UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI
EDUARDO JORGE NOVAES CAMARGO FILHO
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS NA
CONSTRUÇÃO CIVIL: O PAPEL DO
ENGENHEIRO NA ELABORAÇÃO DOS
ORÇAMENTOS
SÃO PAULO
2008
EDUARDO JORGE NOVAES CAMARGO FILHO
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS NA
CONSTRUÇÃO CIVIL: O PAPEL DO
ENGENHEIRO NA ELABORAÇÃO DOS
ORÇAMENTOS
Trabalho de Conclusão de Curso
apresentado como exigência parcial
para a obtenção do título de Graduação
do Curso de Engenharia Civil da
Universidade Anhembi Morumbi
Orientador: Prof º. Antônio Calafiori Neto
SÃO PAULO
2008
EDUARDO JORGE NOVAES CAMARGO FILHO
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS NA
CONSTRUÇÃO CIVIL: O PAPEL DO
ENGENHEIRO NA ELABORAÇÃO DOS
ORÇAMENTOS
Trabalho de Conclusão de Curso
apresentado como exigência parcial
para a obtenção do título de Graduação
do Curso de Engenharia Civil da
Universidade Anhembi Morumbi
Trabalho____________ em: ____ de_______________de 2008.
______________________________________________
Prof º. Antônio Calafiori Neto
______________________________________________
Nome do professor(a) da banca
Comentários:_______________________________________________________________
___________________________________________________________________________
SÃO PAULO
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
2008
AGRADECIMENTOS
Agradeço a Deus, meus pais, minha namorada, toda minha família, a
universidade Anhembi Morumbi e a todas as pessoas que contribuíram direta e
indiretamente para a realização deste trabalho.
RESUMO
Em tempos atuais, o Engenheiro exerce não só o papel de um profissional da
construção, mas também de um empreendedor, que visa o gerenciamento de
seu negócio no ramo da construção civil. O seu papel está diretamente ligado
às questões de como fazer um bom orçamento que vise demonstrar todos os
itens empregados numa obra, para que o cliente tenha a dimensão total dos
bens materiais utilizados, mão-de-obra, impostos, assim, tendo o demonstrativo
para o seu investimento. O presente estudo visa o aprofundamento sobre o
papel do orçamento dentro da construção civil, suas formas de concepção e a
qualificação do Engenheiro dentro desta temática, para que contribua para a
formação nesta profissão que vem se destacando cada vez mais no mercado
de construção.
Palavras – chave: Engenheiro, Construção, Orçamento.
ABSTRACT
In current times, the engineer performs not only the role of a professional in the
construction, but also an entrepreneur, aimed at managing your business in the
building industry. Their role is directly linked to questions of how to do a good
budget that aims to show all items used in a work so that the customer has the
full scope of materials used goods, labor, taxes, thus taking the demonstrative
for your investment. This study aims to further the role of the budget within the
building, its forms of design and qualification of the Engineer in this issue, to
contribute to the formation this profession that is becoming increasingly
emphasizing the market of construction.
Words key: Engineer, Construction, Budget
LISTA DE TABELAS
Tabela 6.1. INSUMOS............................................................................
39
Tabela 6.2. COMPOSIÇÃO DE PREÇOS UNITÁRIOS.........................
43
Tabela 6.3. PLANILHA QUANTITATIVA................................................
60
Tabela 6.4. RELAÇÃO DE INSUMOS RELEVANTES ( SEM BDI E LEIS
SOCIAIS).......................................................................
64
Tabela 6.5. CURVA ABC LICITANTE (SEM BDI E LEIS SOCIAIS)...........
68
Tabela 6.6. FORMULA DO BDI E BDI PAGO PELA FDE
73
Tabela 6.7. LEIS SOCIAIS PAGAS PELA FDE
74
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 8
2. OBJETIVOS .......................................................................................................... 11
2.1 Objetivo Geral.....................................................................................................11
2.2 OBJETIVO ESPECÍFICO ........................................................................................... 11
3. MÉTODO DE TRABALHO.................................................................................... 12
4. JUSTIFICATIVA .................................................................................................... 13
5. REVISÃO BIBLIOGRAFICA ................................................................................. 14
5.1.ORÇAMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL ....................................................................... 14
5.1.1.OS CUSTOS DA OBRA E A DETERMINAÇÃO DO ORÇAMENTO .................................... 16
5.1.2.ORÇAMENTO E O PAPEL DO ENGENHEIRO ............................................................. 18
5.1.3.O ORÇAMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL ................................................................. 19
5.1.4.Medições ......................................................................................................... 19
5.1.5.Preços unitários ............................................................................................. 19
5.1.6.Preços decompostos ..................................................................................... 20
5.1.7.Orçamento principal....................................................................................... 20
5.1.8.Orçamento de licitação .................................................................................. 20
5.1.9.Apresentação do orçamento ......................................................................... 21
5.1.10.Qualidade de um processo orçamentário .................................................. 22
5.1.11.ORGANIZAÇÃO DO ORÇAMENTO ......................................................................... 24
5.1.12. AS TÉCNICAS DE REALIZAÇÃO DE ORÇAMENTO ................................................... 26
5.1.12.1. O orçamento rígido .................................................................................. 26
5.1.12.2. O orçamento flexível ................................................................................ 26
5.1.12.3. O orçamento por programas ................................................................... 27
5.2. O CONTROLE ORÇAMENTÁRIO ..................................................................... 28
5.2.1. GESTÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL ......................................................................... 28
5.2.2. A IMPORTÂNCIA DO GERENCIAMENTO .................................................................. 31
5.2.3.O ENGENHEIRO E O CONTROLE DO ORÇAMENTO .................................................... 34
5.2.4.O PLANEJAMENTO .............................................................................................. 36
5.2.5.Planejamento e mercado ............................................................................... 37
6. ESTUDO DE CASO .............................................................................................. 39
7.CONCLUSÕES ...................................................................................................... 73
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 76
8
1. INTRODUÇÃO
Atualmente, o Engenheiro vê-se não só no papel de um construtor, mas como um
empreendedor, tendo em fase, o papel do seu potencial administrativo.
O orçamento está ligado à qualidade da obra, no qual é um demonstrativo das
dispesas relacionadas com o empreendimento e também a descrição minuciosa do
material empregado.
Neste contexto, o orçamento – e, no caso particular da presente pesquisa, o
orçamento na construção civil – torna-se condição necessária para a estabilização e
posicionamento da empresa, em que o Engenheiro toma a frente, dentro do
mercado e participação adequada frente à concorrência.
Deste modo, todos os profissionais envolvidos num projeto construtivo qualquer,
mesmos engenheiros, arquitetos e outros, detêm a responsabilidade de gerenciar
bem os recursos disponíveis na obra, entre estes, cumprir os prazos contratuais
discutidos na contratação da obra, atingir os níveis de qualidade estabelecidos por
norma, além de obter sucesso no controle financeiro, ou seja, obter lucros.
Deve ficar claro que esses profissionais citados acima foram capacitados para
exercer determinadas funções, e apesar de terem a responsabilidade de administrar
corretamente os recursos, deve ser bem dividida as funções e os cargos de cada
empregado dentro da empresa.
Com isso, deve-se fazer um estudo geral, pois o aumento do custo da produção, dos
materiais, redução de aproveitamento dos produtos e serviços – todos são resultado
de um desenvolvimento insuficiente de novas tecnologias, do desperdício de
materiais, da baixa qualificação profissional e da própria qualidade de vida dos
trabalhadores.
Por isso, voltando na premissa do se empreendedor, o Engenheiro, irá planejar o
seu orçamento, conforme descreve o quadro abaixo.
9
Premissas
Aplicação e
revisão
Planejamento
Estudos de
planejamento
Objetivo sócioeconômico
organizacional
fundamental
Valores diretivos
superiores
Avaliação das
oportunidades e
problemas internos e
externos
Planos e
planejamento
estratégico
Programas
de médio
alcance
Planejamento e
planos de curto
alcance.
Organização
para aplicação
dos planos
Missão e
objetivos da
empresa;
estratégias a
longo prazo
Subobjetivos;
Subpolíticas;
Subestratégicas
Revisão e
avaliação dos
planos
Metas,
objetivos,
procedimentos,
planos tácitos,
planos
programados.
Provas de
factibilidade
Fonte: STEINER (1981)
É claro, destacando o planejamento de um orçamento em construção civil, no
presente estudo, já se tem uma dimensão sobre custos de obras, pois é viável
afirmar que edifícios consomem entre 20 e 50% dos recursos físicos segundo seu
ambiente, tendo especial responsabilidade na atual deterioração do meio ambiente a
ampliação do parque construído.
E dentro das atividades industriais a atividade da construção civil é a maior
consumidora, junto com a indústria associada, de recursos naturais como madeira,
minerais, água e energia.
Existem empreendimentos construtivos privados e públicos, onde cada um tem uma
determinada meta a ser atingida, numa obra privada a obtenção do lucro final do
10
produto é fator primordial, pois a empresa que seja, necessita de um bom
rendimento dos negócios para continuar crescendo e atuando no mercado de
trabalho com competência.
O Engenheiro perdeu um pouco da capacidade de gerenciar um empreendimento
construtivo como um todo, tem-se limitado a aplicar o conhecimento técnico que
aprendeu em sua formação, sendo que neste estudo provasse que com mais
conhecimento em gerenciamento de negócios, o Engenheiro tomará a frente no seu
próprio empreendimento e fará orçamentos de qualidade, atendendo as expectativas
dos seus clientes.
Assim pode-se dizer que com abordagens diferentes de administração de negócio,
tem-se a possibilidade de obter os mesmos bons resultados, ou seja, utilizando um
foco diferente e com o interesse de apenas controlar bem os recursos, podemos
atingir resultados tão bons quanto o gerenciamento focado para o lucro.
Além disso, o orçamento em construção civil é a peça fundamental de um
planejamento. Com esta ferramenta você pode prever e controlar os lucros e as
despesas de sua empresa, acompanhando a evolução dos negócios. entre
Por fim, o presente estudo tem por objetivo é procurar e explicar como a integração
entre orçamento e sua execução, sendo feito por profissionais de Engenharia.
11
2. OBJETIVOS
O principal objetivo dessa pesquisa é mostrar a necessidade que é indispensável a
presença de um engenheiro na elaboração de um orçamento de obras de
construção civil, seja ela de grande ou pequeno porte.
2.1.Objetivo Geral
Como objetivo geral a pesquisa pretende mostrar que é muito importante ter
conhecimento prático sobre o orçamento, pois em geral, existe uma diferença muito
grande entre orçamento e execução.
Demonstrar que um orçamento é fundamental no planejamento e na gestão de uma
obra, fazendo com que quando bem feito, ele leva ao lucro previsto.
2.2 Objetivo Específico
O objetivo especifico desse trabalho é demonstrar a necessidade do engenheiro na
elaboração de um orçamento de obras civis, por meio de estudo de caso.
12
3. MÉTODO DE TRABALHO
Levantamento de informações e dados técnicos em bibliografias, referentes a
orçamento, gestão e planejamento em obras de construção civil, disponíveis na
biblioteca e sites.
Organização das informações obtidas na captação desse material visando atingir os
objetivos propostos.
Estudar casos de orçamentos em construção civil que mostrem o objetivo proposto.
13
4. JUSTIFICATIVA
Porque a escolha desse tema?
Esse tema foi escolhido, pois as empresas hoje em dia estão cada vez mais
competitivas no mercado, e o gerenciamento e a gestão são questões fundamentas
dentro do sucesso empresarial, e mais do que isso dentro do sucesso na execução
de um orçamento eficiente.
Qual a importância para o engenheiro?
A importância do orçamento dentro de uma obra, onde o Engenheiro fará o estudo
da aquisição de materiais, mão-de-obra, impostos, sendo um administrador, não
deixando de lado a sua formação principal é fundamental.
O engenheiro que administra bem os recursos de uma obra, tem o sucesso
garantido.
Esse tema é um tema muito interessante, pois faz parte da realidade de muita
empresa de engenharia.
14
5. REVISÃO BIBLIOGRAFICA
5.1.Orçamento na construção civil
A produção ou criação de humana é histórica e toda criação resulta na produção de
algo. Porém com a divisão do trabalho e a forma de organizar a produção fabril e
manter a mesma sob controle, o desafio tornou-se cada vez maior para todas as
instituições.
É neste cenário que entra os métodos de controle de qualidade e redução de
defeitos vem fornecendo os seus métodos, disponibilizando soluções e respostas
que possibilitam a coleta de dados informativos, organização dos mesmos e
facilidade de conclusões confiáveis sobre o objeto de estudo ou análise.
A partir do ponto de vista acima fica evidente que os engenheiros e operários da
construção civil, dispõem de conhecimentos relacionados à busca por uma condição
de qualidade e poderão fazer uso deste conhecimento e trazer melhores resultados
para a obra.
Segundo Lima Jr.
A preocupação em percorrer a problemática do
Gerenciamento na Construção Civil com um tratamento
sistêmico somente ao nível da sua hierarquia mais alta
resulta da constatação de que a evolução do
conhecimento na área tem sofrido descontinuidade.
O gerenciamento de processos exige que a empresa mude sua forma de pensar,
concentrando atenção aos processos ao invés da estrutura, dando mais segurança
na tomada de decisão pela utilização de fatos e dados. Desta forma, quando os
processos estão adequados, parte-se para a prática do canteiro de obras com a
descrição dos procedimentos operacionais e normalização. Estas atividades
garantem a qualidade do produto final e a melhoria das relações com os clientes
internos e externos.
15
O empresário moderno deve buscar o envolvimento, participação e a integração de
todos os trabalhadores, através de um relacionamento de parceria para que se
sintam integrantes do negócio, gerando motivação e melhores condições de vida,
através de salários justos, saúde, educação e moradia. Assim, através de um
sistema de gerenciamento na construção civil, voltado à qualidade do produto final,
os empregados sentem-se comprometidos com o futuro da empresa, dividindo
responsabilidades.
Quanto ao direcionamento da empresa para a satisfação do cliente, este
compromisso estreita os laços da empresa com sua clientela, em permanente e
sistemática troca de informações. Interessa à empresa conhecer em profundidade
como é aceita sua atual linha de produtos e serviços e a possibilidade de preencher
outras expectativas com inovações e/ou desenvolvimento de outros produtos e
serviços, mantendo-se na vanguarda de seu segmento de mercado.
Entretanto, ao contrário do que normalmente se pensa, o gerenciamento de recursos
na construção civil não significa apenas produção de um bem ou serviço perfeito, e
sim a satisfação total do cliente, atendendo suas expectativas em prazos
adequados, a preços competitivos e, se possível, surpreendendo o cliente com algo
não esperado. Desta forma, entender o significado do termo "qualidade" muito
contribui para o sucesso da atividade empresarial.
No que se refere ao retorno compensador a empresa pode obter lucratividade, sem
que isso signifique necessariamente preços mais elevados para o consumidor.
Ainda, segundo os princípios de gerenciamento de recursos na construção civil, a
gestão pela qualidade traduz-se em maior faturamento em função de: maior
demanda por produtos e serviços que provocam a satisfação total dos clientes,
redução de custos, decorrentes dos ganhos de produtividade nos processos
produtivos e motivação dos empregados além da definição e respeito aos
orçamentos – um dos grandes problemas do setor da construção civil.
Apesar de todas estas vantagens, a busca pela qualidade não pode ser
simplesmente o objetivo da organização, mas premissa básica para gerenciar com
eficiência e eficácia. Isto significa o envolvimento estruturado e organizado de todas
as pessoas em todo o processo produtivo de um produto ou serviço. E por isso, mais
16
e mais empresas vêm procurando implementar este processo de gerenciamento que
garante, além da competitividade, a sobrevivência da empresa.
5.1.1.Os custos da obra e a determinação do orçamento
O setor da construção civil brasileira apresenta um alto índice de perdas. As razões
são várias:
falhas ou omissões na elaboração dos projetos e na sua
execução, má qualidade dos materiais, acondicionamento
impróprio dos materiais, má qualificação da mão de obra,
falta de equipamentos e uso de técnicas adequadas da
construção, falta de planejamento na montagem dos
canteiros de obra, falta de acompanhamento técnico na
produção e ausência de uma cultura de reaproveitamento
e reciclagem dos materiais.
Em todos os pontos de atuação da atividade da construção ocorrem perdas. Embora
alguma parte destes rejeitos seja reaproveitado como aterro – diminuindo, assim, a
perda – em média, ainda, 50% dos materiais são transformados em rejeitos.
