Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
U.
S.
F.
UNIDADE
DE SAÚDE
FAMILIAR
Centro de Saúde de Cantanhede
Relatório de Actividades 2009
Março de 2010 0
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
LISTA de SIGLAS
ACES BM III – Agrupamento de Centros de Saúde – Baixo Mondego III
ARSC I.P. – Administração Regional de Saúde do Centro, Instituto Público
DC – Departamento de Contratualização
HbA1C – Hemoglobina Glicosilada
IPSS – Instituição de Promoção de Solidariedade Social
MCDT – Meios Complementares de Diagnóstico e Tratamento
PIDDAC – Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da
Administração Central
PF – Planeamento Familiar
PNV – Plano Nacional de Vacinação
SAM – Sistema de Apoio ao Médico
SAPE – Sistema de Apoio à Prática de Enfermagem
SI/J – Saúde Infantil e Juvenil
SINUS – Sistema de Informação de Unidades de Saúde
SM – Saúde Materna
USF – Unidade de Saúde Familiar
Março de 2010 1
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Índice geral
1. Enquadramento ........................................................................................................................3
2. Caracterização geral da USF....................................................................................................4
2.1. Oferta e disponibilidade de recursos .................................................................................... 4
2.2. Recursos Humanos .............................................................................................................. 5
2.3. Instalações e equipamentos.................................................................................................. 5
2.4. Organização/procedimentos e normas de qualidade ........................................................... 6
2.5. Caracterização dos Utentes Inscritos.....................................................................................8
3. Avaliação das Actividades Médicas .......................................................................................10
3.1. Produtividade ......................................................................................................................10
3.2. Análise dos Tipos de Contactos ..........................................................................................11
3.3. Faltas às Consultas..............................................................................................................12
3.4. Iniciativa da Marcação das Consultas .................................................................................12
3.5. Marcação Telefónica ...........................................................................................................13
3.6. Tempo de Espera ................................................................................................................14
4. Avaliação das Actividades de Enfermagem ...........................................................................15
4.1. Produtividade ......................................................................................................................15
4.2. Análise dos Tipos de Contactos..........................................................................................16
4.3 Faltas às Consultas..............................................................................................................18
5. Actividade e eficiência............................................................................................................20
5.1. Indicadores de acesso........................................................................................................20
5.2. Indicadores de Desempenho Assistencial .........................................................................20
5.3. Percentagem de utilizadores satisfeitos / muito satisfeitos ................................................22
5.4. Desempenho económico ...................................................................................................23
5.5. Linhas de orientação comum ............................................................................................23
6. Outras actividades.................................................................................................................25
6.1. Educação para a saúde .....................................................................................................25
6.2. Formação em serviço.........................................................................................................25
6.3. Outras Actividades Formativas ..........................................................................................26
6.4. Articulação com outras Instituições ...................................................................................27
6.5. Actividades de convívio......................................................................................................27
6.6 Outros projectos .................................................................................................................27
ANEXOS
ANEXO I – Relatório de Avaliação de Participação nas Reuniões no ano de 2009
ANEXO II – Relatório de Auto-avaliação de Acompanhamento a Modelo A
ANEXO III – Manual de Articulação com o ACES Baixo Mondego III
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
1. Enquadramento
A Unidade de Saúde Familiar “As Gândras” (USF) é uma unidade
funcional do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Mondego III (ACES
BM III), com autonomia organizativa, funcional e técnica, logo centro de custos
e de resultados, que presta cuidados de saúde aos utentes nela inscritos e que
se compromete anualmente a atingir determinados objectivos e metas, inscritos
na carta de compromisso negociada, anualmente, com a Administração de
Regional de Saúde do Centro I.P. (ARSC I.P.) – Departamento de
Contratualização (DC) ou com o ACES BM III.
O Relatório de Actividades de 2009 é essencialmente dirigido para a
avaliação quantitativa das actividades médicas e de enfermagem, recorrendo
aos Sistemas de Informação: o Sistema Informático Nacional de Unidades de
Saúde (SINUS), o Sistema de Apoio ao Médico (SAM) e SAM Estatístico e o
Sistema de Apoio à Prática de Enfermagem (SAPE).
O sistema de informação ainda não possibilita as informações
consideradas pela USF cruciais, pelo que o Relatório de Actividades reflecte
apenas algumas das actividades realizadas, baseadas nos dados que são
possíveis obter nas aplicações à data disponíveis.
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
2. Caracterização geral da USF
2.1. Oferta e disponibilidade de recursos
O horário de funcionamento é das 8 às 18 horas nos dias úteis. A USF
dá cumprimento à Carteira Básica de Serviços.
Durante todo o horário de funcionamento existe sempre uma equipa
médica/enfermeiro em intersubstituição ou em consulta aberta. Diariamente
uma equipa de enfermagem faz visitação domiciliárias curativas e de promoção
para a saúde. Os cuidados de enfermagem nos fins-de-semana, sendo
necessários, estão articulados com o Centro de Saúde de Cantanhede através
dos serviços da Consulta de Agudos Complementar.
