MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE ZOOTECNIA – BACHARELADO Autorizado pela Resolução 01 Ad Referendum de 22 de fevereiro de 2010. Reformulado pela Resolução ..... Alegrete, RS, Brasil 2010 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Presidente da República Luis Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário da Educação Profissional e Tecnológica Eliezer Pacheco Reitor do Instituto Federal Farroupilha Carlos Alberto Pinto da Rosa Pró-Reitoria de Ensino Tanira Marinho Fabres Diretor Geral do Campus Carla Comerlato Jardim Diretor de Ensino Otacílio Silva da Motta Coordenador Geral de Ensino Ana Paula da Silveira Ribeiro Coordenador do Curso Superior de Zootecnia Paulo Duran dos Santos Molina Responsáveis pela reformulação Paulo Duran dos Santos Molina Emmanuel Veiga de Camargo Ana Rita Costenaro Parizi 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] SUMÁRIO JUSTIFICATIVA ................................................................................................................ 4 1.1. Características Regionais ........................................................................................ 5 1.2. Economia da Região ................................................................................................ 6 1.3. Emprego .................................................................................................................. 9 1.4. Aspectos Ambientais............................................................................................. 10 1.5. Entraves e Potencialidades Para o Desenvolvimento da Região.......................... 10 1.5.1. Entraves ......................................................................................................... 10 1.5.2. Potencialidades.............................................................................................. 11 2. OBJETIVOS ................................................................................................................... 12 2.1. Objetivos Específicos ............................................................................................ 12 3. REQUISITOS DE ACESSO............................................................................................... 13 4. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................................ 13 5. DETALHAMENTO DO CURSO ....................................................................................... 17 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ....................................................................................... 17 6.1 Estruturas Curriculares ......................................................................................... 17 6.1.1 Proposta de Estrutura Curricular do Curso de Zootecnia ............................. 18 6.1.2 Disciplinas Eletivas ......................................................................................... 21 6.1.3 Prática Profissional Interdisciplinar ................................................................... 23 6.1.4 Atividades Complementares ......................................................................... 23 6.1.5 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC .......................................................... 25 6.1.6 Estágio Curricular Obrigatório ....................................................................... 26 6.2 Ementário.............................................................................................................. 27 6.2.1 Ementa das Disciplinas ....................................................................................... 27 7. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ......................... 96 8. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS ................................ 97 9. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA ............. 98 9.1 Infraestrutura Acadêmica ........................................................................................ 100 9.1.1 Biblioteca .......................................................................................................... 101 9.1.2 Infraestrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso............................ 103 9.2 Adequações Para Portadores de Necessidades Especiais ....................................... 108 10. EMPRESAS CONVENIADAS COM O IFF – CAMPUS ALEGRETE ................................... 108 11. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .................................................... 114 11.1 Corpo Docente (Quadro Efetivo) ........................................................................... 114 11.2 Corpo Docente (Quadro Temporário) ................................................................... 117 11.3 Corpo Técnico-Administrativo ............................................................................... 118 12. EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADOS................................................................ 122 13. AVALIAÇÃO DO CURSO .............................................................................................. 122 14. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE .......................................................................... 123 15. COLEGIADO DO CURSO.............................................................................................. 123 1. 3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 1. JUSTIFICATIVA O Estado do Rio Grande do Sul, segundo o IBGE, apresenta-se dividido em sete mesorregiões: Centro Oriental Rio-Grandense, Centro Ocidental Rio-Grandense, Nordeste Rio-Grandense, Noroeste Rio-Grandense, Sudoeste Rio-Grandense, Sudeste RioGrandense, e região Metropolitana de Porto Alegre. Para esta justificativa, optou-se pela regionalização realizada por Navarro (1999) e não pela do IBGE, que faz somente uma divisão geográfica do espaço. A opção pela regionalização de Navarro (1999) deve-se ao fato de que o mesmo não obedece a critérios ou delimitações oficiais, mas sim ao senso comum, tal como referido em matérias jornalísticas ou mesmo entre os agricultores da região. De fato, não existe esta definição, formalmente definida. Da mesma forma, a divisão indicada não registra outras áreas típicas, às vezes relevantes em termos produtivos, mas menores geograficamente e de menor amplitude social. A seguir enfocaremos as características produtivas, sociais e econômicas da Região Fronteira-Oeste do Rio Grande do Sul. Mapa demonstrativo do Rio Grande do Sul com destaque para a região Fronteira-Oeste. 4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 1.1. Características Regionais A região da Fronteira Oeste é composta de 13 municípios e uma população* total de 549.331 habitantes (5,39% do total do Rio Grande do Sul), dos quais 89.28% (490.424 habitantes) residem nas áreas urbanas e 10.72% (58.907 habitantes) nas áreas rurais. A região apresentou no período de 1996 a 2000 taxa de crescimento demográfico anual ** de 0,90% ao ano, inferior a média do estado (1,39%), não existem municípios com taxas de crescimento negativas. Os que apresentam as menores taxas de crescimento são: Rosário do Sul (0,08%), Alegrete (0,54%) e São Borja (0,63%). Existem no entanto, municípios com taxas mais altas que a média do Estado como: Manoel Viana (3,66%), Barra do Quaraí (2,64%) e Santana do Livramento (1,48%). Cabe ainda salientar que os municípios de Uruguaiana e Santana do Livramento concentram juntos, 35,56% da população da região. A rede urbana da região da Fronteira Oeste possui um centro urbano que se destaca: Uruguaiana, a maior cidade da região; também se destaca a cidade de Santana do Livramento. A rede é constituída por mais de seis cidades médias e quatro pequenas, emancipadas recentemente. Nesta região estão localizadas seis Aglomerações Internacionais, três estão situadas junto à Fronteira com a República Argentina: São Borja-Santo Tomé, Itaqui-General Alvear/La Cruz e Uruguaiana-Passo de Los Libres, duas com a República Oriental do Uruguai: Quaraí-Artigas e Santana do Livramento-Rivera e uma junto ao Uruguai e a Argentina: Barra do Quaraí-Bella Union/Monte Caseros. *Dados do IBGE 2000. ** Os dados relativos à taxa de crescimento municipal, não contemplam os 30 novos municípios instalados em 2001. 5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 1.2. Economia da Região Ao longo da década de 1990, a região manteve sua participação na produção do Estado, situando-se, em 1998, no patamar de 4,2% do produto total do Rio Grande do Sul. Neste ano, o produto da região somou R$ 2,96 bilhões e o Produto Interno Bruto por habitante atingiu R$ 5.495,00, ficando abaixo da média estadual, que foi de R$ 7.186. Examinando-se o comportamento dos setores produtivos, constata-se que a agropecuária tem participado com a mais importante contribuição da região para o Estado, com aporte de 8,9% do produto estadual no setor. A parcela da indústria regional corresponde a 1,9%, com comércio com 3,5% e, a de outros serviços, com 49% dos correspondentes produtos setoriais do Rio Grande do Sul. Observando-se a estrutura produtiva interna da região, ou seja, a contribuição de cada setor para a produção total da Fronteira Oeste, verifica-se que coube aos serviços a parcela de 47% do produto em 1998. No período de 1990 a 1998, o setor serviço apresentou um aumento de cerca de 21% na estrutura produtiva regional. Em compensação, a indústria e o comércio apresentaram decréscimo em sua participação no produto regional. Atualmente, a indústria é responsável por 16,5% do produto, o comércio por 8% e a agropecuária que manteve o mesmo nível durante o ano de 1990; 28,5%. A Fronteira Oeste absorveu, em 1999, cerca de 3,3% dos empregos formais do Estado. No período de 1989-1997, possuía entre 3,6 e 3,2, com o maior número absoluto de vagas, cerca de 65 mil, registrado em 1989. Em termos de distribuição de emprego, é de destacar a capacidade de absorção do setor serviço que empregava, nesse ano, cerca de 40% dos trabalhos. Os subsetores que mais absorveram empregos foram a Administração Pública, os serviços de Alojamento, Alimentação, Reparos e Manutenção, e os serviços Médicos, Odontológicos e Veterinários. Ao comércio corresponderam outros 26%, com destaque para o Comércio Varejista. No setor secundário, a indústria de 6 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] transformação empregava cerca de 9,5%, e a construção civil outros 2%. A agropecuária da região empregava 22,5% da mão de obra com vínculo formal. É necessário ressaltar que esses dados se referem exclusivamente ao mercado formal de trabalho, ou, seja aos empregados registrados no Ministério do Trabalho e Emprego. Assim sendo, todos os empregos informais não são considerados nestas estatísticas, restringindo, em parte, as generalizações feitas com tais informações. Além disso, algumas distorções podem ser registradas, sendo bastante frequente que o nível de emprego de um setor não corresponda à sua capacidade produtiva, devido à informalidade das relações de trabalho. Na estrutura fundiária* da região Fronteira Oeste predominam em área (72,35%) as grandes propriedades, que representam um número pequeno de estabelecimentos (10,22%). As propriedades que possuem área entre 50 e 500 hectares (39,59%) ocupam 25,14% da área total agropecuária e as pequenas propriedades possuem uma participação significativa com 44,19% dos estabelecimentos ocupando uma pequena parcela, 2,51% da área rural. EST R U T U R A F U N D IÁ R IA D A F R ON T EIR A OEST E 1 9 9 5 / 1 9 9 6 80 72,35 70 %Estabelecimentos até 50 hectares 60 50 %Estabelecimentos 50 500 hectares 44,19 39,59 40 30 20 25,14 0 %ÁREA 50 - 500 hectares 16,22 10 2,51 EST A B ELEC IM EN T O S %Estabelecimentos com mais de 500 hectares %ÁREA até 50 hectares %ÁREA mais de 500 hectares Á R EA Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), extraídos do Censo Agropecuário 1995/1996. 7 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Quanto à produção, a agropecuária alcançou, em 1998, 28,5% do produto total da região, representando cerca de 8,9% do setor no Estado. Entre os principais produtos da região, pode-se destacar: o arroz, com 84% do valor da produção agrícola nacional e 33% do valor da produção do setor no Estado, a soja, com 9,2 e 5,8%, e o milho com 2,3 e 1,9%, respectivamente. Na pecuária a região se destaca em praticamente todos os rebanhos, com exceção do suíno que possui 22,5%, o rebanho bovino, 42% o rebanho ovino, 24% o equino, 32% o asinino e 25% o bubalino. Ainda contribui com cerca de 50% da produção de lã do Rio Grande do Sul. Relativamente ao setor industrial, que contribuiu com 16,5% do produto total da região, o segmento que mais gerou empregos no ano de 1999 foi o de alimentos e bebidas, ocupando 6,5% da mão-de-obra regional. As vagas proporcionadas por estes estabelecimentos situaram-se, principalmente, nos municípios de Santana do Livramento, Alegrete, São Borja, Uruguaiana, Itaqui e São Gabriel. A construção civil gerou mais empregos em Uruguaiana e Santana do Livramento. Também merecem destaque os segmentos têxteis, com vagas concentradas nos municípios de Uruguaiana e Santana do Livramento; o Papel, Papelão, Editorial e Gráfica, com empregos em vários municípios da região. Quanto ao tamanho dos estabelecimentos, a Fronteira Oeste abriga indústrias de diversos portes. Os que geraram mais empregos situam-se na faixa de 100 a 249 empregados, ocupando 20% da mão-de-obra industrial, seguida pelos da faixa de 20 a 49 empregados. Ao segmento de alimentos e bebidas pertencem os estabelecimentos de maior porte: o maior, de 500 a 999 empregados, situado em Santana do Livramento, seguido por indústrias que empregam entre 250 a 499 empregados, estabelecidas em Alegrete e Itaqui. Os empregos em estabelecimentos de menor porte estiveram distribuídos em diversos municípios da região. 8 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 1.3. Emprego Analisando, verifica-se que a agropecuária é setor que mais cresce e contribui com 10.897 novos empregos. Nos setores restantes, os Serviços (-3.792), o Comércio (-2.923), a Administração Pública (-2.866) e a Indústria de Transformação (-2.328), são os que mais perdem, demonstrando as dificuldades por que passa esta região. Somente no município de Itaqui crescem os empregos (857). Nos demais municípios, há uma perda sensível de empregos, como em Santana do Livramento (6.003), Uruguaiana (-2.869) e Quaraí (-868). As emancipações que ocorreram na região, no período de 1988-98, dificultaram as comparações em alguns municípios mais recentes. Uruguaiana (13.402), Santana do Livramento (10.008) e Alegrete (9.181), concentravam em 1998, 57,53% dos empregos regionais, principalmente nos setores do Comércio, Serviços, Administração Pública e Agropecuária. Ministério do Trabalho e Emprego, Relação anual de Informações Sociais, 2000 9 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 1.4. Aspectos Ambientais A região apresenta alguns problemas ambientais ligados a própria dinâmica natural, agravados pelo tipo de uso do solo ou atividades econômica. Assim verifica-se na área, por exemplo, a ocorrência de erosão e arenização, além da crescente escassez de água relacionada especialmente ao aumento da utilização do recurso pela lavoura arrozeira em épocas de estiagem. Pode-se constatar na área, também o desmatamento das margens dos rios que colabora para o agravamento dos problemas resultantes de períodos de chuvas concentradas com a consequente ocorrência de enchentes. Há ainda a contaminação do solo e da água pelo uso de insumos químicos e agrotóxicos, por isso a área apresenta, segundo a FEPAM, alta prioridade para o controle dos impactos da atividade agrícola. Constata-se na área ainda a ocorrência de poluição dos cursos d´água por efluentes domésticos nos núcleos urbanos maiores, além de problemas relativos a produção e destinação de resíduos sólidos urbanos. Há ainda a ocorrência de poluição acidental principalmente pelo transporte de cargas tóxicas e potencialmente perigosas ao longo do eixo da BR 290 e no município de Uruguaiana. 1.5. Entraves e Potencialidades Para o Desenvolvimento da Região Das conclusões do relatório do 1º Seminário de Desenvolvimento Regional, foram extraídos os seguintes entraves e potencialidades regionais: 1.5.1. Entraves 10 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Entre os entraves citados pela região colocam-se como importantes à ausência de uma consciência comunitária e a dificuldade para criar novos empreendimentos. São destacadas também, a baixa densidade demográfica regional e a distância entre as cidades, acrescentando-se a isto, sérios problemas da malha viária. Assim, destaca-se o acesso precário a Itacurubi e Santa Margarida. As telecomunicações são também um problema regional, dificultando o processo de comunicação. As grandes propriedades, muitas vezes improdutivas, são consideradas um entrave. A desvalorização dos produtos da região, a prática da monocultura, o abandono do pequeno proprietário rural (sem infraestrutura, sem cursos de capacitação e assistência técnica e sem crédito a juros compatíveis), somados a ausência de estruturas de comercialização, são alguns dos problemas que ainda devem ser enfrentados. 1.5.2. Potencialidades A qualidade dos solos e as grandes extensões de terras disponíveis possibilitam uma produção agrícola com capacidade de alavancar o desenvolvimento regional. Projetos de assentamento são também uma potencialidade para o crescimento da região. Além destas, pode-se citar outras ações como o incremento à produção agropastoril, a reconversão da ovinocultura regional, a disseminação de padrões de produção com qualidade e produtividade e ecologicamente sustentáveis, junto com a melhoria do rebanho de bovinos e a ampliação e aprimoramento da pecuária leiteira (através da qualificação de matrizes) são fundamentais para a região. Outra potencialidade é a diversificação da atividade rural em seguimentos como a fruticultura, florestamento, o milho de várzea e a apicultura. Destaca-se também na região, a agroindústria da soja, arroz e carne, devendo ser incentivada a instalação de pequenas e médias Agroindústrias para agregar valores á produção da agricultura e pecuária . 11 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] A Fronteira Oeste tem uma localização geográfica estratégica, no caminho do MERCOSUL e do Gasoduto Brasil-Argentina. Para desenvolver o turismo rural, histórico e cultural, a Fronteira Oeste necessita ainda investir na infra-estrutura regional, na formação de mão-de-obra e, definir qual o papel a ser desempenhado pela iniciativa privada e pelas prefeituras, no financiamento de projetos turísticos. A indústria de confecções e malharias podem vir a transformar a região em um polo de artesanato, a partir da exploração regional de lã, sendo outra fonte a agroindústria do couro. 2. OBJETIVOS O curso tem por objetivo a formação integral de novos cientistas e profissionais atuantes na área da Zootecnia, de forma que estes tenham conhecimento técnico e científico que os tornem capazes de ser agentes de transformação da realidade e aptos a aplicar estes conhecimentos de forma inovadora e transformadora, nas diferentes áreas de conhecimento da Zootecnia, e para que sejam capazes de adaptar-se às constantes mudanças tecnológicas e sociais da sociedade contemporânea. 2.1. Objetivos Específicos Proporcionar ao aluno o domínio dos fundamentos e das tecnologias associadas à produção animal, capacitando-o a solucionar problemas na atividade fim da Zootecnia; Formar profissionais para atuarem no mercado de trabalho; 12 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Desenvolver no aluno a capacidade de abstração, raciocínio lógico e a habilidade para aplicação de métodos científicos, permitindo que o aluno possa realizar suas pesquisas, promovendo a evolução científico-tecnológica da área da produção animal; Formar cidadãos com a capacidade de aplicar seus conhecimentos de forma independente e inovadora, respeitando princípios éticos e de acordo com uma visão crítica de sua atuação profissional na sociedade. 3. REQUISITOS DE ACESSO O Instituto Federal Farroupilha, em seus processos seletivos, adotará os dispostos do regulamento organizado pela Comissão Permanente de Seleção. 4. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Instituto Federal Farroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: • Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; • Sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável; • Tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, tecnológica e científica; • Atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável; • Saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; • Sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos. 13 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] A Zootecnia como uma ciência que permeia todos os âmbitos de uma sociedade, requer um profissional que se comprometa com uma perspectiva sustentável de mundo, que se empenhe na promoção da equidade social, na segurança alimentar, na busca de tecnologias mais brandas com o ambiente, com uma relação ética entre homem e animal, com uma concepção de desenvolvimento includente e colabore com a formação de futuros profissionais conscientes de seu papel na sociedade. O Curso de Zootecnia deve dar condições a seus egressos para adquirirem competências e habilidades que permitam: a) Fomentar, planejar, coordenar e administrar programas de melhoramento genético das diferentes espécies animais de interesse econômico e de preservação, visando maior produtividade, equilíbrio ambiental e respeitando as biodiversidades no desenvolvimento de novas biotecnologias agropecuárias; b) Atuar na área de nutrição e alimentação animal, utilizando seus conhecimentos do funcionamento do organismo animal, visando aumentar sua produtividade e o bem-estar animal e suprindo suas exigências com equilíbrio fisiológico; c) Responder pela formulação, fabricação e controle de qualidade das dietas e rações para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional das fórmulas; d) Planejar e executar projetos de construções rurais, formação e/ou produção de pastos e forrageiras e controle ambiental; e) Pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais silvestres e exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia, etologia, bioclimatologia, nutrição, reprodução e genética, visando seu aproveitamento econômico ou sua preservação; f) Administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais ligados à produção, melhoramento e tecnologias animais; g) Avaliar e realizar peritagem em animais, identificando taras e vícios, com fins 14 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] administrativos, de créditos, seguro e judiciais e elaborar laudos técnicos e científicos no seu campo de atuação; h) Planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia, esporte ou lazer, buscando seu bem-estar, equilíbrio nutricional e controle genealógico; i) Avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em todos os seus estágios de produção; j) Responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de rodeios, exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento, supervisionar e assessorar inscrição de animais em sociedades de registro genealógico, exposições, provas e avaliações funcionais e zootécnicas; k) Realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de sistemas de produções de animais, adotando tecnologias adequadas ao controle, aproveitamento e reciclagem dos resíduos e dejetos; l) Desenvolver pesquisas que melhorem as técnicas de criação, transporte, manipulação e abate, visando o bem-estar animal e o desenvolvimento de produtos de origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar e economia; m) Atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em Zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de animais; n) Assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade animal, públicos e privados, visando a segurança alimentar humana; o) Responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de fomento a agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas e realizando perícias e consultas; p) Planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e estabelecimentos agroindustriais, inseridos desde o contexto de mercados regionais até grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a utilização dos 15 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] recursos e tecnologias sociais potencialmente disponíveis e economicamente adaptáveis; q) Atender às demandas da sociedade quanto a excelência na qualidade e segurança dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde pública; r) Viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de seus produtos ou subprodutos, que respondam a anseios específicos de comunidades à margem da economia de escala; s) Pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos recursos humanos e ambientais; t) Trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual, liderança e espírito investigativo para compreender e solucionar conflitos, dentro dos limites éticos impostos pela sua capacidade e consciência profissional; u) Desenvolver métodos de estudos, tecnologia, conhecimentos científicos, diagnósticos de sistemas produtivos de animais e outras ações para promover o desenvolvimento científico e tecnológico; v) Promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando-se dos meios de comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em interação com outros profissionais; w) Desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos campos científicos que permitem a formação acadêmica do Zootecnista; x) Atuar com visão empreendedora e perfil pró-ativo, cumprindo o papel de agente empresarial, auxiliando e motivando a transformação social; y) Conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão de políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação. 16 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 5. DETALHAMENTO DO CURSO Denominação: Curso Superior de Zootecnia Tipo: Bacharelado Modalidade: presencial Titulação conferida: Bacharel em Zootecnia Duração do curso: 9 semestres + estágio Carga horária total do curso: 3720 horas/relógio Turno: Diurno (integral) Número de vagas oferecidas: 35/ano Regime acadêmico: semestral Periodicidade de oferta: anual Carga horária do estágio curricular obrigatório: 360 horas/relógio Carga horária das atividades complementares de graduação: 360 horas/relógio Endereço de oferta: Instituto Federal Farroupilha - Campus Alegrete – RS 377 km 27 Passo Novo – CEP 97541-970 Coordenador do curso: Paulo Duran dos Santos Molina 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 6.1 Estruturas Curriculares 17 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 6.1.1 Proposta de Estrutura Curricular do Curso de Zootecnia Carga Horária Prática Profissional Interdisciplinar Carga Horária Total/h aula CARGA Horária Total/h relógio Matemática 38 2 40 33,33 Biologia Celular e Embriologia 38 2 40 33,33 Anatomia dos Animais Domésticos 76 4 80 66,66 Introdução à Zootecnia e Práticas Zootécnicas 38 2 40 33,33 Informática 38 2 40 33,33 Zoologia 38 2 40 33,33 Botânica 38 2 40 33,33 Química 38 2 40 33,33 Português e Produção Textual 38 2 40 33,33 Total 380 20 400 333,33 Metodologia Científica 38 2 40 33,33 Fisiologia dos animais domésticos I 57 3 60 50 Microbiologia e Imunologia 38 2 40 33,33 Estatística Aplicada 57 3 60 50 Fisiologia Vegetal 57 3 60 50 Ciência do Solo 57 3 60 50 Histologia 38 2 40 33,33 Bioquimíca I 38 2 40 33,33 Total 322 18 400 333,33 Disciplinas 1º Semestre 2º Semestre 3º Semestre 18 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Biofísica 38 2 40 33,33 Fisiologia dos Animais Domésticos II 57 3 60 50 Máquinas e Mecanização Agrícola 57 3 60 50 Manejo e Conservação do Solo 38 2 40 33,33 Apicultura 38 2 40 33,33 Bromatologia 38 2 40 33,33 Bioquímica II 57 3 60 50 Nutrição Animal 57 3 60 50 Total 420 20 400 333,33 Nutrição de Não-Ruminantes 76 4 80 66,66 Forragicultura I 57 3 60 50 Higiene e Profilaxia Animal 57 3 60 50 Reprodução e Biotécnicas de Reprodução Animal 38 2 40 33,33 Genética Animal 38 2 40 33,33 Piscicultura e Aquicultura 57 3 60 50 Eletiva 57 3 60 50 Total 420 20 400 333,33 Nutrição de Ruminantes 57 3 60 50 Forragicultura II 57 3 60 50 Melhoramento Animal I 57 3 60 50 Bioclimatologia e Comportamento Animal 57 3 60 50 Equinocultura I 38 2 40 33,33 Desenho Técnico e Topografia 57 3 60 50 Eletiva 57 3 60 50 Total 420 20 400 333,33 4º Semestre 5º Semestre 19 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 6º Semestre Processamento de Rações 57 3 60 50 Construções Rurais e Ambiência 38 2 40 33,33 Melhoramento Animal II 57 3 60 50 Saúde e Segurança no Trabalho 38 2 40 33,33 Equinocultura II 57 3 60 50 Avicultura I 38 2 40 33,33 Suinocultura I 38 2 40 33,33 Eletiva 57 3 60 50 Total 420 20 400 333,33 Técnicas Experimentais Aplicadas à Zootecnia 57 3 60 50 Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável 57 3 60 50 Gestão Rural e Políticas Agrícolas 38 2 40 33,33 Criações Alternativas 57 3 60 50 Avicultura II 57 3 60 50 Suinocultura II 57 3 60 50 Eletiva 57 3 60 50 Total 420 20 400 333,33 Ovinocultura I 38 2 40 33,33 Bovinocultura de Corte I 57 3 60 50 Bovinocultura de Leite I 57 3 60 50 Tecnologia de Produtos de Origem Animal I 38 2 40 33,33 Administração Rural 38 2 40 33,33 Sociologia e Comunicação Rural 57 3 60 50 Fundamentos Éticos 38 2 40 33,33 7º Semestre 8º Semestre 20 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Eletiva 57 3 60 50 Total 440 20 400 333,33 Ovinocultura II 57 3 60 50 Bovinocultura de Corte II 57 3 60 50 Bovinocultura de Leite II 57 3 60 50 Tecnologia de Produtos de Origem Animal II 38 2 40 33,33 Avaliação e Tipificação de Carcaças 38 2 40 33,33 Gestão Ambiental 38 2 40 33,33 TCC 38 2 40 33,33 Eletiva 57 3 60 50 Total 440 20 400 333,33 3600 3000 9º Semestre Total de Disciplinas Obrigatórias e Eletivas Total de Atividades Complementares 360 10º Semestre Estágio Curricular 360 Total 3720 6.1.2 Disciplinas Eletivas O curso Superior de Zootecnia contemplará em seus projetos a oferta de disciplinas eletivas, num mínimo de 360 horas aula, onde os alunos, num determinado período letivo em que elas são oferecidas, tem a possibilidade de optar a partir de um rol de disciplinas definidas no projeto pedagógico do curso ou propostas pelo colegiado de curso publicado em edital levando em conta as condições de infraestrutura e de pessoal da instituição. Estas disciplinas propiciarão discussões e reflexões frente à realidade 21 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] regional na qual estão inseridos, oportunizando espaços de diálogo, construção do conhecimento e de tecnologias importantes para o desenvolvimento da sociedade. DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITO Preparação e Julgamento de Animais de Exposição Anatomia dos Animais Domésticos Tópicos Avançados em Apicultura Apicultura Libras Não há Tópicos Avançados em Piscicultura e Aquicultura Piscicultura e Aquicultura Estratégias e uso Sustentável dos Campos Sulinos Forragicultura I Língua estrangeira inglês/espanhol Não há Tópicos Avançados em Nutrição Animal Nutrição de Não Ruminantes Nutrição de Ruminantes Geoprocessamento Aplicado a Recursos Naturais Desenho Técnico e Topografia Tópicos Avançados em Bioclimatologia e Etologia Bioclimatologia e Comportamento Animal Tópicos Avançados em Melhoramento Genético Melhoramento Animal II Zootecnia de Precisão Melhoramento Animal II Tópicos Avançados em Equinocultura Equinocultura II Estratégias e Gestão de Marketing Gestão Rural e Políticas Agrícolas Desenvolvimento Rural Sustentável Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável Tratamento de Resíduos da Criação Industrialização Tópicos Avançados em Ovinocultura Tópicos Avançados em Bovinocultura de Corte Tópicos Avançados em Bovinocultura de Leite e Gestão Rural e Políticas Agrícolas Administração Rural Ovinocultura I Bovino de Corte I Bovinocultura de Leite I 22 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 6.1.3 Prática Profissional Interdisciplinar As práticas profissionais do Curso de Zootecnia do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete serão cumpridas na forma de projetos interdisciplinares nas disciplinas obrigatórias e eletivas, e desenvolvidas com a carga horária mínima de 5% prevista para cada disciplina. 6.1.4 Atividades Complementares A articulação entre ensino, pesquisa e extensão e a flexibilidade curricular possibilita o desenvolvimento de atitudes e ações empreendedoras e inovadoras, tendo como foco as vivências da aprendizagem para capacitação e para a inserção no mundo do trabalho, nesse sentido o Curso prevê a realização e a participação em cursos, congressos, seminários, fóruns, dias de campo, a realização de pesquisa e outras atividades que articulem os currículos a temas de relevância social, local e/ou regional e que potencializem os recursos materiais, físicos e humanos disponíveis. Para que o aluno sinta-se estimulado a usufruir destas vivências o Curso de Zootecnia oportunizará as Atividades Complementares, estas atividades serão obrigatórias e deverão ser realizadas fora do horário do curso normal e fora dos componentes curriculares obrigatórios, compondo a carga horária mínima do curso. A carga horária deverá ser de no mínimo 360 horas, atendendo regulamentação específica. As atividades complementares serão validadas com apresentação de certificados ou atestados, contendo número de horas e descrição das atividades desenvolvidas. As atividades Complementares do Curso de Zootecnia do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete, deverão ser cumpridas na forma da participação em eventos, estágios extracurriculares, projetos de pesquisa, monitorias e atividades administrativas relacionadas ao Curso, desde que supervisionadas por profissionais do 23 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Curso de Zootecnia, seguindo a carga horária e a respectiva distribuição na matriz curricular do curso. A carga horária das atividades complementares deverá ser cumprida em atividades diferentes, assim previstas: ATIVIDADE 1 Participação em eventos da área 1.1 Locais 1.2 Estaduais 1.3 Evento Nacional 1.4 Evento Internacional 2 Estágios extracurriculares 3 PIBIC/Pesquisa 4 Publicação de trabalhos científicos CARGA HORÁRIA MÁXIMA COMPROVANTE 150h 10h/evento 15h/evento 15h/evento Certificado Certificado 20h/evento Certificado 150h Certificado 20h/semestre Cópia do projeto com declaração do orientador Certificado 120h 4.1 Jornadas locais 10h/trabalho 4.2 Jornadas Estaduais 15h/trabalho 4.3 Jornadas Nacionais 20h/trabalho 4.4 Jornadas Internacionais 30h/trabalho 4.5 Trabalhos completos em periódicos indexados internacionalmente 30h/trabalho Cópia do trabalho acompanhada do certificado e/ou anais de publicação Cópia do trabalho acompanhada do certificado e/ou anais de publicação Cópia do trabalho acompanhada do certificado e/ou anais de publicação Cópia do trabalho acompanhada do certificado e/ou anais de publicação Cópia do trabalho publicado 24 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 4.6 Periódico de circulação local 15h/trabalho Cópia do trabalho publicado 4.7 Periódico de circulação nacional 20h/trabalho Cópia do trabalho publicado 5 Monitoria 120h 5.1 Oficial (bolsa) 20h/semestre 5.2 Voluntária 20h/semestre 6 Administração 10h/semestre Declaração do professor orientador Declaração do professor orientador 6.1 Colegiados Superiores CONSEPE/ CONSUN Declaração do presidente do colegiado 6.2 Colegiados de Curso Declaração do presidente do colegiado 6.3 Comissão Organizadora de Eventos Certificado 6.4 Comissão Permanente Certificado 6.5 Representante de turma Declaração do coordenador do curso Outras atividades não previstas poderão ser avaliadas pelo colegiado do curso. 6.1.5 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Finalidade: Atividade obrigatória desenvolvida durante o curso e concretizada na disciplina TCC, oferecida no nono semestre e com carga horária de 60 horas aula. As atividades referentes ao TCC têm como objetivo a síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, visando à atuação profissional. 25 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Objetivos: O trabalho de conclusão de curso tem por objetivos: - Dinamizar as atividades acadêmicas; - Estimular a produção científica; - Intensificar a extensão universitária através do estudo de problemas existentes no setor agropecuário; - Estimular a interdisciplinaridade; - Relacionar a teoria com a prática; - Demonstrar a habilitação adquirida durante o curso; - Aprimorar a capacidade de interpretação e de criticidade do discente. Os procedimentos para o funcionamento, orientação e avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso obedecerão a Regulamentação do Curso. 6.1.6 Estágio Curricular Obrigatório A duração do Estágio Curricular Obrigatório será de no mínimo 360 h. O aluno ao se matricular na disciplina estágio obrigatório, deverá entrar em contato com um professor do curso para ser seu orientador, este deverá ser aprovado pelo colegiado do curso. A supervisão deverá ser, necessariamente, realizada por um profissional da instituição onde o aluno estiver realizando o estágio, este, cadastrado junto ao Curso. Os supervisores deverão emitir um documento onde constará as atividades e carga horária desenvolvida pelo aluno. 26 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Após a conclusão do estágio, o aluno deverá apresentar relatório completo das atividades à comissão de avaliação, composta por três professores do Curso de Zootecnia do IFFarroupilha, estes nomeados pelo colegiado do curso. Cada avaliador deverá conceituar o aluno de 0 (zero) à 10 (dez). Após deverá apresentar a defesa do estágio perante banca examinadora nomeada pelo colegiado do curso. Para que aluno seja aprovado deverá obter conceito em seu relatório e defesa, igual ou maior que 7,0 (sete). A comissão avaliadora deverá encaminhar o conceito dos alunos à Coordenação do Curso de Zootecnia. 6.2 Ementário 6.2.1 Ementa das Disciplinas 1º SEMESTRE DISCIPLINA: MATEMÁTICA PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Razão; proporção; grandezas diretamente e inversamente proporcionais; regra de três simples e composta, direta e inversa; funções de 1° e 2° grau; função exponencial e logarítmica; sistemas lineares; área das principais figuras planas; volume de sólidos geométricos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R., Matemática, Vol. Únic: FTD, São Paulo, 1984. • GOLDSTEIN, L. J; LAY, D. C.; SCHNEIDER, D. I., Matemática Aplicada, 10 Edição: Bookman, Porto Alegre, RS, 2006. 27 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • IEZZI, G.; DOLCE, O.; DEGENSZAJN, D.; PÉRIGO, R. Matemática. Vol. Único: Atual, São Paulo, 2002. • PAIVA, M. Matemática: Vol. Único, 2 ed.: Moderna, São Paulo, 2003. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BIANCHINI, E.; PACCOLA, H. Matemática, Vol. 1 (1º série), Ed. Moderna, São Paulo, SP, 2004. • ZAMBUZZI, O. A.; HRYCYLO, B.; KOLE, A. T. Matemática, Vol. 3: Ática, São Paulo, 1981. • SILVA, J. D.; FERNANDES, V. dos S.; MABELINI, O. D. Matemática: Novo Ensino Médio – Vol. Único Curso Completo. Sistema de Ensino IPEP, São Paulo, 2002. • PAIVA, M. Matemática, V. 2 (2ª Série), 1ª Ed.: Moderna, São Paulo, SP, 2004. • YOUSSEF, A. N.; FERNANDEZ, V. P. Matemática: Vol. Único para o ensino médio: Scipione, São Paulo, 2004. • MURARO, A. Matemática, Uberlândia – MG, Ed.: Claranto, 2005. DISCIPLINA: BIOLOGIA CELULAR E EMBRIOLOGIA PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Noções de Biologia celular. Organelas celulares e núcleo. Divisão celular. Noções de microscopia. Métodos de estudo das células e dos tecidos. Gametogênese. Noções de embriogênese e desenvolvimento fetal. Noções das técnicas histológicas de preparo e coloração. Estudo dos elementos constituintes dos tecidos de animais domésticos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ALMEIDA, J. M. Embriologia Veterinária Comparada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 28 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • BERK, A. et al. Biologia Celular e Molecular. 5ª Edição. Porto Alegre: ARTMED, 2005. • CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L. C. Histologia Básica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 524p. • HIB, J.; ROBERTS JR., E. M. F. Bases da Biologia Celular e Molecular. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • KARP, G. Biologia Celular e Molecular – Conceitos e Experimentos. 3ª Edição. São Paulo: Manole, 2005. • ALBERTS, C. Biologia Molecular da Célula. 5ª Edição. Porto Alegre: ARTMED, 2009. • ZAHA, A.; FERREIRA, H. B.; PASSAGLIA, L. M. P. Biologia Molecular Básica. 3ª Edição. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2003. • JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. • MOORE, K.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Básica. 7ª Edição: Elsevier, 2004. • SANTOS, L. dos; AZOUBEL. Embriologia Comparada (Texto e Atlas): FUNEP, 1996. DISCIPLINA: ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Introdução ao estudo de Anatomia. Estudo macroscópico dos sistemas orgânicos que constituem o corpo animal, com ênfase nas espécies domésticas de importância econômica e social. Osteologia, sindesmologia, miologia, sistema tegumentar, sistema cardiovascular, sistema nervoso, sistema endócrino, estesiologia, sistema digestório, sistema respiratório, sistema urinário, aparelho reprodutor do macho e da fêmea. Anatomia das aves. 29 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • DYCE, K. M.; WENSING, C. J. G.; SACK, W. O. Tratado de Anatomia Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 840p. • FRANDSON, R. D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais de Fazenda. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 472p. • KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H. G. Anatomia dos Animais Domésticos. Texto e Atlas Colorido. Vol. 2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 399p. • SISSON, S.; GROSSMAN, J. D. Anatomia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. 2048p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas Colorido de Anatomia Veterinária Vol. 1 - Os Ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 200p. • COLVILLE, T. P. Anatomia e Fisiologia Clínica Para Medicina Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 568p. • CONSTANTINESCU. Anatomia Clínica de Pequenos Animais. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 384p. • DONE, S. H.; GOODOY, P. C.; EVANS, S. A.; STICKLAND, N. C. Atlas Colorido de Anatomia Veterinária do Cão e Gato. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 544p. • MCCRACKEN, T. O.; KAINER, R. A.; SPURGEON, T. L. Atlas Colorido de Anatomia de Grandes Animais. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 220p. • SALOMON, F. V.; GEYER, H. Atlas da Anatomia Aplicada dos Animais Domésticos. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 254p. DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ZOOTECNIA E PRÁTICAS ZOOTÉCNICAS 30 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] PRÉ-REQUISITOS: Não há. EMENTA: Generalidades da origem e evolução da Ciência Zootécnica. Interação da Zootecnia com as outras ciências. Perfil do estudante de zootecnia. Introdução aos índices zootécnicos; panorama das atividades pecuárias. Origem dos animais domésticos; domesticação; domesticidade. Classificação das espécies domésticas com ênfase nas cadeias produtivas e sistemas de produção de animais domésticos. Apresentação de técnicas modernas de produção animal. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ABZ - Zootecnia brasileira – Quarenta anos de história e reflexões. Associação Brasileira de Zootecnistas, Recife, 2006. 83 p. • Código de Deontologia e de Ética Profissional: Médico Veterinário e Zootécnico, CRMV - SP, São Paulo, 1992. • PEREIRA, J.C.C., Melhoramento genético aplicado à produção animal. Belo Horizonte. FEP-MVZ, 1999. • TORRES, Geraldo C. V. Bases para Estudo da Zootecnia, Salvador-BA/Pelotas-RS, UFBA/UFPEL, 1998. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. V 1 e 2, Editora Nobel, 4 ed. . 1990. • HAFEZ, E.S.E., Fisiologia da Reprodução. 7 ed. Malone, 2003. • MILLEN, E Guia do técnico agropecuário. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1998, • CFMV. Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária e Zootecnia. Brasília/DF. • CRMV-RS. Manual de Orientação e Procedimentos do Responsável Técnico. Porto Alegre, 2009. 31 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • LIMA, D. de Albuquerque, Wilkinson, John. (Org.) Inovações nas Tradições da Agricultura Familiar. Brasília, CNPQ,2002. DISCIPLINA: INFORMÁTICA PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Conceitos básicos em Processamento de Dados. Sistemas operacionais. Uso, limitações e interpretação de programas para análise de dados. Uso de programas de computação aplicados à gestão e acompanhamento das atividades rurais com ênfase na zootecnia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ALCADE, E.; GARCIA, M. ; PENUELAS, S. Informática Básica. São Paulo: Makron Books, 1991. • MANZANO, A. L. N. G. ; MANZANO, M. L. N. G. Estudo dirigido de Informática Básica. São Paulo: Érica, 2007. • MARILYN, M. Nosso Futuro e o Computador. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. • WHITE, R. COMO FUNCIONA O COMPUTADOR, 8ª ed.: QUARK, 1998. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BORGES, L.; NEGRINI, F. Microsoft Word 2003: Básico e Detalhado. Florianópolis: Visual Books, 2005. • BORGES, L.; NEGRINI, F. Programando com Excel 2003. Florianópolis: Visual Books, 2005. • ANDRADE, M. A. S. Power Point 2003. Senac, 2004. • COX, J.; PREPPERNAU, J. Microsoft Office Word 2007 - Passo a Passo. Porto Alegre: Bookman, 2007 32 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • FRYE, C. Microsoft Office Excel 2007 - Passo a Passo. Porto Alegre: Bookman, 2007. • PREPPERNAU, J; COX, J. Microsoft Office Powerpoint 2007 - Passo a Passo. Porto Alegre: Bookman, 2007. DISCIPLINA: ZOOLOGIA PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Introdução a Zoologia. Sistemática, Taxonomia e Nomenclatura Zoológica. Características gerais dos Invertebrados. Filo Chordata – Subfilo Vertebrata: Características gerais e diferenciais, aspectos morfológicos, anatômicos, fisiológicos e biológicos dos peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • HICKMAN, C. P. J.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. Princípios Integrados de Zoologia. 11ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. • HILDEBRAND, M.; Goslow, G. Análise da Estrutura dos Vertebrados. 2ª Edição. São Paulo: Atheneu, 2006. • BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G. J. Invertebrados. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. • MOYES, C. D.; SCHULTE, P. M. Princípios de Fisiologia Animal. 2ª Edição. Porto Alegre: ARTMED, 2010. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados. 7ª Edição. São Paulo: Roca, 2005. • ORR, R. T. Biologia dos Vertebrados. 5ª Edição. São Paulo: Roca, 1996. 33 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • POUGH, F. H.; JANIS, C. M.; HEISER, J. B. A Vida dos Vertebrados. 4ª Edição. São Paulo: Atheneu, 2008. • SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal: Adaptação e Meio Ambiente, 5ª Edição. Curitiba: Santos, 2002. • GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002. • PARRA, J. R. P.; BOTELHO, P. S. M. et al. Controle Biológico no Brasil: Parasitóides e Predadores. Pelotas: USEB, 2002. DISCIPLINA: BOTÂNICA PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Citologia Vegetal. Histologia Vegetal. Anatomia do caule. Anatomia da folha. Organografia vegetal. Regras de nomenclatura. Critérios morfológicos para classificar os diversos grupos vegetais. Identificação e classificação das principais famílias botânicas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • FERRI, M. G. Botânica: morfologia interna das plantas, anatomia. São Paulo, Nobel: 1999. • FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas, organografia. São Paulo, Nobel: 1983. • RAVEN, P.; EVERT, R.; EICHHORN, S. Biologia Vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. • SOUZA, V.; LORENZI, H. Botânica Sistemática. São Paulo: Instituto Plantarum, 2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BACKES, A. Nomes populares e científicos de plantas do Rio Grande do Sul. 2 ed. São Leopoldo: Unisinos, 2001. 34 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. Parte I – células e tecidos. 2 ed. São Paulo: Roca, 1986. • CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. Parte II – órgãos, experimentos e interpretação. São Paulo: Roca, 1986-1987. • FERRI, M. G.; MENEZES, N. L. de; MONTEIRO, W. R. Glossário ilustrado de botânica. São Paulo, Nobel: 1981. • SOUZA, L. A. Morfologia e Anatomia Vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa, UEPG: 2005. • TISSOT-SQUALLI, Mara L. Introdução à Botânica Sistemática. 2 ed.Ijuí: Unijuí, 2007. DISCIPLINA: QUÍMICA PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: A Química como uma ciência experimental. Átomos, moléculas e íons. Fórmulas e equações químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica. Ligações químicas. Soluções. Ácidos e bases. Compostos carbônicos e suas ligações químicas. Ácidos e Bases em Química Orgânica. Estereoquímica. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • BRADY, J. E. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., 1994. V 1 e V 2. • HARRIS, D. Análise Química Quantitativa, 5ed., LTC. 2001. • PETER, K. et al. Química orgânica: estrutura e função. 4ed.; Porto Alegre: Bookman. 2004. 1112p. • VASCONCELLOS, M. et al. Ácidos e bases em química orgânica. Porto Alegre: Bookmen, 2005. 35 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ATKINS, P. & JONES,. L. Princípios de Química - Questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. • JAMES, F. et al. Fundamentos de química analítica. 2006. • RUSSEL, J. B. Química geral. 2ed. São Paulo: Makron Books Editora Ltda, 1994. V1 e 2. • MENDHAN, J. et al. Vogel: Análise química quantitativa. 6ed. São Paulo: LTC. 2002. 462p. • KOTZ, J. C. & TREICHEL, P. Química e reações químicas. Vol. I e II. Rio de Janeiro: LTC, 2002. • LENZI, E. et al. Química Geral: experimentação. Rio de Janeiro: Freitas Bastos. 2003. 176p. DISCIPLINA: PORTUGUÊS E PRODUÇÃO TEXTUAL PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Níveis de leitura e fontes. Leitura e interpretação. Partes de um texto dissertativo: título, tema, argumentos, tese (parágrafo introdutório); desenvolvimento dos argumentos (desenvolvimento); expressões iniciais abrangentes, reafirmação do tema e observação/sugestão final do autor (conclusão). Texto dissertativo de caráter científico. Textualidade: coesão e coerência. Tripartição tradicional: narração, descrição e dissertação. Análise das diferentes estruturas textuais. Texto informativo técnico. Referenciação bibliográfica. Tipologia textual: relatório, monografia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed. São Paulo: Atlas,1991. • COSTA VAL, M. da G.. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1994. 36 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • KOCK, I. Argumentação e linguagem . São Paulo: Cortez, 1993. • MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português instrumental: de acordo com as normas atuais da ABNT. 27 ed. São Paulo: Atlas, 2008. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14 724: informação e documentação – Trabalhos acadêmicos - apresentação. Rio de Janeiro, 2002. • SOUSA, I. S. F. de. A Sociedade, o Cientista e o Problema de Pesquisa; o caso do setor público agrícola brasileiro. Brasília: Embrapa – SPI, 1993. • FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1993. • KOCK, I. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2003. • MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização . São Paulo: Cortez, 2001. • GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 2. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1969. 2º SEMESTRE DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA PRÉ-REQUISITO: Português e Produção Textual EMENTA: O conhecimento científico e outros tipos de conhecimento; Tipos de Trabalhos: artigos científicos, relatórios; resenhas; paper; Como organizar resumos, referências bibliográficas, citações; O processo de pesquisa; Etapas de Construção de um projeto de pesquisa; Métodos usados em pesquisa: Qualitativo-Quantitativo; Tipos de Pesquisa; Instrumento de Coleta de Dados; Elaboração de projetos de pesquisa REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): 37 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o Trabalho Científico: explicitação das Normas da ABNT. 15 ed. Porto Alegre: Brasul, 2010. • GIL, A. C.. Como elaborar Projetos de Pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2009. • ISKANDAR, J. I. Normas da ABNT: comentadas para trabalho científicos. 4.ed. Curitiba: Juruá, 2009. • MINAYO, M. C. de S.; DESLANDES, S. F.. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 25.ed. Revista e atualizada. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ABNT – Normas Técnicas para trabalhos Científicos Informações e documentação – Referências – Elaboração: NBR 6023, 24p – Rio de Janeiro 2002 • BELLO, J. L. de P. Estrutura e apresentação do trabalho. In: Pedagogia em Foco, Metodologia Científica, atualizada 14/02/2004 1998. • COSTA, S. F. Método Científico – os caminhos da investigação. São Paulo: HARBRA, 2001 • DEMO, P. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2000 • GIL, A. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6.ed, São Paulo: Atlas, 2008 • LAKATOS, E; MARCONI, M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1983 DISCIPLINA: FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS I PRÉ-REQUISITOS: Anatomia dos Animais Domésticos EMENTA: Definição e divisão da Fisiologia. Fisiologia celular. Fisiologia do Sistema Nervoso. Fisiologia do Sistema Endócrino. Fisiologia Reprodutiva e Lactação. Fisiologia da Respiração e Termorregulação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): 38 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • CUNNINGHAM, J. G.; KLEIN, B. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 710p. • FRANDSON, R. D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais de Fazenda. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 472p. • REECE, W. O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 942p. • REECE, W. O. Anatomia Funcional e Fisiologia dos Animais Domésticos. 3 ed. São Paulo: Roca, 2008. 468p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de Peixes Aplicada à Piscicultura. 2 ed. Santa Maria: UFSM, 2009. 350p. • BURGGREN, W. W.; RANDALL, D; FRENCH, K. Eckert - Fisiologia Animal - Mecanismos e Adaptações. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 729p. • COLVILLE, T. P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica Para Medicina Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 568p. • GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 11 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1264p. • MOYES, C. D. Princípios de Fisiologia Animal. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 792p. • REY, l. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 950p. DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA PRÉ-REQUISITO: Biologia Celular e Embriologia 39 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] EMENTA: Perspectivas da microbiologia. A classificação microbiológica: morfologia, citologia, biologia, nutrição e composição química de bactérias e fungos. Caracteres gerais dos vírus. Estrutura e reprodução de fungos. Nutrição, crescimento, metabolismo e resistência. Introdução aos agentes antimicrobianos e ao processo de resistência. Bactérias, fungos e vírus de importância zootécnica. Microbiologia ruminal, da silagem e outros compostos. Introdução à imunologia. Antígeno, anticorpos e sistema complemento. Células e tecidos do sistema imune. Fisiologia das respostas imunes nas infecções e nos tumores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • TIZARD, I. R. Imunologia Veterinária. 8ed., São Paulo: Roca. 2009. • TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ed., São Paulo: Atheneu. 2009. • PELCZAR, M. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2ed., São Paulo: Makron Books. Vol 1 e 2. 1997. • CALICH, V.; VAZ, C. Imunologia. 2ed., Rio de Janeiro: Revinter. 2009. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • HIRSH, D. C.; ZEE, Y. C. Microbiologia Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003. • RUIZ, R. L. Microbiologia zootécnica. São Paulo: Roca. 1992. • ROITT, I. M.; DELVES, P. J. Fundamentos de Imunologia. 10ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. • ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. São Paulo: Elsevier. 2005. • KONEMAN, E. W. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2008. 40 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • QUINN, P. J. et al. Microbiologia Veterinária e Doenças Infecciosas. Porto Alegre: Artmed. 2004. DISCIPLINA: ESTATÍSTICA APLICADA PRÉ-REQUISITO: Matemática EMENTA: Conceitos de estatística, organização de dados, probabilidade, distribuição de probabilidade, amostragem, correlação e regressão. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • CRESPO, A. A. Estatística Fácil, 8º ed.: Saraiva, São Paulo, 1991. • MARTINS, G. de A. Estatística geral e aplicada, 3º ed.: Atlas, São Paulo, 2005. • MORETTIN, P.; BUSSAB, A. Estatística Básica, 5º ed.: Saraiva, São Paulo, 2004. • FONSECA, J. S. da; MARTINS, G. de A. Curso de Estatística, 6º ed.: Atlas, São Paulo, 2008. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • IEZZI, G.; DOLCE, O.; DEGENSZAJN, D.; PÉRIGO, R. Matemática. Vol. Único: Atual, São Paulo, 2002. • PAIVA, M. Matemática: Vol. Único, 2. ed.: Moderna, São Paulo, 2003. • SILVA, J. D.; FERNANDES, V. dos S.; MABELINI, O. D. Matemática: Novo Ensino Médio – Vol. Único Curso Completo. Sistema de Ensino IPEP, São Paulo, 2002. • TRIOLA, M. F. Introdução a estatística, 7º ed.: LTC, Rio de Janeiro, 1999 • YOUSSEF, A. N.; FERNANDEZ, V. P. Matemática: volume único para o ensino médio, Editora Scipione, São Paulo, 2004. • ZAMBUZZI, O. A., HRYCYLO, B., KOLE, A. T. Matemática, Vol. 3, ed.: Ática, São Paulo, 1981. 41 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] DISCIPLINA: FISIOLOGIA VEGETAL PRÉ-REQUISITO: Botânica EMENTA: Aproveitamento de água pelo vegetal (absorção, condução e transpiração). Nutrição mineral das plantas. Ciclo do Nitrogênio. Respiração. Fermentação. Fotossíntese. Hormônios. Movimentos dos vegetais. Herbicidas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • FLOSS, E. L. Fisiologia das plantas cultivadas: o estudo que está por trás do que se vê. Passo Fundo: UPF, 2004. • ZEIGER, E.; TAIZ, L. Fisiologia Vegetal. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. • KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan • CASALI, C. A. Fisiologia Vegetal - práticas em relações hídricas, fotossíntese e nutrição mineral. 1 ed. São Paulo: Manole Biomedicina, 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • FELIPPE, G. M. Fisiologia do desenvolvimento vegetal. Rio de Janeiro: Campus, 1983. • FERREIRA, A. G.; BORGHETTI, I. (org). Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre: Atmed, 2004. • FERRI, M. G. Botânica: fisiologia: curso experimental. 2 ed. São Paulo: Nobel, 1981. • FERRI, M. G. Fisiologia Vegetal. Vol. I e II. São Paulo: EPU,1985. • SAMPAIO, E. Fisiologia Vegetal – teoria e experimentos. 1 ed. Ponta Grossa: UEPG, 2002. • MAJEROWICZ, N. Fisiologia Vegetal – curso prático. 1 ed. Âmbito cultural, 2003. 42 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] DISCIPLINA: CIÊNCIA DO SOLO PRÉ-REQUISITO: Química EMENTA: Noções de mineralogia, gênese e morfologia do solo. Distribuição litológica regional; fatores e processos pedogenéticos; perfil do solo e descrição. Composição do solo. Propriedades das fases sólida, liquida e gasosa, processos dinâmicos, noções de mecânica do solo. Sistemas de classificação de solos, natural e interpretativa (SC). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • NEVES, P. C. P.; SCHENATO, F.; BACHI, F. A. Introdução à Mineralogia Prática, ULBRA, 2003, 254p. • FERNANDES, M. M. Mecânica dos Solos Conceitos e Princípios Fundamentais, FEUP, Porto. 2006. 450 p. • OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. 2ª ed. Piracicaba: FEALQ, 2005. 574 p. • TROEH, F. R.; THOMPSON, L. M. Solos e Fertilidade do Solo, 6ª Ed. São Paulo: Andrei, 2007. 718p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ALLEONI, L.R.F.; MELO, V.F. (Eds) Química e mineralogia de solos. Vol. 1 - parte I conceitos básicos. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, 2009, 695p. • ANJOS, L. H. C.; KER, J. C.; SANTOS, H. G.; LEMOS, R. C.; SANTOS, R. D. Manual de descrição e coleta de solo no campo. 5.ed. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2005. 92p. • AZEVEDO, A. C.; DALMOLIN, R. S., Solos e Ambiente: uma introdução. Santa Maria: Pallotti. 2004. 100p. • EMBRAPA Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. EMBRAPA, 2006. • LIBARDI, P. L. Dinâmica da água no sistema solo-planta-atmosfera. Piracicaba: O autor, 1999. 491p. 43 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • STRECK, E. V.; KAMPF, N.; R. S. D.; KLAMT, E.; NASCIMENTO, P. C.; SCHNEIDER, P. Solos do Rio Grande do Sul. Porto Alegre- RS, EMATER-RS/UFRGS, 2002. 107 p. DISCIPLINA: BIOQUÍMICA I PRÉ-REQUISITO: Química EMENTA: Estrutura e função dos nutrientes: glicídios, lipídios, proteínas, minerais, vitaminas e água. Metabolismo intermediário: glicólise, ciclo do ácido cítrico, oxidação dos ácidos graxos, degradação dos aminoácidos. Biossíntese de nutrientes nos tecidos animais. Estrutura e função de enzimas e hormônios. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • NELSON L. D.; COX, M. M. Lehninger Princípios de Bioquímica. 4 ed., São Paulo: Sarvier, 2006. • BERG, J.; STRYKER, L. Bioquímica. 6 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2008. • MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica Básica. 3 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.2007. • VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de Bioquímica: A vida em nível molecular. 2 ed., São Paulo: Artmed. 2008. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • PRATT, C. W.; CORNELY, K. Bioquímica Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. • CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 ed., Porto Alegre: Artmed. 2000. • KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos Ruminantes. 2 ed., Santa Maria. Ed.:UFSM. 2009. • CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução a Bioquímica. 4 ed., São Paulo: Edgard Blucher. 1980. 44 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • GONZALES, F. H. D.; DA SILVA, S. C. Introdução a bioquímica clínica Veterinária. 2 ed., Porto Alegre: UFGRS. 2006. • RIEGEL, R. E. Bioquímica. 4 ed., São Leopoldo: UNISINOS. 2006. DISCIPLINA: HISTOLOGIA PRÉ-REQUISITO: Biologia Celular e Embriologia EMENTA: Histologia dos sistemas orgânicos: sangue, hematopoiese e sistema circulatório; sistema tegumentar: pele e anexos cutâneos; sistema linfático; sistema digestório: órgãos e glândulas anexas; sistema respiratório; sistema urinário; sistema genital feminino e masculino; glândulas endócrinas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • BACHA JR, W. J.; BACHA, L. M. Atlas Colorido de Histologia Veterinária. 2 ed. São Paulo: Roca, 2003. 457p. • CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L. C. Histologia Básica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 524p. • SAMUELSON, D. Tratado de Histologia Veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 544p. • SOBOTTA, J. Atlas de Histologia, Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 271p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • GARTNER, L. P. Atlas Colorido de Histologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 435p. • HIB, J. Di Fiore – Histologia – Texto e Atlas. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 536p. 45 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • JUNQUEIRA, L. C. U. Biologia Estrutural dos Tecidos – Histologia. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 244p. • KÜHNEL, W. Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica: Texto e Atlas. 11 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2005. • LEBOFFE, M. J. Atlas Fotográfico de Histologia. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 232p. • MONTANARI, T. Histologia - Texto, Atlas e Roteiro de Aulas Práticas - Série Graduação. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2006. 155p. 3º SEMESTRE DISCIPLINA: BIOFÍSICA PRÉ-REQUISITO: Matemática EMENTA: Energia: conservação; fontes. Fluidos: teoremas de Pascal e de Arquimedes; equação de Bernoulli. Fenômenos ondulatórios: som e ultra-som; instrumentos óticos; visão. Fenômenos elétricos e magnéticos: campos elétrico e magnético; fenômenos elétricos em células nervosas. Radiações: tipos; efeitos biológicos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • MOURÃO JR C. A.; ABRAMOV E D. M. Curso de biofísica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. • DURÁN J. E. R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Prentice Hall, 2002. • OKUNO E. I. L.; CALDAS; C. CHOW. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986. • HALLIDAY D.; RESNICK R.; WALKER E J. Fundamentos de Física, Vol. 4, 8a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 46 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • HENEINE, I. F. Biofísica básica, 2a. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. • OLIVEIRA J.; WACHTER, P. H.; AZAMBUJA A. A. Biofísica para ciências biomédicas, 3a. ed. Porto Alegre: PUCRS, 2008. • TIPLER P. A.; LLEWELLYN E R. A. Física moderna. Rio de Janeiro. Ed.: LTC, 2001. • TIPLER P. A.; MOSCA E G. Física para cientistas e engenheiros, Vol. 3, 6a. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. • YOUNG H. D.; FREEDMAN. R. A. Física: Sears & Zemansky, Vol. 4, 12a. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009. • NUSSENZVEIG. H. M. Curso de física básica, Vol. 4, 4a. ed. São Paulo: Blucher, 2002. DISCIPLINA: FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS II PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos I EMENTA: Fisiologia do Sistema Esquelético. Fisiologia do Sistema Muscular. Fisiologia do Sistema Cardiovascular. Fisiologia do Sistema Urinário. Fisiologia do Sistema Digestório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • CUNNINGHAM, J. G.; KLEIN, B. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 710p. • FRANDSON, R.D.; WILKE, W.L.; FAILS, A.D. Anatomia e Fisiologia dos Animais de Fazenda. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 472p. • REECE, W.O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 942p. • REECE, W.O. Anatomia Funcional e Fisiologia dos Animais Domésticos. 3 ed. São Paulo: Roca, 2008. 468p. 47 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de Peixes Aplicada à Piscicultura. 2 ed. Santa Maria: UFSM, 2009. 350p. • BURGGREN, W.W.; RANDALL, D; FRENCH, K. Eckert - Fisiologia Animal - Mecanismos e Adaptações. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 729p. • COLVILLE, T.P.; BASSERT, J.M. Anatomia e Fisiologia Clínica Para Medicina Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 568p. • GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1264p. • MOYES, C.D. Princípios de Fisiologia Animal. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 792p. • REY, l. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 950p. DISCIPLINA: MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA PRÉ-REQUISITO: Ciência do Solo EMENTA: Aspectos gerais sobre fontes de potência. Tratores agrícolas. Manutenção e operação. Equipamentos agrícolas: preparo do solo, semeadura, adubação e plantio, tratos culturais mecânicos e químicos, renovadoras de pastagem, estudo e regulagem. Maquinas de colheita de forragens, fenação e ensilagem: regulagens e estudos de perdas de colheita. Aspectos de segurança na operação de máquinas e implementos. Tração Animal. Planejamento e desempenho da mecanização agrícola. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • BALESTREIRE, L. A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Editora Manole Ltda, 1987. 310 p. • MACHADO, A.L.T. & REIS, A.V. Máquinas para o preparo do solo, semeadura, adubação e tratamentos culturais. Pelotas, Ed. UFPel, 1996. 280p. 48 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • MIALHE, L.G. Manual de Mecanização Agrícola. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1974. 301 p. • MIALHE, L.G. Máquinas agrícolas: Ensaios & certificação. Piracicaba, FEALQ, USP, 1996, 722p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BARGER, E. L. et al. Tratores e seus motores. Rio de Janeiro: Aliança para o Progresso, 1986. 398p. Livro • EMBRATER. Mecanização agrícola: tração animal, pulverizadores manuais. Brasília: 1983. 142p. Livro • MORAES, M.L.B. & REIS, A.V. Máquina para colheita e processamento dos grãos. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 150p. • PORTELLA, J.A. Semeadoras para Plantio Direto. Viçosa: Ed. Aprenda Fácil, 2001. 252 p.: il. • REIS, A.V.; MACHADO, A.L.T. & TILMANN, C.A. Motores, tratores, combustíveis e lubrificantes. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 315p. • SILVEIRA, G.M. Máquinas para a pecuária. São Paulo, ed. Nobel, 1997. 167p. DISCIPLINA: MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO PRÉ-REQUISITO: Ciência do Solo EMENTA: Diversidade e ecologia da microbiota e da mesofauna do solo. Interação entre biota e propriedades do solo. Suprimentos e absorção de nutrientes. Avaliação da fertilidade do solo e recomendação de adubação. Fatores, processos e efeitos da degradação do solo. Procedimentos conservacionistas do solo e da água. Bacia hidrográfica como unidade de manejo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): 49 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • FERREIRA, P. H. M. Princípios de manejo e conservação do solo. São Paulo: Nobel, 1979. 135p. • LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina de Textos. 2007. 178p. • PRUSKI, F. F.; AMORIM, R. S. S.; SILVA, D. D.; GRIEBELER, N. P.; SILVA, J. M. A. Conservação de solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. Viçosa.: UFV, 2006. 240p. • PRADO, R. B. et al. Manejo e conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais. Rio de Janeiro: Embrapa Solos. 2010. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • COMISSÃO DE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO – RS/SC. Manual de adubação e calagem para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Porto Alegre. Ed.: SBCS, 2004. 400p. • MONEGAT, C. Plantas de cobertura do solo: características e manejo em pequenas propriedades Chapecó, SC. Ed. do Autor, 1991. 337p. • NOVAIS, R.F.; ALVAREZ, V.H.; BARROZ, N.F.; FONTES, R.L.; CANTARUTTI,R.B.; NEVES, J.C. (Eds.). Fertilidade do Solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa. 2007. 1 017p. • SIQUEIRA, J.; MOREIRA, F.; GRISI, B.; HUNGRIA, M.; ARAÚJO, R. Micro-organismos e processos biológicos do solo: perspectiva ambiental. Brasília. Ed.: EMBRAPA, 1994. • VALENTE, O. F.; GOMES, M. A. Conservação de Nascentes - Hidrologia e Manejo de Bacias Hidrográficas de Cabeceiras. Viçosa: Aprenda Fácil. 2001. 210p. • BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 5. ed. São Paulo: Ícone, 2005. DISCIPLINA: APICULTURA 50 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Biologia e evolução das abelhas. Interação abelhas e o ambiente. Formação e manejo de apiários para produção e extração de produtos apícolas. A polinização de culturas de interesse zootécnico. Instalações, equipamentos, e indumentárias usadas na apicultura. Cuidados, higiene e profilaxia apícola. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • COUTO, R.H.N.; COUTO, L.A., Apicultura: manejo e produtos, 3 ed. Jaboticabal: FUNEP, 2006. 193 p. • ITAGIBA, M.G.O.R. Produto: Noções Básicas Sobre a Criação de Abelhas. Editora: Nobel, 1997. 110 p. • SEELEY, T. D., Ecologia da Abelha – Um Estudo de Adaptação na Vida Social. Traduzido por Ozowski, C., 1 ed. Editora Agrolivros 2006. 256p. • WIESE, H., Apicultura: novos tempos, 2 ed., Guaíba: Agrolivros, 2005. 378 p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BOAVENTURA, M. C.; SANTOS, G.T, Produção de abelha rainha pelo método da enxertia, 1 ed. Editora LK, 2006. 140 p. • CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio Cavalcanti Costa – UESB, Apicultura migratória produção intensiva de mel, filme 68 min. Manual prático 148 p. • CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio Cavalcanti Costa – UESB, Manejo do apiário mais mel com qualidade, filme 63 min. Manual prático 248 p. • CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio Cavalcanti Costa – UESB, Planejamento e implantação de apiário, filme 66 min. Manual prático 178 p. 51 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio Cavalcanti Costa – UESB, Produção de rainhas e multiplicação de enxames, filme 63 min. Manual prático 179 p. • CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio Cavalcanti Costa – UESB, Produção e processamento de própolis e cera, filme 60 min. Manual prático 216 p. DISCIPLINA: BROMATOLOGIA PRÉ-REQUISITO: Fisiologia Vegetal EMENTA: Práticas de técnicas laboratoriais e análise bromatológica dos alimentos concentrados e volumosos. Análises físico-químicas e legislação para controle de qualidade de alimentos e de rações. Amostragem: identificação, manipulação, representatividade, análises macroscópicas e microscópicas dos ingredientes usados alimentação animal. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal. - Os alimentos. 4 ed. São Paulo: Nobel, 1980. • BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal: FUNEP. 2006, 496p. • CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em analise de alimentos. Campinas: Unicamp. 2000. • SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de alimentos: Métodos químicos e biológicos. 3ed. Viçosa: UFV. 2002, 235p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição Animal/Alimentação Animal. São Paulo: Nobel, 1990. 4ª ed. 2V. • BERTECHINI, A.G. Nutrição de Monogástricos. Editora UFLA. 2006. 52 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • LEWIS. D. Nutrição e alimentação de equinos. 3ed., Rio de janeiro: Roca. 2008. • ROSTAGNO, H.S. Tabelas brasileiras para Aves e Suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. Viçosa: UFMG. 2000. • SALINAS, R. D. Alimentos e Nutrição: Introdução à bromatologia. 3ed., Porto Alegre: Artmed, 2002. • WORTINGER, A. Nutrição para cães e gatos. Rio de Janeiro: Roca. 2009. 246p. DISCIPLINA: BIOQUÍMICA II PRÉ-REQUISITO: Bioquímica I EMENTA: Propriedade físicas e químicas dos glicídios, lipídios e proteínas. Noções de enzimas e hormônios. Metabolismo dos glicídios: glicólise, fermentação, ciclo do ácido cítrico e cadeia respiratória. Biossíntese de glicídios, lipídios e proteínas. Metabolismo dos aminoácidos e dos lipídios. Biologia molecular: química das bases nitrogenadas. Bioquímica hepática: generalidades, detoxificação. Bioquímica dos ruminantes. Bioquímica da glândula mamária. Bioquímica do estresse oxidativo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • NELSON L. D.; COX, M. M. Lehninger Princípios de Bioquímica. 4ed., São Paulo. Ed.: Sarvier, 2006. • BERG, J.; STRYKER, L. Bioquímica. 6ed., Rio de Janeiro. Ed.: Guanabara Koogan. 2008. • MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica Básica. 3ed., Rio de Janeiro.: Guanabara Koogan.2007. • VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de Bioquímica: A vida em nível molecular. 2ed., São Paulo: Artmed. 2008. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: 53 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • PRATT, C. W.; CORNELY, K. Bioquímica Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. • CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 ed., Porto Alegre: Artmed. 2000. • KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos Ruminantes. 2 ed., Santa Maria: UFSM. 2009. • CONN, E. E. & STUMPF, P. K. Introdução a Bioquímica. 4 ed., São Paulo: Edgard Blucher. 1980. • GONZALES, F. H. D. & DA SILVA, S. C. Introdução a bioquímica clínica Veterinária. 2ed., Porto Alegre: UFGRS. 2006. • RIEGEL, R. E. Bioquímica. 4 ed., São Leopoldo: UNISINOS. 2006. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO ANIMAL PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos I EMENTA: Introdução e importância da nutrição. Fisiologia da digestão. Nutrientes: análise, métodos de avaliação e utilização dos nutrientes. Metabolismo das proteínas, aminoácidos. Metabolismo dos sais minerais e vitaminas. Metabolismo de energia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 1: bases e fundamentos. São Paulo: Nobel. 2002. • ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 2: Alimentação animal. São Paulo: Nobel. 2002. • BERCHIELLI, T. T. et al. Nutrição de ruminantes. São Paulo: FUNEP. 2006. • BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. UFLA. 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • SWENSON, M. J.; DUKES, W. O. Fisiologia dos animais domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. 54 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos Ruminantes. 2 ed. Santa Maria: Ed. UFSM, 2009. • ROSTAGNO, H.S. et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos. 2005, UFV. • NUTRIENT REQUEREMENTS OF BEEF CATTLE WASHINGTON - USA. EDITORA NATIONAL ACADEMY PRESS. 7 ed. 2000. • MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia aviária aplicada a frangos de corte. Jaboticabal: FUNEP, 1994. • SILVA SOBRINHO, A.G. Criação de ovinos. 2 ed. Rev.ampl. Jaboticabal: Funep, 2001. 4º SEMESTRE DISCIPLINA: NUTRIÇÃO DE NÃO-RUMINANTES PRÉ-REQUISITO: Nutrição Animal EMENTA: Digestão de monogástricos: produção de enzimas, utilização dos nutrientes, consumo, e digestibilidade dos alimentos, métodos para expressar o valor nutritivo. Exigência nutricional dos animais monogástricos para: manutenção e produção. Nutrição de cães e gatos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição Animal 1 – As bases e os fundamentos da nutrição animal. São Paulo: NOBEL, 2002. • ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição Animal 2 – Alimentação Animal. São Paulo: Nobel, 2002. • MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia aviária aplicada a frangos de corte. Jaboticabal: FUNEP, 1994. • BERTECHINI, A.G. Nutrição de Monogástricos. Editora UFLA. 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: 55 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • MENDES, A.A.; NAAS, I.A.; MACARI, M. Produção de frangos de corte. Campinas: FACTA, 2004. • ROSTAGNO, H.S., et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. Viçosa: UFV, Departamento de Zootecnia, 2005. • INRA. Alimentaçao Dos Animais Monogastricos. Suinos, Coelhos e Aves. INRA. 1999. • SALINAS, R. D. Alimentos e Nutrição: introdução a bromatologia. 3ed. Porto alegre: Artmed, 2002. • FIALHO, E. T. Alimentos Alternativos para Suínos. Lavras: UFLA/FAEPE. 2005. • SAKOMURA, N. K. & ROSTAGNO, H. S. Métodos de Pesquisa em Nutrição de Monogástricos. Jaboticabal: FUNEP. 2007. DISCIPLINA: FORRAGICULTURA I PRÉ-REQUISITO: Bromatologia EMENTA: Estrutura das forrageiras: meristemas, parênquima, colênquima, esclerênquima, epiderme, xilema. Estruturas: flor, fruto, semente, embrião. Raiz, caule, folha. Relações hídricas nas células e tecidos. Absorção de água. Transpiração e gutação. Fotossíntese e fotorrespiração. Nutrição mineral. Translocação orgânica e inorgânica. Crescimento vegetal: reguladores, juvenilidade, maturidade e senescência. Floração e fotoperiodismo. Frutificação, germinação e dormência. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • EMBRAPA. Centro Nacional e Pesquisa em Solos. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasilia: Embrapa-SPI; Rio de Janeiro: Embrapa-Solos, 2006. 306 p. • FONSECA, D. M.; MARTUSCELLO, J. A. Plantas Forrageiras. Editora UFV, 2010, 537p. • TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal – 4° Edição. Artmed, 2009, 820p. 56 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • VILELA, H. Pastagem – Seleção de plantas forrageiras, implantação e adubação. Aprenda fácil, 2005, 283p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • HODGSON, J.; ILLIUS, A. W. (Ed). The ecology and grazing management system. Guilford: CAB International, 1996, 466p. • LEMAIRE, G. et al. Grasslands ecophysiology and grazing ecology. CAB International, 2000, 432p. • NETO, S. L. Manejo de Pastagens. Aprenda Fácil, 2000, 124p. • PILLAR, V. P. et al. (Eds) Campos Sulinos: Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade. Brasília: MMA, 2009, 403 p. • SUTTIE, J. M.; REYNOLDS, S. G.; BATELLO, C. (Eds). Grasslands of the world. FAO, 2005, 495p. • TOW, P. et al. Competition and succession on pastures. CAB International, 2001, 336p. DISCIPLINA: HIGIENE E PROFILAXIA ANIMAL PRÉ-REQUISITO: Microbiologia e Imunologia EMENTA: Princípios de higiene e profilaxia dos animais, dos alimentos, das instalações e equipamentos. Programas profiláticos e calendários de vacinação para as criações zootécnicas. Importância do estudo dos parasitos; doenças causadas por protozoários considerações; doenças causadas por nematelmintos; doenças causadas por platelmintos; doenças causadas por artrópodes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • DOMINGUES, P. F.; LANGONI, H. Manejo sanitário animal. Rio de Janeiro: EPUB. 2001. • PINTO, P. S. A. Inspeção e higiene de carnes. Viçosa: Editora UFV. 57 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • PEREIRA, A. S. Higiene e sanidade animal: fundamentos de produção animal. Ed. Europa-América. 1992. • ANDRETTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. São Paulo: Roca. 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • DUFOUR, B.; HENDRIKX, ED. Epidemiological surveillance in animal health. OIE. 2009. • SEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. Embrapa. 302p. • SANTOS, B. M. Terapêutica e desinfecção em avicultura. Viçosa: Editora UFV. 2008. • RIEDEL, G. Controle Sanitário dos Alimentos. 3 ed. Atheneu Editora. 2003. • HELLER, L.; PÁDUA, V.L. Abastecimento de água para consumo humano. Editora da UFMG. 2006. • LIBÂNIO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. 1ed. Editora Alínea e Átomo. 2005. • ROUQUAYROL, M.Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Saúde. 6ed. Editora Médsi. 2003. • VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Editora da UFMG. 1996. DISCIPLINA: REPRODUÇÃO E BIOTÉCNICAS DE REPRODUÇÃO ANIMAL PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Fundamentos de histologia e fisiologia aplicados à reprodução. Efeitos genéticos e ambientais na reprodução. Técnicas de reprodução: Monta natural, Monta natural controlada, Inseminação artificial, transferência de embriões, fertilização in vitro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • BALL, P.J.H.; PETERS, A.R. Reprodução em Bovinos. 3 ed. São Paulo: Roca, 2006. 240p. 58 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas Aplicadas à Reprodução Animal. 2 ed. São Paulo: Roca, 2008. 408p. • HAFEZ, E.S.E.; HAFEZ, B. Reprodução Animal. 7 ed. São Paulo: Manole, 2003. 530p. • LEY, W.B. Reprodução em Éguas Para Veterinários de Equinos. 1 ed. São Paulo: Roca, 2006. 240p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • AISEN, E.G. Reprodução Ovina e Caprina. 1 ed. São Paulo: MedVet, 2008. 203p. • CUNNINGHAM, J.G.; KLEIN, B.G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 710p. • GORDON, I. Reproducción Controlada del Cerdo. 1 ed. Zaragoza: Acribia, 1999. 280p. • PALLHANO, H.B. Reprodução em Bovinos: Fisiopatologia, Terapêutica, Manejo e Biotecnologia. 2 ed. Rio de Janeiro: LF Livros, 2008. 250p. • REECE, W.O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 942p. • SINGH, B.K. Compêndio de Andrologia e Inseminação Artificial em Animais de Fazenda. 1 ed. São Paulo: Andrei, 2006. 340p. DISCIPLINA: GENÉTICA ANIMAL PRÉ-REQUISITO: Estatística Aplicada EMENTA: Célula, mitose, meiose, herança gênica. Conceitos de ação gênica e mapeamento de cromossomos de procariontes e eucariontes. Genética qualitativa e quantitativa para aplicação em melhoramento animal. Ação gênica e frequência gênica. Progressos genéticos nas ciências agrárias. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): 59 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • RUZ, C. D. Princípios da Genética Quantitativa. UFV, 2005, 394p. • CRUZ, C. D. et al. Genética volume 2. UFV, 2001 (reimpressão 2004), 475p. • RAMALHO, M. A. P. et al. Genética na agropecuária – 4° edição revisada. UFLA, 2008, 463p. • VIANA, J. M. S. Genética volume 1 – Fundamentos. UFV, 2003 (reimpressão 2009), 330p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • CRUZ, C. D. Programa GENES – Diversidade Genética. UFV, 2008, 278p. • FERREIRA, G. B. B. Melhoramento Animal Básico. Cadernos Didáticos; n.6. UFSM, CCR, Departamento de Zootecnia. Santa Maria, 2003, 76p. • GRIFFITHS, A.J.F. et al. Genética Moderna. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2001. KREUZER, H.; MASSEY, HÁ. Engenharia Genética e Biotecnologia. 2ªEd. Artes Médicas Sul. Porto Alegre, 2002. • LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal. FEPMVZ Editora, Belo Horizonte, 2005, 118p. • Journal of Animal Science • Journal of Dairy Science DISCIPLINA: PISCICULTURA E AQUICULTURA PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Noções básicas de piscicultura e aquicultura, incluindo: histórico, status, espécies cultiváveis, biologia, sistemas de cultivo, qualidade da água, nutrição, reprodução e instalações. Noções sobre piscicultura e aquicultura sustentável. Interação da aquicultura no contexto agropecuário e na preservação do meio ambiente. Situação 60 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] atual dos principais organismos aquáticos cultivados. Evolução e perspectivas da piscicultura e aquicultura brasileira e mundial. Conhecimento da legislação aquícola; Sistemas intensivos de produção; Qualidade de água; Manejos de cultivo; Doenças; Preservação ambiental; Biossegurança Industrialização e Comercialização. Policultivo (importância e características, modelos e manejos). Consorciação (peixes/aves, peixes/suínos, peixe/arroz). Reprodução de peixes (fisiologia, reprodução natural e artificial, produção de alevinos). Manejo de reprodução, alevinagem e engorda de peixes contentais e marinhas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • CASTAGNOLLI, N. Criação de Peixes de Água Doce. Jaboticabal: FUNEP. 1992, 189p. • KUBITZA, F. Reprodução, Larvicultura e Produção de Alevinos de Peixes Nativos. 1 ed. Jundiaí: F. Kubitza, 2004. • VALENTI, W. C.; POLI, C. R.; PEREIRA, J. A.; BORGUETTI, J. R. Aquicultura no Brasil; Bases Para Um Desenvolvimento Sustentável. CNPq/Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000. 399p. • WOYNAROVICH, E. Manual de Piscicultura. Ministério da Integração Regional. CODEVASF. 1993. 71p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • LEE, D. O. C.; WICKINS, J. F. Cultivo de Crustáceos. Zaragoza: Editorial Acribia. 1997. 447p. • LIMA, S. L.; AGOSTINHO, C. A. A Tecnologia de Criação de Rãs. Viçosa: UFV. 1992. • KUBITZA, F. Qualidade da Água no Cultivo de Peixes e Camarões. Jundiaí: F. Kubitza, 2003. 265p.:il. • TAVARES, L. H. S. Liminologia Aplicada à Aquicultura. Jaboticabal: FUNEP, 1994. 70p. 61 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • TAVARES, L. H. S.; ROCHA, O. Produção de Plâncton (fitoplancton e zooplancton) Para Alimentação de Organismos Aquáticos. São Carlos: RiMa, 2003. 106p. • VALENTI, W. C. Carcinicultura de Água Doce: Tecnologia Para Produção de Camarões. IBAMA/FAPESP. Brasília. 1998. 383p. 5º SEMESTRE DISCIPLINA: NUTRIÇÃO DE RUMINANTES PRÉ-REQUISITO: Nutrição Animal EMENTA: Digestão nos Ruminantes. Regulação do Consumo de Alimentos. Valor Nutritivo dos Alimentos. Exigências Nutricionais dos Ruminantes. Balanceamento de Rações para Ruminantes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • BERCHIELLI, T. T. et al. Nutrição de ruminantes. São Paulo: FUNEP. 2006. • ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 1: bases e fundamentos. São Paulo: Nobel. 2002. • ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 2: Alimentação animal. São Paulo: Nobel. 2002. • VAN SOEST, P.J. Nutritional Ecology of the Ruminant. Ithaca, New York: Cornell University Press, 1994. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos Ruminantes. 2.ed. Santa Maria:. UFSM, 2009. • SILVA SOBRINHO, A.G. Nutrição de ovinos. Jaboticabal: Funep, 1996. • PEIXOTO, M. A et al. Nutrição de bovinos.: conceitos básicos e aplicados. 2 ed.: FEALQ, 2000. 62 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • BUTOLO, J. E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. Campinas-SP. 2002. • LANA, R.P. Nutrição e Alimentação Animal: mitos e realidades. 2. ed. Viçosa: UFV, 2007. • NUNES, I.J. Cálculo e Avaliação de Rações e Suplementos. Belo Horizonte: FEP-MVZ, 1998. DISCIPLINA: FORRAGICULTURA II PRÉ-REQUISITO: Forragicultura I EMENTA: Reconhecimento de espécies forrageiras. Classificação de espécies forrageiras. Técnicas de formação, adubação, e manejo de pastagens. Produção de sementes. Metodologias de conservação de forragens: fenação, ensilagem. Capineiras e forrageiras de inverno e Verão. Melhoramento de campos nativos e naturalizados com espécies melhoradas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • CRUZ, J. C. Silagem de Milho e Sorgo. EMBRAPA, 2001, 544p. • FONSECA, D. M.; MARTUSCELLO, J. A. Plantas Forrageiras. UFV, 2010, 537p. • PILLAR, V. P. et al. (Eds) Campos Sulinos: Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade. Brasília: MMA, 2009, 403 p. • SILVA, S. C. et al. Pastagens – conceitos básicos, produção e manejo. Suprema, 2008, 115p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • EMBRAPA. Centro Nacional e Pesquisa em Solos. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasilia: Embrapa-SPI; Rio de Janeiro: Embrapa-Solos, 2006. 