SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS. 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 4 - NIRE 353000151666 01.02 - SEDE 1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO Al. Ribeiro da Silva, 275 - 1º Andar Campos Elíseos 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 01217-010 6 - DDD 11 11 - DDD 11 5 - UF São Paulo SP 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 3366-5199 3366-5378 3366-1722 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX 3366-5140 3366-1680 3366-8823 10 - TELEX 15 - E-MAIL [email protected] 01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1 - NOME José Tadeu Mota 2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO Al. Ribeiro da Silva, 275 - 1º Andar Campos Elíseos 4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 01217-010 7 - DDD 11 12 - DDD 11 6 - UF São Paulo SP 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 3366-5199 3366-5378 13 - FAX 14 - FAX 3366-5140 3366-1680 10 - TELEFONE 11 - TELEX 15 - FAX - 16 - E-MAIL [email protected] 01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR 1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO 01/01/2009 31/12/2009 3 01/07/2009 30/09/2009 2 01/04/2009 30/06/2009 9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes 00287-9 11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO Edison Arisa Pereira 006.990.038-81 19/11/2009 17:32:29 Pág: 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR 30/09/2009 30/06/2009 30/09/2008 (Mil) Do Capital Integralizado 229.349 229.349 0 0 0 229.349 229.349 230.643 4 - Ordinárias 0 0 1.294 5 - Preferenciais 0 0 0 0 0 1.294 1 - Ordinárias 2 - Preferenciais 3 - Total 230.643 Em Tesouraria 6 - Total 01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 1 - TIPO DE EMPRESA Empresa Comercial, Industrial e Outras 2 - TIPO DE SITUAÇÃO Operacional 3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO Privada Nacional 4 - CÓDIGO ATIVIDADE 3250 - Emp. Adm. Part. - Seguradoras e Corretoras 5 - ATIVIDADE PRINCIPAL Gestão de Participações Societárias (holding) 6 - TIPO DE CONSOLIDADO Total 7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES Sem Ressalva 01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE 1 - ITEM 2 - EVENTO 01 RCA 19/11/2009 17:32:30 3 - APROVAÇÃO 16/10/2009 4 - PROVENTO Juros Sobre Capital Próprio 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E CLASSE DE AÇÃO ON 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO 0,3447663010 Pág: 2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2009 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ - . . / - 01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 1- ITEM 2 - DATA DA ALTERAÇÃO 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL (Reais Mil) 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO (Reais Mil) 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS (Mil) 8 - PREÇO DA AÇÃO NA EMISSÃO (Reais) 01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 1 - DATA 2 - ASSINATURA 30/09/2009 19/11/2009 17:32:31 Pág: 3 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 1 Ativo Total 3 - 30/09/2009 4 - 30/06/2009 1.01 1.01.01 1.01.02 Créditos 1.01.02.01 Clientes 0 0 1.01.02.02 Créditos Diversos 44.068 43.938 1.01.02.02.01 Aplicações Financeiras 33.769 33.748 1.01.02.02.02 Dividendos e juros a receber 1.01.02.02.03 Impostos e contribuições 1.01.03 Estoques 0 0 1.01.04 Outros 262 111 1.01.04.01 Demais contas a receber 262 111 1.02 Ativo Não Circulante 2.131.787 2.058.858 1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 100 100 1.02.01.01 Créditos Diversos 100 100 1.02.01.01.01 Demais contas a receber 100 100 1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0 1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0 1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0 1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0 1.02.01.03 Outros 0 0 1.02.02 Ativo Permanente 2.131.687 2.058.758 1.02.02.01 Investimentos 2.127.274 2.054.345 1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0 1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0 1.02.02.01.03 Participações em Controladas 2.151.105 2.078.176 1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0 1.02.02.01.05 Outros Investimentos 0 0 1.02.02.01.06 Participações em Controladas - Deságio (23.831) (23.831) 1.02.02.02 Imobilizado 1.02.02.03 Intangível 1.02.02.04 Diferido 2.176.122 2.102.931 Ativo Circulante 44.335 44.073 Disponibilidades 5 24 44.068 43.938 19/11/2009 17:32:31 0 0 10.299 10.190 0 0 4.413 4.413 0 0 Pág: 4 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 2 Passivo Total 2.01 Passivo Circulante 2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 2.01.02 3 - 30/09/2009 4 - 30/06/2009 2.176.122 2.102.931 1.486 1.212 0 0 Debêntures 0 0 2.01.03 Fornecedores 0 0 2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 15 58 2.01.04.01 Impostos e contribuições 15 58 2.01.05 Dividendos a Pagar 504 504 2.01.05.01 Juros s/ cap próprio e dividendos a pag 504 504 2.01.06 Provisões 0 0 2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0 2.01.08 Outros 967 650 2.01.08.01 Contas a pagar 483 176 2.01.08.02 Pagamentos a efetuar 484 474 2.02 Passivo Não Circulante 1.453 1.422 2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.453 1.422 2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0 2.02.01.02 Debêntures 0 0 2.02.01.03 Provisões 0 0 2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0 2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0 2.02.01.06 Outros 1.453 1.422 2.02.01.06.01 Pagamentos a efetuar 1.453 1.422 2.02.01.06.02 Obrigações legais 0 0 2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0 2.05 Patrimônio Líquido 2.173.183 2.100.297 2.05.01 Capital Social Realizado 920.000 920.000 2.05.02 Reservas de Capital 47.412 47.412 2.05.02.01 Àgio na subscrição de ações 2.05.03 Reservas de Reavaliação 2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0 2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 133.301 133.651 2.05.04 Reservas de Lucro 858.410 858.410 2.05.04.01 Legal 108.678 108.678 2.05.04.02 Estatutária 749.732 749.732 2.05.04.03 Para Contingências 0 0 2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0 2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0 2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0 2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0 2.05.04.07.01 Ações em tesouraria 0 0 19/11/2009 17:32:32 47.412 47.412 133.301 133.651 Pág: 5 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 3.371 3.783 2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 4.126 4.247 2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão (755) (464) 2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 19/11/2009 17:32:32 3 -30/09/2009 4 -30/06/2009 0 0 210.689 137.041 0 0 Pág: 6 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0 3.02 Deduções da Receita Bruta 0 0 0 0 3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0 3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 0 0 0 0 3.05 Resultado Bruto 0 0 0 0 3.06 Despesas/Receitas Operacionais 73.374 211.211 75.341 212.216 3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0 3.06.02 Gerais e Administrativas (460) (1.525) (646) (1.723) 3.06.02.01 Despesas com pessoal (153) (379) (97) (249) 3.06.02.02 Despesas com serviços de terceiros (67) (235) (122) (380) 3.06.02.03 Despesas com localização e funcionamento (76) (176) (76) (246) 3.06.02.04 Despesas com publicação (136) (631) (322) (772) 3.06.02.05 Despesas diversas (5) (36) (10) (20) 3.06.02.06 Despesas com tributos (23) (68) (19) (56) 3.06.03 Financeiras 800 8.232 2.099 4.550 3.06.03.01 Receitas Financeiras 844 8.394 2.236 5.661 3.06.03.02 Despesas Financeiras (44) (162) (137) (1.111) 3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0 3.06.05 Outras Despesas Operacionais 0 0 0 0 3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 73.034 204.504 73.888 209.389 3.06.06.01 Resultado da Equivalência Patrimonial 73.034 204.504 74.020 209.785 3.06.06.02 Amortização do ágio 0 0 (132) (396) 3.07 Resultado Operacional 73.374 211.211 75.341 212.216 3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0 3.08.01 Receitas 0 0 0 0 3.08.02 Despesas 0 0 0 0 3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 73.374 211.211 75.341 212.216 19/11/2009 17:32:32 3 - 01/07/2009 a 30/09/2009 4 - 01/01/2009 a 30/09/2009 5 - 01/07/2008 a 30/09/2008 6 - 01/01/2008 a 30/09/2008 Pág: 7 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 3.11 3 - 01/07/2009 a 30/09/2009 4 - 01/01/2009 a 30/09/2009 5 - 01/07/2008 a 30/09/2008 6 - 01/01/2008 a 30/09/2008 (76) (1.579) (340) (655) IR Diferido 0 0 0 0 3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0 3.12.01 Participações 0 0 0 0 3.12.02 Contribuições 0 0 0 0 3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 3.15 Lucro/Prejuízo do Período 73.298 209.632 75.001 211.561 NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 229.349 229.349 229.349 229.349 LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,31959 0,91403 0,32702 0,92244 PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais) 19/11/2009 17:32:32 Pág: 8 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 3 - 01/07/2009 a 30/09/2009 (19) 4 - 01/01/2009 a 30/09/2009 137.748 5 - 01/07/2008 a 30/09/2008 6 - 01/01/2008 a 30/09/2008 4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 264 5.128 1.113 2.172 4.01.01.01 Lucro Líquido do Período 73.298 209.632 75.001 211.561 4.01.01.02 Amortização do Ágio 4.01.01.03 Resultado de Equivalência Patrimonial 4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos 4.01.02.01 Variação Aplicações 4.01.02.02 Variação de Dividendos a Receber 4.01.02.03 Variação de Créditos Diversos 4.01.02.04 Variação de Impostos e Contribuições 4.01.02.05 Variação de Outros Débitos a Pagar 4.01.02.06 6.041 56.714 0 0 132 396 (73.034) (204.504) (74.020) (209.785) (283) 132.620 4.928 54.542 (21) 140.413 4.677 (83.232) 0 4.295 0 157.489 (260) (1.373) 432 67 (43) (718) (248) 70 41 (308) 67 (11.534) Variação das Obrigações Legais 0 (9.689) 0 (8.318) 4.01.03 Outros 0 0 0 0 4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento 0 (48.984) 0 96.551 4.02.01 Juros Sobre Capital e Dividendos Recebid 0 1.016 0 141.800 4.02.02 Ágio na Aquisição de Investimentos 0 0 0 (4.940) 4.02.03 Aquisição de Investimentos 0 (50.000) 0 (40.309) 4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento 0 (88.786) (6.051) (153.255) 4.03.01 Ações em Tesouraria 0 0 (6.051) (23.462) 4.03.02 Distribuição de JCP e Dividendos 0 (88.786) 0 (129.793) 4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 19/11/2009 17:32:33 0 0 0 0 (19) (22) (10) 10 0 27 0 4 (19) 5 (10) 14 Pág: 9 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Data-Base - 30/09/2009 Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 3 - CNPJ 02.149.205/0001-69 05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/07/2009 a 30/09/2009 (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 5.01 Saldo Inicial 5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 5.03 Saldo Ajustado 5.04 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE CAPITAL 5 - RESERVAS DE REAVALIAÇÃO 6 - RESERVAS DE LUCRO 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE ACUMULADOS AVALIAÇÃO PATRIMONIAL 9 - TOTAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO 920.000 47.412 133.651 858.410 137.041 3.783 0 0 0 0 0 0 0 920.000 47.412 133.651 858.410 137.041 3.783 2.100.297 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 73.298 0 73.298 5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0 5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0 5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0 5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (412) (412) 5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 (121) (121) 5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (291) (291) 5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0 5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0 5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0 5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.12 Outros 0 0 (350) 0 350 0 0 5.12.01 Realização por Depreciação 0 0 (350) 0 350 0 0 5.13 Saldo Final 920.000 47.412 133.301 858.410 210.689 3.371 2.173.183 19/11/2009 17:32:33 2.100.297 Pág: 10 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Data-Base - 30/09/2009 Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 3 - CNPJ 02.149.205/0001-69 05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 30/09/2009 (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 5.01 Saldo Inicial 5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 5.03 Saldo Ajustado 5.04 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE CAPITAL 5 - RESERVAS DE REAVALIAÇÃO 6 - RESERVAS DE LUCRO 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE ACUMULADOS AVALIAÇÃO PATRIMONIAL 9 - TOTAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO 920.000 47.412 134.358 858.410 0 3.928 0 0 0 0 0 0 0 920.000 47.412 134.358 858.410 0 3.928 1.964.108 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 209.632 0 209.632 5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0 5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0 5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0 5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (557) (557) 5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 1.727 1.727 5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (2.284) (2.284) 5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0 5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0 5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0 5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.12 Outros 0 0 (1.057) 0 1.057 0 0 5.12.01 Realização por Depreciação 0 0 (1.057) 0 1.057 0 0 5.13 Saldo Final 920.000 47.412 133.301 858.410 210.689 3.371 2.173.183 19/11/2009 17:32:34 1.964.108 Pág: 11 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 1 Ativo Total 3 - 30/09/2009 8.729.029 4 - 30/06/2009 8.248.020 1.01 Ativo Circulante 6.934.474 5.999.261 1.01.01 Disponibilidades 29.705 24.965 1.01.02 Créditos 6.620.200 5.720.975 1.01.02.01 Clientes 0 0 1.01.02.02 Créditos Diversos 6.620.200 5.720.975 1.01.02.02.01 Aplicações financeiras 4.213.978 3.512.317 1.01.02.02.02 Prêmios emitidos 1.175.353 1.063.741 1.01.02.02.03 Despesas de comercialização diferidas 431.160 415.991 1.01.02.02.04 Operações de crédito 263.373 269.691 1.01.02.02.05 Títulos e créditos a receber 499.336 423.248 1.01.02.02.06 Impostos e contribuições 37.000 35.987 1.01.03 Estoques 0 0 1.01.04 Outros 284.569 253.321 1.01.04.01 Demais contas a receber 227.512 195.879 1.01.04.02 Despesas de resseguro e retrocessão 11.976 6.049 1.01.04.03 Outros valores e bens 45.081 51.393 1.02 Ativo Não Circulante 1.794.555 2.248.759 1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 1.114.561 1.562.264 1.02.01.01 Créditos Diversos 1.114.561 1.562.264 1.02.01.01.01 Aplicações financeiras 263.283 739.832 1.02.01.01.02 Impostos e contribuições 1.02.01.01.03 7.390 7.720 IR e CS diferidos 409.923 385.077 1.02.01.01.04 Operações de crédito 117.074 121.019 1.02.01.01.05 Demais contas a receber 6.707 5.693 1.02.01.01.06 Despesas de comercialização diferidas 2.705 642 1.02.01.01.07 Depósitos judiciais 307.479 302.281 1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0 1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0 1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0 1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0 1.02.01.03 Outros 0 0 1.02.02 Ativo Permanente 679.994 686.495 1.02.02.01 Investimentos 19.100 19.895 1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0 1.02.02.01.02 Participações em Controladas 0 0 1.02.02.01.03 Outros Investimentos 1.404 1.399 1.02.02.01.06 Investimentos no IRB Brasil Resseguros 8.428 8.428 1.02.02.01.07 Imóveis destinados à renda 9.268 10.068 1.02.02.02 Imobilizado 614.718 624.890 1.02.02.03 Intangível 46.176 41.710 19/11/2009 17:32:34 Pág: 12 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 1.02.02.04 Diferido 19/11/2009 17:32:34 3 -30/09/2009 4 -30/06/2009 0 0 Pág: 13 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 2 Passivo Total 8.729.029 8.248.020 2.01 Passivo Circulante 5.467.809 5.068.331 2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0 2.01.02 Debêntures 0 0 2.01.03 Fornecedores 0 0 2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 138.634 118.654 2.01.04.01 Impostos e contribuições 138.634 118.654 2.01.05 Dividendos a Pagar 504 504 2.01.05.01 Juros s/ Cap Próprio e dividendos a paga 504 504 2.01.06 Provisões 640.685 541.646 2.01.06.01 Contas a pagar 584.166 493.382 2.01.06.02 Provisão de férias e encargos 56.519 48.264 2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 2.01.08 Outros 2.01.08.01 Pagamentos a efetuar 484 474 2.01.08.02 Recursos de aceites e emiss de títulos 60.430 78.300 2.01.08.03 Obrigações por empréstimos 40.465 25.949 2.01.08.04 Depósitos interfinanceiros 220.297 142.768 2.01.08.05 Depósitos de terceiros 2.01.08.06 Comissões s/ prêmios emitidos 2.01.08.07 Outros débitos de seguros a pagar 42.898 44.557 2.01.08.08 Provisão de prêmios não ganhos 2.066.726 1.942.336 2.01.08.09 Provisão de riscos não expirados 15.027 13.925 2.01.08.10 Provisao matemática - seguros 294.649 272.210 2.01.08.11 Provisão matemática - previdência 864.092 829.715 2.01.08.12 Sinistros e benefícios a liquidar 551.374 526.968 2.01.08.13 Sinistros ocorridos mas ñ avisados IBNR 114.205 124.752 2.01.08.14 Benefícios concedidos 28.529 26.024 2.01.08.15 Provisão de insuficiência de contribuiçõ 35.689 35.076 2.01.08.16 Provisão de insuficiência de prêmios 1.139 1.168 2.01.08.17 IRB - Brasil Resseguros S.A 13.828 8.895 2.01.08.18 Outras provisões 44.601 45.307 2.02 Passivo Não Circulante 1.087.362 1.078.786 2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.087.362 1.078.786 2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0 2.02.01.02 Debêntures 0 0 2.02.01.03 Provisões 5.419 3.547 2.02.01.03.01 Contas a pagar 3.966 2.125 2.02.01.03.02 Pagamentos a efetuar 1.453 1.422 2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0 2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0 19/11/2009 17:32:35 3 - 30/09/2009 4 - 30/06/2009 0 0 4.687.986 4.407.527 58.687 72.003 234.866 217.100 Pág: 14 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 2.02.01.06 Outros 2.02.01.06.01 Obrigações por empréstimos 2.02.01.06.03 IR e CS diferidos 2.02.01.06.04 Provisão de prêmios não ganhos 16.270 7.500 2.02.01.06.05 Provisão de riscos não expirados 347 144 2.02.01.06.06 Benefícios concedidos 803 922 2.02.01.06.07 Obrigações legais 980.560 938.986 2.02.01.06.08 Contingências trabalhistas e cíveis 17.935 17.976 2.02.01.06.09 Receita diferida 23.831 23.831 2.03 Resultados de Exercícios Futuros 2.04 Part. de Acionistas Não Controladores 2.05 Patrimônio Líquido 2.05.01 Capital Social Realizado 2.05.02 Reservas de Capital 2.05.03 Reservas de Reavaliação 2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0 2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 133.301 133.651 2.05.04 Reservas de Lucro 858.410 858.410 2.05.04.01 Legal 108.678 108.678 2.05.04.02 Estatutária 749.732 749.732 2.05.04.03 Para Contingências 0 0 2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0 2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0 2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0 2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0 2.05.04.07.01 Ações em tesouraria 0 0 2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 3.371 3.783 2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 4.126 4.247 2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão (755) (464) 2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 19/11/2009 17:32:35 3 -30/09/2009 4 -30/06/2009 1.081.943 1.075.239 0 43.364 42.197 42.516 0 0 675 606 2.173.183 2.100.297 920.000 920.000 47.412 47.412 133.301 133.651 0 0 210.689 137.041 0 0 Pág: 15 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 1.536.435 4.292.112 1.363.709 3.837.709 3.01.01 Prêmios de seguros auferidos 1.411.284 3.946.173 1.272.815 3.575.131 3.01.02 Contribuições de planos de previdência 31.011 91.141 29.187 83.286 3.01.03 Rec. de prest de servs. - monitoramento 16.189 45.574 13.889 38.406 3.01.04 Rec. de prest de servs. - consórcio 29.759 84.320 25.798 76.302 3.01.05 Rec. de prest de servs. - portoserv 456 1.395 230 465 3.01.06 Rec. de prest de servs. - crediporto 1.585 4.385 685 3.301 3.01.07 Rec. de prest de servs. - integração 1.151 3.169 854 2.264 3.01.08 Rec. de prest de servs. - portomed 328 936 98 211 3.01.09 Rec. de prest de servs. - serviços 1.007 2.720 83 83 3.01.10 Rec. de prest de servs. - atendimento 736 736 0 0 3.01.11 Operações de crédito 40.168 104.478 18.597 52.633 3.01.12 Outras receitas 2.761 7.085 1.473 5.627 3.02 Deduções da Receita Bruta 3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 3.05 Resultado Bruto 3.06 Despesas/Receitas Operacionais 3.06.01 Com Vendas 3.06.02 Gerais e Administrativas 3.06.02.01 Prêmios de resseguros cedidos (14.101) (25.385) (3.740) (13.000) 3.06.02.02 Variação das provisões técnicas - seguro (152.527) (276.121) (117.429) (270.739) 3.06.02.03 Variação das provisões técnicas - previd (30.325) (88.316) (28.562) (79.156) 3.06.02.04 Benefícios de planos de previdência (2.585) (4.936) (1.459) (4.729) 3.06.02.05 Sinistros retidos (727.185) (2.134.788) (630.709) (1.851.958) 3.06.02.06 Despesas de comercialização (272.135) (817.591) (279.358) (762.343) 3.06.02.07 Custos dos serv. prestados - monitoramen (9.923) (24.090) (6.380) (23.517) 19/11/2009 17:32:35 3 - 01/07/2009 a 30/09/2009 4 - 01/01/2009 a 30/09/2009 5 - 01/07/2008 a 30/09/2008 6 - 01/01/2008 a 30/09/2008 0 0 0 0 1.536.435 4.292.112 1.363.709 3.837.709 0 0 0 0 1.536.435 4.292.112 1.363.709 3.837.709 (1.419.451) (3.948.222) (1.246.861) (3.498.596) 0 0 0 0 (1.522.841) (4.298.369) (1.335.605) (3.792.006) Pág: 16 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3.06.02.08 Custos dos serv. prestados - integração 3 - 01/07/2009 a 30/09/2009 4 - 01/01/2009 a 30/09/2009 5 - 01/07/2008 a 30/09/2008 6 - 01/01/2008 a 30/09/2008 3.06.02.09 Custos dos serv. prestados - serviços 3.06.02.10 Depesas de intermediação financeira 3.06.02.11 Prov. para dev. duvidosos - financeiras 3.06.02.12 Despesas administrativas 3.06.02.13 3.06.03 3.06.03.01 Receitas Financeiras 165.877 534.323 134.797 464.765 3.06.03.02 Despesas Financeiras (50.500) (130.468) (17.447) (107.671) 3.06.04 Outras Receitas Operacionais 70.312 195.446 53.058 144.623 3.06.04.01 Outras Receitas operacionais 70.312 195.446 53.058 144.623 3.06.05 Outras Despesas Operacionais (82.299) (249.154) (81.532) (207.911) 3.06.05.01 Outras Despesas Operacionais (82.299) (249.154) (81.532) (207.911) 3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 (132) (396) 3.06.06.01 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0 3.06.06.02 Amortização do ágio 0 0 (132) (396) 3.07 Resultado Operacional 116.984 343.890 116.848 339.113 3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0 3.08.01 Receitas 0 0 0 0 3.08.02 Despesas 0 0 0 0 3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 116.984 343.890 116.848 339.113 3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (66.365) (197.405) (62.516) (164.290) 3.11 IR Diferido 24.846 86.894 24.994 57.896 3.12 Participações/Contribuições Estatutárias (2.097) (23.655) (4.296) (21.077) 3.12.01 Participações (2.097) (23.655) (4.296) (21.077) 3.12.02 Contribuições 0 0 0 0 3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (890) (2.612) (817) (2.341) 0 0 (116) (116) (17.458) (6.132) (22.666) (6.899) (23.558) (63.576) (5.724) (17.538) (244.367) (724.671) (229.542) (654.999) Despesas com tributos (39.113) (113.617) (24.870) (94.112) Financeiras 115.377 403.855 117.350 357.094 19/11/2009 17:32:35 Pág: 17 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3.14 Part. de Acionistas Não Controladores 3.15 Lucro/Prejuízo do Período 3 - 01/07/2009 a 30/09/2009 4 - 01/01/2009 a 30/09/2009 5 - 01/07/2008 a 30/09/2008 6 - 01/01/2008 a 30/09/2008 (70) (92) (29) (81) 73.298 209.632 75.001 211.561 NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 229.349 229.349 229.349 229.349 LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,31959 0,91403 0,32702 0,92244 PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais) 19/11/2009 17:32:35 Pág: 18 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 4.01.01.01 3 - 01/07/2009 a 30/09/2009 4 - 01/01/2009 a 30/09/2009 5 - 01/07/2008 a 30/09/2008 6 - 01/01/2008 a 30/09/2008 25.380 170.233 67.335 319.699 100.438 285.679 94.071 261.191 Lucro Líquido do Período 73.298 209.632 75.001 211.561 4.01.01.02 Depreciações 23.649 68.524 16.989 43.815 4.01.01.03 Amortizações 3.314 6.827 1.807 4.935 4.01.01.04 Amortização do Ágio 0 0 132 396 4.01.01.05 Resultado na Venda de Imobilizado 177 696 142 484 4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (75.058) (115.446) (26.736) 58.508 4.01.02.01 Variação Aplicações (225.112) (348.299) (6.533) (25.111) 4.01.02.02 Variação Prêmios Emitidos (111.612) (172.760) (84.100) (160.034) 4.01.02.03 Variação das Operações de Créditos 10.263 (49.539) (17.098) (60.483) 4.01.02.04 Variação de Outros Créditos (99.200) (256.290) (137.860) (203.645) 4.01.02.05 Variação Ir/Cs Diferidos (24.846) (86.894) (24.994) (57.896) 4.01.02.06 Variação de Créditos Diversos (32.263) (59.476) (42.974) (104.284) 4.01.02.07 Variação dos Depósitos Interfinanceiros 77.529 129.593 (9.077) (1.443) 4.01.02.08 Variação Recur. de Aceites Emiss Títulos (17.870) (33.055) 21.667 23.921 4.01.02.09 Variação das Obrigações por Empréstimos (28.848) (43.823) 8.071 1.125 4.01.02.10 Variação de Impostos e Contribuições 19.980 30.627 6.954 844 4.01.02.11 Variação de Depósitos de Terceiros (13.316) 4.321 (3.544) 22.030 4.01.02.12 Variação de Comissões s/ Prêmios Emitido 17.766 31.327 9.460 45.527 4.01.02.13 Variação de Outros Débitos a Pagar 103.876 171.345 177.043 162.181 4.01.02.14 Variação de Prov.Téc.