Nos anos 70, a economista Dorothea Werneck já afirmava:
Se a indústria da construção civil não mudar a estratégia
de ser geradora de emprego para a massa da mão-deobra não qualificada, estará fadada a ser sempre uma
indústria de baixíssima produtividade e, portanto, de
pouca competitividade.
Referem-se, portanto, a aspectos relacionados com o desenho da estrutura
organizativa, a direção e a liderança, a direção de recursos humanos, a gestão da
cultura organizativa ou a definição de adequados sistemas de planejamento e
controle. E não se pode afirmar que não se dedicou atenção suficiente a estes
problemas na literatura sobre direção de empresas embora nem sempre sob a
denominação comum de "implantação estratégica".
17
Segundo Colombo e Bazzo (2008), analisando a situação dos canteiros de obras na
construção civil:
Acreditamos na possibilidade de três grandes problemas
sociais – educacional, habitacional e ambiental – serem
atacados pelas empresas na perspectiva de ganhos em
termos de competitividade, e que resultariam também em
ganhos para a sociedade como um todo.
Entendemos que através de um processo de
educação/capacitação do trabalhador é possível, por
exemplo, alcançar uma redução do desperdício pela
melhoria obtida nos serviços e nas expectativas do
trabalhador.
Além disso, nesse processo, o problema habitacional dos
trabalhadores, poderia ser atacado, utilizando-o como
motivador para a redução do desperdício na medida que a
empresa aplicasse em moradia para seus trabalhadores
parte dos ganhos obtidos pela economia de materiais.
Para que tal intento seja alcançado, acima de tudo, se faz
necessário “um querer” por parte do gerenciamento do
setor. Mesmo que atentemos apenas à questão do
desperdício, é nele que está o centro da questão, e a
possibilidade de mudança, pois, como vimos, a causa das
perdas está muito mais na ação da gerência que do
trabalhador (operário).
Assim, sucintamente poderíamos dizer que o que falta,
para mudar a realidade atual do setor, é uma decisão do
empresário em reduzir/eliminar perdas, e também de
investir na mão-de-obra da construção civil, na
perspectiva de uma vantagem competitiva, porém com
uma consciência nova, uma ideologia voltada ao
desenvolvimento
econômico
e
social
e
da
sustentabilidade ecológica, um desenvolvimento que
atenda aos interesses do homem, da sociedade e da
natureza.
Para as autoras, inclusive, a solução para o reaproveitamento de materiais, por um
lado, e a redução dos índices de desperdício na Construção Civil, por outro, estão
relacionados com a busca pela qualidade total no setor.
18
5.1.2.Orçamento e o papel do engenheiro
O orçamento representa a etapa de avaliação e controle expressa em termos
quantificáveis (econômico-financeiros) das diversas áreas do processo de
engenharia, como parte de seus planos de ação, tudo isto emoldurado dentro de um
plano estratégico.
Dentro do processo orçamentário são realizadas uma série de etapas sucessivas,
inter-relacionadas entre si que vão estar moldadas de acordo com o tipo de obra a
ser desenvolvido, e influenciados de acordo com o ambiente de produção, preços
dos materiais e da mão de obra. André (1990, p. 57):, descreve que estas fases ou
etapas se dão a partir de:
A. O marco estabelecido pela empresa (ou pelo próprio engenheiro, caso
seja autônomo), para a elaboração de seus planos de ação, programas e
orçamentos.
B. A coordenação e negociação com membros das áreas de cada
atividade para sua execução de acordo à experiência adquirida em
processos orçamentários anteriores, assim como contingências que
possam ser colocadas.
C. A aprovação por parte da alta direção (caso se trate de uma empresa),
logo depois dos ajustes necessários ao finalizar o processo de elaboração
orçamentária.
D. O seguimento necessário para estabelecer o grau de precisão entre o
projetado dentro do orçamento e quão real permitirá corrigir no futuro os
erros ou equívocos que possam ter sido cometidos.
De acordo com Morsch (1986, p. 55), o orçamento, realizado pelo engenheiro,
apresenta vantagens:
19
A. Obriga ao planejamento;
B. Proporciona os critérios para a avaliação do desempenho
C. Facilita a coordenação de atividades
D. Obriga à execução de planos
E. Fomenta a comunicação
F. Se baseia na detecção de problemas internos
5.1.3.O orçamento na construção civil
Em um orçamento, a atuação do engenheiro pode ser dividida em quatro apartados
perfeitamente diferenciados: medições, preços unitários, preços decompostos e
orçamento.
5.1.4.Medições
As medições são o conjunto de todos os conceitos necessários para a execução da
obra, agrupando separadamente todas aquelas unidades que sejam objeto de igual
preço. As medições devem ser obtidas sempre aplicando as cotas dos planos.
Recomenda-se realizar as medições expressando: as escavações e metros cúbicos;
os armações de sustentação em metros quadrados; os concretos em metros
cúbicos; as armaduras em quilogramas; seguindo sempre critérios generalizados e
em função do processo de construção previsto.
5.1.5.Preços unitários
20
Nele devem figurar, em letra e números, os preços totais de cada uma das unidades
que existam na obra, sem detalhar sua decomposição.
5.1.6.Preços decompostos
Nele devem figurar, com o maior detalhe possível, a decomposição de cada um dos
preços que figuram no Quadro de Preços Unitários. Este documento carece de
caráter legal.
5.1.7.Orçamento principal
É a avaliação econômica da obra. Nele figurarão, em cifra, as unidades obtidas na
medição, o preço que se corresponde de acordo com o Quadro de Preços Unitários.
Nas obras de caráter privado é freqüente que no orçamento não se incluam
separadamente os preços unitários e decompostos do mesmo. Esta circunstância
não é nada favorável, pois, no momento de expor o problema da revisão de preços,
serão necessários. (GOLDMAN,2004:71)
A soma das distintas partes forma o que se chama Orçamento de Execução
Material, e acrescentando o conceito de Gastos Gerais, além do Orçamento de
Execução Por Empreitada.
5.1.8.Orçamento de licitação
Não se confundir o Orçamento de Execução por Empreitada, com o Orçamento de
Licitação. A importância do Orçamento de Execução por Empreitada é definido
anteriormente ao projeto, depois de realizar os cálculos convenientes, e é a seu
21
julgamento o orçamento necessário para que um Empreiteiro possa realizar as
obras.
O Orçamento de Licitação é o que define a importância pelo qual a Empresa que
licita se compromete a realizar a obra. Em ambos os casos a participação do
engenheiro é fundamental.
Em geral, as Empresas licitarão sempre à baixa, quer dizer com orçamentos
inferiores ao estipulado pelo autor do projeto. Quando as baixas são espetaculares
aparece o conceito de "baixa temerária".
5.1.9.Apresentação do orçamento
Na redação e desenvolvimento dos quatro se separam no orçamento:
-Medições.
-Preços Unitários.
-Preços Decompostos.
-Orçamento.
É importante manter uma ordem, que permita localizar com facilidade uma unidade
de obra: conhecer sua medição, qual é seu preço unitário, qual é seu preço
decomposto, número de unidades e orçamento de execução material.
Em geral, o critério que se mantém para estabelecer uma ordem é o próprio da
execução da obra no tempo, ordenando as unidades por itens. Portanto, os
primeiros capítulos devem ser: demolição (se for preciso), assentamento de terras,
saneamento, etc.
Na última folha do Documento será realizado um resumo por capítulos, e será
efetuada a soma de todos eles, dando como resultado o Orçamento de Execução
22
Material, ao que se somarão os Gastos Gerais e o Lucro da Empresa para obter o
Orçamento de Execução por Empreitada.
5.1.10.Qualidade de um processo orçamentário
O processo orçamentário tende a refletir de uma forma quantitativa, através dos
orçamentos, os objetivos fixados pela empresa a curto prazo, mediante o
estabelecimento dos programas adequados, sem perder a perspectiva dos objetivos
a longo prazo, posto que esta condicionará os planos que permitirão a consecução
do fim último que orienta a gestão.
Os orçamentos servem de meio de comunicação dos planos de toda a obra,
proporcionando as bases que permitirão avaliar a atuação dos distintos segmentos,
ou áreas de atividade da construção.
Um processo orçamentário eficaz depende de muitos fatores, entretanto cabe
destacar dois que podem ter a consideração de "requisitos imprescindíveis". Assim,
por um lado, é necessário que a empresa tenha uma estrutura organizativa clara
configurada e coerente, através da que se desenvolverá todo o processo de
atribuição e delimitação de responsabilidades.
Um programa orçamentário será mais eficaz assim que se possam atribuir
adequadamente as responsabilidades, para o qual, necessariamente, tal processo
deverá contar com uma estrutura organizativa perfeitamente definida.
Para Sampaio (1989, p. 114), o outro requisito vem determinado pela repercussão
que, sobre o processo orçamentário, tem a conduta do potencial humano que
intervém no mesmo; isto é, o papel que desempenham dentro do processo de
planejamento e realização do orçamento os fatores de motivação e de
comportamento. Neste momento, o papel do engenheiro se faz mais presente.
O processo orçamentário, além de representar um instrumento fundamental de
otimização da gestão a curto prazo, constitui uma ferramenta eficaz de participação
23
do pessoal na determinação de objetivos, e na formalização de compromissos com o
fim de fixar responsabilidades para sua execução.
Esta participação serve de motivação aos indivíduos que exercem uma influência
pessoal, conferindo a eles um poder decisório em suas respectivas áreas de
responsabilidade.
O processo de planejamento orçamentário da obra varia muito, entretanto, com
caráter geral, pode-se afirmar que consiste em um processo seqüencial integrado
pelas seguintes etapas:
ƒ Definição e transmissão das diretrizes gerais aos responsáveis pela preparação
dos orçamentos:
A direção geral, ou a direção estratégica, é a responsável por transmitir a cada área
de atividade as instruções gerais, para que estas possam desenhar seus planos,
programas, e pressupostos; isso é devido ao fato que as diretrizes fixadas a cada
área de responsabilidade, ou área de atividade, dependem do planejamento
estratégico e das políticas gerais da empresa fixadas a longo prazo.
ƒ Elaboração de planos, programas e investimentos:
A partir das diretrizes recebidas, e já aceitas, cada responsável elaborará as
diferentes ações que devem empreender para poder cumprir os objetivos marcados.
Entretanto, convém que ao preparar os planos correspondentes a cada área de
atividade, exponham-se diferentes alternativas que contemplem as possíveis
variações que possam produzir-se no comportamento do ambiente, ou de variáveis
que vão configurar tais planos.
ƒ Negociação dos orçamentos:
A negociação é um processo que vai de baixo para cima, onde, através de fases
sucessivas, cada um dos níveis hierárquicos consolida os distintos planos,
programas e pressupostos aceitos nos níveis anteriores.
ƒ Coordenação dos orçamentos:
24
Através deste processo se comprova a coerência de cada um dos planos e
programas, com o fim de introduzir, se for necessário, as modificações necessárias e
assim alcançar o adequado equilíbrio entre as diferentes áreas.
ƒ Aprovação dos orçamentos:
A aprovação, por parte do cliente, supõe avaliar os objetivos que pretende alcançar
na obra.
ƒ Acompanhamento e atualização dos orçamentos:
Uma vez aprovado o orçamento é necessário desenvolver um controle da evolução
de cada uma das variáveis que o configuraram. Este elemento permitirá corrigir a
situações e atuações desfavoráveis, e fixar as novas previsões que pudessem
derivar do novo contexto.
5.1.11.Organização do orçamento
O orçamento consta de vários programas, cada um relacionado a uma função da
obra, e todos eles inter-relacionados entre si, pois a informação de uma área é
relevante para as demais no que se refere às bases do orçamento.
O orçamento de operações é elaborado considerando o curto prazo, ou seja, o
tempo de construção da obra. Embora possa ser prolongado dependendo do tipo de
investimento da empresa, e o grau de detalhe que nestes programas se dirige
dificulta tal projeção. Este orçamento em geral é fixo (estático), e permite a
comparação com a situação real ao fim do período que abranja, pois caso seja
flexível, requer uma mudança em todos os pontos de seu plano.
A elaboração do orçamento operativo se adapta a cada tipo de obra. Neste
orçamento, é muito importante a participação de todo o pessoal que participará
efetivamente da obra, pois são eles quem executará os itens apresentadas, e a
informação que eles, dirigem resulta ser valiosa para o planejamento.
25
Um orçamento deste tipo mostra as projeções de gastos (em unidades físicas e
monetárias), constituindo geralmente na base sobre a que se desenvolve o
planejamento, importante para o cliente, e para a empresa.
O orçamento principal consiste no agrupamento das linhas de atuação que foram
previamente definidas nas diferentes parcelas de atividade da empresa.
Os passos fundamentais no desenvolvimento do orçamento principal começam com
a estimativa de que variável vai condicionar o desenvolvimento da atividade da
empresa em um período determinado, tendo em conta os objetivos a longo prazo e a
concreção a curto prazo que dos mesmos se realizou.
Para poder chegar à apresentação final do orçamento é recomendável construir o
que se poderia denominar "orçamentos intermediários" que podem agrupar-se em
duas grandes áreas:
A) Orçamentos operativos
Estes orçamentos fazem referência, principalmente, à área de comercialização,
produção e aos gastos de gestão dentro do período em que se desenvolverá a obra.
Conforme Goldman: (2004, p.122), os elementos que integram estes
orçamentos operativos são:
ƒ Orçamento de vendas
ƒ Orçamento de produção
ƒ Orçamento de compras
ƒ Orçamento de gastos de venda
ƒ Orçamento de administração.
Os dados contidos nestes orçamentos singulares permitirão formular a conta de
Resultados de Previsão.
26
B) Orçamentos de investimentos
Estes devem quantificar as necessidades em bens de capital, conseqüência das
decisões tomadas dentro do planejamento estratégico.
A partir dos orçamentos operativos e de investimentos se determinará o conjunto de
pagamentos que deverão ser levados em consideração para a fixação do preço a
ser cobrado pela execução de determinada obra.
5.1.12. As técnicas de realização de orçamento
5.1.12.1. O orçamento rígido
O orçamento rígido ou fixo consiste na preparação de um orçamento para um
determinado volume de atividade estimado, não se realizando nenhum tipo de ajuste
quando a atividade real difere da estimada.
Apóiam-se inicialmente em certas situações definidas, as quais se tomam como
ponto de partida, e se comparam os resultados reais com os supostos fixados
previamente.
O processo de produção de orçamento fixo é conveniente só se puder estimar com
uma estreita margem de oscilação, o volume de atividade da empresa, e quando os
custos e gastos mostram um comportamento facilmente previsível.
Os orçamentos fixos demonstram-se especialmente adequados naquelas obras em
que, ainda quando não se cumpram com exatidão o nível de atividade estimado, as
separações não sejam significativas.
Ou, ainda, naquelas nas quais se sabe que embora não se tenha alcançado o ponto
desejado, não tenha sido o mercado que provocou problemas na obra, mas
deficiências técnicas.
5.1.12.2. O orçamento flexível
27
Um orçamento flexível supõe a elaboração de um conjunto de planos orçamentários
alternativos que se relacionam com os diferentes níveis de atividade previstos,
conceituados estes como uma série de filas alternativas de atividade, mais que
como determinados volumes de produção.
Este tipo de orçamento parte da premissa de que o comportamento tanto dos custos
fixos como dos variáveis depende, fundamentalmente, das atividades, sendo que o
volume de orçamento correspondente aos níveis de atividade pode variar mais, ou
em seu caso menos, que proporcionalmente com os níveis referenciados.
O orçamento flexível se baseia na diferença fundamental do comportamento dos
custos em: fixos, variáveis, e mistos.
Para Sampaio (1989, p.129), dado que os custos fixos não variam em flutuações no
nível de atividade a curto prazo, pode-se considerar que o orçamento flexível consta
realmente de duas partes:
ƒ a primeira é um orçamento fixo composto tanto de custos fixos, como do
componente fixo dos custos mistos;
ƒ a segunda parte é um orçamento verdadeiramente flexível já que está
integrado basicamente por custos variáveis.
5.1.12.3. O orçamento por programas
O orçamento por programas é um sistema orçamentário integrado consistente na
projeção anual dos planos, a respeito dos objetivos e linhas prioritárias de atuação
da empresa, onde se ordenam:
ƒ o conjunto de atividades a desenvolver,
ƒ os objetivos fixados para desenvolver nas várias atividades,
ƒ os recursos a utilizar em sua execução,
28
ƒ os indicadores que permitam analisar ou apreciar o grau de realização em
seu duplo aspecto: físico e financeiro, e os agentes encarregados de levá-los
a bom termo, quer dizer, aqueles que são responsáveis pela execução dos
programas.
