3 73 0 47 7 9 0 4 0 0 0 5 0 0 0 244 14 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Óbito por SRAG confirmado para o vírus A(H1N1)pdm09 TOTAL ÓBITOS ÓBITOS GERAL SE 28 SE 29 SE 01-29 5 0 0 0 0 0 2 0 0 0 1 0 0 0 2 0 5 0 0 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 57 3 14 0 0 0 1 0 42 3 134 9 23 2 66 0 45 7 9 0 4 0 0 0 5 0 0 0 210 12 Fonte: SINAN - Acesso 23/07 - Dados de registros com início dos sintomas (IS) até 21/07/2012 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Características epidemiológicas dos óbitos que não possuem registros que os classifiquem como população-alvo da vacinação. Dados registrados no SINAN até 13/07/2012. Influenza A(H1N1)pdm09 CARACTERÍSTICAS n Demais vírus influenza sazonal (A ou B) % Sexo Masculino 32 Feminino 46 .:: Idade fértil (15 a 49 anos) 28 .::: Gestante 0 Faixa Etária (em anos) < 2 anos 0 2 a 9 anos 3 10 a 19 anos 6 20 a 29 anos 6 30 a 39 anos 11 40 a 49 anos 33 50 a 59 anos 19 60 anos e mais 0 Vacinado contra influenza Sim 7 Não 129 Ignorado 31 Presença de comorbidade Sim 0 Não 78 Pertence ao grupo prioritário de vacinação Não 78 * Para essa análise foi possível classificar Total Geral 78 n % Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) n % 41,0 59,0 60,9 0,0 5 5 4 0 50,0 50,0 80,0 0,0 104 125 86 0 45,4 54,6 37,6 0,0 0,0 3,8 7,7 7,7 14,1 42,3 24,4 0,0 0 0 1 1 4 1 3 0 0,0 0,0 10,0 10,0 40,0 10,0 30,0 0,0 0 14 24 42 49 55 45 0 0,0 6,1 10,5 18,3 21,4 24,0 19,7 0,0 9,0 165,4 39,7 0 5 5 0,0 50,0 50,0 19 123 87 8,3 53,7 38,0 0,0 45,3 0 10 0,0 38,5 0 229 0,0 33,6 45,3 10 38,5 o grupo prioritário com as seguintes informações229 registradas no 100,0 10 100,0 229 SINAN: <2 anos, ≥60 anos, presença de comorbidade, gestante, indígena. 33,6 100,0 SRAG hospitalizados confirmados para influenza segundo vírus identificado por SE do início dos sintomas e óbitos. Brasil, até 15/07/2012. Fonte: SINAN Influenza Web/SVS/MS. Dados atualizados em 15/07/2012, sujeitos à alteração. Distribuição dos casos de SRAG hospitalizados confirmados para influenza segundo vírus e por semana epidemiológica do início dos sintomas. Brasil, 2010 até a SE 26/2012 (até 30/06/2012). 2009/2010 Influenza pandêmica 2011 Influenza B 2012 Influenza pós-pandêmica Óbitos por SRAG Semana 1 a 28 * Fonte: SINAN atualizado até 13/07/2012 SIH e SIM SIH Distribuição das internações hospitalares por influenza e pneumonias (CID 10: J09J18), segundo semana epidemiológica da internação. SP, PR, SC e RS, 2011 e 2012 SE 28 SE 28 SE 28 SE 28 SIM Distribuição dos óbitos por influenza e pneumonias (CID 10: J09-J18), segundo semana epidemiológica da internação. SP, PR, SC e RS, 2011 e 2012 Paraná São Paulo SE 28 SE 28 Santa Catarina SE 28 Rio Grande do Sul SE 28 Novo Modelo de VE Influenza Brasil Portaria n. 2693/ 2011 (Publicada no DOU em 17 Novembro de 2011) Objetivo Geral da Portaria: Fortalecer a Vigilância Epidemiológica da Influenza, através de mecanismo de repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos Fundos de Saúde do Distrito Federal e Municípios, por meio do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde. Objetivos Específicos da Portaria: Identificar vírus respiratórios circulantes no Brasil para: Adequar a Vacina de Influenza Sazonal para o Hemisfério Sul Realizar isolamento de espécimes virais e enviar ao Centro Colaborador de Influenza para as Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS) Conhecer a patogenicidade e virulência dos vírus respiratórios em cada período sazonal, visando a orientação terapêutica de acordo com o agente Garantir representatividade mínima da circulação viral em todos os Estados do país, tanto em casos graves/leves Identificar situações inusitadas e precocemente de novo subtipo viral VE de Influenza orientada para adesão de recurso na Portaria n. 2693/ 2011 