ISSN 0079-4139 2010 Edição 2011 Estatísticas Agrícolas e Estatísticas oficiais 2010 Edição 2011 Estatísticas Agrícolas 2 FICHA TÉCNICA Título Estatísticas Agrícolas 2010 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida 1000-043 Lisboa Portugal Telefone: 21 842 61 00 Fax: 21 844 04 01 Presidente do Conselho Directivo Alda de Caetano Carvalho Design e Composição Instituto Nacional de Estatística, I.P. ISSN 0079-4139 ISBN 978-989-25-0113-0 Periodicidade Anual Apoio ao cliente O INE, I.P. na Internet www.ine.pt 808 201 808 © INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2011 * A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, excepto para fins comerciais, desde que Estatísticas Agrícolas 2010 mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição, e a referência Lisboa-Portugal. 3 NOTA INTRODUTÓRIA O INE apresenta a edição de 2010 da publicação “Estatísticas Agrícolas” que segue a estrutura da edição anterior, incluindo adicionalmente um quadro relativo ao Recenseamento Agrícola (RA 09). De referir ainda que a informação agora disponibilizada sobre as estatísticas da Produção Vegetal de 2009, já incorpora as revisões com base nos resultados do RA 09. O Instituto Nacional de Estatística agradece a todos os que contribuíram para a concretização desta publicação, em especial aos agricultores que responderam aos nossos inquéritos, bem como ao Gabinete de Planeamento e Políticas do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, à Autoridade Florestal Nacional, à Direcção-Geral de Veterinária, ao Instituto da Vinha e do Vinho, à Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, às Direcções Regionais de Agricultura e Pescas, ao Serviço Regional de Estatística dos Açores, à Direcção Regional de Estatística da Madeira e a todas as outras entidades que facultaram informação em tempo oportuno. Acreditando que a crítica construtiva serve de estímulo para o aperfeiçoamento e a melhoria da qualidade do trabalho estatístico, o INE agradece todas as sugestões formuladas pelos utilizadores que possam contribuir para a valorização da informação sobre o sector agrícola. Julho de 2011 INTRODUCTORY NOTE Statistics Portugal presents the 2010 edition of “Agriculture Statistics” which follows the structure of the previous issue, including however an additional table with data from the 2009 Survey on the Structure of Agricultural Holdings and on Agricultural Production Methods. Moreover, the information, now released, on Crops Statistics 2009, already incorporates revisions based on the results of the above mentioned survey. Statistics Portugal has been developing over the last years all efforts towards the use of administrative data for statistical purposes, in order to reduce the costs and the burden on respondents. However, access to these data faces many difficulties, therefore in this publication it is not possible to update the information concerning certified traditional products. Regarding organic farming, data are disseminated for 2009, but in a short term, information on the year 2010 will be available in the website of Portuguese official statistics. Statistics Portugal would like to thank all entities that have contributed to this publication and acknowledge particularly the survey respondents, as well as the following entities: Office of Planning and Agri-food Policy of the Ministry of Agriculture, Sea, Environment and Regional Planning, National Forest Authority, General Directorate of Veterinary, Wine and Vineyard Institute, General Directorate of Agriculture and Rural Development, Regional Directorates of Agriculture and Fisheries, Azores Regional Statistical Service, Madeira Regional Statistical Directorate, and to all the other entities that supplied information on time. It also welcomes all comments and suggestions from users, which will play a role in improving future issues. July 2011 Estatísticas Agrícolas 2010 O INE tem vindo a desenvolver todos os esforços no sentido da apropriação de dados administrativos para fins estatísticos, com o objectivo de reduzir os custos e a carga sobre os respondentes. Contudo, o acesso a tais dados não está isento de dificuldades pelo que nesta publicação não é possível actualizar a informação relativa aos produtos tradicionais certificados. Relativamente ao modo de produção biológico, são divulgados os dados relativos a 2009, ficando disponível, a curto prazo, no Portal de Estatísticas Oficiais, a informação relativa a 2010. 4 RESUMO A publicação “Estatísticas Agrícolas 2010” divulga um conjunto de informação relativa à agricultura, bem como a alguns sectores da economia nacional relacionados com o sector agrícola. Os 94 quadros divulgados incluem assuntos tão diversificados como a produção agrícola, apresentada através dos seguintes temas: “Produção vegetal”, “Produção animal” e “Produção florestal”; a economia agrícola, analisada através das “Contas económicas da agricultura”, “Contas económicas da silvicultura” e “Preços e índices de preços na agricultura”; a Estrutura das explorações agrícolas e o Comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros temas. O primeiro capítulo apresenta uma análise relativa à evolução da produção e economia agrícola em 2010 e às questões ambientais relacionadas com a agricultura. A estrutura desta publicação está orientada no sentido de proporcionar uma abordagem mais fácil da informação estatística, recorrendo-se a uma análise sumária. Como principais resultados de 2010, em comparação com 2009, salientam-se: Em termos físicos Cereais de Outono/Inverno tiveram uma das mais baixas produções das últimas décadas Produção de tomate para indústria ascende a 1, 4 milhões de toneladas e atinge valor recorde Produção de vinho aumenta 22% Produção de carne bovina diminiu 9,5% Volume de produção de carne de suíno aumenta 3% Produção de carne de aves com um aumento a 1,5% atinge as 339 mil toneladas Volume de produção nacional de leite de vaca baixa 2% Em termos económicos Variação positiva do valor da produção do ramo agrícola (+3,5%) Acréscimo do Valor Acrescentado Bruto a preços correntes na agricultura (+1,1%) Subida do Rendimento de Factores, real, por unidade de trabalho (+8,1%). Acréscimo do índice de preços da produção de bens agrícolas (+5,4%) Acréscimo do índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura (+0,5%) Acréscimo do índice de preços dos bens de investimento na agricultura (+1,1%) Estatísticas Agrícolas 2010 5 ABSTRACT The purpose of this publication is to give an overview of the agriculture in 2010, as well as for some branches of national economy related to this sector. Basic results and findings related to the agriculture production are presented on chapters “Crop Production”, “Animal production” and “Forestry production”; agriculture economy is described on “Economic accounts for agriculture”, “Economic accounts for forestry” and “Agriculture price index”; and a wide range of data on Farm structure holdings, Forestry, Environment and Food industry, are disseminated along 94 tables. The first chapter presents an analysis on agricultural production, economy and agriculture and environment in 2010. The structure of this publication enables an easier approach to statistical data, including a brief analysis. Some of the most important findings for 2010, comparing with 2009, show: In production terms Winter cereals had one of the lowest productions in decades Wine production increases 22% Bovine meat: production falls 9.5% Pig meat: production volume increases 3% Poultry meat with an increase of 1.5% reaches 339 thousand tonnes Cow’s milk production decreases 2% In economical terms Increase, in value, of the output of the agricultural industry (+3.5%) Increase of Gross Value Added at current prices on Agriculture (+1.1%) Increase in Real Agricultural Income per worker (+8.1%). Increase in agricultural goods output price index (+5.4%) Increase in goods and services currently consumed in agriculture price index (+0.5%) Increase in goods and services contributing to agricultural investment price index rise (+1.1%) Estatísticas Agrícolas 2010 Processed tomatoes production turns on 1.4 million tons and sets a record 6 SINAIS CONVENCIONAIS … Valor confidencial x Valor não disponível ԥ Valor inferior a metade do módulo da unidade utilizada // Não aplicável Pe Valor preliminar Po Valor provisório Rc Valor corrigido Rv Valor revisto NOTA: Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas. SIGLAS c = Cabeças CAE = Classificação das Actividades Económicas CI = Consumo Intermédio DOP = Denominação de Origem Protegida FBCF = Formação Bruta de Capital Fixo g = Gramas H = Sexo masculino ha = Hectare hl = Hectolitro HM = Total dos dois sexos IGP = Indicação Geográfica Protegida kWh = Quilovátios-hora (Kilowatt-hora) l = Litro M = Sexo feminino n. e. = Não especificado nº = Número NUTS = Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos p = Peso pc = Peso carcaça pv = Peso vivo s.a. = Substância activa SAU = Superfície Agrícola Utilizada t = Tonelada unid. = Unidade UTA = Unidade de Trabalho Ano VAB = Valor Acrescentado Bruto Além destes sinais e siglas, são utilizados os símbolos do sistema métrico decimal. Estatísticas Agrícolas 2010 7 ÍNDICE Índice NOTA INTRODUTÓRIA ......................................................................................................................................................... 3 RESUMO/ABSTRACT .......................................................................................................................................................... 5 SINAIS CONVENCIONAIS/SIGLAS ....................................................................................................................................... 6 OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL ................................................................................................................................... 9 CONCEITOS ...................................................................................................................................................................... 10 PESOS E MEDIDAS E FACTORES DE CONVERSÃO ..................................................................................................... 22 ANÁLISE DE RESULTADOS QUADROS ESTATÍSTICOS II - Produção vegetal Quadro 1 - Produção das principais culturas ...................................................................................................................... 43 Quadro 2 - Produção das principais culturas por NUTS II ................................................................................................... 44 Quadro 3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma da Madeira .................................................................. 46 Quadro 4 - Batata-semente. Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades ............................................... 47 Quadro 5 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II ......................................................................... 47 Quadro 6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas ..................................................... 48 Quadro 7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões Determinadas ................................................ 48 Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por categoria e em algumas Regiões Determinadas ........................................... 49 Quadro 9 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II ............................................................................................ 51 Quadro 10 - Produção de frutos .......................................................................................................................................... 51 Quadro 11 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II ................................................................... 52 III - Produção animal Quadro 12 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã .................................................................... 53 Quadro 13 - Recolha, tratamento e transformação do leite ................................................................................................. 54 Quadro 14 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos ....................................................................................... 54 Quadro 15 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2009 .......................................................................................................... 55 Quadro 16 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2009 ........................................................................................................... 55 Quadro 17 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2009 .......................................................................................... 56 Quadro 18 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2010 (Po) ................................................................................................. 56 Quadro 19 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2010 (Po) ................................................................................................... 56 Quadro 20 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2010 (Po) .................................................................................. 57 Quadro 21 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II ............................................ 57 Quadro 22 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies e categorias ............................................ 58 Quadro 23 - Aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo segundo as espécies, por NUTS II ................................ 59 IV - Agricultura e ambiente Quadro 24 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas ..................................................................... 60 Quadro 25 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias .................................................................. 60 Quadro 26 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies .................................................................... 60 Quadro 27 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias ........................................................ 61 Quadro 28 - Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos ....................................................................................................... 61 Quadro 29 - Balanço do azoto à superfície do solo ............................................................................................................. 61 Quadro 30 - Balanço do fósforo à superfície do solo ........................................................................................................... 61 Quadro 31 - Uso agrícola do solo e da água ....................................................................................................................... 61 V - Qualidade e segurança alimentar Quadro 32 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ............................................................................. 62 Quadro 33 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ................................... 62 Quadro 34 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal .................................... 62 Quadro 35 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal - animais ........................... 63 Quadro 36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal - produtos .......................... 65 Quadro 37 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes 66 Quadro 38 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) ............................................... 66 Quadro 39 - Campanha sanitária ........................................................................................................................................ 66 Quadro 40 - Controlo oficial dos alimentos para animais .................................................................................................... 67 Estatísticas Agrícolas 2010 1 – A agricultura em 2010 .................................................................................................................................................... 25 8 VI - Contas económicas da agricultura Quadro 41 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) .......................................................................... 68 Quadro 42 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços correntes (Base 2000) ...................................................................................................................... 68 Quadro 43 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) ....................................................................... 69 Quadro 44 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços constantes (Base 2000) ................................................................................................................... 69 VII - Estruturas agrícolas Quadro 45 - Estrutura das explorações agrícolas ............................................................................................................... 70 VIII - População Quadro 46 - População residente e activa com profissão, total e na agricultura, produção animal, caça e silvicultura segundo a situação na profissão ....................................................................................... 71 Quadro 47 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) (preços correntes) .................................................................. 71 IX - Produção florestal Quadro 48 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II ..................................................................................... 72 Quadro 49 - Quantidade removida de madeira .................................................................................................................... 72 Quadro 50 - Produção de produtos derivados da madeira ................................................................................................. 73 Quadro 51 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II ....................................................................... 73 Quadro 52 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) . 73 Quadro 53 - Ocorrências de incêndios florestais ................................................................................................................ 74 Quadro 54 - Ocorrências de incêndios florestais por NUTS II ............................................................................................. 74 Quadro 55 - Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal .................................................. 74 Quadro 56 - Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal ..................................................... 75 X - Contas económicas da silvicultura Quadro 57 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2006) .......................................................................... 76 Quadro 58 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura, a preços correntes (Base 2006) ..................................................................................................................... 76 XI - Comércio internacional Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2009 .......... 77 Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2010 .......... 81 XII - Preços e índices de preços na agricultura Quadro 61 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais ................................................ 85 Quadro 62 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais ................................. 86 Quadro 63 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas ....................................................................................... 87 Quadro 64 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - adubos ........................................................................ 88 Quadro 65 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia ................................................ 88 Quadro 66 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas ............................................. 88 Quadro 67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - alimentos para animais ................................................ 89 Quadro 68 - Indice de preços de meios de produção na agricultura .................................................................................... 89 XIII - Balanços de aprovisionamento Quadro 69 - Balanços de aprovisionamento das carnes ..................................................................................................... 90 Quadro 70 - Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos .............................................................................. 91 Quadro 71 - Balanços de aprovisionamento dos ovos ........................................................................................................ 91 Quadro 72 - Balanços de aprovisionamento do vinho ......................................................................................................... 91 Quadro 73 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) ........................................................................... 92 Quadro 74 - Balanços de aprovisionamento do arroz ......................................................................................................... 93 Quadro 75 - Balanços de aprovisionamento da batata ........................................................................................................ 93 Quadro 76 - Balanços de aprovisionamento dos frutos ....................................................................................................... 94 Quadro 77 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie. Balanços de mercado .............................................. 94 Quadro 78 - Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas ................................................................................. 95 Quadro 79 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos .................................................................. 95 Quadro 80 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos ............................................................... 96 Quadro 81 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados .................................... 96 Quadro 82 - Balanços de aprovisionamento do açúcar ....................................................................................................... 96 Quadro 83 - Balanços de aprovisionamento do mel ............................................................................................................ 97 Quadro 84 - Balanços de aprovisionamento dos melaços .................................................................................................. 97 XIV - Balança alimentar portuguesa Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares .................................................................................... 98 Quadro 85 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente ............. 102 Quadro 86 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas ....................................................................................................... 101 Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente ............. 102 XV - Agro-indústria Quadro 88 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas ............................................................................. 106 Quadro 89 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas ................................................................................ 108 Quadro 90 - Principais produtos produzidos - valor das vendas ........................................................................................ 110 Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3, em 2009 ............................................................ 112 Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009 ............................................ 113 Quadro 93 - Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais e produção obtida ....... 115 Quadro 94 - Produção de alimentos compostos para animais .......................................................................................... 116 Estatísticas Agrícolas 2010 9 OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL - Preços e índices de preços mensais no produtor de alguns produtos agrícolas (output); - Preços e índices de preços mensais dos meios de produção na agricultura (input); - Produção de azeite segundo o tipo de lagar e sistema de extracção; - Produção de pintos do dia; Estatísticas Agrícolas 2010 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por meses. 