Qualquer técnica orçamentária deve ajudar à adoção de decisões e o orçamento por
programas representa uma base informativa que conjuga a teoria do sistema, com a
análise custo-benefício, especificando os programas que devem empreender-se em
base do cumprimento máximo dos objetivos fixados, e o grau de alcance que se
obtém dos mesmos.
5.2. O controle orçamentário
5.2.1. Gestão na Construção Civil
Mudanças estratégicas implicam em barreiras administrativas que devem ser
extrapoladas e revertidas, dando lugar a novos conceitos, mais eficazes e
verdadeiros.
A estratégia ‘fator humano’ é indispensável e os gerentes mais atentos valorizam
melhor seus funcionários. Em muitas empresas a barreira hierárquica vem dando
lugar a cooperação entre os membros, através do aprendizado contínuo que possa
abranger a multidisciplinaridade, inerente a todos e muitas vezes inexplorado.
As organizações redefinem seu papel na sociedade e suas práticas de gestão com
pessoas. O trabalho em equipe exige esforço cooperativo e oferece resultados mais
satisfatórios.
O profissional de equipe deverá contemplar essa pré-disposição para a integração
profissional, além de inteligência emocional mais aguçada em detrimento do
conhecido ‘quociente de inteligência’ (Q.I.). As empresas não poderão sustentar
velhos grupos, que são pessoas apenas trabalhando juntas, mas sim formar equipes
com objetivos comuns com disposição para atuar de forma compartilhada.
29
Para Boog (1991, p. 99), o clima de uma organização é um dos aspectos mais
freqüentemente aludidos no diagnóstico organizacional. Trata-se de um tema que
começou a ser exposto na década de sessenta, junto com a teoria dos sistemas ao
estudo das organizações.
Não é estranho que tenha acontecido desta forma. O conceito de clima (inclusive por
sua conotação geográfica – atmosférica) permite ampliar as perspectivas de análise
de uma visão parcializada e reducionista a uma mais global, que seja capaz de
integrar o ambiente como uma variável sistêmica e que abranja fenômenos
complexos por meio de uma teoria também complexa.
A relação sistema - ambiente, própria da teoria dos sistemas abertos proveniente da
Teoria Geral de Sistemas, proposta pelo Von Bertalanffy(1992) e enriquecida com
contribuições da cibernética, ingressa com grande força à teoria organizacional nos
anos sessenta. Esta proposição – a de ver os sistemas organizacionais em sua
relação com seu ambiente ambiental – encontra acolhida em uma teoria de
organizações
que
procurava
superar
as
compreensões
excessivamente
mecanicistas de alguns enfoques e reducionistas. As perspectivas formalizantes da
Escola Clássica, por outra parte, tinham encontrado críticas por parte de enfoques
de corte psicológico-social, que tinham sua origem na Escola de Relações
Humanas.
Talcott Parsons(1992), em 1966, por sua vez, propôs uma teoria em que as
organizações seriam um subsistema da sociedade e chamava a atenção sobre as
complexas vinculações institucionais das organizações com a sociedade. Esta teoria
propunha, além disso, um caminho que permitisse integrar a personalidade, o
sistema social organizacional e os níveis culturais.
Esta integração poderia ser produzida através dos papéis, o status e as
expectativas, tomadas em consideração as orientações da personalidade e as
orientações normativas.
Entretanto, esta teoria não pôde ser adequadamente compreendida e acolhida,
porquanto o desafio do momento tinha um sentido eminentemente prático e tornavase muito difícil para os investigadores da época realizar um esforço dessa
30
envergadura. Por esta razão, a proposta Parsoniana não foi acolhida, ou foi muito
marginalmente.
Porém, ficou marcada a preocupação que as relações dentro do ambiente
empresarial determinam parte de seu direcionamento e a formulação de estratégias
implica, necessariamente, em compreender e trabalhar as pessoas dentro do
ambiente de trabalho.
A fase da implantação estratégica se refere ao conjunto de atividades e decisões
que são necessárias para tornar efetiva ou pôr em marcha uma estratégia, de modo
que se consigam a missão e os objetivos estratégicos previamente expostos.
Este é possivelmente o âmbito no qual de forma mais clara e ampla fica de
manifesto a necessidade de ter em conta os problemas organizativos vinculados
com a Direção Estratégica.
Possivelmente, de acordo com Alexander (1991), por este motivo, costuma-se
dedicar a estas questões uma menor atenção que aos problemas de formulação ou
desenho de estratégias, o que fica refletido no menor volume de investigação
acadêmica assim como no menor espaço habitualmente dedicado em os manuais
sobre estratégia empresarial.
Por que se deu esta situação? Alexander (1991) identifica quatro razões que
poderiam explicar este desajuste:
a) a implantação estratégica é uma tarefa muito menos atrativa que a
formulação;
b) a crença generalizada de que se exige mais habilidades para a formulação
que para a implantação, que qualquer pode fazer;
c) que não estamos seguros do que é o que inclui a implantação, onde
começam seus problemas e onde terminam; e
d) a escassez de modelos conceituais globais sobre a implantação
estratégica.
31
Efetivamente, os problemas de implantação estratégica reúnem sob esta
denominação o conjunto de problemas organizativos necessários para pôr em
execução com êxito uma estratégia e, em geral, para administrar uma empresa.
5.2.2. A importância do gerenciamento
A partir da última década, inúmeras mudanças ocorreram no mundo dos negócios o
que fez com que as empresas passassem a orientar as suas estratégias para a
busca da sobrevivência e da competitividade organizacional. Neste ambiente, os
desafios fazem com que as empresas busquem, continuamente, diferenciais
competitivos. Paradoxalmente, este esforço concentrado das organizações em
encontrar diferenciais, torna os produtos e as ações de mercado muito semelhantes.
A crescente competitividade entre as diversas empresas,
em um mercado em que cada vez são menores as
diferenças entre os produtos, obriga as organizações a
desenvolver todo tipo de serviço ao cliente.(SOTO,
2002:128)
A globalização da administração é uma realidade da vida diária. Todos os dias, os
periódicos estão cheios de notícias que nos recordam que as organizações
adotaram um enfoque global. Os noticiários falam freqüentemente de assuntos como
as balanças comerciais internacionais e as flutuações das moedas. Não é estranho
ler a respeito de empresas japonesas que estão avançando nos mercados dos
Estados Unidos nem de empresas americanas que estão progredindo nos mercados
do Japão.
Somos informados que administradores dos países que estavam atrás da chamada
“cortina de ferro” agora se preparam na Europa Ocidental ou nos Estados Unidos e
de empresas americanas e britânicas que se unem para oferecer novos serviços de
telecomunicações e investimentos industriais em vários países do mundo. Hoje,
nenhum administrador se pode dar o luxo de supor que sua organização esteja
isolada de todas estas atividades mundiais.
32
Hoje, não é nada estranho encontrar uma organização global, com escritório matriz
nos Estados Unidos, que administre operações fabris, por exemplo, nos Estados
Unidos, Alemanha ou Singapura. As grandes organizações optaram pela via global,
e também é cada vez maior a quantidade de pequenas empresas que o fazem.
Em escala mundial, a globalização se refere à crescente interdependência entre os
países, tal como se reflete nos fluxos internacionais de bens, serviços, capitais e
conhecimentos. Em escala nacional, refere-se à magnitude das relações entre a
economia de uma nação e o resto do país. É um processo de crescimento
internacional ou mundial do capital financeiro, industrial, comercial, de recursos,
humanos, políticos e de quaisquer tipos de atividade intercambiáveis entre países.
Na economia mundial moderna, as relações entre as pessoas, as regiões e os
países não são acidentais nem passivas, e sim são mecanismos de integração
ativos que intensificam e desenvolvem a vida econômica internacional.
A globalização transformou a forma como as empresas levam suas operações, mas,
sobretudo, teve um impacto muito importante na própria organização. Por isso o
perfil de seus integrantes é distinto. No Brasil, cada vez mais, é insuficiente contar
com estudos universitários, para ser competitivo. É necessário se especializar,
conhecer as estratégias internacionais, dominar vários idiomas e estar aberto a
oportunidades de emprego.
Sabe-se que, diante das novas condições econômicas atuais, os países mais
avançados em comércio internacional têm maior capacidade para invadir os
mercados em desenvolvimento. As grandes empresas transnacionais e grupos de
investidores tomam as rédeas de setores completos, a maioria dos quais são chaves
para a produção nacional. As empresas dos países cuja economia não tem tanta
força só têm uma alternativa: revisar suas estratégias e políticas para obter algum
nível de competitividade que os permita pelo menos sobreviver.
Neste sentido, Chistopher (1997, p.117) ressalta que como os mercados adquirem
cada vez mais as características de alto consumo, em que os clientes vêem pouca
diferença entre as características físicas ou funcionais dos produtos, é por meio dos
serviços que cada organização faz a sua diferença.
33
Reconhecer que as relações mais próximas com os clientes podem constituir a
chave para a competitividade e para o sucesso empresarial a longo prazo, leva à
compreensão da importância crucial do serviço prestado e, consequentemente, da
estruturação adequada de todos os processos, para que o cliente seja atendido da
melhor forma possível.
Os gestores precisam, portanto, identificar novas formas de agregar valor com foco
no cliente, abandonando as formas convencionais que, por serem de domínio
comum, deixam de ser diferenciadoras.
Lavalle (1995, p.98) destaca que responder à demanda, obtendo um ótimo nível de
serviço ao cliente, ao menor custo possível, é o objetivo básico da logística e do
gerenciamento empresarial. O gerenciamento deve ser visto como um instrumento
que é capaz de agregar valor por meio dos serviços prestados.
“Em termos simples, o valor para o cliente é criado quando as percepções dos
benefícios recebidos em uma transação superam os custos totais de propriedade”
(CHRISTOPHER, 1997:79). O valor é expresso pela relação entre os benefícios
esperados pelos clientes e os esforços por eles dispensados.
Sendo assim, na medida em que o gerenciamento conseguir melhorar o nível de
serviços oferecidos ao cliente, aumenta-se os benefícios que este recebe. Por outro
lado, uma logística eficiente pode levar a organização a operar com menores custos,
o que lhe permite reduzir o preço de venda que é também uma forma de se
aumentar o valor percebido pelo cliente. A estratégia deve procurar sempre a
maximização desta relação.
Hoje, o gerenciamento eficaz e eficiente já é considerado definitivo como uma fonte
vital para a diferenciação e para que as organizações possam sobreviver.
Os conceitos de Supply Chain Management, ECR (Efficient Consumer Response),
abastecimento automático do ponto de venda, consórcio de produção, operador
logístico, entre outros, são alguns dos novos elementos que vão se tornando cada
vez mais comuns e que são desenvolvidos pelas organizações a partir do
entendimento do papel essencial e estratégico da logística no ambiente de negócios
global.
34
As novas concepções de competitividade modificaram, igualmente, os conceitos de
gerenciamento impulsionando a sua modernização. O gerenciamento, assim, nestes
últimos anos tende a evoluir de um estágio inicial no qual suas atividades eram
divididas pelas áreas funcionais da empresa e realizadas de forma desconexa,
passou pela integração das atividades internas, o que trouxe melhorias, migrando
para uma percepção de que é fundamental que todos os envolvidos, tanto
fornecedores como clientes, estejam integrados para a obtenção do um
desempenho excelente.
5.2.3.O engenheiro e o controle do orçamento
Atualmente o gerenciamento e a gestão de produção classificam-se como setores
estratégicos básicos para o desenvolvimento global da economia. Isso se dá porque
que asseguram a ótima utilização dos recursos, da mão-de-obra, com vistas à
qualidade. Desta maneira, gera-se estímulo para a redução de custos e o aumento
da produtividade, favorecendo o investimento, a criação de ocupação e a
competitividade. Constitui, além disso, um instrumento básico para incrementar a
produtividade dos setores produtivos.
O incremento que nos últimos anos se está produzindo nos intercâmbios comerciais,
motivado pelos processos de globalização e liberalização da economia, está
gerando novas demandas de gerenciamento de materiais, de transporte, demandas
que se verão multiplicadas pelo avanço da nova economia e o papel que nela terá a
distribuição e a logística.
Para fazer frente a este novo cenário se requer a compreensão das razões
produtivas que levam ao mau gerenciamento, e ao conseqüente desperdício - no
caso particular da construção civil - e os modelos de atuação que levem à redução
destes desperdícios.
Só assim se poderá fazer frente às mudanças aceleradas nos processos de
produção e distribuição, surgidos como conseqüência da necessidade de ajustar a
oferta, com flexibilidade e rapidez, às exigências cambiantes da demanda.
35
O controle orçamentário, tal como se costuma conceituar, é um processo que
permite avaliar a atuação e o rendimento ou resultado obtido em cada em cada
momento da obra. Para isso, o engenheiro estabelece as comparações entre as
realizações e os objetivos iniciais recolhidos nos orçamentos, com as atividades
efetivamente realizadas.
O processo orçamentário e o controle são, portanto processos complementares
dado que a processo orçamentário define objetivos previstos, os quais têm valor
quando existir um plano que facilite sua consecução (meios).
Por sua vez, a característica definidora do controle orçamentário é a comparação
entre a programação e a execução, devendo-se realizar de forma metódica e
regular.
O eixo fundamental do controle orçamentário se centra na informação necessária
sobre o nível desejado de rendimento, o nível real e a separação.
Além disso, é necessária a ação do engenheiro para pôr em marcha os planos e
modificar as atividades futuras. O controle orçamentário, portanto, vai muito além da
mera localização de uma variação.
A implantação de um mecanismo de controle através do orçamento supõe comparar
os resultados com os correspondentes programas, e se não coincidirem deverão ser
analisadas as causas de tais diferenças.
Neste contexto, pois, para exercer um controle eficaz devem ser realizadas as
seguintes considerações:
ƒ Tudo o que foi objeto de uma programação deve ser objeto de controle.
ƒ Toda separação entre programas e execução do orçamento tem um
motivo que terá que ser analisado, e que pode dever-se a uma falha na
programação, um defeito na execução ou a ambas as razões.
ƒ Toda separação deve ser atribuída a um responsável concreto, o que
requererá levar a cabo uma análise minuciosa desta separação.
36
ƒ As separações podem exigir medidas de correção; quer dizer, o fim último
do controle orçamentário não é transmitir temor aos diretores, mas fazer-lhes
ver as deficiências que se produziram e sugerir as ações corretivas a
empreender.
5.2.4.O planejamento
O planejamento é uma das atividades mais delicadas que se tem que cumprir em
uma empresa, pois é a que prevê o que deve ser produzido para atender as
necessidades do mercado e, além disso, é a que dimensiona os recursos que
devem ser obtidos para viabilizar o plano.
Netto (1988, p. 75), coloca basicamente as cinco fases que compõem o processo de
planejamento são:
1.
Planejamento estratégico.
2.
Planejamento adicionado.
3.
Programação mestra.
4.
Programação de componentes.
5.
Execução e controle.
Para Furtado (1999, p.127), no caso da construção civil, este planejamento deve
estar relacionado a todo processo de construção. Isso, necessariamente, envolve a
confecção dos programas de produção e os seus controles, desde a fase de projeto
até a entrega da obra montagem da estrutura funcional para gestão do
empreendimento, indicando os participantes projetistas, construtor, etc.,
Segundo Lima (1999)
(...)sua posição nesta estrutura e o sistema gerencial que
será adotado para transmissão de informações entre os
participantes, entre os mesmos e a gerenciadora e entre
eles e o cliente, através da gerenciadora. (LIMA, 1999:
115)
37
No aspecto do gerenciamento, o planejamento da construção deve seguir uma série
de elementos, que de acordo com Furtado (1999, p.127):
▪ coordenação dos projetos necessários para execução
▪ fiscalização das obras
▪ supervisão e gerenciamento da produção, coordenando serviços técnicos
comprados em fontes diferentes.
▪ controle de suprimentos, no que respeita ao programa que deverá ser
mantido, para a produção, com eventual controle de qualidade.
5.2.5.Planejamento e mercado
Deve-se lembrar que, fundamentalmente, o produto final de uma obra de construção
civil está relacionado a um determinado mercado – sujeito às mesmas regras de
outros produtos, dentro de um sistema capitalista.
Diante desta situação, aqui também o gerenciamento não deve ser esquecido.
Quando se esquecem os elementos do gerenciamento dentro da construção civil no
que respeita ao mercado, o próprio produto é prejudicado.
