PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE SANTA CATARINA COMARCA DE PORTO UNIÃO 1ª VARA CÍVEL Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC EDITAL DE LEILÃO Pelo presente, se faz saber a todos o quanto o presente virem ou conhecimento dele tiverem, que serão levados a leilão os bens penhorados em que é Requerente(s) a LUIZ GREGÓRIO e requerido(s) ERICO ROSENSCHEG na seguinte forma: PRIMEIRO LEILÃO: 09/06/2015, às 13:00 horas, por preço igual ou superior ao da avaliação. SEGUNDO LEILÃO: 23/06/2015, às 13:00 horas, pela melhor oferta, excetuando-se o preço vil. Caso não haja expediente nas datas designadas, o leilão realizar-se-á no primeiro dia útil subsequente, no mesmo local e horário. LOCAL: Fórum da Comarca, Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC. PROCESSO: 0001348-54.2000.8.24.0052/02 – EXECUÇÃO DE SENTENÇA BENS: Uma área de terras rurais com 242.000,00m² (duzentos e quarenta e dois mil metros quadrados), sem benfeitorias, localizada na Colonia Lança, 1º Distrito desta Comarca de Porto União, com as seguintes medidas e confrontações: Fundos por uma Linha de 340,77 metros com o Rio Iguaçu; Frente por uma linha de 170 metros com o leito antigo da RFFSA (linha São Francisco); Lado Direito com 921,47 metros com os vendedores; lado esquerdo com 900,00 metros com Tarciso Henrick. Imóvel cadastrado no INCRA sob nº. 816.108.016.934 e matriculado sob nº. 2427 no Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Porto União/SC (RE)AVALIAÇÃO: R$ 500.410,18 (quinhentos mil, quatrocentos e dez reais e dezoito centavos), em 28 de março de 2013. LOCALIZAÇÃO DO BEM: Conforme descrição acima. ÔNUS: Eventuais constante na Matrícula Imobiliária. LEILOEIRO OFICIAL E RURAL: Luciano Tavares, JUCESC nº. 299 e FAESC nº. 034. Ficam através deste edital intimada as partes (CPC Artigo 687 e Art. 3º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro), os cônjuges, os arrematantes e terceiros interessados. Cientes, também, que no ato da adjudicação, ou remição ou acordo entre as partes serão cobrados os serviços do Leiloeiro, as despesas de editoração e de editais. A comissão de Leilão sempre será devida ao Leiloeiro Oficial, (Decreto Federal nº. 21.981/32), pelo ato praticado, sendo 5% (cinco por cento) do valor do lanço em caso de arrematação ou adjudicação. Remitida a execução pelo devedor, nos termos do art. 651 do CPC, após a arrematação, mas antes de assinado o auto respectivo, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar em Juízo, em favor do Leiloeiro, a título de ressarcimento, a importância de 5% do valor da avaliação dos bens contristados, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Quando antes de realizado o leilão, for remitida a execução pelo executado, nos termos do art. 651 do CPC, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Havendo desistência da execução ou da penhora, ou ainda pedido de suspensão do leilão pelo exequente (art. 569 do CPC), após publicado o edital de leilão ou praticado qualquer ato pelo Leiloeiro, incumbir-lhe-á, juntamente com os demais ônus incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Em caso de suspensão do leilão ou extinção do feito, em razão de acordo, depois de iniciados os atos preparatórios à hasta pública, fará jus o leiloeiro à remuneração equivalente a 3% (três por cento) sobre o valor da avaliação judicial, assumindo, conforme o caso, o arrematante, o adjudicante ou o remitente, o ônus destas despesas, nos termos da Lei. Não será devida comissão ao Leiloeiro quando: a) A hasta pública for suspensa por decisão judicial, qualquer que seja o momento; b) A arrematação for anulada por decisão judicial, caso em que competirá ao Leiloeiro restituir a comissão eventualmente já recebida depositando o valor correspondente na conta única judicial assim que intimado a fazê-lo. Anulada a arrematação, sem culpa do Leiloeiro, este fará jus ao ressarcimento de todas as despesas efetivamente comprovadas e remuneração de 2,5% da avaliação dos bens, as quais serão suportadas por quem deu causa a anulação, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Caso os Exequentes, Executados, cônjuges e terceiros interessados não sejam encontrados, notificados ou certificados por qualquer razão, das datas de Praça e Leilão, quando da expedição das notificações respectivas, valerá o presente Edital de INTIMAÇÃO DE PRAÇA E LEILÃO. O prazo para a apresentação de quaisquer medidas processuais contra os atos de expropriação como embargos ou recursos, começará a contar após a Hasta