UNIVERSIDADE
TUIUTI DO PARANA
CAMPANHA PARA
DEPUTADO ESTADUAL
MANOELLA
MILLEO TOALDO
ROSANA THAIS KAUFMANN
CURITlBA
2001
MANOELLA
MILLEO TOALDO
ROSANA THAIS KAUFMANN
CAMPANHA PARA
DEPUTADO ESTADUAL
Trabalho de Conclusao de Cursa
do Curso de Bacharelado em
Marketing da Universidade Tuiuti
do Parana, orientado pelo
Professor
Paulo de Paula
R~nlist~.
CURITIBA
2001
C)
;'<'
'!:
y
."
V
,'
./ r;(
)
-I.
if
AGRADECIMENTOS
Agradeccmos
Rocha
Filho,
aos profissionais
Rosanc
Gebran,
Moura que nos disponibilizaram
Agradccemos
enriquccimento
atrasos,
Valeria
Camargo,
Prochmann,
Murilo
Hidalgo,
Fabio Daniel,
Luiz Roberto
Eduardo
Soavinsky,
da
Ana
seu tempo e conhecimentos.
aos professores
de conteudo,
Lorena,
Cicero,
Jose
Bello, Silvana Hastreier,
Vicente
e Marcelo
Daniel e Amaury,
Walsh
pela
pelo
paciencia
nos
cntradas e saidas durante as aulas e aos colcgas de curso, principalmente Helena,
Marcelo Viana, Wythaker
a lodos pelas discussoes
Agradcccmos
e Andrea,
Agradecercmos
nesta fase conclusiva,
aos {res primeiros
e crilicas construtivas
de fonna especial
nos confiar uma tarefa que dcfininl
humor
Afonso
etcmamentc,
seu tempo e orientador
e
em nossa capacidade
e
que nos proporcionaram.
a Luiz Malucelli,
por acreditar
seu futuro pro fissional.
aqueles
que foram,
os nossos amigos e familiarcs,
e cansa~o e cntenderem
por dividirem
nossa ausencia
sem duvida.
por relevarem
nas festas
e almo~os
os rnais prejudicados.
nossos
momentos
de Domingo.
de mau
Por fim, relatamos aqui
0
reconhecimento e admira~ao pelo nosso, agora, orientador e
amigo Paulo de Paula Baptista que nao mediu esfon;os e paciencia ao nos auxiliar,
conduzindo de maneira descontraida estc periodo desgastante.
Agradecemos ainda as demais pessoas que de forma direta ou indireta, colaboraram
para a realizaryaodeste sonho.
SUMARlO
AGRADECIMENTOS
...i
.
SUMARIO
GRAfiCOS
RESUMO........
EPiGRAFE
.... iii
.
LlSTA DE TABELAS,
........ vii
E FIGURAS
.
... ix
.
... x
...
I -INTRODUCAO
..
2 - DELIMITACAO
DO PROBLEMA
.
3 - OBJETIVOS
3
..6
.
3.2 - Objetivo Especifico
.............
4-JUSTIFICATIVA
5 - FUNDAMENTACAO
1
.
......... 6
.
3.1 - Objctivo Geral.
.
6
..... 8
TE6RlCA
.. 10
5.1 - Marketing ..
..10
iii
5.2 - Marketing Politico
.
..
12
5.3 - Estrategias Eleitorais
5.3.1 - 0 Eleitor
.... 14
......................
.
5.3.2 - 0 Candidato
5.3.3 - 0 Assessor
..
.
de Marketing
15
16
.
5.3.4 - 0 Assessor Politico ..
...............................
17
5.3.5 - 0 Concorrentc ..
.. 18
5.3.6 - A Comunicatyao
.
5.4 - Esferas e Podercs
.. 18
.
SA.l - Poder Legislativo
19
.
.... 20
5A.2 - 0 Legislativo do Parana...
..
5.5 - Asscmbleia Legislativa
.
5.5.2 - Elabora,lio
22
..
27
... 27
da Lei
.. 29
." .
6.1 - Delineamento da Pesquisa
.
.. 29
6.2 - Populatyaoe Amoslragem ..
.... 29
6.3 - Plano de Coleta de Dados
6A -
22
..
5.5.1 - Processo Legislativo ..
6 - METODOLOGIA
14
.
Plano de Tratamento de Dados.
.. .. 30
..
31
6.5 - Limitatylloda Pesquisa
.. 32
7 - APRESENTA<;:AO
.. 33
DOS RESULTADOS
7.1 - Analise dos Dados
.
...33
7.1.1 - Perfil dos Entrevistados
...... 33
7.1.2 - Avaliatyaodos Oeputados Estaduais
...... 38
;v
7.1.3 - A valiac;ao das Func;5es dos Oeputados
7.1.4 - Elei~oes para Deputado
Estadual
Estaduais
de 1998
.
... 40
.
.... 41
..42
7.1.5 - Luiz Malucelli
7.1.6-
Fontes de Inforrnac;ao
7.1.7 - Partidos
7.2 - Elaborac;ao
.... 49
do Projeto de Campanha
Prioritario
7.2.2 - Publico-Alvo
Secundario
que balizarao
7.3.1 - Organograma
...
....................
51
.... 51
7.2.1 - Publico-Alvo
7.3 - Diretrizes
... 47
.
Polfticos
...... 51
a campanha
do Luiz Malucelli
.... 52
.
.............
7.3.2 - Oescri~3.o das Fun~5es
7.3.2.1 - Chefe da Campanha
... 52
7.3.2.2 - Coordenayao
e adrninistrayao
7.3.2.3 - Coordena~iio
de A~iio Politica
7.3.2.4 - Coordenayao
de Materiais
7.3.2.5 - Coordenayao
Operacional..
7.3.2.6 - Coordena~ao
Administrativa
7.3.2.7 - Coordenay3.o
Financeira
7.3.2.8 - Coordena~3.o
da Agenda
7.3.2.9 - Conselho
7.4 - Or~arncnto
7.4.1 - Salarios
7.4.2 - Matcriais
de Alian~as
.. 53
.
.
e Serviyos
58
.. 58
...............
.
Prornocionais
59
..... 59
..................
...
60
.62
para Coordenadores
7.4 ..3 - Custos Fixos Mensais
55
......... 57
Politico
da Campanha
52
..... 52
...... 62
.
de urn Escrit6rio
.
Politico ...
63
.
63
....... 64
7.4.4 - Janlares ...
.... 64
7.4.5 - Custo Total dos On;amentos
..........................................
7.5 -Filia'Yao Partidaria
7.6 - Sugestoes
de ferramentas
de Comunica'Yao
.
.
66
... 66
7.6.1 - Logomarca
.. 66
7.6.2 - Slogan
7.6.3 - Cartao de Visita
7.6.4 - Jingle
................ 66
.
.... 67
.
..... 67
7.6.5 - Imantado
............... 68
7.6.6 - Adcsivo cxtcrno para automoveis
... 68
7.6.7 - Arte fmal para outdoor, banners, folders, santinhos, etc.
7.7 - Sugestoes e Recomendayoes
8 - CONCLUSOES
.69
.....
E RECONDA<;:OES
9-ANEXOS
10 - REFERENCIAS
65
.
BlBLIOGRAFICAS
.
.
.
70
72
.
.
97
L1STA DE GMFICOS E TABELAS
Gralico
....................................................
01 - Sexo ..
Gnifico
03 - Faixa
33
.
Gnlfico 02 - Grau de Instrw;ao ....
Etaria
34
.
.
34
Grafico 04 - Estado Civil..
.35
Gnifico 05 - Renda Mensal
Gnifico
06 - Cidade
Gnifico
07 - Bairro ....
.
.......... 35
.
Graueo 08 -Oeupa~ao
Gnifico
09 - Satisrm;iio
.
.
.
com os Deputados
.
11 - Notoriedade
Gnifico
12 - Conhecimento
Gnifico
13 - As
.......... 38
Gnifico
14 -
dos Depulados
.
38
.
das Fum;oes dos Oeputados
Fum;oes dos Deputados
Estaduais
Estaduais
pc10s eleitores
.... _...
Lembramra da escolha de candidato na ultima elei~ao
vii
36
37
Estaduais
Gnifico 10- Conhecimento de Dcputados Estaduais pelos eleitores ..
Gnifico
36
. 39
.....
.
.
40
40
..... 41
...... ..41
GrMieo 15 - Deputado Estadual cseolhido na ultima elei~ao
GrMico 16 - Notoriedade
.
.. 42
Grafico 17 - Simpatia
.
43
.43
Grafteo 18 - Inova<;:ao
Gnifico 19 - Dinamismo ..
... 44
.45
Grafico 20 - Competencia ..
Grafico 21 - Relaeionamento com Funeionarios
... 45
...............................
Gnifieo 22 - Razoes do Mau Relacionamento?
...................... .46
GrMieo 23 - Prepara<;:aopara 0 cargo de Depulado Estadual
Unifieo 24 - Empreendedorismo
.......... 47
Grafico 25 - Fontes de Informa<;:ao.
... 47
Gnifico 26 - Caracteristicas e Propostas de urn Deputado Estadual
GrMico 27 - Idenlifica<;:ao
Gnifieo 28 - Rejeic;ao
Tabela I - Salarios de Coordcnadores
.48
.
_
. .. 49
.
...... 50
.................................................................
Tabela 2 - Materiais Promocionais
.
.
Tabela 3 - Custos Fixos Mensais de urn Escritorio Politico ..
Tabela 4 - Custo Total par Janlar
Tabcla 5 - On;amenlo Total Mensal
46
62
63
... 63
64
............................................................................
viii
64
RESUMO
o eSludo
Icvantar
dados
numcro
de
aqui exposto
sumariza
que proporcionem
votns
nas
elci~oes
uma Campanha
ao pre~candidato
de 2.002.
Foi
para Deputado
Estadual,
Luiz Malucclli,
necessario
aprofundar
os
de maior
conhecimentos
relacionado ao Marketing, Marketing Politico e Asscmbh!ia Legislativa, fazendo
publicac;oes.
pcsquisa,
resultados,
Malucelli
obtidos
assumir
clcitorcs.
que
0
plano de coleta
a qualitativa
a finalidadc
COI11
e tamocm,
indicaram
1I11l
cargo
roi baseado
0 metodo
de levantar
a siluac;ao politica
publico,
a campanha
on;al11entos c sugcstocs
porcm
dados sobre
c partidaria
alguns
um Projeto
foram
sugeridas,
0
que pensam
que se cnconlra
consideram
ajustes
de Campanha,
de ferrarnentas
fla aplicacrao
do estudo cnvolve
que a maio ria dos entrevistados
Foi elaborado
balizarfio
de dados
e a quantitativa.
sao
incluindo
de comunicayoes.
ix
de duas
uso de
tecnicas
os entrevistados
0 estado.
para
no publico-alvo
aiern
0
de
urn plano de amilise dos
Luiz Malucelli
necessarios
baseado
e
cuja meta
a OblCnfyao
do Luiz
Os resultados
preparado
conquistar
onde
de urn organograrna
para
mais
dirctrizes
eficaz,
trf
~~~~~o~~,~~~~~.
UAP
,~!~!!'
~~,.
~~~~~~
"C»\PAIIIIA PARA OlPUTADO mAOUAl"
Este projeto foi julgado adequado para a obten9ao do titulo de Bacharel em
Marketing e aprovado em sua forma final apos ter sido apresentado II banca, no
[0 Marketing Meeting Session, que !he atribuiu nota 9.5 (Nove e meio).
Comissao avaliadora
integrada pe\os professores
Curitiba, 30 de junho de 2001.
c_s
BOJigu;I ReilotIII:RuaS)'dneiAl'llbnlo RlongelSantc>s,2308.
S.nla IMcio-CEP82010-3J.O·Fc
•••:(41) 1317100/FaI:«(I)ll17792
Campus Bacacl1eri- RuIo CIee", hima Bley. SIn" _ H.>ngat40. Sac:ad!ari ·CEP 825,5·11!O. Fone: (41) 356 07421 Fax: (41) 356 0742
C•••pu.CI\atII~n __:Ru.r.t_...,a..moagnal!i05.t.Ieft>&
••CEP8011O-2S0-F_;(.1)JJ17800IFu:(.')3J1T&10
C••••
INSMo~:Ru.JosIIN"occo.179·MoIsunyue·CEPI121)G.3OO·F
•••:(.IIJ135S<1.JF.IC(41IJ735!\oU
C..".,...POtdoo:Ru.Eng'.Nle!)CedaSilva,139.PortJo.CEP80610-280·F"",,:\41j3294S:M/Fu;((1)329.S34
Campus Sc/I.1ter. RU'JoM 00rnif>90. MarconoGt du Cal\talho. 253· Pilal1inllo· CEPa<!IOO-290·Fone:(41)J38
1931 I Fa.: (411338 1931
CampUl Tor,"': Av. ComGodallor F.af>CQ. le&O·Jat<lirne~nico
·CEP&02t5·090·
F""":\(1)26JJ.424/F,,,;\41)UJ3424
CuriIib.·Pora"'.Brllll
EPiGRAFE
.. Nuo se mede 11m homem pe/o que ele i, mas
pe/a que vaj deixando
de ser. no
rUnlO
do que
sera. "
COMERLATTO
(1993, p. 93)
1 - INTRODU<;:AO
" Qual/do cada 11mde nos aD colocar
0 sell volo na lima, esfa exercendo
clas decisoes que a/etor{io diretamenle
desejo antigo. participar
11m direito e lim
vidas. " COMERLAITO
nossas
(1993, p.27)
Seguindo
FALCAo
a fJarlicipa~iio
expressiio
no Poder,
de cidadiios,
inicialmenfe
Esle
sistema
sc consoLidou
lla impossibilidade
Na obrigatoricdade
ja acostumados
dos politicos.
exercido
varios
autores
mundo
organizada,
Romano
de delegar
E
a pava exerce
depois
com
iI Hisloda como
passou
delegm,/oes de varios grupos socia is. " (1992, p.
Illodcrno;
0
povo
de uma gestao direta de seus intercsses
sellS interesses
com a transpan!ncia
1\.1ARINS
GRANDI,
dos tribos primilivas,
;.:regas. 0 Senado
atrQvt!s de
no
como
que hd lima sociedade
alraw!s dos conselhos
como nus cidades
do poder popular
representantcs,
tempo,
acima,
apoiam a afirmac;ao de que "sempre
Assembhaas
Ill).
a 16gica do pensamento
a tercciros,
da corrup<;ao,
governa
os eleitorcs,
tornaram-se
atraves
de
seus
politicos.
descrentes
com
0
passar
do
da honestidade
o
cleitor
escolhe
c estimulado
emocional
uma cornunica~ao,
relaciona
em quem
com urn candidato
urn
consequentemente
resultados
projeto
pessoal,
de falar
0
desde
0
emocional
0
que
racional.
0
eieitor espera ouvir, atraves
de
ou urn elogio. 0 eleitor quando
se
0
ser entendido,
do que
voltado
candidato.
Para
perfil do candidato.
para
sua
isso.
pelo
ser valorizado
e1eitor tern de se sentir importante,
de marketing
considerados
"Assim
0
pelo
urn reconhecirnento
espera ser ouvido,
promovenl
que abrangern
e os atributos
mais
pela arte do politico
urn contato
A partir desse desejo que
desenvolver
volar
satisfa~ao
serao
e ser respeitado
surge a necessidade
e expectativa,
apresentados
neste
de
que
projeto,
ate a escolha das fontes de informa~ao
mais import antes pelos eleitores.
e uma campanha eleitoral. Semeamos
uma idt?;a,regamos com discussoes e
cOl/versas. com amigos e assessores, rareamos e deixamos bom; cansel/tos, adubamos com
at;oes no senlido de direcionarmos a eSlrategia correIa, padamos as ares/as do que possa
es/ar fugindo ao controle, e se tudo for feito corre/amen/e, lemos lima campanha a ser
fan~ada." MANI-IANELLI
No desenrolar
importancia
Fun~oes
Deputado.
do
deste
(1988, p. 16)
projeto
para sua elabora~ao
Legislativo,
de campanha
como: Marketing
Apresenla~ao
dos
eleitoral,
sedio
abordados
(emas
de urn modo geral, Marketing
Resultados
e Propostas
de
de suma
Politico,
Campanha
as
para
2 - DELIMITA<;:AO E FORMULA<;:AO DO PROBLEMA
" as
PQrf(m/o.
",10 lela
home1l.'
cleo/her
{lossi"e/
percorrem
a.f /rilhOlja
segl/if
sem(Jrtmullacoisoseapravcila.
(. ..) NiIo imagine,
que lera que lorna-las
buseor
no/un:o
impedir
quaSi!
fslt!
jamals,
Sf!mpft
a/gum
erra
dos ;ncom'enienleJ
sempre
camiflno.
de cornettr
porqW!
oulro.
lrilhad(u.
homens
Tlem o/coTlfor
/om(1r deciJiJes
pode'
no ineer/c:o.
-
e adOlar,
jii
eSlrados
,1(110.1grandel
perro,r;dlU
fielmenlf~
homem
Ol vlr/udes
que
em/amen/t
del'c,
que
oinda
dos grandes,
Consldere,
c(HTelcu.
diu coisos
eSla
como :rendo born, 0 menlU prrjudiciQ/.
prudente.
Assim/azendo.
imllar;i1o,
inle/ramentl!
eSla no ordem
A pnuUncia
Urn
e imila-loJ.
pela
sobre/udo,
nu/I('O Sf! deirf!
em saber
- ao
conhectr
MACIIIAVELLl (1992.
A Ciencia
mercado,
do Marketing
afim de satisfazer
se elabora com
constitui
as neccssidades
humanas.
intuito de uma utiliza~iio
0
que sc entende
"( ... )
e para
por produto,
(1.. 9)
serviyo
e
mercados siio pessoas. 1'udo 0 que
ser consumido por lim conjunto de
MANZO (1996, p. 13).
pessoas"
Tendo em vista tal observay3o,
dctcrminar
como "vender"
0
que neste caso correspondem
Assim
pessoas,
urn conjunto
a
"
como
produtos
0
Politico,
a primeira
analise
ao se estudar
a ser feita
e
0
ados
mercado
para se
consumidores
aos eleitores.
Marketing
c servic;os,
partindo do prcssuposto
em Marketing
candidato,
0
propriamente
Marketing
de que nada adianta
dito
Politico
consiste
tarnbem
lancrar urn produto
em aruilises
segue
essa
que
englobam
lendencia,
scm antes conhecer
ou seja.
0
mercado
e definir sua real utilidade,
de sua imagem
perante
de nada adianta
publico-alvo,
0
lanyar urn candidato
detectando
sem fazer uma analise
assim,
os desejos
previa
e necessidades
do
mesmo.
"(...) urnpolitico de ,mcesso nao se lam;a candidato, espera 0 momenta certo para ser
lan~ado, seja pelo partido, seja pelas bases
trahalho
e no senlido de se fazer
014
por urn grupo a quem ele represente. Seu
conhecido pe/os eleitores, com uma imagem de competencia,
bom caroler e lealdade, denlre outros, itens de suma importancia para a elabora~ao de uma
campanha." COMERLATTO
E
exatamcntc
monografia,
de escolher
atraves da pesquisa,
0
momento
para Deputado
Curitiba,
intuito,
pennitindo
na politica
que
levantar
e modo correto
Estadual,
Iniciante
p. 87)
(1993,
com esse
fonnulamos
dados para solucionar
de lanyar a candidatura
academica
(FESP) e p6s-graduay3.o
E
Luiz nasceu
Estado do Parana
Aprendizagem
em Comercio
CIN - Centro
- que congrega
Industrial
Estado do Parana.
comercio
e composta
Diretor Superintendente
desenvolvirnento
0
urn problema:
a sensibilidade
Luiz Malucelli
Parana.
e Marketing
do Sistema
Euvaldo
1992,
(SESI),
foi idealizador
do Parana,
participa
0
das lndustrias
Serviyo
Lodi (IEL) e Centro
do acordo com os Paises que compoern
de Empresas
(USP).
Social da Industria
do Estado
de
no Estado.
FlEP - Federay3.o
Serviyo
Desdc
a campanha.
em Administray3.o
Instituto
de Negocios
no
desta
do empresario
com forte influencia
esta gestao, Luiz Malucelli,
Intemacional
intcrnacional
Exterior
do objetivo
aos 14 de abril de 1961 no municipio
por graduay3.o
(Iicenciado)
(SENAI),
Durante
cquayao
uma menor margem de eITO durante
partidaria,
Parana, vern de uma famnia tradicional
Sua formay3o
uma
Nacional
de
das Industrias
do
e Diretor-Executivo
que objetiva
de
Mercosul.
do
iniciativas
0
fomento
em
prol
do
do
do
Participa tambem de articula~ocs com
neg6cios cntre
0
0
Corpo Consulado do Parana fomcntar
Estado do Parana c outros Paises como a Argentina, Senegal, Paraguai.
Uruguai, Uerania, halia, Chile, Equador e Colombia.
Como executivo, exerceu cargos de gerente de opera~es do Banestado Corretora, da
Parana Financeira e diretor Administrativo-Financeiro do SESI-PR.
Foi Diretor Geral da Secrctaria de Estado de Industria e Comercio e chefe de gabinete
do entao Scnador, Jose Carlos Gomes Carvalho no Senado Federal.
Apesar de ter a maioria do seu curriculum voltado
a
administra~ilo de empresas
(aspectos financeiros e empresariais), Luiz Malucelli tambem dispensa urna aten~ao especial
a area agropccuaria, na qual foi urn dos pioneiros na moderniza~ao da genetica veterimiria em
transplantes de embri5es e inseminay3.oartificial.
3 - OBJETIVOS
3.1- Objelivo
Geral
Lcvantar
Malucelli,
3.2 - Objetivos
-
Analisar
-
Dctcrminar
-
I\valiar
-
dados
a obtem;ao
que
proporcioncm
ao
pre-candidato
de um maior mimero de votos nas
a Dcputado
Estadual,
Luiz
elei~ocsno ano de 2.002.