306 p. 63 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • FORBES, J. M. Voluntary Food Intake and Diet Selection of Farm Animals, 2nd Edition, CAB International, 2007. • HODGSON, J.; ILLIUS, A. W. (Ed). The ecology and grazing management system. Guilford: CAB International, 1996, 466p. • LEMAIRE, G. et al. Grasslands ecophysiology and grazing ecology. CAB International, 2000, 432p. • SUTTIE, J. M.; REYNOLDS, S. G.; BATELLO, C. (Eds). Grasslands of the world. FAO, 2005, 495p. • TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal – 4° Edição: Artmed, 2009, 820p. DISCIPLINA: MELHORAMENTO ANIMAL I PRÉ-REQUISITO: Genética Animal EMENTA: Introdução e importância; Herança e variação; Meios de se controlar a herança; Seleção; Médias de vida; Pedigree e progênie; Parentesco; Tipos de acasalamento; Genética das populações; Reprodução controlada; Melhoramento de bovinos, eqüinos, suínos, ovinos, caprinos e aves. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • CRUZ, C. D. Programa GENES – Diversidade Genética. UFV, 2008, 278p. • FERREIRA, G. B. B. Melhoramento Animal Básico. Cadernos Didáticos; n.6. UFSM, CCR, Departamento de Zootecnia. Santa Maria, 2003, 76p. • LAZZARINI NETO, S. Reprodução e Melhoramento Genético. 2ª ed.: Aprenda Fácil, 2000, 86p. • LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal. FEPMVZ: Belo Horizonte, 2005, 118p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: 64 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • BORÉM, A.; CAIXETA, E. T. (Eds). Maradores moleculares. 2006, 374p. • CRUZ, C. D. et al. Modelos biométricos aplicados ao melhoramento genético – volume 1. UFV, 2004, 480p. • CRUZ, C. D.; CARNEIRO, P. C. S. Modelos biométricos aplicados ao melhoramento genético – volume 2. UVF, 2006, 585p. • Journal of Animal Science • Journal of Dairy Science • Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia. DISCIPLINA: BIOCLIMATOLOGIA E COMPORTAMENTO ANIMAL PRÉ-REQUISITO: Introdução à Zootecnia e Práticas Zootécnicas EMENTA: Elementos e fatores do clima: instrumentos e dispositivos de medição; temperatura do ar e do solo; umidade do ar; precipitação; vento; evaporação; evapotranspiração; o clima no desempenho animal; conforto animal e controle ambiental. Importância. Estudo da sociabilidade animal no meio criatório. Comportamento. Competição entre os animais. Distúrbios alimentares. Causa do stress animal. Necessidade do espaço físico adequado para o seu desenvolvimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • CARTHY, J. D. 1989. Comportamento Animal. EPU e USP. São Paulo. • HAHN, G.L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: Funep. 1993. • DOMINGUES, O., 1971. Elementos de zootecnia tropical: definição, domesticação, raça e tipo, reação aos trópicos, aclimação, regiões pastoris e regimes de criação: Nobel, São Paulo, 140p. 65 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • MULLER, P.B. 1978, Bioclimatologia Aplicada aos Animais Domésticos. Editora Pallotti, São Paulo, 171 p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • FERREIRA, R.A. Maior Produção com melhor ambiente para aves, suínos e bovinos. – Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2005. 371p. • HAFEZ, E. S. E. 1973. Adaptación de los animales domesticos. Editorial Labor. Barcelona, 563p. • PEREIRA, J.C.C. Fundamentos de Bioclimatologia Aplicados à Produção Animal. Belo Horizonte, FEPMVZ – Ed., 195 p. 2005. • SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São Paulo: Santos, 2002.611 p. • DAWKINS, Marian Stamp. Explicando o comportamento animal. São Paulo: Manole, 1989. x, 159 p. • NÃÃS, I. A., 1989, Princípios do conforto térmico na produção animal, Ícone, São Paulo, 183p. DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO E TOPOGRAFIA PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Desenho: Materiais, normas, escalas, representação gráfica. Perspectivas. Projeções. Desenho assistido por computador (CAD). Materiais usados em desenho: conhecimento e emprego. Normas da ABNT. Formatos, dobras e cortes. Escalas. Representação Gráfica. Esboços cotados. Desenho de peças. Plantas elevações e cortes. Plantas topográficas. Projetos arquitetônicos. Noções de geometria descritiva. Perspectiva. Conceitos fundamentais de topografia. Planimetria. Altimetria. Levantamentos Topográficos. Noções de cartografia. Noções de sensoriamento remoto. 66 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 7ª Ed. São Paulo: Editora Globo, 2002. • ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho técnico V. 1. 4ª Ed. São Paulo: Editora Plêiade, 2008. • SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006. • LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia Contemporânea: UFSC, Florianópolis. 1995. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS Desc. Fund. e Aplic.: UNESP, 2000. • SILVA, G. S. Curso de desenho técnico. 1ª Ed. Porto Alegre: Editora Sagra-Luzzatto, 1993. • COMASTRI, J. A.; JUNIOR, J. G. Topografia Aplicada: Medição, Divisão e Demarcação. 19. ed. Viçosa: UFV, Imprensa Universitária, 1993. 203p. • Sistema de Informações Geográficas, Aplicações na Agricultura, 2 ed, Brasília: Embrapa, 2003. • ERBA, D. A. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. São Leopoldo: Unisinos, 2005. • JOLY, F. A cartografia. Campinas: Papirus, 1990. DISCIPLINA: EQUINOCULTURA I PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II 67 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] EMENTA: Origem e Produção de cavalos no Brasil e no mundo; Principais características das Raças equinas e suas aptidões; Estudo do exterior dos equinos; Cruzamentos; Reprodução. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • MILS, D. S.; NANKERVIS, K. J. Comportamento equino princípios e práticas. Rio de Janeiro: Roca. 2005. • FRAPE, D. Nutrição e alimentação de Equinos. 3ed., São Paulo: Roca. 2008. • BIRD, J. Cuidado Natural Del Caballo. Ed. Naturart S.A. 2004. • .LEWIS, L. D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. São Paulo: Roca. 2000. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • SILVA, A. E. D. F. Criação de equinos. Brasília: Embrapa. 1998. • VELO, W. Casqueamento e Ferrageamento de eqüinos. Editora LK. 2006. • MEYER, H. Alimentação de Cavalos. São Paulo: Varela. 1995. • RIET-CORREA, F.; SCHILD, A. L.; MENDEZ, M. D. C.; et al. Doenças de Ruminantes e Equinos. São Paulo : Varela. 2001. • LEEIS, L. D. Alimentação e cuidados do cavalo. São Paulo: Roca. 1985. • THAMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 2ed., São Paulo: Varela. 1990 • MANSO FILHO, H. C. Manejo de Haras. Recife: Imprensa Universitária/UFRPE. 2001 6º SEMESTRE DISCIPLINA: PROCESSAMENTO DE RAÇÕES PRÉ-REQUISITO: Nutrição Animal 68 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] EMENTA: Matérias primas: classificação, composição, função, proporção e limites de utilização em função da espécie. Micro ingredientes pré-misturados núcleos e aditivos. Controle de qualidade de matérias primas. Principais equipamentos e fases do processo de elaboração de rações. (fareladas e peletizadas) de uma fabrica de rações. Métodos de calculo de rações para monogástricos. Alimentos mais usados para poligástricos. Fatores que afetam o consumo Máximo voluntário de forragens. Relação volumoso-concentrado e seus efeitos físico-químicos do rúmen. Métodos de calculo de rações para poligástricos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ANDRIGUETTO, J.M.; PERLY, L.; MINARDI, I.; GEMAEL, A.; FLEMMING, J.S.; SOUZA, G.A.; BONA FILHO, A. 1994. Nutrição Animal. V.1.: As Bases e os Fundamentos da Nutrição Animal: Os Alimentos. 4 ed. Editora Nobel, São Paulo. 396 p. • ANDRIGUETTO, J.M.; PERLY, L., MINARDI, I.; GEMAEL, A.; FLEMMING, J.S.; SOUZA, G.A.; BONA FILHO, A. 1994. Nutrição Animal. V.2.: Alimentação Animal. 3 ed. Editora Nobel, São Paulo. 426p. • NUNES, I. J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. FEP-MVZ Editora, Belo Horizonte, 1998, 185 p. • NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora, Belo Horizonte, 1998, 388 p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BERTECHINI,A .G. Nutrição de monogástricos. FAEPE/UFLA, Lavras, 1997, 255 p. • BUTOLO, J.E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. 2002. 430p. • CAMPOS, J. Tabelas para cálculo de rações. IU/UFV, Viçosa, 1981, 64 p. • ISLABÃO, N. & RUTZ, F. 1995. Manual de cálculo de rações para os animais domésticos. 6ª Ed. Editora Hemisfério Sul do Brasil. Pelotas-RS. • LAZZARI, F.A. Umidade, fungos e micotoxinas na qualidade de sementes, grãos e rações. Ed. Do autor, 1997. 148p. 69 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • PEIXOTO, R.R. & MAIER, J.C. 1993. Nutrição e Alimentação Animal. 2ª Ed. EDUCAT. Pelotas, RS. DISCIPLINA: CONSTRUÇÕES RURAIS E AMBIÊNCIA PRÉ-REQUISITO: Desenho Técnico e Topografia EMENTA: Resistência dos materiais; estudo dos materiais, dos elementos estruturais e partes complementares de uma edificação; montagem de projetos de edificações. Fundamentos do desenho técnico aplicado as instalações rurais. Projeto e dimensionamento de instalações para suínos, bovinos de corte e de leite, aves de corte e de postura, ovinos e equinos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • PEREIRA, M. F. Construções Rurais. São Paulo: Nobel, 2009. ISBN-10: 8521315384 • FISCHER, P. Construções rurais. São Paulo: Nobel, 2009. • BORGES, A.C. et al. Prática das pequenas construções. 8ed., São Paulo: Edgard Blücher. 1996. 323p. • BAUER, L. A. F. Materiais de Construção. 5ed., vol I e II. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos Ltda. 2000. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ARAÚJO, R. C. L. et al. Coleção Construções Rurais: Materiais de construção. Rio de Janeiro: Editora Universidade Rural, 2000. • BAÊTA, F.C. Ambiência em edificações rurais: conforto animal. Viçosa: UFV, 1997. 246p. • FARIA-JÚNIOR, M.J.A. Aulas de Construções e Instalações Rurais para o Curso de Agronomia. São Paulo: UNESP. 2008. 70 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • FABICHAK, F. Pequenas construções rurais. São Paulo: Nobel, 2000. • RIPPER, E. Manual Prático de Materiais de Construção. São Paulo: Pini, 2000. 263 p. • FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente. Viçosa: Aprenda fácil. ISBN:85-7630-020-6 DISCIPLINA: MELHORAMENTO ANIMAL II PRÉ-REQUISITO: Melhoramento Animal I EMENTA: Aspectos envolvidos no melhoramento de bovinos, equinos, suínos, aves, caprinos e ovinos; Programa de melhoramento; Características a serem melhoradas, por espécie zootécnica. Aplicação computacional para o melhoramento animal. Metodologias específicas para obtenção de fenótipos por espécie. Aplicação de metodologias de avaliação genética por espécie. Melhoramento genético aplicado á produção animal; Modelos estatísticos aplicados ao Melhoramento Animal; Uso de Programas de computação para análise de dados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • RESENDE, M. D. V.; ROSA-PEREZ, J. R. H. Genética e melhoramento de ovinos. UFPR, 2002, 184p. • VALENTE, J. Et al. Melhoramento genético de bovinos de leite, EMBRAPA, 2001, 255p. • JOSAHKIN, L. A; MACHADO, C. H. C. Melhoramento genético de gado de corte. Livro, 132p. Filme, 70 min - Produção Marcos Alberto Oliveira. • LOPES, P. S. Et al. Melhoramento de suínos, UFV, 1994, 39p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • CRUZ, C. D. Programa GENES – Análise multivariada e simulação. UFV, 2006, 175p. • CRUZ, C. D. Programa GENES – Biometria. UFV, 2006, 382p. 71 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • CRUZ, C. D. Programa GENES – Estatística experimental e matrizes. UFV, 2006, 285p. • FALEIRO, G. F. Marcadores Genético – Moleculares – Aplicados a programas de conservação e uso de recursos genéticos. EMBRAPA, 2007, 102p. • FERREIRA, G. B. B. Melhoramento Animal Aplicado. Cadernos Didáticos; n.7. UFSM, CCR, Departamento de Zootecnia. Santa Maria,2003, 118p. • SCHUSTER, I.; CRUZ, C. D. Estatística genômica – Aplicada a populações derivadas de cruzamentos controlados. UFV, 2008, 568p. DISCIPLINA: SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: A saúde e a segurança no contexto da educação e da Qualidade Total. Higiene no trabalho. Planejamento da higiene e da segurança na empresa. Equipamentos de proteção. Normas e legislação. Proteção contra incêndio. Primeiros socorros. Causas e custos dos acidentes. Análise e estatística dos acidentes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • OLIVEIRA, C.D. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e saúde no trabalho. Micro, pequenas, médias e grandes empresas. São Paulo – LTR 2002 • BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental São Paulo: Atlas 2001 • Segurança e saúde do trabalhador rural. Brasília – Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações 2007 • NR – 31 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • Segurança no Trabalho Rural - DVD. Fundacentro, Viçosa – CPT 1999 72 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • Revista Proteção - Revista mensal de saúde e segurança do trabalho Novo Hamburgo/RS • NR-5 – CIPA • NR-6 – EPI • NR-7 – PCMSO • NR-9 - PPRA DISCIPLINA: EQUINOCULTURA II PRÉ-REQUISITO: Equinocultura I EMENTA: Sistemas de produção de animais para as diferentes aptidões. Aspectos dos Manejos (geral, alimentar, reprodutivo, sanitário e de instalações). Planejamento da criação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • MILS, D. S.; NANKERVIS, K. J. Comportamento equino princípios e práticas. Rio de Janeiro: Roca. 2005. • FRAPE, D. Nutrição e alimentação de Equinos. 3ed., São Paulo: Roca. 2008. • BIRD, J. Cuidado Natural Del Caballo. Ed. Naturart S.A. 2004. • LEWIS, L. D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. São Paulo: Roca. 2000. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • SILVA, A. E. D. F. Criação de equinos. Brasília: Embrapa. 1998. • VELO, W. Casqueamento e Ferrageamento de equinos. Editora LK. 2006. • MEYER, H. Alimentação de Cavalos. São Paulo: Varela. 1995. 73 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • RIET-CORREA, F.; SCHILD, A. L.; MENDEZ, M. D. C.; et al. Doenças de Ruminantes e Equinos. São Paulo: Varela. 2001. • THAMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 2ed., São Paulo: Varela. 1990 • MANSO FILHO, H. C. Manejo de Haras. Recife: Imprensa Universitária/UFRPE. 2001 DISCIPLINA: AVICULTURA I PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Avicultura de corte no Brasil e no Mundo. Produção de matrizes e pintos de um dia. Manejo alimentar, sanitário e de instalações para produção de frangos de corte. Avicultura de postura no Brasil e no Mundo. Produção de matrizes para postura. Produção de ovos comerciais. Incubatório. Avicultura e seus impactos ambientais. Produção de aves de corte e/ou de postura ambientalmente sustentáveis. Raças, alimentação, sanidade, instalações, equipamentos e manejo voltados a produção avícola sustentável. Inserção do pequeno avicultor no agronegócio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • CIOCCA, M. L. S.; CARDOSO, S.; FRANZOSI, R. Criação de galinhas em sistemas semiextensivos. Porto Alegre: Palloti, 1995. 112p.: il. • COTTA, T. Produção de pintinhos – Manual prático. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 191p. • MALAVAZZI, G. Avicultura – manual prático. São Paulo: Nobel, 156p • SILVA, R. D. M.; NAKANO, M. Sistema caipira de criação de galinhas. 5 ed. Piracicaba: R. Dias de Morais e Silva, 2000. 120p REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ALBINO, L. F. T.; TAVERNARI, F. C. Produção e manejo de frangos de corte. 1 ed. Viçosa: UFV, 2008. 88p. 74 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • ANDRETTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1 ed. São Paulo: Roca, 2006. 328p • COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 260p.: il. • COTTA, T. Frangos de corte – criação, abate e comercialização. Viçosa: Aprenda Fácil, 2003. 217p. • FABICHAK, I. Codorna: criação, instalação e manejo – Ed. Revista. 1 ed. São Paulo: Nobel, 2004. 80p. • JADHAV, N. V. Manual prático para cultura de aves. 2 ed. São Paulo: Andrei, 2006. 176p. DISCIPLINA: SUINOCULTURA I PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Introdução e importância da Suinocultura. Reprodução e manejo da criação de suínos. Raças, tipos, seleção, cruzamento e hibridação. Registro genealógico. Tipificação e classificação de carcaças. Alimentação. Controle sanitário na criação de suínos. Planejamento de criação. Pesquisa em suinocultura. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. UFLA, 301p. • LEWIS, A. J., SOUTHERN, L. L. Swine Nutrition. CRC Press, 2000, 1032p. • SILVA, A. P. et al. Gestão Ambiental na Suinocultura. Embrapa, 2007, 304p. • SOBESTANSKY, J. et al. Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Embrapa, 1998, 388p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • FILHO, E. T. (Ed). Alimentos alternativos para suínos. Editora UFLA, 2009, 232p. • KEBREAB, E. et al. Nutrient Digestion and Utilization in Farm Animals, CABI, 2006, 75 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 480p. • MAVROMICHALIS, I. Applied Nutrition for Young Pigs, CABI, 2006, 272p. • WHITTEMORE, C.T., KYRIAZAKIS, I. Whittemore's Science and Practice of Pig Production. Wiley-Blackwell, 2006, 704p. • SAKOMURA, N. K.; ROSTAGNO, H. S. Métodos de pesquisa em nutrição de monogástricos. Jaboticabal/UNESP, 2007, 283p. • STRAW, B.E.; et al. Diseases of Swine, Wiley-Blackwell, 2006, 1153p. 7º SEMESTRE DISCIPLINA: TÉCNICAS EXPERIMENTAIS APLICADAS À ZOOTECNIA PRÉ-REQUISITO: Estatística Aplicada EMENTA: Princípios básicos de experimentação. Delineamento. Experimentos simples. Esquemas fatoriais. Teste de comparação entre médias. Eficiência relativa dos delineamentos experimentais. Planejamento, execução e análise experimental. Análise de variação. Correlação e regressão. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • GOMES, P. L. Curso de estatística experimental. Livraria Nobel, São Paulo, 1992. • MARTINS, G. A Estatística geral e aplicada, 3º Ed. Editora Atlas, São Paulo, 2005. • STORK, L. Caderno didático: Experimentação I. Departamento de Fitotecnia/UFSM, 1997. • ZIMMERMANN, F.J.P. Estatística aplicada à pesquisa agrícola. Santo Antônio de Goiás: EMBRAPA Arroz e Feijão, 2004. 402p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • COIMBRA, J. L. M.; CARVALHO, F. I. F.; OLIVEIRA, A. C. Fundamentos do SAS aplicado a 76 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] experimentação agrícola. Pelotas: Ed. Universitária/UFPEL, 2004. • FONSECA, J. S., MARTINS, G. A. Curso de Estatística, 6º Ed. Editora Atlas, São Paulo, 2008. • KAPS, M.; LAMBERSON, W. Biostatistics for animal science. CAB International, 2004, 464p. • MORETTIN, P.; BUSSAB, A. Estatística Básica, 5º Ed. Editora Saraiva, São Paulo, 2004. • RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análise estatística no excel – guia prático. UFV, 2008, 250p. • TRIOLA, M. F., Introdução a estatística, 7º Ed., Editora LTC, Rio de Janeiro, 1999 DISCIPLINA: BIODIVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PRÉ-REQUISITO: Zoologia e Botânica EMENTA: Princípios e conceitos de ecologia. A planta e o animal nos ecossistemas (culturas e criações econômicas). Resistência ao frio e ao calor. Resistência a seca e relações hídricas. Tolerância das culturas a estresses e altas concentrações salinas. Proteção recursos naturais renováveis (solo, água, flora e fauna). Poluição por defensivos agrícolas e seu controle. Educação ambiental. Bioclimatologia. Zoneamento agroclimático. Educação Ambiental. Tópicos especiais. Concepção sistêmica da realidade. Evolução da agropecuária e desenvolvimento econômico no Brasil. Planejamento e interdisciplinaridade. Sistemas de produção diversificados e integrados. Critérios e indicadores de sustentabilidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • OLIVEIRA, P. M. A. Animais silvestres e exóticos. São Paulo: Roca, 2003. • VEIGA, J. E. & ZATS L. Desenvolvimento sustentável que bicho é esse. Rio de Janeiro: Autores associados. 2008. • LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima. 2005. 77 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • NEVES, M. F. & CASTRO, L. T. Agricultura integrada – inserindo pequenos produtores de maneira sustentável em modernas cadeias produtivas. São Paulo: Atlas, 2010. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • DIBLASI, I. F. Ecologia Geral. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007. • ARAÚJO, G. H. S. et al. Gestão ambiental em área degradadas. São Paulo: Bertrand, 2005. • LÉVÊQUE, C. A biodiversidade. Bauru: EDUSC, 2005. • WILSON, E. O. Biodiversidade. São Paulo: Nova Fronteira, 1997. • SCOTTO, G. et al. Desenvolvimento sustentável. Petrópolis: Vozes, 2007. • VEIGA, J. E. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, 2008. DISCIPLINA: GESTÃO RURAL E POLÍTICAS AGRÍCOLAS PRÉ-REQUISITO: Não há. EMENTA: Sistema econômico. Questão agrária brasileira contemporânea. Teoria microeconômica, teoria macroeconômica. Matemática financeira. Industrialização e crescimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ALVES, E.R. Reflexos sobre política Agrícola. 2ª Edição, Vol. 31, 1993. • BACHA, C.J.C. Economia e Política Agrícola no Brasil, 1ª Edição, São Paulo: Atlas, 2004, 152p. • CALLADO, A.A.C., (Organizador) – Agronegócio. 2ª Edição, São Paulo: Atlas, 2008. • FLORES, A.W., RIES, L.R.; ANTUNES L.M., Gestão Rural, 1ª Edição, São Paulo: Planejar, 2006, 325p. 78 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BOURGEOIS, L. Politiques agricoles. Paris, Flammarion, 1998. • MARION, J.C., Contabilidade Rural: Contabilidade Agrícola, Contabilidade da Pecuária e Imposto de renda - Pessoa Jurídica. 