Quando a produção é negligenciada no gerenciamento,
compromete-se a rentabilidade porque os custos de obra,
de forma direta ou indireta se desviam, por força de
prazos não cumpridos, de custos financeiros agregados
ou, muitas vezes, porque não são tratados com o cuidado
devido, já que representam uma parcela do prego de
venda, o que pode transmitir uma falsa sensação de que
não tem grande representatividade e podem ser passíveis
de um controle menos intenso.
Quando a venda é negligenciada no gerenciamento,
compromete-se também a rentabilidade, pois a qualidade
do andamento do sistema de produção não substitui a
velocidade de comercialização, o cuidado com a cobrança
do preço, o manejo financeiro adequado, especialmente
38
quando se trabalha com recursos de terceiros, sejam
financiados ou não.(LIMA, 1999:129)
Segundo Lima(1999, p.131), o processo de gerenciamento deve se ocupar, também,
em prestar assessoria em relação ao processo de construção aliado à
comercialização do imóvel, a partir de uma série de ações.
▪ orientar os serviços de pesquisa de mercado que nortearão a definição do
mercado alvo e, por conseqüência, serviço para indicar o produto mais viável em
cada operação;
▪ executar ou orientar os estudos de viabilidade para definição do produto,
sejam os de projeto sejam os econômico financeiros
▪ estabelecer os planos estratégicos para colocação do produto no mercado,
desde as caracterizações de preço até as estratégias de marketing
▪ estabelecer programas para ação do empreendimento, que oferecendo
diretrizes tanto internamente no cliente, quanto para os prestadores de serviços
externos
▪ controlar a ação, seja na face de preparo do produto para venda (projeto e
assuntos legais), ou na de comercialização efetiva.
39
6. ESTUDO DE CASO
O presente estudo demonstra a análise de planilhas da CONSTRUTORA
CAMARGO FLUETI LTDA, em que a situação demonstrada é a obra da E.E.
Alexandrina Bassith, situada à R AVARÉ 25, em que a construtora participou da
licitação pela FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), onde a
construtora cedeu o material para a composição deste, assim concretizando a
pesquisa com base da BDI, principal foco de trabalho.
Tabela 6.1 - Insumos
Prédio
Nome Escola
01.09.108
ALEXANDRINA BASSITH
Proponente:
CONSTRUTORA CAMARGO FLUETI LTDA
BDI:
LS:
PC: 05/1219/08
PI: 2007/00352
122% 23%
CÓDIGO
DESCRIÇÃO DOS INSUMOS
UNID.
VR.UNIT.
VR.LICITANTE
01.01.09 ESGOTEIRO/CAVOUQUEIRO
H
3,05
3,05
01.01.11 CARPINTEIRO
H
3,56
3,42
01.01.12 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
3,10
3,05
01.01.18 ENCANADOR
H
3,99
3,99
01.01.19 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
3,08
3,08
01.01.21 FERREIRO
H
3,59
3,59
01.01.22 AJUDANTE DE FERREIRO
H
3,04
3,04
01.01.26 JARDINEIRO
H
3,14
3,14
01.01.39 PEDREIRO
H
3,58
3,39
01.01.40 PINTOR
H
3,64
3,39
01.01.41 AJUDANTE DE PINTOR
H
3,07
2,98
01.01.44 SERRALHEIRO
H
6,03
6,03
01.01.45 AJUDANTE SERRALHEIRO
H
3,42
3,42
01.01.46 SERVENTE
H
3,02
2,98
01.01.95 AJUDANTE DE ESGOTEIRO
H
3,03
3,03
02.05.03 AREIA
M3
51,71
45,98
02.05.05 CAL HIDRATADA
KG
0,28
0,24
02.05.08 CIMENTO
KG
0,30
0,29
02.05.17 PEDRA BRITADA 1
M3
40,05
34,84
02.05.18 PEDRA BRITADA 2
M3
40,43
35,95
02.05.22 PEDRISCO
M3
41,21
35,85
02.05.30 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 15 M PA
M3
174,55
174,30
02.05.35 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 20 M PA
M3
184,91
160,87
02.05.36 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
191,69
182,10
02.10.09 PONTALETE PINHO DE 3"X3"
M
3,78
3,28
40
02.10.14 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
1,98
1,72
02.10.18 SARRAFO PINHO 7,5X2,5 CM
M
3,20
2,75
02.10.21 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
17,18
16,32
02.10.32 CHAPA COMPENSADA RESINADA E=12MM
M2
9,99
8,69
02.10.33 CHAPA COMPENSADA PLASTIFICADA E=10MM
M2
16,12
14,02
02.10.38 PONTALETE DE PINHO DE 3"X3" DE 2a CONSTRUCAO
M
5,23
4,55
02.10.60 RIPA DE PEROBA 1X5CM
M
1,52
1,32
02.12.29 FORMA DE TUBO DE PAPELAO DIAM.30 CM
M
62,75
54,59
02.15.25 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
2,93
2,76
02.15.38 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
3,49
3,23
02.15.44 TELA TELCON Q-92
M2
6,52
5,88
02.15.60 TELA ARMADURA (MALHA AÇO CA-60)
KG
4,28
3,72
02.25.04 BLOCO CONCRETO DE 14X39X19CM
UN
1,36
1,18
02.25.05 BLOCO CONCRETO DE 19X39X19CM
UN
1,75
1,52
02.25.15 TIJOLO COMUM MACICO
UN
0,17
0,14
02.25.77 BLOCO CONCRETO 14X19X39CM - 20KGF/CM2
UN
1,36
1,34
02.25.96 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 14X19X39CM
UN
1,59
1,38
02.25.97 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 19X19X39CM
UN
2,01
1,74
02.40.09 CIMENTO CRISTALIZANTE PARA IMPERMEABILIZACAO
KG
1,68
1,63
02.40.10 EMULSAO ADESIVA PVA
KG
9,18
7,98
02.40.56 TINTA BETUMINOSA
L
5,60
4,87
2,03
1,76
02.40.69 IMPERMEABILIZANTE PEGA NORMAL P/ ARGAM E CONCRETO KG
ACO ESTRUTURAL NAO PATINAVEL ASTM OU ABNT02.50.17 MATERIAL
KG
7,99
02.50.20 MONTAGEM DE ESTRUTURA METALICA
KG
1,80
1,56
02.67.60 PREGO
KG
4,20
3,65
02.70.10 ARAME RECOZIDO N.18
KG
4,74
4,12
6,95
02.70.31 ARAME GALVANIZADO No. 16
KG
5,51
4,79
02.75.09 TELA ARAME GALV (FIO 10) EM MALHA QUADRADA 2"
M2
18,86
17,32
02.80.81 FITA CREPE 25MM X 50M
UN
4,03
3,50
8,40
03.55.90 MAO DE OBRA / EQUIP. MEC. ROT. / CORTE / LASER
M2
8,85
03.60.31 JUNTA PLASTICA DILATACAO P/ PISO 19X3MM
M
0,53
0,46
03.65.55 TC-11 PLACA DE CONCR. PRE-MOLD PERF. 59,5X34,5X5CM
UN
30,02
28,52
03.67.09 TABELA DE BASQUETE COM ARO E CESTO
UN
480,00
417,60
03.67.12 REDE PARA TRAVE DE GOL
UN
26,92
23,42
03.67.15 TAMPO P/SUPORTE REDE VOLEIBOL/TRAVE DE FUTEBOL
UN
9,03
7,85
03.67.17 QE-02 POSTE REDE VOLEIBOL/ GALV E PINT ESMALTE-PAR
PR
395,83
344,37
03.67.18 QE-03 TRAVE DE FUTEBOL DE SALAO GALV/PINT ESMALTE
UN
466,29
405,67
03.67.20 REDE DE VOLEI C/ 4 FAIXAS
UN
72,83
63,36
03.75.07 TINTA ESMALTE SINTETICO - ALUMINIO
L
11,96
10,40
03.75.13 TINTA LATEX
L
5,66
4,92
03.75.17 TINTA A BASE DE EMULSAO ACRILICA (PARA PISOS)
L
5,95
5,17
03.76.50 GALVANIZACAO ELETROLITICA (FORN/EXEC)
KG
2,39
2,07
03.80.09 SELADOR P/PINTURA LATEX
L
6,69
5,82
03.80.12 LIXA PARA FERRO
UN
1,28
1,11
03.80.40 LIXA D"AGUA
UN
0,61
0,53
03.80.66 FUNDO ESPECIAL PARA ACO GALVANIZADO E ALUMINIO
L
13,74
11,95
03.85.02 ADUBO QUIMICO NPK,FORM.BASE (10-10-10)
KG
1,47
1,27
03.85.03 CALCARIO DOLOMITICO
KG
0,32
0,27
03.85.07 FORRACAO GRAMA TIPO BATATAIS EM PLACAS
M2
2,13
1,85
03.85.12 FOSFATO DE ROCHAS
KG
1,16
1,00
03.85.13 ADUBO ORGANICO CURTIDO
L
0,18
0,15
06.05.15 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=32MM)
M
9,85
9,65
41
06.05.16 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=50MM)
M
15,46
14,69
06.25.01 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 20MM
M
1,14
0,99
06.25.08 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 85MM
M
18,89
16,43
06.25.33 TUBO PVC P/ESGOTO 100MM
M
5,66
4,92
06.25.34 TUBO PVC P/ESGOTO 150MM
M
13,49
12,89
06.26.73 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=100MM
UN
0,94
0,81
06.26.74 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=150MM
UN
3,44
2,99
06.26.77 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=200MM
UN
2,74
2,38
16,78
06.26.85 TUBO PVC RIGIDO ESGOTO DIAM 200 MM (8")
M
19,29
08.03.10 CAMINHAO BASCULANTE 6M3
H
44,00
38,28
2669,04
2377,23
Total
Conforme descreve Leão (2004, p.15) é um termo técnico, usado em
Economia, para designar um bem de consumo que é utilizado na produção de um
outro bem, portanto, pode ser substituído, imprecisamente, pelo termo matériaprima.
Nessa condição, a Tabela 6.1, descreve a condição de Preço Fixo, onde este
pode-se ser estabelecer pelo valor global do fornecimento ou na condição de Preço
Fixo Unitário de cada item ou insumo fornecido.
Na condição de Preço Fixo Unitário, trabalha-se com uma tabela de
operações unitárias, conforme a mesma está disposta, ou de componentes-padrão e
realizam-se regularmente medições no produto em elaboração ou do serviço sendo
prestado.
Deste modo, multiplicam-se as quantidades apontadas pelo Preço Fixo
Unitário, proporcionando o valor da fatura referente àquela medição.
Pode-se adotar também um sistema de Contrato a Preço Fixo com uma
cláusula de incentivo.
A diferença entre o custo total do empreendimento da
obra previsto no
projeto e o custo total realmente levantado determina o lucro do empreendimento, e
o contratado receberá uma parte desse lucro conforme porcentual acordado no
contrato.
42
Sendo assim, em análise à Tabela 6.1., o contrato que a construtora firmou,
poderá ser firmado considerando a utilização de quantidades fixas de insumos,
como mão-de-obra, materiais e energia. A produtividade obtida na administração da
execução do produto ou serviço é representada pela utilização de menor quantidade
de insumos em relação ao previsto.
Por fim, com a totalização dos valores unitários e valores licitantes, o ganho
físico é então dividido contratualmente entre o contratante e o contratado.
Tabela 6.2 – Composição de Preços Unitários – MÃO DE OBRA, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS.
Prédio
Nome
Escola
01.09.108
ALEXANDRINA BASSITH
LS:
BDI:
122%
PC: 05/1219/08
PI: 2007/00352
23%
CÓDIGO
01.01.01
DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
RETIRANDO A VEGETACAO, TRONCOS ATE 5CM DE DIAMETRO E RASPAGEM
10146 SERVENTE
UNID.
COEFICIENTE VR.UNIT.
