MONITORAÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO
COM FOTOGRAMETRIA À CURTA DISTÂNCIA
Dissertação apresentada ao Curso de
Pós-Graduação em Ciências Geodésicas
da Universidade Federal do Paraná,
como parte dos requisitos para obtenção
do Grau de Mestre em Ciências.
C U R I T I B A
J U N H O
1984
UNIVERSIDADE FEDERAL DO P ARANÃ
SETOR DE TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS
CURSO DE PÕS-G RADUAÇ ÃO E M CIÊNCIAS GEODÉSICAS
ATA DA SESSÃO P Ú B L I C A DE D E F E S A DE D I SSERTA ÇÃO
P A R A A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE E M CIÊNCIAS
Aos quinze dias do mes de junho do ano de u m mil novecentos e oitenta
quatro,
na Sala PI 12-13,
as 14:00 horas,
e
do Centro Polité cnico da Uni versid ade Federal do Paraná,
reuniu-se em sessão publica a Banca E xami n a d o r a da Prova de Disser
taçao do candidato ao Titulo de M E STRE E M CIÊNCIAS,
o Sr. F R A N CI SCO JAIME BEZ ERRA
MENDONÇA composta pelos seguintes membros:
Dr. JOSÉ B I TTEN COURT DE ANDRADE
Pro ft MAR Y A N G É L I C A A Z EV EDO OLIVAS
Dr.
FLÃVIO FELIPE KIRCHNE R
Após os esclarecimentos prestados pelo candidato ás argüiçoes
los membros da Banca,
os mesmos se r e u n i r a m em sessão secreta e atr ibuira m a refe­
rida Dis sertação o conceito de TESE ACEITA,
prazo de nove mta dias,
apenas con dicio nada á a p r e s e n t a ç a o , no
da redaçao final da mesma,
Curitiba,
Titulo da Dissertação:
Curta Distancia.
feitas p e ­
com alterações sugeridas.
15 de junho de 1984
Moni toraçã o de Es trutu ra de Conceito
com Fo togram etria á
D E D I C A T Ó R I A
A
filhos
minha
esposa
Rosângela
e meus
Junior
e T a l i ta
A G R A D E C I M E N T O S
tação
e
Aos
meus
Ao
Prof.
pela
Â
tunidade
me
-
fazer
pela
elaboração
do p r e s e n t e
trabalho.
na
do
de
Estudos
execução
Prof.
para
a
da
Mauro
Universidade
de
Lacerda
de
realização
Federal
Civil
pratica,
Filho.
Pernambuco,
por
trabalho.
Paraná,pela
opo_r
o mestrado.
C.A.P.E.S.
pelo
apoio
Prof.
Dr.
CAMIL
Ao
Prof.
Dr.
JOAO
amigos
e
financeiro.
GEMAEL.
BOSCO
LUGNANI.
c o l a b o r a d o r e s , que
de
incentivaram,
Josemar
Maria
V a n i 1 do
Rodri gues
Josê
Berutti
Mary
Angélica
da
Costa
Vieira
de
Verônica
Maria
François
Albert
Carlos
Santos
deste
do
orien­
Engenharia
experiência
Federal
Universidade
Ao
e
DE A N D R A D E ,
a
ausentar
-
BITTENCOURT
- Centro
pessoa
U.F.P.R.
Aos
ajudaram
na
U.F.P.E.
de
Ã
durante
colaboração
permitido
Ã
JOSE
C.E.S.E.C.
principalmente
ter
Dr.
interesse
Ao
(UFPR),
pais.
Alberto
Azevedo
Costa
Olivas
Romão
Rosier
Pessoa
Mello
Galdino
muitas
maneiras
me
R E S U M O
Através
um
elemento
tido
a
da
fotogrametria
estrutural
testes
de
R O L L E I F L E X - S L X , com
um
"reseau"
nadas
das
da
dos
no
pontos
em
Os
método
litar
a monitoração
são
baixo
e
121
cruzes
custo.
e
C-100,
Geodésicas
obtidos
As
são
método
alta
a
de
número
5 mm.
Curso
de
câm_a
vantagem
pontos
com
ao
de
to
a ca
coorde­
foram
de
com
Foram
das
Federal
qualidade,
principal
a
possibilitou
coordenadas
ao
subme
mm,adaptada
de
Universidade
de
distancia,
quando
determinações
fotos
apresenta
grande
50
espaçadas
a
curta
Empregou-se
de
pertencente
da
â
monitorado
focal
esse
simultâneamente
PLANICOMP
resultados
0
distância
sinalizados.
Ciências
milímetro.
de
a
foi
estrutural.
convergentes,
câmara
ZEISS
duação
na .
composto
fotografias
libração
concreto
comportamento
ra
madas
de
analTtica
medj_
P õ s — Gr_a
do
Para
nível
do
possibi­
alta
precj[
A B S T R A C T
Through
structural
to
tests
focal
were
element
of
it
became
a
targeted
PLANICOMP
Geodetic
main
at
of
100,
the
with
high
level
the
calibrate
The
of
of
results
the
to
low
The
mm
camera
c o o r d i n a t e s of
w e r e m e a s u r e d with
be
method
monitor a
cost.
the
Parana
to
50
photographs
Graduate
do
shown
milimeters.
and
the
Federal
possibility
accuracy
of
submited
ROLLEIFLEX-SLX
photo-coordinates
property
when
convergent
determination
The
Parang.
advantage,
points
C
a
Whin
to
Photogrammetry, a
monitored
employed
camera.
the
Range
was
possible
points.
ZEISS
was
Science-Universidade
University
quality,
with
Short
concrete
It
"reseau"
simultaneously
the
of
strain.
lenght
taken
Analytical
Program in
(Federal
of
high
shows,as
great
a
n u m b e r of
S U M A R I O
T Í T U L O ...............................................................
i
D E D I C A T Ó R I A ........................................................
iii
A G R A D E C I M E N T O S ....................................................
iv
R E S U M O ...............................................................
v
A B S T R A C T ............................................................
vi
1.
I N T R O D U Ç Ã O .........................................................
01
2.
FOTOGRAMETRIA
C A L IB R A Ç A O ..................
04
2.1
I N T R O D U Ç Ã O .........................................................
05
2.2
F O T O G R A M E T R I A ....................................................
05
2.3
FOTOGRAMETRIA
05
2.4
POTENCIALIDADES
ANALÍTICA
A
CURTA
DA
E
D I S T Â N C I A ..........................
FOTOGRAMETRIA
A
CURTA
Dl S T A N
-
C I A ..................................................................
2.5
FOTOGRAMETRIA
2.5.1
SISTEMA
DE
A N A L Í T I C A ......................................
COORDENADAS
LIGADAS
A
5. 1.1
06
FOTOGRAMETRIA
A N A L Í T I C A .........................................................
2.
06
08
SISTEMA
DE
COORDENADAS
DO
E S P A Ç O - OB J E T O ..............
08
2.5.1.2
SISTEMA
DE
COORDENADAS
F O T O G R A M Í T RI C A S ...............
08
2.5.1.3
SISTEMA
DE
COORDENADAS
F I D U C I A I S ........................
08
2.5.2
EQUAÇÕES
2.6
ERROS
DE
C 0 L I N E A 8 I D A D E ...................................
SISTEMÁTICOS
EM
F O T O G R A M E T R I A ....................
09
13
P9
2 . 6. 1
DISTORÇÕES
2 . 6 .1.1
DISTORÇÃO
RADIAL
2 . 6 .1.2
DISTORÇÃO
D E S C E N T R A D A ........................................
15
2.6.2
R E F R A Ç A O ............................................................
16
2.6.3
O TRABALHO
DO
F I L M E ...........................................
17
2.7
C A L IB R A Ç A O
EM
F O T O G R A M E T R I A ................................
18
2.7.1
CALIBRAÇAO
PARA
DISTANCIA..
19
2.7.2
CALIBRAÇAO
A N A L T T I C A ................. 1 ......................
19
2.7.3
MODELO
ÓTICAS
14
S I M É T R I C A ................................
FOTOGRAMETRI A
A
CURTA
M A T E M Á T I C O ..............................................
14
19
2.7.4
INJUNÇOES
DE
P E S O ..............................................
23
2.7.5
INJUNÇOES
DE
P O S I Ç Ã O ..........................................
25
2.7.6
INJUNÇOES
DE
D I S T A N C I A .......................................
25
3.
SISTEMÁTICA
DE
UTILIZAÇAO
DA
FOTOGRAMETRIA
A
CUR­
D I S T A N C I A .....................................................
26
3.1
I N T R O D U Ç Ã O .......................... ..............................
27
3.2
DIFÍCIL
27
TA
3.3
A
3.3.1
OS
3 . 3 . 1 .1
P A D R O N I Z A Ç A O ..........................................
AQUISIÇAO
DA
I N F O R M A Ç A O ..................................
27
F O T O G R A M E T R I C A S ...................
28
CÂMARA
M É T R I C A ..................................................
28
3 . 3 .1 .2
CÂMARA
NÂO
M É T R I C A ............................................
29
3.3.1.3
CÂMARAS
E S T E R E O - M E T R I C A S ...................................
30
3.3.1.4
F O T O - T E O D O L I T O S .................................................
31
3.3.2
O
31
3.3.3
TIPOS
FILME
MÉTODOS
DE
CÂMARAS
F O T O G R Á F I C O ...........................................
DE
LEVANTAMENTO
viii
F O T O G R A M E T R I C O ...............
32
3.3.3.1
MÉTODO
DAS
CÂMARAS
CONVERGENTES
COM
UMA
ESTAÇAO
F I X A .................................................................
36
3.3.3.2
E X P E R I M E N T O .......................................................
36
3.3.4
A
3.3.4.1
OPERAÇOES
ORIENTAÇÃO
NO
E S P A Ç O .....................
40
A
O R I E N T A Ç Ã O ...............
41
3.3.5
S I N A L I Z A Ç Ã O .......................................................
42
3.3.5.1
GEOMETRIA
D I M E N S I O N A M E N T O ..............................
43
3.3.5.2
ESCALAS
D I F E R E N T E S .............................................
43
3.3.5.3
ESPESSURA
3.3.5.4
DEFORMAÇÃO
3.3.5.5
A
COR
3.3.6
A
COLOCAÇÃO
3.4
PROCESSAMENTO
4.
MONITORAÇÃO
C O N C R E T O ....................
52
4.1
I N T R O D U Ç Ã O .........................................................
53
4.2
REVISÃO
53
4.3
I N T E R C Â M B I O .......................................................
54
4.4
LAJE
A L V É O L O S .............................
55
4.5
PROCESSO
M E C Â N I C O ...............................................
56
4.6
PROCESSO
F O T O G R A M É T R I C O ......................................
57
4.6.1
A
4 . 6 . 1.1
4 . 6 .1.2
DO
DAS
PARA
DO
DE
CÂMARAS
DETERMINAR
TRAÇADO
C I R C U N F E R Ê N C I A ...............
47
A L V O .............................................
48
A L V O ....................................................
49
DO
DOS
DE
DA
A L V O S ........................................
DA
I N F O R M A Ç Ã O ................................
UMA
LAJE
DE
B I B L I O G R Á F I C A .........................................
DE
CONCRETO
AQUISIÇÃO
DA
COM
50
50
I N F O R M A Ç Ã O ...................................
58
CÂMARA
F O T O G R Á F I C A .............................................
58
MÉTODO
F O T O G R A M É T RI C O .........................................
59
4 . 6 .1.2.1
MÉTODO
4 . 6 .1.3
DIMENSIONAMENTO
4.6
.1 .3 .1 T I P O S
COM
DE
CONVERGÊNCIA
R E D U Z I D A .....................
60
A L V O S ................................
61
A L V O S ................................................
61
DOS
4 . 6 .1.4
COLOCAÇAO
DOS
A L V O S .........................................
62
4 . 6 .1.5
PONTOS
DE
C O N T R O L E ..........................................
65
4.6.1
TOMADA
DAS
F O T O S .............................................
65
. 6
4.6.2
PROCESSAMENTO
4 . 6 .2.1
MEDIÇÃO
4 . 6 .2.2
TRANSFORMAÇÃO
DAS
DA
I N F O R M A Ç Ã O .............................
COORDENADAS
DE
F I D U C I A I S ....................
COORDENADAS
DE
M A Q U I N A EM
6 8
FI­
D O C IA I S
4.6.2.3
6 6
71
DETERMINAÇÃO
DAS
COORDENADAS
DO
ESPAÇO-OBJETO
E
C A L IB R A Ç A O .....................................................
DOS
4 . 6 .2.4
DETERMINAÇÃO
D E F O R M A Ç Õ E S . ..
73
5.
R E S U L T A D O S ......................................................
74
5.1
I N T R O D U Ç Ã O ......................................................
75
5.2
R E S U L T A D O ........................................................
75
5.3
C O M P O R T A M E N T O DA LATE EM UMA M E S M A SE CÇ Ã O V E R T I C A L
7 6
5.4
COMPARAÇAO
DO
DESLOCAMENTOS
MÉTODO
E
72
FOTOGRAMÉTRICO
COM
0M E C Â ­
NICO
76
5.4.1
ANALISE
5.5
RESULTADO
DA
.
CONCLUSÃO
E
6
E S T A T Í S T I C A .........................................
77
C A L I B R A Ç A O ...................................
77
R E C O M E N D A Ç Õ E S ................................
87
6. 1
C O N C L U S Ã O ........................................................
8 8
6.2
R E C O M E N D A Ç Õ E S ..................................................
8 8
7.
REFERÊNCIAS
B I B L I O G R Á F I C A S ..............................
90
C A P Í T U L O P R IM E IR O
INTRODUÇÃO
I N T R O D U Ç Ã O
Nos
plica
tria
sua
em
dias
tarefa
atuais
necessária
apresenta-se
como
versatilidade
mente,
nos
e
a)
no
b)
para
uma
na
para
a
no
em
No
presente
fotog rametr ia
ra
estudar
a
deslocamentos
A
a
A
im
fotograme
utilidade
empregada,
do
nível
periódica
o
das
-
pela
principa2
da
viabilidade
relativos
dissertação
de
de
seu
dos
a
de
variação
umidade,
fuji
reservatórios;
construções,
finalidade
ou
de
es^
de
peças
de
submetidas
parâmetros
a
como
etc.;
marítimas.
realizou-se
distância,
barragens,em
antigas
com
engenharia;
deformações;
correntes
trabalho
curta
de
de
das
d'agua
comportamento
função
de
obras
movimentos
temperatura,
estudo
de
os
evolução
pressão,
e)
deformações
grande
ser
arquitetônicos,
estudar
ensaio,
e
solução.
de
podendo
recalque
variação
monumentos
d)
do
observação
tudar
difícil
ferramenta
acompanhar
da
de
movimentos
casos:
controle
ção
e
precisão,
seguintes
c)
monitorar
uma
experiência
processamento
emprego
no
ana
1
com
í ti c o ,p_a
monitoramento
de
precisão
possui
duas
partes
distintas:
inicial
-
mente,
uma
distância,
nenhuma
sistemática
de
abordada
maneira
aplicação
ras,
o
dos,
o método
da
ção
filme
em
das
do
o
fotogrametria
convergentes
das
não
Discute-se
dimensionamento
câmaras
método
da
abrangente,
particular.
adequado,
utilização
câmaras
os
dos
e
se
ã
detendo
tipos
pontos
de
em
câma­
sinaliza
enfatiza-se
convergentes
curta
com
a
-
v a n tagem
uma
esta­
fixa.
Na
da,
de
utilização
segunda
monitorando-se
ensaio,
parte,
uma
utilizando-se
metodologia
que
uma
laje
uma
permite
a
de
experiência
concreto
câmara
sua
não
prática
protendido
métrica
calibração.
foi
realiza
submetida
associada
a
a
uma
C A P l T U L O SEGUNDO
FOTO GRAFIETRIA A N A L l T I C A E C A LIB RA ÇÃ O
2. 1
INTRODUÇÃO
Apresenta-se
potencialidades.O
para
futura
delo
matemático,
2.2
a
Fotogrametria
método
utilização
fotogramétrico
no
erros
presente
curta
e
distância
analTtico
trabalho*
sistemáticos
é
e
suas
detalhado,
enfocando-se
o mo
calibração.
FOTOGRAMETRIA
Fotogrametria
formações
geométricas
e
observações
e
nelas
são
terTsticas
2.3
de
Ó
e
a
arte,
outras
fotografias.
medidas
posições,
presentes
A
que
o
aceito
por
chegar
a milTmetros.
0
tempo
Fotogrametria
locidades,
é
e,
mãxima
KARARA
algumas
com
acelerações
obter
As
normalmente
fotos
em
um
são
perfis
e
de
in_
medidas
aéreas
outras
cara_c
câmara
estão
mapa.
