MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA
PRÓPRÓ-REITORIA DE ENSINO
Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE ZOOTECNIA – BACHARELADO
Autorizado pela Resolução 01 Ad Referendum de 22 de fevereiro de 2010.
Reformulado pela Resolução .....
Alegrete, RS, Brasil
2010
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Presidente da República
Luis Inácio Lula da Silva
Ministro da Educação
Fernando Haddad
Secretário da Educação Profissional e Tecnológica
Eliezer Pacheco
Reitor do Instituto Federal Farroupilha
Carlos Alberto Pinto da Rosa
Pró-Reitoria de Ensino
Tanira Marinho Fabres
Diretor Geral do Campus
Carla Comerlato Jardim
Diretor de Ensino
Otacílio Silva da Motta
Coordenador Geral de Ensino
Ana Paula da Silveira Ribeiro
Coordenador do Curso Superior de Zootecnia
Paulo Duran dos Santos Molina
Responsáveis pela reformulação
Paulo Duran dos Santos Molina
Emmanuel Veiga de Camargo
Ana Rita Costenaro Parizi
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SUMÁRIO
JUSTIFICATIVA ................................................................................................................ 4
1.1. Características Regionais ........................................................................................ 5
1.2. Economia da Região ................................................................................................ 6
1.3. Emprego .................................................................................................................. 9
1.4. Aspectos Ambientais............................................................................................. 10
1.5. Entraves e Potencialidades Para o Desenvolvimento da Região.......................... 10
1.5.1. Entraves ......................................................................................................... 10
1.5.2. Potencialidades.............................................................................................. 11
2. OBJETIVOS ................................................................................................................... 12
2.1. Objetivos Específicos ............................................................................................ 12
3. REQUISITOS DE ACESSO............................................................................................... 13
4. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................................ 13
5. DETALHAMENTO DO CURSO ....................................................................................... 17
6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ....................................................................................... 17
6.1 Estruturas Curriculares ......................................................................................... 17
6.1.1 Proposta de Estrutura Curricular do Curso de Zootecnia ............................. 18
6.1.2 Disciplinas Eletivas ......................................................................................... 21
6.1.3 Prática Profissional Interdisciplinar ................................................................... 23
6.1.4 Atividades Complementares ......................................................................... 23
6.1.5 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC .......................................................... 25
6.1.6 Estágio Curricular Obrigatório ....................................................................... 26
6.2 Ementário.............................................................................................................. 27
6.2.1 Ementa das Disciplinas ....................................................................................... 27
7. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ......................... 96
8. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE
COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS ................................ 97
9. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA ............. 98
9.1 Infraestrutura Acadêmica ........................................................................................ 100
9.1.1 Biblioteca .......................................................................................................... 101
9.1.2 Infraestrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso............................ 103
9.2 Adequações Para Portadores de Necessidades Especiais ....................................... 108
10. EMPRESAS CONVENIADAS COM O IFF – CAMPUS ALEGRETE ................................... 108
11. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .................................................... 114
11.1 Corpo Docente (Quadro Efetivo) ........................................................................... 114
11.2 Corpo Docente (Quadro Temporário) ................................................................... 117
11.3 Corpo Técnico-Administrativo ............................................................................... 118
12. EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADOS................................................................ 122
13. AVALIAÇÃO DO CURSO .............................................................................................. 122
14. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE .......................................................................... 123
15. COLEGIADO DO CURSO.............................................................................................. 123
1.
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1.
JUSTIFICATIVA
O Estado do Rio Grande do Sul, segundo o IBGE, apresenta-se dividido em sete
mesorregiões: Centro Oriental Rio-Grandense, Centro Ocidental Rio-Grandense, Nordeste
Rio-Grandense, Noroeste Rio-Grandense, Sudoeste Rio-Grandense, Sudeste RioGrandense, e região Metropolitana de Porto Alegre. Para esta justificativa, optou-se pela
regionalização realizada por Navarro (1999) e não pela do IBGE, que faz somente uma
divisão geográfica do espaço. A opção pela regionalização de Navarro (1999) deve-se ao
fato de que o mesmo não obedece a critérios ou delimitações oficiais, mas sim ao senso
comum, tal como referido em matérias jornalísticas ou mesmo entre os agricultores da
região. De fato, não existe esta definição, formalmente definida. Da mesma forma, a
divisão indicada não registra outras áreas típicas, às vezes relevantes em termos
produtivos, mas menores geograficamente e de menor amplitude social.
A seguir enfocaremos as características produtivas, sociais e econômicas da
Região Fronteira-Oeste do Rio Grande do Sul.
Mapa demonstrativo do Rio Grande do Sul
com destaque para a região Fronteira-Oeste.
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1.1.
Características Regionais
A região da Fronteira Oeste é composta de 13 municípios e uma população* total
de 549.331 habitantes (5,39% do total do Rio Grande do Sul), dos quais 89.28% (490.424
habitantes) residem nas áreas urbanas e 10.72% (58.907 habitantes) nas áreas rurais. A
região apresentou no período de 1996 a 2000 taxa de crescimento demográfico anual **
de 0,90% ao ano, inferior a média do estado (1,39%), não existem municípios com taxas
de crescimento negativas. Os que apresentam as menores taxas de crescimento são:
Rosário do Sul (0,08%), Alegrete (0,54%) e São Borja (0,63%). Existem no entanto,
municípios com taxas mais altas que a média do Estado como: Manoel Viana (3,66%),
Barra do Quaraí (2,64%) e Santana do Livramento (1,48%). Cabe ainda salientar que os
municípios de Uruguaiana e Santana do Livramento concentram juntos, 35,56% da
população da região.
A rede urbana da região da Fronteira Oeste possui um centro urbano que se
destaca: Uruguaiana, a maior cidade da região; também se destaca a cidade de Santana
do Livramento. A rede é constituída por mais de seis cidades médias e quatro pequenas,
emancipadas recentemente. Nesta região estão localizadas seis Aglomerações
Internacionais, três estão situadas junto à Fronteira com a República Argentina: São
Borja-Santo Tomé, Itaqui-General Alvear/La Cruz e Uruguaiana-Passo de Los Libres, duas
com a República Oriental do Uruguai: Quaraí-Artigas e Santana do Livramento-Rivera e
uma junto ao Uruguai e a Argentina: Barra do Quaraí-Bella Union/Monte Caseros.
*Dados do IBGE 2000.
** Os dados relativos à taxa de crescimento municipal, não contemplam os 30 novos municípios instalados
em 2001.
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1.2.
Economia da Região
Ao longo da década de 1990, a região manteve sua participação na produção do
Estado, situando-se, em 1998, no patamar de 4,2% do produto total do Rio Grande do
Sul. Neste ano, o produto da região somou R$ 2,96 bilhões e o Produto Interno Bruto por
habitante atingiu R$ 5.495,00, ficando abaixo da média estadual, que foi de R$ 7.186.
Examinando-se o comportamento dos setores produtivos, constata-se que a agropecuária
tem participado com a mais importante contribuição da região para o Estado, com aporte
de 8,9% do produto estadual no setor. A parcela da indústria regional corresponde a
1,9%, com comércio com 3,5% e, a de outros serviços, com 49% dos correspondentes
produtos setoriais do Rio Grande do Sul.
Observando-se a estrutura produtiva interna da região, ou seja, a contribuição de
cada setor para a produção total da Fronteira Oeste, verifica-se que coube aos serviços a
parcela de 47% do produto em 1998. No período de 1990 a 1998, o setor serviço
apresentou um aumento de cerca de 21% na estrutura produtiva regional. Em
compensação, a indústria e o comércio apresentaram decréscimo em sua participação no
produto regional. Atualmente, a indústria é responsável por 16,5% do produto, o
comércio por 8% e a agropecuária que manteve o mesmo nível durante o ano de 1990;
28,5%.
A Fronteira Oeste absorveu, em 1999, cerca de 3,3% dos empregos formais do
Estado. No período de 1989-1997, possuía entre 3,6 e 3,2, com o maior número absoluto
de vagas, cerca de 65 mil, registrado em 1989. Em termos de distribuição de emprego, é
de destacar a capacidade de absorção do setor serviço que empregava, nesse ano, cerca
de 40% dos trabalhos. Os subsetores que mais absorveram empregos foram a
Administração Pública, os serviços de Alojamento, Alimentação, Reparos e Manutenção, e
os serviços Médicos, Odontológicos e Veterinários. Ao comércio corresponderam outros
26%, com destaque para o Comércio Varejista. No setor secundário, a indústria de
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transformação empregava cerca de 9,5%, e a construção civil outros 2%. A agropecuária
da região empregava 22,5% da mão de obra com vínculo formal.
É necessário ressaltar que esses dados se referem exclusivamente ao mercado
formal de trabalho, ou, seja aos empregados registrados no Ministério do Trabalho e
Emprego. Assim sendo, todos os empregos informais não são considerados nestas
estatísticas, restringindo, em parte, as generalizações feitas com tais informações. Além
disso, algumas distorções podem ser registradas, sendo bastante frequente que o nível de
emprego de um setor não corresponda à sua capacidade produtiva, devido à
informalidade das relações de trabalho.
Na estrutura fundiária* da região Fronteira Oeste predominam em área (72,35%) as
grandes propriedades, que representam um número pequeno de estabelecimentos
(10,22%). As propriedades que possuem área entre 50 e 500 hectares (39,59%) ocupam
25,14% da área total agropecuária e as pequenas propriedades possuem uma
participação significativa com 44,19% dos estabelecimentos ocupando uma pequena
parcela, 2,51% da área rural.
EST R U T U R A F U N D IÁ R IA D A F R ON T EIR A OEST E 1 9 9 5 / 1 9 9 6
80
72,35
70
%Estabelecimentos até 50
hectares
60
50
%Estabelecimentos 50 500 hectares
44,19
39,59
40
30
20
25,14
0
%ÁREA 50 - 500 hectares
16,22
10
2,51
EST A B ELEC IM EN T O S
%Estabelecimentos com
mais de 500 hectares
%ÁREA até 50 hectares
%ÁREA mais de 500
hectares
Á R EA
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), extraídos do Censo
Agropecuário 1995/1996.
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Quanto à produção, a agropecuária alcançou, em 1998, 28,5% do produto total da
região, representando cerca de 8,9% do setor no Estado. Entre os principais produtos da
região, pode-se destacar: o arroz, com 84% do valor da produção agrícola nacional e 33%
do valor da produção do setor no Estado, a soja, com 9,2 e 5,8%, e o milho com 2,3 e
1,9%, respectivamente. Na pecuária a região se destaca em praticamente todos os
rebanhos, com exceção do suíno que possui 22,5%, o rebanho bovino, 42% o rebanho
ovino, 24% o equino, 32% o asinino e 25% o bubalino. Ainda contribui com cerca de 50%
da produção de lã do Rio Grande do Sul.
Relativamente ao setor industrial, que contribuiu com 16,5% do produto total da
região, o segmento que mais gerou empregos no ano de 1999 foi o de alimentos e
bebidas, ocupando 6,5% da mão-de-obra regional. As vagas proporcionadas por estes
estabelecimentos situaram-se, principalmente, nos municípios de Santana do Livramento,
Alegrete, São Borja, Uruguaiana, Itaqui e São Gabriel. A construção civil gerou mais
empregos em Uruguaiana e Santana do Livramento. Também merecem destaque os
segmentos têxteis, com vagas concentradas nos municípios de Uruguaiana e Santana do
Livramento; o Papel, Papelão, Editorial e Gráfica, com empregos em vários municípios da
região.
Quanto ao tamanho dos estabelecimentos, a Fronteira Oeste abriga indústrias de
diversos portes. Os que geraram mais empregos situam-se na faixa de 100 a 249
empregados, ocupando 20% da mão-de-obra industrial, seguida pelos da faixa de 20 a 49
empregados. Ao segmento de alimentos e bebidas pertencem os estabelecimentos de
maior porte: o maior, de 500 a 999 empregados, situado em Santana do Livramento,
seguido por indústrias que empregam entre 250 a 499 empregados, estabelecidas em
Alegrete e Itaqui.
Os empregos em estabelecimentos de menor porte estiveram
distribuídos em diversos municípios da região.
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1.3.
Emprego
Analisando, verifica-se que a agropecuária é setor que mais cresce e contribui com
10.897 novos empregos. Nos setores restantes, os Serviços (-3.792), o Comércio (-2.923),
a Administração Pública (-2.866) e a Indústria de Transformação (-2.328), são os que mais
perdem, demonstrando as dificuldades por que passa esta região.
Somente no município de Itaqui crescem os empregos (857). Nos demais
municípios, há uma perda sensível de empregos, como em Santana do Livramento (6.003), Uruguaiana (-2.869) e Quaraí (-868). As emancipações que ocorreram na região,
no período de 1988-98, dificultaram as comparações em alguns municípios mais recentes.
Uruguaiana (13.402), Santana do Livramento (10.008) e Alegrete (9.181),
concentravam em 1998, 57,53% dos empregos regionais, principalmente nos setores do
Comércio, Serviços, Administração Pública e Agropecuária.
Ministério do Trabalho e Emprego, Relação anual de Informações Sociais, 2000
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1.4.
Aspectos Ambientais
A região apresenta alguns problemas ambientais ligados a própria dinâmica
natural, agravados pelo tipo de uso do solo ou atividades econômica. Assim verifica-se na
área, por exemplo, a ocorrência de erosão e arenização, além da crescente escassez de
água relacionada especialmente ao aumento da utilização do recurso pela lavoura
arrozeira em épocas de estiagem. Pode-se constatar na área, também o desmatamento
das margens dos rios que colabora para o agravamento dos problemas resultantes de
períodos de chuvas concentradas com a consequente ocorrência de enchentes. Há ainda
a contaminação do solo e da água pelo uso de insumos químicos e agrotóxicos, por isso a
área apresenta, segundo a FEPAM, alta prioridade para o controle dos impactos da
atividade agrícola.
Constata-se na área ainda a ocorrência de poluição dos cursos d´água por
efluentes domésticos nos núcleos urbanos maiores, além de problemas relativos a
produção e destinação de resíduos sólidos urbanos. Há ainda a ocorrência de poluição
acidental principalmente pelo transporte de cargas tóxicas e potencialmente perigosas ao
longo do eixo da BR 290 e no município de Uruguaiana.
1.5.
Entraves e Potencialidades Para o Desenvolvimento da Região
Das conclusões do relatório do 1º Seminário de Desenvolvimento Regional, foram
extraídos os seguintes entraves e potencialidades regionais:
1.5.1. Entraves
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Entre os entraves citados pela região colocam-se como importantes à ausência de
uma consciência comunitária e a dificuldade para criar novos empreendimentos. São
destacadas também, a baixa densidade demográfica regional e a distância entre as
cidades, acrescentando-se a isto, sérios problemas da malha viária. Assim, destaca-se o
acesso precário a Itacurubi e Santa Margarida. As telecomunicações são também um
problema regional, dificultando o processo de comunicação.
As grandes propriedades, muitas vezes improdutivas, são consideradas um
entrave. A desvalorização dos produtos da região, a prática da monocultura, o abandono
do pequeno proprietário rural (sem infraestrutura, sem cursos de capacitação e
assistência técnica e sem crédito a juros compatíveis), somados a ausência de estruturas
de comercialização, são alguns dos problemas que ainda devem ser enfrentados.
1.5.2. Potencialidades
A qualidade dos solos e as grandes extensões de terras disponíveis possibilitam
uma produção agrícola com capacidade de alavancar o desenvolvimento regional.
Projetos de assentamento são também uma potencialidade para o crescimento da região.
Além destas, pode-se citar outras ações como o incremento à produção agropastoril, a
reconversão da ovinocultura regional, a disseminação de padrões de produção com
qualidade e produtividade e ecologicamente sustentáveis, junto com a melhoria do
rebanho de bovinos e a ampliação e aprimoramento da pecuária leiteira (através da
qualificação de matrizes) são fundamentais para a região. Outra potencialidade é a
diversificação da atividade rural em seguimentos como a fruticultura, florestamento, o
milho de várzea e a apicultura.
Destaca-se também na região, a agroindústria da soja, arroz e carne, devendo ser
incentivada a instalação de pequenas e médias Agroindústrias para agregar valores á
produção da agricultura e pecuária .
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A Fronteira Oeste tem uma localização geográfica estratégica, no caminho do
MERCOSUL e do Gasoduto Brasil-Argentina. Para desenvolver o turismo rural, histórico e
cultural, a Fronteira Oeste necessita ainda investir na infra-estrutura regional, na
formação de mão-de-obra e, definir qual o papel a ser desempenhado pela iniciativa
privada e pelas prefeituras, no financiamento de projetos turísticos.
A indústria de confecções e malharias podem vir a transformar a região em um
polo de artesanato, a partir da exploração regional de lã, sendo outra fonte a
agroindústria do couro.
2.
OBJETIVOS
O curso tem por objetivo a formação integral de novos cientistas e profissionais
atuantes na área da Zootecnia, de forma que estes tenham conhecimento técnico e
científico que os tornem capazes de ser agentes de transformação da realidade e aptos a
aplicar estes conhecimentos de forma inovadora e transformadora, nas diferentes áreas
de conhecimento da Zootecnia, e para que sejam capazes de adaptar-se às constantes
mudanças tecnológicas e sociais da sociedade contemporânea.
2.1.
Objetivos Específicos
Proporcionar ao aluno o domínio dos fundamentos e das tecnologias associadas à
produção animal, capacitando-o a solucionar problemas na atividade fim da Zootecnia;
Formar profissionais para atuarem no mercado de trabalho;
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Desenvolver no aluno a capacidade de abstração, raciocínio lógico e a habilidade
para aplicação de métodos científicos, permitindo que o aluno possa realizar suas
pesquisas, promovendo a evolução científico-tecnológica da área da produção animal;
Formar cidadãos com a capacidade de aplicar seus conhecimentos de forma
independente e inovadora, respeitando princípios éticos e de acordo com uma visão
crítica de sua atuação profissional na sociedade.
3.
REQUISITOS DE ACESSO
O Instituto Federal Farroupilha, em seus processos seletivos, adotará os dispostos do
regulamento organizado pela Comissão Permanente de Seleção.
4.
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Instituto Federal Farroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de
profissionais que:
• Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação;
• Sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o
desenvolvimento regional sustentável;
• Tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica,
tecnológica e científica;
• Atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável;
• Saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da convivência
democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes;
• Sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos.
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A Zootecnia como uma ciência que permeia todos os âmbitos de uma sociedade,
requer um profissional que se comprometa com uma perspectiva sustentável de mundo,
que se empenhe na promoção da equidade social, na segurança alimentar, na busca de
tecnologias mais brandas com o ambiente, com uma relação ética entre homem e animal,
com uma concepção de desenvolvimento includente e colabore com a formação de
futuros profissionais conscientes de seu papel na sociedade.
O Curso de Zootecnia deve dar condições a seus egressos para adquirirem
competências e habilidades que permitam:
a)
Fomentar, planejar, coordenar e administrar programas de melhoramento
genético das diferentes espécies animais de interesse econômico e de preservação,
visando maior produtividade, equilíbrio ambiental e respeitando as biodiversidades no
desenvolvimento de novas biotecnologias agropecuárias;
b)
Atuar na área de nutrição e alimentação animal, utilizando seus conhecimentos do
funcionamento do organismo animal, visando aumentar sua produtividade e o bem-estar
animal e suprindo suas exigências com equilíbrio fisiológico;
c)
Responder pela formulação, fabricação e controle de qualidade das dietas e
rações para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional das fórmulas;
d)
Planejar e executar projetos de construções rurais, formação e/ou produção de
pastos e forrageiras e controle ambiental;
e)
Pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais silvestres e
exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia, etologia, bioclimatologia,
nutrição, reprodução e genética, visando seu aproveitamento econômico ou sua
preservação;
f)
Administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais ligados
à produção, melhoramento e tecnologias animais;
g)
Avaliar e realizar peritagem em animais, identificando taras e vícios, com fins
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administrativos, de créditos, seguro e judiciais e elaborar laudos técnicos e científicos no
seu campo de atuação;
h)
Planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia, esporte ou
lazer, buscando seu bem-estar, equilíbrio nutricional e controle genealógico;
i)
Avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em todos
os seus estágios de produção;
j)
Responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de
rodeios, exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento, supervisionar
e assessorar inscrição de animais em sociedades de registro genealógico, exposições,
provas e avaliações funcionais e zootécnicas;
k)
Realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de sistemas de
produções de animais, adotando tecnologias adequadas ao controle, aproveitamento e
reciclagem dos resíduos e dejetos;
l)
Desenvolver pesquisas que melhorem as técnicas de criação, transporte,
manipulação e abate, visando o bem-estar animal e o desenvolvimento de produtos de
origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar e economia;
m)
Atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em
Zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de animais;
n)
Assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade
animal, públicos e privados, visando a segurança alimentar humana;
o)
Responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de
fomento a agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas e realizando perícias e
consultas;
p)
Planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e
estabelecimentos agroindustriais, inseridos desde o contexto de mercados regionais até
grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a utilização dos
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recursos e tecnologias sociais potencialmente disponíveis e economicamente adaptáveis;
q)
Atender às demandas da sociedade quanto a excelência na qualidade e segurança
dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde
pública;
r)
Viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de seus
produtos ou subprodutos, que respondam a anseios específicos de comunidades à
margem da economia de escala;
s)
Pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos
recursos humanos e ambientais;
t)
Trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual, liderança
e espírito investigativo para compreender e solucionar conflitos, dentro dos limites éticos
impostos pela sua capacidade e consciência profissional;
u)
Desenvolver métodos de estudos, tecnologia, conhecimentos científicos,
diagnósticos de sistemas produtivos de animais e outras ações para promover o
desenvolvimento científico e tecnológico;
v)
Promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando-se dos meios de
comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em interação com outros
profissionais;
w)
Desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de ensino,
pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos campos científicos que
permitem a formação acadêmica do Zootecnista;
x)
Atuar com visão empreendedora e perfil pró-ativo, cumprindo o papel de agente
empresarial, auxiliando e motivando a transformação social;
y)
Conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão de
políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação.
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5.
