ESCOLA SECUNDÁRIA DA MAIA
ENSINO SECUNDÁRIO
INFORMAÇÃO DE PROVA/EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS
ANO LETIVO 2011/ 2012
DISCIPLINA:
QUÍMICA (CÓDIGO 342)
ANO
12º
MODALIDADE DA PROVA:
ESCRITA
PRÁTICA
DURAÇÃO:
90 MINUTOS
90 MINUTOS (TOLERÂNCIA: 30 MINUTOS)
OBJETO DE AVALIAÇÃO
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A prova incide sobre objetivos gerais orientados para a integração das perspetivas científica, tecnológica e social.
As competências a avaliar, enquadradas nas dimensões dos saberes, das ações e dos valores, são as que se operacionalizam nos objetivos de aprendizagem
integrados nas três unidades temáticas que constituem os objetos de ensino do programa da disciplina de Química do 12º ano de escolaridade em vigor:
- Unidade 1: Metais e Ligas metálicas
- Unidade 2: Combustíveis, Energia e Ambiente
- Unidade 3: Plásticos, Vidros e Novos Materiais
ESTRUTURA E CARACTERIZAÇÃO DA PROVA
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A prova é escrita com componente prática (EP). A ponderação relativa à componente escrita é 70% e à componente prática é 30%.
Cada componente é cotada na escala de 0 a 200 pontos. A classificação final da prova é expressa pela média ponderada e arredondada às unidades das
classificações obtidas nas duas componentes.
A prova está organizada por grupos de itens.
Os grupos de itens podem ter como suporte um ou mais documentos, como, por exemplo, textos, figuras, tabelas e gráficos.
Cada grupo pode incluir itens de diferentes tipos:
- itens de seleção (escolha múltipla) que pretendem avaliar o conhecimento e a compreensão de conceitos, bem como relações entre eles, podendo envolver
cálculos simples;
- itens de construção (resposta curta, resposta restrita, cálculo) que pretendem avaliar competências de nível cognitivo mais elevado, como a aplicação de
conhecimentos de conceitos e de relações entre eles, a compreensão de relações entre conceitos em contextos reais e, ainda, a produção e comunicação de
raciocínios aplicados a situações do quotidiano. Estes itens poderão envolver uma abordagem multitemática, destinada a avaliar a capacidade de visão
integrada de vários conteúdos, e envolver a mobilização de conceitos nucleares do domínio da Química.
A prova pode incluir itens cuja resolução implique a utilização das potencialidades da calculadora gráfica.
A prova inclui formulário, a tabela de constantes e a tabela periódica.
A estrutura da componente escrita da prova sintetiza-se no Quadro 1 e a da componente prática no Quadro 2.
A componente prática da prova incide sobre uma das atividades experimentais indicadas no Quadro 2.
Durante a realização da componente prática da prova, o júri fará um registo de competências em grelha própria.
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CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO
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A classificação a atribuir a cada resposta resulta da aplicação dos critérios gerais e dos critérios específicos de classificação apresentados para cada item e é
expressa por um número inteiro.
As respostas ilegíveis ou que não possam ser claramente identificadas são classificadas com zero pontos.
Itens de seleção (escolha múltipla)
 A cotação total do item só é atribuída às respostas que apresentem de forma inequívoca a única opção correta.
 São classificadas com zero pontos as respostas em que seja assinalada:
– uma opção incorreta;
– mais do que uma opção.
 Não há lugar a classificações intermédias.
Itens de construção
1. Resposta curta