é
fotografado
discutivel
(1980)
vezes
mais
e
de
através
objeto
um
pode
técnica
CURTADISTÂNCIA
A distância
nima
e
propriedades
tamanhos,
próximos.
limite
ciência
graficamente
FOTOGRAMETRIA
Significa
de
a
a
essa
monitorar
e
e
mas
TORLEGARD
quarta
variável
a
300
(1980),
dimensão
é
metros
nesse
possTvel
deformações.
e
a
Ó
mí
tipo
medir
ve_
2.4
POTENCIALIDADES
Suas
aplicação
quentes,
FOTOGRAMETRIA
potencialidades
para
principais
DA
solucionar
são
A
amplas
problemas
de
CURTA
em
DISTANCIA
muitos
medição.
A
campos
seguir
de
suas
vantagens:
a)
o
objeto
não
b)
a
aquisição
c)
não
precisa
da
somente
objetos
podem
d)
perfis
complicados
As
caracterTsticas
e
de
tocado
informação
mentos
frágeis
ser
ser
é
fixos,
durante
a medição;
rápida;
mas
deformações
e
movj_
medidos;
são
facilmente
acima
formas
medidos.
possibilitam
instáveis
sejam
que
medidos
objetos
e
contro­
lados .
2.5
FOTOGRAMETRIA
Na
tamento
tos
do
da
fotogrametri a
f o t o g r a m e t r i co
espaço
0
dade
ANALÍTICA
entre
câmara
analítico
ponto
no
fotográfica
A
nearidade.
figura
Na
coincidência
aparece
na
o
resultado
forma
de
final
do
coordenadas
levajn
de
poji
objeto.
método
um
analítica
dos
a
sua
condição
centro
de
de
colinealj_
perspectiva
imagem.
mostra
O 1 , centro
nodos
na
espaço - o b j e t o , o
e
1
origem
baseia-se
anterior
graficamente
de
colj_
perspectivo,
considera-se
a
e
figura
posterior,
a
condição
2
.
T
Fig.
2
Sistemas
de
Coordenadas
da
Fotogrametria
Analítica.
Fig.
2
Sistema
e
de
lentes
pos teri o r .
com
os
nodos
anterior
2.5.1
SISTEMAS
DE
COORDENADAS
LIGADAS
A
FOTOGRAMETRIA
ANALT
TICA
2.5.1.1
Definem-se
a
SISTEMA
C O O R D E N A D A S DO
DE
Trata-se
sistema
seja
vês
de
e
SISTEMA
DE
(CP).
lelo
eixo
ê
ao
paralelo
ga
o eixo
E
um
plano
õtico
x
da
com
e
foto
SISTEMA
DE
Sistema
ortogonal,
do
mais
negativa
se
centro
jacente
ao
com
para
a
da
o
linha
do
a direita.
plano
(1979).
(0,X,Y,Z)
é
o
e
ligado
a
foto.
sua
origem,
origem
O
ou
atra
eixos.
local
no
normal
com
( C P ,X ' ,Y
origem
com
mesmo
no
ao e i x o
o eixo
X'.
o
0
1
, Z ')
c e n t r o pers_
sentido.
positiva para
X'
0
para­
eixo
Y
1
e i x o Z'abrJ_
negativo
foto­
diapositivo.
FIDUCIAIS
com o r ig e m
que
eixo
0
sistema
FOTOGRAMETRICAS
COORDENADAS
aproximam
para
de
orientação
2.5.1.3
que
ES P A Ç O - O B J E T O
ser
positivo
e
coincide
pode
sistema
gráfico,
eixox
MERCHANT
tri-ortogonal , dextrõgiro,
fiducial
ao
local
COORDENADAS
de
1,
espaço-objeto
translações
Trata-se
pectivo
da F i g .
sistema t r i - d i m e n s i o n a l , dextrõgiro.
do
sistema
rotações
2.5.1.2
um
coordenadas
qualquer
de
de
partir
une
as
no
y
Õ
centro
marcas
horizontal
eixo
(x,y)
da
fiducial.
fiduciais
câmara,
perpendicular
ê
ao
0
opos ta s
positivo
eixo
x,
2.5.2
EQUAÇÕES
A
de
onde
condição
retira-se
Fig.
Um
p ^ x ^ y Ç z 1) n o
das,
estar
DE
3
COLINEARIDADE
de
as
colinearidade
equações
P(X,Y,Z)
es p a ç o - i m a g e m
alinhados
x
com
o
a
do
e
ressaltada
na
figura
3,
( 2 . 5 . 2 . 1 ).
Ressaltando
ponto
é
condição
de
colinearidade .
espaço-objeto
deverão,
ponto
0
nas
tem
a
condições
sua
imagem
em
estabeleci
-
.
X
(2.5.2.1a)
z
(2.5.2.1b)
Nas
distancia
sumem
a
equações
principal
da
acima
câmara
fazendo-se
z=c
fotográfica,
(constante),
então
as
igual
equações
a
as­
forma:
x
=
c
X '
z
Y
(2.5.2.2a)
Considerando
ordenadas
n
fotogrametric a s . A
tos
do e s p a ç o - o b j e t o s e j a m
tar
um ú n i c o
desses
s i s t e m a de
pontos,
paço-objeto
aqui
X'
- f
Y
= f
1
Na
que
1
2
fim
de
coordenadas
de
ANDRADE,
teremos
que
unívocas,
denominado
(0 , X ,Y , Z ),
Z ‘
f3
fotografias,
as
n
coordenadas
tornando-se
para
de
de
dos
as
co^
pon­
necessário
definir
sistema
OLIVAS
sistemas
a do
posições
coordenadas
do
es­
(1981).
( X ,Y , Z )
( X ,Y , Z )
(2.5.2.3)
- f 3 ( X ,Y , Z )
figura 4
interligam
uma
b)
pelo
Fig.
produto
de
Ligaçao
e
do
observar
sistemas,
translação
fator
4
possível
os d o i s
a)
c ) um
e
de
de
a
as
funções
transformação
é
f-|, f 2
dada
eixos;
tris
matrizes
de
rotação
escala.
entre
o
sistema
espaço-objeto.
f o t o g r a m e t r ico
e
por:
Para
um
sistema
dextrõgiro,
X
a
de
coordenadas
transformação
do
assume
a
seguinte
definido
como
forma:
x-x
1
Y '
Z ’
espaço-objeto
Y-Y
R z ( K M y ( * ) - R x (w)
(fator
de
(Matrizes
escala)
0
tO)
composto
1-1
de
rotação )
produto
das
das
rans
matrizes
seguintes
de
matrizes
1
0
0
cos
H
sen
W
0
-sen
W
cos
W
COS
cj)
0
-sen
<j>
1
0
cos
<|>
0
cos
K
sen
K
0
-sen
K
cos
K
0
0
0
rotaçao,
M = R Z ( K ) .R
ortogonais,
GEMAEL
( o ) . R X(W)
(1981):
produto
m ll
m1
2
m 13
m 2
m 2
2
m 23
m32
( 2 . 5 . 2 .5)
<|>
( 2 . 5 . 2 .7)
1
o
m3 1
açao)
(2. 5 . 2 . 6 )
sen
1
1
0
0
Efetuando-se
( 2 . 5 . 2 .4)
m 33
M,
tem-se
Onde
os
elementos
são
os
seguintes
m
1 1
=
cos
(j) . c o s
K
m
1 2
-
sen
W
• sen
<t> • c o s
K + cos
W
. sen
K
=-cos
W
. sen
<j) . c o s
K+sen
W
. sen
K
m-j2
iTi2 -| = - c o s
<j) . s e n
K
m 22
=_sen
^
• sen
'í1
• sen
K+cos
W
. cos
K
m
=
cos
W
. sen
cj> . s e n
K + sen
W
. cos
K
i =
sen
<j>
^ 3
m 32
=_sen
^
• cos
m^
=
W
. cos
3
cos
(2.5.2.4),
tem-se
1
( 2 . 5 . 2 . 8 ) em
X
“
1
Substituindo-se
<f>
LU
II
Y
1
m ll
011 2
m l3
m 21
m 22
1112 3
m 31
m 32
m 33
X
-
X
Y
-
Y
Z
- Z
(2.5.2.9)
1
1
Substituindo-se
equações
de
x
(2.5.2.9)
col i n e a r i d a d e
=
c
. „ ( M ( '
. ---m ^ ( X - X
em
0
1 0
sua
em
forma
(2.5.2.2)
obtém-se
as
geral:
)t.]2 ( M ' 0 ) «
1
3
(Z-Z'0 )
(2.5.2.10)
) + m , ? ( Y - Y l 0 )+ m
3
3
(Z-Z'0 )
c
m
2
l(X -X 'o)+ m 2
C
• m
3
1
x',y'
são
Y
onde:
'
(X-X
0
)+ m 3
2
(Y -Y , o)+ m 2
3
( Z - Z , o)
2
(Y-Y
3
( Z - Z '0 )
coordenadas
0
)+ m 3
fotogramétricas
de
pontos
do
espaço-imagem;
X,Y,Z
pontos
são
coordenadas
do
da
sistema
do
espaço-objeto
de
espaço-objeto;
X ' o , Y ' o , Z 'o
to
no
s ^°
origem
do
coordenadas
sistema
no
sistema
do
f o t o g r a m é t r i co
espaço-obj_e
(centro
d e pers
pe ctiva ) ;
K,
<j) ,W
ções,
são
no
ângulos
caso
W
-
<\> -
a
c
2.6
-
a
ERROS
Quando
se
uma
no
negativo
e após
linha
linha
priinária
uma
ordem
das
rota^
duas
focal
ao
X ;
0
eixo
OY.já
r£
respeito
ao
eixo
0Z,ja
ro-
gaussiana.
EM
FOTOGRAMETRIA
das
equações
pontos
do
entretanto
aquisição
eixo
vez;
vezes;
fotográfico,
a
ao
respeito
tado
ligando
Ose r r o s
com
com
dedução
de
respeito
terciária
SISTEMÁTICOS
da
com
secundaria
distância
reta
op r o c e s s o
reta.
-
sendo
seguinte:
tado
K
eulerianos,
de
sistemáticos
( 2 . 5 . 2 . 1 0 ) ,c o n s i d e r o u -
espaço-objeto
erros
sua
sistemáticos
informação
são:
â
causam
imagem
durante
desvios
na
Sendo
trica
te
b)
a
refração
fotogramótrica;
c)
o
trabalho
do
as
do
As
distorções
mo t i v o s
do
até
a
eixo
que
2 . 6 .1.1
de
a
luz
das
ideal
a
a
e
a
trabalho
parcela
não
atravessar
por
sistemas
de
uma
inabilidade
de
refração
do
filme
lentes
são
prática
parabolÓide
objetiva,
fotogramó
õ
dependejn
causadas
por
de p o l i m e n t o
das
de
r e v o l u ç ã o ao re
uma
lente
é
dentro
OLIVAS
simétrica
desejável
A.E.CONRADY,
construtor
do
em
alinhar
os
conjunto
dos eljs
encarada
como
(1980).
SIMÉTRICA
radial
distorção
do
individuais,
RADIAL
distorção
Esta
volvido
o
impossibilidade
lentes
DISTORÇÃO
ao
dos
a
forma
compõem
A
sendo
óticas
ótico;
óticos
mentos
filme.
principais:
b)
eixos
sendo
óticas;
OTICAS
a)
dor
distorções
tempo
DISTORÇÕES
lentes,
distorções
variável.
2.6.1
dois
as
que
independem
dessa
a)
da
ou
refração
sistema
representada
mostrado
pode
a
ser
sofrida
de
por
seguir:
um
por
um
raio
lentes.
polinómio
desen­
ôx
=
(K-jT^
+
K^, r 4
+
K ^ r ^ + ...)
(x-xQ )
( 2 . 6. 1 .1 . 1 )
óy
onde:
= (K]r2 +
x ,y
são
é
to
a
(x,y),
principal
3
do
devido
distância
K-j , K 2 ,l<
K 3 r 6 + ...)
componentes
denadas
r
K 2r 4 +
da
do
, . . . são
deslocamento
ã
distorção
ponto
foto
os
(y-yQ )
de
de
do
ponto
radial
coordenadas
coordenadas
parâmetros
de
coor­
simétrica;
(x,y)
( x Q ,y
ao
pon­
);
recuperados
no
ajusta­
mento.
2 . 6 .1.2
DISTORÇÃO
A
distorção
imperfeição
ra
DESCENTRADA
do
denominada
alinhamento
fotográfica.
Isto
tanto
dos
de
descentrada
eixos
causa
a
éticos
distorção
das
é
causada
lentes
radial
pela
da
como
câm_a
a
ta_n
pela maioria
dos
genci a l .
0
modelo
fotogrametristas
cado
por
B ROWN
0
matemático
e
o
aceito
apresentado
por
atualmente
CONRADY
em
chamado
x.
óy-j
"MODELO
REVISADO
CONRADY-BROWN"
P i ( r ^ + 2 x ^ )+ 2 P 2 xy
=
e
modifi­
o
seguin­
( 1 9 6 6 ).
te :
6
1919
P 2 ( r 2 + 2 y 2 )+ 2 P ] x y
(1+P.r
+...)
é
onde:
6
x -j , ôy-j
são
de
coordenadas
r
ê
to
principal
a
as
(x,y),
distância
da
Pi ,P g >P 3 , . . •
c o m p o n e n t e s do
do
foto
são
os
devido ã
ponto
de
deslocamento
distorção
de c o o r d e n a d a s
coordenadas
parâmetros
do
ponto
descentrada;
(x,y)
ao
pori
( x 0 > y 0 )'>
recuperados
no
ajust_a
m e n to .
2.6.2
tre
o
A
REFRAÇAO
FOTOGRAMÊTRICA
A
refração
f o t o g r a m é t r i ca
raio
colinear
e
exterior
rigidos
fração
e
tomado
para
fora
como
em
atmosférica,
Fig.
5
a
tangente
positivo
relação
figura
Refraçao
ao
e
ao
para
definida
raio
real,
como
medido
deslocamentos
ponto nadiral,
5.
Fotogrametrica .
o
ângulo
no
radiais
causado
pela
ejo
nodo
d^
re
Na
métrica
to
é
fo t o g rametria
desprezada
em
0 TRABALHO
Numerosas
me,
entre
me;
as
elas
DO
razão
da
distancia
a
proximidade
refração
da
fotogra
câmara
ao
obje:
deformação
do
fiJ_
exercidas
e
riações
temperatura
terior
esse
fator
óticas
e
e
Ó
escolhido
aplicação
o
caso
do
da
câmara
filme
é
corrigi'-lo
(entre
uma
as
estocagem
com
o
matemática
adequada
pesquisas.
possui.
da
transformação
de
câmara
com
(1982)
marcas
conclui
e
os
do
utilizaram
a
transformação
de
uma
uma
e
tempo,
e
v_a
po_s
devido
a
das d i s t o r ç õ e s
MERCHANT
para
rotação
e
fator
pontos
é
a mais
eficiente,
sugerida
pesquisas
torna
de
matemá­
dos
"reseau"
foram
es.
(1979)
o
com
que
mais
inter
m o d e l o super
encontrados
similaridade,
um
corrigir
modelo
0
Em
um
geral
resultados
de
como
fiduciais.
afim
para
distribuição
geral
que
transformação
melhores
Em
afim
parametrizado
translação,
dofil
fotogramétrica.
câmara
a
na
separadamente
quantidade
0,5
câmara
processamento;
variável
da
valos
material
(1974).
depende
ANDRADE
no
do
da
relativa
diversas
a
a
dentro
de
que
mm
filme
motivo
recentes
de
no
para
irregularidade
umidade
transformação
controle
para
e
KARARA
refração
a
fora
necessário
variações
tico
e
trabalho
da
A
sas
outra)
utilização,
0
contribuem
incluem-se:
tensões
de
FILME
fontes
fotografia
a
curta
fotografado.
2.6.3
de
â
é
escala.
quan­
composta
X r
cos
=
f
x ,y
x
S ,<j> ,Ax
as
são
1
A X ,_
x"
+
são
,y '
1
$
s
-sen
onde:
sen
<t>
coordenadas
as
,Ay
cos
<p
_A y L
niedidas
coordenadas
são
1
y_
■
(2.6.3.1)
na
foto;
transformadas;
parâmetros
recuperados
no
ajustamen­
to .
termo
0
uma
placa
que
basicamente
2.7
de
"reseau"
vidro
uma
CALIBRAÇAO
forma
câmaras
as
e
o
focal
linealidade,
objeto
da
de
e
õticas
não
é
de
Em
(item
na
item
marcas
a melhor
espaço-imagem.