No período de férias da USF, de 29 de Junho a 4 de Setembro de 2009,
são realizadas consultas de vigilância a crianças até aos dezoito meses
inclusive e grávidas. Os três pólos são encerrados, em 50% do tempo de
funcionamento normalmente existente, com reforço na sede principal de Febres
na sua oferta assistencial. Pretendeu-se que a maioria significativa das férias
dos elementos da USF, se concentrassem neste período de tempo.
A USF faz parte do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas
Finisterra - Febres, representada por um elemento da equipa.
A USF participa na integração e orientação de alunos de Enfermagem,
com parceria existente com a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e o
Centro de Saúde de Cantanhede.
Com parcerias estruturadas com as quatro Juntas de Freguesia (Febres,
Corticeiro de Cima, Vilamar e São Caetano), a USF participa activamente em
actividades de Educação para a Saúde junto da comunidade.
Em 2009, a USF programou a implementação de um programa
designado de “Programa Escola”, que tem por base a elaboração de sessões
de educação para a saúde nas escolas do Agrupamento Finisterra e a criação
de um gabinete de apoio aos jovens com início a 4 de Março de 2010, a
funcionar às quintas-feiras das 15h às 17 horas na sede deste Agrupamento
em Febres.
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
2.2. Recursos humanos
Por necessidade, reconhecida pela maioria da equipa, de reestruturação
da equipa e organizado pelo coordenador, foi reunido o Conselho Geral da
USF “As Gândras” no dia 30 de Janeiro de 2009 às 15h, na sala da Biblioteca
do Centro de Saúde de Cantanhede, tendo sido deliberada a substituição de
um elemento de Enfermagem da USF “As Gândras”. Este elemento foi
substituído por um novo, no dia nove de Fevereiro de 2009, fazendo parte
integrante da equipa desta USF.
Um elemento de Secretariado Clínico aposentou-se no dia um de
Setembro, tendo sido solicitada a sua substituição, a qual foi devidamente
referenciada e pedida à ARS Centro, I.P./ ACES Baixo Mondego III. A USF
aguarda, até ao momento, a sua substituição.
Em Outubro de 2010 vai acontecer a saída de um elemento
Administrativo por aposentação. No caso da não substituição deste elemento,
torna-se inoperacional a funcionalidade da própria USF. Em relação a um
profissional com CTTC (Contrato de Trabalho a Termo Certo) é de prever em
Julho uma resolução mais definitiva.
O número mínimo de profissionais considerado adequado ao
desempenho das respectivas funções de cobertura assistencial, tendo em
conta os objectivos a atingir e a satisfação das necessidades da população são
para a USF: quatro médicos, quatro enfermeiros e três administrativos.
2.3. Instalações e equipamentos
O espaço físico ocupado pela USF não sofreu alterações, continuandose a aguardar a remodelação e ampliação das instalações do pólo principal em
Febres, para o qual foi inscrito no PIDDAC 2009 pela ARS Centro, I.P.
A USF aguarda o fornecimento de material pedido, como mesa e
cadeiras para sala de reunião, telefone público, fornecimento de água para sala
de espera, telemóvel de serviço, sistema de alarme e intrusão e material
audiovisual.
Durante o ano de 2009, ocorreram algumas falhas no sistema
informático, por vezes, por longos períodos, tendo provocado transtornos no
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
serviço, nomeadamente na resposta atempada aos utentes e nos registos, com
compromisso da concretização dos objectivos assumidos pela USF.
2.4. Organização/procedimentos e normas de qualidade
Foi realizada uma reunião semanal geral da USF, com excepção do
tempo de férias, onde foram abordadas todas as situações pertinentes e
registadas na respectiva acta, cujo Relatório de Avaliação da Participação nas
Reuniões (Anexo I).
É mantida a actualização e divulgação do site da USF, criado a 10 de
Outubro de 2008, para devida informação aos utentes, continuando a ser uma
mais valia para a nossa equipa. Foi criado a 6 de Fevereiro de 2009,dentro da
dinâmica da USF, um importante instrumento de trabalho interno, a Intranet,
que permite a facilitação e agilização da comunicação entre os elementos da
USF, e se encontra em constante actualização.
Foi realizada a elaboração do Plano de Auditoria Interna, intitulado
“Critérios de avaliação de qualidade de serviços prestados à criança no
primeiro ano de vida”.
Em Fevereiro de 2009 adoptou-se o modelo de Enfermeiro de Família
de acordo com as listas de utentes médicas e administrativas existentes e
foram aprovadas, pela ARS Centro I.P., em sede de contratualização, horas
extraordinárias para Enfermeiros e Administrativos, 16 horas e 15 horas
respectivamente. Com o objectivo de estruturar os ficheiros clínicos de uma
forma equilibrada e equitativa pelas quatro equipas, foi decidido, e não pondo
em causa a livre escolha do médico pelo utente, inscrever os novos utentes no
ficheiro do Dr. Paulo Queiroz, estabilizar ficheiro dos restantes médicos.
A equipa da USF decidiu que mantinha o sistema informático
SAM/SAPE.
Foi definida a finalidade da consulta de sexta-feira à tarde, destinada a
situações agudas, consulta esta feita em escala rotativa de um médico, um
enfermeiro e um administrativo.