9ª Edição. Vol. 1, São Paulo: Atlas, 2008, 280p. • OLIVEIRA, D.P.R., Manual de Gestão de Cooperativas: Uma Abordagem Prática. • ROSSETTO, C.R.; MONTOYA, M. A., Abertura Econômica e Competitividade no Agronegócio Brasileiro, Vol. 1, Passo Fundo: UPF, 2002, 404p. • TEULON, F. La politique agricole commune. Paris, PUF, 2ª ed. 1993. • ZYLBERSZTAJN, D.; SCARE, R.F. Gestão da Qualidade no Agribusiness. Editora: Atlas, 1ª Edição, São Paulo: Atlas, 280p. DISCIPLINA: CRIAÇÕES ALTERNATIVAS PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Anatomia e fisiologia das criações alternativas (Caprinos, coelhos, búfalos, codornas, emas e minhocas). Raças e suas aptidões. Fases de criação. Manejo higiênico, profilático e principais doenças dessas espécies. Manejo reprodutivo e melhoramento genético. Manejo nutricional. Instalações e equipamentos para criação. Desempenho produtivo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ASSUMPÇÃO, J.C. Bufalando sério Editora: agropecuária, 1996, 131 p. • RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura: criação racional de caprinos, São Paulo: Nobel, 1997, 318p. • VIEIRA, M. I. Produção de coelhos: caseira, comercial e industrial, 8ª Edição 1980 São Paulo: Nobel, 1980, 368 p. 79 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • SILVA, J.B.G.S. Rheacultura: Criação de Emas (Manual Prático) 1 ed. Editora: Agropecuária, 2004, 144p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ALBINO, L. F. T.; BARRETO, S. L. T.. Criação de Codornas para Produção de Ovos e Carnes, 1 ed. Editora: Aprenda Fácil, 2003, 268 p. • MARQUES, J. R. F., Búfalos – 500 perguntas/500 respostas, 1 ed., Editora Embrapa, 2000, 176 p. • MELLO, H. V.; SILVA, J. F. Criação de Coelhos 1 ed. Editora: Aprenda Fácil, 2003, 259 p • HOSKEN, F. M.; SILVEIRA, A. C. S. Criação de emas 1 ed. Editora: Aprenda fácil, 2003, 361 p. • GARCIA, F. R. M. Criação de Minhocas - As Operárias do Húmus 1 ed. Editora:Rigel, 2005, 112p. • SAMARA, S.I. et al. Sanidade e produtividade em búfalos. Editora: FUNEP 1993, 202 p. DISCIPLINA: AVICULTURA II PRÉ-REQUISITO: Avicultura I EMENTA: Noções de anatomia e fisiologia, manejo, alimentação e problemas sanitários mais comuns de: perus, codornas, faisões, pavões, galinhas de Angola, patos, marrecos, gansos, cisnes, emas e avestruz. Avicultura e seus impactos ambientais. Produção de aves de corte e/ou de postura ambientalmente sustentáveis. Raças, alimentação, sanidade, instalações, equipamentos e manejo voltados a produção avícola sustentável. Inserção do pequeno avicultor no agronegócio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ALVES, E. R. Aves de raça pura – galinhas, faisões e aquáticos. Editora Cinco Continentes , 2008. 183p. 80 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • CIOCCA, M. L. S.; CARDOSO, S.; FRANZOSI, R. Criação de galinhas em sistemas semiextensivos. Porto Alegre: Palloti, 1995. 112p.: il. • COTTA, T. Produção de pintinhos – Manual prático. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 191p. • SILVA, R. D. M.; NAKANO, M. Sistema caipira de criação de galinhas. 5 ed. Piracicaba: R. Dias de Morais e Silva, 2000. 120p REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ALBINO, L. F. T.; TAVERNARI, F. C. Produção e manejo de frangos de corte. 1 ed. Viçosa: UFV, 2008. 88p. • ANDRETTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1 ed. São Paulo: Roca, 2006. 328p • COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 260p.: il. • COTTA, T. Frangos de corte – criação, abate e comercialização. Viçosa: Aprenda Fácil, 2003. 217p. • FABICHAK, I. Codorna: criação, instalação e manejo – Ed. Revista. 1 ed. São Paulo: Nobel, 2004. 80p. • JADHAV, N. V. Manual prático para cultura de aves. 2 ed. São Paulo: Andrei, 2006. 176p. DISCIPLINA: SUINOCULTURA II PRÉ-REQUISITO: Suinocultura I EMENTA: Os impactos da suinocultura nos ecossistemas. Sistemas de produção de suínos ambientalmente sustentáveis. Raças, alimentação, sanidade, instalações, equipamentos e manejo voltados à suinocultura ecologicamente corretos. Inserção do pequeno suinocultor no agronegócio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): 81 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. UFLA, 301p. • SOBESTANSKY, J.; WENTZ, I.; SILVEIRA, P. R.; SESTI, L. A. Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Embrapa, 1998, 388p. • SILVA, A. P. et al. Gestão Ambiental na Suinocultura. Embrapa, 2007, 304p. • WHITTEMORE, C.T., KYRIAZAKIS, I. Whittemore's Science and Practice of Pig Production. Wiley-Blackwell, 2006, 704p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • KEBREAB, E. et al. Nutrient Digestion and Utilization in Farm Animals, CABI, 2006, 480p. • LEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. Embrapa, 2007, 302p. • LEWIS, A. J., SOUTHERN, L. L. Swine Nutrition. CRC Press, 2000, 1032p. • MAVROMICHALIS, I. Applied Nutrition for Young Pigs, CABI, 2006, 272p. • SAKOMURA, N. K.; ROSTAGNO, H. S. Métodos de pesquisa em nutrição de monogástricos. Jaboticabal/UNESP, 2007, 283p. • STRAW, B.E. et al. Diseases of Swine, Wiley-Blackwell, 2006, 1153p. 8º Semestre DISCIPLINA: OVINOCULTURA I PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Importância da Ovinocultura. Raças de ovinos. Índices zootécnicos. Particularidades da espécie ovina. Alimentação, formação e manejo de pastagens. Equipamentos e instalações. Sistemas de exploração. Aspectos básicos de caprinocultura; REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): 82 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed. São Paulo: Manole, 2003. • BOFILL, F. J. A reestruturação da ovinocultura gaúcha. Guaíba: Agropecuária, 1996. • C. M. S. Ovinos: O produtor pergunta, a EMBRAPA responde. Brasília: EMBRAPA, 2007. • SOUZA, I. G. A ovelha: manual prático zootécnico. 2ed. Porto Alegre: Pallotti, 2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos, epidemiologia e controle. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2009. • GOUVEIA, M. G. et al. Instalações para ovinos tipo corte. Brasilia: LK, 2007. • GOUVEA, A. M. G. Viabilidade econômica da criação de ovinos de corte. Brasília: LK, 2006. • RESENDE M. D. V. & ROSA-PEREZ, J. R. Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba: Editora UFPR, 2002. • SANTOS, et al. Diagnóstico de Gestação na Cabra e na Ovelha. São Paulo: Varela, 2004. • SÒRIO, A. Sistema agroindustrial da carne ovina. São Paulo: Mérito, 2009. DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE CORTE I PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Introdução e importância da Bovinocultura de corte. Bovinocultura de Corte no Brasil. Raças e tipos. Melhoramento. Julgamento. Alimentação nas fases de cria, recria e engorda. Planejamento. Manejo reprodutivo, alimentar e de instalações para gado de corte (cria, recria e terminação). Manejo Sanitário REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): 83 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • KOZLOSKI, Gilberto Vilmar. Bioquímica Dos Ruminantes. Santa Maria: Ed. UFSM, 2009. • LUCHIARI FILHO, A. Pecuária da Carne Bovina. São Paulo: 2000. • PIRES, A. V. Bovinocultura de corte. Vol I e II. São Paulo: Esalq-USP, 2009. • SILVA, V. S. História da pecuária no Brasil: fator de integração e desenvolvimento. Cuiabá: KCM. 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • AGUIAR, A. P. A. & RESENDE, J. R. Pecuária de corte: custos de produção e análise econômica. Viçosa: Aprenda fácil. • BARBOSA, F. A. & SOUZA, R. C. Administração de fazendas de bovinos de leite e corte. Viçosa: Aprenda fácil. • COAN, R. M. et al. Gestão da produção de bovinos de corte em pastagens. São Paulo: Funep. • CORREA, A.N.S. Gado de corte – o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: CNPGC. 1996. • HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed. São Paulo: Manole, 2003. • MARTIN, L. C. T. Bovinos: volumosos suplementares. São Paulo: Nobel. 1997. DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE LEITE I PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II EMENTA: Introdução e importância socio-econômica da pecuária leiteira. Regiões criadoras e bacias leiteiras. Eficiência reprodutiva. Manejo e alimentação do rebanho leiteiro nas diferentes fases da criação. Raças e tipos leiteiros. Condições essenciais à exploração leiteira. Instalações e melhoramento de rebanho leiteiro, planejamento do rebanho e principais cuidados sanitários. 84 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003. • LEDIC, I. L. Manual de bovinocultura leiteira. Piracicaba: FEALQ, 2000. • NEIVA, R. S. Produção de bovinos leiteiros: planejamento, criação e manejo. 2ed., Lavras: UFLA, 2000. • VALENTE, J. et al. Melhoramento genético de bovinos de leite. Juiz de Fora: Embrapa gado de leite, 2001. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • CAMPOS, F. Gado de leite: o produtor pergunta a Embrapa responde. Brasília: Embrapa, 2004. • FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente. Viçosa: Aprenda fácil, 2005. • LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens. São Paulo: Nobel, • MARQUES, D. C. et al. Criação de bovinos. 6ed. São Paulo: Nobel, • TRONCO, V. M. Manual para a inspeção da qualidade do leite. 2ed., Santa Maria: UFSM, 2003. • RENDALL, D. et al. Fisiologia Animal: Mecanismos e Adaptações. 4ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL I PRÉ-REQUISITO: Higiene e Profilaxia Animal EMENTA: Instalações e equipamentos de matadouros-frigoríficos e indústrias de processamento de carnes; estrutura e composição do músculo e tecidos associados; conversão do músculo em carne; propriedades da carne; tecnologias de processamento e 85 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] conservação de carnes; microbiologia da carne; processamento de aves, suínos e bovinos; processamento de pescado e tecnologia dos principais produtos derivados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de Abate e Tipificação de Carcaças. Viçosa: Editora UFV, 2006. 370p. • OLIVO, R. O Mundo do Frango. Criciúma: Ed. do Autor, 2006. 680p. • ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed. v. I e II. 2005 • PARDI, M.C.; SANTOS, J.F.; SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência e Tecnologia da Carne. Goiânia: UFG. v. I e II. 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • LAWRIE, R.A. Ciência da Carne. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 384p. • OLIVO, R., OLIVO, N. O Mundo das Carnes. Criciúma: Ed. do Autor, 2006. 214p. • PINTO, P.S.A. Inspeção e Higiene de Carnes. Viçosa: Editora UFV, 2008. 320p. • TERRA, N.N. Apontamentos de Tecnologia de Carnes. São Leopoldo: Editora Unisinos, 1998. 216p. • TERRA, N.N.; TERRA, A.B.M.; TERA, L.M. Defeitos nos Produtos Cárneos: Origens e Soluções. São Paulo: Varela, 2004. 88p. • SHIMOKOMAKI, M., OLIVO, R., TERRA, N.N., FRANCO, B.D.G.M. Atualidades e Ciência e Tecnologia de Carnes. São Paulo: Varela, 2006. 236p. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO RURAL PRÉ-REQUISITO: Gestão e Políticas Agrícolas 86 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] EMENTA: História da Administração. Empresa rural e área de atuação. Empresário rural. Áreas e níveis empresariais. Análise sistêmica da empresa rural. Estratégia empresarial. Planejamento, organização, direção e controle do agronegócio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ARBAGE, A. P. Fundamentos de economia rural. Argos, 2006, 272p. • CALLADO, A.A.C. Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005. 146p • CREPALDI, S. A. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. São Paulo: Atlas, 2006. 344p. • MARION, J. C. Contabilidade da pecuária. São Paulo: Atlas, 2007. 224p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ARAÚJO, M.J. Fundamentos de agronegócios. São Paulo: Atlas, 2005. 152p. • BARBOSA, J.S. Administração rural a nível de fazendeiro. São Paulo: Nobel. 114p. • MARION, J.C. Contabilidade e controladoria em agribusiness. São Paulo: Atlas. 224p. • MARION, J.C. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária e imposto de renda – pessoa jurídica. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2008. 280p. • NEVES, M.F.; THOMÉ, L. Agricultura integrada: inserindo pequenos produtores de maneira sustentável em modernas cadeias produtivas. São Paulo: Atlas, 2010. 176p. • SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na agropecuária. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 168p. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS ÉTICOS PRÉ-REQUISITO: Não há. 87 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] EMENTA: Estudo da especificidade da Ética como disciplina filosófica. Conceitos e problemas fundamentais da Ética. O campo da moralidade. Analise da reflexão ética na história da filosofia. Tópicos de ética aplicada. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • ARANHA, M. L. Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2003. • BOFF, L. Saber cuidar. Ética do Humano – compaixão pela terra. 14. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. • CHAUI, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003. • THUGENDHAT, E. Lições sobre ética. 5. Ed. Petrópolis: Vozes, 2003. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BOFF, L. Ética e Moral. A busca dos seus fundamentos. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 2003. • CHAUÍ, M. Filosofia. Novo Ensino Médio. São Paulo: Ática, 2000. • JAPIASSÚ, H.; MARCONDES, D. Dicionário Básico de Filosofia. 4 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. • MORAN, E. et. al. Solidariedade e complexidade. São Paulo: Pala Athena, 2000. • PEGORARO, O. Ética dos maiores mestres através da História. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 2008. • SOUZA, H. Ética e cidadania. São Paulo: Moderna, 1984. DISCIPLINA: SOCIOLOGIA E COMUNICAÇÃO RURAL PRÉ-REQUISITO: Gestão Rural e Politicas Agrícolas EMENTA: Antropologia: O homem no reino da natureza. A construção da cultura, linguagem e comunicação. A formação e função dos grupos sociais. Estrutura fundiária e organização social rural. Instituições sociais no meio rural. Colonização e reforma agrária. 88 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Sistemas de estratificação da sociedade. Liderança e dinâmica de grupo. Sociometria. Fundamentos da educação. Processos de comunicação e metodologia. Modelos pedagógicos e a extensão rural. Métodos de extensão rural. Planejamento da ação extensionista. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • BROSE, M. (org.) Metodologia Participativa: Uma introdução a 29 instrumentos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001. • BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: Metodologias de planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. • OLINGER, G. Métodos de Extensão Rural. Florianópolis: EPAGRI, 2001. • QUESADA, G. Comunicação e comunidade: mitos da mudança social. São Paulo: Loyola, 1980. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • BORDENAVE, J. D.; CARVALHO, H. M. Comunicação e Planejamento. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. • FONSECA, M. T L. Da. A extensão rural no Brasil, um projeto educativo para o capital. São Paulo: Loyola, 1985. • FROEHLICH, J. M.; DIESEL, V. (Orgs.). Espaço Rural e Desenvolvimento Regional. Ijuí: EDUNIJUÍ, 2004. • GUIJT, I. Monitoramento participativo: conceitos e ferramentas práticas para a agricultura sustentável. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1999. • KRAPPITZ, U; ULLRICH, G. J.; SOUZA, J. P. de. Enfoque participativo para o trabalho em grupos: conceitos básicos e um estudo de caso. Recife: ASSOCENE, 1988. 89 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • QUEDA, O. A Extensão Rural no Brasil: da anunciação ao milagre da modernização agrícola. 1987. 201f. Tese (Livre Docência) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP. 9º SEMESTRE DISCIPLINA: OVINOCULTURA II PRÉ-REQUISITO: Ovinocultura I EMENTA: Manejo reprodutivo, nutricional, seleção e cruzamentos. Classificação da lã. Principais doenças infecto-contagiosas e parasitárias. Carências nutricionais. Planejamento da criação. Ovinocultura de Carne, leite e lã, mercados e comercialização. Noções de manejo na Caprinocultura. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003. • BOFILL, F. J. A reestruturação da ovinocultura gaúcha. Guaíba: Agropecuária, 1996. • C. M. S. Ovinos: O produtor pergunta, a EMBRAPA responde. Brasília: EMBRAPA, 2007. • GONÇALVES, P. B. et al. Biotécnicas aplicadas a reprodução animal. 2ed. São Paulo: Roca. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos, epidemiologia e controle. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2009. • GOUVEIA, M. G. et al. Instalações para ovinos tipo corte. Brasilia : LK, 2007. • GOUVEA, A. M. G. Viabilidade econômica da criação de ovinos de corte. Brasília: LK, 2006. • RESENDE M. D. V. & ROSA-PEREZ, J. R. Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba: Editora UFPR, 2002. 90 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • SANTOS, et al. Diagnóstico de Gestação na Cabra e na Ovelha. São Paulo: Varela, 2004. • SÒRIO, A. Sistema agroindustrial da carne ovina. São Paulo: Mérito, 2009. DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE CORTE II PRÉ-REQUISITO: Bovinocultura I EMENTA: Bovinocultura de corte a base de pasto. Raças adaptadas, crescimento, desenvolvimento e produção de carne com certificação de origem. Práticas de manejo e alternativas alimentares, sanitário para produção etológica e ecologicamente sustentável. Instalações e equipamentos adequados a este sistema de produção. Planejamento da criação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • PIRES, A. V. Bovinocultura de corte. Vol I e II. São Paulo: Esalq-USP, 2009. • RANDALL, D. BURGGEREN, W. FRENCH, K. Fisiologia Animal: Mecanismos e Adaptações. 4ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. • SERENO, J. R. B., LIMA, E. C. N. Z., Eficiência no Manejo Reprodutivo: Sucesso no Rebanho de Cria. Campo Grande: Embrapa, 2002. • SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA. A Produção Animal na Visão dos Brasileiros. Piracicaba: FEALQ, 2001. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ARENALES, M. C. Produção orgânica de carne bovina. Viçosa: Centro de produções técnicas, 2000. • HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003. • IBD 2000. Diretrizes do Instituto biodinâmico. Normas técnicas de certificação de produção, 2001. 91 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • OSÓRIO, J. C. S., OSÓRIO, M. T. M., OLIVEIRA, N. R. M. et al. Qualidade, Morfologia e Avaliação de carcaças. Pelotas: UFP, 2002. • MARQUES, D. C. et al. Criação de Bovinos. 6ed., São Paulo: Nobel. • KOZLOSKI, Gilberto Vilmar. Bioquímica dos Ruminantes. Santa Maria: Ed. UFSM, 2009. DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE LEITE II PRÉ-REQUISITO: Bovinocultura de Leite I EMENTA: Situação e perspectivas da produção de leite a base de pasto no Brasil e Mundo. Manejo alimentar e controle zoosanitário etológica e ecologicamente sustentáveis. Planejamento duma criação para produção de leite saudável. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003. • LEDIC, I. L. Manual de bovinocultura leiteira. Piracicaba: FEALQ, 2000. • NEIVA, R. S. Produção de bovinos leiteiros: planejamento, criação e manejo. 2ed., Lavras: UFLA, 2000. • AGUIAR, A. P. A. & ALMEIDA, B. H. P. J. F. Produção de leita a pasto: abordagem empresarial e técnica. Viçosa: Aprenda Fácil, 1999. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • CHAPAVAL, L. Leite de qualidade: manejo reprodutivo, nutricional e sanitário. Viçosa: editora Aprenda fácil, 2000. • FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente. Viçosa: Aprenda fácil, 2005. • LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens. São Paulo: Nobel, • MARQUES, D. C. et al. Criação de bovinos. 6ed. São Paulo: Nobel, • REIS, E. A As vacas leiteiras e os animais que as possuem. 3ed., São Paulo: Nobel, 1998. 92 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • RENDALL, D. et al. Fisiologia Animal: Mecanismos e Adaptações. 4ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL II PRÉ-REQUISITO: Higiene e Profilaxia Animal EMENTA: Leite - importância, histórico, definição. Evolução da indústria láctica. Composição química e bioquímica. Obtenção higiênica. Causas das variações da quantidade e qualidade. Microrganismos. Testes físicos químicos e microbiológicos. Classificação e propriedades. Nomenclatura. Produtos de laticínios. Processos de beneficiamento. Elaboração, higienização e conservação dos produtos e derivados. Industrialização do Mel e de Ovos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • COTTA, T. Galinha - Produção de Ovos. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil. 2002. 260p. • TRONCO, V.M. Manual Para Inspeção da Qualidade do Leite. 3 ed. Santa Maria: Editora UFSM. 2008. 203p. • ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed. v. I e II. 2005 • CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio Cavalcanti Costa – UESB, Processamento de Mel Puro e Composto, filme66 min. Manual prático 203 p. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • ANTUNES, A. J. Funcionalidade de Proteínas do Soro de Leite Bovino. 1 ed. Barueri: Manole. 2003. 150p. • BEHMER, M. L. A. Como Aproveitar Bem o Leite no Sítio ou Chácara. 1 ed. São Paulo: Nobel. 1977. 107p. 93 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio Cavalcanti Costa – UESB, Produção de Pólen e Geleia Real, filme 55 min. Manual prático 146 p. • EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos. 2 ed. Atheneu. 2008. 692p. • FERNANDES, A. R.; SILVA, C. A. B. Projetos de Empreendimentos Agroindustriais – Produtos de Origem Animal. 1 ed. Viçosa: Editora UFV. 2003. vol. I. 308p. • JAY, J. M. Microbiologia de Alimentos. 6 ed. Porto Alegre: Artmed. 2005. 712p. DISCIPLINA: AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS PRÉ-REQUISITO: Tecnologia de Produtos de Origem Animal I EMENTA: Avaliação de carcaça: conceitos, normas. Conformação dos animais. Genótipo e Fenótipo. Características qualitativas: maturidade fisiológica, coloração, textura e firmeza. Fatores quantitativos: Peso de carcaça, área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea, comprimento de carcaça, percentagem de cortes. Técnicas de experimentação e avaliação da qualidade da carne. Tipificação de carcaças. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de Abate e Tipificação de Carcaças. Viçosa: Editora UFV, 2006. 370p. • RAMOS, M.E.; GOMIDE, L.A.M. Avaliação da qualidade de carnes: fundamentos e tecnologias. Viçosa: Editora UFV, 2007. • LAWRIE, R.A. Ciência da Carne. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 384p. • PARDI, M.C.; SANTOS, J.F.; SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência e Tecnologia da Carne. Goiânia: UFG. v. I e II. 2006. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: 94 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Portaria n.5, de 8 de novembro de 1988, Aprova a Padronização dos Cortes de Carne Bovina. • BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Instrução Normativa n.9, de 4 de maio de 2004, Aprova o Sistema Brasileiro de Classificação de Carcaças de Bovinos. • CASTILLO, C.J.C. Qualidade da Carne. São Paulo: Varela, 2006. 240p. • MONTEIRO, E.M. Curso de Qualidade da Carne. Bagé: Embrapa, 2001. 86p. (Documento 38) • ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: ArtMed. v. I e II. 2005 • TERRA, N.N.; BRUM, M.A.R. Carne e Seus Derivados: Técnicas de Controle de Qualidade. São Paulo: Nobel, 1988. 