A
falta
OLIVAS
por
a
conhecimento
do
diretamente
ligação
na
geométrica
triangulação
analítica,
ou
na
seja,
espaço-objeto .
calibrar
das
internos
como:
do
condição
entre
no
é
calibração
comprimento
erros
do
a
excentricidade
acarreta
pontos
fiduciais.
fatores
calibração
de
a
fotográfica,
(1980),
de
ordenadas
refere-se
câmara
fotogrametria
2.5.1),
influem
o
em
necessária
perfeito
ê
inserida
citado
medir.
gaussiana,
que
presente
FOTOGRAMETRIA
f o t o g r a m e t r i cas
distorções
tância
EM
no
a quantidade
EISENHART
refinada
principal
nal
quadriculada
aumenta
Segundo
citado
o
ponto
da
dis­
de
espaço-
resultado
determinação
co
das
fj_
co
2.7.1
os
CALIBRAÇAO
PARA
As
métricas
câmaras
parâmetros
de
FOTOGRAMETRIA
calibração
terísticas ,tendem
a manter
po,
câmaras
entretanto
suem
estabilidade
minar
em
seus
2.7.2
de
que
causa
calibração
devido
por
(item
a
da
f a b r i c a com
suas
determinado
3.3.1.2)
necessidade
sempre
carac­
que
são
tem
não
de
po£
dete_r
utilizadas
ANALÍTICA
processo
parâmetros
o
métricas
saem
e,
calibração
DISTANCIA
precisão.
CALIBRAÇAO
Por
de
sua
CURTA
3.3.1.1)
determinados
não
interna,
parâmetros
trabalhos
tes
as
(item
A
de
analítico
é
possível
recuperar
os
segui_n
calibração:
a)
distância
principal
b)
coordenadas
c)
coeficientes
do
ponto
calibrada;
principal;
para
correção
da
distorção
radial
sj_
para
correção
da
distorção
descentra-
métrica;
d)
coeficientes
da.
2.7.3
MODELO
0
nearidade
é
dada
MATEMÁTICO
modelo
matemático
(2.5.2.10)
aos
simultâneamente
KENEFICK
(1972).
em
abaixo
parâmetros
uma
agrupa
de
as
equações
calibração
triangulação
e
analítica
a
de
c o 1 _i_
solução
em
bloco,
x-x
0
(K1 r2 + K
2
r 4 + K 3 r 6 ) ( x - x o ) - P 1 [r 2 + 2 ( x - x Q )
+2P
2
2
(x - x Q )
(y-yQ)
(2.7.3.1)
y _ y o " ( K i r 2 + K 2 r 4 + K 3 r 6 ) ^ " y o ) “ 2Rl ( x ' x o ) ( y “ y o ) " P 2 [ r 2 + 2 ( y _ y o ) 2
onde:
r
=
x,y
(x-xQ ) +(y-yQ )
são
as
coordenadas
fiduciais
de
pontos
do espaço-
imagem;
x 0 ,y0
são
as
coordenadas
fiduciais
do
ponto
princi
-
pal ;
são
os
coeficientes
da
distorção
radial
sj_
m ét r i c a ;
P 1 >P 2
Os
a
forma
F
demais
modelo
0
bre
s ^°
x
de
=
os
elementos
estão
matemático
equações
x-x
coeficientes
o
- (Sx
de
-óx
da
distorção
descritos
(2.7.3)
pode
observações.
I
-
c q
=
0
em
ser
descentrada.
(2.5.2.10).
apresentado
s_o
A
essas
ajustamento
onde:
de
equações
observações
0
La
são
os
valores
no
caso
as
coordenadas
Xa
são
os
parâmetros
das
tridimensionais
x ’y o ’K l ’ K 2
A
meio
cia
de
a
solução
series
igual
lada
citada
e
para
de
a
f (x ) = f ( a) + f
1
das
matemático
observações,
fiduciais
de
dos
pontos
de
que
de
externa
que
são
ajustadas:
ajustados,
parâmetros
não
esse
Taylor,
das
os
modelo
são
campo
de
as
coordenji
(X,Y,Z);
cada
foto
calibração
os
(W,<)>, K,
ajustados
(f ,
K 3 ’P 1 ’P 2 ^ •
superiores
aproximados
e
os
para
de
ajustados
orientação
função
utilizando-se
Taylor
5
o
(2.7.3.3)
de
X 0 ,Y0 ,Z0 ) e
associado
abaixo:
F ( L a ,Xa ) =
elementos
tra-se
esta
â
é
problema,
e
em
que
GEMAEL
é
a
negligenciando-se
segunda
ordem.
observações
parâmetros
função
linear
A
incógnitos
linearização
os
série
originais
( 1 974)
termos
então
(Lb)
(Xo).
e
de
Segue
encojn
por
de
potejn
é
calc^j
valores
a
série
linearizada.
( a)
+
f(a)
,( x.-.a )
+.
(2 .7.3.4)
negligenciados
SF
F ( L a »Xa ) = F ( L b ,X0 )+-^
( L a " L b )+
Lb
Adotando-se
a
notaçao
9F
3Xa
matricial,
(Xa-X0 ) =
o
modelo
0
(2.7.3.5)
linearizado
assume
onde:
a
forma:
BV
+
AX
+
W
=
A
é
formada
0
(2 .7.3.6 )
por
submatrizes
da
forma
abaixo:
3F
A
=
orientaçao
exterior,
pontos
de
terreno,
parâmetros
Ti b r a ç a o
A
-
A e , At,
ca-
( 2 .7.3.7)
(2 .7.3.8 )
AI
X
de
é
o
vetor
das
incognitas,
constituido
de
subveto
-
res .
T
X
=
Xe,
Xp =
<5W
ôíf
6
Xt=
ôX
ôY
ôZ
(Sx
W
é
o
, sendo:
Xt , X
o
(Sy
o
vetor
K
òX0
6
Y0
6
(2 .7.3.9)
Zo
(2.7.3.10)
(2.7.3.11)
.sf aK-, õ K 0
1 2
dos
erros
5K0
3
de
SP,
1
<$P.
,
(2.7.3.12)
fechamento
x
observado
-
x
calculado
y
observado
- y
calculado
formado
por:
(2.7.3.13)
V
é
o
vetor
ajustadas
dos
menos
resTduos
as
formado
iniciais
V = La
pelas
-
Lp.
observações
(2.7.3.14)
B
é
a matriz
ção
(2.7.3.2)
não
houvesse
ção,
essa
ANDRADE
formada
em
a
relação
matriz
seria
mesmo
unitária,
derivadas
ãs
calibração
( 1984)
siderada
pelas
parciais
observações
simultânea,
unitária,
para
não
dada
por:
sõ
a
).
afeta
ela
fim
Caso
triangula­
entretanto
calibração
pois
( x n ,y
da
segundo
pode
ser
co]i
significativãmente o
resultado.
A
solução
X
sendo:
para
X
é
(2.7.3.15)
U
N
(2.7.3.16)
U
=
A T PW
A
matriz
(2.7.3.17)
dos
pesos
e
formada
por:
(2.7.3.18)
b
2
sendo:
a
V
o
a
variancia
a
inversa
da
unidade
- 1
de
peso;
...
da
matriz
variancia-covariancia
das
ob
Lb
se r v a ç õ e s .
A
torna-se
N
não
2.7.4
matriz
N
necessário
singular,
singular,
aplicar
ANDRADE
INJUNÇÕES
0
é
modelo
COM
para
algumas
encontrar
injunções
soluçoes
de
modo
a
para
X
tornar
(1977).
PESO
matemático
para
injunções
com
peso
i
de
for-
G ( L x ,Xa ) =
0
E
linearizada:
na
V +
forma
=
(2.7.4.1)
CX
+
W
0
(2.7.4.2)
Entao,
a
funçao
de
variaçao
C G C
<f> -
assume
C
a
forma:
C
C
V T P V + V T P V - 2 K T (V + A X + W) - 2 K T ( V + C X + W )
Para
minimizar
PV
-
K
=
0
(2.7.4.4)
cc
PV
-
c
K =
0
(2.7.4.5)
V + AX + W
=
0
(2.7.4.6 )
=
0
(2.7.4.7)
=
0
(2.7.4.8 )
A
I
K + C
j c
C
K
<j>, r e s u l t a
o
sistema
de
(2.7.4.3)
equaçoes:
c
V + CX+W
A
soluçao
para
X
X
-
- ( A T PA + C T PC)
X
=
-(N
-]
C
ou
C
+
N)
-]
sera
cc
( A T PW + C T PW)
(2.7.4.9)
C
( V + V )
(2.7.4.10)
2.7.5
INJUNÇÕES
A
fim
cessar io e
alinhados
da
P-|
(X,Y,Z),
é
o
POSIÇÃO
fixar
um
fixar
7
P^
sistema
de
coordenadas
( X ,Y , Z ) e
P^
coordenadas
de
(Z).
0
três
será
pontos
modelo
ne
não
matemático
seguinte:
INJUNÇOES
Essa
o modelo
se
suficiente
injunção
2.7.6
de
DE
DE
injunçao
matemático
DISTANCIA
fixa
desta
(XGi-XGj
as
escalas
injunção
)
2
é
horizontal
o
+ (YGi-YGj
e
verti cal,e
seguinte:
)
2
+ ( Z G i-ZG j
)
2
(2 .7.6 .1 )
Maiores
detalhes
sobre
as
injunçoes
ver
A N D R A D E ( 1 977).
CAPITULO TERCEIRO
S I S T E M Á T I C A DE U T I L I Z A Ç Ã O DA F O TOG RA M ETRIA Ã CURTA D I S T Â N C I A
3.1
INTRODUÇÃO
Apresenta-se
grametria
ã
curta
particular,
desde
e
os
sinalização
3.2
nização
da
ticulares
causas
tipo
de
duas
de
nenhuma
capTtulo
a
métodos
fases
b)
o
processamento
AQUISIÇÃO
aquisição
sobre
DA
da
distância
cada
tem-se
caso
4.
da
foto
aplicação
Discute-se
f o t o g r a m ê t r i cos
Essa
falta
que
em
da
existe
ser
a
padro
estudado
caracterTsticas
de
padronização
ser
firmas
ã
não
precisa
sempre
fotogrametria
aquisição
decisões
em
no
fotogrametria
a
A
curta
observadas.
trabalho
em
filmes,
aérea,
a)
Na
tomar
ã
universidades,
separado
deter
utilização
PADRONIZAÇÃO
desse
e
se
da
pontos.
serem
Um
3.3
e
diferentemente,
a
sem
gerais
abordado
câmaras
fotogrametria
institutos
ser
será
fotogrametria
planejado
das
de
DIFÍCIL
Na
e
que
de
aspectos
distância,
caso
tipos
os
mais
par
é
uma
utilizada
em
particul a r e s .
curta
distância
pode
distintas:
informação;
da
informação.
INFORMAÇÃO
informação,
o material
e
o
o
fotogrametrista
método
a
serem
precisa
utilizados.
Essas
decisões
dependerão
natureza,
no
levantamento
e
ra
restauração
arquitetônica
se
grandes
realiza-se
da
da
partes
disponibilidade
de
navios
o monitoramento
Os
principais
3.3.1
OS
Dos
câmara
das
Em
dois
de
de
camara;
o
tipo
de
f i 1 me ;
do
orientação
o
dimensionamento
o
local
TIPOS
DE
muitos
a
método
a
de
diferente
uma
das
laje
de
Um
quando
requerida
projeto
pa
controlam-
ou
de
quando
concreto.
estudados
são:
fotogramétrico ;
câmaras;
dos
colocação
CÂMARAS
o mais
de
encaixados
serem
alvos;
dos
alvos.
FOTOGRAMÉTRICAS
equipamentos
é
precisão
financeira.
serem
fatores
tipo
fotográfica
obtenção
a
o
a escolha
é
da
utilizados
importante,
pois
na
fotogrametria
delas
dependem
a
a
fotografias.
fotogrametria
ã
curta
distância
as
câmaras
são
de
tipos:
3.3.1.1
a ) câmaras
métricas;
b)
não
câmaras
CÂMARAS
São
cos.
Possuem
cida
e
MÉTRICAS
câmaras
lentes
estãvel,
métricas.
construídas
de
alta
apresentam
para
propósitos
resolução,
no
mínimo
orientação
quatro
marcas
fotogramétrj_
interna
conhe
fiduciais
e
um
mecanismo
3 .3 .1 .2
é
completa
A
tica
tipo
de
desse
de
tras
filme
métrica
é
aquela
parcialmente
falta
de
de
durante
a exposição.
MÉTRICA
não
ou
do
marcas
câmara,
cuja
orientação
desconhecida
fiduciais
também
i
e
freqüentemente
também
conhecida
inte^
uma
por
caracterT_s
câmara
simples
amador.
A
to
NÂO
câmara
instável.
ou
fixaçao
CÂMARA
A
rior
de
que
dificuldade
é
possível
sofisticações
tabilidade
câmaras
da
classificar
introduzir
em
câmaras
orientação
uma
marcas
câmara
fiduciais
simples.Para
interior
o
reside
fator
FAIG
que
e
no
muitas
( 1976 ) é
as
fa
a
diferencia
ou_
i ns_
das
métri c a s .
KARARA
câmaras
de
(1978)
apresenta
as
seguintes
não
métricas^quando
comparando
a)
disponibilidade
geral;
b)
maior
c)
algumas
flexibilidade
utilizam-se
sucessão
de
d)
são
e)
portáteis,
com
as
vantagens
das
métricas:
na
focalização;
de
motor
permitindo
uma
rápida
fotos;
menores
e
mais
leves;
facilitam
a
orientação
em
qualquer
d ire
ção ;
f)
o
preço
é
As
desvantagens
a)
as
lentes
consideravelmente
são
menor.
sao:
elaboradas
para
alta
resolução
e apr e
sentam
grandes
b)
grande
instabilidade
c)
falta
marcas
fiduciais;
d)
falta
nTveis
que
tação
exterior;
falta
dispositivos
e)
3.3.1.3
CÂMARAS
A
tadas
câmara
rigidamente
distorções;
da
orientação
auxiliem
para
na
interna;
determinação
planificação
do
da
orieji
filme.
ESTÉREO-MfTRICAS
estéreo-metrica
consiste
nos
uma
extremos
de
barra
de
duas
câmaras
metálica,
moji
figura
6 .
Para
fotogrametria
estéreo-métricas
a)
as
apresenta
fotos
são
ã
as
curta
distância
seguintes
tomadas
o
uso
de
câmaras
vantagens:
simultaneamente
e
assim
oco_r
rencias
dinâmicas
podem
b)
ja
desde
conhecida,
instrumentos
po
de
máximo
cia
as
medidas
3.3.1.4
desvantagem
2
a
delas
estereoscópicos;
orientação
serão
relativa
simplificadas
especiais
construídos
das
fotografia
através
para
esse
de
tj_
. 0
m,
a
é
que,
relação
o
tamanho
base/distância
curto
restringe
das
a
bases,
d i s t ajn
câmaras-objeto.
termo
"Foto-teodolitos" é
m a r a - t e o d o l i to ; t r a t a - s e
com
Os
devido
F0T0-TE0D0LIT0S
0
se .
que
r e s t i tu i d o r e s
operacional
pada
pares
foto.
A
no
formar
mecanismo
de
de
uma
câmara
orientação
Foto-teodolitos
são
aplicado
do
combinação
normalmente
eixo
montados
ã
em
ótico
tripés
em
e
cã
m é t r i ca,equi_
relação
ã ba.
c e n t r a d o s ,W0LF
(1974) .
3.3.2
0
FILME
FOTOGRÁFICO
0
filme
fotográfico,
características
sensibilidade;
b)
seletividade
A
sentar
tante
resolução
distintamente
em
bilidade
juntas,
Ó
a
ou
por
p r o j e t i s t a ,a p r e s e n t a
duas
resolução.
propriedade
dois
objetos
desejada.
As
duas
exemplo,
um
filme
que
o
filme
próximos.
fotogrametri a , entretanto
é
o
básicas:
a) a
a
para
para
cenas
características
de
1000
A
ASA
possui
de
resolução
rápidas
não
se
apresenta
apre
Ó i mp or
a
sens_i_
apresentam
alta
se
sibilidade
de
50
na
conta
ção,
baixa
os
fotogrametria
situam-se
o
contrário
do
MÊT0D0S
diafragma
DE
método
do
levantamento
sar
os
dados.
duas
acontece
com
um
e
dos
80 e 1 2 5
fabricante
velocidade
ASA,
u t i 1j_
levando-se
relativas
do
do
instrumentos
de
filmes
ã
ilumina^
de
informa,
obturador.
FOTOGRAMÉTRICO
dependerá
final
os
um
tipo
final
acessíveis
levantamento
para
é
proce£
basicamente
formas:
e
tipo
em
paço-objeto
distância
forma
para
Os
para
os
de
trabalhos
coordenadas
aplicação
métodos
são
topográficos,
arquite
que
Câmaras
0
método
se
ou
7.
diferença
em
que
entre
giro
utilizam
na
de
a
as
(caso
pontos
do
es_
fotogrametria
ã
curta
com
em
e
a
volta
são
os
paralelos
aérea
90°
normal).
câmaras
aéreo,
aproximadamente
um
de
e n g e n h a r i a , m e d i c i n a , etc.
paralelas
levantamento
las,
em
discretas
seguintes:
a)
ao
efetua-se
desenho,
geológicos;
b)
similar
e
especiais,
entre
LEVANTAMENTOS
informação
a)
tônicos
do
utilizado
ção
A
trabalhos
especificações
abertura
0
A
e
Excetuando-se
as
3.3.3
de
resolução
ASA.
zados
em
mas
eixos
e
das
normais
terrestre
da
colocadas
base.