As respostas são classificadas de acordo com os elementos solicitados e apresentados.
2. Resposta restrita
 Os critérios de classificação das respostas aos itens de resposta restrita apresentam-se organizados por níveis de desempenho. A cada nível de desempenho
corresponde uma dada pontuação.
 É classificada com zero pontos qualquer resposta que não atinja o nível 1 de desempenho no domínio específico da disciplina.
 A classificação das respostas centra-se nos tópicos de referência, tendo em conta o rigor científico dos conteúdos e a organização lógico-temática das ideias
expressas no texto elaborado.
 No item com cotação de 15 pontos, a classificação a atribuir traduz a avaliação simultânea das competências específicas da disciplina e das competências de
comunicação escrita em língua portuguesa.
 A avaliação das competências de comunicação escrita em língua portuguesa contribui para valorizar a classificação atribuída ao desempenho no domínio das
competências específicas da disciplina. Esta valorização corresponde a cerca de 10% da cotação do item e faz-se de acordo com os níveis de desempenho a
seguir descritos.
Níveis
Descritores
3
Composição bem estruturada, sem erros de sintaxe, de pontuação e/ou de ortografia, ou com erros esporádicos, cuja gravidade não implique
perda de inteligibilidade e/ou de sentido.
2
Composição razoavelmente estruturada, com alguns erros de sintaxe, de pontuação e/ou de ortografia, cuja gravidade não implique perda de
inteligibilidade e/ou de sentido.
1
Composição sem estruturação aparente, com erros graves de sintaxe, de pontuação e/ou de ortografia, cuja gravidade implique perda frequente
de inteligibilidade e/ou de sentido.
No caso de a resposta não atingir o nível 1 de desempenho no domínio específico da disciplina, não é classificado o desempenho no domínio da comunicação
escrita em língua portuguesa.
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3. Cálculo
 Os critérios de classificação das respostas aos itens de cálculo apresentam-se organizados por níveis de desempenho. A cada nível de desempenho
corresponde uma dada pontuação.
 A classificação das respostas decorre do enquadramento simultâneo em níveis de desempenho relacionados com a consecução das etapas necessárias à
resolução do item, de acordo com os critérios específicos de classificação, e em níveis de desempenho relacionados com o tipo de erros cometidos.
 É classificada com zero pontos qualquer resposta que não atinja o nível 1 de desempenho relacionado com a consecução das etapas.
 Os níveis de desempenho relacionados com o tipo de erros cometidos correspondem aos seguintes descritores.
Níveis
Descritores
1
Ausência de erros.
2
Apenas erros de tipo 1, qualquer que seja o seu número.
3
Apenas um erro de tipo 2, qualquer que seja o número de erros de tipo 1.
4
Mais do que um erro de tipo 2, qualquer que seja o número de erros de tipo 1.
Erros de tipo 1 – erros de cálculo numérico, transcrição incorreta de dados, conversão incorreta de unidades, desde que coerentes com a grandeza calculada,
ou apresentação de unidades incorretas no resultado final, também desde que coerentes com a grandeza calculada.
Erros de tipo 2 – erros de cálculo analítico, ausência de conversão de unidades*, ausência de unidades no resultado final, apresentação de unidades incorretas
no resultado final não coerentes com a grandeza calculada e outros erros que não possam ser considerados de tipo 1.
*Qualquer que seja o número de conversões de unidades não efetuadas, contabiliza-se apenas como um erro de tipo 2.