121 DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL PRÉ-REQUISITO: Administração Rural EMENTA: Terminologia e definições. Classificação do meio ambiente. Poluição. Controle Ambiental. Eco-desenvolvimento. Sistemas de gestão do meio ambiente. Avaliação do ciclo de vida. Avaliação da performance. Indicadores específicos para a área industrial. Legislação ambiental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA): • GEBLER, L.; PALHARES, J. C. P. Gestão Ambiental na Agropecuária. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. • PHILIPPI. A. JR.; ROMERO, M. A.; GILDA C. B. Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole, 2004 (Coleção Ambiental). 95 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • SPADOTTO, C.; RIBEIRO, W.. Gestão de resíduos na Agricultura e Agroindústria. Botucatu, SP: FEPAF - Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais Ltda, 2006. • PHILIPPI JR. P.; ALVES A. C. Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental. Barueri, SP: Manole, 2005 (Coleção Ambiental). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES: • SEGANFREDO, M. A.. Gestão Ambiental na Suinocultura. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. • PHILIPPI JR. A. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamento para um desenvolvimento sustentável. Barueri, SP: Manole, 2005 (Coleção Ambiental). • HILIPPI JR. A.; PELICIONI M. C. F. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Barueri, SP: Manole, 2005. • MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, H. F. Reuso da Água. Barueri, SP: Manole, 2003 (Coleção Ambiental). • MONTIBELLER G. F. Empresas, Desenvolvimento e Ambiente. Barueri, SP: Manole, 2006 (Coleção Ambiental). • ARAUJO, G. H. DE S.; ALMEIDA, J. R. DE; GUERRA, A. J. T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. 4ª Ed., Editora Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 2007. 7. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Os critérios e procedimentos de avaliação da aprendizagem do Curso Superior de Zootecnia seguirão o Regulamento da Avaliação e do Rendimento Escolar do Instituto Federal Farroupilha. 96 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 8. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS As competências anteriormente desenvolvidas pelos alunos, que estão relacionadas com o perfil de conclusão do curso Superior de Zootecnia, poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente. Assim, poderão ser aproveitados no curso, os conhecimentos e experiências desenvolvidos: - Em disciplinas cursadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende realizar o aproveitamento, obedecendo aos critérios expressos em regulamentação específica; - Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho ou por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do aluno através de banca examinadora conforme regulamentação própria. A avaliação para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, com indicação de eventuais complementações ou dispensas, será de responsabilidade da coordenação de curso que deverá nomear uma comissão de especialistas da área para analisar o pedido de aproveitamento de conhecimentos e competências indicando se necessário a documentação comprobatória desses conhecimentos e habilidades desenvolvidos anteriormente e as estratégias adotadas para avaliação e dos resultados obtidos pelo aluno. O aproveitamento, em qualquer condição, deverá ser requerido antes do início do período letivo em tempo hábil para o deferimento pela direção da Unidade e a devida análise e parecer da comissão nomeada para este fim, com indicação de eventuais complementações. 97 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 9. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA Localizado no distrito de Passo Novo, distante 27 (vinte e sete) km da sede do município de Alegrete, o Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete, realiza suas atividades educativas na “fazenda-escola” que conta com área própria de 318 (trezentos e dezoito) hectares e 28 (vinte e oito) hectares arrendados, onde são desenvolvidas as mais diversas atividades agropecuárias nas 08 (oito) Unidades Educativas de Produção (UEPs): olericultura, culturas anuais regionais, fruticultura, silvicultura, avicultura de corte e de postura, suinocultura, ovinocultura, bovinocultura de corte e de leite, forragicultura, mecanização agrícola e agroindústria, entre outras; conta, ainda, com mais de 26.000 m² de área construída, onde estão localizados 02 (dois) auditórios, 20 (vinte) salas de aula, 04 (quatro) salas de multi-meios, biblioteca, centro de informática composto por 04 (quatro) laboratórios de última geração, 02 (dois) alojamentos masculinos e 01 (um) alojamento feminino, refeitório, laboratórios diversos, unidades de acompanhamento médico e psicológico, unidade de alimentação e nutrição, ginásio poliesportivo, campo de futebol e pista de atletismo, entre outras estruturas. UEP ZOOTECNIA I: 642,40 m2 Sala de aula...............................................................................................................92,15 m2 Galpão.....................................................................................................................100,00 m2 Galpão.......................................................................................................................96,00 m2 Galpão.......................................................................................................................63,00 m2 Galpão.......................................................................................................................63,00 m2 Galpão.......................................................................................................................68,00 m2 Galpão.......................................................................................................................50,00 m2 Galpão.......................................................................................................................32,00 m2 Depósito Ração.........................................................................................................12,00 m2 Pinteiro.....................................................................................................................12,00 m2 Pinteiro.....................................................................................................................12,00 m2 Galpão Apicultura.....................................................................................................42,25 m2 98 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] UEP ZOOTECNIA II: 592,00 m2 Galpão Ovinocultura...............................................................................................120,00 m2 Sala de aula...............................................................................................................84,00 m2 Galpão Maternidade, Creche, Recria e Terminação...............................................304,00 m2 Galpão Gestação.......................................................................................................84,00 m2 UEP ZOOTECNIA III: 1.345,85 m2 Sala de aula, sala ordenha, sala do leite, alojamento.............................................147,00 m2 Confinamento Bovinos............................................................................................666,00 m2 Galpão arraçoamento.............................................................................................294,00 m2 Depósito de Ração....................................................................................................61,75 m2 Galpão Ordenha / 2..................................................................................................69,30 m2 Matadouro para Bovinos (9 x 3,5)............................................................................31,50 m2 Inseminação Artificial (3,20 x 2,70)............................................................................8,64 m2 Balança para Bovinos (3,25 x 3,40)...........................................................................11,05 m2 Abrigo tronco (3,55 x 5,20).......................................................................................18,46 m2 Abrigo banheiro para bovinos (10,90 x 3,50)............................................................38,15 m2 UEP AGROINDÚSTRIA: 388,00 m2 Prédio com sala de aula, sala leite, sala para abate de suínos, sala para abate de aves, vestiário..................................................................................................................388,00 m2 UEP AGRICULTURA I: 1571,36 m2 Galpão.......................................................................................................................36,00 m2 Estufa......................................................................................................................480,00 m2 Estufa......................................................................................................................465,00 m2 Estufa .....................................................................................................................437,10 m2 Estufa / Sementeira..................................................................................................53,40 m2 Sala aula / horta velha..............................................................................................99,86 m2 UEP AGRICULTURA II e MECANIZAÇÃO: 409,00 m2 Sala de aula...............................................................................................................79,00 m2 Oficina.......................................................................................................................80,00 m2 Garagem para máquinas e implementos................................................................250,00 m2 UEP AGRICULTURA III: 110,80 m2 Sala de aula...............................................................................................................66,80 m2 Galpão.......................................................................................................................44,00 m2 ADMINISTRAÇÃO CENTRAL: 6.667,80 m2 Prédio Administrativo.............................................................................................379,94 m2 Prédio salas de aula (105).......................................................................................434,94 m2 99 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Prédio administração escolar e salas de vídeo.......................................................389,60 m2 Prédio Laboratórios de Física, Química, Biologia, Informática..............................398,12 m2 Prédio Salas de aula (6 a 10)...................................................................................307,80 m2 Biblioteca................................................................................................................261,25 m2 Prédio CGAE e Grêmio Estudantil..........................................................................275,00 m2 Prédio Sala de TV para alunos, Supervisão Pedagógica, Sala de Reuniões, Sala Coordenação de Cursos, Sala dos Servidores.........................................................407,00 m2 Quiosque para alunos.............................................................................................123,49 m2 Prédio sala 12, miniauditório, lancheria.................................................................300,00 m2 Alojamento para alunos: Prédio 2ª e 3ª séries.......................................................609,00 m2 Alojamento para alunos Prédio 1ª séries................................................................345,85 m2 Prédio cozinha, refeitório, lavanderia.....................................................................740,74 m2 Almoxarifado: Prédio 1 ..........................................................................................300,00 m2 Prédio 2 ............................................................................................153,77 m2 Posto de Combustível..........................................................................60,00 m2 Padaria......................................................................................................................48,00 m2 Ginásio coberto com quadra poliesportiva..........................................................1.133,30 m2 CENTRO DE INFORMÁTICA: 604,00 m2 Prédio com 1 sala de aula, 4 salas com laboratórios, 1 sala de administração, 1 sala de oficina e sanitários..................................................................................................604,00 m2 CONSTRUÇÕES PARA APOIO: 12.991,45 m2 Sala de aula Topografia (6,25 x 30,23)....................................................................188,94 m2 Prédio Marcenaria e Fábrica de Ração Animal.......................................................341,60 m2 Áreas de Circulação e Passarelas............................................................................654,91 m2 Prédio Antigo Curso de Tratorista (14 x 52)...........................................................728,00 m2 Quadras Poliesportivas descobertas (18 x 32)........................................................576,00 m2 Campo de Futebol e Pista de Atletismo (70 x 137).............................................9.590,00 m2 Quadra de areia (38 x 24).......................................................................................912,00 m2 Obs.: Não foi computado na área construída do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete, a área das residências dos servidores. 9.1 Infraestrutura Acadêmica O Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete vem atualizando e qualificando sua estrutura acadêmica com a aquisição de recursos materiais destinados à formação, 100 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] desenvolvimento, atualização, expansão, qualificação e valorização de seu patrimônio intelectual no que concerne às atividades fins da instituição. Fomentando a qualidade da infra-estrutura acadêmica o presente Plano de Desenvolvimento Institucional propõe ações que buscam a qualificação e modernização dos programas e ações em desenvolvimento. A comunidade acadêmica conta atualmente com os seguintes recursos: • 04 laboratórios de informática. • 01 Telecentro para pesquisa, comunicação e digitalização de textos e imagens. • 04 salas de multi-meios equipadas com DVD, Vídeo Cassete, Televisor e microcomputador com placa de vídeo. • 07 Laboratórios de Produção Agropecuária (Horticultura; Culturas Anuais Regionais/ Mecanização Agrícola; Fruticultura/Silvicultura; Animais de Pequeno Porte; Animais de Médio Porte; Animais de Grande Porte; Agroindústria). • 01 Laboratório de Tecnologia de Alimentos. • 01 Laboratório de Fitotecnia. • 01 Laboratório de Microbiologia e Biologia. • Equipamentos de vídeo-conferência. • 01 impressora braile. • 01 projetor multimeio. • 01 antena parabólica. • 01 filmadora. • 02 máquinas fotográficas digitais. • 02 equipamentos de sonorização. • Biblioteca. 9.1.1 Biblioteca 101 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] A Biblioteca do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete – Biblioteca Tasso Siqueira – atualmente instalada em prédio de 261,25 m2, disponibiliza aos usuários infraestrutura física, de acervo e de recursos humanos de boa qualidade e, em virtude do crescimento quantitativo de usuários atendidos, deverá ter ampliada sua área física. Essa ampliação/reforma objetiva corrigir pontos como conforto térmico e demais aspectos ergonômicos, bem como a ampliação de seus serviços e, a partir disso serão implantadas novas dependências, tais como sala de estudo individual com capacidade para 23 usuários, sala de estudo em grupo com capacidade para 30 usuários, sala com capacidade para 12 microcomputadores com acesso à internet, sala de audiovisuais e sala de processamento técnico, reuniões e oficina de livros. A Biblioteca mantém expediente externo de segunda à sexta-feira, das 08 horas às 23 horas ininterruptamente, e conta com três servidores, sendo dois efetivos (bibliotecária e auxiliar) e um contratado. Estes servidores desenvolvem paralelamente às rotinas do setor ações que visam a permanente atualização, qualificação e ampliação de acervo, instalações e demais serviços oferecidos. Entre essas ações está a automação das rotinas do setor que principiou em 2006 pela formação do banco de dados utilizando o Winisis – distribuído pela UNESCO. Pretende-se concluir esta tarefa em 2007 e imediatamente implantar sistema de gerenciamento do acervo. O acervo é organizado conforme Classificação Decimal Universal – CDU – e atualmente conta com 5.548 volumes assim quantificados: Livros: • Área 00 (Generalidades e Informática): 344 volumes • Área 1(Filosofia e Psicologia): 51 volumes • Área 2 (Religião): 61 volumes • Área 3 (Ciências Sociais): 306 volumes • Área 5 (Matemática e Ciências Naturais): 751 volumes 102 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • Área 6 (Ciências Aplicadas): 2.275 volumes • Área 7 (Artes, Recreação, Esportes): 58 volumes • Área 8 (Língua, Lingüística e Literatura): 1.366 volumes • Área 9 (Geografia, Biografia,História): 336 volumes Material em meio magnético: • Fitas VHS: 262 volumes (áreas 00, 3, 5, 6, 7, 8 e 9) • CD’s: 30 volumes (áreas 00, 3, 6 e 8) Periódicos: • 02 assinaturas de jornais estaduais. • 113 títulos1 (22 de generalidades e informática e 91 de ciências aplicadas); Horários de funcionamento da biblioteca Segundas-feiras Das 8:00 às 23:00 Terças-feiras Das 8:00 às 23:00 Quartas-feiras Das 8:00 às 23:00 Quintas-feiras Das 8:00 às 23:00 Sextas-feiras Das 8:00 às 23:00 9.1.2 Infraestrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso 1 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Biologia 55,64 - 1,85 Todos títulos são referentes a doações,ou seja, não possuem real periodicidade. 103 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 07 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 02 Microscópio Zeiss Microscópio DVF Lupa ocular Monocular DVF – KRL Zeiss Microscópio Monocular DEV Microscópio biológico monovertical Meiji Macroscópio esteroscópio Meiji p/ CCD Câmera de TV CCD Meiji Color Monitor Sony Trinintron Estufa de esterilização e secagem Centrífuga Fanen Balança eletrônica digital Medidor PH digital Frigobar Microscópio óptico didático, monocular, iluminação por transmissão OTI-2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Química 60,45 - 2,02 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 01 01 01 01 01 01 01 Balança analítica p/ laboratório marte pesagem de cadinhos Destilador de água automático, para 2 litros água/hora Balança eletrônica de precisão com capacidade de pesagem 0,01g até 1000g Autoclave vertical para esterilização Balança analítica eletrônica com capacidade de pesagem de 210g Chuveiro lavador de olhos Refrigerador duplex 119 litros Agitador magnético com controle de aquecimento e velocidade, capacidade de 5000mL Destilador de água automático Bico de Bunsen Torneira elétrica Banho maria com agitação com indicação de temperatura, programáveis entre 10 e 100 graus 01 01 01 01 104 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 01 01 01 01 01 35 Capela de exaustão de gases Destilador de água automático p/2 litros água/hora Balança analítica p/ laboratório Marte pesagem de cadinhos Balança eletrônica de precisão com capacidade de pesagem 0,01g até 1000g PH metro medição de 0,0 a 14,00 / MV CL eletrodo PH4 PH7 e RCL – 3 molar Bancos de madeira Área (m2) Laboratório (nº e/ou nome) m2 por estação m2 por aluno Bovinocultura – Zootecnia III Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 Matadouro do gado área de 36,07 m² 01 Sala de ordenha área 146,82 m² 01 Ordenhadeira espinha-de-peixe 01 Resfriador capacidade 500 litros Área (m2) Laboratório (nº e/ou nome) m2 por estação m2 por aluno Fabrica de Ração Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 Misturador de Ração – DFOS – IR Lucato 01 Misturador de Ração – Motor de indução marca GE 01 Depósito de Ração 01 Balança 150 KG com plataforma e rodas 01 Triturador de cereais a martelo marca Penha – Mod. TH2500 01 Batedeira Arno planetária 01 Forno elétrico 105 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 01 Amassadeira comercial capacidade 40 Kg 01 Cilindro com motor 2HP 01 Modeladora para pão de 50 a 500 gramas- 2 cilindros marca HIPO 01 Divisória de massa manual marca HIPO 01 Exaustor 40 cv monofásico 01 Armário para crescimento do pão – 36 formas 01 Balança 2 pratos capacidade 15 Kg marca Cauduro – Modelo convencional 01 Fogareiro de alta pressão com tacho esmaltado 50 E Tripé 01 Batadeira industrial para 4 litros 01 Máquina extrusora com acessório para 7 tipos de massa 01 Batedeira industrial para mesa com tacho de alumínio 220 volts 01 Refrigerador/freezer capacidade 390 litros Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Agroindústria 388 m² - 11 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Setor de Laticínios 01 Desnatadeira 01 Câmara fria 01 Fogões industriais 01 Balanças eletrônicas 01 Prensa pneumática para fabricação de queijos 02 Mesas de inox 01 Batedeira industrial 01 Pistola para teste de alizarol 01 Geladeira industrial 106 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 01 Miniusina de pasteurização composta dos seguintes: conjunto com pasteurizador de leite capacidade de 500 l/h em aço inox e embaladeiro automatico 01 Tacho vasculante capacidade de 200 litros 01 Fatiador de queijo 01 Tanque para coagulação de leite, camisa dupla, em aço inox a gás, capacidade de 100 litros 03 Bomba centrifuga para iogurte 01 Iogurteira elétrica 02 Prensa para queijos 01 Tacho para filar massa de mussarela 01 Dosadora para produtos viscosos em aço inox semi-automatica 01 Resfriador em aço inox 304 sanitário com guindaste e suporte agitador motor trifásico, tanque de expansão direto de 2000 litros 01 Centrifuga para leite com 8 butirômetros elétricos 01 Aparelho Dornic (acidimetro dornic) 01 Maquina seladora a vácuo automática em aço inox 01 Prateleiras em fibra de vidro para estocagem de alimentos 01 Termolactodensímetro Setor de Carnes 03 Moedor e embutideira de carne elétrico 02 Misturador de carne com bacia em aço inox 03 Serras elétricas 04 Freezer horizontal com duas tampas 03 Mesa inoxidável 01 Fogão industrial 01 Conjunto de funis para sangria de aves 01 Escaldadeira para frangos 01 Depenadeira automática para frangos 107 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 01 Mesa de evisceração 01 Câmara-fria para resfriamento 01 Insensibilizador elétrico para suínos 02 Guincho com capacidade mínima de 600 Kg 02 Mesas para depilação de suínos 01 Lança-chamas para suínos com funcionamento a gás 01 Trilhagem aérea 01 Mesa de inspeção 9.2 Adequações Para Portadores de Necessidades Especiais O Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete dispõe de rampas de acesso e estacionamento para PNEs na área central e Centro de Informática. Cientes que essas ações ainda são insuficientes está empenhada em oferecer aos PNEs condições de acesso a todos os ambientes do Instituto, como banheiros, salas, auditório, biblioteca, lancheria, UEPs, inclusive saídas de emergência sem barreiras. Para isso, diversas obras de adequação estão em andamento, e novas adequações deverão ser efetuadas de acordo com este PDI. Também a acessibilidade ao site institucional está sendo providenciada. 