Pública, independentemente de intimação. Porto União/SC, 11 de maio de 2015. Osvaldo Alves do Amaral Juiz de Direito PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE SANTA CATARINA COMARCA DE PORTO UNIÃO 1ª VARA CÍVEL Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC EDITAL DE LEILÃO Pelo presente, se faz saber a todos o quanto o presente virem ou conhecimento dele tiverem, que serão levados a leilão os bens penhorados em que é Requerente(s) a BANCO BRADESCO S/A e requerido(s) PSCHEIDT E CIA LTDA. e CELSO LUIZ PSCHEIDT na seguinte forma: PRIMEIRO LEILÃO: 09/06/2015, às 13:00 horas, por preço igual ou superior ao da avaliação. SEGUNDO LEILÃO: 23/06/2015, às 13:00 horas, pela melhor oferta, excetuando-se o preço vil. Caso não haja expediente nas datas designadas, o leilão realizar-se-á no primeiro dia útil subsequente, no mesmo local e horário. LOCAL: Fórum da Comarca, Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC. PROCESSO: 052.10.003492-8 (0003492-49.2010.8.24.0052) – EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL BENS: 01 (um) Veículo marca Fiat, modelo Daily/Iveco, ano de fabricação e modelo 1999/1999, cor branca, à Diesel, placas MAX-4744, chassi ZCFC35701X2306222. (RE)AVALIAÇÃO: R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), em 09 de fevereiro de 2012. DEPOSITÁRIO: Não informado. ÔNUS: Eventuais constantes no Detran. LEILOEIRO OFICIAL E RURAL: Luciano Tavares, JUCESC nº. 299 e FAESC nº. 034. Ficam através deste edital intimada as partes (CPC Artigo 687 e Art. 3º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro), os cônjuges, os arrematantes e terceiros interessados. Cientes, também, que no ato da adjudicação, ou remição ou acordo entre as partes serão cobrados os serviços do Leiloeiro, as despesas de editoração e de editais. A comissão de Leilão sempre será devida ao Leiloeiro Oficial, (Decreto Federal nº. 21.981/32), pelo ato praticado, sendo 5% (cinco por cento) do valor do lanço em caso de arrematação ou adjudicação. Remitida a execução pelo devedor, nos termos do art. 651 do CPC, após a arrematação, mas antes de assinado o auto respectivo, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar em Juízo, em favor do Leiloeiro, a título de ressarcimento, a importância de 5% do valor da avaliação dos bens contristados, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Quando antes de realizado o leilão, for remitida a execução pelo executado, nos termos do art. 651 do CPC, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Havendo desistência da execução ou da penhora, ou ainda pedido de suspensão do leilão pelo exequente (art. 569 do CPC), após publicado o edital de leilão ou praticado qualquer ato pelo Leiloeiro, incumbir-lhe-á, juntamente com os demais ônus incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Em caso de suspensão do leilão ou extinção do feito, em razão de acordo, depois de iniciados os atos preparatórios à hasta pública, fará jus o leiloeiro à remuneração equivalente a 3% (três por cento) sobre o valor da avaliação judicial, assumindo, conforme o caso, o arrematante, o adjudicante ou o remitente, o ônus destas despesas, nos termos da Lei. Não será devida comissão ao Leiloeiro quando: a) A hasta pública for suspensa por decisão judicial, qualquer que seja o momento; b) A arrematação for anulada por decisão judicial, caso em que competirá ao Leiloeiro restituir a comissão eventualmente já recebida depositando o valor correspondente na conta única judicial assim que intimado a fazê-lo. Anulada a arrematação, sem culpa do Leiloeiro, este fará jus ao ressarcimento de todas as despesas efetivamente comprovadas e remuneração de 2,5% da avaliação dos bens, as quais serão suportadas por quem deu causa a anulação, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Caso os Exequentes, Executados, cônjuges e terceiros interessados não sejam encontrados, notificados ou certificados por qualquer razão, das datas de Praça e Leilão, quando da expedição das notificações respectivas, valerá o presente Edital de INTIMAÇÃO DE PRAÇA E LEILÃO. O prazo para a apresentação de quaisquer medidas processuais contra os atos de expropriação como embargos ou recursos, começará a contar após a Hasta Pública, independentemente de intimação. Porto União/SC, 11 de maio de 2015. Osvaldo Alves do Amaral Juiz de Direito PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE SANTA CATARINA COMARCA DE PORTO UNIÃO 1ª VARA CÍVEL Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC EDITAL DE LEILÃO Pelo presente, se faz