Especificos
a imagcm do pre-candidato,
0
publico-alvo
dentro sistema
FIEP de
Curitiba.
da Campanha;
quais as fonles de informa9ao
cscolha de
sells candidatos
Identiricar
que caracteristicas
avaliam durante
Luiz Malucclli
a Deputado
mais utilizadas
pelos eleitorcs
(FIEP-Curitiba)
Estadual;
c propostas
de campanha
a cscolha de sells candidatos
a Dcputado
os eleitores
Estadual.
(FIEP-Curitiba)
na
-
Propor direlrizes
Malucelli.
que balizarao
a campanha
para Deputado
Estadual
do candidato
Luiz
4 - JUSTIFICATIV
A
" As pessoas tleddem volar por suas pr6prias razoes,
quiser conquistar
0
volu de alguem, procure lembrar
COMERLATTO
VOIO."
o
a cada elei~ao.
o
politicos.
urn pais mais complexo
HaO e mais Hia fneil como antigamente.
frustra<;5es, reage, qucstiona
marketing
eleitoral
ser urn administrador
mais, duvidando
das
para os politicos.
sell
0 e1eitor amadurecido
e compelentc.
assume
Eleger-se
caracteristicas
Veneer
por seguidas
inten~oes e do passado dos candidatos.
precisa provar agora que, " apesar de politico",
honesto
0 marketing
0
(1993, p. IS)
Brasil loma-se,
uma elei~ao
niio pe/as nossas. Quando
como alguem ja conquistou
signifiea,
0
candidato
entao, resgatar
mais amp las que a simples
pode
a irnagem dos
disputa
eleitoral
a
curto prazo.
"0 desejo
Os politicos
e sistematica
representar
e a chave;
e/e reestrU/ura
que desejam
de suas irnagens
uma pequena
sobreviver
a rea/idade."
RUBIN
(1997, p. 12)
devem adotar estrategias
(p6s-rnarkcting
parte de urna estrategia
cleitoral).
de manutencrao
As carnpanhas
global de marketing
eleitorais
politico
continua
passarn
permanenle.
a
Os instrumentos de marketing passam a norlear os politicos em toda a vida publica,
estabelecendo uma imagem formada a longo prazo.
A consolida~ilo da c1asse polilica nesses paises so
e possive! quando
se percebe uma
continua preocupa<;ilocom as dernandas do eleitorado, e sua influencia sobre a imagem dos
parlamentares. 0 marketing permanente aproxim~ portanto, as decisoes publicas das pressOes
sociais da popula~ao.
o marketing politico permanentc represcnta
0
futuro proximo do marketing e1eitoral,
dcvendo contribuir de fonna gradual na consolida<;aodas institui~oes politicas do pais, bern
como nas passagens de uma democracia puramente representativa para uma democracia mais
participativa na qual as press5es do elcitorado efetivamente influenciam as deeisOes politicas
Na conjuntura atual, nota-se que uma campanha politica quando utiliza a ferrarnentas
do Marketing,
e
cOllsiderada bern elaborada estrategicamente, e minimizara riscos . Urn
excmplo de grande imporlancia historica
e
a campanha de Fernando Collor de Mello, em
1989, candidato ao cargo majoritario de Presidente da Republica. Segundo GRANDI,
MARINS E FALCAO (1992) a impressionanle ascensao de Collor, deve ser creditada
a
amplitude do projeto, que indcpendente da sua falta de experiencia politica, conseguiu se
sobrepor aos demais candidatos, conquistando a confian<;a dos eleitores .atraves de urna
imagem de "super-heroi" e "cayador de marajas".
5 - FUNDAMENTAf;AO
TE6RJCA
5.1 - Marketing
" Marketing
alravesde
o
lit"
e
a atividade
dirigida a salis/aquo das necessidades e desejos
humanQ
processo de tmea. "GRANDI,
marketing
dos empresarios
transformou-se
Origimlrio
natural para enfrenlar
indispensavel
de urn ambiente
e urn
Marketing.
Isso
a propaganda
erro. A propaganda
pode
seT
";ls lecnicas
o awmra
ca/ucar
lec11af6gico
seus
a
"rob/emu
idl.'afi=nrdo
proctsso
tnKrenagem
esta no ultimo estagio
genial, que
Pf(H/U/aS
0
de Marie/IIII:
gerou
resultado
I'(/$samm
"nlll
no mercado.
AfllrAeling,
com
de romuniror;iJo.
ele apresenta-
Como
n
propriarnenle
do processo.
dila
Se
0
com
0
Marketing
nao sera born.
a ler grande
slIpe'Produroo
do cmrsumo,
qu£ de~'£ria
do produia,
suo Jabf-icw;do.
de
para a sobrevivencia
competitivo,
desafio do mercado".
0
Normalmentc. as pessoas confundcm a propaganda
e mal feite,
(1992. p. 29)
FALCAO
em urn inslrumento
e de suas instilui'roes.
sc como "urn caminho
MARINS,
im(Jor/iincia
11a.~ l11du.1Irlos,
a problema
da produrda
que
upOs a Segundo
Guerra
Afundial.
comeraram
a ler problemas
esla"I'a re5O/1I;do.
era preciso
para
relo/I'er
ser refl(J''fltio
rom r,.gufaridade.
No fango perCllr50
entre
ali dtegur
ClS IIIdos do C01\Sllm;oo.-. a.HU",jll
irnporuinda
pt"lJf1<l8urtt/a
funcionando
contO
0
/ubrifIC{Jnlt
de
umo
0
0
compleJO
~
FlGUEIR£fX)appud
MANIfANF.U.I
(/988,
p. 8)
II
Tudo isso levoll, ratalmente,
marketing
desponta
sociedade
entrou na Era do Consumo,
necessidades
minimas
modificou-se
de maneira
urbana,
mas
a de trahalhadores
marketing
To market
em inglcs
designativa,
signifiea
MANZO
destinadas
(1996)
a ponta: da produ~ao
Em Marketing
vendendo
se apresenta.
afirma
ainda,
produtos,
a circula~ao,
podemos
sao formadas
sao determinados
as
da fOT.y8 de trabalho
de prodm;i1o da populacyilo
ou operarios
do palavra
especializados
ing/esa
Oll vender no mereado.
-
A Jerminafiio
0 sentido
e marketing.
no mereado".
MANZO
Marketing,
que qller
markel,
(1996,
e necessario
e
"ing"
liberal
do
p. 12)
conceituar
0
Do ponto de vista economico,
mercados
que
0
marketing
de atividadcs
levando-os
da circula~ao
substituir
mercado
ou menor
procura
0
urn conjunto
processo
sao
economico
de ponta
e da dislribui'Yao ao consumo.
(Iugares,
pelo numero
por pessoas que trabalham
pela maior
reune
a percorrer
a distribui~ao
a palavra
Ou seja, os lugares s6 sao importantes
as organizac;oes
a
ultrapassar
e pre~os.
a criar e consumir
por pessoas.
derivofda
exata do que significa
oode ele rnodemarnente
lugares, organiza~oes
OU
e a estrutura
a capacidade
escrit6rios
que nossa
a renda per capita elevou-se
como consumidoras,
No easo to market
"eomprando
medida
de consumo.
eomprar
do gen'mdio.
seria, portanlo,
ea
marketing
Para que haja cornpreensilo
rnercado
de
por gozar os beneffcios
A
economicas.
habitaryilo e vestuario,
tal, que nao 56 aumentau
"A origem do palavra
dizer "mercado".
das tecnicas
duas coisas aconteccram:
de alimenta~ao,
tambem
e ansiosos
em Massa. E nessa era que 0
do Consumo
Era
numero de pessoas conseguiram,
urn ponto que urn maior
conscientes
a
como a mais importante
organiza'Yoes
de pcssoas
para servir a outras
que as pessoas
fazem
e pre'Yos)
de que dispoem;
pessoas,
e prec;os
de urn determinado
produto.
Tudo que se produz
produtos
destinados
e para
ser consumido
ao uso de pessoas.
por pessoas ou por industrias
Consequentemente
em Marketing,
que fabricam
ao se estudar
0
"mcrcado"
para detem1inado
seu perfil,
0
emprego
produto,
a primeira
que ele dara
analisc a ser feita
ao produto,
a quantidade
e a tigura
que
usara
do consumidor,
de cada
vez,
a
freqUencia com que usan\ elc.
o
conjunlo
Em outras
de consurnidores
palavra:
grupos (familias
entende-se
ou segrnentos),
pcssoais ou suas necessidades
constitui
por mercado
consome
primarias
que em Marketing
0
0
grande
produtos
publico
com
0
se entende
por mercado.
que, individualmente
objetivo
de satisfazer
ou em
sellS desejos
e secundarias.
"Alraves de outro conceito desse paradigma
inleratividade . coneclividade e crialividade.
e
de marketing. que en/aaza a
possive! se dedicar ao pliblico-alvo.
monilOrando conslanlemenle sew; concorrenles e desenvolvenvendo wn feedback
transforma essa informarf,'liosobre
infimllQ(;{io."
McKENNA
Sintetizando:
depois
0
0
que
5.2 - Marketing
0
dc urn mercado
c quose
para ele,
de inventar
roi substituido
primeiro
0
produto
por planejamentos
que poderia vir a ser uma necessidade
e
que
para ele.
luo excilanle quamo
0
guerra, e flio perigosa quanta ela. A
se morre uma vez." Cl-IURCCHILL
appud GRANDI,
MARINS
(1992, p. 117)
Por ironia, Churchill,
elcitoral
0
de Marketing
Politico
e que no guerra ,wi
E FALCAO
pensamento
clicnte precisa ou
" A pof{lfca
diferenfa
que
mercado e a concorrencia em uma nova e imporlante
(1992, p. 4)
antigo
sair em busca
mostram
0
que sobreviveu
a pior
guerra destc seculo,
nao resistiu
a disputa
inglesa que se seguiu ao seu tim.
A natureza
alternativa
compctitiva
sedutora.
dos mcrcados
c\citorais
De fato, os movimentos
torna a comparac;ao
de conlTonto
encontrados
com a guerra uma
em uma
disputa
13
cleitoral
assemelham-se
Ataque,
defesa
as tt~cnicas empregadas
e aliam;a,
pelos estrategistas
sao Lemas tao familiares
militaTes em campanha.
aos generais
quanta
aos estrategistas
ao candidato
na husea da satisfa((ao
politicos.
o
pro fissional de marketing
e1eitor. Sua grande
ainda
e
larera
trabalha
mostrar
acoplado
aos candidatos
e seus assessores,
oulras
do
possibilidades
nao levadas em considera~ao.
e
"Marketing poiftico nilo
racional, /rliia de pesqll;sas
reais necessidades
Segundo
do even/a."
GRANDI,
nossa pais 56 agora
redemocratiza<;ao
eleitorais
que
e vigorou
delega/Yoes cartoriais
utilizado
politico
COMERLATTO
comc9am
0
Brasil
0
a
ser
das
ressailar
por politicos,
(1992),
descobertos
os periodos
como
de disputa eleitoral
mercado
ernpresarial.
a respirar
arrancou
do obscurantismo
posi<;oes
politicas,
que
tongo periodo
csta relacionado
na~ apenas
isolados. mas, como atividade
(1993, p. 49)
E FALCAO
com~a
a irnportancia
durante
de e:o,forfos
11m prodllio
conseqiiencia de um investimenlo ldgico, compativel com as
MARlNS
E importanle
marketing
e
imposto
nao
em
A
as praticas
passavarn
de meras
pelo regime militar.
que vender candidato
e sabonete
na~
e a mesrna
coisa. 0
corn a fornlU/yao da imagem
a iongo prazo e atualmente
mas tambem
pessoa
por qualquer
que deseje
e
projetar-se
publicarnente
Ainda dos rnesmos autores.
marketing
eleitoral.
0 eleitoral
de valor e mais subjetiva.
marketing
envolve
Existe
nao e capaz de alterar
dcspersonili.car
0
produto.
e feila
uma compara/yao
a "venda"
uma complexa
a essencia
entre
de pessoas
0
marketing
do produto-candidato.
prevalece
e
0
e suas ideias. A sua mensura/yao
troca de confiam;a.
Na decisao final, portanto,
de produtos
A melhor
Tentar
a essencia.
estrategia
muda-Ia
de
significa
5.3. - Estratcgius
Eleitorais
"Ao longo do caminho, voce ensinara seus olhos a apreciarem algo novo: a Q(;iio.Sell
olhar, sell modo de Jalar, sua inspira~iio, seriio reavaliados a partir da perspectiva de qlliio
estrategicos - Ollorlentados para a~iio - e/es siio. " RUBIN (1997. p. 16)
Segundo
com
0
MANHANELLl
intuito de destacar
definitiva
possivel,
assimihi-las
com
levando
0
nestas
objetivo
eletivo, e posteriormente
(1988)
entende-se
estrah~gia como a arte de impetrar
urn nome e suas qualidades
a<;oes, informa90es
de, no primeiro
alimentar
"(..) a estrategia
e
lUll
junto aos eleitores
de contelido
instante,
este conceito
elcger
0
ayoes
da forma mais clara e
que fa9am
0
eleitorado
dono do nome a urn cargo
e defende-Io.
plano de prazo mais fongo. Determina metas a serem
alcam;adas, bem como as linhas gerais trafadas para esse jim. Levantam-se apenas hipoteses
sobre a ac;iio e reafiio dos adversiirios, simulando
FALCAo
0
combale."
GRANDI, MARJNS,
(1992, p. 118)
Em politica,
a estrategia
deve ser utilizada
como se utilizam
guerra. Pode-se dessa forma concJuir que a definiyuo
que decidir a forma de combate
a ser considerada
estrategica
os generais
da campanha,
em tempo
e nada
de
mais do
na batalha pelos votos.
"A estralegia e a arte de manobrar usando nada mais do que urn gesto ou agindo
meramente pefa percepc;iio." RUBIN (1997, p. 30)
5.3.1 - 0 Elcitor
" So /iii lima via de se chegar ao poder: esludar a natureza humana e agir de acordo. "
RIORDAN
appud GRANDI,
MARINS
e FALCAo
(1992, p. 47).
Devido
parte
das
descobertas
MARINS,
Como
a universalidade
FALCAo
qualquer
feitas
em
(1992),
Lei
e a da
Segundo
possivel
PACHECO
utilizar
appud
do que ocorre
boa
GRANDI,
do posicionarnento
ser vistas como uma representayiio
Indiferenya,
de tomada de decisao
indiferenya,
paises.
e
eleitoral,
do eleitor.
com
0
eleitorndo,
de
exce~6es.
A prirneira
entrar na cabine
outros
de marketing
sao tres as leis fundarnentais
Icoria, as tn'?s leis devem
forma geral. cabendo
processo
dos conceitos
eleitoral.
indefini9ao,
Em seguida
predorninante
do voto e muitas vezes iniciado
A reduyao
indecisao,
gradual
simpatia
da indiferenya
0
decis6rio,
e explica
que
0
alguns dias ou horas antes de
obedece
cinco
etapa
distintas:
e adesao.
vern a Lei da Procrastina9ao.
prime ira e busea explicar
no processo
posicionarnento
Essa lei e, na verdade,
tardio do eleitor,
cornplementar
e a queda gradual
a
dos niveis de
indiferenya.
Por tim, a Lei da Efemeridade,
urn cicio de vida determinado.
desapareeem.
Esses ciclos
Cabe aos estratcgistas,
"a
podem
e
crescem,
atingem
ter uma durayao
de marketing,
opoio do povo
onde as ideias e aspira90es
Nascem,
detectar
da sociedade
seu apogeu,
curta,
de meses,
obedecem
desgastam-se
ou mesmo
a
e afinal,
dUfar anos.
os ciclos e avaliar sua importancia.
indispensavel. E um dos mais poderosos remedios que um
principe tem contra os conspiradores
e nao ser odiado pelo povo, pois
sempre quem conjura
acredila que 0 aniquilamento do principe salis/azoo povo. "MAQUIAVELLI
(1992, p. 96)
5.3.2. - 0 Candida!o
.. Nosso
poderosos
ulem
grande
do medida.
Nos pergulllumus:
medo
nao
Ii. nosso
"Quem
e0
de que
luz. nilo nossa
sou eu para
sejamos
Incapazes.
escuridao.
ser brilhunle.
Nosso
malor
medo
e que
tolenlOll)
e ineril'e/'l"
quem';
vue.! para nDo ser /lido isso~ ... nancar
0 pequeno
ni10 ajuda I) mundo.
Nao hd nodu
em encolher-5e
para qllR as olliros pessoas
tula J"e J"intam in.seguras
em ramo de \'OCe
Eo
permissilo
medida
paraJazer
que deuumO$
a me.!mo. ~
n055a propria
Ire: brilhar.
sejamos
que ma;:; nos amedronla
alraente.
inconscienlememe
damas
MANDElAappud
No wrdade.
de bri/hante
as oulros
peJSOlJ.!
RUAlN (1997.p. 15)
o candidato, segundo
(1994), JX>deser definido como
MATOS
as causas publicas eo eleitor.
elo de Jigac;aoentre
0
E prirneiro a vitrine dos partidos, das ideo!ogias, das estrategias
de marketing, de sellS ideais, tomando-se rnais tarde a pr6pria essenc!z de todos esses fatores.
Portanto, mesmo a mais bern elaborada das camp.anhas ini
,o=- ter;a
!;:,~ tentar
distorcer a
natureza do candidato, seu conteudo.
MANHANELLl (1988). diz que existem candidatos filceis de se,em t,abalhados em
campanhas e outros bern mais diflceis, devido a postura inicial apresentada pelo mesmo.
o
candidato de postura faci! e sociavel. com boa penetrac;30 no partido e na classe
profissional a que pertence, etc. Atraves de urn pequeno trabatho de expansao e manutenc;30
desta imagem, toma-se possivel conseguir 6timos resultados com pequena margem de eITO,
desde que 0 acompanhado sistematicamente por urn trabalho de avaliayao.
Ja
0
candidato postulado de dificil
e
0
e
inverso do primeiro. Nesse caso
necessario
realizar urn estudo das caracteristicas do candidato e , apos isto, fazer uma avaliar;ao dos
pontos positivos e negativos a serem trabalhados em campanba. Ap6s este confronto de
valores,
e
recomendado partir para uma estrategia que reverta os pontos negativos e
mantenha os positivos.
Isso varia de situac;ao para situar;ao. devendo ter, tanto
assessores, competencia suficienle para tanto. Toda postura
0
candidato como os
e recuperavel,
desde que se tenba
a humildade suficiente para detectar e reoollter os pontos fracos de uma candidatura e se
possun na assessoria, elementos com sensibilidade para desenvolver
0
trabalho.
5.3.3 - 0 Assessor de Marketing
W
Uma
boa as.v.uoria
dt!x11\'OI~idaJ qut! ct!rcam
aspeCIOJ pmmocionaiJ
politic(I
tla
camf)Qnha~ eieilorais.
com
(I
{lUllUfnfll0
0
de
marlt.ing polirico dnt!
dt!~11\'Olvimt!nto
E.ua
cxper/~ncla
princi(lllimenit
JO Je
aquelal
conMur
dt! uma campanha
e nect!:uidadCJ dt! romunlcClf80.
cam(lllnira.
qut!
Jt!
prafimdCImt!l1lt!
tltltoral.
mas lambi •••ii"
(ldqu/r •• alrav~.f
do
niJo
orividiuk~
a.1
!romentt! qlllllllO
flgada~ Ii ar ••
a operacional
acomfKlMamenlo
dCJem'of~'cm ii nfvcf municl(llli.
pcJJoal
quando
aOJ
t!
de
0 conlaln
i muilo mail fntlma ••inlemo. ~
1;IGUr:lREDO(1998.p.l~l
Essa percep~ao
condiyoes
distantes
do que
o
e recomendavel
eficazes
junto
das
e de seus adversarios,
e evitar
0
it agencia
vaivem
dentro
das
ficam muito
tecnico
numa campanha
Deve ser
quanta
0
as informa~5es
que necessario
atividades
eleitorais
e mesmo
para que esses possam
no decorrer
urn diretor
de
polfticas
defender
e
a que deva ter acesso
os profissionais
apresentar
deve tambem
ao candidato,
como
elo de ligayao entre a agencia
do
projetos
candidato
0
que
de comunicayao
os interesses
alem de organizar
de criayao
plano
do candidato
de materiais
e
da campanha.
Politico
da campanha,
das reivindicayoes,
sindicais
candidato
do candidato,
it assessoria
administra~ao
da agenda
de viagens
lideranyas
efeitos de campanha
(1988),
tais como:
controle
e cronograma
de cabos eleitorais
funciona
empresarial.
para remendos;
Para MANHANELLI
politicas
trabalhar
que normalmente
sempre
e os desta junto
5.3.4 - 0 Assessor
se possa
orientando
serviyos, bern como sua distribui~ao
roteiro
politico
a este suporte
sua atividade,
as peculiaridades
assessora
que
politicas,
teoricamente.
de marketing
oferecendo
para desenvolver
para
das campanhas
dentco de uma organizayao
o candidato,
quanto
importantlssima
da realidade
pro fissional
marketing
e
pnitica
e situayoes
e sociais,
e inumeras
supervisao
cabem
recepyao
e organizayao
de estrategica
politicas,
de comfcios,
politico
junto
de nivel politico
supervisao
sele~ao, cadastramento
nitidamente
as tareras
e encaminhamento
de aliciamento
e extrapartidflria,
arregimentayao,
outras atividades
do candidato
trabalho
na elabora~ao
intrapartidarias
junto ao eleitorado,
tempo integral dos assessorcs.
do candidato,
do candidato,
participa~ao
articuiayoes
politica
das alianyas,
capazes
e analise
a
do
dos
e orientayao
de absorver
0
['
5.3.5 - 0 Concorrente
"A primeiraforrya
e saber
A segunda
IIsar
eSlrategica
"(. ..) a concorrencia
musica, onde, ajustando-se
e 0 pader
a adquirir
que se aprendeu.
0
de ver,
e conhecer
ollvir
0
i"imigo.