é
de
câmaras
i
que
base,
na
maneira
parale
figura
segunda,
Fig.
7
Camaras
método
0
citado
a l ) quando
pois
po
de
os
a
restituidores
posicionamento
a2 ) quando
tas,
desde
que
pois
nesse
caso
permite
a
denadas
do
o
a
a
indicado
em
casos:
i
forma
normalmente
câmaras,
dos
em
desenho
aceitam
final
coordenadas
são
seja
a
métrica
calibração
parâmetros
de
"caso
(item
e
no
câmaras
normal".
discre
3.3.1.1
e
das
),
não
coor­
Esclarecimentos
convergentes
,
e s s e tj
e s s e método
calibração
simultaneamente.
das
de
como
espaço-objeto
método
sõ
normal".
conhecido
utilizada
necessária
"caso
dois
analógicos
informação
é
paralelos,
final
câmara
não
é
eixos
informação
de
recuperação
problema
com
apresentado
sobre
a
s£
g uir .
b)
0
utilização
Método
método
das
foi
histórica.
câmaras
convergentes
desenvolvido
Quando
por
a Apollo
DUANE
14
foi
C.
BROWN
lançada
e te m
uma
levava
uma
ra
câmara
topográfica
mapeamento.
500,
era
não
câmara
métrica,
possível
permanecer
ma
A
nave
calibrar
a
câmara
quarentena.
das
câmaras
o método
as
0
eram
obteve
imediato,
problema
foi
que
apresentou
após
fotografias
uma
HASSELBLAD
sendo
Não
necessário
â
D.B.A.(fir
a qual
depois
desenvolveu
a quarentena
resultados
p_a
fotografias.
entregue
a D.C.BROWN),
convergentes
convergentes",
Stellar
de
obter
somente
conduzia,
pertencente
fotos
a
funcionou,
a
em
que
não
destinada
que
fotogramêtrica
observar
lunar
o
de
"método
comparado
absolutamente
com
satisfatõ
rios.
Em
correlação
e
as
elementos
coordenadas
da
estação
em
relação
fotos
que
verticais
ã
a
citada,
ra-se
forçar
<f> - - 4 5 ° ,
figura
8
um
e
leva
a
apresentar
de
Esta
formação
máximo
entre
juntos
(item
convergentes
ao
variação
matemático
fotografias
e
com
c£
não
pe_r
im
que r e a l i z e
sj_
2.7.3).
a
correlação
onde
exposição
90°,
o
assim,
quebra
de
f)
pequena
e
convergentes
si
alta
i n t e r n a ( x Q ,y
correlação
recuperados
modelo
da
( X Q ,V0 ,ZQ ) p a r a
triangulação
câmaras
convergência
importante
completa
mecanismos
da
de
problema
procu
de ^ - 4 5 °
e
mostra
a
como
.
compensações
e
a
exposição
sejam
calibração
das
de
o
orientação
câmara-objeto.
utiliza-se
o que
í
a
ã
da
relevo
parâmetros
método
pois
o
utilização
mu 1 t a n e a m e n t e
0
e
distância
esses
possibilita
Os
apresenta-se
os
de
mite
(1979)
entre
so
mite
MERCHANT
ressaltar
recuperação
primários
de
secundárias
orientação
exterior.
que
dos
sé
a
convergência
parâmetros
correlação
são
do
cone
não
interno
suprimidos,
entre
elementos
da
Para
controlar
mais
orientação
esse
per
.
surgem
interna
problema
e
também
facilitar
de s c e n t r a da
ção
métrica
guio
a
P-j,
K-| ,
Kappa
separação
dos
Fig.
90°,
com
método
0
b
métrica
1
ou
terrestres,
dade
da
desse
dem
ser
te
método
os
pode
para
cionais
sendo
sobre
que
o
sistema
calibração
útil,
de
pois
da
distorção
radial
si
uma
exposição
com
ân
o
câmaras
convergentes
convergência.
uma
câmara
muito
útil
para
câmaras
aéreas
pela
necessi­
método
para
e
câmaras
OLIVAS
de
das
mínimo,
de
de
calibrar
pontos
ao
distor
é
fotos.
os
da
convergentes
aproximados
(1 9 8 0 )
controle
da
ou
seja,
ANDRADE
que
a
vant_a
triangulaçãopo
de
campo
apenas
Para
para:
fotográfica,
cita
coordenadas
coordenadas.
consultar
indicado
o
e
suficie_n
informações
(1981),
o
adj_
0 L I V A S ( 1 9 80)
(1979).
b 2 ) quando
denadas
Este
reduzido
definir
e MERCHANT
é
de
câmaras
das
menos
utilização
inadequado
valores
ser
de
máximo
métrica.
coeficientes
(1982).
deseja-se
convergência
gem
apoio
o
das
) quando
não
pelo
KENEFICK
Esquema
8
os
coeficientes
, toma-se
de
entre
pontos
do
o
resultado
final
espaço-objeto
possibilita
que
a
do
esse
informação
levantamento
método
seja
também
tomada
são
é
com
coo£
muito
dados
superabundantes
que
mento
de
tam
do
os
dade
número
graus
aos
de
em
restituição,
nenhuma
comprimento
3.3.3.1
que
de
DAS
geometria
uma
câmara
do
seja
número
de
acréscimo
ajustamento
equações.
de
incógnitas
dando
mais
a£
0
aumeji
co nf iab i1
que
a
tipo
quanto
informação
Planicomp
a
posição
seja
processa^
C-100,
das
que
não
câmaras
e
ao
principal.
CONVERGENTES
método
fixada
das
e
COM
câmaras
que
as
UMA
ESTAÇÃO
convergentes
FIXA
permj_
outras
ajustem
seus
fe_i_
de
câmara,
sua
posj_
necessário
para
distância
conhe
a ela.
e
direção
( x q ,y
espaço-objeto.
lação
de
das
câmara
relação
3.3.3.2
com
, z Q ,W
cida
no
sistema
que
o
dois
o
desde
CÂMARAS
definir
dão
do
restrição
Observou-se
ção
sem
analíticos,
distância
MÉTODO
A
xes
liberdade
restituidores
apresentam
te
equações
maior
r e s u 1 tados .
b3)
da
acarretam
de
coordenadas
de
pontos
laje
uma
coordenadas
fixa
ao
e
do
somente
apoio
com
fixação
,K) , o
Utilizando-se
de
a
dados
de
apoio
mínimo
reduz-se
reais,
distâncias
como
a
uma
provenientes
concreto,
espaço-objeto
uma
para
de
pesquisou-se
quando
apoio
no
se
triangu_
a
exatj_
utiliza
espaço-objeto
a
em
pontos.
EXPERIMENTO
De
uma
triangulação
pontos
com
coordenadas
onde
utilizou-se
tridimensionais
o
apoio
(X,Y,Z)
e
mínimo,
um
ponto
com
(Z)
vinte
conhecido,
pontos,
sional
entre
quadro
dois
era
fixada
a
res
haviam
sido
tância
3.2,
entre
3.3,
3.1.
pontos,
posição
os
apresenta
quadro
obteve-se
as
Quadro
e
os
a
realizou-se
nova
e
e
de
entre
tridimensionais
distância
número
do
0
0
1
onde
cujos
valei
e s p a ç o - o b j e t o , a dijs
(97,968
coordenadas
as
um,
de
tridimejn
triangulação
cm).
dos
0
quadro
pontos
e
açao
R D
com
E
(cm) , p r o v e n i e n
apoio
de
pontos.
N A D A S
Z
Y
Z
178,331
389
781
52
0 0 0
79 , 0 0 0
26 1
0 0 0
19
2 0 0
3
2 9 7 ,000
235
0 0 0
19
2 0 0
4
76 ,664
227
25 1
51
077
5
96 ,49 8
227
240
51
134
6
116 ,394
227
252
50
927
7
136,274
227
167
50
976
8
1 45 , 3 8 5
227
263
50
774
9
1 55 , 0 0 9
227
237
50
974
1 0
1 6 4 ,77 1
227
058
51
1 72
1
1
174,612
227
080
51
311
1 2
1 84 ,638
227
063
51
233
13
1 94 , 5 3 0
227
009
51
484
14
204,482
226
998
51
363
15
2 1 4 ,507
226
856
51
045
16
2 2 4 ,21 1
226
878
51
485
17
234 ,240
226
908
51
528
18
253,098
226
808
51
83 1
19
272,870
226
674
52
1 54
2 0
292,846
226
516
51
986
1
2
o
mesmas.
tridimensionais
tri a n g u
C
PONTO
apoio
novas
Coordenadas
tes
câmara
dezessete
das
discrepâncias
3.1
da
e,como
sete
valores
coordenadas
D e te r m i n o u - s e
direção
ajustados
pontos
as
Quadro
3.2
Coordenadas
uma
tridimensionais
tes
de
triangulação
uma
distância
com
( cm ) , p r o v e n i e n
câmara
fixa
conhecida.
C O O R D E N A D A S
ruu
X
Y
1
178,328
3 8 9 ,782
52 ,002
2
78,998
261
19,201
3
296 ,998
2 3 5 ,003
19,202
4
76 , 6 6 3
227,252
51 , 0 7 8
5
96,497
227,242
51 , 1 3 5
6
116 ,393
227 ,254
50 ,929
7
1 36 ,273
2 2 7 ,1 6 9
50,978
8
145,383
227,265
50,776
9
155,008
2 2 7 ,239
50,976
10
1 64 ,770
227 ,060
51,174
11
174,611
2 2 7 ,083
51,313
12
1 84 ,637
227,065
51 , 2 3 4
13
1 94 , 5 2 9
227,011
51,486
14
2 0 4 ,481
2 2 7 ,001
51,365
15
214,506
226 ,858
51 , 0 4 7
16
2 2 4 ,21 0
2 2 6 ,881
51,487
17
2 3 4 ,239
2 2 6 ,91 1
51 , 5 3 0
18
253 ,097
226,812
51 , 8 3 3
19
272
9
226 ,677
52,156
20
2 9 2 ,845
226,519
51 , 9 8 9
, 8 6
, 0 0 1
Z
e
Quadro
3.3
Di s c r e p â n c i a s
C
PONTO
(c m ) entre
0
R
0
D
E
X
A
D A S
3.1
e
Y
3.2.
Z
1
0 ,003
- 0
, 0 0 1
-0
2
0
, 0 0 2
- 0
, 0 0 1
- 0
, 0 0 1
3
0
, 0 0 2
-0 ,003
- 0
, 0 0 2
4
0
, 0 0 1
-0
- 0
, 0 0 1
5
0
, 0 0 1
- 0
, 0 0 2
-0
, 0 0 1
6
0 , 0 0 1
- 0
, 0 0 2
- 0
, 0 0 2
7
0
, 0 0 1
- 0
, 0 0 2
- 0
, 0 0 2
8
0
, 0 0 2
- 0
, 0 0 2
-0
Q
0
, 0 0 1
-0
0
0
, 0 0 1
- 0
0
, 0 0 1
, 0 0 1
0
2
2
-0
, 0
0
2
-0 ,003
-0
, 0
0
2
0 , 0 0 1
- 0
- 0
, 0 0 1
13
0
-0
- 0
, 0 0 2
14
0 , 0 0 1
-0,003
-0
, 0
0
2
15
0 , 0 0 1
- 0
-0
, 0
0
2
16
0
, 0 0 1
-0,003
- 0
17
0 , 0 0 1
-0 ,003
-0
, 0
0
2
1
0
, 0 0 1
-0 ,004
-0
, 0
0
2
19
0 , 0 0 1
-0 ,003
- 0
2 0
0 , 0 0 1
-0 ,003
-0 ,003
2
8
0
menor
fornecido
cias
se
cida
desvio
pela
apresentadas
inferior
a
fixa
no
apoio
é
valores
esse
a
feito
de
entre
desvio
câmara
e
com
os
é
dois
de
do
2
, 0 0 2
cm.
é
onde
apoio
a
uma
câmara
as
de
que
, 0 0 2
, 0 0 2
discrepân
grandeza
o método
distância
é
, 0 0 2
espaço-obje
ordem
aceita-se
como
do
Como
de
espaço-objeto,
solta
fornecem
os
e
o_n
conhe
o
mesmos
espaço-objeto.
a
fotogrametria
e
tendo
como
0
0,06
3.3),
o método
no
, 0
métodos
utiliza-se
e
, 0 0 2
coordenadas
das
(quadro
pontos
coordenadas
fixa,
padrão
triangulação
espaço-objeto,
Para
câmara
, 0 0 1
0
, 0
0
, 0 0 2
1
, 0
, 0
- 0
1 1
de
quadro
2
1
to
N
o
â
curta
apoio
distância
distâncias
o
método
conhecidas
da
é
de
grande
sempre
utilidade,
possível
de
objetos
ou
cidas
colocadas
e
3.3.4
câmaras
no
ção
das
câmaras
e
o
valores
lo
modelo
rem
dos
=
de
as
distancias
NO
é
determinada
dos
descrito
orientação
câmara
podem
previamente
analítica,
juntamente
pontos
no
das
quadrados
da
é
ser
conhe
ESPAÇO
fotogrametri a
algebricamente
XQ +
orientação
fotografar.
coordenadas
mTnimos
adicionados
Xa
as
e
e
dimensões
CÂMARAS
da
espaço
de
deseja
DAS
matemático
iniciais
método
se
utilizar-se
das
posição
determinada
onde
ção
a
geométricas
ORIENTAÇÃO
Ao
Porém
ser
figuras
A
pois
item
no
pois
determina-se
aos
valores
com
orienta,
a
posj_
espaço — o b j e t o .
2.7.3,
câmaras,
a
necessita
na
de
solução
incrementos
pei
a
se
iniciais.
X
(3 . 3 . 4 . 1
)
Onde:
X,
=
valor
final
X
=
valor
inicial
=
incremento
a
o
X
após
o
ajustamento
determinado
pelo
método
dos
mTnimos
quadrados.
Na
câmara
no
OMEGA
são
KAPPA
é
para
guns
espaço
para
é
fotos
terrestre
determinar
aérea
a
relativamente
determinada
grametria
e
fotogrametria
as
procedimentos.
verticais
determinação
simples.
próximos
no
planejamento
as
câmaras
suas
de
de
vôo.
executam
orientações
Os
é
da o r i e n t a ç ã o
ângulos
0o
e
a
PHI
dos
necessário
e
orientação
Entretanto
giros
da
mais
na
foto
variados
seguir
al­
Determinar
ço
ê
determinar
realizou,
em
terior
pode
câmara
e
as
rotações
relação
causar
não
as
a orientação
o
brar
que
tria
analTtica
ao
equações
(eq.
3.3.4.1
0PERAÇ0ES
Para
ço,
o
gramétrico
los
aos
0
ticas
que
do
ele
ou
seja,
de
de
zer
ter
deve
uma
reflexão
Apõs
que
a
fotos
câmara
a
sentido
é
colocar
paralelos
do
é
sistema
a única
os
ou
definido
dos
dois
para
o
1 em
fotograme^
sistema
f_o
eixos
câmara
do
no
esp_a
sistema
fot_o
aproximadamente
parale
local.
de
acordo
restrição
sistemas
da
com
para
sua
sistema
sem
que
a
as
caracterT_s
definição
é
fotogramêtrico,
haja
p o s s i bi 1 i d a_
necessidade
de se fa
eixo.
coincidência
eixos
a
aproximada
para
rotações
movimenta
ORIENTAÇÂO
dextrogiro
As
Por
posição
A
também
tomadas.
operador
deduzidas
do
recupere
aos
são
orientação
foram
ticamente
no
a
ajn
na
eixos
de
afirmação
utilizadas
local
coincidência
A
colinealidade
a mesma
ser
local
deve-se
DETERMINAR
levantamento;
deve
o
espa
coordenada
Entretanto
2.5.1.2)
sistema
pois
no
( 1 984).
PARA
respectivos
de
câmara
fixo.
procedimento
(item
da
fotogramêtrico.
está
2.5.2.10)
recuperar
primeiro
sistema
dúvida,
que
de
togramitrico , ANDRADE
o
sistema
alguma
sistema
que
aproximada
a
em
X ,Y
convenção
anti-horãrio
dos
posição
OMEGA,
e
as
e
Z,
eixos
são
aproximada
FHI
figura
rotações
negativas
e
KAPPA,
feitas
no
rotações
espaço
são
em
que
até
as
ligadas
respe£
quando
giram
9.
são
no
positivas
sentido
horário.
z
Fig.
Um
da
câmara
primeiro
gramas
dos
espaço
eixo
a
3.3.5
momento
conhecimento
a
terciária,
girado
e
no
e
os
a
de
de
ou
recuperar
qual
seja,
seqüência
aparelhos
de
rotações.
dos
das
rotações
qual
deve
e
e
são
obrigatório
é
ser
seguintes.
r e s t i tui d o r e s
rotações
a posição
Os
a
o
pr£
elabora,
manter
a
SINALIZAÇÃO
ou
cada
utiliza-se
negativos
fotog rametri a
precisam
para
a
ser
medidos
determinação
das
analítica,
em
um
os
estéreo
coordenadas
diapos_i_
ou
em
um
fotográficas
ponto.