10 CONCEITOS Agregado doméstico do produtor agrícola - Conjunto de pessoas que vivem habitualmente em comunhão de mesa e de habitação ou em economia comum, ligados por relação familiar jurídica ou de facto. Inclui as pessoas que não sendo parentes vivem, no entanto, com o produtor e o empregado que não execute trabalho agrícola e que viva no alojamento do produtor. Exclui o assalariado agrícola que, não sendo parente do produtor, viva no seu alojamento. Adubos - Substância que pela sua natureza e pelo teor em um ou vários nutrientes se destina a melhorar as produções agrícolas, por rapidamente disponibilizarem os nutrientes para as plantas. Alimentação animal - Quantidades de produtos utilizados na alimentação animal directa e/ou consumidos na fabricação de alimentos para animais (rações). Ano agrícola - O período de tempo em que se realizam as operações culturais necessárias à produção agrícola e que se inicia a 1 de Novembro do ano n-1 e termina em 31 de Outubro do ano n. Aparas e estilhas - Madeira que foi deliberadamente reduzida a pequenos pedaços durante a transformação de outros produtos de madeira e é apropriada para a produção de pasta de madeira, painéis de partículas e de fibras, para uso como combustível ou outro. Exclui as estilhas de madeira vindas directamente da floresta porque já foram contabilizadas como madeira para triturar. Áreas ardidas de povoamentos - Extensões de terreno com área >= 5 000 m2 e largura >= 20 m anteriormente ocupado por floresta e que, devido à passagem de incêndio, está ocupado com cepos, troncos de árvores carbonizadas ou vegetação carbonizada. Áreas de corte raso - Extensões de terreno com área >=5 000 m2 e largura >=20 m de uso florestal, anteriormente ocupado por floresta e que, devido ao corte de árvores, está ocupado com cepos, ou com solo temporariamente nu. Os cortes podem ser rasos, se existir um corte simultâneo de todas as árvores, ou salteados ou sucessivos quando apenas algumas árvores são cortadas. Áreas percorridas por incêndios florestais - Área com povoamentos florestais ou inculta, atingida por um incêndio. Armazenista - Agente económico cuja actividade principal consiste em comprar, armazenar e vender artigos em grande quantidade. Aves do dia - Aves com menos de 72 horas e que ainda não foram alimentadas e destinadas aos aviários de produção e multiplicação. Aviário de multiplicação - Aviário que se destina à produção de ovos para incubação destinados à produção de aves de capoeira quer de rendimento (produção de ovos para consumo ou de carne) quer de multiplicação. Em determinados períodos, os ovos postos nestes aviários podem ser desviados, em quantidade variável, para consumo alimentar, por não interessar à produção do dia. Azeites virgens - Azeites obtidos a partir do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos ou outros processos físicos, em condições que não alterem o azeite, e que não tenham sofrido outros tratamentos além da lavagem, da decantação, da centrifugação e da filtração, com exclusão dos azeites obtidos com solvente, com adjuvantes de acção química ou bioquímica ou por processos de reesterificação e qualquer mistura com óleos de outra natureza. Balanço de aprovisionamento - Síntese de informação estatística, através da qual se quantificam, para um dado produto ou agrupamento de produtos alimentares, todos os fluxos ocorridos ao nível da exploração agrícola nacional e/ou ao nível do mercado. Equivale ao estabelecimento de um equilíbrio recursos/emprego em dados físicos. Bebidas à base de leite - Produtos líquidos que contenham, pelo menos 50% de produtos lácteos, incluindo os produtos à base de soro de leite. Inclui o leite vitaminado, os leites achocolatados, o leitelho com aditivos ou aromatizado, etc. Bloco agrícola com acesso a caminhos públicos - Bloco da exploração com acesso directo a um caminho público, que permita a circulação de máquinas e pessoas durante todo o ano (uma servidão não é um caminho público). Estatísticas Agrícolas 2010 11 Bloco de terra agrícola - Parte de uma exploração agrícola inteiramente rodeada de terras, ou outros elementos, não pertencentes à exploração. Bois - Bovinos machos castrados, que não sejam considerados vitelos. Bovinos leves - Bovinos que apresentem cumulativamente, a dentição completa e peso vivo inferior ou igual a 300 kg. Borrega coberta - Fêmea da espécie ovina coberta pela primeira vez. Cabra - Caprino fêmea que já pariu. Inclui as cabras de refugo. Capitação - Consumo médio expresso em quilogramas ou litros/habitante, durante o período de referência, tomando para base do seu cálculo a população residente no território a meio ou no fim do ano, consoante o período de referência observado. Carcaça - Corpo de qualquer animal abatido após ter sido sangrado e preparado conforme a espécie. Carne aprovada para consumo público - Carne que tenha sido inspeccionada e aprovada sem qualquer limitação e que tenha sido marcada de acordo com a legislação em vigor. Carvão vegetal - Madeira carbonizada por combustão parcial ou pela aplicação de calor a partir de fontes externas. Inclui o carvão vegetal usado como combustível ou para outros usos, como por exemplo, agente redutor na metalurgia ou como um meio de absorção ou filtração. Chiba coberta - Fêmea nova coberta pela primeira vez, da espécie caprina. Consociações anuais - Associações de várias espécies de leguminosas e gramíneas, só de gramíneas ou só de leguminosas, para pastagem ou forragem. Consumo aparente - Total de recursos disponíveis para serem utilizados no mercado interno (inclui eventuais perdas e stocks). Consumo de capital fixo - O consumo de capital fixo representa a depreciação verificada, no decurso do período considerado, pelo capital fixo em resultado da utilização normal e da obsolescência previsível, incluindo uma provisão para perdas de bens de capital fixo na sequência de prejuízo acidentais seguráveis. Consumo humano - Emprego que corresponde às quantidades de produtos consumidos pela população residente, quer sob a forma de produto primário, consumido nesse estado, quer sob a forma de produto industrializado, convertido a primário, durante o período de referência. Consumo intermédio - O consumo intermédio consiste no valor dos bens e serviços consumidos como elementos de um processo de produção, excluindo os activos fixos, cujo consumo é registado como consumo de capital fixo. Os bens e serviços podem ser transformados ou utilizados no processo produtivo. Contas Económicas da Agricultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo possível da actividade agrícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional sobre o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da agricultura. Contas Económicas da Silvicultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo possível da actividade silvícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional sobre o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da silvicultura. Contraplacado - Placa de madeira constituída pela sobreposição de três, cinco ou mais folhas de madeira, e pequena espessura, dispostas com as fibras cruzadas entre si, que se grudam e se submetem seguidamente à pressão hidráulica em prensas. Estatísticas Agrícolas 2010 Capitação edível - Consumo humano médio da parte edível. A parte edível corresponde ao peso do produto que pode ser integralmente utilizado como alimento, isto é, desprovido dos materiais que se rejeitam por inutilizáveis, quer no momento da preparação do produto, antes ou durante as operações culinárias, quer no prato, ao ser consumido. O valor da parte edível para muitos alimentos depende acentuadamente da técnica de aproveitamento ou de hábitos e gostos alimentares. 12 Cortiça amadia - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes que se extrai cortiça (inclui a cortiça amadia, secundeira, bocados de amadia e refugo cru). Cortiça de reprodução - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes que se extrai cortiça (inclui a cortiça secundeira e a amadia). Cortiça secundeira - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez que se extrai cortiça. Cortiça virgem - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a primeira vez que se extrai cortiça. Culturas associadas - Duas ou mais culturas que ocupam simultaneamente a mesma área durante toda ou a maior parte do seu ciclo vegetativo. Culturas forrageiras - Culturas destinadas ao corte para dar ao gado e que são colhidas antes de completarem o seu ciclo vegetativo (maturação), de modo a serem melhor digeridas pelos animais. Podem ser consumidas pelo gado em verde, depois de conservadas como feno ou silagem ou secas ao sol ou desidratadas artificialmente. Culturas hortícolas extensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou cultivadas em parcelas destinadas que entram em rotação com outras culturas não hortícolas, não se sucedendo em geral várias culturas hortícolas na mesma parcela no ano agrícola. Culturas hortícolas intensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou cultivadas em parcelas destinadas exclusivamente a culturas hortícolas, sucedendo-se também várias destas culturas na mesma parcela durante o ano agrícola. Culturas permanentes - Culturas que ocupam a terra durante um longo período e fornecem repetidas colheitas, não entrando em rotações culturais. Não incluem os prados e pastagens permanentes. No caso das árvores de fruto só são considerados os povoamentos regulares, com densidade mínima de 100 árvores, ou de 45 no caso de oliveiras, figueiras e frutos secos. Culturas temporárias - Culturas cujo ciclo vegetativo não excede um ano (as anuais) e também as que são ressemeadas com intervalos que não excedem cinco anos (morangos, espargos, prados temporários). Cultura temporária principal - Cultura que proporciona maior rendimento sob o ponto de vista económico, quando na mesma parcela de terreno se fazem sucessivamente várias culturas no mesmo ano agrícola. Por convenção, sempre que exista uma associação de matas e florestas com culturas temporárias, estas últimas serão as principais; na associação culturas temporárias e permanentes as primeiras são consideradas sempre secundárias. Culturas temporárias sucessivas - Culturas que se fazem sucessivamente na mesma parcela e no mesmo ano agrícola. Uma delas é considerada a cultura principal e as outras são culturas secundárias. Culturas sob-coberto - Culturas efectuadas em terra arável sob-coberto de culturas permanentes em compasso regular e de matas e florestas em povoamento regular. Culturas sob-coberto de matas e florestas - As culturas temporárias, pastagens permanentes e pousio sobcoberto de matas e florestas, que por convenção se consideram como culturas principais. Dia de trabalho - O trabalho normalmente efectuado pela mão-de-obra agrícola a tempo completo, durante pelo menos 8 horas diárias. Distribuidor - Agente económico que exerce como actividade principal a distribuição de bens junto dos consumidores finais. Equídeos - Animais domésticos da espécie “Equs”, mais vulgarmente designados por cavalos. Esta designação abrange também outras espécies como o burro e a zebra e cruzamentos como a “mula” e o “macho”. Excedente líquido de exploração ou rendimento misto - Saldo contabilístico que corresponde ao rendimento que as unidades geram pela utilização dos seus activos de produção. É obtido retirando ao rendimento de factores as remunerações dos assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o rendimento da terra, do capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a distribuição do rendimento entre os factores de produção e o sector das administrações públicas. Estatísticas Agrícolas 2010 13 Exploração agrícola - Unidade técnico-económica que utiliza mão-de-obra e factores de produção próprios e que deve satisfazer obrigatoriamente às quatro condições seguintes: a) produzir um ou vários produtos agrícolas; b) atingir ou ultrapassar uma certa dimensão (área, número de animais, etc.); c) estar submetida a uma gestão única; d) Estar localizada num lugar determinado e identificável. Fertilizante - Substância utilizada (adubos e/ou correctivos) com o objectivo de directa ou indirectamente melhorar a nutrição das plantas. Floresta - Extensão de terreno com área mínima de 0,5 ha e largura >=20 m, com um grau de coberto (definido pela razão entre a área da projecção horizontal das copas e a área total da parcela) >=10%, onde se verifica a presença de arvoredo florestal que pelas suas características ou forma de exploração tenha atingido, ou venha a atingir, porte arbóreo (altura superior a 5 m), independentemente da fase em que se encontre no momento da observação. Inclui os povoamentos florestais, as áreas ardidas de povoamentos florestais, as áreas a corte raso e outras áreas florestais. Folheados - Finas folhas de madeira de espessura uniforme, descascadas, cortadas às fatias ou serradas. Inclui madeira usada para o fabrico de material de construção laminado, mobília, contentores, etc. Formação bruta de capital fixo - A formação bruta de capital fixo engloba as aquisições líquidas de cessões, efectuadas por produtores residentes, de activos fixos durante um determinado período e determinadas mais valias dos activos não produzidos obtidas através da actividade produtiva de unidades produtivas ou institucionais. Os activos fixos são activos corpóreos ou incorpóreos resultantes de processos de produção, que são por sua vez utilizados, de forma repetida ou continuada, em processos de produção por um período superior a um ano. Forma de exploração - Forma jurídica pela qual o produtor dispõe da terra, determinando a relação existente entre o(s) proprietário(s) das superfícies da exploração e o responsável económico e jurídico da exploração (o produtor), que dela tem a fruição. Fumigante de solo - Líquido volátil para combate de fungos, bactérias, insectos, nemátodos ou infestantes do solo. Fungicida - Substância ou preparado que destrói os fungos ou impede o seu desenvolvimento. Gema (resina) - É um produto de secreção própria das resinosas, que serve para proteger e conservar estas árvores. O pinheiro bravo é a espécie em que normalmente, entre nós, se pratica a resinagem. Grau de auto-aprovisionamento - Coeficiente, traduzido em percentagem, dado pela razão entre a produção interna (exclusivamente obtida a partir de matérias primas nacionais) e a utilização interna total; mede, para um dado produto o grau de dependência de um território, relativamente ao exterior (necessidade de importação) ou a sua capacidade de exportação. Grossista - Agente económico que exerce a actividade económica no comércio por grosso. Herbicidas - Produtos químicos, que, pela sua variedade e poder selectivo, actuam nas ervas daninhas procurando não prejudicar o normal desenvolvimento das culturas. Horta familiar - Superfície normalmente inferior a 20 ares, reservada à cultura de produtos tais como hortícolas, frutos e flores destinados fundamentalmente ao auto consumo e não para venda. Importador - Agente económico que compra directamente a terceiros mercadorias alimentares, provenientes dos restantes Estados-membros e de países terceiros. Incêndio florestal - Combustão não limitada no tempo nem no espaço e que atinge uma área florestal. Industrial - Pessoa singular ou colectiva que pretenda explorar ou seja responsável pela exploração de um estabelecimento industrial ou que nele exerça em seu próprio nome actividade industrial. Insecticidas e acaricidas - Substâncias ou preparados usados para controlar e combater insectos e ácaros. Intraconsumo - Conjunto de produtos agrícolas com origem na própria agricultura e aí utilizados como meios de produção (ex.: sementes e plantas, alimentos para animais, ovos para incubação, etc.). Estatísticas Agrícolas 2010 Floresta natural - Floresta de espécies índigenas, maioritariamente “laurissilva”, regenerada naturalmente, que não está exposta a acções ou intervenções humanas e cujos processos ecológicos não estão significativamente afectados. 14 Juros - Nos termos do instrumento financeiro acordado entre um mutuante e um mutuário, os juros são o montante a pagar pelo segundo ao primeiro ao longo de um determinado período de tempo sem reduzir o montante do capital em dívida. Lagar de azeite - Estabelecimento industrial destinado à produção de azeite a partir das azeitonas. Leguminosas secas para grão - Leguminosas cultivadas para colheita do grão após maturação completa, quer se destinem à alimentação humana ou à alimentação animal. Leguminosas secas para grão em cultura estreme para gado - Leguminosas secas para grão, tais como ervilhas, favas, favarolas, ervilhacas e tremoços, em cultura estreme (sem mistura), para utilização na alimentação animal. Leite cru - Leite que não tenha sido aquecido a uma temperatura superior a 40ºC., nem submetido a um tratamento de efeito equivalente. Leite para consumo - Leite destinado ao consumo humano, cru ou submetido a um tratamento pelo calor (pasteurizado, esterilizado e UHT). Leite gordo ou inteiro - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor natural de matérias gordas seja igual ou superior a 3,5% ou cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a 3,5% no mínimo. Leite meio gordo (ou parcialmente desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a um valor que vai de 1,5% no mínimo a 1,8% no máximo. Leite magro (ou desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a um valor que vai até 0,3 %, no máximo. Leite fermentado (ou acidificado) - Leite caracterizado por ser um produto acidificado pelo ácido láctico e por escassas quantidades de outros compostos orgânicos, igualmente ácidos, produzidos por bactérias típicas; como consequência deste processo acidificação as proteínas do leite coagulam e precipitam-se dissociandose posteriormente em aminoácidos. As bactérias lácteas fermentam uma parte da lactose do leite produzindo ácido, bem como outros açúcares. Leites em pó - Produto pulverulento, obtido directamente, por eliminação da água do leite, do leite parcialmente desnatado, do leite magro ou de uma mistura destes com ou sem nata e cujo teor de humidade seja inferior ou igual a 5%, em massa, do produto final. Leitelho - Sub-produto do fabrico da manteiga, obtido após batedura ou butirização em contínuo da nata e separação da fracção gorda sólida, que embora possa ser utilizado na alimentação humana, é quase sempre utilizado na alimentação de suínos ou de vitelos. Leitões - Suínos machos e fêmeas com peso vivo inferior a 20 kg. Lenha - Quantidade de madeira redonda removida para ser consumida nesse estado (para aquecimento, para cozinhar) ou para ser utilizada como matéria-prima para a obtenção de carvão. Limite Máximo de Resíduos (LMR) - concentração máxima autorizada do resíduo de um pesticida no interior e à superfície de géneros alimentícios ou de alimentos para animais. Madeira para triturar (redonda e partida) - Madeira redonda em bruto, excepto toros, para a produção de pasta, painéis de partículas ou de fibras. Esta madeira pode ser contabilizada com ou sem casca e pode estar na forma de madeira redonda ou partida. Madeira serrada - Madeira que foi produzida tanto com madeira redonda nacional ou importada, serrando longitudinalmente ou por um processo de quebra da madeira com uma espessura superior a 5 mm (com pequenas excepções). Inclui pranchas, travessas, vigas, tábuas, esteios, pedaços de madeira, ripas, caixotes e caixas. Estatísticas Agrícolas 2010 15 Manteiga - Produto butiroso obtido exclusivamente do leite de vaca ou da sua nata, com ou sem adição de sal e/ou culturas lácteas, apresentando-se sob a forma de uma emulsão sólida e maleável, com teor de matéria gorda igual ou superior a 80 % e inferior a 90%, com teor de humidade máximo de 16% e de matéria seca desengordurada de 2%. Inclui a manteiga com ervas, especiarias ou aromas. Matadouro - Estabelecimento aprovado e licenciado pelas entidades competentes para a execução de abates e preparação de carcaças das espécies (bovina, ovina, caprina, suína, equina, aves, leitões e espécies abrangidas na designação de caça de criação) destinadas ao consumo público ou destinadas à indústria. Matas e florestas - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais, incluindo choupais, quer se trate de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos (com espécies diversas), bem como os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam às necessidades da exploração (com ou sem culturas sob coberto). Mão-de-obra não familiar - Pessoas remuneradas pela exploração e ocupadas nos trabalhos agrícolas da exploração, que não sejam nem o produtor nem membros da sua família. Miudezas das aves - As vísceras das aves usadas como alimento, compreendendo a cabeça e as patas quando separadas da carcaça. Miudezas do gado abatido - As carnes frescas não incluídas na carcaça, mesmo quando estando presas a esta pelas suas ligações naturais. Inclui a cabeça com ou sem língua, pulmões com a traqueia, coração, diafragma, esófago, estômago, intestinos (tripa), fígado, baço, pâncreas, epiplons, mesentério, órgãos genitourinários, (excepto rins, verga e útero), extremidades locomotoras e cauda. Modo de produção biológico - Modo de produção agrícola, sustentável, baseado na actividade biológica do solo, alimentada pela incorporação de matéria orgânica, que constitui a base da fertilização, evitando o recurso a produtos químicos de síntese e adubos facilmente solúveis, respeitando o bem-estar animal e os encabeçamentos adequados, privilegiando estratégias preventivas na sanidade vegetal e animal. Procura-se, desta forma, a obtenção de alimentos de qualidade, a sustentabilidade do ambiente, a valorização dos recursos locais e a dignificação da actividade agrícola. Nata - Produto obtido do leite através da concentração da sua matéria gorda e que apresenta um teor de matéria gorda superior a 10% do peso do produto. Nematodicida - Substância ou preparado usado para combater nemátodos. Novilhas - Bovinos fêmeas não paridas, que não sejam considerados bovinos leves. Novilhos - Bovinos machos inteiros, com idade inferior a 2 anos, que não sejam considerados bovinos leves. Óleo - Gordura líquida extraída de substâncias animais, minerais e ou vegetais de numerosas espécies usadas como alimento, matéria-prima industrial, combustível, lubrificante, etc. Óleo mineral - Hidrocarboneto usado para combater insectos, ácaros e infestantes ou como adjuvante. Ocorrência (de incêndio florestal) - Incêndio, queimada ou falso alarme que origina a mobilização de meios dos bombeiros. Outra madeira redonda industrial - Madeira redonda industrial (madeira em bruto) excepto toros para serrar e folhear e/ou triturar. Inclui madeira redonda que será usada para estacas, postes, vedações, etc. Outras áreas arborizadas - Extensões de terreno com área mínima de 0,5 ha e largura >=20 m, que tenham um grau de coberto entre 5 e 10% e onde se verifica a presença de espécies florestais que na maturidade atingem porte arbóreo ou em que se verifique a presença de espécies florestais com um grau de coberto >= 10%, mas que, devido às condições em que vegetam, não conseguem atingir os 5 m de altura na idade adulta ou ainda, as áreas onde vegetem espécies florestais de porte sub-arbóreo como por exemplo o medronheiro e carrasco. Estatísticas Agrícolas 2010 Matas e florestas sem culturas sob-coberto - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais, incluindo choupais, quer se trate de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos (com espécies diversas), bem como os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam às necessidades da exploração. 