- Seg e Resseguros 207.404 462.358 117.538 421.782 4.01.02.15 Variação das Obrigações Legais 41.574 107.634 (41.222) 4.313 4.01.02.16 Variação Contingên Trabalhistas e Cíveis 4.01.02.17 Variação de Ajustes Títulos e Val. Mobil 4.01.02.18 Variação de Minoritários 4.01.03 Outros 19/11/2009 17:32:36 (41) (2.057) 593 (8.199) (411) (556) (691) (2.204) 69 98 31 84 0 0 0 0 Pág: 19 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 30/09/2009 ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Divulgação Externa Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento 4.02.01 Alienação de imobilizado 4.02.02 Ágio na Aquisição de Investimentos 4.02.03 Aquisição de Imobilizado 4.02.04 Aplicação no Intangível 4.03 3 -01/07/2009 a 30/09/2009 4 -01/01/2009 a 30/09/2009 5 - 01/07/2008 a 30/09/200801/07/20086a- 30/09/2008 01/01/2008 a 30/09/200801/01/2008 a 30/09/2008 (20.640) (78.320) (71.083) 2.375 9.591 798 1.331 0 0 0 (4.940) (15.582) (72.370) (66.921) (156.918) (7.433) (15.541) (4.960) (10.466) Caixa Líquido Atividades Financiamento 0 (88.786) (6.051) (153.255) 4.03.01 Ações em Tesouraria 0 0 (6.051) (23.462) 4.03.02 Distribuição de JCP e Dividendos 0 (88.786) 0 (129.793) 4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0 4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 4.740 3.127 (9.799) (4.549) 4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 0 26.578 0 19.860 4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 4.740 29.705 (9.799) 15.311 19/11/2009 17:32:36 (170.993) Pág: 20 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Data-Base - 30/09/2009 Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 3 - CNPJ 02.149.205/0001-69 11.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/07/2009 a 30/09/2009 (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 5.01 Saldo Inicial 5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 5.03 Saldo Ajustado 5.04 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE CAPITAL 5 - RESERVAS DE REAVALIAÇÃO 6 - RESERVAS DE LUCRO 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE ACUMULADOS AVALIAÇÃO PATRIMONIAL 9 - TOTAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO 920.000 47.412 133.651 858.410 137.041 3.783 0 0 0 0 0 0 0 920.000 47.412 133.651 858.410 137.041 3.783 2.100.297 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 73.298 0 73.298 5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0 5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0 5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0 5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (412) (412) 5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 (121) (121) 5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (291) (291) 5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0 5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0 5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0 5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.12 Outros 0 0 (350) 0 350 0 0 5.12.01 Realização por Depreciação 0 0 (350) 0 350 0 0 5.13 Saldo Final 920.000 47.412 133.301 858.410 210.689 3.371 2.173.183 19/11/2009 17:32:37 2.100.297 Pág: 21 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Data-Base - 30/09/2009 Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 3 - CNPJ 02.149.205/0001-69 11.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2009 a 30/09/2009 (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 5.01 Saldo Inicial 5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 5.03 Saldo Ajustado 5.04 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE CAPITAL 5 - RESERVAS DE REAVALIAÇÃO 6 - RESERVAS DE LUCRO 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE ACUMULADOS AVALIAÇÃO PATRIMONIAL 9 - TOTAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO 920.000 47.412 134.358 858.410 0 3.928 0 0 0 0 0 0 0 920.000 47.412 134.358 858.410 0 3.928 1.964.108 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 209.632 0 209.632 5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0 5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0 5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0 5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0 5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (557) (557) 5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 1.727 1.727 5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (2.284) (2.284) 5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0 5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0 5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0 5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0 5.12 Outros 0 0 (1.057) 0 1.057 0 0 5.12.01 Realização por Depreciação 0 0 (1.057) 0 1.057 0 0 5.13 Saldo Final 920.000 47.412 133.301 858.410 210.689 3.371 2.173.183 19/11/2009 17:32:37 1.964.108 Pág: 22 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 1 Contexto operacional A Porto Seguro S.A. ("Companhia") é uma sociedade por ações de capital aberto que tem por objeto a participação, como acionista, sócia ou quotista, em outras sociedades empresariais, nacionais ou estrangeiras, que exploram: (a) atividade de seguros em todos os ramos; (b) atividades privativas de instituições financeiras e de sociedades equiparadas a instituições financeiras, incluindo, sem limitação, a administração de consórcios; (c) atividade de prestação de serviços e comercialização de equipamentos de monitoramento eletrônico de sistemas de proteção patrimonial; e (d) atividades conexas, correlatas ou complementares à atividade de seguros e às demais atividades descritas anteriormente. A seguir, relacionamos as empresas controladas por ramo de atividade: (a) Seguros (i) Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais ("Porto Seguro") - controlada pela Companhia (totalidade das ações exceto uma), é uma sociedade por ações constituída em 6 de setembro de 1945, autorizada a operar pelo Decreto no. 20.138, de 6 de dezembro de 1945. Tem por objeto social a exploração das operações de seguro de danos e de pessoas. (ii) Porto Seguro Vida e Previdência S.A. ("Porto Seguro Vida") - controlada pela Porto Seguro (99,97%), é uma sociedade por ações, constituída em 23 de dezembro de 1986, que tem como objeto social a exploração das operações de seguro de pessoas e de planos de previdência privada nas modalidades de pecúlio e renda. (iii) Porto Seguro - Seguros del Uruguay S.A. ("Porto Seguro Uruguay") - subsidiária integral da Porto Seguro, é uma sociedade por ações, constituída em 23 de dezembro de 1994, para atuar principalmente no ramo de seguro de automóveis. (iv) Porto Seguro - Seguro Saúde S.A. ("Porto Seguro Saúde") - controlada pela Porto Seguro (99,98%), é uma sociedade por ações, constituída em 12 de junho de 2001, com o objetivo de atuar como seguradora especializada em seguro-saúde. (v) Azul Companhia de Seguros Gerais ("Azul Seguros") - controlada direta da Companhia (99,71%), é uma sociedade por ações, adquirida em 28 de novembro de 2003, para operar em seguros de danos e de pessoas. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 23 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (b) Financeiras e consórcio de bens (i) Porto Seguro Administradora de Consórcios Ltda. ("Porto Consórcio") - controlada direta da Companhia (99,99%), adquirida em 27 de outubro de 2004, tem como objeto social a administração de grupos de consórcios para aquisição de bens móveis e imóveis. (ii) Portoseg S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento ("Portoseg") - controlada direta da Companhia (99,98%), adquirida em 27 de outubro de 2004, tem como principal atividade a concessão de financiamentos para aquisição de bens e serviços e para capital de giro. (iii) Portopar Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ("Portopar") - controlada direta da Companhia (99,99%), adquirida em 27 de outubro de 2004, tem como atividades principais a administração de fundos de investimento e a gestão de ativos financeiros. (c) Prestadoras de serviços (i) Porto Seguro Proteção e Monitoramento Ltda. ("Porto Seguro Proteção e Monitoramento") – controlada direta da Companhia (99,98%), constituída em 9 de janeiro de 1998, tem como principal atividade a prestação de serviços relacionados à proteção e monitoramento eletrônico. (ii) Portoserv Promotora de Serviços Ltda. ("Portoserv") – controlada direta da Companhia (99,50%), adquirida em 23 de outubro de 2006, tem como principal atividade a prestação de serviços relativos ao agenciamento, à promoção, ao fomento e à administração de vendas. (iii) Crediporto Promotora de Serviços Ltda. ("Crediporto") – controlada direta da Companhia (99,80%), constituída em 1º de novembro de 2006, tem como atividade principal a prestação de serviços para obtenção de créditos e financiamento ao consumo. (iv) Integração Assessoria e Informática Ltda. ("Integração") – controlada direta da Companhia (99,98%), adquirida em 2 de janeiro de 2008, tem por objeto social a exploração da atividade de desenvolvimento, distribuição, assessoria, manutenção, licenciamento ou cessão de direito de uso de programas para computadores. (v) Portomed – Porto Seguro Serviços Médicos Ltda. ("Portomed") – controlada direta da Companhia (99,93%), adquirida em 31 de dezembro de 2007, tem como atividades principais a prestação de serviços de programas de controle médico e de serviços ambulatoriais. (vi) Porto Seguro Serviços S/A ("Porto Seguro Serviços") – controlada direta da Companhia 19/11/2009 17:32:47 Pág: 24 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (99,00%), constituída em 14 de fevereiro de 2008, tem por objetivo atuar na prestação de serviços relacionados, complementares ou correlatos à atividade de seguros. (vii) Porto Seguro Atendimento S/A ("Porto Seguro Atendimento") – controlada pela Porto Seguro Serviços (99,00%), é uma sociedade por ações, constituída em 20 de março de 2009, e tem como principal atividade a prestação de serviços de telemarketing, central de atendimento (Call Center) e atendimento em geral. 2 Critérios de consolidação O processo de consolidação das contas patrimoniais e de resultado corresponde à soma horizontal dos saldos das contas de ativo, passivo, receitas e despesas, segundo a sua natureza, complementada com as eliminações e procedimentos a seguir: a) das participações no capital e reservas mantidas entre elas; b) dos saldos de contas correntes e outras, integrantes do ativo e/ou passivo, mantidos entre as empresas; c) dos saldos de receitas e despesas provenientes de operações realizadas entre as Companhias; d) destaque do valor da participação dos acionistas minoritários nas demonstrações contábeis consolidadas; e) as demonstrações contábeis da Porto Seguro Uruguay, são preparadas de acordo com as práticas contábeis geralmente aceitas no Uruguai, que não diferem significativamente das práticas contábeis adotadas pela Companhia, exceto pela correção monetária de balanço, que foi expurgada para alinhamento de práticas contábeis. 3 Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis da Companhia e das controladas foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, e com as disposições complementares da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, além das diretrizes contábeis emanadas do Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, do Conselho Monetário Nacional – CMN, do Banco Central do Brasil – BACEN, e de acordo também com as práticas contábeis expedidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, quando aplicáveis e aprovadas pelos órgãos reguladores. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 25 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS A elaboração das demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e no registro de estimativas contábeis. Os ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas envolvem, dentre outros, ajustes na provisão para riscos sobre créditos, imposto de renda e contribuição social diferidos, provisões técnicas e para contingências. A liquidação das transações que envolve essas estimativas poderá ser efetuada por valores diferentes dos estimados em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia revisa essas estimativas e premissas periodicamente. Alteração da Lei das Sociedades por ações para 2008 Em 28 de dezembro de 2007, foi promulgada a Lei nº 11.638, alterada pela Medida Provisória - MP nº 449, de 4 de dezembro de 2008, convertida pela Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009, que modificaram e introduziram novos dispositivos à Lei das Sociedades por Ações. As mudanças ocorridas na referida Lei não impactaram, significativamente, o resultado do período de janeiro a setembro de 2008. 4 Principais práticas contábeis As principais práticas contábeis adotadas pela Companhia e pelas controladas para o registro das transações são as seguintes: (a) O resultado é apurado pelo regime de competência e inclui os rendimentos, os encargos e as variações monetárias ou cambiais incorridos a índices ou taxas oficiais. (i) Seguros – as receitas de prêmios de seguros são contabilizadas e diferidas pelo prazo de vigência das apólices ou das faturas dos seguros por meio da constituição das provisões de prêmios não ganhos. As comissões e os outros custos de angariação são diferidos e amortizados de acordo com o prazo de vigência das apólices ou com a estimativa de permanência dos segurados e são refletidos no saldo da conta "Despesas de comercialização diferidas". As controladas Porto Seguro e Azul Seguros contabilizam as estimativas de receitas de prêmios para as apólices em processo de emissão, bem como as comissões sobre essas estimativas. (ii) Financeiras – as operações de créditos e outros créditos (operações com característica de concessão de crédito) são registradas a valor presente, calculadas “pro rata die” com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados, sendo utilizadas “accrual” até o 60º dia de atraso; após o 60º dia, o reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações. Nas operações com cartões de crédito estão incluídos os valores a receber, decorrentes de compras efetuadas pelos seus titulares. Os 19/11/2009 17:32:47 Pág: 26 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS recursos correspondentes a esses valores estão contemplados em contas a pagar – operações com cartão de crédito. (iii) Consórcio de bens – a taxa de administração, devida pelos participantes dos grupos de consórcio de bens, é reconhecida como receita por ocasião do recebimento das parcelas. As comissões sobre as vendas de quotas de consórcio são apropriadas ao resultado no momento da comercialização das quotas, conforme requerido pelo BACEN. As demais receitas e despesas são contabilizadas de acordo com o regime contábil de competência. (iv) As receitas de prestação de serviços são reconhecidas pelo regime de competência e referem-se às controladas Porto Seguro Proteção e Monitoramento, Portoserv, Crediporto, Integração, Portomed, Porto Seguro Serviços e Porto Seguro Atendimento. (v) Previdência complementar – as receitas de contribuições de previdência e Vida Gerador de Benefício Livre – VGBL são reconhecidas por ocasião do efetivo recebimento das contribuições. As comissões e os outros custos de angariação são diferidos de acordo com a estimativa do prazo de permanência dos participantes e refletidos no saldo da conta "Despesas de comercialização diferidas". As despesas com provisões técnicas de previdência são contabilizadas simultaneamente com base no reconhecimento das correspondentes receitas. (b) As aplicações financeiras em títulos e valores mobiliários, classificadas na categoria "Títulos para negociação", são registradas ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos financeiros auferidos até as datas dos balanços, e são ajustadas ao valor de mercado, sendo os rendimentos, as valorizações e as desvalorizações apropriados ao resultado do período. As aplicações em títulos e valores mobiliários, classificadas na categoria "Disponível para venda", são registradas ao custo, acrescido dos rendimentos financeiros auferidos, os quais são registrados no resultado do período e ajustados a valor de mercado, sendo o ajuste registrado em conta específica do patrimônio líquido, líquido dos correspondentes efeitos tributários e incorporado ao resultado do período em que ocorrer a efetiva realização. (c) Instrumentos financeiros derivativos – os derivativos são reconhecidos pelo valor de mercado na data em que um contrato de derivativos é celebrado e são, subsequentemente, avaliados ao seu valor de mercado, com as variações do valor de mercado lançadas no resultado do período. (d) Os depósitos judiciais são atualizados monetariamente e apresentados como dedução do valor de seu correspondente passivo, quando houver. (e) Os investimentos em sociedades controladas são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, reconhecido no resultado do exercício como receita (ou despesa) operacional. No caso de variação cambial de investimento em controlada no exterior, cuja moeda funcional é diferente da controlada, as variações no valor do 19/11/2009 17:32:47 Pág: 27 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS investimento decorrentes exclusivamente de variação cambial são registradas na conta "Ajuste de avaliação patrimonial", no patrimônio líquido da Companhia, e somente são registradas ao resultado do exercício se o investimento for vendido ou baixado como perda. Para efeitos do cálculo da equivalência patrimonial, ganhos ou transações a realizar entre a Companhia e suas controladas são eliminados na medida da participação da Companhia. A participação no IRB Brasil Resseguros S.A. e na seguradora líder dos consórcios do Seguro DPVAT são registradas ao valor do custo. Para outros investimentos, são constituídas, quando aplicável, provisões para ajuste a valor de mercado, ou de provável realização. Quando necessário, as práticas contábeis das controladas são alteradas para garantir consistência e uniformidade com as práticas adotadas pela Companhia. (f) O ágio e deságio determinado na aquisição de um investimento são calculados pela diferença entre o valor de compra e o valor contábil do patrimônio líquido da empresa adquirida. O ágio e o deságio foram atribuídos à categoria rentabilidade futura. O deságio é registrado no grupo de investimento e amortizado somente quando da alienação do investimento. O ágio por rentabilidade futura é registrado como ativo intangível, a partir de 2009 não é mais amortizado, todavia sujeito a aplicação do teste de recuperabilidade. (g) O imobilizado é registrado ao custo de aquisição. Terrenos e edifícios são demonstrados pelo valor reavaliado até 31 de dezembro de 2007, com base em avaliações efetuadas em 22 de dezembro de 2006 por peritos independentes, deduzida a subsequente depreciação para edifícios. Conforme facultado pela Lei nº. 11.638/07 e pelo Pronunciamento CPC 13 - Adoção Inicial da Lei 11.638/07, as controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Azul Seguros e Porto Consórcio adotaram o valor residual reavaliado em 31 de dezembro de 2007 como novo valor de custo das edificações e terrenos. A parcela da reserva de reavaliação referente a edifícios é transferida (realizada) para lucros acumulados na mesma proporção em que os edifícios são depreciados. A parcela da reserva de reavaliação sobre terrenos somente será transferida (realizada) para lucros acumulados caso os terrenos sejam alienados. A depreciação é calculada pelo método linear, de acordo com as taxas divulgadas na Nota 15 item(a). Terrenos não são depreciados. Ganhos e perdas em alienações são determinados pela comparação dos valores de alienação com o valor contábil e são incluídos no resultado. Quando os ativos reavaliados são vendidos, os valores incluídos na reserva de reavaliação são transferidos para lucros acumulados. (h) Intangível (i) Programas de computador (softwares) – Licenças adquiridas de programas de computador são capitalizadas e amortizadas ao longo de sua vida útil estimada, pelas taxas descritas na Nota 15 item(b). Os gastos associados ao desenvolvimento ou à 19/11/2009 17:32:47 Pág: 28 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS manutenção de softwares são reconhecidos como despesas na medida em que são incorridos. Os gastos diretamente associados a softwares identificáveis e únicos, controlados pela Companhia e que, provavelmente, gerarão benefícios econômicos maiores que os custos por mais de um ano, são reconhecidos como ativos intangíveis. Os gastos diretos incluem a remuneração dos funcionários da equipe de desenvolvimento de softwares. Os gastos com o desenvolvimento de softwares reconhecidos como ativos são amortizados usando-se o método linear ao longo de suas vidas úteis, pelas taxas demonstradas na Nota 15 item(b); (ii) Outros ativos intangíveis – Os custos com a aquisição de patentes, marcas comerciais, licenças e direitos de exploração são capitalizados e amortizados usando-se o método linear ao longo das vidas úteis, pelas taxas demonstradas na Nota 15 item (b). (i) Redução ao valor recuperável de ativos O imobilizado e outros ativos não circulantes, inclusive o ágio e os ativos intangíveis, são revistos anualmente para se identificar evidências objetivas de perdas não recuperáveis, ou ainda, sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Quando este for o caso, o valor recuperável é calculado para verificar se há perda. Quando houver perda, ela é reconhecida pelo montante em que o valor contábil do ativo ultrapassa seu valor recuperável, que é o maior entre o preço líquido de venda e o valor em uso de um ativo. Para fins de avaliação, os ativos são agrupados no menor grupo de ativos para o qual existem fluxos de caixa identificáveis separadamente. (j) Os demais ativos, circulante e realizável a longo prazo, são registrados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos e as provisões para perdas. (k) São constituídas provisões para riscos de créditos em montantes considerados suficientes para fazer face às eventuais perdas na realização de créditos a receber, conforme segue: (i) as controladas que operam no segmento de seguros, constituem provisão para os prêmios a receber vencidos há mais de 60 dias, com base no histórico de perdas e os riscos de inadimplência de cada ramo de seguros em que operam; (ii) para a controlada Portoseg, a provisão é constituída com base nos percentuais mínimos de provisionamento requeridos pela Resolução nº. 2.682/99 do BACEN. (l) Provisões técnicas relacionadas às atividades de seguros e previdência. As provisões técnicas são constituídas em conformidade com as determinações e os critérios estabelecidos pelo CNSP, pela SUSEP e pela ANS, como segue: Seguros de ramos elementares (automóvel, transportes, patrimonial etc.), vida e saúde (i) A provisão de prêmios não ganhos - PPNG é calculada "pro rata" dia, com base nos 19/11/2009 17:32:47 Pág: 29 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS prêmios retidos e, tem por objetivo, provisionar a parcela dos mesmos correspondente ao período de risco a decorrer, contado a partir da data-base de cálculo, para os seguros de ramos elementares, vida em grupo, acidentes pessoais e saúde. (ii) A provisão de riscos não expirados - PRNE é calculada "pro rata" dia, com base nos prêmios líquidos retidos e, tem por objetivo, provisionar a parcela dos mesmos correspondente ao período de risco a decorrer, contado a partir da data-base de cálculo, para os seguros de vida individual. (iii) A provisão de prêmios não ganhos de riscos vigentes mas não emitidos - PPNG-RVNE tem como objetivo estimar a parcela de prêmios não ganhos referentes aos riscos assumidos pela seguradora e que estão em processo de emissão, conforme metodologia prevista em nota técnica atuarial – NTA, nos seguros de vida e ramos elementares. (iv) A provisão de sinistros a liquidar - PSL é constituída com base na estimativa dos valores a indenizar, efetuada por ocasião do recebimento do aviso de sinistro, líquida dos ajustes do co-seguro. É constituída provisão adicional para sinistros a liquidar (IBNER), com o objetivo de estimar os valores dos ajustes que os sinistros avisados sofrerão ao longo dos respectivos processos de análise. Essa provisão é calculada com base na metodologia prevista em NTA, para os seguros de vida e ramos elementares. Para o Seguro Saúde, a PSL é constituída com base nas indenizações a pagar apuradas por ocasião do recebimento do aviso do sinistro, quer por apresentação da conta médica, quer pelo aviso do prestador do atendimento ao segurado. (v) A provisão de sinistros ocorridos mas não avisados - IBNR é constituída com base na estimativa dos sinistros que já ocorreram, mas que ainda não foram avisados à seguradora e é calculada com base na metodologia prevista em NTA, para os seguros e/ou coberturas de ramos elementares, vida e saúde. A provisão de sinistros ocorridos mas não avisados do ramo DPVAT (seguro obrigatório) é constituída conforme determina a Resolução CNSP no. 192/08. (vi) A provisão de insuficiência de prêmios – PIP, para a carteira de seguro de vida, é constituída com o objetivo de suprir a insuficiência decorrente da impossibilidade de aplicação do reenquadramento tarifário dos contratos vigentes, em decorrência de decisões judiciais. Esta provisão é calculada com base na metodologia prevista em NTA. (vii) A provisão de obrigações legais – POL, para a carteira de seguros de vida, é constituída com o objetivo de suprir a diferença, se positiva, entre a PPNG calculada através dos parâmetros mínimos previstos na legislação vigente e a PPNG calculada a partir dos prêmios praticados. Esta provisão é calculada com base na metodologia prevista em NTA. (viii) A provisão de oscilação de riscos - POR é constituída com os objetivos de minimizar as possibilidades de oscilações no resultado e de reduzir os impactos nas taxas de risco, em decorrência de sinistros atípicos e vultosos, nos seguros empresariais, residenciais e 19/11/2009 17:32:47 Pág: 30 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS condominiais e nos seguros de transportes nacional e internacional. Esta provisão é calculada com base na metodologia prevista em NTA. (ix) A provisão complementar de prêmios - PCP é constituída mensalmente com o objetivo de complementar a PPNG, considerando todos os riscos vigentes, emitidos ou não, em acordo com a legislação vigente. Sua estimativa é feita por ramo e tem como base de cálculo as datas de início e fim de vigência do risco e o prêmio comercial retido. O valor da provisão será a diferença, se positiva, entre a média da soma dos valores apurados diariamente no mês de constituição e a PPNG constituída, para os seguros de ramos elementares e vida. (x) A provisão matemática de benefícios concedidos - PMBC do ramo de seguro saúde é constituída com base na expectativa de despesas médico-hospitalares futuras dos segurados que estão em gozo do benefício de remissão e é calculada conforme metodologia prevista na NTA. (xi) A provisão de despesas administrativas - PDA é constituída com o objetivo de cobertura de déficit administrativo, com base nos recursos originados dos resultados administrativos apurados mensalmente do convênio DPVAT. Previdência complementar (i) As provisões matemáticas de benefícios a conceder - PMBaC e de benefícios concedidos - PMBC representam o valor das obrigações assumidas com os participantes dos planos de previdência complementar das modalidades de renda e pecúlio, estruturados nos regimes financeiros de capitalização e de capitais de cobertura, bem como do seguro do ramo de vida com cobertura de sobrevivência. As referidas provisões são determinadas por cálculos atuariais de acordo com as metodologias previstas nas respectivas notas técnicas atuariais – NTA’s. (ii) A provisão de insuficiência de contribuições - PIC, apurada com base na avaliação atuarial, é constituída para atender aos desvios relativos às bases técnicas das PMBaC e PMBC e é calculada com base na metodologia prevista na NTA. (iii) A provisão de despesas administrativas - PDA é constituída para atender às despesas operacionais, atuais e futuras, no pagamento de benefícios aos participantes. A controlada Porto Seguro Vida constitui a referida provisão também para os planos que ainda estão em fase de contribuição. Essa provisão é calculada com base na metodologia prevista na NTA. (iv) A provisão de riscos não expirados - PRNE é calculada "pro rata" dia, com base nas contribuições líquidas recebidas no mês, e tem por objetivo provisionar a parcela da contribuição correspondente ao período de risco a decorrer, contado a partir da data-base de cálculo. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 31 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (m) As comissões sobre prêmios emitidos são registradas no passivo circulante pelo regime de competência. Os pagamentos são devidos aos corretores de seguros quando ocorre o recebimento do respectivo prêmio. O Imposto sobre Operações Financeiras - IOF a recolher, incidente sobre os prêmios a receber, registrados no passivo circulante em contrapartida a "Prêmios a receber", é retido e recolhido simultaneamente ao recebimento do prêmio. (n) Os demais passivos circulante e não circulante são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, das correspondentes variações monetárias e dos encargos incorridos. (o) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda é calculado à alíquota-base de 15% mais adicional de 10% sobre o lucro real tributável acima de R$ 240 anuais. A provisão para contribuição social é constituída à alíquota de 15% (vide nota 24 item (a)). São constituídas provisão para imposto de renda e contribuição social diferidos sobre diferenças temporárias e reserva de reavaliação de bens do ativo imobilizado (edifícios), cujo montante é transferido para impostos a pagar, no passivo circulante, na realização ou baixa desses ativos. O imposto de renda e a contribuição social diferidos sobre os terrenos não são reconhecidos por não haver nenhuma expectativa de realização ou baixa desses bens, de acordo com as normas em vigor. (p) Ativos e Passivos Contingentes e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias (i) Ativos Contingentes – não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração dispõe de total controle da situação de um evento futuro certo, apesar de não ocorrido, e depende apenas dela, ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo. (ii) Passivos Contingentes – são constituídos considerando: (a) a opinião dos assessores jurídicos; (b) a causa das ações; (c) a similaridade com processos anteriores; (d) a complexidade da causa e o posicionamento do Judiciário, sempre que a perda puder ocasionar uma saída de recursos para a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com segurança suficiente. (iii) Obrigações Legais – Fiscais e Previdenciárias - decorrem de processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis e são atualizados monetariamente de acordo com a legislação fiscal (taxa SELIC). 19/11/2009 17:32:47 Pág: 32 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (q) Para fins societários, as despesas com os juros sobre o capital próprio são usualmente demonstradas como destinação do resultado diretamente no patrimônio líquido. A taxa utilizada no cálculo dos juros sobre o capital próprio limita-se à Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP durante o período aplicável e ao que for maior entre: (i) 50% do lucro líquido da Companhia (depois da dedução da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL e antes de se considerar a referida distribuição e quaisquer deduções referentes ao imposto de renda); e (ii) 50% dos lucros acumulados da Companhia e das reservas de lucros. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 33 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 5 Aplicações financeiras – consolidado (a) Composição da carteira de investimentos quanto à natureza dos títulos: Setembro de 2009 Títulos para negociação Seguradoras Previdência Junho de 2009 Outras Atividades Consolidado Consolidado Fundos abertos Títulos de renda fixa Quotas de fundos de investimentos Fundos retidos – IRB Outras aplicações 47.867 451 294 12 - 53.305 - 101.172 463 294 88.307 484 289 Total de fundos abertos 48.612 12 53.305 101.929 89.080 1.207.732 662.863 268.005 160.955 102.935 24.478 1.578.672 848.296 1.365.937 697.602 77.372 205.925 433 283.730 313.079 - 285.945 - 285.945 275.536 89.569 120.750 48.766 129.129 17.539 138.335 267.418 300.267 234.220 21.986 22.778 2.923 47.687 47.988 2.180.272 1.121.503 148.308 3.450.083 3.234.629 - 6.359 1.361 7.720 6.937 2.228.884 1.127.874 202.974 3.559.732 3.330.646 Fundos exclusivos Títulos de renda fixa Letras Financeiras do Tesouro – LFT Letras do Tesouro Nacional – LTN Notas do Tesouro Nacional – NTN – série B Notas do Tesouro Nacional – NTN – série C Notas do Tesouro Nacional – NTN – série F Títulos privados Títulos de renda variável Ações de companhias abertas Total de fundos exclusivos Instrumentos financeiros derivativos Total de títulos para negociação 19/11/2009 17:32:47 Pág: 34 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Títulos disponíveis para venda Setembro de 2009 Junho de 2009 Outras Atividades Consolidado Consolidado Seguradoras Previdência Carteira própria Títulos de renda fixa Títulos Privados Letras Financeiras do Tesouro – LFT 466.797 134.315 18.232 251.710 46.475 - 531.504 386.025 550.092 371.411 Total da carteira própria 601.112 269.942 46.475 917.529 921.503 Total de títulos disponíveis para venda 601.112 269.942 46.475 917.529 921.503 2.829.996 1.397.816 249.449 4.477.261 4.252.149 4.213.978 3.512.317 263.283 739.832 Total das aplicações financeiras Circulante Não circulante (b) Composição dos títulos classificados como disponível para venda comparando valor de custo com valor de mercado Setembro de 2009 Ajuste ao Custo valor de Valor de Custo atualizado mercado mercado atualizado Títulos privados Letras financeiras tesouro – LFT Total Junho de 2009 Ajuste ao valor de mercado Valor de mercado 529.211 2.293 531.504 547.734 2.358 550.092 386.205 (180) 386.025 371.469 (58) 371.411 915.416 2.113 917.529 919.203 2.300 921.503 do O valor de mercado dos títulos públicos foi embasado no "preço unitário de mercado" informado pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro - ANDIMA nas datas dos balanços e os títulos públicos referente à Seguradora Líder são valorizados pelo PU 550 do SELIC. As quotas de fundos de investimentos foram valorizadas com base no valor da quota divulgada pelo administrador do fundo nas datas dos balanços. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 35 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (c) Ajuste com títulos e valores mobiliários Os ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários classificados na categoria de disponível para venda são demonstrados no Patrimônio Líquido da seguinte forma: Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 Títulos privados Letras financeiras do tesouro – LFT 2.293 (180) 2.358 (58) Subtotal 2.113 2.300 (-) Efeitos tributários (40%) (845) (920) Outras aplicações – Porto Seguro Uruguay 2.858 2.867 Total do ajuste, líquido dos efeitos tributários 4.126 4.247 19/11/2009 17:32:47 Pág: 36 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (d) Composição da carteira de investimentos quanto aos prazos: Sem Vencimento Fundos abertos Títulos de renda fixa Quotas de fundos de investimentos Fundos retidos - IRB Outras aplicações Total de fundos abertos Setembro de 2009 Acima de 360 dias Total De 1 a 30 dias De 31 a 180 dias De 181 a 360 dias 101.172 463 294 - - - - 101.172 463 294 101.929 - - - - 101.929 Fundos exclusivos Títulos de renda fixa Letras Financeiras do Tesouro – LFT Letras do Tesouro Nacional – LTN Notas do Tesouro Nacional – NTN – série B Notas do Tesouro Nacional – NTN – série C Notas do Tesouro Nacional – NTN – série F Títulos privados - 800.097 104.965 226.734 - 11.089 - 37.531 247.373 729.955 743.331 56.996 285.945 138.335 20.045 1.578.672 848.296 283.730 285.945 138.335 267.418 Títulos de renda variável Ações de companhias abertas - 47.687 - - - 47.687 Total de fundos exclusivos - 1.179.483 11.089 284.904 1.974.607 3.450.083 Instrumentos financeiros derivativos - - - - 7.720 7.720 101.929 1.179.483 11.089 284.904 1.982.327 3.559.732 Carteira própria Títulos de renda fixa Títulos privados Letras Financeiras do Tesouro – LFT - - 33.729 513.272 25.598 18.232 326.698 531.504 386.025 Total da carteira própria - - 33.729 538.870 344.930 917.529 Total de títulos disponíveis para venda - - 33.729 538.870 344.930 917.529 101.929 1.179.483 44.818 823.774 2.327.257 4.477.261 Títulos para negociação (i) Total de títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Total das aplicações financeiras (i) Os títulos classificados na categoria "Títulos para negociação" são classificados no ativo circulante, independentemente da data de vencimento dos títulos, conforme legislação vigente. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 37 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 6 Instrumentos financeiros (a) Visão Geral A política de investimentos da Companhia e de suas controladas obedece a critérios de avaliação interna relacionada a cada segmento de negócio e perfil de assunção a riscos. Nesse cômputo, a alocação de recursos é realizada em conformidade com a legislação para o mercado de seguros, previdência, consórcios e crédito. Nesse aspecto, destacamse a composição das reservas técnicas para o ramo de seguros e previdência, e também a política de acompanhamento de ativos e passivos no tempo, o Asset Liability Management - ALM. Para a efetiva alocação de recursos, a Companhia dispõe de mecanismo de avaliação e acompanhamento do desempenho das operações, com limites estabelecidos amparados em informações qualitativas e quantitativas. Os principais riscos decorrentes das operações da Companhia e de suas controladas estão relacionados a risco de juros, de crédito e de liquidez. A administração desses riscos envolve diferentes controles e contempla uma série de políticas e estratégias consideradas adequadas pela sua Administração. Os ativos mantidos em carteira ou nos fundos de investimento são avaliados a valor de mercado, utilizando-se preços e índices divulgados pela Andima, BM&FBOVESPA, Cetip e Bacen. (b) Instrumentos financeiros derivativos (i) Política de utilização de instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são utilizados exclusivamente para a proteção financeira das carteiras e do passivo (hedge) ou para sintetizar posições no mercado à vista, não visando atender requisitos de hedge accounting. As operações são contabilizadas pelo valor de mercado, com os ganhos e perdas realizados reconhecidos no resultado do período. A Companhia e suas controladas operam de acordo com as políticas de investimento, levando em consideração as instruções do Conselho de Administração, a regulamentação e as boas práticas de governança corporativa, visando proteger o capital e assegurar a rentabilidade dos negócios. A gestão da Companhia é norteada por princípios como a independência e decisões colegiadas e está presente nas políticas, procedimentos e metas. Em respeito à política de investimentos da Companhia e de suas controladas, todas as operações relacionadas a esses instrumentos são negociadas e registradas por meio da 19/11/2009 17:32:47 Pág: 38 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Bolsa de Mercadorias e Futuros ou de mercado de balcão organizado. Em operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, a contraparte central é a BM&FBOVESPA, com exceção dos ”swaps” efetuados pela Portoseg, que são registrados na Cetip e a contraparte é uma Instituição Financeira. As garantias dadas nas operações de derivativos pela BM&FBOVESPA são compostas por títulos públicos federais, sendo que para os ”swaps” efetuados pela Portoseg não há garantias constituídas. Os critérios de determinação, métodos e premissas aplicadas na apuração do valor justo foram construídos por meio da estrutura a termo da taxa de juros, sendo que para os vértices dos “swaps” utilizamos uma interpolação linear entre as taxas de juros. A análise de sensibilidade foi calculada considerando as taxas acumuladas para o período de vigência do contrato, sendo que para o cenário possível utilizamos um aumento de 25% sobre a taxa de juros acumulada no período e no cenário remoto um aumento de 50%, conforme determinação regulatória CVM nº.475. O “swap” da Carteira Portoseg vence em 30/07/2010, com a ponta “ativa” em variação cambial e a ponta “passiva” em CDI, de modo a neutralizar a exposição em moeda estrangeira (dólar) de captações da Portoseg efetuadas nesses indexadores e nos mesmos montantes e passivos constantes do “swap”. O monitoramento das operações relacionadas a esses instrumentos é constante, com limites estabelecidos previamente e dentro das políticas internas das alocações definidas pelo Comitê de Investimentos. (ii) Objetivos e estratégias de gerenciamento de riscos A Companhia e suas controladas operam com instrumentos financeiros derivativos, tanto no atendimento às crescentes necessidades de seus clientes como na execução de sua política de gestão de riscos. A utilização destes instrumentos financeiros tem por objetivo a proteção contra oscilações das taxas de juros, redução da volatilidade e também a proteção de passivos. O gerenciamento de risco de mercado está associado a essas operações é suportado por um processo estruturado e disciplinado de gestão apoiado em dois pilares, sendo o primeiro deles a elaboração e o reexame constante dos cenários macroeconômicos e de mercado (para diversas janelas de tempo) e o segundo a análise, de potenciais perdas financeiras, mediante critérios de avaliação das operações que levam em conta a cenários alternativos de "stress test" vis-à-vis a política de risco adotada, com monitoramento constante das operações realizadas. A utilização de todo e qualquer instrumento financeiro derivativo é subordinada a esse processo de controle de risco, com acompanhamento periódico após a definição de alocação. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 39 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS O risco de crédito é a possibilidade da contraparte de uma operação financeira não honrar com suas obrigações contratuais, podendo assim gerar alguma perda para a Companhia. Visando a mitigação do Risco de Crédito, a Companhia busca negociar somente com empresas que possuam boa qualidade de crédito, de acordo com as principais agências classificadoras de rating. Neste contexto, a Cédula de Crédito Bancário (CCB) do Banco ABN AMRO, que integra a carteira de crédito da Companhia, possui nota máxima de classificação de crédito “AAA” pela agência Fitch Ratings bem como, “Br.AAA” pela agência Standard & Poors. Além disso, a Companhia monitora continuamente possíveis concentrações de crédito que possam aumentar a exposição ao risco de crédito da Companhia. A gestão do risco de liquidez tem por objetivo controlar os diferentes descasamentos dos prazos de liquidação de direitos e obrigações da Companhia, assim como a liquidez dos instrumentos financeiros utilizados na gestão das posições financeiras. O conhecimento e o acompanhamento desse risco são cruciais, sobretudo para habilitar a Companhia a liquidar as operações em tempo hábil e de modo seguro. Desta forma, a administração do risco de liquidez envolve um conjunto de controles, com permanente avaliação das posições assumidas e instrumentos financeiros utilizados. (iii) Atuação no mercado A Companhia é constituída por participação em diversas empresas e segmentos de atuação. As notas explicativas neste cômputo se aplicam às controladas Porto Seguro Vida, e Portoseg. Os volumes relacionados às operações com instrumentos financeiros derivativos, no montante de R$ 234.421, estão descritos no item (vi). A Porto Seguro Vida possui 85,3% dos instrumentos financeiros derivativos (nocional item (vi)), relacionados a swap de IGP-M, com prazo médio de vencimento de 2,4 anos e risco associado à variação das taxas de juros. A operação sintetiza um título que remunera o seu passivo atuarial pelo mesmo indexador contratado pelo participante. De acordo com as características do contrato, a Companhia está ativa em um indexador inflacionário mais uma taxa prefixada e passiva em taxas de juros. Visando à proteção contra oscilações das taxas de juros da ponta passiva do contrato, a empresa optou por adquirir títulos que remuneram taxa de juros de mercado para os mesmos vencimentos, com objetivo de eliminar portanto, o risco de oscilação da taxa de juros. O efeito acumulado até o encerramento do mês de setembro de 2009 das operações relacionadas ao swap IGP-M está disponível no item (vi). Os efeitos positivos apurados 19/11/2009 17:32:47 Pág: 40 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS vieram em consonância com os objetivos estratégicos, da operação que visa à redução e exposição ao risco. A Portoseg possui 14,7% do total dos instrumentos financeiros derivativos (nocional item (vi)), relacionados a swap de Moeda Estrangeira, com prazo de vencimento de 0,8 ano e risco associado à variação das taxas de juros. A operação tem o objetivo de propiciar o hedge para os canais alternativos de captação para as operações de empréstimos da Companhia, que se encontra em expansão das suas operações. De acordo com as características do contrato, o swap é ativo em variação cambial e passivo em taxas de juros. A operação contempla ainda um contrato de Cédula de Crédito Bancário (CCB), em que a Companhia é passiva em variação cambial, anulando, portanto, a exposição a risco cambial, permanecendo o custo da operação para a Portoseg atrelado apenas à variação do CDI no período. O critério para a determinação de valor justo é realizado pela valorização diária do contrato de swap pelas pontas ativa e passiva, por meio dos preços divulgados pela Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&FBOVESPA e pela Câmara de Custódia e Liquidação Cetip. As garantias exigidas pela BM&FBOVESPA são cumpridas com títulos públicos adquiridos para esta finalidade. (iv) SWAP de IGP-M Porto Seguro Vida: Operações de swap IGP-M, onde a Companhia está ativa em IGP-M mais uma taxa prefixada, e passiva em taxa de juros de um dia. De acordo com as características da operação, o risco está associado à posição “doadora” de taxas de juros no mercado, frente ao risco de alta desse indexador. Estimamos para o prazo a decorrer do swap uma taxa de média de juros acumulada de 10,10%. Neste cenário de taxas de juros, a Companhia teria que pagar R$ 23.478. Simulando-se um cenário possível e outro remoto para analisar a sensibilidade do valor justo da posição em função de alterações na taxa de juros, teríamos uma variação de 12,59% e 18,04%, respectivamente, com pagamentos de R$ 29.348 e R$ 42.048. Vale ressaltar que se trata apenas da ponta passiva da operação, sendo que os contratos serão liquidados pela diferença entre a ponta ativa e passiva. Devemos considerar que o efeito possível do aumento das taxas de juros na ponta passiva será compensado pela valorização da posição ativa em títulos públicos federais de indexador similar (Selic), adquiridos com a finalidade de proteger esta exposição. (v) SWAP de Moeda Estrangeira Portoseg: Operações de Swap Moeda Estrangeira, onde a Companhia é passiva em variação cambial e ativa em taxa de juros de um dia. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 41 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS De acordo com as características da operação (“swap” conjugado a uma Cédula de Crédito Bancário (CCB)), o risco está associado à posição “tomadora” em taxas de juros no mercado, frente ao risco de alta desse indexador. Estimamos para o prazo a decorrer do swap uma taxa de juros acumulada de 7,24%. Neste cenário de taxas de juros, a Controlada teria que pagar R$ 2.906. Simulando-se um cenário possível e outro remoto para analisar a sensibilidade do valor justo da posição em função de alterações nas taxas de juros, teríamos uma variação de 9,05% e 10,87%, respectivamente, com pagamentos de R$ 3.633 e R$ 4.359. Vale ressaltar que considerando a proteção obtida, a Controlada não está exposta à variação cambial. Para isso a Controlada detém uma Cédula de Crédito Bancário (CCB), que é parte integrante da operação disponibilizada, anulando portanto a exposição à variação cambial. O efeito do aumento das taxas de juros é compensado pela precificação da área de concessão de crédito na formação de taxas de financiamentos, inerente à atividade das empresas do setor. (vi) Os valores dos instrumentos financeiros derivativos são resumidos a seguir: Setembro de 2009 Descrição Valor de referência nocional (Custo) Junho de 2009 Valor de Efeito referência Valor no resultado nocional justo do período (Custo) Efeito Valor no resultado justo do período Contratos de “swaps” (vii) Posição Ativa (Total) 234.421 280.958 7.720 254.415 299.066 6.937 Moeda estrangeira (USD) + Cupom Cambial Taxa IGPM + taxa prefixada 34.421 200.000 41.483 239.475 1.361 6.359 54.415 200.000 69.313 229.753 5.317 1.620 Posição Passiva (Total) 234.421 273.238 - 254.415 292.129 - Taxa pós-fixada (CDI) Taxa pós-fixada (CDI) 34.421 200.000 40.122 233.116 - 54.415 200.000 63.996 228.133 - Análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros sobre Ativos e Passivos a valor justo por meio do resultado Operação Swap Taxa IGPM + taxa prefixada Risco Alta CDI% Cenário Provável 23.478 Cenário Possível 25% 29.348 Cenário Remoto 50% 42.048 Taxa pós-fixada (CDI) Alta CDI% 2.906 3.633 4.359 Contraparte: corretores de títulos e valores mobiliários. Garantias: 100% (cem por cento) títulos públicos federais. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 42 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 7 Prêmios emitidos Consolidado Setembro de 2009 Automóvel Ramos elementares Transportes Vida Saúde Uruguai Junho de 2009 Prêmios a receber de segurados Provisão para riscos de créditos Prêmios a receberlíquido Prêmios a receber de segurados Provisão para riscos de créditos Prêmios a receber- líquido 947.143 111.061 22.218 81.426 18.306 15.754 (567) (4.383) (3.234) (4.560) (5.736) (2.075) 946.576 106.678 18.984 76.866 12.570 13.679 824.953 142.726 13.524 78.922 18.613 15.825 (840) (4.050) (7.666) (9.137) (6.411) (2.718) 824.113 138.676 5.858 69.785 12.202 13.107 1.195.908 (20.555) 1.175.353 1.094.563 (30.822) 1.063.741 Composição quanto aos prazos de vencimento A vencer Vencidos até 30 dias Vencidos de 31 a 60 dias Vencidos de 61 a 90 dias Vencidos de 91 a 120 dias Vencidos há mais de 120 dias Provisão para riscos de créditos 19/11/2009 17:32:47 Setembro de 2009 Junho de 2009 1.075.935 86.141 9.726 3.516 3.262 17.328 981.763 70.876 10.993 4.237 2.419 24.275 1.195.908 1.094.563 (20.555) (30.822) 1.175.353 1.063.741 Pág: 43 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 8 Despesas de comercialização diferidas Consolidado Automóvel Patrimonial Riscos financeiros Pessoas Saúde Transportes Responsabilidades Outros Circulante Não circulante 19/11/2009 17:32:47 Setembro de 2009 Junho de 2009 344.507 42.268 25.774 18.320 1.092 745 556 603 326.942 43.502 24.838 19.184 988 579 545 55 433.865 416.633 431.160 415.991 2.705 642 Pág: 44 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 9 Operações de crédito e títulos e créditos a receber Operações concedidas pela controlada Portoseg nas modalidades abaixo apresentadas: a) Por tipo de operação Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 49.336 245.111 153.452 184 49.302 250.783 142.070 163 448.083 442.318 (67.636) (51.608) 380.447 390.710 Circulante 263.373 269.691 Não circulante 117.074 121.019 Empréstimos Financiamentos Cartão de crédito (i) Desconto de cheque Provisão para créditos de liquidação duvidosa (i) Referem-se a valores a receber dos associados de cartões de crédito já faturados. b) Títulos e créditos a receber Consolidado Operações com cartão de crédito (ii) Setembro de 2009 Junho de 2009 499.336 423.248 (ii) Referem-se a valores a receber dos associados de cartões de crédito a vencer ou não faturados. Esses valores estão classificados com características de concessão de crédito e tem como contrapartida contas a pagar a estabelecimentos filiados. Vide nota 16. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 45 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS c) NívelVN Por nível de risco Nível de Provisão Risco Requerida risco (%) Empréstimo Financiamento AA 0 A 0,5 36.371 204.099 B 1 2.995 9.392 C 3 2.333 11.877 D 10 1.286 5.179 E 30 666 3.688 F 50 985 2.011 G 70 746 1.675 H 100 3.954 7.190 Total 49.336 245.111 10 Impostos e contribuições – ativo e passivo (a) Impostos a recuperar Cartão de crédito 499.336 64.106 10.362 9.445 8.225 8.956 8.541 9.045 34.772 652.788 Desconto de cheque 56 38 90 184 Total 499.336 304.632 22.787 23.745 14.690 13.310 11.537 11.466 45.916 947.419 Controladora Setembro de 2009 Ativo circulante Imposto de renda Contribuição social Pis repique Outros Ativo não circulante Fundo de Investimento Social - FINSOCIAL (i) INSS autônomos (i) Adicional de Imposto de Renda Estadual – AIRE (i) Imposto de renda Contribuição social PIS 19/11/2009 17:32:47 Provisão 1.523 228 712 1.469 3.993 5.769 8.026 45.916 67.636 Consolidado Junho de Setembro de 2009 2009 Junho de 2009 10.138 160 1 9.966 224 - 27.313 5.985 320 3.382 26.551 5.729 320 3.387 10.299 10.190 37.000 35.987 - - 3.204 1.336 130 1.127 459 1.134 3.204 1.896 130 964 400 1.126 - - 7.390 7.720 Pág: 46 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (i) Ativos contingentes FINSOCIAL A controlada Porto Seguro ingressou com Ação de Repetição de Indébito dos valores cobrados e recolhidos à União Federal a título de FINSOCIAL relativos ao período de fevereiro de 1989 a outubro de 1990. A ação foi julgada procedente, com trânsito em julgado, condenando a União Federal a restituir à Porto Seguro o indébito em dez parcelas, por meio de precatório. Apesar do trânsito em julgado da ação, as parcelas de nº 05 a 08 foram bloqueadas por penhora na Ação de Execução Fiscal relativa aos débitos de PIS. A controlada está pleiteando a liberação das parcelas bloqueadas. Instituto Nacional do Seguro Social - INSS autônomos A controlada Porto Seguro ingressou com Ação de Repetição de Indébito em razão da contribuição de 20% ao INSS, incidente sobre pagamento a autônomos, avulsos e administradores. A ação foi julgada procedente, com trânsito em julgado, condenando a União Federal a restituir a Porto Seguro o indébito em dez parcelas, por meio de precatório. Até o momento, foram liberadas 08 parcelas. Apesar do trânsito em julgado da ação, as parcelas de nº 06 e 07 foram bloqueadas por penhora na Ação de Execução Fiscal relativa aos débitos de PIS. A parcela de nº 08 foi liberada em 26/06/2009. A controlada está pleiteando a liberação das parcelas bloqueadas. Adicional de Imposto de Renda Estadual – AIRE As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida e Porto Consórcio ingressaram com Ação de Repetição de Indébito dos valores cobrados e recolhidos ao Estado de São Paulo a título de AIRE. A ação foi julgada procedente, condenando a Fazenda Estadual a restituir o indébito em 10 parcelas por meio de precatório. Até o momento foram liberadas 05 parcelas. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 47 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (b) Impostos e contribuições a recolher Controladora Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 Setembro de 2009 Junho de 2009 - - 72.086 64.842 9 6 - 7 34 13 4 - 12.075 25.150 10.291 5.155 2.848 2.280 8.749 12.280 17.800 7.108 4.899 2.567 2.135 7.023 15 58 138.634 118.654 Passivo Circulante IOF sobre prêmios de seguros Contribuições ao INSS e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS Imposto de renda Contribuição social IRRF Imposto Sobre Serviços - ISS retido na fonte Contribuições PIS e COFINS Outros (i) (i) Refere-se, principalmente, a impostos da controlada Porto Seguro Uruguay no montante de R$ 5.269 (Junho de 2009 - R$ 4.447). (c) Imposto de renda e contribuição social diferidos – não circulante Realizável a longo prazo Diferenças temporárias Provisão para obrigações legais – COFINS Provisão para obrigações legais – PIS e INSS Provisão – Outras (i) Provisão para obrigações legais – majoração de alíquota CSLL Provisão tributária – prejuízo fiscal Provisão constituída para perdas com créditos tributários decorrentes de prejuízo fiscal (i) Controladora Consolidado Setembro de 2009 - Junho de 2009 - Setembro de 2009 266.620 37.073 68.154 Junho de 2009 256.077 35.037 59.586 9.010 9.044 38.076 9.010 34.377 9.044 (9.010) (9.044) (9.010) (9.044) - - 409.923 385.077 Referem-se, principalmente, às provisões constituídas de devedores duvidosos, processos trabalhistas e contingências cíveis. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 48 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Exigível a longo prazo Natureza Imposto de renda e contribuição social sobre a realização futura da reserva de reavaliação Imposto de renda e contribuição social sobre os efeitos de títulos e valores mobiliários a ajuste a valor de mercado 19/11/2009 17:32:47 Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 41.338 41.863 859 653 42.197 42.516 Pág: 49 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (d) Reconciliação da despesa de imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro 19/11/2009 17:32:47 Pág: 50 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (i) Vide Nota 24 item (a). 19/11/2009 17:32:47 Pág: 51 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 11 Demais contas a receber Controladora Setembro de Junho de 2009 2009 Circulante Comissões em processamento (i) Créditos a receber do IRB Adiantamentos a funcionários Cheques a regularizar/depositar Contas a receber de segurados Convênio DPVAT Contas a receber Despesas antecipadas Adiantamentos a despachantes Adiantamentos administrativos Adiantamentos a fornecedores Outras Não circulante Adiantamentos a funcionários Créditos a receber Outras Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 144 118 40 71 125.063 30.216 21.330 11.709 7.780 6.506 5.564 4.561 4.043 3.336 127 7.277 104.667 29.684 15.366 11.834 7.690 4.432 5.482 3.029 3.920 3.873 127 5.775 262 111 227.512 195.879 100 100 3.149 1.963 1.595 2.642 1.721 1.330 100 100 6.707 5.693 (i) São representadas por pagamentos de comissões a corretores sobre apólices em processo de emissão. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 52 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 12 Outros valores e bens Consolidado Salvados à venda (i) Almoxarifado Equipamentos GPS Bens não de uso próprio (ii) Setembro de 2009 Junho de 2009 36.629 5.533 203 2.716 41.689 6.613 210 2.881 45.081 51.393 (i) Salvados decorrentes de perdas totais e recuperação de veículos roubados/furtados em sinistros de automóveis, registrados pelo valor estimado de realização. (ii) Referem-se a bens recebidos em ação de pagamento, bem como a bens objeto de reintegração de posse, destinados à venda. 13 Depósitos judiciais Consolidado Imposto de Renda e Contribuição Social (i) Compensação Prejuízo Fiscal base IR (ii) Sinistros Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL INSS Autônomos ITBI Outros Setembro de 2009 Junho de 2009 191.208 51.047 45.103 8.388 6.455 3.409 1.869 189.681 50.041 44.729 7.202 6.139 2.844 1.645 307.479 302.281 (i) Dedutibilidade de tributos e contribuições na base de cálculo de IRPJ e CSLL. (ii) Referem-se a prejuízos fiscais apurados até 1994, compensados integralmente em 1995, sem observação do limite de 30% do lucro do exercício. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 53 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 14 Participação em controladas - controladora (a) As participações societárias estão assim representadas: Histórico Porto Seguro Capital Social Percentual de participação (%) Azul Seguros Porto Seguro Proteção e Monitoramento Porto Portoseg Portopar Portoserv Crediporto Integração Serviços Portomed Consórcio 680.000 100,00 79.000 99,71 16.984 99,98 29.500 99,99 130.000 99,98 1.500 99,99 200 99,50 500 99,80 60 100,00 100 99,00 Patrimônio líquido das controladas 1.653.609 203.805 32.883 114.525 133.017 12.528 848 224 305 (217) (249) 2.151.278 Participação no patrimônio líquido 1.653.609 203.213 32.875 114.514 132.994 12.527 844 223 305 (214) (249) 2.151.105 49.352 13.572 1.837 7.984 (1.060) 1.812 (19) (68) 136 (385) (93) 1.604.672 189.656 31.039 106.552 134.054 10.714 863 292 169 166 - 49.352 13.533 1.836 7.984 (1.059) 1.812 (19) (68) 136 (380) (93) Ajuste dos títulos e valores mobiliários das controladas (125) 25 - (21) - - - - - - - (121) Ajuste de avaliação patrimonial (291) - - - - - - - - - - (291) 12.526 844 224 305 - - 2.151.105 Lucro líquido (prejuízo) do trimestre das controladas Valor contábil do investimento da controladora Saldos em 30 de junho de 2009 Resultado de equivalência patrimonial trimestre Saldos em 30 de setembro de 2009 1.653.608 203.214 32.875 114.514 132.994 150 99,93 Total 937.994 73.070 2.078.176 73.034 Participação - % 2009 e 2008 Controladas indiretas Porto Seguro Vida Porto Seguro Saúde Porto Seguro Uruguay Porto Seguro Atendimento 19/11/2009 17:32:47 99,97 99,99 100,00 99,00 Pág: 54 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (b) Deságio Em 28 de novembro de 2003, a Companhia adquiriu o controle acionário da Azul Seguros, tendo apurado um deságio no montante de R$ 23.831, o qual se encontra registrado na rubrica "Receita diferida” (consolidado) e como redutora do investimento na controladora. 15 Imobilizado e intangível – consolidado (a) Imobilizado Terrenos (i) Edificações (ii) Informática Equipamentos Equipamentos c/ terceiros Móveis, máq. e utensílios Veículos Saldo em 30 de junho de 2009 160.860 214.011 46.369 15.121 9.726 24.443 9.933 Custo total Depreciação acumulada 160.860 - 229.012 (15.001) 123.077 (76.708) 36.216 (21.095) 10.074 (348) 46.528 (22.085) 15.146 (5.213) Valor residual 160.860 214.011 46.369 15.121 9.726 24.443 9.933 - (1.312) 1.537 (103) (140) (4.007) 3.400 (1.307) (506) (660) 1.609 (1.491) 954 (5) (124) (992) 621 23 (474) (652) Saldo em 30 de setembro de 2009 160.860 212.699 43.656 16.048 9.844 24.276 9.451 Custo total Depreciação acumulada 160.860 - 229.000 (16.301) 119.351 (75.695) 37.645 (21.597) 15.331 (5.487) 46.979 (22.703) 15.278 (5.827) Valor residual 160.860 212.699 43.656 16.048 9.844 24.276 9.451 0 2,5 20 10 10 10 20 Aquisição Transferência Alienação Depreciação/ exaustão/amortização Taxas anuais de depreciação - % Rastreadores Outras imobilizações Total em operação Obras em andamento Saldo em 30 de junho de 2009 104.477 3.393 588.333 36.557 624.890 Custo total Depreciação acumulada 180.137 (75.660) 7.392 (3.999) 808.442 (220.109) 36.557 - 844.999 (220.109) Valor residual 104.477 3.393 588.333 36.557 624.890 2.120 (256) (1.595) (14.671) 183 (799) 464 136 8.815 (838) (2.375) (23.649) 7.875 - 16.690 (838) (2.375) (23.649) 90.075 3.377 570.286 44.432 614.718 180.150 (90.075) 7.367 (3.990) 811.961 (241.675) 44.432 - 856.393 (241.675) 90.075 3.377 570.286 44.432 614.718 Aquisição Transferência Alienação Depreciação/ exaustão/amortização Saldo em 30 de setembro de 2009 Custo total Depreciação acumulada Valor residual Taxas anuais de depreciação - % 19/11/2009 17:32:47 Imobilizado total 33,33 Pág: 55 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (i) (ii) Esse item não é depreciado. Para esse item, foi utilizada taxa média ponderada. (b) Intangível Desenvolvimento de sistemas Outros ativos intangíveis Ágio na aquisição de investimento (i) Intangível total 26.836 10.462 4.412 41.710 60.677 (33.841) 11.525 (1.063) 4.940 (528) 77.142 (35.432) 26.836 10.462 4.412 41.710 6.659 (32) (1.832) 6 1.147 (1.482) - 6.665 1.147 (32) (3.314) 31.631 10.133 4.412 46.176 67.519 (35.888) 11.612 (1.479) 4.412 - 83.543 (37.367) 31.631 10.133 4.412 46.176 10 à 20 10,69 Saldo em 30 de junho de 2009 Custo total Amortização acumulada Valor residual Aquisição Transferência Alienação Amortização Saldo em 30 de setembro de 2009 Custo total Amortização acumulada Valor residual Taxas anuais de amortização - % 20 (i) Em 02 de janeiro de 2008, foi adquirido o controle acionário da Integração Assessoria e Informática, tendo-se apurado ágio pela expectativa de resultado futuro. O ágio foi amortizado até dezembro de 2008. A partir de janeiro de 2009, o ágio não é mais amortizado, permanecendo apenas a aplicação do teste de recuperabilidade previsto pelo Pronunciamento Técnico - CPC 01. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 56 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 16 Contas a pagar Consolidado Operações com cartão de crédito (i) Fornecedores Cheques não compensados Participações nos lucros Devolução a consorciados Provisão cartão de crédito fidelidade Outras Setembro de 2009 Junho de 2009 505.912 35.058 20.648 9.159 6.969 3.471 2.949 422.345 33.864 18.683 8.000 6.782 1.569 2.139 584.166 493.382 (i) Refere-se principalmente a valores a pagar a estabelecimentos filiados decorrentes de operações com cartões de crédito. 17 Pagamentos a efetuar – controladora Referem-se a valores a pagar pela controladora decorrente da aquisição da Integração, o pagamento será feito em cinco parcelas anuais a partir de janeiro de 2009, com a última parcela vencível em 2 de janeiro de 2013, o valor de cada parcela é ajustado mensalmente incorporando a variação acumulada da taxa SELIC. 18 Depósitos de terceiros - consolidado Referem-se, principalmente, a valores recebidos de segurados para quitação de apólices em processo de emissão e de recebimentos de prêmios de seguros fracionados em processamento. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 57 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 19 Outros débitos de seguros a pagar Consolidado Serviços de assistência Contas a pagar - DPVAT Provisão despesa operacional Comissões diferidas - Resseguro Prêmios a restituir Agentes e Correspondentes Seguradoras Outros 19/11/2009 17:32:47 Setembro de 2009 Junho de 2009 23.055 4.392 4.387 3.227 2.644 746 517 3.930 27.617 2.872 5.229 1.129 3.504 628 518 3.060 42.898 44.557 Pág: 58 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 20 Provisões técnicas de seguros e previdência complementar - consolidado (a) Seguros Sinistros e benefícios a liquidar - (*) Provisão de prêmios não ganhos Automóvel DPVAT Patrimonial Riscos financeiros Saúde Pessoas Responsabilidades Transportes Outros Porto Seguro Uruguay Circulante Não circulante Provisão de sinistros ocorridos mas não avisados Setembro de 2009 Junho de 2009 Setembro de 2009 Junho de 2009 Setembro de 2009 Junho de 2009 1.756.925 143.201 103.213 12.287 35.581 3.627 3.944 6.135 1.633.661 143.716 98.098 12.473 35.969 3.482 3.195 735 225.960 129.178 34.080 19.531 23.896 61.646 17.826 11.719 2.039 222.532 107.971 35.822 21.729 24.206 59.140 18.267 9.884 1.465 29.526 10.883 1.654 4.174 46.356 19.815 433 897 409 29.308 21.906 1.562 3.581 47.805 18.915 427 784 406 2.064.913 1.931.329 525.875 501.016 114.147 124.694 18.083 18.507 25.499 25.952 58 58 2.082.996 1.949.836 551.374 526.968 114.205 124.752 2.066.726 1.942.336 551.374 526.968 114.205 124.752 16.270 7.500 - - - - Provisão de insuficiência de prêmios (PIP) Provisão de riscos não expirados (PRNE) Provisão matemática - seguros Setembro de 2009 Junho de 2009 Setembro de 2009 Junho de 2009 Setembro de 2009 Junho de 2009 1.139 - 1.168 - 15.374 - 14.069 - 21.027 273.622 27.430 244.780 1.139 1.168 15.374 14.069 294.649 272.210 1.139 1.168 15.027 13.925 294.649 272.210 - - 347 144 - - Pessoas VGBL Circulante Não circulante 19/11/2009 17:32:47 Pág: 59 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (*) A provisão de sinistros a liquidar está sendo demonstrada pelo valor líquido dos efeitos do cosseguro. Os sinistros em discussão judicial, no montante de R$ 241.060 (Junho de 2009 - R$ 229.005) estão provisionados na rubrica "Sinistros e benefícios a liquidar", no passivo circulante, com base nos valores estimados pelos consultores legais, pelo departamento jurídico das controladas e na experiência histórica das áreas técnicas para cada ramo de seguro, conforme demonstrado a seguir: Consolidado Riscos de perda Provável Possível Remota Quantidade de processos 19/11/2009 17:32:47 Setembro de 2009 Junho de 2009 120.458 117.458 3.144 113.009 113.121 2.875 241.060 229.005 18.814 18.719 Pág: 60 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (b) Previdência complementar Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 Saldo inicial Contribuições Despesas com benefícios e resgates Atualização monetária e juros Outras movimentações 890.082 31.011 (27.560) 33.954 136 862.517 29.384 (27.382) 24.547 1.016 Saldo final 927.623 890.082 864.092 27.842 35.689 927.623 829.715 25.291 35.076 890.082 1.490 1.655 929.113 891.737 928.310 890.815 803 922 Sendo: Provisão matemática - previdência Benefícios concedidos - previdência Provisão de insuficiência de contribuições – PIC Benefícios concedidos - saúde Circulante Não circulante 19/11/2009 17:32:47 Pág: 61 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (c) Outras Provisões – seguros e previdência complementar - consolidado Outras Provisões (i) (i) Setembro de 2009 Junho de 2009 VGBL Patrimonial Pessoas Transportes DPVAT Automóvel Responsabilidades Outros 13.844 11.369 9.258 3.904 4.705 1.447 1 73 13.879 10.518 8.964 4.089 5.981 1.733 1 142 Total Os saldos considerados como outras provisões referem-se: 44.601 45.307 Setembro de 2009 Junho de 2009 16.792 16.572 3.177 3.039 2.592 1.060 971 398 15.746 18.023 3.435 3.040 2.661 995 986 421 44.601 45.307 Provisão de oscilação de riscos Provisão de despesas administrativas Provisão de resgate e outros valores Provisão de estratégia comercial Provisão garantia estendida Provisão de obrigações legais Provisão complementar de prêmios Outras 19/11/2009 17:32:47 Pág: 62 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (d) Garantia das provisões técnicas De acordo com as normas vigentes, foram vinculados à SUSEP e à ANS os seguintes ativos: Setembro de 2009 Junho de 2009 Ramos elementares e vida em grupo Previdência complementar Vida com cobertura de sobrevivência Seguro saúde 2.681.228 945.794 322.400 84.029 2.535.420 906.674 297.815 86.138 Total das provisões técnicas 4.033.451 3.826.047 (-) Operações com resseguradoras (-) Fundos e reservas retidos pelo IRB (-) Direitos creditórios (i) (35.801) (463) (869.823) (30.326) (484) (784.583) Montante a ser garantido 3.127.364 3.010.654 Títulos de renda fixa públicos Títulos de renda fixa privados Quotas de fundos de investimento Quotas de fundos especialmente constituídos 430.324 299.835 1.784.745 660.613 620.334 339.281 1.493.083 610.845 Garantias das provisões técnicas 3.175.517 3.063.543 (i) Montante correspondente às parcelas a vencer componentes dos prêmios a receber e de apólices de riscos a decorrer. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 63 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 21 Recursos de aceites e emissão de títulos - consolidado Referem-se a emissão de títulos pós-fixados (Letras de Câmbio) com as Instituições Financeiras e não Financeiras no país, atualizados mensalmente a 106,0%, 107,0% e 109,0% do CDI, respectivamente, assim composto: Data Captação Vencimento 14.08.09 17.09.09 10.02.10 16.03.10 Fator CDI (106,0%) 19.12.08 19.12.08 05.01.09 07.01.09 02.03.09 20.03.09 06.04.09 19.12.09 19.12.09 05.01.10 07.01.10 02.03.10 19.03.10 06.04.10 Fator CDI (107,0%) 04.05.09 Fator CDI (109,0%) 19/11/2009 17:32:47 04.05.10 Valor Original Setembro de 2009 Junho de 2009 30.000 30.000 30.336 30.094 - 60.000 60.430 - 10.000 10.000 10.000 10.000 10.000 10.000 10.000 - 10.613 10.613 10.562 10.551 10.356 10.287 10.237 70.000 - 73.219 5.000 - 5.081 5.000 - 5.081 135.000 60.430 78.300 Pág: 64 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 22 Obrigações por empréstimos e repasses - consolidado Em setembro de 2009, havia um contrato de empréstimo no valor de R$ 34.421, vinculado a um contrato de swap com remuneração mensal do CDI, assim composto: Captação 08.08.07 13.06.08 Circulante Não Circulante 19/11/2009 17:32:47 Vencimento 24.07.09 30.07.10 Valor original Setembro de 2009 Junho de 2009 19.994 34.421 54.415 40.465 40.465 25.949 43.364 69.313 40.465 - 25.949 43.364 Pág: 65 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 23 Depósitos interfinanceiros – consolidado Referem-se a captações de recursos com as Instituições Financeiras no país, atualizados mensalmente as taxas entre 103,0% e 111,0% do CDI, respectivamente assim compostos: Data Captação Vencimento 07.12.07 26.11.09 Fator CDI (103,0%) 01.02.08 21.01.10 Fator CDI (103,5%) Valor Original Setembro de 2009 Junho de 2009 18.000 22.040 21.555 18.000 22.040 21.555 14.800 17.844 17.450 14.800 17.844 17.450 09.04.09 08.07.09 8.000 - 8.181 22.04.09 17.07.09 21.07.09 15.10.09 13.000 20.000 20.377 13.253 - 41.000 20.377 21.434 20.000 20.239 - 20.000 20.239 - Fator CDI (109,0%) 13.08.09 09.02.10 Fator CDI (109,5%) 13.02.09 13.08.09 15.000 - 15.622 22.05.09 17.05.10 30.000 31.042 30.313 25.09.09 20.09.10 50.000 50.054 - 95.000 81.096 45.935 13.000 13.248 - 13.000 13.248 - Fator CDI (110,0%) 17.07.09 13.01.10 Fator CDI (110,5%) 15.06.09 14.12.09 10.000 10.286 10.042 11.05.09 09.11.09 16.000 16.624 16.230 18.05.09 16.11.09 10.000 10.368 10.122 08.07.09 05.01.10 Fator CDI (111,0%) 19/11/2009 17:32:47 8.000 8.175 - 44.000 45.453 36.394 245.800 220.297 142.768 Pág: 66 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 24 Passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias A Companhia e suas controladas são partes envolvidas em processos judiciais, de natureza tributária, trabalhista e cível. As provisões para as perdas decorrentes desses processos são estimadas e atualizadas pela Administração, amparada pela opinião do departamento jurídico da Companhia e de seus consultores legais externos. (i) Os saldos das provisões constituídas são os seguintes: Controladora a) Obrigações legais (-) Depósitos judiciais b) Contingências trabalhistas (-) Depósitos judiciais c) Contingências cíveis (-) Depósitos judiciais Total Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 Setembro de 2009 Junho de 2009 51.608 (51.608) 50.718 (50.718) 1.546.119 (565.559) 1.483.426 (544.440) - - 980.560 938.986 - - 14.476 (6.974) 14.731 (6.981) - - 7.502 7.750 - - 12.150 (1.717) 11.933 (1.707) - - 10.433 10.226 - - 998.495 956.962 Os passivos contingentes e as obrigações legais são apresentados pelo valor líquido dos depósitos judiciais, quando aplicável, de acordo com a Deliberação CVM nº.489/05. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 67 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (ii) As movimentações das contingências passivas foram: Consolidado Setembro de 2009 Obrigações legais Contingências Junho de 2009 Obrigações legais Contingências Fiscais Trabalhistas Cíveis Saldo inicial Constituições Reversões (*) Atualização monetária 1.483.426 41.464 (533) 14.731 1.440 (1.695) 11.933 1.115 (942) 1.423.672 44.953 - 16.567 1.243 (3.079) 10.926 1.374 (475) 21.762 - 44 14.801 - 108 Saldo final 1.546.119 14.476 12.150 1.483.426 14.731 11.933 (-) Depósitos judiciais (565.559) (6.974) (1.717) (544.440) (6.981) (1.707) 980.560 7.502 10.433 938.986 7.750 10.226 101 448 540 102 476 479 Provisão líquida Quantidade de processos Fiscais Trabalhistas Cíveis (*) Vide item (b) abaixo. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 68 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (a) Obrigações legais - fiscais e previdenciárias – Composição por natureza (i) Saldo das provisões: Controladora Consolidado Setembro de 2009 Junho de 2009 Setembro de 2009 Junho de 2009 COFINS PIS INSS autônomos Contribuição social – Ded. Base imposto Contribuição social – Dif. Alíquota 6% Imposto de renda Provisão PAT Outros 42.402 9.206 - 41.671 9.047 - 912.714 239.252 140.954 168.203 55.064 20.944 3.500 5.488 878.466 232.610 137.422 160.589 39.008 26.266 2.940 6.125 Total de contingências fiscais 51.608 50.718 1.546.119 1.483.426 (51.608) (50.718) (565.559) (544.440) - - 980.560 938.986 (-) Depósitos judiciais Provisão líquida (ii) Descrição da situação atual dos processos judiciais: COFINS Com o advento da Lei nº. 9.718/98, as companhias de seguros e de previdência complementar, dentre outras, ficaram sujeitas ao recolhimento da COFINS, incidente sobre suas receitas à alíquota de 3%, a partir de fevereiro de 1999, e de 4% depois da promulgação da Lei nº. 10.684/03. As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde e Azul Seguros questionaram judicialmente essa tributação, bem como a base de cálculo fixada pela Lei nº. 9.718/98, que conceituou faturamento como equivalente à receita bruta. Em 28 de junho de 2006, na ação movida pelas controladas Porto Seguro e Porto Seguro Vida, transitou em julgado a decisão do STF que afastou a incidência da COFINS sobre outras receitas que não aquelas provenientes de prestação de serviços e vendas de mercadorias. Dessa forma, foi efetuada em outubro de 2006, a reversão da parcela das provisões contábeis relacionadas à incidência da COFINS sobre receitas financeiras. Tendo em vista os recursos interpostos pela União, os quais ainda estão pendentes de julgamento, a Companhia mantém o saldo da provisão contábil sobre as receitas de prêmio de seguros. Na ação movida pela controlada Porto Seguro Saúde, atualmente, aguarda-se julgamento do Recurso Extraordinário interposto em 16/07/2008 pela União, em razão da negativa de 19/11/2009 17:32:47 Pág: 69 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS provimento de Agravo Regimental. A controlada continua realizando mensalmente depósitos judiciais, relativos aos valores discutidos. Na ação movida pela controlada Azul Seguros, aguarda-se julgamento dos Embargos de Declaração opostos contra decisão que negou provimento de Agravo interposto pela controlada nos autos do Recurso Extraordinário. PIS As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde e Azul Seguros discutem a exigibilidade da contribuição ao PIS, instituída nos termos das Emendas Constitucionais - EC nºs. 01/94, 10/96 e 17/97 e da Lei nº. 9.718/98, as quais alteraram a base de cálculo e a alíquota da contribuição, que passou a incidir sobre a receita bruta operacional. No caso da EC nº 01/94, há sentença e acórdão parcialmente procedentes à controlada Porto Seguro. Com a edição da súmula 8 e a decisão do STF com relação ao prazo decadencial das contribuições sociais, em 29/08/2008 foi feita a reversão contábil de toda a provisão do período discutido nesse processo, no montante de R$ 35.962 (revertidas em despesas com tributos e despesas financeiras no montante de R$ 11.283 e R$ 24.679, respectivamente). Atualmente, aguarda-se julgamento de recurso interposto pela Controlada. O processo da controlada Porto Seguro Vida encontra-se com recursos pendentes de julgamento. Na ação movida pela controlada Azul Seguros, o processo encontra-se pendente de julgamento de recurso. No caso da EC nº 10/96, foram proferidas sentença e acórdão procedentes. Os valores sem suspensão da exigibilidade foram depositados judicialmente. Atualmente, as controladas Porto Seguro e Porto Vida aguardam julgamento dos Recursos Especial e Extraordinário interpostos em 04/12/2008. Na ação movida pela controlada Azul Seguros, foi proferida sentença que julgou procedentes os pedidos formulados. Em face desta decisão, a União Federal interpôs Recurso de Apelação, o qual encontra-se pendente de julgamento. No caso da EC nº 17/97, há sentença e acórdão parcialmente procedentes. As controladas Porto Seguro e Porto Seguro Vida interpuseram Recursos Especial e Extraordinário, que se encontram pendentes de julgamento no STJ e STF, respectivamente. Na ação movida pela controlada Azul Seguros, foi proferido acórdão procedente. Atualmente, o processo encontra-se em fase de liquidação do julgado, para apuração do valor a ser levantado pela controlada e do montante a ser convertido em renda da União Federal. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 70 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Lei nº 9.718/98, há sentença procedente e acórdão, o qual determinou que os autos voltassem para primeira instância para um novo julgamento, cujo teor foi publicado em 28/02/2008, reconhecendo o direito de recolhimento do PIS sem o alargamento da base de cálculo introduzido pelo artigo 3º § 1º da Lei 9.718/98, a partir do período-base de 2000. Atualmente, aguardam-se julgamentos dos recursos interpostos pelas controladas Porto Seguro e Porto Seguro Vida. No processo da controlada Porto Seguro Saúde, há sentença improcedente e, em face desta decisão, foram protocolizados Recursos que, atualmente, se encontram pendentes de julgamento. A controlada deposita judicialmente os valores discutidos. Na ação movida pela controlada Azul Seguros, foi proferido acórdão julgando parcialmente procedente o pedido formulado. Em face dessa decisão, a União Federal interpôs Recursos Especial e Extraordinário, os quais ainda se encontram pendentes de julgamento. Com a edição da Lei nº 11.941 em 27/05/2009, foi revogado expressamente o § 1º do art. 3º da Lei nº 9.718/98 que tratava do alargamento da base de cálculo das contribuições para o PIS. Assim, a partir do mês de maio de 2009, as controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde e Azul Seguros, deixaram de provisionar os valores relativos ao PIS incidente sobre outras receitas, no montante de R$ 993. PIS e COFINS – Receitas de Juros sobre Capital Próprio A Companhia propôs ação visando discutir a legalidade e a constitucionalidade do parágrafo único do artigo 1º do Decreto nº. 5.164/04, que dispõe sobre a incidência de PIS e COFINS sobre os valores recebidos a título de juros sobre o capital próprio. Foi proferida sentença improcedente, contra a qual a Companhia interpôs Recurso de Apelação, que se encontra pendente de julgamento. Instituto Nacional do Seguro Social - INSS autônomos As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde e Portopar discutem judicialmente os valores relativos à contribuição previdenciária, requerendo a suspensão da exigibilidade da referida contribuição incidente sobre as remunerações dos autônomos, empresários e avulsos, nos termos da Lei nº. 9.876/99, por entender ser indevido o adicional de 2,5% exigido somente para as instituições financeiras. As sentenças proferidas julgaram improcedentes os pedidos e, atualmente, os processos encontram-se com recursos pendentes de julgamento. Na ação movida pela controlada Azul Seguros, os valores referentes à contribuição estão sendo depositados em conta judicial para fins de suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Em face da sentença que julgou improcedente o pedido, a controlada interpôs Recurso de Apelação, que se encontra pendente de julgamento. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 71 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (dedutibilidade da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ) As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida e Porto Seguro Saúde questionam a legalidade e a constitucionalidade da Lei nº. 9.316/96, que proibiu a dedução da despesa da CSLL para a formação da base de cálculo do IRPJ. Na ação movida pelas controladas Porto Seguro e Porto Seguro Vida foi obtida liminar e sentença procedente. A União interpôs recursos que se encontram pendentes de julgamento. A exigibilidade dos créditos está suspensa em decorrência de liminar concedida em sede de ação cautelar proposta no STF. Na ação movida pela controlada Porto Seguro Saúde, foi proferida sentença procedente para autorizar a dedução da CSLL na base do IR e da própria CSLL. A União interpôs Recurso de Apelação, que se encontra pendente de julgamento. Contribuição social (diferencial de alíquota – 9% para 15% da CSLL) As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde, Azul Seguros, Portoseg e Portopar questionam a legalidade e a constitucionalidade da Medida Provisória nº 413/2008, que majorou a alíquota da contribuição social das instituições financeiras e seguradoras de 9% para 15%. Foi proferida sentença denegando a segurança. Atualmente, as controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde, Portoseg e Portopar aguardam julgamento dos recursos interpostos. As empresas efetuam depósitos judiciais dos valores discutidos. Na ação movida pela controlada Azul Seguros, a liminar foi negada. Foi protocolizado Agravo de Instrumento, convertido em Agravo Retido, que continua pendente de julgamento. Foi protocolizado pedido de reconsideração em virtude da conversão do Agravo, que se encontra pendente de julgamento. Dedutibilidade de tributos e contribuições na base de cálculo de IRPJ e CSLL As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde e Portopar questionam a constitucionalidade da lei que proibiu a dedução de tributos e contribuições discutidos judicialmente na base de cálculo do IRPJ e da CSLL pelo regime de competência. Na ação movida pelas controladas Porto Seguro e Porto Seguro Vida, há liminar obtida para assegurar o direito de recolherem o PIS na forma da LC. 07/70. A liminar foi cassada com a prolação de sentença que denegou a segurança pleiteada. A Porto Seguro e sua controlada Porto Seguro Vida, aguardam julgamento dos recursos interpostos. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 72 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Nas ações movidas pela controlada Porto Seguro Saúde, foram publicadas sentenças e acórdãos improcedentes. Atualmente, a controlada aguarda julgamento dos recursos Especial e Extraordinário, interpostos para reformar as decisões desfavoráveis. Nas ações movidas pela controlada Portopar, foram proferidas sentenças improcedentes. Atualmente, a controlada aguarda julgamento dos recursos de Apelação . Programa de alimentação do trabalhador – PAT As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde, Porto Consórcio, e Azul Seguros impetraram Mandado de Segurança com o intuito de discutir judicialmente as imposições estabelecidas por normas infra-legais, que limitaram o valor da dedução das despesas relativas ao PAT, e impuseram que tais deduções fossem efetuadas diretamente do IR a pagar. Nas ações movidas pelas controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde e Porto Consórcio, foram proferidas sentenças procedentes. Atualmente, aguardase julgamento dos Recursos de Apelação interpostos pela Fazenda Nacional. Na ação movida pela controlada Porto Consórcio, foi proferida sentença, dando integral provimento aos pedidos formulados na ação. Atualmente, aguarda-se julgamento do recurso de Apelação interposto pela União. No processo da controlada Azul Seguros, em 06/02/2009, a medida liminar foi indeferida. Foi interposto Agravo de Instrumento contra esta decisão, que se encontra pendente de julgamento. CPMF A Controlada Portopar impetrou Mandado de Segurança, visando à concessão em definitivo para garantir direito líquido e certo de proceder à compensação integral dos valores indevidamente recolhidos a título de CPMF no período compreendido entre 01/01/2004 a 30/03/2004, nos termos do artigo 74 da Lei nº 9.430/96, com redação dada pela Lei nº 10.637/2002. Foi proferida sentença favorável, concedendo a segurança. Em 20/07/2009, foi feita a reversão contábil da provisão, no montante de R$ 533. Atualmente, aguarda-se julgamento do recurso de Apelação interposto pela União. (b) Contingências trabalhistas As controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde, Azul Seguros, Proteção e Monitoramento e Porto Consórcio são partes em ações de natureza trabalhista, e os pedidos mais frequentes referem-se a horas extras, reflexo das horas extras, descanso semanal remunerado, verbas rescisórias, equiparação salarial e descontos indevidos. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 73 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Adicionalmente às provisões registradas, existem outros passivos contingentes no montante de R$ 7.451 para os quais, com base na avaliação dos advogados das controladas (perda possível), não há constituição de provisão. Em 2009, os critérios utilizados para classificação das probabilidades de perdas das ações trabalhistas foram revisados, através de estudos retrospectivos, e os procedimentos utilizados uniformizados com os consultores legais externos das companhias, para refletir a melhor estimativa das provisões. Essa revisão resultou em reversão no saldo da provisão no trimestre findo em 30/09/2009 de R$ 1.695. (c) Contingências cíveis As controladas Porto Seguro, Azul Seguros, Porto Consórcio, Porto Proteção, Portoseg e Porto Seguro Saúde são partes integrantes em processos de natureza cível, cujas ações judiciais possuem objetivos diversos. Adicionalmente às provisões registradas, existem outros passivos contingentes não registrados contabilmente no montante em riscos de R$ 18.917 para os quais, com base na avaliação dos consultores jurídicos externos das controladas (perda possível), não há constituição de provisão. 25 Patrimônio líquido - controladora (a) Capital social Em 30 de setembro de 2009, o capital social subscrito e integralizado é de R$ 920.000, dividido em 229.349.211 ações ordinárias nominativas escriturais e sem valor nominal. (b) Reservas (i) Reserva de Capital Em novembro e dezembro de 2004 foram emitidas 6.881.216 ações no valor unitário de R$ 18,75, sendo R$ 6,89 de cada ação destinados à conta "Ágio na subscrição de ações", totalizando R$ 47.412. (ii) Reserva de Reavaliação Constituída em exercícios anteriores em decorrência das reavaliações de bens do ativo imobilizado com base em laudos de avaliação. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 74 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS A realização dessa reserva, proporcional à depreciação dos bens reavaliados, foi transferida para lucros acumulados no montante de R$ 1.057 (Junho de 2009 R$ 707). Esse valor será considerado para cálculo de dividendos mínimos obrigatórios. A administração decidiu pela manutenção dos saldos existentes da reserva de reavaliação até a efetiva realização, conforme previsto na Lei 11.638/07. (iii) Reserva Legal É constituída mediante a apropriação de 5% do lucro líquido do exercício, em conformidade com o artigo 193 da Lei das Sociedades Anônimas. (iv) Reserva Estatutária Destina-se ao registro das parcelas dos lucros de cada exercício não realizadas e decorrentes do ajuste do valor do investimento em controladas pela equivalência patrimonial, as quais são contabilizadas nas controladas na conta "Reserva estatutária", destinada à manutenção do total do patrimônio líquido em montante adequado ao atendimento das exigências legais de margem de solvência e de cobertura dos passivos não operacionais das controladas. (v) Ações em tesouraria e programa de recompra de ações Em Assembleia Geral Extraordinária de 27 de março de 2009, deliberou-se o cancelamento de 1.293.600 ações ordinárias, sem valor nominal existentes em tesouraria até fevereiro de 2009, no montante de R$23.462, deduzido do recurso das reservas de lucros. Após este cancelamento a Companhia passou a ter 229.349.211 ações ordinárias. Em 17 de fevereiro de 2009, o Conselho de Administração aprovou a renovação do programa de recompra de ações, com as mesmas condições do programa anterior, com prazo de até 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias contados a partir de 18 de fevereiro de 2009 e quantidades de até 7.000.000 (sete milhões) de ações ordinárias, correspondendo a 8,18% do total desta classe de ação em circulação, que é de 85.540.930 (oitenta e cinco milhões, quinhentos e quarenta mil e novecentos e trinta ações), já considerando o desdobramento das ações e até a presente data, não houve nenhuma recompra. (c) Dividendos De acordo com o estatuto social, são assegurados aos acionistas dividendos mínimos obrigatórios de 25% calculados sobre o lucro líquido do exercício ajustado. O pagamento do dividendo obrigatório poderá ser limitado ao montante do lucro líquido que tiver sido realizado nos termos da Lei. O pagamento de Juros sobre o capital próprio - JCP é imputado ao dividendo mínimo obrigatório. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 75 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 26 Prêmios de seguros auferidos - consolidado Os prêmios auferidos compreendem os prêmios de seguros emitidos, líquidos de cancelamentos, restituições e cessões de prêmios a congêneres. Os valores dos principais grupos de ramos de seguro estão assim compostos: 2009 Automóvel DPVAT Saúde Pessoas Patrimonial Transportes Responsabilidades Riscos financeiros Porto Seguro Uruguay Prêmios de VGBL 19/11/2009 17:32:47 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 944.366 55.538 163.471 70.446 70.494 20.253 2.424 48.109 12.245 1.387.346 2.553.650 167.543 500.716 212.354 204.936 58.969 5.976 136.150 39.184 3.879.478 809.668 37.627 168.630 77.928 72.613 25.464 2.022 43.072 17.354 1.254.378 2.298.078 133.659 468.029 203.182 195.798 66.782 5.731 114.476 38.632 3.524.367 23.938 66.695 18.437 50.764 1.411.284 3.946.173 1.272.815 3.575.131 Pág: 76 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 27 Sinistros retidos Os sinistros retidos compreendem as indenizações avisadas, líquidas de recuperação de resseguro e co-seguro, salvados e ressarcimento. Os valores dos principais grupos de ramos de seguro estão assim compostos: Sinistro retido 2009 Automóvel DPVAT Saúde Pessoas Patrimonial Transportes Responsabilidades Riscos financeiros Porto Seguro Uruguay Sinistralidade % 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim 465.436 48.478 129.475 23.168 25.164 12.581 299 17.492 1.341.331 146.473 385.745 67.627 84.613 30.790 1.287 61.972 377.834 29.412 141.450 23.461 25.014 11.210 1.113 13.620 5.092 14.950 727.185 2.134.788 2009 Jan a Set 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 1.147.351 107.964 370.511 59.527 74.985 31.618 2.789 40.189 56,7 84,7 79,0 35,0 41,6 64,3 13,6 41,2 56,4 87,7 76,9 35,0 45,8 53,6 22,8 50,9 51,0 79,1 84,3 32,8 42,9 45,2 62,2 43,6 53,5 81,7 79,4 31,1 46,2 48,3 45,9 46,9 7.595 17.024 41,5 40,4 41,6 44,9 630.709 1.851.958 58,4 58,6 54,8 56,3 28 Despesas gerais e administrativas (a) Despesas administrativas – seguros e outras Controladora 2009 Jan a Set 3º Trim Pessoal Serviços de terceiros Localização e funcionamento Publicidade e publicações legais Donativos e contribuições Multas Convênio DPVAT Outras 153 67 76 136 2 2 1 437 19/11/2009 17:32:47 379 235 176 631 8 17 11 1.457 3º Trim 97 122 75 321 2 4 6 627 2008 Jan a Set 249 380 245 771 9 5 8 1.667 Consolidado 3º Trim 2009 Jan a Set 3º Trim 2008 Jan a Set 121.209 33.468 54.219 24.589 3.518 221 4.625 2.518 363.761 96.811 179.799 56.204 9.028 819 14.539 3.710 112.561 31.847 48.862 20.846 2.355 187 3.364 9.520 324.461 77.133 173.224 53.531 7.909 (1.500) 11.001 9.240 244.367 724.671 229.542 654.999 Pág: 77 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (b) Despesas com tributos – seguros e outras Controladora 2009 COFINS PIS Reversão provisão PIS(i) ICMS (ii) Outras Consolidado 2008 2009 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set - - - - 29.152 4.807 84.389 15.350 26.476 5.102 77.451 15.209 23 68 19 56 57 5.097 160 13.718 (11.283) 272 4.303 (11.283) 1.612 11.123 23 68 19 56 39.113 113.617 24.870 94.112 (i) Vide nota 24 item (a) (ii). (ii) Referem-se a impostos sobre a venda de GPS da controlada Porto Seguro Proteção e Monitoramento. 29 Resultado financeiro (a) Receitas Controladora Quotas de fundos de investimento Operações de seguros (i) Operações de PGBL Variações monetárias dos depósitos judiciais Outras 2009 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 745 99 7.862 532 844 8.394 Consolidado 2009 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 2.033 203 5.458 101.386 - 35.871 - 14.663 7.186 203 6.771 334.473 103.413 47.088 22.197 27.152 80.464 36.109 4.380 8.190 5.654 291.964 106.221 22.085 21.125 23.370 2.236 5.661 165.877 534.323 134.797 464.765 (i) Referem-se, basicamente, a encargos sobre fracionamento de prêmios de seguros que são apropriados pelo prazo do parcelamento. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 78 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (b) Despesas Controladora 2009 Operações de previdência Operações de PGBL Variações monetárias de provisão para tributos a longo prazo Reversão da atualização do PIS (ii) Operações de seguros CPMF (iii) Outras Resultado Financeiro Consolidado 2008 2009 2008 Jan a Set 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a set 3º Trim - - - - 19.563 14.391 35.818 46.349 12.618 5.495 51.619 23.359 44 162 137 1.111 13.567 1.040 (533) 2.472 37.850 2.949 (533) 8.035 15.125 (24.679) 3.992 4.896 39.368 (24.679) 8.823 920 8.261 44 162 137 1.111 50.500 130.468 17.447 107.671 800 8.232 2.099 4.550 115.377 403.855 117.350 357.094 (ii) Vide nota 24 item (a) (ii). (iii) A partir de janeiro de 2008 esta contribuição não é devida, em 2009 houve reversão na Controlada Portopar conforme nota 24 item (a) (ii). 30 Outras receitas e despesas operacionais (a) Receitas Consolidado 2009 Cobrança de custo de apólices Receitas – seguros Outras receitas – cartão de crédito Mora e multa – cartão de crédito Receitas – previdência Outras 19/11/2009 17:32:47 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 50.622 5.925 6.994 3.381 1.946 1.444 70.312 143.390 20.197 14.759 8.823 5.163 3.114 195.446 44.562 5.138 602 511 1.344 901 53.058 124.588 14.049 847 642 3.526 971 144.623 Pág: 79 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (b) Despesas Consolidado 2009 Despesas com dispositivo anti-furto Inspeção de riscos e ações preventivas Supervisão e cobrança Despesas bonificação – Porto Socorro Encargos sociais de operações com seguros Transmissão eletrônica Constituição de provisão para riscos de créditos Despesas com produção Honorários advocatícios Contingências cíveis Outras 31 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 31.743 9.104 7.825 12.807 94.765 29.925 25.524 23.039 22.837 9.926 10.951 8.954 51.121 32.575 29.607 16.099 6.677 5.786 19.879 17.413 6.776 5.057 13.435 19.455 (3.973) 1.306 813 (547) 10.758 82.299 4.414 3.639 2.322 615 27.619 249.154 2.731 1.680 640 144 11.836 81.532 10.959 4.983 4.186 339 25.152 207.911 Partes relacionadas As operações comerciais da Companhia e suas controladas são efetuadas a preços e condições normais de mercado, as quais foram eliminadas na consolidação. As principais transações são: (i) Contas administrativas repassadas pela controlada Porto Seguro pela utilização da estrutura física e de pessoal; (ii) Aluguéis dos prédios cobrados pela controlada Porto Seguro e Porto Seguro Vida; (iii) Prestação de serviços do seguro saúde contratados da controlada Porto Saúde. (iv) Prestação de serviços de monitoramento efetuado pela controlada Porto Seguro Proteção e Monitoramento 19/11/2009 17:32:47 Pág: 80 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (a) Os saldos a receber e a pagar por transações com partes relacionadas estão demonstrados a seguir: Controladora Setembro de 2009 Junho de 2009 504 504 504 504 Passivo Juros sobre o capital próprio e Dividendos a pagar Acionistas Consolidado Demonstração do resultado Controladas diretas Porto Seguro Azul Seguros Porto Seguro Proteção e Monitoramento Porto Consórcio Portoserv Portoseg Portopar Crediporto Portomed Serviços Atendimento Controladas indiretas Porto Seguro Vida Porto Seguro Saúde 19/11/2009 17:32:47 Receitas Despesas 3º Trim 3º Trim 2009 2008 2009 2008 24.531 - 16.376 - 8.932 (3.963) - - 1.383 2.139 150 1.507 332 130 380 87 34 2.756 2.550 384 553 204 170 (190) - - - 2.620 6.837 3.055 10.857 24.531 16.376 24.531 16.376 Pág: 81 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Consolidado Receitas Demonstração do resultado Controladas diretas Porto Seguro Azul Seguros Porto Seguro Proteção e Monitoramento Porto Consórcio Portoserv Portoseg Portopar Crediporto Portomed Serviços Atendimento Controladas indiretas Porto Seguro Vida Porto Seguro Saúde Despesas 2009 Jan a Set 2008 2009 Jan a Set 2008 72.322 - 64.244 - 32.968 12.283 - - 3.812 6.244 893 3.466 924 421 1.051 133 34 6.666 8.016 37 2.193 687 136 23 - - - 8.816 13.560 10.438 23.765 72.322 64.244 72.322 64.244 (b) Transações com pessoal chave da administração, inclui os conselheiros, diretores e membros do comitê executivo, conforme demonstrado a seguir: (i) A remuneração paga ou a pagar por serviços, está demonstrada a seguir: Controladora 2009 Honorários de diretoria e encargos 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 153 153 379 379 97 97 249 249 Consolidado 2009 Participação nos lucros – administradores Honorários de diretoria e encargos 19/11/2009 17:32:47 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set 3.463 3.463 3.079 10.750 13.829 1.065 3.056 4.121 2.402 9.379 11.781 Pág: 82 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 32 Benefícios a funcionários (a) Plano de previdência complementar A partir de 23 de junho de 1994, as controladas Porto Seguro, Porto Seguro Vida, Porto Seguro Saúde, Porto Consórcio, Porto Seguro Proteção e Monitoramento, Portoseg e Portopar implantaram um plano de previdência complementar na modalidade de contribuição variável para os empregados, por meio da Portoprev - Porto Seguro Previdência Complementar, entidade fechada de previdência complementar, sem fins lucrativos. Nos termos do regulamento desse plano, os principais recursos são representados por contribuições de suas patrocinadoras e participantes, bem como pelos rendimentos resultantes das aplicações desses recursos em investimentos. As contribuições efetuadas pelos participantes variam entre 1% e 6% do salário de cada participante e a contribuição da patrocinadora corresponde a 100% do valor de contribuição do participante. Em 30 de setembro de 2009, a Entidade contava com 2.399 (2.308 em 2008) participantes ativos, que efetuaram contribuições no total de R$ 3.274 (R$ 2.930 em 2008). (b) Outros benefícios Consolidado Setembro Vale-alimentação e refeição Assistência médica e odontológica Vale-transporte Instrução Auxílio-creche 19/11/2009 17:32:47 2009 2008 46.750 22.670 6.018 2.049 2.304 42.866 21.245 6.145 1.969 2.144 79.791 74.369 Pág: 83 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 33 Outras informações - consolidado (a) Cobertura de seguros A Companhia e suas controladas adotam uma política de seguros que considera, principalmente, a concentração de riscos e sua relevância, contratados por montantes considerados suficientes pela Administração, levando-se em consideração a natureza de suas atividades. A cobertura dos seguros em valores é assim demonstrada: Importância segurada Setembro Itens Tipos de cobertura Edifícios Quaisquer danos materiais a edificações, instalações de máquinas e equipamentos Incêndio, roubo e colisão - Responsabilidade Civil Facultativa Veículos (b) 2009 2008 188.103 167.939 11.280 15.917 199.383 183.856 Capital adicional embasado no risco de subscrição das sociedades seguradoras A SUSEP divulgou as Resoluções CNSP nºs 155 e 158, em 26 de dezembro de 2006, que instituíram as regras de alocação de capital de riscos provenientes da subscrição para os diversos ramos de seguros e também os critérios de atuação do órgão regulador em relação à eventual insuficiência de capital para as seguradoras, com vigência a partir de janeiro de 2008. Em dezembro de 2007, a SUSEP editou a Resolução nº 178, do CNSP e a Circular SUSEP nº 355 revogando a Resolução nº 158, aumentando o prazo de adequação do capital mínimo de três para quatro anos. Considerar-se-ão, para efeitos das Resoluções citadas, os conceitos abaixo: Capital Mínimo Requerido: montante de capital que uma seguradora deverá manter, a qualquer tempo, para garantia de suas operações e é equivalente à soma do Capital Base com o Capital Adicional; Capital Base: montante fixo de capital que uma sociedade seguradora deverá manter, a qualquer tempo. O Capital Base para garantia das operações das seguradoras em todo país é de R$ 19/11/2009 17:32:47 Pág: 84 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 15.000.000,00 (quinze milhões de reais). Capital Adicional: montante variável de capital que uma sociedade seguradora deverá manter, a qualquer tempo, para garantir os riscos inerentes à sua operação. As controladas Porto Seguro e Azul Seguros estão enquadradas. Portanto, não há necessidade de aporte adicional de capital. (c) Fato relevante Em 23 de agosto de 2009, a Companhia e suas controladas celebraram associação com a Itaú Unibanco Holding S.A. ("Itaú Unibanco"),visando à unificação de suas operações de seguros residenciais e de automóveis, bem como de acordo operacional com o Itaú Unibanco para oferta e distribuição, em caráter exclusivo, de produtos securitários residenciais e de automóveis para os clientes da rede Itaú Unibanco no Brasil e no Uruguai ("Associação"). A efetivação da Associação, submetida ao Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência – SBDC, dependerá de aprovação das assembléias gerais das companhias envolvidas e da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, que aprovou a realização da operação através da Carta Susep/Gabin nº111/2009 de 15 de junho de 2009. (d) Evento Subseqüente - Juros sobre o capital próprio O Conselho de Administração em 16 de outubro de 2009, aprovou o crédito de JCP, no montante de R$ 93.026. O valor de JCP corresponde a R$ 0,4056 por ação, do qual será retido o imposto de renda na fonte à alíquota de 15%, exceto para os acionistas que comprovarem sua condição de isentos e imunes. O valor de JCP, líquido de imposto de renda retido na fonte, é de R$ 0,3448 por ação. O crédito ora aprovado será efetuado contabilmente em 30 de outubro de 2009, com base na posição acionária daquela data, devendo a data de seu pagamento ser fixada na Assembléia Geral Ordinária a ser realizada até 30 de abril de 2010. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 85 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 34 Demonstrações do valor adicionado para os períodos findos em 30 de setembro de 2009 e 2008 19/11/2009 17:32:47 Pág: 86 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 19/11/2009 17:32:47 Pág: 87 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 35 Sumário das diferenças entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de contabilidade – consolidado As práticas contábeis da Companhia e suas demonstrações contábeis consolidadas são elaboradas e apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil ("BR GAAP"), que diferem em alguns aspectos das normas internacionais de contabilidade ("IFRS"). Utilização do IFRS pela primeira vez As reconciliações contábeis da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2006 foram as primeiras reconciliações contábeis anuais preparadas em conformidade com IFRS. A Companhia aplicou o IFRS 1 - "First Time Adoption of International Financial Reporting Standards" na elaboração dessas reconciliações contábeis consolidadas. A data de transição da Companhia foi em 1o. de janeiro de 2005. Porém, em conformidade com o IFRS 1, as primeiras demonstrações contábeis em IFRS de uma companhia são as demonstrações contábeis anuais em que esta adota IFRS, através de uma declaração explícita e sem reservas que estas demonstrações contábeis foram preparadas em conformidade com as normas IFRS. Esta reconciliação não representa um conjunto de demonstrações contábeis completas e, consequentemente, não é considerada uma demonstração contábil completa em conformidade com as normas IFRS. Quando a Companhia preparar suas primeiras demonstrações contábeis anuais em conformidade com IFRS, provavelmente a partir de 2010, não pode ser excluída a possibilidade de que os saldos contidos nesta reconciliação devam ser ajustados devido ao fato de que, por exemplo, a data de transição pode não ser a mesma data utilizada para preparar esta reconciliação, ou normas e interpretações modificadas ou adicionais possam ser emitidas pelo IASB e venham impactar as demonstrações contábeis. O IFRS 1 permite algumas isenções na aplicação integral retrospectiva de certas normas. Na elaboração das reconciliações contábeis consolidadas conforme IFRS 1, a Companhia aplicou as exceções obrigatórias e algumas das isenções opcionais para aplicação integral retrospectiva de IFRS. A Companhia adotou os requerimentos do IFRS 4 - "Insurance Contracts", que permitiu a continuidade de certas práticas contábeis utilizadas no BR GAAP, após o cumprimento de certos requerimentos mínimos de IFRS, tais como classificação de contratos e teste de adequação dos passivos ("Liability Adequacy Test" conforme definido no IFRS 4), obrigatórios 19/11/2009 17:32:47 Pág: 88 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS para os contratos que atendessem a definição de contrato de seguro em IFRS. Os ajustes decorrentes da aplicação do IFRS 4 estão detalhados em nossas reconciliações do lucro líquido e patrimônio líquido (itens (p) e (q)). A Companhia decidiu aplicar as seguintes isenções opcionais de aplicação integral retrospectiva: Combinações de negócio ocorridas antes da data de transição para IFRS O IFRS 1 permite que combinações de negócios ocorridas antes da data de transição não sejam reavaliadas em conformidade com o IFRS 3 ("Business combinations"). Esta isenção permite que as companhias que adotem IFRS pela primeira vez não sejam requeridas a levantar informações financeiras que não tenham sido obtidas nas datas de combinações de negócios anteriores à data da transição. A Companhia aplicou a isenção de combinações de negócios em IFRS 1 e consequentemente aplicou o IFRS 3 para avaliar todas as combinações de negócios que ocorreram após 1o. de janeiro de 2005. (Vide item (i) incluído a seguir nesta reconciliação sobre a aquisição da subsidiária Integração ocorrida em 2 de janeiro de 2008). Valor justo ou valor de reavaliação considerado como custo atribuído ao ativo permanente Segundo o IFRS 1, uma Companhia pode, na data de transição para o IFRS, mensurar um item do ativo imobilizado pelo seu valor justo ou utilizar o valor de reavaliação do ativo imobilizado, passando este valor, a partir desta data, a ser o novo custo deste ativo. A Companhia fez uso desta isenção do IFRS 1, onde foi utilizado o valor de reavaliação do ativo permanente como custo inicial contábil na data de transição para IFRS. Um sumário das principais práticas contábeis que diferem do IFRS estão apresentadas a seguir: (a) Custo com emissão de apólices, vistoria prévia e outras despesas de comercialização De acordo com os aspectos regulatórios locais, somente as comissões e certos custos de angariação são diferidos de acordo com o prazo de vigência das apólices ou com a estimativa de permanência dos segurados ou dos participantes. De acordo com o IFRS 4, um segurador pode, na data de transição, modificar certas políticas contábeis relacionadas à mensuração de 19/11/2009 17:32:47 Pág: 89 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS contratos de seguros e custos de aquisição se, e somente se, esta mudança tornar as demonstrações contábeis mais relevantes e não menos confiáveis para as necessidades de decisões econômicas dos usuários das demonstrações contábeis. Consequentemente, a administração da Companhia decidiu modificar, na adoção inicial, a sua política contábil para avaliação das despesas de comercialização diferidas, para abranger outros gastos incorridos além daquelas despesas que haviam sido diferidas segundo a prática da Companhia em BR GAAP. Foram consideradas aquelas despesas que tenham a característica de estar diretamente relacionadas com a comercialização e renovação de apólices de seguros. Assim, para fins do IFRS incluem-se os gastos incorridos com vistoria prévia e instalação de dispositivos de segurança na data da emissão das apólices, gastos administrativos, de pessoal, benefícios e bônus de produtividade, entre outros, que podem ser mensurados de forma confiável, são diretamente associados à aquisição de novos contratos de seguros e que gerarão benefícios econômicos para a Companhia em períodos futuros. Estes gastos são apontados detalhadamente nos sistemas financeiros da Companhia. As despesas de comercialização diferidas são amortizadas em conformidade com o prazo de vigência das respectivas apólices que equivalem substancialmente ao prazo de expiração do risco de seguro transferido para a Companhia por meio desses contratos. Em cumprimento aos requerimentos do IAS 8 - "Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors", a Companhia registrou o efeito da mudança desta política contábil retrospectivamente, e no patrimônio líquido de abertura de 1o. de janeiro de 2005 em IFRS. (b) Tratamento contábil dos dispositivos de segurança Nas demonstrações contábeis em BR GAAP os gastos incorridos com os dispositivos de segurança (cujos ativos são de propriedade da Companhia) eram apropriados ao resultado na data de sua ocorrência e instalação. A partir do exercício de 2007 a Companhia passou a diferir tais gastos no BR GAAP de acordo com o IAS 16. Para fins de IFRS, os dispositivos de segurança são contabilizados em conformidade com o IAS 16 ("Property, Plant & Equipment") e são depreciados de acordo com a vida útil econômica destes equipamentos que equivalem aproximadamente ao prazo médio de permanência do segurado (36 meses), com relação direta ao período pelo qual os benefícios econômicos fluirão para a Companhia. (c) Provisão Complementar de Prêmios - PCP De acordo com os aspectos regulatórios do setor segurador, a Provisão Complementar de Prêmio - PCP é constituída com o objetivo de complementar a Provisão de Prêmios Não Ganhos - PPNG, considerando todos os riscos vigentes, emitidos ou não, em acordo com 19/11/2009 17:32:47 Pág: 90 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS a legislação vigente. A estimativa desta provisão é feita por ramo, tem como base de cálculo as datas de início e fim de vigência do risco e o prêmio comercial retido. A Companhia apura o valor da provisão como a diferença, se positiva, entre a média da soma dos valores apurados diariamente no mês de constituição e a PPNG constituída. Apesar de o IFRS 4 permitir a continuidade do uso de excesso de prudência na avaliação dos contratos de seguros na data de sua transição para IFRS, eventualmente existente em BR GAAP, de forma consistente, não é permitida segundo o IFRS, a constituição de provisões para possíveis sinistros oriundos de contratos que não estejam em vigência na data de encerramento de balanço ou provisões para equalização de riscos para contratos cujo risco já tenha sido expirado. Dessa forma, a referida provisão foi revertida para fins de IFRS. (d) Provisão de Obrigações Legais - POL De acordo com os aspectos regulatórios do setor, a Provisão de Obrigações Legais - POL é constituída para a carteira de seguro de vida com o objetivo de suprir o reenquadramento tarifário não caracterizado como insuficiente dos contratos vigentes sujeitos a esta possibilidade, caracterizando utilização de excesso de prudência na avaliação destes contratos. Segundo IFRS 4, um segurador não precisa modificar suas políticas contábeis adotadas em BR GAAP na avaliação de contratos de seguros para eliminar efeitos decorrentes do uso de prudência excessiva na avaliação de contratos de seguros. Entretanto, um segurador pode modificar suas políticas contábeis do BR GAAP para contratos de seguros se e somente se, esta mudança resultar em demonstrações contábeis mais relevantes e não menos confiáveis para as necessidades envolvidas nas tomadas de decisões dos usuários das demonstrações contábeis. Consequentemente, a Administração decidiu modificar a política contábil utilizada no cálculo da POL constituída para a carteira de seguro de vida para eliminação desse excesso de prudência na avaliação destes contratos. Em 1o. de janeiro de 2005, não havia saldo dessa provisão que requeresse ajuste retrospectivo em IFRS segundo os requerimentos do IAS 8 - "Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors". (e) Custos e receitas incorridos na originação de operações de crédito ("Transaction Costs") Em BR GAAP, a Companhia reconhece imediatamente no resultado do período as receitas de tarifas de abertura de operações de crédito para clientes e os custos de transação relacionados a essas mesmas operações, na data de concessão dos créditos 19/11/2009 17:32:47 Pág: 91 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS aos clientes. Em IFRS, é requerida a utilização do método da taxa efetiva de juros ("effective interest method") onde a taxa efetiva de juros é a taxa que desconta os fluxos de caixa de pagamentos ou recebimentos futuros ao longo do contrato. A Companhia incluiu todas as receitas, custos de transação e outros prêmios ou descontos que são pagos ou recebidos entre as partes do contrato e que fazem parte integral da formação da taxa efetiva de juros (conforme requerido pelo IAS 39), e consequentemente todos os custos e receitas de transação foram considerados no cálculo da taxa efetiva de juros e diferidos em conformidade com as normas do IFRS. (f) "Impairment" de ativos financeiros Em BR GAAP, a Companhia utiliza os critérios regulatórios estabelecidos pelo BACEN e pela SUSEP para constituir as provisões para riscos de créditos em montantes considerados suficientes para fazer face às eventuais perdas na realização de operações de créditos e prêmios emitidos a receber. A Companhia efetuou testes de recuperabilidade desses ativos financeiros (teste de "Impairment" segundo o IAS 39) nas datas de preparação da reconciliação para o IFRS, onde foi utilizado o modelo denominado como "modelo de perda incorrida" ("incurred loss model"), que prevê a existência de evidência objetiva de "impairment" e testes de recuperabilidade separados para ativos individualmente significativos onde for identificada evidência objetiva de impairment, bem como testes de forma coletiva para os créditos não significativos individualmente e testes para créditos individualmente significativos sem evidência objetiva de "impairment". A Companhia elaborou fluxos de caixa descontados utilizando-se da taxa efetiva de juros ("effective interest rate", conforme definido pelo IAS 39), levando em conta o valor justo de garantias vinculadas aos contratos para os testes individuais e coletivos de impairment, quando aplicável. Em 2008, a Companhia adotou, prospectivamente, o critério em BR GAAP do "modelo de perda incorrida". (g) Reversão do deságio na aquisição de investimentos De acordo com o BR GAAP, o deságio não é amortizado. Este deságio somente é realizado por alienação/baixa ou perecimento do investimento. Segundo o IFRS 3 - Business Combinations, o deságio registrado no balanço patrimonial em 1o. de janeiro de 2005 deve ser integralmente baixado e, consequentemente, o ajuste correspondente foi lançado no balanço de abertura em IFRS contra a conta de lucros acumulados. Deságio (ou "Negative Goodwill", conforme definido em IFRS), não atende à definição de uma obrigação presente segundo o IAS 37 - "Provisions, Contingent Liabilities 19/11/2009 17:32:47 Pág: 92 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS and Contingent Assets". Adicionalmente, o IFRS 3 requer que o deságio residual originado de uma transação que seja qualificada como uma combinação de negócios ("business combination" conforme definido em IFRS 3), deve ser reconhecido como um ganho, imediatamente no resultado do exercício, após uma reavaliação e identificação dos ativos, passivos e passivos contingentes da empresa adquirida e avaliação do custo da combinação de negócios. O efeito do deságio apurado em BR GAAP no exercício de 2003 na aquisição da subsidiária Azul Seguros está refletido como um item de reconciliação do patrimônio líquido. (h) Reversão dos dividendos propostos acima do mínimo obrigatório, pendentes de aprovação pela Assembléia Geral Ordinária De acordo com o BR GAAP, os dividendos propostos pela administração são imediatamente provisionados nas demonstrações contábeis independentemente de aprovação em Assembleia Anual de Acionistas. Em IFRS, os dividendos propostos somente podem ser reconhecidos como passivo e provisionados caso atendam a definição em IFRS de uma obrigação presente, segundo o IAS 37 - "Provisions, Contingent Liabilities and Contingent Assets". Dessa forma, considerando-se que os dividendos e os juros sobre o capital próprio propostos são usualmente aprovados em Assembleia Geral Ordinária no exercício subsequente ao das demonstrações contábeis, para fins do IFRS, somente o dividendo mínimo previsto no Estatuto Social da Companhia é passível de provisionamento. (i) Reversão do ágio na aquisição de investimentos De acordo com o BR GAAP, até 31 de dezembro de 2008, o ágio originado de combinações de negócios, fundamentado pela expectativa de resultados futuros, deve ser amortizado. Segundo o IFRS 3 - "Business Combinations", o ágio originado de combinações de negócios (conforme definido na norma internacional) não deve ser amortizado e deve ser avaliado para impairment em cada data de reporte, ou quando houver evidência objetiva (ou indicadores) que indiquem que este teste deva ser efetuado. Em 2 de janeiro de 2008 a Companhia adquiriu 100,00% de participação na subsidiária "Integração", através do pagamento de R$ 5.000 (a valor de mercado). O controle desta subsidiária foi passado à Companhia em 2 de janeiro de 2008 onde foram assumidos ativos e passivos a valor justo de mercado no total de R$ 60. A transação foi considerada como uma 19/11/2009 17:32:47 Pág: 93 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS combinação de negócios segundo o IFRS 3 e o ágio apurado em IFRS foi de R$ 4.940. O efeito da reversão da parcela amortizada do ágio registrado em BR GAAP durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2008 está refletido como um item de reconciliação do resultado e do patrimônio líquido. (j) Efeito fiscal de itens que transitam diretamente pelo patrimônio líquido De acordo com o BR GAAP, as Companhias podem substituir o pagamento dos dividendos aos seus acionistas pelo pagamento de juros sobre capital próprio, sendo que os mesmos devem ter o mesmo tratamento contábil dos dividendos. A legislação fiscal do Brasil permite a essas Companhias que deduzam o valor desse pagamento, para fins de imposto de renda e de contribuição social, até um limite preestabelecido. Em BR GAAP, embora o juros sobre capital próprio seja reclassificado para o patrimônio líquido como se fosse um dividendo, o correspondente efeito fiscal é mantido no resultado do exercício. A administração, analisando o IAS 12 - "Income Taxes", que requer que os efeitos fiscais de itens que afetaram o patrimônio líquido de uma companhia devam também ser refletidos no próprio patrimônio líquido da Companhia, concluiu que os efeitos fiscais dos pagamentos de juros sobre capital próprio efetuados no exercício devem ser reconhecidos diretamente no patrimônio líquido em IFRS. (k) Imposto de renda e contribuição social diferidos sobre ajustes de IFRS O IAS 12 requer a contabilização de imposto de renda e contribuição social diferidos para todas as diferenças temporárias tributáveis ou dedutíveis, exceto para impostos diferidos originados de reconhecimento inicial de ágios, reconhecimento inicial de um passivo originado ou ativo adquirido que não se qualifica como uma combinação de negócios e que na data da transação não afeta o resultado e não afeta o lucro (ou perda) para fins fiscais. Os ajustes de Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos calculados sobre os ajustes de IFRS foram refletidos na reconciliação. (l) Contribuição social - diferença de alíquota Impostos diferidos ativos e passivos devem ser avaliados pelas alíquotas que a Companhia espera aplicar para o período quando o ativo é realizado ou o passivo é liquidado, com base em alíquotas (e legislação tributária) que foram promulgadas ou substancialmente promulgadas na data de balanço. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 94 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Em 2008, a alíquota da contribuição social das instituições financeiras e seguradoras passou de 9% para 15%. A Companhia questiona a legalidade e a constitucionalidade desta medida e, conforme prática adotada pelas Instituições financeiras e seguradoras no Brasil, limitou o registro do ativo diferido ao imposto registrado no passivo. O ajuste dessa diferença está refletido na reconciliação. (m) Participações minoritárias nas subsidiárias Em BR GAAP, o saldo de participações minoritárias nas subsidiárias é classificado separadamente no passivo, como um grupo de contas intermediário, entre a conta de resultados de exercícios futuros e o patrimônio líquido. Em IFRS, o IAS 27 - "Consolidated and separate financial statements" e IAS 1 "Presentation of financial statements" requerem que o saldo de participações minoritárias nas subsidiárias seja apresentado como parte integrante do patrimônio líquido nas demonstrações financeiras consolidadas em IFRS. Consequentemente a Companhia incluiu o saldo de participação de minoritários como um item de reconciliação do patrimônio líquido para IFRS. (n) Imposto de renda e contribuição social diferidos sobre reavaliação de terrenos De acordo com o BR GAAP, a provisão para impostos incidentes sobre a Reserva de Reavaliação não é constituída para ativos que não se realizarão por depreciação, amortização ou exaustão, ou sem perspectivas de realização por baixa e alienação. De acordo com o IFRS, por meio do SIC Interpretation 21 - "Recovery of Revalued Nondepreciable Assets", um ativo ou passivo fiscal diferido originado de uma reavaliação de um ativo não depreciável, em conformidade com o IAS 16 - "Property, Plant and Equipment", deve ser avaliado consistentemente com as consequências tributárias que ocorreriam por meio da recuperação deste ativo através de uma venda, independentemente da base utilizada para avaliação deste ativo, e consequentemente deve ser constituído o imposto diferido sobre a reavaliação de ativos não sujeitos à depreciação. O efeito tributário sobre reavaliação de terrenos foi incluído como um item de reconciliação do patrimônio líquido. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 95 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (o) Lucro por ação De acordo com o BR GAAP, o lucro por ação é calculado com base no número de ações em circulação na data do balanço patrimonial. De acordo com o IFRS, a Companhia calcula o lucro por ação de acordo com o IAS 33 - "Earnings per Share", o qual prevê o cálculo dos lucros por ação básico e diluído. O lucro básico por ação é calculado dividindo-se o lucro líquido disponível pela média ponderada das ações em circulação da Companhia durante o período. O lucro diluído por ação é calculado de forma similar com a diferença de que inclui o efeito dilutivo de quaisquer ações ordinárias "potenciais", as quais podem incluir títulos conversíveis em ações, planos de opções de ação, entre outros. A Companhia não dispõe de quaisquer ações ordinárias potenciais que possam ter efeito diluído no cálculo do lucro por ação em 30 de setembro de 2009 e de 2008. Portanto, o cálculo seguinte demonstrado é válido para os lucros básico e diluído por ação. 2009 2008 3º Trim Jan a Set 3º Trim Jan a Set Lucro líquido atribuível aos acionistas controladores Média ponderada das ações em circulação Lucro líquido por ação - R$ 19/11/2009 17:32:47 73.791 229.349 0,32 203.011 229.349 0,89 70.396 229.349 0,31 Pág: 96 250.765 229.349 1,09 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (p) Reconciliação do lucro líquido Ref. 2009 3º Trim Jan a Set Lucro líquido do trimestre/período de acordo com o BR GAAP 2008 3º Trim Jan a Set 73.298 209.632 75.001 211.561 1.267 3.783 2.346 7.060 Ajustes para reconciliação do BR GAAP para IFRS (a) Custo com emissão de apólices, vistoria prévia e outras despesas de comercialização (b) Tratamento contábil dos dispositivo de segurança (c) Provisão Complementar de Prêmios - PCP (d) Provisão de Obrigações Legais - POL (e) Custos e receitas incorridos na originação de operações de crédito 19/11/2009 17:32:47 (176) (688) (429) (13) 85 166 207 65 107 36 112 (447) (1.421) Pág: (458) 97 (1.940) (1.057) SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Ref. 2009 3º Trim Jan a Set (f) "Impairment" de ativos financeiros - - (i) Reversão do ágio na aquisição de investimentos - - (k) Imposto de renda e contribuição social diferidos sobre ajustes de IFRS (236) 2008 3º Trim Jan a Set (1.488) (3.052) 132 396 (634) (104) (587) (7.856) (4.808) (l) Contribuição social - diferença de alíquota 33 (m) Participações minoritárias nas subsidiárias 70 92 29 81 73.861 203.100 70.423 250.861 73.791 70 203.011 89 70.396 27 250.765 96 Lucro líquido do trimestre/período de acordo com o IFRS Atribuível aos Acionistas controladores Acionistas minoritários (q) 38.080 Reconciliação do patrimônio líquido Ref. Patrimônio líquido de acordo com o BR GAAP Setembro de 2009 Junho de 2009 2.173.183 2.100.297 60.045 58.778 54 230 971 984 Ajustes para reconciliação do BR GAAP para IFRS (a) Custo com emissão de apólices, vistoria prévia e outras despesas de comercialização (b) Tratamento contábil dos dispositivo de segurança (c) Provisão Complementar de Prêmios - PCP (d) Provisão de Obrigações Legais - POL 1.060 995 (e) Custos e receitas incorridos na originação de operações de crédito (385) 62 (f) "Impairment" de ativos financeiros 3.973 3.973 (g) Reversão do deságio na aquisição de investimentos 23.831 23.831 19/11/2009 17:32:47 Pág: 98 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Ref. Junho de 2009 528 528 (i) Reversão do ágio na aquisição de investimentos (k) Imposto de renda e contribuição social diferidos sobre os ajustes de IFRS (29.008) (28.772) Contribuição social - diferença de alíquota 27.544 27.511 (25.091) (25.091) (l) (n) (m) (r) Setembro de 2009 Imposto de renda e contribuição social diferidos sobre reavaliação de terrenos Participações minoritárias nas subsidiárias 675 606 Patrimônio líquido de acordo com o IFRS 2.237.380 2.163.932 Atribuível aos Acionistas controladores Acionistas minoritários 2.236.634 746 2.163.256 676 Setembro de 2009 Junho de 2009 Mutações do patrimônio líquido de acordo com o IFRS Saldo inicial Lucro líquido do trimestre de acordo com o IFRS Ajuste minoritário Ajuste de títulos e valores mobiliários em controladas Ajuste oscilação cambial de investimentos no exterior 2.163.932 73.861 (1) (121) (291) 2.100.091 64.778 5 (3.414) 2.472 Saldo final 2.237.380 2.163.932 Atribuível aos Acionistas controladores Acionistas minoritários 2.236.634 746 2.163.256 676 19/11/2009 17:32:47 Pág: 99 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (s) IAS 16 - "Property, Plant and Equipment" Conforme previsto na norma contábil internacional (IAS 16), foram elaboradas as movimentações dos itens do ativo imobilizado, conforme demonstrado na Nota 15. (t) Gerenciamento de riscos A Companhia está exposta a riscos financeiros por meio de seus ativos e passivos financeiros, bem como a obrigações relacionadas aos contratos de seguros. Além das informações divulgadas na Nota 6, a Companhia está sujeita aos seguintes riscos: . Riscos relativos ao Brasil O governo brasileiro exerceu e continua a exercer uma influência significativa sobre a economia brasileira. Essa influência, bem como as condições políticas e econômicas brasileiras, pode ter um impacto direto sobre os negócios, a situação financeira, os resultados operacionais e as perspectivas da Companhia. . Risco de mercado O mercado brasileiro de seguros é altamente competitivo. A Companhia compete principalmente com base na experiência, na força de seus relacionamentos com clientes e corretores, reputação, prêmios cobrados, produtos oferecidos, rapidez no pagamento de sinistros, capacidade financeira em geral e alcance dos negócios (tanto em relação ao tamanho quanto à localização geográfica). A Companhia acredita que continuará a enfrentar concorrência cada vez maior dos concorrentes atuais e de novos participantes no mercado. Assim, a Companhia não tem como garantir que será capaz de aumentar ou manter sua participação de mercado nas linhas de produto nas quais concorre. Além disso, a maior concorrência poderá fazer com que a demanda por produtos da Companhia caia ou que as despesas com aquisição e retenção de clientes aumentem, o que poderá ter efeito adverso relevante sobre o crescimento e a lucratividade da Companhia. O sistema regulatório sob o qual a Companhia trabalha e potenciais mudanças nesse sistema regulatório poderão ter efeito adverso relevante sobre os negócios, a situação financeira, os resultados operacionais e as perspectivas da Companhia. 