" RUBIN (1997, p. 21)
em uma candidatura
0 Jom,jicara
a tonalidade
de uma
MANHANELLl
(1988,
pade ser comparada
mais grave ou mais aguda."
p.64)
o
candidato
e sua assessoria
detectar
qual a hora certa de mudar
com que
rOf
tocado pelo
tern que ter a sensibilidade
tom e, se preciso,
0
poUlica
a propria
musica,
suficiente
para
em consonancia
CQncorrente.
5.3.6. - A ComUniCaly80
o
grande
desafio
da comunica~ao
tanto barulho.
Quotidianamente,
mente humana
tende a simplificar
Uma sociedade
candidato,
0
dcsalio
nn sociedade
e
cada pessoa
supercomunicativa,
da comunical;uo
pr6pria do e1eitor comum ao processo
bombardeada
e recebido,
a que
e
fazer ouvir em rneio a
por milhoes
aceitando
de informa~oes,
a
apenas aquila que Ihe interessa.
paradoxalmente,
ainda
e se
moderna
comunica-se
mais prementc,
tendo
pouco.
Para
0
em vista a indiferem;a
eleitoral.
A arte de se fazer ouvir, de se comunicar
c persuadir
esta na identificacrao
do caminho
mais rapido para a mente.
GRANDI,
basicamcnte
MARINS
No Planejamento
mensagem
E FALCAO
em duas fases: Planejamento
a ado tar e
0
da Plataforma
publico-alvo.
(1992)
afirmam
da Plataforma
e
precis{)
que
a cDmunica,aD
e Planejamento
definir
0
objetivo
se divide
da Campanha.
de comunicacrilo,
a
19
J30 no planejamento
comunic39lJ.o,
e
de campanha.
os locais sociogeognl.ficos,
tim, a forma de dizer; sende
sensitiva
e nao 16gica, dependendo
ea
determinando
desafio
em definir
apresentar
de conceitu39ao
da capacidade
das elapas
recebida
peIo eleitor.
LALA
(1999)
pessoal
do processo
os canais
a mensagem
de
e por
eleitoral.
e 16gicos. A forma do discurso,
diretamente
mais complexa
a mensagem
se preocupar
esta ultima 0 principal
os Qutros falores citados sao estruturais
de se comunicar
preciso
com que freqUencia
Todos
ao contrario, e
do candidate.
de comunicac;ao,
A forma
encerrando-o
e
5.4 - Esferas e Poderes
De
"Estados",
acordo
com
se organizaram
ramos harmonica,
governamental
independentes
sobre
0
Esta disposir;ao
da
mas interrelaeionadas.
Os poderes
modemas,
Tal arranjo
as leis e se provou
previstos
juridicamente
chamadas
distribuic;ao do Poder politico
que regula
0
na constitui'rao
reduz
0
historieamente
acordo
risco de abuso
bene fico.
naeional
do Brasil
em tres
~o:
em seu rnais
Legislativo,
e Judiciario.
pais como
0
intermediario,
Brasil, que
e quanta
e uma
Brasileira
Federados
sao delados
Munieipios
Poder Legislativo
Federativa,
do pader politico:
num
temos no topo a Uniao Federal~ no nivel
e na base. os Municipios.
a Uniao detem a esfera mais ampla, a soberania
esHio entre os dotados
se neha inserido.
no nivel au csfcra de abrangeneia
Republica
os Estados -membros,
Na Federar;ao
o
nac;oes
consta de urn doeumento
Outra classifica9ao
Estados
as
urn sistema
povo, dfl legitimidade
alto nivel: a Constitui~ao.
Executivo
mediante
de autonomia
de autonomia
assume caracteristicas
constitucional
mas
nao
da
da Na~ao.
Os
soberania~
as
politico-administrativa.
pr6prias
con forme a esfera politica
em que
SA. 1 - Poder Legislativo
De aeordo com LALA (1999) em 1822,0 Brasil passou a eontar com uma AssemblCia
Geral da Nal(ao. A Constituiyao Imperial de 1824 ~ que dividiu
0
pais em provincias ~ dotou
as unidades territoriais de urn embriao de poder legislativo, os Consellios Gerais de
Provincias.
Em 1834 tais orgaos tiveram suas funyoes ampiiadas, passando
a se chamar de
Assembleias Legislativas. Atraves delas 0 povo p6de tomar parte mais efetiva na
administrayao de su.a propria provincia. A primeira Assernblt~ia Provincia do Parana foi
constituida em 1854, por 20 deputados.
o Poder Legislativo tern como funyao central a eiaboral(30 das leis, ao lado de exercer
outras tarefas constitucionais como a apresental(ao publica de assuntos de interesse dos
cidadaos,
0
debate sobre tais reivindical(oes de modo a agrega-Ias sob 0 interesse geral e a
fisealizayao politica dos atos do Executivo.
o
Poder Legislativo Federal
dois orgaos:
0
e
exercido pelo Congresso Nacional, que se divide em
Senado Federal e a Camara dos Deputados. Nos Estados 0 Poder Legislativo e
exercido pela Assembleia Legislativa. 0 Orgao Legislativo dos municipios e a Camara de
Vereadores.
o Legislativo exerce atualmente, na maioria dos parses urn conjunto de papeis que
variam segundo
0
grau de democratizaryaodo sistema politico. Assim, elc centraliza
0
poder
iegislativo, representa a vontade do povo, participa do controle sobre os outros Poderes e
promove a difusao da educayao politica na sociedade.
No exercicio da prime ira funyao ao Congresso (bern como as Assernbleias, nos
Estados), cabe organizar a eiab(ual(ROde leis, inclusive emendando a propria Constituiyao. A
tarera do Congresso recebe, pon!m, a colaborayiIo do Poder Executivo, atraves da sanyuo
(homologayuo) das propostas de leis aprovadas pelo Poder Legislativo.
Ao participar do controle sobre os outros poderes,
0
Legislativo opera dentro de urn
sistema de freios e contrapesos adotado para manter Poderes centrados no objetivo de
governar em beneficio do povo. Nessa fimyao,
0
Congresso e que aprova em defrnitivo os
tratados intemacionais; autoriza a declara1(uo de guerra ou confirma
0
tralado de paz,
referenda a escolha de altos funciomirios, etc.
o conceito
de Soberania popular expresso nas constitui1(oes dos paises democnHicos
dispoem que "todo
0
poder emana do povo e em seu nome e exercido". Para exercer essa
representa1(iIoda vontade popular,
0
Legislativo moderno funciona como caixa de ressonancia
da opiniuo publica.
o deputado fala em nome do povo. E por isso que muitas nayoes chamam seu orgao
legislativo de "Parlamento". Para poderem falar com independencia em nome do povo, os
Parlamentares sao inviohiveis no exercicio do mandato, por suas opinioes, palavras e votos.
Sao eles que formulam queixas ou denuncias em nome do povo, as quais em gerai obtem
repercussao na imprensa e causam altera.;oes no Estado da opiniiIo publica, for.;ando os
governantes a uma corre1(aode rumo, anula.;uo de atos ou mudan.;a de linha politica.
Desta libcrdade de conduta parlamentar decorre uma fun.;3.oimportante no Legislativo
moderno, a fiscaliza.;ao formal dos atos de outros Poderes. Para isto conta com
urn 6rgao especializado,
0
0
auxilio de
Tribunal de Contas.
No entanto, os estudiosos atribuem aos Parlamento Contemporaneos outro papel
fundamental: ao trazerem para
0
debate publico questCiesde interesse de grupo da cidadania
que reclamam solu.;3.o,eles vao agrcgando tais pleitos em consensos basicos que podem ser
atendidos.
Tal capacidade
conflituosa,
de resposta
reforyando
a legitimidade
funciona urn Legislativo
do Parana
LALA
afirma
(1999)
As
regras
estabelecidas
para
Assembh~ia
a fixarruo
hoje no Parana, existem
seus direitos politicos
do
federal.
54 Deputados
Para ser candidato
Democnitico.
do Parana
Legislativa.
de quatro anos, mcdiante
na Constituiyao
a deputado,
articulados
para solurroes nao
Por isso, se diz que onde
por mInima que seja.
que a Constituirrao
a
compete
pelo povo para urn mandato
o~ problemas
do Sistema
existe Democracia,
5.4.2. - 0 Legislativo
Poder Legislativo
social canaliza
numero
0 numero
estabelece
que
Ela se compoem
exercfcio
0
de deputados
do
elcitos
voto dircto e secreto.
e funrroes
do
Dcputados
estaduais
veria em fimrrao da populayi'io
sao
do estado;
Estaduais.
0
cidadao
precisa
ser brasileiro,
estar no exercicio
normal
de funcionamento
de
e ter mais de 21 anos.
5.5 - Assemblt'~ia Legislativa
Ainda do autor LA LA (1999),
chamado
de sessao legislativa,
dezcmbro,
sendo
seguintc.
Explica-se:
o corpo politico
povo, priorizando
do eleitorado.
0
perfodo
indo de 15 de fevereiro
que cIa s6 pode cntrar
0
of(;amcnto
autoriza
0
e a perra
Poder Executivo
este ou aquele programa
e
a 30 de junho e de 10 de agosto a 15 de
cm reccsr;o
ap6s votar
mais importante
a realizar
da Assembleia
oryamento
da atividade
dcspesas
administrativo
0
para
parlamentar,
com rccursos
0
ano
por eIa
rccolhidos
do
con forme a orientafYuo da maioria
A!t~m do perfodo regular
pelo Govemador
secretario,
do Estado
Tesoureiro,
a Assembh~ia
ou pela
Presidente
pode ser convocada
propria
de
Mesa
Diretora
Comiss6es,
em carater
(Presidente,
etc.).
quando
extraordimirio
1
secretario,
assuntos
urgentes
0
2
0
0
justificarem.
As
sessoes
acontecem
extraordinarias
sao realizadas
para discussao
de assuntos
Elas geralmente
de
segunda
a
quinta-feira
ordinariamente.
fora dos honrrios e dias das sessoes
especiais
ou cumprimentos
silo publicas,
mas podem
normais,
As
sess5es
sendo convocadas
da paula.
ser tomadas
secretas,
con forme decidirem
seus membros.
Na \isla de competencias
Estado,
a principal
da Assembleia
e de fazer,
suspender,
Legislativa,
interpretar
enumeradas
e revogar
pela constituiyao
do
as leis de competencia
do
ESlado.
Outras
Poder
funyoes
Executivo,
do Poder
funyoes
funyao politica adiciona!:
como uma ouvidoria
removido
organiza
ou Tcmponirias,
0
da Assembleia
precisam
uma proposiyao
mediante
Entretanto,
Interno,
a de representar
de lei que ela aprova
nao referendar
Estadual
intcrnas
sao fiscalizar
e controlar
de organizayao
povo em suas queixas
os atos do
de seus serviyos
e reivindicayoes,
e uma
operando
gera! da sociedade.
A fUByaO legislativa
projetos
Legislativo
administrativas
oriunda
e exercida
do Legislativo,
deeisao de uma maioria qualifieada
a competencia
sua Secretaria,
inclusive
da Assembleia
Parlamentares
do Governador.
Os
No caso dessa autoridade
tal ate se chama
veto
e pode
ser
dos membros.
e primitiva
e!ege a Mesa Diretora
as Comissoes
com a colaborayao
da sanyao do Govemador.
quando
ou constitui
de Inquerito
aprova
Comissoes
(CPIs).
seu Regimento
Permanentes
A Assernbleia excrcc ainda urna cornpetencia judicial de natureza especial: a de
participar do julgarncnto do Govemador e Secretarios
de Estado nos crimes de
responsabilidade.
A par do plemirio, que e a reunino de lodos os deputados para delibera~5es colegiadas
sobre as materias de interesse da Assernbleia, cia exerce suas fun~oes atraves de urn conjunto
de 6rgaos de natureza legislativa e adrninistrativa.
o
Plenario
ea
parte mais visfveI do parlamento para a popula~ao:
0
publico e a
imprensa acornpanharn os debates e votar;:oese as bancadas entram em controversia conforme
sua orientar;:aopartidaria. Mas os dcputados tamhCmse ocupam de amplas e variadas tareras participar;:aoem comissOes de ambito menor do que
0
plemirio, freqilencia a atos politico-
partidarios, acompanhamento de pleitos junto a instancias administrativas e atendimento dos
eleitores em seus gabinetes.
A Mesa da Assembleia
e 0 orgao
responsavei pela direr;:aodos trabalhos legislativos.
Composta pelo Presidentc, 1°,2° e 3° vice-presidente e cinco Secretarios, ela e apoiada por
funcionarios especializados no estudo das Leis.
As Comissoes Tccnicas sao grupos de Deputados com atribuir;:oes especializadas
dentro do processo legislativo. As mais importantes sao as Comissoes Perrnanentes, cada uma
aluando dcntro de detenninada area do interesse colctivo.
Atualmcntc runcionam na Assembleia do Estado do Parana as seguintes Comissoes:
Constituir;:ao e Justir;:a; Finant;as; Onramenlo; Agricultura, Industria e Corncrcio; Obras
Publicas, Transportcs e Comunicat;6es; Educarrao, cultura e Esportes; Terras, Irnigra~ao e
Coloniza~ao; Segurant;a Publica; Redar;:ao;romada de Contas; Turismo; Ecologia e Meio
Ambicnte; Fiscalizat;ao; Mcrcosul; Direilos HUinalloSc Cidadania; Defcsa do Consumidor.
A dire~ao superior da Casa de leis
consliluida a partir da Mesa Direlora.
e
exercida por urna Comissao Exccutiva,
A Comissao Executiva
e0
orgao principal de gestao da Assembh:ia e se compoe do
Presidenle, 1n Secretario e 2° Secretario. Atualmente seus titulares sao os Deputados Nelson
Justus (Presidente), Hermes Brand50 (Primeiro Secretario) e Augustinho Zucchi (Segundo
Secretario), com mandato ate fevereiro de 2001.
as deputados sao eleitos em lisla de candidatos apresentadas pelos partidos politicos.
Assim, os deputados eleilOSsob a legenda de urn partido integram a sua Bancada. Juntas as
Bancadas compoem
0
Plenario da Assembleia.
Para dar ritmo ao processo legislativo cada bancada partidaria escolhe sua Lideram;:a
de Bancada, 6rgao importante porque aglutina os parlamentares afiliados a urn Partido.
Na aluallegislalura
(1999/2002)
0
lolal de 54 depulados
da AssemblCia
do Parana esla
dividido entre doze Bancadas.
Em um plano mais geral exislem as Lidcrany3s do Oovemo e da Oposiyao.
Para cumprir suas finalidades de elaborac;:ao legislativa, fiscalizac;:ao politica e
representac;:aopopular, a Assemblcia precisa conlar com instalayoes e estrutura adequada.
Os servidores da Assemblcia estao agrupados no Quadro de Pessoal da Secretaria, sob
a Superintendencia do 1° Secretitrio.
1\
estrutura do Quadro da Secretaria compreende a Dirctoria Oeral, as Diretorias
Setoriais e a Procuradoria. A Diretoria de Servic;:os Especiais cnvolve func;:oes de
relacionalllcnto da Assembleia com a sociedade (imprensa, cerimonial, prollloc;:aode eventos
e gn'ifica).
o
Poder Legislativo do Parami ocupa
0
complexo de instalayoes "Palacio XIX de
Dezembro", agora denominado de "Centro Legislativo Deputado Anibal Khury", em
hOll1enagem p6stuma ao homcm publico que ocupou por mais veres a presidencia da
I\sscmblcia Legislativa. 0 conjunto
e composto por tn!s predios:
Centro Administrativo; 3- Anexo dos Gabineles.
1-
Edificio do Plemirio~2-
o
Edifieio
do Plemirio eompoem-se
da Casa de Leis;
administrativo
Centro
0
Administrativo
de salas para as sessoes
de salas para as sessoes
a realizac;:ao
de instalm;:oes destinadas
intemas;
e
0
Anexo
das sessoes
da Casa de Leis;
dos Gabinetes
0
Centro
abriga
escritorios
trabalho
altamente
a a<;110dos parlamentares
mediante
dos Deputados.
A Asscmbleia
inovador,
definido
Legislativa
por sua Mesa:
a captac;:ao das demandas
de abertura
de subsidiar
urn
programa
e valorizar
que, no limite, resultam
ao Parana,
de
dentro da dirctriz
no fortalecimento
do Poder
politica
Legislativo
basica da Demoeraeia.
Tais medidas
instalayao
0
cumprindo
sociais para me1hor respondcr
para a sociedade
como expressao
esta
de rede
parlamentares,
inc\uem,
Internet,
redistribuic;ao
no plano
interno,
a informatizac;H.o
treinamento
do corpo
funcional
dos espayos
inclusive
com
geral
dos serviyos,
e da assessoria
inaugurayao
com
tecnica
aos
da nova Biblioteca
c
Sala de Imprensa.
No plano
operativo
socicdade
civil
comiss5es
tecnicas,
elaborayao
das
conhecimento
() esforyo
paranaense
preve
faruns
leis;
ayoes
de debates
interiorizayao
da realidade
visitac;ao para estudantes
opiniao; articulac;ao
das rela<;oes do Poder
das
paranaense;
de Direito,
como
e outros
Estadual
a realizayao
de audicncias
a instruc;:ao do processo
para
e reunioes
do Parlamento
da
notadamentc
publicas
AssembU:ia
lovern,
com
COl11unica<;ao Social e simi lares, futuros
com outro cntes institucionais,
com
evenlos
atividades
alivayao
Legislativo
para
a
nas
de
0
estagios
de
formadorcs
de
a nive! rcgional,
federativo
c
do Mercosul.
Tais projctos
para reforyar
se transformar
0
de reestruturm;ao
papel institucional
no vigoroso
do Podcr
Legislativo
da Assembleia
Lcgislativa
porta-voz
do povo do Parana.
compoem
uma agenda
posit iva
que al6m de fazer as leis, deve
27
5.5.1 - Processo
Legislativo
De acordo corn LALA (1999),
elaboradas.
As diretrizes
gerais
e reile
EstaduaL 0 seu detalharnento
processo
0
e 0 metodo
legislativD,
processo
0
para
pelo qual as leis sao
legislativo
sao
da propria
Assembleia,
em documento
fixadas
na Constitui\=3.o
0 seu Regimcnto
Interno.
o
processo
ordimirias,
legislativo
compreende
a elaborayao
leis dclegadas,
dccretos
legislativos
e resolw;:5es.
As leis de\egadas,
decrctos
legislativos
e resolw;oes
Asscmbleia.
QU
Existem
Govcrnador,
e leis ordinarias
Constituiyao,
sao de cornpetencia
podem se originar
leis
privativa
da
de iniciativa
do
do Judiciario.
algumas
arcas
de
legisla~ao
onde
a
iniciativa
e
exclusivamente
do
como as de ordern financeira.
Qucr dizcr,
ludiciario
a Constituityao
As emcndas
Porler Executivo
a
de emendas
-tern
a competencia
cada urn dos dcrnais
capacidadc
exclusiva
ramos do poder constituido
de iniciativa
para centralizar
Porque a lei formulada
segundo
para propor
- a saber.
Executivo
leis. mas sO no Poder Legislativo
0
processo
C
0
processo
regular
elabora~ao
e
reside
dos textos Icgais.
e uma
garantia
para
0
cidadao
e a
assuntos
de
socicdadc.
5.5 .2- Elabora~ao
LALA
competencia
das Leis
(1999)
legislativa
ou de qualqucr
membro
afirma
que
do Estado.
as leis ordimirias,
Como vimos,
da Assembh;:ia.
Oll
comuns,
elas podem
tralam
ser de iniciativa
dos
do govcmador
A lei de iniciativa
lei de iniciativa
Govcrnador.
parlamentar
governamental
atraves de "Mensagem
Salvo
Comissoes
nos
casos
Tccnicas
A publicidade
previstos
do projeto
e Justiya,
que
passa pelas Comissoes
Por exemplo,
examinado
se
0
pela Comissao
Apos
receber
0
os projetos
a tres discussoes
e votaryoes.
de lei c obtida mediante
aprecia
a
deputado.
Assembleia
A
pelo
0
de
lei, apos
a sua
das
sua leitura dentro do Expedientc
de
a Comissao
de
projeto comerya sua tramitaryao:
quanta
parecer
constitucionalidade
vai
e juridicidade;
depois,
a ele relacionadas.
projeto
visa disciplinar
de Educ8yao,
parecer
de qualquer
apresentado
no Regimento,
A partir dai
Tecnicas
de urn projeto
Governamental".
sao submetidos
uma sessao da Assembleia.
Constituiyao
e aquela pro posta em projeto
provcm
0
funcionamento
de bares e restaurantes,
e
cultura e Esportes.
favonlvel
nas Comissoes,
0
projeto
e discutido
e votado
em
plemirio por duas vezes, mais a redayao fmal.
Aprovado
Governador
silenciar
0
projeto
do Estado,
sobre
Assembleia
0
deve,
de
lei,
ele
para apreciaryao.
projeto,
caso
obrigatoriamente,
em
e remctido
0 Govemador
que
0
apreciar
pelo
Presidente
da
pode sanciomi-lo
Presidente
os vetos
Assembleia
ou veta-Io,
da Assembleia
0
govemamentais,
Oll
ao
ainda
promulgara.
mantendo-os
A
Oll
derrubando-os.
o
ate final de tramitayao
depois de publicada
de lei e sua publicaryao
a lei enHa em vigor.
no Diario
Oficial
do Estado.