M2
H
2,03430
0,25000
2,98
LS
0,38040
CORTE E ATERRO DENTRO DA OBRA COM TRANSPORTE INTERNO
10146 SERVENTE
M3
H
20,34297
2,50000
2,98
LS
3,80397
ESCAVACAO MANUAL - PROFUNDIDADE ATE 1.80 M
10146 SERVENTE
M3
H
18,71553
2,30000
2,98
LS
6,85400
8,36188
BDI
02.01.10
7,45000
9,08900
BDI
02.01.01
0,74500
0,90890
BDI
01.02.01
VR.TOTAL
3,49965
APILOAMENTO PARA SIMPLES REGULARIZACAO
10146 SERVENTE
M2
H
3,25488
0,40000
2,98
1,19200
LS
1,45424
BDI
0,60864
02.01.15
LASTRO DE CONCRETO - 5 CM
M2
16,31917
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,04000
35,95
1,43800
20508 CIMENTO
KG
10,00000
0,29
2,90000
20503 AREIA
M3
0,03000
45,98
1,37940
10146 SERVENTE
H
0,80000
2,98
2,38400
10139 PEDREIRO
H
0,30000
3,39
1,01700
LS
4,14922
BDI
3,05155
44
02.01.27
REATERRO COM ADICAO DE 2% DE CIMENTO
M3
20508 CIMENTO
KG
10146 SERVENTE
H
79,29638
28,40000
0,29
8,23600
8,50000
2,98
25,33000
LS
30,90260
BDI
02.02.26
14,82778
BROCA DE CONCRETO DE DIAMETRO 25CM - INCL ARRANQUES
M
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
20518 PEDRA BRITADA 2
20508 CIMENTO
35,03275
2,30000
2,76
6,34800
M3
0,04300
35,95
1,54585
KG
15,90000
0,29
4,61100
20503 AREIA
M3
0,03200
45,98
1,47136
10146 SERVENTE
H
1,84000
2,98
5,48320
10139 PEDREIRO
H
0,31000
3,39
1,05090
LS
7,97160
BDI
02.03.01
6,55084
FORMA DE MADEIRA MACICA
26760 PREGO
M2
KG
34,59958
0,20000
3,65
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
0,50000
16,32
8,16000
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
2,00000
1,72
3,44000
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
1,10000
3,05
3,35500
10111 CARPINTEIRO
H
1,10000
3,42
3,76200
LS
8,68274
BDI
02.04.02
0,73000
6,46984
ACO CA 50 (A OU B) FYK= 500 M PA
KG
5,81576
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
0,02000
4,12
0,08240
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
1,15000
2,76
3,17400
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,10000
3,04
0,30400
10121 FERREIRO
H
0,10000
3,59
0,35900
LS
0,80886
BDI
1,08750
02.05.18
CONCRETO DOSADO E LANCADO FCK=25MPA
LS
M3
332,82619
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
1,02000
182,10
185,74200
10146 SERVENTE
H
6,00000
2,98
17,88000
10139 PEDREIRO
H
6,00000
3,39
20,34000
46,62840
45
BDI
02.50.01
62,23579
DE CONCRETO SIMPLES (MANUAL)
10146 SERVENTE
M3
H
89,50907
11,00000
2,98
LS
39,99160
BDI
03.02.02
16,73747
ACO CA 50 (A OU B) FYK= 500 M PA
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
KG
5,81576
0,02000
4,12
KG
1,15000
2,76
3,17400
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,10000
3,04
0,30400
10121 FERREIRO
H
0,10000
3,59
0,35900
LS
0,80886
1,08750
TELA ARMADURA (MALHA ACO CA 60 FYK= 600 M PA)
KG
5,57628
21560 TELA ARMADURA (MALHA AÇO CA-60)
KG
1,10000
3,72
4,09200
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,03000
3,04
0,09120
10121 FERREIRO
H
0,03000
3,59
0,10770
LS
0,24266
BDI
03.50.01
1,04272
DE CONCRETO INCLUINDO REVESTIMENTOS (MANUAL)
10146 SERVENTE
M3
H
162,74376
20,00000
2,98
LS
30,43176
ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO E=14CM
M2
40,01391
22504 BLOCO CONCRETO DE 14X39X19CM
UN
13,00000
1,18
15,34000
20508 CIMENTO
KG
3,24000
0,29
0,93960
20505 CAL HIDRATADA
KG
4,14000
0,24
0,99360
20503 AREIA
M3
0,02300
45,98
1,05754
10146 SERVENTE
H
1,10000
2,98
3,27800
10139 PEDREIRO
H
0,92000
3,39
3,11880
LS
7,80410
BDI
04.01.32
59,60000
72,71200
BDI
04.01.31
0,08240
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
BDI
03.02.05
32,78000
7,48228
ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO E=19CM
M2
47,59941
22505 BLOCO CONCRETO DE 19X39X19CM
UN
13,00000
1,52
19,76000
20508 CIMENTO
KG
4,33000
0,29
1,25570
46
20505 CAL HIDRATADA
KG
5,31000
0,24
1,27440
20503 AREIA
M3
0,03100
45,98
1,42538
10146 SERVENTE
H
1,15000
2,98
3,42700
10139 PEDREIRO
H
0,98000
3,39
3,32220
LS
8,23402
BDI
04.01.58
8,90070
VERGA/CINTA EM BLOCO DE CONCRETO CANALETA - 14 CM
M
16,35302
22596 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 14X19X39CM
UN
2,50000
1,38
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
0,50000
2,76
1,38000
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,01300
35,95
0,46735
20508 CIMENTO
KG
4,36500
0,29
1,26585
20503 AREIA
M3
0,00900
45,98
0,41382
10146 SERVENTE
H
0,50000
2,98
1,49000
10139 PEDREIRO
H
0,40000
3,39
1,35600
LS
3,47212
BDI
3,05788
04.01.59
VERGA/CINTA EM BLOCO DE CONCRETO CANALETA - 19 CM
M
18,81568
22597 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 19X19X39CM
UN
2,50000
1,74
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
0,50000
2,76
4,35000
1,38000
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,01900
35,95
0,68305
20508 CIMENTO
KG
6,62900
0,29
1,92241
20503 AREIA
M3
0,01400
45,98
0,64372
10146 SERVENTE
H
0,50000
2,98
1,49000
10139 PEDREIRO
H
0,40000
3,39
1,35600
LS
3,47212
BDI
3,51838
04.50.01
DE ALVENARIAS EM GERAL E ELEMENTOS VAZADOS,INCL REVESTIMENTOS
M3
37,40745
10146 SERVENTE
H
4,12500
2,98
12,29250
10139 PEDREIRO
H
0,41500
3,39
1,40685
LS
16,71321
BDI
08.09.18
3,45000
6,99489
TUBO DE PVC RIGIDO JUNTA ELASTICA DN 100MM (4") INCL CONEXOES
M
29,37904
62673 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=100MM
UN
1,00000
0,81
0,81000
62533 TUBO PVC P/ESGOTO 100MM
M
1,50000
4,92
7,38000
47
10119 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
1,00000
3,08
3,08000
10118 ENCANADOR
H
1,00000
3,99
3,99000
LS
8,62540
BDI
5,49364
08.09.19
TUBO DE PVC RIGIDO JUNTA ELASTICA DN 150MM (6") INCL CONEXOES
M
52,58703
62674 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=150MM
UN
1,00000
2,99
2,99000
62534 TUBO PVC P/ESGOTO 150MM
M
1,20000
12,89
15,46800
10195 AJUDANTE DE ESGOTEIRO
H
1,80000
3,03
5,45400
10109 ESGOTEIRO/CAVOUQUEIRO
H
1,80000
3,05
LS
BDI
08.10.38
9,83335
CI-01 CAIXA DE INSPECAO 60X60CM PARA ESGOTO
27010 ARAME RECOZIDO N.18
08.11.35
5,49000
13,35168
UN
KG
255,10358
0,03000
4,12
0,12360
26760 PREGO
KG
0,15000
3,65
0,54750
24069 IMPERMEABILIZANTE PEGA NORMAL P/ ARGAM E CONCRETO
KG
0,86000
1,76
1,51360
22515 TIJOLO COMUM MACICO
UN
128,00000
0,14
17,92000
5,52000
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
2,00000
2,76
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
0,39000
16,32
6,36480
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
1,54000
1,72
2,64880
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,03000
182,10
5,46300
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,04000
35,95
1,43800
20508 CIMENTO
KG
47,92000
0,29
13,89680
20505 CAL HIDRATADA
KG
10,92000
0,24
2,62080
20503 AREIA
M3
0,13200
45,98
6,06936
10146 SERVENTE
H
11,55000
2,98
34,41900
10139 PEDREIRO
H
6,93000
3,39
23,49270
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,17000
3,04
0,51680
10121 FERREIRO
H
0,17000
3,59
0,61030
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
0,85000
3,05
2,59250
10111 CARPINTEIRO
H
0,85000
3,42
2,90700
LS
78,73673
BDI
47,70230
TUBO DE PVC RIGIDO JUNTA ELASTICA DN 200MM (8") INCL CONEXOES
62685 TUBO PVC RIGIDO ESGOTO DIAM 200 MM (8")
M
M
60,89878
1,20000
16,78
20,13600
48
62677 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=200MM
UN
1,00000
2,38
2,38000
10195 AJUDANTE DE ESGOTEIRO
H
2,00000
3,03
6,06000
10109 ESGOTEIRO/CAVOUQUEIRO
H
2,00000
3,05
LS
BDI
08.12.74
11,38758
CAIXA DE ALVENARIA - TAMPA DE CONCRETO
27010 ARAME RECOZIDO N.18
M2
KG
85,70133
0,09000
4,12
0,37080
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
5,27000
3,23
17,02210
21032 CHAPA COMPENSADA RESINADA E=12MM
M2
0,33000
8,69
2,86770
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
0,10000
16,32
1,63200
20535 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 20 M PA
M3
0,05000
160,87
8,04350
10146 SERVENTE
H
0,30000
2,98
0,89400
10139 PEDREIRO
H
0,30000
3,39
1,01700
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,46000
3,04
1,39840
10121 FERREIRO
H
0,46000
3,59
1,65140
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
2,00000
3,05
6,10000
10111 CARPINTEIRO
H
2,00000
3,42
LS
6,84000
21,83898
BDI
08.12.79
6,10000
14,83520
16,02545
CA-10 CAIXA DE AREIA 50X50 CM PARA AGUAS PLUVIAIS
UN
154,36191
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
0,01240
4,12
26760 PREGO
KG
0,09600
3,65
0,05109
0,35040
24069 IMPERMEABILIZANTE PEGA NORMAL P/ ARGAM E CONCRETO
KG
0,46400
1,76
0,81664
22515 TIJOLO COMUM MACICO
UN
70,00000
0,14
9,80000
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
0,71000
3,23
2,29330
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
0,39000
16,32
6,36480
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,04200
35,95
1,50990
20508 CIMENTO
KG
31,84000
0,29
9,23360
20505 CAL HIDRATADA
KG
4,63000
0,24
1,11120
20503 AREIA
M3
0,09720
45,98
4,46926
10146 SERVENTE
H
7,23000
2,98
21,54540
10139 PEDREIRO
H
3,61000
3,39
12,23790
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,38000
3,04
1,15520
10121 FERREIRO
H
0,38000
3,59
1,36420
49
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
0,62000
3,05
10111 CARPINTEIRO
H
0,62000
3,42
1,89100
2,12040
LS
49,18320
BDI
28,86442
12.02.01
CHAPISCO
M2
5,01396
20508 CIMENTO
KG
1,39000
0,29
0,40310
20503 AREIA
M3
0,00300
45,98
0,13794
10146 SERVENTE
H
0,25000
2,98
0,74500
10139 PEDREIRO
H
0,25000
3,39
0,84750
LS
1,94285
BDI
12.02.05
0,93757
EMBOCO
M2
14,36224
20508 CIMENTO
KG
20505 CAL HIDRATADA
KG
3,81000
0,24
0,91440
20503 AREIA
M3
0,01300
45,98
0,59774
10146 SERVENTE
H
0,75000
2,98
2,23500
10139 PEDREIRO
H
0,60000
3,39
2,03400
2,37000
0,29
LS
5,20818
BDI
12.04.01
0,68730
2,68562
CHAPISCO
M2
5,01396
20508 CIMENTO
KG
1,39000
0,29
0,40310
20503 AREIA
M3
0,00300
45,98
0,13794
10146 SERVENTE
H
0,25000
2,98
0,74500
10139 PEDREIRO
H
0,25000
3,39
0,84750
LS
1,94285
BDI
0,93757
12.04.05
EMBOCO
M2
20508 CIMENTO
KG
2,37000
0,29
14,36224
0,68730
20505 CAL HIDRATADA
KG
3,81000
0,24
0,91440
20503 AREIA
M3
0,01300
45,98
0,59774
10146 SERVENTE
H
0,75000
2,98
2,23500
10139 PEDREIRO
H
0,60000
3,39
2,03400
LS
5,20818
BDI
2,68562
50
15.02.79
PINTURA ACRILICA PARA PISOS
M2
9,41704
37517 TINTA A BASE DE EMULSAO ACRILICA (PARA PISOS)
L
0,25000
5,17
1,29250
10141 AJUDANTE DE PINTOR
H
0,45000
2,98
1,34100
10140 PINTOR
H
0,45000
3,39
1,52550
LS
3,49713
BDI
15.04.80
16.01.16
1,76091
PINTURA DE QUADRAS ESP-LINHAS DEMARCATORIAS (600M2)
UN
552,33878
37517 TINTA A BASE DE EMULSAO ACRILICA (PARA PISOS)
L
9,60000
5,17
49,63200
28081 FITA CREPE 25MM X 50M
UN
22,00000
3,50
77,00000
10141 AJUDANTE DE PINTOR
H
22,80000
2,98
67,94400
10140 PINTOR
H
22,80000
3,39
77,29200
LS
177,18792
BDI
103,28286
FD-16 FECHAMENTO DIVISA/BL CONCRETO/REVEST CHAPISCO FINO H=235CM/BROCA
M
368,03749
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
0,20400
4,12
0,84048
26760 PREGO
KG
0,20600
3,65
0,75190
24010 EMULSAO ADESIVA PVA
KG
0,23400
7,98
1,86732
24009 CIMENTO CRISTALIZANTE PARA IMPERMEABILIZACAO
KG
4,68000
1,63
7,62840
22596 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 14X19X39CM
UN
5,20000
1,38
7,17600
22577 BLOCO CONCRETO 14X19X39CM - 20KGF/CM2
UN
28,60000
1,34
38,32400
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
2,16000
3,23
6,97680
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
12,39000
2,76
34,19640
21038 PONTALETE DE PINHO DE 3"X3" DE 2a CONSTRUCAO
M
1,88400
4,55
8,57220
21033 CHAPA COMPENSADA PLASTIFICADA E=10MM
M2
0,15000
14,02
2,10300
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
0,55400
16,32
9,04128
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
0,80000
1,72
1,37600
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,06300
182,10
11,47230
20522 PEDRISCO
M3
0,01000
35,85
0,35850
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,05500
35,95
1,97725
20517 PEDRA BRITADA 1
M3
0,00900
34,84
0,31356
20508 CIMENTO
KG
49,67100
0,29
14,40459
20505 CAL HIDRATADA
KG
11,44400
0,24
2,74656
20503 AREIA
M3
0,15700
45,98
7,21886
10146 SERVENTE
H
8,86100
2,98
26,40578
51
10139 PEDREIRO
H
5,08600
3,39
17,24154
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
1,02000
3,04
3,10080
10121 FERREIRO
H
1,02000
3,59
3,66180
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
2,08600
3,05
6,36230
10111 CARPINTEIRO
H
2,08600
3,42
77,96573
BDI
68,82002
16.02.70
LASTRO DE CONCRETO - 5CM
M2
16,31917
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,04000
35,95
1,43800
20508 CIMENTO
KG
10,00000
0,29
2,90000
20503 AREIA
M3
0,03000
45,98
1,37940
10146 SERVENTE
H
0,80000
2,98
2,38400
10139 PEDREIRO
H
0,30000
3,39
1,01700
LS
4,14922
BDI
16.03.03
3,05155
GRAMA BATATAIS EM PLACAS
M2
6,24725
38513 ADUBO ORGANICO CURTIDO
L
5,00000
0,15
0,75000
38512 FOSFATO DE ROCHAS
KG
0,10000
1,00
0,10000
38507 FORRACAO GRAMA TIPO BATATAIS EM PLACAS
M2
1,00000
1,85
1,85000
38503 CALCARIO DOLOMITICO
KG
0,15000
0,27
0,04050
38502 ADUBO QUIMICO NPK,FORM.BASE (10-10-10)
KG
0,10000
1,27
0,12700
10146 SERVENTE
H
0,25000
2,98
0,74500
10126 JARDINEIRO
H
0,08000
3,14
0,25120
LS
1,21536
BDI
16.04.01
7,13412
LS
1,16818
QE-02 POSTE PARA REDE DE VOLEIBOL
PR
591,04120
62508 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 85MM
M
0,80000
16,43
62501 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 20MM
M
0,80000
0,99
0,79200
36720 REDE DE VOLEI C/ 4 FAIXAS
UN
1,00000
63,36
63,36000
344,37000
13,14400
36717 QE-02 POSTE REDE VOLEIBOL/ GALV E PINT ESMALTE-PAR
PR
1,00000
344,37
36715 TAMPO P/SUPORTE REDE VOLEIBOL/TRAVE DE FUTEBOL
UN
2,00000
7,85
15,70000
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,12300
182,10
22,39830
10146 SERVENTE
H
2,00000
2,98
5,96000
10139 PEDREIRO
H
1,00000
3,39
3,39000
52
LS
11,40700
BDI
110,51990
16.04.02
QE-03 TRAVE DE FUTEBOL DE SALAO (FUNDACAO DIRETA)
UN
617,31400
62508 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 85MM
M
0,80000
16,43
62501 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 20MM
M
0,80000
0,99
0,79200
36718 QE-03 TRAVE DE FUTEBOL DE SALAO GALV/PINT ESMALTE
UN
1,00000
405,67
405,67000
36715 TAMPO P/SUPORTE REDE VOLEIBOL/TRAVE DE FUTEBOL
UN
2,00000
7,85
15,70000
36712 REDE PARA TRAVE DE GOL
UN
1,00000
23,42
23,42000