Foi definida a necessidade de elaboração do Manual de Boas Práticas
para desenvolvimento da Equipa de Qualidade, tendo ficado o Conselho
Técnico responsável pela sua elaboração e foi decidida a elaboração e
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
distribuição
de
protocolos
de
actuação
pelas
diferentes
equipas
multidisciplinares.
Para dar resposta a um problema identificado pela equipa, e posterior
recomendação apontada pela Equipa Regional de Apoio e Acompanhamento
do Centro, referenciada no Relatório de Acompanhamento n.º1, de forma a
evitar a concentração de utentes e face à necessidade de maior cobertura
assistencial na sede (Febres), foram reconfigurados os horários da USF,
nomeadamente dos pólos.
Na reunião de 26 de Fevereiro de 2009, foi definido que um elemento de
enfermagem da USF quando possível, em rotatividade iria à reunião do serviço
de enfermagem do Centro de Saúde de Cantanhede.
Na mesma reunião, foi votada, por unanimidade, a evolução da USF
para Modelo B. A equipa no seu conjunto mostrou interesse em colaborar fora
do horário de funcionamento da USF, com a criação de grupos de trabalho, e
divisão de tarefas dos documentos necessários para a candidatura da USF.
Foi dado conhecimento a toda a equipa multidisciplinar, da metodologia
de contratualização de indicadores da USF para o ano 2009 proposto pelo
Departamento de Contratualização da ARS Centro, I.P., publicada na Intranet
para consulta e elaboração da proposta da USF para posterior negociação.
Foi entregue em Março o Relatório de Actividades da USF referente ao
ano 2008.
No dia 24 de Abril de 2009, em reunião geral fez-se a aprovação e
assinatura
do
Regulamento
Interno.
Este
documento,
em
constante
actualização, foi adendado recentemente.
Em reunião geral da USF de 15.05.2009 foi feita a eleição do Conselho
Técnico (em acta de reunião n.º 28), onde foram eleitos o Médico Paulo
Queiroz e a Enfermeira Alice Pinhal. O Conselho Técnico da USF já existia,
composto por um elemento de enfermagem e um médico, que era o
coordenador, razão pela qual foi necessária esta reconfiguração.
Na referida reunião, ficou decidido que uma das competências inerentes
a este Conselho Técnico, para além das que estão atribuídas por lei, é a
emissão de certificados comprovativos de formação da USF.
A 29 de Abril de 2009 foi apresentado o Relatório de Auto-avaliação de
Acompanhamento Modelo A – 6 meses, à Equipa Regional de Apoio e
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Acompanhamento (Anexo II). Esta equipa emitiu o parecer técnico a 12 de
Maio de 2009, onde se encontra a apreciação global da execução do Contrato
Assistencial e Recomendações.
Em Maio de 2009 foi iniciada a elaboração do Manual de Articulação
com o Centro de Saúde de Cantanhede. A sua conclusão foi em Dezembro de
2009, dirigido ao Agrupamento de Centros de Saúde Baixo Mondego III (Anexo
III).
Em Setembro de 2009 foi decidido em reunião geral, a formação e início
do Serviço de Atendimento Gripe (SAG) na USF, com definição de fluxograma
de actuação, intervenção em casos suspeitos e criação de espaço físico
próprio para este efeito.
Em Novembro de 2009 foi eleito um responsável de Enfermagem pela
vacinação da Gripe Pandémica H1N1 na USF “As Gândras”. A partir desta
data, foi realizada a administração da vacina aos respectivos Grupos de Risco.
2.5. Caracterização dos Utentes Inscritos
A USF representa cerca de 17% do total de utentes inscritos do universo
do Centro de Saúde de Cantanhede (43398 utentes a 26.03.2010), situação
que se mantém desde o inicio de funcionamento da USF.
Quadro 1. Caracterização da população inscrita da USF
Grupo Etário
Sexo Feminino
Sexo Masculino
Total
< 1 ano
28
27
55
1-4 anos
112
110
222
5-9 anos
149
150
299
10-14 anos
199
165
364
15-19 anos
195
173
368
20-24 anos
210
195
405
25-29 anos
266
225
491
30-34 anos
270
271
541
35-39 anos
230
252
482
40-44 anos
259
251
510
45-49 anos
259
250
509
50-54 anos
252
250
501
55-59 anos
232
266
498
60-64 anos
235
226
461
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Grupo Etário
Sexo Feminino
Sexo Masculino
Total
65-69 anos
183
221
404
70-74 anos
193
250
443
≥ 75 anos
288
573
861
TOTAL
3560
3855
7415
NOTA: Dados retirados do SINUS em 16.02.2010
Gráfico 1. Pirâmide Etária
Pirâmide Etária
Sexo masculino
Sexo feminino
>75 anos
70-74 anos
65-69 anos
60-64 anos
55-59 anos
50-54 anos
45-49 anos
40-44 anos
35-39 anos
30-34 anos
25-29 anos
20-24 anos
15-19 anos
10-14 anos
5-9 anos
1-4 anos
< 1 ano
-400
-200
0
200
400
600
800
NOTA: Dados retirados do SINUS em 16.02.2010
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
3. Avaliação das Actividades Médicas
Na avaliação das actividades foram utilizadas as seguintes definições
para os contactos efectuados:
• CONTACTOS DIRECTOS - encontro directo entre o utente e o médico:
o Contactos Directos Programados (agendados); o Contactos Directos
Não Programados (consulta aberta ou situações agudas).