S6
6 - METODOLOGIA
6.1 ~ Delineamcnto
.. a
usado como
da Pesquisa
deli/Jeamento
11m
guia
o prescnte
110
da pesquisa
Oll
como uma pesquisa
seccional
transversal.
dadas de parte Oll de toda uma pOpUiaIY30
rela~5cs de fcnomcnos
que ocorrem
de pesquisa cross-sectional,
coletados
a esfrlltura ou plano
coleta e amilise dos dados. " CHURCHILL
cstudo configura-se
do tipo cross- sectional
e .\'implesmente
esfudo,
de levantamento
de levantamento
de avaliar
no ambiente
0
p. 33)
de delineamento
Na pesquisa
com 0 objetivo
naturalmente
(1995.
para
coletam-se
a distribui~ao
(KERLINGE~
e inter-
1980). No tipo
os elementos da IX>pulayao de interesse do pesquisador sao
em um unico ponto do tcmpo. (CHURCHILL,
(995)
6.2 - Populac;:ao e Amostragern
Segundo
devera
SELLTIZ,
possibilitar
WRIGHTSMAN
ao leitor identificar
e COOK
clararnente
(1987),
a descriyilo
quais foram as
de melodologia
reialtocs anaiisadas,
como
as variaveis
universo
foram definidas
e mensuradas,
de generaliza'l=ao da pesquisa
Com
0
intuito
de Icvantar
dados
utilizamos
como
plano
de coleta
qualitativa
e quantitativa,
dclinindo
de que forma os dados
e qual a amostra
para nos orientar
de dados,
amostras
foram coletados,
qual
c atingir
os objetivos
tra~ados,
de duas
tecnicas
0
se1ecionada.
a ap\ica~ao
diferentes
de pesquisa:
para cada uma, porem ambas
dentro
da mesma popula<;ao.
Para uma melhor compreenslio, SELLTlZ, WRIGHTSMAN e COOK (1987) definem
popula<;ao como urn universo
encontrados,
para
0
neste projeto, detinidas
qual os pesquisadores
desejam
gcneralizar
os resullados
"Funciomirios e Coordenadorias do Sislema
como:
FIE?, Sindicatos Patronais e alguns determinados municipios paranaenses", e amostra como
a sele~ao de um grupo de elementos,
extraidos,
sendo nesse caso: " J J 9
alim de descobrir
algo sobre a popula~ao
da qual foram
Funcionarios do Sistema FIEP de Curitiba"
6.3 - Plano de Coleta de Dados
A pesquisa qualitativa
e, segundo GRAND!, MARINS E FALCAO (1992, p. 94),
metoda pelo qual buscam-se ir!formac;oes atraves de
"urn
11m numero limitado, porem
representativo de elementos amostrais, tornando possivel a obtem;:do de opinioes em
profimdidade
Acreditamos
inconscientes,
entendimento
voto,
e detalhamento das razoes para determinadas posiroes
que
sera
assim,
posslvel
descjos,
em profundidade
permit indo
Quantitativa.
assim,
tais como
criar
relacionar
emo~oes
dos criterios
atributos
este
e intenyoes
utilizados
para
procedimento
das pessoas.
pelo eleitor
a e1abora<;ao
com
assilmidas"
os
processos
Ela proporciona
na escolha
do questiomirio
e defini~ao
da
urn
do
Pesquisa
A Pesquisa
estruturado,
pessoas
Exploratoria
com entrevistas
entre
0
questionarios
periodo
detectar
Partindo
prc-candidato
os questiomlrios
0
0
FALCAO,
0
e analisados
desconhecimento
de urn questionario
aplicado
tempo
medio
juntamente
dos entrevistados
a uma amostra
unitario
semicom
da apliea~ao
materiais
buscar
Diretorios
Luiz Malucelli
Politicos,
para assim,
abertas
tomar
de apoio
possivel,
conclusivo
0
professor
do qucstionario
profissionais
e fechadas),
corn
para com os assuntos
dai, nos obrigamos
Legislativa,
16
dos
(dados
orientador,
abordados,
quantitativo.
it
secundarios)
junto
da area e principalmente,
com
a construy3o
dcscritivo
0
de um qucstiomirio
, nao disfar9ado
e auto-
(Anexo 2)
mercado,
inlluenciam,
em profundidade.
11112/00 e
para a claborayao
A pesquisa
sobre
atraves
dessa forma, sua utiliza~ao
scmi-estruturado(questOes
preenchivcl.
a
deu-se
foi de 1:45 horas. ( Anexo 1)
impossibilitando
Assembleia
primarios)
individuais
de 20111100
Apos aplicados
foi possivel
(dados
e
quantitativa,
dcfinida
no que se refere
a formayao
como
"um instrumento
ii. an{ilise da opiniao
da imagem",
nesse
caso,
continuo
da popula9ao
do candidato.
de informayao
e dos fatorcs
(GRANDI,
MARINS
que
E
1992, p 83).
A amostra
foi de 119 pessoas,
entre
unitario de preenchimento
dos questionarios
6.4 - Plano de Tratamento
de Dados
Passamos
digita9ao,efetuada
entao
para
0
no EXCEL;
plano
periodo
de 05/04/01
a
11/04/01
eo tempo medio
foi de 9,30 min.
de tratamento
tabularyao,
social science) e amilise dos resultados,
0
dos dados
no software
S.P.S.S.
coietados,
sendo
10.0 (Statistical
sendo esta, uma amllise de frequencia,
a etapa
de
Package
for
apresentada
em
forma
de histograma
dirclrizes
de freqilcncia
que balizarao a campanha
6.5 - Limila~oes
entao.
para Deputado
consequentemente
Estadual
iniciar
a clabora~ao
das
do Luiz Malucelli.
da Pesquisu I Projeto
Ressaltamos
nossas pesquisas
para
que diante
para
tratur de urn cargo
eJeilores paranaenses
0
de fatores
iCYanlamento
com abrangencia
(oulros
como
de dudos
estadual,
municipios).
falta de tempo
a
e recursos
FIEP de Curitiba,
prctcndemos
estender
porem
fmanceiros
limitamos
futuramente,
esta pesquisa
por sc
aos demais
7 - APRESENTA<;:Ao
DOS RESULTADOS
CAMPANHA
E ELABORA<;:AO
PARA DEPUTADO
DO PROJETO
DE
ESTADUAL
7.1 - Amilise dos Resultados
7.1.1 - Perfil dos Entrevistados
Grafico 01 - Sexo (n~1l9)
51%
49%
F..:minino
Na composi~ao
entrcvistados
da amostra
obscrva-se
urn equilibrio
do sexo masculino (51 %) e feminino (49%).
muito grande
entre
0
numero
de
34
GrMico 02 - Grau de lnstru~ao
( n= 119 )
A"oll,,"'," ~ 1%
I'rimario
complclO/
ginasial
incomplcto
~
2%
.4%
Primarioincompkto
G'"",'ol,om,I""/,,,I,,,,1 '''wmpl'''' ~8%
Colcgialcomplcto/supcriorincompleto
••••••••••••
SuperiorcomplclO
No
quesito
superior completa
grau
•••••••••••••••••
de instrw;:ao,
a grande
maio ria dos
49%
entrevistados
possui
49 %.
Gnifico 03 - Faixa Etiria
(n=119)
Menosde20mlOS ••••
6%
21 a30rulos
••••••••••••••••••••
12~~
31 a40anos
••••••••••••••••••••
12~~
41 a50anos
~ •••••••••••••••
Maisde50anos
Em rcla~ao
••••••••
1I25%
12%
it faixa etaria, a concenlral(ao
esta entre 21 e 50 anos
(83 %).
fonna~ao
35
Grafico 04 - Estado Civil (n~119)
"1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1II4~~
&.Itciro
[)i\crcilrlJ/d:squitaoiJ
Vil!',O
Percebe-se
"1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I1I3~~
,,111111111
1
15%
12"/.
que quase a 50% dos entrevistados
sao casados
e em segundo
Jugar aparecem
os solteiros com 35 %.
Gnifico 05 - Renda Mcnsal
Ate R$
R$ 360,01 a R$
R$ 720,01 a R$
(n~119)
~2%
~
II%
___________
29%
______________
36%
R$ 1440,01 a R$
R$ 3600,01 a R$
Mais de R$
1-__
~-----14%
%
8
A renda mensa! oscila muito, mas a faixa de renda mais comum esta entre R$ 720,0 I a R$
3600,00 (65%).
36
Gnifico 06 - Cidade (n~ 119)
Como era esperado,
rcsidem na cidade de Curitiba.
Grafico 07 - Bairro (n~116)
em funyllo da
seieyao da amostra, quase 100 % do entrevistados
37
Grande parte dos entrevistados
(15 %) residem no Centro da cidade . Devido a quantidade
de bairros exiSlentes e citados nao houve nenhum que se destacasse
consideravelmente
em
relac;:ao aD Dutro.
Grafico 08 -Ocupa,ao (n~119)
Profi«ionallwe,al_4'10
I
!)"nodcpc~ucno"eg6<io~3~'
.3~.
E""d. 'C.3'';'
n
r
O,,'ra(,'i,id.dcniioc'rccificaJ~)
,,,".,~,,,..w~".
AP",enl'do.~
Agropecu"'''t
••
m
l'Y.
1~.
I
[)of'l<>/,6ciode"'''pre ••
Exatamenle
funciomirios
II!"
50 % dos entrevistados
sao funcioruirios
sem func;:ao de chefia, seguidos
com funyao de chefia (dircc;:ao, coordenac;:ao, etc) com 21 % . Basicamente
outras 10 opc;:oes, mantiveram
a mesma pontuac;:ao, se nao muito pr6ximas.
todas
de
as
38
7.1.2 - A valiac;ao dos Deputados
Estaduais
Gn'tfico 09 - Satisfac;ao com os Deputados
Como urn dos indicadores
(n=119)
da rccompra,
ou reeJeic;ao,
ea
por parte dos eleitorcs uma certa descrenc;a em reiayao aos politicos,
nao se considcram
Estaduais.
satisfeitos,
nem insatisfeitos
com
0
desempenho
satisfac;ao,
relatada
Atraves
dos apenas
18 % de satisfac;:ao abre-se a possibilidade
Legislativa,
oeste casc, Deputado
de Deputados
Estaduais
que
dos Deputados
de urn novo iotegrante
Estadual do Parana.
pelos cleitores?
(n=119)
54,6%
Conhc~o
Praticamente
o que demonstra
a melade dos eleitorcs
nao sc lembram
0
a indifercn9a com que estes veem e participam
nome de dois Dcputados
da politica.
ha
nos quase 50% que
das atividades
junto a Assembleia
GrMico 10 - Conhecimento
detectamos
Estaduais,
39
O"ifico II - Notoriedade dos Deputados (n~65)
,,%
NdwnJustU$
22%
AngdoVlnhoni
AtgllciTulio
Luiz C.rlos Manins
IS%
Nd\,oUCTaldin
12%
Tony Gardll
O,lundol'cssuli
''''
12%
IticnrdoChah
11%
Ruhcnslluc:no
9%
8%
CII"oQuinl'IID
Anibeli
CariosSimues
5%
S'Y.
.l
5%
1-lcrrncsUfand!io
RtnaIOGailChO~4%
Luiz Carlos
AI!)orguCII;
__
4%
Ademir Uicr ~
2%
I.!lioltush_2%
GerDldo Carl~rioO() _
2%
ScrgiooSPllda~2'Y.
L
Albor8UCIC~2%
1'3storl'ac7.)'k_Z'Y.
Air[onArQujo
~2%
Em seqUencia
Deputado
EstaduaJ,
Angelo Vanhoni e
0
a questao
anterior,
nome que apareceu
dcntre
as pessoas
mais vczcs roi
Aigaci Tulio, ambos com 22 %.
0
que
disserarn
conhecer
algum
de Nelson Justus ( 23% ). seguido
por
40
7.1.3 - Avaliayao das Funyoes dos Deputados Estaduais
,_1~---~
Gnifico 12 - Conhecimento
das Funyoes dos Dcputados
Estaduais
(n=119)
l
Novamente
dcsempenho
entra
em questao
0
das tarefas dos Oeputados
metade sabia realmente
conhecimento
Estaduais.
dos eleitores,
desta
vez,
analisando
Dcntre as 119 pessoas entrevistadas,
0
menos da
quais cram essas tarefas (42%).
Fun<;oes dos Deputados Estaduais (n=57)
Gnifico 13 - As
1
Auxiliarno<lcscnl'olvirncmodo
ESlado I municipio
•••••••••••••••••••••
AUXIliar/fiscalizaros3lOsdo
Govcrnador
28%
l
•••••••••••••••••••
•
ReprcSCllIarosdircilosdos
clcilOrcsno
1cgislativo
~ ••••••••••••••
20%
Cuidar/libcnn/aprovaro
•••••••••••••
orpmcmocsladual
Eiaborar/disclilirlaprcscmar
projC\OS
Elaborarlcriar/votarc
rcgulamcntar
Dentre
destacou
entrevistados
leis
.,%
as eitayoes
e prestar
fisealizador
18%
••••••••
~
fcitas
sobre
as funyoes
auxHio no desenvolvimento
dos deputados
(24%).
tambem
e
dos Deputados
do Estado e municipios
urn item de destaque
Estaduais,
a que
com quase 30 %.
entre as funyoes
ressaltadas
mais se
0 papel
pelos
41
7.1.4 ~ Elei90es para Oeputado
Estadual de 1998
Grafico 14 - Lembrafl<;a da escolha de candidato
na ultima elci<;ao (n= 119)
-1
I
I
Apcsar das e1ei<;ocs terem sido a tao pouco tempo atras, urn indice ahissimo
de pessoas
nao lembra em quem votou (60 %).
Gnifico 15 - Oepulado
cscolhido
fla ultima e1ei9ao ( n=49 )
,,,,,,,,,,,"==========-_,,,;-1
I
'_"'.C.d" M.n'",
T""y
I
Garcia
JuSljfjcO" "
Lcgcnda
"010
d~ p~rtjdo
"""UO"=,
1""""""""",-'%
L'·"ldSthe{'''.'~2''
=
42
Dentrc
Estadual,
os eleiLorcs que recordam
os tres deputados
que receberam
em quem
0
votaram
maior nlimcro
na ultima eieiyao
de
para Deputado
cita<;oes foram Algaci Tulia,
Anfbal Curi e Luiz Carlos Martins, respectivamente.
7.1.5 - Luiz Malucclli
Gnifico 16 - Notoriedade
(n=119)
l
43%
36%
21%
Ouvi falar
No intuito
publico-alva,
de Icvantar
inicialmente
Nao conhcyo
infonna<;oes sabre a irnagem do pre-candidate,
roi questionada
ouviram falar dele, e apenas 21 % nao
0
a sua
conhecem.
notoriedade,
onde
43%
0
junto
conhecem,
ao seu
36%
43
Gn'tfico 17 - Simpatia ( n=92 )
I
45%
27%
I
Niio
Sim
Nao~i
I
Na
entrevistados
consideram
precisa
avaliayao
que
0
do
aspecto
conhecem,
simpatico
ser desprezado,
(28%),
simpatia,
considcram-no
entretanto,
indicando
os
resultados
nao pode
que este
foram
simpatico. 0 percentual
aspecto
seT desprezado,
precisa
positivos,
pois
de entrevistados
indicando
seT melhor
GrMico 18 - Inovayao (n= 92 )
45%
40%
Niio
dos
0
que este aspecto
trabalhado
campanha.
Sim
45%
que nao
Nao sei
durante
a
44
Quanto a imagem de
mesmos 45% possuam
entrevistados
com
o clevado
alguem inovador. a avalia~iio roi ainda mais posiliva, pais embora os
opinioes positivas em rela~ao ao candidato,
percentual
de pessoas que
tambCm a espa~o para trabalhar este conceito
neste item,
e menor
opiniocs ncgativas em rclm;uo ao candidato
expressiva
0
percentual
de
(15%).
nao sabem avalia-lo neste aspecto (40%), indica que
durante a campanha.
GrMico 19 - Dinamismo ( n= 92 )
48~o
43%
9'.
N',
Sim
A imagem
anterior.
A
de dinamismo
maioria
perccntual
pequeno
Novamcnte
0
dos
possui
perccntual
do candidato
entrevistados
opinioes
segue
considcra
negativas
~I
N;1o sci
0
0
mesmo
candidato
do candidato
em
de pessoas que afirme nlio saber avalia-lo
padrao
Luiz
identificado
Malucelli
no item
dinfunico.
c
rela~ao a esle criH~rio (9%).
e elevado
(43%).
45
Gnifico 20 - Competencia
( n= 92 )
54%
39%
7%
NOO
Sim
o
candidato
dos entrevistados
e reconhecido
Luiz Malucelli
que
0
conhecem.
Gnifico 21 - Relacionamento
como competente
pOT
mais da metade
(54%)
Apcnas 7% nk'io 0 julgam competentc.
com Funciomirios
( n= 92 )
29%
25%
I~
Estc
rcconhecido
Ituim
e sem duvida
0
maior problema
como capaz, a pesquisa
mostrou
que
a
0
cnUie candidato
tcrn ern
maos. Apesar de
seT
insatisfa<;ao dos funciomi.rios com a pessoa Luiz
Malucelli ao aponlar urna quase que igualdade entre born e mau relacionamento.
46
GrMico 22 - Razoes do Mau Relacionamento?
(n=23)
87%
I
I
13%
FalUIUCl"TlContros
Dentre as causas apontadas
possibilidades
para urn cncontro
Grafico 23 - Preparay80
para
0
Falwlicsimapalia
como fatores que dificultam
0
relacionarnento
est<i a falta de
entre eles (87%) e a falta de simpatia do Luiz Malucelli
cargo de Dcputado
-I
(13%).
Estadual ( n=90 )
54%
Preparado
Mesmo
(54%)
considera
pensando
Naosei
Oespreparado
seT apenas uma pcsquisa universitaria, grande parle dos entrevistados
Luiz Malucelli preparado
para
0
cargo de Dcputado
Estadual.
47
GrMico 24 - Ernpreendedorismo
( n=92 )
53%
..
,
Nlo
Sim
o
candidate
dos entrevistados
Luiz Malucelli
e considcrado
U!TIa
Ndosci
pessoa empreendedora
(53%). Apenas 4% das pessoas que afirmam conhece-Io
consideram-no
pcssoa nao empreendedora.
7.1.6 - Fontes de infonna~ao
Informac;ao (11=119)
Gn'tlico 25 - Fontes de
Hor.mOl'oIiliconaTV
••••••••••••••••
Amigctiuu
•••••••••••
Fum.iliun.'!
OJl000r.fujms.Iwn..1'SC
I• •••••
2'),,10
••••••
29-/0
••
1-Ior;irioI'oliliooIIOR:idio
I
Sartirro,runflt:\Uicjomaiso.Jc.
77%
53%
••••
cal'fl3l1ha
2S'Yo
B''''''''~22%
I1tcl"1\:'1_2O"/.
Conicio_19%
J;JIJlarCSo.JcCon,r.llcl1li~
,.....18%
por mais da metade
urna
48
Analisando
Deputados
agora as meios de informayao
Estaduais,
0
53% respectivamente.
utilizados
horario politico e as amigos e familiares sao as mais cilados,
Nao houve muita disparidade
pode citar ate tres itens,
pelos e1eitores para a escolha de seus
0
Gnifico 26 - Caracleristicas
que se explica
e Propostas
0
somatorio
Conhcccrosprobicmas,anscioscncccssidadcsdccadarcgi~o:
ser superior a 100%.
Estadual ( n=119 )
••••••••••••••
73%
••••••••••••••
sau()cpublicu
Sncmprcendedor;
73%
••••••••••
50%
•••••••
34%
l.ularpclaprcsen:a~Jodomejoamb;cntc:
•••••••
34%
Estarprcscntcnosmunicipiosparanacnscs:
•••••••
Apoiara
!'ossuiruma
forma~~o
cduca~no;
••••••
supcrior:
•••••
Dcfcndcroaumcnlodcccursosparamicroscpcqucnos
~
Scrjovcm;_20%
DctcndcrnstlelicicntesfhicoS;_18%
I
_'4%
Ocfcndcrofinanciamcllloapcqucnosagricultorcs;
I'articiparutivamcmcdo,etorindustrial;
rcr oapoiodc
pcrsonatidadcsdcrcnnme
?crtcnceraumufumiliatrudicionuldoParana;
30%
129%
29%
•••••
emprcsarios;
no E~tado:
com 77% e
das OP90es e cada cntrcvistado
dos percentuais
de urn Deputado
Scrhoncsto:
Apoiara
no restante
27%
49
Na inten~ao de elaborar
julgarem
que
0
acham
fiJi dada a " oportunidade
urn plano de campanha
mais
importante
em urn Deputado
EstaduaL
" de os eleitores
Scm
causar
espanto,
apareceram empatados em primeiro Jugar os itens: ser honesto e conhecer os anseio
necessidades
de cada regiao, ambos com 73% dos votos, scguidos
emprcendedor
e Iutar pela preservaI;uo
por apoiar a saude publica,
e
ser
do mcio ambientc.
7. L 7 - Partidos Politicos
Grafieo 27 - Idenlifiea,iio
( n~119)
42%
J
24%
rFL
Fazendo
expressao
p,
PSDB
uma analise
no Estado,
voltada
assumiu
PM DB
it identificayao
Com
a lideran<;a com quase
PI'S
os cinco partidos
50%
das citayoes
politicos
de maior
PFL, seguido
0
pelo
PSDB, PT, PMDB e PPS.
Atraves
dcssas
citayocs
fracos de cada partido.
pelos
entrevistados
positivos
em Estados
boas administra~oes
feitas foi possfvc\
Os itens que pemlitiram
foram
suas
e Municipios
(34,5%)
boas
verificar
propostas
(59,6%).
e ideologias
Para
quais os pontos
mais fortes e mais
ao PFL ficar em primeiro
(25,5%),
0
politicas
PSOB
lugar em aceitm;ao
e administrw;oes
foram apontados
(31%).
Para
0
com
resultados
bons lideres (31 %),
PT os diferenciais
sao a
50
idcntiticayao
(22,7%).
com
Para
aparcce
0
0
0
povo trabalhador
PMDB
(50%), as ideologias
item que se destacou
0
PPS que destaca pelas boas propostas
politicas
[oi a idcologia
(27,3%)
politica
e as boas propostas
(57,1%).
E par ultimo
(40%).