16 Outras áreas florestais - Outras áreas não consideradas em povoamentos nem em corte raso. Inclui “Outras áreas arborizadas” e áreas de “floresta natural” Outras vacas - Compreende as vacas aleitantes (incluindo as de refugo) e as vacas de trabalho. Outros impostos sobre a produção - “Outros impostos sobre a produção” são todos os impostos em que as empresas incorrem pelo facto de se dedicarem à produção, independentemente da quantidade ou do valor dos bens e serviços produzidos ou vendidos. Podem ser devidos por terrenos, activos fixos ou mão-de-obra empregada no processo de produção ou em certas actividades ou operações. Outros subsídios à produção - Os “outros subsídios à produção” recebidos por unidades produtivas residentes em consequência da sua actividade produtiva são subsídios não ligados à quantidade ou ao valor dos bens e serviços produzidos ou vendidos. Ovelha - Ovino fêmea que já pariu. Inclui-se no conceito as borregas destinadas à reprodução e as ovelhas de refugo. Ovos de incubação - Ovos produzidos pelas aves de capoeira e destinados a serem incubados. Painel de fibras - Painel produzido a partir de fibras de madeira ou outros materiais lenhoso-celulósicos. Inclui painéis de fibras que são pressionados para ser lisos e produtos de painéis de fibras moldados. Subdivide-se em painel de fibras duras (densidade > 0,8 g/cm) e MDF (painel de fibras de média densidade - 0,5 < densidade <= 0,8 g/cm3). Painel de partículas - Painel produzido a partir de pequenos pedaços de madeira ou outros materiais lenhosocelulósicos juntos por um aglutinante orgânico com um ou mais agentes (calor, pressão, humidade, etc.). Papéis para embalagem - Inclui materiais para caixa, papéis para embalagem, outros papéis e cartões principalmente para embalagem e outros papéis e cartões (para fins industriais e especiais). Papéis para usos domésticos e sanitários - Incluem uma larga gama de tissues e outros papéis para a higiene utilizados em casas de habitação ou instalações comerciais e industriais. Papéis para usos gráficos - Inclui papel de jornal, papéis não revestidos de pasta mecânica, papéis não revestidos de pasta química e papéis revestidos. Pasta de papel - Material fibroso preparado de rolaria para triturar, resíduos de madeira, partículas ou resíduos por processo mecânico e/ou químico para produção de papel, cartão, painel de fibras ou outros processos celulósicos. A unidade de reporte é a tonelada métrica em peso seco ao ar, isto é com 10% de humidade (90% sdt). Pastas químicas ao sulfato (ou kraft) - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente pressurizado na presença de um licor de hidróxido de sódio (soda). Esta pasta pode ser branqueada ou crua. Os usos finais são muito numerosos, sendo a pasta branqueada utilizada em particular para papéis de usos gráficos, tissues e cartolinas. A pasta crua é utilizada geralmente para liner, para cartão canelado, papéis de embrulho, papéis para embalagem (sacos), envelopes e outros papéis especiais não branqueados. Pastas químicas ao sulfito - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente pressurizado na presença de licor de bissulfito. Os usos finais incluem papel de jornal, papéis de escrita, tissues e papéis de uso doméstico e sanitário. Esta pasta pode ser branqueada ou crua. Pastagens permanentes - Conjunto de plantas, semeadas ou espontâneas, em geral herbáceas, destinadas a serem comidas pelo gado no local em que vegetam, mas que acessoriamente podem ser cortadas em determinados períodos do ano. Não estão incluídas numa rotação e ocupam o solo por um período superior a 5 anos. Peso limpo de carcaça - Peso em frio do corpo do animal de abate depois de esfolado, sangrado, eviscerado e depois da ablação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do carpo e do tarso, da cabeça, da cauda, dos rins e das gorduras envolventes dos rins, assim como do úbere (ver peso limpo da carcaça de cada espécie de gado abatido). Peso limpo da carcaça dos bovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado, esfolado, eviscerado e depois da separação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do carpo e do tarso, da cabeça, da cauda, das gorduras envolventes dos rins e do úbere, bem como dos materiais de risco específicos. Estatísticas Agrícolas 2010 17 Peso limpo da carcaça dos caprinos e ovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado, esfolado, eviscerado e depois de cortada a cabeça (separada ao nível das articulações occipito-atloidea), os pés (cortados ao nível das articulações carpo-metacárpicas ou tarso-metatársicas), a cauda (cortada entre a 6ª e 7ª vértebras caudais), o úbere e os órgãos genitais. Os rins e as gorduras envolventes dos rins fazem parte da carcaça. Peso limpo da carcaça dos suínos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado e eviscerado e depois da separação dos órgãos genitais externos, dos rins, das gorduras envolventes rins e banha. O toucinho do lombo, a cabeça, os pés e a cauda fazem parte da carcaça. Peso limpo da carcaça dos equídeos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado, esfolado e eviscerado, despojado da pele e de todos os órgãos internos com excepção dos rins e gordura envolvente, depois de desprovidos da cabeça, extremidades locomotoras e cauda. População agrícola familiar - Conjunto das pessoas que fazem parte do agregado doméstico do produtor (singular), quer trabalhem ou não na exploração, bem como de outros membros da família que não pertencendo ao agregado doméstico participam regularmente nos trabalhos agrícolas da exploração. Porcos de engorda - Suínos machos e fêmeas não reprodutores com peso vivo igual ou superior a 20 kg. Pousio - Terras incluídas no afolhamento ou rotação, trabalhadas ou não, não fornecendo colheitas durante toda a campanha, tendo em vista o seu melhoramento. Podem apresentar-se sob as formas de: a) terras sem qualquer cultura; b) terras com uma vegetação espontânea, em certos casos utilizada pelos animais ou enterrada; c) terras semeadas tendo em vista a exclusiva produção de matéria verde para ser enterrada e aumentar a fertilidade do solo. Povoamento florestal - Extensão de terreno com área mínima de 0,5 ha e largura >=20 m ocupada com arvoredo florestal, cujo grau de coberto é no mínimo de 10% e que pelas suas características ou forma de exploração tenha atingido, ou venha a atingir, porte arbóreo (altura superior a 5 m). Prados temporários - Plantas herbáceas semeadas, destinadas a serem comidas pelo gado no local onde vegetam, integradas numa rotação, ocupando o solo por um período geralmente não superior a 5 anos. Acessoriamente podem ser cortadas em determinados períodos do ano. Preço base - Montante recebido pelo produtor através do comprador, por unidade de bem ou serviço produzido, subtraindo-se os impostos a pagar sobre esse bem ou serviço e somando-lhe os subsídios a receber, relativo a esse bem ou serviço. Preço no produtor - Preço de compra ao agricultor/produtor ou preço de primeira venda pelo agricultor/ produtor, à saída da exploração agrícola/unidade produtiva, excluindo subsídios ao produto e incluindo prémios de qualidade (sempre que existam) e impostos, excepto o IVA dedutível. Prestadores de serviços – Pessoa singular ou colectiva que desenvolve operações a título oneroso, as quais não constituem transmissões, aquisições intracomunitárias ou importações de bens. Inclui-se nesta rubrica a restauração e a hotelaria. Produção de leite - Inclui a totalidade do leite produzido: entregas à indústria, vendas directas e leite utilizado na exploração agrícola (destinado à alimentação animal excepto o mamado directamente pelas crias, autoconsumido e transformado em produtos lácteos). Produção de madeira - Diz respeito ao volume sólido ou ao peso da produção total dos produtos. Inclui a produção de produtos que podem ser imediatamente consumidos na produção de outro produto (pasta de papel, que pode ser imediatamente convertida em papel como parte do processo contínuo). Exclui a produção de folheados usados para a produção de contraplacados no mesmo país. A unidade de reporte é o metro cúbico sólido sem casca (em volume) no caso da madeira serrada ou das aparas ou dos resíduos ou dos painéis de madeira e toneladas métricas no caso do carvão, pasta e produtos de papel. Produção indígena bruta (carnes) - Produção líquida acrescida do saldo do comércio internacional de animais vivos (exportação - importação), convertido a peso carcaça. Estatísticas Agrícolas 2010 Porcas reprodutoras - Suínos fêmeas com um peso vivo igual ou superior a 50 kg e mais que já pariram e as não paridas, mas destinadas à reprodução (excepto as porcas de refugo) 18 Produção líquida (carnes) - Produção correspondente ao abate de animais realizado dentro do território nacional e aprovado para consumo, para cujo cálculo não se entrou em linha de conta com a proveniência dos animais abatidos (produzidos internamente ou importados). Produção do ramo agrícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações agrícolas (produção vegetal, produção animal, serviços agrícolas e actividades secundárias), incluindo os intraconsumos. Produção do ramo silvícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações silvícolas (silvicultura, exploração florestal e actividades de serviços relacionados), incluindo os intraconsumos. Produção utilizável - Quantidade disponível para a eventual utilização dentro e fora da agricultura, resultante do processo de produção e durante o período de referência, após a dedução das perdas de colheita e de transporte do campo para a exploração agrícola e das destruições efectuadas no próprio campo. Produtor agrícola - Responsável jurídico e económico da exploração, isto é, a pessoa física ou moral por conta e em nome do qual a exploração produz, retira os benefícios e suporta as perdas eventuais, tomando as decisões de fundo relativas ao sistema de produção, investimentos, empréstimos, etc. Produtor singular autónomo - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade própria ou de pessoas do seu agregado doméstico na sua exploração, com ou sem recursos ao trabalho assalariado. Produtor singular empresário - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade de pessoal assalariado na sua exploração. Produtos fitofarmacêuticos - Substâncias que se destinam a proteger os vegetais ou os produtos vegetais contra todos os organismos prejudiciais ou a impedir a sua acção. Ex.: acaricidas, insecticidas, fungicidas, herbicidas, etc. Quantidade de madeira removida - Toda a madeira removida com ou sem casca. É um agregado que inclui a lenha, a madeira para serrar e folhear (toros) e para triturar (rolaria) e outras madeiras redondas industriais. Queijo - Produto fresco ou curado, de consistência variável, obtido por coagulação e dessoramento do leite ou do leite (total ou parcialmente desnatado, mesmo que reconstituído), assim como da nata, do leitelho e a mistura de alguns ou de todos estes produtos, (incluindo lactosoro), sem ou com adição de outros géneros alimentícios. Queijo fundido - Produto obtido a partir de um ou vários tipos de queijo, submetidos a fusão emulsionante, sem ou com adição de outros géneros alimentícios, podendo ou não ser esterilizado. Inclui as preparações à base de queijo fundido. Ramo de actividade - Um ramo de actividade agrupa as unidades de actividade económica ao nível local que exercem uma actividade económica idêntica ou similar. Ao nível mais pormenorizado de classificação, um ramo de actividade compreende o conjunto das UAE locais inseridas numa mesma classe (4 dígitos) da NACE Rev.1 e que exercem, por conseguinte, a mesma actividade, tal como definida na NACE Rev.1. Reacendimento - Reactivamento de um incêndio, depois de este ter sido considerado extinto. A fonte de calor é proveniente do incêndio inicial. O reacendimento é considerado parte integrante do incêndio principal (a primeira ignição observada não depende de qualquer outra área percorrida pelo incêndio). Remuneração dos assalariados - As remunerações dos assalariados definem-se como o total das remunerações, em dinheiro ou em espécie, a pagar pelos empregadores aos assalariados como retribuição pelo trabalho prestado por estes últimos no período de referência. Rendimento dos factores - Indicador económico que permite medir a remuneração de todos os factores de produção que deram origem à Produção do Ramo. Esta variável é calculada subtraindo ao valor acrescentado líquido a preços de base, os outros impostos sobre a produção e somando os outros subsídios à produção. Estatísticas Agrícolas 2010 19 Rendimento empresarial líquido da agricultura - Saldo contabilístico obtido adicionando ao excedente líquido de exploração os juros recebidos pelas unidades agrícolas constituídas em sociedade e deduzindo as rendas (isto é, rendas de terrenos e parcerias) e os juros pagos. Mede a remuneração do trabalho não assalariado, das terras pertencentes às unidades e do capital. È semelhante ao conceito, usado na contabilidade das empresas, de lucro corrente antes da distribuição e dos impostos sobre o rendimento. Embora o rendimento empresarial líquido não seja habitualmente calculado para os ramos de actividade, é geralmente possível calculá-lo para o ramo agrícola, pois pode se determinar a parte dos juros e das rendas ligada exclusivamente à actividade agrícola (e às actividades secundárias não agrícolas). Reses ou animais de talho - Animais domésticos, destinados à alimentação humana, das espécies bovina, ovina, caprina, suína e equina, cujas carnes são vendidas sob a designação comercial, respectivamente de vaca, vitela, vitelão e novilho, de carneiro ou borrego, de cabra ou cabrito, de porco ou leitão e de cavalo. Retalhista - Agente económico que exerce como actividade principal o comércio a retalho. Superfície agrícola não utilizada - Superfície da exploração anteriormente utilizada como superfície agrícola, mas que já o não é por razões económicas, sociais ou outras. Não entra em rotações culturais. Pode voltar a ser utilizada com auxílio dos meios geralmente disponíveis na exploração. Superfície irrigável - Superfície máxima da exploração que no decurso do ano agrícola, poderia, se necessário, ser irrigada por meio de instalações técnicas próprias da exploração e por uma quantidade de água normalmente disponível. Superfície total da exploração - Soma da superfície agrícola utilizada, da superfície das matas e florestas sem culturas sob-coberto, da superfície agrícola não utilizada e das outras superfícies da exploração. Superfície agrícola utilizada por arrendamento fixo - Superfície agrícola utilizada de que a exploração dispõe por um período superior a uma campanha agrícola, mediante o pagamento em dinheiro, em géneros, em ambas as coisas ou em prestação de serviços, de um montante previamente fixado e independente dos resultados da exploração. Este valor é fixado num contrato de arrendamento (escrito ou oral) celebrado entre o proprietário da terra e o produtor o qual estabelece ainda a duração do período do uso e fruição da terra por este último. Superfície agrícola utilizada por conta própria - Superfície agrícola utilizada que é propriedade do produtor. Consideram-se também como exploradas por conta própria as terras cultivadas pelo produtor a título de usufrutuário, superficiário ou outros título equivalentes, em que: a) usufrutuário é o beneficiário de um direito denominado usufruto, que consiste no direito de converter em utilidade própria o uso ou o produto de um bem alheio, cabendo-lhe todos os frutos que o bem usufruído produzir; b) superficiário é o beneficiário de um direito de superfície, ou seja o direito de uma pessoa ter propriedade de plantações feitas em terreno alheio, com autorização ou consentimento do proprietário. Soro de leite - Subproduto do fabrico do queijo ou da caseína através da acção dos ácidos, do coalho e/ou de processos físico-químicos. Tempo de actividade na exploração agrícola - Tempo consagrado aos trabalhos agrícolas e para-agrícolas da exploração agrícola. Terras aráveis - Terras cultivadas destinadas à produção vegetal, as terras retiradas da produção, ou que sejam mantidas em boas condições agrícolas e ambientais nos termos artigo 5º do Regulamento (CE) nº 1782 / 2003,e as terras ocupadas por estufas ou cobertas por estruturas fixas ou móveis. Tempo completo de actividade na exploração - Tempo consagrado aos trabalhos de exploração que corresponde a 240 dias de trabalho por ano (equivalente a 40 ou mais horas por semana, 240 dias ou mais por ano, incluindo 1 mês de férias). Toros para serrar e folhear (inclui dormentes para vias férreas) - Madeira redonda para serrar, longitudinalmente, para o fabrico de madeira serrada ou de dormentes, para vias férreas ou para folhear (principalmente pelo acto de descascar ou cortar às fatias) para a produção de folhas. Trabalhador permanente - Assalariado que trabalha com regularidade na exploração ao longo do ano agrícola, isto é, todos os dias, alguns dias por semana ou alguns dias por mês. Estatísticas Agrícolas 2010 Superfície agrícola utilizada (SAU) - Superfície da exploração que inclui: terras aráveis (limpa e sob-coberto de matas e florestas), horta familiar, culturas permanentes e pastagens permanentes. 20 Transferências de capital - São transferências, em dinheiro ou em espécie, efectuadas pelas administrações públicas ou pelo resto do mundo a unidades de produção, para lhes permitir financiar, na totalidade ou em parte, o custo de aquisição de activos fixos ou indemnizar os proprietários de bens de capital que tenham sido destruídos por actos de guerra, catástrofes naturais ou perdas excepcionais devidas a causas externas à unidade de produção. Transformação industrial - Quantidades de produtos utilizados na fabricação de um produto derivado alimentar, para o qual existe um balanço específico. Unidade de trabalho ano (UTA) - Unidade de medida equivalente ao trabalho de uma pessoa a tempo completo realizado num ano medido em horas ( 1 UTA = 240 dias de trabalho a 8 horas por dia). Utilização industrial - Emprego que inclui as quantidades de produtos utilizados pela indústria para fabricação de outros não destinados à alimentação humana ou animal, nomeadamente os consumidos pela indústria dos químicos, da cerveja, do álcool, etc. Vaca - Bovino fêmea que já pariu. Vaca leiteira - Bovino fêmeas que já tenha parido e cujo leite seja exclusiva ou principalmente vendido ou consumido pela família do produtor (inclui as vacas leiteiras de refugo). Valor acrescentado bruto (VAB) - Corresponde ao saldo da conta de produção, a qual inclui em recursos, a produção, e em empregos, o consumo intermédio, antes da dedução do consumo de capital fixo. Tem significado económico tanto para os sectores institucionais como para os ramos de actividade. O VAB é avaliado a preços de base, ou seja, não inclui os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos. Valor acrescentado líquido - Valor acrescentado bruto deduzido do consumo de capital fixo de bens de equipamento, edifícios, construções e plantações. Variação de existências - Diferença entre as existências no final do período de referência e o início do mesmo, de produtos primários e de produtos transformados convertidos em produto primário, na posse do produtor agrícola, do utilizador (indústria transformadora) e do comerciante grossista. Inclui as existências resultantes de intervenção por razões de regularização do mercado e os stocks de segurança alimentar e exclui as existências nos comerciantes retalhistas e nos consumidores finais. Varrasco - Suíno macho reprodutor com mais de 50 kg de peso vivo, que efectue regularmente a cobrição. Vendas (saídas da agricultura) - Emprego que compreende os quantitativos de produtos escoados para o mercado pelos produtores agrícolas ou outros, com exclusão das quantidades usadas em autoconsumo, os intraconsumos, as variações de existências e as perdas na exploração. Vinho de mesa - Vinho não classificado como V.Q.P.R.D. (incluindo os obtidos por desclassificação de V.Q.P.R.D. ou de vinho regional), com um título alcoométrico volúmico adquirido igual ou superior a 8,5% volume, desde que este vinho resulte exclusivamente de uvas colhidas nas zonas vitícolas A e B, e igual ou superior a 9% volume nas restantes zonas, bem como um título alcoométrico volúmico total igual ou inferior a 15% volume. Vinho com Denominação de Origem Protegida (DOP) - Designação comunitária adoptada para designar os vinhos com Denominação de Origem aos quais é conferida protecção nos termos estabelecidos na regulamentação e que integram um registo comunitário único. Regulamento (CE) n.º 1234/2007 do Conselho de 22 de Outubro, com as alterações introduzidas pelo Regulamento (CE) nº 491/2009 do Conselho de 25 de Maio. Vinho com Indicação Geográfica Protegida (IGP) - Designação comunitária adoptada para designar os vinhos com Indicação Geográfica aos quais é conferida protecção nos termos estabelecidos na regulamentação e que integram um registo comunitário único. Regulamento (CE) n.º 1234/2007 do Conselho de 22 de Outubro, com as alterações introduzidas pelo Regulamento (CE) nº 491/2009 do Conselho de 25 de Maio. Vinho com Indicação de Casta - Vinho sem indicação geográfica, que mediante o cumprimento de determinados requisitos pode utilizar na rotulagem o ano de colheita e / ou as castas utilizadas na sua elaboração. Vinho regional - Vinho de mesa com direito a indicação geográfica, produzido de acordo com as regras definidas para a região de proveniência. Estatísticas Agrícolas 2010 21 Vinho (sem certificação) - Os vinhos destinados ao consumo humano que não se enquadram nas designações existentes. Tem de cumprir com as disposições nacionais e comunitárias em vigor. Regulamento (CE) n.º 1234/2007 do Conselho de 22 de Outubro, com as alterações introduzidas pelo Regulamento (CE) nº 491/2009 do Conselho de 25 de Maio. Vitela - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, a ausência de qualquer sinal de gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade inferior a 6 meses, considerados bovinos leves. Vitelão - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, o dente primeiro molar que já apresente qualquer sinal de gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade superior a 6 meses. Estatísticas Agrícolas 2010 Volume de mão-de-obra-agrícola (VMOA) - Corresponde ao trabalho efectivamente aplicado na produção de produtos agrícolas e das actividades não agrícolas não separáveis das unidades agrícolas que compõem o ramo. Por definição, pode ser dividido em assalariado e não assalariado, e é expresso em unidades de trabalho ano (UTA), correspondendo estas à prestação, medida em tempo de trabalho, de uma pessoa que efectua, a tempo inteiro e durante todo o ano, actividades agrícolas numa unidade agrícola. 22 Pesos e Medidas Produtos Animais de açougue - Vitelos - Novilhos - Bois - Vacas - Novilhas - Caprinos - Equídeos - Ovinos - Suínos Animais de capoeira - Coelhos - Frangos - Galinhas - Patos - Perus - Pombos Diversos - Azeite - Azeitonas - Ovos - Vinho Unidade Equivalência (kg) unidade » » » » » » » » (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) 154,4 293,8 337,1 263,3 215,6 6,1 163,1 10,5 64,5 unidade » » » » » (a) (a) (a) (a) (a) (a) 1,2 1,4 2,0 2,7 10,3 0,2 Pesos e medidas hectolitro » milhar hectolitro 91,66 65,00 62,00 100,00 Produtos Unidade Leite inteiro de: - Cabra - Ovelha - Vaca Madeiras - Azinho - Castanho - Choupo - Criptoméria - Eucalipto - Faia - Nogueira - Pinheiro bravo - Pinheiro manso - Sobreiro Caça - Coelhos » - Lebres » - Perdizes » Equivalência (kg) litro » » 1,035 1,038 1,031 m3 » » » » » » » » » 1 070,00 580,00 470,20 270,00 800,00 720,00 680,00 530,00 580,00 803,00 unidade » » » » » (b) (a) (b) (a) (b) (a) (a) Peso limpo (b) Peso sem tripas Factores de Conversão Produtos Animais de açougue - Bovinos - Caprinos - Equídeos - Ovinos - Suínos Animais de capoeira - Coelhos - Galináceos - Patos - Perus Caça - Coelhos - Lebres - Perdizes Cereais - Arroz - Centeio - Cevada - Milho - Trigo Frutas secas - Amêndoa - Amendoim - Avelã - Noz Lacticínios - Leite - » - » - » - » - » - » Diversos - Azeite Unidade - 1 kg de peso vivo - 1 kg » » - 1 kg » » » » - 1 kg » » - 1 kg - 0,59 kg de peso limpo - 0,40 kg de » » - 0,55 kg de » » - 0,40 kg de » » - 0,75 kg de » » - 1 kg de peso vivo » » - 1 kg » » - 1 kg » » - 1 kg - 0,60 kg de peso limpo - 0,75 kg de » » - 0,70 kg de » » - 0,75 kg de » » - 1 kg de peso vivo » » - 1 kg » » - 1 kg - 0,60 kg de peso limpo - 0,60 kg de » » - 0,80 kg de » » - 1 kg de arroz em casca - 1 kg em grão - 1 kg » » - 1 kg - 1 kg » - 0,70 kg de arroz descascado - 0,76 kg de farinha - 0,66 kg de » - 0,91 kg de » - 0,80 kg de » - 1 kg de amêndoa em casca - 1 kg » amendoim em casca - 1 kg » avelã em casca - 1 kg » noz em casca - 0,225 kg de amêndoa descascada - 0,73 kg » amendoim descascado - 0,73 kg » avelã descascada - 0,73 kg » noz descascada - 1 l de leite de vaca -1l » » » » desnatado » -1l » » » » » -1l » » » » » -1l » » » » -1l » » » ovelha -1l » » » cabra - 0,12 kg de leite em pó - 0,08 a 0,09 kg de leite em pó - 0,36 kg de leite condensado a 65% - 0,04 kg de manteiga - 0,08 kg de queijo curado de vaca - 0,14 a 0,17 kg de queijo curado de ovelha - 0,12 kg de queijo curado de cabra - 1 l de azeite virgem - (100 - 2n+2) de azeite refinado (n - grau de acidez) 100 - 0,16 l de azeite - 0,07 kg de açucar - 0,24 kg de chá - 0,60 kg de granulado - 0,36 kg de aglomerados de isolamento - 0,80 kg de aglom. de revestimento e compostos - 0,56 kg » tabaco verde (folha) - 0,10 kg » » seco Factores de conversão - Azeitonas - Cana sacarina - Chá - Cortiça » » - Tabaco » Estatísticas Agrícolas 2010 Equivalência aproximada - 1 kg de azeitona - 1 kg » cana sacarina - 1 kg » folhas verdes - 1 kg » cortiça » - 1 kg » » - 1 kg » - 1 kg » tabaco verde (planta) - 1 kg » » » (folha) 0,800 0,560 1,600 1,120 0,400 0,340 Análise de Resultados 25 1 – A AGRICULTURA EM 2010 1.1 - Produção Vegetal O ano agrícola 2009/2010 caracterizou-se, em termos climáticos, por um início de Outono bastante ameno, com os valores de temperatura média do ar superiores aos normais e a ocorrência de alguma precipitação, em particular a Norte do Tejo. No entanto, a partir de Dezembro, as condições atmosféricas agravaram-se substancialmente, tendo-se registado, para além da habitual descida das temperaturas, valores de precipitação em quantidade muito superior à normal, frequentemente acompanhada de ventos muito fortes. Verificou-se ainda a ocorrência de geadas nos locais mais abrigados, bem como de fortes nevões que, por vezes, chegaram a atingir cotas relativamente baixas (400m). As condições climatéricas adversas mantiveram-se até ao princípio da Primavera, período em que se assinalou um aumento considerável das temperaturas e uma diminuição dos valores de precipitação. A instabilidade atmosférica que habitualmente caracteriza o mês de Maio, com a ocorrência de ventos fortes, trovoadas e aguaceiros, por vezes sob a forma de granizo, circunscreveu-se este ano apenas às regiões do Norte e do Centro. O Verão caracterizou-se por elevadas temperaturas, com as máximas a ultrapassarem frequentemente os 40ºC, baixas amplitudes térmicas e ausência de precipitação, condições que se estenderam até meados de Setembro. Figura 1 - Precipitação (ano agrícola 2009/2010) (mm) Figura 2 - Temperatura (ano agrícola 2009/2010) 30 250 ºC 25 Análise de Resultados 300 200 20 150 15 100 Precipitação acumulada (Norte do Tejo) Precipitação Acumulada (Sul do Tejo) Desvio da Normal (Norte do Tejo) Desvio da Normal (Sul do Tejo) Out-10 Set-10 Ago-10 Jul-10 Jun-10 Mai-10 Abr-10 Mar-10 Fev-10 Jan-10 Dez-09 Out-10 Set-10 Ago-10 Jul-10 Jun-10 Mai-10 Abr-10 -5 Mar-10 -100 Fev-10 0 Jan-10 -50 Dez-09 5 Nov-09 0 Nov-09 10 50 Temperatura Média (Norte do Tejo) Temperatura Média (Sul do Tejo) Desvio da Normal (Norte do Tejo) Desvio da Normal (Sul do Tejo) Este quadro climatérico condicionou, de forma muito decisiva, a realização dos trabalhos agrícolas de Outono/ Inverno. A persistência da precipitação ao longo de todo o Inverno conduziu a situações de encharcamento nos terrenos situados em zonas mais baixas e/ou com problemas de drenagem, dificultando ou impedindo a entrada das máquinas. De igual forma, a saturação dos solos não permitiu, em muitas pastagens, o pastoreio directo, em particular das espécies de maior porte, situação que se manteve até Março. 