SUS: AVANÇOS E DESAFIOS EUGÊNIO VILAÇA MENDES UMA DÉCADA E MEIA DE SUS PRODUÇÃO DO SUS - 2004 INTERNAÇÕES: 12.046.255 PARTOS: 2.441.617 CONSULTAS MÉDICAS: 624.989.424 EXAMES DE PATOLOGIA CLÍNICA: 287.826.616 DOSES DE VACINAS: 139.836.973 SESSÕES DE TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA: 8.275.418 RADIOTERAPIAS: 6.408.848 EXAMES DE ULTRA-SONOGRAFIA: 9.185.198 QUIMIOTERAPIAS: 1.337.100 TOMOGRAFIAS COMPUTADORIZADAS: 1.056.938 DIÁRIAS DE UTI: 2.441.617 CIRURGIAS ONCOLÓGICAS: 105.353 TRANSPLANTES: 23.400 FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE (2005) INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS SELECIONADOS – BRASIL 1995/2003 INDICADOR 1995/1996 2002/2003 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER (GERAL, EM ANOS). 67,22 69,27 MORTALIDADE INFANTIL (ÓBITOS < 1 ANO/ 1000 NASCIDOS VIVOS) 37,50 25,06 MORTALIDADE PROPORCIONAL POR DOENÇA DIARRÉICA AGUDA EM MENORES DE 05 ANOS (% ÓBITOS) 8,27 4,44 TAXA DE INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE (CASOS P/ 100.000 HAB.). 58,41 40,76 TAXA DE PREVALÊNCIA DE HANSENÍASE (CASOS P/ 10.000 HAB.). 5,43 4,37 ÍNDICE CPO-D AOS 12 ANOS (NÚMERO MÉDIO DE DENTES CARIADOS, PERDIDOS E OBTURADOS, POR ESCOLAR EXAMINADO). 3,06 2,80 FONTE: RIPSA, OPS/MS - IDB - 1997 E 2004. OS DESAFIOS DO SUS O DESAFIO SEMINAL O DESAFIO ECONÔMICO O DESAFIO DA EQÜIDADE O DESAFIO DEMOGRÁFICO O DESAFIO EPIDEMIOLÓGICO O DESAFIO DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE O DESAFIO DA GESTÃO O DESAFIO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE O DESAFIO DA ATENÇÃO HOSPITALAR O DESAFIO DO SISTEMA DE APOIO DIAGNÓSTICO O DESAFIO DO MODELO DE DESCENTRALIZAÇÃO O DESAFIO POLÍTICO A FORMULAÇÃO DAS POLÍTICAS DE SAÚDE POLÍTICAS DE SAÚDE BASEADAS EM OPINIÕES POLÍTICAS DE SAÚDE BASEADAS EM EVIDÊNCIAS FONTE: GRAY (2003) O DESAFIO SEMINAL SISTEMA SEGMENTADO SISTEMA PÚBLICO UNIVERSAL FONTE: MENDES (2001) SISTEMA SEGMENTADO NO BRASIL SUS SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR SISTEMA DE DESEMBOLSO DIRETO FONTE: MENDES (2001) GRAU DE COBERTURA POR REGIÃO DO SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR O DESAFIO ECONÔMICO O SUBFINANCIAMENTO DO SUS GASTOS SANITÁRIOS NO BRASIL 2004 NATUREZA DO GASTO VALOR EM REAIS SUS 65.700.000.000 SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR 31.400.000.000 SISTEMA DE DESEMBOLSO DIRETO 57.600.000.000 TOTAL 154.700.000.000 FONTES: SIOPS/MS (2005); ANS (2005) GASTO SANITÁRIO EM PORCENTUAL DO PIB - 2000 Legend 1.0 2.7 3.7 4.6 5.5 - The boundaries and names shown and the designations used on this map do not imply the expression of any opinion whatsoever on the part of the World Health Organization concerning the legal status of any country, territory, city or area or of its authorities, or concerning the delimitation of its frontiers or boundaries. Dotted lines on maps represent approximate border lines for which there may not