O examinando deve respeitar sempre a instrução relativa à apresentação de todas as etapas de resolução, devendo explicitar todos os cálculos que tiver de
efetuar, assim como apresentar todas as justificações e/ou conclusões eventualmente solicitadas.
Se a resolução de um item apresentar um erro imputável à resolução numérica ocorrida no item anterior, será atribuída a cotação total.
MATERIAL
 O examinando apenas pode usar como material de escrita caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.
 O examinando deve ser portador de material de desenho e de medida (lápis, borracha, régua) e de uma calculadora gráfica.
 Não é permitido o uso de corretor.
 Para a realização da componente prática da prova é obrigatório o uso de bata.
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ESCOLA SECUNDÁRIA DA MAIA
ENSINO SECUNDÁRIO
INFORMAÇÃO DE PROVA/EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS
ANO LETIVO 2011/ 2012
DISCIPLINA:
QUÍMICA (CÓDIGO 342)
ANO
12º
MODALIDADE DA PROVA:
ESCRITA
DURAÇÃO:
90 MINUTOS
Quadro 1 – Valorização das unidades programáticas na prova escrita
Unidades/Conteúdos
Metais e Ligas Metálicas
 Metais e ligas metálicas
 Degradação dos metais
 Metais, ambiente e vida
Objetivos
 Reconhecer a importância dos metais na sociedade atual.
 Comparar os elementos metálicos e não-metálicos pelo tipo de iões que predominantemente formam.
 Identificar os elementos metálicos como aqueles que apresentam baixa energia de ionização e os não-metálicos como aqueles
que apresentam elevada afinidade eletrónica.
 Identificar as posições dos elementos metálicos (metais, metais de transição e metais de transição interna) na Tabela Periódica
com as características das configurações eletrónicas dos respetivos átomos.
 Caracterizar as orbitais d e f quanto ao número.
 Interpretar a ligação metálica como o resultado da interação eletrostática entre os iões “metálicos” (positivos) da rede cristalina
tridimensional e os eletrões nela dispersos.
 Interpretar a maleabilidade, a ductilidade e a condutibilidade elétrica que caracterizam um material metálico com base na
respetiva ligação química e estrutura.
 Caracterizar uma liga metálica como uma solução sólida: mistura homogénea de um metal com um ou mais elementos, metálicos
ou não metálicos, a partir da mistura dos componentes fundidos e posteriormente arrefecidos.
 Identificar os metais do bloco d da Tabela Periódica dos elementos como os metais predominantes nas ligas metálicas.
 Reconhecer a importância das ligas metálicas em determinadas utilizações, pelo facto de se poder controlar a sua composição
e, consequentemente, “desenhar” as suas propriedades.
 Identificar a composição de algumas ligas e conhecer domínios de aplicação: bronze, estanho, latão, constantan, cuproníquel,
solda, amálgama.
 Relacionar a importância da reciclagem e da revalorização dos objetos e equipamentos metálicos com a limitação de recursos
naturais e a diminuição de resíduos e de consumos energéticos.
 Relacionar a eficiência dos processos de reciclagem repetidos e sucessivos com a não degradação da estrutura metálica.
 Relacionar o número de oxidação variável com a configuração eletrónica dos átomos respetivos (orbitais d).
 Relacionar a corrosão dos metais com um processo de deterioração por via eletroquímica: formação de óxidos, hidróxidos e
sulfuretos (ferrugem, verdetes e “patine”).
 Interpretar a sequência de processos físico-químicos que estão na origem da formação de ferrugem.
 Interpretar o aumento da corrosão dos metais pela presença de humidade, de ácidos ou bases e de poluentes como, por
Cotação
80 pontos
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-
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exemplo, SO2 e C .
Interpretar o efeito do pH do meio nas reações de oxidação dos metais.