DETALHAMENTO DO CURSO
Denominação: Curso Superior de Zootecnia
Tipo: Bacharelado
Modalidade: presencial
Titulação conferida: Bacharel em Zootecnia
Duração do curso: 9 semestres + estágio
Carga horária total do curso: 3720 horas/relógio
Turno: Diurno (integral)
Número de vagas oferecidas: 35/ano
Regime acadêmico: semestral
Periodicidade de oferta: anual
Carga horária do estágio curricular obrigatório: 360 horas/relógio
Carga horária das atividades complementares de graduação: 360 horas/relógio
Endereço de oferta: Instituto Federal Farroupilha - Campus Alegrete – RS 377 km 27 Passo Novo – CEP 97541-970
Coordenador do curso: Paulo Duran dos Santos Molina
6.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
6.1
Estruturas Curriculares
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6.1.1 Proposta de Estrutura Curricular do Curso de Zootecnia
Carga
Horária
Prática
Profissional
Interdisciplinar
Carga
Horária
Total/h
aula
CARGA
Horária
Total/h
relógio
Matemática
38
2
40
33,33
Biologia Celular e Embriologia
38
2
40
33,33
Anatomia dos Animais Domésticos
76
4
80
66,66
Introdução à Zootecnia e Práticas Zootécnicas
38
2
40
33,33
Informática
38
2
40
33,33
Zoologia
38
2
40
33,33
Botânica
38
2
40
33,33
Química
38
2
40
33,33
Português e Produção Textual
38
2
40
33,33
Total
380
20
400
333,33
Metodologia Científica
38
2
40
33,33
Fisiologia dos animais domésticos I
57
3
60
50
Microbiologia e Imunologia
38
2
40
33,33
Estatística Aplicada
57
3
60
50
Fisiologia Vegetal
57
3
60
50
Ciência do Solo
57
3
60
50
Histologia
38
2
40
33,33
Bioquimíca I
38
2
40
33,33
Total
322
18
400
333,33
Disciplinas
1º Semestre
2º Semestre
3º Semestre
18
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Biofísica
38
2
40
33,33
Fisiologia dos Animais Domésticos II
57
3
60
50
Máquinas e Mecanização Agrícola
57
3
60
50
Manejo e Conservação do Solo
38
2
40
33,33
Apicultura
38
2
40
33,33
Bromatologia
38
2
40
33,33
Bioquímica II
57
3
60
50
Nutrição Animal
57
3
60
50
Total
420
20
400
333,33
Nutrição de Não-Ruminantes
76
4
80
66,66
Forragicultura I
57
3
60
50
Higiene e Profilaxia Animal
57
3
60
50
Reprodução e Biotécnicas de Reprodução Animal
38
2
40
33,33
Genética Animal
38
2
40
33,33
Piscicultura e Aquicultura
57
3
60
50
Eletiva
57
3
60
50
Total
420
20
400
333,33
Nutrição de Ruminantes
57
3
60
50
Forragicultura II
57
3
60
50
Melhoramento Animal I
57
3
60
50
Bioclimatologia e Comportamento Animal
57
3
60
50
Equinocultura I
38
2
40
33,33
Desenho Técnico e Topografia
57
3
60
50
Eletiva
57
3
60
50
Total
420
20
400
333,33
4º Semestre
5º Semestre
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6º Semestre
Processamento de Rações
57
3
60
50
Construções Rurais e Ambiência
38
2
40
33,33
Melhoramento Animal II
57
3
60
50
Saúde e Segurança no Trabalho
38
2
40
33,33
Equinocultura II
57
3
60
50
Avicultura I
38
2
40
33,33
Suinocultura I
38
2
40
33,33
Eletiva
57
3
60
50
Total
420
20
400
333,33
Técnicas Experimentais Aplicadas à Zootecnia
57
3
60
50
Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável
57
3
60
50
Gestão Rural e Políticas Agrícolas
38
2
40
33,33
Criações Alternativas
57
3
60
50
Avicultura II
57
3
60
50
Suinocultura II
57
3
60
50
Eletiva
57
3
60
50
Total
420
20
400
333,33
Ovinocultura I
38
2
40
33,33
Bovinocultura de Corte I
57
3
60
50
Bovinocultura de Leite I
57
3
60
50
Tecnologia de Produtos de Origem Animal I
38
2
40
33,33
Administração Rural
38
2
40
33,33
Sociologia e Comunicação Rural
57
3
60
50
Fundamentos Éticos
38
2
40
33,33
7º Semestre
8º Semestre
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Eletiva
57
3
60
50
Total
440
20
400
333,33
Ovinocultura II
57
3
60
50
Bovinocultura de Corte II
57
3
60
50
Bovinocultura de Leite II
57
3
60
50
Tecnologia de Produtos de Origem Animal II
38
2
40
33,33
Avaliação e Tipificação de Carcaças
38
2
40
33,33
Gestão Ambiental
38
2
40
33,33
TCC
38
2
40
33,33
Eletiva
57
3
60
50
Total
440
20
400
333,33
3600
3000
9º Semestre
Total de Disciplinas Obrigatórias e Eletivas
Total de Atividades Complementares
360
10º Semestre
Estágio Curricular
360
Total
3720
6.1.2 Disciplinas Eletivas
O curso Superior de Zootecnia contemplará em seus projetos a oferta de
disciplinas eletivas, num mínimo de 360 horas aula, onde os alunos, num determinado
período letivo em que elas são oferecidas, tem a possibilidade de optar a partir de um rol
de disciplinas definidas no projeto pedagógico do curso ou propostas pelo colegiado de
curso publicado em edital levando em conta as condições de infraestrutura e de pessoal
da instituição. Estas disciplinas propiciarão discussões e reflexões frente à realidade
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regional na qual estão inseridos, oportunizando espaços de diálogo, construção do
conhecimento e de tecnologias importantes para o desenvolvimento da sociedade.
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITO
Preparação e Julgamento de Animais de Exposição
Anatomia dos Animais
Domésticos
Tópicos Avançados em Apicultura
Apicultura
Libras
Não há
Tópicos Avançados em Piscicultura e Aquicultura
Piscicultura e Aquicultura
Estratégias e uso Sustentável dos Campos Sulinos
Forragicultura I
Língua estrangeira inglês/espanhol
Não há
Tópicos Avançados em Nutrição Animal
Nutrição de Não Ruminantes
Nutrição de Ruminantes
Geoprocessamento Aplicado a Recursos Naturais
Desenho Técnico e Topografia
Tópicos Avançados em Bioclimatologia e Etologia
Bioclimatologia e
Comportamento Animal
Tópicos Avançados em Melhoramento Genético
Melhoramento Animal II
Zootecnia de Precisão
Melhoramento Animal II
Tópicos Avançados em Equinocultura
Equinocultura II
Estratégias e Gestão de Marketing
Gestão Rural e Políticas Agrícolas
Desenvolvimento Rural Sustentável
Biodiversidade e
Desenvolvimento Sustentável
Tratamento
de
Resíduos
da
Criação
Industrialização
Tópicos Avançados em Ovinocultura
Tópicos Avançados em Bovinocultura de Corte
Tópicos Avançados em Bovinocultura de Leite
e
Gestão Rural e Políticas Agrícolas
Administração Rural
Ovinocultura I
Bovino de Corte I
Bovinocultura de Leite I
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6.1.3 Prática Profissional Interdisciplinar
As práticas profissionais do Curso de Zootecnia do Instituto Federal Farroupilha –
Campus Alegrete serão cumpridas na forma de projetos interdisciplinares nas disciplinas
obrigatórias e eletivas, e desenvolvidas com a carga horária mínima de 5% prevista para
cada disciplina.
6.1.4 Atividades Complementares
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão e a flexibilidade curricular
possibilita o desenvolvimento de atitudes e ações empreendedoras e inovadoras, tendo
como foco as vivências da aprendizagem para capacitação e para a inserção no mundo do
trabalho, nesse sentido o Curso prevê a realização e a participação em cursos, congressos,
seminários, fóruns, dias de campo, a realização de pesquisa e outras atividades que
articulem os currículos a temas de relevância social, local e/ou regional e que
potencializem os recursos materiais, físicos e humanos disponíveis.
Para que o aluno sinta-se estimulado a usufruir destas vivências o Curso de
Zootecnia oportunizará as Atividades Complementares, estas atividades serão
obrigatórias e deverão ser realizadas fora do horário do curso normal e fora dos
componentes curriculares obrigatórios, compondo a carga horária mínima do curso. A
carga horária deverá ser de no mínimo 360 horas, atendendo regulamentação específica.
As atividades complementares serão validadas com apresentação de certificados ou
atestados, contendo número de horas e descrição das atividades desenvolvidas.
As atividades Complementares do Curso de Zootecnia do Instituto Federal
Farroupilha – Campus Alegrete, deverão ser cumpridas na forma da participação em
eventos, estágios extracurriculares, projetos de pesquisa, monitorias e atividades
administrativas relacionadas ao Curso, desde que supervisionadas por profissionais do
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Curso de Zootecnia, seguindo a carga horária e a respectiva distribuição na matriz
curricular do curso.
A carga horária das atividades complementares deverá ser cumprida em
atividades diferentes, assim previstas:
ATIVIDADE
1 Participação em eventos
da área
1.1 Locais
1.2 Estaduais
1.3 Evento Nacional
1.4 Evento Internacional
2 Estágios extracurriculares
3 PIBIC/Pesquisa
4 Publicação de trabalhos
científicos
CARGA HORÁRIA MÁXIMA
COMPROVANTE
150h
10h/evento
15h/evento
15h/evento
Certificado
Certificado
20h/evento
Certificado
150h
Certificado
20h/semestre
Cópia do projeto com
declaração do orientador
Certificado
120h
4.1 Jornadas locais
10h/trabalho
4.2 Jornadas Estaduais
15h/trabalho
4.3 Jornadas Nacionais
20h/trabalho
4.4 Jornadas Internacionais
30h/trabalho
4.5 Trabalhos completos
em periódicos indexados
internacionalmente
30h/trabalho
Cópia do trabalho
acompanhada do
certificado e/ou anais de
publicação
Cópia do trabalho
acompanhada do
certificado e/ou anais de
publicação
Cópia do trabalho
acompanhada do
certificado e/ou anais de
publicação
Cópia do trabalho
acompanhada do
certificado e/ou anais de
publicação
Cópia do trabalho publicado
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4.6 Periódico de circulação
local
15h/trabalho
Cópia do trabalho publicado
4.7 Periódico de circulação
nacional
20h/trabalho
Cópia do trabalho publicado
5 Monitoria
120h
5.1 Oficial (bolsa)
20h/semestre
5.2 Voluntária
20h/semestre
6 Administração
10h/semestre
Declaração do professor
orientador
Declaração do professor
orientador
6.1 Colegiados Superiores
CONSEPE/ CONSUN
Declaração do presidente
do colegiado
6.2 Colegiados de Curso
Declaração do presidente
do colegiado
6.3 Comissão Organizadora
de Eventos
Certificado
6.4 Comissão Permanente
Certificado
6.5 Representante de turma
Declaração do coordenador
do curso
Outras atividades não previstas poderão ser avaliadas pelo colegiado do curso.
6.1.5 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Finalidade:
Atividade obrigatória desenvolvida durante o curso e concretizada na disciplina
TCC, oferecida no nono semestre e com carga horária de 60 horas aula. As atividades
referentes ao TCC têm como objetivo a síntese e integração dos conhecimentos
adquiridos ao longo do curso, visando à atuação profissional.
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Objetivos:
O trabalho de conclusão de curso tem por objetivos:
- Dinamizar as atividades acadêmicas;
- Estimular a produção científica;
- Intensificar a extensão universitária através do estudo de problemas existentes no setor
agropecuário;
- Estimular a interdisciplinaridade;
- Relacionar a teoria com a prática;
- Demonstrar a habilitação adquirida durante o curso;
- Aprimorar a capacidade de interpretação e de criticidade do discente.
Os procedimentos para o funcionamento, orientação e avaliação do Trabalho de
Conclusão de Curso obedecerão a Regulamentação do Curso.
6.1.6 Estágio Curricular Obrigatório
A duração do Estágio Curricular Obrigatório será de no mínimo 360 h.
O aluno ao se matricular na disciplina estágio obrigatório, deverá entrar em
contato com um professor do curso para ser seu orientador, este deverá ser aprovado
pelo colegiado do curso. A supervisão deverá ser, necessariamente, realizada por um
profissional da instituição onde o aluno estiver realizando o estágio, este, cadastrado
junto ao Curso. Os supervisores deverão emitir um documento onde constará as
atividades e carga horária desenvolvida pelo aluno.
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Após a conclusão do estágio, o aluno deverá apresentar relatório completo das
atividades à comissão de avaliação, composta por três professores do Curso de Zootecnia
do IFFarroupilha, estes nomeados pelo colegiado do curso. Cada avaliador deverá
conceituar o aluno de 0 (zero) à 10 (dez). Após deverá apresentar a defesa do estágio
perante banca examinadora nomeada pelo colegiado do curso. Para que aluno seja
aprovado deverá obter conceito em seu relatório e defesa, igual ou maior que 7,0 (sete).
A comissão avaliadora deverá encaminhar o conceito dos alunos à Coordenação do Curso
de Zootecnia.
6.2
Ementário
6.2.1 Ementa das Disciplinas
1º SEMESTRE
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Razão; proporção; grandezas diretamente e inversamente proporcionais; regra
de três simples e composta, direta e inversa; funções de 1° e 2° grau; função exponencial
e logarítmica; sistemas lineares; área das principais figuras planas; volume de sólidos
geométricos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R., Matemática, Vol. Únic: FTD, São Paulo, 1984.
• GOLDSTEIN, L. J; LAY, D. C.; SCHNEIDER, D. I., Matemática Aplicada, 10 Edição:
Bookman, Porto Alegre, RS, 2006.
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• IEZZI, G.; DOLCE, O.; DEGENSZAJN, D.; PÉRIGO, R. Matemática. Vol. Único: Atual, São
Paulo, 2002.
• PAIVA, M. Matemática: Vol. Único, 2 ed.: Moderna, São Paulo, 2003.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BIANCHINI, E.; PACCOLA, H. Matemática, Vol. 1 (1º série), Ed. Moderna, São Paulo, SP,
2004.
• ZAMBUZZI, O. A.; HRYCYLO, B.; KOLE, A. T. Matemática, Vol. 3: Ática, São Paulo, 1981.
• SILVA, J. D.; FERNANDES, V. dos S.; MABELINI, O. D. Matemática: Novo Ensino Médio –
Vol. Único Curso Completo. Sistema de Ensino IPEP, São Paulo, 2002.
• PAIVA, M. Matemática, V. 2 (2ª Série), 1ª Ed.: Moderna, São Paulo, SP, 2004.
• YOUSSEF, A. N.; FERNANDEZ, V. P. Matemática: Vol. Único para o ensino médio:
Scipione, São Paulo, 2004.
• MURARO, A. Matemática, Uberlândia – MG, Ed.: Claranto, 2005.
DISCIPLINA: BIOLOGIA CELULAR E EMBRIOLOGIA
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Noções de Biologia celular. Organelas celulares e núcleo. Divisão celular.
Noções de microscopia. Métodos de estudo das células e dos tecidos. Gametogênese.
Noções de embriogênese e desenvolvimento fetal. Noções das técnicas histológicas de
preparo e coloração. Estudo dos elementos constituintes dos tecidos de animais
domésticos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ALMEIDA, J. M. Embriologia Veterinária Comparada. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1999.
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E-Mail: [email protected]
• BERK, A. et al. Biologia Celular e Molecular. 5ª Edição. Porto Alegre: ARTMED, 2005.
• CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L. C. Histologia Básica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008. 524p.
• HIB, J.; ROBERTS JR., E. M. F. Bases da Biologia Celular e Molecular. 4ª Edição. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• KARP, G. Biologia Celular e Molecular – Conceitos e Experimentos. 3ª Edição. São
Paulo: Manole, 2005.
• ALBERTS, C. Biologia Molecular da Célula. 5ª Edição. Porto Alegre: ARTMED, 2009.
• ZAHA, A.; FERREIRA, H. B.; PASSAGLIA, L. M. P. Biologia Molecular Básica. 3ª Edição.
Porto Alegre: Mercado Aberto, 2003.
• JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª Edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
• MOORE, K.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Básica. 7ª Edição: Elsevier, 2004.
• SANTOS, L. dos; AZOUBEL. Embriologia Comparada (Texto e Atlas): FUNEP, 1996.
DISCIPLINA: ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Introdução ao estudo de Anatomia. Estudo macroscópico dos sistemas
orgânicos que constituem o corpo animal, com ênfase nas espécies domésticas de
importância econômica e social. Osteologia, sindesmologia, miologia, sistema
tegumentar, sistema cardiovascular, sistema nervoso, sistema endócrino, estesiologia,
sistema digestório, sistema respiratório, sistema urinário, aparelho reprodutor do macho
e da fêmea. Anatomia das aves.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• DYCE, K. M.; WENSING, C. J. G.; SACK, W. O. Tratado de Anatomia Veterinária. 4 ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 840p.
• FRANDSON, R. D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais de
Fazenda. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 472p.
• KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H. G. Anatomia dos Animais Domésticos. Texto e Atlas
Colorido. Vol. 2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 399p.
• SISSON, S.; GROSSMAN, J. D. Anatomia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1986. 2048p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas Colorido de Anatomia Veterinária Vol. 1 - Os
Ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 200p.
• COLVILLE, T. P. Anatomia e Fisiologia Clínica Para Medicina Veterinária. 2 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 568p.
• CONSTANTINESCU. Anatomia Clínica de Pequenos Animais. 1 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 384p.
• DONE, S. H.; GOODOY, P. C.; EVANS, S. A.; STICKLAND, N. C. Atlas Colorido de
Anatomia Veterinária do Cão e Gato. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 544p.
• MCCRACKEN, T. O.; KAINER, R. A.; SPURGEON, T. L. Atlas Colorido de Anatomia de
Grandes Animais. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 220p.
• SALOMON, F. V.; GEYER, H. Atlas da Anatomia Aplicada dos Animais Domésticos. 2
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 254p.
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ZOOTECNIA E PRÁTICAS ZOOTÉCNICAS
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PRÉ-REQUISITOS: Não há.
EMENTA: Generalidades da origem e evolução da Ciência Zootécnica. Interação da
Zootecnia com as outras ciências. Perfil do estudante de zootecnia. Introdução aos
índices zootécnicos; panorama das atividades pecuárias. Origem dos animais domésticos;
domesticação; domesticidade. Classificação das espécies domésticas com ênfase nas
cadeias produtivas e sistemas de produção de animais domésticos. Apresentação de
técnicas modernas de produção animal.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ABZ - Zootecnia brasileira – Quarenta anos de história e reflexões. Associação
Brasileira de Zootecnistas, Recife, 2006. 83 p.
• Código de Deontologia e de Ética Profissional: Médico Veterinário e Zootécnico, CRMV
- SP, São Paulo, 1992.
• PEREIRA, J.C.C., Melhoramento genético aplicado à produção animal. Belo Horizonte.
FEP-MVZ, 1999.
• TORRES, Geraldo C. V. Bases para Estudo da Zootecnia, Salvador-BA/Pelotas-RS,
UFBA/UFPEL, 1998.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. V 1 e 2, Editora Nobel, 4 ed. . 1990.
• HAFEZ, E.S.E., Fisiologia da Reprodução. 7 ed. Malone, 2003.
• MILLEN, E Guia do técnico agropecuário. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola,
1998,
• CFMV. Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária e Zootecnia. Brasília/DF.
• CRMV-RS. Manual de Orientação e Procedimentos do Responsável Técnico. Porto
Alegre, 2009.
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• LIMA, D. de Albuquerque, Wilkinson, John. (Org.) Inovações nas Tradições da
Agricultura Familiar. Brasília, CNPQ,2002.
DISCIPLINA: INFORMÁTICA
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Conceitos básicos em Processamento de Dados. Sistemas operacionais. Uso,
limitações e interpretação de programas para análise de dados. Uso de programas de
computação aplicados à gestão e acompanhamento das atividades rurais com ênfase na
zootecnia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ALCADE, E.; GARCIA, M. ; PENUELAS, S. Informática Básica. São Paulo: Makron Books,
1991.
• MANZANO, A. L. N. G. ; MANZANO, M. L. N. G. Estudo dirigido de Informática Básica.
São Paulo: Érica, 2007.
• MARILYN, M. Nosso Futuro e o Computador. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
• WHITE, R. COMO FUNCIONA O COMPUTADOR, 8ª ed.: QUARK, 1998.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BORGES, L.; NEGRINI, F. Microsoft Word 2003: Básico e Detalhado. Florianópolis:
Visual Books, 2005.
• BORGES, L.; NEGRINI, F. Programando com Excel 2003. Florianópolis: Visual Books,
2005.
• ANDRADE, M. A. S. Power Point 2003. Senac, 2004.
• COX, J.; PREPPERNAU, J. Microsoft Office Word 2007 - Passo a Passo. Porto Alegre:
Bookman, 2007
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• FRYE, C. Microsoft Office Excel 2007 - Passo a Passo. Porto Alegre: Bookman, 2007.
• PREPPERNAU, J; COX, J. Microsoft Office Powerpoint 2007 - Passo a Passo. Porto
Alegre: Bookman, 2007.
DISCIPLINA: ZOOLOGIA
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Introdução a Zoologia. Sistemática, Taxonomia e Nomenclatura Zoológica.
Características gerais dos Invertebrados. Filo Chordata – Subfilo Vertebrata:
Características gerais e diferenciais, aspectos morfológicos, anatômicos, fisiológicos e
biológicos dos peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• HICKMAN, C. P. J.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. Princípios Integrados de Zoologia. 11ª
Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
• HILDEBRAND, M.; Goslow, G. Análise da Estrutura dos Vertebrados. 2ª Edição. São
Paulo: Atheneu, 2006.
• BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G. J. Invertebrados. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
• MOYES, C. D.; SCHULTE, P. M. Princípios de Fisiologia Animal. 2ª Edição. Porto Alegre:
ARTMED, 2010.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados. 7ª Edição. São
Paulo: Roca, 2005.
• ORR, R. T. Biologia dos Vertebrados. 5ª Edição. São Paulo: Roca, 1996.
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E-Mail: [email protected]
• POUGH, F. H.; JANIS, C. M.; HEISER, J. B. A Vida dos Vertebrados. 4ª Edição. São Paulo:
Atheneu, 2008.
• SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal: Adaptação e Meio Ambiente, 5ª Edição.
Curitiba: Santos, 2002.
• GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002.
• PARRA, J. R. P.; BOTELHO, P. S. M. et al. Controle Biológico no Brasil: Parasitóides e
Predadores. Pelotas: USEB, 2002.
DISCIPLINA: BOTÂNICA
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Citologia Vegetal. Histologia Vegetal. Anatomia do caule. Anatomia da folha.
Organografia vegetal. Regras de nomenclatura. Critérios morfológicos para classificar os
diversos grupos vegetais. Identificação e classificação das principais famílias botânicas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• FERRI, M. G. Botânica: morfologia interna das plantas, anatomia. São Paulo, Nobel:
1999.
• FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas, organografia. São Paulo, Nobel:
1983.
• RAVEN, P.; EVERT, R.; EICHHORN, S. Biologia Vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007.
• SOUZA, V.; LORENZI, H. Botânica Sistemática. São Paulo: Instituto Plantarum, 2005.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BACKES, A. Nomes populares e científicos de plantas do Rio Grande do Sul. 2 ed. São
Leopoldo: Unisinos, 2001.
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• CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. Parte I – células e tecidos. 2 ed. São Paulo: Roca,
1986.
• CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. Parte II – órgãos, experimentos e interpretação. São
Paulo: Roca, 1986-1987.
• FERRI, M. G.; MENEZES, N. L. de; MONTEIRO, W. R. Glossário ilustrado de botânica.