Gnifico 28 - R~jei<;ilo (n~116)
1-
38%
11_I~i_,_• 7%
3%
PT
para
Fazendo
0 aposto
publico
entrevistado,
0
PMDB
PFL
da questao
anterior,
apareceu
analisando
em primeiro
PSDB
PPS
agora os partidos
de mellor aceitayao,
lugar
PT com 38%
0
seguido
pelo PFL,
PMDB, PSDB e PPS respeclivamente.
Em se tratando
violt~ncia / baderna
pontos devido
a [alta
Silua.;:aO complicada,
esta mal, ocupa
partidos,
temos
0
de rejeiyao,
(74,4%).
0
PT assumiu a lideranya principalmente
0 PFL que anteriormente
de articulayoes
politicas (37,5%)
esta desorganizado
havia sido
pelo item apoio a
mais aceito,
e as privatiza.;:6es estatais.
e sem articula~6es
(67,9%).
a 4a posi~ao em rejeic;:ao, por urn "problema"
a falta de organizac;:ao e articulac;:6es politicas
0
(85,7%).
perde
A posi.;:ao do PSDB
que atingiu
PPS na mesma situas:uo (100% das citas:oes para esse item).
agora
0 PMDB numa
quase que todos
Para confirmar
na~
os
essa afirma.;:ao
51
7.2 ~ Elaboratyao do Projeto de Campanha
7.2.1 - Publico-Alvo
Prioritario
tradll(;iio de target. Grupo de consumidores
" Pliblico-alvo,
dirigida, pr;oritariamenle
111110
pefa
au campanlla
Ofiio de comunicafiio ou marketing.
Delinimos
elaboralrao
como
de propostas
Grupe FIEP (Fcdera9ao
Patronais
aqucle
divide-sc
das Industrias
Grupo Curitiba;
-
Grupo de Agricultores
e Industriarios;
-
Grupo de Municipios.
(Anexo
Definimos
cstratcgias
e
aos quais
alllra
(1998 p. 10)
grupo
que
influenciara
de
forma
direta
nn
em 4 (quatro)
grandes
grupos:
do Estado do Paran{l), Coordcnadori.as
(Anexo
3) e
(Anexo 4);
-
7.2.2 - Publico-Alvo
all prospects
bem como qua/quer
de campanha.
Nosso pllblico prioritario
Sindicatos
" FLECK
prioritarios,
de propaganda,
5)
Secund;:'irio
como secundarios,
da campanha.
aqueles eleitores
que indiretamente
serao atingidos
peJa's
7.3 - Diretrizes que balizaraa a campanha do Luiz Malucelli
7.3.1 - Organograma
o organograma
proposto,
disp5e de algumas fum;:oes que consideramos
ser importante
salientar:
CONSEU-IO
POLITICO
7.3.2 - Descrir;ao das thm;ocs
7.3.2.1 - Chcle de Campanha
E
a homem
geral entre tadas
representani
forte da campanha,
as demais
lunr;6es,
que devera desempenhar
supervisiananda
a candidato em todas as decisoes administrativas
a funr;ao de caardenadar
a desempenho
da campanha.
de cada
setor
e
Desde
0
inicio,
c
esseneial que
0
candidato deixe claro scr de
0
homem de sua
absoluta confian9a, e portanto, invulnenivel as intrigas ou eventuais tenlativas de articula90es
que visem enfraqueee-io.
E uma das pOllenspessoas que terao, durante todo 0 tempo,
a visao global de Lodas a~
atividades e estratt~gias cmpregadas na campanha, embora MO seja, ele proprio,
0
sell
principal estrategista.
o
chere de campanha deveni ainda ter qualificaf;ao suficiente para servir como
"coringa" sempre que necessario, preenchendo eventuais ausencias ou auxiliando qualquer
area sobrecarrcgada, identificando falhas ou problemas de qualquer natureza.
E
importante que este possua, alem da absoluta e irrestrita confian~a do candidato,
uma serie de qualifica~oes, entre as quais sc destacam a inteligcncia, objetividade, expericnCia
e excepcional capacidade de improvisa~ao.
Devera ser uma pessoa senslvel e sociavel, conhecedora das fraquezas e necessidade
humanas, tolcrante sem chegar
a
pennissividade, Ler alguma no~o de politica partidaria e
eSladual e, principaimenle, ser eapaz de exercer seu poder com seguran9a e sem
protecionismo de qualquer especie, para que se evitc
0
problema de isolamento do candidato
por excesso de prote~ii.o.
o candidato devera lembrar que a sua fun9uOprincipal e de administrador
geral e que
sell cnvolvimcnto inadcquado em ullla ou outra I.i.reaexecutiva da eampanha rara com que
perea a coordenac;uogerai e a visao vital para 0 correto desenvoivirnento de sua fun~ao.
7.3.2.2 - Coordcna~ao e adrninistra9ao das alianc;as
Entre as fUIlC;ocsdo responsavei por esta area, esta inclusa a supervisao e
adrninistrac;uo do trabalho que sera dcscnvolvido por lodos os aliados politicos e cabos
eleitorais que 0 candidato tiver trabalhando a seu favor; adrninistrar;ao e supcrvisao de quotas
de materiais a serern distribuidas para a efetivacyaodo trabalho de campo, rece~ao, triagem e
acolllpanharnento das reivindicacyoes feitas pelos aliados ou cabos eleitorais, supervisao de
comicios, acompanhamento e analise da estrategia e amilise de seu impacto junto ao
eleitorado, selecyao,treinamento e supervisao de eabos eleitorais.
Para atender melhor as necessidades do Luiz Malucelli, a coordenadoria devera ser
desmcmbrada, agregando
a
sua subordinar;ao uma administracyao centrada em Curitiba, e
subdividindo-se em coordenadorias municipais, cobrindo assim a extensao do estado.
o administrador-geral
das alianr;as devera ser, de preferencia, urn politico vetcrano ou
ex-politico ou ainda, algucm que tcnha desempenhado funcyoes de articulacyao junto a
politicos, pais a func;aorequ!,.1"
muita experiencia e no minimo, muita sensibilidadc politica e
capacidade de articulacyuoc cornposicyao.
Administrar aliallc;as requer conhecimentos das "manhas" e muita habilidade em
contornar problemas causados
por reivindicar;oes impossfveis de serem
alendidas,
"ccJamacyoesde fitlta de atencyiio, insuliciencia de condic;ocs de trabalho, etc., sendo
imprescindivel que 0 titular desse posto saiba como dizer nao scm perder
0
aliado.
Devcra ter sensibilidade na avaliacrao das reivindicacyoes,encaminhanrlo ao candidato
apenas aquelas de real importancia e interesse ao candidato, atem de fazer urn trabalho
permanente de rciac;oespublicas junto aos colabaradorcs e cabas cleitorais rnais importantes,
a fim de manter elevado a moral desses aliados.
Ao delegar essa {lreaao sell elemento de eonliancya,0 candidato devera orienta-Io no
sentido de que nao procure fazer tudo sozinho, deixando chegar ao conselho politico e
a
coordcnaC;iiode ac;uode m;ao poUtica todas as informac;oesou problemas cilconlrados - pois
geralmentc as pessoas com essas caracteristicas sao excessivamenle centrali7..adorase auto-
55
suficicntes,
esclarecendo,
integruyao
dcsde logo, a importancia
do trabalho
em cquipe e a necessidade
da
entre tadas as areas da campanha.
7.3.2.3 - CoordcnaC;8o da 8yaO politica
Sob
essa
campanha.
coordenadoria
0 coordenador
especificas,
sc abrigara
da 893.0 politica
cuja coordenadoria
resultara
0
centro
rcullini
de
pre-formular;ao
estrategica
sob sua responsabilidade
na definir;80
e efetivo
cmprego
divcrsas
da
areas
das estrategias
e
8'Yoes Hit icas.
Entre as principais
- Analise
orientar
0
das Alianr;as
candidato
cada municipio,
influeneia,
areas sob sua responsabilidade,
C0
lais como:
alian~as
A ~'irea
politico
vota'fao
de levantar
informar;oes
que passu
sobrc quais as aliamr3s ideais para a candidatura
obtida
em elei-roes
firmadas
na identilica-rao
e
tecnica.
pois
e sua illlpicmenta~ao
0
passadas,
pelos pesquisados
de interesscs,
coordenados
por um pesquisador,
e mct6dico.(Anexo
trabalho
estrah!gico
a cargo do candidato
a contratacrao
e outras
redulos
e outros
cleitorais,
candidatos,
informa-roes
em
area de
possiveis
de caratcr
pessoal
ou indica~ao
e politico
a cargo
e seu administrador
de seus integrantes
ou outro clemento
ticara
do conselho
das alian~as,
entre os colaboradorcs
dot ado de boa capacidade
0
que
voluntarios
de organiza~ao
5)
- Comunica~ao
da produyao
seter cncarregado
as seguintes:
aliado.
possibilitani
publicitario.
0
politico
posleriormente
argul11enta-rao baseadas
de cada possivel
c
-
consclho
destacam-se
-
e
recomendavel
que esta area seja entregue
pois assim estes delerminariam
de mmes,
grau de conhecimento
jing\e5,
C
audi.ovisuais
orientacrao tccnica.
a
coordena~ao
de urn
toda a cria~ao e redacrao. bem como a supervisao
e OU\1:05 serviyos
espccializados
que exijam
alto
- Coordcnayao de matcriais - devido a imporHincia dcsta area, suas caracteristicas
mereccm exposi~ao em destaque junto as coordenadorias principais do organograma sugerido,
cabcndo aqui, apenas dizer quc esta devenl ser subordinada ao coordenador de a~ao politica
devido a sua importaneia estratcgica e ao volume de recursos financeiros que envolve. (Anexo
6)
- Assessoria de Imprensa - Uma das funyoes da Assessoria de Imprensa
e de preparar
o candidato para que possa ganhar esparro nos vefculos e exito nos seus contatos com
jornalistas, orientando-o sobre caracteristicas de cada vefculo e sobre a melhor maneira de
conduzir as suas entrevistas, cvitar "escorregocs" ou situayocs que possam resullar
embarayosas.
Alcm de redigir e administrar os releases da campanha,
0
profissionai da area deveni
procurar manter abertos lodos os canais de comunic3<;ao.realizando um trabalho de relayoes
publicas pcrmanente com os jomalistas. semprc pronto a prestar favores e dar declarayoes e
semjal11aisfalsea-las. podendo, quando muito, omiti-Ias - e somcnte em ultimo caso.
TmnbCmcabera a cle transfonnar em nolicia um fato que possa promover
alertando-o
C
0
candidato,
orientando-o sobrc a melhor maneira de aproveitar as oportunidadcs que possam
abrir espayo.
Oulra alividadc importante c
0
acornpanhamento das posiyocs, espayos, accrtos,
Oll
erros do candidato c de seus adversarios, nos jomais, revislas, programas de entrevistas e
I'l"'hales,sugerindo caminhos e estrah~gias que ele pode adotar para melhorar suas posiyoes
junto a imprcnsa e a opiniao pllblica, ou anulnr vantagens ali conquistadas pcr seus principais
adversarios.
Cabera ainda, e finalmcnte, ao assessor de imprensa preparar
0
candidato para
enfrentar os debates, ensinado-o a usar a linguagem de cada veiculo e treinando-o em cnsaios
simulados, apos os quais deve aponlar e corrigir erros de poslura c eolocayoes que the seriam
prejudiciais, sc cometidos no transeorrer da cnlrevista real. (Anexo 7)
- A\!ao politica - esta area dedicar-se-a exclusivamente ao trabalho de manuteny3.odos
chamados grandes eleitores, constituido relo publico-alvo ja determinado, incluindo ainda,
sociedades de amigos de bairro, escola de samba, seitas ou organizayoes religiosas, clubes,
etc., que merecem tratamento privilegiado por parte do candidato , em virtude do seu poder de
voto. 0 setor deve ser administmdo por elemento de confianya do candidato, com cxperiencia
poHtica ou dOlado de excclente voca<;aopara rcluyocs publicas, ou ainda clemento com boa
vivencia na area sindical.
7.3.2.4 -
Coordenayao de matcriais e serviyos
Basicamcntc, a atividadc desenvolvida ncsta area sera a de compra, administrayao de
estoques e distribuiy3.ode materiais ou contratayao de serviyos destinados
a campanha,
0
seu
correto equacionamento permitira lima cconomia bastante considcravel e assegurara
tfanqUilidade ao desenvolvimento das atividadcs subordinadas
a
administra<;aodas alianyas, 0 que c de fundamental importancia para
area de coordenayao c
0
sucesso desla.
o profissional que oeupar esta fumrao devera gozar da absoluta confianya do candidato
c acumular bons conhecimcnlos do mcrcado fomeccdor a das caracteristicas dos materia is e
serviyos que dcvcra adquirir.
Sugerimos a altemativa de contralar
0
serviyo de um empresa especializada no
fornccimcnto de material e serviyos promocionais l1aarea politica, que hoje existem em varios
cstados do Brasil e que dispoe de uma estrutura que permitc ao candidato centralizar suas
necessldadcs nesta area nurn unico fomecedor. a pr~os e pra7..osde entrega precstabe\ecidos,
ofcrecendo a seus c1ientesa possibilidade de fechar
0
pacote completo.
Resumindo
em poueas
palavras,
a fum;ao de urn eoordenador
que
eSlejam
no
providenciar
para
quantidade,
qualidade
estes
lugar
certo,
na hora
de materiais
certa
e servi<;:os
e em condi'foes
e
de
e pre<;:os adequados.
7.3.2.5 - Coordcna<;:ao Opcracional
As fUll(rocs desenvolvidas
com transportes
distribui~ao
revisao,
da campanha,
de quotas
ncsta area sera
de gasolina,
etc., alem daquelcs
0
controle
lais como 3ulom6veis
controle
servi~os
paine is, sCfvi<;:os de sonoriza<;:ao
e administra~ao
pr6prios,
de viagens,
considcrados
manuten~ao
operacionais,
de comicios,
Illolltagem
das necessidades
de terceiros,
estabelecimento
e servi~os
como
coloca'fuo
c desmontagem
e
de oficina
e
de faixas,
de palanques,
pinturas de muros, etc.
Fun<;:50 tccnica
campanhas
menores,
encarree.arao
que
ser delegada
a colaboradores
uma vez que a area e subordinada
de segundo
a outras
escalao
coordenadorias,
nas
que
se
de fazer a supervis<10.
7.3.2.6 - Coordcnm;uo
Funciona
Abrigara
poden)
lima
importantcs
administrativ3
como
mcm6ria
ccntral
servi<;:os
de
a
processamcnto
campanha
processamento
de ctiquetagclll
reivindica<;:oes,
das quotas
nCl.:cssidades
de
sistemas
da organizayao,
como
de
informatizados
dados,
arquivo
0
e expedi<;:ao
de materiais
aicm
de
de concentrar
nominado
de
lislagens.
mala-direta,
contabilidade,
de
areas
da
os controles.
CPO,
que
estatisticas,
controle
c gasolina,
oulras
de
todos
etc.,
de
prcstanl
proje<;:5es,
andamento
alem de atender
campanha.
lais
como
dc
as
0
cadastramento de cabos elcitorais, de eleitorcs, controlc da arrecadm;ao financeira da
campanha, etc.
Apesar da sua importancia, devera ser a area mais formal e lecnica da campanha,
a mais facil de ser preenchida pelo candidato, bastando a este contratar urn born profissional
na area de informatica, responsavel e dinamico. Quanto aos programas, sugerimos que
0
candidato adquira-os juntamente as Softer Hauses (empresas especializadas em programa-rao
de computadores).
CoordcnalYaoFinanceira
7.3.2.7 -
E
uma area de primordial importaneia dentro de uma campanha. 0 responsavel por
este setor, dcvera desenvolver e coordenar todas as atividades arrecadadoras da campanha,
junto aos candidatos aliados, empresarios, sindicatos e associa~oes, indcpendente de estas
serem rcalizadas em dinheiro, material ou qualquer tipo de apoio logistico (gasolina,
transporte, etc.).
Desnecessario seria dizer que a pessoa designada para essa funyao devera ser da mais
absoluta COnfially3do candidato, prcfcrencialmentc, urn parente proximo, pois devera ser
reconhecido pelos colaboradorcs ou financiadores como interlocutor valido para a transalYao,
com poder de dccisao e de assumir compromissos em nome do candidato.
7.3.2.8 -
CoOrdell3IYaO
da agenda
Esta
c
uma atividade
importanLissima, embera discreta, numa campanha eleitoral.
Quem devera eslabelecer os compromissos assumidos pelo candidato em funyao da
importancia ou prioridade C
0
conselho politico. Entretanto. a memoria do candidato devera
60
ser a agenda,
ou
do
cujo coordenador
compromisso
entrevistas;
recomcndado
dcterminar
comitiv8S,
Alem das fUllyoes descritas,
pcssoal,
acompanhamcnto
Aqui dcvera
desmarcar
as
as
muni-Io,
no
palestras
para esta finalidade,
compromissos
agcndando
atividadcs
e rcuniDes,
pelos
outros
que poT motivQ de qualquer
novas datns, etc.
secretariar
comuns,
0
como
candidato,
cuidando
encaminhamento
de sua
de cmprego,
etc.
se conccntrar
da campanha,
cxecutadas
pelas coordcnadorias,
do candidato,
linanceiros,
como
0
poder
a delinicrao
diretrizcs
decis6rio
problemas
Oll
tatieas
para a elaborayao
para os eventuais
analise do cOl1selho, estudo e aprova9ao
e se estabelecera
das alianyas.
ctc., alcm da aprovay3.o
soluyao
aprec;<:H;ao de sugesWes,
campanha
marcar
e organizar
Politico
estrategica
assuntos
como
do candidato;
em seus discursos,
da agenda
cabera a agenda
e demais
de solicitayoes,
7.3.2.9 - Conselho
discurssos
lais
providenciar
da entreviSla
etc.
nao possam mais sec cumpridos,
correspondencia
candidate,
de viagem
utilizar
it coordcnayao
ao
lodos os dctalhes
das audiencias;
os rotciros
TarnbCm sera fum;ao da agenda,
natureza
conselho
que dcvera
seT comunicados
selores da campanha,
de providenciar
e dalas
e viabilizar
ccrto, de informayoes
que deverao
pela
os honirios
fazeT reservas
momento
sc cncarrcganl.
informayoes
da plataforma
dos
para cada area. diseussao
dos
de ambito
trazidos
de pCyas publicitarias,
a formulayao
e acroes a serem
do programa.
do on;;amento
problemas
toda
eleitorais
pelos
interno
da campanha.
coordenadores
pesquisas,
supervisao
para
a
geral da
c am'l.lisc de sells efeilos junto ao eleitorado.
Do conselho
de campanha,
0
politico
coordenador
dcverao
participar,
da a93.0 roliliea
em carMer permanente,
e
0
coordenador
0
candidato,
da agenda,
0
chere
estc ultimo
na
qualidade de seeretario das rcuniocs. As dcmais coordenadorias participarao apenas quando
convocadas para discussao de assuntos re1acionados as suas areas de responsabilidade,
podcndo ainda dele participar politicos aliados, um publicitario e oulros convidados pelo
candidato, quando este julgar conveniente.
A sugestilo e quc as rcunioes do conselho 3cjam realizadas em duas etapas distintas. a
primeira com a participa'tao de todas as coordcna~5es e convidados especiais, ondc se trariam
problemas, sugestoes, informa~oes sobre
0
andamenlo da campanha e outros assuntos e
questoes a serem resolvidos pelo conselho politico. Nesta,
0
candidato se absteria de tomar
posi~oes definitivas, comprometendo-se apenas a estudar as questoes em pendcncia para
posterior defini~ao a respeito de suas dctcrmina~ocs sobre as mcsmas, aproveitando a reuniao
pant motivar seus auxiliares e dctenninar a~oes baseadas Ilas decisoes tomadas acerca de
tcmas pendentes em reuniocs anleriores.
Na scgunda clapa
c
quc
0
candidato dcvera tomar as decis5es, em conjunlo com seu
chefe dc campanha e seu coordenador de a~ao estrah!gica.
Essa
c
uma boa sugeslao, pais sera importantissimo que
pader decis6rio da
0
campanha seja eoncenlrado num nucleo restrito, a fim de se evitar longas e eslereis
discussoes, palpites, acirramenlo de posir;:ocse OlJtrOSproblemas que poderao ocorrer. Alem
disso,
0
candidato tera a oportunidade de parecer democnltico, ao ouvir
0
que cada um lera a
dizcr, mas devera tambCm pareccr seguro e flrmc nas decisOes que tomara.
A outra vantagem de realizar reuni5es em duas etapas
e que essa
pratica possibilitani.
ao candidato manter cada coordenador informado somente das decist5es que Ihe digam
respeito. asscgurando assim, maior sigilo e seguranr;:a quanta a informa~5es c taticas que
dcverao perrnaneccr secretas em funr;:aode sua natureza e objetivo.
62
7.4 - On;amentos da Campanha
Nos itens a seguir descrcvemos quais deverao seT os principais gastos de campanha de
Luiz Malucelli.
7.4.1 - Sahirios de Conrdenadores
Tabela 1 - Salarios de Coordenadores e Servi~osTercerizados
Chefe de Campanha
R$ 2.300,00
Coordenador e Administrador das alianryas
R$ 1.700,00
~Coonlell
R$ 1.200,00
\ da Aryao poHtica
Servi.yo Tcrcerizado de Comunicaryao (Agencia de Propaganda)
R$ 12.250,00
Coordcnador de Materiais
R$1.500,00
Servityo Tercerizado de Assessoria de imprensa
R$ 8.033,33'
Coordenador Operacional
R$ 900,00
Coordenador Administrativo
R$ 600,00
Coordenador Financeiro
R$ 2.500,00
Coordcnador da Agenda
R$ 700,00
CUSTO TOTAL MENSAL
Ressaltamos
COM COORDENADORES
que os valores citados
acima
R$ 31.733,00
sao Illcnsais e dcstinados
unicamente
aos
coordenadores e chefes da campanha. f1cando a criterio destes e do proprio candidato a
contrata~ao de auxiliares e demais pessoas que venham a fazer parte da equipe funcional da
campanha.