Interpretar o significado do acerto de equações relativas a reações de oxidação-redução em meio ácido e em meio alcalino.
Identificar os componentes de uma pilha (ou célula galvânica).
Interpretar a reação da pilha em termos de duas semirreações.
Interpretar a função da ponte salina como componente de algumas pilhas.
Relacionar o ânodo de uma pilha com o local onde ocorre a oxidação e o cátodo com o local onde ocorre a redução.
Descrever e interpretar o sentido do fluxo dos eletrões no circuito que liga os elétrodos e o sentido dos iões na ponte salina.
Associar o conceito de potencial padrão à diferença de potencial medida numa pilha quando as soluções têm concentração
-3
5
1 mol dm e todos os gases estão à pressão de 1,01×10 Pa.
Identificar o elétrodo de hidrogénio como o padrão de comparação de potenciais de redução.
Associar os conceitos de semipilha e de potenciais padrão de redução.
Interpretar a ordenação das espécies químicas na série eletroquímica, usando o conceito de potenciais padrão de redução, Eº.
Relacionar o sinal de Eº com a tendência para a reação ocorrer, espontaneamente, num determinado sentido.
Prever o valor de E de uma pilha conhecendo as concentrações das soluções.
Identificar algumas ligas metálicas com elevada resistência à corrosão.
Interpretar o processo de proteção catódica e o papel do “ânodo de sacrifício” e suas aplicações correntes (proteção de
“pipelines” (oleodutos), termoacumuladores e navios).
Identificar a anodização do alumínio como um processo que aproveita o facto de o alumínio ser naturalmente protegido da
oxidação pela formação de uma camada de óxido de alumínio.
Reconhecer que a maior parte dos metais ocorre na natureza combinado com outros elementos, formando minerais.
Distinguir minério de um mineral em termos da abundância suficiente de metal que, no primeiro, permite a sua exploração
económica.
Relacionar metalurgia com a ciência e a tecnologia de produção de metais a partir dos seus minérios e ainda a produção de ligas
metálicas.
Associar a transformação de um composto metálico em metal a um processo de oxidação-redução, com redução dos iões
metálicos correspondentes.
Associar a “redução química” ao processo em que se utiliza o metal mais eletropositivo como agente redutor.
Interpretar a utilização preferencial de carvão para extração de metais por redução química por razões de economia industrial.
Reconhecer que a redução eletrolítica é apropriada para metais à direita do carbono na série eletroquímica, isto é, mais
facilmente oxidáveis (mais eletropositivos).
Interpretar a eletrólise como um processo para forçar uma reação química de oxidação-redução, caracterizando as semirreações
correspondentes (casos H2O(), NaC (aq), NaC ()).
Caracterizar um complexo em termos da sua estrutura de ião metálico central rodeado de aniões ou moléculas neutras,
designadas por ligandos.
Reconhecer como característica dos ligandos a presença de pelo menos um par de eletrões não partilhado.
Interpretar a ligação de coordenação em termos de interação eletrostática entre o centro positivo e os pares de eletrões não
partilhados dos ligandos.
Distinguir complexo de composto de coordenação, em que este último é uma espécie neutra que contém pelo menos um
complexo.
Caracterizar ligando polidentado como um ligando que pode coordenar-se ao ião metálico central por mais de um par de eletrões
(exemplos: EDTA e DOTA - imagem médica).
Identificar os números de coordenação mais comuns (2, 4, 6) e as geometrias dos complexos associados.
Relacionar Ka e Kb com o grau de ionização /dissociação.
Associar as propriedades básicas ou ácidas de uma solução de um sal à hidrólise dos seus iões constituintes, isto é, à reação
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Combustíveis, Energia e
Ambiente