19/11/2009 17:32:47 Pág: 100 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS . Risco de taxa de juros As eventuais medidas do governo brasileiro, tais como as alterações da taxa básica de juros, as intervenções no mercado de câmbio e as medidas para ajustar ou, eventualmente, em casos extremos, fixar o valor da moeda nacional, podem desencadear incertezas econômicas no Brasil. Se o Brasil enfrentar futuramente um cenário de altos índices de inflação, é possível que a Companhia não seja capaz de reajustar os preços que cobra de seus clientes para compensar os efeitos adversos da inflação sobre nossa estrutura de custos. . Risco de liquidez O risco de liquidez relaciona-se com o descasamento de fluxos financeiros de ativos e passivos e seus reflexos sobre a capacidade financeira da Companhia em obter ativos e honrar suas obrigações. As linhas de produto da Companhia são altamente concentradas no Estado de São Paulo. Assim, uma crise econômica ou a ocorrência de desastres naturais ou causados pelo homem no Estado de São Paulo poderá ter efeito adverso e relevante sobre a situação financeira, os resultados operacionais e as perspectivas da Companhia, além do preço de mercado das ações ordinárias de emissão da Companhia. . Riscos relacionados a contratos de seguros A Companhia, ao aceitar o risco oriundo dos contratos de seguros, está sujeita à ocorrência de sinistros e ao pagamento de indenizações. O principal risco a que a Companhia está sujeita é o da ocorrência de elevada quantidade de sinistros ou de pagamentos de valores vultosos superiores aos estimados e provisionados. Ocorrências de sinistro são aleatórias, e as quantidades e os valores de indenizações podem variar de ano para ano em relação à estimativa apurada por meio de cálculos estatísticos. Se os sinistros retidos excederem as provisões técnicas, a situação financeira e os resultados operacionais da Companhia poderão ser afetados de maneira adversa e relevante. A concentração da Companhia no segmento de seguro de automóvel pode torná-la mais suscetível às condições desfavoráveis do mercado no segmento de seguro de automóvel. Como resultado desta concentração, condições desfavoráveis que afetem o segmento de seguro de automóvel podem exercer impacto mais severo sobre a 19/11/2009 17:32:47 Pág: 101 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS Companhia do que sobre seus concorrentes que possuam carteiras de seguro menos concentradas. . Riscos de subscrição A Companhia apresenta certos riscos de subscrição: (a) Os resultados operacionais e a situação financeira da Companhia dependem da capacidade de avaliar com precisão as perdas potenciais associadas aos riscos que a mesma subscreve. Se os sinistros retidos excederem às expectativas a Companhia pode sofrer aumento relevante em suas provisões técnicas e redução em sua lucratividade, incluindo prejuízos operacionais. (b) Alterações das práticas setoriais e das condições jurídicas e sociais poderão fazer surgir questões inesperadas e não intencionais relativas aos sinistros e coberturas. Essas questões poderão afetar adversamente os negócios, a situação financeira, os resultados operacionais e as perspectivas da Companhia, seja por estender a cobertura para além da intenção ao subscrever riscos, seja por aumentar o número ou o tamanho dos sinistros cobertos. (c) É possível que várias cláusulas das apólices, tais como limitações ou exclusões de cobertura, negociadas para limitar riscos, não sejam aceitas pelos tribunais da maneira como a Companhia pretende. Não há certeza plena de que todos esses métodos de limitação de prejuízos serão eficazes. . Outros riscos relacionados às controladas É possível que a Companhia seja responsabilizada por passivos das controladas financeiras (Portoseg, Portopar e Porto Consórcio), caso o Banco Central assuma a administração, intervenha ou liquide as controladas financeiras. A Companhia controla as controladas financeiras. A legislação brasileira autoriza o Banco Central a assumir a administração, intervir ou liquidar instituições financeiras em casos de insolvência, administração temerária e não cumprimento das leis e regulamentos bancários brasileiros por alguma instituição financeira. A legislação brasileira prevê, ainda, que em quaisquer desses casos os administradores e acionistas controladores serão solidariamente responsáveis pelos passivos a descoberto da instituição financeira até a apuração e liquidação final de responsabilidades. É possível que a Companhia seja responsabilizada por passivos das seguradoras, caso a SUSEP ou a ANS assumam a administração, intervenha ou liquide quaisquer dessas companhias. A legislação brasileira autoriza a SUSEP e a ANS a intervir ou liquidar sociedades seguradoras, de capitalização e de previdência privada aberta, em caso de práticas de atos nocivos à política de seguros, não constituição de provisões ou fundos exigidos pela 19/11/2009 17:32:47 Pág: 102 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS regulamentação, dívidas perante o IRB e insolvência. A legislação brasileira prevê, ainda, que em quaisquer desses casos os administradores e acionistas controladores serão solidariamente responsáveis pelos passivos a descoberto da seguradora e seus bens ficarão indisponíveis até a apuração e liquidação final de responsabilidades. (u) Segmentos de negócios A Companhia tem como objeto, principalmente, as seguintes atividades: . Atividade de seguros em todos os ramos. . Atividades privativas de instituições financeiras e de sociedades equiparadas a instituições financeiras, incluindo, sem limitação, a administração de consórcios. . Atividade de prestação de serviços e comercialização de equipamentos de monitoramento eletrônico de sistemas de proteção patrimonial. As atividades de seguros consolidadas da Companhia. representam * 19/11/2009 17:32:47 * aproximadamente 91,9% das receitas * Pág: 103 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE Análise do Resultado do Terceiro Trimestre de 2009 Comparado com o Terceiro Trimestre de 2008 (Controladora) Nos tópicos a seguir, as expressões “em 2009” e “em 2008” referem-se aos saldos e índices apurados pela Companhia nos períodos de 1º de julho a 30 de setembro de 2009 e de 2008, respectivamente. O resultado do terceiro trimestre de 2009 comparado ao terceiro trimestre de 2008 apresentou o seguinte desempenho: Resultado da Equivalência Patrimonial O resultado da equivalência patrimonial totalizou em 2009 R$73,0 milhões, com uma redução de R$1,0 milhão ou 1,4% sobre o montante de R$74,0 milhões em 2008. Despesas Gerais e Administrativas As despesas gerais e administrativas da Companhia totalizaram em 2009 R$0,5 milhão, com uma redução de R$0,1 milhão ou 16,7% sobre R$0,6 milhão em 2008. A variação deve-se, principalmente, a redução das despesas com publicações legais. Receitas e Despesas Financeiras - As receitas financeiras totalizaram em 2009 R$0,8 milhão, com uma redução de R$1,4 milhão ou 63,6% sobre R$2,2 milhões em 2008, que decorre da redução das aplicações financeiras médias para R$ 33,8 milhões em 2009, em relação aos R$ 85,6 milhões em 2008. - As despesas financeiras totalizaram em 2009 R$44 mil, com uma redução de R$93 mil ou 67,9% em relação aos R$137 mil em 2008. A variação deve-se, principalmente, a redução do passivo referente à compra da Axa-Seguros, atualmente denominada Azul Companhia de Seguros Gerais. Lucro Líquido O lucro líquido totalizou em 2009 R$73,3 milhões, registrando uma redução de 2,3% sobre R$75,0 milhões obtidos em 2008. O lucro por ação foi de R$0,32 em 2009, com uma redução de 2,3% sobre R$0,33 em 2008. ******* 19/11/2009 17:33:03 Pág: 104 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE Análise do Resultado do Período de Janeiro a Setembro de 2009 Comparado com o Período de Janeiro a Setembro de 2008 (Controladora) Nos tópicos a seguir, as expressões “em 2009” e “em 2008” referem-se aos saldos e índices apurados pela Companhia nos períodos de 1º de janeiro a 30 de setembro de 2009 e de 2008, respectivamente. O resultado do período de janeiro a setembro de 2009 comparado ao período de janeiro a setembro de 2008 apresentou o seguinte desempenho: Resultado da Equivalência Patrimonial O resultado da equivalência patrimonial totalizou em 2009 R$204,5 milhões, com uma redução de R$5,3 milhões ou 2,5% sobre o montante de R$209,8 milhões em 2008. Despesas Gerais e Administrativas As despesas gerais e administrativas da Companhia totalizaram em 2009 R$1,5 milhão, com uma redução de R$0,2 milhão ou 11,8% sobre R$1,7 milhão em 2008. Receitas e Despesas Financeiras - As receitas financeiras totalizaram em 2009 R$8,4 milhões, com aumento de R$2,7 milhões ou 47,4% sobre R$5,7 milhões em 2008, referindo-se, principalmente, ao aumento de 150,0% nas aplicações financeiras médias para R$104,0 milhões em 2009 em relação aos R$41,6 milhões em 2008. - As despesas financeiras totalizaram em 2009 R$0,2 milhão, com uma redução de R$0,9 milhão ou 81,8% em relação aos R$1,1 milhão em 2008. A variação deve-se, principalmente, a redução do passivo referente à compra da Axa-Seguros, atualmente denominada Azul Companhia de Seguros Gerais. Lucro Líquido O lucro líquido totalizou em 2009 R$209,6 milhões, registrando uma redução de 0,9% sobre R$211,6 milhões obtidos em 2008. O lucro por ação foi de R$0,91 em 2009, com uma redução de 0,9% sobre R$0,92 em 2008. ******* 19/11/2009 17:33:03 Pág: 105 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE A Porto Seguro S.A. ("Companhia") é uma sociedade por ações de capital aberto que tem por objeto a participação, como acionista ou sócia, em outras sociedades empresariais, nacionais ou estrangeiras, que exploram: (a) atividade de seguros em todos os ramos; (b) atividades privativas de instituições financeiras e de sociedades equiparadas a instituições financeiras, incluindo, sem limitação, a administração de consórcios; (c) atividade de prestação de serviços e comercialização de equipamentos de monitoramento eletrônico de sistemas de proteção patrimonial; e (d) atividades conexas, correlatas ou complementares à atividade de seguros e às demais atividades descritas anteriormente. A Companhia oferece para pessoas físicas, famílias, empresas e entidades governamentais no Brasil, por intermédio de suas subsidiárias diretas e indiretas ampla gama de produtos, nos seguintes segmentos: i) Seguros – seguro de automóvel, saúde, patrimoniais, transportes, riscos financeiros, pessoas e rural; ii) Financeiras e consórcio de bens – concessão de financiamentos para aquisição de bens e serviços e para capital de giro, administração de grupos de consórcios de bens moveis e imóveis; iii) Prestadores de serviços – prestação de serviços de proteção e monitoramento eletrônico em bens imóveis e veículos; iv) Previdência complementar – produtos de previdência e similares. Os principais títulos utilizados nas demonstrações contábeis das controladas são: Receitas Totais Prêmios Auferidos Os prêmios auferidos compreendem: (i) os prêmios de seguros emitidos líquidos de cancelamentos, restituições, cessões de prêmios a congêneres; (ii) as estimativas de receitas de prêmios para as apólices em processo de emissão. Contribuições de Planos de Previdência As contribuições de planos de previdência decorrem do valor da contribuição efetuada mensalmente por cada um dos participantes de planos de previdência. Prestação de Serviços de Monitoramento As receitas de prestação de serviços de monitoramento decorrem dos serviços de proteção e monitoramento eletrônico prestados pela Porto Seguro Proteção e Monitoramento. Prestação de Serviços de Consórcio As receitas de prestação de serviços de consórcios decorrem da cobrança de taxas de administração dos grupos de consorciados. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 106 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Prestação de Serviços - Portoserv As receitas de prestação de todos e quaisquer serviços relativos ao agenciamento, promoção, fomento e administração de vendas de serviços ou produtos e suporte de qualquer natureza para pessoas físicas e jurídicas. Prestação de Serviços - Crediporto As receitas de prestação de serviços de análise de crédito, serviços de cobrança, faturamento, informações cadastrais para terceiros, serviços de desenvolvimento e assessoramento de negócios. Prestação de Serviços - Integração As receitas de prestação de serviços decorrem de licenciamento ou cessão de direito de uso de programas para computadores. Prestação de Serviços - Portomed As receitas de prestação de serviços de saúde em regime ambulatorial e prestação de serviços de elaboração e implementação de programas de controle médico de saúde ocupacional em empresas, elaboração e implementação de programas de prevenção de riscos à saúde no trabalho e demais atividades relacionadas com a medicina do trabalho. Prestação de Serviços - Porto Seguro Serviços As receitas de prestação de serviços decorrem da gestão de serviços de condomínios, segurança e zeladoria e serviços de desenvolvimento e hospedagem de páginas de internet de classificados e outros serviços de seu objeto social. Prestação de Serviços - Porto Seguro Atendimento As receitas de prestação de serviços de telemarketing ativo e receptivo (Call Center), serviços de atendimento ao consumidor (SAC), intermediação de vendas, distribuição e divulgação de produtos, suporte técnico (help Desk), serviços de cobrança, agendamento de visitas, pesquisas de mercado e outras atividades conexas, correlatas ou complementares às atividades de telemarketing e telesserviços. Operações de Crédito As receitas de operações de crédito representam os juros cobrados nos empréstimos, financiamentos e com cartão de crédito na utilização do crédito rotativo ou parcelamento da fatura. Outras Receitas – Portopar As receitas decorrem da gestão de recursos pela Portopar. Receitas Financeiras Líquidas As receitas financeiras líquidas decorrem do investimento das disponibilidades financeiras, líquidas das despesas financeiras. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 107 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Custos e Despesas Prêmios de Resseguros Cedidos As controladas (Porto Seguro, Porto Seguro Vida e Azul Seguros) resseguram parte de seus riscos no IRB – Brasil Resseguros S.A., cedendo resseguros principalmente para: (a) reduzir o risco líquido relativo a riscos individuais; (b) mitigar os efeitos de ocorrências de perdas individuais; (c) estabilizar os resultados de subscrição; e (d) aumentar a capacidade de subscrição da Companhia. Variação de Provisões Técnicas A variação de provisões técnicas consiste, principalmente: (a) da despesa com a constituição de provisão de prêmios não ganhos; (b) da despesa com a constituição de provisão de benefícios a conceder dos planos de previdência; e (c) da receita com a reversão dessas provisões. Sinistros retidos Sinistros retidos são as despesas das controladas com as indenizações e com a regulação e liquidação de sinistros, líquidas de recuperações de resseguro e cosseguro, salvados e ressarcimento. Despesas de Comercialização Despesas de comercialização são as comissões que as controladas pagam aos corretores, as despesas das controladas com campanhas de rendas e a ajuda de custo concedida aos corretores e as despesas de comercialização dos demais produtos e serviços. Custo dos Serviços Prestados - Monitoramento Custo dos serviços prestados é o custo dos serviços de monitoramento eletrônico, da instalação de equipamento eletrônico e sua manutenção periódica, da prestação de serviços pelas empresas de segurança contratadas pela Porto Seguro Proteção e Monitoramento e das despesas de pessoal destinadas ao centro de monitoramento. Despesas de Intermediação Financeira Referem-se principalmente a provisão dos valores a pagar, a título de captação de recursos no mercado. Despesas Administrativas As despesas administrativas compreendem basicamente gastos com pessoal próprio, localização e expediente (despesas de escritório e de infra-estrutura), serviços contratados de terceiros (segurança, manutenção, funcionários temporários, assessoria externa e auditores externos) e propaganda e marketing. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 108 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Despesas com Tributos As despesas com tributos compreendem basicamente PIS, COFINS e ISS. Outras Receitas (Despesas) Operacionais Outras receitas (despesas) operacionais abrangem custo de apólices cobrado dos segurados, receitas eventuais, despesas com inspeção de riscos, custos de emissão de apólices e provisões para devedores duvidosos das operações de seguros. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 109 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Análise do Resultado do Terceiro Trimestre de 2009 Comparado com o Terceiro Trimestre de 2008 Nos tópicos a seguir, as expressões “em 2009“ e “em 2008“ referem-se aos saldos e índices apurados pela Companhia no período de 1º de julho a 30 de setembro de 2009 e de 2008, respectivamente. O resultado do terceiro trimestre de 2009, comparado ao terceiro trimestre de 2008 apresentou os seguintes desempenhos. Receita Total A receita total da Companhia, incluindo as receitas financeiras líquidas e receitas com imóveis de renda, totalizou em 2009 R$1.651,8 milhões, com crescimento de R$170,7 milhões ou 11,5% em relação aos R$1.481,1 milhões de 2008. Receitas Totais (R$ milhões) 3º Trimestre 2009 2008 Prêmios de seguros auferidos 1.411,3 1.272,8 Contribuições de planos de previdência 31,0 29,2 Receita de prestação de serviços – Consórcio 29,7 25,8 Operações de créditos – Portoseg 40,2 18,7 Receita de prestação de serviços – Monitoramento 16,2 13,8 Outras receitas – Portopar 2,8 1,4 Receita de prestação de serviços – Crediporto 1,6 0,7 Receita de prestação de serviços – Integração 1,2 0,9 Receita de prestação de serviços – Portoserv 0,4 0,3 Receita de prestação de serviços – Portomed 0,3 0,1 Receita de prestação de serviços – Serviços 1,0 0,1 Receita de prestação de serviços – Atendimento 0,7 Receitas financeiras líquidas 114,2 116,8 Receitas com imóveis 1,2 0,5 Receita Total 1.651,8 1.481,1 19/11/2009 17:33:07 Variação % 2008-2009 10,9 6,2 15,1 115,0 17,4 100,0 128,6 33,3 33,3 200,0 (2,2) 140,0 11,5 Pág: 110 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Prêmios Auferidos Os prêmios auferidos pela Companhia totalizaram em 2009 R$1.387,4 milhões, com um aumento de R$133,1 milhões ou 10,6% sobre o montante de R$1.254,3 milhões em 2008, desconsiderando os planos VGBL. Prêmios Auferidos (R$ milhões) Prêmios por segmento Porto Seguro Auto Azul Seguros Auto Total Auto Pessoas Saúde Patrimonial Transportes Riscos Financeiros Responsabilidade DPVAT Porto Seguro Uruguay Total de Prêmios Auferidos sem VGBL Prêmios de VGBL Total de Prêmios Auferidos 3º Trimestre 2009 2008 743,8 655,0 200,5 154,7 944,3 809,7 70,4 77,9 163,5 168,6 70,5 72,6 20,3 25,5 48,2 43,1 2,4 2,0 55,5 37,7 12,3 17,2 1.387,4 1.254,3 23,9 18,5 1.411,3 1.272,8 Evolução % 2008 - 2009 13,6 29,6 16,6 (9,6) (3,0) (2,9) (20,4) 11,8 20,0 47,2 (28,5) 10,6 29,2 10,9 • Segmento de Seguro Automóvel – Porto Seguro: os prêmios auferidos no segmento de seguro automóvel totalizaram em 2009 R$ 743,8 milhões, aumento de R$ 88,8 milhões ou 13,6% sobre os R$ 655,0 milhões em 2008, que decorre do aumento de 32,7% na quantidade de itens emitidos no trimestre, parcialmente compensado pela redução de 14,4% no prêmio médio. A frota segurada em setembro de 2009 totalizou 1.704,5 mil veículos, aumento de 10,1% em relação aos 1.547,9 mil em setembro de 2008. • Segmento de Seguro Automóvel – Azul Seguros: os prêmios auferidos no segmento de seguro automóvel totalizaram em 2009 R$ 200,5 milhões, aumento de R$ 45,8 milhões ou 29,6% sobre os R$ 154,7 milhões em 2008, que decorre do aumento de 34,5% na quantidade de itens emitidos no trimestre, parcialmente compensado pela redução de 3,6% no prêmio médio. A frota segurada em setembro de 2009 totalizou 587,4 mil veículos, aumento de 24,9% em relação aos 470,4 mil veículos em setembro de 2008. • Segmento de Seguro Saúde - os prêmios auferidos no segmento de seguro saúde totalizaram R$ 163,5 milhões em 2009, redução de R$ 5,1 milhões ou 3,0%, sobre os R$ 168,6 milhões em 2008, que decorre do aumento de 16,8% do prêmio médio, parcialmente compensado pela redução de 21,3% na quantidade de vidas seguradas para 382,2 mil em setembro de 2009 em relação aos 485,5 mil em setembro de 2008. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 111 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE • Segmento de Seguro de Pessoas – os prêmios auferidos totalizaram R$ 70,4 milhões em 2009, com redução de R$ 7,5 milhões ou 9,6% em relação aos R$ 77,9 milhões em 2008, que decorre da redução de 22,8% do prêmio anual médio. A quantidade de vidas seguradas apresentou aumento de 2,0% para 2.224,5 mil em setembro de 2009 em relação aos 2.181,8 mil em setembro de 2008. Receitas de Contribuições – Previdência Complementar As receitas com contribuições de planos de previdência totalizaram R$ 31,0 milhões em 2009, aumento de R$ 1,8 milhão ou 6,2% em relação aos R$ 29,2 milhões em 2008, que decorre do aumento de 5,6% na receita de contribuição anual média. A quantidade de participantes de Previdência aumentou 10,2% passando para 130,9 mil em setembro de 2009 em relação aos 118,8 mil em setembro de 2008. Prestação de Serviços – Monitoramento As receitas de prestação de serviços de monitoramento eletrônico totalizaram R$ 16,2 milhões em 2009, com aumento de R$ 2,4 milhões ou 17,4% em relação aos R$ 13,8 milhões em 2008, que decorre do aumento de 143,9% na quantidade de clientes novos passando para 1,5 mil em 2009 em relação aos 0,6 mil em 2008, parcialmente compensado pela redução de 56,7% da receita média. Prestação de Serviços - Consórcio As receitas de administração de consórcios totalizaram R$ 29,7 milhões em 2009, com aumento de R$ 3,9 milhões ou 15,1%, em relação aos R$ 25,8 milhões em 2008. O número de cotas de Consórcio administradas aumentou 9,9% passando para 54,3 mil em 2009, em relação aos 49,4 mil em 2008. Operações de Crédito As receitas com operações de crédito totalizaram R$ 40,2 milhões em 2009, com aumento de R$ 21,5 milhões ou 115,0%, em relação aos R$ 18,7 milhões em 2008. A carteira de operações de créditos administradas aumentou 42,4% passando para R$ 448,1 milhões em 2009, em relação aos R$ 314,7 milhões em 2008. Outras Receitas As receitas da Portopar com administração financeira totalizaram R$ 2,8 milhões em 2009, com aumento de R$ 1,4 milhão ou 100,0%, em relação aos R$ 1,4 milhão em 2008, que decorre do aumento de 285,7% das receitas com administração de recursos para R$ 2,7 milhões em 2009 em relação ao R$ 0,7 milhão em 2008, e pela inclusão da nova receita referente à administração de carteiras, que em 2009 totalizou R$ 0,3 milhão, parcialmente compensados pela redução de 87,5% nas receitas de serviços–rebates que totalizaram R$ 0,1 milhão em 2009 sobre os R$ 0,8 milhão em 2008. Prêmios de Resseguros Cedidos As despesas com prêmios cedidos de resseguros totalizaram em 2009 R$14,1 milhões, com um aumento de R$10,4 milhões ou 281,1% sobre R$3,7 milhões em 2008. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 112 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Variação da Despesa com Provisões Técnicas As despesas com provisões técnicas apresentaram a seguinte variação: 3º Trimestre 2009 2008 127,6 96,2 30,3 28,6 24,0 19,1 1,3 1,0 (0,4) 1,1 182,8 146,0 Provisões Técnicas (R$ Milhões) Provisão de prêmios não ganhos Provisão de planos de previdência Provisão matemática Provisão de riscos não expirados Outras provisões Total da variação das provisões técnicas Evolução % 2008-2009 32,6 5,9 25,7 30,0 (136,4) 25,2 Sinistros Retidos As despesas com sinistros retidos totalizaram em 2009 R$727,2 milhões, um aumento de R$96,5 milhões, ou 15,3% sobre o montante de R$630,7 milhões em 2008, principalmente na carteira auto, como segue: Sinistros Retidos Sinistralidade Carteira 2009 2008 Var. % 2009 2008 Porto Seguro Auto 354,1 295,4 19,9 53,7 47,6 Azul Seguros Auto 111,3 82,5 34,9 69,3 68,5 Pessoas Saúde 23,3 23,5 (0,9) 35,0 32,8 129,4 141,4 (8,5) 79,0 84,3 Patrimonial 25,1 24,9 0,8 41,6 42,9 Transportes 12,6 11,2 12,5 64,3 45,2 Riscos Financeiros 17,5 13,6 28,7 41,2 43,6 Responsabilidade 0,3 1,1 (72,7) 13,6 62,2 DPVAT 48,5 29,5 64,4 84,7 79,1 Porto Seguro Del Uruguay 5,1 7,6 41,5 41,6 727,2 630,7 (32,9) 15,3 58,4 54,8 Total Despesas de Comercialização As despesas de comercialização totalizaram em 2009 R$272,1 milhões, com uma redução de R$7,3 milhões ou 2,6% sobre o montante de R$279,4 milhões em 2008. As despesas de comercialização de seguros totalizaram em 2009 R$261,1 milhões, uma redução de R$8,5 milhões ou 3,2% sobre o montante de R$269,6 milhões em 2008. O percentual sobre os prêmios ganhos em 2009 foi de 21,0%, e em 2008 foi de 23,4%, uma redução de 2,4 pontos percentuais. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 113 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Despesas Administrativas e com Tributos As despesas administrativas totalizaram em 2009 R$244,4 milhões, com um aumento de R$14,9 milhões ou 6,5% sobre o montante de R$229,5 milhões em 2008. Essa variação deve-se principalmente ao aumento de R$8,6 milhões ou 7,7% com pessoal próprio em função do aumento de 6,7% por acordo coletivo e crescimento médio de 2,2% no quadro de funcionários, devido à expansão dos negócios e ao aumento de R$ 5,4 milhões ou 11,0% nas despesas com localização e funcionamento. As despesas com tributos totalizaram em 2009 R$39,1 milhões, com um aumento de R$14,2 milhões ou 57,0% sobre o montante de R$24,9 milhões em 2008, principalmente devido, a reversão do PIS em 2008, em virtude da decadência do período de março e maio de 1998 e de junho de 1994, no montante de R$11,3 milhões. Em 2009, o índice de despesas administrativas e com tributos das seguradoras sobre os prêmios ganhos foi de 19,6%, sendo que em 2008 foi de 19,8%, com uma redução de 0,2 ponto percentual. Resultado Financeiro As receitas financeiras totalizaram em 2009 R$165,9 milhões, com um aumento de R$31,1 milhões, ou 23,1% em relação aos R$134,8 milhões em 2008 devido a: (i) As receitas com aplicações financeiras totalizaram em 2009 R$ 116,1 milhões, com um aumento de R$ 31,3 milhões, ou 36,9% em relação aos R$ 84,8 milhões em 2008, que decorre: (a) do aumento da taxa efetiva para 2,71% em 2009 em relação aos 2,05 % em 2008 e (b) do aumento de 3,6% nas aplicações financeiras médias para R$ 4.284,1 milhões em 2009, em relação aos R$ 4.136,6 milhões em 2008. As receitas com aplicações financeiras (exceto Porto Seguro Vida e Previdência) totalizaram em 2009 R$ 70,5 milhões, com um aumento de R$ 12,5 milhões, ou 21,6% em relação aos R$ 58,0 milhões em 2008, que decorre: (a) do aumento da taxa efetiva para 2,30% em 2009 em relação aos 1,91% em 2008 e (b) aumento de 0,9% nas aplicações financeiras médias para R$ 3.065,2 milhões em 2009, em relação aos R$ 3.036,6 milhões em 2008. (ii) As outras receitas financeiras totalizaram R$49,8 milhões, com uma redução de R$0,2 milhão, ou 0,4% em relação aos R$50,0 milhões em 2008. As despesas financeiras totalizaram em 2009 R$50,5 milhões, com um aumento de R$33,1 milhões, ou 190,2% em relação aos R$17,4 milhões em 2008, conforme demonstrado abaixo: Operações de previdência Operações de previdência - PGBL Variações monetárias de provisão para tributos a longo prazo (i) Operações de seguros Outros Total despesas financeiras 19/11/2009 17:33:07 3º Trimestre Variação % 2009 2008 2008-2009 19,6 12,6 55,6 14,4 5,5 161,8 13,6 1,0 1,9 50,5 (9,6) 4,0 4,9 17,4 (241,7) (75,0) (61,2) 190,2 Pág: 114 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE (i) Em 2008 houve estorno da atualização monetária sobre a provisão do PIS referente aos períodos jul/1994 a dez/1995 no montante de R$ 20.325 e do período de março a maio de 1998 no montante de R$ 4.353. Outras Receitas e Despesas Operacionais - Outras receitas operacionais totalizaram em 2009 R$70,3 milhões, com um aumento de R$17,2 milhões ou 32,4% sobre o montante de R$53,1 milhões em 2008. Esse aumento deve-se principalmente: (a) aumento das receitas com custo de apólices de R$6,1 milhões ou 13,6%; (b) aumento das receitas de multas e juros do cartão de crédito de R$ 2,9 milhões e (c) aumento da taxa administrativa referente à transação com cartão de crédito de R$ 4,8 milhões. - Outras despesas operacionais totalizaram em 2009 R$82,3 milhões, com um aumento de R$ 0,8 milhão ou 1,0% sobre o montante de R$81,5 milhões. IRPJ e CSLL As despesas com IRPJ e CSLL totalizaram em 2009 R$41,5 milhões, com um aumento de R$4,0 milhões ou 10,7% sobre R$37,5 milhões em 2008. As taxas efetivas de IRPJ e CSLL em 2009 e em 2008 foram de 35,5% e 32,1%, respectivamente. Esse aumento deve-se, principalmente, a majoração de alíquota da CSLL de 9% para 15%, para seguradoras e financeiras, que não possuem mais crédito tributário. Lucro Líquido O lucro líquido totalizou em 2009 R$73,3 milhões, registrando uma redução de 2,3% sobre R$75,0 milhões obtidos em 2008. O lucro por ação foi de R$ 0,32 em 2009, com uma redução de 2,3% sobre R$ 0,33 em 2008. Índice Combinado O índice combinado (sinistros retidos, despesas de comercialização, despesas administrativas e despesas com tributos, comparados com os prêmios ganhos), em 2009 foi de 99,0%, com um aumento de 1,0 ponto percentual sobre os 98,0% de 2008. O crescimento deve-se, principalmente, ao aumento no índice de sinistralidade de 3,6 pontos percentuais, compensado pela redução das despesas de comercialização de 2,4 pontos percentuais e 0,2 ponto percentual nas despesas administrativas e tributos. O índice combinado ampliado, que, também considera o resultado financeiro, em 2009 foi de 91,0%, apresentando um aumento de 1,6 ponto percentual, em relação ao índice de 2008 que foi de 89,4%. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 115 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Análise do Resultado do Período de Janeiro a Setembro de 2009 Comparado com o Período de Janeiro a Setembro de 2008 Nos tópicos a seguir, as expressões “em 2009“ e “em 2008“ referem-se aos saldos e índices apurados pela Companhia nos períodos de 1º de janeiro a 30 de setembro de 2009 e de 2008, respectivamente. O resultado do período de janeiro a setembro de 2009, comparado ao período de janeiro a setembro de 2008 apresentou os seguintes desempenhos. Receita Total A receita total da Companhia, incluindo as receitas financeiras líquidas e receitas com imóveis de renda, totalizou em 2009 R$4.696,0 milhões, com crescimento de R$501,2 milhões ou 11,9% em relação aos R$4.194,8 milhões de 2008. Receitas Totais (R$ milhões) JAN A SET 2009 2008 Prêmios de seguros auferidos 3.946,2 3.575,1 Contribuições de planos de previdência 91,1 83,3 Receita de prestação de serviços – Consórcio 84,3 76,3 Operações de créditos – Portoseg 104,5 52,7 Receita de prestação de serviços – Monitoramento 45,6 38,4 Outras receitas – Portopar 7,1 5,6 Receita de prestação de serviços – Crediporto 4,4 3,3 Receita de prestação de serviços – Integração 3,2 2,3 Receita de prestação de serviços – Portoserv 1,4 0,5 Receita de prestação de serviços – Portomed 0,9 0,2 Receita de prestação de serviços – Serviços 2,7 0,1 Receita de prestação de serviços – Atendimento 0,7 Receitas financeiras líquidas 400,6 354,8 Receitas com imóveis 3,3 2,2 Receita Total 4.696,0 4.194,8 19/11/2009 17:33:07 Variação % 2008-2009 10,4 9,4 10,5 98,3 18,8 26,8 33,3 39,1 180,0 350,0 12,9 50,0 11,9 Pág: 116 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Prêmios Auferidos Os prêmios auferidos pela Companhia totalizaram em 2009 R$3.879,5 milhões, com um aumento de R$355,2 milhões ou 10,1% sobre o montante de R$3.524,3 milhões em 2008, desconsiderando os planos VGBL. Prêmios Auferidos (R$ milhões) Prêmios por segmento Porto Seguro Auto Azul Seguros Auto Total Auto Pessoas Saúde Patrimonial Transportes Riscos Financeiros Responsabilidade DPVAT Porto Seguro Uruguay Total de Prêmios Auferidos sem VGBL Prêmios de VGBL Total de Prêmios Auferidos JAN A SET 2009 2008 2.031,0 1.874,4 522,6 423,7 2.553,6 2.298,1 212,3 203,2 500,7 468,0 205,0 195,8 59,0 66,8 136,2 114,5 6,0 5,7 167,5 133,7 39,2 38,5 3.879,5 3.524,3 66,7 50,8 3.946,2 3.575,1 Evolução % 2008 - 2009 8,4 23,3 11,1 4,5 7,0 4,7 (11,7) 19,0 5,3 25,3 1,8 10,1 31,3 10,4 • Segmento de Seguro Automóvel – Porto Seguro: os prêmios auferidos no segmento de seguro automóvel totalizaram em 2009 R$ 2.031,0 milhões, aumento de R$ 156,6 milhões ou 8,4% sobre os R$ 1.874,4 milhões em 2008, que decorre do aumento de 19,4% na quantidade de itens emitidos no período, parcialmente compensado pela redução de 9,2% do prêmio anual médio. A frota segurada em setembro de 2009 totalizou 1.704,5 mil veículos, aumento de 10,1% em relação aos 1.547,9 mil em setembro de 2008. • Segmento de Seguro Automóvel – Azul Seguros: os prêmios auferidos no segmento de seguro automóvel totalizaram em 2009 R$ 522,6 milhões, aumento de R$ 98,9 milhões ou 23,3% sobre os R$ 423,7 milhões em 2008, que decorre (i) do aumento de 22,4% na quantidade de itens emitidos no período, e (ii) pelo aumento de 0,7% no prêmio médio. A frota segurada em setembro de 2009 totalizou 587,4 mil veículos, aumento de 24,9% em relação aos 470,4 mil veículos em setembro de 2008. • Segmento de Seguro Saúde - os prêmios auferidos no segmento de seguro saúde totalizaram R$ 500,7 milhões em 2009, aumento de R$ 32,7 milhões ou 7,0%, sobre os R$ 468,0 milhões em 2008, que decorre do aumento de 11,5% do prêmio médio, parcialmente compensado pela redução de 21,3% na quantidade de vidas seguradas para 382,2 mil em setembro de 2009 em relação aos 485,5 mil em setembro de 2008. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 117 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Segmento de Seguro de Pessoas: os prêmios auferidos totalizaram R$ 212,3 milhões em 2009, com aumento de R$ 9,1 milhões ou 4,5% em relação aos R$ 203,2 milhões em 2008, que decorre do aumento de 2,4% da quantidade de vidas seguradas para 2.224,5 mil em 2009, em relação aos 2.171,9 mil em 2008, parcialmente compensado pela redução de 7,8% do prêmio anual médio. • Receitas de Contribuições – Previdência Complementar • As receitas com contribuições de planos de previdência totalizaram R$ 91,1 milhões em 2009, aumento de R$ 7,8 milhões ou 9,4% em relação aos R$ 83,3 milhões em 2008, decorrente do aumento de 2,6% na receita de contribuição anual média. A quantidade de participantes de Previdência aumentou 10,2% passando para 130,9 mil em setembro de 2009 em relação aos 118,8 mil em setembro de 2008. Prestação de Serviços – Monitoramento • As receitas de prestação de serviços de monitoramento eletrônico totalizaram R$ 45,6 milhões em 2009, com aumento de R$ 7,2 milhões ou 18,8% em relação aos R$ 38,4 milhões em 2008, que decorre do aumento de 28,8% na quantidade de clientes passando para 17,0 mil em setembro de 2009 em relação aos 13,2 mil em setembro de 2008, e pelo aumento de 2,2% da receita anual média. Prestação de Serviços – Consórcio • As receitas de administração de consórcios totalizaram R$ 84,3 milhões em 2009, com aumento de R$ 8,0 milhões ou 10,5%, em relação aos R$ 76,3 milhões em 2008. O número de cotas de Consórcio administradas aumentou 9,9% passando para 54,3 mil em 2009, em relação aos 49,4 mil em 2008. Operações de Crédito • As receitas com operações de crédito totalizaram R$ 104,5 milhões em 2009, com aumento de R$ 51,8 milhões ou 98,3%, em relação aos R$ 52,7 milhões em 2008. A carteira de operações de créditos administradas aumentou 42,4% passando para R$ 448,1 milhões em 2009, em relação aos R$ 314,7 milhões em 2008. Outras Receitas As receitas da Portopar com administração financeira totalizaram R$ 7,1 milhões em 2009, aumento de 26,8% em relação aos R$ 5,6 milhões em 2008, que decorre do aumento de 210,0% das receitas com administração de recursos para R$ 6,2 milhões em 2009 em relação ao R$ 2,0 milhões em 2008, e pela inclusão da nova receita referente à administração de carteiras, que em 2009 totalizou R$ 0,3 milhão parcialmente compensadas pela redução de 68,6% nas receitas de serviços – rebates que totalizaram R$ 1,1 milhão em 2009 sobre os R$ 3,5 milhões em 2008. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 118 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Prêmios de Resseguros Cedidos As despesas com prêmios cedidos de resseguros totalizaram em 2009 R$25,4 milhões, com um aumento de R$12,4 milhões ou 95,4% sobre R$13,0 milhões em 2008. Variação da Despesa com Provisões Técnicas As despesas com provisões técnicas apresentaram a seguinte variação: JAN A SET 2009 2008 204,0 213,3 88,3 79,2 66,9 53,2 (0,1) 2,6 5,3 1,6 364,4 349,9 Provisões Técnicas (R$ Milhões) Provisão de prêmios não ganhos Provisão de planos de previdência Provisão matemática Provisão de riscos não expirados Outras provisões Total da variação das provisões técnicas Evolução % 2008-2009 (4,4) 11,5 25,8 (103,8) 231,3 4,1 Sinistros Retidos As despesas com sinistros retidos totalizaram em 2009 R$2.134,8 milhões, um aumento de R$282,8 milhões, ou 15,3% sobre o montante de R$1.852,0 milhões em 2008, principalmente na carteira auto, como segue: Sinistros Retidos JAN A SET Sinistralidade JAN A SET Evolução % 2009 2008 2008 - 2009 2009 2008 Porto Seguro Auto 1.014,6 925,3 9,7 52,6 50,7 Azul Seguros Auto 326,7 222,1 47,1 72,8 69,5 Pessoas Saúde 67,6 59,5 13,6 35,0 31,1 385,7 370,6 4,1 76,9 79,4 Patrimonial 84,6 74,9 13,0 45,8 46,2 Transportes 30,8 31,6 (2,5) 53,6 48,3 Riscos Financeiros 62,0 40,2 54,2 50,9 46,9 Responsabilidade 1,3 2,8 (53,6) 22,8 45,9 DPVAT 146,5 108,0 35,6 87,7 81,7 Porto Seguro Del Uruguay Total 15,0 17,0 44,9 2.134,8 1.852,0 (11,8) 15,3 40,4 58,6 56,3 Carteira 19/11/2009 17:33:07 Pág: 119 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE Despesas de Comercialização As despesas de comercialização totalizaram em 2009 R$817,6 milhões, com um aumento de R$55,3 milhões ou 7,3% sobre o montante de R$762,3 milhões em 2008. As despesas de comercialização de seguros totalizaram em 2009 R$786,7 milhões, um aumento de R$57,1 milhões ou 7,8% sobre o montante de R$729,6 milhões em 2008. O percentual sobre os prêmios ganhos em 2009 foi de 21,6%, e em 2008 foi de 22,2%, uma redução de 0,6 ponto percentual. Despesas Administrativas e com Tributos As despesas administrativas totalizaram em 2009 R$724,7 milhões, com um aumento de R$69,7 milhões ou 10,6% sobre o montante de R$655,0 milhões em 2008. Essa variação deve-se principalmente ao aumento de R$39,3 milhões ou 12,1% com pessoal próprio em função do aumento de 6,7% por acordo coletivo e crescimento médio de 2,1% no quadro de funcionários, devido à expansão dos negócios e despesas com processamento de cartões de crédito no montante de R$ 21,1. As despesas com tributos totalizaram em 2009 R$113,6 milhões, com um aumento de R$19,5 milhões ou 20,7% sobre o montante de R$94,1 milhões em 2008, principalmente devido, a reversão do PIS em 2008, em virtude da decadência do período de março e maio de 1998 e de junho de 1994, no montante de R$11,3 milhões. Em 2009, o índice de despesas administrativas e com tributos das seguradoras sobre os prêmios ganhos foi de 19,9%, sendo que em 2008 foi de 20,4%, com uma redução de 0,5 ponto percentual. Resultado Financeiro As receitas financeiras totalizaram em 2009 R$534,3 milhões, com aumento de R$69,5 milhões, ou 15,0% em relação aos R$464,8 milhões em 2008 devido a: (i) As receitas com aplicações financeiras totalizaram em 2009 R$ 381,6 milhões, com um aumento de R$ 67,6 milhões, ou 21,5% em relação aos R$ 314,0 milhões em 2008, que decorre: (a) do aumento da taxa efetiva para 9,48% em 2009 em relação aos 8,10% em 2008 e (b) redução de 3,7% nas aplicações financeiras médias para R$ 3.349,2 milhões em 2009, em relação aos R$ 3.476,5 milhões em 2008. As receitas com aplicações financeiras (exceto Porto Seguro Vida e Previdência) totalizaram em 2009 R$ 261,0 milhões, com um aumento de R$ 39,4 milhões, ou 17,8% em relação aos R$ 221,6 milhões em 2008, que decorre: (a) do aumento da taxa efetiva para 9,04% em 2009 em relação aos 7,96% em 2008 e (b) aumento de 3,7% nas aplicações financeiras médias para R$ 2.887,2 milhões em 2009, em relação aos R$ 2.783,9 milhões em 2008. (ii) As outras receitas financeiras totalizaram R$152,7 milhões, com um aumento de R$1,9 milhão, ou 1,3% em relação aos R$150,8 milhões em 2008, que decorre, principalmente, do aumento de R$1,3 milhão referente às variações monetárias dos depósitos judiciais. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 120 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE As despesas financeiras totalizaram em 2009 R$130,5 milhões, com um aumento de R$22,8 milhões, ou 21,2% em relação aos R$107,7 milhões em 2008, conforme demonstrado abaixo: Operações de previdência Operações de previdência - PGBL Variações monetárias de provisão para tributos a longo prazo Operações de seguros Outros Total despesas financeiras JAN A SET Variação % 2009 2008 2008-2009 35,8 51,6 (30,6) 46,4 23,4 98,3 37,9 2,9 7,5 130,5 14,7 8,8 9,2 107,7 157,8 (67,0) (18,5) 21,2 Outras Receitas e Despesas Operacionais - Outras receitas operacionais totalizaram em 2009 R$195,4 milhões, com um aumento de R$50,8 milhões ou 35,1% sobre o montante de R$144,6 milhões em 2008. Esse aumento deve-se principalmente: (a) aumento das receitas com custo de apólices de R$18,8 milhões ou 15,1%; (b) aumento das receitas de multas e juros do cartão de crédito de R$ 8,2 milhões e (c) aumento da taxa administrativa referente à transação com cartão de crédito de R$ 11,8 milhões. - Outras despesas operacionais totalizaram em 2009 R$249,2 milhões, com um aumento de R$ 41,3 milhões ou 19,9% sobre o montante de R$207,9 milhões. Essa variação deve-se principalmente ao aumento nas despesas com rastreador de veículos no montante de R$ 43,6 milhões. IRPJ e CSLL As despesas com IRPJ e CSLL totalizaram em 2009 R$110,5 milhões, com um aumento de R$4,1 milhões ou 3,9% sobre R$106,4 milhões em 2008. As taxas efetivas de IRPJ e CSLL em 2009 e em 2008 foram de 32,1% e 31,4%, respectivamente. Lucro Líquido O lucro líquido totalizou em 2009 R$209,6 milhões, registrando uma redução de 0,9% sobre R$211,6 milhões obtidos em 2008. O lucro por ação foi de R$ 0,91 em 2009, com redução de 0,9% sobre R$ 0,92 em 2008. Índice Combinado O índice combinado (sinistros retidos, despesas de comercialização, despesas administrativas e despesas com tributos, comparados com os prêmios ganhos), em 2009 foi de 100,0%, com um aumento de 1,2 ponto percentual sobre os 98,8% de 2008. O crescimento deve-se, principalmente, ao aumento no índice de sinistralidade de 2,3 pontos percentuais, compensado pela redução de 0,5 ponto percentual nas despesas administrativas e tributos e 0,6 ponto percentual nas despesas de comercialização. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 121 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 PORTO SEGURO S.A. Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 02.149.205/0001-69 12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE O índice combinado ampliado, que, também considera o resultado financeiro, em 2009 foi de 90,7%, apresentando um aumento de 1,1 ponto percentual, em relação ao índice de 2008 que foi de 89,6%. 19/11/2009 17:33:07 Pág: 122 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2009 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS 1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA INVESTIDA INVESTIDORA 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR (Mil) 01 PORTO SEGURO CIA DE SEGUROS GERAIS SEGURADORA 19/11/2009 17:33:08 61.198.164/0001-60 (Mil) INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 76,09 414.202 414.202 Pág: 123 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 1) Posição acionária dos acionistas detentores de mais de 5% das ações: Data Base: 30/09/2009 Nome/Razão Social Porto Seguro S/A Investidora/Controladora CPF/CNPJ 43.761.758/0001-55 94.021.035 40,99 Rosag Empreend. E Partic. S/A Credit Suisse Hedging-Griffo (*) 59.884.445/0001-24 61.809.182-0001/30 36.169.533 14.017.310 15,77 6,11 Rosas Empreend. e Partic. Ltda Outros 59.867.234/0001-83 13.735.956 71.405.377 5,99 31,13 229.349.211 100,00 34.756.005 1.942.183 94,71 5,29 36.698.188 100,00 Rosas Empreend. e Partic. Ltda Stela Yara Blay Jayme Blay 872.326.508-68 005.305.498-91 Total Jayme Brasil Garfinkel Cleusa Campos Garfinkel 525.260.388-04 410.929.458-49 18.285.878 16.986.763 26,41 24,53 Ana Luiza Campos Garfinkel Bruno Campos Garfinkel 299.713.918-05 267.737.238-09 16.986.763 16.986.763 24,53 24,53 69.246.167 100,00 2.852.596 10 99,99 0,01 2.852.606 100,00 Total Rosag Empreend. E Partic. S/A Jayme Brasil Garfinkel Pares Empreend. E Partic. S/A Total 525.260.388-04 43.761.758/0001-55 (*) Participações via fundos de investimento administrados por estas empresas, em que, nenhum quotista ou fundo possui mais de 5% individualmente. 19/11/2009 17:33:13 % participação Pares Empreend. e Partic. S/A Total Pares Empreend. e Partic. S/A Ações Ordinárias/Quotas Pág: 124 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 2) Valores mobiliários consolidados de emissão da Companhia de titularidade do Controlador, Diretor e Membros do Conselho de Administração: Posição em 30 de Setembro de 2009 Grupos Valores Mobiliários Características dos Títulos Ações Ações Ações Ações Ordinárias Ordinárias Ordinárias Ordinárias Controlador (*) Conselho de Administração Diretoria Outros Acionistas Total Quant. % Participação 130.649.371 754.287 14.490 97.931.063 229.349.211 56,97 0,33 0,00 42,70 100,00 (*) A diferença no percentual de participação, refere-se, as ações da Rosas Empreend. e Partic. Ltda, que passou a fazer parte do grupo de outros acionistas. Posição em 30 de Setembro de 2008 Grupos Valores Mobiliários Características dos Títulos Ações Ações Ações Ações Ordinárias Ordinárias Ordinárias Ordinárias Controlador (*) Conselho de Administração Diretoria Outros Acionistas Total Quant. % Participação 130.618.274 526.939 9.390 99.488.208 230.642.811 56,63 0,23 0,00 43,14 100,00 (*) O Conselho Fiscal não foi instalado. 3) Ações em circulação: Posição em 30 de Setembro de 2009 Características dos Títulos Ações Ordinárias Quant. % Participação 97.931.063 42,70 Obs: O Conselho Fiscal não foi instalado. 19/11/2009 17:33:13 Pág: 125 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 4) Agenda do Investidor Conferência Telefônica de Resultados: Data: Horário: Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009. (em português) 11h30 – horário de Brasília 8h30 – horário de Nova Iorque Data: Horário: Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009. (em inglês) 13h30 – horário de Brasília. 11h30 – horário de Nova Iorque APIMEC – S.P. - Reunião pública com analistas: Belo Horizonte - MG Quinta – Feira, 12 de Novembro de 2009 8h30 – horário de Brasília 5) Cláusula Compromissória: Conforme disposições estatutárias, a Companhia está vinculada à Câmara de Arbitragem do Mercado (“Regulamento de Arbitragem”) da BOVESPA. Toda e qualquer disputa ou controvérsia entre a Sociedade, os acionistas, administradores e membros do Conselho Fiscal da Sociedade, entre si ou em face da BOVESPA, e que sejam relativas ou oriundas da interpretação e aplicação das disposições do presente Estatuto Social, da Lei nº 6.404/76, do Contrato de Participação no Novo Mercado da BOVESPA, caso aplicável, das normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil e Comissão de Valores Mobiliários e das demais normas de mercado de capitais, além daquelas do Regulamento de Listagem do Novo Mercado, deverá ser dirimida, em caráter definitivo, por meio de arbitragem, nos termos do Regulamento da Câmara de Arbitragem do Mercado ("Regulamento de Arbitragem"), da BOVESPA. 19/11/2009 17:33:13 Pág: 126 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA O Comitê de Auditoria da Porto Seguro S.A. é composto por membros independentes, de acordo com as melhores práticas de governança corporativa aplicáveis às companhias que tenham suas ações negociadas no Novo Mercado da Bovespa e atendendo ao que estabelece a legislação, especificamente a Resolução nº 118/04, do Conselho Nacional de Seguros Privados e a Resolução nº 3.198/04, do Banco Central do Brasil. Ao Comitê de Auditoria compete, principalmente, avaliar, acompanhar e recomendar, de forma independente: (i) o atendimento a dispositivos legais e regulatórios aplicáveis à Porto Seguro S.A. e às suas controladas, considerando as particularidades afetas a cada sociedade, além de regulamentos e políticas internas; (ii) os sistemas de controles internos da Porto Seguro S.A. e de suas controladas; (iii) as demonstrações contábeis da Porto Seguro S.A. e de suas controladas; (iv) os trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e externa; e (v) a correção e o aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos, identificados no âmbito de sua atuação. A atuação do Comitê de Auditoria abrange todas as empresas do conglomerado Porto Seguro, sendo exercida a partir da Porto Seguro S.A., companhia aberta e detentora do controle das empresas que integram o conglomerado. Cabe à Administração a responsabilidade pela elaboração, apresentação e integridade das demonstrações contábeis da Porto Seguro S.A. e de suas controladas, bem como pela implementação e manutenção de controles internos adequados à complexidade de suas operações, visando à observância das práticas contábeis adotadas no Brasil e das normas e regulamentos editados pelo Conselho de Seguros Privados – CNSP, Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, Banco Central do Brasil – BACEN e Comissão de Valores Mobiliários – CVM. A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes é a responsável pela Revisão Especial das ITR – Informações Trimestrais da Porto Seguro S.A. e de suas controladas relativas ao trimestre findo em 30 de setembro de 2009 (ITR de 30 de setembro de 2009). Por meio da referida revisão, conduzida de acordo com as normas do IBRACON – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho Federal de Contabilidade, o Auditor Independente informa se tem conhecimento de modificações relevantes que devam ser feitas nas informações trimestrais. 19/11/2009 17:33:13 Pág: 127 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES O Comitê reuniu-se com o Auditor Independente e tomou conhecimento do Relatório da Revisão Especial das ITR de 30 de setembro de 2009 da Porto Seguro S.A. e de suas controladas, no qual o Auditor Independente informa não ter conhecimento de nenhuma modificação relevante que tenha que ser feita, nas informações trimestrais referidas, para que estejam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Assim, no exercício de suas competências e atribuições e, tendo por base as conclusões do Relatório da Revisão Especial das ITR de 30 de setembro de 2009 da Porto Seguro S.A. e de suas controladas, emitido pelo Auditor Independente, o Comitê recomenda a aprovação das referidas ITR pelo Conselho de Administração. São Paulo, 10 de novembro de 2009. Carlos Atushi Nakamuta Fernando Kasinski Lottenberg Lie Uema do Carmo 19/11/2009 17:33:13 Pág: 128 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - Informações Trimestrais EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 01665-9 Divulgação Externa Legislação Societária DATA-BASE - 30/09/2009 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA Relatório de revisão dos auditores independentes Aos Administradores e Acionistas Porto Seguro S.A. 1 Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais - ITR, (individuais e consolidadas) da Porto Seguro S.A. e de suas controladas, referentes ao trimestre findo em 30 de setembro de 2009, compreendendo os balanços patrimoniais e as demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, as notas explicativas e o relatório de desempenho, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. 2 Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e consistiu, principalmente, em: (a) indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas áreas Contábil, Financeira e Operacional da Companhia e de suas controladas, quanto aos principais critérios adotados na elaboração das Informações Trimestrais; e (b) revisão das informações e dos eventos subsequentes que tenham, ou possam vir a ter, efeitos relevantes sobre a posição financeira e as operações da Companhia e de suas controladas. 3 Com base em nossa revisão limitada, não temos conhecimento de qualquer modificação relevante que deva ser feita nas informações trimestrais acima referidas, para que estejam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis à preparação das informações trimestrais, de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. 4 As práticas contábeis adotadas no Brasil diferem, em certos aspectos significativos, das normas internacionais de contabilidade. As informações relacionadas à natureza e ao efeito dessas diferenças estão apresentadas na Nota 35 às Informações Trimestrais - ITR. São Paulo,10 de novembro de 2009 PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 19/11/2009 17:33:16 Edison Arisa Pereira Contador CRC 1SP127241/O-0 Pág: 129 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa Data-Base - 30/09/2009 Legislação Societária 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 ÍNDICE GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA 01 01 IDENTIFICAÇÃO 1 01 02 SEDE 1 01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1 01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1 01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2 01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2 01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2 01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2 01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3 01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3 02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4 02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5 03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 7 04 01 04 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/07/2009 a 30/09/2009 10 05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 30/09/2009 11 08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 12 08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 14 09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 16 10 01 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO 19 11 01 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/07/2009 a 30/09/2009 21 11 02 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2009 a 30/09/2009 22 06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 23 07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 104 12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 106 13 01 PARTICIPAÇÃO EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS 123 20 01 OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 124 21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 9 129 PORTO SEGURO CIA DE SEGUROS GERAIS 19/11/2009 17:33:18 /129 Pág: 130