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,12300
182,10
22,39830
10146 SERVENTE
H
2,00000
2,98
5,96000
10139 PEDREIRO
H
1,00000
3,39
3,39000
LS
11,40700
BDI
115,43270
16.04.06
QE-11 DEGRAU ARQUIBANCADA
M
36031 JUNTA PLASTICA DILATACAO P/ PISO 19X3MM
M
22515 TIJOLO COMUM MACICO
UN
22504 BLOCO CONCRETO DE 14X39X19CM
UN
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
20508 CIMENTO
KG
20505 CAL HIDRATADA
62,18327
0,50000
0,46
0,23000
51,00000
0,14
7,14000
5,20000
1,18
6,13600
0,03300
35,95
1,18635
10,30000
0,29
2,98700
KG
5,14000
0,24
1,23360
20503 AREIA
M3
0,04300
45,98
1,97714
10146 SERVENTE
H
2,30000
2,98
6,85400
10139 PEDREIRO
H
1,92000
3,39
6,50880
LS
16,30262
BDI
16.04.17
13,14400
11,62777
QE-37 TABELA DE BASQUETE (FUNDACAO DIRETA)
UN
4203,06855
37650 GALVANIZACAO ELETROLITICA (FORN/EXEC)
KG
52,00000
2,07
107,64000
36709 TABELA DE BASQUETE COM ARO E CESTO
UN
1,00000
417,60
417,60000
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
2,10000
4,12
8,65200
26760 PREGO
KG
0,47000
3,65
1,71550
25020 MONTAGEM DE ESTRUTURA METALICA
KG
50,00000
1,56
78,00000
25017 ACO ESTRUTURAL NAO PATINAVEL ASTM OU ABNT-MATERIAL
KG
50,00000
6,95
347,50000
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
3,00000
3,23
9,69000
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
117,00000
2,76
322,92000
53
21229 FORMA DE TUBO DE PAPELAO DIAM.30 CM
M
3,90000
54,59
212,90100
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
1,55000
16,32
25,29600
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
4,32000
1,72
7,43040
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
6,95000
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,49000
35,95
20508 CIMENTO
KG
173,40000
0,29
50,28600
20503 AREIA
M3
0,36300
45,98
16,69074
10146 SERVENTE
H
35,02000
2,98
104,35960
10139 PEDREIRO
H
9,11000
3,39
30,88290
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
10,40000
3,04
31,61600
10121 FERREIRO
H
10,40000
3,59
37,33600
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
5,97000
3,05
18,20850
10111 CARPINTEIRO
H
4,46000
3,42
15,25320
182,10 1265,59500
LS
289,94056
BDI
16.04.19
17,61550
785,93965
FQ-01 FECHAMENTO PARA QUADRA DE ESPORTES - FUNDO - BROCA
M
473,10703
60516 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=50MM)
M
2,46000
14,69
36,13740
60515 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=32MM)
M
2,64000
9,65
25,47600
38066 FUNDO ESPECIAL PARA ACO GALVANIZADO E ALUMINIO
L
0,08540
11,95
1,02053
38040 LIXA D"AGUA
UN
0,58000
0,53
0,30740
38012 LIXA PARA FERRO
UN
0,28170
1,11
0,31269
38009 SELADOR P/PINTURA LATEX
L
0,39000
5,82
2,26980
37513 TINTA LATEX
L
0,49000
4,92
2,41080
37507 TINTA ESMALTE SINTETICO - ALUMINIO
L
0,14170
10,40
1,47368
27509 TELA ARAME GALV (FIO 10) EM MALHA QUADRADA 2"
M2
4,00000
17,32
69,28000
27031 ARAME GALVANIZADO No. 16
KG
0,70000
4,79
3,35300
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
0,12000
4,12
0,49440
26760 PREGO
KG
0,14000
3,65
0,51100
24010 EMULSAO ADESIVA PVA
KG
0,20000
7,98
1,59600
24009 CIMENTO CRISTALIZANTE PARA IMPERMEABILIZACAO
KG
4,08000
1,63
6,65040
22596 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 14X19X39CM
UN
2,60000
1,38
3,58800
22577 BLOCO CONCRETO 14X19X39CM - 20KGF/CM2
UN
13,00000
1,34
17,42000
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
1,87000
3,23
6,04010
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
7,25000
2,76
20,01000
54
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
0,35000
16,32
5,71200
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
0,80000
1,72
1,37600
21009 PONTALETE PINHO DE 3"X3"
M
0,91000
3,28
2,98480
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,05200
182,10
9,46920
20522 PEDRISCO
M3
0,00600
35,85
0,21510
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,04600
35,95
1,65370
20508 CIMENTO
KG
35,61000
0,29
10,32690
20505 CAL HIDRATADA
KG
12,80000
0,24
3,07200
20503 AREIA
M3
0,09900
45,98
4,55202
10146 SERVENTE
H
7,46000
2,98
22,23080
10145 AJUDANTE SERRALHEIRO
H
1,50000
3,42
5,13000
10144 SERRALHEIRO
H
1,50000
6,03
9,04500
10141 AJUDANTE DE PINTOR
H
1,37500
2,98
4,09750
10140 PINTOR
H
1,37500
3,39
4,66125
10139 PEDREIRO
H
3,38400
3,39
11,47176
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,63000
3,04
1,91520
10121 FERREIRO
H
0,63000
3,59
2,26170
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
0,83000
3,05
2,53150
10111 CARPINTEIRO
H
0,83000
3,42
LS
BDI
16.04.31
2,83860
80,74364
88,46717
FQ-01 FECHAMENTO PARA QUADRA DE ESPORTES - LATERAIS - BROCA
60516 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=50MM)
M
M
319,64840
1,16000
14,69
17,04040
60515 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=32MM)
M
2,64000
9,65
25,47600
38066 FUNDO ESPECIAL PARA ACO GALVANIZADO E ALUMINIO
L
0,08430
11,95
1,00739
38040 LIXA D"AGUA
UN
0,22000
0,53
0,11660
38012 LIXA PARA FERRO
UN
0,27890
1,11
0,30958
38009 SELADOR P/PINTURA LATEX
L
0,15000
5,82
0,87300
37513 TINTA LATEX
L
0,19000
4,92
0,93480
37507 TINTA ESMALTE SINTETICO - ALUMINIO
L
0,14010
10,40
1,45704
27509 TELA ARAME GALV (FIO 10) EM MALHA QUADRADA 2"
M2
2,40000
17,32
41,56800
27031 ARAME GALVANIZADO No. 16
KG
0,70000
4,79
3,35300
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
0,10300
4,12
0,42436
26760 PREGO
KG
0,10400
3,65
0,37960
55
24010 EMULSAO ADESIVA PVA
KG
0,21000
7,98
1,67580
24009 CIMENTO CRISTALIZANTE PARA IMPERMEABILIZACAO
KG
4,08000
1,63
6,65040
22596 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 14X19X39CM
UN
2,60000
1,38
3,58800
22577 BLOCO CONCRETO 14X19X39CM - 20KGF/CM2
UN
5,20000
1,34
6,96800
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
1,59000
3,23
5,13570
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
5,84000
2,76
16,11840
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
0,26000
16,32
4,24320
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
0,80000
1,72
1,37600
21009 PONTALETE PINHO DE 3"X3"
M
0,36000
3,28
1,18080
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,04500
182,10
8,19450
20522 PEDRISCO
M3
0,00600
35,85
0,21510
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,03900
35,95
1,40205
20508 CIMENTO
KG
25,28000
0,29
7,33120
20505 CAL HIDRATADA
KG
5,75000
0,24
1,38000
20503 AREIA
M3
0,07400
45,98
3,40252
10146 SERVENTE
H
5,28000
2,98
15,73440
10145 AJUDANTE SERRALHEIRO
H
1,00000
3,42
3,42000
10144 SERRALHEIRO
H
1,00000
6,03
6,03000
10141 AJUDANTE DE PINTOR
H
0,83200
2,98
2,47936
10140 PINTOR
H
0,83200
3,39
2,82048
10139 PEDREIRO
H
1,89300
3,39
6,41727
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,51200
3,04
1,55648
10121 FERREIRO
H
0,51200
3,59
1,83808
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
0,60000
3,05
1,83000
10111 CARPINTEIRO
H
0,60000
3,42
LS
BDI
16.05.04
2,05200
53,89725
59,77165
CA-05 CANALETA P/ AGUAS PLUVIAIS (L=60CM)
21032 CHAPA COMPENSADA RESINADA E=12MM
M
M2
22,19257
0,01000
8,69
0,08690
20530 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 15 M PA
M3
0,05300
174,30
9,23790
10146 SERVENTE
H
0,84000
2,98
2,50320
10139 PEDREIRO
H
0,42000
3,39
1,42380
LS
4,79094
BDI
4,14983
56
16.05.05
CA-06 CANALETA P/ AGUAS PLUVIAIS (L=90CM)
M
32,25419
21032 CHAPA COMPENSADA RESINADA E=12MM
M2
0,01000
8,69
0,08690
20530 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 15 M PA
M3
0,08000
174,30
13,94400
10146 SERVENTE
H
1,24000
2,98
3,69520
10139 PEDREIRO
H
0,53000
3,39
1,79670
LS
6,70012
BDI
6,03127
16.05.32
CA-22 CANALETA DE AGUAS PLUVIAIS EM CONCRETO (30CM)
M
70,91146
26760 PREGO
KG
0,26400
3,65
0,96360
21032 CHAPA COMPENSADA RESINADA E=12MM
M2
0,66000
8,69
5,73540
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
2,64000
1,72
4,54080
20530 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 15 M PA
M3
0,06100
174,30
10,63230
10146 SERVENTE
H
1,83950
2,98
5,48171
10139 PEDREIRO
H
0,36600
3,39
1,24074
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
1,45200
3,05
4,42860
10111 CARPINTEIRO
H
1,45200
3,42
4,96584
LS
19,66261
BDI
16.05.48
13,25987
TC-11 TAMPA DE CONCRETO PRE-MOLDADA PERF. P/ CANALETA L=35CM
M
66,01810
36555 TC-11 PLACA DE CONCR. PRE-MOLD PERF. 59,5X34,5X5CM
UN
1,70000
28,52
48,48400
10146 SERVENTE
H
0,50000
2,98
1,49000
10139 PEDREIRO
H
0,25000
3,39
0,84750
LS
2,85175
BDI
16.50.01
12,34485
DE TUBO DE F.G. P/ SUST DE TELA ALAMBR INCL BASE FIXACAO
10146 SERVENTE
UN
H
10,57834
1,30000
2,98
LS
4,72628
BDI
16.50.02
1,97806
DE TELA DE ARAME GALVANIZADO
M2
0,86970
10146 SERVENTE
H
0,05000
2,98
0,14900
10139 PEDREIRO
H
0,05000
3,39
0,16950
LS
0,38857
BDI
16.50.10
3,87400
0,16263
DEMOLICAO DE PISO DE CONCRETO SIMPLES CAPEADO
M3
105,78344
57
10146 SERVENTE
H
13,00000
2,98
LS
47,26280
BDI
16.80.09
19,78064
QUADRA DE ESPORTES - PISO DE CONCRETO ARMADO
M2
44,93517
37517 TINTA A BASE DE EMULSAO ACRILICA (PARA PISOS)
L
0,01500
5,17
0,07755
35590 MAO DE OBRA / EQUIP. MEC. ROT. / CORTE / LASER
M2
1,00000
8,40
8,40000
28081 FITA CREPE 25MM X 50M
UN
0,02500
3,50
0,08750
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
0,02800
4,12
0,11536
24056 TINTA BETUMINOSA
L
0,06000
4,87
0,29220
21544 TELA TELCON Q-92
M2
1,10400
5,88
6,49152
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
0,10000
2,76
0,27600
21018 SARRAFO PINHO 7,5X2,5 CM
M
0,85000
2,75
2,33750
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,07000
182,10
12,74700
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
0,05000
35,95
1,79750
10146 SERVENTE
H
0,20000
2,98
0,59600
10141 AJUDANTE DE PINTOR
H
0,03750
2,98
0,11175
10140 PINTOR
H
0,03750
3,39
0,12713
10139 PEDREIRO
H
0,20000
3,39
0,67800
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
0,03750
3,04
0,11400
10121 FERREIRO
H
0,03750
3,59
0,13463
LS
2,14903
BDI
16.80.13
38,74000
8,40251
PISO DE CONCRETO DESEMPENADO C/ REQUADRO 1.80CM E=6CM
M2
23,38850
21060 RIPA DE PEROBA 1X5CM
M
1,20000
1,32
1,58400
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
0,06000
182,10
10,92600
10146 SERVENTE
H
0,46000
2,98
1,37080
10139 PEDREIRO
H
0,46000
3,39
1,55940
LS
3,57484
BDI
4,37346
16.80.98
RETIRADA DE ENTULHO
M3
22,94826
80310 CAMINHAO BASCULANTE 6M3
H
0,28000
38,28
10,71840
10146 SERVENTE
H
1,20000
2,98
3,57600
LS
4,36272
BDI
4,29114
58
Conforme descreve a Tabela 6.2, é possível ter a percepção que o processo de
execução do orçamento tem o seu inicio com a devida análise do projeto completo da obra
a ser orçada, com todas as suas disciplinas, tais como: arquitetura, estrutura, instalações,
sistemas mecânicos, produção e caderno de encargos, sendo que se tratando de obras
licitadas, terá que ser analisado também o contexto do edital que a correspondente, por
isso a BDI é descrita juntamente com o potencial humano e o material envolvido no
processo.
Após esta análise dá-se inicio ao levantamento das quantidades métricas dos
serviços que compõem a obra este serviço é feito diretamente proporcional aos
elementos componentes (plantas) das disciplinas do projeto, com o auxilio de programas
de cálculos, facilitando o check-list dos serviços a serem orçados.
Por isso, de posse destes quantitativos e das informações pertinentes ás leis
sociais, conforme descrito no edital de licitação, a construtora tem a normalizações de
trabalho da empresa contratante, neste caso a FDE ( FUNDAÇÃO PARA O
DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO), às ações externas que devem ser
consideradas. Por conta da construtora utilizar um sistema de fórmulas pela planilha em
Excell,
vale ressaltar que o sistema de orçamento terá sempre uma alimentação
constante de informações atualizadas dos custos dos insumos (material, mão-de-obra,
leis sociais) que compõem os serviços, por intermédio de pesquisas diretas no mercado
em que está localizada a obra a ser orçada, feitas pelo núcleo de compras da
construtora.
Definidos os quantitativos e custos unitários de todos os serviços componentes
da obra, parte-se então para a determinação do custo direto da obra com a utilização da
mesma planilha.
Para ser gerada a planilha orçamentária, a qual estabelece o custo direto da
obra, o Excell terá que ser abastecido com informações sobre os serviços existentes na
obra e suas quantidades métricas respectivas. Por meio da definição dos serviços a
serem orçados e dos seus quantitativos, o software busca em seu banco de dados os
custos unitários correspondentes a estes serviços e realiza as operações matemáticas
59
necessárias para a obtenção do custo direto da obra, gerando uma planilha orçamentária
demonstrada na Tabela 6.2.
Conforme análise da Tabela 6.2, tem-se por etapa seguinte, a determinação do
custo direto da obra é a definição do BDI. Para a elaboração da taxa de BDI, são
levados em consideração quatro fatores:
• Lucro pretendido para a obra:
• Impostos
• Custos indiretos:
• Custos financeiros (se houver)
Por isso, a taxa referente ao lucro, após todos os cálculos, lembrando que a BDI
deve estar embasada também nas leis trabalhistas, pois o potencial humano é regido por
esta proteção e não pode ser desconsiderada, e é estimada com base em alguns
parâmetros como, o interesse em construir a obra, situação econômica da construtora,
taxas praticadas pelo mercado, grandeza da obra, localização da obra etc
Portanto, a determinação da taxa das despesas indiretas, é necessário levar
em conta os dados repassados pela contabilidade, elaborando os mapas mensais
de custos da administração central da construtora.
Em suma, a análise da taxa que trata das despesas financeiras, é a referência
aos gastos iniciais com a obra que devem ser retirados do caixa próprio da
construtora para financiamento da obra até que sejam feitas as primeiras medições
de serviços, conforme descreve a construtora, ou até mesmo que seja paga a
primeira parcela do contrato firmado após licitação.
60
Tabela 6.3 - Planilha Quantitativa
Prédio
Nome Escola
01.09.108
ALEXANDRINA BASSITH
LS:
BDI:
PC: 05/1219/08
PI: 2007/00352
122% 23%
CÓDIGO
DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
UNID.
QUANT.