A medida
fator
primordial
curar
uma
res
respectivas
rotações.
monocomparador
de
as
seqüência
Quando
tivos
e
computacionais
das
o
é
ser
uma
e
importante
secundária
segundo
ordem
Eixos
fator
no
primária,
9
maneira
das
na
coordenadas
precisão
final
fotográficas
dos
do
trabalho,
as
medições
de
fazer
com
que
principal
fator
que
afeta
e
pontos
é
deve-se
sejam
as
um
pro
melho
possíveis.
0
a medida
é
a
falta
de
de
finiçao
precisa
a)
a
b)
os
do
local
precisão
erros
a
do
ser
medido,
instrumento
aleatórios
ou
outros
fatores
sao:
utilizado;
acidentais
provenientes
do
ope rado r .
0
ca
e
instrumento
conhecida
zendo-se
que
Para
te
a
os
diversas
rejeição,
dos,
e
solução
var-se
de
é
a
acordo
da
medidas
e
definirão
com
de
Quando
dimensionamento
o
tamanho
rão
b)
as
ser
controlados
um
critério
necessidade
dos
alvos
pontos
do
a
os
fa
de
projeto.
serem
artificiais,
clareza
s i s t e m ã tj_
m e d_i_
previamejn
pontos.
DIMENSIONAMENTO
consideração
a)
a
com
DO
em
maneira
utilizando-se
GEOMETRIA
do
de
podem
definição
utilização
que
as
acidentais
observações
problema
dimensionados,
3.3.5.1
erros
variará
o
afetará
os
da
feitas
seguintes
marca
as
diferentes
dos
alvos
é
necessário
l_e
fatores:
flutuante
do
aparelho
onde
se
mesma
fo
medidas;
escalas
que
aparecem
em
uma
fografi a ;
c)
0
s io n am e n t o .
a distancia
esquema
principal
abaixo
da
apresenta
câmara.
a
geometria
para
o
dime_n
Fig.
10
G-e o m e t r i a
do
dimensionamento
tamanho
alvo
de
alvos.
Onde:
(a)
é
o
mar-se
da
câmara;
(c )
é
a
distância
do
de
perspectiva
e
marca
0
o
no
do
(b)/(c)
E TAMANHO
forma
mais
flutuante
alvo
DO
o
no
define
câmara
ê
tamanho
possibilita
espaço-objeto.
a escala.
ALVO
adequada
e
da
espaço-objeto;
tamanho
relação
o que
boa
alvo
centro
ap r o x j _
flutuante;
principal
A
com
deve
distância
FORMA
vo
marca
que
a
A
marca,
da
negativo,
e
(d)
da
tamanho
no
(b)
ao
a da
do
do
que
a
forma
deve
se
circular,
ser
coloque
um
semelhante
pouco maior
a marca
sobre
que
o
o
aj_
precisão.
tamanho
do
alvo
no
negativo
ou
diapositivo
é
muito
crítico,
tuante
se
o
fica
alvo
aparece
difícil
alvo
aparece
pela
marca
menor,
de
do
como
e
a
11
a
figura
Alvo
centro
mostra
F i g . 12
o
ã marca
entretanto
pois
serã
flu
se
o
encoberto
fica
fácil
perceber
os
alvo
a
do
alvo
figura
Marca
do
aparece
centro
do
muito
grande
alvo
torna-se
em
relaçãoãma
impre
11.
grande
quando
do
como
centro,
problema,
esquemas,
determinação
b)
alvo,
relação
dimensionamento:
mostra
Fig.
definição
de
quando
flutuante
cisa,
grande
seu
em
flutuante.
a)
ca
grande
determinar
causa
Utilizando-se
problemas
muito
em
relaçao
a marca
é
agrava-se,
ã marca
maior
pois
que
flutuante.
o
a marca
12„
flutuante
encobrindo
alvo,
o
alvo
o
encobre
problema
o
Para
do
que
no
diapositivo,
lho
as
o
onde
melhores
ter
medir
o
do
é
curta
lores,
mara
tamanho
Sabe-se
que
escala,
distância
ou
dimensionamento
de
observa-se
de
tomada,
o que
o
um
Para
concêntricas,
distante
o
do
o
tem
alvo
flutuante
alvo
deve
HOBBIE
mostra
aparece
do
apare
ser
maior
(1977)
diâmetro
e
de
sendo
em
seriam
cada
alvos
a
da
o
alvo
marca
de
mesma
de
como
de
serem
"Sn"
alvo
e
fotografias
dois
de
metros
va.
da
câ
foto.
e
o
problema
do
lento,para
uma
colocar-se
e
razoável
intervalo
ilustra
distância
uma
de
escala,
necessários
t e r r e n o sobre
a
m u i t o s a_l_
figura
13,
necessário
que,
para
dimensionados
é
oji
utilj
uma
mesma
muito
grande,
impraticável.
do
a menor
de
ou
o
foto
complicado
problema,
utiliza-se
dimensionada
conseqüentemente
câmara,
um
uma
torna-se
mesma
grande
desde
em
quando
trata-se
um
variação
diferente
solução
a maior
da
para
processo
a
metros
diferentes,
que
uma
quando
pontos
alvos
aérea
em
varia
grande
câmara
tamanho
o
entretanto
trinta
dos
número
torna
próxima
5/3
tem-se
a escala
essa
da
tamanhos
zar-se
de
prática
quando
segundo
fotografia
normalmente
vinte
posição
na
acidentado,
tem-se
de
aproximado
a
a marca
0 quanto
operador,
DIFERENTES
Devido
vos
que
a medição.
do
alvo,
efetuadas
maior
ESCALAS
na
até
mesma
pouco
escolha
muito
variação
â
um
são
do
instrumento .
3.3.5.2
voado
da
adequado
medidas
realiza-se
dependerá
deve
tamanho
acordo
com
para
a
para
o
figura
a
ponto
14.
circunferências
posição
mais
com
mais
alvo
3.3.5.3
Fig.
13
Alvos
Fig.
14
Alvo
ESPESSURA
Com
blema
de
talhe
precisa
a
não
composto
TRAÇADO
utilização
diversidade
ser
ci r c u n f e r i n c i as
mo
DO
variando
aparecer,
de
de
DA
escalas
aparecer
devido
de
a
tamanho
e
a
escala
concêntricas.
CIRCUNFERÊNCIA
ê
concêntricas
simplificado,
que
na
com
circunferências
ci r c u n f e r i n c i as
observado,
pode
de
a
espessura
imagem
variação
de
muito
porêm
do
outro
traçado
estreita
e s cala ,figura
o
15.
ou
pro
dis
das
mes^
Fig.
15
Alvos
Torna-se
ma
do
traçado
siderando-se
muito
do
dimensionado
alvo
as
esse
colocado
fator
16
largo,
Alvos
DEFORMAÇAO
Quando
dependendo
forma
da
original
a maior
se
DO
de
escala.
da
quando
devem
ter
mín^
câmara.Cojn
a escala
o
ê
traçado
16.
concêntricas
com
largos.
ALVO
utilizam
posição
maiores
que
a
a espessura
distância
circunferências
mais
devido
determinar
conclui-se
figura
com
traçados
3.3.5.4
pois
circunferências
mais
Fig.
identificáveis
necessário
mais
variada
nao
dos
alvos
alvos
planos
eles
circunferências
ã
se
e
fotos
deformam,
elipses.
Para
convergentes,
passando
essas
da
pos^
ções
alvos
cluiu-se
to
que,
medido
lidade
esféricos
apesar
deixa
há
de
apenas
são
do
aparente
estar
uma
recomendados
erro
diretamente
translação
do
e
em
SILVA
sistemático,
sobre
a
sistema
(1983)
pois
o
s u p e r f T c i e ,n a
referencial,
con
pori
reji
figura
17 .
Fig.
17
Translaçao
alvos
3.3.5.5
A
COR
Quando
cias
tos
e
e
os
DO
brancos.
entre
tados
satisfatórios,
liza
o
caneta
a
melhores
nanquim
as
próximas
dificulta
Os
filme
preto
mesmas
Utilizar-se,
ou
alvo
referencial
devido
a
esféricos.
utiliza
curas
do
claras
sistema
ALVO
se
espaços
do
na
devem
branco,as
ser
confecção
do
preto
e
a
falta
de
pois
e
dos
branco,
circunferê]!
n e c e s s a r i a m e n t e pre
alvos,de
não
contraste
cores
fornece
entre
as
es^
resu2
partes
identificação.
resultados
são
conseguidos
preto
sobre
uma
superfície
esferográfica
preta
com
o
traçado
branca
quando
ou
reforçado
se
utj_
mesmo
uma
para
escure
ci m e n t o .
No
rio
que
o
e
A
C0L0CAÇA0
vantamento
a
do
trabalho
dos
nados
a
de
adequada
alvos,
em
DOS
se
uma
uma
as
coloridos
cores
boa
é
necessã
contrastantes
definição
a utilização
fundamental.
alvos
da
não
porém
se
importância,
ou
alvos
certos
ou
da
e
para
le
,
proveniente
variação
mesmo
da
do
necessária
devidamente
até
da
p_o
posicio^
tendenciosa.
f o t o g r a m e t r i a defor
devem
pontos
nesses
pontos
informação
através
os
então
A
dos
alvos
estiverem
detectar
superfTcie,
de
posição
insuficiente
deseja-se
homogénea,
maior
bem
através
será
dada
filmes
ALVOS
e
os
de
alvos.
conseguir
informação
maneira
são
se
dos
aparecerá
Caso
mações
conheça
f o t o g r a m é t r i co
colocação
sição
utilização
colocação
Para
e
da
projetista
confecção
3.3.6
caso
do
ser
colocados
material
locais
de
estudado
deve-se
c o n c e_n
t r ã - 1 os .
Para
rível
res
que
o
melhor
suporte
contrastantes
3.4
em
com
PROCESSAMENTO
A
lação,
que
informação
é
um
totriangulações
em:
que
os
DA
é
para
quanto
os
dos
alvos
locais
pontos
são
onde
demarcados
desenhados
estejam
é
sejam
prefe
de
co
colocados.
INFORMAÇAO
processada
processo
tes , e s t é r e o - p a r ,
das
localização
que
se
através
utiliza
de
retirar
informações
ao
de
tipo
de
uma
fototriangu^
fotografias
geométricas.
processamento
são
adjaceji
As
f_o
classificja
a ) analógica
Quando
projeção
ótica
utiliza-se
ou
estereoscópicos,
informações
todo
é
b)
pontos
feito
das
por
de
computador
pode-se
utilizando-se
geométricas
para
do
analógico,
conectar
métodos
sucessivos
tradicionais
espaço-objeto.
determinados
através
A
precisão
de
modelos
obtem-se
neste
mé­
projetos.
analítica
Quando
liga
mecânica
e
aceitável
um
do
utiliza-se
espaço-objeto
computadores
pontos
de
do
um
ã
modelo
suas
digitais
e
a
matemático
imagens.
solução
0
inter
-
processamento
é
final
que
são
coordena^
espaço-objeto.
c ) semi-analítica
Quando
dos
pontos
parte
processamento
espaço-objeto
analiticamente.
gicos,
ormente
modelo
do
o
efetua-se
ao
de
uma
espaço-objeto.
de
obtenção
efetuado
Forma-se
medições
utiliza-se
é
para
o
parte
das
coordenadas
a n a 1o g i c a m e n t e
modelo
em
computadores
coordenadas
de
modelo,
transformação
matemática
e
analõ
e
posteri­
que
liga
o
C A P Í T U L O QUARTO
MONITORAÇÃO DE UMA L A J E DE CONCRETO
4.1
INTRODUÇÃO
Em
mações
sário
em
e
nitorar
lítica
engenharia,
grandes
de
obras
difTcil
4.2
REVISÃO
a
do
ta
a
método
da
informação
var-se
e
o
formações
sultados.
âs
é
a
é
(1975)
o
EREZ,
que
mais
a
isoladas
é
e
trabalho
um
método
defor
neces­
para
utiliza
da
f otogrametri a
simultânea
da
câmara
literatura
ponto;
e
mo
anjj
fotográfica.
o
de
onde
fotogramétria
ao
Jã
método
a
viabilida­
levando-se
em coji
que,
SILVA
precisão
rápido
um
por
é
que
grande
de^
a p r e s e n ta m e l h o r e s
re
conclusões
número
encontra-se
diversos
trabalhos
adequada.
de
de
técnicos
(1983a)
é
obser
apresenta
critérios
requerida
p£
a aquisição
necessário
estrutura
apresenta
para
fotogramétrico
por
geodésico
grande
mais
(1974)
o método
geodésico,
no
uma
compilar
a
monitoração,
concluiu:
suplanta
Em
especializada
econômico.
quando
afirma
geodésico.
depois
para
rãpida.
BRANDENBERGER
trabalhos
deslocamentos
Apresenta-se
se
preferível
fotogramétrico
micos
tros,
na
aspecto
continuas,
anteriores
método
ra
obras
ponto
de
BIBLIOGRÁFICA
ERLANDSON
grandes
peças
o qual
fotogramétrico
precisão
ra
em
calibração
Pesquisou-se
de
ou
realização.
deslocamentos,
associada
a determinação
a
similares
pontos,
e
ordem
econô­
citação
afirmou
de
o
de
ser,p£
milíme­
A
a
alguns
literatura
trabalhos
especTfica
sobre
apresentados,
principalmente
gresso
da
Sociedade
Internacional
cidade
de
Hamburgo,
em
balho
bre
de
uma
monitoração
plataforma
Concluiu
que
o
apresentou.
ponte
com
UMK/10,
a
COOPER
das
foram
vam
no
1980.
algumas
estáveis,
lizado
em
e
XVII.
bons
encontra-se
a medida
so
um
resultados,
o
utilizaram-se
terremoto.
mas
não
estudo
duas
que
se
de
São
Paulo,
Computados
ter
1974-1979,
fotografou
navios
portamento
do
os
na
( 1 980)
em
relação
primeiro
resultados
estrutura
ocorrido
Gdansk,
o
quando
apresentou
onde
durante
construção
ãs
da
variações
em
sua
de
uma
acom
Londres,
1978
e
possível
catedral
esta^
construção
um trabalho
cinco
para
de
em
foi
da
de
aumentava
na
Catedral
os
câmaras
trabalho
deformações
em
de
montada
bom
SZCZECH0WSKI
casco
simulação
tra
um
de
anos,
estudar
re_a
de
o
com
temperatura.
INTERCÂMBIO
Na
duação
em
Universidade
Ciências
Engenharia
qual
TOS
foi
na
um
encontra-se
estaleiros
de
a qual
(1980)
nos
4.3
construção,
a
Con­
realizado
realizou
levantamentos:
deveriam
último
Fotogrametria
a estrutura
dois
no
restrita
(1980)
processo
(1980)
feitos
que
século
No
deformações
posteriormente
concluir
CHRISTENSEN
é
BARBALATA
fornecia
fotografaram
Em
panhamento
uma
de
possibilitando
problemas.
carga.
quando
de
processo
Em
que
1980.
monitoração
duas
Geodésicas
Civil
determinar,
um
modelo
nos
de
de
Paraná,
e
uniram-se
mestrado
matemático
pontos
do
(C.P.C.G.)
(C.E.S.E.C.)
dissertações
( 1984)
Federal
foram
utilizada
integração,
os
o
o
em
Curso
de
Põs-Gra^
Centro
de
Estudos
uma
pesquisa,
desenvolvidas.
elementos
Em
finitos
deslocamentos,
as
na
SAN_
pj3
te^i
sões
e
o
estado
cessitava
se
uma
tria
pio
ã
de
de
um
suporte
estrutura
curta
que
pensado
r a , entretanto,
em
a
aplicação
monitorar
fazer
o
recalque
de
necessitava-se
de
um
controle
obra
não
laje
fornecia.
soluções
de
matemático
seus
deslocamentos
plicam
na
de
comprovada,
método
que
LAJE
Uma
compor
o
que
para
compensar
as
zação.
A
rante,
dentro
de
a
é
da
ser
COM
de
processa-se
certo
que
para
mecânica,
seja,
a
do
mo
determinar
vantagens
de
a
encoji
confirmação
im­
nos
pojn
utilização
já
prova.
Sendo
assim
o
testado.