• CONTACTOS INDIRECTOS - quando o problema se resolve sem o
contacto directo entre o utente e o médico.
3.1. Produtividade
Em 2009 (de 01-01-2009 a 31-12-2009), o volume total de consultas foi
de 32 624, com número total de utentes utilizadores de 5 348 e média de
consultas/Utente Utilizador de 6.1.
O volume de consultas e a Produtividade Global por Médico, aumentou
neste ano de 2009, uma vez que a USF apresentou em 2008 um valor total de
27 169 de consultas efectuadas.
Quadro 2.Caracterização da Variação Global das Consultas desde 2007
Variação Consultas Efectuadas
3.107
2007
% Variação Consultas Efectuadas
24.26%
2008
Variação Consultas Efectuadas
11.255
% Variação Consultas Efectuadas
70.72%
Variação Consultas Efectuadas
5.455
% Variação Consultas Efectuadas
20.08%
2009
Fonte: SAM ESTATISTICO
Nos
últimos
três
anos
a
variação
global
de
consultas
foi
sistematicamente positiva. Esta variação foi marcadamente importante entre os
anos de 2007 e 2008, pois este período marcou o inicio de actividade da USF
(25 de Fevereiro a 15 de Setembro de 2008 a USF funcionou em regime de
instalação).
Em 2009 cada médico efectuou, em média, 8 156 consultas, ou seja, 37
consultas por dia (incluindo contactos indirectos).
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Em 2009 a Taxa de Utilização Global de Consultas foi de 68.36% e a
Utilização Média de consultas por utilização foi de 6,1.Estes valores reflectem o
investimento de todos os profissionais da USF, num melhor desempenho, de
forma a aumentar a oferta e a qualidade prestada nas consultas.
Ao fazer uma análise do total de consultas por grupos em 2009 (ver
Quadro 3) –Planeamento Familiar (PF), Saúde Materna (SM), Saúde
Infantil/Juvenil (SI/J), Domicílios e Adultos (inclui todas excepto consultas de
SM, SI/J, PF e Domicílios), verifica-se uma predominância das consultas de
Medicina Geral e Familiar, logo seguida da Saúde Infantil, Hipertensão e
Planeamento Familiar.
Quadro 3. Caracterização das Consultas Realizadas
Tipo de Consulta
% Consultas Efectuadas
Diabetes
3.3%
Hipertensão
2.7%
Planeamento Familiar
6.6%
Saúde Adultos
77%
Saúde Infantil
8.5%
Saúde Materna
1.7%
Fonte: SAM ESTATISTICO
A taxa de Revisão de Puerpério, de acordo com os dados do SAM
Estatístico de 2009, foi de 100 %.
Em relação à precocidade da 1ª consulta de vida, das 60 crianças
nascidas, 87% tiveram a 1ª consulta antes dos 28 dias.
3.2. Análise dos tipos de contactos
Do total de 32 624 contactos realizados em 2009, 24 077 foram contactos
directos (73.80%) e 8548 contactos indirectos (26.20%). Dos contactos
directos, 13 173 foram consultas programadas (54,71%) e 10 904 não
programadas (45,29%).
Março de 2010 11
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
É objectivo da equipa da USF que o valor das consultas programadas
ultrapasse claramente o das não programadas. As consultas não programadas
são uma realidade de difícil gestão, pois estão directamente relacionadas com
a morbilidade encontrada na comunidade e com as “conveniências” dos
utentes na utilização da Consulta de Agudos.
O número de consultas não programadas traduz o padrão na comunidade
no que diz respeito às necessidades dos utentes, a acessibilidade e satisfação,
a procura de serviços numa comunidade rural, a capacitação da população,
entre outros aspectos.
3.3. Faltas às Consultas
Comparando com os valores de 2008 (gráfico 2), tem-se verificado uma
redução do número de faltas, de 978 faltas (3.6%) em 2008 para um valor de
131 faltas (0.4%) em 2009.
A equipa multidisciplinar estará atenta a este parâmetro, adoptando um
maior rigor na gestão da agenda e introduzindo medidas correctoras, no
sentido de baixar ainda este valor.
Gráfico 2. Evolução das faltas às consultas de 2008 a 2009
4,00%
3,60%
3,00%
2008
2,00%
0,80%
1,00%
2009
0,00%
2008
2009
Fonte: SAM ESTATÌSTICO
3.4. Iniciativa da Marcação das Consultas
A iniciativa da marcação das consultas é predominantemente dos
utentes, seguida da iniciativa de Enfermagem.
Março de 2010 12
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
É um objectivo da USF que este valor tenda a baixar, e que a marcação
de consultas seja preferencialmente de iniciativa dos profissionais, permitindo
uma melhor gestão e organização do serviço.