São Paulo, Nobel: 1981.
• SOUZA, L. A. Morfologia e Anatomia Vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta
Grossa, UEPG: 2005.
• TISSOT-SQUALLI, Mara L. Introdução à Botânica Sistemática. 2 ed.Ijuí: Unijuí, 2007.
DISCIPLINA: QUÍMICA
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: A Química como uma ciência experimental. Átomos, moléculas e íons. Fórmulas
e equações químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica. Ligações químicas. Soluções.
Ácidos e bases. Compostos carbônicos e suas ligações químicas. Ácidos e Bases em
Química Orgânica. Estereoquímica.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• BRADY, J. E. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos. Editora S.A., 1994. V 1 e V 2.
• HARRIS, D. Análise Química Quantitativa, 5ed., LTC. 2001.
• PETER, K. et al. Química orgânica: estrutura e função. 4ed.; Porto Alegre: Bookman.
2004. 1112p.
• VASCONCELLOS, M. et al. Ácidos e bases em química orgânica. Porto Alegre:
Bookmen, 2005.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ATKINS, P. & JONES,. L. Princípios de Química - Questionando a vida moderna e o
meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001.
• JAMES, F. et al. Fundamentos de química analítica. 2006.
• RUSSEL, J. B. Química geral. 2ed. São Paulo: Makron Books Editora Ltda, 1994. V1 e 2.
• MENDHAN, J. et al. Vogel: Análise química quantitativa. 6ed. São Paulo: LTC. 2002.
462p.
• KOTZ, J. C. & TREICHEL, P. Química e reações químicas. Vol. I e II. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
• LENZI, E. et al. Química Geral: experimentação. Rio de Janeiro: Freitas Bastos. 2003.
176p.
DISCIPLINA: PORTUGUÊS E PRODUÇÃO TEXTUAL
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Níveis de leitura e fontes. Leitura e interpretação. Partes de um texto
dissertativo: título, tema, argumentos, tese (parágrafo introdutório); desenvolvimento
dos argumentos (desenvolvimento); expressões iniciais abrangentes, reafirmação do
tema e observação/sugestão final do autor (conclusão). Texto dissertativo de caráter
científico. Textualidade: coesão e coerência. Tripartição tradicional: narração, descrição e
dissertação. Análise das diferentes estruturas textuais.
Texto informativo técnico.
Referenciação bibliográfica. Tipologia textual: relatório, monografia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed.
São Paulo: Atlas,1991.
• COSTA VAL, M. da G.. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
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• KOCK, I. Argumentação e linguagem . São Paulo: Cortez, 1993.
• MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português instrumental: de acordo com as normas
atuais da ABNT. 27 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.
NBR 14 724: informação e
documentação – Trabalhos acadêmicos - apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
• SOUSA, I. S. F. de. A Sociedade, o Cientista e o Problema de Pesquisa; o caso do setor
público agrícola brasileiro. Brasília: Embrapa – SPI, 1993.
• FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1993.
• KOCK, I. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2003.
• MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização . São Paulo:
Cortez, 2001.
• GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 2. ed. Rio de Janeiro: Fundação
Getúlio Vargas, 1969.
2º SEMESTRE
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA
PRÉ-REQUISITO: Português e Produção Textual
EMENTA: O conhecimento científico e outros tipos de conhecimento; Tipos de Trabalhos:
artigos científicos, relatórios; resenhas; paper; Como organizar resumos, referências
bibliográficas, citações; O processo de pesquisa; Etapas de Construção de um projeto de
pesquisa; Métodos usados em pesquisa: Qualitativo-Quantitativo; Tipos de Pesquisa;
Instrumento de Coleta de Dados; Elaboração de projetos de pesquisa
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
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• FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o Trabalho Científico: explicitação das Normas
da ABNT. 15 ed. Porto Alegre: Brasul, 2010.
• GIL, A. C.. Como elaborar Projetos de Pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
• ISKANDAR, J. I. Normas da ABNT: comentadas para trabalho científicos. 4.ed. Curitiba:
Juruá, 2009.
• MINAYO, M. C. de S.; DESLANDES, S. F.. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade.
25.ed. Revista e atualizada. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ABNT – Normas Técnicas para trabalhos Científicos Informações e documentação –
Referências – Elaboração: NBR 6023, 24p – Rio de Janeiro 2002
• BELLO, J. L. de P. Estrutura e apresentação do trabalho. In: Pedagogia em Foco,
Metodologia Científica, atualizada 14/02/2004 1998.
• COSTA, S. F. Método Científico – os caminhos da investigação. São Paulo: HARBRA,
2001
• DEMO, P. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2000
• GIL, A. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6.ed, São Paulo: Atlas, 2008
• LAKATOS, E; MARCONI, M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1983
DISCIPLINA: FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS I
PRÉ-REQUISITOS: Anatomia dos Animais Domésticos
EMENTA: Definição e divisão da Fisiologia. Fisiologia celular. Fisiologia do Sistema
Nervoso. Fisiologia do Sistema Endócrino. Fisiologia Reprodutiva e Lactação. Fisiologia da
Respiração e Termorregulação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
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• CUNNINGHAM, J. G.; KLEIN, B. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008. 710p.
• FRANDSON, R. D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais de
Fazenda. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 472p.
• REECE, W. O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 942p.
• REECE, W. O. Anatomia Funcional e Fisiologia dos Animais Domésticos. 3 ed. São
Paulo: Roca, 2008. 468p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de Peixes Aplicada à Piscicultura. 2 ed. Santa Maria:
UFSM, 2009. 350p.
• BURGGREN, W. W.; RANDALL, D; FRENCH, K. Eckert - Fisiologia Animal - Mecanismos
e Adaptações. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 729p.
• COLVILLE, T. P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica Para Medicina
Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 568p.
• GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 11 ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2006. 1264p.
• MOYES, C. D. Princípios de Fisiologia Animal. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 792p.
• REY, l. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde. 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 950p.
DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA
PRÉ-REQUISITO: Biologia Celular e Embriologia
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EMENTA: Perspectivas da microbiologia. A classificação microbiológica: morfologia,
citologia, biologia, nutrição e composição química de bactérias e fungos. Caracteres gerais
dos vírus. Estrutura e reprodução de fungos. Nutrição, crescimento, metabolismo e
resistência. Introdução aos agentes antimicrobianos e ao processo de resistência.
Bactérias, fungos e vírus de importância zootécnica. Microbiologia ruminal, da silagem e
outros compostos. Introdução à imunologia. Antígeno, anticorpos e sistema
complemento. Células e tecidos do sistema imune. Fisiologia das respostas imunes nas
infecções e nos tumores.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• TIZARD, I. R. Imunologia Veterinária. 8ed., São Paulo: Roca. 2009.
• TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ed., São Paulo: Atheneu. 2009.
• PELCZAR, M. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2ed., São Paulo: Makron
Books. Vol 1 e 2. 1997.
• CALICH, V.; VAZ, C. Imunologia. 2ed., Rio de Janeiro: Revinter. 2009.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• HIRSH, D. C.; ZEE, Y. C. Microbiologia Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2003.
• RUIZ, R. L. Microbiologia zootécnica. São Paulo: Roca. 1992.
• ROITT, I. M.; DELVES, P. J. Fundamentos de Imunologia. 10ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2004.
• ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. São Paulo: Elsevier.
2005.
• KONEMAN, E. W. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6ed., Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2008.
40
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• QUINN, P. J. et al. Microbiologia Veterinária e Doenças Infecciosas. Porto Alegre:
Artmed. 2004.
DISCIPLINA: ESTATÍSTICA APLICADA
PRÉ-REQUISITO: Matemática
EMENTA: Conceitos de estatística, organização de dados, probabilidade, distribuição de
probabilidade, amostragem, correlação e regressão.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• CRESPO, A. A. Estatística Fácil, 8º ed.: Saraiva, São Paulo, 1991.
• MARTINS, G. de A. Estatística geral e aplicada, 3º ed.: Atlas, São Paulo, 2005.
• MORETTIN, P.; BUSSAB, A. Estatística Básica, 5º ed.: Saraiva, São Paulo, 2004.
• FONSECA, J. S. da; MARTINS, G. de A. Curso de Estatística, 6º ed.: Atlas, São Paulo,
2008.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• IEZZI, G.; DOLCE, O.; DEGENSZAJN, D.; PÉRIGO, R. Matemática. Vol. Único: Atual, São
Paulo, 2002.
• PAIVA, M. Matemática: Vol. Único, 2. ed.: Moderna, São Paulo, 2003.
• SILVA, J. D.; FERNANDES, V. dos S.; MABELINI, O. D. Matemática: Novo Ensino Médio –
Vol. Único Curso Completo. Sistema de Ensino IPEP, São Paulo, 2002.
• TRIOLA, M. F. Introdução a estatística, 7º ed.: LTC, Rio de Janeiro, 1999
• YOUSSEF, A. N.; FERNANDEZ, V. P. Matemática: volume único para o ensino médio,
Editora Scipione, São Paulo, 2004.
• ZAMBUZZI, O. A., HRYCYLO, B., KOLE, A. T. Matemática, Vol. 3, ed.: Ática, São Paulo,
1981.
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DISCIPLINA: FISIOLOGIA VEGETAL
PRÉ-REQUISITO: Botânica
EMENTA: Aproveitamento de água pelo vegetal (absorção, condução e transpiração).
Nutrição mineral das plantas. Ciclo do Nitrogênio. Respiração. Fermentação. Fotossíntese.
Hormônios. Movimentos dos vegetais. Herbicidas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• FLOSS, E. L. Fisiologia das plantas cultivadas: o estudo que está por trás do que se vê.
Passo Fundo: UPF, 2004.
• ZEIGER, E.; TAIZ, L. Fisiologia Vegetal. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
• KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan
• CASALI, C. A. Fisiologia Vegetal - práticas em relações hídricas, fotossíntese e nutrição
mineral. 1 ed. São Paulo: Manole Biomedicina, 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• FELIPPE, G. M. Fisiologia do desenvolvimento vegetal. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
• FERREIRA, A. G.; BORGHETTI, I. (org). Germinação: do básico ao aplicado. Porto
Alegre: Atmed, 2004.
• FERRI, M. G. Botânica: fisiologia: curso experimental. 2 ed. São Paulo: Nobel, 1981.
• FERRI, M. G. Fisiologia Vegetal. Vol. I e II. São Paulo: EPU,1985.
• SAMPAIO, E. Fisiologia Vegetal – teoria e experimentos. 1 ed. Ponta Grossa: UEPG,
2002.
• MAJEROWICZ, N. Fisiologia Vegetal – curso prático. 1 ed. Âmbito cultural, 2003.
42
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DISCIPLINA: CIÊNCIA DO SOLO
PRÉ-REQUISITO: Química
EMENTA: Noções de mineralogia, gênese e morfologia do solo. Distribuição litológica
regional; fatores e processos pedogenéticos; perfil do solo e descrição. Composição do
solo. Propriedades das fases sólida, liquida e gasosa, processos dinâmicos, noções de
mecânica do solo. Sistemas de classificação de solos, natural e interpretativa (SC).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• NEVES, P. C. P.; SCHENATO, F.; BACHI, F. A. Introdução à Mineralogia Prática, ULBRA,
2003, 254p.
• FERNANDES, M. M. Mecânica dos Solos Conceitos e Princípios Fundamentais, FEUP,
Porto. 2006. 450 p.
• OLIVEIRA, J. B. de. Pedologia Aplicada. 2ª ed. Piracicaba: FEALQ, 2005. 574 p.
• TROEH, F. R.; THOMPSON, L. M. Solos e Fertilidade do Solo, 6ª Ed. São Paulo: Andrei, 2007.
718p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ALLEONI, L.R.F.; MELO, V.F. (Eds) Química e mineralogia de solos. Vol. 1 - parte I conceitos básicos. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, 2009, 695p.
• ANJOS, L. H. C.; KER, J. C.; SANTOS, H. G.; LEMOS, R. C.; SANTOS, R. D. Manual de
descrição e coleta de solo no campo. 5.ed. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciência
do Solo, 2005. 92p.
• AZEVEDO, A. C.; DALMOLIN, R. S., Solos e Ambiente: uma introdução. Santa Maria:
Pallotti. 2004. 100p.
• EMBRAPA Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. EMBRAPA, 2006.
• LIBARDI, P. L. Dinâmica da água no sistema solo-planta-atmosfera. Piracicaba: O
autor, 1999. 491p.
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• STRECK, E. V.; KAMPF, N.; R. S. D.; KLAMT, E.; NASCIMENTO, P. C.; SCHNEIDER, P. Solos
do Rio Grande do Sul. Porto Alegre-
RS, EMATER-RS/UFRGS, 2002. 107 p.
DISCIPLINA: BIOQUÍMICA I
PRÉ-REQUISITO: Química
EMENTA: Estrutura e função dos nutrientes: glicídios, lipídios, proteínas, minerais,
vitaminas e água. Metabolismo intermediário: glicólise, ciclo do ácido cítrico, oxidação
dos ácidos graxos, degradação dos aminoácidos. Biossíntese de nutrientes nos tecidos
animais. Estrutura e função de enzimas e hormônios.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• NELSON L. D.; COX, M. M. Lehninger Princípios de Bioquímica. 4 ed., São Paulo:
Sarvier, 2006.
• BERG, J.; STRYKER, L. Bioquímica. 6 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2008.
• MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica Básica. 3 ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.2007.
• VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de Bioquímica: A vida em nível molecular. 2 ed.,
São Paulo: Artmed. 2008.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• PRATT, C. W.; CORNELY, K. Bioquímica Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2006.
• CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 ed., Porto Alegre: Artmed. 2000.
• KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos Ruminantes. 2 ed., Santa Maria. Ed.:UFSM. 2009.
• CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução a Bioquímica. 4 ed., São Paulo: Edgard Blucher.
1980.
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• GONZALES, F. H. D.; DA SILVA, S. C. Introdução a bioquímica clínica Veterinária. 2 ed.,
Porto Alegre: UFGRS. 2006.
• RIEGEL, R. E. Bioquímica. 4 ed., São Leopoldo: UNISINOS. 2006.
DISCIPLINA: HISTOLOGIA
PRÉ-REQUISITO: Biologia Celular e Embriologia
EMENTA: Histologia dos sistemas orgânicos: sangue, hematopoiese e sistema
circulatório; sistema tegumentar: pele e anexos cutâneos; sistema linfático; sistema
digestório: órgãos e glândulas anexas; sistema respiratório; sistema urinário; sistema
genital feminino e masculino; glândulas endócrinas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• BACHA JR, W. J.; BACHA, L. M. Atlas Colorido de Histologia Veterinária. 2 ed. São
Paulo: Roca, 2003. 457p.
• CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L. C. Histologia Básica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008. 524p.
• SAMUELSON, D. Tratado de Histologia Veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
544p.
• SOBOTTA, J. Atlas de Histologia, Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica. 7 ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 271p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• GARTNER, L. P. Atlas Colorido de Histologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010. 435p.
• HIB, J. Di Fiore – Histologia – Texto e Atlas. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003. 536p.
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• JUNQUEIRA, L. C. U. Biologia Estrutural dos Tecidos – Histologia. 1 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 244p.
• KÜHNEL, W. Citologia, Histologia e Anatomia Microscópica: Texto e Atlas. 11 ed.
Porto Alegre: ArtMed, 2005.
• LEBOFFE, M. J. Atlas Fotográfico de Histologia. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005. 232p.
• MONTANARI, T. Histologia - Texto, Atlas e Roteiro de Aulas Práticas - Série
Graduação. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2006. 155p.
3º SEMESTRE
DISCIPLINA: BIOFÍSICA
PRÉ-REQUISITO: Matemática
EMENTA: Energia: conservação; fontes. Fluidos: teoremas de Pascal e de Arquimedes;
equação de Bernoulli. Fenômenos ondulatórios: som e ultra-som; instrumentos óticos;
visão. Fenômenos elétricos e magnéticos: campos elétrico e magnético; fenômenos
elétricos em células nervosas. Radiações: tipos; efeitos biológicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• MOURÃO JR C. A.; ABRAMOV E D. M. Curso de biofísica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009.
• DURÁN J. E. R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
• OKUNO E. I. L.; CALDAS; C. CHOW. Física para ciências biológicas e biomédicas. São
Paulo: Harbra, 1986.
• HALLIDAY D.; RESNICK R.; WALKER E J. Fundamentos de Física, Vol. 4, 8a ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• HENEINE, I. F. Biofísica básica, 2a. ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
• OLIVEIRA J.; WACHTER, P. H.; AZAMBUJA A. A. Biofísica para ciências biomédicas, 3a.
ed. Porto Alegre: PUCRS, 2008.
• TIPLER P. A.; LLEWELLYN E R. A. Física moderna. Rio de Janeiro. Ed.: LTC, 2001.
• TIPLER P. A.; MOSCA E G. Física para cientistas e engenheiros, Vol. 3, 6a. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.
• YOUNG H. D.; FREEDMAN. R. A. Física: Sears & Zemansky, Vol. 4, 12a. ed. São Paulo:
Addison Wesley, 2009.
• NUSSENZVEIG. H. M. Curso de física básica, Vol. 4, 4a. ed. São Paulo: Blucher, 2002.
DISCIPLINA: FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS II
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos I
EMENTA: Fisiologia do Sistema Esquelético. Fisiologia do Sistema Muscular. Fisiologia do
Sistema Cardiovascular. Fisiologia do Sistema Urinário. Fisiologia do Sistema Digestório.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• CUNNINGHAM, J. G.; KLEIN, B. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008. 710p.
• FRANDSON, R.D.; WILKE, W.L.; FAILS, A.D. Anatomia e Fisiologia dos Animais de
Fazenda. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 472p.
• REECE, W.O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 942p.
• REECE, W.O. Anatomia Funcional e Fisiologia dos Animais Domésticos. 3 ed. São
Paulo: Roca, 2008. 468p.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de Peixes Aplicada à Piscicultura. 2 ed. Santa Maria:
UFSM, 2009. 350p.
• BURGGREN, W.W.; RANDALL, D; FRENCH, K. Eckert - Fisiologia Animal - Mecanismos e
Adaptações. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 729p.
• COLVILLE, T.P.; BASSERT, J.M. Anatomia e Fisiologia Clínica Para Medicina Veterinária.
2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 568p.
• GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11 ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2006. 1264p.
• MOYES, C.D. Princípios de Fisiologia Animal. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 792p.
• REY, l. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde. 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 950p.
DISCIPLINA: MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
PRÉ-REQUISITO: Ciência do Solo
EMENTA: Aspectos gerais sobre fontes de potência. Tratores agrícolas. Manutenção e
operação. Equipamentos agrícolas: preparo do solo, semeadura, adubação e plantio,
tratos culturais mecânicos e químicos, renovadoras de pastagem, estudo e regulagem.
Maquinas de colheita de forragens, fenação e ensilagem: regulagens e estudos de perdas
de colheita. Aspectos de segurança na operação de máquinas e implementos. Tração
Animal. Planejamento e desempenho da mecanização agrícola.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• BALESTREIRE, L. A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Editora Manole Ltda, 1987. 310 p.
• MACHADO, A.L.T. & REIS, A.V. Máquinas para o preparo do solo, semeadura,
adubação e tratamentos culturais. Pelotas, Ed. UFPel, 1996. 280p.
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• MIALHE, L.G. Manual de Mecanização Agrícola. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres,
1974. 301 p.
• MIALHE, L.G. Máquinas agrícolas: Ensaios & certificação. Piracicaba, FEALQ, USP,
1996, 722p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BARGER, E. L. et al. Tratores e seus motores. Rio de Janeiro: Aliança para o Progresso,
1986. 398p. Livro
• EMBRATER. Mecanização agrícola: tração animal, pulverizadores manuais. Brasília:
1983. 142p. Livro
• MORAES, M.L.B. & REIS, A.V. Máquina para colheita e processamento dos grãos.
Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 150p.
• PORTELLA, J.A. Semeadoras para Plantio Direto. Viçosa: Ed. Aprenda Fácil, 2001. 252
p.: il.
• REIS, A.V.; MACHADO, A.L.T. & TILMANN, C.A. Motores, tratores, combustíveis e
lubrificantes. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 315p.
• SILVEIRA, G.M. Máquinas para a pecuária. São Paulo, ed. Nobel, 1997. 167p.
DISCIPLINA: MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
PRÉ-REQUISITO: Ciência do Solo
EMENTA: Diversidade e ecologia da microbiota e da mesofauna do solo. Interação entre
biota e propriedades do solo. Suprimentos e absorção de nutrientes. Avaliação da
fertilidade do solo e recomendação de adubação. Fatores, processos e efeitos da
degradação do solo. Procedimentos conservacionistas do solo e da água. Bacia
hidrográfica como unidade de manejo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
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• FERREIRA, P. H. M. Princípios de manejo e conservação do solo. São Paulo: Nobel,
1979. 135p.
• LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina de Textos. 2007.
178p.
• PRUSKI, F. F.; AMORIM, R. S. S.; SILVA, D. D.; GRIEBELER, N. P.; SILVA, J. M. A.
Conservação de solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica.
Viçosa.: UFV, 2006. 240p.
• PRADO, R. B. et al. Manejo e conservação do solo e da água no contexto das
mudanças ambientais. Rio de Janeiro: Embrapa Solos. 2010.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• COMISSÃO DE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO – RS/SC. Manual de adubação e
calagem para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Porto Alegre. Ed.:
SBCS, 2004. 400p.
• MONEGAT, C. Plantas de cobertura do solo: características e manejo em pequenas
propriedades Chapecó, SC. Ed. do Autor, 1991. 337p.
• NOVAIS, R.F.; ALVAREZ, V.H.; BARROZ, N.F.; FONTES, R.L.; CANTARUTTI,R.B.; NEVES,
J.C. (Eds.). Fertilidade do Solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa. 2007. 1
017p.
• SIQUEIRA, J.; MOREIRA, F.; GRISI, B.; HUNGRIA, M.; ARAÚJO, R. Micro-organismos e
processos biológicos do solo: perspectiva ambiental. Brasília. Ed.: EMBRAPA, 1994.
• VALENTE, O. F.; GOMES, M. A. Conservação de Nascentes - Hidrologia e Manejo de
Bacias Hidrográficas de Cabeceiras. Viçosa: Aprenda Fácil. 2001. 210p.
• BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 5. ed. São Paulo: Ícone, 2005.
DISCIPLINA: APICULTURA
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PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Biologia e evolução das abelhas. Interação abelhas e o ambiente. Formação e
manejo de apiários para produção e extração de produtos apícolas. A polinização de
culturas de interesse zootécnico. Instalações, equipamentos, e indumentárias usadas na
apicultura. Cuidados, higiene e profilaxia apícola.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• COUTO, R.H.N.; COUTO, L.A., Apicultura: manejo e produtos, 3 ed. Jaboticabal:
FUNEP, 2006. 193 p.