é
uma
peça
de
uma
edificação
protendida
da
de
peça
e
isso
concreto.
tração,
â
limite,
estrutural
por
seguinte
Com
aplicada
experimen
deslocamentos
de
estrutu
ALVÉOLOS
armadura.
de
ou
-
princT
C.E.S.E.C.
para
os
A
comparação
o
devidamente
a
laje
fase
experimentos,
corpo
a
a
em
utilizou-se
concreta-se
tensões
compressão
no
fotograme
grande
f o t o g r a m e t r i a . As
concreto
chamada
com
medirem-se
cobertura
toda
de
pode
CONCRETO
solta
aderência
(1984),
uma
para
ensaiada
colocadas
depois
se
foi
são
ou
construção
de
dois
instrumentação
laje
laje
armadura,
é
através
os
de
processo
contatos
por
DE
piso
A
a sua
SANTOS
fotogramétrico
4.4
que
possibilidade
controlados
Em
unindo
concreto
delo
bom
um
da
ne
procurava-
deslocamentos.
tratar
mesma
car
para
r e t a n g u 1 ares ,
Concomitantemente
se
trararam-se
a
prático.
elementos
por
grande
tos
de
possibilitasse
distância
havia-se
tal,
fissuramento
que
qualquer.
pré-tensão,
maneira:
sõ
a
plana,para
após
tensão
Essa
aparecem
o
tensiona-se
concreto
Sj?
transfere
por
protensão
durante
é
sua
placa
antes
do
que
seção
transversal
a
quando
para
utilj_
carregamento
da
g£
laje
sempre
18
esteja
mostra
sujeita
a
laje
apenas
de
ao
esforço
concreto
de
protendido
compressão.A
figura
utilizada
ensai o.
SEM
Fig.
4.5
18
jã
se
0 método
teórico
como
fixa
ã
e
Os
entre
mecânicos
cuja
tomada
equipamentos
com
fossem
e
Ó
com
medir
através
como
de
deslocamentos
acompanhados
testado,
chamados
ESCALA
alvéolos.
determinar
eles:
função
utilizados
superfície
que
reconhecido
aferidor
d e f 1etóme t r o s
São
para
necessitavam
instrumentos
lativos.
concreto
MECÂNICO
devidamente
lizado
de
PROCESSO
togramétrico
so
Laje
o
essa
de
no
qual
de
fo
proces^
pudesse
ser utj_
empregou-
comparadores
deslocamentos
suportes
o
um
finalidade
relógios
e
lineares
mecânicos
que
ou
re­
os
referência.
utilizados
sao
fabricados
em
Zurique
por
HUGGENBERGER.
Neles
los
de
figura
19
Relógios
comparadores
0,05
mm.
Fig.
4.6
A
19
PROCESSO
é
possível
fazer
apresenta
processo
fotogramétrico
se
analítica,
descrita
no
item
2.5,
por
matemático
a solução
ê
dada
em
dos
Os
tir
de
pontos
medidos,
deslocamentos
variações
o
com
relógio
ou
interva­
c o m parador.
d e f 1e t ô m e t r o s .
FOTOGRAMETRICO
0
sionais
leituras
das
e
e
forma
com
suas
utiliza
se
de
de
tratar
cada
fotogrametria
de
coordenadas
respectivas
deformações
coordenadas
da
são
um
tridimen
-
variâncias.
determinados
ponto.
método
a paj^
4.6.1
A
AQUISIÇAO
Para
a
informação
ção
a
i
fase
final
procurou-se
foram
INFORMAÇAO
inicial
coletada,
precisão
saiada
isso
a
DA
do
a
processo
principal
trabalho.
atingir
escolhidos
do
preocupação
Na
a máxima
equipamentos
f o t o g r a m é t r i c o ,q u a n d o
monitoração
precisão
e
foi
métodos
com
da
rela
laje
en­
possível
e
para
coerentes
com
tal
pretensão.
4 . 6 . 1 .1
CAMARA
A
numero
de
câmara
série
(República
po
de
FOTOGRÁFICA
foi
da
Alemanha).
primeiramente
togrametria
por
sugeriram
incorporação
pela
50
a
Heidenhain
mm,
cron,
onde
sendo
Na
utilizada
VIEIRA
as
em
da .
do-se
0.8
o
uma
tendo
versatilidade
a ela
foram
ym
um
modelo
my
=
Federal
de
de
ANDRADE
para
as
da
matemático
Paraná,
a
que
produzido
intervalo
de
inferiores
ao mj_
devida
vantagens
câmara
câmara
(1982),
resultados
de
em f £
Bonn),
foi
tj_
ym.
ANDRADE
métrica
de
no
erros
( 1 9 8 2 ) ess e
aplicações
o qual
monitoramento,
vista
foco
com
- SLX
R o l lei B r a u n s c h w e i g
cruzes
0.9
do
sempre
câmara
em
121
gravadas
e
Rolleiflex
(Universidade
"reseau",
de
a
pela
empregado
trabalhos:
trabalho
seria
um
consiste
apresentando
Entretanto,
grande
=
diversos
(1984)
indicada
que
Universidade
Para
te
e
de
foi
Segundo
Wester-Ebbinghaus
marcas
mx
utilizada
602.530.054 , fabricada
Federal
câmara
fotográfica
citada
SILVA
foi
(1983)e
satisfatórios.
a
câmara
a
do
inicialmeji
precisão
menor
requeri^
preço
e
a
R o l l e i f l e x - S L X , a s s o e i ajn
calibração
para
os
param£
tros
me,
internos,
a
câmara
principais
além
do
passou
a
"reseau"
ser
indicada
caracterTsticas
a)
totalmente
para
corrigir
para
o
trabalho
do fil
levantamentos.
Suas
são:
elétrica,
alimentada
com
uma
bateria
de
mm,
mas
aceita
in
12V ;
b)
a
objetiva
padrão
é
a
Planar
80
120
220,
t e r c a m b i ave i s ;
c)
d)
e)
emprega
filme
de
24
12
e
obturador
s
até
pode
o
operar
filme
tem
de
por
MÊT0D0
laje
de
é
concreto
bobinado
ao
que
portanto
te
a
a
e
esse
calibração
no
câmara
necessitar
calibrada,
após
submetida
discutido
de
maneira
cm;
ajustada
contínua,
através
cada
f o t o g r a m é t ri c o
vergentes,
fato
velocidade
6 x 6
desde
1/500
o b t e n d o - s e 1,5
ex
de
um
motor
elétrico,ajj
exposição.
F0T0GRAMÉTRIC0
0 método
a
formato
respectivamente,
segundo;
t o m a ti c a m e n t e
4.6.1.2
sua
no
ou
s ;
posições
f)
rolo
exposições
o
30
de
e
para
método
a
item
a
que
se
ensaio,
3.3,3.
Rolley-SLX
A
não
levantamentos
propicia
triangulação.
que
utilizou
foi
o
sua
utilização
e
de
se
uma
das
para
câmaras
câmara
alta
monitorar
se
-
deve
métrica
precisão
realize
con
de
,
ser
s imui taneameji
4.6.1.2.1
MÉTODO
Para
pontos
seja
medidos
devido
que
bem
ra-objeto
desde
tem
de
peça
fotografada,
tar
ê
o
a
devido
frãgma
mo
rio
que
a
as
a
obter
de
velocidade
submetida
em
de
de
a ensaio
permanece
constante,
contornar
as
entre
o
câmaras
os
pontos
a
figura
o
diafrãgma
cama-
elas
de
extremos
da
da
câmara
para
aumen­
20.
ta l s o l u ç ã o
fechado,
iluminação
de
1/2
o mais
extremos
sendo
rãpido
da
maneira
s.
seria
instrumentação,
problema
de
nos
é
fossem
entre
deforma-se
carga
tomadas
câmaras
exposição
na
sejam
Se
ambiente
detectada
fotos
uma
utilizada
distancia
trabalho
obturador
tempo
de
dessa
as
serem
trabalho
peça
mm
dos
não
fatores:
utiliza
do
50,0
a
distanciados
presente
a
presente
focalização
fechar
tomadas
se
fiduciais
pontos
convergência
esquematiza
no
No
de
partir
a
os
fotografar
pontos
seguintes
o
todos
infinito.
seria
jã
que
é
posicionar
afastamento
e
problema
são
coordenadas
objetiva
teríamos
luz,
a peça
A
no
se
das
possTvel
m
porem
fechado,
Para
rio
a
aos
de
deformação
quando
8,0
é
REDUZIDA
focalizados.
m.
normal
fotos
uma
fosse
b)
essa
as
a
a
pois
foco,
falta
associada
3,0
m , conforme
de
a)
ideal
foi
serio
solução
adequada
suprir
um
4,3
campo
a
modo
ocorreria
A
não
0,5
90°,
ate
o
focalização
posicionadas
2,2
observação
devidamente
superior
focalizada
de
a
obstáculos
distância
CONVERGÊNCIA
feita,
estejam
a
COM
e
as
muito
o
d i a_
grande;
continuamente
acontece
ê
me_s
necessã
-
possível.
reduzir
para
para
artificial
Caso
assim
focalização
a
e
a
foi
necessá­
diferença
c â m a r a s ,q u a n d o
de
da
tomada
das
cando-se
tanto
A
fotos
a
com
posição
isso
solução
21,
a
pela
ponto
força-se
a
abertura
mais
próximo.
Para
de
foto,o
as
aumento
ao
campo
em
no
medidas
4.6.1.3.1
e
TIPOS
Dois
a)
da
a p r o x i m a - l a s ,e n t r e
figura
mostrada
diminuição
convergência
da
laje.
da
método
DOS
foram
3.3.5,
tamanho
e
E
da
uma
de
foto
20.
na
figura
convergência
visar
o mesmo
visando-se
pontos
possTvel
lente
desl_o
forçar
não
perca
foi
tomada
o
atê
extremo
com
uma
critérios
a p r_e
Kappa.
alvos
item
a
a
problema
muito,
impasse
visual
o
maneira
o
c â m a r a s ,d e i x a - s e
centro
DIMENSIONAMENTO
sentados
zam
o
do
de
diminuiu
o
das
completar
90°
Os
da
para
Minimizou-se
compensar
relação
que
4.6.1.3
convergência
aproximação
com
rotação
câmaras
para
causada
opostos
das
encontrada
quando
e
convergentes.
da
dimensionados
ou
marca
seja,
segundo
levando-se
flutuante
a distância
DE
ALVOS
do
principal
em
conta
aparelho
da
onde
a
escala
se
real_i_
câmara.
ALVOS
tipos
de
alvos
circunferências
foram
utilizados:
concêntricas;
b ) esferas .
As
parte
frontal
circunferências
da
laje.
Na
concêntricas
parte
superior
da
foram
peça,
colocadas
devido
o
na
po^
sicionamento
forma
se
das
circular
esferas
ti u - s e
no
4 . 6 . 1 .4
câmaras
para
que
esse
para
esses
problema
e
deformar-se-iam
locais
cuja
da
dimensionou-
utilização
discjj
3.3.5.4.
COLOCAÇÃO
diversas
circunferencias
a elíptica,
evitassem
i tem
Os
as
alvos
DOS
ALVOS
foram
funções,
colocados
figura
21,
no
que
local
são
do
experimento
esclarecidas
com
a
se­
guir
a)
sistema
da
nas
dades
proximidades
do
definir
modelo,
observados
b)
de
os
em
dos
o
jã
através
laje
em
uma
c)
eles
fossem
laje
com
sobre
o
das
mesma
houve
a
alvos
As
finali­
fortalecer
a geo>
os
pon­
central;
colocados
as
sobre
e
cuja
a
mesma
vertical
finalidade
variações
no
e
on
deter­
c o m p o r t a m e n t o da
vertical;
na
colocação
simetricamente
do
material
trabalho
situados
fortalece
ensaij i
concentra
a homogeneidade
que
fotografada.
o
peça
fotografada
seus
tarem
da
define
peça
os
presente
fora
se
e
que
O b s e r v a ç ã o : No
de
ãrea
que
coordenadas
cuidado
posicionados
intuito
da
computados,
secção
em
posicionados
discrepâncias
um
locais
de
faixa
são
nos
cantos
que
uma
deslocamentos
foram
sistema
diversos
minar
dos
posicionados
coordenadas,
são:
metria
tos
de
alvos
nos
a
em
dos
alvos
relação
deslocamentos
para
ao
que
centro
da
fornecessem
d_a
es
estudado.
alem
dos
pontos
de c o n t r o l e
cantos
das
fotos,
o
geometria
e
proporciona
outro
uma
fator
boa
1. 2 0 m
.20 m
Fig.
20
Distâncias
extremos.
entre
as
câmaras
e
os
pontos
Fig.
21
Posicionamento
diferenciados
CAMPO
FOTOGRAFADO
A
ALVOS
QUE
£)
ALVOS
SOBRE
□
POSICIONAMENTO
1
LOCAL
DE
DEFINEM
A
0
das
por
SISTEMA
MESMA SECÇÃO
DAS
APLICAÇÃO
CÂMARAS
DA
CARGA
câmaras
e
alvos
função.
DE
COORDENADAS
VERTICAL
orientação
é
cendo
possibilidade
a
P O N T O S DE
A
trabalho,
mentos
as
eles
não
nadas
ra
cos
estão
a
presente
essa
é
que
estações
fav£
forn£
cubri r e m
(1980).
dos
pontos
em
a
de
controle,
relação
monitorada.
E
p a r t i r do
ser e a l i z a
aos
desloca­
importante
sistema
no
de
que
coordjs
a monitoração.
a
para
os
Kg/cm
foi
2
posição
na
figura
estações
21.
Na
em
série
foi
tomada
com
suas
posições
deslocamentos
e
flexionada
seu
aumentada
vao
para
devido
Kg/cm
2
a
Para
.
um t o
e
óti­
os
eixos
de
número
90°.
livre
de
consideradas
deformações.
Na
pre£
c o m o re
segunda
aplicação
a
-
perfazendo
laje
fossem
central.
83
a
deslocamen
estação
Kappa
da uti_
tri a n g u 1 a ç õ e s . Pja
fotos,
girada
que
no
tres
das
viabilidade
quatro
foi
encontrava-se
50
tomadas
a
monitorar
câmara
primeira
para
A
para
realizou-se
foram
representados
pesquisou-se
analítica
finalidade
central,
feréncia
pressão
não
convergentes,
diversas
inerciais
trabalho
exposições.
externa,
de
por eles
fotogrametria
A
sao
são
pois
doze
laje
que
levantamento
de
a
é
variem com a peça,
com
ta l
são
de
principal
peça
da
cada
dois,
câmaras
condições
T O M A D A DAS F O T O S
lização
e
DOWMAN
da
No
tos,
das
para
CONTROLE
deformações
definidas
4 . 6 . 1 .6
cena,
característica
presente
e
o método
mesmo
riveis,
a mesma
4 . 6 .1 .5
relativa,
de
terceira
série
uma
seria
prejs
a
A
formação
sa
última
plástica
determinação
a)
a
pressão
a
Para
tomadas
que
parte
se
reagiu
que
isso
as
os
seguinte
a
peça
para
que
estudar
fosse
a de_
possTvel
es^
maneira:
flexionada,
retirou-se
toda
um
na
formam
4.6.2
PROCESSAMENTO
nesta
fase,
que
do
par
a
posição
apresentassem
dez
inicial,
uma
medida
minutos,
sé
então
das
series
de
três
DA
os
duas
fotos
fci
seu
de
bolso,
e
de
90°
Kappa.
em
na
que
fo­
colocadas
pode
terceira
na
ser
ob­
foto
ob­
INFORMAÇÂO
da
informação
final
do
que
inic ia- se após a tomada das
trabalho.
procedimentos
sabe-se
As
estereoscópico,
rotação
resultado
porém
independe
da
processamento
o
voltar
uma
monitoração.
estereoscópio
efeito
até
a
uns
tem-se
um
o
fotos
tendeu
necessário
22
serva-se
0
e
fotos.
utilizou
com
obtidas,
da
para
def1etõmetros
foi
figura
superior
servado
realizada
ensaiada,
fotografar
laje
até
Na
tos
peça
foi
apli c a d a ;
aguardou-se
estável.
da
procedeu-se
após
b)
ram
triangulação
estas
processamento,
não
Torna-se
deteriorem
tomadas
jamais
de
importante
as
forma
,
informações
inadequada
apresentarão
bons
,
resuj_
tados.
0
No
presente
foram
primeiro
trabalho
observadas
as
passo
este
é,
foi
logicamente,
entregue
especificações
do
a
a
um
revelação
do
laboratório
fabricante.
Os
filme.
onde
procedi
-
mentos
seguintes
c o m e n tados
4.6.2.1
—
o
MEDIÇÃO
DAS
Como
trata
se
retiradas
ciais
dos
pontos,
nadas
exige
cron.
Cabe
sÕ
com
aos
das
COORDENADAS
de
das
um
fotográfica
em
precisão,
comparadores
medições.
medir
Os
pontos
2 . 5 . 1 .3.
as
A
—
mono
ou
—
são
as
in­
medida
do-se
de
de
a
são
fidu-
destas
coord£
nível
de
—
mi-
a realização
instrumentos
que
enquanto
os
es-
s i m u 1 t â n e a m e n t e ,a o p e r a ç ã o
usan
fotos
pontos
coordenadas
estéreos
monocomparadores
de
(2.5.1),
preferencialmente
possibilitam,
coordenadas
analítico
constituem
téreocomparadores
individuais
duas
fotos
formadoras
de
um
m_o
estereoscópico.
