Seminário Internacional Avaliação de Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação – Diálogos entre experiências internacionais e brasileiras Rio de janeiro, 3 a 5 de dezembro de 2007 Fundos Setoriais como instrumentos da nova política de C,T&I: Propostas e referenciais para avaliação Antonio Carlos F. Galvão Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Avaliação C,T&I com ênfase nos Fundos Setoriais 1. Modelo sistêmico e periodização da Política de C,T&I 2. Plano do MCT e dimensões básicas do Sistema no Brasil 3. Espaço preferencial e papel do CGEE e do MCT na Avaliação de Programas e Políticas de C,T&I 4. Fundos Setoriais – Avaliações preliminares (Aderência e outras) 5. Dados básicos do SigFS e algumas questões para a uma proposta de Avaliação 6. Passos futuros - conclusões e recomendações Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 2 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Contexto Macroeconômico e Regulatório Sistema Educacional e de Treinamento Modelo Sistêmico de Inovação: Infra-estrutura de Comunicações Rede de Inovação Global Interatividade Cooperação Empresas (competências internas e redes externas) Sistema Científico Outros Grupos de Pesquisa “Clusters” de Indústrias Sist. Reg. de Inovação Geração, Difusão e Uso do Conhecimento Instituições de Apoio Aprendizagem Novos Atores Sistema Nacional de Inovação Condições do Mercado de Produtos Territorialidade Condições do Mercado de Fatores Capacidade Nacional de Inovação DESEMPENHO DO PAÍS Crescimento, criação de emprego, competitividade Fonte: OCDE (1999) apud Viotti (2003) Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 3 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Periodização do Sistema e sua relação com a Avaliação C,T&I 1ª Fase do Pós-Guerra (até anos 60) • Avaliação ‘ex-ante’ das propostas de pesquisa; • Peer review e métodos simples de seleção de projetos • Foco nos insumos (frutos virão com certeza) • Avaliação ‘ex-post’ desnecessária 2ª Fase do Pós-Guerra (dos anos 60 aos 80) • Competitividade e sustentabilidade • Contabilidade passa a ser requerida; relevância social é cobrada • Programas de missão orientada (Programa Apollo;Guerra ao Cancer etc.) • Avaliação ‘ex-post’ expõe o alcance dos resultados com os programas 3ª Fase do Pós-Guerra (dos anos 80 para cá) • programas de estímulo à P&D (generalizado; TICs, biotec etc.) • Abordagem para deslocar o sistema para uma direção estratégica • criar capacidades e estimular cultura cooperativa • Avaliação ‘ex-post’ tornou-se padrão Fonte:Arie Rip “Societal challenges for R&D evaluation apud Shapira e Kuhlmann (2003) Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 4 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Estado da arte da Avaliação da P&D Grants p/ pesquisa sem fim definido Ex-ante: Apreciação Revisão pelos pares das propostas (desenvolvida) Ex-post: Avaliação Só mediante registros (do tipo ‘gravação de trilha’) Grants e programas p/ pesquisa estratégica (novo desafio) Contratos e Programas de P&D (estímulo, missão) Revisão pelos pares e (alguma) pelos usuários; temas prioritários (foresight) prerrogativa do consumidor / financiador (ad hoc, intramuros) painéis de especialistas estimam valor estratégico alcançado. Métodos de impacto Painéis de especialistas e avaliadores profissionais para avaliar o produto e atingimento das metas Fonte:Arie Rip “Societal challenges for R&D evaluation apud Shapira e Kuhlmann (2003) Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 5 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação 2007 - 2010 MCT lança Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Investir e inovar para crescer Brasília, 20 de novembro de 2007 c Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 6 