1.1.1 - Cereais de Outono/Inverno A precipitação constante que ocorreu ao longo de todo o Inverno, com a inerente dificuldade na realização dos trabalhos de preparação dos terrenos, aliada aos elevados custos dos factores de produção, ao baixo preço dos cereais e às dificuldades de escoamento da produção (situações já igualmente observadas na passada campanha), contribuiram para uma diminuição generalizada das áreas semeadas dos cereais de Outono/ Inverno. De um modo geral, só foi possível realizar normalmente as sementeiras destas culturas até meados de Novembro, sendo que posteriormente estas só puderam ser instaladas em solos pouco susceptíveis a problemas de encharcamento. O desenvolvimento das searas foi também bastante condicionado pelas condições climatéricas adversas, com a ocorrência, nos solos mais pesados e de drenagem difícil, de situações de asfixia radicular. O facto de não ser possível a entrada de máquinas nestes solos e de, em tempo útil, não se terem efectuado as habituais adubações de cobertura e mondas químicas, contribuiu ainda mais para o agravamento do cenário, com searas a apresentarem graves carências nutricionais, muito heterogéneas, com fraco aspecto vegetativo e má qualidade do grão, sendo que muitas delas nem chegaram a ser ceifadas, tendo sido desviadas para fenação/ pastoreio. 26 Figura 3 - Área de Cereais de Outono/Inverno Figura 4 - Produção de Cereais de Outono/Inverno 103 ha 300 103 t 600 250 500 200 400 150 300 100 200 50 100 0 0 2006 2007 2008 Total Cereais (*) 2009 2006 2010 Med.quinq (2006-10) 2007 2008 Total Cereais (*) (*) - Inclui: trigo, centeio, aveia, cevada e triticale. 2009 2010 Med.quinq (2006-10) (*) - Inclui: trigo, centeio, aveia, cevada e triticale. Desta forma, a produção de cereais de Outono/Inverno desta campanha foi uma das mais baixas das últimas décadas (só superada pela campanha de 2004/2005, no pico da seca meteorológica), fruto quer da diminuição da área semeada, como da baixa produtividade alcançada. As condições atmosféricas adversas e a conjuntura negativa do mercado dos cereais justificam uma parte significativa desta diminuição. No entanto, a tendência de decréscimo da produção cerealífera portuguesa que se tem observado nas últimas décadas, tem contornos e implicações mais estruturais, denunciando mudanças nas orientações produtivas de muitas explorações agrícolas, como aliás os resultados do Recenseamento Agrícola 2009 o comprovam. 1.1.2 – Culturas de Primavera/Verão Cereais de Primavera/Verão: Os atrasos consideráveis nas sementeiras, provocados pelo estado de saturação hídrica que os solos apresentavam, aliados aos baixos preços pagos ao produtor nas últimas campanhas e à subida dos custos de produção, não contribuíram para a recuperação significativa da área de milho, que mantém uma ocupação ainda inferior à observada no último quinquénio (-6%), situando-se nos 95,7 mil hectares. Alguma área tradicionalmente ocupada com milho de regadio foi transferida para a cultura do arroz, que este ano aumentou a sua superfície em cerca de 700 hectares (+2% face ao ano anterior). Figura 5 - Área de Milho Figura 6 - Área de Arroz 103 ha 120 103 ha 35 100 30 25 80 20 60 15 40 10 20 5 0 0 2006 2007 Milho 2008 2009 Med.quinq (2006-10) 2010 2006 2007 Arroz 2008 2009 2010 Med.quinq (2006-10) As ondas de calor que se fizeram sentir ao longo do Verão, quando o milho se encontrava na floração (uma das fases mais críticas e sensíveis do desenvolvimento desta cultura), provocaram algumas situações de abortamento e de dificuldade de enchimento da espiga. No entanto, o elevado número de maçarocas por planta e a disponibilidade dos recursos hídricos (que permitiu que as regas se efectuassem com regularidade) contrariaram estas adversidades, aumentando a produtividade do milho em 3% face ao ano anterior. Também no que diz respeito ao arroz as produtividades aumentaram cerca de 3%. Estatísticas Agrícolas 2010 27 Figura 7 - Produção de Milho Figura 8 - Produção de Arroz 103 t 800 103 t 180 700 160 600 140 500 120 100 400 80 300 60 200 40 100 20 0 2006 2007 Milho 2008 2009 2010 2006 Med.quinq (2006-10) 2007 2008 Arroz 2009 2010 Med.quinq (2006-10) Tomate para a Indústria: O estado de saturação dos solos obrigou a retardar a preparação dos terrenos e, consequentemente, a plantação do tomate para a indústria, o que fez derrapar o calendário cultural em quase um mês. Perante este facto, e no sentido de evitar o desvio de áreas para outras culturas, com as consequentes implicações ao nível do fornecimento de matéria-prima a um sector agro-industrial com esta importância, foi prorrogado, a título excepcional, o prazo de cobertura do seguro de colheitas para a cultura do tomate para a indústria, de 30 de Setembro para 15 de Outubro, garantindo a segurança necessária para que os agricultores avançassem com as plantações. Assim, a área plantada desta cultura foi muito semelhante à da campanha anterior, próxima dos 16,6 mil hectares. Em termos de rendimento unitário observou-se um aumento de 5%, o que se traduziu na maior produção de sempre de tomate para a indústria. Figura 9 - Área de Tomate para a Indústria Figura 10 - Produção de Tomate para a Indústria 103 ha 18 103 t 1 600 16 1 400 14 1 200 12 1 000 10 800 8 600 6 4 400 2 200 0 0 2006 2007 2008 Tomate para a Indústria 2009 2010 2006 Med.quinq (2006-10) 2007 2008 Tomate para a Indústria 2009 2010 Med.quinq (2006-10) Girassol: A opção da indústria produtora de biodiesel de recorrer à compra de matéria-prima importada, nomeadamente soja, em detrimento da contratação de áreas de girassol com os produtores agrícolas nacionais, que, consequentemente, deixaram de ter assegurado o escoamento da sua produção, conduziu à redução da área semeada em cerca de 34%, o que se traduziu numa quebra de produção superior a 3,8 mil toneladas. Figura 11 - Área de Girassol Figura 12 - Produção de Girassol 103 ha 30 103 t 18 16 25 14 20 12 10 15 8 10 6 5 4 2 0 0 2006 2007 Girassol 2008 2009 Med.quinq (2006-10) 2010 2006 2007 Girassol 2008 2009 Med.quinq (2006-10) 2010 Análise de Resultados 0 28 Batata: As condições meteorológicas condicionaram a plantação da batata, que decorreu com algum atraso motivado pela chuva persistente que manteve os solos com teores de humidade muito próximos da saturação. A área plantada registou uma redução que rondou os 20% na batata de sequeiro e os 8% na batata de regadio, retracção para a qual a dificuldade de escoamento e o baixo preço de mercado também contribuíram decisivamente. Globalmente, a área de produção de batata baixou 11%, situando-se próxima dos 26 mil hectares, o valor mais baixo das últimas duas décadas. As dificuldades encontradas para realizar um eficaz combate às infestantes, sobretudo devido à impossibilidade de acesso das máquinas aos batatais instalados em terrenos com maiores problemas de drenagem, foram um factor que indubitavelmente concorreu para a acentuada diminuição do rendimento desta cultura, apresentando a produção de batata quebras que chegaram aos 29% na batata de sequeiro e 11% na de regadio. Apesar das grandes quebras de produção e do bom estado sanitário dos tubérculos, continuaram bem patentes as dificuldades de escoamento da batata nacional, num mercado onde prolifera a oferta externa a preços reduzidos. Figura 13 - Área de Batata Figura 14 - Produção de Batata 40 103 t 700 35 600 30 500 103 ha 25 400 20 300 15 200 10 100 5 0 0 2006 2007 Batata 2008 2009 2010 2006 Med.quinq (2006-10) 2007 Batata 2008 2009 2010 Med.quinq (2006-10) 1.1.3 – Produção de frutos frescos, citrinos, frutos de casca rija, vinha e olival Frutos frescos: Nos pomares de macieiras e pereiras a ocorrência de precipitação abundante, durante todo Inverno e princípios da Primavera, provocou algumas situações de asfixia radicular e de falta de resposta aos estímulos (nutritivos, hormonais e físicos) que pretendiam contrariar a natural alternância de produtividades. As chuvas intensas originaram ainda a queda acentuada de flores e um reduzido vingamento dos frutos. Posteriormente, durante o mês de Setembro e sobretudo localizada na região Norte, voltou a ocorrer intensa precipitação, desta vez sob a forma de granizo, provocando consideráveis danos nas maçãs já praticamente formadas. Desta forma, registaram-se quebras na produção destes frutos, com a maçã a diminuir consideravelmente (-16%) e a pêra a registar um decréscimo de 12%. Em termos de qualidade, de referir que tanto as peras como as maçãs apresentaram calibres muito elevados e frutos de boa qualidade, apesar do aumento da percentagem de maçã de refugo, em especial nas zonas atingidas pelos temporais de granizo. Figura 15 - Produção de Maçã Figura 16 - Produção de Pêra 103 t 300 103 t 250 250 200 200 150 150 100 100 50 50 0 0 2006 2007 Maçã Estatísticas Agrícolas 2010 2008 2009 Med.quinq (2006-10) 2010 2006 2007 Pêra 2008 2009 Med.quinq (2006-10) 2010 29 Os pomares de pessegueiros foram decisivamente afectados durante a floração e vingamento dos frutos pelas condições climatéricas adversas, nomeadamente pelas geadas tardias, e também por problemas fitossanitários, sobretudo relacionados com ataques de lepra. Consequentemente, a produção de pêssego registou uma redução de 18% (-7 mil toneladas), face a 2009. A cereja é um fruto muito sensível a condições meteorológicas adversas. As fortes chuvas ocorridas na altura da polinização (que provocaram a diminuição da percentagem de frutos vingados) e na fase da formação do fruto (que originaram situações de fendilhamento, prejudicando a sua qualidade) determinaram uma quebra assinalável na produção (-23%), face a 2009. De notar que não ocorreu, ao contrário das expectativas dos produtores, um aumento da valorização do produto, previsível face à quebra na produção, sobretudo devido ao amadurecimento simultâneo de muitas variedades. No kiwi a alternância natural de produtividades, com os pomares a carregarem menos e com um menor vingamento dos frutos, conduziram a uma quebra na produção, face à campanha anterior, que rondou os 10%. A generalidade dos pomares apresentou frutos com bons calibres e grande regularidade nos diâmetros. Figura 18 - Produção de Kiwi Figura 17 - Produção de Cereja 103 t 30 103 t 16 14 25 12 15 8 6 10 4 5 2 0 0 2006 2007 Cereja 2008 2009 2006 2010 2007 Kiwi Med.quinq (2006-10) 2008 2009 2010 Med.quinq (2006-10) Manteve-se a tendência de descida da produção de uva de mesa, com as quebras a rondarem os 11% face à campanha passada, alcançando o valor mais baixo dos últimos 20 anos. Citrinos: Os pomares de laranja apresentaram um desenvolvimento vegetativo regular, com frutos de calibre normal. A incidência das pragas sobre esta cultura, principalmente da mosca do Mediterrâneo, foi inferior à verificada na campanha anterior, o que também concorreu para o aumento de 6% da produção, ainda assim insuficiente para atingir as 200 mil toneladas, que correspondem à média do quinquénio. Figura 19 - Produção de Laranja 103 t 250 200 150 100 50 0 2006 2007 Laranja 2008 2009 Med.quinq (2006-10) 2010 Análise de Resultados 20 10 30 Frutos de casca rija: A produção de amêndoa em 2010 rondou as 7 mil toneladas, o que corresponde ao valor mais baixo das últimas duas décadas, e representa uma quebra de 23% face a 2009. Mais uma vez, as condições meteorológicas adversas, especialmente por altura da floração e vingamento dos frutos, condicionaram severamente o normal desenvolvimento desta cultura, com reflexos muito negativos na produção. O aumento da humidade do solo, consequência da precipitação ocorrida nos meses de Setembro e Outubro, proporcionou uma melhoria do estado vegetativo dos castanheiros, permitindo alguma recuperação dos efeitos prejudiciais que as elevadas temperaturas e baixos teores de humidade do solo, ao longo de todo o Verão, tiveram sobre a produção. No entanto, os reduzidos calibres condicionaram a produção, que decresceu 8%, não ultrapassando as 22 mil toneladas. A avelã manteve o nível de produção alcançado em 2009. Figura 20 - Produção de Amêndoa Figura 21 - Produção de Castanha 103 t 12 103 t 35 10 30 25 8 20 6 15 4 10 2 5 0 0 2006 2007 2008 Amêndoa 2009 2010 Med.quinq (2006-10) Figura 22 - Produção de Vinho 7 000 6 000 5 000 4 000 3 000 2 000 1 000 0 2007 2008 2009 2008 2009 2010 Med.quinq (2006-10) Vinha: As elevadas temperaturas e a falta de humidade nos solos ao longo do Verão não tiveram qualquer impacto negativo na campanha vitivinícola de 2010. Atendendo a que a carga inicial foi boa, a floração/alimpa decorreu sem problemas (fase do desenvolvimento vegetativo mais sensível às condições climatéricas adversas, nomeadamente à ocorrência de precipitação) e o controlo das principais pragas e doenças foi eficaz, a produção apresentou um aumento de 22% face à vindima anterior, situando-se nos 6,9 milhões de hectolitros de mosto, valor muito acima da média dos últimos 5 anos. 8 000 Vinho 2007 Castanha 103 hl 2006 2006 2010 Med.quinq (2006-10) Olival: As consideráveis quebras registadas nos olivais tradicionais da variedade galega no Alentejo foram compensadas pelos aumentos de produtividade observados nos olivais intensivos e nos olivais da região de Trás-os-Montes, pelo que, não se verificaram grandes alterações na produção de azeite face à campanha anterior (+1%). De referir ainda que as elevadas precipitações e principalmente a saturação dos solos impediram, nalguns casos, a entrada das máquinas nos olivais intensivos, condicionando assim a apanha da azeitona no Alentejo. Figura 23 - Produção de Azeite 103 hl 800 700 600 500 400 300 200 100 0 2006 2007 Azeite Estatísticas Agrícolas 2010 2008 2009 Med.quinq (2006-10) 2010 Regra geral, o estado sanitário da azeitona recebida nos lagares foi muito bom, embora se tenha assistido a uma ligeira diminuição da sua qualidade nas entregas mais tardias. O azeite apresentou uma acidez baixa e elevada qualidade. 31 1.2 - Produção Animal A produção de carne de bovino em 2010 foi de 93 Figura 24 - Produção de carne de bovino e de suíno mil toneladas, o que representa uma quebra de 9,5% Suíno Bovino em relação a 2009. Observa-se um decréscimo tanto 103 t 103 t na carne de vitelos (-12,3%) como na de animais 130 450 adultos (-8,7%), devido sobretudo ao menor número 120 400 110 350 de novilhos abatidos. Esta tendência começou em 100 90 300 2008, quando os operadores começaram a comprar 80 250 e abater animais das categorias mais leves (“vitela” 70 60 200 e “vitelão”) em grande escala, em vez de novilhos. A 50 150 40 partir desse ano, verificou-se uma diminuição da 30 100 capacidade dos engordadores em produzirem 20 50 10 0 animais com pesos tão elevados como anteriormente, 0 2008 2009 2010 resultando numa diminuição significativa do peso total Bovino Suíno ao abate, tendência que se acentuou pelo aumento do custo das matérias-primas para a alimentação animal, sem um aumento equivalente dos preços das carcaças. Além da instabilidade do mercado, agravada pela crise internacional, geradora de uma quebra de consumo, outros factores conjunturais internos contribuíram para a descida da produção de carne de bovino em 2010, nomeadamente a diminuição dos nascimentos, resultante sobretudo da redução dos efectivos leiteiros, e o aumento das saídas do comércio internacional de animais vivos, incluindo vitelos para engorda, vacas de refugo e animais engordados para abate. A carne de suíno registou em 2010 um aumento do volume de produção de cerca de 3%, com 408 mil toneladas produzidas. A crise económica tornou o consumo de carne mais barata apetecível, pelo que a produção suinícola nacional respondeu ao aumento da procura enviando para abate um maior número de porcos de engorda, em detrimento da categoria “leitões”, o que explica que em número de cabeças, o acréscimo registado relativamente ao ano 2009 tenha sido muito pouco significativo (apenas +0,8%). As exigências da UE (bem-estar animal) e nacionais (como por exemplo as que envolvem o Regime de Exercício da Actividade Pecuária - REAP e o pagamento de taxas relativas ao Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais Mortos na Exploração - SIRCA), aliadas à especulação no mercado de cereais ocorrida no ano em análise (que teve como consequência o aumento do preço das rações), geraram custos incomportáveis para os produtores, conduzindo ao abandono da actividade, sobretudo das explorações de menor dimensão, e à intensificação do fenómeno de concentração que, de há alguns anos para cá, vem dominando o sector suinícola nacional. No que diz respeito aos pequenos ruminantes, em 2010 a carne de ovino mostrou uma ligeira subida de 2,1%, enquanto a carne de caprino teve uma quebra de 2,2%, comparativamente a 2009. Os volumes de produção foram de 18 mil e 1,5 mil toneladas respectivamente, o que na prática constituiu uma estabilização relativamente ao ano transacto. No ano em análise, o aumento registado nos abates constituiu a resposta do mercado à grande escassez sentida em 2009, particularmente de ovinos, mas de uma forma geral não se registaram grandes alterações na generalidade dos indicadores para este sector. Figura 25 - Produção de carne de ovino e caprino Caprino 103 t Ovino 103 t 26 24 22 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 2008 2009 Ovino 2010 Caprino Análise de Resultados 1.2.1 - Produção de Carne: bovino, suíno, ovino e caprino 32 1.2.2 - Produção de Carne de animais de capoeira Figura 26 - Produção de carne animais de capoeira Frango 103 t Peru e Pato 103 t 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 260 240 220 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 2008 Peru 2009 Pato 2010 Frango O volume total de produção de animais de capoeira registou um aumento de 1,5% quando comparada com o ano transacto, com 339 mil toneladas produzidas. A produção de galináceos aumentou ligeiramente em relação a 2009, tendo o frango industrial (que contribuiu com 75% do total de animais de capoeira) apresentado um volume de produção de 253 mil toneladas, o que representa uma variação de apenas (+0,6%), consequência do abate de aves com peso médio superior. Quanto às produções de carne de peru e de pato, registaram um crescimento em 2010, comparativamente aos resultados do ano 2009. O volume de carne de peru aumentou 3,7% com 42 mil toneladas produzidas, reflectindo exclusivamente o peso superior dos animais ao abate, já que o número de aves abatidas foi idêntico ao registado no ano anterior. Para o pequeno acréscimo no volume de produção, contribuíram o efeito dos investimentos efectuados para modernização e substituição de pavilhões antigos, e o facto de, no respeitante ao peso do peru ao abate, se verificar uma tendência para o crescimento da ave e para o aumento do rendimento da carcaça. A produção de carne de pato teve um aumento significativo de 8,8%, tendo atingido as 10 mil toneladas. A capacidade de incubação instalada que não estava a ser totalmente utilizada em anos anteriores, foi optimizada em 2010 o que favoreceu o crescimento da produção nacional deste sector, visando a exportação de carne. A produção total de “outras carnes” (inclui caça, pombos, coelhos e codornizes) registou um decréscimo de 1,3%, devido essencialmente aos menores volumes de produção de carne de coelho (-1,3%) e de codorniz (-1,2%), relativamente a 2009. 1.2.3 - Produção de Ovos de galinha para consumo alimentar e incubação Figura 27 - Produção de ovos de galinha Ovos para incubação 103 t 26 24 22 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 Ovos para consumo 103 t 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 2008 Ovos para consumo 2009 2010 Ovos para incubação A produção de ovos de galinha para consumo (109 mil toneladas) registou uma subida de 6,4% no ano em análise. A justificação reside na reestruturação imposta ao sector no âmbito da alteração das regras do bem-estar animal na UE, que obriga à substituição das baterias convencionais até 2012. Houve efectivamente um aumento da produção, resultante da entrada em funcionamento de unidades já adaptadas à legislação do bem-estar animal, sem que tenham sido ainda desactivadas as mais antigas, que serão substituídas até ao final de 2011. Por outro lado, as novas explorações têm uma dimensão superior (traduzida numa maior capacidade instalada), para rentabilizar o investimento feito. Quanto à produção de ovos para incubação (23 mil toneladas), o ligeiro aumento observado em 2010 (+1,8%) reflectiu sobretudo a maior actividade de incubação para a produção de pintos de carne e de pintas poedeiras destinados à exportação, cujo fluxo aumentou relativamente ao ano anterior. Estatísticas Agrícolas 2010 33 1.2.4 - Produção de Leite e Produtos lácteos A produção de leite de ovelha (78 milhões de litros) também apresentou uma quebra de 4,9%, comparativamente a 2009, enquanto o leite de cabra, com uma produção de 27 milhões de litros, registou praticamente uma estabilização (-0,2%) face ao ano anterior. O desenvolvimento da indústria de lacticínios exige uma relação de equilíbrio com a produção, que tem de ser articulada com a grande distribuição. O actual problema do sector industrial é a sua relação com a distribuição, designadamente nas relações de contratualização dos fornecimentos. No ano em análise, a produção total de queijo (76 mil toneladas) cresceu cerca de 4% em relação a 2009. Esta evolução resultou sobretudo da orientação para a produção de queijo de vaca (57 mil toneladas) e de mistura (5 mil toneladas), que em 2010 registaram aumentos de 6% e 7%, respectivamente. Os queijos de ovelha e cabra extremes apresentaram uma tendência de quebra, que foi de 5% para o queijo de ovelha (que não ultrapassou as 13 mil toneladas) e de 0,2% para o queijo de cabra, com1,6 mil toneladas produzidas em 2010. Leite de ovelha e cabra 106 l 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 2 000 1 800 1 600 1 400 1 200 1 000 800 600 400 200 0 2008 2009 Leite de ovelha Leite de cabra 2010 Leite de vaca Figura 29 - Produção de queijos Queijos de cabra e mistura 103 t 6 Queijos de vaca e ovelha 103 t 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 5 4 3 2 1 0 2008 2009 Queijo de vaca Queijo de cabra 2010 Queijo de ovelha Queijo de mistura Figura 30 - Produção de manteiga 103t 33 30 27 24 21 18 15 12 9 6 3 0 À semelhança dos últimos anos, a produção de manteiga em 2010 teve uma descida de 7,1%, relativamente a 2009, tendo sido produzidas apenas 27 mil toneladas. O volume de produtos lácteos frescos manteve-se relativamente a 2009, graças ao aumento registado nos leites acidificados (+6,2%), com uma produção que atingiu as 116 mil toneladas em 2010. A produção de leite para consumo, que não ultrapassou as 831 mil toneladas, registou uma quebra de 0,7% face ao ano anterior. Leite de vaca 106 l 2008 2009 2010 Manteiga Figura 31 - Produção de leite para consumo e de leites acidificados Leites acidificados 103 t Leite para consumo 103 t 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 120 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 2008 Leites acidificados 2009 2010 Leite para consumo Análise de Resultados Em 2010 o volume de produção nacional de leite de vaca foi inferior em cerca de 2,1%, face a 2009. Esta situação resultou essencialmente da manutenção da conjuntura negativa para o sector leiteiro nacional, com a previsão do fim do regime de quotas em 2015, a aplicação do REAP que implica dificuldades adicionais no licenciamento/manutenção das explorações agrícolas e o aumento dos custos dos factores de produção, sem contrapartida favorável no que diz respeito aos preços do leite na produção. Como consequência, assistiu-se à diminuição do número de produtores, a um ponto em que começa a ser visível a intenção de abandono da actividade de explorações já com alguma dimensão, facto que pode vir a colocar um problema futuro de escassez da matéria-prima. Figura 28 - Produção de leites 34 1.3 - Agricultura e Ambiente Consumo aparente de fertilizantes Figura 32 - Consumo aparente de fertilizantes inorgânicos na agricultura t O consumo aparente de fertilizantes contabilizou em 2009 cerca de 176 mil toneladas, reflectindo um decréscimo de 8% face a 2008. 115 000 100 000 85 000 70 000 55 000 40 000 25 000 2007 2008 Azoto (N) Fósforo (P2O5) 2009 Potássio (K2O) Esta evolução justifica-se pela crise que se iniciou em 2008 e que promoveu a subida de preços dos factores de produção, com impacto em 2009 ao nível da menor procura de factores de produção, incluindo os fertilizantes, em especial os fertilizantes compostos (misturas de azoto, fósforo e potássio). O maior impacto desta situação fez-se sentir na utilização do nutriente fósforo (-11%) e do potássio (-34%), já que a utilização de azoto aumentou 5% no mesmo período, essencialmente promovido pelo aumento de importações de fertilizantes azotados. Fig. 1 Produtos fitofarmacêuticos Figura 33 - Venda de produtos fitofarmacêuticos, por tipo de função t 18000 16000 14000 12000 10000 8000 6000 4000 2000 0 2007 Herbicidas 2008 Insecticidas e acaricidas 2009 Outros Em 2009, as vendas de produtos fitofarmacêuticos totalizaram cerca de 14 mil toneladas, expressos em substância activa, o que reflecte um decréscimo de 18% no volume de vendas face a 2008. Este decréscimo está relacionado particularmente com a diminuição de vendas de fungicidas (-27%). Ao analisar a repartição das vendas destes produtos por tipos de função, constata-se que os fungicidas são responsáveis em 2009 por 67% do volume total de vendas, equivalente a cerca de 9 kt de substância activa, tendo só o enxofre contribuído com 71% do total de vendas deste grupo. Este fungicida foi, aliás, o principal responsável pelo decréscimo de vendas de fungicidas, já que as suas vendas decresceram cerca de 33%, em resultado de condições climatéricas mais favoráveis, isto é, menos propícias à ocorrência de doenças como o míldio e o oídio. Por sua vez, as vendas de herbicidas em 2009 representaram cerca de 12% do total de vendas, cerca de 1,7 kt de substância activa, e não revelaram uma variação significativa face ao ano anterior (+0,4%). Os insecticidas e acaricidas, incluindo óleo mineral, com cerca de 1 kt de substância activa, contribuíram com 7% para o total de vendas e também não revelaram grande variação face a 2008 (+0,3%). Fig.2 Estatísticas Agrícolas 2010 35 Balanço do azoto Figura 34 - Balanço do Azoto (Incorporação - Remoção) O balanço do azoto resultou em 2009 em cerca de 52 mil toneladas de azoto, o que equivale a uma deposição de cerca de 14 kg de azoto por hectare de SAU. Face a 2008, o balanço aumentou cerca de 7 mil toneladas (+17%), o que se traduziu em mais 2kg de azoto por hectare de SAU (+19%). 