• ITAGIBA, M.G.O.R. Produto: Noções Básicas Sobre a Criação de Abelhas. Editora:
Nobel, 1997. 110 p.
• SEELEY, T. D., Ecologia da Abelha – Um Estudo de Adaptação na Vida Social.
Traduzido por Ozowski, C., 1 ed. Editora Agrolivros 2006. 256p.
• WIESE, H., Apicultura: novos tempos, 2 ed., Guaíba: Agrolivros, 2005. 378 p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BOAVENTURA, M. C.; SANTOS, G.T, Produção de abelha rainha pelo método da
enxertia, 1 ed. Editora LK, 2006. 140 p.
• CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio
Cavalcanti Costa – UESB, Apicultura migratória produção intensiva de mel, filme 68
min. Manual prático 148 p.
• CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio
Cavalcanti Costa – UESB, Manejo do apiário mais mel com qualidade, filme 63 min.
Manual prático 248 p.
• CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio
Cavalcanti Costa – UESB, Planejamento e implantação de apiário, filme 66 min.
Manual prático 178 p.
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• CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio
Cavalcanti Costa – UESB, Produção de rainhas e multiplicação de enxames, filme 63
min. Manual prático 179 p.
• CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio
Cavalcanti Costa – UESB, Produção e processamento de própolis e cera, filme 60 min.
Manual prático 216 p.
DISCIPLINA: BROMATOLOGIA
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia Vegetal
EMENTA: Práticas de técnicas laboratoriais e análise bromatológica dos alimentos
concentrados e volumosos. Análises físico-químicas e legislação para controle de
qualidade de alimentos e de rações. Amostragem: identificação, manipulação,
representatividade, análises macroscópicas e microscópicas dos ingredientes usados
alimentação animal.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal: As bases e os fundamentos da nutrição
animal. - Os alimentos. 4 ed. São Paulo: Nobel, 1980.
• BERCHIELLI, T.T. et al. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal: FUNEP. 2006, 496p.
• CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em analise de alimentos. Campinas:
Unicamp. 2000.
• SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de alimentos: Métodos químicos e biológicos. 3ed.
Viçosa: UFV. 2002, 235p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição Animal/Alimentação Animal. São Paulo: Nobel,
1990. 4ª ed. 2V.
• BERTECHINI, A.G. Nutrição de Monogástricos. Editora UFLA. 2006.
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• LEWIS. D. Nutrição e alimentação de equinos. 3ed., Rio de janeiro: Roca. 2008.
• ROSTAGNO, H.S. Tabelas brasileiras para Aves e Suínos: composição de alimentos e
exigências nutricionais. Viçosa: UFMG. 2000.
• SALINAS, R. D. Alimentos e Nutrição: Introdução à bromatologia. 3ed., Porto Alegre:
Artmed, 2002.
• WORTINGER, A. Nutrição para cães e gatos. Rio de Janeiro: Roca. 2009. 246p.
DISCIPLINA: BIOQUÍMICA II
PRÉ-REQUISITO: Bioquímica I
EMENTA: Propriedade físicas e químicas dos glicídios, lipídios e proteínas. Noções de
enzimas e hormônios. Metabolismo dos glicídios: glicólise, fermentação, ciclo do ácido
cítrico e cadeia respiratória. Biossíntese de glicídios, lipídios e proteínas. Metabolismo dos
aminoácidos e dos lipídios. Biologia molecular: química das bases nitrogenadas.
Bioquímica hepática: generalidades, detoxificação. Bioquímica dos ruminantes.
Bioquímica da glândula mamária. Bioquímica do estresse oxidativo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• NELSON L. D.; COX, M. M. Lehninger Princípios de Bioquímica. 4ed., São Paulo. Ed.:
Sarvier, 2006.
• BERG, J.; STRYKER, L. Bioquímica. 6ed., Rio de Janeiro. Ed.: Guanabara Koogan. 2008.
• MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica Básica. 3ed., Rio de Janeiro.: Guanabara
Koogan.2007.
• VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de Bioquímica: A vida em nível molecular. 2ed.,
São Paulo: Artmed. 2008.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
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• PRATT, C. W.; CORNELY, K. Bioquímica Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2006.
• CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 ed., Porto Alegre: Artmed. 2000.
• KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos Ruminantes. 2 ed., Santa Maria: UFSM. 2009.
• CONN, E. E. & STUMPF, P. K. Introdução a Bioquímica. 4 ed., São Paulo: Edgard
Blucher. 1980.
• GONZALES, F. H. D. & DA SILVA, S. C. Introdução a bioquímica clínica Veterinária. 2ed.,
Porto Alegre: UFGRS. 2006.
• RIEGEL, R. E. Bioquímica. 4 ed., São Leopoldo: UNISINOS. 2006.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO ANIMAL
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos I
EMENTA: Introdução e importância da nutrição. Fisiologia da digestão. Nutrientes:
análise, métodos de avaliação e utilização dos nutrientes. Metabolismo das proteínas,
aminoácidos. Metabolismo dos sais minerais e vitaminas. Metabolismo de energia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 1: bases e fundamentos. São Paulo: Nobel.
2002.
• ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 2: Alimentação animal. São Paulo: Nobel. 2002.
• BERCHIELLI, T. T. et al. Nutrição de ruminantes. São Paulo: FUNEP. 2006.
• BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. UFLA. 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• SWENSON, M. J.; DUKES, W. O. Fisiologia dos animais domésticos. 12 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.
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• KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos Ruminantes. 2 ed. Santa Maria: Ed. UFSM, 2009.
• ROSTAGNO, H.S. et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos. 2005, UFV.
• NUTRIENT REQUEREMENTS OF BEEF CATTLE WASHINGTON - USA. EDITORA NATIONAL
ACADEMY PRESS. 7 ed. 2000.
• MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia aviária aplicada a frangos de
corte. Jaboticabal: FUNEP, 1994.
• SILVA SOBRINHO, A.G. Criação de ovinos. 2 ed. Rev.ampl. Jaboticabal: Funep, 2001.
4º SEMESTRE
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO DE NÃO-RUMINANTES
PRÉ-REQUISITO: Nutrição Animal
EMENTA: Digestão de monogástricos: produção de enzimas, utilização dos nutrientes,
consumo, e digestibilidade dos alimentos, métodos para expressar o valor nutritivo.
Exigência nutricional dos animais monogástricos para: manutenção e produção. Nutrição
de cães e gatos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição Animal 1 – As bases e os fundamentos da nutrição
animal. São Paulo: NOBEL, 2002.
• ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição Animal 2 – Alimentação Animal. São Paulo: Nobel,
2002.
• MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia aviária aplicada a frangos de
corte. Jaboticabal: FUNEP, 1994.
• BERTECHINI, A.G. Nutrição de Monogástricos. Editora UFLA. 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
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• MENDES, A.A.; NAAS, I.A.; MACARI, M. Produção de frangos de corte. Campinas:
FACTA, 2004.
• ROSTAGNO, H.S., et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de
alimentos e exigências nutricionais. Viçosa: UFV, Departamento de Zootecnia, 2005.
• INRA. Alimentaçao Dos Animais Monogastricos. Suinos, Coelhos e Aves. INRA. 1999.
• SALINAS, R. D. Alimentos e Nutrição: introdução a bromatologia. 3ed. Porto alegre:
Artmed, 2002.
• FIALHO, E. T. Alimentos Alternativos para Suínos. Lavras: UFLA/FAEPE. 2005.
• SAKOMURA, N. K. & ROSTAGNO, H. S. Métodos de Pesquisa em Nutrição de
Monogástricos. Jaboticabal: FUNEP. 2007.
DISCIPLINA: FORRAGICULTURA I
PRÉ-REQUISITO: Bromatologia
EMENTA:
Estrutura
das
forrageiras:
meristemas,
parênquima,
colênquima,
esclerênquima, epiderme, xilema. Estruturas: flor, fruto, semente, embrião. Raiz, caule,
folha. Relações hídricas nas células e tecidos. Absorção de água. Transpiração e gutação.
Fotossíntese e fotorrespiração. Nutrição mineral. Translocação orgânica e inorgânica.
Crescimento vegetal: reguladores, juvenilidade, maturidade e senescência. Floração e
fotoperiodismo. Frutificação, germinação e dormência.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• EMBRAPA. Centro Nacional e Pesquisa em Solos. Sistema Brasileiro de Classificação
de Solos. Brasilia: Embrapa-SPI; Rio de Janeiro: Embrapa-Solos, 2006. 306 p.
• FONSECA, D. M.; MARTUSCELLO, J. A. Plantas Forrageiras. Editora UFV, 2010, 537p.
• TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal – 4° Edição. Artmed, 2009, 820p.
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• VILELA, H. Pastagem – Seleção de plantas forrageiras, implantação e adubação.
Aprenda fácil, 2005, 283p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• HODGSON, J.; ILLIUS, A. W. (Ed). The ecology and grazing management system.
Guilford: CAB International, 1996, 466p.
• LEMAIRE, G. et al. Grasslands ecophysiology and grazing ecology. CAB International,
2000, 432p.
• NETO, S. L. Manejo de Pastagens. Aprenda Fácil, 2000, 124p.
• PILLAR, V. P. et al. (Eds) Campos Sulinos: Conservação e Uso Sustentável da
Biodiversidade. Brasília: MMA, 2009, 403 p.
• SUTTIE, J. M.; REYNOLDS, S. G.; BATELLO, C. (Eds). Grasslands of the world. FAO, 2005,
495p.
• TOW, P. et al. Competition and succession on pastures. CAB International, 2001, 336p.
DISCIPLINA: HIGIENE E PROFILAXIA ANIMAL
PRÉ-REQUISITO: Microbiologia e Imunologia
EMENTA: Princípios de higiene e profilaxia dos animais, dos alimentos, das instalações e
equipamentos. Programas profiláticos e calendários de vacinação para as criações
zootécnicas. Importância do estudo dos parasitos; doenças causadas por protozoários considerações;
doenças
causadas
por
nematelmintos;
doenças
causadas
por
platelmintos; doenças causadas por artrópodes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• DOMINGUES, P. F.; LANGONI, H. Manejo sanitário animal. Rio de Janeiro: EPUB. 2001.
• PINTO, P. S. A. Inspeção e higiene de carnes. Viçosa: Editora UFV.
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• PEREIRA, A. S. Higiene e sanidade animal: fundamentos de produção animal. Ed.
Europa-América. 1992.
• ANDRETTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. São Paulo: Roca. 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• DUFOUR, B.; HENDRIKX, ED. Epidemiological surveillance in animal health. OIE. 2009.
• SEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. Embrapa. 302p.
• SANTOS, B. M. Terapêutica e desinfecção em avicultura. Viçosa: Editora UFV. 2008.
• RIEDEL, G. Controle Sanitário dos Alimentos. 3 ed. Atheneu Editora. 2003.
• HELLER, L.; PÁDUA, V.L. Abastecimento de água para consumo humano. Editora da
UFMG. 2006.
• LIBÂNIO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. 1ed. Editora Alínea e
Átomo. 2005.
• ROUQUAYROL, M.Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Saúde. 6ed. Editora Médsi.
2003.
• VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos.
Editora da UFMG. 1996.
DISCIPLINA: REPRODUÇÃO E BIOTÉCNICAS DE REPRODUÇÃO ANIMAL
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Fundamentos de histologia e fisiologia aplicados à reprodução. Efeitos
genéticos e ambientais na reprodução. Técnicas de reprodução: Monta natural, Monta
natural controlada, Inseminação artificial, transferência de embriões, fertilização in vitro.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• BALL, P.J.H.; PETERS, A.R. Reprodução em Bovinos. 3 ed. São Paulo: Roca, 2006. 240p.
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• GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas Aplicadas à
Reprodução Animal. 2 ed. São Paulo: Roca, 2008. 408p.
• HAFEZ, E.S.E.; HAFEZ, B. Reprodução Animal. 7 ed. São Paulo: Manole, 2003. 530p.
• LEY, W.B. Reprodução em Éguas Para Veterinários de Equinos. 1 ed. São Paulo: Roca,
2006. 240p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• AISEN, E.G. Reprodução Ovina e Caprina. 1 ed. São Paulo: MedVet, 2008. 203p.
• CUNNINGHAM, J.G.; KLEIN, B.G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008. 710p.
• GORDON, I. Reproducción Controlada del Cerdo. 1 ed. Zaragoza: Acribia, 1999. 280p.
• PALLHANO, H.B. Reprodução em Bovinos: Fisiopatologia, Terapêutica, Manejo e
Biotecnologia. 2 ed. Rio de Janeiro: LF Livros, 2008. 250p.
• REECE, W.O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 942p.
• SINGH, B.K. Compêndio de Andrologia e Inseminação Artificial em Animais de
Fazenda. 1 ed. São Paulo: Andrei, 2006. 340p.
DISCIPLINA: GENÉTICA ANIMAL
PRÉ-REQUISITO: Estatística Aplicada
EMENTA: Célula, mitose, meiose, herança gênica. Conceitos de ação gênica e
mapeamento de cromossomos de procariontes e eucariontes. Genética qualitativa e
quantitativa para aplicação em melhoramento animal. Ação gênica e frequência gênica.
Progressos genéticos nas ciências agrárias.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
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• RUZ, C. D. Princípios da Genética Quantitativa. UFV, 2005, 394p.
• CRUZ, C. D. et al. Genética volume 2. UFV, 2001 (reimpressão 2004), 475p.
• RAMALHO, M. A. P. et al. Genética na agropecuária – 4° edição revisada. UFLA, 2008,
463p.
• VIANA, J. M. S. Genética volume 1 – Fundamentos. UFV, 2003 (reimpressão 2009),
330p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• CRUZ, C. D. Programa GENES – Diversidade Genética. UFV, 2008, 278p.
• FERREIRA, G. B. B. Melhoramento Animal Básico. Cadernos Didáticos; n.6. UFSM, CCR,
Departamento de Zootecnia. Santa Maria, 2003, 76p.
• GRIFFITHS, A.J.F. et al. Genética Moderna. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro,
2001. KREUZER, H.; MASSEY, HÁ. Engenharia Genética e Biotecnologia. 2ªEd. Artes
Médicas Sul. Porto Alegre, 2002.
• LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal. FEPMVZ Editora, Belo Horizonte, 2005,
118p.
• Journal of Animal Science
• Journal of Dairy Science
DISCIPLINA: PISCICULTURA E AQUICULTURA
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Noções básicas de piscicultura e aquicultura, incluindo: histórico, status,
espécies cultiváveis, biologia, sistemas de cultivo, qualidade da água, nutrição,
reprodução e instalações. Noções sobre piscicultura e aquicultura sustentável. Interação
da aquicultura no contexto agropecuário e na preservação do meio ambiente. Situação
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atual dos principais organismos aquáticos cultivados. Evolução e perspectivas da
piscicultura e aquicultura brasileira e mundial. Conhecimento da legislação aquícola;
Sistemas intensivos de produção; Qualidade de água; Manejos de cultivo; Doenças;
Preservação ambiental; Biossegurança Industrialização e Comercialização. Policultivo
(importância e características, modelos e manejos). Consorciação (peixes/aves,
peixes/suínos, peixe/arroz). Reprodução de peixes (fisiologia, reprodução natural e
artificial, produção de alevinos). Manejo de reprodução, alevinagem e engorda de peixes
contentais e marinhas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• CASTAGNOLLI, N. Criação de Peixes de Água Doce. Jaboticabal: FUNEP. 1992, 189p.
• KUBITZA, F. Reprodução, Larvicultura e Produção de Alevinos de Peixes Nativos. 1 ed.
Jundiaí: F. Kubitza, 2004.
• VALENTI, W. C.; POLI, C. R.; PEREIRA, J. A.; BORGUETTI, J. R. Aquicultura no Brasil;
Bases Para Um Desenvolvimento Sustentável. CNPq/Ministério da Ciência e
Tecnologia, 2000. 399p.
• WOYNAROVICH, E. Manual de Piscicultura. Ministério da Integração Regional.
CODEVASF. 1993. 71p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• LEE, D. O. C.; WICKINS, J. F. Cultivo de Crustáceos. Zaragoza: Editorial Acribia. 1997.
447p.
• LIMA, S. L.; AGOSTINHO, C. A. A Tecnologia de Criação de Rãs. Viçosa: UFV. 1992.
• KUBITZA, F. Qualidade da Água no Cultivo de Peixes e Camarões. Jundiaí: F. Kubitza,
2003. 265p.:il.
• TAVARES, L. H. S. Liminologia Aplicada à Aquicultura. Jaboticabal: FUNEP, 1994. 70p.
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• TAVARES, L. H. S.; ROCHA, O. Produção de Plâncton (fitoplancton e zooplancton) Para
Alimentação de Organismos Aquáticos. São Carlos: RiMa, 2003. 106p.
• VALENTI, W. C. Carcinicultura de Água Doce: Tecnologia Para Produção de Camarões.
IBAMA/FAPESP. Brasília. 1998. 383p.
5º SEMESTRE
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO DE RUMINANTES
PRÉ-REQUISITO: Nutrição Animal
EMENTA: Digestão nos Ruminantes. Regulação do Consumo de Alimentos. Valor Nutritivo
dos Alimentos. Exigências Nutricionais dos Ruminantes. Balanceamento de Rações para
Ruminantes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• BERCHIELLI, T. T. et al. Nutrição de ruminantes. São Paulo: FUNEP. 2006.
• ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 1: bases e fundamentos. São Paulo: Nobel.
2002.
• ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição animal 2: Alimentação animal. São Paulo: Nobel. 2002.
• VAN SOEST, P.J. Nutritional Ecology of the Ruminant. Ithaca, New York: Cornell
University Press, 1994.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos Ruminantes. 2.ed. Santa Maria:. UFSM, 2009.
• SILVA SOBRINHO, A.G. Nutrição de ovinos. Jaboticabal: Funep, 1996.
• PEIXOTO, M. A et al. Nutrição de bovinos.: conceitos básicos e aplicados. 2 ed.:
FEALQ, 2000.
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• BUTOLO, J. E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. Colégio Brasileiro de
Nutrição Animal. Campinas-SP. 2002.
• LANA, R.P. Nutrição e Alimentação Animal: mitos e realidades. 2. ed. Viçosa: UFV,
2007.
• NUNES, I.J. Cálculo e Avaliação de Rações e Suplementos. Belo Horizonte: FEP-MVZ,
1998.
DISCIPLINA: FORRAGICULTURA II
PRÉ-REQUISITO: Forragicultura I
EMENTA: Reconhecimento de espécies forrageiras. Classificação de espécies forrageiras.
Técnicas de formação, adubação, e manejo de pastagens. Produção de sementes.
Metodologias de conservação de forragens: fenação, ensilagem. Capineiras e forrageiras
de inverno e Verão. Melhoramento de campos nativos e naturalizados com espécies
melhoradas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• CRUZ, J. C. Silagem de Milho e Sorgo. EMBRAPA, 2001, 544p.
• FONSECA, D. M.; MARTUSCELLO, J. A. Plantas Forrageiras. UFV, 2010, 537p.
• PILLAR, V. P. et al. (Eds) Campos Sulinos: Conservação e Uso Sustentável da
Biodiversidade. Brasília: MMA, 2009, 403 p.
• SILVA, S. C. et al. Pastagens – conceitos básicos, produção e manejo. Suprema, 2008,
115p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• EMBRAPA. Centro Nacional e Pesquisa em Solos. Sistema Brasileiro de Classificação
de Solos. Brasilia: Embrapa-SPI; Rio de Janeiro: Embrapa-Solos, 2006. 306 p.
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• FORBES, J. M. Voluntary Food Intake and Diet Selection of Farm Animals, 2nd Edition,
CAB International, 2007.
• HODGSON, J.; ILLIUS, A. W. (Ed). The ecology and grazing management system.
Guilford: CAB International, 1996, 466p.
• LEMAIRE, G. et al. Grasslands ecophysiology and grazing ecology. CAB International,
2000, 432p.
• SUTTIE, J. M.; REYNOLDS, S. G.; BATELLO, C. (Eds). Grasslands of the world. FAO, 2005,
495p.
• TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal – 4° Edição: Artmed, 2009, 820p.
DISCIPLINA: MELHORAMENTO ANIMAL I
PRÉ-REQUISITO: Genética Animal
EMENTA: Introdução e importância; Herança e variação; Meios de se controlar a herança;
Seleção; Médias de vida; Pedigree e progênie; Parentesco; Tipos de acasalamento;
Genética das populações; Reprodução controlada; Melhoramento de bovinos, eqüinos,
suínos, ovinos, caprinos e aves.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• CRUZ, C. D. Programa GENES – Diversidade Genética. UFV, 2008, 278p.
• FERREIRA, G. B. B. Melhoramento Animal Básico. Cadernos Didáticos; n.6. UFSM, CCR,
Departamento de Zootecnia. Santa Maria, 2003, 76p.
• LAZZARINI NETO, S. Reprodução e Melhoramento Genético. 2ª ed.: Aprenda Fácil,
2000, 86p.
• LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal. FEPMVZ: Belo Horizonte, 2005, 118p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
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• BORÉM, A.; CAIXETA, E. T. (Eds). Maradores moleculares. 2006, 374p.
• CRUZ, C. D. et al. Modelos biométricos aplicados ao melhoramento genético –
volume 1. UFV, 2004, 480p.
• CRUZ, C. D.; CARNEIRO, P. C. S. Modelos biométricos aplicados ao melhoramento
genético – volume 2. UVF, 2006, 585p.
• Journal of Animal Science
• Journal of Dairy Science
• Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia.
DISCIPLINA: BIOCLIMATOLOGIA E COMPORTAMENTO ANIMAL
PRÉ-REQUISITO: Introdução à Zootecnia e Práticas Zootécnicas
EMENTA: Elementos e fatores do clima: instrumentos e dispositivos de medição;
temperatura do ar e do solo; umidade do ar; precipitação; vento; evaporação;
evapotranspiração; o clima no desempenho animal; conforto animal e controle
ambiental.
Importância.
Estudo
da
sociabilidade
animal
no
meio
criatório.
Comportamento. Competição entre os animais. Distúrbios alimentares. Causa do stress
animal. Necessidade do espaço físico adequado para o seu desenvolvimento.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• CARTHY, J. D. 1989. Comportamento Animal. EPU e USP. São Paulo.
• HAHN, G.L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: Funep. 1993.
• DOMINGUES, O., 1971. Elementos de zootecnia tropical: definição, domesticação,
raça e tipo, reação aos trópicos, aclimação, regiões pastoris e regimes de criação:
Nobel, São Paulo, 140p.
65
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• MULLER, P.B. 1978, Bioclimatologia Aplicada aos Animais Domésticos. Editora
Pallotti, São Paulo, 171 p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• FERREIRA, R.A. Maior Produção com melhor ambiente para aves, suínos e bovinos. –
Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2005. 371p.
• HAFEZ, E. S. E. 1973. Adaptación de los animales domesticos. Editorial Labor.
Barcelona, 563p.
• PEREIRA, J.C.C. Fundamentos de Bioclimatologia Aplicados à Produção Animal. Belo
Horizonte, FEPMVZ – Ed., 195 p. 2005.
• SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São
Paulo: Santos, 2002.611 p.
• DAWKINS, Marian Stamp. Explicando o comportamento animal. São Paulo: Manole,
1989. x, 159 p.
• NÃÃS, I. A., 1989, Princípios do conforto térmico na produção animal, Ícone, São
Paulo, 183p.
DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO E TOPOGRAFIA
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Desenho: Materiais, normas, escalas, representação gráfica. Perspectivas.
Projeções. Desenho assistido por computador (CAD). Materiais usados em desenho:
conhecimento e emprego. Normas da ABNT. Formatos, dobras e cortes. Escalas.
Representação Gráfica. Esboços cotados. Desenho de peças. Plantas elevações e cortes.
Plantas topográficas. Projetos arquitetônicos. Noções de geometria descritiva.
Perspectiva.
Conceitos
fundamentais
de
topografia.
Planimetria.
Altimetria.
Levantamentos Topográficos. Noções de cartografia. Noções de sensoriamento remoto.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 7ª Ed. São Paulo:
Editora Globo, 2002.
• ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho técnico V. 1. 4ª Ed. São Paulo: Editora
Plêiade, 2008.
• SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4ª Ed. Rio de
Janeiro: Editora LTC, 2006.
• LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia Contemporânea: UFSC, Florianópolis. 1995.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS Desc. Fund. e Aplic.: UNESP,
2000.
• SILVA, G. S. Curso de desenho técnico. 1ª Ed. Porto Alegre: Editora Sagra-Luzzatto,
1993.
• COMASTRI, J. A.; JUNIOR, J. G. Topografia Aplicada: Medição, Divisão e Demarcação.
19. ed. Viçosa: UFV, Imprensa Universitária, 1993. 203p.
• Sistema de Informações Geográficas, Aplicações na Agricultura, 2 ed, Brasília:
Embrapa, 2003.
• ERBA, D. A. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. São
Leopoldo: Unisinos, 2005.
• JOLY, F. A cartografia. Campinas: Papirus, 1990.
DISCIPLINA: EQUINOCULTURA I
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
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EMENTA: Origem e Produção de cavalos no Brasil e no mundo; Principais características
das Raças equinas e suas aptidões; Estudo do exterior dos equinos; Cruzamentos;
Reprodução.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• MILS, D. S.; NANKERVIS, K. J. Comportamento equino princípios e práticas. Rio de
Janeiro: Roca. 2005.
• FRAPE, D. Nutrição e alimentação de Equinos. 3ed., São Paulo: Roca. 2008.
• BIRD, J. Cuidado Natural Del Caballo. Ed. Naturart S.A. 2004.
• .LEWIS, L. D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. São Paulo: Roca. 2000.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• SILVA, A. E. D. F. Criação de equinos. Brasília: Embrapa. 1998.
• VELO, W. Casqueamento e Ferrageamento de eqüinos. Editora LK. 2006.
• MEYER, H. Alimentação de Cavalos. São Paulo: Varela. 1995.
• RIET-CORREA, F.; SCHILD, A. L.; MENDEZ, M. D. C.; et al. Doenças de Ruminantes e
Equinos. São Paulo : Varela. 2001.
• LEEIS, L. D. Alimentação e cuidados do cavalo. São Paulo: Roca. 1985.
• THAMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 2ed., São Paulo: Varela. 1990
• MANSO FILHO, H. C. Manejo de Haras. Recife: Imprensa Universitária/UFRPE. 2001
6º SEMESTRE
DISCIPLINA: PROCESSAMENTO DE RAÇÕES
PRÉ-REQUISITO: Nutrição Animal
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EMENTA: Matérias primas: classificação, composição, função, proporção e limites de
utilização em função da espécie. Micro ingredientes pré-misturados núcleos e aditivos.
Controle de qualidade de matérias primas. Principais equipamentos e fases do processo
de elaboração de rações. (fareladas e peletizadas) de uma fabrica de rações. Métodos de
calculo de rações para monogástricos. Alimentos mais usados para poligástricos. Fatores
que afetam o consumo Máximo voluntário de forragens. Relação volumoso-concentrado
e seus efeitos físico-químicos do rúmen. Métodos de calculo de rações para poligástricos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ANDRIGUETTO, J.M.; PERLY, L.; MINARDI, I.; GEMAEL, A.; FLEMMING, J.S.; SOUZA, G.A.;
BONA FILHO, A. 1994. Nutrição Animal. V.1.: As Bases e os Fundamentos da Nutrição
Animal: Os Alimentos. 4 ed. Editora Nobel, São Paulo. 396 p.
• ANDRIGUETTO, J.M.; PERLY, L., MINARDI, I.; GEMAEL, A.; FLEMMING, J.S.; SOUZA, G.A.;
BONA FILHO, A. 1994. Nutrição Animal. V.2.: Alimentação Animal. 3 ed. Editora
Nobel, São Paulo. 426p.
• NUNES, I. J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. FEP-MVZ Editora, Belo
Horizonte, 1998, 185 p.
• NUNES, I.J. Nutrição animal básica. FEP-MVZ Editora, Belo Horizonte, 1998, 388 p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BERTECHINI,A .G. Nutrição de monogástricos. FAEPE/UFLA, Lavras, 1997, 255 p.
• BUTOLO, J.E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. 2002. 430p.
• CAMPOS, J. Tabelas para cálculo de rações. IU/UFV, Viçosa, 1981, 64 p.
• ISLABÃO, N. & RUTZ, F. 1995. Manual de cálculo de rações para os animais
domésticos. 6ª Ed. Editora Hemisfério Sul do Brasil. Pelotas-RS.
• LAZZARI, F.A. Umidade, fungos e micotoxinas na qualidade de sementes, grãos e
rações. Ed. Do autor, 1997. 148p.
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• PEIXOTO, R.R. & MAIER, J.C. 1993. Nutrição e Alimentação Animal. 2ª Ed. EDUCAT.
Pelotas, RS.
DISCIPLINA: CONSTRUÇÕES RURAIS E AMBIÊNCIA
PRÉ-REQUISITO: Desenho Técnico e Topografia
EMENTA: Resistência dos materiais; estudo dos materiais, dos elementos estruturais e
partes complementares de uma edificação; montagem de projetos de edificações.
Fundamentos do desenho técnico aplicado as instalações rurais. Projeto e
dimensionamento de instalações para suínos, bovinos de corte e de leite, aves de corte e
de postura, ovinos e equinos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• PEREIRA, M. F. Construções Rurais. São Paulo: Nobel, 2009. ISBN-10: 8521315384
• FISCHER, P. Construções rurais. São Paulo: Nobel, 2009.
• BORGES, A.C. et al. Prática das pequenas construções. 8ed., São Paulo: Edgard
Blücher. 1996. 323p.
• BAUER, L. A. F. Materiais de Construção. 5ed., vol I e II. São Paulo: Livros Técnicos e
Científicos Ltda. 2000.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ARAÚJO, R. C. L. et al. Coleção Construções Rurais: Materiais de construção. Rio de
Janeiro: Editora Universidade Rural, 2000.
• BAÊTA, F.C. Ambiência em edificações rurais: conforto animal. Viçosa: UFV, 1997.
246p.
• FARIA-JÚNIOR, M.J.A. Aulas de Construções e Instalações Rurais para o Curso de
Agronomia. São Paulo: UNESP. 2008.
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E-Mail: [email protected]
• FABICHAK, F. Pequenas construções rurais. São Paulo: Nobel, 2000.
• RIPPER, E. Manual Prático de Materiais de Construção. São Paulo: Pini, 2000. 263 p.
• FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente. Viçosa: Aprenda fácil.
ISBN:85-7630-020-6
DISCIPLINA: MELHORAMENTO ANIMAL II
PRÉ-REQUISITO: Melhoramento Animal I
EMENTA: Aspectos envolvidos no melhoramento de bovinos, equinos, suínos, aves,
caprinos e ovinos; Programa de melhoramento; Características a serem melhoradas, por
espécie zootécnica. Aplicação computacional para o melhoramento animal. Metodologias
específicas para obtenção de fenótipos por espécie. Aplicação de metodologias de
avaliação genética por espécie. Melhoramento genético aplicado á produção animal;
Modelos estatísticos aplicados ao Melhoramento Animal; Uso de Programas de
computação para análise de dados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• RESENDE, M. D. V.; ROSA-PEREZ, J. R. H. Genética e melhoramento de ovinos. UFPR,
2002, 184p.
• VALENTE, J. Et al. Melhoramento genético de bovinos de leite, EMBRAPA, 2001, 255p.
• JOSAHKIN, L. A; MACHADO, C. H. C. Melhoramento genético de gado de corte. Livro,
132p. Filme, 70 min - Produção Marcos Alberto Oliveira.
• LOPES, P. S. Et al. Melhoramento de suínos, UFV, 1994, 39p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• CRUZ, C. D. Programa GENES – Análise multivariada e simulação. UFV, 2006, 175p.
• CRUZ, C. D. Programa GENES – Biometria. UFV, 2006, 382p.
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• CRUZ, C. D. Programa GENES – Estatística experimental e matrizes. UFV, 2006, 285p.
• FALEIRO, G. F. Marcadores Genético – Moleculares – Aplicados a programas de
conservação e uso de recursos genéticos. EMBRAPA, 2007, 102p.
• FERREIRA, G. B. B. Melhoramento Animal Aplicado. Cadernos Didáticos; n.7. UFSM,
CCR, Departamento de Zootecnia. Santa Maria,2003, 118p.
• SCHUSTER, I.; CRUZ, C. D. Estatística genômica – Aplicada a populações derivadas de
cruzamentos controlados. UFV, 2008, 568p.
DISCIPLINA: SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: A saúde e a segurança no contexto da educação e da Qualidade Total. Higiene
no trabalho. Planejamento da higiene e da segurança na empresa. Equipamentos de
proteção. Normas e legislação. Proteção contra incêndio. Primeiros socorros. Causas e
custos dos acidentes. Análise e estatística dos acidentes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• OLIVEIRA, C.D. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e saúde no
trabalho. Micro, pequenas, médias e grandes empresas. São Paulo – LTR 2002
• BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental São Paulo: Atlas
2001
• Segurança e saúde do trabalhador rural. Brasília – Câmara dos Deputados,
Coordenação de Publicações 2007
• NR – 31 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura,
Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• Segurança no Trabalho Rural - DVD. Fundacentro, Viçosa – CPT 1999
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• Revista Proteção - Revista mensal de saúde e segurança do trabalho Novo
Hamburgo/RS
• NR-5 – CIPA
• NR-6 – EPI
• NR-7 – PCMSO
• NR-9 - PPRA
DISCIPLINA: EQUINOCULTURA II
PRÉ-REQUISITO: Equinocultura I
EMENTA: Sistemas de produção de animais para as diferentes aptidões. Aspectos dos
Manejos (geral, alimentar, reprodutivo, sanitário e de instalações). Planejamento da
criação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• MILS, D. S.; NANKERVIS, K. J. Comportamento equino princípios e práticas. Rio de
Janeiro: Roca. 2005.
• FRAPE, D. Nutrição e alimentação de Equinos. 3ed., São Paulo: Roca. 2008.
• BIRD, J. Cuidado Natural Del Caballo. Ed. Naturart S.A. 2004.
• LEWIS, L. D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. São Paulo: Roca. 2000.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• SILVA, A. E. D. F. Criação de equinos. Brasília: Embrapa. 1998.
• VELO, W. Casqueamento e Ferrageamento de equinos. Editora LK. 2006.
• MEYER, H. Alimentação de Cavalos. São Paulo: Varela. 1995.
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• RIET-CORREA, F.; SCHILD, A. L.; MENDEZ, M. D. C.; et al. Doenças de Ruminantes e
Equinos. São Paulo: Varela. 2001.
• THAMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 2ed., São Paulo: Varela. 1990
• MANSO FILHO, H. C. Manejo de Haras. Recife: Imprensa Universitária/UFRPE. 2001
DISCIPLINA: AVICULTURA I
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Avicultura de corte no Brasil e no Mundo. Produção de matrizes e pintos de um
dia. Manejo alimentar, sanitário e de instalações para produção de frangos de corte.
Avicultura de postura no Brasil e no Mundo. Produção de matrizes para postura.
Produção de ovos comerciais. Incubatório. Avicultura e seus impactos ambientais.
Produção de aves de corte e/ou de postura ambientalmente sustentáveis. Raças,
alimentação, sanidade, instalações, equipamentos e manejo voltados a produção avícola
sustentável. Inserção do pequeno avicultor no agronegócio.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• CIOCCA, M. L. S.; CARDOSO, S.; FRANZOSI, R. Criação de galinhas em sistemas
semiextensivos. Porto Alegre: Palloti, 1995. 112p.: il.
• COTTA, T. Produção de pintinhos – Manual prático. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 191p.
• MALAVAZZI, G. Avicultura – manual prático. São Paulo: Nobel, 156p
• SILVA, R. D. M.; NAKANO, M. Sistema caipira de criação de galinhas. 5 ed. Piracicaba:
R. Dias de Morais e Silva, 2000. 120p
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ALBINO, L. F. T.; TAVERNARI, F. C. Produção e manejo de frangos de corte. 1 ed.
Viçosa: UFV, 2008. 88p.
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E-Mail: [email protected]
• ANDRETTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1 ed. São Paulo: Roca, 2006. 328p
• COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 260p.: il.
• COTTA, T. Frangos de corte – criação, abate e comercialização. Viçosa: Aprenda Fácil,
2003. 217p.
• FABICHAK, I. Codorna: criação, instalação e manejo – Ed. Revista. 1 ed. São Paulo:
Nobel, 2004. 80p.
• JADHAV, N. V. Manual prático para cultura de aves. 2 ed. São Paulo: Andrei, 2006.
176p.
DISCIPLINA: SUINOCULTURA I
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Introdução e importância da Suinocultura. Reprodução e manejo da criação de
suínos. Raças, tipos, seleção, cruzamento e hibridação. Registro genealógico. Tipificação e
classificação de carcaças. Alimentação. Controle sanitário na criação de suínos.
Planejamento de criação. Pesquisa em suinocultura.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. UFLA, 301p.
• LEWIS, A. J., SOUTHERN, L. L. Swine Nutrition. CRC Press, 2000, 1032p.
• SILVA, A. P. et al. Gestão Ambiental na Suinocultura. Embrapa, 2007, 304p.
• SOBESTANSKY, J. et al. Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho.
Embrapa, 1998, 388p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• FILHO, E. T. (Ed). Alimentos alternativos para suínos. Editora UFLA, 2009, 232p.
• KEBREAB, E. et al. Nutrient Digestion and Utilization in Farm Animals, CABI, 2006,
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480p.
• MAVROMICHALIS, I. Applied Nutrition for Young Pigs, CABI, 2006, 272p.
• WHITTEMORE, C.T., KYRIAZAKIS, I. Whittemore's Science and Practice of Pig
Production. Wiley-Blackwell, 2006, 704p.
• SAKOMURA, N. K.; ROSTAGNO, H. S. Métodos de pesquisa em nutrição de
monogástricos. Jaboticabal/UNESP, 2007, 283p.
• STRAW, B.E.; et al. Diseases of Swine, Wiley-Blackwell, 2006, 1153p.
7º SEMESTRE
DISCIPLINA: TÉCNICAS EXPERIMENTAIS APLICADAS À ZOOTECNIA
PRÉ-REQUISITO: Estatística Aplicada
EMENTA: Princípios básicos de experimentação. Delineamento. Experimentos simples.
Esquemas fatoriais. Teste de comparação entre médias. Eficiência relativa dos
delineamentos experimentais. Planejamento, execução e análise experimental. Análise de
variação. Correlação e regressão.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• GOMES, P. L. Curso de estatística experimental. Livraria Nobel, São Paulo, 1992.
• MARTINS, G. A Estatística geral e aplicada, 3º Ed. Editora Atlas, São Paulo, 2005.
• STORK, L. Caderno didático: Experimentação I. Departamento de Fitotecnia/UFSM,
1997.
• ZIMMERMANN, F.J.P. Estatística aplicada à pesquisa agrícola. Santo Antônio de Goiás:
EMBRAPA Arroz e Feijão, 2004. 402p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• COIMBRA, J. L. M.; CARVALHO, F. I. F.; OLIVEIRA, A. C. Fundamentos do SAS aplicado a
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experimentação agrícola. Pelotas: Ed. Universitária/UFPEL, 2004.
• FONSECA, J. S., MARTINS, G. A. Curso de Estatística, 6º Ed. Editora Atlas, São Paulo,
2008.
• KAPS, M.; LAMBERSON, W. Biostatistics for animal science. CAB International, 2004,
464p.
• MORETTIN, P.; BUSSAB, A. Estatística Básica, 5º Ed. Editora Saraiva, São Paulo, 2004.
• RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análise estatística no excel – guia prático. UFV, 2008, 250p.
• TRIOLA, M. F., Introdução a estatística, 7º Ed., Editora LTC, Rio de Janeiro, 1999
DISCIPLINA: BIODIVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
PRÉ-REQUISITO: Zoologia e Botânica
EMENTA: Princípios e conceitos de ecologia. A planta e o animal nos ecossistemas
(culturas e criações econômicas). Resistência ao frio e ao calor. Resistência a seca e
relações hídricas. Tolerância das culturas a estresses e altas concentrações salinas.
Proteção recursos naturais renováveis (solo, água, flora e fauna). Poluição por defensivos
agrícolas
e
seu
controle.
Educação
ambiental.
Bioclimatologia.
Zoneamento
agroclimático. Educação Ambiental. Tópicos especiais. Concepção sistêmica da realidade.
Evolução da agropecuária e desenvolvimento econômico no Brasil. Planejamento e
interdisciplinaridade. Sistemas de produção diversificados e integrados. Critérios e
indicadores de sustentabilidade.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• OLIVEIRA, P. M. A. Animais silvestres e exóticos. São Paulo: Roca, 2003.
• VEIGA, J. E. & ZATS L. Desenvolvimento sustentável que bicho é esse. Rio de Janeiro:
Autores associados. 2008.
• LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima. 2005.
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• NEVES, M. F. & CASTRO, L. T. Agricultura integrada – inserindo pequenos produtores
de maneira sustentável em modernas cadeias produtivas. São Paulo: Atlas, 2010.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• DIBLASI, I. F. Ecologia Geral. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007.
• ARAÚJO, G. H. S. et al. Gestão ambiental em área degradadas. São Paulo: Bertrand,
2005.
• LÉVÊQUE, C. A biodiversidade. Bauru: EDUSC, 2005.
• WILSON, E. O. Biodiversidade. São Paulo: Nova Fronteira, 1997.
• SCOTTO, G. et al. Desenvolvimento sustentável. Petrópolis: Vozes, 2007.
• VEIGA, J. E. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro,
2008.
DISCIPLINA: GESTÃO RURAL E POLÍTICAS AGRÍCOLAS
PRÉ-REQUISITO: Não há.
EMENTA: Sistema econômico. Questão agrária brasileira contemporânea. Teoria
microeconômica, teoria macroeconômica. Matemática financeira. Industrialização e
crescimento.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ALVES, E.R. Reflexos sobre política Agrícola. 2ª Edição, Vol. 31, 1993.
• BACHA, C.J.C. Economia e Política Agrícola no Brasil, 1ª Edição, São Paulo: Atlas, 2004,
152p.
• CALLADO, A.A.C., (Organizador) – Agronegócio. 2ª Edição, São Paulo: Atlas, 2008.
• FLORES, A.W., RIES, L.R.; ANTUNES L.M., Gestão Rural, 1ª Edição, São Paulo: Planejar,
2006, 325p.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BOURGEOIS, L. Politiques agricoles. Paris, Flammarion, 1998.
• MARION, J.C., Contabilidade Rural: Contabilidade Agrícola, Contabilidade da Pecuária
e Imposto de renda - Pessoa Jurídica. 9ª Edição. Vol. 1, São Paulo: Atlas, 2008, 280p.
• OLIVEIRA, D.P.R., Manual de Gestão de Cooperativas: Uma Abordagem Prática.
• ROSSETTO, C.R.; MONTOYA, M. A., Abertura Econômica e Competitividade no
Agronegócio Brasileiro, Vol. 1, Passo Fundo: UPF, 2002, 404p.
• TEULON, F. La politique agricole commune. Paris, PUF, 2ª ed. 1993.
• ZYLBERSZTAJN, D.; SCARE, R.F. Gestão da Qualidade no Agribusiness. Editora: Atlas, 1ª
Edição, São Paulo: Atlas, 280p.
DISCIPLINA: CRIAÇÕES ALTERNATIVAS
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Anatomia e fisiologia das criações alternativas (Caprinos, coelhos, búfalos,
codornas, emas e minhocas). Raças e suas aptidões. Fases de criação. Manejo higiênico,
profilático e principais doenças dessas espécies. Manejo reprodutivo e melhoramento
genético. Manejo nutricional. Instalações e equipamentos para criação. Desempenho
produtivo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ASSUMPÇÃO, J.C. Bufalando sério Editora: agropecuária, 1996, 131 p.
• RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura: criação racional de caprinos, São Paulo: Nobel, 1997,
318p.
• VIEIRA, M. I. Produção de coelhos: caseira, comercial e industrial, 8ª Edição 1980 São
Paulo: Nobel, 1980, 368 p.
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• SILVA, J.B.G.S. Rheacultura: Criação de Emas (Manual Prático) 1 ed. Editora:
Agropecuária, 2004, 144p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ALBINO, L. F. T.; BARRETO, S. L. T.. Criação de Codornas para Produção de Ovos e
Carnes, 1 ed. Editora: Aprenda Fácil, 2003, 268 p.
• MARQUES, J. R. F., Búfalos – 500 perguntas/500 respostas, 1 ed., Editora Embrapa,
2000, 176 p.
• MELLO, H. V.; SILVA, J. F. Criação de Coelhos 1 ed. Editora: Aprenda Fácil, 2003, 259 p
• HOSKEN, F. M.; SILVEIRA, A. C. S. Criação de emas 1 ed. Editora: Aprenda fácil, 2003,
361 p.
• GARCIA, F. R. M. Criação de Minhocas - As Operárias do Húmus 1 ed. Editora:Rigel,
2005, 112p.
• SAMARA, S.I. et al. Sanidade e produtividade em búfalos. Editora: FUNEP 1993, 202 p.
DISCIPLINA: AVICULTURA II
PRÉ-REQUISITO: Avicultura I
EMENTA: Noções de anatomia e fisiologia, manejo, alimentação e problemas sanitários
mais comuns de: perus, codornas, faisões, pavões, galinhas de Angola, patos, marrecos,
gansos, cisnes, emas e avestruz. Avicultura e seus impactos ambientais. Produção de aves
de corte e/ou de postura ambientalmente sustentáveis. Raças, alimentação, sanidade,
instalações, equipamentos e manejo voltados a produção avícola sustentável. Inserção do
pequeno avicultor no agronegócio.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ALVES, E. R. Aves de raça pura – galinhas, faisões e aquáticos. Editora Cinco
Continentes , 2008. 183p.