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Brasil: indústria sem P&D & Inovação Política industrial Grandes empreendimentos estatais Periodização da Política de C,T&I no Plano MCT lançado Substituição de importações Tecnologia externa Política inexistente Política de C&T 1950 1960 1970 1980 1990 2000 “Esgotamento Apoio Tempo integral nas da Política” individual universidades e Colapso do FNDCT e para estudos e institucionalização da do fomento do CNPq pesquisa pesquisa e da PG CNPq e CAPES FUNTEC/BNDE;MEC/CAPES; Falta de sustentação do sistema de C&T FINEP e CNPq Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 7 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação 2007-2010 PITCE Política de Estado MCT/FINEP MDIC/BNDES inovação MCT lança Plano de Ação 2007-2010 PACTI 2007-2010 Forte articulação da política de C,T&I com a política industrial: • • • • • desafios de P&D visando à construção de competitividade; uso articulado de incentivos fiscais, regulação, poder de compra apoio técnico recursos disponíveis para todas as etapas do ciclo de inovação metas compartilhadas com o setor científico-tecnológico e o setor privado c Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 8 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação 20072010 pressupõe uma Política de Estado Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 9 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para 2007-2010 O PLANO MCT lança Plano de Ação 20072010 • prioriza a ampliação da inovação nas empresas e a consolidação do sistema nacional de C,T&I • propõe 4 prioridades estratégicas, distribuídas em 21 linhas de ação • integra a PITCE Fase II e articula-se aos Planos de Desenvolvimento da Educação, da Saúde e da Agropecuária Meta 2010 Investimento em P,D&I 1,5 % PIB em P,D&I (1,02% em 2006) Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 10 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Brasil: investimentos em P&D em relação ao PIB, por setor de financiamento, 2000-2010 Estimativa para 2010 com: 2006 Estimativa dos dispêndios totais em P&D em relação ao PIB 2010 • 1,5 % do PIB para P&D 17.663 17.323 1,60% • 0,65 % do setor empresarial 11.859 Total 1,40% 8.483 5.774 3.425 1,20% Governo Federal Governo Estadual Setor Empresarial 1,00% 0,80% Setor Empresarial 0,60% Gov. Federal 0,40% 0,20% Gov. Estadual 0,00% 2000 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Slide 11 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Estimativa da evolução dos dispêndios P&D com proporção do PIB (base no modelo econométrico do Estudo da Dimensão territorial dos PPA -Ministério do Planejamento) P&D tem que evoluir + de 50% acima do investimento público e privado Ano PIB Cresc. (%) 2004 2.176,8 2005 2.239,9 2006 P&D/PIB P&D total Cresc. (%) P&D Governo Cresc. (%) Cresc. (%) 0,83 18,1 2,9 0,86 19,3 6,6 11,2 7,7 8,1 5,2 2.322,8 3,7 0,90 20,9 8,3 12,1 8,0 8,8 8,6 2007 2.427,3 4,5 1,02 24,8 18,7 14,4 18,6 10,5 18,8 2008 2.548,7 5,0 1,15 29,4 18,5 17,0 18,8 12,4 18,2 2009 2.676,1 5,0 1,29 34,6 17,6 19,7 15,7 14,9 20,3 2010 2.809,9 5,0 1,42 39,8 15,3 22,5 14,2 17,3 16,7 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação 10,4 P&D privado 7,7 Slide 12 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Recursos do MCT e de outras fontes, 2007 a 2010 em milhões Evolução estimada dos recursos totais da União MME/Petrobras/Eletrobras R$ 6.378 (15%) MS - PPA R$ 832 (2%) MEC/Capes R$ 3.345 (8%) MAPA - PPA R$ 1.333 (3%) Outras fontes R$ 345 (1%) BNDES(3) R$ 7.270 (18%) FUNTTEL R$ 882 (2%) FAT R$ 1.550 (4%) MCT/outras ações do PPA(2) FND R$ 590 (1%) R$ 7.831 (19%) MCT/FNDCT(1) R$ 10.833 (27%) Total estimado: R$ 41,2 bilhões Fonte: LOA 2007, PLOA 2008 e PPA 2008-2011 Elaboração: ASCAV/MCT. Notas: 1) inclui recursos sob a supervisão do FNDCT; 2) não inclui pessoal, encargos sociais e despesas financeira e obrigatórias; 3) estimativas BNDES, sujeitas a modificação anual. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 13 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Orçamento MCT Executado (2000-2006) e Projetado (2007-2010) em R$ bilhões correntes 6,5 6,0 FNDCT Trajetória recente e evolução estimada dos recursos 5,5 5,0 CNPq FINEP (FAT, FND) Programa Nuclear 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 Programa Espacial Institutos do MCT Outras Ações do MCT 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Notas: não inclui as despesas financeiras e obrigatórias, pessoal e encargos; inclui somente as despesas de OCC (Outros Custeios e Capital) e os recursos da UO 74910 (Recursos sob supervisão do FNDCT) no FNDCT. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 14 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional FNDCT – Execução Financeira R$ milhões constantes, IPCA (média anual/dez.2006) para 1971-2006 R$ milhões correntes para 2007-2010 4.000 3.500 Trajetória dos recursos do FNDCT 3.000 Orçamento previsto 2.500 2.000 1.500 1.000 Fundos Setoriais 500 19 71 19 72 19 73 19 74 19 75 19 76 19 77 19 78 19 79 19 80 19 81 19 82 19 83 19 84 19 85 19 86 19 87 19 88 19 89 19 90 19 91 19 92 19 93 19 94 19 95 19 96 19 97 19 98 19 99 20 00 20 01 20 02 20 03 20 04 20 05 20 06 20 07 20 08 20 09 20 10 0 Nota: Lei+Créditos em 2006 e 2007 e PPA de 2008 a 2010 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 15 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais O Ciclo de Avaliação de Políticas, Programas e Projetos Policy Formulation Policy Review Programme Design Programme Conclusions Ex-ante Feasibility Evaluation Ex-post /Results Evaluations Ongoing / Mid term Evaluation Programme Implementation Policy Delivery Fonte:Evaluating Socio Economic Development, SOURCEBOOK 1: Themes and Policy Areas: Research, Technological Development and Innovation Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 16 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Ambiente da Avaliação e o CGEE Fonte: CEC/EU DG-Regio 2006 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 17 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Avaliação: experiência do CGEE • Objetivos Estatutários (2001) • Promover e realizar estudos e pesquisas prospectivas de alto nível na área de ciência e tecnologia e suas relações com setores produtivos; Promover e realizar atividades de avaliação de estratégias e de impactos econômicos e sociais das políticas, programas e projetos científicos e tecnológicos; • • Compromisso explicitado no Contrato de Gestão • • Início com atividades de gestão e avaliação dos Fundos (mas foram descontinuadas); Outras atividades de avaliação: – – – – – • • Avaliação de aderência dos Fundos Setoriais (concluída); Avaliação das OEPAS – Organizações Estaduais de pesquisa agropecuária (concluída); Avaliação do Programa Antártico brasileiro (concluída 1ª etapa); Avaliação do processo da 1ª Chamada Pública da Subvenção Econômica (concluída); Avaliação do papel das FAPs na execução dos Fundos Setoriais (em curso). Comitê Permanente de Coordenação do Processo de Avaliação dos Fundos Setoriais; Sistema Integrado de Gestão dos Fundos Setoriais- SIG-FS Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 18 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Análise de Aderência dos Fundos Setoriais Objetivo • analisar a aderência das ações implementadas através dos Fundos Setoriais às respectivas estratégias orientadoras (documentos de diretrizes, atas de comitês gestores e editais) quanto à: Temáticas priorizadas Participação das empresas Distribuição regional Estudo realizado em duas fases, compreendendo