VR.UNIT. VR.TOTAL
01.00.00 SERVICOS PRELIMINARES
2.239,96
01.01.00 LIMPEZA DO TERRENO
01.01.01 RETIRANDO A VEGETACAO, TRONCOS ATE 5CM DE DIAMETRO E RASPAGEM
246,64
M2
121,50
2,03
M3
98,00
20,34
01.02.00 MOVIMENTO DE TERRA MANUAL
01.02.01 CORTE E ATERRO DENTRO DA OBRA COM TRANSPORTE INTERNO
246,64
1.993,32
02.00.00 INFRA ESTRUTURA
1.993,32
14.121,27
02.01.00 ESCAVACAO
12.052,20
02.01.01 ESCAVACAO MANUAL - PROFUNDIDADE ATE 1.80 M
M3
12,86
18,71
240,61
02.01.10 APILOAMENTO PARA SIMPLES REGULARIZACAO
M2
3,92
3,25
12,74
02.01.15 LASTRO DE CONCRETO - 5 CM
M2
3,92
16,31
63,93
02.01.27 REATERRO COM ADICAO DE 2% DE CIMENTO
M3
148,00
79,29
11.734,92
02.02.00 FUNDACAO PROFUNDA
02.02.26 BROCA DE CONCRETO DE DIAMETRO 25CM - INCL ARRANQUES
560,48
M
16,00
35,03
M2
5,68
34,59
02.03.00 FORMA
02.03.01 FORMA DE MADEIRA MACICA
196,47
02.04.00 ARMADURA
02.04.02 ACO CA 50 (A OU B) FYK= 500 M PA
KG
122,00
5,81
708,82
M3
1,49
332,82
495,90
M3
1,20
89,50
107,40
495,90
02.50.00 DEMOLICOES
02.50.01 DE CONCRETO SIMPLES (MANUAL)
196,47
708,82
02.05.00 CONCRETO
02.05.18 CONCRETO DOSADO E LANCADO FCK=25MPA
560,48
107,40
03.00.00 SUPER ESTRUTURA
2.345,61
03.02.00 ARMADURA
1.889,94
03.02.02 ACO CA 50 (A OU B) FYK= 500 M PA
KG
216,00
5,81
1.254,96
03.02.05 TELA ARMADURA (MALHA ACO CA 60 FYK= 600 M PA)
KG
114,00
5,57
634,98
61
03.50.00 DEMOLICOES
03.50.01 DE CONCRETO INCLUINDO REVESTIMENTOS (MANUAL)
455,67
M3
2,80
162,74
455,67
04.00.00 ALVENARIA E OUTROS ELEMENTOS DIVISORIOS
3.569,45
04.01.00 ALVENARIA
3.311,39
04.01.31 ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO E=14CM
M2
31,00
40,01
1.240,31
04.01.32 ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO E=19CM
M2
24,00
47,59
1.142,16
04.01.58 VERGA/CINTA EM BLOCO DE CONCRETO CANALETA - 14 CM
M
20,00
16,35
327,00
04.01.59 VERGA/CINTA EM BLOCO DE CONCRETO CANALETA - 19 CM
M
32,00
18,81
601,92
M3
6,90
37,40
258,06
04.50.00 DEMOLICOES
04.50.01 DE ALVENARIAS EM GERAL E ELEMENTOS VAZADOS,INCL REVESTIMENTOS
258,06
08.00.00 INSTALACOES HIDRAULICAS
9.673,16
08.09.00 REDE DE ESGOTO: TUBULACOES
5.381,20
08.09.18 TUBO DE PVC RIGIDO JUNTA ELASTICA DN 100MM (4") INCL CONEXOES
M
40,00
29,37
08.09.19 TUBO DE PVC RIGIDO JUNTA ELASTICA DN 150MM (6") INCL CONEXOES
M
80,00
52,58
08.10.00 REDE DE ESGOTO: DEMAIS SERVICOS
08.10.38 CI-01 CAIXA DE INSPECAO 60X60CM PARA ESGOTO
1.174,80
4.206,40
1.530,60
UN
6,00
255,10
M
40,00
60,89
2.435,60
08.12.74 CAIXA DE ALVENARIA - TAMPA DE CONCRETO
M2
2,00
85,70
171,40
08.12.79 CA-10 CAIXA DE AREIA 50X50 CM PARA AGUAS PLUVIAIS
UN
1,00
154,36
08.11.00 REDE DE AGUAS PLUVIAIS: TUBULACOES
08.11.35 TUBO DE PVC RIGIDO JUNTA ELASTICA DN 200MM (8") INCL CONEXOES
1.530,60
2.435,60
08.12.00 REDE DE AGUAS PLUVIAIS: DEMAIS SERVICOS
325,76
154,36
12.00.00 REVESTIMENTOS: TETO E PAREDE
2.172,12
12.02.00 REVESTIMENTO DE PAREDES INTERNAS
1.009,92
12.02.01 CHAPISCO
M2
64,00
5,01
320,64
12.02.05 EMBOCO
M2
48,00
14,36
689,28
12.04.00 REVESTIMENTO DE PAREDES EXTERNAS
1.162,20
12.04.01 CHAPISCO
M2
60,00
5,01
300,60
12.04.05 EMBOCO
M2
60,00
14,36
861,60
15.00.00 PINTURA
6.198,33
15.02.00 FORROS / PAREDES INTERNAS
15.02.79 PINTURA ACRILICA PARA PISOS
5.646,00
M2
600,00
9,41
15.04.00 EXTERNA
15.04.80 PINTURA DE QUADRAS ESP-LINHAS DEMARCATORIAS (600M2)
16.00.00 SERVICOS COMPLEMENTARES
5.646,00
552,33
UN
1,00
552,33
552,33
120.649,12
62
16.01.00 FECHO:MUROS/ALAMBRADOS/PORTOES
FD-16 FECHAMENTO DIVISA/BL CONCRETO/REVEST CHAPISCO FINO
16.01.16 H=235CM/BROCA
28.706,34
M
78,00
368,03
28.706,34
M2
344,00
16,31
5.610,64
16.02.00 PISOS
16.02.70 LASTRO DE CONCRETO - 5CM
5.610,64
16.03.00 GRAMADOS/PAISAGISMO
16.03.03 GRAMA BATATAIS EM PLACAS
1.996,80
M2
320,00
6,24
16.04.00 QUADRA DE ESPORTES
1.996,80
36.918,74
16.04.01 QE-02 POSTE PARA REDE DE VOLEIBOL
PR
1,00
591,04
591,04
16.04.02 QE-03 TRAVE DE FUTEBOL DE SALAO (FUNDACAO DIRETA)
UN
2,00
617,31
1.234,62
16.04.06 QE-11 DEGRAU ARQUIBANCADA
M
6,00
62,18
373,08
16.04.17 QE-37 TABELA DE BASQUETE (FUNDACAO DIRETA)
UN
2,00
4.203,06
8.406,12
16.04.19 FQ-01 FECHAMENTO PARA QUADRA DE ESPORTES - FUNDO - BROCA
M
34,00
473,10
16.085,40
16.04.31 FQ-01 FECHAMENTO PARA QUADRA DE ESPORTES - LATERAIS - BROCA
M
32,00
319,64
10.228,48
16.05.04 CA-05 CANALETA P/ AGUAS PLUVIAIS (L=60CM)
M
30,00
22,19
665,70
16.05.05 CA-06 CANALETA P/ AGUAS PLUVIAIS (L=90CM)
M
100,00
32,25
3.225,00
16.05.32 CA-22 CANALETA DE AGUAS PLUVIAIS EM CONCRETO (30CM)
M
70,00
70,91
4.963,70
16.05.48 TC-11 TAMPA DE CONCRETO PRE-MOLDADA PERF. P/ CANALETA L=35CM
M
20,00
66,01
1.320,20
16.50.01 DE TUBO DE F.G. P/ SUST DE TELA ALAMBR INCL BASE FIXACAO
UN
30,00
10,57
317,10
16.50.02 DE TELA DE ARAME GALVANIZADO
M2
310,00
0,86
266,60
16.50.10 DEMOLICAO DE PISO DE CONCRETO SIMPLES CAPEADO
M3
12,00
105,78
16.05.00 DRENAGEM DE ACABAMENTO
10.174,60
16.50.00 DEMOLICAO-SERVICOS COMPLEMENTARES
1.853,06
16.80.00 CONSERVACAO - SERVICOS COMPLEMENTARES
1.269,36
35.388,94
16.80.09 QUADRA DE ESPORTES - PISO DE CONCRETO ARMADO
M2
600,00
44,93
26.958,00
16.80.13 PISO DE CONCRETO DESEMPENADO C/ REQUADRO 1.80CM E=6CM
M2
340,00
23,38
7.949,20
16.80.98 RETIRADA DE ENTULHO
M3
21,00
22,94
Total:
481,74
160.969,02
63
A Tabela 6.3, demonstra toda a parte quantitativa que envolve bens materiais
e serviços, a BDI já está exposta no início da tabela firmando 23% do calculo, que é
embasado os preços e custos. Por isso, o valor estimado é o resultado da
composição de todos os custos e despesas que envolvem o processo produtivo com
as rotinas administrativa, comercial, jurídica, financeira, dentre outras, acrescidos
das despesas legais e fiscais, assim como da incidência de uma taxa de
remuneração que seja rentável e lucrativa.
Deste modo, mesmo com a descrição dos materiais utilizados, a tabela
representa o somatório de todos os gastos necessários para a produção e entrega
do bem, obra ou serviço contratado.
Tomando-se, por exemplo, a mão-de-obra, os materiais, os equipamentos,
impostos, lucro, etc., têm por valor estimado deve obrigatoriamente constar no Edital
da licitação, em forma de planilha de orçamento, cujos valores (unitários e total)
servem para indicar valores para critério de aceitabilidade das propostas ofertadas.
64
Tabela 6.4 - Relação de Insumos Relevantes (SEM BDI E LEIS SOCIAIS)
Prédio
Nome Escola
01.09.108
ALEXANDRINA BASSITH
LS:
BDI:
TOTAL ACUMULADO
122% 23%
CÓDIGO
99249,84
PC: 05/1219/08
PI: 2007/00352
DESCRIÇÃO DOS INSUMOS
UNID.
QUANT.
VR.UNIT.
VR.TOTAL
% PARTICIPAÇÃO
%
ACUMULADO
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
86,49
182,10
15749,83
15,8689%
15,87%
10146 SERVENTE
H
4339,39
2,98
12931,38
13,0291%
28,90%
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
2157,30
2,76
5954,15
5,9992%
34,90%
35590 MAO DE OBRA / EQUIP. MEC. ROT. / CORTE / LASER
M2
10139 PEDREIRO
H
20508 CIMENTO
KG
600,00
8,40
5040,00
5,0781%
39,98%
1328,77
3,39
4504,53
4,5386%
44,51%
15490,91
0,29
4492,36
4,5263%
49,04%
21544 TELA TELCON Q-92
M2
662,40
5,88
3894,91
3,9244%
52,96%
27509 TELA ARAME GALV (FIO 10) EM MALHA QUADRADA 2"
M2
212,80
17,32
3685,70
3,7136%
56,68%
22577 BLOCO CONCRETO 14X19X39CM - 20KGF/CM2
UN
2839,20
1,34
3804,53
3,8333%
60,51%
20530 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 15 M PA
M3
13,86
174,30
2415,80
2,4341%
62,95%
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
54,03
35,95
1942,38
1,9571%
64,90%
60516 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=50MM)
M
120,76
14,69
1773,96
1,7874%
66,69%
20503 AREIA
M3
34,66
45,98
1593,67
1,6057%
68,30%
60515 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=32MM)
M
174,24
9,65
1681,42
1,6941%
69,99%
21018 SARRAFO PINHO 7,5X2,5 CM
M
510,00
2,75
1402,50
1,4131%
71,40%
10140 PINTOR
H
388,67
3,39
1317,59
1,3276%
72,73%
62534 TUBO PVC P/ESGOTO 150MM
M
96,00
12,89
1237,44
1,2468%
73,98%
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
72,30
16,32
1179,94
1,1889%
75,17%
10111 CARPINTEIRO
H
336,66
3,42
1151,38
1,1601%
76,33%
10141 AJUDANTE DE PINTOR
H
388,67
2,98
1158,24
1,1670%
77,49%
24009 CIMENTO CRISTALIZANTE PARA IMPERMEABILIZACAO
KG
634,32
1,63
1033,94
1,0418%
78,53%
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
339,68
3,05
1036,02
1,0439%
79,58%
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
300,19
3,23
969,61
0,9769%
80,56%
36555 TC-11 PLACA DE CONCR. PRE-MOLD PERF. 59,5X34,5X5CM
UN
34,00
28,52
969,68
0,9770%
81,53%
65
37517 TINTA A BASE DE EMULSAO ACRILICA (PARA PISOS)
L
168,60
5,17
871,66
0,8783%
82,41%
22596 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 14X19X39CM
UN
627,20
1,38
865,54
0,8721%
83,28%
36709 TABELA DE BASQUETE COM ARO E CESTO
UN
2,00
417,60
835,20
0,8415%
84,12%
36718 QE-03 TRAVE DE FUTEBOL DE SALAO GALV/PINT ESMALTE
UN
2,00
405,67
811,34
0,8175%
84,94%
62685 TUBO PVC RIGIDO ESGOTO DIAM 200 MM (8")
ACO ESTRUTURAL NAO PATINAVEL ASTM OU ABNT25017 MATERIAL
M
48,00
16,78
805,44
0,8115%
85,75%
KG
100,00
6,95
695,00
0,7003%
86,45%
21038 PONTALETE DE PINHO DE 3"X3" DE 2a CONSTRUCAO
M
146,95
4,55
668,62
0,6737%
87,13%
10121 FERREIRO
H
200,20
3,59
718,72
0,7242%
87,85%
10109 ESGOTEIRO/CAVOUQUEIRO
H
224,00
3,05
683,20
0,6884%
88,54%
38507 FORRACAO GRAMA TIPO BATATAIS EM PLACAS
M2
320,00
1,85
592,00
0,5965%
89,14%
10195 AJUDANTE DE ESGOTEIRO
H
224,00
3,03
678,72
0,6838%
89,82%
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
329,24
1,72
566,29
0,5706%
90,39%
20505 CAL HIDRATADA
KG
2280,08
0,24
547,22
0,5514%
90,94%
21060 RIPA DE PEROBA 1X5CM
M
408,00
1,32
538,56
0,5426%
91,48%
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
200,20
3,04
608,61
0,6132%
92,10%
22504 BLOCO CONCRETO DE 14X39X19CM
UN
434,20
1,18
512,36
0,5162%
92,61%
22505 BLOCO CONCRETO DE 19X39X19CM
UN
312,00
1,52
474,24
0,4778%
93,09%
21560 TELA ARMADURA (MALHA AÇO CA-60)
KG
125,40
3,72
466,49
0,4700%
93,56%
10144 SERRALHEIRO
H
83,00
6,03
500,49
0,5043%
94,07%
21229 FORMA DE TUBO DE PAPELAO DIAM.30 CM
M
7,80
54,59
425,80
0,4290%
94,50%
21032 CHAPA COMPENSADA RESINADA E=12MM
M2
48,16
8,69
418,51
0,4217%
94,92%
36717 QE-02 POSTE REDE VOLEIBOL/ GALV E PINT ESMALTE-PAR
PR
1,00
344,37
344,37
0,3470%
95,26%
62533 TUBO PVC P/ESGOTO 100MM
M
60,00
4,92
295,20
0,2974%
95,56%
24010 EMULSAO ADESIVA PVA
KG
31,77
7,98
253,52
0,2554%
95,82%
38513 ADUBO ORGANICO CURTIDO
L
1600,00
0,15
240,00
0,2418%
96,06%
10145 AJUDANTE SERRALHEIRO
H
83,00
3,42
283,86
0,2860%
96,34%
62674 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=150MM
UN
80,00
2,99
239,20
0,2410%
96,59%
80310 CAMINHAO BASCULANTE 6M3
H
5,88
38,28
225,09
0,2268%
96,81%
27031 ARAME GALVANIZADO No. 16
KG
46,20
4,79
221,30
0,2230%
97,04%
37650 GALVANIZACAO ELETROLITICA (FORN/EXEC)
KG
104,00
2,07
215,28
0,2169%
97,25%
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
51,42
4,12
211,85
0,2135%
97,47%
24056 TINTA BETUMINOSA
L
22515 TIJOLO COMUM MACICO
UN
36,00
4,87
175,32
0,1766%
97,64%
1144,00
0,14
160,16
0,1614%
97,80%
66
26760 PREGO
KG
45,71
3,65
166,84
0,1681%
97,97%
21033 CHAPA COMPENSADA PLASTIFICADA E=10MM
M2
11,70
14,02
164,03
0,1653%
98,14%
25020 MONTAGEM DE ESTRUTURA METALICA
KG
100,00
1,56
156,00
0,1572%
98,29%
22597 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 19X19X39CM
UN
80,00
1,74
139,20
0,1403%
98,43%
21009 PONTALETE PINHO DE 3"X3"
M
42,46
3,28
139,27
0,1403%
98,57%
10118 ENCANADOR
H
40,00
3,99
159,60
0,1608%
98,74%
28081 FITA CREPE 25MM X 50M
UN
37,00
3,50
129,50
0,1305%
98,87%
37513 TINTA LATEX
L
22,74
4,92
111,88
0,1127%
98,98%
10119 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
40,00
3,08
123,20
0,1241%
99,10%
38009 SELADOR P/PINTURA LATEX
L
18,06
5,82
105,11
0,1059%
99,21%
37507 TINTA ESMALTE SINTETICO - ALUMINIO
L
9,30
10,40
96,72
0,0975%
99,31%
62677 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=200MM
UN
40,00
2,38
95,20
0,0959%
99,40%
10126 JARDINEIRO
H
25,60
3,14
80,38
0,0810%
99,48%
38066 FUNDO ESPECIAL PARA ACO GALVANIZADO E ALUMINIO
L
5,60
11,95
66,92
0,0674%
99,55%
36720 REDE DE VOLEI C/ 4 FAIXAS
UN
1,00
63,36
63,36
0,0638%
99,61%
36715 TAMPO P/SUPORTE REDE VOLEIBOL/TRAVE DE FUTEBOL
UN
6,00
7,85
47,10
0,0475%
99,66%
36712 REDE PARA TRAVE DE GOL
UN
2,00
23,42
46,84
0,0472%
99,71%
20522 PEDRISCO
M3
1,18
35,85
42,30
0,0426%
99,75%
38502 ADUBO QUIMICO NPK,FORM.BASE (10-10-10)
KG
32,00
1,27
40,64
0,0409%
99,79%
62508 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 85MM
M
2,40
16,43
39,43
0,0397%
99,83%
62673 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=100MM
UN
40,00
0,81
32,40
0,0326%
99,87%
38512 FOSFATO DE ROCHAS
KG
32,00
1,00
32,00
0,0322%
99,90%
20517 PEDRA BRITADA 1
M3
0,70
34,84
24,39
0,0246%
99,92%
38012 LIXA PARA FERRO
UN
18,50
1,11
20,54
0,0207%
99,94%
20535 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 20 M PA
M3
0,10
160,87
16,09
0,0162%
99,96%
38040 LIXA D"AGUA
UN
26,76
0,53
14,18
0,0143%
99,97%
38503 CALCARIO DOLOMITICO
KG
48,00
0,27
12,96
0,0131%
99,99%
24069 IMPERMEABILIZANTE PEGA NORMAL P/ ARGAM E CONCRETO KG
5,62
1,76
9,89
0,0100%
100,00%
62501 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 20MM
M
2,40
0,99
2,38
0,0024%
100,00%
36031 JUNTA PLASTICA DILATACAO P/ PISO 19X3MM
M
3,00
0,46
1,38
0,0014%
100,00%
41489,43 2377,23 99249,85
Total
67
No que é passível de serviço e matérias primas, que se organizam na Tabela
6.4, são considerados insumos relevantes, mas que não estavam descritos nas
tabelas anteriores. Sendo estes agregados aos valores ao serviço.