saber a todos o quanto o presente virem ou conhecimento dele tiverem, que serão levados a leilão os bens penhorados em que é Requerente(s) a SELMA LUETZOW e requerido(s) OSVALDO PECHARKI na seguinte forma: PRIMEIRO LEILÃO: 09/06/2015, às 13:00 horas, por preço igual ou superior ao da avaliação. SEGUNDO LEILÃO: 23/06/2015, às 13:00 horas, pela melhor oferta, excetuando-se o preço vil. Caso não haja expediente nas datas designadas, o leilão realizar-se-á no primeiro dia útil subsequente, no mesmo local e horário. LOCAL: Fórum da Comarca, Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC. PROCESSO: 052.07.005243-5 (0005243-76.2007.8.24.0052) – ALIENAÇÃO JUDICIAL DE BENS BENS: Um terreno urbano com a área de 336,70m² (trezentos e trinta e seis metros e setenta centímetros quadrados), situado no bairro São Pedro, nesta Cidade de Porto União/SC, com as seguintes medidas e confrontações: Frente com 13,00 metros para a Rua Projetada; Lado Direito com 25,90 metros com Anna Wolff; Lado Esquerdo com 25,90 metros com a outorgante vendedora e fundos com 13,00 metros também com a vendedora. Benfeitorias: Uma casa de madeira (antiga) coberta de telhas de barro. A residência localiza-se numa rua ao lado do colégio Germano Wagenfhur (entra ao lado do colégio e sai na Avenida João Pessoa, próximo a Sorveteria Bomliê. Imóvel matriculado sob o nº. 625 no Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Porto União/SC. (RE)AVALIAÇÃO: R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), em 30 de março de 2012. LOCALIZAÇÃO DO(S) BEM(S): Conforme descrição acima. ÔNUS: Eventuais constantes na Matrícula Imobiliária. LEILOEIRO OFICIAL E RURAL: Luciano Tavares, JUCESC nº. 299 e FAESC nº. 034. Ficam através deste edital intimada as partes (CPC Artigo 687 e Art. 3º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro), os cônjuges, os arrematantes e terceiros interessados. Cientes, também, que no ato da adjudicação, ou remição ou acordo entre as partes serão cobrados os serviços do Leiloeiro, as despesas de editoração e de editais. A comissão de Leilão sempre será devida ao Leiloeiro Oficial, (Decreto Federal nº. 21.981/32), pelo ato praticado, sendo 5% (cinco por cento) do valor do lanço em caso de arrematação ou adjudicação. Remitida a execução pelo devedor, nos termos do art. 651 do CPC, após a arrematação, mas antes de assinado o auto respectivo, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar em Juízo, em favor do Leiloeiro, a título de ressarcimento, a importância de 5% do valor da avaliação dos bens contristados, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Quando antes de realizado o leilão, for remitida a execução pelo executado, nos termos do art. 651 do CPC, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Havendo desistência da execução ou da penhora, ou ainda pedido de suspensão do leilão pelo exequente (art. 569 do CPC), após publicado o edital de leilão ou praticado qualquer ato pelo Leiloeiro, incumbir-lhe-á, juntamente com os demais ônus incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Em caso de suspensão do leilão ou extinção do feito, em razão de acordo, depois de iniciados os atos preparatórios à hasta pública, fará jus o leiloeiro à remuneração equivalente a 3% (três por cento) sobre o valor da avaliação judicial, assumindo, conforme o caso, o arrematante, o adjudicante ou o remitente, o ônus destas despesas, nos termos da Lei. Não será devida comissão ao Leiloeiro quando: a) A hasta pública for suspensa por decisão judicial, qualquer que seja o momento; b) A arrematação for anulada por decisão judicial, caso em que competirá ao Leiloeiro restituir a comissão eventualmente já recebida depositando o valor correspondente na conta única judicial assim que intimado a fazê-lo. Anulada a arrematação, sem culpa do Leiloeiro, este fará jus ao ressarcimento de todas as despesas efetivamente comprovadas e remuneração de 2,5% da avaliação dos bens, as quais serão suportadas por quem deu causa a anulação, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Caso os Exequentes, Executados, cônjuges e terceiros interessados não sejam encontrados, notificados ou certificados por qualquer razão, das datas de Praça e Leilão, quando da expedição das notificações respectivas, valerá o presente Edital de INTIMAÇÃO DE PRAÇA E LEILÃO. O prazo para a apresentação de quaisquer medidas processuais contra os atos de expropriação como embargos ou recursos, começará a contar após a Hasta Pública, independentemente de intimação. Porto União/SC, 11 de maio de 