120 20 100 15 80 60 10 40 5 20 0 0 2007 2009 Balanço / Superfície agrícola utilizada (kg/ha) Figura 35 - Balanço do Azoto Incorporação de Azoto Esta evolução teve como causa o acréscimo verificado na incorporação deste macronutriente (+1%), promovido pelo maior consumo aparente de fertilizantes azotados (+5%), assim como pela menor remoção deste nutriente pelas culturas (-1%), em particular pelo decréscimo de produção de cereais neste período. ig. 3, Fig. 4 Incorporação de azoto Consumo aparente de fertilizantes azotados Estrume animal Bovinos Suínos Ovinos e Caprinos Aves Outros Fixação biológica do azoto Deposição atmosférica Total 2007 2008 Unidade: t 2009 113 005 100 216 105 130 164 634 163 255 162 876 90 746 91 671 89 381 22 577 22 301 21 965 31 212 29 502 27 479 15 257 15 257 19 623 4 842 4 524 4 428 15 385 15 440 15 111 14 276 14 479 14 229 307 299 293 390 297 345 Balanço do fósforo Figura 36 - Balanço do Fósforo Contrariamente à evolução do balanço do azoto, o balanço do fósforo, em 2009, apresentou um decréscimo de 16%, o que resultou numa deposição de 3 kg de fósforo por hectare de SAU. Este decréscimo deve-se essencialmente à diminuição da incorporação deste macronutriente (-5%), promovido pela menor utilização de fertilizantes fosfatados. Fig.5 8 50 40 6 30 4 20 2 10 0 0 2007 Balanço (kt) 2008 2009 Balanço / Superfície agrícola utilizada (kg/ha) Análise de Resultados Balanço (kt) 2008 36 1.4 - Preços na Agricultura Em 2010, o índice de preços da produção dos bens agrícolas apresentou uma variação positiva de 5,4%, em relação a 2009. Este aumento deveu-se às variações registadas, tanto no índice de preços da produção vegetal (+8,4%), como no índice de preços da produção animal (+1,2%). Figura 37 - Índices de Preços no Produtor de Produtos Agrícolas 2005 = 100 115 110 105 100 95 90 2005 2006 2007 Produção de bens agrícolas 2008 2009 Produção vegetal 2010 Produção animal Os produtos que mais contribuíram para a evolução observada no índice de preços da produção dos bens agrícolas foram, sobretudo, as batatas (49,9%), os outros produtos animais (28,2%), os cereais (21,2%), os hortícolas frescos (19,6%), as plantas industriais (13,5%) e os frutos (6,1%), apesar das variações negativas registadas nas plantas forrageiras (-22,6%), no azeite (-6%), nos ovinos e caprinos (-3%) e no leite em natureza (-1,1%). Figura 38 - Variação 2010/2009 nos Índices de Preços no Produtor de Produtos Agrícolas % 60 50 40 30 20 10 Outros produtos animais Ovos Leite Animais de capoeira Ovinos e caprinos Suínos Bovinos Plantas e flores Azeite Vinhos Hortícolas frescos Frutos Batatas Plantas forrageiras -30 Plantas industriais -20 Cereais 0 -10 Em 2010, o índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura registou um aumento de 0,5%, em relação ao ano anterior. Para o mesmo período, e para o índice de preços dos bens de investimento, também se observou um aumento de 1,1%. Estatísticas Agrícolas 2010 37 Figura 39 - Índices de Preços de Meios de Produção na Agricultura 2000=100 135 130 125 120 115 110 105 100 95 90 85 2005 2006 2007 2008 Bens e serviços de consumo corrente na agricultura 2009 2010 Bens de investimento na agricultura No índice de preços dos bens de investimento observou-se um aumento de 1,1%, devido ao aumento de todas as rubricas, podendo destacar-se a subida registada no índice de preço dos edifícios (2,3%) e do equipamento de transporte (0,5%). Figura 40 - Variação 2010/2009 nos Índices de Preços de Meios de Produção na Agricultura 20 2000 = 100 15 10 5 Edificios Equipamento de transporte Maquinaria e outro equipamento Outros bens e serviços Manutenção de materiais Produtos de proteção das plantas Alimentos para animais -15 Adubos e correctivos -10 Energia e lubrificantes -5 Sementes e plantas 0 Análise de Resultados No índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura é de assinalar a subida dos índices de preços da energia e lubrificantes (14,6%), e a descida dos adubos e correctivos (-13,4%) e dos produtos de protecção das plantas (-3,1%). 38 1.5 - Rendimento da Actividade Agrícola De acordo com a segunda estimativa das Contas Económicas da Agricultura (Base 2000), verificaFigura 41 - Produção do Ramo, Consumo -se que em 2010 o volume da Produção do Ramo Intermédio e VAB Agrícola registou um decréscimo de 1,0%, para o (variação em volume, preço e valor) que contribuíram a variação da produção vegetal % 6,8 6,4 8 (-0,9%) e a variação da produção animal (-1,1%). 5,4 4,6 4,5 6 3,6 3,5 Em grande medida, a redução da produção foi 4 1,8 1,1 1,0 0,7 consequência das condições climatéricas 2 0 desfavoráveis registadas durante o ano agrícola. -2 Estas condicionaram fortemente a realização dos -0,9 -1,0 -1,1 -4 trabalhos agrícolas e o desenvolvimento vegetativo -6 -5,4 das culturas, dada a persistência de precipitação -8 ao longo de todo o Inverno e as elevadas Produção Produção Produção do Consumo VAB Vegetal Animal Ramo Intermédio temperaturas de Verão. Em termos nominais, Agrícola estima-se que a produção tenha aumentado 3,5%, Volume Preço Valor em consequência do crescimento dos preços de base em 4,5%. O Consumo Intermédio (CI) aumentou 4,6%, em termos nominais, em resultado do crescimento dos preços (+3,6%) e do volume (+1,0%). Como consequência dos diferenciais de crescimento nominal e em volume da Produção e do CI, o Valor Acrescentado Bruto (VAB), a preços de base, registou um acréscimo nominal de 1,1% e uma redução em volume de 5,4%. Figura 53 Figura 42 - Produção Vegetal em 2010 (variação em volume e preço dos principais produtos) % 50 40 30 20 10 0 - 10 - 20 48,7 29,3 9,0 7,7 -1,0 volume Batata Hortícolas Forrageiras Industriais Cereais -12,1 -8,4 Vinho -5,5 -6,9 Frutos -6,4 8,4 0,4 3,5 1,4 preço A Produção Vegetal terá registado um acréscimo nominal de 5,4% em 2010, destacando-se os acréscimos em valor nos cereais (+21,0%), batata (+30,7%) e vinho (+8,9%). Esta variação nominal traduz o efeito da subida quase generalizada dos preços (+6,4%). Efectivamente, em volume, a Produção Vegetal deverá ter diminuído 0,9%, em resultado, designadamente, do decréscimo da produção de cereais como o trigo (-33%) e a cevada (-58%), de batata (-12%) e de frutos frescos (-15,4%). Para além da persistência de chuva no Inverno, observou-se, no caso dos cereais, uma conjuntura desfavorável nos mercados, que conduziu a uma das mais baixas campanhas das últimas décadas. Figura 54 Figura 43 - Produção Animal em 2010 (variação em volume e preço dos principais produtos) % 10 6,9 5 2,8 3,2 2,2 1,2 0 -5 -2,3 -3,7 - 10 -9,8 volume Figura 55 Estatísticas Agrícolas 2010 preço Leite Aves de Capoeira Bovinos Suínos - 15 A Produção Animal de 2010 deverá ter apresentado valores próximos do ano anterior (+0,7%) em termos nominais, em consequência da conjugação de um decréscimo em volume (-1,1%) e de um aumento dos preços de base (+1,8%). A redução em volume da Produção Animal foi, em grande medida, determinada pelas diminuições em volume nas produções de Bovinos e Leite, de -9,8% e -2,3%, respectivamente. A variação negativa da produção de Bovinos deveu-se, sobretudo, à tendência actual de aumento do custo das matérias-primas para a alimentação animal (nomeadamente cereais), que não foi compensada pelo acréscimo de preços dos animais. No caso do leite, o menor volume de produção resultou, principalmente, da conjuntura negativa para o sector leiteiro nacional, como já foi anteriormente referido e também da variação negativa do preço do leite (-3,7%). 39 O Rendimento Empresarial Líquido (REL) de 2010 apresentou um aumento, em termos reais, de 22,6% relativamente a 2009, em virtude de, além do crescimento dos subsídios, terem descido as rendas e juros a pagar. Figura 57 Alimentos para animais Produtos fitossanitários Adubos Figura 45 - Subsídios, Remunerações, Rendas, Juros e REL (preços correntes ) 106 Euros 1 200 1 000 800 600 400 200 0 Outros Subsídios à prod. Remun. 2009 Rendas Juros a pagar REL 2010 Estima-se que o Rendimento de Factores associado à utilização de uma Unidade de Trabalho Ano (Indicador A) em 2010, tenha registado um aumento, em termos reais, de 8,1% em relação ao ano anterior. Para esta evolução contribuiu uma redução de 1,9% do Volume de mão-de-obra agrícola (VMOA) total. Como deflator utilizou-se a previsão do índice de preços implícito no Produto Interno Bruto (PIB) nacional para 2010 (1,38%). Análise de Resultados Os Subsídios aos produtos pagos em 2010 aumentaram 2,3%, em valor, enquanto os Outros Subsídios à produção registaram um incremento 25,1%, devido, sobretudo, aos subsídios no âmbito do desenvolvimento rural e Regime de Pagamento Único (RPU). O total de Subsídios pagos aos agricultores cresceu aproximadamente 19,1% relativamente a 2009. Energia e Lubrificantes Consumo intermédio Quanto ao CI, estima-se que tenha registado, em Figura 44 - Consumo Intermédio em 2010 2010, um aumento nominal de 4,6%, em virtude do (variação em volume e preço das principais componentes) agravamento dos preços (+3,6%), uma vez que o % 12,7 12,0 volume se manteve estável (+1,0%). A variação 15 6,4 10 2,6 3,6 positiva de preços do CI prende-se, 1,0 5 0,2 fundamentalmente, com o acréscimo de preços da 0 Energia e lubrificantes (+12,7%) e dos Alimentos - 5 -2,1 -3,5 para animais (+6,4%). Depois da baixa de preço - 10 - 15 -13,4 em 2009, o preço dos adubos decresceu novamente em 2010 (-13,4%), compensando o acréscimo de preços excepcionalmente elevado observado em 2008 (+55,7%). Na evolução do volume destaca-se o comportamento da rubrica mais importante Volume Preço em termos relativos: os alimentos para animais. Efectivamente, a redução destes em volume (-2,1%) surge na sequência da crise crescente no sector animal, ao mesmo tempo que se assistiu ao encerramento de muitas explorações pecuárias. A alta de preços dos alimentos compostos para animais, decorrente da grande subida nos preços das matérias-primas, justifica a diminuição do consumo destes alimentos em todos os sectores pecuários, com excepção das aves. Figura 56 Quadros estatísticos 43 II - PRODUÇÃO VEGETAL Quadro 1 - Produção das principais culturas Portugal 2009 - 2010 Anos Superfície 2009 (Rv) Culturas CULTURAS TEMPORÁRIAS Cereais Trigo mole Trigo duro Milho Centeio Triticale Arroz Aveia Cevada Leguminosas para grão Feijão Grão-de-bico Batata Batata Culturas para a indústria Tomate Girassol Tabaco CULTURAS PERMANENTES Laranja Maçã Pêra Pêssego Vinho (a) Azeitona para azeite Produção 2010 2009 (Rv) 2010 ha t 61 963 11 029 94 727 20 558 23 846 28 470 58 447 40 861 48 610 9 117 95 656 20 441 24 487 29 120 61 748 20 224 103 766 20 379 635 433 20 094 35 290 161 761 70 716 72 800 66 962 15 615 657 960 18 202 25 871 170 216 66 145 30 620 3 559 1 110 3 510 1 074 1 981 608 2 015 605 28 583 25 772 435 285 384 034 16 783 21 346 620 16 640 14 003 294 1 346 084 11 456 2 126 1 406 084 7 611 983 16 225 13 350 11 030 3 656 179 880 336 566 16 306 13 236 10 969 3 716 178 749 335 586 183 402 196 116 200 147 40 072 5 710 715 414 687 193 861 164 731 176 870 33 032 6 946 119 435 009 Notas: as produções de azeite e laranja correspondem às iniciadas no ano agrícola indicado e continuadas no ano seguinte. Os valores de 2009 foram revistos com base nos resultados do Recenseamento Agrícola 2009 (a) Produção - unidade: hl. Quadros estatísticos Quadro 1 - Produção das principais culturas 44 Quadro 2 - Produção das principais culturas por NUTS II Continente Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Trigo Superfície Produção ha t 57 698 6 352 3 785 415 46 440 705 Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 82 541 5 531 5 317 560 70 186 946 Centeio Superfície Produção ha t 20 440 13 156 7 032 0 249 4 17 552 11 835 5 567 1 147 3 Trigo mole Superfície Produção ha t 48 581 6 352 3 712 405 37 407 705 66 926 5 531 5 222 550 54 676 946 Arroz Superfície Produção ha t 29 120 0 6 512 4 009 18 389 210 170 216 0 37 140 23 820 108 227 1 029 Milho Superfície Produção ha t 95 323 33 164 32 722 2 479 26 716 242 657 045 106 910 214 904 27 087 306 735 1 409 Aveia Superfície Produção ha t 61 748 4 482 4 839 170 51 924 334 66 145 2 261 3 579 103 59 876 326 2010 Milho de regadio Superfície Produção ha t 85 118 28 207 27 538 2 452 26 716 205 633 500 100 575 197 860 26 968 306 735 1 362 Cevada Superfície Produção ha t 20 223 273 823 190 18 657 280 30 619 144 740 305 29 091 339 Quadro 2 - Produção das principais culturas por NUTS II Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Feijão Superfície Produção ha t 3 467 1 574 1 803 14 58 18 Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 1 966 821 1 065 15 54 11 Tomate (indústria) Superfície Produção ha t 16 640 0 325 2 870 13 445 0 1 406 084 0 23 749 281 841 1 100 493 0 Grão-de-bico Superfície Produção ha t 1 074 92 199 26 748 10 605 63 137 39 360 6 Girassol Superfície Produção ha t 14 003 0 139 165 13 699 0 7 611 0 70 149 7 392 0 Batata Superfície Produção ha t 23 419 9 955 8 908 1 914 2 359 283 Azeitona para azeite t 435 009 110 828 80 713 517 237 642 5 309 Nota: a produção de azeite corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte. Estatísticas Agrícolas 2010 324 850 120 380 133 100 22 460 44 428 4 482 Azeite Produção hl 686 832 188 244 128 566 451 362 265 7 306 Batata de regadio Superfície Produção ha t 19 078 7 989 6 886 1 849 2 106 249 290 711 105 296 118 318 21 673 41 178 4 245 Vinho Superfície Produção (Po) ha hl 175 547 82 977 51 920 7 807 31 691 1 152 6 909 191 2 546 947 1 980 845 569 247 1 793 008 19 146 (continua) 45 Quadro 2 - Produção das principais culturas por NUTS II (cont.) Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 1 518 189 664 75 511 79 Culturas NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve NUTS II 235 178 6 363 11 353 4 816 24 185 188 461 Pêssego Superfície Produção ha t 3 705 371 2 373 118 677 166 Culturas 16 913 1 255 7 746 726 6 119 1 068 Total de citrinos (a) Superfície Produção ha t 18 992 934 1 310 505 2 492 13 752 Culturas Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Ameixa Superfície Produção ha t 32 972 1 438 21 008 982 7 305 2 239 Castanha Superfície Produção ha t 34 457 30 386 3 527 5 523 16 22 105 18 435 2 872 6 778 14 Cereja Superfície Produção ha t 5 550 3 137 2 334 8 66 5 8 332 3 132 5 065 29 96 9 Laranja Superfície Produção ha t 15 919 776 918 403 2 241 11 581 189 372 4 862 6 899 3 672 21 650 152 289 Total de frutos secos (b) Superfície Produção ha t 64 358 49 266 5 428 34 1 984 7 647 33 073 25 384 4 342 56 2 300 990 Noz Superfície Produção ha t 2 682 1 410 594 22 540 116 3 613 1 203 820 41 1 289 262 Kiwi Superfície Produção ha t 1 579 1 215 356 2 4 2 24 175 18 885 5 214 25 35 15 Tangerina Superfície Produção ha t 2 168 74 65 33 215 1 781 32 487 515 477 258 2 245 28 991 Amêndoa Superfície Produção ha t 26 842 17 310 1 104 5 908 7 515 7 012 5 601 470 7 219 714 Azeitona de mesa Superfície Produção ha t 5 434 3 661 493 26 1 027 227 Nota: a produção de citrinos corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte. (a) Inclui: laranja, limão, tângera, tangerina e toranja. (b) Inclui: amêndoa, avelã, castanha e noz. 7 018 5 020 358 36 1 530 73 2010 Maçã Superfície Produção ha t 13 077 5 851 6 646 173 394 13 162 597 73 874 81 461 1 328 5 836 99 Pêra Superfície Produção ha t 10 930 449 9 971 87 397 26 176 454 3 331 167 527 636 4 750 211 Avelã Superfície Produção ha t 378 160 203 2 12 0 342 145 181 2 14 0 Uva de mesa Superfície Produção ha t 2 411 135 810 187 895 384 19 114 462 4 208 1 592 9 165 3 686 Quadros estatísticos Continente 46 Quadro 3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma da Madeira Madeira 2009 - 2010 Anos Superfície 2009 Culturas Abóbora Alface Batata (Rv) Batata doce (Rv) Cana-de-açúcar (Rv) Cebola Cenoura Couve bróculo Couve flor Couve repolho Fava em verde Feijão maduro Feijão verde Inhame (Rv) Milho p/ maçaroca (Rv) Morango Nabo Tomate Abacate Ameixa Anona Banana Castanha Cereja Kiwi Limão Maçã Manga Maracujá Papaia Pêra Pêro p/ sidra Tangerina Vinha (vitis vinifera) Produção 2010 (Po) 2009 2010 (Po) ha 20 75 1 500 392 115 70 50 40 40 80 9 75 90 33 90 5 20 160 34 47 98 699 94 61 11 78 100 19 13 3 24 40 12 502 t 20 80 1 500 400 125 70 50 50 35 80 9 75 90 33 95 5 20 180 34 47 98 708 94 61 10 78 100 19 13 4 24 40 12 504 600 2 250 47 500 5 880 5 750 2 450 1 500 1 000 1 400 4 000 45 1 125 1 610 363 3 600 175 600 9 600 348 224 569 14 651 63 190 165 717 1 692 180 105 77 309 600 96 4 575 600 2 400 45 000 6 000 5 643 2 450 1 500 1 250 1 100 4 000 45 1 120 1 610 352 4 200 175 600 10 800 350 224 570 15 804 63 225 150 800 1 700 190 105 187 310 600 96 3 730 Quadro 3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma da Madeira Origem: Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural Notas: Alguns valores de 2009 foram revistos com base nos dados do Recenseamento Agrícola 2009. Nas culturas assinaladas com Rv, houve uma revisão de série desde 1999, sendo que esta informação irá constar da "Série Restrospectiva da Agricultura e Pesca (1976-2010)" a editar em breve pela Direcção Regional de Estatística da Madeira. Estatísticas Agrícolas 2010 47 Quadro 4 - Batata-semente. Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades Portugal 2007 - 2010 Variedades Agricultores multiplicadores nº Superfície NUTS I ha 2007 2008 2009 2010 2007 2008 2009 2010 2007 2008 2009 2010 Portugal Continente 46,51 … … // 46,51 22,50 … // // … // // Variedades Total Kennebec t 22 9 1 // 22 8 1 // // 1,00 // // 20,41 x … // 20,41 x … // // x // // 19,58 x // // 19,58 x // // // // // // Quadro 4 - Batata-semente. Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades Variedades Variedades Arran Consul t Desirée NUTS I Portugal 2007 2008 2009 2010 2007 2008 2009 2010 2007 2008 2009 2010 Continente Açores 0,83 // // // 0,83 // // // // // // // Maris Peer Outras // // // // // // // // // // // // // … … // // // x // // // // // // // // // // … // // // … // // Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural Nota - Em 2007, 2008 e 2009 por opção dos produtores e apesar de toda a batata ter sido aprovada não foi solicitada a sua certificação. Quadro 5 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II Portugal Qualidade e cor Total Total NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 6 946 118 6 909 191 2 546 947 1 980 845 569 247 1 793 008 19 146 4 732 32 195 Qualidade e cor Tinto e rosado 2 028 839 2 027 376 988 765 416 604 121 085 499 129 1 793 780 682 4 917 279 4 881 815 1 558 182 1 564 240 448 162 1 293 879 17 353 3 952 31 513 Vinho com IGP (a) Total NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Branco 1 691 333 1 690 722 114 543 483 824 206 583 880 278 5 494 599 12 Branco 366 237 366 072 38 398 90 236 58 169 178 031 1 238 164 0 Tinto e rosado 1 325 097 1 324 650 76 145 393 588 148 414 702 247 4 256 435 12 Unidade: hl Vinho licoroso com DOP Total Licoroso Licoroso licoroso branco tinto e 682 729 655 062 634 859 6 463 12 784 956 0 411 27 256 175 658 175 247 159 899 2 895 11 583 870 0 411 0 507 071 479 815 474 960 3 567 1 201 86 0 0 27 256 Vinho com indicação de casta (a) Tinto Total Branco e rosado 26 338 26 338 502 12 262 5 510 8 064 0 0 0 11 747 11 747 12 3 449 1 660 6 626 0 0 0 14 591 14 591 490 8 813 3 850 1 438 0 0 0 2010 (Po) Vinho com DOP Total 2 453 948 2 452 769 1 397 346 443 623 104 106 502 254 5 439 65 1 114 Branco 913 368 912 989 700 942 83 900 20 669 107 160 318 65 314 Tinto e rosado 1 540 579 1 539 780 696 404 359 723 83 437 395 094 5 121 0 800 Vinho sem certificação (a) Tinto Branco e rosado Total 2 091 771 2 084 301 399 697 1 034 673 240 263 401 455 8 213 3 657 3 813 561 829 561 321 89 514 236 125 29 003 206 442 237 140 368 1 529 942 1 522 980 310 182 798 548 211 260 195 013 7 976 3 516 3 445 Quadro 5 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II Origem: Instituto da Vinha e do Vinho (a) Inclui os vinhos licorosos. Quadros estatísticos Açores 48 Quadro 6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas Portugal Qualidade e cor Total Total Regiões vitivinícolas Tinto e rosado Branco Unidade: hl Vinho licoroso com DOP Total Licoroso Licoroso licoroso branco tinto e 2010 (Po) Vinho com DOP Total Branco Tinto e rosado Quadro 6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas 6 946 118 6 909 191 910 711 117 693 1 480 783 932 203 625 470 1 205 932 427 251 1 190 003 19 146 4 732 32 195 Portugal Continente Minho Trás-os-montes Douro Beiras Tejo Lisboa P. Setúbal Alentejo Algarve Açores Madeira Qualidade e cor 1 691 333 1 690 722 39 628 23 247 49 670 125 033 162 177 362 954 193 449 729 071 5 494 599 12 Portugal Continente Minho Trás-os-montes Douro Beiras Tejo Lisboa P. Setúbal Alentejo Algarve Açores Madeira 4 917 279 4 881 815 279 299 89 898 1 169 278 721 511 347 763 958 671 332 323 965 720 17 353 3 952 31 512 Vinho com IGP (a) Total Regiões vitivinícolas 2 028 839 2 027 376 631 413 27 795 311 505 210 692 277 707 247 261 94 928 224 283 1 793 780 683 Tinto e rosado Branco 366 237 366 072 20 617 6 214 9 573 26 329 50 709 70 095 52 969 128 327 1 238 164 0 682 729 655 062 0 6 641 315 0 475 332 12 452 481 0 411 27 256 175 658 175 247 0 0 162 794 0 475 198 11 385 395 0 411 0 507 071 479 815 0 6 478 521 0 0 134 1 067 86 0 0 27 256 2 453 948 2 452 769 864 661 14 040 512 367 379 523 64 173 67 077 98 097 447 392 5 439 65 1 114 Vinho com indicação de casta (a) Tinto Total Branco e rosado 1 325 097 1 324 650 19 011 17 032 40 097 98 704 111 468 292 859 140 480 600 744 4 256 435 12 26 338 26 338 0 502 0 10 043 6 637 2 219 5 510 1 427 0 0 0 11 747 11 747 0 12 0 1 254 6 604 2 195 1 660 22 0 0 0 14 591 14 591 0 490 0 8 788 33 25 3 850 1 405 0 0 0 913 368 912 989 609 066 2 197 82 047 81 469 14 241 14 055 14 738 94 856 318 65 314 1 540 579 1 539 780 255 595 11 843 430 319 298 053 49 931 53 021 83 359 352 536 5 121 0 800 Vinho sem certificação (a) Tinto Branco e rosado Total 2 091 771 2 084 301 6 423 79 898 277 431 417 604 392 009 773 350 117 744 11 631 8 213 3 657 3 813 561 829 561 321 1 729 19 372 57 092 101 639 205 677 160 718 14 175 682 237 140 368 1 529 941 1 522 980 4 693 60 526 220 339 315 965 186 331 612 632 103 568 10 949 7 976 3 516 3 445 Origem: Instituto da Vinha e do Vinho. (a) Inclui os vinhos licorosos. Quadro 7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões Determinadas Portugal Regiões determinadas Total Alenquer Alentejo (b) Arruda Bairrada Beira Interior (c) Biscoitos Bucelas Carcavelos Colares Dão Douro e Porto Encostas de Aire (d) Graciosa Lafões Lagoa Lagos Lourinhã Madeira Óbidos Palmela Pico Portimão Ribatejo (e) Setúbal Tavira Távora - Varosa Torres Vedras Trás-os-Montes (f) Vinho Verde TOTAL 6 731 129 265 470 1 017 155 34 981 288 165 220 934 241 9 667 531 786 352 258 1 480 783 43 495 135 1 989 14 712 629 43 890 32 195 216 222 287 758 2 322 1 980 622 826 131 914 526 56 623 584 830 107 402 910 711 Vinho licoroso com DOP Tinto e Branco rosado 175 658 0 395 0 0 0 0 0 198 0 0 162 794 0 0 0 0 0 0 0 0 6 563 411 0 475 4 823 0 0 0 0 0 507 041 0 56 0 0 0 0 0 134 0 0 478 521 0 0 0 0 0 0 27 256 0 677 0 0 0 390 0 0 0 6 0 Vinho com DOP Tinto e Branco rosado 913 208 1 540 514 1 623 12 351 94 706 352 486 1 080 14 465 30 892 54 027 8 721 31 757 0 0 5 859 0 0 0 72 78 33 200 203 423 82 047 430 319 246 1 504 65 0 225 32 318 4 671 0 20 0 0 314 800 963 2 088 12 123 63 843 0 0 0 50 14 241 49 931 2 615 19 516 0 380 8 421 8 799 4 212 22 535 2 197 11 843 609 066 255 595 Unidade: hl Vinho com IGP (a) Tinto e Branco rosado 337 900 1 164 503 13 224 97 276 103 176 450 951 3 119 3 086 7 826 35 646 11 010 31 861 37 0 2 088 1 579 50 0 201 244 4 872 29 092 9 573 40 097 1 508 6 739 0 0 100 0 508 2 519 0 245 301 10 013 0 12 26 395 45 685 30 028 81 140 83 340 259 822 50 409 110 906 22 171 55 521 3 8 1 994 0 22 233 124 987 6 116 16 722 20 617 19 011 Vinho c/ indicação de casta (a) Tinto e Branco rosado 11 725 300 0 0 1 004 250 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 1 890 1 655 0 0 6 604 5 0 0 0 12 0 14 481 0 1 295 0 2 836 750 0 0 0 0 5 203 0 25 0 0 0 0 0 0 0 3 295 0 0 33 555 0 0 0 490 0 2010 (Po) Vinho s/ certificação (a) Tinto e Branco rosado 559 843 1 506 256 19 990 120 705 2 442 11 647 365 12 867 42 652 113 282 43 520 93 065 62 142 44 97 37 112 0 191 2 392 74 077 57 092 220 339 6 945 26 523 0 70 859 773 120 6 576 18 347 9 776 23 800 368 3 445 64 845 74 356 9 823 78 611 43 1 446 25 824 205 490 184 737 3 655 22 664 0 135 11 321 26 087 58 355 352 508 17 875 52 140 1 729 4 693 Quadro 7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões Determinadas Origem: Instituto da Vinha e