Quadro 4. Caracterização da Iniciativa do Agendamento
Ano
Utente
Enfermeiro
Médico
Outro
2008
62,62%
29,94%
5,36%
2,07%
2009
57,71%
37,3%
4,86%
-
% Consultas Agendadas
Gráfico 3. Caracterização da Iniciativa do Agendamento
70,00%
60,00%
50,00%
40,00%
2008
30,00%
2009
20,00%
10,00%
0,00%
Utente
Enfermeiro
Médico
Outro
Iniciativa do Agendamento
3.5. Marcação Telefónica
No ano de 2008, a percentagem de consultas marcadas por telefone foi
de 7%.
Em 2009, esta percentagem foi de 8%. Existe uma ligeira subida na
percentagem de marcações por telefone, uma vez que para a USF é um
objectivo incentivar os utentes a marcar consulta via telefone, evitando a sua
deslocação à USF.
Março de 2010 13
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Futuramente, pretende-se a agilização da marcação de consultas via
Internet.
3.6. Tempo de Espera
A USF mantém um sistema de monitorização da demora na marcação
de consultas para cada médico, fazendo o levantamento, semanal, do número
de dias de espera por uma consulta e do tempo de espera entre a hora
marcada e a hora de obtenção da consulta, cujos resultados têm permitido
proceder a ajustes com vista à melhoria do sistema de marcação.
O tempo de espera para a consulta programada, no ano de 2009, foi
em média de espera de 19 minutos.
Relativamente ao tempo de espera para a marcação de consulta
programada, para o ano de 2009:
•
Consultas de Situações Agudas: Atendimento no próprio dia.
•
Consultas de Grupos de Risco/Vulneráveis: Marcada pró
activamente na agenda de acordo com as necessidades do grupo
em causa.
•
Consultas de Medicina Geral: tempo médio de espera é de 2 dias
úteis.
Todos os anos é discutida em reunião de serviço a estratégia para
melhorar a oferta de carga horária à procura dos utentes pelos diferentes
Médicos de Família. Tem sido feita monitorização mensal do tempo de espera
de marcação de consultas e implementação dos ajustes adequados.
Março de 2010 14
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
4. Avaliação das Actividades de Enfermagem
No ano em análise, a Equipa de Enfermagem manteve activamente a
metodologia do Enfermeiro de Família, permitindo assim garantir/melhorar a
qualidade dos cuidados de enfermagem, traduzindo-se numa maior procura e
satisfação crescente dos utentes.
É de salientar que no mês de Dezembro de 2008, a equipa ficou
reduzida a quatro elementos, com a saída de uma Enfermeira. É de referir
ainda, que a partir de finais do mês de Janeiro, por deliberação do Conselho
Geral, foi substituído um elemento de Enfermagem.
4.1. Produtividade
O registo clínico informático utilizado em 2009 foi o Sistema de Apoio à
Prática de Enfermagem (SAPE), que necessita de ser uniformizado e
consolidado por todos os elementos de Enfermagem. Durante o respectivo ano,
ocorreram diversas falhas no sistema informático, que impossibilitou o registo
adequado das diferentes actividades realizadas.
Relativamente, ao módulo estatístico, não foi possível monitorizar os
indicadores de produtividade porque o SAPE não permite esta avaliação. Desta
forma, ainda não é possível avaliar alguns indicadores básicos, como por
exemplo a taxa de utilização nas consultas de enfermagem.
Em 2009, o volume total de consultas de Enfermagem foi de 21 236.
Este valor é referente ao somatório das consultas de Enfermagem na USF,
onde são englobados contactos por carta e não presenciais, em visitação
domiciliária e contactos telefónicos.
A Taxa de Utilização foi de 56% e a Utilização Média foi de 5,5%.
Cada Enfermeiro de Família efectuou, em média, 5308 consultas, ou
seja, 24 consultas por dia.
No gráfico 4 é possível verificar que a maioria dos contactos de
Enfermagem é realizada na USF, seguidos dos contactos efectuados no
domicílio.
Março de 2010 15
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Gráfico 4. Contactos de Enfermagem no ano 2009
1%
4%
4%
11%
USF
Domicilios
Carta
Não Presencial
Telefone
80%
Fonte: SAPE
Os contactos de enfermagem não presenciais, resumem-se, sobretudo,
ao registo de citologias e mamografias.
É objectivo da USF aumentar a percentagem de contactos por carta e
por telefone, uma vez que a percentagem atingida não é significativa, no
entanto, a equipa de Enfermagem identifica a “falta de registo” como a principal
causa destes baixos valores.
4.2. Análise dos Tipos de Contactos
Os contactos de enfermagem subdividem-se, como já foi referido, em
contactos na USF, visitação domiciliária, contactos telefónicos, por carta e não
presenciais.
Os contactos na USF, podem ser programados ou não programados.
• Contactos Programados – Representam cerca de 43% (n= 9 039) do
total dos contactos efectuados (gráfico 5). Estes contactos são todos os
agendados pelo Enfermeiro de Família de forma presencial ou não
presencial.