Os
são
imagem
FIDUCIAIS
método
fotos
definidos
grande
permitem
delo
a
a seguir.
formações
precisa
trabalho
dividos
comparadores
analógicos;
b)
analíticos.
Analógicos
nicas
são
entre
locadas
para
são
através
Quanto
ordenadas
a
forma
de
medir
as
coordenadas
em:
a)
canicamente
quanto
de
aos
as
medidas
analíticos
eletronicamente;
manivelas
serem
onde
realizam-se
me
micrõmetros.
comparadores
feitas
as
aqueles
e
medidas.
o
as
inexistem
porta-placa,
onde
medidas
das
ligações
as
fotos
c_o
meei
são
co
pulsos
enviados
quais
o
dos
a
partir
to,
a
figura
operador
ti tui d o r
ção
23
de
do
ê
programas
pertence
de
tos
fácil
sejam
das
sistema
is
manivelas,
de
Os
pulsos
coordenadas
esquematização
coordenadas
no
ZEISS
doado
Paranã.
Para
que
ligados
porta-placa.
a
pelo
Pós-Graduação
HP- 1000 , que
com
do
o
mostra
executadas
Federal
tador
origem
analítico,
o Curso
de
movimenta
medidas
foram
tuidor
da
"encaders"
são
do
de
com
as
contra
instrumen­
um estereores
a n a l T t i co .
As
lho
por
0
de
Governo
sistema
presente
C-100,
da
um
Alemanha
Geodésicas
PLANICOMP
os
no
e
estereorest^
Federal
para
da
Universida­
o
mini-comp£
possui
periféricos
traba­
amplia
a utiliza^
aplicação.
as
medições
"software"
utilização
medidas,
PLANICOMP
Ciências
interliga
realizar
ao
em
fiduciais
e
utilizou-se
do- s i s t e m a
possibilita
numeradas
e
o
programa
Planicomp.
que
as
retiradas
de
Esse
coordenadas
cinco
B-70,
programa
dos
po_n
maneiras
di­
ferentes:
a)
observando-as
esquerda
neira
de
no
sobre
o
painel
b)
no
terminal
c)
na
impressora
d)
gravadas
em
fita
e)
gravadas
no
arquivo
0 manual
de
utilizar
esse
de
visor
numérico
do
que
se
encontra
a
Planicomp;
"video";
de
manejo
papel;
magnética;
do
m i n i - comput a d o r HP-1000.
fornecido
programa.
pela
ZEISS
detalha
a ma­
Fio.
23
Estereorestituidor
Servo
Motores
analítico
controlam
o
Sobre
ção,
a
b)
critério
o
da
diapositivo
se
para
valor
distância
métricas
cas,
inexistindo
com
"reseau"
u
"V"
e
que
focal
ou
em
o
que
deve
da
a
outra
não
i
no
em
negati­
a emulsão
outro
e
com
o
problema
a
seu
posj_
c e r t i f i c a d o de ca^
que
se
encontra
qualquer.
terrestre
nas
e
fotogrã
baixo
determina-se
informação
acontece
ou
negativos
para
imagem
posição
ficar
com
colocado
fotogrametria
que
programa­
coordenadas.
diapositivo
trabalha
ser
indica
o
As
câma^
também
po_s
câmaras
não-mêtrj_
indicação.
Rollei-SLX
sinalizou-se
o
utilizada,
canto
aproveitou-se
superior
direito
a
da
placa
imagem
i nverti d o .
das
jeição
para
evitar
erros
das
resfduos
4.6.2.2
do
contidas
medida
mi cro ns
quem
m e d i d a das
informações
Na
os
lado
posição
qualquer
câmara
a
de
informação,
Na
para
aéreas
utilizadas
essa
o
deve
A
da
porta-placa;
fotografias
câmara,
suem
do
Para
independe
Nas
através
da
ras
observe
cima.
libração
no
porta-placa
emulsionado
solucionado.
sionamento
foto
no
que
detalhes:
de r e j e i ç ã o
imagem.
lado
da
da
colocação,
que
operacional,
seguintes
colocação
posição
ficos
os
a)
necessita
ser
parte
ressalta-se
A
vo,
a
em
coordenadas
aplica-se
grosseiros.
relação
â média
Fixou-se
não
um
critério
que
deveriam
em
três
exceder
de
de
re
medj_
três
.
TRANSFORMAÇÃO
DE
COORDENADAS
DE
MÁQUINA
EM
FIDUCIAIS
as
fiduciais
que
tem
origem
ordenadas
te
no
dos
de
do
Para
tos
comuns
sistemas
é
dois
sistemas,
parâmetros
gráfi c a , i tem
do
e
comuns
é
sistema
de
co­
aproximadamen
transformação
que
número
ao
"reseau",
existam
sistema
adaptado
de
pon­
suficiente
adequada
calcula
dos
calibrados,
que
se
as
dos
para
L U G N A N I (1984).
de
máquina
ã máquina
e
foto
pontos
DAS
do
a
de
similari­
utilizados
Olivas
e
foram
por
elabora­
Martin
programas
elaborados
medida
determinados
cruzes
parâmetros
entre
DETERMINAÇÃO
da
é
2.6.3.
Azevedo
dois
outras
aplicando
encontrarem
BRAÇAO
de
partindo
os
utilizando-se
item
A n g é l i c a de
um
numera
no
utilizada
computacionais
Trata-se
que
matemática
descrita
programas
(R.F.A.).
4.6.2.3
em
trans f ormação
do
uma
necessário
sendo
pontos
cruzes
M.Sc.Mary
"reseau"
um
4 .7 . 1 . 1 .
comentada
programa,
de,
as
os
da
transformação
sendo
a
comumente,
origem
dois
são
mente,
essa
entre
fiducial
mann
Planicomp
realizar
ao
pela
denominados,
possível
trabalho
dos
No
referidas
porta-placa.
presente
Os
aquelas
instrumento,
No
dade,
sim
seja
os
A
e
que
aos
determinar
no
máquina.
centro
coordenadas
pontos,
da
de
observadas.
"reseau"
a transformação
as q u a t r o
medidos,
aos
separada­
Quando
transformação
de
Bejn
pontos
a o outro
similaridjj
enumerados
pontos
da
e
imagem,
marcas.
COORDENADAS
DO
ESPAÇO-OBJETO
E CAL I -
metros
de
calibração
resolução
tros
tir
de
das
equações
calibração
dos
valores
sistema
de
te
triangulação
0
de
de
OLIVAS
em
além
da
sistema
das
e
e
de
os
coordenadas.
que
DOS
monitoramento
das
Primeiro
determina-se
coordenadas
pressão;
a
do
da
a
parâme
encontrada
fixação
as
depois
finalmente
deformação
foi
a
par
de
um
elaborado
pelo
pela
acrescentada
da
de
fixar
a
par
cali­
e
versátil
,
coordenadas
,
d i s t â n c i a s o)
pode-se
da
fixação
controla-se
pode
Federal
do
da
posj_
o
númjí
angular,para
ca^
encontrado
em
ser
Paraná,
contém
também
n o Curso
comentários
de
com
utilização.
E
ensaiada
coordenadas
flexionada
retirado
peça
muito
convergência
tridimensionais
após
se
através
DESLOCAMENTOS
laje
e
sistema
programa
sua
da
IV
a escala;
Geodésicas
possibilitam
variação
observa
0
de
Universidade
DETERMINAÇÃO
e
foi
conhecidas;
critérios
Ciências
dráulico
fixação
distâncias
em
a
aos
responsável
FORTRAN
coordenadas
Pós-Graduação
jeita
e
enriquece
na
0
que
(1980)
linguagem
ou
4.6.2.4
e
ApÕs
câmara.
(1980)
instruções
Andrade,
o que
iterações
OLIVAS
é
utilizado
terreno,
câmara
e
incógnitas
seja,possível
ção
libração
solução
apoio
o
de
das
A
adicionadas
de
determinar
ro
2.7.3.1).
em
da
que
pontos
do
uma
e
programa
possibilitando
de
simultaneamente.
colinearidade
computacional
Bittencourt
simultânea
nhecidas
(eq.
programa
José
através
de
aproximados
Ph.D.
bração
determinados
coordenadas.
0
de
são
da
sob
o
ensaiada.
DEF0RMAÇ0ES
é
feito
dos
peça
a
ação
em
pontos
função
medidos
estática
de
um
da
não
su­
macaco
hi­
carregamento, quando
se
C A P I T U L O QUINT O
RESULTADOS
5. 1
INTRODUÇÃO
São
apresentados
comparação
entre
qrametrico
e
parâmetros
de
5.2
o
o^
valores
resultados
mecânico,
com
calibração
da
obtidos
fornecidos
uma
analise
na
monitoração,
pelos
métodos
a
foto-
estatística
e
os
câmara.
RESULTADOS
Nos
Quadros
dimensionais,
tos
grupos
tical,
foi,
dois
alem
da
a
precisão
foram
ça
impossibilitar
los,
de
ao
máxima
serão
simétricos
em
vertical
concreto
dos
os
de,
a
local
flexão,
interna
nesse
ao
pontos
5.6
não
em
ensaiada.
Foram
sobre
do
a
dos
alvos
sendo
os
da
5.8
relação
peça.
sobre
outros;
o
para
computado
laje.
média
dos
laje
a mesma
A
ver
finalidade
das
0
verti­
aplicada
observação
do
de
demais
cálcu­
seis
pontos
deslocamento
quatro
livre
a fo_r
de
a
a
No
deslocamento
nos
determina-se
ã
poji
colocados
a mesma
sendo
deslocamentos
da
seis
fotogramétrico.
estar
utilizado
sobre
e
trj_
p e s q u i s a r através
método
dois
centro
a
vinte
local,
s e rã
resultado
Quadros
dois
coordenadas
de
deslocamentos,
considerados
o
e
colocação
sé
as
aproximadamente
colocados
relação
será
Nos
ordenadas
fato
nesse
onde
ajustamento
pontos
determinar
devido
ponto
por
p a r t e ■f r o n t a l
peça
terminado
de
encontram-se
na
cal,
e
laje
5.5
quatro
de
da
ã
de
discrepãncias
centro
5.2
determinadas
sinalizados
seis
da
os
ca­
das
C£
pontos.
variação
de
de
qualquer
pres­
são
externa.
X
Y,
e
dos
lTmetro,
vio
Observa-se
pontos,
poucos
padrão
das
duplicação
do
ordenadas,
e
tre
as
finido
peça
são
ensaiada
diferença
lores
significativos.
as
o
dezoito
desvio
rando-se
laje
uma
5.4
da
DA
o
secção
menor
vertical
quadro
discrepãncias
com
valores
mm,
pelo
é
de
de
menor
é
método
a
o
co­
eji
sistema
vertical
com
de^
e
va_
VERTICAL
relação
0,27
a
so­
aparecer
quatro
em
aos
conta
alvos
mm.
onde
Conside­
padrão
das
concluir-se
que
deslocamentos,
em
homogêneo.
COM
comparação
0
0
MECÂNICO
entre
f o t o g r a m é t r ico
mm.
duas
a
experiência
desvio
aos
mecânica.
0,52
e
devem
possível
relação
5.9 e n c o n t r a - s e
eles
o
é
des­
ainda,
levou-se
com
mj_
diferenças
Na
laje
um
menor
de
SECÇÃO
FOTOGRAMÉTRICO
instrumentação
entre
da
comportamento
MÉTODO
determinados
com
MESMA
vertical,
que
= 0,60
apresenta,
DO
UMA
que
sinalizadas
desvio
das
sentido
Z é
comportamento
o
subtração
estável.
em
que
no
significativas
EM
esse
menores
valores
no
coordenadas
considerando
da
os
pressão
LAJE
mesma
ajustadas,
e
permaneceu
verticais
COMPARAÇÃO
obtidos
são
quatro
secção
locamentos
não
as
Baseando-se
mm,
que
entre
sempre
resultado
desses
ensaiada
mesma
uma
0,6
coordenadas
estudar
em
quase
média
ser
No
res
de
secções
coordenadas
a
Y
COMPORTAMENTO
deslocamento,
o
apenas
na
Para
de
monitoração
sofreu
diferenças
valor.
afirmar
X e
mente
5.3
esse
para
possível
a
a
coordenadas
desvio
as
valores
chegam
coordenadas
para
que
desvio
e
os
os
des
-
valo
-
padrao
das
5.4.1
ANALISE
Para
avaliar
as
discrepãncias
análise
de
variância,
utilizou-se
a
tes
para
so
métodos
de
ESTATÍSTICA
análise
amostras
independentes.
A
hipótese
básica
entre
métodos
n i fi c a t i v a
V
os
se
o
4,50.
ao
tre
(1982),
valor
os
de
Aceita-se
nTvel
de
métodos
DE
=
a
hipótese
de
um
Pode
que
nTvel
não
de
dois
dos
ser
mais
processos
importaji
empregado
existe
no
ca
d i f e r e n ç a si£
significância
de
95%.
5.1
Entre colunas
Dentro
(residual)
Total
pode
com
Comparando
H
de
que
95%
ser
KIRCHNER
com
básica
A
N
0
o
, pois
não
encontrada
(1984),
valor
FQ
<
existe
em
obteve
-
t a b e l a d o F ^ l ,14)=
F
,
ou
seja,
diferenças
en­
DE
GRAUS
78,3010
14
0,0201
14
78,3233
29
DA
QUADRADOS
p
MÉDI0S
0,0021
1,5176
0,0014
CALIBRAÇAO
5.10
calibração
no
DE
LIBERDADE
1
Quadro
realizadas
V A
0,0021
RESULTADOS
de
ou
que
examinados.
Entre linha
foram
1,51.
QUADRADOS
parâmetros
no
(1973)
F
SOMA
No
e
formulação
significância
VARIAÇÃO
5.5
a
BORGES
QUADRO
FONTE
HQ
é
os
yl = y2
Empregou-se
MARQUES
que
estatística.
duas
entre
encontram-se
da
presente
câmara,
os
nas
trabalho.
valores
quatro
ajustados
dos
t r i a n g u l a ç õ e s que
QUADRO
5.2
Coordenadas
tridimensionais
triangulação
concreto
de
livre
pontos
da
ação
(em
cm)
de
uma
laje
de
forças
da
de
exte^
nas .
SECÇÜES
VERTICAIS
1
2
3
4
7
O R D E N A
D A S
X
1
30 ,6 649
21 2 , 4 8 3 9
46 ,8366
2
30 ,5003
214,2783
53 , 4 7 6 9
3
3 0 ,1 8 2 7
234,6357
54 , 5 4 8 2
4
29 , 8 9 9 2
2 5 6 ,7 0 7 4
54 ,4286
5
55 , 4 0 6 6
21 2 , 5 3 8 6
46 ,8389
6
55,5136
21 3 , 9 6 6 9
53 , 4 8 8 6
7
55 , 1 6 6 3
234 ,2737
54 ,7 84 8
8
54,7750
255,4154
54,8604
9
80 ,3 49 4
212,7143
47 , 3 3 0 9
10
80 ,0803
214,3128
53 , 8 5 5 9
11
79 , 9 8 7 3
235 ,2061
54,6932
12
80 ,0097
2 5 6 , 1 21 1
54 , 5 6 9 6
13
1 04 ,8291
212,9178
47 ,1 8 4 2
14
104 ,6848
214,5919
53 ,751 9
15
129,5263
213 ,1449
47 ,0901
16
1 29 , 4 6 2 4
214,5834
53 ,5 98 2
17
1 29 ,33 6 9
2 3 6 ,1 6 2 9
55 , 0 0 3 8
18
1 2 9 ,561 2
257 ,3954
55 ,0041
19
1 54 ,4073
213 ,3127
47 ,1 9 1 3
20
154,3616
215,0266
54,1281
21
154,5407
236 ,2209
5 5 , 481 5
22
1 54 ,631 8
257,0177
55 , 4 7 2 1
23
1 79 , 5 9 9 2
21 3 , 6 0 7 7
47,6124
24
1 79 ,27 1 0
21 5 , 4 2 7 3
54 ,4493
25
179,8042
236,5501
55,3718
26
1 80 , 2 67 8
257 ,2459
55 , 4 8 3 1
b
6
C 0
NÜMERO
DO
PONTO
Y
Z
QUADRO
5.3
Coordenadas
tridimensionais
triangulação
uma
SECCÖES
VERÍICAIS
1
2
3
4
5
6
7
laje
de
de
concreto
açao
de
uma
cada
na
parte
pressão
C
NOMERO
DO
PONTO
pontos
(em
cm)
da
provenientes
de
flexionada
de
50
Kg/cm
sob
2
a
apli­
central.