do Vinho (a) Inclui os vinhos licorosos. (b) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira. (c) Inclui as sub-regiões determinadas de Cova da Beira, Castelo Rodrigo e Pinhel. (d) Inclui as sub-regiões determinadas de Alcobaça e Ourém. (e) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar. (f) Inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços Estatísticas Agrícolas 2010 49 Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por categoria e em algumas Regiões Determinadas Unidade: hl Portugal Regiões determinadas Alentejo (c) Categorias vínicas (a) Vinho licoroso com DOP " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta Vinho sem certificação " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho sem certificação " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta " Vinho sem certificação " Vinho licoroso com DOP " Vinho com IGP Vinho sem certificação " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta Vinho sem certificação " Vinho licoroso com DOP " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho sem certificação " Vinho com IGP " Vinho sem certificação " Vinho licoroso com DOP Vinho com DOP " Vinho com IGP Vinho sem certificação " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta Vinho sem certificação " Total por categoria (em mosto) Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Branco Tinto/rosado 395 56 94 706 352 486 103 176 450 951 1 295 2 442 11 647 1 080 14 465 3 119 3 086 365 12 867 8 721 31 757 11 010 31 861 250 750 43 520 93 065 198 134 50 37 112 33 200 203 423 4 872 29 092 5 203 2 392 74 077 162 794 478 521 82 047 430 319 9 573 40 097 57 092 220 339 301 10 013 9 776 23 800 27 256 314 800 12 368 3 445 963 2 088 26 395 45 685 1 890 64 845 74 356 2010 (Po) Equivalência em vinho (b) Por categoria Total 514 71 94 706 352 486 103 176 450 951 1 295 2 442 11 647 1 080 14 465 3 119 3 086 365 12 879 8 721 31 757 11 010 31 861 250 750 43 520 93 113 240 167 50 40 112 33 200 203 423 4 872 29 092 5 203 2 394 74 077 207 399 609 816 82 047 430 319 9 573 40 097 57 092 220 339 301 10 015 9 776 23 800 31 925 314 800 12 368 3 445 963 2 088 26 395 45 685 1 890 65 172 74 356 1 017 288 Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por categoria e em algumas Regiões Determinadas Beira Interior (d) Carcavelos Dão Douro e Porto Lourinhã Madeira Óbidos 34 993 220 982 609 1 656 683 43 892 36 864 216 549 Origem: Instituto da Vinha e do Vinho (continua) Nota: Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por categoria, em mosto, (apresentado no quadro anterior) e o equivalente em vinho. (a) Os vinhos licorosos estão incluídos nos vinhos IGP, com indicação de casta e sem certificação. (b) Inclui a adição de aguardentes. (c) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira. (d) Inclui as sub-regiões determinadas de Cova da Beira, Castelo Rodrigo e Pinhel. Quadros estatísticos Arruda 50 Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por categoria e em algumas Regiões Determinadas (cont.) Unidade: hl Portugal Regiões determinadas Palmela Pico Ribatejo (e) Setúbal Trás-os-Montes (f) Categorias vínicas (a) Vinho licoroso com DOP " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta " Vinho sem certificação " Vinho licoroso com DOP Vinho com IGP " Vinho sem certificação " Vinho licoroso com DOP Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta " Vinho sem certificação " Vinho licoroso com DOP " Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta " Vinho sem certificação " Vinho licoroso com DOP Vinho com DOP " Vinho com IGP " Vinho com indicação de casta " Vinho sem certificação " Total por categoria (em mosto) Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado Branco Tinto/rosado 6 563 677 12 123 63 843 30 028 81 140 1 655 3 295 9 823 78 611 411 83 340 43 1 446 475 14 241 49 931 50 409 110 906 6 604 33 205 490 184 737 4 823 390 2 615 19 516 22 171 55 521 5 555 3 655 22 664 6 2 197 11 843 6 116 16 722 12 490 17 875 52 140 2010 (Po) Equivalência em vinho (b) Por categoria Total 8 506 879 12 123 63 843 30 066 81 141 1 655 3 295 10 033 78 611 462 83 340 43 1 446 617 14 241 49 931 50 409 110 906 6 604 33 206 440 184 766 6 105 521 2 615 19 516 22 285 55 524 5 555 3 725 22 664 8 2 197 11 843 6 116 16 722 12 490 17 875 52 140 290 152 2 373 623 948 133 514 107 404 Origem: Instituto da Vinha e do Vinho Nota: Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por categoria, em mosto, (apresentado no quadro anterior) e o equivalente em vinho. (a) Os vinhos licorosos estão incluídos nos vinhos IGP, com indicação de casta e sem certificação. (b) Inclui a adição de aguardentes. (e) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar. (f) Inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços Estatísticas Agrícolas 2010 51 Quadro 9 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II Continente 2007-2010 Lagares em laboração NUTS II nº Continente t 2007 2008 2009 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Azeite obtido Por quintal de azeitona hl Azeitona oleificada 534 558 562 139 311 1 104 7 539 136 288 … 107 … 203 968 336 479 414 687 67 985 132 199 … 207 201 … 435 009 108 769 92 534 … 228 599 … Total 0,17 0,17 0,16 0,17 0,13 … 0,18 … 0,16 0,17 0,14 … 0,16 … 352 574 587 422 681 850 116 546 174 005 … 379 272 … 686 832 188 244 128 566 … 362 265 … Quadro 9 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II 2010 Azeite obtido Até 0,8o grau NUTS II De 0,9o a 2o > 2o Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 2007 2008 2009 253 136 482 615 574 777 105 323 118 457 … 348 885 … 607 488 175 799 91 742 … 336 808 … 2010 77 149 87 753 90 374 10 725 48 416 … 21 941 … 67 542 11 744 33 456 … 17 845 … 22 289 17 054 16 699 498 7 132 … 8 446 … 11 801 701 3 368 … 7 612 … Nota: colheita iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte. Quadro 10 - Produção de frutos Portugal 2009 - 2010 Anos Superfície 2009 (Rv) Espécies 1. Produção das árvores de fruto Frutos frescos, excepto citrinos (a) Ameixa Cereja Damasco Figo Kiwi Maçã Pêra Pêssego Citrinos Laranja Limão Tângera Tangerina Toranja Frutos secos Amêndoa Avelã Castanha Noz 2. Azeitona de mesa 3. Uva de mesa Produção 2010 2009 (Rv) ha 126 539 42 580 1 563 5 611 387 4 247 1 543 13 350 11 030 3 656 19 459 16 225 865 117 2 232 20 64 500 26 839 378 34 590 2 693 5 435 2 430 2010 t 126 554 42 483 1 565 5 611 390 4 245 1 589 13 236 10 969 3 716 19 537 16 306 871 117 2 231 12 64 533 26 842 378 34 616 2 698 5 434 2 429 Quadro 10 - Produção de frutos 829 321 560 345 18 272 11 135 3 889 3 003 26 927 196 116 200 147 40 072 231 424 183 402 13 081 1 296 33 419 226 37 552 9 145 338 24 304 3 765 5 487 21 702 Notas: a superfície ocupada pelas árvores de fruto engloba os pomares em povoamento regular, assim como a correspondente à dos pés dispersos. Os valores de 2009 foram revistos com base nos resultados do Recenseamento Agrícola 2009 (a) Inclui: ameixa, cereja, damasco, diospiro, figo, kiwi, ginja, maçã, marmelo, nêspera, pêra, pêssego e romã. 714 577 440 022 17 027 8 557 3 227 2 946 24 325 164 731 176 870 33 032 241 214 193 861 12 855 1 239 33 143 115 33 341 7 012 342 22 352 3 635 7 018 19 223 Quadros estatísticos hl 52 Quadro 11 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II (a) Continente Unidade: nº pés Espécies NUTS II Árvores de Fruto Alfarrobeiras Ameixeiras Amendoeiras Campanha 2009/2010 Aveleiras Castanheiros Cerejeiras Quadro 11 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) 1 729 209 503 984 838 769 89 727 176 541 120 188 38 004 25 102 34 1 869 121 2 874 20 204 100 86 223 21 824 30 528 9 305 21 376 3 190 1 035 60 892 40 280 11 395 1 490 6 293 1 434 400 3 851 1 192 1 690 265 654 50 0 62 986 42 788 16 484 793 2 736 185 1 380 105 110 54 897 37 770 2 705 7 169 2 569 2 070 Espécies Damasqueiros Diospireiros Figueiras Gingeiras Kiwis Laranjeiras Limoeiros NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) 43 177 6 673 23 044 4 667 6 801 1 992 50 38 297 11 209 13 110 3 344 7 217 3 417 585 19 754 6 617 6 693 1 849 3 066 1 529 336 6 634 1 215 4 084 712 522 101 0 48 958 14 916 27 529 2 690 3 282 541 1 651 136 885 21 463 31 681 10 849 13 457 59 435 1 866 49 627 12 425 16 363 6 181 9 279 5 379 566 Espécies Macieiras Marmeleiros Nespereiras Nogueiras Pereiras Pessegueiros Romãzeiras NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) 452 716 182 549 252 236 6 715 9 869 1 347 23 360 19 142 4 788 5 968 1 340 6 413 633 0 8 161 1 523 4 084 722 1 281 551 0 15 308 5 014 6 771 774 2 430 319 845 316 288 35 020 223 533 17 226 39 350 1 159 1 530 155 212 21 149 102 510 11 066 16 676 3 811 1 370 11 335 3 561 4 111 915 1 717 1 031 134 Espécies Tangereiras Tangerineiras Torangeiras Oliveiras NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Árvores importadas (b) 12 389 3 466 4 196 1 790 2 015 922 320 48 793 10 673 12 366 3 923 11 800 10 031 385 Nota: a campanha inicia-se em 1 de Novembro do ano n e termina em 1 de Agosto do ano n+1. (a) Destino das árvores vendidas. (b) Vendidas directamente a agricultores e não incluídas no total. Estatísticas Agrícolas 2010 2 369 708 754 285 264 358 21 414 318 169 983 117 441 4 764 117 758 4 372 15 110 53 III - PRODUÇÃO ANIMAL Quadro 12 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã Portugal Unidade: t (leite: 1 000 l) Anos Produtos 1 - Carne (peso limpo) De bovinos Adultos Vitelos De ovinos De caprinos De suínos Carne Toucinho De equídeos De animais de capoeira Frangos de carne (tipo industrial) Peru Pato Outras carnes (caça, coelhos, pombos, codornizes) 2 - Banha de porco 3 - Miudezas (a) 4 - Leite De vaca De ovelha De cabra 5 - Queijo De vaca De ovelha De cabra De mistura 6 - Manteiga de vaca 7 - Ovos de galinha (total) Para incubação 8 - Mel 9 - Cera 10 - Lã 2008 2009 2008 - 2010 2010 (Po) 886 659 108 540 87 509 21 031 21 503 1 495 404 153 262 700 141 453 157 324 815 239 077 42 535 10 162 875 396 102 995 79 843 23 152 17 895 1 551 395 970 257 380 138 590 149 333 483 251 546 40 222 9 041 882 576 93 159 72 860 20 299 18 279 1 517 407 808 265 076 142 732 126 338 639 253 091 41 719 9 835 25 996 44 457 63 493 2 076 768 1 960 898 88 514 27 356 77 051 55 709 14 752 1 650 4 940 30 355 123 515 20 503 6 654 235 7 105 23 353 43 556 60 765 2 047 593 1 938 641 82 075 26 877 73 696 53 694 13 679 1 619 4 704 29 263 124 184 22 130 6 919 237 6 409 23 049 44 859 59 497 2 002 574 1 897 689 78 068 26 818 76 404 56 755 13 011 1 616 5 022 27 183 131 123 22 528 7 426 242 6 369 (a) Não inclui as miudezas dos animais de capoeira e de outras carnes, dado estarem compreendidas nas respectivas espécies animais. Quadros estatísticos Quadro 12 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã 54 Quadro 13 - Recolha, tratamento e transformação do leite Portugal Unidade: t Anos 2008 Produtos 1 - Recolha de leite De vaca 2008-2010 2009 2010 (Po) 1 919 068 1 886 225 1 102 108 882 025 39 124 733 118 459 650 125 625 330 107 128 103 107 16 593 105 442 81 949 23 493 72 028 26 020 162 857 17 621 7 590 10 031 30 355 66 981 1 900 508 1 867 635 1 056 439 836 593 40 130 419 124 659 609 270 587 502 96 864 92 441 17 378 108 797 84 467 24 330 69 123 24 548 174 188 20 856 8 419 12 437 29 263 65 071 1 864 389 1 828 846 1 057 790 830 900 34 95 504 90 409 637 916 614 919 97 446 93 157 18 029 115 567 92 952 22 615 70 674 22 620 170 531 18 576 9 763 8 813 27 182 68 882 336 42 100 9 044 9 159 6 342 ... 35 269 14 576 ... 224 41 651 7 899 9 061 6 236 ... 45 482 22 827 ... 368 43 887 8 288 9 962 6 377 ... 43 776 22 058 ... Quadro 13 - Recolha, tratamento e transformação do leite 2 - Produtos frescos Leite para consumo Leite cru Leite gordo UHT Leite meio gordo UHT Leite magro UHT Nata para consumo Iogurtes e outros leites acidificados Com aditivos Sem aditivos e outros leites acidificados Bebidas à base de leite Outros produtos frescos (inclui leitelho) 3 - Produtos fabricados Leite em pó Leite em pó gordo e meio gordo Leite em pó magro Manteiga Queijo Queijos curados De vaca: - pasta dura e extradura - pasta semidura - pasta mole Outros queijos curados Queijos frescos (inclui requeijão) Queijo fundido Soro Soro líquido Outros produtos fabricados Nota: INE, I. P., resultados do inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite. Quadro 14 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos Portugal Unidade: t Anos 2008 - 2010 Quadro 14 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos Produtos 2008 2009 2010 (Po) Recolha Leite de vaca Productos lácteos obtidos Leite para consumo público Nata para consumo Leite em pó gordo e meio gordo Leite em pó magro Manteiga Queijo de vaca Iogurtes e outros leites acidificado 1 886 225 1 867 635 1 828 846 882 025 16 593 7 590 10 031 30 355 55 709 105 442 836 593 17 378 8 419 12 437 29 263 53 694 108 797 830 900 18 029 9 763 8 813 27 182 56 755 115 567 Nota: INE, I. P., resultados do inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite Estatísticas Agrícolas 2010 55 Quadro 15 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2009 Portugal Efectivos Unidade: 1 000 cabeças De 1 ano a menos de 2 Menos de 1 ano Outros vitelos Vitelos de carne Machos Fêmeas Quadro 15 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2009 Total Total NUTS II 1 391 1 141 323 201 46 562 9 245 5 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 346 281 87 54 14 122 3 64 1 80 68 38 17 3 10 1 12 ԥ Efectivos 142 111 31 19 5 55 1 31 1 Fêmeas reprodutoras 65 53 16 13 6 18 1 11 1 Outras fêmeas 135 104 36 20 4 44 1 30 ԥ 18 15 5 3 1 6 ԥ 3 ԥ De 2 anos e mais Machos 34 30 7 4 1 18 ԥ 3 ԥ Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Vacas Novilhas ReproduOutras toras 73 64 12 16 4 32 1 9 ԥ Total 6 6 2 2 ԥ 2 ԥ 1 ԥ Leiteiras 713 588 158 91 15 320 4 124 2 Outras 289 190 101 57 8 23 ԥ 99 1 424 397 56 34 7 297 3 25 1 Quadro 16 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2009 Portugal Efectivos NUTS II Total < 20 kg 2 325 2 257 144 1 066 198 798 51 53 15 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 20 kg < 50 kg 717 697 37 343 57 243 17 14 6 Efectivos NUTS II Unidade: 1 000 cabeças Porcos de engorda = > 50 kg 50 kg 80 kg = > 110 kg < 80 kg <110 kg (a) Total 544 531 24 255 52 190 10 11 2 758 731 68 313 70 264 17 23 4 465 451 37 209 42 151 11 12 2 Reprodutores = > 50 kg Porcas Cobertas Varrascos Total Pela 1ª vez Total 258 247 27 97 25 94 4 10 2 34 33 4 7 2 19 1 1 1 Não cobertas Jovens Total Quadro 16 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2009 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira (a) Inclui os reprodutores de refugo. 10 10 1 4 ԥ 4 ԥ ԥ ԥ 295 288 15 151 19 97 6 5 3 195 190 10 98 13 65 4 2 2 39 38 3 21 2 12 1 1 ԥ 101 97 5 53 6 32 2 2 1 30 29 2 16 2 9 ԥ 1 1 Quadros estatísticos NUTS II 124 102 19 19 7 57 ԥ 21 ԥ Machos 56 Quadro 17 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2009 Quadro 17 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2009 Portugal Efectivos Ovinos Ovelhas e borregas cobertas Total NUTS II 2 906 2 901 453 698 81 1 613 56 2 2 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Outros ovinos 1 923 1 919 334 504 55 978 49 2 2 Unidade: 1 000 cabeças Caprinos Cabras e Outros chibas caprinos cobertas Total 983 982 119 193 26 636 7 1 1 487 477 124 203 7 126 17 6 4 355 347 92 149 5 87 13 5 3 132 130 31 54 2 39 4 1 1 Quadro 18 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2010 (Po) Portugal Efectivos Total Total NUTS II 1 375 1 126 315 202 44 556 8 245 5 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Unidade: 1 000 cabeças De 1 ano a menos de 2 Menos de 1 ano Outros vitelos Vitelos de carne Machos Fêmeas 367 299 89 66 14 127 3 67 1 105 96 34 31 5 24 1 8 ԥ 108 83 17 15 5 45 1 25 ԥ Fêmeas reprodutoras Machos 155 120 37 20 4 58 1 34 1 55 44 14 10 5 15 1 10 1 Outras fêmeas 124 93 36 16 4 36 1 30 ԥ 19 16 3 4 1 8 ԥ 2 ԥ Quadro 18 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2010 (Po) Efectivos NUTS II De 2 anos e mais Machos 33 30 7 4 1 18 ԥ 3 ԥ Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Novilhas ReproduOutras toras Vacas Total 67 57 13 13 3 27 1 10 ԥ 6 5 2 1 ԥ 2 ԥ 1 ԥ Leiteiras Outras 701 577 152 87 15 321 3 122 1 275 178 96 53 8 21 ԥ 96 ԥ 426 399 55 34 7 299 3 26 1 Quadro 19 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2010 (Po) Portugal Efectivos Total NUTS II < 20 kg 2 145 2 087 113 1 000 187 750 37 43 15 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 650 633 31 313 52 222 14 12 6 20 kg < 50 kg 508 494 23 238 48 177 8 10 3 Unidade: 1 000 cabeças Porcos de engorda = > 50 kg 50 kg 80 kg = > 110 kg Total < 80 kg <110 kg (a) 707 686 48 304 68 256 10 15 5 429 415 31 195 39 141 8 12 2 247 242 11 103 27 99 2 2 2 31 29 5 6 2 16 ԥ 1 ԥ Quadro 19 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2010 (Po) Efectivos NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira (a) Inclui os reprodutores de refugo. Estatísticas Agrícolas 2010 Varrascos 8 8 1 4 ԥ 3 ԥ ԥ ԥ Reprodutores = > 50 kg Porcas Cobertas Total 272 265 11 142 18 91 4 5 1 Total 183 179 8 94 12 63 2 4 1 Pela 1ª vez 36 35 2 19 2 11 1 1 ԥ Não cobertas Jovens Total 88 87 4 48 6 28 1 2 ԥ 25 25 2 14 2 7 ԥ 1 ԥ 57 Quadro 20 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2010 (Po) Portugal Ovinos Ovelhas e borregas cobertas Efectivos Total NUTS II Outros ovinos Unidade: 1 000 cabeças Caprinos Cabras e Outros chibas caprinos cobertas Total Quadro 20 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2010 (Po) 1 829 1 823 319 479 52 936 36 3 4 683 681 90 86 20 479 6 1 1 444 429 111 182 7 116 14 8 7 351 339 88 148 5 87 12 6 5 93 90 22 34 1 30 2 2 2 Quadro 21 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II Portugal 2010 Quadro 21 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II Espécies Total de peso limpo NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 2008 2009 2010 2008 2009 2010 502 213 487 137 488 999 482 217 467 812 469 783 170 018 99 183 138 650 61 933 // 16 169 16 241 16 491 3 826 3 085 2 725 2008 2009 2010 2008 2009 2010 Espécies Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Total c NUTS II Portugal Bovina Vitelos 2008 2009 2010 2008 2009 2010 2008 2009 2010 2008 2009 2010 449 442 446 082 402 297 398 972 389 986 346 943 172 721 79 380 58 909 35 933 // 43 958 50 385 50 028 6 512 5 711 5 326 Ovina c 1 104 945 928 193 962 088 1 104 586 927 740 961 613 302 516 325 582 52 732 280 783 // 254 314 383 105 139 92 t 108 540 102 995 93 159 96 556 90 099 80 268 36 773 19 035 15 382 9 079 // 10 448 11 565 11 645 1 536 1 331 1 245 t 143 411 151 856 131 487 133 888 138 326 119 783 72 878 23 967 11 521 11 417 // 8 813 13 074 11 566 710 456 138 21 031 23 152 20 299 19 560 20 982 18 347 10 623 4 015 1 826 1 883 // 1 354 2 086 1 924 117 84 28 Caprina t 11 351 9 519 10 098 11 346 9 512 10 090 2 556 3 426 624 3 484 // 4 5 6 2 2 1 Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária. c 143 211 148 807 146 034 141 965 147 605 144 899 47 796 47 288 8 058 41 757 // 1 039 1 015 1 020 207 187 115 Adultos c c Suína t c 889 918 893 875 905 880 279 316 47 238 // 12 11 12 2 2 1 5 977 054 5 920 892 5 965 601 5 867 967 5 834 574 5 879 132 1 809 711 1 744 920 1 725 687 598 814 // 76 442 63 584 66 570 32 645 22 734 19 899 t 306 031 294 226 270 810 265 084 251 660 227 160 99 843 55 413 47 388 24 516 // 35 145 37 311 38 462 5 802 5 255 5 188 87 508 79 843 72 860 76 996 69 116 61 922 26 150 15 020 13 556 7 196 // 9 094 9 480 9 721 1 418 1 247 1 217 Equídea t 381 277 373 556 384 723 373 284 367 147 378 419 130 365 76 377 122 589 49 088 // 5 706 4 659 4 828 2 287 1 750 1 477 c t 978 907 774 978 907 774 314 157 46 257 // 0 0 0 0 0 0 157 149 126 157 149 126 46 29 9 43 // 0 0 0 0 0 0 Quadros estatísticos 2 512 2 504 409 565 73 1 415 42 4 5 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 58 Quadro 22 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies e categorias Portugal 2008 - 2010 Anos Espécies e categorias PORTUGAL Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar CONTINENTE Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar AÇORES Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar MADEIRA Bovina Vitelos Novilhos Bois Vacas Novilhas Ovina Borregos < 10 kg Borregos = > 10 kg Adultos Caprina Cabritos Adultos Suína Leitões Porcos de engorda Reprodutores Equídea Cavalar Muar 2008 c 2009 t c 2010 t c t 449 442 143 411 191 836 3 721 52 557 57 917 1 104 945 451 805 580 498 72 642 143 211 136 573 6 638 5 977 054 1 236 201 4 685 152 55 701 978 695 283 108 540 21 031 59 190 1 191 13 842 13 286 11 352 2 907 7 035 1 410 889 757 132 381 277 8 929 364 504 7 844 156 108 48 446 082 151 856 158 857 3 974 66 497 64 898 928 193 418 480 433 262 76 451 148 807 142 018 6 789 5 920 892 1 285 666 4 585 932 49 294 907 620 287 102 996 23 152 46 863 1 316 17 453 14 212 9 519 2 724 5 311 1 484 919 791 128 373 556 9 321 357 211 7 024 149 98 51 402 297 131 487 140 010 3 113 65 874 61 813 962 088 434 898 451 383 75 807 146 034 139 627 6 407 5 965 601 1 204 994 4 715 802 44 805 774 539 235 93 159 20 299 41 138 1 049 17 345 13 328 10 098 2 882 5 704 1 512 892 778 114 384 723 8 754 369 598 6 371 126 85 41 398 972 133 888 173 778 3 650 35 431 52 225 1 104 586 451 737 580 298 72 551 141 965 135 608 6 357 5 867 967 1 232 260 4 583 754 51 953 978 695 283 96 556 19 560 54 377 1 171 9 451 11 997 11 346 2 906 7 032 1 408 875 749 126 373 284 8 900 357 088 7 296 156 108 48 389 986 138 326 140 122 3 524 49 757 58 257 927 740 418 357 433 050 76 333 147 605 141 116 6 489 5 834 574 1 282 967 4 504 497 47 110 907 620 287 90 099 20 982 42 056 1 208 13 104 12 749 9 513 2 723 5 308 1 482 905 783 122 367 147 9 302 351 165 6 680 149 98 51 346 943 119 783 122 110 2 821 47 480 54 749 961 613 434 767 451 137 75 709 144 899 138 792 6 107 5 879 132 1 201 129 4 635 316 42 687 774 539 235 80 269 18 347 36 551 976 12 595 11 800 10 090 2 881 5 700 1 509 880 771 109 378 419 8 728 363 661 6 030 126 85 41 43 958 8 813 16 129 53 16 937 2 026 254 33 158 63 1 039 787 252 76 442 1 914 71 978 2 550 0 0 0 10 448 1 354 4 288 15 4 344 447 3 ԥ 2 1 12 7 5 5 706 15 5 323 368 0 0 0 50 385 13 074 17 240 401 16 529 3 141 314 54 170 90 1 015 758 257 63 584 1 547 60 319 1 718 0 0 0 11 565 2 086 4 430 96 4 296 657 4 ԥ 2 2 12 7 5 4 659 11 4 378 270 0 0 0 50 028 11 566 16 452 255 18 129 3 626 383 78 229 76 1 020 733 287 66 570 2 967 62 012 1 591 0 0 0 11 645 1 924 4 220 64 4 687 750 7 1 4 2 12 7 5 4 827 20 4 552 255 0 0 0 6 512 710 1 929 18 189 3 666 105 35 42 28 207 178 29 32 645 2 027 29 420 1 198 0 0 0 1 535 117 525 4 47 842 2 ԥ 1 1 2 1 1 2 287 14 2 093 180 0 0 0 5 711 456 1 495 49 211 3 500 139 69 42 28 187 144 43 22 734 1 152 21 116 466 0 0 0 1 331 84 377 12 53 805 3 1 1 1 2 1 1 1 750 8 1 668 74 0 0 0 5 326 138 1448 37 265 3 438 92 53 17 22 115 102 13 19 899 898 18 474 527 0 0 0 1 246 28 368 9 63 778 1 ԥ ԥ 1 1 1 ԥ 1 476 6 1 384 86 0 0 0 Quadro 22 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies e categorias Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária. Estatísticas Agrícolas 2010 59 Quadro 23 - Aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo segundo as espécies, por NUTS II Quadro 23 - Aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo segundo as espécies, por NUTS II Portugal 2010 NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 2008 2009 2010 2008 2009 2010 2008 2009 2010 2008 2009 2010 Total de peso limpo 292 437 298 971 303 577 284 864 291 013 295 015 19 728 236 969 800 37 518 // 4 263 4 349 4 590 3 310 3 609 3 972 Total de Aves c Total t 197 312 065 198 624 260 195 631 292 191 655 537 192 936 529 189 569 317 17 192 834 147 617 420 267 156 24 491 907 // 3 506 705 3 527 177 3 753 777 2 149 823 2 160 554 2 308 198 284 008 291 520 296 224 276 469 283 606 287 706 19 728 230 059 401 37 518 // 4 231 4 306 4 547 3 308 3 608 3 970 Espécies Patos NUTS II Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira c 2008 2009 2010 2008 2009 2010 2008 2009 2010 2008 2009 2010 3 588 558 3 210 283 3 424 168 3 587 930 3 209 609 3 423 538 0 1 843 785 0 1 579 753 // 584 674 507 44 0 123 t 9 481 8 435 9 176 9 480 8 435 9 175 0 6 205 0 0 // 1 1 1 ԥ 0 ԥ Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária. (a) Inclui: avestruzes, pintadas, gansos, pombos, faisões e perdizes c 180 400 139 182 543 863 179 606 958 174 744 422 176 857 053 173 545 722 17 192 834 133 173 578 267 156 22 912 154 // 3 505 938 3 526 256 3 753 165 2 149 779 2 160 554 2 308 071 Aves Galináceos Frangos de carne t c t 235 476 246 055 248 690 227 939 238 143 240 174 19 728 185 497 401 34 548 // 4 230 4 304 4 546 3 308 3 608 3 970 Aves Codornizes c t 9 431 189 9 245 505 8 987 417 9 431 189 9 245 505 8 987 417 0 8 987 417 0 0 // 0 0 0 0 0 0 1 156 1 212 1 197 1 156 1 212 1 197 0 1 197 0 0 // 0 0 0 0 0 0 175 489 754 177 969 517 174 915 922 169 918 751 172 356 435 168 940 228 17 192 834 128 569 594 265 646 22 912 154 // 3 458 370 3 483 067 3 713 582 2 112 633 2 130 015 2 262 112 Perus c 225 955 236 603 239 109 218 563 228 833 230 761 19 728 176 087 397 34 548 // 4 156 4 233 4 476 3 236 3 537 3 873 3 882 686 3 620 880 3 597 966 3 882 503 3 620 633 3 597 858 0 3 597 858 0 0 // 183 247 105 0 0 3 37 870 35 812 37 144 37 869 35 811 37 144 0 37 144 0 0 // 1 1 ԥ 0 0 ԥ Coelhos Outras aves (a) c t 9 493 3 729 14 783 9 493 3 729 14 782 0 14 782 0 0 // 0 0 0 0 0 1 t c 25 6 16 25 6 16 0 16 0 0 // 0 0 0 0 0 ԥ 6 514 033 5 925 537 6 029 541 6 489 273 5 890 160 5 994 108 0 5 674 180 319 928 0 // 23460 34411 34681 1300 966 752 t 8 429 7 452 7 353 8 395 7 407 7 309 0 6 910 399 0 // 31 43 43 2 2 1 Quadros estatísticos Espécies 60 IV - AGRICULTURA E AMBIENTE Quadro 24 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas Continente 2007-2009 Cultura Área 2008 ha 2007 2009 Produtores 2008 nº 2007 2009 Quadro 24 