• Contactos Não Programados – Representam cerca de 57% (n= 12
197) do total de contactos realizados. Os contactos não programados
(Consulta Aberta de Enfermagem) realizam-se, pela Enfermeira de
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Família, durante todo o período de funcionamento da USF. Estes
subdividem-se em dois tipos de contactos, com etiologias diferentes: (1)
utentes que recorrem à USF de forma esporádica, sem marcação prévia
e são agendados pelo administrativo no próprio dia; (2) utentes que
saem da consulta médica e são encaminhados directamente para a
Enfermeira de Família.
Gráfico 5. Total de Contactos Programados e Não Programados
43%
57%
Total de Contactos Programados
Total de Contactos Não Programados
Fonte: SAPE
• Contactos telefónicos – Todos os contactos realizados pelo
telefone: (1) esclarecimentos sobre cuidados de enfermagem; (2)
informação sobre necessidade de encaminhamento médico e de
enfermagem.
•
Visitação Domiciliária – Todos os contactos realizados no
domicilio
do
utente,
onde
estão
englobados
contactos
programados e não programados.
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Gráfico 6. Variação dos contactos de enfermagem no ano de 2009
2000
1800
1600
1400
1200
1000
800
600
400
200
0
USF
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Se
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Ja
ne
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ro
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ve
re
iro
TEL
Fonte: SAPE
4.3 Faltas às consultas
O SAPE permite a identificação das faltas às consultas de cada utente,
podendo seleccionar o motivo da não realização da consulta:
• Alteração por necessidade do serviço;
• Alteração por necessidade do utente;
• Utente faltou;
• Utente Hospitalizado;
• Engano;
• Óbito.
No final do turno, a equipa de Enfermagem, selecciona o motivo da não
realização da consulta. O Gráfico 7 permite visualizar que do número total de
contactos agendados, 1400 contactos não foram realizados. Os principais
motivos são o “Utente faltou” com uma percentagem de 32%, seguido da
“Alteração por necessidade do utente”, representando 26% das faltas às
consultas. Deve salientar-se que 20% das faltas são provocadas pelo
“Engano”, percentagem justificada pela falta de agilidade do sistema de
informação SAPE/SINUS.
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
Gráfico 7. Total de contactos agendados não
realizados
35%
30%
25%
20%
15%
10%
5%
0%
Alteração por Alteração por Utente Faltou
Utente
necessidade necessidade
Hospitalizado
do serviço
do utente
Óbito
Fonte: SAPE
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
5. Actividade e eficiência
5.1. Indicadores de acesso
5.1.1 – Percentagem de consultas ao utente pelo seu próprio médico de
família
(3.12)
A meta contratualizada foi de 85% tendo sido atingido 90.1%. Este indicador
reflecte quer a disponibilidade para o atendimento dos seus utentes, quer o
trabalho em intersubstituição. O valor atingido reflecte a actividade da USF nas
duas realidades.
5.1.2. – Taxa de visitas domiciliárias médicas por 1000 inscritos
A meta contratualizada foi de 35‰ tendo sido atingida 58.4‰. Indicador
atingido com muita dificuldade atendendo a dispersão geográfica dos utentes e
ao tempo dispendido para a sua realização.
5.1.3. – Taxa de visitas domiciliárias de Enfermagem por 1000 inscritos
(4.30)
A meta contratualizada foi de 160‰ tendo sido atingida 292.4‰.
É de realçar o esforço dispendido para a concretização desta actividade,
atendendo as condições geográficas da nossa área de influência com a
existência dos três pólos.
Nestes dois últimos indicadores, é de salientar a sua exequibilidade
pelas equipas médicas e de enfermagem, visto a percentagem de idosos, no
total de população inscrita com mais de 65 anos na USF, ser de 23%, uma das
mais elevadas das USF da ARS Centro.
5.2. Indicadores de Desempenho Assistencial
5.2.1. - Percentagem de mulheres entre os 25 e os 64 anos com
colpocitologia actualizada (5.2)
A meta contratualizada foi de 35% tendo sido atingida uma percentagem de
39.5%. Esta meta tem algumas limitações: como as mulheres que fazem os
seus rastreios em clínicas privadas, a dificuldade na prática de registo de
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
MCDT’s históricos, a não existência de um módulo estatístico no SAM que nos
informe com facilidade das mulheres que têm rastreios em atraso e o número
elevado de mulheres emigrantes do ficheiro da USF.
5.2.2. - Percentagem de mulheres entre os 50 e os 69 anos com registo de
mamografia nos últimos 2 anos (5.1)
A meta contratualizada foi de 56% tendo sido atingido 63.6%. Mais uma vez
nos deparamos com a dificuldade na prática de registo de MCDT’s históricos e
as outras dificuldades já descritas para as citologias.
5.2.3. – Percentagem de diabéticos com pelo menos três HbA1C
registadas nos últimos 12 meses, desde que abranjam os dois semestres
(5.4M)
A meta contratualizada foi de 75% tendo sido atingido 61.5%. Foram
identificadas as seguintes dificuldades: os doentes realizarem as análises em
dias anteriores ao trimestre em estudo; os doentes não realizarem a análises
no período em estudo; o facto de se considerar que para alguns doentes bem
controlados não se justificar a realização trimestral da HbA1C e dificuldades
nos respectivos registos.