Combustíveis fósseis: o
carvão, o crude e o gás
natural

De onde vem a energia
dos combustíveis
fósseis
entre os iões do sal e a água, relacionando-as com o valor de Ka ou Kb dos iões do sal.
 Identificar os catalisadores como agentes que atuam apenas sobre a rapidez da reação.
 Caracterizar as principais frações obtidas na destilação fracionada do crude de acordo com o intervalo de temperatura de recolha
e com o tamanho da cadeia carbonada: hidrocarbonetos saturados gasosos (GPL), gasolina e nafta, querosene, diesel e
resíduos.
 Identificar o cracking do petróleo como um processo de quebra de ligações nos hidrocarbonetos de cadeias longas para a
formação, por exemplo, de cicloalcanos, alcenos e hidrocarbonetos aromáticos.
 Usar as regras de Nomenclatura IUPAC de compostos orgânicos, para atribuir nomes e escrever fórmulas de estrutura de
alcenos, alcinos, cicloalcanos, cicloalcinos, de compostos com os grupos funcionais álcool e éter e de alguns hidrocarbonetos
aromáticos.
 Reconhecer a insuficiência da notação de Lewis e da regra do octeto para a interpretação ou previsão das estruturas das
moléculas dos hidrocarbonetos a que se referem, nomeadamente no que respeita a comprimentos e ângulos de ligação.
 Reconhecer a capacidade do modelo da Repulsão dos Pares de Eletrões de Valência (RPEV) e da Teoria da Ligação de
Valência (TLV) para ultrapassar as insuficiências da notação de Lewis e da regra do octeto.
 Reconhecer a necessidade de introduzir o conceito de orbitais híbridas ou hibridação para compatibilizar a TLV com a geometria
observada, o que não é possível com orbitais atómicas puras.
 Verificar que as geometrias moleculares do metano e do etano, do eteno e do etino, determinadas por critérios de energia
3
2
mínima, permitem selecionar as orbitais híbridas dos átomos de carbono mais adequadas a uma deslocalização mínima: sp , sp ,
sp.
 Reconhecer a limitação da TLV+hibridação para descrever as propriedades magnéticas (de O 2, por exemplo) e espécies com
número ímpar de eletrões em geral.
 Reconhecer a Teoria das Orbitais Moleculares (TOM) como alternativa à TLV+ hibridação.
 Interpretar a estrutura de moléculas segundo a Teoria das Orbitais Moleculares (TOM) em moléculas simples como H 2 e outras
moléculas diatómicas homonucleares de elementos do 2º Período da TP, em termos da formação das orbitais moleculares (OM)
σ e π ligantes e antiligantes por sobreposição de orbitais atómicas de valência dos tipos s e p.
 Reconhecer a regra da igualdade do número de orbitais atómicas e moleculares.
 Estabelecer a configuração eletrónica no estado fundamental de moléculas diatómicas homonucleares de elementos do 2º
Período da T P, tendo em consideração a ordem relativa das energias das diferentes OM.
 Interpretar diagramas de energia de OM em moléculas diatómicas homonucleares.
 Associar ordem de uma ligação à semidiferença entre o número de eletrões ligantes e antiligantes envolvidos na ligação dos dois
átomos que a formam.
 Associar o conceito de isómeros a compostos com diferentes identidades, com a mesma fórmula molecular, mas com diferentes
arranjos dos átomos na molécula, diferentes propriedades físicas e muitas vezes diferentes propriedades químicas.
 Diferenciar isomeria constitucional de estereoisomeria.
 Distinguir, na isomeria constitucional os três tipos: isomeria de cadeia, isomeria de posição e isomeria de grupo funcional.
 Associar ligação polar à ligação em que os eletrões da ligação não são igualmente atraídos pelos dois núcleos dos átomos
envolvidos, criando um dipolo e ligação apolar à ligação em que os eletrões da ligação são igualmente atraídos pelos dois
núcleos dos átomos envolvidos.
 Associar, para uma ligação covalente polar, momento dipolar a um vetor com a direção da linha que une as cargas parciais do
dipolo, sentido do polo positivo para o polo negativo e intensidade dada pelo produto do módulo da carga parcial do dipolo pela
distância que as separa.
 Associar a eletronegatividade e a capacidade dos seus átomos para atraírem para si os eletrões da ligação em que estão
envolvidos.
 Interpretar a variação da eletronegatividade dos elementos químicos na Tabela Periódica, utilizando a escala numérica criada por
Linus Pauling.
 Associar o maior ou menor grau de polaridade de uma ligação à maior ou menor diferença de eletronegatividades dos elementos
80 pontos
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dos átomos envolvidos na ligação.
 Associar o conceito de molécula poliatómica polar/apolar àquela em que o vetor momento dipolar resultante é diferente de vetor
nulo/ igual ao vetor nulo.
 Associar o conceito de gás ideal ao gás que obedece estritamente à relação PV=nRT e de gás real ao gás que, não obedecendo
estritamente àquela relação, se aproxima de um gás ideal à medida que a pressão baixa ou a temperatura aumenta.
 Reconhecer o interesse da equação de estado dos gases ideais para a determinação da massa molar de um gás, um contributo
para a sua identificação.
 Caracterizar os três tipos de interações de Van der Waals: interações de London (de dispersão), atrações dipolo permanente dipolo permanente e dipolo permanente –dipolo induzido
 Identificar as ligações de hidrogénio como um caso particular de interação dipolo permanente –dipolo permanente.
 Interpretar as atrações ião-dipolo, dipolo permanente-dipolo induzido e dipolo instantâneo-dipolo induzido.
 Seriar as intensidades das diferentes interações intermoleculares e das interações ião-ião, comparando-as com a intensidade da
ligação covalente, em casos concretos.
 Interpretar a variação de algumas propriedades físicas dos alcanos como o estado e os pontos de ebulição e de fusão, como
função do tamanho e da forma das moléculas que os constituem e da intensidade das ações intermoleculares que ocorrem.
 Reconhecer que a entalpia padrão de uma reação pode ser obtida por combinação de entalpias padrão de reações individuais: lei
de Hess.
 Identificar diferentes tipos de transformações nucleares.
 Relacionar a instabilidade de um núcleo de um átomo com a relação entre o número de neutrões e o número de protões desse
núcleo.
 Interpretar decaimento nuclear como a transformação de um núcleo noutro núcleo por emissão de partículas α ou β e radiação .
 Associar a emissão de partículas β aos núcleos que contêm muito maior número de neutrões do que protões e a emissão de
partículas α aos núcleos que contêm relações próximas do número de neutrões e de protões.
 Interpretar a grande quantidade de energia envolvida numa reação nuclear (fusão ou fissão), em termos da variação de massa
2
nela envolvida, de acordo com a expressão ΔE = mc .
Plásticos, Vidros e Novos
Materiais