7.4.2 - Matcriais Prornocionais
Tabela 2 - Matcriais Promocionais
QUANTIDADE
PRODUTO
PRE<;:O UNITARIO
TOTAL
Chaveiro
50.000
R$ 0,18
R$ 9.000,00
Caneta
80.000
R$ 0,29
R$ 23.200,00
Porta Lixo
50.000
R$ 0,25
R$ 12.500,00
Bone
40.000
R$ 1,25
R$ 50.000,00
Carniseta
60.000
R$ 1,95
R$ 117.000,00
Bola Plastica
30.000
R$ 0,56
R$ 16.800,00
CUSTOS
COM MATERIAlS
PROMOCIONAlS
(4 Meses)
R$ 228.500,00
7.4.3 - Custos Fixos Mensais de urn Escritorio Politico
Tabela 3 - Custos Fixos Mensais de urn Escritorio Politico
Aluguel
R$ 1.200,00
IPTU
R$ 88,00
Sanepar
R$ 70,00
Copel
R$ 160,00
Assinatura de Jornais
R$ 124,00
Telepar
R$ 700,00
Combustivel
R$ 1.300,00
Provedor de Internet
R$ 160,00
Matcriais de higicnc, limpcza, cscritorio, cozinha, ctc.
R$ 400,00
TOTAL DOS CUSTOS
R$ 4.202,00
flXOS
MENSAIS
7.4.4 - Janlares
o
or~amento
para esle item depende
participar do evento. Para proporcionar
do numero
de eleitores que sera convidado
ao candidato uma oportunidade
os eleitores e expor suus propostas com maior Htcilidade. reduzir
0
de familiarizar-se
numero
a
com
de convidados
e
uma boa op~ao.
o
orryarnento que sent cilado abaixo
e respectivo
havendo oscilary6es de valores de acordo com a quantidade
a urn jantar de trinta convidados.
de eventos que se realizadio.
Tabela 4 - CUSIOTotal por Jantar
Came para churrasco
R$ 45,00
LingUirya para churrasco
R$ 24,00
8ebidas
R$ 50,00
R$ 15,00
Acornpanhamentos
CUSTO TOTAL paR JANTAR (n
30 )
R$ 134,00
7.4.5 - Cuslo Total dos On;amentos
Tabela 5 - Orryamento Total Mensal
Salarios para Coordenadores
R$ 31.733,00
Materiais Promocionais
R$ 57.125,00
Custos Fixos de urn Escrit6rio
R$ 4.202,00
Jantarcs ( cada )
CUSTO TOTAL
E
santinhos,
R$ 134,00
MENSAL
importanlc
rcssaltar que gaslos como mfdia impressa
R$ 264.569,00
Uornais,
revistas,
outdoor,
folders, cartoes de visila, cle.); midia clctronica (lelcvisao, didio, gravadoras,elc.);
65
gaslos
em viagens
c dcmais
itcns
nao lenhal110s cilado,
que
nao cstao inclusos
nestes
on;3mcnIOS.
7.5 - Filim;ao Partidaria
No din 25 de maio de 2.001,
Social Democracia
COIllOobjctivos
dcmocratico
Parlidaria
social justa e garantida
cuituras
peln igualdadc
sobre
0
capitai,
dos diTchos individuais
a soberania
nacional;
de oporlunidades;
do desenvolvimcnto
huscando
se filiou ao PSDB - Partido da
como base a democracia
a consolida~ao
e representativo;
e eillias; e a realiza~ao
do tTabalho
h, Luiz Malucelli
- que possuem
programaticos,
participativo
as 12:00
0
interna e a disciplina
e colctivos;
a constru9i1o
respeito
a distribui<;ao
equilibrada
de urna ordcm
no pluralismo
de fomla harmoniosa,
e
exercicio
0
de ideias,
com a prcvaicncia
da riqueza
nacional
entre
lodas as regioes e classes socia is.
Luiz Malucelli
polit ico em constante
o
sorteado
afirma que foi a partir dessa filosofia.
11 anos de existcncia.
pois nos seus
que optou em liliar-se
tem se caracterizado
como
ao PSDB,
um partido
ebuli~ao.
nUlllcro que vai acompanhar
e repassado
hOlllologada.
este partido
0
candidato
a ele, dcpois da Conven~ao
0 que se salle. ISq~c esle numero
durante
do Partido
0
periodo
das elei'toes,
s6 sera
e assim que sua candidatura
sc inicia em 45 e os tres ultimos
for
numeros
sao
urn suspensc.
Ate que isso aconle~a
e 0 periodo
I11cses antes das clci<;ocs), Luiz Malucclli
(Ancxo
I).
Estas
envolvcm
lclcvisao,
apari<;ocs
candidato,
iSlo
todo
em jornais.
0
em que a propaganda
lera que sc dctcr apenas
tipo de midia,
eventos.
politica
etc.,
scm
desdc
que
C, utilize apenas sua imagem, sell curriculo,
outdoor,
0
for autorizada
it propagandas
programas
empresario
informais
em nidio
se anuneie
seus conhecimentos,
(tres
e
como
seu nomc.
66
A partir
de julho de 2.002, Luiz MaluceUi ja podeni uniT ao seu nome, a sua logomarca
e ao seu slogan,
0
passa providcnciar
nlllllero que 0 Partido Ihe
todo
0
material de
repassara (propaganda
formal),
para que assirn,
divulgat;rto (que utilizani na campanha)
bern como por
em pnitica tadas as a~oes plancjadas.
7.6 - Sugestoes
de Fcrramentas
de Cornunica~ao
7.6.1 - Logomarca
Luiz
-.-Malucelli
7.6.2 - Slogan
"0 Parana pode mais!"
7.6.3 - CarHia de visita
,.!-~
~alucelli
t.',,~,,·t~,','
1:J~.l(IJ-:~
~,~ ~\ 2,41iJ]~ :!S2 D41J
67
7.6.4 - Jingle
" Seja Otimista
Nao O/he Para Tras
Com Lutz Malucelli
Parana Pode Mats!
a
Chega de Promessa
Pense em quem Jaz
Com Luiz Malucelli
Pw'ana Pode Mals!
o
e
Esse
experiente
Com pinta de rapaz
Com Luiz Mall/celli
Parana Fode Mais!
o
Urn homem inovador
Consciente do que Jaz
Com Luiz Malucelli
Parana Pode Mais!
o
A hora i agora
Nao se esqueya jamais
Com Luiz Malucelli
o Parana Fode Mals!
7.6.5 - Imanlado
www.luiunalunl1lctlln.br
1011
17
"
24 :'C, ~,; n ~<' T
,:'.\
....
-.~T,':.:-·-"-I'-·;,~c':'K:"~
68
7.6.6 - Adcsivo externo para automoveis
7.6.7 - Arte final para outdoor,
banners, folders, santinhos,
etc.
69
7.7-
SugestOcs c Recomendarrocs
Para aprcscntar
atraves
de
sugest5es
pesquisas
enlrevistado
que
para com a poiftica
trunfo para Luiz Malucelli
correspondendo
dessa
politicos
cntrevistados
de
verfdico,
utilizamos
dadas
insatisfayao
e descrenCY3
Diante
fato, acreditamos
desse
muito
colctados
grande
dos.
ser urn grande
na politica partidfu"ia, com novas ideologias
aceitm;ao
roi possivel
am'i.lisc dos resultados,
do Estado
do Paran..-\, hem como
roi
vcrificar
e cara limpa
a imagem
grau de identificacyao
Como
ja havia uma pn!-dcfiniyao
PSDB
( Partido
com
28%
com
born
0
0
para com os mcsmos.
rccomendamos
25/06/01
cleitoral.
alavancar
por parte do Luiz Malucelli
grau
a urn projeto
uma
assim, aos anseios dos e1eitores.
Atravcs
partidos
cabiveis
acusararn
da Social
comparada
cntao, com uma maior scguran~a,
ao
rejeicyao dos
de filiaCY80 partidaria
Democracia
de
concretiza<;Bo
dos principais
c
Partidaria),
rejeil;ao,
com
desta coligm;ao
e
0
apenas
7%,
( efetuada
em
).
Dando
analisado,
seqUencia,
verificamos
roi muito satisfatotia,
nem por nome,
Ullla
Superintendente.
profissional
curiosidade
que
pois apenas
umn pcquena
Em rela~ao as pessoas que
dinamismo,
publico
como
especial
para mclhorar
0
de Dcputado
por onde quer que va.
e difundir
notoriedade
0
competencia
Estadual.
conhecem,
ou seja, teve
0
nos roi possivel
rcconhecimento
unieo
e trabalhar
quesito
do
seu
publico~alvo
nao deste nBo
majoritario
e acima de tudo capaz
Pon!m.
sua imagem,
0
diante
parcela
por se tmtar de um cargo
foi muito bem conceiluado,
empreendedorismo,
sua
como
0
conhecia
de Diretor
0
lado
pelo seu potencial
verilicar
de
que
de assumir
que cxige
sua simpatia,
0
uma
distribuindo
um cargo
atcnl;ao
sorrisos
CONCLUSAO
Ao pesquisar
totalmcnlc
Marketing
desconhecidas,
que se utilizam
No desenrolar
pelo menos por
1105511
lima cmnpanha
das pesquisas
dar
a cle
organograma,
lima
seqUencia
dividimos
as func;:ocs
proEssional
para orgalliz..1c;:ao
as ftln~oes
respcctivas
conlrata~ao
dos mesmos.
Com a linalidade
Asscmbleia
cquipc.
Lcgislativa.
Certamentc
Estaduais.
concluir
por objetivo:
que aquilo que era para
ramiftca~ocs
criamos
que
0
integrantcs,
seT 0
dcscobrir
da
urn chefe
pon!m
0
rcconhecimento
a falta
Tal dcsconhecimcnto
c provavelmente
fica a criterio
e
Neste
de campanha,
politico.
lim
ou seja. cilamos
do candidato
a
que inclui desde
realizamos
da popu\mr50
decorre
apresenta
campanha.
das suas fun~5es.
de conhecimento
nosso plano de
tema cscolhido
urn organograma
dados sobre a siluac,:iio polilica estadual,
ate
ate entao
hll uma seric de pcssoas
que tinhamos
em seis coordenadorias,
um dos
de levantar
foi possivel
0
da agenda c urn grupo para 0 conselho
de cada
a avaliac,:ao dos Dcputados
ontlc
logica,
urna serie de bibliografias
polilica.
constatumos
nao passava de uma das inumeras
campanha,
pesquisa
cncontramos
dcstas anes, para razcr exatamente
como funciona e se estrlltura
para
Politico
para
de inumeros
uma
com
a
fatos que
71
marcaram
tic fimlHJ negativH 0 panorama
unlie a opiniao
tla popula~a()
Presitlentr.: dll Repliblica,
polilico
era tOluimentc
Fernando
dc gmntic
licenciar
do cargo
hiclurquica,
pcrdcram
dcsconsitiermla,
em jogo
<lOSpoliticos
A jovialidadc
"algul:1ll ainda
Apbs
nflll
de inovar
agropeclI<lria)
resuhmlos.
E
c investir.
claro
que
POrianto.
comunicayf)cs.
sell din:ito
junto
uos
Elllhora
interagir
a sc
dc potier de ccrta
forma
em gem I. Os cieitoTcS
clcitores
caraclcristicas
a descrcm;a
c
predornine,
tic forma direta
c atem;ao
lraz a cspcram;a,
e aprcscnia~ao
somado
essas
na administrm;ao
para com os problemas
a gam} c a vontadc
para
dns
de sua
de confiar
alguns
ao conhccimenio
ajusles
e preciso
a Campanila.
hascado-sc
nas rcspostas
resultados,
serao
das areas
em
rever c analisar
alC:11l de
a postura
akan\=ar
como
obtidas na pcsquisa.
Sllas
na
os
an{liises
c
dos
rdaeionamcmos
slia meta de ohter
proiimdaml!lltc
desiacar
da sua
ondc mua (indusiria
cJarumcnte
m:ccssclrios,
conseguir
fiJi definida
0 alto nivel de reconhecimcnto
i()Tam demollstrauos
para Luiz Maluccili
nlllllero de vo!Os nas eleiyiks.
adOiadas
cnvolvendo
obrigado
pela mt!sma.
huscar
Luiz ivlaluceili dcver{l auotar.
e a Slla dClcrminm;fio.
inlcrpcssoais.
interesse
dos camiidatos
Magalhaes
dos politicos
pllblica elicaz.
0
de corrup9uo,
Carlos
do emao
como urn super-heroi,
corrompido:"
candidato
0
impcachcmcnt
Essa unda de ahuso
por honcstidmie
CSla COicUI de dados
qlle
capacidadc
0
fi)tnoS
ainda clamam
Antonio
de honestidadc
para Ullla administrm;i1o
que dc\egum
localidadc.
seri'io
da Republica.
a imagcm
(icSIC principio,
dos bens pllhlicos.
pclas clci~{h:s indirclas,
relo
urn novo cscandalo
pOT exemplo
a c.:redihilitlaue na politica e
nccessidades
cleitoral
como
tic Scnador
coloca
Partindo
pcssous,
Tenome,
passtlnuo
Colior dc Mcllo iido ate () momento
ate os dias de hojc, ontle surge a catla momcnto
pessous
nm:ional,
0
maior
quais as propOSIaS que
lJualidadcs
nos
mcios
de
9 - ANEXOS
73
QUESTIONARIO
QUALITATIVO
I.
Na sua visao, quais as fum;:ocs dos superintendcntcs
2.
0 que
3.
3.1
3.2
3.3
Como 0 Sr(a). avalia os 3 Superintendentes
Luiz Malucelli Ncto:
Ubiratan de Lara:
Ito Vieira:
4.
Qual a participm;ao
5.
0 que faz urn Deputado
Estadual?
6.
0 que faz urn Deputado
Federal?
7.
0 que
0
Sr(a). gostaria que fizessern csses Deputados?
8.
Como
0
Sr(a). escolhe seus candidates?
0
ST(a). espera de urn Superintendente
do Sistema
do Sistema
politica de urn superintendente
9.
Seria benefico eleger
junto ao Govcrno? Por que?
10.
0 Sr(a), acrcdita
voto? Por que?
da FI EP, SESI e SENAI?
alguem
que a Lcgenda
11.
11.1
Qual a imagem que
PT
11.2
11.3
11.4
11.5
11.6
11.7
PFL
PSOB
PMOB
PDT
PPB
PTB
0
da Industria
Partidaria
e
FIEP?
FIEP? (defeitos
e virtudes)
denlro do estado?
0
Comercio
possa influenciar
para
Depulado
urn eleitor
Estadual
na decisao
do
Sr(a). faz dos particlos abaixo:
12.
0 Sr(a).acha que ajuda ou atrapalha
a outro polftico ou empresario ja consagrado?
urn candidato,
Qual?
novato na politica,
ligar seu nome
BomDin!
Somos estudanlcs do 4° ano do curso de Bacharelado em Marketing da Universidade Tuiuti do
Parana e pretcndemos com a aplica~ao desta pesquisa, coletarmos dados para a elabora~ao da
monografia de conclusao de curso. Todos os dados aqui coletados sao sigilosos, serao coletados
apenas com 0 intuito de colaborar com 0 nosso trabalho e nao serao repassados para ninguem.
Obrigada pelo apoio.
I.
Qual sua samfit¢io com 0 trnbalbo desenvolvido pelos aturus Deputados Estaduais.
Tofalmcnfe
insafisfeito
2. 0 Sr.(a) sabe ute dizer
(
(
)I.Sim
)2.Nflo
(Se
shu) Quais?
0
nome de 2 deputados estatluais?
D
D
3.
0 Sr.(a) sabc
(
(
me dizer 3 fune;Qesde um dcputado estadual?
)1.Sim
)2.Nao
(Se sim)
D
Quais'!
D
4.
0 Sr.(a) lembrn em quem votou para dcputado estadual
(
(
)I.Sim
)2.Nao
Jl.IlC'
ele~
do aoo 1998?
D
lSe sim) Quem?
s.
D
0 Sr.(a) conhcce ou onvill falar do Luiz MaluooDi?
) I.Sim coo\~
) 2. Sim, ouvi faLv
)3. Naoconheyo (Va para
a qllestQo
/6)
D
74
6.
0 Sr.(a) considera 0 Lua Malucclli simpatico?
(
(
(
7.
)Sim
)Nao
) Niio sei.
0 Sr.(a) considera
(
(
(
8.
0 Luiz
)Sim
)Nilo
) Nao ,ei
0 Sr.(a) comidera
(
(
(
9.
D
Malucelli inovador?
D
0
Luiz Malucelli dinfunico?
0
Luiz Mnlucelli competente'?
)Sim
)N'o
) NiloSei
0 Sr.(a) considera
(
(
(
D
)Sim
)N'o
) Niio sci
D
10. 0 Sr.(a) considcra que
(
(
(
0
Luiz MaluccUi tern urn relacionamento com seus funcioruirios?
)Sjm
)Nao
) Nilo,ei
D
Por que?
D
11. 0 Sr.(a) comidcra
0
Luiz Malucelli preparado para
0
cargo de l>eputado Estadual?
)Sim
)Nao
) Naosci
D
(Se 0:10) Porque?
D
12. 0 Sr.(a) comidcra
)Sim
)N.o
)Niiosei
0 Lua
Malucclli um Emprecndcdor?
D
75
13. Cite
8.'1
tris tonks de intonna~
que
0
Sr.(a) rna" utiJiza DB escolha do seu c::andidato
Horario Politico na TV
Horario Politico no Radio
Santinho. panfletos e .ornais de campanha
Brindes
Outdoor, faixas, banners e cartazes
Internet
Jantares de Confratemiza~ilo
Ami os ou Familiares
Comfcios
14.
:oa, c::aractemtial'
de pre~renda.
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
) Estar presente nos municipios parnnaenses;
) Conhecer profundamente os problemas, anseios e necessidades de cada regiao;
) Participar ativamente do setor industrial;
) Ser jovem;
) Pertencer a uma familia tradicional do Parana;
) Apoiar a educa.;:ao;
) Defender 0 aumento de recursos para micros e pequenos empresarios;
) Defender os deficientes fisicos;
) Lutar pela preserva~ao do meio ambiente;
) Defender 0 financiamento a pequenos agricultores;
) Ser empreendedor;
) Possuir uma fonna.;:ao superior;
) Ter a apoio de pcrsonalidades de rcname no Estado;
) Ser honesto;
) Apoiar a saude publica.
15. Atualmenre
identifka?
110
d1ad8.'l &baixo, MSinaie quaiJ 89 5 que 0
_do,
Sr .(8) comident
maD importante
emtem cinco grand ••grupos poIitioos. Com qual d•••••grupos
) PFL - (Jaime Lerner, Rafael Greca, Cassia Taniguchi, ..
) PSDS - (Alvaro Dias, Osmar Oias .... )
) PMOB - (Roberto Requiao. Gustavo Fruet •....)
) PT - (Vanhoni, Samek, Dr. Rosinha, Padre Roque, .... )
) PPS -(Rubens Bueno, Ciro Gomes)
0
em onlem
...n.••
Sr.(8)
D
Por que?
D
16. Qual destes grupos 0 Sr.(a) rej.ita?
) PFL - (Jaime Lerner, Rafael Greca. Cassio Taniguchi •.... )
) PSDB - (Alvaro Dias, Osmar Dias .... )
) PMOS - (Roberto Requiilo, Gustavo Fruet, ....)
) PT - (Vanhoni. Samek, Dr. Rosinha, Padre Roque, .... )
76
D
) PPS - (Rubens Bueno, Ciro Gomes)
Por que?
D
CARACTERIZAC;:AO
DO RESPONDENTE
16. Sex.
o
o
17. Qual
o
o
o
o
o
o
D
I. Masculino
2. Feminino
seu grau de Instru~iio.
0
I. Analfabeto
2. Primario incompleto
3. Primario completo I Ginasial incompleto
4. Ginasial completo I colegial incompleto
5. Colcgial completo I superior incompleto
6. Superior completo
D
18. Idade
o
o
o
o
o
I. Menos de 20 anos
2.21 a30anos
3.31 a40anos
4.4la50anos
5. Mais de 50 anos
D
19. Est:tdocivil
o
o
o
o
o
I.Solteiro
2. Casado I Vivejunto
3. Divorciado/De;quitado
4. ViuvoO
20. Em que &ixa de Renda Mensa! a sua tamilia se enc:ulUiria? (pedir pam somar IlX/OS
sa/Mos, rendimeJdos ;"fommt, bioos. dc que lotios QS memhros dafamtlia recehem)
o
o
o
o
o
o
I.
2.
3.
4.
5.
6.
Ate R$ 360,00
R$ 361,01 a R$ 720,00
R$ 720,01 a R$ 1.440,00
R$ 1.440,01 a R$ 3.600,00
R$ 3.600,01 a R$ 5.400,00
Mai, de 5.400,00
D
OS
IY!ndimentos se
D
21. Cidade
D
77
22. Bairro
23. Ocup3liio
I. Donodepequcnoneg6cio
2. DoncVs6cio de cmprcsa
3. Funcionfuio com fur1¢io dirctiva ()U gerencia
4. Funcion{uio com funemo de chef ••••
coordemyao ou supervisilo
5. Funcionfuioscm fil~odediro;.ao,
chefaa,ctc
6. Proflssionallibernl
7. Trnoolhadoraut6nomoou
representanteaut6nomo
8. Agropccumrista
9. Esludunte
10. Aposcnlaoo
11. Do larl trnoolha em casa(artesanato. vendasdcroupas,cosmeticos,
12.0U•• 1
_
o
o
o
o
o
o
o
o
o
o
o
o
D
etc.)
D
78
79
~
~
"il.
5
"~
a ~~
~ ~~
~ es
~
"il.