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas Total Culturas Arvenses Floresta Fruticultura Frutos Secos (a) Horticultura Olival Pastagens Plantas Forrageiras (b) Plantas Aromáticas Pousio Vinha 233 475 38 432 3 758 1 242 5 548 960 18 409 148 569 11 966 75 2 495 2 021 212 462 26 604 3 372 6 954 x 841 16 759 152 947 x 167 2 790 2 028 157 168 5 353 5 718 1 074 6219 707 14 056 108 046 10198 1 625 2 366 1 804 1 949 529 78 397 425 348 1041 846 174 54 197 404 1 902 487 85 713 x 327 1016 890 x 50 205 397 1 637 243 140 321 368 308 828 719 148 70 190 326 Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (a) Os valores dos Frutos secos em 2008 estão incluídos na rubrica Fruticultura. (b) Os valores das Plantas Forrageiras em 2008 estão incluídos nas Pastagens. Quadro 25 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Continente Culturas Regiões agrárias Total Culturas arvenses Área Produtores Área Produtores ha nº ha nº Continente 157 168 2 948 Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes 11 104 Beira Litoral 588 40 118 Beira Interior 21 332 Ribatejo e Oeste Alentejo 80 455 Algarve 622 1 637 142 398 67 417 176 392 45 5 353 18 142 58 2 752 285 2 039 60 243 21 19 6 111 12 67 7 Floresta Área Produtores ha nº 5 718 338 2 532 3 1 706 211 916 12 Pastagens Plantas forrageiras Área Produtores Área Produtores ha nº ha nº 140 108 046 21 1 802 9 2 090 4 87 58 25 933 6 16 569 40 61 462 2 102 719 10 198 48 140 88 162 11 16 250 3 684 36 1 145 279 5 049 7 2 2009 Olival Área Produtores ha nº 148 14 057 11 158 24 3 532 6 110 50 3 456 17 946 39 5 853 1 4 828 18 293 17 232 46 218 4 Quadro 25 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Culturas Regiões agrárias Continente Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes Beira Litoral Beira Interior Ribatejo e Oeste Alentejo Algarve Fruticultura Área Produtores ha nº 1 074 96 134 21 443 147 120 113 Frutos secos Área Produtores ha nº 321 53 95 19 49 57 30 18 6 219 60 1 895 9 242 28 3 821 165 Horticultura Área Produtores ha nº 368 26 237 6 64 9 13 13 707 34 36 68 117 210 173 70 308 59 45 32 41 70 40 21 Área ha Vinha Plantas aromáticas Produtores Área Produtores nº ha nº 1 804 264 537 171 575 123 102 32 326 48 104 19 102 30 17 6 1 625 25 3 16 1 1 517 35 29 Pousio Área Produtores ha nº 70 24 5 8 2 13 11 7 2 367 13 43 29 1 212 151 885 33 190 10 11 13 77 33 40 6 Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território Quadro 26 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies Continente 2007-2009 Espécies 2007 Efectivos 2008 2009 Produtores 2008 2007 2009 nº Total Bovinos Suínos Caprinos Ovinos Equídeos Aves Apicultura (nº de colmeias) // 68 768 8 369 5 801 111 021 388 44 557 3 608 // 69 097 9 499 6 525 106 682 278 41 998 6 122 // 62 376 4 165 5 894 79 903 301 53 440 9 494 786 494 56 75 341 72 33 40 792 476 53 85 338 72 28 47 662 390 29 69 271 40 25 62 Quadro 26 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território Estatísticas Agrícolas 2010 61 Quadro 27 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Continente Espécies Total Produtores 2009 Suínos Caprinos Efectivos Produtores Efectivos Produtores Bovinos Efectivos Produtores Regiões agrárias nº Continente Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes Beira Litoral Beira Interior Ribatejo e Oeste Alentejo Algarve 662 44 83 9 218 29 272 7 62 376 1 140 733 8 10 143 7 221 43 078 53 390 26 25 2 141 14 181 1 4 165 5 14 14 236 1 420 2 476 0 29 1 1 2 5 1 19 0 5 894 2 509 258 96 1 268 8 1 689 66 69 14 2 2 21 1 28 1 Quadro 27 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias Espécies Ovinos Efectivos Produtores Equídeos Efectivos Produtores Apicultura Colmeias Produtores nº Regiões agrárias Continente Entre-Douro e Minho Trás-os-Montes Beira Litoral Beira Interior Ribatejo e Oeste Alentejo Algarve Aves Efectivos Produtores 79 903 260 3 594 540 32 562 773 41 999 175 271 6 21 5 103 5 129 2 301 97 6 9 51 5 133 0 40 9 6 2 11 1 11 0 53 440 939 132 21 128 6 000 18 950 6 291 0 25 6 3 4 1 8 3 0 9 494 62 4 970 21 520 268 2 435 1 280 34 2 3 2 18 3 2007 2008 2007 - 2009 2009 Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território Unidade Consumo aparente de fertilizantes inorgânicos azotados, fosfatados e potássicos na agricultura (a) t N 113 005 (Rv) 100 216 (Rv) 105 130 (Po) Azoto Fósforo t P2O5 68 049 (Rv) 47 545 (Rv) 42 232 (Po) Potássio t K2O 52 504 (Rv) 43 438 (Rv) 28 718 (Po) Total t 233 558 191 199 176 080 Vendas de produtos fitofarmacêuticos, por tipo de função t s.a. 11 519 12 820 9 399 Fungicidas t s.a. 8 970 9 938 6 693 - Enxofre Herbicidas t s.a. 2 120 1 693 1 700 Insecticidas e acaricidas t s.a. 627 370 383 Óleo mineral t s.a. 645 630 619 t s.a. 1 716 1 475 1 612 Fumigantes de solo t s.a. 62 72 271 Outros (b) Total de vendas t s.a. 16 689 17 060 13 985 kg s.a./ha 4,5 4,6 3,8 Vendas de produtos fitofarmacêuticos / Superfície agrícola utilizada kg s.a./ha 2,1 1,9 2,0 Vendas de produtos fitofarmacêuticos (excluindo enxofre) / Superfície agrícola utilizada Quadro 28 - Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural. (a) Inclui consumo de fertilizantes inorgânicos em áreas de desporto e lazer. (b) Inclui Moluscicidas, Reguladores de Crescimento, Rodenticidas e Outros. Quadro 29 - Balanço do azoto à superfície do solo Quadro 29 - Balanço do azoto à superfície do solo Portugal Unidade Incorporação (Fertilizantes inorgânicos, estrume animal, deposição atmosférica, fixação biológica) Remoção (Culturas agrícolas) Balanço (Incorporação - Remoção) Balanço (Incorporação - Remoção) / Superfície agrícola utilizada 2007 (Rv) t N t N t N kg N / ha 2007 - 2009 2009 (Po) 2008 (Rv) 307 299 243 278 64 020 17 293 390 248 728 44 662 12 297 345 245 304 52 041 14 Quadro 30 - Balanço do fósforo à superfície do solo Portugal 2007 - 2009 2009 (Po) Quadro 30 - Balanço do fósforo à superfície do solo Unidade Incorporação (Fertilizantes inorgânicos, estrume animal, deposição atmosférica, fixação biológica) Remoção (Culturas agrícolas) Balanço (Incorporação - Remoção) Balanço (Incorporação - Remoção) / Superfície agrícola utilizada 2007 t P t P t P kg P / ha 2008 60 427 36 464 23 963 7 50 890 38 204 12 686 3 48 573 37 898 10 675 3 Quadro 31 - Uso agrícola do solo e da água Portugal 1989 Composição da Superfície Agrícola Utilizada Terras aráveis Culturas permanentes Pastagens permanentes Horta familiar Total Superfície irrigável / Superfície agrícola utilizada 58,6 19,7 20,9 0,8 100,0 21,9 1999 45,0 18,4 36,0 0,6 100,0 20,5 2003 2005 39,6 20,3 39,5 0,6 100,0 17,7 33,2 20,4 45,8 0,6 100,0 16,3 2007 Unidade: % 2009 30,7 17,0 51,9 0,5 100,0 16,9 32,0 18,8 48,7 0,5 100,0 14,7 Quadro 31 - Uso agrícola do solo e da água Fonte INE, I.P., Recenseamento Geral da Agricultura - 1989, 1999 e 2009 e Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas - 2003, 2005 e 2007 Quadros estatísticos Quadro 28 - Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos Portugal 62 V - QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR Quadro 32 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar Portugal Operadores Encerramentos Processos crime N.º Contra-ordenações 2010 Infracções Detenções Quadro 32 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar Total Armazenistas Grossistas Importadores Distribuidores Indústrias Prestadores de serviços Produtores Retalhistas 22 006 1 145 121 445 551 10 803 1 799 7 142 958 14 1 2 20 774 66 81 752 22 1 3 4 482 30 210 5 422 108 1 23 175 3 531 290 1 294 527 8 0 0 2 455 14 48 10 004 179 2 43 296 6 860 503 2 121 Origem: Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) Quadro 33 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar Quadro 33 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar Portugal 2010 Peso (kg) Total Armazenistas Grossistas Importadores Distribuidores Indústrias Prestadores de serviços Produtores Retalhistas Volume (l) 6 716 219 5 721 940 0 228 391 41 871 16 605 634 175 73 237 Quantidade (N.º) 405 090 263 091 0 204 980 7 868 127 288 5 659 Valor (€) 334 400 82 851 10752 7 006 86 700 16 442 117 681 12 968 3 418 882 1 277 550 11 000 162 212 67 061 412 000 1 073 337 415 722 Origem: Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) Quadro 34 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal Portugal Total de amostras Produtos Amostras sem resíduos detectáveis Amostras com resíduos em quantidade LMR 2008 2009 2008-2009 Amostras com resíduos em quantidade > LMR 2008 2009 Quadro 34 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal 2008 2009 2008 2009 nº Total Produtos de origem vegetal, incluindo frutos e vegetais Cereais Produtos transformados Alimentos infantis Nota: LMR - Limite Máximo de Resíduos Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural Estatísticas Agrícolas 2010 770 680 58 22 10 969 818 30 109 12 497 426 50 21 0 687 562 20 95 10 229 210 8 1 10 256 232 10 14 0 44 44 0 0 0 26 24 0 0 2 63 Quadro 35 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal animais Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Antiriroidianos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Carbamatos e Piretróides Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total Unidade: nº de amostras 2008-2009 Bovinos Total 2008 2009 2008 2009 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras analisnão analisnão analisnão analisnão adas conformes adas conformes adas conformes adas conformes 3 395 1 009 163 1 375 848 0 0 0 0 0 3 116 977 228 831 1 080 0 0 0 0 0 1 173 362 91 619 101 0 0 0 0 0 999 368 105 282 244 0 0 0 0 0 3 624 1 277 470 320 194 275 172 134 124 136 106 281 135 150 6 869 34 4 3 8 0 0 0 0 3 0 0 16 0 0 34 3 373 1 437 364 252 158 150 221 137 134 131 8 235 146 85 6 404 45 1 2 33 0 1 0 0 0 0 0 8 0 0 45 699 300 127 28 44 3 0 0 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 0 3 571 250 54 26 43 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 23 27 38 26 28 29 29 1 872 40 35 50 23 0 25 25 0 1 570 Quadro 35 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal - animais Suínos Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Antiriroidianos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Carbamatos e Piretróides Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Carbamatos e Piretróides Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total Ovinos e Caprinos 2008 2009 2008 2009 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras analisnão analisnão analisnão analisnão adas conformes adas conformes adas conformes adas conformes 1046 241 58 548 199 0 0 0 0 0 1031 307 111 373 240 0 0 0 0 0 163 28 9 81 45 0 0 0 0 0 138 18 6 62 52 0 0 0 0 0 1369 492 179 74 58 167 121 48 59 38 36 51 46 0 2 415 5 2 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 1367 660 145 50 50 50 160 49 62 40 0 50 51 0 2 398 4 1 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 346 112 67 23 36 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 313 121 50 15 30 0 18 15 15 20 0 14 15 0 451 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 13 13 19 24 20 10 9 0 509 Equídeos Aves 2008 2009 2008 2009 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras analisnão analisnão analisnão analisnão adas conformes adas conformes adas conformes adas conformes 29 15 5 5 4 0 0 0 0 0 23 6 3 3 11 0 0 0 0 0 863 332 0 109 422 0 0 0 0 0 844 265 0 106 473 0 0 0 0 0 82 6 5 4 4 0 15 6 0 6 4 29 3 0 111 16 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 16 0 0 16 31 7 2 2 3 0 3 3 0 3 0 6 2 0 54 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 4 844 300 75 176 44 93 0 34 0 36 0 50 36 0 1707 8 0 0 8 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 8 853 350 101 142 28 85 0 32 0 41 0 31 43 0 1697 29 0 0 28 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 29 (continua) Quadros estatísticos Continente 64 Quadro 35 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal animais (cont.) Continente Unidade: nº de amostras Caça 2009 2008 2009 2008 Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras analisada não não não não analisadas analisadas analisadas s conformes conformes conformes conformes Coelhos Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Carbamatos e Piretróides Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 57 12 0 4 41 0 0 0 0 0 48 7 3 5 33 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 98 32 8 15 8 15 0 6 0 6 0 8 0 0 155 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 86 32 7 17 4 15 0 3 0 4 0 4 0 0 134 4 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 100 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 100 0 0 100 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 100 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 100 0 0 100 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 4 Aquicultura Compostos pesquisados 2008 Amostras analisadas Substâncias do grupo A Estilbenos, Esteróides e L.A.R. Tireostáticos Beta-agonistas Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Quinoxalinas Tranquilizantes Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 2009 Amostras não conformes Amostras analisadas Amostras não conformes 64 19 0 9 36 0 0 0 0 0 33 6 0 0 27 0 0 0 0 0 86 35 9 0 0 0 0 0 8 0 18 4 12 150 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 52 17 5 0 0 0 0 0 7 0 8 5 10 85 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Origem: Direcção-Geral de Veterinária (a): Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal. L.A.R. - Lactonas do Ácido Resorcílico, incluindo o zeranol. Estatísticas Agrícolas 2010 65 Quadro 36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal produtos Continente Unidade: nº de amostras 2008-2009 Leite de vaca Leite de ovelha e cabra 2008 2009 2008 2009 2008 2009 AmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmostras tras tras tras tras tras tras tras tras tras tras tras não não não não não não colhicolhicolhicolhicolhicolhiconforconforconforconforconforconfordas das das das das das mes mes mes mes mes mes Total Compostos pesquisados Substâncias do grupo A Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 376 376 0 0 446 446 0 0 222 0 212 0 1 0 44 0 222 0 212 0 1 0 44 0 Quadro 36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal - produtos Substâncias do grupo A Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE) 2377/90 (a) Substâncias do grupo B Inibidores microbianos Anti-helmínticos Anti-coccídeos Carbamatos e Piretróides Anti-inflamatórios não esteróides Corticosteróides Organoclorados Organofosforados Metais pesados Micotoxinas Corantes Total 3 1 0 2 0 0 0 0 0 0 0 3 1413 467 255 180 286 33 20 92 22 54 4 1859 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Ovos 2008 2009 AmosAmosAmosAmostras tras tras tras não não colhicolhiconforconfordas das mes mes 724 89 255 0 191 24 28 32 37 68 0 946 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 711 211 211 0 210 11 17 0 20 31 0 923 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 162 44 44 0 44 22 3 0 2 3 0 206 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mel 2008 Amostras colhidas 2009 Amostras não conformes Amostras colhidas Amostras não conformes 143 143 0 0 180 180 0 0 10 10 0 0 10 10 0 0 66 2 0 2 0 0 0 62 0 0 0 0 209 2 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 2 432 180 0 180 0 0 0 72 0 0 0 0 612 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 154 37 0 0 33 0 0 21 21 42 0 0 164 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 108 32 0 0 32 0 0 20 0 20 4 0 118 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Origem: Direcção-Geral de Veterinária (a): Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal. Quadros estatísticos Compostos pesquisados 946 128 255 2 191 24 111 54 79 69 0 1322 66 Quadro 37 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes Continente 2008-2009 Processos de contraordenação 2008 2009 Amostras não conformes 2008 2009 Compostos e Origem nº Beta-agonistas Bovinos Matadouro Anti-helmínticos Suínos Matadouro Anti-coccídeos Aves Matadouro Suínos Matadouro Coelhos Matadouro Corticóides Bovinos Matadouro Inibidores microbianos Suínos Matadouro Ovinos Matadouro Caça de criação Matadouro Mel Matadouro Metais pesados Equídeos Matadouro Caça selvagem Matadouro Micotoxinas Aves Matadouro Total 0 0 0 3 3 3 10 8 8 2 2 0 0 3 3 3 5 2 2 2 2 0 0 1 1 16 16 16 0 0 0 0 0 37 0 0 0 2 2 2 33 28 28 1 1 4 4 0 0 0 2 1 1 0 0 1 1 0 0 8 4 4 4 4 1 1 1 46 0 0 0 3 3 3 9 8 8 1 1 0 0 3 3 3 5 2 2 2 2 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 20 0 0 0 2 2 2 33 28 28 1 1 4 4 0 0 0 2 1 1 0 0 1 1 0 0 4 0 0 4 4 1 1 1 42 Quadro 37 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes Origem: Direcção-Geral de Veterinária Quadro 38 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) Portugal Unidade: cabeças de bovinos Regiões Autónomas Direcções Regionais Lisboa e Vale Alentejo do Tejo 1990-2010 Quadro 38 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) Anos Norte 1990-2009 2010 Total Centro 707 1 708 287 2 289 29 0 29 Algarve 46 3 49 Açores 0 0 0 Total Madeira 6 0 6 0 0 0 1 075 6 1 081 Origem: Direcção-Geral de Veterinária Quadro 39 - Campanha sanitária Portugal Unidade: cabeças Controlos Efectuados Zoonoses Brucelose Bovina Continente 2007 2008 2009 2010 Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Açores Madeira 798 657 818 648 857 139 803 933 216 543 109 361 71 336 400 646 6 047 156 516 0 1 083 1 101 1 268 973 491 11 18 453 0 385 0 1 717 1 383 1 679 1 379 679 27 19 654 0 476 0 2 673 748 2 677 579 2 330 683 2 334 989 446 041 609 744 199 197 1 015 435 64 572 0 0 11 020 8 292 7 940 7 715 3 332 872 1 334 872 1 305 0 0 11 211 7 351 10 204 8 646 3 400 1 393 1 818 822 1 213 0 0 Quadro 39 - Campanha sanitária Brucelose Ovina e Caprina Continente Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Açores Madeira Origem: Direcção-Geral de Veterinária Estatísticas Agrícolas 2010 2007 2008 2009 2010 2007-2010 Animais Abatidos Casos Positivos 67 Quadro 40 - Controlo oficial dos alimentos para animais Portugal Tipo de Operador Operadores Registados 2009 2010 Controlo técnico e documental 2009 2010 Controlo Físico 2009 2010 2009-2010 Amostras não conformes 2009 2010 nº Misturadores móveis Explorações pecuárias Unidades de produção de derivados e subprodutos Fabricantes de aditivos Fabricante de pré0misturas Fabricante de alimentos compostos (industrial) Fabricante de alimentos compostos (auto-produtor) Intermediários (**) Importadores Transportadores Retalhistas Armazenistas sem funções comerciais Total 136 0 42 1 24 110 73 109 192 82 243 x 1 012 x 211 (*) 56 0 23 117 73 116 0 235 1 030 3 1 864 20 1 067 3 1 2 26 13 10 668 6 0 x 1 816 x 1 742 20 0 5 26 19 20 595 0 0 0 2 427 20 978 24 1 24 779 176 45 19 0 0 x 2 066 x 973 51 0 36 728 122 13 22 0 0 0 1 945 0 0 0 0 0 8 20 1 0 0 0 x 29 x 1 7 0 0 63 3 0 1 0 0 0 75 Quadro 40 - Controlo oficial dos alimentos para animais Quadros estatísticos Origem: Direcção0Geral de Veterinária (*) N.º de misturadores móveis registados ao abrigo do Reg.(CE) 183/2005 (**) N.º de intermediários distribuidores aprovados ao abrigo do Reg.(CE) 183/2005 68 VI - CONTAS ECONÓMICAS DA AGRICULTURA Quadro 41 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Produtos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Cereais Plantas industriais Plantas forrageiras Vegetais e produtos hortícolas Batatas Frutos Vinho Azeite Outros produtos vegetais Produção vegetal (1 a 9) Animais, Dos quais: 11.1 Bovinos 11.2 Suinos 11.3 Aves de Capoeira 12 Produtos animais, Dos quais: 12.1 Leite 13 Produção animal (11 + 12) 14 Produção de serviços agrícolas 15 Produção de actividades secundárias não separáveis 16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15) 2008 2008 - 2010 2009 2010 (a) 249,78 69,02 280,35 1 330,01 125,25 952,34 832,15 105,86 10,89 3 955,65 1 751,45 162,81 61,21 238,19 1 328,73 84,45 912,79 874,87 135,54 10,09 3 808,68 1 713,61 197,01 57,79 242,42 1 434,76 110,37 864,66 952,73 143,23 9,73 4 012,70 1 754,01 515,61 579,26 401,12 995,10 516,29 568,22 401,65 884,17 498,02 602,99 415,42 861,34 858,43 2 746,55 299,71 35,21 7 037,12 741,71 2 597,78 321,35 33,55 6 761,36 698,05 2 615,35 336,74 33,35 6 998,14 Quadro 41 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) (a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011. Quadro 42 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços correntes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Rubricas 16 17 17.1 17.2 17.3 17.4 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Produção do ramo agrícola a preços de base Consumo intermédio, Do qual: Energia e lubrificantes Adubos e correctivos do solo Produtos fitossanitários Alimentos para animais Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17) Consumo de capital fixo Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19) Outros impostos sobre a produção Outros subsídios à produção Rendimento dos factores (20 - 21 + 22) Remuneração dos assalariados Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24) Rendas a pagar Juros a pagar Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27) Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível) Transferências de capital 2008 2008 - 2010 2009 2010 (a) 7 037,12 4 943,15 6 761,36 4 691,63 6 998,14 4 906,62 517,29 176,58 117,03 2 111,21 2 093,97 740,47 1 353,50 5,05 794,92 2 143,37 653,99 1 489,38 53,77 248,17 1 187,44 816,88 149,36 432,03 149,22 112,32 1 879,75 2 069,73 732,84 1 336,89 5,21 655,40 1 987,08 670,63 1 316,45 53,12 233,68 1 029,65 737,67 236,39 470,11 144,70 115,44 1 957,93 2 091,52 770,70 1 320,82 5,55 820,10 2 135,37 673,48 1 461,89 52,17 147,84 1 261,88 x x Quadro 42 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços correntes (Base 2000) (a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011. Estatísticas Agrícolas 2010 69 Quadro 43 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Produtos 2008 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Cereais Plantas industriais Plantas forrageiras Vegetais e produtos hortícolas Batatas Frutos Vinho Azeite Outros produtos vegetais Produção vegetal (1 a 9) Animais, Dos quais: 11.1 Bovinos 11.2 Suinos 11.3 Aves de Capoeira 12 Produtos animais, Dos quais: 12.1 Leite 13 Produção animal (11 + 12) 14 Produção de serviços agrícolas 15 Produção de actividades secundárias não separáveis 16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15) 2008 - 2010 2009 2010 (a) 296,14 55,03 256,78 1 086,14 111,02 904,17 906,37 67,84 8,41 3 691,90 1 578,07 243,70 51,30 227,25 1 099,88 115,62 975,78 981,46 108,07 8,41 3 811,47 1537,07 228,09 47,75 214,75 1089,16 101,60 893,42 1064,15 122,99 8,41 3775,86 1518,40 389,67 565,07 359,83 792,95 374,86 553,21 369,55 785,91 338,13 568,70 377,68 778,91 680,35 2 371,02 244,65 29,87 6 337,44 674,93 2 322,98 248,32 28,81 6 411,58 659,41 2297,33 246,33 28,80 6348,20 Quadro 43 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) Quadros estatísticos (a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011. Quadro 44 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços constantes (Base 2000) Unidade: 106 Euros Portugal Anos Rubricas 16 17 17.1 17.2 17.3 17.4 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Produção do ramo agrícola a preços de base Consumo intermédio, Do qual: Energia e lubrificantes Adubos e correctivos do solo Produtos fitossanitários Alimentos para animais Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17) Consumo de capital fixo Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19) Outros impostos sobre a produção Outros subsídios à produção Rendimento dos factores (20 - 21 + 22) Remuneração dos assalariados Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24) Rendas a pagar Juros a pagar Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27) Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível) Transferências de capital 2008 2008 - 2010 2009 2010 (a) 6 337,44 4 021,71 6 411,58 4 013,92 6 348,20 4 052,21 360,77 91,74 100,68 1 602,67 2 315,73 595,59 1 720,14 // // // // // // // // 667,30 // 353,71 87,15 91,58 1 575,93 2 397,66 584,35 1 813,31 // // // // // // // // 611,42 // 341,36 97,61 93,98 1 542,90 2 268,38 600,90 1 633,80 // // // // // // // // x // Quadro 44 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura, a preços constantes (Base 2000) (a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011. 