5.2.4. – Percentagem de hipertensos com registo de pressão arterial nos
últimos seis meses (5.10)
A meta contratualizada foi de 90% tendo sido atingido 84.2%, no entanto a
equipa acredita que consegue atingir um valor mais elevado.
5.2.5. – Percentagem de crianças com PNV actualizado aos 2 anos (6.1)
A meta contratualizada foi de 98 % tendo sido atingido 100%. Esta faixa etária
integra o grupo proposto para o Plano de Auditoria Interna, razão pela qual foi
atingido o pleno dado que é uma área considerada importante, e apesar de
difícil, a USF continuará a pugnar para atingir este objectivo.
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
5.2.6. - Percentagem de crianças com PNV actualizado aos 6 anos (6.1)
A meta contratualizada foi de 98% tendo sido atingida 94.9%. Através dos
dados fornecidos pelo módulo SINUS, foram identificadas três crianças com o
calendário vacinal desactualizado, mas que são emigrantes. Por estarem
ausentes, não realizaram consultas de vigilância nem vacinação.
5.2.7. – Percentagem de primeiras consultas na vida efectuadas até aos 28
dias.
(6.12)
A meta contratualizada foi de 90% tendo sido atingida 87%. Os valores
conseguidos neste indicador estão muito relacionados com a percentagem de
grávidas seguidas na USF. Os procedimentos habituais dos recém-nascidos,
levam algumas mulheres cuja gravidez não foi seguida na USF, a trazer os
seus filhos. Apesar das boas práticas, continuam a ocorrer falhas nos registos
informáticos e limitações do sistema informático.
5.2.8. – Percentagem de primeiras consultas de gravidez no primeiro
trimestre (6.9)
A meta contratualizada foi de 80% tendo sido atingido 97.6%.
Esta melhoria reflecte o compromisso que a USF assumiu em relação aos
cuidados pré-concepcionais, e o trabalho investido nas consultas de
planeamento familiar, no que diz respeito à educação para a saúde.
5.3. Percentagem de utilizadores satisfeitos / muito satisfeitos
A USF embora tivesse um questionário elaborado para avaliar o grau de
satisfação dos utentes, não o aplicou, uma vez que foi realizado um
questionário semelhante pela Missão dos Cuidados de Saúde Primários.
Neste estudo, foram aplicados 87 inquéritos aos utentes da USF:
• Muito Satisfeito – 39,7%;
• Bastante Satisfeito – 46%;
• Pouco Satisfeito – 12,5%;
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
• Nada Satisfeito – 1,8%;
• Não se aplica / Não respostas – 7,3%.
Para a USF, estes resultados foram bastante positivos, uma vez que
85,7% dos utentes que responderam ao questionário, se encontram satisfeitos
com a qualidade dos cuidados prestados pela equipa.
5.4. Desempenho económico
5.4.1. Custo estimado para medicamentos prescritos.
5.4.2. Custo estimado com meios complementares de diagnóstico
e terapêutica prescritos.
A USF mantém-se empenhada em ultrapassar estas duas não
conformidades, que constituíram a grande dificuldade da USF.
Este aspecto foi abordado em várias reuniões de serviço, onde se
estabeleceram algumas linhas comuns de actuação, no entanto revelaram-se
insuficientes para ultrapassar estes dois objectivos.
A equipa da USF propôs uma reflexão de implementação, ao
Departamento de Contratualização e ao ACES BM III, sobre a contratualização
destes dois indicadores, devido à complexidade da sua solução, e à imagem do
que acontece noutras USF da Região Norte, onde estes indicadores são
contratualizados não com a definição negociada de um número, mas com uma
percentagem sobre os indicadores dos ACES/Centro de Saúde onde estão
inseridos.
5.5. Linhas de orientação comum
A USF escolheu como tema das Linhas de Orientação Comum
“Critérios de Avaliação de Qualidade de Serviços Prestados a Criança no
Primeiro Ano”.
Em relação a este tema, a equipa da USF concluiu que foram atingidos
os padrões de qualidade excelente, com envolvimento de todos os elementos
da equipa.
Todos os indicadores utilizados para a monitorização deste tema,
careciam de actualização dos dados dos meses de Novembro e Dezembro de
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
2009 e é de salientar que ao longo do ano em causa, ocorreram várias quebras
na comunicação informática, referenciadas em tempo devido, pela USF.
Todo o interesse demonstrado pelos profissionais e utentes (crianças e
pais), justificam a proposta de continuar nesta área de Saúde Infantil, para o
ano 2010, com o tema: “Qualidade de serviços prestados à criança no 2º
ano de vida.”
No Relatório-resumo do Plano de Acompanhamento das USF da Região
Centro, a Equipa Regional de Apoio do Centro apresentou uma análise
qualitativa do Relatório de avaliação do Plano de Auditoria Interna da USF,
onde refere que esta “apresentou um documento que nos parece pouco
estruturado, atendendo à finalidade do mesmo, faltando a descrição das
medidas correctivas.”
Em relação à análise da Equipa Regional de Apoio do Centro, a USF
não identifica a falta de estrutura no documento elaborado e pretende
apresentar as medidas correctivas a adoptar para melhorar a qualidade dos
serviços.