o período de 1999 -2005, e utilizando dados disponíveis no sistema Prossiga Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 19 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Projeto Análise de Aderência dos Fundos Setoriais Em Resumo: • Universo avaliado: 63% do total dos recursos investidos pelos Fundos Setoriais; • As empresas participaram em projetos que representaram 23% do total investido pelos Fundos Setoriais; • O total dos investimentos no N/NE/CO alcançou 26% dos investimentos totais dos Fundos Setoriais • Aderência Total: 93% Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 20 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Dificuldades e Limitações • Disponibilidade e confiabilidade das bases de informações • Insumos diferenciados, características de cada Fundo dificulta a comparabilidade • Métricas e novos indicadores • Hiato temporal entre a produção de conhecimentos e a realização dos impactos • Imprevisibilidade dos resultados do processo de inovação • Importância da dimensão qualitativa • Escolhas metodológicas • Resistências culturais a avaliação (M.Pereira, Velho L., Furtado A., Souza Paula C.) Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 21 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Levantamento sistemático de informações gerenciais (SigFS) Qualitativas: i) deliberações dos comitês, ii) Planos de Investimentos, iii) termos de referência, iv) escopo dos instrumentos (editais/chamadas públicas, encomendas e cartas-convite) Quantitativas: i) dados sobre a demanda bruta e qualificada, ii) dados sobre carteira de projetos contratados; iii) desempenho operacional (tempo entre decisão e operação dos instrumentos), iv) prazo para contratação e desembolso Produção de relatórios e estatísticas organizadas por: • Eixo estratégico • Programas • Região e UF Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação • Linha e ação • Instrumentos Slide 22 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Documento do MCT e CGEE propondo aos Comitês dos Fundos uma avaliação sistemática cobrindo todo o ciclo PROCESSO DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DOS FUNDOS SETORIAIS Proposta para discussão 1. Apresentação Este documento foi elaborado pela Assessoria de Coordenação dos Fundos Setoriais – ASCOF e pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos - CGEE com o propósito de estabelecer uma metodologia de acompanhamento e avaliação das ações apoiadas pelos fundos setoriais. 2. Introdução Os Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia foram implementados, a partir de 1999, com o objetivo de ampliar e regularizar o financiamento a ações de pesquisa, de desenvolvimento e de inovação, visando consolidar o Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Brasil e promover a competitividade das empresas brasileiras, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País. Desde que foram criados, os fundos setoriais constituem-se no principal instrumento de políticas públicas dirigido às atividades de CT&I que, além de injetar novos recursos no sistema, promovem o fortalecimento da parceria entre os setores públicos e privados. Os Fundos Setoriais atendem a diversas áreas, cada uma com recursos próprios e exclusivos. Tais recursos, oriundos de contribuições incidentes sobre o faturamento de empresas e/ou sobre o resultado da exploração de recursos naturais pertencentes à União, são alocados no FNDCT, do qual a Finep, agência financiadora do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), é a Secretaria Executiva. Cabe lembrar que está em processo a aprovação da Lei do FNDCT que contribuirá para a consolidação dos recursos afetos a este fundo. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 23 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Atividades principais do ciclo completo da Avaliação 1) Aprimoramento do processo de gestão das informações gerenciais dos Fundos Setoriais 2) Acompanhamento e avaliação do processo decisório e operacional • Apoio ao planejamento e às estratégias de alocação de recursos 3) Avaliação de resultados e impactos dos Fundos Setoriais • Levantamento de informações junto aos coordenadores de projetos • Realização de workshops de avaliação Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 24 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Objetivo Estratégico Geral da Avaliação: • Aperfeiçoar a estratégia dos Fundos setoriais e melhorar a capacidade de legitimação do instrumento junto aos tomadores de decisão Objetivos da Avaliação: para que? • Prestar contas à sociedade e aos financiadores • Gerar elementos para aprimorar políticas e processos de gestão • Instruir decisões com relação ao presente (instrumentos, por exemplo) ou definir novas ações • Medir resultados e impactos (publicações, patentes, protótipos, inovações; interações entre produtos e o sistema sócio-econômico) Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 25 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Características gerais dos Fundos Setoriais • Novo modelo de financiamento à C,T&I no País (com recursos provenientes de contribuições sobre faturamento das empresas e resultado exploração de recursos minerais • Objetivos: – Focal: maior comprometimento dos empresários na formulação da agenda, nas decisões de aplicação de recursos e execução dos projetos • Empresa como foco da demanda tecnológica • Ambiente favorável às parcerias entre governos, ICTs e empresas • Estratégias definidas pelos principais atores do setor – Difuso: fortalecimento das atividades de C,T&I no País, com ênfase no apoio às inovações nos setores selecionados • Infra-estrutura de pesquisa e recursos humanos • Desconcentração regional • Cooperação Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 26 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Etapas iniciais da Avaliação de Resultados (e impacto) dos Fundos 1. Identificação e organização das informações relativas à operação e execução dos Fundos 2. Definição preliminar da metodologia e do engajamento dos especialistas em Avaliação em C,T&I 1. Diagnósticos das lacunas e deficiências informacionais 2. Detalhamento dos métodos a utilizar e 3. Contratação da bases metodológicas (procedimentos, métodos, indicadores etc.) com os Comitês Gestores do Fundo 4. Montagem de uma base amostral de resultados dos Fundos (Programas e projetos) 5. 1. Parte que varra todos os Fundos cobrindo uma base homogênea de indicadores 2. Parte que trate de indicadores específicos de cada Fundo Estruturação de uma base de informações e indicadores de referência para a Avaliação Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 27 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Fundos Setoriais – Projetos financiados no período 1997-2006 CNPq FINEP Total FUNDO SETORIAL N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) CT-AMAZONIA 181 5.110.164,42 30 29.373.032,22 211 34.483.196,64 CT-AERO 107 1.882.450,21 42 143.263.702,05 149 145.146.152,26 CT-AGRO 1.880 42.954.360,49 112 98.209.773,12 1.992 141.164.133,61 621 14.419.822,48 45 13.822.381,59 666 28.242.204,07 1.978 65.137.410,50 165 193.739.962,39 2.143 258.877.372,89 59 270.564,57 9 5.683.372,50 68 5.953.937,07 CT-HIDRO 2.176 51.457.279,65 194 49.793.443,61 2.370 101.250.723,26 CT-INFO 2.722 41.118.766,74 183 32.963.080,82 2.905 74.081.847,56 291 8.186.778,40 39 12.093.050,10 330 20.279.828,50 CT-PETRO 3.803 84.055.018,16 668 545.257.236,92 4.471 629.312.255,08 CT_SAUDE 1.211 32.789.075,27 77 42.691.724,42 1.288 75.480.799,69 