yet be full agreement. © WHO 2002. All rights reserved FONTE: HARVARD UNIVERSITY (2002) 2.6 3.6 4.5 5.4 6.4 6.5 - 7.3 7.4 - 8.4 8.5 - 9.8 9.9 - 13.0 No Data GASTOS SANITÁRIOS EM PAÍSES SELECIONADOS ANOS PRÓXIMOS A 2002 PAÍS GASTO SANITÁRIO TOTAL EM DÓLARES INTERNACIONAIS GASTO SANITÁRIO TOTAL EM % DO PIB GASTO SANITÁRIO PÚBLICO EM % DO PIB GASTO SANITÁRIO PÚBLICO EM % DO GASTO SANITÁRIO TOTAL GASTO SANITÁRIO PÚBLICO EM % DO GASTO PÚBLICO TOTAL ARGENTINA 956 (238) 8,9 4,5 50,2 15,3 BRASIL 611 (206) 7,9 3,6 45,9 10,1 CHILE 642 (246) 5,8 2,6 45,1 10,2 ESTADOS UNIDOS 5.274 (5.274) 14,6 6,6 44,9 23,1 COSTA RICA 743 (383) 9,3 6,1 65,4 24,4 CANADÁ 2.931 (2.222) 9,6 6,7 69,9 15,9 PORTUGAL 1.702 (1.400) 9,3 6,6 70,5 14,2 REINO UNIDO 2.160 (1.837) 7,7 6,4 83,4 15,8 FONTE: WORLD HEALTH ORGANIZATION – Health Systems Statistics, 2005. O DESAFIO DA EQÜIDADE A DESIGUALDADE NOS NÍVEIS DE SAÚDE A DESIGUALDADE NO ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE A DESIGUALDADE NO FINANCIAMENTO FONTE: MENDES (2005) PROPORÇÃO DA RENDA FAMILIAR UTILIZADA COM ATENÇÃO À SAÚDE POR FAIXA DE RENDA – BRASIL/2002 Proporção (%) do gasto com medicamentos em relação ao gasto com atenção à saúde (B/A*100) Classes de rendimento mensal familiar (em R$1,00) Proporção (%) da renda utilizada com atenção à saúde (total) (A) Proporção (%) da renda utilizada com medicamentos (B) Até 400 7,13 5,41 75,88 400 -| 600 6,24 4,28 68,59 600 -| 1.000 5,91 3,55 60,07 1.000 -| 1 200 5,52 3,07 55,62 1 200 -| 1 600 5,66 2,86 50,53 1 600 -| 2.000 6,04 2,73 45,20 2.000 -| 3.000 5,49 2,19 39,89 3.000 -| 4.000 5,27 1,87 35,48 4.000 -| 6.000 5,46 1,68 30,77 Mais de 6.000 4,5 1,06 23,56 Total 5,32 2,16 40,60 Fonte: IBGE/Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), 2002-2003. UMA POLÍTICA DE EQÜIDADE PARA O SUS DEFINIÇÃO DE ÍNDICE DE NECESSIDADES EM SAÚDE ALOCAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EM FUNÇÃO DAS NECESSIDADES EM SAÚDE FONTE: MENDES (2005) O ÍNDICE DE NECESSIDADES EM SAÚDE DE MINAS GERAIS Índice Necessidade 0 1 00 kilometers 200 1,53 a 2 1,34 a 1,53 1,23 a 1,34 1,17 a 1,23 1 a 1,17 (181) (170) (150) (156) (196) O DESAFIO DEMOGRÁFICO GASTOS PER CAPITA COM INTERNAÇÕES POR FAIXA ETÁRIA MINAS GERAIS, 2004 250 Per Capita 200 150 100 50 0 <1 1-4 5-9 10-14 15-19 20-29 30-39 40-49 50-59 60-69 70-79 Faixa Etária FONTE: SIH/SUS (2004) >80 O DESAFIO EPIDEMIOLÓGICO A MORTALIDADE A CARGA DA DOENÇA FONTE: MENDES (2005) TENDÊNCIAS DA MORTALIDADE POR GRUPOS DE CAUSAS BRASIL – 1930/2000 Mortalidade proporcional segundo grandes grupos de causas, Brasil, capitais, 1930 a 1994 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1985 CVD 12.0 14.5 14.5 22.0 24.0 25.2 27.2 Infections 46.0 44.0 36.5 27.0 16.0 9.3 6.3 Cancer 3.0 4.5 5.6 8.0 9.5 8.2 9.0 Injuries 3.0 3.0 3.8 5.0 8.0 9.4 10.9 50.0 Mortality per 100,000 inhabit 45.0 1990 28.1 5.1 10.2 12.3 1995 27.4 4.3 11.1 12.9 2000 27.5 4.7 12.7 12.5 40.0 35.0 