~~*¥ ~~ ~~o~~ I
i~~~~~ ~i
~
R~~ :ile.. E~
-,
ill!.~
E~~8
iu.
g8
Ii
0<
~~1li
!~NM
~~
~"
-
~
~.C;
••Q DE SINDICATOS
PATRONAIS
DA IIIDUSTRIA
80
HCATO DA INDUSTRIA
00 AC;UCAR NO ESTADO 00
iidente
- Anisio
Tormena
Carneiro
Leao,
135 - Ed. Centro
Empresarial
:al:
1160
~: (44)
225-2929
- Fax:
lil:
alcoparllwnec.com.br
13-080
- Maring.!
- PR
(044)
225-2612
-
HCATO
CA INDUSTRIA
DE ADUBOS E CORRETIVQS
iidente
- Edthio
Caste1assi
da G16ria,
nO 115
!: (41)
352-2883
- Fax:
(41)
253-5567
lO-060
- Curitiba
- PR
PARANA
Europa,
E'ax:
(44)
AGRtCOLAS
HCATD
DA INDUSTRIA
DE ALFAIATARIAS
00 EST ADO
iidente
- Silvestre
Cargnin
XV de Novemhro,
297 - 6° andar,
sala
604
!: (41)
223-4762
!0-310
- Curitiba
- PR
s/903/4
-
Cx.
NO EST ADO
00
225-2481
PARANA
DO PARANA
JICATO
DAS INDUSTRIAS
DE APARELHOs
ELETRICOS,
ELETRONICOS
E SIMILARES,
lELHOS
OE RADIOTRANSMISS~O,
REFRIGERA<;AO,
AQUECIMENTO
E TRAT1U1ENTO
DE AR,
?ADAS E APARELHOS
ELETRICOS
DE ILUMINA<;AO
DO ESTADO
DO PARANA
sidente
- Bernardo
Luiz
Gapski
Getulio
Vargas,
967
~/Fax:
(41)
321-6946
HI:
: [email protected];Jl.com.br
30-030
- Curitiba
- PR
DICATO DA INDUSTRIA
DO ARROZ,
t1!LHO,
SOJA
;'..~O DO PARANA
sidente
- Nelson
Arnalda
Kowalski
.;via<;ao.
1851 - Nucleo
Castelo
9ranco
~/Fax:
(431 423-6396
,11.1: !!aml.sca(!nec21.com.br
12-470
Apucarana
PR
DICATO OAS INDUSTRIAS
DE ARTEFATOS
sidente
- Celso
Luiz
Dalla
Grana
nida
Candido
de Abreu,
nO 200,
6°
e!Fax
- (41)
- 348-4325
30-902
- Curitiba-PR
DICATO DAS INDUSTRIAS
sidence
- Luiz
Carlos
cngo Joao
Bley
I:ilho,
efFax:
(41)
349-6430
La~l:
1anka@if:1ec.::om.br
DE ARTEFATOS
Zanona
520
DE
E. BENEFICIAMENTO
BORRACHA
DO ESTADO
DO CAFE
DO PARANA
andar
DE COURO
DO £STADO
00
PARANA
:')
ARCENARIA
DE TELtMACO
BORBA
residente
- Paulo
Cesar
de Oliveira
Hormem
ua Wenceslau
Braz,
36
one:
(42)
272-9541
- Fax:
(42)
272-9523
4261-120
- Te18maco
Borba
- PR
81
INDICATO
DAS INDOSTRIAS
DE SERRARIAS,
CARPINTARIAS,
TANOARIAS,
MADEIRAS
OMI?ENSADAS E LAMINADAS,
AGLOMERADOS
E CHAPAS DE FIBRAS
DE MADEIRA
E DE
ARCENARIA
DE UNIAo
DA VIT6RIA
residente
- Domingos
Fortes
Filho
ua Frei
I?olicarpo,
188
one:
(42)
522-1886
Fax:
(42)
522-2580
4600-000
UnHl.o da Vit6ria
PR
INDICATO
DA INDUSTRIA
DE TORREFACAO
E MOAGEM DE CAFt
'residente
- Guivan
Bueno
.ua Jose
Loureiro,
133 - 13° andar
- conj.
1311
·one:
(41)
232-5032
- Fax:
(41)
233-1490
0010-906
Curitiba
PR
:INDICATO
DA INOOSTRIA
DO TRIGO
NO ESTADO
'residente
- Roland
Guth
:ua Olavo
Bilac,
nO 524
'one:
(41)
342-7002
- Fax:
(41)
244-2807
10~40-040
Curitiba
PR
;INDICATO
DAS INDUSTRIAS
lresidente
- Elio
Pinto
~ua Dr Oswa1do Cruz,
510
:one/Fax:
(43)
422-0930
36800-720
Apucarana
HNDICATO
?residente
:\ua Heitor
?one/f'ax:
~5807-290
DO VESTUARIO
-
13°
andar
NO ESTADO
DO PARANA
DO PARANA
DE APUCARANA
5/1303
PR
DAS INDUSTRIAS
DO VESTUARIO
DE CASCAVEL
- Julio
Cesar
r·lariga
StockIer
de Frano:;a,
160 -t:\Flirro
Comercial
(45)
225-1329
Cascavel
PR
SINDICATO
DAS
INDUSTRIAS
DO VESTuARIO
Presidente
- Sergio
Gonzales
Av. Paraiba,
1079
Fone/Fax:
(44)
6291957
e-mail:
[email protected]
87200-000
Cianorte
- PR
SINDICATO
DAS INDOSTRIAS
DO VESTUARIO
Presidente
- Hugolino
Cristofolini
Av. Candido
de Abreu
200 - 6° andar
Fone/Fax:
(41)
254-8727
80530-902
Curitiba
PR
DE CIANORTE
DE CURITIBA
-
Cx.
Postal
259
[Jail:
[email protected]
Ie:
(43)
252 1278
Fax:
101-160
Arapongas
Home
252-1817
(43)
Page:
www.portaldamobilia.com.
82
PR
!OICATO DAS INDUSTRIAS
DE SERRARIAS,
CARPINTARIAS
E TANOARIAS,
MADEIRAS
lPENSADAS,
LAMINADOS, AGLOMERADOS,
CHAPAS DE FIBRAS
DE MADEIRA E DA
tCENARIA DE FRANCISCO
BELTMO
~sidente
- Gilberto
Gervasio
Pres otto
I Tenente
Camargo,
1777,
40 andar,
sala
41/42,
Ed.
Eldorado
Ie/Fax:
(46)
524-4746
iOl-610
- Francisco
Beltrao
- PR
!OICATO DA INDUSTRIA
DE SERRARIAS,
tCENARIA DE FOZ DO IGUA<;U
~sidente
- Va1ter
Roberto
Baldan
Republica
do Paraguai,
980
(45)
522-2724
e
(45)
744-2736
(45)
522-2406
- Telex
455-179
:54-240
- FOZ DO
IGUA<;U - PR
CARPINTARIAS
E TANOARIAS
E DA
loICATO DA INDUSTRIA
DE SERRARIAS,
CARPINTARIAS
~CENARIA DE IRATI
·sidente
- Marcos
Dallegrave
G6es
Coronel
Emilio
Gomes,
3 - Cx.
Postal
164
.e:
(42)
422-1780
- Fax
(42)
423-3536
00-000
Irati
PR
E TANOARIAS
E DA
IDICATO DAS INDOSTRIAS
DE SERRARIAS,
CARPINTARIAS,
IPENSADAS,
LAMINADOS E DE MARCENARIAS DE PALMAS
~sidente
- Odilon
Luis
Scopel
Jesuino
Alves
Rocha
Loures,
nO 1710
- Cx.Postal
e/Fax
(46)
263-1204
.55-000
Palmas
- PR
IDICATO DA INDUSTRIA
DE SERRARIAS,
CARPINTARIAS
~CENARIA DE PONTA GROSSA
~sidente
- Laerte
Bi ttencourt
Filho
Sete
de Setembro,
800 - Conj.
602
,e:
(42)
224-5241
- Fax
(42)
224-9079
10-350
Ponta
Grossa
PR
IDICATO DAS INDOSTRIAS
DE SERRARIAS,
IINADAS E COMPENSADAS
DE SENGES
~sidente:
Marcos
Seal in
Travessa
Antonio
Santos,
26
.e/
Fax:
(43)
867-1214
20-000
- Senges
- PR
IDICATO DAS INDOSTRIAS
IPENSADAS E LAMINADAS,
CARPINTARIAS,
TANOARLn.S,
MADEIRAS
124
E TANOARIAS
E DA
MARCENARIA
E MJI..DEIRAS
DE SERRARIAS,
CARPINTARIAS,
TANOARIAS,
MADEIRAS
AGLOMERADOS E
CHAPAS DE FIBRAS DE MADEIRA E DE
83
INDICATO
DA INDUSTRIA
DE REPARACAo
DE
VEfcULOS
residente
- Osva1do SestArio Fi1ho
ua Senador Souza Naves 9 - 3" andar - sl
'one/Fax (43) 321-2423 Fax (43) 322-1700
6010-110
Londrina
PR
;INDICATO
DA INDUSTRIA
DE
REPARACAO
E ACESSORIOS
DE LONDRINA
E ACESSORIOS
DE MARINGA
305
DE VE1cULOS
'residente
- Gilson Odair Barbiero
~ua Antonio Carniel
415 - zona 5
'one: (44) 224-4186 - Fane/Fax:
(44) 224-3878
1015-330
MaringA
PR
INDICATO
OA INDUSTRIA
DE
REPARACAO
DE VElcULOS
E ACESSORIOS
DE
PARANAVA1
residente
-Ari Bracarense Costa
.v. Mal Candido Rondon, 870 - 4" andar - s/406/408
'one: (H) 423-2413 - Fax: (44) 423-5657
7704-120 Paranavai
PR
INDICATO
DA INDOSTRIA
DE REPARACAo
DE VE1cULOS
E ACESSORIOS
DE PONTA
E ACESs6RIOS
DE TOLEDO
GROS:'"'A
residente
- Rubens Scoss
.v. Souza Naves, 7030 - Cx. Postal 235
one: (42) 227-1244- Fax: (42) 227-4411:
4064-000 Ponta Grossa
PR
INDICATO
DA INDUSTRIA
DE
REPARACAo
DE VEfCULOS
residente
- Valdir Dalla Vecchia
.ua do Cedro sin - Vila Opera-ria, Sesi
'one: (45) 252-3521 - Fax: (45) 252-4637
5909-620
Toledo
PR
SH1DICATO
OA INOOSTRIA
DE
REPARACAO
DE VEfcULOS
E ACESs6RIOS
DE UMUARAMA
'residente
- Antonio Fernando Scanavacca
.v. Tiradentes,
1705 - Cx, Postal 273
'one: (44)
622-7132
Fax: (44)
622-8595
7505-090
Urnuarama
PR
:INDICATO
OAS
INOOSTRIAS
RETI FlCAOORAS
DE MOTORES
DE
VE!CULOS
DE
LONDRINA
'res idente - Fabio Pegoraro
\v. Brasilia,
4399
'one/Fax: (43)
339-3050
16019-000 - Londrina - PR
iINDICATO
DAS HWOSTRIAS
:OMPENSADAS
E LAMINADAS,
tARCENARIA
(MOVElS
DE
DE SERRARIAS,
CARPINTARIAS,
TANOARIAS,
llA.DEIRAS
AGLOMERADOS
E CHAPAS
DE FlBRAS
DE MADEIRA
E DA
MADEIRA)
DE ARAPONGAS
'residente
- Sebasti.!1o Antonio Batista
~ca. Dr-Julio
Junqueira,
88 - 13" andar
84
NDICl\TO DAS INDOSTRIAS
DE PRODUTOS E ARTEFATOS DE CIMENTO
DRILHOS HIDRAuLICOS
DO ESTADO DO PARANA
esidente
- Geraldo
Francisco
Pomagerski
. Visconde
do Rio
Branco,
1335
- ?O andar
- s171
ne:
(41)
232-1116
- Fax:
(41)
232-1696
mail:
[email protected]
420-210
- Curitiba
PR
NOICATO
esidente
CAndido
ne/Fax:
530-902
DAS INDOSTRIAS
- Magrid
Teske
de Abreu,
200
(41)
254-8774
Curitiba
QU1MICAS
-
5°
E FARMAC~UTICAS
E FIBROCIMENTO
l."':
DO EST ADO DO PARANA
andar
PR
NDICATO DA INOOSTRIA
DE REPARACAo DE VE1cPLOS
esidente
- Tamotu
Oda
a Frei
Rafael
Proner,
1787
- Centro
ne:
(43)
542-3212
- Fax:
(43)
542-3611
360-000
Bandeirantes
PR
E ACESs6RIOS
DE BANDElRANTES
.NOICATO DA INDOSTRIA
DE REPARACAO DE VE1cULOS
,RANA
:esidente
- Wilson
Bill
'. Mal.
Floriano
Peixoto,
5750
- Hauer/Passarela
me/Fax:
(H) 376-5200
·mail:
sindirepa-pr(Hast.com.br
.630-000
- Curitiba
- PR
E ACESs6RIOS
DO E$TADO
[NDICATO DA INDUSTRIA
DE REPARACAO DE VE1cULOS
;UACU
~esidente
- Aparecido
Barbosa
de Oliveira
Jose
Carlos
Pace,
530 Morumhi
1
me/Fax:
(45)
525-3633
(SESI)
;'869-300
Fe?: do Igua<;u
PR
E ACESS6RIOS
DE FOZ DO
INDICATO
ELTRAo
residente
ua UnUo
one/Fax:
5605-040
E ACESs6RIOS
DE FRANCISCO
OA INDOSTRIA
DE REPARAC~O
- Charles
Dal-Zotto
da Vit6ria,
66,
Jardim
(46)
524-5087
Francisco
Beltr~o
Mini
DE VE1cULOS
Igua<;u
-
DO
Sesi
PR
INDICATO DA INDUSTRIA
DE REPARACAo DE VEfcULOS
residente
- Lauro
Pletsch
ua eel.
Lustosa,
1736
·one/Fax:
(42)
623-7650
5050-440
Guarapuava
PR
E ACESs6RIOS
DE GUARAPUAVA
~sidente
- Jair
80go
! Rui
Ferraz
de Carvalho.
le/Fax
- (44)
623-3918
iOl-250
-UMUARAMA PR
85
4212
-
6°
andar
5/
601
lDICATO DA INDUSTRIA
DO M08ILIARIO
E MARCENARIA
!sidente
- Ronalda
Duschenes
11
de Setembro,
nO 4698.
16°.
conj.
1601/2
le/Fax:
(41)
342-5052
!40 - 000 - Curitiba
- PR
WICATO DAS INDUSTRIAS
DE OLARIAS
PARANA
~sidente
- Daniel
I'losniak
I Nicola
Pe1anda,
9181
Ie/Fax:
(41) 348-2210
l30-360
- Curitiba
- PR
JDICATO
!sidente
.CAndido
Ie/Fax:
i30-000
E CERfu.iICAS
DA INDUSTRIA
DE PANIFICACAo
- Rose
l1arisa
Paglia
de Abreu,
200 - 5° andar
(41)
254-8175
Curitiba
PR
DO ESTADO
PARA CONSTRUCAO
E CONFEITARIA
lDICATO DAS INOOSTRIAS
DE PANIFICA<;AO
!sidente
- Lauro
Kleber
I Maranhao,
249
Ie/Fax:
(43)
339-2660
110-410
- Londrina
- PR
DO PARANA
NO ESTADO
E CONFEITARIAS
NO EST ADO
DO PARANA
DO NORTE
DO PARANA
mICATO
DAS INDUS TRIAS
DE PAPEL,
CELULOSE E PASTA DE MADEIRA PARA PAPEL
?ELAO E DE ARTEFATOS
DE PAPEL E PAPELAO NO ESTADO
DO PARANA
~sidente
- Od'lir
Ceschin
1 Brigadeiro
Franco,
3389
le/Fax:
(41)
333-4511
nail:
sinoacel!3mvo.
com. br
Home Page:
www.sinpacel.mvp.com.br
!50-030
Curitiba
PR
WICATO DAS INDUSTRIAS
DE PRE-MOLDADOS
OE CONCRETO
NORTE DO PARANA
~sidente
- Sebastiao
Ferreira
Martins
. Central
do Parana,
318 - Cx. Postal
583
,e/Fax:
(43)
423-5800
304-190
- Apucarana
- PR
INDICATO DAS INDUSTRIA
DE PRODUTOS
esidente:
Paulo
Ferreira
Muniz
a tbano
Pereira,
60,
conj.
1806
ne/f'ax:
(41)
224-8737
410-902
- Curitiba
- PR
AVtCOLAS
-
18
andar
E ARTEFATOS
DO ESTADQ
DO PARANA
DE CIMENTO
nail:
sindimetall!sindimetal.
)40-110
Curitiba
-
com. br
PR
Home-Page:
www.sindimetal.com.br
'J:
101CATO OAS 1NOOSTR1AS
METALORGICAS,
MECANICAS
IORH1A
!sidente
- Ronalda
Piazzalunga
I Gov.
parigot
de Souza,
220
- 3° andar
.xa Postal
- 1251
IiI: [email protected]
Ie/Fax:
(43)
342-2750
115-670
Londrina
PR
E DE MATERIAL
ELtTRICO
DE
101CATO
E DE MATERIAL
ELtTRICO
DE
MECANICAS
E DE MATERIAL
ELtTRICO
DE
MECANICAS
E DE MATERIAL
ELETRICO
DE
:INGA
,sidente
Antonio
Ie:
(44)
'15-330
OAS INDOSTRIAS
METALORGICAS,
MECANICAS
-
Carlos
Walter
Martins
Pedro
Carniel,
475 - Zona
05
224-4186
Fax:
(44)
224-3878
MaringA
PR
10ICATO oAS INDOSTRIAS
METALORGICAS,
'0 BRANCO
sidente
- Claudio
Petrycoski
Xingu,
833 sl 15
e/Fax:
(46)
225-1222
,02-090
Pato
Branco
PR
OICATO
OAS INDOSTRIAS
METALORGICAS.
TA GROSSA
sidente
- Luis
Paulo
Rover
7 de setembro,
800 - conj
602
e/Fax:
(42)
224-9079
- Emp/Fone:
10-350
Ponta
Grossa
PR
olCATO
OA lNDOSTRIA
METALORGlCA,
ARAMA - PR
sidente
- Leonardo
Bacarin
Tiradentes,
3020
- Zona
e/Fax:
(44)
623-2026
05-090
- Umuarama
- PR
(42)
227-2177
MECANICA
-
E DE MATERIAL
ELtTRICO
DE
Fi1ho
21\
- SENAI
OICATO DAS lNDOSTRIAS
DE MOVElS,
MARCENARIAS,
CARPINTARIAS,
ARTEFATOS
EIRA,
SERRARlAS,
f"lADElRAS LAMlNADAS
COMPENSADOS DE RIO NEGRO
sidente
- Milton
Wittig
Bueno
Severo
de Almeida.
954
e:
(47)
645-1300
Fax:
(47)
645-2764
ail:
fieo!!mfa-creativenet.
com.br
80-000
- Rio Negro
- PR
'OICATO
;1.1\0
CAS INOOSTRIAS
MOVELElRAS.
MARCENARIAS
E AFINS
DE UMUARAMA E
DE
86
me/Fax:
1501-910
(41)
354-2323
- Almirante
Tamandare
-
87
PR
:NDICATO DA INDO STRIA DO MATE NO ESTADO
'esidente
- Iva
LeAo Neto
'. Candido
de Abreu,
200 - 6° andar
me/Fax:
(41)
254-8121
·530-902
- Curitiba
PR
DO PARANA
:NOICATO OA INOOSTRIA
DE MATERIAL PLAsTICO
NO EST ADO DO PARANA
'esidente
- Dirceu
A Galleas
\a JoAo
NegrAo,
131 - 3° andar
- sala
301 Ed.
New York
Building
.ne: (4l)
224-9163
- Fax:
(4l)
222-4551
mail:
simpep@onda,com,br
Home Page:
www.simpep.com.br
1530-902
Curitiba
PR
NOICATO DA INOOSTRIA
DE MATERIAL pLASTrCO
'esidente
- Sueli
de Souza
Baptisaco
a Pernambuco,
390 - 12D - sala
1209
.ne/Fax:
(43)
331-1390
mail:
[email protected]
Home Page:
;020-913
Londrina
PR
DO NORTE
DO PARANA
www.sercomtel.com.br/simplas
NDICATO DAS INDOSTRIAS
HETALURGICAS,
'UCARANA
esidente
- Jos~
Carlos
Bittencourt
• Aviac;:ao,
1851
- Jardim
Aeroporto
·ne/Fax:
(43)
423-6622
812-410
Apucarana
- PR
MECANICAS
E DE MATERIAL
ELETRICO
DE
NOICATO DAS I!'JDUSTRIAS
METALURGICAS,
.MPO MOURAO
esidente
- Alcione
Jacob
de Souza
·dovia
BR-212
- KIn 1, nO 841Parque
·ne/Fax:
(44)
524-}499
306-010
Campo
Mourao
PR
MECANICAS
E DE MATERIAL
ELETRICO
DE
NorCATO
:JCAVEL
eSidente
'I·.,ledo,
DAS INOUSTRIAS
-
Elizeu
241
METALORGICAS,
Avelino
ne:
!45)
226-1458
mail:
[email protected].