CT-TRANSP 49 2.802.611,07 49 2.802.611,07 CT-TRANS. AQUAV 51 451.664,01 24 15.082.302,27 75 15.533.966,28 4.983 59.142.400,04 836 305.768.763,59 5.819 364.911.163,63 128 6.929.669,98 709 717.363.094,47 837 724.292.764,45 37 256.098.993,02 37 256.098.993,02 CT-BIOTEC CT-ENERG CT-ESPACIAL CT-MINERAL VERDE-AMAREL0 CT-INFRA CT-Funttel CTVS-Transversa Total 708 5.183.034,83 868 761.912.557,84 1.576 767.095.592,67 20.948 421.891.070,82 4.038 3.223.116.470,93 24.986 3.645.007.541,75 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 28 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Valor Financiado (todos os Fundos) – 1997-2006 CNPq FINEP Total N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) Grupo de projetos por valor Projetos até 2.000 2.516 3.281.499,77 Projetos de 2.001 ate 5.000 5.499 18.185.913,73 Projetos de 5.001 até 10.000 3.504 24.291.899,51 29 Projetos de 10.001 até 50.000 7.753 176.023.810,65 731 Projetos de 50.001 até 150.000 18 0,00 2.534 3.281.499,77 5.499 18.185.913,73 270.522,63 3.533 24.562.422,14 19.361.678,02 8.484 195.385.488,67 1.381 111.931.100,38 506 51.235.096,77 1.887 163.166.197,15 Projetos de 150.001 até 300.000 232 49.063.639,18 800 177.326.599,02 1.032 226.390.238,20 Projetos de 300.001 ate 450.000 29 10.601.820,43 491 182.566.536,32 520 193.168.356,75 Projetos de 450.001 até 800.000 22 12.835.986,15 540 329.240.801,18 562 342.076.787,33 Projetos de 800.001 ate 1.500.000 7 6.815.742,79 503 565.435.143,59 510 572.250.886,38 Projetos de 1.500.001 até 5.000.000 5 8.859.658,23 336 875.040.635,72 341 883.900.293,95 84 1.022.639.457,68 84 1.022.639.457,68 4.038 3.223.116.470,93 24.986 3.645.007.541,75 Projetos maiores que 5.000.001 Total 20.948 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação 421.891.070,82 Slide 29 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Ano de Inicio dos projetos (todos os Fundos) – 1997-2006 CNPq N° PROJETOS FINEP VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS Total VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) ANO INÍCIO 1997 1 50.000,00 1999 1 50.000,00 43 75.050.824,69 43 75.050.824,69 2000 270 9.937.849,84 213 133.340.543,40 483 143.278.393,24 2001 748 23.832.815,50 472 451.086.681,89 1.220 474.919.497,39 2002 1.750 40.320.750,77 356 321.720.391,22 2.106 362.041.141,99 2003 4.073 83.628.005,14 345 254.736.682,81 4.418 338.364.687,95 2004 3.505 97.406.671,41 1.244 560.548.171,98 4.749 657.954.843,39 2005 5.413 117.134.644,41 697 662.186.353,93 6.110 779.320.998,34 2006 5.188 49.580.333,75 668 764.446.821,01 5.856 814.027.154,76 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 30 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Primeiras Questões • Questões gerais: – Quais são os resultados das estratégias e dos projetos de P&D apoiados pelos Fundos? – Que impactos tiveram os programas e projetos apoiados pelos Fundos ? – Em que medida construímos novo modelo de financiamento à C,T&I no País? – Qual tem sido o papel dos Fundos para a definição das estratégias setoriais? – Qual tem sido a participação efetiva das empresas nos Fundos? • Questões sobre as estratégias da Avaliação: – Cobrir todos os Fundos? Quais escolher inicialmente para a avaliação? – Priorizar Fundos de maior envergadura financeira? De maior tempo de implementação? De papel mais diversificado no sistema? – Como acessar resultados? (Base de dados amostral de resultados e painéis de especialistas) – Como mobilizar os atores intervenientes (questionários; entrevistas,outros....)? Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 31 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Duração dos Projetos (todos os Fundos) – 1997-2006 CNPq FINEP Total Faixas de Duração (n° dias) N° PROJETOS Projetos de 0 a 30 dias VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) 138 3.771.113,56 1 20.000,00 139 3.791.113,56 Projetos de 31 a 60 dias 54 1.047.838,42 2 94.170,00 56 1.142.008,42 Projetos de 61 a 90 dias 87 1.990.573,98 10 699.244,00 97 2.689.817,98 Projetos de 91 a 180 dias 1.165 7.998.995,82 72 39.103.062,14 1.237 47.102.057,96 Projetos de 181 dias ate 360 3.403 21.326.811,15 706 62.963.721,70 4.109 84.290.532,85 11.272 153.721.986,09 436 381.517.963,11 11.708 535.239.949,20 4.529 203.940.986,99 1.695 1.416.286.104,50 6.224 1.620.227.091,49 288 27.972.077,15 1.020 1.108.444.992,80 1.308 1.136.417.069,95 3 63.108,58 96 213.987.212,68 99 214.050.321,26 24.977 3.644.949.962,67 Projetos de 361 dias ate 720 dias Projetos de 721 dias ate 1080 dias Projetos de 1081 dias ate 1800 dias Projetos acima de 1800 dias Total Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 32 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Tipo de Instituição Executora (todos os Fundos) – 1997-2006 CNPq FINEP N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) 233 4.000.463,89 N° PROJET OS Total VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) Tipo de Instituição Academias 141 71.074.705,97 374 75.075.169,86 8 7.720.114,55 8 7.720.114,55 Agências de Fomento 194 2.493.717,62 115 246.835.823,03 309 249.329.540,65 Assoc./Soc. Científicas 160 3.074.888,43 250 34.917.590,33 410 37.992.478,76 Empresa Tecnológica 13 131.646,50 2 533.210,16 15 664.856,66 286 4.364.213,90 77 33.354.953,00 363 37.719.166,90 50 624.500,27 18 4.455.899,16 68 5.080.399,43 10.930 233.292.271,52 1.882 1.288.148.109,95 12.812 1.521.440.381,47 Instituição de Pesquisa 1.208 30.839.750,96 431 622.973.769,10 1.639 653.813.520,06 Instituição Tecnológica 580 12.210.515,03 307 211.095.397,89 887 223.305.912,92 1 1.200.000,00 1 1.200.000,00 Empresas Privadas Ensino Técnico Instituição de Ensino Superior Museus Organização NãoGovernam. 138 1.581.697,94 24 6.717.025,73 162 8.298.723,67 Secretarias, Prefeituras 187 3.713.869,96 43 180.429.196,08 230 184.143.066,04 13.979 296.327.536,02 3.299 2.709.455.794,95 17.278 3.005.783.330,97 Total Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 33 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Instrumento (todos os Fundos) – 1997-2006 CNPq INSTRUMENTO N° PROJETOS 20.948 VL CONTRATADO (R$) 421.891.070,82 FINEP N° PROJETOS Total VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) 1.259 1.028.628.357,69 22.207 1.450.519.428,51 196 123.042.424,72 196 123.042.424,72 1.148 759.348.227,82 1.148 758.945.524,62 Edital 498 233.423.186,65 498 233.423.186,65 Encomenda 623 1.069.022.291,92 623 1.069.022.291,92 Eventos 314 9.651.982,13 314 9.651.982,13 4.038 3.223.116.470,93 24.986 3.645.007.541,75 Carta Convite Chamada Pública Total 20.948 421.891.070,82 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 34 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Modalidade (todos os Fundos) – 1997-2006 CNPq MODALIDADE/PADRÃO Aperfeiçoamento Apoio Técnico Doutorado Iniciação Cient. e Tecnol. Mestrado Organização de Eventos Participação de Eventos Pesquisadores Pós-doutorado Projeto Pesq. Individual Projeto Pesq. Institucional Recém-doutor Total MODALIDADE Treinamento no País (curta duração) Aperfeiçoamento Treinamento no País (longa duração) Extensão no País Apoio Técnico em Extensão no País Apoio Técnico à Pesquisa Doutorado Iniciação Científica (Auxílio Integrado) Iniciação Tecnológica e Industrial Mestrado Organização de Eventos FNDCT-EVENTO Participação de Eventos Pesquisador Visitante (curta duração) Pesquisador Visitante (longa duração) Fixação de Doutor Desenvolvimento Científico e Regional Desenvolvimento Tecnol. e Industrial Especialista Visitante Pós-doutorado Auxílio Individual à Pesquisa Auxílio Integrado à Pesquisa Apoio ao Desenv. Cient. e Tecnológico Área Estratégica FNDCT Recém-doutor Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação N° PROJETOS FINEP VL CONTRAT. (R$) Total N° N° PROJETOS VL CONTRAT. (R$) PROJETOS VL CONTRAT.