30.0 25.0 20.0 15.0 10.0 5.0 0.0 1930 1940 1950 1960 CVD * Até 1 97 0 dados só d e capit ais Fonte Ba rbosa Silv a et alii(20 03) 1970 Infections 1980 1985 Cancer 1990 Injuries 1995 2000 A CARGA DA DOENÇA NO BRASIL POR GRUPOS DE CAUSAS - 1988 GRUPOS TAXA POR MIL HABITANTES % INFECCIOSAS, PARASITÁRIAS E DESNUTRIÇÃO 34 14,8 CAUSAS EXTERNAS 19 10,2 CONDIÇÕES MATERNAS E PERINATAIS 21 8,8 OUTRAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS 124 66,2 TOTAL 232 100,0 FONTE:SCHRAMM et alii ( 2004) O DESAFIO DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE MODELO VOLTADO PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS: O MODELO HOSPITALOCÊNTRICO MODELO VOLTADO PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS: AS REDES INTEGRADAS DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: MENDES (2001) A EPIDEMIA OCULTA FONTE: WORLD HEALTH ORGANIZATION (2005) Coeficiente ajustado por 100.000 hab 22 COEFICIENTE AJUSTADO POR 100 MIL HABITANTES DE MORTALIDADE POR HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA – MINAS GERAIS E BRASIL – 1996/2002 17 12 MG Brasil 7 2 1996 1997 1998 1999 -3 PERÍODO Fonte: DATASUS/SIM/MG 2000 2001 2002 AS FORMAS ALTERNATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DO SUS SISTEMA FRAGMENTADO REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE APS FONTE: MENDES (2002) O DESAFIO DA GESTÃO DA GESTÃO DOS RECURSOS PARA A GESTÃO DOS FINS: A GESTÃO DA CLÍNICA FONTE: MENDES (2005) A GESTÃO DA CLÍNICA GESTÃO DE PATOLOGIA GESTÃO DE CASO DIRETRIZES CLÍNICAS LISTA DE ESPERA AUDITORIA CLÍNICA FONTE: MENDES (2005) O DESAFIO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE A EVOLUÇÃO DO PSF A QUESTÃO DA QUALIDADE FONTE: MENDES (2002) NÚMERO DE EQUIPES DE PSF SUS 1994/2005 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Nº Equipes 1994 1995 1996 328 724 847 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 1.623 3.147 4.254 8.503 13.55 16.84 19.18 21.47 25.00 FONTE:MINISTÉRIO DA SAÚDE/DAB/2005 O PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A MORTALIDADE INFANTIL NO BRASIL AUMENTO DE 10% NO NÚMERO DE EQUIPES DE PSF DIMINUIÇÃO DE 4,6% NA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL FONTE: MACINKO, WAGNER & SOUZA (2005) AS INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL – SUS 2001 TOTAL DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES: 12.438.151 TOTAL DE INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL: 3.556.088 PORCENTAGEM DAS INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL, EXCLUÍDOS OS PARTOS: 35,7% CUSTO DAS INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL: R$ 1.040.000.000,00 CUSTO PER CAPITA/ANO: R$ 6,12 FONTE: ALFRADIQUE & MENDES (2002) AS ESTRATÉGIAS PARA A MELHORIA DO PSF NO SUS A ESTRATÉGIA ECONÔMICA: O INCREMENTO DOS RECURSOS PARA O PSF A ESTRATÉGIA GERENCIAL: O SISTEMA DE PROGRAMAÇÃO A CERTIFICAÇÃO PERIÓDICA A ESTRATÉGIA FÍSICA OS INVESTIMENTOS