Estes estão descritos para melhorar o desempenho ao serviço prestado na
obra, complementando-a e discriminando minuciosamente na planilha, onde o
engenheiro tomou por base preços de mercado e mão-de-obra, o qual esta analisa o
percentual de participação no serviço contratado com o relacionamento do
profissional agregado ao material de execução da tarefa, mas como descrito na
parte superior, esta não está trabalhando a BDI, por conta dos moldes da licitação,
descrito em edital, para facilitar a projeção da obra sem o referido calculo, deixando
em estado bruto, visando a transparência de informações de serviços e bens
materiais e lucro direto.
.
68
Tabela 6.5 - CURVA ABC Licitante (SEM BDI E LEIS SOCIAIS)
Prédio
Nome Escola
01.09.108
ALEXANDRINA BASSITH
TOTAL
ACUMULADO
LS:
BDI:
122% 23%
CÓDIGO
99249,84
PC: 05/1219/08
PI:
#######
DESCRIÇÃO DOS INSUMOS
UNID.
QUANT.(A)
VR.UNIT.(B) VR.TOTAL(C)
% PARTICIPAÇÃO
%
ACUMULADO
20536 CONCRETO DOSADO (CONDICAO A) FCK 25 MPA
M3
86,49
182,10
15749,83
15,8689%
15,87%
10146 SERVENTE
H
4339,39
2,98
12931,38
13,0291%
28,90%
21525 ACO CA-50-A $MD BITOLAS
KG
2157,30
2,76
5954,15
5,9992%
34,90%
35590 MAO DE OBRA / EQUIP. MEC. ROT. / CORTE / LASER
M2
600,00
8,40
5040,00
5,0781%
39,98%
10139 PEDREIRO
H
1328,77
3,39
4504,53
4,5386%
44,51%
20508 CIMENTO
KG
0,29
4492,36
4,5263%
49,04%
21544 TELA TELCON Q-92
M2
662,40
5,88
3894,91
3,9244%
52,96%
27509 TELA ARAME GALV (FIO 10) EM MALHA QUADRADA 2"
M2
212,80
17,32
3685,70
3,7136%
56,68%
22577 BLOCO CONCRETO 14X19X39CM - 20KGF/CM2
UN
2839,20
1,34
3804,53
3,8333%
60,51%
20530 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 15 M PA
M3
13,86
174,30
2415,80
2,4341%
62,95%
20518 PEDRA BRITADA 2
M3
54,03
35,95
1942,38
1,9571%
64,90%
60516 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=50MM)
M
120,76
14,69
1773,96
1,7874%
66,69%
20503 AREIA
M3
34,66
45,98
1593,67
1,6057%
68,30%
#######
60515 TUBO DE ACO GALVANIZADO ESP PAREDE 2MM (DN=32MM)
M
174,24
9,65
1681,42
1,6941%
69,99%
21018 SARRAFO PINHO 7,5X2,5 CM
M
510,00
2,75
1402,50
1,4131%
71,40%
10140 PINTOR
H
388,67
3,39
1317,59
1,3276%
72,73%
62534 TUBO PVC P/ESGOTO 150MM
M
96,00
12,89
1237,44
1,2468%
73,98%
21021 TABUAS PINHO DE 1"X12" DE 3A.
M2
72,30
16,32
1179,94
1,1889%
75,17%
10111 CARPINTEIRO
H
336,66
3,42
1151,38
1,1601%
76,33%
10141 AJUDANTE DE PINTOR
H
388,67
2,98
1158,24
1,1670%
77,49%
24009 CIMENTO CRISTALIZANTE PARA IMPERMEABILIZACAO
KG
634,32
1,63
1033,94
1,0418%
78,53%
10112 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
339,68
3,05
1036,02
1,0439%
79,58%
69
21538 ACO CA-60-B $MD BITOLAS
KG
300,19
3,23
969,61
0,9769%
36555 TC-11 PLACA DE CONCR. PRE-MOLD PERF. 59,5X34,5X5CM
UN
34,00
28,52
969,68
0,9770%
80,56%
81,53%
37517 TINTA A BASE DE EMULSAO ACRILICA (PARA PISOS)
L
168,60
5,17
871,66
0,8783%
82,41%
22596 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 14X19X39CM
UN
627,20
1,38
865,54
0,8721%
83,28%
36709 TABELA DE BASQUETE COM ARO E CESTO
UN
2,00
417,60
835,20
0,8415%
84,12%
36718 QE-03 TRAVE DE FUTEBOL DE SALAO GALV/PINT ESMALTE
UN
2,00
405,67
811,34
0,8175%
84,94%
62685 TUBO PVC RIGIDO ESGOTO DIAM 200 MM (8")
ACO ESTRUTURAL NAO PATINAVEL ASTM OU ABNT25017 MATERIAL
M
48,00
16,78
805,44
0,8115%
85,75%
KG
100,00
6,95
695,00
0,7003%
86,45%
21038 PONTALETE DE PINHO DE 3"X3" DE 2a CONSTRUCAO
M
146,95
4,55
668,62
0,6737%
87,13%
10121 FERREIRO
H
200,20
3,59
718,72
0,7242%
87,85%
10109 ESGOTEIRO/CAVOUQUEIRO
H
224,00
3,05
683,20
0,6884%
88,54%
38507 FORRACAO GRAMA TIPO BATATAIS EM PLACAS
M2
320,00
1,85
592,00
0,5965%
89,14%
10195 AJUDANTE DE ESGOTEIRO
H
224,00
3,03
678,72
0,6838%
89,82%
21014 SARRAFO PINHO APARELHADO 5X2,5 CM
M
329,24
1,72
566,29
0,5706%
90,39%
20505 CAL HIDRATADA
KG
2280,08
0,24
547,22
0,5514%
90,94%
21060 RIPA DE PEROBA 1X5CM
M
408,00
1,32
538,56
0,5426%
91,48%
10122 AJUDANTE DE FERREIRO
H
200,20
3,04
608,61
0,6132%
92,10%
22504 BLOCO CONCRETO DE 14X39X19CM
UN
434,20
1,18
512,36
0,5162%
92,61%
22505 BLOCO CONCRETO DE 19X39X19CM
UN
312,00
1,52
474,24
0,4778%
93,09%
21560 TELA ARMADURA (MALHA AÇO CA-60)
KG
125,40
3,72
466,49
0,4700%
93,56%
10144 SERRALHEIRO
H
83,00
6,03
500,49
0,5043%
94,07%
21229 FORMA DE TUBO DE PAPELAO DIAM.30 CM
M
7,80
54,59
425,80
0,4290%
94,50%
21032 CHAPA COMPENSADA RESINADA E=12MM
M2
48,16
8,69
418,51
0,4217%
94,92%
36717 QE-02 POSTE REDE VOLEIBOL/ GALV E PINT ESMALTE-PAR
PR
1,00
344,37
344,37
0,3470%
95,26%
62533 TUBO PVC P/ESGOTO 100MM
M
60,00
4,92
295,20
0,2974%
95,56%
24010 EMULSAO ADESIVA PVA
KG
31,77
7,98
253,52
0,2554%
95,82%
38513 ADUBO ORGANICO CURTIDO
L
1600,00
0,15
240,00
0,2418%
96,06%
10145 AJUDANTE SERRALHEIRO
H
83,00
3,42
283,86
0,2860%
96,34%
62674 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=150MM
UN
80,00
2,99
239,20
0,2410%
96,59%
80310 CAMINHAO BASCULANTE 6M3
H
5,88
38,28
225,09
0,2268%
96,81%
27031 ARAME GALVANIZADO No. 16
KG
46,20
4,79
221,30
0,2230%
97,04%
37650 GALVANIZACAO ELETROLITICA (FORN/EXEC)
KG
104,00
2,07
215,28
0,2169%
97,25%
27010 ARAME RECOZIDO N.18
KG
51,42
4,12
211,85
0,2135%
97,47%
70
24056 TINTA BETUMINOSA
L
36,00
4,87
175,32
0,1766%
97,64%
22515 TIJOLO COMUM MACICO
UN
1144,00
0,14
160,16
0,1614%
97,80%
26760 PREGO
KG
45,71
3,65
166,84
0,1681%
97,97%
21033 CHAPA COMPENSADA PLASTIFICADA E=10MM
M2
11,70
14,02
164,03
0,1653%
98,14%
25020 MONTAGEM DE ESTRUTURA METALICA
KG
100,00
1,56
156,00
0,1572%
98,29%
22597 BLOCO DE CONCRETO CANALETA 19X19X39CM
UN
80,00
1,74
139,20
0,1403%
98,43%
21009 PONTALETE PINHO DE 3"X3"
M
42,46
3,28
139,27
0,1403%
98,57%
10118 ENCANADOR
H
40,00
3,99
159,60
0,1608%
98,74%
28081 FITA CREPE 25MM X 50M
UN
37,00
3,50
129,50
0,1305%
98,87%
37513 TINTA LATEX
L
22,74
4,92
111,88
0,1127%
98,98%
10119 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
40,00
3,08
123,20
0,1241%
99,10%
38009 SELADOR P/PINTURA LATEX
L
18,06
5,82
105,11
0,1059%
99,21%
37507 TINTA ESMALTE SINTETICO - ALUMINIO
L
9,30
10,40
96,72
0,0975%
99,31%
62677 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=200MM
UN
40,00
2,38
95,20
0,0959%
99,40%
10126 JARDINEIRO
H
25,60
3,14
80,38
0,0810%
99,48%
38066 FUNDO ESPECIAL PARA ACO GALVANIZADO E ALUMINIO
L
5,60
11,95
66,92
0,0674%
99,55%
36720 REDE DE VOLEI C/ 4 FAIXAS
UN
1,00
63,36
63,36
0,0638%
99,61%
36715 TAMPO P/SUPORTE REDE VOLEIBOL/TRAVE DE FUTEBOL
UN
6,00
7,85
47,10
0,0475%
99,66%
36712 REDE PARA TRAVE DE GOL
UN
2,00
23,42
46,84
0,0472%
99,71%
20522 PEDRISCO
M3
1,18
35,85
42,30
0,0426%
99,75%
38502 ADUBO QUIMICO NPK,FORM.BASE (10-10-10)
KG
32,00
1,27
40,64
0,0409%
99,79%
62508 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 85MM
M
2,40
16,43
39,43
0,0397%
99,83%
62673 ANEL BORRACHA P/TUBO PVC ESGOTO DN=100MM
UN
40,00
0,81
32,40
0,0326%
99,87%
38512 FOSFATO DE ROCHAS
KG
32,00
1,00
32,00
0,0322%
99,90%
20517 PEDRA BRITADA 1
M3
0,70
34,84
24,39
0,0246%
99,92%
38012 LIXA PARA FERRO
UN
18,50
1,11
20,54
0,0207%
99,94%
20535 CONCRETO DOSADO (CONDICAO-A) FCK 20 M PA
M3
0,10
160,87
16,09
0,0162%
99,96%
38040 LIXA D"AGUA
UN
26,76
0,53
14,18
0,0143%
99,97%
38503 CALCARIO DOLOMITICO
KG
48,00
0,27
12,96
0,0131%
99,99%
24069 IMPERMEABILIZANTE PEGA NORMAL P/ ARGAM E CONCRETO
KG
5,62
1,76
9,89
0,0100%
100,00%
62501 TUBO PVC JUNTA SOLDAVEL CLASSE 15 - 20MM
M
2,40
0,99
2,38
0,0024%
100,00%
36031 JUNTA PLASTICA DILATACAO P/ PISO 19X3MM
M
3,00
0,46
1,38
0,0014%
100,00%
25998,52
2377,23
99249,85
Total
71
A curva ABC classifica os materiais, ao fazer a correspondência entre a
porcentagem de itens em estoque e sua respectiva porcentagem de investimento. A
descrição e a quantificação total dos materiais c o ponto de partida para avaliação
do orçamento da obra. Para identificar quais materiais influenciam os custos mais
significativamente, utiliza-se uma ferramenta chamada curva ABC. Para a sua
obtenção, lista-se o total de cada um dos materiais em ordem decrescente do seu
valor monetário.
A curva ABC indica para o engenheiro quais são os itens que necessitam de maior
e menor atenção na hora de administrá-los, tanto no valor da compra como no maior
aproveitamento durante a obra.
Por conta da quantificação dos materiais empregados, a Tabela 6.5, demonstra a
Curva ABC, sendo que através dela torna-se possível reconhecer que nem todos os
itens estocados merecem a mesma atenção por parte da administração ou precisam
manter a mesma disponibilidade para satisfazer o cliente atendido na licitação.
Os valores podem se alterar, mas de maneira geral tem-se que:
A: são 10 a 15% dos itens que representam cerca de 65 a 75% do
investimento
B: são 25 a 30% dos itens que representam cerca de 20 a 25% do
investimento
C: são 50 a 60% dos itens que representam somente 5 a 10% do
investimento
Por conta desse critério de curva ABC, pode-se estabelecer níveis de serviços
diferenciados para as diversas classes, conforme descritos na Tabela 6.5, temos por
base (por aproximação): 99% para itens A, 95% para itens B e 85% para itens C,
sendo que de forma a reduzir o capital empregado em estoques, ou podem-se usar
métodos diferentes para controlar o estoque e, assim, minimizar o esforço total de
gestão do projeto de obra.
72
Em análise, a Tabela 6.5. foi conduzida em obter o custo total de cada item, a
realização total dos custos, a obtenção da porcentagem de cada item, a ordenação
dos itens em ordem decrescente e o acumulativo de porcentagens.
Neste sentido, conduzir uma análise ABC é muito útil no projeto de
construção civil, visando a melhoria dos estoques, reduzindo tanto o capital investido
em estoques, anivelando com os custos operacionais.
73
Tabela 6.6. FORMULA DO BDI E BDI PAGO PELA FDE
A formula do BDI é composta pelas despesas indiretas (DI), que incluem as
despesas com administração local e administração central, despesas legais (DL)
onde esta incluso impostos como PIS, FINSOCIAL, ISS, COFINS, CPMF E IR e o
Lucro bruto (LB) pago pela FDE no percentual de 4%.
A empresa que participa da licitação deve verificar se os valores pagos pelo órgão,
no caso a FDE ( FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO),
estão dentro de realidade da empresa, caso contrario a empresa pode tomar
prejuízo ao executar a obra.
74
Tabela 6.7. LEIS SOCIAIS PAGAS PELA FDE
Na tabela acima estão todas as taxas de leis sociais e riscos de trabalho.
A tabela é dividida em quatro partes, na parte A, tem-se a cobrança dos encargos
sociais básicos, na parte B, tem-se os encargos sociais que recebem as incidências
de A, na parte C, tem-se os encargos sociais que não recebem as incidências
globais de A e na parte D tem-se as taxas das reincidências, o total percentualmente
cobrado pela FDE ( FUNDAÇÃO PARA DESENVOLVIMENTO DE EDUCAÇÃO), é
de 122% em cima do valor da obra.
75
7.Conclusões
A identificação e eliminação de desperdício através da implementação de um
sistema de qualidade criado especialmente para a construção civil, permite a
utilização adequada e sistemática das principais ferramentas da qualidade, levando
a empresa a adequar os melhores processos à sua estrutura.
A produção do orçamento e seu controle, por parte do engenheiro, torna-se
elemento fundamental na gestão da obra. Desta maneira, as condições de utilização
dos materiais, o respeito aos prazos, os custos estabelecidos, passam a ser
controlados para que a obra tenha condições de ter um andamento adequado e, ao
mesmo tempo, dentro do orçamento previsto.
A gerência de processos exige que a empresa mude sua forma de pensar,
concentrando atenção aos processos ao invés da estrutura, dando mais segurança
na tomada de decisão pela utilização de fatos e dados.
Desta forma, quando os processos estão adequados, parte-se para uma
utilização mais racional dos recursos na obra, o que leva a uma maior qualidade do
produto final aliada a uma redução de seu custo. Estas atividades realizadas pelo
engenheiro garantem a qualidade do produto final e a melhoria das relações com os
clientes internos e externos alem de garantir o lucro.
76
Referências bibliográficas
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Implementation:
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of
the
Problem",International Review of Strategic Management, vol. 2, nº 1, pp. 73-96,
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