10. EMPRESAS CONVENIADAS COM O IFF – CAMPUS ALEGRETE • 6.º Regimento José de Abreu – Alegrete/RS. • Adão Nelson Kerpel – Santiago/RS • Aeroagrícola Santos Dumont – Cachoeira do Sul/RS • AEROARROZ Aviação Agrícola Ltda. – Itaqui/RS 108 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • Agrícola da Terra – Eldorado do Sul/RS • Agrícola Horizonte – São Borja/RS • Agrícola Panorama Ltda – Maracaju/MS • AGROMAIS Consultoria Agropecuária Ltda. – Uruguaiana/RS • AGROMIL – Cachoeira do Sul/RS • Agropecuária Nemitz – Manoel Viana/RS • Agropecuária Parcianelo – Alegrete/RS • Agropecuária Pilecco – Alegrete/RS • Agropecuária Plátano – Alegrete/RS • Agropecuária Por do Sol – Campos de Júlio/MT • Agropecuária Rhode – Rosário do Sul/RS • Agropecuária Rosariense – Rosário do Sul/RS • Agropecuária Santo Onofre – Uruguaiana/RS • Agropecuária Tunas – Santiago/RS • AGROSER – Uruguaiana/RS • André Maggi Participações S/A – Rondonópolis/MT • Antonio Eroni Jaques – Alegrete/RS • Antonio Grespan – Fazenda Caliandra – Barreiras/BA • Apiflora – Alegrete/RS • Arlindo Marchezan – Alegrete/RS • Associação dos Fruticultores de Santiago - AFRUTIS – Santiago/RS • AVIPAL S/A – Lajeado/RS • Cabanha Andarilho – Porto Alegre/RS • Cabanha Azul – Quaraí/RS • Cabanha Infantada – Santo Antônio das Missões/RS • Cabanha Minuano – Alegrete/RS • Cabanha Santa Luzia – São Francisco de Paula/RS • Cabanha São Marcos – Alegrete/RS 109 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • Campodonel Cia – Porto Alegre/RS • Capanegra Agropecuária – Bagé/RS • CERATTI Agronegócios Ltda. – Uruguaiana/RS • Chácara Velha Paineira – Alegrete/RS • Cleomar José Guerra Ereno – Alegrete/RS • Clóvis Ereno – Inhanduí – Alegrete/RS • Clovis Ferreira de Costa – Quaraí/RS • Comercial Agrícola Horizonte Ltda. – São Borja/RS • Condomínio Agropecuário Fazenda das Caturras– Alegrete/RS • Condomínio Agropecuário Itapororó – Alegrete/RS • Condomínio Gentil Carlesso – Quaraí/RS • Condomínio Nair e Marylena Ribeiro – Alegrete/RS • Condomínio Odair Gonzales – Uruguaiana/RS • Condomínio Sucessores Ismar Ferreira – Alegrete/RS • Conservas Oderich – São Sebastião do Caí/RS • Cooperativa Central Oeste Catarinense Ltda.– Maravilha/SC • Cooperativa de Produtores de Arroz e Soja Ltda. – Rosário do Sul/RS • Cooperativa Agropecuária de Campos Novos - COOPERCAMPOS – Campos Novos/SC • Cooperativa dos Agricultores de Plantio Direto Ltda. (COOPLANTIO)– Itaqui/RS • Cooperativa Agroindustrial de Alegrete Ltda. – Alegrete/RS • Cooperativa Regional Auriverde – Maravilha/SC • Cooperativa Regional Tritícola Serrana Ltda.– Ijuí/RS • Cooperativa Santa Clara Ltda. – Carlos Barbosa/RS • Cooperativa Tritícola Agropastoril Giruá Ltda. – Giruá/RS • COTRISAL – São Borja/RS • COTREL - Erechim/RS • Coxilha Comércio e Representações – Rosário do Sul/RS • Cooplantio – Alegrete/RS 110 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • Cristal Aviação Agrícola– Alegrete/RS • Agrosoja Santana Comércio de Produtos Agrícolas Ltda – Santana do Livramento/RS • Édison Fernandes Dorneles– Alegrete/RS • EMATER– Alegrete/RS • EMBRAPA – Bagé/RS • Estância da Chapa – Alegrete/RS • Estância da Vigia – Quaraí/RS • Estância do Rodeio – Alegrete/RS • Estância Santo Antônio – Alegrete/RS • Estância Santo Izidro – Uruguaiana/RS • Estância Umbu – Rosário do Sul/RS • Estância Caliandra – Barreiras/BA • Estância Fraiburgo – Fraiburgo/SC • Estância Rincão – Porto Alegre/RS • Fazenda Capiati – São Borja/RS • Fazenda Causuarinas – Alegrete/RS • Fazenda Pinheiro – Alegrete/RS • Fazenda do Angico – Rosário do Sul/RS • Fazenda Planeste, SLC Agrícola Ltda. – Balsas/MA • Fazenda Eusébio Prevedello – Rosário do Sul/RS • Fazenda Boa Vista – Alegrete/RS • Fazenda Querência – São Borja/RS • Fazenda Três Cerros – Alegrete/RS • Fazenda San Francisco – Campo Grande/MT • Fazenda São José – Manoel Viana/RS • Felix Umberto Simoneti – Sapezal/MT • Frigorífico Mercosul – Alegrete/RS • Fundação Átila Taborda – Campus Universitário de Alegrete/RS 111 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • Fundação Maronna – Alegrete/RS • Fundação Pró-Semente – Passo Fundo/RS • GAP Genética – Jaciara/MT • GAP Genética Agropecuária– Uruguaiana/RS • Garça Aviação Agrícola – Itaqui/RS • Granja São Jorge – Alegrete/RS • Granja Nossa Senhora de Lourdes – Uruguaiana/RS • Genética Pitangueira – Itaqui/RS • Gibarroz Ltda. – Alegrete/RS • Gildo Posser e Outros – Alegrete/RS • Grupo Maggi – Fazenda Tucunaré/MT • Haras Mundo Novo – Alegrete/RS • Inspetoria Veterinária – Alegrete/RS • Inspetoria Veterinária – São Francisco de Assis/RS • Itagro Aviação Agrícola – Alegrete/RS • Itapororó Aviação Agrícola Ltda – Alegrete/RS • Juremar Cazarotto – Alegrete/RS • Manfra e Cia Ltda – Curitiba/PR • Marcelino Flores de Oliveira – São Desidério/BA • Martim Marona Pons – Uruguaiana/RS • Master Agropecuária – papanduva/SC • Maximiliano José Klahold – Campos de Julio/MT • Mercon – Uruguaiana/RS • Miguel Waldemar Zilch – Rosário do Sul/RS • Milton José Rigel – Alegrete/RS • Orlando Polato e Outro – Rondonópolis/MT • Padaria e Confeitaria Canto Doce – Alegrete/RS • Parceria Agrícola Passo do Angico – Alegrete/RS 112 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] • Parceria Passo do Angico – Alegrete/RS • Parceria Pecuária Cabanha Minuano – Alegrete/RS • Parceria Agrícola Parcianello - Alegrete/RS • Parceria tarumã-Rincão do 28 – Alegrete/RS • Pilecco e Cia Ltda – Alegrete/RS • PROGEPEC Consultores Assiciados Lrda. Santa Maria/RS • Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Uruguaiana/RS • Residencial Águas Claras – Sapezal/MT • Rigo Agropecuária Ltda. – Rosário do Sul/RS • Rondon Aeroagrícola/MT • Roque Cervi e Cia Ltda. – Alegrete/RS • Santa Vontade PAP – Hulha Negra/RS • São Leandro Agropecuária S.ª - Rosário do Sul/RS • Serviço Nacional de Apreendizagem Comercial - SENAC – Porto Alegre/RS • Secretaria Municipal de Agricultura – Horizontina/RS • SLC – Alegrete/RS • SEPAL – Serviços Especializados de Pulverizações – São Sepé/RS • Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alegrete – Alegrete/RS • STARA S.A. – Ind. Impl. Agrícolas – Não Me Toque/RS • Souza e Beria Ltda. – Tangará da Serra/MT • Stella Saatkamp Beck – Rosário do Sul/RS • Tubino e Santos Ltda. – Rosário do Sul/RS • UKALUX S.A. – Uruguaiana/RS • VECTIS Tecnologias para Agricultura Ltda. – Santa Maria/RS • Veterinária Caverá – Alegrete/RS • Veterinária Garupá – Alegrete/RS • Yargo Agropecuária – Itaqui/RS 113 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 11. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 11.1 Corpo Docente (Quadro Efetivo) N. º Docente 1 Airam Fernandes da Silva 2 Alcionir Pazatto de Almeida 3 Ana Paula Flores Botega 4 Ana Rita Costenaro Parizi 5 Andressa Ballem 6 Anna Carolina Cerato Confortin Bento Alvenir Dornelles 7 de Lima 8 Camila Goulart Peres 9 Carla Comerlato Jardim 10 Carlos Ayrton Josende Prates 11 Cláudio Fiorezi 12 Cristhiano Bossardi de Vasconcelos 13 Dirce Neusa Goulart Formação Agronomia Geografia Química Engenharia Agrícola Ciências Biológicas Zootecnia Licenciatura em Ciências Agrícolas Educação Física Medicina Veterinária Educação Física Titulação Área Regime de Trabalho Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Ciência e Tecnologia de Sementes Análise Ambiental e Mestrado Dinâmica Especial Educação Ambiental e Sanitária – Especialização Educação Virtual à Distância Engenharia de Água Dedicação Doutorado e Solo Exclusiva Dedicação Graduação Exclusiva Produção Animal- Dedicação Mestrado Forragicultura Exclusiva Mestrado Doutorado Ciências Agrárias Mestrado Educação Física Escolar Mestrado Educação Educação Natação Especialização Agronomia Doutorado Ciência da Computação Mestrado Licenciatura Especialização em Estudos Ciclagem de Nutrientes Geomática: Tecnologia da Geoinformação Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Licença Médica 114 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Sociais Medicina 14 Edi Vernei Souza Goulart Especialização Organização Escolar Veterinária Edison Gonzague Brito da Licenciatura 15 Mestrado Filosofia Silva em Filosofia Ciências 16 Eduardo Alves Oliveira Mestrado Entomologia Biológicas Emerson Bianchini Ensino e Pesquisa em 17 História Especialização História Estivalete Emmanuel Veiga de Medicina 18 Mestrado Clínica Médica Camargo Veterinária Ciências da 19 Fábio Diniz Rossi Informática Mestrado Computação FarmáciaCiência e Tecnologia 20 Fernanda Ortolan Mestrado Bioquímica dos Alimentos Francisco Barbosa Licenciatura Especialização 21 Ensino de Física Teixeira em Física Licenciatura 22 Greice Gonçalves Girardi Mestrado Inglês em Letras Licenciatura 23 Itagira Munhoz Martins Especialização Linguística em Letras Iuri Barcelos Pereira 24 Matemática Graduação Rocha Ciências 25 Janice Walau Ferreira Graduação Biológicas 26 Janine Bochi do Amaral 27 Jiani Cardoso da Roza 28 Jorge Kraemer Stone Pedagogia Sistemas de Informação Administração de Empresas Ciência da Computação Ciências Contábeis Mestrado Educação Mestrado Computação Científica Mestrado Educação 29 José Ernesto Alves Grisa Zootecnia Mestrado Sociologia Rural 30 José Luiz Ferraz Aires Zootecnia Doutorado Plantas Forrageiras 31 José Nilton Rodrigues Artes Plásticas Especialização Metodologia do Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação 115 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Dorneles Joseane Erbice dos 32 Santos Josiane Fontoura dos Anjos Brandolt Jussara Aparecida da 34 Fonseca Lauren Moraes da 35 Silveira 33 36 Leontina Maria Witt Cidade 37 Lilianna Bolsson Loebler 38 Liane Camatti 39 Luciana Azambuja Alcantara 40 Luciano José Crochemore – Habilitação em Técnicas Agrícolas Ensino de 2º Grau Processamento e Engenharia Pós-Doutorado Armazenamento de Agrícola Produtos Agrícolas Ciência da Informática Mestrado Computação Matemática Especialização Engenharia Civil Filosofia – Letras Português Francês Engenharia Agronômica Educação Especial Desenho e Plásticas Química Mestrado Engenharia de Produção Especialista Linguística Aplicada Mestrado Graduação Mestrado Mestrado Admisnistraçã o e Farmácia Mestrado Bioquímica Sistemas de 42 Marcelo Pedroso da Roza Formação e Mestrado Matemática Maria Consuelo Silva de Médica 43 Especialização Souza Veterinária Maria Helena Galary Licenciatura 44 Especialização Medeiros em Química Marta Leonor Picolli Medicina 45 Especialização Borella Veterinária Maurício Guerra 46 Agronomia Mestrado Bandineli Luciano da Costa 41 Barzotto 47 Maurício Ramos Lutz Matemática Matemática Especialização Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Ciência e Tecnologia Dedicação de Sementes Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Artes e Visualidade Exclusiva Engenharia Dedicação Ambiental Exclusiva Dedicação Ciências Sociais Exclusiva Ciência da Computação Dedicação Exclusiva Licença Mestrado Metodologia de Licença Ensino Médica Toxicologia Animal Dedicação Piscicultura Exclusiva Dedicação Agronomia Exclusiva Dedicação Estatística Exclusiva Toxicologia Animal 116 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 48 Mauro Janner Martins 49 Mauro Pereira Mendes 50 Norberto Bolzan 51 Otacílio Silva do Motta 52 Paula Vergaro Paulo Duran dos Santos Molina Paulo Ricardo Barbieri 54 Dutra Lima 53 Química Educação Física Engenharia Agrícola Medicina Veterinária Química de alimentos Medicina Veterinária Sistemas de Informação 55 Renata Porto Alegre Zootecnia Rodrigo Ferreira Machado Agronomia 56 57 Roger Elias 58 Rosemari Kerber Aires 59 Rossana Cassanta Rossi 60 Rúbia Mara Siqueira da Silva 61 Thiago Troina Melendez 62 Tiago Santos da Rosa 63 Valeska Duarte da Silva Goularte História Ciências Agrárias Letra PortuguêInglês Mestrado Química Orgânica Graduação Doutorado Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial Zootecnia Ovinocultura Qualidade em Alimentos Medicina Veterinária Preventiva Engenharia da Produção Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Mestrado Exclusiva Dedicação Mestrado Exclusiva Dedicação Mestrado Exclusiva Dedicação Mestrado Plantas Forrageiras Exclusiva Ciência e Tecnologia Dedicação Doutorado de Sementes Exclusiva Dedicação Especialização Ensino Religioso Exclusiva Dedicação Mestrado Educação Agrícola Exclusiva Dedicação Mestrado Educação Exclusiva Mestrado Dedicação Exclusiva Ensino de Dedicação Matemática Mestrado matemática Exclusiva Letra inglêsGrestão e Dedicação Especialização Organização Escolar Exclusiva Português Economia Ciência e Tecnologia Dedicação Mestrado Doméstica Agroindustrial Exclusiva Química Mestrado Química Inorgânica 11.2 Corpo Docente (Quadro Temporário) 117 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] N.º Docente Carla Cristiane Fonseca 1 Barbosa 2 Darciela Lovatto Ceolin 3 Glênio Antônio da Luz Formação Letras PortuguêsEspanhol Análise de Sistemas Regime de Trabalho Substituto Especialização Literatura Brasileira (20 horas) Titulação Especialização Área Desenvolvimento de Software Sensoriamento Remoto Geografia Mestrado Informática Mestrado Física Graduação 6 Patric Lincoln Técnico em Informátrica Técnico 7 Ricardo Annes Administração Mestrado Ciência da Computação 8 Silvana da Rosa Letras PortuguêsInglês Mestrado Leitura e Gognição Heleno Carmo Borges Cabral 4 5 Ícaro Ilo da Silva Bioinformática Substituto (20 horas) Substituto (20 horas) Substituto (20 horas) Substituto (40 horas) Substituto (20 horas) Substituto (40 horas Substituto (20 horas) 11.3 Corpo Técnico-Administrativo SERVIDORES TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS SERVIDOR CARGO FORMAÇÃO 1 Adriana Correia dos Santos Técnico em Agropecuária. 2 Adriele Machado Rodrigues Assistente de alunos. 3 Aires da Silva Dorneles Técnico em Agropecuária. - Graduação em Agronomia. 4 Alba Cristina Botelho Muniz Assist. em Administração -Ensino Médio Assist. Administração - Técnico em Contabilidade - Licenciatura em Letras: Português/Inglês - Especialização em Psicopedagogia Social 5 Alexsandra A. Brito - Graduação em Zootecnia. - Licenciatura em Letras - Especialização em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa 118 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 6 Alice R. Oliveira Rocha Assist. Administração Ensino Médio 7 Ana Paula S. Ribeiro Pedagoga - Pedagogia: Supervisão - Especialização em Psicopedagogia 8 Antonio Candido Silva da Silva Aux. Administrativo - Superior em Ciências Jurídicas e Sociais. 9 Antonio Carlos A. Ferraz Pedreiro Ensino Fundamental 10 Antonio Renato Souza Machado Assist. Administrativo - Bacharel em Administração 11 Antonio Roberto S. Machado Vigilante Ensino Médio 12 Araci da Costa Machado Vigilante Ensino Médio 13 Augusto Elias Penna de Souza Assist. Administração Ensino Médio 14 Aurora V. Fernandes Aux. Administrativo Ensino Fundamental 15 Braulino R. Alves Op. Máquinas Agrícolas Ensino Fundamental 16 Carmem Lourdes Dilonet Smanioto Pedagoga/ Supervisão Escolar -Pedagogia - pós-graduação em Interdisciplinariedade. 17 Catia S. O. Marck Telefonista Ensino Médio 18 Clovis A. S. Silva Op. Máquinas Lavanderia Ensino Médio Profissionalizante: Técnico em Informática 19 Cristiane de Lima Geist Auditora Superior em Direito - Técnico em Agropecuária - Pedagogia - Especialização em Psicopedagogia 20 Daniel F. R. Morais Téc. Agropecuária 21 Denise Margareth B. Ancino Delavenchia Médica 22 Dionara Lopes Dorneles Assistente em Administração 23 Elisângela Aparecida Numitor Franklin Assist. Administração Ensino Médio 24 Eliane Aparecida P. Colpo Assist. Administração -Tecnologo em Processos Gerenciais - Superior em Medicina - Especialização em Medicina do trabalho - Bacharel em Administração - Especialização em Administração de Marketing e RH. - Licenciatura em Estudos 119 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 25 Eva E. M. Rodrigues Téc. Assuntos Educac. Sociais - Especialização em Organização Escolar 26 Fabiana Bonatto Gonçalves Assist. Administração - Graduação em Ciências Biológicas. 27 Fabiana da S. Cabreira Odontóloga 28 Fernanda Murussi Odontóloga - Especialização em Odontopediatria 29 Francisco S. Lima Téc. Agropecuária Técnico em Agropecuária 30 Gisela F. Freitas Nutricionista Nutrição 31 Gláucia R. J. R. Rodrigues Aux. Enfermagem - Técnico em Enfermagem - Tecnólogo em Agroindústria - Odontologia - Especialização em Odontopediatria - Especialização em Educação na modalidade PROEJA - Mestrado em Nanociências 32 Heleno Carmo B. Cabral Técnico Analista de TI. 33 Ione Terezinha G. Correa Assist. Administração Bacharel em Administração 34 Irion P. Adolpho Motorista Ensino Fundamental 35 Jacinto P. Costa Jardineiro Técnico em Agroindústria 36 Janete Fouchard Lira Assistente de Alunos Ensino Médio 37 Jéssica Saraiva da Silva Assistente de Alunos Ensino Médio 38 João Adalberto A. Mosselim Op.Máquinas Agrícolas Ensino Fundamental 39 João Batista P. Pereira Cozinheiro Ensino Médio 40 João Batista R. Lopes Téc. Contabilidade - Bacharelado em Administração 41 João Hermes M. Neto Téc. Agropecuária Técnico em Agropecuária 42 Jonathan Simonin Sales da Silva Administrador 43 José Carlos A. Souza Aux. Administrativo Técnico em Agropecuária 44 José Carlos D. Rodrigues Eletricista Ensino Médio 45 Juliana Spolaor Warth Pedagoga - Superior em Pedagogia - Especialização em Pedagogia Escolar: -Bacharel em Administração - Especialização em Gestão Pública 120 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] Supervisão e Orientação 46 Lara Mendonça de Almeida Assistente de Alunos Ensino Médio 47 Leila Acosta Pinho Pedagoga/ Tec. Em Assuntos Educacionais - Superior em Pedagogia - Especialização em Psicopedagogia Social 48 Lisiane L. Dias Psicóloga - Psicologia - Especialização em Recursos Humanos 49 Luciano P. Costa Vigilante Ensino Médio 50 Lucimar S. B. Moral Assist. Administração - Bacharel em Administração 51 Luiz Carlos T. Santos Marceneiro Ensino Médio 52 Lurdes Elena Soares Mazui Aux. Administração 53 Marcele B. da Silva Pedagoga/ Téc. Em Assuntos Educacionais - Superior em Econômia - Especialização em em Formação em Educação – PROEJA. - Superior em Pedagogia - Bacharel em Administração - Especialização em Administração 54 Maria Cleonice L. Silva Assist. Administração 55 Maria G. Souza Cozinheira Técnico em Agroindústria 56 Nadir F. S. Silva Cozinheiro Técnico em Informática 57 Patrício S. Machado Almoxarife - Bacharel em Administração 58 Patric Lincon Ramirez Izolan Técnico da Técnologia da Informação Técnico em Informática - Bacharel em Administração - Especialização em Educação Ambiental 59 Paula T. O. Silva Téc. Tecnol. Informação 60 Paulo R. M. Lara Armazenista Ensino Fundamental 61 Renato Paz Xavier Engenheiro Civil - Engenheiro Civil 62 Renato Xavier Faria Médico Veterinário - Doutorado em Medicina Veterinária 63 Ronaldo F. Moura Padeiro Técnico em Agroindústria 64 Sandro A. B. Cruz Assist. Administração Ensino Médio: Técnico em Informática 65 Silmar Freitas de Castro Contador Ciências Contábeis 121 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] 66 Simara M. F. Perin Bibliotecária Biblioteconomia 67 Thiago Assunção de Almeida Técnico em Agropecuária Ensino Médio 12. EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADOS Após a integralização dos componentes curriculares que compõem o Curso Superior de Zootecnia – Bacharelado e da realização dos estágios supervisionados, será conferido ao egresso o diploma de Bacharel em Zootecnia. Essa expedição seguirá as normativas para os cursos superiores no âmbito do IF Farroupilha e do Campus Alegrete. 13. AVALIAÇÃO DO CURSO O acompanhamento e a avaliação do Projeto Pedagógico do Curso será realizado permanentemente pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) na busca do aprimoramento das práticas e modalidades de trabalho que compõem o projeto. Cabe ao NDE responsabilidade por tal avaliação, além de registrar informações relevantes para o processo de avaliação do curso, estimular a participação dos docentes, do corpo discente e da sociedade em geral. O presente projeto pedagógico deverá ser avaliado formalmente de dois em dois anos ou sempre na ocorrência de evento que justifique tal avaliação através da utilização dos mecanismos institucionais de avaliação de curso, como o Programa Permanente de Avaliação Institucional implantado pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional. O NDE produzirá instrumentos de avaliação que serão disponibilizados no sistema do Instituto Federal Farroupilha cujos resultados permitirão o planejamento de ações com vistas à permanente qualificação do trabalho de formação. Alem de utilizar instrumentos e resultados de avaliações oficiais externas, como por exemplo, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). 122 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: [email protected] O NDE também realizará diagnóstico das condições das instalações físicas, equipamentos, acervos e qualidade dos espaços de trabalho do Instituto e encaminhará aos órgãos competentes as solicitações quando necessárias mudanças, adaptações que se colocam como necessárias no desenvolvimento das atividades de ensino. A Pró-Reitoria de Ensino, a Direção Geral, a Direção de Ensino e o Colegiado de Curso subsidiarão as instâncias envolvidas no processo de avaliação do projeto de curso. 14. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O Curso possui um Núcleo Docente Estruturante, como órgão consultivo, e responsável pela concepção, implantação e atualização do Projeto Pedagógico, que é composto pelo coordenador do Curso como presidente, um pedagogo indicado pela Direção de Ensino e, no mínimo, 30% dos professores atuantes no curso possuindo titulação acadêmica em nível de Pós-Graduação Stricto Sensu. 15. COLEGIADO DO CURSO A coordenação do Curso de Zootecnia é realizada pelo coordenador do Curso em conjunto com o Colegiado de Curso, onde fazem parte o coordenador do Curso como presidente, no mínimo 50% dos docentes que ministram aulas no Curso, eleitos por seus pares, um representante dos discentes, eleito por seus pares e um representante dos Técnico-Administrativos em Educação, eleito por seus pares. 123