Os plásticos e os estilos
de vida das sociedades
atuais

Os plásticos e os
materiais poliméricos

Os plásticos como
substitutos dos vidros

Polímeros sintéticos e a
indústria dos polímeros
 Caracterizar um polímero como uma “substância” representada por macromoléculas.
 Distinguir macromolécula de outras moléculas com número elevado de átomos pela existência de uma unidade estrutural que se
repete ao longo da cadeia molecular.
 Justificar o uso de fundentes no fabrico do vidro tendo em consideração a redução de custos energéticos e economia de
revestimentos com refratários especiais.
 Associar a ação de fundentes à quebra de algumas ligações covalentes Si-O-Si por interação eletrostática envolvendo catiões
metálicos, tendo como finalidade principal baixar a temperatura de fusão da mistura.
 Interpretar a síntese de um polímero como uma reação de polimerização a partir de um ou dois monómeros.
 Caracterizar uma reação de polimerização como uma reação química em cadeia entre moléculas de monómero(s).
 Diferenciar homo e copolímeros pelo número e tipo de monómeros envolvidos na reação de polimerização: um monómero no
caso de homopolímeros e dois monómeros no caso de copolímeros e relacionar a unidade estrutural com a estrutura do(s)
monómero(s).
 Distinguir unidade estrutural do polímero da unidade estrutural do(s) monómero(s).
 Caracterizar os monómeros segundo o número e a natureza dos seus grupos funcionais.
 Relacionar a estrutura da macromolécula com a estrutura molecular do(s) monómero(s) respetivo(s).
 Atribuir o nome ou a fórmula química completa a compostos orgânicos insaturados e de várias famílias químicas: álcoois, ácidos
carboxílicos, cloretos de ácido, aminas, amidas, éteres, ésteres, aldeídos e cetonas.
 Identificar, a partir da estrutura do(s) monómero(s), o tipo de reação de polimerização que pode ocorrer: de condensação ou de
adição.
40 pontos
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TOTAL
200 pontos
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ENSINO SECUNDÁRIO
INFORMAÇÃO DE PROVA/EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS
ANO LETIVO 2011/ 2012
DISCIPLINA:
QUÍMICA (CÓDIGO 342)
ANO
12º
MODALIDADE DA PROVA:
PRÁTICA
DURAÇÃO:
90 MINUTOS (TOLERÂNCIA: 30 MINUTOS)
Quadro 2 – Valorização dos conteúdos programáticos na prova prática
Conteúdos
Objetivos/Competências
AL 1.1 – Composição de uma
liga metálica



Utilizar métodos químicos para análise qualitativa de catiões metálicos.
Aplicar métodos de análise quantitativa e/ou de separação de iões.
Caracterizar a reatividade de catiões metálicos.
AL 1.2 – Um ciclo de cobre



Caracterizar a reatividade de elementos metálicos, tendo como exemplo a reatividade do cobre.
Reconhecer a importância da reciclagem do cobre e as potencialidades da reciclagem dos metais em geral.
Identificar alguns problemas de poluição relacionados com a reciclagem do cobre.
AL 1.5 – A cor e a composição
quantitativa de soluções com
iões metálicos