(R$) 37 462.809,45 37 462.809,45 6 46.127,47 6 46.127,47 2 116 140 11.592,24 1.802.989,13 486.877,92 2 116 140 11.592,24 1.802.989,13 486.877,92 593 272 2.523.570,54 11.269.889,64 593 272 2.523.570,54 11.269.889,64 955 6.867 2.880.765,12 21.570.118,61 955 6.867 2.880.765,12 21.570.118,61 500 87 8.008.292,13 5.137.008,23 500 87 8.008.292,13 5.137.008,23 736 32.792.967,58 27 63 228.757,30 2.965.543,37 27 63 228.757,30 2.965.543,37 1 238 21.868,62 15.609.709,33 1 238 21.868,62 15.609.709,33 6 8.012 273.461,37 134.940.452,95 6 8.012 273.461,37 134.940.452,95 185 10 5.161.330,59 235.167,36 185 10 5.161.330,59 235.167,36 1.357 1.432 71.790.685,86 131.008.446,56 1.357 1.432 71.790.685,86 131.008.446,56 736 32.792.967,58 8 674.350,00 8 674.350,00 32 4.711.404,29 3.302 3.190.323.503,35 32 3.302 4.711.404,29 3.190.323.503,35 2 20.948 69.852,74 421.891.070,82 4.038 3.223.116.470,93 2 24.986 69.852,74 3.645.007.541,75 Slide 35 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Questões sobre variância dos apoios e projetos • Questões: – A estratégia tem resultado numa maior interação entre as instituições acadêmicas e as empresas na promoção das inovações ? (vide PINTEC- IBGE) – Tem havido mudança de atitude na cooperação entre universidades, institutos e empresas?? – Projetos financiados na modalidade de ”encomenda” têm atendido melhor seus demandantes? – As “ações transversais” têm proporcionado resultados robustos e melhor atendimento aos objetivos da PITCE? • Questões sobre as estratégias da Avaliação: – Destacar projetos de maior vulto (amostragem certa)? – Tratar em separado projetos de menor envergadura (bolsas isoladas, etc.)? – Especializar avaliaçõa pela natureza dos instrumentos de contratação? – Assegurar cobertura regional adequada (estratificar amostras)? Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 36 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Região Administrativa (todos os Fundos) – 1997-2006 CNPq FINEP Região N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS Total VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) CENTRO-OESTE 1.707 31.967.232,36 311 537.234.908,23 2.018 569.202.140,59 NORDESTE 5.327 97.948.216,45 728 460.190.840,31 6.055 558.139.056,76 NORTE 1.078 26.576.105,76 218 169.232.764,34 1.296 195.808.870,10 SUL 5.133 86.135.817,22 765 391.880.636,07 5.898 478.016.453,29 SUDESTE 7.659 178.358.251,46 2.012 1.662.213.848,98 9.671 1.840.572.100,44 20.904 420.985.623,25 4.034 3.220.752.997,93 24.938 3.641.738.621,18 Total Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 37 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Questões sobre distribuição espacial • Questões: – A estratégia dos Fundos tem favorecido a capacitação científica e tecnológica das regiões menos favorecidas do País? – Quais os fundos que possuem maior ou menor capilaridade espacial? – Qual tem sido a participação efetiva das empresas nos Fundos nas diversas regiões? – Quão eficaz tem sido o dispositivo legal de aplicação mínima dos recursos nas regiões menos favorecidas? – Que arranjo institucional é mais favorável à descentralização sem concessões à qualidade do sistema? • Questões sobre as estratégias da Avaliação: – Como envolver instâncias subnacionais na avaliação (vide pesquisa FAPs)? – Assegurar cobertura regional adequada (estratificar amostras)? Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 38 Avaliação OBRIGADO Antonio Carlos F. Galvão [email protected] Centro de Gestão e Estudos Estratégicos - CGEE Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 39