NORMAL E PATOLÓGICO
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O CONCEITO DE SAÚDE E DE NORMALIDADE
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Em psicopatologia é questão de grande controvérsia
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O conceito de normalidade em psicopatologia também implica a
própria definição do que é saúde e doença mental.
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Na medicina níveis de PA, glicemia, anemia, enfim tudo que se faz em
laboratorio.
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1 – Psiquiatria legal ou forense
Implicações legais, criminais e éticas, podendo definir o destino
social, institucional e legal de uma pessoa.
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2 – Epidemiologia psiquiátrica
Neste caso, a definição de normalidade é tanto um problema como
um objeto de trabalho e pesquisa.
NORMAL E O PATOLÓGICO
3 – Psiquiatria cultural e etnopsiquiatria.
contexto social X o fenômeno supostamente patológico.
4 – Planejamento em saúde mental e políticas de saúde.
demandas assistenciais, as necessidades de recursos.
5 – Orientação e capacitação profissional.
retardo mental X dirigir veículos, psicóticos X armas.
6 – Prática clínica.
saber o que é patológico para intervir por exemplo.
Critérios de NORMALIDADE
1 – Normalidade como ausência de doença.
saúde como ausência de sintomas, sinais ou de doenças.
2 – Normalidade ideal.
certa utopia. Estabelece um “sadio”.
3 – Normalidade estatística.
norma e freqüência. Por ex: transtornos ansiosos.
4 – Normalidade como bem estar.
saúde como o completo bem estar físico, mental e social.
5 – Normalidade funcional.
é disfuncional, produz sofrimento para o próprio
indivíduo ou para o seu grupo social.
Critérios de NORMALIDADE
6 – Normalidade como processo.
aspectos dinâmicos do desenvolvimento psicossocial
por ex: na Psiquiatria infantil.
7 – Normalidade subjetiva.
a pessoa se sente bem e pode estar por ex: em mania.
8 – Normalidade como liberdade.
fenomenologia e existencialismo.
9 – Normalidade operacional.
é assumidamente arbitrário, define-se a priori o que é
normal e patológico.
QUESTÕES DE REVISÃO
 Que áreas da saúde mental estão relacionadas
com e implicadas no conceito de normalidade em
psicopatologia?
 Quais são os principais critérios de normalidade
interligados em psicopatologia e quais suas “forças
e debilidades”?
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MODELOS DE INTERAÇÃO ENTRE MÉDICO E PACIENTE