0
0
R
D
X
E
N
A
D A S
V
Z
1
30
5686
212
3966
45
3155
2
30
5699
214
2832
51
9981
3
30
1125
234
7647
53
0676
4
29
8498
256
7261
52
9330
5
55
3739
212
5588
45
0459
6
55
4873
214
0271
51
7019
7
55
1915
234
2409
53
0043
8
54
7192
255
4439
53
0431
9
80
3439
212
7508
45
3361
10
80
0952
214
3671
51
9037
11
79
9587
235
2714
52
7326
12
79
9563
256
1961
52
6029
13
104
8485
212
9760
45
1421
14
104
6539
214
5069
51
7236
15
129
5465
213
1193
45
2024
16
129
4955
214
5372
51
6817
17
129
2184
236
1778
53
1663
18
129
5384
257
4281
53
0604
19
154
476 1
213
3995
45
5306
20
1 54
3036
215
1283
52
4100
21
1 54
5832
236
2895
53
7567
22
154
6845
257
1499
53
7429
23
1 79
6167
213
6440
46
1 805
24
179
2333
215
4984
53
0567
25
1 79
8343
236
5295
53
9667
26
180
2454
257
3303
54
0488
QUADRO
5.4
Coordenadas
tridimensionais
triangulação
uma
SECÇÕES
VERTICAIS
1
2
3
4
5
6
7
....................
laje
de
de
concreto
açao
de
uma
cada
na
parte
C
pontos
pressão
(em
cm)
da
provenientes
de
flexionada
de
83
Kg/cm
sob
a
apli­
central .
D A S
NÖMER0
DO
PONTO
X
1
30 ,5897
21 2 , 4 3 3 1
43,1082
2
30 ,55 8 8
214,2839
49 , 7 6 3 0
3
30 , 28 8 8
234 ,6953
50,7883
4
30,0392
256,7429
50 ,6440
5
55 , 4 6 4 2
21 2 , 5 8 9 9
42 ,4983
6
55 , 5 9 7 8
21 3 , 9 3 9 0
49 ,1 6 3 3
7
55 , 2 3 3 6
234,3266
50 ,4 32 4
8
54,7379
255 ,4481
50,4450
9
80 ,4243
21 2 , 7 8 8 4
42 ,5 94 2
10
80 ,0926
214,3867
49 ,1 540
11
80 ,0376
235 ,2606
49,8843
12
8 0 ,031 4
256,1766
49 ,7634
13
104,8954
212,9158
42,2786
14
104,6364
214,5104
48 ,8 4 6 2
15
129,5663
213 ,1920
42 , 3 7 2 9
16
1 29 , 4 3 2 9
21 4 , 5 2 8 8
48,901 1
17
1 29 , 3 6 2 3
236 ,2240
5 0 ,371 2
18
129,5509
257 ,4066
50 ,2 734
19
154,4573
21 3 , 2 3 8 5
42 , 9 7 8 8
20
1 54 , 3 8 9 6
21 5 , 0 0 5 2
49,8505
21
154,5224
236 ,2885
51,2406
22
154,5513
257,0713
51 , 2 6 0 2
23
179,4822
213 ,6404
44,0284
24
1 79 , 2 0 6 4
21 5 , 4 4 6 9
50 ,8721
25
1 79 ,8771
236 ,5204
51 , 7 9 5 2
26
180,2427
257 ,3091
51,8788
0
0
R
D
E N
Y
A
Z
QUADRO
5.5
Coordenadas
tridimensionais
triangulação
SECÇÕES
VERTICAIS
1
2
3
4
5
6
7
de
pontos
concreto
flexionada
formação
residual,
reti r a d a
a
de
sob
que
o
(em
uma
cm)
laje
efeito
permaneceu
da
de
de
de
após
pressão.
C
0
0
R
D
E
N
A
D A
S
NÜMERO
DO
PONTO
X
1
30 ,612 4
21 2 , 4 5 7 1
46,4176
2
30 , 47 3 8
214,2670
53,0787
3
30,1337
234,6376
54 ,1 570
4
29,8709
256 ,6568
54,0212
5
55 , 4 1 6 9
212,6547
46,4340
6
55,5696
214,0975
53 , 0 7 2 7
7
55 ,1 5 7 7
234,3581
54 ,3349
8
54 , 7 6 7 8
2 5 5 ,481 2
54,3723
9
80 ,36 49
21 2 , 8 0 4 5
46 , 8 2 9 3
10
80 ,0989
21 4 , 2 7 4 0
53 , 3 7 3 1
11
80,0004
235,1688
54 ,2037
12
80,0114
256 ,0763
54 ,0391
13
104,8877
21 2 , 9 6 4 1
46,6882
14
1 04 ,76 50
214,6874
53,2309
15
1 29 , 6 0 9 2
213 ,0903
46,6306
16
1 29 , 53 48
214,5035
53 , 1 3 9 6
17
129,4496
2 3 6 , 1 01 7
54 ,5661
18
129,6165
257 ,3998
54 , 4 8 0 8
19
1 54 , 5 66 0
213,2747
4 6 ,751 5
20
1 54 , 4 0 2 1
214,9455
53 , 6 9 7 3
21
154,5771
2 3 6 ,1 9 7 0
55,0165
22
1 54 , 6 6 1 1
256 ,9533
55 , 0 1 0 9
23
179,6111
2 1 3 ,5675
47 , 2 2 4 2
24
1 79 , 2 5 5 8
215,3988
54 ,0316
25
179,7820
236 ,5089
54 , 9 2 4 9
26
180,2134
257 ,2062
55 , 0 4 0 4
Y
Z
QUADRO
5.6
Mostra
a
denadas
so,
e
diferença
(em
tridimensionais
cm)
entre
as
coor­
da
laje
em
repoui
quando
pressão
f l e x i o n a d a s o b a a ç ã o de u m a
2
50 K g m / c m , a p l i c a d a
na p a r t e
de
central.
SECÇuES
VERTICAIS
1
2
3
4
5
6
7
COORDENADAS
NOMERC
DO
PONTO
Y
X
Z
1
0
0963
0
0873
1 ,5211
2
-0
0696
-0
0049
1,4788
3
0
0702
-0
1290
1,4806
4
0
0494
-0
0187
1,4956
5
0
03 27
-0
0202
1 ,7930
6
0
0263
-0
0602
1,7861
7
-0
0252
0
0328
1,7805
8
0
0558
-0
0285
1 ,8173
9
0
0055
-0
0365
1 ,9948
10
-0
0149
-0
0543
1,9522
11
0
0286
-0
0653
1,9606
12
0
0530
-0
0750
1 ,9671
13
-0
01 94
-0
0582
2,0421
14
0
0309
0
0850
2,0283
15
-0
0 202
0
0256
1 ,8877
16
-0
0331
0
0462
1 ,9165
17
0
1 1 85
-0
0149
1 ,8375
18
0
0228
-0
0327
1 ,9437
19
-0
0688
-0
0868
1 ,6613
20
0
0580
-0
1017
1,7181
21
-0
0425
-0
0686
1,7248
22
-0
0527
-0
1322
1 ,7292
23
-0
0175
-0
0363
1 ,4319
24
0
0377
-0
0711
1 ,3926
25
0
0301
0
0206
1,4051
26
0
0224
-0
0844
1,4343
Z
(Médio)
DESVIO
DA
MÍDIA
1 ,4940
0,019
1 ,7942
0 ,016
1,9686
0,018
2 ,0352
0 ,009
1 ,8964
0 ,045
1 ,7083
0 ,031
1 ,4159
0 ,020
QUADRO
5.7
Mostra
a
denadas
so
e
diferença
(em
tridimensionais
quando
~
pressão
de
flexionada
?
83 K g m / c m ' ,
cm)
entre
da
laje
sob
a
as
em
ação
aplicada
coor­
na
repojj
de
uma
parte
central .
SECÇÜES
VERTICAIS
1
2
3
4
5
6
7
COORDENADAS
NOMERO
DO
PONTO
1
Y
X
Z
1
0
0752
0
0508
3
7284
2
-0
0585
-0
0056
3
7139
3
-0
1061
-0
0598
3
7599
4
-0
1400
-0
0355
3
7846
5
-0
0576
-0
0513
4
3406
6
-0
0842
0
0279
4
3247
7
-0
0673
-0
0529
4 3524
8
0
037 1
-0
0327
4
4154
9
-0
0749
-0
0741
4
7367
10
-0
011 7
-0
0739
4
7019
11
-0
0503
-ü
0545
4
8089
12
-0
0221
-0
0555
4
8062
13
-0
0663
0
0020
4
9056
14
0
0484
0
0815
4
9057
15
-0
0400
-0
0471
4
71 72
16
0
0295
0
0546
4
6971
17
--0
0254
-0
061 1
4
63 26
18
0
0103
-0
011 2
4
7307
19
-0
0500
0
0742
4
2125
20
-0
0274
0
021 4
4
2776
21
0
01 83
-0
0676
4
241 5
22
0
0805
-0
0536
4
2119
23
0
1 1 70
-0
0327
3
5846
24
0
0646
-0
0196
3
5772
25
0
0729
0
0297
3
5766
26
0
0251
-0
0632
3
6043
(Medio)
DESVIO
DA
MEDIA
3 ,7 4 6 7
0 ,031
4,3582
0 ,039
4 ,7634
0,053
4,9056
0 ,000
4 ,6944
0 ,043
4 ,2358
0 ,031
3 ,5 8 5 5
0,013
QUADRO
5.8
Mostra
a
denadas
so,
e
diferença
quando
retirada
1
2
3
4
5
6
7
NÜMERO
DO
PONTO
cm)
tridimensionais
deformação
SECÇÕES
VERTICAIS
(em
flexionada
residual,
da
sob
que
laje
o
as
em
coor­
repojj
efeito
permaneceu
da
após
pressão.
COORDENADAS
X
da
entre
Y
z
1
0
0525
0
0268
0
4193
2
0
0265
0
0113
0
3982
3
0
0496
-0
0019
0
3912
4
0
0283
0
0506
0
4074
5
-0
0103
-0
1161
0
4049
6
-0
0560
-0
1306
0
4153
7
0
0086
-0
0844
0
4499
8
0
0072
-0
0658
0
4881
9
-0
0155
-0
0902
0
5016
10
-0
01 86
0
0388
0
4828
11
-0
0131
0
0373
0
4895
12
-0
0021
0
0448
0
5305
13
-0
0586
-0
0463
0
4960
14
-0
0802
-0
0955
0
5210
15
-0
0829
0
0546
0
4595
16
-0
0724
0
0799
0
4586
17
-0
1 121
0
0612
0
4377
18
-0
0553
-0
0044
0
5233
19
-0
1587
0
0380
0
4398
20
-0
0405
0
081 1
0
4308
21
-0
0364
0
0239
0
4650
22
-0
0293
0
0644
0
461 2
23
-0
0119
0
0402
0
3882
24
0
01 52
0
0285
0
4177
25
0
0222
0
0412
0
4469
26
0
0544
0
0397
0
4427
Z
(Médio)
DESVIO
DA
MEDIA
0 ,4040
0 ,012
0 ,4395
0 ,03 7
0,501 1
0,021
0,5085
0,017
0,4697
0 ,037
0,4492
0,016
0,4238
0 ,027
QUADRO
5.9
Comparação
medidos
tros
M
FASES
1a .
F
L
E
X
A
0
2a.
F
L
E
X
A
0
D
E
F
0
R
M
A
Ç
A
0
£
entre
por
os
deslocamentos
f o t o g rametri a e
com
(em
defletõme?
mecânicos.
T
0
D
0
S
cm)
DIFERENÇAS
MECÂNICO
F 0T0G RAMíTRIC0
(VALOR MÊDIO)
D E S V I O DA
MEDIA
1 ,800
1 ,7942
0,016
0 ,0058
2 ,045
1,9686
0,018
0 ,0764
1 ,975
1 ,8964
0,045
0,0786
1 ,780
1,7083
0,031
0,0717
1 ,525
1,4159
0 ,020
0,1091
4,370
4,3582
0,039
0,0118
4 ,740
4 ,7634
0 ,053
-0,0234
4,610
4,6944
0 ,043
-0,0844
4,170
4 ,2358
0 ,031
-0 ,0 6 5 8
3 ,565
3 ,5 8 5 5
0 ,013
-0 ,0205
0 ,450
0 ,4395
0 ,037
0 ,0105
0,505
0,501 1
0,021
0 ,0039
0,515
0,4697
0 ,037
0 ,0453
0 ,480
0 ,4492
0,016
0 ,0308
0 ,430
0 ,4238
0 ,027
0 ,0062
M —
F
V A L O R E S
V A L O R E S
p
T R
I N I C I A I S
A
L A J E SEM
R
Â
M
E
T
R
0
CARGA
P R IM E IR A
A J U S T A D O S
I A N G U L A Ç Õ E S
FLEXÃO
SEG U ND A FLEXÃO
DEFORMAÇÃO
FA R A M E TR O S VARIÂNCIA P A R A M E T R O S D E S V IO PADRAO P A R Â M E T R O S D E S V IO PADRAO P A R Â M E T R O S D E S V IO FSADRAO P A R A M E T R O S D E SVIO PADRAO
5 0 ,8
1O ' 2
5 0 ,8 3 7 5
0 ,0 9 8
5 0 ,8 2 6 3
0 ,0 9 8
5 0 ,8 8 7 1
0 ,0 9 7
50 ,7 6 8 6
0 ,0 9 8
X0
0 ,0
10 - 2
- 0,1 2 1 5
0.0 72
- 0 ,1 2 5 3
0 ,0 6 5
- 0 . 2 18 6
0 ,0 7 8
- 0 ,0 8 3 5
0 ,0 7 3
Y0
0,0
10- 2
- 0,01 7 3
0,0 90
- 0,0 9 43
0,0 8 8
- 0 , 0 14 5
0 ,0 8 5
- 0 ,1 2 2 6
0 ,0 9 2
Kl
0 ,0
IO ' 5
- 0 , 0 4 1 * IO -* 6 , 6 3 - 1 0 - 6
- 0 ,22-10 - 4
2,79 -10 - 5
- 0 ,2 2 - IO ' 4
6 ,2 6 -IO ’ 6
- 0 ,1 6 • IO ’ 4
7 ,9 6 - IO ' 6
k2
0.0
I0 ‘ 5
0 , 3 1 • 10 - 7
- 0 ,5 6 • 10-7
3,3 1 • 1 0 - 8
- 0 ,4 9 - 10-7
2 .8 5 - IO - 8
- 0 ,4 7 -IO ' 7
3 , 3 0 • 10 - 8
k3
0 ,0
IO " 5
- 0,7 0 - 1 0 - "
2 , 7 5 - I O ’ 11
0 , 9 0 - I O ' 10 3 , 5 7 - 10 - 11
0 , 7 9 - 1 0 - |0
3 . 5 9 • 1 0 - 11
0 , 7 4 • 10 - |0
3 , 5 6 • 10 - "
Pi
0.0
10 - 5
0 , 7 5 - 10 - 5
1 , 4 5 • 10 - 5
0 , 2 6 • 10 - 4
9,3 6 - I O - 6
- 0 ,4 4 -10 - 4
1 ,5 1 - I O " 5
0 ,6 5 - 10-5
1 , 0 2 • 10 - 5
P2
0,0
10 - 5
0 , 6 2 -10 ’ 4
1,1 1 - 1 0 - 5
0 ,2 2 - 10- 4
9 ,7 3 - 10-6
0 ,5 4 • 10- 4
1 , 1 9 ■10 - 5
0 , 3 5 • 10 ' 4
1 ,53 • 10 - 5
f
S
2,72 - 10-8
C A P IT U L O SEXTO
CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
6.1
CONCLUSÃO
O
emprego
do
método
quando
se
utiliza
locamentos,
preço
e
ficil
apresenta
6.2
to s
sem
de
a
0
um
no
ao
a
uma
nível
sentido
acréscimo
emprego
precisão
de
do
não
monitorar
métrica,
calibração
milímetro
aumentar
o
significativo
çado
na
Para
escala
dimensionado
3)
comenda-se
estação
Para
a
paço-objeto.
e
se
faz
o
"on
concêntricas
das
fotos,
mais
e
baixo
simultânea,
é
número
nos
de
des
notável
de
a
pontos
custos.
as
de
job
de
e,
métricas
uma
para
levantamejn
metodologia
que
permj_
calibration".
pontos
é
aconselhável
caso
ocorra
maiores
deverão
uma
o
grande
possuir
um
uso
va^
tr_a
largo.
trabalho
apoio
não
uso
sinalização
a utilização
fixa
câmaras
simultânea,
circunferências
ri a ç ã o
de
quando
calibração
2)
de
câmara
para
RECOMENDAÇÕES
1)
ta
resultados
oferecida
monitorados,
uma
aquisição,associada
bons
facilidade
f o t o g r a m é t r i co
do
de
fotogramétria
método
através
de
das
ã
câmaras
distâncias
curta
d i s t â n c i a re
convergentes,com
conhecidas
no
es-
4)
cação
no
Quando
seu
determinar
interior
a posição
se
torna-se
correta
da
utiliza
câmaras
necessária,
imagem
nos
com
não
o
métricas,
propósito
negativos.
uma
de
modif
7.
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FRANCISCO JAIME BEZERRA MENDONCA