A equipa da USF encontra-se disponível para frequentar formação na
área da auditoria, pois permitirá desenvolver estes projectos com nível acima
da média.
Março de 2010 24
Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
6. Outras actividades
6.1. Educação para a saúde
Participamos:
•
Desde Março até Maio: Controlo da Hemoglobinas Glicadas dos
utentes diabéticos da USF;
•
Dia 25 Julho: Apresentação informativa sobre a USF na Feira Agrícola
e Comercial de Cantanhede Expofacic;
•
Dia 22 Agosto: “Corticeiro a Mexer”, com rastreio de Diabetes e
Hipertensão, distribuição de panfletos e divulgação de informação;
•
Dia 16 Outubro: Dia da Alimentação’. Foram realizados panfletos e
divulgação de informação integrados numa Feira Anual de Alimentação
realizada pelas Escolas Básicas de Febres, Fontinha e Balsas (todas
estas da área de abrangência da USF);
•
Em Outubro: Sessões de informação sobre Gripe A para professores e
funcionários no Agrupamento de Escolas Finisterra e na IPSS do
Corticeiro para pais, professores, funcionários e crianças.
6.2. Formação em serviço
•
29 Maio: Osteoporose – Prelectror: Dra Ana Aroso – para médicos e
enfermeiros;
•
6 Junho: Formação para Enfermeiros – Saúde Sexual e Reprodutiva/
Planeamento Familiar, no Centro de Saúde Cantanhede, com a
participação de três enfermeiros – Curso de Contracepção e IVG para
técnicos de Saúde.
•
13 Junho: Patologia Venosa / Doppler Vascular – equipa médica e de
enfermagem, na USF;
•
16 de Outubro: Tratamento de Feridas Crónicas/Terapia Compressiva –
apresentado pela Enfermeira Alice e Enfermeira Raquel;
•
21 Novembro: “Insuficiência Venosa” – Objectivos práticos de
utilização do Doppler Vascular – Dr. Manuel Fonseca (HUC) – equipa
médica e de enfermagem, na USF;
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
6.3. Outras actividades formativas
•
Em Março: Elaboração de folhetos sobre Diabetes e Alimentação
Saudável;
•
Dia 31 de Maio: “Gestão de Conflitos” – Grande Hotel da Curia –
participação de todos os elementos da USF;
•
Dia 19 de Junho:
o Partilha de Conhecimentos sobre:
- XIII Jornadas Nacionais Patient Care e XIV Curso ORL para
médicos de Clínica Geral - Dra Suzy;
- Reumatologia em Medicina Geral e Familiar – Dr Paulo;
•
Em Junho:
o Elaboração, em colaboração com alunos de Enfermagem em
estágio, de panfletos sobre “Cuidados ao coto umbilical”, “Enxoval
da Mãe e Bebé” e “Alimentação da criança no primeiro ano de
vida”;
o Partilha de conhecimentos sobre XXVI Curso de Pediatria
Ambulatória – Dra. Fernanda Mineiro e Enf.ª Raquel Silva;
•
Dia 6 e 16 Outubro: GEMA – Gestão de Informação para Gestão de
Materiais, ARSC, com duração de 6 horas, frequentada por um
administrativo e um enfermeiro;
•
Dia 30 Outubro: Elaboração de Poster sobre Tratamento de Úlceras e
início da criação do panfleto “Crescer Seguro para Crescer Feliz” – Dra.
Suzy e Enf.ª Dália;
•
Dia 11 Dezembro:
o Partilha de conhecimentos sobre o I Congresso Nacional de
Cuidados Continuados – Dra. Fernanda Mineiro;
o Sessão de esclarecimento sobre Gripe A, na comunidade da
Junta de Freguesia de São Caetano – Dr. Carlos Chieira e Enf.ª
Raquel Silva
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Relatório de Actividade da USF “As Gândras” 2009
6.4. Articulação com outras instituições
A USF mantém-se articulada com o Hospital do Arcebispo João Crisóstomo de
Cantanhede, com os Hospitais da Universidade de Coimbra, com a
Maternidade Dr. Daniel de Matos e com o Instituto Português de Oncologia, de
acordo com protocolos já existentes antes do início do nosso funcionamento.
6.5. Actividades de convívio
Realizaram-se convívios com a participação de todos os elementos da USF, no
‘Almoço de 1º Aniversário da USF e “Jantar de Natal” do Centro de Saúde de
Cantanhede.
6.6. Outros projectos
•
Criação da Intranet, como meio de informação interna da USF;
•
Elaboração do Guia do Hipertenso;
•
Elaboração do documento – Consulta de 6ª feira à tarde-para que
serve?;
•
Elaboração do Relatório de Actividades de 2008;
•
Participação no estudo realizado pelo Centro de Estudos e Investigação
em Saúde da Universidade de Coimbra, sobre a satisfação dos
profissionais e utentes das USF.
•
Criação do SAG na USF, com elaboração de folha informativa aos
utentes (Anexo);
•
Elaboração de Protocolos de Actuação (Manual de Boas Práticas).
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