2015. Osvaldo Alves do Amaral Juiz de Direito PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE SANTA CATARINA COMARCA DE PORTO UNIÃO 1ª VARA CÍVEL Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC EDITAL DE LEILÃO Pelo presente, se faz saber a todos o quanto o presente virem ou conhecimento dele tiverem, que serão levados a leilão os bens penhorados em que é Requerente(s) a MIGUEL DA SILVA JUNIOR e requerido(s) OSMAR JOSÉ GLINSKI na seguinte forma: PRIMEIRO LEILÃO: 09/06/2015, às 13:00 horas, por preço igual ou superior ao da avaliação. SEGUNDO LEILÃO: 23/06/2015, às 13:00 horas, pela melhor oferta, excetuando-se o preço vil. Caso não haja expediente nas datas designadas, o leilão realizar-se-á no primeiro dia útil subsequente, no mesmo local e horário. LOCAL: Fórum da Comarca, Rua Voluntários da Pátria, nº. 365, CEP 89.400-000 – Porto União/SC. PROCESSO: 0500056-54.2012.8.24.0052/01 – EXECUÇÃO DE SENTENÇA BENS: 01 (um) Veículo marca Toyota, modelo Hilux 4CD SR5, cor branca, placas APM-1945, em bom estado de conservação e perfeito funcionamento. (RE)AVALIAÇÃO: R$ 47.000,00 (quarenta e sete mil reais), em 16 de outubro de 2014. DEPOSITÁRIO: OSMAR JOSÉ GLINSK, Rua Antônio Borazo, nº. 726, Lagoa, Irati/PR. ÔNUS: Eventuais constantes no Detran. LEILOEIRO OFICIAL E RURAL: Luciano Tavares, JUCESC nº. 299 e FAESC nº. 034. Ficam através deste edital intimada as partes (CPC Artigo 687 e Art. 3º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro), os cônjuges, os arrematantes e terceiros interessados. Cientes, também, que no ato da adjudicação, ou remição ou acordo entre as partes serão cobrados os serviços do Leiloeiro, as despesas de editoração e de editais. A comissão de Leilão sempre será devida ao Leiloeiro Oficial, (Decreto Federal nº. 21.981/32), pelo ato praticado, sendo 5% (cinco por cento) do valor do lanço em caso de arrematação ou adjudicação. Remitida a execução pelo devedor, nos termos do art. 651 do CPC, após a arrematação, mas antes de assinado o auto respectivo, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar em Juízo, em favor do Leiloeiro, a título de ressarcimento, a importância de 5% do valor da avaliação dos bens contristados, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Quando antes de realizado o leilão, for remitida a execução pelo executado, nos termos do art. 651 do CPC, incumbir-lhe-á, junto com os demais ônus, incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Havendo desistência da execução ou da penhora, ou ainda pedido de suspensão do leilão pelo exequente (art. 569 do CPC), após publicado o edital de leilão ou praticado qualquer ato pelo Leiloeiro, incumbir-lhe-á, juntamente com os demais ônus incluídos os de publicidade, depositar a título de remuneração e ressarcimento do Leiloeiro a importância de 2,5% do valor da avaliação dos bens, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se o Leiloeiro providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Em caso de suspensão do leilão ou extinção do feito, em razão de acordo, depois de iniciados os atos preparatórios à hasta pública, fará jus o leiloeiro à remuneração equivalente a 3% (três por cento) sobre o valor da avaliação judicial, assumindo, conforme o caso, o arrematante, o adjudicante ou o remitente, o ônus destas despesas, nos termos da Lei. Não será devida comissão ao Leiloeiro quando: a) A hasta pública for suspensa por decisão judicial, qualquer que seja o momento; b) A arrematação for anulada por decisão judicial, caso em que competirá ao Leiloeiro restituir a comissão eventualmente já recebida depositando o valor correspondente na conta única judicial assim que intimado a fazê-lo. Anulada a arrematação, sem culpa do Leiloeiro, este fará jus ao ressarcimento de todas as despesas efetivamente comprovadas e remuneração de 2,5% da avaliação dos bens, as quais serão suportadas por quem deu causa a anulação, observada remuneração mínima de R$ 200,00 se providenciou a remoção ou ficou como depositário deles. Caso os Exequentes, Executados, cônjuges e terceiros interessados não sejam encontrados, notificados ou certificados por qualquer razão, das datas de Praça e Leilão, quando da expedição das notificações respectivas, valerá o presente Edital de INTIMAÇÃO DE PRAÇA E LEILÃO. O prazo para a apresentação de quaisquer medidas processuais contra os atos de expropriação como embargos ou recursos, começará a contar após a Hasta Pública, independentemente de intimação. Porto União/SC, 11 de maio de 2015. Osvaldo Alves do Amaral Juiz de Direito