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• CIOCCA, M. L. S.; CARDOSO, S.; FRANZOSI, R. Criação de galinhas em sistemas
semiextensivos. Porto Alegre: Palloti, 1995. 112p.: il.
• COTTA, T. Produção de pintinhos – Manual prático. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 191p.
• SILVA, R. D. M.; NAKANO, M. Sistema caipira de criação de galinhas. 5 ed. Piracicaba:
R. Dias de Morais e Silva, 2000. 120p
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ALBINO, L. F. T.; TAVERNARI, F. C. Produção e manejo de frangos de corte. 1 ed.
Viçosa: UFV, 2008. 88p.
• ANDRETTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1 ed. São Paulo: Roca, 2006. 328p
• COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 260p.: il.
• COTTA, T. Frangos de corte – criação, abate e comercialização. Viçosa: Aprenda Fácil,
2003. 217p.
• FABICHAK, I. Codorna: criação, instalação e manejo – Ed. Revista. 1 ed. São Paulo:
Nobel, 2004. 80p.
• JADHAV, N. V. Manual prático para cultura de aves. 2 ed. São Paulo: Andrei, 2006.
176p.
DISCIPLINA: SUINOCULTURA II
PRÉ-REQUISITO: Suinocultura I
EMENTA: Os impactos da suinocultura nos ecossistemas. Sistemas de produção de suínos
ambientalmente sustentáveis. Raças, alimentação, sanidade, instalações, equipamentos e
manejo voltados à suinocultura ecologicamente corretos. Inserção do pequeno
suinocultor no agronegócio.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
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• BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. UFLA, 301p.
• SOBESTANSKY, J.; WENTZ, I.; SILVEIRA, P. R.; SESTI, L. A. Suinocultura intensiva:
produção, manejo e saúde do rebanho. Embrapa, 1998, 388p.
• SILVA, A. P. et al. Gestão Ambiental na Suinocultura. Embrapa, 2007, 304p.
• WHITTEMORE, C.T., KYRIAZAKIS, I. Whittemore's Science and Practice of Pig
Production. Wiley-Blackwell, 2006, 704p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• KEBREAB, E. et al. Nutrient Digestion and Utilization in Farm Animals, CABI, 2006,
480p.
• LEGANFREDO, M. A. Gestão ambiental na suinocultura. Embrapa, 2007, 302p.
• LEWIS, A. J., SOUTHERN, L. L. Swine Nutrition. CRC Press, 2000, 1032p.
• MAVROMICHALIS, I. Applied Nutrition for Young Pigs, CABI, 2006, 272p.
• SAKOMURA, N. K.; ROSTAGNO, H. S. Métodos de pesquisa em nutrição de
monogástricos. Jaboticabal/UNESP, 2007, 283p.
• STRAW, B.E. et al. Diseases of Swine, Wiley-Blackwell, 2006, 1153p.
8º Semestre
DISCIPLINA: OVINOCULTURA I
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Importância da Ovinocultura. Raças de ovinos. Índices zootécnicos.
Particularidades da espécie ovina. Alimentação, formação e manejo de pastagens.
Equipamentos e instalações. Sistemas de exploração. Aspectos básicos de caprinocultura;
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
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• HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed. São Paulo: Manole, 2003.
• BOFILL, F. J. A reestruturação da ovinocultura gaúcha. Guaíba: Agropecuária, 1996.
• C. M. S. Ovinos: O produtor pergunta, a EMBRAPA responde. Brasília: EMBRAPA,
2007.
• SOUZA, I. G. A ovelha: manual prático zootécnico. 2ed. Porto Alegre: Pallotti, 2005.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos, epidemiologia e
controle. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2009.
• GOUVEIA, M. G. et al. Instalações para ovinos tipo corte. Brasilia: LK, 2007.
• GOUVEA, A. M. G. Viabilidade econômica da criação de ovinos de corte. Brasília: LK,
2006.
• RESENDE M. D. V. & ROSA-PEREZ, J. R. Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba:
Editora UFPR, 2002.
• SANTOS, et al. Diagnóstico de Gestação na Cabra e na Ovelha. São Paulo: Varela,
2004.
• SÒRIO, A. Sistema agroindustrial da carne ovina. São Paulo: Mérito, 2009.
DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE CORTE I
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Introdução e importância da Bovinocultura de corte. Bovinocultura de Corte no
Brasil. Raças e tipos. Melhoramento. Julgamento. Alimentação nas fases de cria, recria e
engorda. Planejamento. Manejo reprodutivo, alimentar e de instalações para gado de
corte (cria, recria e terminação). Manejo Sanitário
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
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• KOZLOSKI, Gilberto Vilmar. Bioquímica Dos Ruminantes. Santa Maria: Ed. UFSM, 2009.
• LUCHIARI FILHO, A. Pecuária da Carne Bovina. São Paulo: 2000.
• PIRES, A. V. Bovinocultura de corte. Vol I e II. São Paulo: Esalq-USP, 2009.
• SILVA, V. S. História da pecuária no Brasil: fator de integração e desenvolvimento.
Cuiabá: KCM. 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• AGUIAR, A. P. A. & RESENDE, J. R. Pecuária de corte: custos de produção e análise
econômica. Viçosa: Aprenda fácil.
• BARBOSA, F. A. & SOUZA, R. C. Administração de fazendas de bovinos de leite e corte.
Viçosa: Aprenda fácil.
• COAN, R. M. et al. Gestão da produção de bovinos de corte em pastagens. São Paulo:
Funep.
• CORREA, A.N.S. Gado de corte – o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília:
CNPGC. 1996.
• HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed. São Paulo: Manole, 2003.
• MARTIN, L. C. T. Bovinos: volumosos suplementares. São Paulo: Nobel. 1997.
DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE LEITE I
PRÉ-REQUISITO: Fisiologia dos Animais Domésticos II
EMENTA: Introdução e importância socio-econômica da pecuária leiteira. Regiões
criadoras e bacias leiteiras. Eficiência reprodutiva. Manejo e alimentação do rebanho
leiteiro nas diferentes fases da criação. Raças e tipos leiteiros. Condições essenciais à
exploração leiteira. Instalações e melhoramento de rebanho leiteiro, planejamento do
rebanho e principais cuidados sanitários.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003.
• LEDIC, I. L. Manual de bovinocultura leiteira. Piracicaba: FEALQ, 2000.
• NEIVA, R. S. Produção de bovinos leiteiros: planejamento, criação e manejo. 2ed.,
Lavras: UFLA, 2000.
• VALENTE, J. et al. Melhoramento genético de bovinos de leite. Juiz de Fora: Embrapa
gado de leite, 2001.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• CAMPOS, F. Gado de leite: o produtor pergunta a Embrapa responde. Brasília:
Embrapa, 2004.
• FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente. Viçosa: Aprenda fácil, 2005.
• LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens. São Paulo: Nobel,
• MARQUES, D. C. et al. Criação de bovinos. 6ed. São Paulo: Nobel,
• TRONCO, V. M. Manual para a inspeção da qualidade do leite. 2ed., Santa Maria:
UFSM, 2003.
• RENDALL, D. et al. Fisiologia Animal: Mecanismos e Adaptações. 4ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL I
PRÉ-REQUISITO: Higiene e Profilaxia Animal
EMENTA: Instalações e equipamentos de matadouros-frigoríficos e indústrias de
processamento de carnes; estrutura e composição do músculo e tecidos associados;
conversão do músculo em carne; propriedades da carne; tecnologias de processamento e
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conservação de carnes; microbiologia da carne; processamento de aves, suínos e bovinos;
processamento de pescado e tecnologia dos principais produtos derivados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de Abate e Tipificação de
Carcaças. Viçosa: Editora UFV, 2006. 370p.
• OLIVO, R. O Mundo do Frango. Criciúma: Ed. do Autor, 2006. 680p.
• ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed. v. I e II. 2005
• PARDI, M.C.; SANTOS, J.F.; SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência e Tecnologia da Carne.
Goiânia: UFG. v. I e II. 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• LAWRIE, R.A. Ciência da Carne. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 384p.
• OLIVO, R., OLIVO, N. O Mundo das Carnes. Criciúma: Ed. do Autor, 2006. 214p.
• PINTO, P.S.A. Inspeção e Higiene de Carnes. Viçosa: Editora UFV, 2008. 320p.
• TERRA, N.N. Apontamentos de Tecnologia de Carnes. São Leopoldo: Editora Unisinos,
1998. 216p.
• TERRA, N.N.; TERRA, A.B.M.; TERA, L.M. Defeitos nos Produtos Cárneos: Origens e
Soluções. São Paulo: Varela, 2004. 88p.
• SHIMOKOMAKI, M., OLIVO, R., TERRA, N.N., FRANCO, B.D.G.M. Atualidades e Ciência e
Tecnologia de Carnes. São Paulo: Varela, 2006. 236p.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO RURAL
PRÉ-REQUISITO: Gestão e Políticas Agrícolas
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EMENTA: História da Administração. Empresa rural e área de atuação. Empresário rural.
Áreas e níveis empresariais. Análise sistêmica da empresa rural. Estratégia empresarial.
Planejamento, organização, direção e controle do agronegócio.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ARBAGE, A. P. Fundamentos de economia rural. Argos, 2006, 272p.
• CALLADO, A.A.C. Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005. 146p
• CREPALDI, S. A. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. São Paulo: Atlas,
2006. 344p.
• MARION, J. C. Contabilidade da pecuária. São Paulo: Atlas, 2007. 224p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ARAÚJO, M.J. Fundamentos de agronegócios. São Paulo: Atlas, 2005. 152p.
• BARBOSA, J.S. Administração rural a nível de fazendeiro. São Paulo: Nobel. 114p.
• MARION, J.C. Contabilidade e controladoria em agribusiness. São Paulo: Atlas. 224p.
• MARION, J.C. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária e
imposto de renda – pessoa jurídica. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2008. 280p.
• NEVES, M.F.; THOMÉ, L. Agricultura integrada: inserindo pequenos produtores de
maneira sustentável em modernas cadeias produtivas. São Paulo: Atlas, 2010. 176p.
• SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na agropecuária. 4
ed. São Paulo: Atlas, 2009. 168p.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS ÉTICOS
PRÉ-REQUISITO: Não há.
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EMENTA: Estudo da especificidade da Ética como disciplina filosófica. Conceitos e
problemas fundamentais da Ética. O campo da moralidade. Analise da reflexão ética na
história da filosofia. Tópicos de ética aplicada.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• ARANHA, M. L. Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2003.
• BOFF, L. Saber cuidar. Ética do Humano – compaixão pela terra. 14. ed. Petrópolis:
Vozes, 2008.
• CHAUI, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003.
•
THUGENDHAT, E. Lições sobre ética. 5. Ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BOFF, L. Ética e Moral. A busca dos seus fundamentos. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
• CHAUÍ, M. Filosofia. Novo Ensino Médio. São Paulo: Ática, 2000.
• JAPIASSÚ, H.; MARCONDES, D. Dicionário Básico de Filosofia. 4 ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 2008.
• MORAN, E. et. al. Solidariedade e complexidade. São Paulo: Pala Athena, 2000.
• PEGORARO, O. Ética dos maiores mestres através da História. 3 ed. Petrópolis: Vozes,
2008.
• SOUZA, H. Ética e cidadania. São Paulo: Moderna, 1984.
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA E COMUNICAÇÃO RURAL
PRÉ-REQUISITO: Gestão Rural e Politicas Agrícolas
EMENTA: Antropologia: O homem no reino da natureza. A construção da cultura,
linguagem e comunicação. A formação e função dos grupos sociais. Estrutura fundiária e
organização social rural. Instituições sociais no meio rural. Colonização e reforma agrária.
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Sistemas de estratificação da sociedade. Liderança e dinâmica de grupo. Sociometria.
Fundamentos da educação. Processos de comunicação e metodologia. Modelos
pedagógicos e a extensão rural. Métodos de extensão rural. Planejamento da ação
extensionista.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• BROSE, M. (org.) Metodologia Participativa: Uma introdução a 29 instrumentos. Porto
Alegre: Tomo Editorial, 2001.
• BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: Metodologias de
planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
• OLINGER, G. Métodos de Extensão Rural. Florianópolis: EPAGRI, 2001.
• QUESADA, G. Comunicação e comunidade: mitos da mudança social. São Paulo:
Loyola, 1980.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• BORDENAVE, J. D.; CARVALHO, H. M. Comunicação e Planejamento. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1980.
• FONSECA, M. T L. Da. A extensão rural no Brasil, um projeto educativo para o capital.
São Paulo: Loyola, 1985.
• FROEHLICH, J. M.; DIESEL, V. (Orgs.). Espaço Rural e Desenvolvimento Regional. Ijuí:
EDUNIJUÍ, 2004.
• GUIJT, I. Monitoramento participativo: conceitos e ferramentas práticas para a
agricultura sustentável. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1999.
• KRAPPITZ, U; ULLRICH, G. J.; SOUZA, J. P. de. Enfoque participativo para o trabalho em
grupos: conceitos básicos e um estudo de caso. Recife: ASSOCENE, 1988.
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• QUEDA, O. A Extensão Rural no Brasil: da anunciação ao milagre da modernização
agrícola. 1987. 201f. Tese (Livre Docência) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de
Queiroz” – Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP.
9º SEMESTRE
DISCIPLINA: OVINOCULTURA II
PRÉ-REQUISITO: Ovinocultura I
EMENTA: Manejo reprodutivo, nutricional, seleção e cruzamentos. Classificação da lã.
Principais
doenças
infecto-contagiosas
e
parasitárias.
Carências
nutricionais.
Planejamento da criação. Ovinocultura de Carne, leite e lã, mercados e comercialização.
Noções de manejo na Caprinocultura.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003.
• BOFILL, F. J. A reestruturação da ovinocultura gaúcha. Guaíba: Agropecuária, 1996.
• C. M. S. Ovinos: O produtor pergunta, a EMBRAPA responde. Brasília: EMBRAPA,
2007.
• GONÇALVES, P. B. et al. Biotécnicas aplicadas a reprodução animal. 2ed. São Paulo:
Roca.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos, epidemiologia e
controle. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2009.
• GOUVEIA, M. G. et al. Instalações para ovinos tipo corte. Brasilia : LK, 2007.
• GOUVEA, A. M. G. Viabilidade econômica da criação de ovinos de corte. Brasília: LK,
2006.
• RESENDE M. D. V. & ROSA-PEREZ, J. R. Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba:
Editora UFPR, 2002.
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E-Mail: [email protected]
• SANTOS, et al. Diagnóstico de Gestação na Cabra e na Ovelha. São Paulo: Varela,
2004.
• SÒRIO, A. Sistema agroindustrial da carne ovina. São Paulo: Mérito, 2009.
DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE CORTE II
PRÉ-REQUISITO: Bovinocultura I
EMENTA: Bovinocultura de corte a base de pasto. Raças adaptadas, crescimento,
desenvolvimento e produção de carne com certificação de origem. Práticas de manejo e
alternativas alimentares, sanitário para produção etológica e ecologicamente sustentável.
Instalações e equipamentos adequados a este sistema de produção. Planejamento da
criação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• PIRES, A. V. Bovinocultura de corte. Vol I e II. São Paulo: Esalq-USP, 2009.
• RANDALL, D. BURGGEREN, W. FRENCH, K. Fisiologia Animal: Mecanismos e
Adaptações. 4ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
• SERENO, J. R. B., LIMA, E. C. N. Z., Eficiência no Manejo Reprodutivo: Sucesso no
Rebanho de Cria. Campo Grande: Embrapa, 2002.
• SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA. A Produção Animal na Visão dos Brasileiros.
Piracicaba: FEALQ, 2001.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ARENALES, M. C. Produção orgânica de carne bovina. Viçosa: Centro de produções
técnicas, 2000.
• HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003.
• IBD 2000. Diretrizes do Instituto biodinâmico. Normas técnicas de certificação de
produção, 2001.
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• OSÓRIO, J. C. S., OSÓRIO, M. T. M., OLIVEIRA, N. R. M. et al. Qualidade, Morfologia e
Avaliação de carcaças. Pelotas: UFP, 2002.
• MARQUES, D. C. et al. Criação de Bovinos. 6ed., São Paulo: Nobel.
• KOZLOSKI, Gilberto Vilmar. Bioquímica dos Ruminantes. Santa Maria: Ed. UFSM, 2009.
DISCIPLINA: BOVINOCULTURA DE LEITE II
PRÉ-REQUISITO: Bovinocultura de Leite I
EMENTA: Situação e perspectivas da produção de leite a base de pasto no Brasil e
Mundo. Manejo alimentar e controle zoosanitário etológica e ecologicamente
sustentáveis. Planejamento duma criação para produção de leite saudável.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 7ed., São Paulo: Manole, 2003.
• LEDIC, I. L. Manual de bovinocultura leiteira. Piracicaba: FEALQ, 2000.
• NEIVA, R. S. Produção de bovinos leiteiros: planejamento, criação e manejo. 2ed.,
Lavras: UFLA, 2000.
• AGUIAR, A. P. A. & ALMEIDA, B. H. P. J. F. Produção de leita a pasto: abordagem
empresarial e técnica. Viçosa: Aprenda Fácil, 1999.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• CHAPAVAL, L. Leite de qualidade: manejo reprodutivo, nutricional e sanitário. Viçosa:
editora Aprenda fácil, 2000.
• FERREIRA, R. A. Maior produção com melhor ambiente. Viçosa: Aprenda fácil, 2005.
• LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens. São Paulo: Nobel,
• MARQUES, D. C. et al. Criação de bovinos. 6ed. São Paulo: Nobel,
• REIS, E. A As vacas leiteiras e os animais que as possuem. 3ed., São Paulo: Nobel,
1998.
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• RENDALL, D. et al. Fisiologia Animal: Mecanismos e Adaptações. 4ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL II
PRÉ-REQUISITO: Higiene e Profilaxia Animal
EMENTA: Leite - importância, histórico, definição. Evolução da indústria láctica.
Composição química e bioquímica. Obtenção higiênica. Causas das variações da
quantidade e qualidade. Microrganismos. Testes físicos químicos e microbiológicos.
Classificação e propriedades. Nomenclatura. Produtos de laticínios. Processos de
beneficiamento. Elaboração, higienização e conservação dos produtos e derivados.
Industrialização do Mel e de Ovos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• COTTA, T. Galinha - Produção de Ovos. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil. 2002. 260p.
• TRONCO, V.M. Manual Para Inspeção da Qualidade do Leite. 3 ed. Santa Maria: Editora
UFSM. 2008. 203p.
• ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed. v. I e II. 2005
• CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio
Cavalcanti Costa – UESB, Processamento de Mel Puro e Composto, filme66 min.
Manual prático 203 p.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• ANTUNES, A. J. Funcionalidade de Proteínas do Soro de Leite Bovino. 1 ed. Barueri:
Manole. 2003. 150p.
• BEHMER, M. L. A. Como Aproveitar Bem o Leite no Sítio ou Chácara. 1 ed. São Paulo:
Nobel. 1977. 107p.
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• CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS - CPT, Coordenação Técnica Prof. Paulo Sergio
Cavalcanti Costa – UESB, Produção de Pólen e Geleia Real, filme 55 min. Manual
prático 146 p.
• EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos. 2 ed. Atheneu. 2008. 692p.
• FERNANDES, A. R.; SILVA, C. A. B. Projetos de Empreendimentos Agroindustriais –
Produtos de Origem Animal. 1 ed. Viçosa: Editora UFV. 2003. vol. I. 308p.
• JAY, J. M. Microbiologia de Alimentos. 6 ed. Porto Alegre: Artmed. 2005. 712p.
DISCIPLINA: AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS
PRÉ-REQUISITO: Tecnologia de Produtos de Origem Animal I
EMENTA: Avaliação de carcaça: conceitos, normas. Conformação dos animais. Genótipo e
Fenótipo. Características qualitativas: maturidade fisiológica, coloração, textura e firmeza.
Fatores quantitativos: Peso de carcaça, área de olho de lombo, espessura de gordura
subcutânea,
comprimento
de
carcaça,
percentagem
de
cortes. Técnicas
de
experimentação e avaliação da qualidade da carne. Tipificação de carcaças.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de Abate e Tipificação de
Carcaças. Viçosa: Editora UFV, 2006. 370p.
• RAMOS, M.E.; GOMIDE, L.A.M. Avaliação da qualidade de carnes: fundamentos e
tecnologias. Viçosa: Editora UFV, 2007.
• LAWRIE, R.A. Ciência da Carne. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 384p.
• PARDI, M.C.; SANTOS, J.F.; SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência e Tecnologia da Carne.
Goiânia: UFG. v. I e II. 2006.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
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E-Mail: [email protected]
• BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Portaria n.5, de 8 de
novembro de 1988, Aprova a Padronização dos Cortes de Carne Bovina.
• BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Instrução Normativa n.9,
de 4 de maio de 2004, Aprova o Sistema Brasileiro de Classificação de Carcaças de
Bovinos.
• CASTILLO, C.J.C. Qualidade da Carne. São Paulo: Varela, 2006. 240p.
• MONTEIRO, E.M. Curso de Qualidade da Carne. Bagé: Embrapa, 2001. 86p.
(Documento 38)
• ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: ArtMed. v. I e II. 2005
• TERRA, N.N.; BRUM, M.A.R. Carne e Seus Derivados: Técnicas de Controle de
Qualidade. São Paulo: Nobel, 1988. 121
DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL
PRÉ-REQUISITO: Administração Rural
EMENTA: Terminologia e definições. Classificação do meio ambiente. Poluição. Controle
Ambiental. Eco-desenvolvimento. Sistemas de gestão do meio ambiente. Avaliação do
ciclo de vida. Avaliação da performance. Indicadores específicos para a área industrial.
Legislação ambiental.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS (LEITURA OBRIGATÓRIA):
• GEBLER, L.; PALHARES, J. C. P. Gestão Ambiental na Agropecuária. Brasília, DF:
Embrapa Informação Tecnológica, 2007.
• PHILIPPI. A. JR.; ROMERO, M. A.; GILDA C. B. Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP:
Manole, 2004 (Coleção Ambiental).
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• SPADOTTO, C.; RIBEIRO, W.. Gestão de resíduos na Agricultura e Agroindústria.
Botucatu, SP: FEPAF - Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais Ltda,
2006.
• PHILIPPI JR. P.; ALVES A. C. Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental. Barueri, SP:
Manole, 2005 (Coleção Ambiental).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES:
• SEGANFREDO, M. A.. Gestão Ambiental na Suinocultura. Brasília, DF: Embrapa
Informação Tecnológica, 2007.
• PHILIPPI JR. A. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamento para um
desenvolvimento sustentável. Barueri, SP: Manole, 2005 (Coleção Ambiental).
• HILIPPI JR. A.; PELICIONI M. C. F. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Barueri, SP:
Manole, 2005.
• MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, H. F. Reuso da Água. Barueri, SP: Manole, 2003 (Coleção
Ambiental).