801-460
Cascavel
Industrial
MECANICAS
I
-
Predio
SESI/FIEP
E DE MATERIAL
ELETRICO
DE
E DE MATERIAL
ELETRICO
DO
Zanella
Fone/Fax:
(45)
226-1528
or
PR
NDIC •.ro DAS INOUSTRIAS
METALURGICAS,
MECANICAS
TAOO DO PARANA
esidente
-Elcio
Jose
Rimi
a .~.\.mirante
Tamandare,
1133
- Alto
da XV/Juveve
,ne:
(4i)
264-3935
- Fax:
(41)
264-3257
• Candido
de Abreu,
421 ne/Fax:
(41)
352-2200
530-000
- Curitiba
- PR
NOICATO
esidente
.C~ndido
ne/Fax:
530-902
13°
-
OA INOOSTRIA
OE LATICfNIOS
- Wilson
Thiesen
de Abreu,
200 - 6° andar
(41)
254-8721
- Fax:
(41)
Curitiba
PR
~DICATO DA INDOSTRIA
OA MADEIRA
~sidente
- Jose
Rosalvo
8obato
l J.J.
de Almeida,
405
le/Fax
- (42)
436-1364
nail:
simadi.
afci!!irati
com. br
130-000
- Imbituva
- PR
:NDICATO
conj
OAS INDUSTRIAS
1301A
88
E PROOUTOS
- sala
352-2080
OERIVADOS
00
PARANA
619
DE IM8ITUVA
OA MADEIRA
E 00
M08ILIARIO
DO OESTE
DO ESTADO
DO
u\NA
~sidente
- Oli
Sarolli
Toledo,
241
Ie:
(45)
226-7458
Fone/Fax:
\ail:
[email protected]
101-460
- Cascavel
PR
(45)
226-1528
100CATO DAS INDUS TRIAS
DE MADEIRAS,
SERRARIAS,
:P!NTARIA
E MARCENARIA,
TANOARIA,
COMPENSADOS
IALAGENS DE GUARAPUAVA
sidente
- Julio
Cesar
Pacheco
Agner
Saldanha
Marinho,
1034
- sala
III
e / Fax:
(42)
623-8100
la~l:
[email protected]
10-290
- Guarapuava
- PR
OlCATO OAS INOOSTRIAS
DA MADEIRA DO ESTADO
sidente
- Altavir
Zaniolo
Dr Murici,
474 - 6° andar
xa Postal
- 218
e:
(41)
222-5482
- Telex:
(41)
5282
Fax:
10-120
Curitiba
PR
OL,ITO
sidente
Sergipe
e/Fax:
60-000
OAS INDUS TRIAS
OA MANDIOCA DO £STADO
- C16vis
Scuart
625,
Caixa
postal
270
(45)
256-1221
- Marechal
CAndido
Rondon
- PR
BENEFICIAMENTOS,
E LAMINAOOS,
AGLOMERAOOS E
DO
(41)
PARANA
222-5627
DO PARANA
••
01CATO OA INDUSTRIA
DE MARMORES E GRANITOS
sidente
- Ivo
Zagonel
Junior
dos Minerios,
Km 03 - nO 100
NO E5T1\00
DO PARANA
•.•..89
NDICATO DA INDUSTRIA
DE EXTRA<;ho
DE MINERAlS
esidenee
- Rene
Oscar
Pugsley
Junior
a Augusto
Stellfeld,
1671 - 80 andar
ne/Fax:
(H) 225-3193
730-150
- Curitiba
PR
NA.O META-LICO!=: DE PONTA GROSSA
NDICATO 01\ INDUSTRIA
DE FABRIC1\<;Ao
DE ALCOOL DO ESTADO DO PARANA
esidente
- Anisio
Tormena
. Carneiro
Lelio,
135 - Ed.Centro
Empresarial
Europa,
salas
903/4
ixa
Postal
- 1160
ne:
(44)
225-2929
- Telex:
(442)
318 - Fax:
(44)
225-2612
013-080
f1aringA
PR
NDIC1\TO
esidente
.C.§.ndido
ne/Fax:
530-902
DAS INDUSTRIAS
DE f'IA<;AO E TECELAGEM
- lIdelir
de Fatima
Bet
Carbonar
de Abreu,
200 - 6" andar,
sala
~19
(Ill)
254-8127
- CuritibaPR
NO EST1\OO
NDICATO DAS INOUSTRIAS
DE FIA<;Jl.O E TECELAGEf·1
esidente
- Hideto
Ikeda
a Uruguai,
269 5/01
ne:
(<l3) 378-2000
Fone/Fax:
(OJ
338-5193
010-210
Londrina
PR
DO PARANA
DE LONDRINA
NDICATO DAS INDUSTRIAS
GRArrCAS
DO ESTADO DO PARANA
~sidente
- Jose
Toaldo
Filho
. Ca.ndido
de Abreu,
526 - sl
511 A
:"Ie/Fax:
('11) 253-7172
:nail:
[email protected]
Home Page:
www.abigraf.com.br
530-905
- Curitiba
PR
NDICATO DAS INDUSTRIAS
GRAnCAS
esidente
- Osvaldo
Pereira
Mo~o
a Joubert
de Carvalho,
623 - sl
ne/Fax:
(44)
223-4521
nail:
[email protected]
013-911
- !-Iaringa
- PR
NDICATO OI\S INOUSTRIAS
GRJ\FICAS
esidente
- Lucio
Cust6dio
Jorge
a Gen.
Os6rio,
989 - Parque
sao
ne:
(45)
225-3125
mail:
[email protected]
807-470
- Cascavel
- PR
NDICATO
esidente
DE MARINGA
101
-
10
DO OESTE
Paulo,
Dl\S INOOSTRIAS
DE INSTALAC;OES
- Sergio
de Mattos
Hilst
E REGrAO
andar
-
Ed.
DO I:::ST1\oo
sala
Atalaia
DO PARANA
04
TELEFONICAS
NO ESTAOO
DO PARANA
90
:NDICATO
DA INDUSTRIA
OA CONSTRUClI.O
CIVIL
NO EST ADO DO PARANA
:esidente
- Eliel
Lopes
Ferreira
Junior
la da Gl6ria,
175
me:
(41)
352-2883
- Telex:
4130135
Fax:
(41)
2535567
-mail:
[email protected].
br
Home Page:
www.sinduscon-pr.com.be
1030-060
- Curitiba
- PR
:NDICATO
OA INDUSTRIA
OA CDNSTRUGAo
CIVIL
DO NORTE DO
:esidente
- Cl6vis
Souza
Coelho
'. Maring~,
2400 - Jardim
Maringa
me:
(43)
327-6777
Fone/Fax:
(43)
327-6293
-mail:
sinduscon(!sindusconnortepr.com.br
Home Page:
IW. sindusconnortepr.
com. br
;060-000
- Londrina
- PR
:NDICATO
OA INDUSTRIA
OA CONSTRUCAo
CIVIL
-esidente
- Edenilson
Rossi
Arnaldi
\a Souza
Naves,
nO 3065
,ne:
(45)
224-1102
- Fax:
(45)
224-1312
mail:
sind-opr(!certto.
com. br
Home Page:
,806-260
- Cascave1
- PR
00
OESTE
PARANA
DO PARANA
www.sindusconoestepr.com.be
NoICATO
OA INDUSTRIA
oA CONSTRUC;Ao
CIVIL
OA REGIAO
NOROESTE
-esidente
- Oswa1do
Neves
da Luz
-, Carneiro
Leao,
135 - 2° andar,
sala
203 - Ed, Europa
tne:
(44)
224-4230
- Fax:
(44)
262-9146
mail:
[email protected]
013-080
- Maring~
- PR
INDICATO
OA INDUSTRIA
:RRAPLENAGEM
£11 GERAL
esidente
- Carlos
de
Getulio
Vargas,
nO
,ne:
(H) 342-6900
mail:
sicecot1(!icnet.com.be
240-041
- Curitiba
-
DA CONSTRUCAQ
DE ESTRADA,
NO ESTADO
DO PARANA
Loyol .••e Silva
4250
V.Isabel
Fax:
(41)
342-1179
DO
PAVIMENTACAo,
PARANA
OBRAS
DE
PR
NOICATD
OA INDUSTRIA
DE CURTIMENTO
DE COUROS
-esidente
- Umberto
Cili~o
Sacchelli
la Antonio
Carnie!,
475 - Zona 05
tne:
(44)
224-4186
Fax:
(44)
224-3878
lail:
[email protected]
015-330
- Maringa
- PR
NDICATO
OA IN OUST RIA DE EXTRACAO
DE
:TAOO 00 PARANA
-esidente
- Louren<;:o Alberto
Buzatto
" CAndido
de Abreu,
200 - 50 andar
'ne/Fax:
(41) 254-8773
530-902
- Curitiba
- PR
AARMORES,
E DE
PELES
CALCARIOS
NO PARANA
t::
PEDREIRAS
NO
,870-370
-
Curitiba
-
PR
91
NDICATO DA INDOSTRIA
DO AZEITE
E 6LEOS ALIMENTicIOS
'esidente
- Frederico
Jose
Busato
Junior
la Marechal
Deodoro,
503 - 9° andar
- conj.
902
me/Fax:
(41)
233-9733
1020-320
- Curitiba
- Pr
NO ESTADO DO PARANA
NOlCATO DA INDOSTRIA
DE BENEFICIAMENTO
DE FIBRAS VEGETAIS
:SCAROCAMENTO DE ALGODAO DO ESTADO DO PARANA
'esidente
- Octaviano
Bazilio
Duarte
la Flor
da Manha,
110 - Bloeo
11 - ap 32 - Res.
Agua Verde
me:
(43)
322-1658
- Fax:
(43)
254-4178
;061-540
- Londrina
- PR
E DO
NOICATO DAS INDOSTRIAS
DE CACAU E BALAS, MASSAS ALIMENTicIAS
DOCES E CONSERVAS ALIMENTicIAS
DO ESTADO DO PARANA
'esidente
- Pedro
Aehiles
Todeschini
la General
Teodorieo
Guimaraes,
303 - Vila
Fanny
)ne/Fax:
(41)
333-9692
mail:
[email protected]
,030-180
- Curitiba
PR
E BISC01TOS
NOlCATO DAS INDOSTRIAS
DO CAL NO ESTAOO DO PARANA.
'esidente
- Riolando
Fransolin
Junior
'enida Candido
de Abreu,
nO 200 - 5° andar,
sala
501
me/Fax:
(41)
254-8773
1530-902
- Curitiba-PR
NDICATO DA INDOSTRIA
DE CARNES E DERIVADOS
'esidente
- Pericles
Pessoa
Salazar
" Candido
de Abreu,
427 - 16° andar,
conj.
,ne:
(41)
254-8781
Fax:
(41)
254-7977
-mail:
prcarne@sindicarne,eom.br
Home Page:
1530-000
Curitiba
PR
NO ESTADO DO PARANA
1602
www.sindiearne.cam.br
:NDICATO DAS INOOSTRIAS
DE CEMMICAS
E DE OLARIAS
'esidente
- Siegfrid
Modes
'. Tucunduva,
sino,
Cx.Postal
53
me:
(45)
253-1283
Fane/Fax:
(45)
253-1157
i930-000
- Nova Santa
Rosa
- PR
:NDICATO DAS INDUSTRlAS
DE CERVEJA DE ALTA
:BIDAS EM GERJI.L, DO VINHO E AGUAS MINERAlS
:esidente
- Orlando
Cini
" Candido
de Abreu,200
6° andar
)oe/Fax:
(41)
254-8727
1530-902
- Curitiba
- PR
DE NOVA SANTA ROSA
FERMENTAC;Ao,
DA CERVEJA
DO ESTADO DO PARANA
E
)710-000
Curitiba
-
PR
92
:NDICATOS
NACIONAIS
NOICATO NACIONAL OA INDO STRIA
DO CIMENTO
'esidente:
Sergio
Ma~aes
la da AssembHHa,
10 - 400 andar
Grupo
me:
(21)
531-1314
-Fax:
(21)
531 1469
1119-900
Rio
de Janeiro
RJ
4001
:INDICATO NACIONAL OA INOOSTRIA
DE COMPONENTES
ITOMOTORES-SINDIPECAS
retor
Regional
PR: Benedicta
Kubrusly
Junior
'. Candido
de Abreu,
200
- 50 andar
·ne/Fax:
(41)
252-9594
530-902-Cu1::'itiba
- PR
NDICATO NACIONAL OA INDOSTRIA
DE TRATORES,
fCULOS SIMILARES
esidente:
Jose
Carlos
da Silveira
Pinheiro
Indianapolis,
496 - Moema
ne:
(011)
549-4044
- Telex
(011)22823
062-900
Sao Paulo
SP
NDICATO NACIONAL OA INDOSTRIA
e~idente:
Anibal
Camilo
Togni
Ibirar'uera,
2033
- 170 andar
ne:
(011)
570-4564
029-901 - Sao Paulo
- SP
-
Centro
PARA VEfcULOS
CAMINHGES,
AUTOM6vEIS
Neto
DE REFRATARIOS
-
conj.
172
NDICATO N.!\CIONAL DA INDUSTRIA
DE MAQUINAS
ce-Presidente:
Marcello
Luparia
a Mal. Deodoro,
630 - 23 andar
- cj
2305
ne/Fax:
(041) 223-4826
- Telex
041 0620
010-912
- Curitiba
PR
NDICATO NACIONAL DA INDUSTRIA
DE PROOUTOS
esidente:
Nelson
Antunes
a Muniz
de Souza,
1.304
- AclimaGao
ne:
(011)
270-4633
- Fax:
279-5482
534-001
- Sao Paulo
- SP
NDICATO NACIONAL DAS INOOSTRIAS
esidente:
Luiz
Andre
Rico
Vicente
d. PR 423 - Km 24,5
ne:
(41)
841-3401
795-000
- Araucaria
-
Fax:
- PR
(41)
DE SAO DE ANIMAL
SIDERURGICAS
84134-05
E
93
NDICATO
DAS INDUS TRIAS
DO VESTUARIO
NO ESTADO
'esidente
- Marcos
Tadeu
Koslowski
la Gov.Parigot
de Souza,
220
- 30 andar
one/Fax:
(43)
3112-1927
\ail:
[email protected]
.015-670
Londrina
PR
NDICATO
DA INDUSTRIA
DO VESTUARIO
'esidente
-Waldir
Antonio
Scalon
la Piratininga,
668 - sl
31
,ne/Fax:
(44)
223-3379
mail:
[email protected]
013-200
Maring.§.
PR
NDICATO
DAS
INDOSTRIAS
DO VESTUARIO
esidente
- Osmar Mazetto
a
Uniao da Vit6ria,
66
ne/Fax:
(46)
5246257
605-040
- Francisco
Beltrao
-
DO PARANA.
DE MARINGA
\
DO SUDOESTE
DO I?ARANA
PR
INDICATO
DAS INDOSTRIAS
DE VIDROS,
CRISTAIS,
ESPELHOS,
eORCELANA
DO EST ADO DO PARANA.
esidente
- Jose
Maria
Bendicto
de Arruda
Botelho
a XV de Novembro,
2535 - 10 andar
- sala
1
ne/Fax
(41) 292-2482
mail:
[email protected]
601-030
Campo Largo
PR
NDICATO
NITA.RIAS
DAS EMI?RESAS
E PROJETOS
CEMMICAS
DE OBMS
E SERVICOS
DE ELETRICIDADE,GAS,
DO
ESTADO
DO PARANA
DE LOUCA
HIDAAULICAS,
esidente
- Canisio
Morch
a Piaui,
1761 - Vila
Guaira
ne/Fax:
(41)
333-4638
me Page:
www.sineltepar.com.br
630-300
- Curitiba
- PR
NDICATO
DAS EMPRESAS
DE ENGENHARIA
RANA
esidente
- Sergio
da Cruz
a Iolando
Zanardini
Camargo,
153
one /Fax:
(41) 642-7962
708-250
- Araucaria
- PR
DE MONTAGENS
E MANUTENC;AO
INDUSTRIAL
NDICATO
DAS EMPRESAS
NO RAMO DE PINTURAS
RESIDENCIAIS,
COMERCIAIS,
IDUSTRIAIS,
PREDIAIS,
METAlS,
MADEIRAS,
LETRAS,
DECORAC;OES,
ORNATOS
TUQUES NO EST ADO DO PARANA
esidente
- Ricardo
Luiz
Loures
Canto
a Padre
Agostinho,
2032
ne:
(41) 335-9707
/
335-6807
E
DO
94
LlSTA
DOS MUNICil'IOS
OUE LUIZ MALUCELLI
I) PIEN
2) FOZ DO IGUA<;:U
3) PALMEIRA
4) PORTO AMAZONAS
5) GUARAPUAVA
6) SAO JOAO DO TRJUNFO
7) ALMIRANTE
TAMANDARE
8) ARAUCMIA
9) D( ICAIUVA DO SUL
10) CAMPO GRANDE
II)CAMPO
LARGO
12)CAMPO MAGRO
13)COLOMDO
14)FAZENDA
RIO GRANDE
15)ITAPERU<;:U
16) MANDIRrI UBA
17) PIRAQUARA
18) PfNl-IAIS
19)RJO DRANCO DO SUL
20) SAO JOSE DOS PINHAIS
.)ARAPOTI
22) GUARArUDA
23) IRATI
24) MATINI-IOS
25) PARANAGUA
26) RIBEIRAO DO PINHAL
27) RJO NEGRO
n) SANTO ANTONIO DA PLArINA
29) TlBAGI
30) LONDRINA
31)MARlNGA
32) ROLAN 01 A
33)ARAPONGAS
34)ANTONINA
J5) BANDEIRANTES
36) FRANCISCO
DELTRAo
37)JACAREZINII0
38) MORRETES
39)PARANAVAi
40) PATO BRANCO
I'RETENDE
ATINGIR
95
DEPUTADOS
Ademir Bier
Alborghetti
Albanor Gomes •••
Aigaci Tulio
Angelo Vanhoni
Antonio Anibelli
Antonio Belinati
Augustinho Zucchi
Baretter •••
Basilio Zanusso
Beto Richa
Bniz Palma
Carlos Simoes
Cesar Seleme
Cesar Silvestri
Chico Noroeste
C eiton Kielse
Duilio Genari
Edgar Bueno
Edno Guimaraes
Pastor Edson Praczyk
Edson Strapasson
Elio Rusch
Geraldo Cartario
Ilermas Brandao
Hidekazu Takayama
lrineo Colombo ••
Luciana Rafagnin •••
Durval Amaral
Jose Maria Ferreira
Luiz Accorsi
Caito Quintana
Luiz Carlos Marlins
Luiz C. Zuk
Luiz Fernandes (Litro)
Marcos Isfer·
Miltinho Pupio
Moyse Leonidas
Neivo Beraldin
Nelson Garcia
Nelson Justus
Nereu Moura
Orlando Pessuti
Pericles de H. Mello
Plauto Mira
Renato Gaucho
Rbas Carli
Ricardo Chab
Serafina Carrilho
Sergio Spada.
Tiago de Amorim Novaes
Tony Garcia
Traiano
Valdir Rossoni
Waldyr Pugliesi
( ")Sa:n:t'riosdeESllIdo
{ •• ) LK:alC' ,,10
("')Su"lcnlcscmexcrddo
96
ASSEMBLEIA
LEGISLATIVA
PARANA
Mandato:
DO ESTADO
DO
1999 A 2003
MESA DlRETORA
(1999-2001)
Presidente
Ocp Nelson justus
PTB
1 ° Yice-Presidente
Ocp Caito Quintana
PMDB
2° Yicc-Presidente
Ocp Jose Maria ferreira
PSDB
3°Yicc-Presidentc
Ocp Nelson Garcia
PFL
Ocp Hcrmas 13randao
PTB
2° Secrelario
Oep Augustinho Zucchi
PSDB
3° Sccrctario
Oep Renato Gaucho
PSDB
4° Sccretario
Dcp Angelo Vanhoni
PT
5° Sccretario
Dep Luiz Carlos Zuk
PDT
1°
Secrctario
LlDERANCAS
Governo - Dcputado Vr,.i Rosseni
Oposi<;ilo
PMDB - Deputado
Orlando
Pessuti
PFL - Deputado Plauto Miro
PDT - Deputado
Edgar Bueno
PSDB - Dcpulado AntOnio Carlos Barctter
PT - Deputado Pericles Mello
PPB - Dcputado Tony Garcia
PT13.- Deputado Ademar Traiano
PSL - Deputado Edno Guimariies
PSC - DeputadoChico
Noroeste
PSB - Deputado Ricardo Maia
REFERENCIAS
CIIURCIII
Dryden
LL JR,
Gilbert
A .. Marketing
BIBLIOGRArICAS
Researh:
Methodological
Foundations.6.
Ed.
The
de Pesquisa
nas
Press, 1995.
SELLTIZ,
Clair;
WRIGHTSMAN,
Rela~6cs Sociais. 2 cd.
KERLINGER,
Fred
Lawrence
S.; COOK,
Stuart
W .. Metodos
Sao Paulo:EPU ,1987.
N .. Metodologia
Conccitual. Siio Paulo:EPU,
da
Pesquisa
em
Cicncias
Sociais:
urn Tratamento
1980.
MANZO, Jose M. C.. Marketing uma fcrrarnenta para 0 dcscnvolvirnento.
12 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
RUBIN,
GRANDI,
lIarriet A Princcsa. 7 cd. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
Rod~lro;
MARJNS,
Alexandre;
Polilica. Sao Paulo: Loyola, 1992.
FALCAO,
Eduardo.
Voto
e
Marketing:
0
Resto
e
98
COMERLATro,
I3rasilciro,
MANHANELLl,
Summus,
ROMANIEWICZ,
FLECK,
Pulitica
Carlos
A..
Nicolo
Di B. D .. 0 Principe.
Estratcgias
Para
Elcitorais:
Marcelo,
Philip.
led.
Apostila Centro Europeu:
Maria I I . AposliJa Centro Europeu:
KOTLER.
LAtA.
Intcligcncia
Veneer
Elci(fl)cs.
Sao Jose
/ SC: Perfil
Marketing
politico.
4 ed.
Sao
Paulo:
1988.
MACI-IIAVELLI,
Controle.
Tadcli.
1993.
Administrar,;50
de
Siio Paulo: Moraes,
Planejamenlo
1992.
de Comlillica~ao.1996.
Tcoria c Oficina de Propaganda.
Marketing:
Am'l.1ise. Plancjamcnto,
1998.
Implementa~ao
2 ed. Sao Paulo: Atlas. 1993.
Rafael de. 0 que
Coordcnadoria
c
C
como funciona
da Gnifica da Assembleia
a Asscmblcia
I cgislativa
Legislativa
do Parana,
1999.
do
Parana. CuritibalPR:
e
Download

CAMPANHA PARA DEPUTADO ESTADUAL - TCC On-line