EM OBRAS E EQUIPAMENTOS A ESTRATÉGIA EDUCACIONAL A EDUCAÇÃO PERMANENTE DOS PROFISSIONAIS DO PSF A ESTRATÉGIA DO TRABALHO A DESPRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO A DEFINIÇÃO DE PARÂMETROS DE REMUNERAÇÃO REGIONAIS FONTE: MENDES (2002) O DESAFIO DA ATENÇÃO HOSPITALAR A ESCALA O DESALINHAMENTO DOS INCENTIVOS FINANCEIROS A FRAGILIDADE GERENCIAL MENDES (2005) A REDE HOSPITALAR NO SUS 9.200 7.700 6.854 6.200 39% 4.700 2659 3.200 22% 1507 21% 1.435 12% 7% 813 1.700 440 200 Unid. C/ leitos 1 a 30 leitos Fonte: CNES – Nov/2003 31 a 50 leitos 51 a 100 leitos 101 a 200 leitos > 201 leitos EFICIÊNCIA DOS HOSPITAIS BRASILEIROS SEGUNDO TAMANHO 1,00 0,90 0,80 0,70 Internal 0,60 Scale Total 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,00 0-24 beds 25-49 beds 50-99 beds FONTE: COUTTOLENC (2004) 100-249 beds 250 + beds TAXA DE OCUPAÇÃO POR TAMANHO DOS HOSPITAIS - SUS/MG/2004 0,8 De 101 a 500 leitos 0,7 0,6 0,5 De 51 a 100 leitos 0,4 0,3 0,2 Mais de 500 leitos Total De 31 a 50 leitos De 1 a 30 leitos 0,1 0 Fonte:SIH/2004 FONTE: SIH/SUS/2004 DEFASAGEM ENTRE CUSTO E PAGAMENTO DAS INTERNAÇÕES HOSPITALARES DO SUS - 1998 200,00 175,00 150,00 125,00 100,00 75,00 50,00 25,00 LOW MEDIUM HIGH LONG TERM FONTE: PLANISA, ELABORADA POR COUTTLENC (2004) AS ESTRATÉGIAS PARA A MELHORIA DA ATENÇÃO HOSPITALAR NO SUS GANHOS DE ESCALA FUSÕES E ALIANÇAS ESTRATÉGICAS CONVERSÃO DE HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE MUDANÇAS NO FINANCIAMENTO PAGAMENTO POR ORÇAMENTO GLOBAL ALINHAMENTO DOS INCENTIVOS FINANCEIROS INCENTIVOS VINCULADOS A CONTRATOS DE GESTÃO PROGRAMAS DE MELHORIA DA QUALIDADE MELHORIA GERENCIAL INCENTIVO FINANCEIRO PARA MODERNIZAÇÃO GERENCIAL CAPACITAÇÃO EM GESTÃO HOSPITALAR FONTE: MENDES (2005) O DESAFIO DO APÓIO DIAGNÓSTICO SUS 2004 NÚMERO DE EXAMES DE PATOLOGIA CLÍNICA POR ANO: 287.826.616 NÚMERO DE LABORATÓRIOS: 16.100 EXAMES POR LABORATÓRIO/ANO: 17.877 POPULAÇÃO SUS POR LABORATÓRIO: 9.006 FONTE: SIA/SUS/2004 O DESAFIO DO MODELO DE DESCENTRALIZAÇÃO O MODELO DA MUNICIPALIZAÇÃO AUTÁRQUICA O MODELO DA REGIONALIZAÇÃO COOPERATIVA FONTE: PESTANA & MENDES (2004) O MODELO DA MUNICIPALIZAÇÃO AUTÁRQUICA O FOCO NA OFERTA O COMANDO ÚNICO DA OFERTA TERRITORIAL O DINHEIRO SEGUE O GESTOR A RESPONSABILIZAÇÃO DIFUSA A FRAGMENTAÇÃO DOS SERVIÇOS FONTE: PESTANA & MENDES (2004) O MODELO DA REGIONALIZAÇÃO COOPERATIVA O FOCO NA DEMANDA O COMANDO ÚNICO DA SAÚDE DO CIDADÃO O DINHEIRO SEGUE O CIDADÃO A RESPONSABILIZAÇÃO INEQUÍVOCA A INTEGRAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS FONTE: PESTANA & MENDES (2004) O DESAFIO POLÍTICO A REPOLITIZAÇÃO DA SAÚDE O SUS COMO POLÍTICA DE ESTADO O SUS ALÉM DA SAÚDE A ACUMULAÇÃO DO CAPITAL HUMANO A ACUMULAÇÃO DO CAPITAL SOCIAL FONTE: MENDES (2005) UMA REFLEXÃO FINAL “POLÍTICAS EXCLUSIVAS PARA OS POBRES SÃO POLÍTICAS POBRES” FONTE: LORD BEVERIDGE (1942) OBRIGADO! 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