• MONTIBELLER G. F. Empresas, Desenvolvimento e Ambiente. Barueri, SP: Manole,
2006 (Coleção Ambiental).
• ARAUJO, G. H. DE S.; ALMEIDA, J. R. DE; GUERRA, A. J. T. Gestão Ambiental de Áreas
Degradadas. 4ª Ed., Editora Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 2007.
7.
CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Os critérios e procedimentos de avaliação da aprendizagem do Curso Superior de
Zootecnia seguirão o Regulamento da Avaliação e do Rendimento Escolar do Instituto
Federal Farroupilha.
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E-Mail: [email protected]
8.
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE
COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS
As competências anteriormente desenvolvidas pelos alunos, que estão
relacionadas com o perfil de conclusão do curso Superior de Zootecnia, poderão ser
avaliadas para aproveitamento de estudos nos termos da legislação vigente.
Assim, poderão ser aproveitados no curso, os conhecimentos e experiências
desenvolvidos:
- Em disciplinas cursadas em outros cursos de nível similar ao que se pretende
realizar o aproveitamento, obedecendo aos critérios expressos em regulamentação
específica;
- Em experiências em outros percursos formativos e/ou profissionais, em cursos
de educação profissional de formação inicial e continuada de trabalhadores, no trabalho
ou por outros meios informais, mediante a solicitação do aluno e posterior avaliação do
aluno através de banca examinadora conforme regulamentação própria.
A avaliação para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores,
com indicação de eventuais complementações ou dispensas, será de responsabilidade da
coordenação de curso que deverá nomear uma comissão de especialistas da área para
analisar o pedido de aproveitamento de conhecimentos e competências indicando se
necessário a documentação comprobatória desses conhecimentos e habilidades
desenvolvidos anteriormente e as estratégias adotadas para avaliação e dos resultados
obtidos pelo aluno.
O aproveitamento, em qualquer condição, deverá ser requerido antes do
início do período letivo em tempo hábil para o deferimento pela direção da Unidade e a
devida análise e parecer da comissão nomeada para este fim, com indicação de eventuais
complementações.
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E-Mail: [email protected]
9.
INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA
Localizado no distrito de Passo Novo, distante 27 (vinte e sete) km da sede do
município de Alegrete, o Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete, realiza suas
atividades educativas na “fazenda-escola” que conta com área própria de 318 (trezentos
e dezoito) hectares e 28 (vinte e oito) hectares arrendados, onde são desenvolvidas as
mais diversas atividades agropecuárias nas 08 (oito) Unidades Educativas de Produção
(UEPs): olericultura, culturas anuais regionais, fruticultura, silvicultura, avicultura de corte
e de postura, suinocultura, ovinocultura, bovinocultura de corte e de leite, forragicultura,
mecanização agrícola e agroindústria, entre outras; conta, ainda, com mais de 26.000 m²
de área construída, onde estão localizados 02 (dois) auditórios, 20 (vinte) salas de aula, 04
(quatro) salas de multi-meios, biblioteca, centro de informática composto por 04 (quatro)
laboratórios de última geração, 02 (dois) alojamentos masculinos e 01 (um) alojamento
feminino, refeitório, laboratórios diversos, unidades de acompanhamento médico e
psicológico, unidade de alimentação e nutrição, ginásio poliesportivo, campo de futebol e
pista de atletismo, entre outras estruturas.
UEP ZOOTECNIA I: 642,40 m2
Sala de aula...............................................................................................................92,15 m2
Galpão.....................................................................................................................100,00 m2
Galpão.......................................................................................................................96,00 m2
Galpão.......................................................................................................................63,00 m2
Galpão.......................................................................................................................63,00 m2
Galpão.......................................................................................................................68,00 m2
Galpão.......................................................................................................................50,00 m2
Galpão.......................................................................................................................32,00 m2
Depósito Ração.........................................................................................................12,00 m2
Pinteiro.....................................................................................................................12,00 m2
Pinteiro.....................................................................................................................12,00 m2
Galpão Apicultura.....................................................................................................42,25 m2
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UEP ZOOTECNIA II: 592,00 m2
Galpão Ovinocultura...............................................................................................120,00 m2
Sala de aula...............................................................................................................84,00 m2
Galpão Maternidade, Creche, Recria e Terminação...............................................304,00 m2
Galpão Gestação.......................................................................................................84,00 m2
UEP ZOOTECNIA III: 1.345,85 m2
Sala de aula, sala ordenha, sala do leite, alojamento.............................................147,00 m2
Confinamento Bovinos............................................................................................666,00 m2
Galpão arraçoamento.............................................................................................294,00 m2
Depósito de Ração....................................................................................................61,75 m2
Galpão Ordenha / 2..................................................................................................69,30 m2
Matadouro para Bovinos (9 x 3,5)............................................................................31,50 m2
Inseminação Artificial (3,20 x 2,70)............................................................................8,64 m2
Balança para Bovinos (3,25 x 3,40)...........................................................................11,05 m2
Abrigo tronco (3,55 x 5,20).......................................................................................18,46 m2
Abrigo banheiro para bovinos (10,90 x 3,50)............................................................38,15 m2
UEP AGROINDÚSTRIA: 388,00 m2
Prédio com sala de aula, sala leite, sala para abate de suínos, sala para abate de aves,
vestiário..................................................................................................................388,00 m2
UEP AGRICULTURA I: 1571,36 m2
Galpão.......................................................................................................................36,00 m2
Estufa......................................................................................................................480,00 m2
Estufa......................................................................................................................465,00 m2
Estufa .....................................................................................................................437,10 m2
Estufa / Sementeira..................................................................................................53,40 m2
Sala aula / horta velha..............................................................................................99,86 m2
UEP AGRICULTURA II e MECANIZAÇÃO: 409,00 m2
Sala de aula...............................................................................................................79,00 m2
Oficina.......................................................................................................................80,00 m2
Garagem para máquinas e implementos................................................................250,00 m2
UEP AGRICULTURA III: 110,80 m2
Sala de aula...............................................................................................................66,80 m2
Galpão.......................................................................................................................44,00 m2
ADMINISTRAÇÃO CENTRAL: 6.667,80 m2
Prédio Administrativo.............................................................................................379,94 m2
Prédio salas de aula (105).......................................................................................434,94 m2
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Prédio administração escolar e salas de vídeo.......................................................389,60 m2
Prédio Laboratórios de Física, Química, Biologia, Informática..............................398,12 m2
Prédio Salas de aula (6 a 10)...................................................................................307,80 m2
Biblioteca................................................................................................................261,25 m2
Prédio CGAE e Grêmio Estudantil..........................................................................275,00 m2
Prédio Sala de TV para alunos, Supervisão Pedagógica, Sala de Reuniões, Sala
Coordenação de Cursos, Sala dos Servidores.........................................................407,00 m2
Quiosque para alunos.............................................................................................123,49 m2
Prédio sala 12, miniauditório, lancheria.................................................................300,00 m2
Alojamento para alunos: Prédio 2ª e 3ª séries.......................................................609,00 m2
Alojamento para alunos Prédio 1ª séries................................................................345,85 m2
Prédio cozinha, refeitório, lavanderia.....................................................................740,74 m2
Almoxarifado: Prédio 1 ..........................................................................................300,00 m2
Prédio 2 ............................................................................................153,77 m2
Posto de Combustível..........................................................................60,00 m2
Padaria......................................................................................................................48,00 m2
Ginásio coberto com quadra poliesportiva..........................................................1.133,30 m2
CENTRO DE INFORMÁTICA: 604,00 m2
Prédio com 1 sala de aula, 4 salas com laboratórios, 1 sala de administração, 1 sala de
oficina e sanitários..................................................................................................604,00 m2
CONSTRUÇÕES PARA APOIO: 12.991,45 m2
Sala de aula Topografia (6,25 x 30,23)....................................................................188,94 m2
Prédio Marcenaria e Fábrica de Ração Animal.......................................................341,60 m2
Áreas de Circulação e Passarelas............................................................................654,91 m2
Prédio Antigo Curso de Tratorista (14 x 52)...........................................................728,00 m2
Quadras Poliesportivas descobertas (18 x 32)........................................................576,00 m2
Campo de Futebol e Pista de Atletismo (70 x 137).............................................9.590,00 m2
Quadra de areia (38 x 24).......................................................................................912,00 m2
Obs.: Não foi computado na área construída do Instituto Federal Farroupilha –
Campus Alegrete, a área das residências dos servidores.
9.1 Infraestrutura Acadêmica
O Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete vem atualizando e qualificando
sua estrutura acadêmica com a aquisição de recursos materiais destinados à formação,
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desenvolvimento, atualização, expansão, qualificação e valorização de seu patrimônio
intelectual no que concerne às atividades fins da instituição.
Fomentando a qualidade da infra-estrutura acadêmica o presente Plano de
Desenvolvimento Institucional propõe ações que buscam a qualificação e modernização
dos programas e ações em desenvolvimento. A comunidade acadêmica conta atualmente
com os seguintes recursos:
•
04 laboratórios de informática.
•
01 Telecentro para pesquisa, comunicação e digitalização de textos e imagens.
•
04 salas de multi-meios equipadas com DVD, Vídeo Cassete, Televisor e
microcomputador com placa de vídeo.
•
07 Laboratórios de Produção Agropecuária (Horticultura; Culturas Anuais Regionais/
Mecanização Agrícola; Fruticultura/Silvicultura; Animais de Pequeno Porte; Animais
de Médio Porte; Animais de Grande Porte; Agroindústria).
•
01 Laboratório de Tecnologia de Alimentos.
•
01 Laboratório de Fitotecnia.
•
01 Laboratório de Microbiologia e Biologia.
•
Equipamentos de vídeo-conferência.
•
01 impressora braile.
•
01 projetor multimeio.
•
01 antena parabólica.
•
01 filmadora.
•
02 máquinas fotográficas digitais.
•
02 equipamentos de sonorização.
•
Biblioteca.
9.1.1 Biblioteca
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A Biblioteca do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete – Biblioteca Tasso
Siqueira – atualmente instalada em prédio de 261,25 m2, disponibiliza aos usuários
infraestrutura física, de acervo e de recursos humanos de boa qualidade e, em virtude do
crescimento quantitativo de usuários atendidos, deverá ter ampliada sua área física. Essa
ampliação/reforma objetiva corrigir pontos como conforto térmico e demais aspectos
ergonômicos, bem como a ampliação de seus serviços e, a partir disso serão implantadas
novas dependências, tais como sala de estudo individual com capacidade para 23
usuários, sala de estudo em grupo com capacidade para 30 usuários, sala com capacidade
para 12 microcomputadores com acesso à internet, sala de audiovisuais e sala de
processamento técnico, reuniões e oficina de livros.
A Biblioteca mantém expediente externo de segunda à sexta-feira, das 08 horas às
23 horas ininterruptamente, e conta com três servidores, sendo dois efetivos
(bibliotecária e auxiliar) e um contratado. Estes servidores desenvolvem paralelamente às
rotinas do setor ações que visam a permanente atualização, qualificação e ampliação de
acervo, instalações e demais serviços oferecidos.
Entre essas ações está a automação das rotinas do setor que principiou em 2006
pela formação do banco de dados utilizando o Winisis – distribuído pela UNESCO.
Pretende-se concluir esta tarefa em 2007 e imediatamente implantar sistema de
gerenciamento do acervo.
O acervo é organizado conforme Classificação Decimal Universal – CDU – e
atualmente conta com 5.548 volumes assim quantificados:
Livros:
• Área 00 (Generalidades e Informática): 344 volumes
• Área 1(Filosofia e Psicologia): 51 volumes
• Área 2 (Religião): 61 volumes
• Área 3 (Ciências Sociais): 306 volumes
• Área 5 (Matemática e Ciências Naturais): 751 volumes
102
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Rua Esmeralda, 430 – Faixa Nova – Camobi -97110-060 – Santa Maria – RS
Fone/FAX: (55) 3217 0625
E-Mail: [email protected]
• Área 6 (Ciências Aplicadas): 2.275 volumes
• Área 7 (Artes, Recreação, Esportes): 58 volumes
• Área 8 (Língua, Lingüística e Literatura): 1.366 volumes
• Área 9 (Geografia, Biografia,História): 336 volumes
Material em meio magnético:
• Fitas VHS: 262 volumes (áreas 00, 3, 5, 6, 7, 8 e 9)
• CD’s: 30 volumes (áreas 00, 3, 6 e 8)
Periódicos:
• 02 assinaturas de jornais estaduais.
• 113 títulos1 (22 de generalidades e informática e 91 de ciências aplicadas);
Horários de funcionamento da biblioteca
Segundas-feiras
Das 8:00 às 23:00
Terças-feiras
Das 8:00 às 23:00
Quartas-feiras
Das 8:00 às 23:00
Quintas-feiras
Das 8:00 às 23:00
Sextas-feiras
Das 8:00 às 23:00
9.1.2 Infraestrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso
1
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m2)
m2 por
estação
m2 por aluno
Biologia
55,64
-
1,85
Todos títulos são referentes a doações,ou seja, não possuem real periodicidade.
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Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
01
07
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
02
Microscópio Zeiss
Microscópio DVF
Lupa ocular Monocular DVF – KRL Zeiss
Microscópio Monocular DEV
Microscópio biológico monovertical Meiji
Macroscópio esteroscópio Meiji p/ CCD
Câmera de TV CCD Meiji Color Monitor Sony Trinintron
Estufa de esterilização e secagem
Centrífuga Fanen
Balança eletrônica digital
Medidor PH digital
Frigobar
Microscópio óptico didático, monocular, iluminação por transmissão OTI-2
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m2)
m2 por
estação
m2 por aluno
Química
60,45
-
2,02
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
01
01
01
01
01
01
01
01
Balança analítica p/ laboratório marte pesagem de cadinhos
Destilador de água automático, para 2 litros água/hora
Balança eletrônica de precisão com capacidade de pesagem 0,01g até 1000g
Autoclave vertical para esterilização
Balança analítica eletrônica com capacidade de pesagem de 210g
Chuveiro lavador de olhos
Refrigerador duplex 119 litros
Agitador magnético com controle de aquecimento e velocidade, capacidade de
5000mL
Destilador de água automático
Bico de Bunsen
Torneira elétrica
Banho maria com agitação com indicação de temperatura, programáveis entre 10
e 100 graus
01
01
01
01
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01
01
01
01
01
35
Capela de exaustão de gases
Destilador de água automático p/2 litros água/hora
Balança analítica p/ laboratório Marte pesagem de cadinhos
Balança eletrônica de precisão com capacidade de pesagem 0,01g até 1000g
PH metro medição de 0,0 a 14,00 / MV CL eletrodo PH4 PH7 e RCL – 3 molar
Bancos de madeira
Área (m2)
Laboratório (nº e/ou nome)
m2 por
estação
m2 por aluno
Bovinocultura – Zootecnia III
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
01
Matadouro do gado área de 36,07 m²
01
Sala de ordenha área 146,82 m²
01
Ordenhadeira espinha-de-peixe
01
Resfriador capacidade 500 litros
Área (m2)
Laboratório (nº e/ou nome)
m2 por
estação
m2 por aluno
Fabrica de Ração
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
01
Misturador de Ração – DFOS – IR Lucato
01
Misturador de Ração – Motor de indução marca GE
01
Depósito de Ração
01
Balança 150 KG com plataforma e rodas
01
Triturador de cereais a martelo marca Penha – Mod. TH2500
01
Batedeira Arno planetária
01
Forno elétrico
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01
Amassadeira comercial capacidade 40 Kg
01
Cilindro com motor 2HP
01
Modeladora para pão de 50 a 500 gramas- 2 cilindros marca HIPO
01
Divisória de massa manual marca HIPO
01
Exaustor 40 cv monofásico
01
Armário para crescimento do pão – 36 formas
01
Balança 2 pratos capacidade 15 Kg marca Cauduro – Modelo convencional
01
Fogareiro de alta pressão com tacho esmaltado 50 E Tripé
01
Batadeira industrial para 4 litros
01
Máquina extrusora com acessório para 7 tipos de massa
01
Batedeira industrial para mesa com tacho de alumínio 220 volts
01
Refrigerador/freezer capacidade 390 litros
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m2)
m2 por
estação
m2 por aluno
Agroindústria
388 m²
-
11
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Setor de Laticínios
01
Desnatadeira
01
Câmara fria
01
Fogões industriais
01
Balanças eletrônicas
01
Prensa pneumática para fabricação de queijos
02
Mesas de inox
01
Batedeira industrial
01
Pistola para teste de alizarol
01
Geladeira industrial
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01
Miniusina de pasteurização composta dos seguintes: conjunto com pasteurizador
de leite capacidade de 500 l/h em aço inox e embaladeiro automatico
01
Tacho vasculante capacidade de 200 litros
01
Fatiador de queijo
01
Tanque para coagulação de leite, camisa dupla, em aço inox a gás, capacidade de
100 litros
03
Bomba centrifuga para iogurte
01
Iogurteira elétrica
02
Prensa para queijos
01
Tacho para filar massa de mussarela
01
Dosadora para produtos viscosos em aço inox semi-automatica
01
Resfriador em aço inox 304 sanitário com guindaste e suporte agitador motor
trifásico, tanque de expansão direto de 2000 litros
01
Centrifuga para leite com 8 butirômetros elétricos
01
Aparelho Dornic (acidimetro dornic)
01
Maquina seladora a vácuo automática em aço inox
01
Prateleiras em fibra de vidro para estocagem de alimentos
01
Termolactodensímetro
Setor de Carnes
03
Moedor e embutideira de carne elétrico
02
Misturador de carne com bacia em aço inox
03
Serras elétricas
04
Freezer horizontal com duas tampas
03
Mesa inoxidável
01
Fogão industrial
01
Conjunto de funis para sangria de aves
01
Escaldadeira para frangos
01
Depenadeira automática para frangos
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01
Mesa de evisceração
01
Câmara-fria para resfriamento
01
Insensibilizador elétrico para suínos
02
Guincho com capacidade mínima de 600 Kg
02
Mesas para depilação de suínos
01
Lança-chamas para suínos com funcionamento a gás
01
Trilhagem aérea
01
Mesa de inspeção
9.2 Adequações Para Portadores de Necessidades Especiais
O Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete dispõe de rampas de acesso e
estacionamento para PNEs na área central e Centro de Informática. Cientes que essas
ações ainda são insuficientes está empenhada em oferecer aos PNEs condições de acesso
a todos os ambientes do Instituto, como banheiros, salas, auditório, biblioteca, lancheria,
UEPs, inclusive saídas de emergência sem barreiras. Para isso, diversas obras de
adequação estão em andamento, e novas adequações deverão ser efetuadas de acordo
com este PDI. Também a acessibilidade ao site institucional está sendo providenciada.
10.
EMPRESAS CONVENIADAS COM O IFF – CAMPUS ALEGRETE
• 6.º Regimento José de Abreu – Alegrete/RS.