Aplicar a lei de Lambert-Beer para determinação da concentração de um ião complexo corado.
Traçar uma curva de calibração (Absorvância em função de Concentração).
Verificar desvios à proporcionalidade descrita pela lei de Lambert-Beer para soluções muito concentradas.
Avaliação dos erros presentes em determinações colorimétricas.
AL1.6 – Funcionamento de um
sistema-tampão

Interpretar a variação de pH ao longo de uma titulação de ácido fraco - base forte, de base fraca -ácido forte e ácido forte base forte.
Realizar uma titulação ácido forte – base fraca.
AL 2.1 – Destilação fracionada
de uma mistura de três
componentes



AL 2.2 – Verificação do efeito da
adição de uma substância não
volátil e não iónica nos pontos




Efetuar uma destilação fracionada de uma mistura de composição desconhecida com três componentes.
Traçar um gráfico de temperatura em função do volume de destilado, para a destilação realizada.
Interpretar o gráfico, identificando os componentes da mistura, através de consulta de tabelas de p.e. e da determinação de
outras propriedades físicas como a densidade, índice de refração...
Utilizar os conceitos de ponto de fusão e de ponto de ebulição.
Interpretar diagramas de fases para um solvente puro (água) e para uma solução aquosa de um soluto não volátil.
Verificar que a adição de um soluto não volátil à água aumenta o ponto de ebulição e diminui o ponto de fusão daquele
Cotação
Execução
laboratorial:
100 pontos
Resposta a
questionário
póslaboratorial:
100 pontos
TOTAL:
200 pontos
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de fusão e de ebulição da água

solvente.
Estabelecer a relação de dependência entre os valores de ΔTf e ΔTe e a proporção de combinação soluto/solvente.
AL 2.3 – Determinação da
entalpia de neutralização da
reação NaHO(aq) + HC(aq)




Realizar uma reação de neutralização termométrica.
Efetuar cálculos estequiométricos envolvendo o conceito de entalpia de reação.
Elaborar um gráfico de temperatura em função do volume de titulante adicionado.
Verificar que o ponto de equivalência corresponde à temperatura mais elevada registada no decorrer da reação.
AL 2.4 – Determinação da
entalpia de combustão de
diferentes combustíveis líquidos



Escrever as equações de combustão dos diferentes combustíveis.
Interpretar a diferença de valores de ΔcH encontrados.
Traçar um gráfico de ΔcH em função do número de átomos de carbono da cadeia carbonada dos álcoois.
AL 2.5 – Determinação da
entalpia de combustão de
diferentes álcoois


Interpretar a razão de, como regra geral, combustíveis oxigenados como álcoois e éteres terem menor poder energético
0
(menor ΔcH ) que os combustíveis de hidrocarbonetos.
Interpretar a influência do tamanho da cadeia carbonada e do tipo de ligação nas moléculas dos combustíveis com o seu
0
poder energético (ΔcH ).
AL 3.1 – Identificação de
plásticos por testes físicoquímicos



Interpretar a finalidade de testes laboratoriais (isolados ou conjugados) na identificação de uma amostra desconhecida.
Distinguir os diferentes tipos de plásticos através de testes físico-químicos.
Classificar um dado plástico em função do seu comportamento face ao aquecimento.













Selecionar o equipamento laboratorial adequado à atividade.
Aplicar as técnicas e os princípios subjacentes à correta realização do trabalho prático pretendido.
Aplicar regras de segurança adequadas ao trabalho laboratorial em causa.
Fundamentar teoricamente o procedimento experimental.
Identificar o material utilizado.
Estudar as escalas dos aparelhos/instrumentos utilizados.
Descrever o procedimento experimental.
Controlar variáveis.
Registar as medições/observações efetuadas.
Efetuar cálculos.
Apresentar corretamente os resultados.
Analisar criticamente os resultados.
Concluir acerca do(s) objetivo(s) do trabalho.
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