DF, capitais das UF do Brasil e Municípios com > 300 mil hab. da Região Sul do país • Vigilância Sentinela de SRAG em UTI • Vigilância Sentinela de SG • Vigilância Internações (Agregada por SE) por CID 10: J09 a J18 Municípios da Região Metrop. da capital com > 300 mil hab. • Vigilância Sentinela de SG • Vigilância Internações (Agregada por SE) por CID 10: J09 a J18 • Obs. Por enquanto apenas nas Sentinelas de SRAG Todos os municípios do Brasil • Vigilância de SRAG Inusitada (Definição de caso em discussão) Vigilância de Síndrome Gripal (SG) Distribuição das Unidades Sentinelas de SG por Município. Até 2011 59 US de SG Vigilância de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Distribuição das Unidades Sentinelas de SRAG por Município. Resumo por UF de Adesão a Portaria de Fortalecimento da VE de Influenza Recursos Região Implantação Norte Nordeste Centro Oeste Sul Sudeste Total Manutenção (mensal) R$ 305.000,00 R$ 520.000,00 R$ 150.000,00 R$ 500.000,00 R$ 1.055.000,00 R$ 2.530.000,00 AÇÕES DESENVOLVIDAS Ampliação de 59 US em 2011 para 257 Perfil das US: 138 SG e 119 SRAG R$ 73.000,00 R$ 122.000,00 R$ 35.000,00 R$ 116.000,00 R$ 253.000,00 R$ 599.000,00 Portaria 2.693 de 18 Novembro de 2011 • Republicada em 26 de Abril de 2012 • 90 dias para adesão de novas sentinelas Considerações Gerais: Dos 72 municípios qualificados, 58 aderiram ao recurso de fortalecimento da VE de Influenza, o que significa uma adesão de 79% do total De 59 Unidades Sentinelas de SG, o Brasil passará a ter 257 (SG e SRAG) em 58 municípios (com a republicação : DF e AP aderiram) Foram publicadas 4 portarias de repasse financeiro Todos os municípios que aderiram estão com a portaria de repasse financeiro publicada em DOU (repasse quadrimenstral) Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe Projeto de atualização Tela Inicial - Protótipo Módulos e Rotinas do Sistema O novo SIVEP Gripe será dividido em módulos, compostos pelos três componentes da Vigilância Ampliada da Influenza mais um módulo que incluirá rotinas gerenciais. O usuário poderá ter acesso a 1 ou N módulos do sistema. O sistema incluirá rotinas para entrada de dados, consulta, emissão de relatórios, exportação das bases de dados – em tempo real – e para consulta e exportação dos dados da versão anterior. Além de possibilitar o download de documentações técnicas (manual do sistema, fichas, NT, etc.) Instrumentos de Coleta Ficha de registro semanal dos atendimentos por Síndrome Gripal da Unidade Sentinela São registrados os atendimentos por SG e o total de atendimentos da US, agregados por faixa etária e sexo. Esses dados possibilitam: Monitorar a demanda de atendimentos por SG das US – construção de série histórica. Analisar faixas etárias e sexo mais acometidos pela doença (ou que mais procuraram os serviços). Instrumentos de Coleta Ficha de registro dos casos de Síndrome Gripal que realizaram coleta de amostra São registrados pacientes, de dados pessoais residência, clínicos dos e laboratoriais. Esses dados possibilitam: Conhecer o perfil clínico e epidemiológico dos casos de SG; Monitorar os vírus que estão circulando no país; Entre outros. Instrumentos de Coleta Ficha de registro dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave internados em UTI São registrados dados pessoais dos pacientes, de residência, clínicos e laboratoriais. Esses dados possibilitam: Conhecer o perfil clínico e epidemiológico dos casos de SRAG com necessidade de internação em UTI; Monitorar os vírus respiratórios que estão levando a casos graves; Entre outros. Instrumentos de Coleta Ficha de registro semanal das internações por pneumonia e influenza da Unidade Sentinela São registrados pneumonia e as influenza internações e o total por de internações da US, agregados por faixa etária e sexo. Esses dados possibilitam: Monitorar as internações por pneumonia e influenza das US – construção de série histórica. Analisar a faixas etárias e sexo mais acometidos pela doença. GAL: • Dados Laboratoriais • o sistema estará permitindo o relacionamento dos dados Cronograma de Atividades O SIVEP Gripe encontra-se em fase de construção da documentação técnica: instrumentos de coleta, dicionários de dados, casos de uso, etc. Atividades Ago Set Out Homologação + Ajustes Teste Piloto + Ajustes Capacitação das Referências Estaduais 1ª quinz Implantação 2ª quinz Campanha Vacina Influenza 2012 Planejamento Brasil Fonte: Nota Técnica Vacinação Influenza, 2012 VACINAÇÃO Na Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe em 2012 foram vacinadas 84,7% (25.536.001) do público-alvo, acima da meta nacional de 80%. A Cobertura vacinal foi de: • 93% das Crianças de 6 meses a <2 anos (4.034.433 doses); • 111% dos trabalhadores da saúde (2.760.921 doses); • 77% das gestantes (1.665.231 doses); • 84% dos indígenas (490.745 doses); • 81% dos idosos (16.712.934 doses). Estoque Estratégico: dias distribuição de 1.442.000 doses nos próximos Coberturas vacinais com a vacina influenza por os grupos prioritários e Unidade Federada, Brasil, 2012 Todos os grupos Criança Gestante T. Saúde Idoso PR SC RS Fonte: http://pni.datasus.gov.br acesso em 18/07/2012 (16h) Ampliação Grupos de Tratamentos Indicação de tratamento com antiviral Síndrome Gripal (SG) com fatores de risco para complicações: - Crianças < 2 anos - Adultos ≥ 60 anos - Grávidas em qualquer idade gestacional, puérperas até duas semanas após o parto (incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal); -Indivíduos com doença crônica - População indígena -Obesidade Grau III (índice de massa corporal ≥40) Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Fonte: Protocolo de tratamento de influenza – Outubro de 2011. MEDICAMENTO O Ministério da Saúde dispõe de estoque suficiente para a rotina e para situações emergenciais. Em 2012, até 12/07, foram enviados para as UF: • 172.000 tratamentos para adultos; • 56.620 tratamentos para crianças. Videoconferência com SES e DF Pauta Implementação da nova Ficha Sinan web Influenza Enviado convite para as SES em 27/07 (sexta-feira) Foi pré agendada para quinta-feira, 02/08 as 14h30min com todos os estados simultaneamente PERFIL EPIDEMIOLÓGICO 2012 VIGILÂNCIA DE SRAG Seleção dos casos de SRAG Hospitalizados Variável de hospitalização - HOSPITAL com valor = 1 Variável de evolução para óbito - EVOLUCAO com valores = 2, 3 ou 4 Seleção para confirmação por influenza Variável de resultado de exame laboratorial – PCR_ETI com valor = 1, 2 ou 3 Para os registros sem informação no PCR_ETI deve-se complementar com a variável de classificação final - CLASSIFIN com valores = 1 Limitações: Ficha: defasada, falta campo específico e há campos sem utilidade para a necessidade de monitoramento Ficha disponível em unidades básicas gerando notificação de casos fora de ambiente hospitalar Fonte: Sinan On-Line Influenza - www.saude.gov.br/influenza NOVA FICHA NOVA FICHA NOVA FICHA Influenza no Brasil as lições aprendidas com a Pandemia Fortalecimento da capacidade de resposta Fonte: www.saude.gov.br/svs Fonte: http://www.influenza.lcc.ufmg.br/ Desafios: Atualização do Guia Epidemiológico – capítulo Influenza Oficinas de capacitações nos municípios sentinelas Monitoramento das Unidades Sentinelas (US) Atualização do Sistema de Informação Sentinela – Sivep_Gripe Unidades Sentinela de SG Unidades Sentinelas de paciente SRAG em UTI Construção de aplicativo para captação dos dados agregados semanais por CID 10: J09 ao J18 nas Unidades Sentinelas SRAG Resposta laboratorial Fluxos para IFI e PCR – RT Quais estados já desenvolvem a técnica de PCR-RT na rotina OBRIGADA! [email protected] www.saude.gov.br/svs