• Adão Nelson Kerpel – Santiago/RS
• Aeroagrícola Santos Dumont – Cachoeira do Sul/RS
• AEROARROZ Aviação Agrícola Ltda. – Itaqui/RS
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• Agrícola da Terra – Eldorado do Sul/RS
• Agrícola Horizonte – São Borja/RS
• Agrícola Panorama Ltda – Maracaju/MS
• AGROMAIS Consultoria Agropecuária Ltda. – Uruguaiana/RS
• AGROMIL – Cachoeira do Sul/RS
• Agropecuária Nemitz – Manoel Viana/RS
• Agropecuária Parcianelo – Alegrete/RS
• Agropecuária Pilecco – Alegrete/RS
• Agropecuária Plátano – Alegrete/RS
• Agropecuária Por do Sol – Campos de Júlio/MT
• Agropecuária Rhode – Rosário do Sul/RS
• Agropecuária Rosariense – Rosário do Sul/RS
• Agropecuária Santo Onofre – Uruguaiana/RS
• Agropecuária Tunas – Santiago/RS
• AGROSER – Uruguaiana/RS
• André Maggi Participações S/A – Rondonópolis/MT
• Antonio Eroni Jaques – Alegrete/RS
• Antonio Grespan – Fazenda Caliandra – Barreiras/BA
• Apiflora – Alegrete/RS
• Arlindo Marchezan – Alegrete/RS
• Associação dos Fruticultores de Santiago - AFRUTIS – Santiago/RS
• AVIPAL S/A – Lajeado/RS
• Cabanha Andarilho – Porto Alegre/RS
• Cabanha Azul – Quaraí/RS
• Cabanha Infantada – Santo Antônio das Missões/RS
• Cabanha Minuano – Alegrete/RS
• Cabanha Santa Luzia – São Francisco de Paula/RS
• Cabanha São Marcos – Alegrete/RS
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• Campodonel Cia – Porto Alegre/RS
• Capanegra Agropecuária – Bagé/RS
• CERATTI Agronegócios Ltda. – Uruguaiana/RS
• Chácara Velha Paineira – Alegrete/RS
• Cleomar José Guerra Ereno – Alegrete/RS
• Clóvis Ereno – Inhanduí – Alegrete/RS
• Clovis Ferreira de Costa – Quaraí/RS
• Comercial Agrícola Horizonte Ltda. – São Borja/RS
• Condomínio Agropecuário Fazenda das Caturras– Alegrete/RS
• Condomínio Agropecuário Itapororó – Alegrete/RS
• Condomínio Gentil Carlesso – Quaraí/RS
• Condomínio Nair e Marylena Ribeiro – Alegrete/RS
• Condomínio Odair Gonzales – Uruguaiana/RS
• Condomínio Sucessores Ismar Ferreira – Alegrete/RS
• Conservas Oderich – São Sebastião do Caí/RS
• Cooperativa Central Oeste Catarinense Ltda.– Maravilha/SC
• Cooperativa de Produtores de Arroz e Soja Ltda. – Rosário do Sul/RS
• Cooperativa Agropecuária de Campos Novos - COOPERCAMPOS – Campos Novos/SC
• Cooperativa dos Agricultores de Plantio Direto Ltda. (COOPLANTIO)– Itaqui/RS
• Cooperativa Agroindustrial de Alegrete Ltda. – Alegrete/RS
• Cooperativa Regional Auriverde – Maravilha/SC
• Cooperativa Regional Tritícola Serrana Ltda.– Ijuí/RS
• Cooperativa Santa Clara Ltda. – Carlos Barbosa/RS
• Cooperativa Tritícola Agropastoril Giruá Ltda. – Giruá/RS
• COTRISAL – São Borja/RS
• COTREL - Erechim/RS
• Coxilha Comércio e Representações – Rosário do Sul/RS
• Cooplantio – Alegrete/RS
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• Cristal Aviação Agrícola– Alegrete/RS
• Agrosoja Santana Comércio de Produtos Agrícolas Ltda – Santana do Livramento/RS
• Édison Fernandes Dorneles– Alegrete/RS
• EMATER– Alegrete/RS
• EMBRAPA – Bagé/RS
• Estância da Chapa – Alegrete/RS
• Estância da Vigia – Quaraí/RS
• Estância do Rodeio – Alegrete/RS
• Estância Santo Antônio – Alegrete/RS
• Estância Santo Izidro – Uruguaiana/RS
• Estância Umbu – Rosário do Sul/RS
• Estância Caliandra – Barreiras/BA
• Estância Fraiburgo – Fraiburgo/SC
• Estância Rincão – Porto Alegre/RS
• Fazenda Capiati – São Borja/RS
• Fazenda Causuarinas – Alegrete/RS
• Fazenda Pinheiro – Alegrete/RS
• Fazenda do Angico – Rosário do Sul/RS
• Fazenda Planeste, SLC Agrícola Ltda. – Balsas/MA
• Fazenda Eusébio Prevedello – Rosário do Sul/RS
• Fazenda Boa Vista – Alegrete/RS
• Fazenda Querência – São Borja/RS
• Fazenda Três Cerros – Alegrete/RS
• Fazenda San Francisco – Campo Grande/MT
• Fazenda São José – Manoel Viana/RS
• Felix Umberto Simoneti – Sapezal/MT
• Frigorífico Mercosul – Alegrete/RS
• Fundação Átila Taborda – Campus Universitário de Alegrete/RS
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• Fundação Maronna – Alegrete/RS
• Fundação Pró-Semente – Passo Fundo/RS
• GAP Genética – Jaciara/MT
• GAP Genética Agropecuária– Uruguaiana/RS
• Garça Aviação Agrícola – Itaqui/RS
• Granja São Jorge – Alegrete/RS
• Granja Nossa Senhora de Lourdes – Uruguaiana/RS
• Genética Pitangueira – Itaqui/RS
• Gibarroz Ltda. – Alegrete/RS
• Gildo Posser e Outros – Alegrete/RS
• Grupo Maggi – Fazenda Tucunaré/MT
• Haras Mundo Novo – Alegrete/RS
• Inspetoria Veterinária – Alegrete/RS
• Inspetoria Veterinária – São Francisco de Assis/RS
• Itagro Aviação Agrícola – Alegrete/RS
• Itapororó Aviação Agrícola Ltda – Alegrete/RS
• Juremar Cazarotto – Alegrete/RS
• Manfra e Cia Ltda – Curitiba/PR
• Marcelino Flores de Oliveira – São Desidério/BA
• Martim Marona Pons – Uruguaiana/RS
• Master Agropecuária – papanduva/SC
• Maximiliano José Klahold – Campos de Julio/MT
• Mercon – Uruguaiana/RS
• Miguel Waldemar Zilch – Rosário do Sul/RS
• Milton José Rigel – Alegrete/RS
• Orlando Polato e Outro – Rondonópolis/MT
• Padaria e Confeitaria Canto Doce – Alegrete/RS
• Parceria Agrícola Passo do Angico – Alegrete/RS
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• Parceria Passo do Angico – Alegrete/RS
• Parceria Pecuária Cabanha Minuano – Alegrete/RS
• Parceria Agrícola Parcianello - Alegrete/RS
• Parceria tarumã-Rincão do 28 – Alegrete/RS
• Pilecco e Cia Ltda – Alegrete/RS
• PROGEPEC Consultores Assiciados Lrda. Santa Maria/RS
• Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Uruguaiana/RS
• Residencial Águas Claras – Sapezal/MT
• Rigo Agropecuária Ltda. – Rosário do Sul/RS
• Rondon Aeroagrícola/MT
• Roque Cervi e Cia Ltda. – Alegrete/RS
• Santa Vontade PAP – Hulha Negra/RS
• São Leandro Agropecuária S.ª - Rosário do Sul/RS
• Serviço Nacional de Apreendizagem Comercial - SENAC – Porto Alegre/RS
• Secretaria Municipal de Agricultura – Horizontina/RS
• SLC – Alegrete/RS
• SEPAL – Serviços Especializados de Pulverizações – São Sepé/RS
• Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alegrete – Alegrete/RS
• STARA S.A. – Ind. Impl. Agrícolas – Não Me Toque/RS
• Souza e Beria Ltda. – Tangará da Serra/MT
• Stella Saatkamp Beck – Rosário do Sul/RS
• Tubino e Santos Ltda. – Rosário do Sul/RS
• UKALUX S.A. – Uruguaiana/RS
• VECTIS Tecnologias para Agricultura Ltda. – Santa Maria/RS
• Veterinária Caverá – Alegrete/RS
• Veterinária Garupá – Alegrete/RS
• Yargo Agropecuária – Itaqui/RS
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11.
PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
11.1 Corpo Docente (Quadro Efetivo)
N.
º
Docente
1 Airam Fernandes da Silva
2
Alcionir Pazatto de
Almeida
3 Ana Paula Flores Botega
4 Ana Rita Costenaro Parizi
5 Andressa Ballem
6
Anna Carolina Cerato
Confortin
Bento Alvenir Dornelles
7
de Lima
8 Camila Goulart Peres
9 Carla Comerlato Jardim
10
Carlos Ayrton Josende
Prates
11 Cláudio Fiorezi
12
Cristhiano Bossardi de
Vasconcelos
13 Dirce Neusa Goulart
Formação
Agronomia
Geografia
Química
Engenharia
Agrícola
Ciências
Biológicas
Zootecnia
Licenciatura
em Ciências
Agrícolas
Educação
Física
Medicina
Veterinária
Educação
Física
Titulação
Área
Regime de
Trabalho
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Ciência e Tecnologia
de Sementes
Análise Ambiental e
Mestrado
Dinâmica Especial
Educação Ambiental
e Sanitária –
Especialização
Educação Virtual à
Distância
Engenharia de Água Dedicação
Doutorado
e Solo
Exclusiva
Dedicação
Graduação
Exclusiva
Produção Animal- Dedicação
Mestrado
Forragicultura
Exclusiva
Mestrado
Doutorado
Ciências Agrárias
Mestrado
Educação Física
Escolar
Mestrado
Educação
Educação
Natação
Especialização
Agronomia
Doutorado
Ciência da
Computação
Mestrado
Licenciatura
Especialização
em Estudos
Ciclagem de
Nutrientes
Geomática:
Tecnologia da
Geoinformação
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Licença
Médica
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Sociais
Medicina
14 Edi Vernei Souza Goulart
Especialização Organização Escolar
Veterinária
Edison Gonzague Brito da Licenciatura
15
Mestrado
Filosofia
Silva
em Filosofia
Ciências
16 Eduardo Alves Oliveira
Mestrado
Entomologia
Biológicas
Emerson Bianchini
Ensino e Pesquisa em
17
História
Especialização
História
Estivalete
Emmanuel Veiga de
Medicina
18
Mestrado
Clínica Médica
Camargo
Veterinária
Ciências da
19 Fábio Diniz Rossi
Informática
Mestrado
Computação
FarmáciaCiência e Tecnologia
20 Fernanda Ortolan
Mestrado
Bioquímica
dos Alimentos
Francisco Barbosa
Licenciatura
Especialização
21
Ensino de Física
Teixeira
em Física
Licenciatura
22 Greice Gonçalves Girardi
Mestrado
Inglês
em Letras
Licenciatura
23 Itagira Munhoz Martins
Especialização
Linguística
em Letras
Iuri Barcelos Pereira
24
Matemática
Graduação
Rocha
Ciências
25 Janice Walau Ferreira
Graduação
Biológicas
26 Janine Bochi do Amaral
27 Jiani Cardoso da Roza
28 Jorge Kraemer Stone
Pedagogia
Sistemas de
Informação
Administração
de Empresas
Ciência da
Computação
Ciências
Contábeis
Mestrado
Educação
Mestrado
Computação
Científica
Mestrado
Educação
29 José Ernesto Alves Grisa
Zootecnia
Mestrado
Sociologia Rural
30 José Luiz Ferraz Aires
Zootecnia
Doutorado
Plantas Forrageiras
31 José Nilton Rodrigues
Artes Plásticas Especialização
Metodologia do
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
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Fone/FAX: (55) 3217 0625
E-Mail: [email protected]
Dorneles
Joseane Erbice dos
32
Santos
Josiane Fontoura dos
Anjos Brandolt
Jussara Aparecida da
34
Fonseca
Lauren Moraes da
35
Silveira
33
36
Leontina Maria Witt
Cidade
37 Lilianna Bolsson Loebler
38 Liane Camatti
39
Luciana Azambuja
Alcantara
40 Luciano José Crochemore
– Habilitação
em Técnicas
Agrícolas
Ensino de 2º Grau
Processamento e
Engenharia
Pós-Doutorado Armazenamento de
Agrícola
Produtos Agrícolas
Ciência da
Informática
Mestrado
Computação
Matemática Especialização
Engenharia
Civil
Filosofia –
Letras
Português Francês
Engenharia
Agronômica
Educação
Especial
Desenho e
Plásticas
Química
Mestrado
Engenharia de
Produção
Especialista
Linguística Aplicada
Mestrado
Graduação
Mestrado
Mestrado
Admisnistraçã
o e Farmácia
Mestrado
Bioquímica
Sistemas de
42 Marcelo Pedroso da Roza Formação e
Mestrado
Matemática
Maria Consuelo Silva de
Médica
43
Especialização
Souza
Veterinária
Maria Helena Galary
Licenciatura
44
Especialização
Medeiros
em Química
Marta Leonor Picolli
Medicina
45
Especialização
Borella
Veterinária
Maurício Guerra
46
Agronomia
Mestrado
Bandineli
Luciano da Costa
41
Barzotto
47 Maurício Ramos Lutz
Matemática
Matemática Especialização
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Ciência e Tecnologia Dedicação
de Sementes
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Artes e Visualidade
Exclusiva
Engenharia
Dedicação
Ambiental
Exclusiva
Dedicação
Ciências Sociais
Exclusiva
Ciência da
Computação
Dedicação
Exclusiva
Licença
Mestrado
Metodologia de
Licença
Ensino
Médica
Toxicologia Animal Dedicação
Piscicultura
Exclusiva
Dedicação
Agronomia
Exclusiva
Dedicação
Estatística
Exclusiva
Toxicologia Animal
116
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48 Mauro Janner Martins
49 Mauro Pereira Mendes
50 Norberto Bolzan
51 Otacílio Silva do Motta
52 Paula Vergaro
Paulo Duran dos Santos
Molina
Paulo Ricardo Barbieri
54
Dutra Lima
53
Química
Educação
Física
Engenharia
Agrícola
Medicina
Veterinária
Química de
alimentos
Medicina
Veterinária
Sistemas de
Informação
55 Renata Porto Alegre
Zootecnia
Rodrigo Ferreira
Machado
Agronomia
56
57 Roger Elias
58 Rosemari Kerber Aires
59 Rossana Cassanta Rossi
60
Rúbia Mara Siqueira da
Silva
61 Thiago Troina Melendez
62 Tiago Santos da Rosa
63
Valeska Duarte da Silva
Goularte
História
Ciências
Agrárias
Letra
PortuguêInglês
Mestrado
Química Orgânica
Graduação
Doutorado
Cadastro Técnico
Multifinalitário e
Gestão Territorial
Zootecnia Ovinocultura
Qualidade em
Alimentos
Medicina Veterinária
Preventiva
Engenharia da
Produção
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Mestrado
Exclusiva
Dedicação
Mestrado
Exclusiva
Dedicação
Mestrado
Exclusiva
Dedicação
Mestrado
Plantas Forrageiras
Exclusiva
Ciência e Tecnologia Dedicação
Doutorado
de Sementes
Exclusiva
Dedicação
Especialização
Ensino Religioso
Exclusiva
Dedicação
Mestrado
Educação Agrícola
Exclusiva
Dedicação
Mestrado
Educação
Exclusiva
Mestrado
Dedicação
Exclusiva
Ensino de
Dedicação
Matemática
Mestrado
matemática
Exclusiva
Letra inglêsGrestão e
Dedicação
Especialização
Organização Escolar Exclusiva
Português
Economia
Ciência e Tecnologia Dedicação
Mestrado
Doméstica
Agroindustrial
Exclusiva
Química
Mestrado
Química Inorgânica
11.2 Corpo Docente (Quadro Temporário)
117
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N.º
Docente
Carla Cristiane Fonseca
1
Barbosa
2 Darciela Lovatto Ceolin
3 Glênio Antônio da Luz
Formação
Letras
PortuguêsEspanhol
Análise de
Sistemas
Regime de
Trabalho
Substituto
Especialização Literatura Brasileira (20 horas)
Titulação
Especialização
Área
Desenvolvimento
de Software
Sensoriamento
Remoto
Geografia
Mestrado
Informática
Mestrado
Física
Graduação
6 Patric Lincoln
Técnico em
Informátrica
Técnico
7 Ricardo Annes
Administração
Mestrado
Ciência da
Computação
8 Silvana da Rosa
Letras
PortuguêsInglês
Mestrado
Leitura e Gognição
Heleno Carmo Borges
Cabral
4
5 Ícaro Ilo da Silva
Bioinformática
Substituto
(20 horas)
Substituto
(20 horas)
Substituto
(20 horas)
Substituto
(40 horas)
Substituto
(20 horas)
Substituto
(40 horas
Substituto
(20 horas)
11.3 Corpo Técnico-Administrativo
SERVIDORES TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS
SERVIDOR
CARGO
FORMAÇÃO
1
Adriana Correia dos
Santos
Técnico em Agropecuária.
2
Adriele Machado
Rodrigues
Assistente de alunos.
3
Aires da Silva Dorneles
Técnico em Agropecuária.
- Graduação em
Agronomia.
4
Alba Cristina Botelho
Muniz
Assist. em Administração
-Ensino Médio
Assist. Administração
- Técnico em Contabilidade
- Licenciatura em Letras:
Português/Inglês
- Especialização em
Psicopedagogia Social
5
Alexsandra A. Brito
- Graduação em Zootecnia.
- Licenciatura em Letras
- Especialização em
Metodologia do Ensino da
Língua Portuguesa
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6
Alice R. Oliveira Rocha
Assist. Administração
Ensino Médio
7
Ana Paula S. Ribeiro
Pedagoga
- Pedagogia: Supervisão
- Especialização em
Psicopedagogia
8
Antonio Candido Silva da
Silva
Aux. Administrativo
- Superior em Ciências
Jurídicas e Sociais.
9
Antonio Carlos A. Ferraz
Pedreiro
Ensino Fundamental
10
Antonio Renato Souza
Machado
Assist. Administrativo
- Bacharel em
Administração
11
Antonio Roberto S.
Machado
Vigilante
Ensino Médio
12
Araci da Costa Machado
Vigilante
Ensino Médio
13
Augusto Elias Penna de
Souza
Assist. Administração
Ensino Médio
14
Aurora V. Fernandes
Aux. Administrativo
Ensino Fundamental
15
Braulino R. Alves
Op. Máquinas Agrícolas
Ensino Fundamental
16
Carmem Lourdes Dilonet
Smanioto
Pedagoga/ Supervisão
Escolar
-Pedagogia
- pós-graduação em
Interdisciplinariedade.
17
Catia S. O. Marck
Telefonista
Ensino Médio
18
Clovis A. S. Silva
Op. Máquinas Lavanderia
Ensino Médio
Profissionalizante: Técnico
em Informática
19
Cristiane de Lima Geist
Auditora
Superior em Direito
- Técnico em Agropecuária
- Pedagogia
- Especialização em
Psicopedagogia
20
Daniel F. R. Morais
Téc. Agropecuária
21
Denise Margareth B.
Ancino Delavenchia
Médica
22
Dionara Lopes Dorneles
Assistente em
Administração
23
Elisângela Aparecida
Numitor Franklin
Assist. Administração
Ensino Médio
24
Eliane Aparecida P. Colpo
Assist. Administração
-Tecnologo em Processos
Gerenciais
- Superior em Medicina
- Especialização em
Medicina do trabalho
- Bacharel em
Administração
- Especialização em
Administração de
Marketing e RH.
- Licenciatura em Estudos
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25
Eva E. M. Rodrigues
Téc. Assuntos Educac.
Sociais
- Especialização em
Organização Escolar
26
Fabiana Bonatto
Gonçalves
Assist. Administração
- Graduação em Ciências
Biológicas.
27
Fabiana da S. Cabreira
Odontóloga
28
Fernanda Murussi
Odontóloga
- Especialização em
Odontopediatria
29
Francisco S. Lima
Téc. Agropecuária
Técnico em Agropecuária
30
Gisela F. Freitas
Nutricionista
Nutrição
31
Gláucia R. J. R. Rodrigues
Aux. Enfermagem
- Técnico em Enfermagem
- Tecnólogo em
Agroindústria
- Odontologia
- Especialização em
Odontopediatria
- Especialização em
Educação na modalidade
PROEJA
- Mestrado em
Nanociências
32
Heleno Carmo B. Cabral
Técnico Analista de TI.
33
Ione Terezinha G. Correa
Assist. Administração
Bacharel em
Administração
34
Irion P. Adolpho
Motorista
Ensino Fundamental
35
Jacinto P. Costa
Jardineiro
Técnico em Agroindústria
36
Janete Fouchard Lira
Assistente de Alunos
Ensino Médio
37
Jéssica Saraiva da Silva
Assistente de Alunos
Ensino Médio
38
João Adalberto A.
Mosselim
Op.Máquinas Agrícolas
Ensino Fundamental
39
João Batista P. Pereira
Cozinheiro
Ensino Médio
40
João Batista R. Lopes
Téc. Contabilidade
- Bacharelado em
Administração
41
João Hermes M. Neto
Téc. Agropecuária
Técnico em Agropecuária
42
Jonathan Simonin Sales
da Silva
Administrador
43
José Carlos A. Souza
Aux. Administrativo
Técnico em Agropecuária
44
José Carlos D. Rodrigues
Eletricista
Ensino Médio
45
Juliana Spolaor Warth
Pedagoga
- Superior em Pedagogia
- Especialização em
Pedagogia Escolar:
-Bacharel em
Administração
- Especialização em Gestão
Pública
120
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TECNOLÓGICA
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Fone/FAX: (55) 3217 0625
E-Mail: [email protected]
Supervisão e Orientação
46
Lara Mendonça de
Almeida
Assistente de Alunos
Ensino Médio
47
Leila Acosta Pinho
Pedagoga/ Tec. Em Assuntos
Educacionais
- Superior em Pedagogia
- Especialização em
Psicopedagogia Social
48
Lisiane L. Dias
Psicóloga
- Psicologia
- Especialização em
Recursos Humanos
49
Luciano P. Costa
Vigilante
Ensino Médio
50
Lucimar S. B. Moral
Assist. Administração
- Bacharel em
Administração
51
Luiz Carlos T. Santos
Marceneiro
Ensino Médio
52
Lurdes Elena Soares
Mazui
Aux. Administração
53
Marcele B. da Silva
Pedagoga/ Téc. Em Assuntos
Educacionais
- Superior em Econômia
- Especialização em em
Formação em Educação –
PROEJA.
- Superior em Pedagogia
- Bacharel em
Administração
- Especialização em
Administração
54
Maria Cleonice L. Silva
Assist. Administração
55
Maria G. Souza
Cozinheira
Técnico em Agroindústria
56
Nadir F. S. Silva
Cozinheiro
Técnico em Informática
57
Patrício S. Machado
Almoxarife
- Bacharel em
Administração
58
Patric Lincon Ramirez
Izolan
Técnico da Técnologia da
Informação
Técnico em Informática
- Bacharel em
Administração
- Especialização em
Educação Ambiental
59
Paula T. O. Silva
Téc. Tecnol. Informação
60
Paulo R. M. Lara
Armazenista
Ensino Fundamental
61
Renato Paz Xavier
Engenheiro Civil
- Engenheiro Civil
62
Renato Xavier Faria
Médico Veterinário
- Doutorado em Medicina
Veterinária
63
Ronaldo F. Moura
Padeiro
Técnico em Agroindústria
64
Sandro A. B. Cruz
Assist. Administração
Ensino Médio: Técnico em
Informática
65
Silmar Freitas de Castro
Contador
Ciências Contábeis
121
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TECNOLÓGICA
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Fone/FAX: (55) 3217 0625
E-Mail: [email protected]
66
Simara M. F. Perin
Bibliotecária
Biblioteconomia
67
Thiago Assunção de
Almeida
Técnico em Agropecuária
Ensino Médio
12.
EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADOS
Após a integralização dos componentes curriculares que compõem o Curso
Superior de Zootecnia – Bacharelado e da realização dos estágios supervisionados, será
conferido ao egresso o diploma de Bacharel em Zootecnia. Essa expedição seguirá as
normativas para os cursos superiores no âmbito do IF Farroupilha e do Campus Alegrete.
13.
AVALIAÇÃO DO CURSO
O acompanhamento e a avaliação do Projeto Pedagógico do Curso será realizado
permanentemente pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) na busca do aprimoramento
das práticas e modalidades de trabalho que compõem o projeto.
Cabe ao NDE responsabilidade por tal avaliação, além de registrar informações
relevantes para o processo de avaliação do curso, estimular a participação dos docentes,
do corpo discente e da sociedade em geral.
O presente projeto pedagógico deverá ser avaliado formalmente de dois em dois
anos ou sempre na ocorrência de evento que justifique tal avaliação através da utilização
dos mecanismos institucionais de avaliação de curso, como o Programa Permanente de
Avaliação Institucional implantado pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional.
O NDE produzirá instrumentos de avaliação que serão disponibilizados no sistema
do Instituto Federal Farroupilha cujos resultados permitirão o planejamento de ações
com vistas à permanente qualificação do trabalho de formação. Alem de utilizar
instrumentos e resultados de avaliações oficiais externas, como por exemplo, o Exame
Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE).
122
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TECNOLÓGICA
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Fone/FAX: (55) 3217 0625
E-Mail: [email protected]
O NDE também realizará diagnóstico das condições das instalações físicas,
equipamentos, acervos e qualidade dos espaços de trabalho do Instituto e encaminhará
aos órgãos competentes as solicitações quando necessárias mudanças, adaptações que se
colocam como necessárias no desenvolvimento das atividades de ensino.
A Pró-Reitoria de Ensino, a Direção Geral, a Direção de Ensino e o Colegiado de
Curso subsidiarão as instâncias envolvidas no processo de avaliação do projeto de curso.
14.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O Curso possui um Núcleo Docente Estruturante, como órgão consultivo, e
responsável pela concepção, implantação e atualização do Projeto Pedagógico, que é
composto pelo coordenador do Curso como presidente, um pedagogo indicado pela
Direção de Ensino e, no mínimo, 30% dos professores atuantes no curso possuindo
titulação acadêmica em nível de Pós-Graduação Stricto Sensu.
15.
COLEGIADO DO CURSO
A coordenação do Curso de Zootecnia é realizada pelo coordenador do Curso em
conjunto com o Colegiado de Curso, onde fazem parte o coordenador do Curso como
presidente, no mínimo 50% dos docentes que ministram aulas no Curso, eleitos por seus
pares, um representante dos discentes, eleito por seus pares e um representante dos
Técnico-Administrativos em Educação, eleito por seus pares.
123
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