70 VII - ESTRUTURAS AGRÍCOLAS Quadro 45 - Estrutura das explorações agrícolas Portugal Ano Rubricas Superfície total Superfície Agrícola Utilizada (SAU) SAU média por exploração Forma de exploração da SAU Conta própria Arrendamento Outras formas Dispersão da SAU (nº) Total de blocos com SAU Nº médio de blocos por exploração Matas e florestas sem cult. sob-coberto Superfície agrícola não utilizada Outras superfícies Superfície irrigável Utilização das terras Cereais para grão Leguminosas secas para grão Prados temporários Cult.uras forrageiras Batata Culturas industriais Culturas hortícolas extensivas Culturas hortícolas intensivas Flores e plantas ornamentais Pousio Horta familiar Frutos frescos (excepto citrinos) Citrinos Frutos sub-tropicais Frutos de casca rija Olival Vinha Prados e pastagens permanentes Natureza jurídica Singular autónomo Singular empresário Sociedades Baldios e outras formas Produtor agrícola singular Produtores Sexo Homens Mulheres Idade < 35 anos 35 a < 45 anos 45 a < 55 anos 55 a < 65 anos > = 65 anos Nível de instrução Nenhum Básico Secundário Superior Tempo de trabalho agrícola > 0 a < 50 % > = 50 % a < 100 % Tempo completo Actividade exterior remunerada Principal Secundária 1999 Explorações nº 2009 Superfície ha Explorações nº Superfície ha 415 969 412 612 5 188 938 3 863 094 9,3 305 266 303 867 4 709 131 3 668 145 12,0 387 661 58 108 42 152 2 797 208 867 492 198 394 287 010 33 953 23 817 2 641 916 824 855 201 374 201 098 91 043 336 107 285 684 2 406 637 5,8 1 008 374 202 898 114 573 791 986 1429*43 59 575 282 651 162 611 1 797 377 5,9 842 208 127 691 71 087 540 593 Quadro 45 - Estrutura das explorações agrícolas 197 484 95 425 19 566 188 106 181 558 4 529 28 937 20 859 2 040 69 301 249 656 64 772 45 863 10 554 50 869 159 029 246 934 107 692 602 270 25 724 37 250 542 120 50 173 74 537 29 796 14 875 1 123 562 717 21 606 52 746 23 453 2 612 80 470 335 028 215 041 1 436 823 110 852 29 959 13 326 107 839 66 258 2 579 12 403 20 859 1 296 59 155 199 378 41 588 24 822 9 126 45 488 130 568 156 404 91 502 345 941 13 239 31 661 462 703 18 745 24 923 31 422 14 875 1 643 341 534 19 695 40 127 16 930 3 048 115 150 335 841 177 381 1 827 899 392 065 17 243 5 053 1 158 2 879 743 1 161 604 912 002 235 599 Nº de indivíduos 409 308 292 445 4 936 6 776 1 109 2 716 373 501 960 1 221 813 269 167 Nº de indivíduos 297 361 Fonte: INE, I. P., Recenseamento Geral da Agricultura - 1999 e Recenseamento Agrícola - 2009. Estatísticas Agrícolas 2010 314 254 95 054 204 511 92 870 17 023 46 768 79 817 111 102 154 598 6 845 22 961 51 711 73 947 141 917 140 706 249 281 8 929 10 392 65 691 206 156 12 446 13 088 205 867 136 397 67 044 151 241 82 944 63 146 115 890 7 825 72 081 4 689 71 VIII - POPULAÇÃO Quadro 46 - População residente e activa com profissão, total e na agricultura, produção animal, caça e silvicultura segundo a situação na profissão Quadro 46 - População residente e activa com profissão, total e na agricultura, produção animal, caça e silvicultura segundo a situação na profissão NUTS II Portugal 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 Continente 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 Madeira 15 - XII - 1950 (b) 15 - XII - 1960 15 - XII - 1970 16 - I I I - 1981 15 - IV - 1991 12 - I I I - 2001 População residente Activa com profissão de 15 e mais anos (a) Total Unidade: nº de pessoas Da qual na agricultura, produção animal, caça e silvicultura TrabalhaTrabalhaTrabalhaMembro dor dor dor activo de Outra Empregador familiar não por conta por conta cooperasituação remunede própria tiva rado outrém 8 441 312 8 889 392 9 611 125 9 833 014 9 862 540 10 356 117 3 196 482 3 315 639 3 163 855 3 828 264 4 127 570 4 650 947 1 523 118 1 398 265 965 930 705 252 418 778 215 598 141 069 78 647 18 180 8 518 25 222 51 442 290 570 293 963 353 990 350 317 209 626 54 488 172 389 185 195 108 400 81 483 42 722 15 377 914 311 839 621 480 360 256 415 138 358 92 586 // // // 7 705 1 340 248 4 779 839 5 000 814 1 460 1 457 7 856 913 8 292 975 8 074 975 9 336 760 9 371 319 9 869 343 3 687 293 2 348 397 2 661 850 776 585 395 218 3 005 110 3 126 245 2 988 170 3 659 954 3 945 501 4 450 711 1 656 103 1 006 373 1 284 673 323 167 180 395 1 413 200 1 297 283 895 260 664 681 390 046 197 766 74 780 64 688 12 235 38 089 7 974 136 714 76 270 17 100 7 961 24 129 47 608 20 715 16 470 2 588 6 099 1 736 269 123 275 168 328 985 329 603 193 265 47 631 19 306 19 168 1 470 5 322 2 365 158 483 174 584 99 555 77 613 40 494 14 107 7 308 5 754 201 597 247 844 383 770 447 444 750 241 050 129 423 86 777 26 855 22 715 7 860 25 777 3 570 // // // 7 670 1 323 236 50 40 14 131 1 4 497 814 4 870 784 1 412 1 407 546 541 102 163 55 317 409 327 480 285 015 243 410 237 795 241 763 108 243 107 124 86 615 77 342 84 036 94 728 65 454 60 159 40 220 22 310 14 137 9 763 3 427 1 888 555 363 720 1 999 12 661 12 618 14 800 10 636 7 277 3 669 8 120 6 858 3 760 2 189 1 134 429 41 056 38 774 21 050 9 107 4 965 3 636 // // // 10 16 8 190 21 55 5 25 22 266 990 268 937 251 135 252 844 253 426 245 011 83 129 82 270 89 070 90 968 98 033 105 508 44 464 40 823 30 450 18 261 14 595 8 069 928 489 525 194 373 1 835 8 786 6 177 10 205 10 078 9 084 3 188 5 786 3 753 5 085 1 681 1 144 841 28 872 30 400 14 560 6 258 3 970 2 173 // // // 25 1 4 92 4 75 25 23 28 Fonte: INE, I. P., Recenseamento Geral da População. Nota: Da população activa, em 15-XII-1960, foram excluídas as pessoas desempregadas e as que se encontravam a prestar serviço militar. Os dados de 1970 foram estimados a 20%. (a) De 10 e mais anos, nos recenseamentos de 15-XII de 1960 e 1970; de 12 e mais anos nos recenseamentos de 16-III-1991 e 15-IV-1991. (b) População presente. Quadro 47 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) (preços correntes) Quadro 47 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) (preços correntes) Portugal Rubricas Volume de mão-de-obra agrícola - total Volume de mão-de-obra agrícola não assalariada Volume de mão-de-obra agrícola assalariada Fonte: INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura. 2003 478,80 413,39 65,41 2004 Unidade: 1 000 UTA 2005 2006 452,96 387,04 65,92 429,48 364,83 64,65 401,94 338,52 63,43 2007 374,25 312,20 62,04 2008 359,45 299,05 60,40 2009 2003 - 2010 2010 343,97 285,34 58,84 337,41 281,63 55,79 Quadros estatísticos Portugal 72 IX - PRODUÇÃO FLORESTAL Quadro 48 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II Portugal Unidade: 1 000 ha Quadro 48 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II Povoamentos florestais Espécies NUTS II Portugal Continente (a) Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores (b) Madeira (c) Total 1995 20052010 (Rv) Total de povoamentos 20051995 2010 (Rv) 3 381,4 3 349,4 667,4 1 156,0 74,1 1 342,8 109,1 21,0 11,0 3 564,4 3 458,6 680,7 1 159,5 72,2 1 414,0 132,2 71,6 34,2 3 233,3 3 201,3 603,5 1 110,0 55,6 1 334,5 97,7 21,0 11,0 Espécies 3 216,4 3 175,3 577,2 1 058,5 68,7 1 349,2 121,7 24,6 16,4 Pinheiro Bravo Manso 200520051995 2010 1995 2010 (Rv) (Rv) 983,1 976,1 245,6 635,3 14,0 75,2 6,0 1,0 6,0 892,1 885,0 259,3 544,6 15,9 59,3 6,0 0,9 6,2 Povoamentos florestais Outras Resinosas Folhosas 2005200520052010 1995 2010 1995 2010 (Rv) (Rv) (Rv) Azinheira NUTS II Portugal Continente (a) Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores (b) Madeira (c) 1995 461,6 461,6 20,4 31,7 0,1 400,8 8,6 0,0 0,0 412,9 412,9 7,0 22,4 0,1 370,2 13,2 0,0 0,0 28,4 27,4 21,3 4,5 1,2 0,4 0,0 0,0 1,0 38,7 25,1 19,0 4,3 0,3 0,4 1,1 12,6 1,0 122,1 102,1 56,3 26,3 2,3 11,8 5,4 19,0 1,0 77,7 77,7 0,3 3,6 4,7 60,1 9,0 0,0 0,0 Sobreiro 20052010 (Rv) 1995 130,4 712,8 130,4 712,8 0,3 21,3 3,0 44,6 9,7 20,6 87,3 586,4 30,0 39,9 0,0 0,0 0,0 0,0 715,9 715,9 11,9 45,2 23,6 601,9 33,3 0,0 0,0 Áreas ardidas de povoamentos 79,3 79,3 45,4 20,9 6,9 2,5 3,6 0,0 0,0 96,4 86,5 33,6 25,4 3,3 11,2 12,9 7,5 2,4 20052010 (Rv) 1995 675,1 672,1 143,1 292,9 12,5 195,0 28,6 1,0 2,0 100,6 100,5 40,2 54,4 0,9 3,5 1,5 0,0 0,1 Carvalho 1995 749,3 130,9 739,5 130,9 128,2 61,4 357,8 64,6 15,6 0,2 212,9 4,7 25,0 0,0 3,6 0,0 6,2 0,0 Áreas de corte raso 2005-2010 (Rv) 1995 Eucalipto 20052010 (Rv) 1995 27,4 27,4 0,2 15,0 8,7 3,5 0,0 0,0 0,0 34,5 34,3 3,6 16,2 0,5 12,5 1,7 0,1 0,0 20052010 (Rv) 150,0 150,0 91,6 52,6 0,2 5,5 0,1 0,0 0,0 Castanheiro 1995 41,6 40,6 33,8 6,5 0,0 0,1 0,2 0,0 1,0 20052010 (Rv) 30,6 30,0 26,2 3,2 0,0 0,6 0,0 0,0 0,6 Outras áreas florestais 1995 2005-2010 (Rv) 41,4 41,4 18,3 10,1 2,9 2,3 7,8 0,0 0,0 212,9 148,4 59,7 30,3 2,1 48,8 7,4 46,8 (d) 17,7 (e) (a) Fonte: Autoridade Florestal Nacional - Inventário Florestal Nacional (IFN) (b) Fonte 1995: Direcção Regional dos Recursos Florestais - Estimativa. Fonte 2005-2010: Direcção Regional dos Recursos Florestais - Inventário Florestal da Região Autónoma dos Açores. (c) Fonte 1995: Direcção Regional de Florestas - Estimativa. Fonte 2005-2010: Direcção Regional de Florestas - 1º Inventário Florestal da Região Autónoma da Madeira. (d) Inclui a área de espaços naturais e semi-naturais (22,9 mil ha) (e) Inclui a área de floresta natural "Laurissilva" (16,1 mil ha) Portugal Quadro 49 - Quantidade removida de madeira 3 Unidade: 1 000 m sem casca Anos Madeira removida Madeira removida Total Coníferas Folhosas Lenha (a) Total Coníferas Folhosas Madeira redonda industrial (madeira em bruto) Total Coníferas Folhosas Toros Total Coníferas Folhosas Rolaria Total Coníferas Folhosas Outras madeiras redondas industriais 2007 2007 - 2009 2008 2009 (Po) 10 823 3 837 6 986 10 169 3 316 6 853 9 564 3 619 5 945 600 200 400 600 200 400 600 200 400 Quadro 49 - Quantidade removida de madeira 10 223 3 637 6 586 9 569 3 116 6 453 8 964 3 419 5 545 2 674 2 568 106 2 368 2 265 103 2 554 2 459 96 7 369 919 6 450 179 7 020 700 6 320 180 6 230 811 5 419 180 Fonte: Autoridade Florestal Nacional. (a) Lenha sem casca, podendo ter como destinos o consumo como tal e/ou a produção de carvão vegetal. Estatísticas Agrícolas 2010 73 Quadro 50 - Produção de produtos derivados da madeira Portugal 2007 - 2009 Quadro 50 - Produção de produtos derivados da madeira Produtos derivados Carvão Aparas e estilhas de madeira Madeira serrada Painéis de madeira (a) Folheados Painéis de fibras Fibras duras MDF Painéis de partículas Contraplacados Coníferas Folhosas Pastas químicas Ao sulfato crua Ao sulfato branqueda Ao sulfito crua Ao sulfito branqueda Papel reciclado Papéis e cartão Destinos: usos gráficos usos domésticos e sanitários embalagem outros papéis e cartões Unidade 2007 2008 2009 (Po) 1 000 t 1 000 m3 1 000 m3 1 000 m3 1 000 m3 1 000 m3 " " 1 000 m3 1 000 m3 " " 1 000 t " " " " 1 000 t 1 000 t 20 740 1 011 1 302 29 402 75 327 850 22 4 18 2 092 345 1 640 0 107 729 1 644 21 351 1 010 1 303 28 405 75 330 849 21 6 16 2 022 221 1 688 0 113 704 1 662 19 198 1 093 1 351 30 450 124 326 848 23 4 19 2 182 187 1 880 0 115 774 1 634 " " " " 1 055 72 490 26 1 064 73 521 4 1 088 76 466 4 Fonte: Autoridade Florestal Nacional ; Associação da Indústria Papeleira (CELPA); Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP) (a) Os valores dos paineis de madeira, para 2007 foram estimados pela AFN com base nos dados da AIMMP de 2005, do consumo e da variação do comércio externo entre 2005 e 2007. Para 2008 e 2009 foram estimados pela AFN com base no estudo da AIMMP de 2009 "Estudo Estratégico para a Reestruturação e Modernização da Indústria de Primeira Transformação de Madeira em Portugal", do consumo e da variação do comércio externo entre 2005 e 2009 Quadro 51 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II Continente 2009 - 2010 Rubricas Quantidade t Anos Continente 2009 2010 (Po) 2009 2010 (Po) 2009 2010 (Po) 2009 2010 (Po) 2009 2010 (Po) 2009 2010 (Po) Norte Gema nacional entrada nas fábricas (a) Valor 1 000 Euros 5 703 5 698 1 037 1 054 3 822 3 754 0 0 844 890 0 0 Preço médio Euros / kg 3 993 6 792 726 1 264 2 675 4 484 0 0 591 1 044 0 0 0,70 1,19 0,70 1,20 0,70 1,19 0,00 0,00 0,70 1,17 0,00 0,00 Quadro 51 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II Centro Lisboa Alentejo Algarve (a) Gema contabilizada à entrada da fábrica. Quadro 52 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) Quadro 52 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) Continente Rubricas Anos 2009 2010 (Po) 2009 - 2010 Aguarrás Colofónias de gema t Gema nacional laborada (a) (b) 5 502 5 373 4 117 4 025 990 758 (a) A diferença entre a gema entrada e a laborada corresponde à diferença de existências de gema entre o final e o início do ano. (b) O somatório das colunas "Colofónias de gema" e "Aguarrás" não corresponde à coluna "Gema nacional laborada", devido à existências de perdas no processo de laboração da gema nacional. Quadros estatísticos Anos 74 Quadro 53 - Ocorrências de incêndios florestais Continente 2008 - 2010 Quadro 53 - Ocorrências de incêndios florestais Anos 2008 Nº/Área 2009 14 930 (Rv) 17 565 5 461 12 103 1,18 Número Área ( ha ) Povoamentos florestais Matos Área (ha) / Número 2010 (Po) 26 136 87 421 24 097 63 323 3,34 22 026 133 091 46 079 87 011 6,04 Fonte: Autoridade Florestal Nacional. Quadro 54 - Ocorrências de incêndios florestais por NUTS II Continente 2009-2010 Nº/Área Número Área Povoamentos florestais ha Total Matos Quadro 54 - Ocorrências de incêndios florestais por NUTS II NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 2009 2010 (Po) 2009 2010(Po) 2009 2010(Po) 2009 2010(Po) 2009 2010(Po) 2009 2010(Po) 26 136 22 026 18 161 14 582 5 374 5 024 1 442 1 591 558 502 601 327 87 421 133 091 59 304 84 494 24 485 44 171 724 794 1 166 3 527 1 741 104 24 097 46 079 14 727 27 488 8 263 15 787 314 126 415 2 651 379 27 63 323 87 011 44 577 57 006 16 223 28 383 410 668 752 877 1 362 78 Fonte: Autoridade Florestal Nacional. Quadro 55 - Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal Portugal t 2009 - 2010 2010 (Pe) 1 000 Euros 40 368 29 417 x 69 979 31 063 7 248 124 232 21 269 5 499 254 155 x x x 59 150 6 701 234 282 3 330 1 195 903 5 939 430 211 x x 5 353 491 776 30 740 390 312 75 008 33 002 11 623 35 452 50 855 44 767 x x x x 11 535 69 686 44 933 37 607 8 659 144 320 15 768 11 253 65 455 17 265 x x x 5 845 76 991 12 592 2 332 116 035 32 312 53 913 3 363 32 861 19 312 91 574 x x x x 1 848 31 690 24 336 94 975 48 593 2 969 1 143 43 672 59 995 6 940 15 798 17 242 x x x x 63 603 7 898 14 360 24 712 31 636 13 030 x 16 414 13 123 13 989 1 047 046 4 969 6 569 1 046 211 x x x 6 623 7 793 1 080 536 2009 Anos Designação 2 - Total de produtos resinosos Dos quais: 2221 Colofónias e acidos resinicos 21 Resinas de coníferas 1 + 5 + 8 - Total de mobiliário, construções de madeira e div. de Dos quais: 83 Construções pré fabricadas de madeira 3 - Total de Madeira Dos quais: 3322 Toros de folhosas tropicais 3323 Toros de folhosas temperadas 353 Madeira serrada de folhosas temperadas 395 Obras de carpintaria para construção Das quais: 3952 Painéis para soalho 382 Painéis de fibras 37 Madeira perfilada (tacos, baguetes e cercaduras) Das quais: 3723 Tacos e frisos para soalhos 381 Painéis de partículas 352 Madeira serrada de folhosas tropicais 4 - Total de Cortiça Dos quais: 411 Cortiça natural ou simplesmente preparada 412 Cortiça natural sem crosta 421+422 Rolhas em cortiça natural 6 - Total de pastas de madeiras Das quais: 63 Pastas químicas à soda ou ao sulfato Das quais: 6321 Branqueadas e semi-branqueadas de coníferas 6322 Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas 7 - Total de papel e cartão t 1 000 Euros Quadro 55 - Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal Nota: A informação relativa a quantidades não se encontra disponível para o ano de 2010 em resultado da adopção de algumas medidas de simplificação da recolha de dados do Comércio Internacional (Sistema Intrastat) com vista à redução da carga estatística sobre os respondentes. Estatísticas Agrícolas 2010 75 Quadro 56 - Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal Portugal t 2009 - 2010 2010 (Pe) 1 000 Euros 53 130 66 133 x 86 115 7 156 104 814 7 805 375 014 x x 15 620 393 628 745 1 425 537 1 959 425 283 x x 1 695 438 934 295 504 245 156 43 086 76 281 x x 44 042 79 323 232 343 190 692 11 880 57 102 71 776 47 082 6 718 82 190 x x x x 76 264 40 073 7 258 87 557 41 195 4 109 888 675 62 627 5 061 134 762 62 216 5 299 50 342 27 351 11 891 664 576 x x x x x x 65 741 5 151 68 384 24 500 8 043 721 833 29 710 12 877 23 369 1 187 914 33 883 324 517 163 761 270 677 x x x x 30 501 334 731 194 166 401 692 600 247 195 801 x 279 824 589 226 993 542 192 735 742 034 x x 265 784 1 230 777 2009 Anos Designação 2 - Total de produtos resinosos Do qual: 2221 Colofónias e acidos resinicos 1 + 5 + 8 - Total de mobiliário, construções de madeira e div. de vime Dos quais: 83 - Construções pré fabricadas de madeira 3 - Total de madeira Dos quais: 351 Madeira serrada de coníferas 382 Paineis de fibras Dos quais: 3821 MDF 381 Paineis de partículas 361 Folhas para contraplacados de coníferas 395 Obras de carpintaria para construção Das quais: 3951 Portas e respectivos caixilhos, alizares e soleira 3952 Painéis para soalho 3323 Toros de folhosas temperadas 392 Embalagens de madeira 398 Outras obras de madeira 4 - Total de cortiça Dos quais: 411 Cortiça natural ou simplesmente preparada 421+422 Rolhas em cortiça natural 4311+4312+4313 Outras rolhas (vinhos, espumantes e outros) 6 - Total de pastas de madeiras Das quais: 632 Pastas químicas à soda ou ao sulfato branq/semi-branq. Das quais: 6322 Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas 7 - Total de papel e cartão t 1 000 Euros Nota: A informação relativa a quantidades não se encontra disponível para o ano de 2010 em resultado da adopção de algumas medidas de simplificação da recolha de dados do Comércio Internacional (Sistema Intrastat) com vista à redução da carga estatística sobre os respondentes. Quadros estatísticos Quadro 56 - Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal 76 X - CONTAS ECONÓMICAS DA SILVICULTURA Quadro 57 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2006) Portugal Anos Produtos 1 1.1 1.2 1.2.1 1.2.2 1.2.3 1.3 1.3.1 1.3.2 1.3.3 1.4 1.5 1.5.1 1.5.2 1.5.3 2 2.1 2.2 3 4 Unidade: 106 Euros 2007 2006 Produção de bens silvícolas Crescimento das florestas (variação de existências) Madeira de resinosas para fins industriais Madeira de resinosas para serrar Madeira de resinosas para triturar Outra madeira de resinosas Madeira de folhosas para fins industriais Madeira de folhosas para serrar Madeira de folhosas para triturar Outra madeira de folhosas Lenha Outros produtos Cortiça Plantas florestais de viveiro Outros produtos silvícolas Produção de serviços silvícolas Florestação e reflorestação Outros serviços silvícolas Actividades secundárias não florestais (não separáveis) Total da produção da silvicultura 721,72 137,53 144,70 121,77 15,30 7,64 159,42 3,37 154,73 1,31 32,38 247,69 223,14 6,28 18,27 162,88 74,42 88,46 33,13 917,73 716,68 136,23 138,72 115,90 15,94 6,88 173,49 3,48 168,85 1,16 30,98 237,26 209,95 5,34 21,97 197,83 70,10 127,73 43,77 958,28 2006 - 2008 2008 (Po) 720,43 160,86 114,54 93,93 14,38 6,23 193,93 3,32 189,45 1,16 33,45 217,65 191,57 4,47 21,61 190,68 66,33 124,35 43,07 954,18 Quadro 57 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2006) Quadro 58 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura, a preços correntes (Base 2006) Quadro 58 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura, a preços correntes (Base 2006) Portugal Anos Rubricas 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Total da produção da silvicultura Consumo intermédio Valor acrescentado bruto a preços de base (4 - 5) Consumo de capital fixo Valor acrescentado líquido a preços de base (6 - 7) Outros impostos sobre a produção Outros subsídios à produção Rendimento dos factores (8 - 9 + 10) Remuneração dos assalariados Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (11 - 12) Rendas Juros a pagar Juros a receber Rendimento empresarial líquido (13-14-15+16) Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível) Transferências de capital Estatísticas Agrícolas 2010 Unidade: 106 Euros 2007 2006 917,73 232,31 685,42 113,78 571,64 1,49 10,14 580,29 97,35 482,94 4,32 9,86 2,41 471,17 94,70 42,23 958,28 280,87 677,41 110,98 566,43 1,65 11,96 576,74 100,90 475,84 4,42 12,15 4,46 463,73 98,40 47,13 2006 - 2008 2008 (Po) 954,18 285,41 668,77 110,99 557,78 1,75 8,43 564,46 107,86 456,60 4,60 14,38 4,54 442,16 89,93 27,60 77 XI - COMÉRCIO INTERNACIONAL Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2009 Portugal 2009 Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2009 Secções da Nomenclatura Combinada SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal Capítulo 1 - Animais vivos 0101 - Gado cavalar 0102 - Gado bovino 0103 - Gado suíno 0104 - Ovinos e caprinos 0105 - Aves de capoeira Capítulo 2 - Carne e miudezas, comestíveis 0201 - Carne de bovino (fresca ou refrigerada) 0202 - Carne de bovino (congelada) 0203 - Carne de suíno 0204 - Carne de ovino e caprino 0206 - Miudezas comestíveis diversas 0207 - Carne e miudezas - aves 0208 - Outras carnes e miudezas 0209 - Toucinho e outras gorduras 0210 - Carne e miudezas em conserva Capítulo 4 - Leite e lacticínios; ovos; mel 04(01 e 02) - Leite e natas 0403 - Leitelho, leites acidificados, etc. 0404 - Soro de leite 0405 - Manteiga 0406 - Queijo e requeijão 04(07e 08) - Ovos e gemas 0409 - Mel natural Capítulo 5 - Produtos de origem animal 0504 - Tripas, bexigas e buchos Capítulo 6 - Plantas vivas 0601 - Bolbos e tubérculos 0602 - Outras plantas vivas 0603 - Flores e seus botões Capítulo 7 - Prod. hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestiveis 0701 - Batatas 0701.10.00 - Batata-semente 0702 - Tomates (frescos ou refrigerados) 0703 - Cebolas e alhos 0704 - Couves, couve-flor, etc. 0705 - Alface e chicórias 0706.10.00 - Cenouras e nabos 0709.90.(31 e 39) e 0710.80.10 - Azeitonas 0711.20 - Azeitonas de conserva 0713 - Legumes de vagem secos 0713.20 - Grão-de-bico 0713.(31, 32, 33 e 39) - Feijão (seco) 0713.50 - Favas 0714 - Raízes (mandioca, outras) 0714.20 - Batatas-doces Capítulo 8 - Frutas; cascas de citrinos; melões 0802.11 - Amêndoas com casca 0802.12 - Amêndoas sem casca 0802.21 - Avelãs com casca 0802.22 - Avelãs sem casca 0802.31 - Nozes com casca 0802.32 - Nozes sem casca 0802.40 - Castanhas 0802.90.50 - Pinhões 0803 - Bananas 0804.20.10 - Figos frescos 0804.20.90 - Figos secos 0804.30 - Ananases 0805 - Citrinos, frescos ou secos 0805.10 - Laranjas 0806.10 - Uvas frescas 0806.20 - Uvas secas 0807 - Melões e melancias 0808.10 - Maçãs 0808.20 - Pêras e marmelos 0808.20.90 - Marmelos 0809.20 - Cerejas 0809.30 - Pêssegos 0809.40 - Ameixas e abrunhos 0810.10 - Morangos frescos 0810.50 - Kiwis 0813.10 - Damascos secos 0813.20 - Ameixas secas t Entrada 1 000 Euros Saida t 1 000 Euros 24 4 640 113 681 519 2 215 630 7 878 134 422 2 268 27 548 2 11 422 14 467 806 19 512 14 18 758 27 919 1 710 20 784 77 174 17 732 139 445 8 995 8 038 38 788 3 037 1 573 6 720 293 418 75 104 262 596 33 540 10 236 76 894 9 785 1 267 37 125 6 322 300 20 218 378 5 015 8 515 532 404 4 519 13 562 1 314 43 444 1 371 3 605 12 076 2 405 446 16 759 239 444 160 754 4 107 11 678 43 265 22 720 1 376 132 170 178 249 6 420 37 658 142 426 33 245 4 480 302 002 16 991 12 281 14 791 5 861 20 485 1 057 141 346 19 481 7 572 35 821 23 169 28 035 2 986 19 515 39 693 7 835 36 467 8 612 29 556 3 917 18 611 50 797 19 131 1 029 11 126 13 700 4 011 26 795 8 750 406 602 44 785 35 183 54 109 8 648 2 636 40 487 858 7 524 72 234 12 138 48 177 3 000 2 234 683 67 475 19 272 23 771 24 666 5 505 3 460 9 047 393 4 759 44 611 7 785 31 201 823 1 688 489 49 802 7 383 122 752 5 266 18 848 5 307 19 205 2 362 4 823 19 327 3 370 11 214 64 334 222 18 491 3 658 35 617 3 406 9 339 10 402 6 603 1 300 1 030 18 763 3 330 10 977 29 304 185 30 2 184 38 224 2 659 966 3 295 604 160 562 118 1 588 73 496 86 484 48 671 36 089 2 508 80 739 72 723 20 178 788 1 918 41 004 7 478 20 486 14 903 170 968 85 6 577 101 982 5 675 4 524 2 931 2 756 82 797 245 3 590 43 033 36 103 17 897 38 293 3 234 42 180 41 514 15 098 315 4 132 25 048 5 713 13 978 13 700 376 1 824 369 569 18 15 41 48 8 793 569 38 880 30 81 24 315 37 522 31 598 4 553 120 2 139 17 464 78 506 8 190 4 907 4 341 5 079 3 320 15 35 244 2 064 51 141 184 600 17 693 8 192 26 040 31 420 17 781 18 052 13 974 6 178 373 1 455 11 461 53 865 5 436 4 450 3 460 10 189 3 111 72 164 (continua) Quadros estatísticos Entrada/Saída 78 Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2009 (cont.) Portugal 2009 Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada Capítulo 9 - Café, chá e especiarias 0901 - Café 0902 - Chá 0904 - Pimenta e pimentos - secos ou em pó 0906 - Canela - casca e flores 0908 - Noz-moscada Capítulo 10 - Cereais 1001 - Trigo 1001.10 - Trigo duro 1002 - Centeio 1003 - Cevada 1004 - Aveia 1005 - Milho 1006 - Arroz 1006.10 - Arroz paddy 1006.20 - Arroz descascado 1006.30 - Arroz semibranqueado ou branqueado 1006.40 - Trincas de arroz 1007 - Sorgo 1008 - Outros cereais 1008.30 - Alpista 1008.90.10 - Triticale Capítulo 11 - Produtos de moagem, malte, etc. 1101 - Farinha de trigo 1101.00.11 - Farinha de trigo duro 1102.10 - Farinha de centeio 1102.20 - Farinha de milho 1102.90 - Outras farinhas (cevada, aveia) 1102.90.50 - Farinha de arroz 1103 - Sêmolas de cereais 1104 - Grãos de cereais (descascados, pelados, etc.) 1105 - Farinha e flocos de batata 1107 - Malte 1108 - Amidos e féculas Capítulo 12 - Sement. e frut. oleaginosos; plant. industriais 1201 - Soja 1202 - Amendoim não torrado 1204 - Sementes de linho 1206 - Sementes de girassol 1207.20 - Sementes de algodão 1209.10 - Sementes de beterraba sacarina 1212.91- Beterraba sacarina 1212.99.30 - Alfarroba (incluindo sementes) Capítulo 15 - Gord. e óleos animais ou vegetais 1501 - Banha e gorduras de aves 1502 - Gorduras de bovinos, ovinos ou caprinos 1507 - Óleo de soja 1508 - Óleo de amendoim 1509 - Azeite 1509.10 - Azeite virgem 1511 - Óleo de palma 1512 - Óleo de girassol, cártamo ou algodão 1517.10 - Margarina (excepto margarina líquida) 1521 - Cera vegetal Capítulo 16 - Preparações de carne, peixe, etc. 1601 - Enchidos e produtos semelhantes 1602 - Conservas de carne, miudezas ou sangue Capítulo 17 - Produtos de confeitaria 1701 - Açucar de cana ou beterraba e sacar., sólido 1701.11 - Açucar de cana 1703.10 - Melaços de cana Capítulo 18 - Cacau e suas preparações 1801 - Cacau em bruto 1804 - Manteiga de cacau 1805 - Cacau em pó, sem açucar 1806 - Chocolate e outros preparados com cacau Capítulo 19 - Preparações de cereais, farinhas, etc. 1902 - Massas alimentícias 1903 - Tapioca e seus sucedâneos 1904 - Produtos à base de cereais t Entrada 1 000 Euros Saida t 1 000 Euros 54 479 1 155 1 412 439 65 144 952 7 041 5 044 1 030 568 8 913 91 78 22 4 38 881 1 204 472 147 48 1 636 598 323 931 34 062 536 463 18 420 1 414 338 109 260 7 907 86 689 12 994 1 670 3 731 66 691 4 847 145 254 305 51 916 4 623 68 482 2 662 217 312 47 715 2 909 34 898 9 272 635 821 12 902 2 097 56 76 444 15 706 // 63 317 816 30 831 34 982 16 712 91 4 855 13 323 12 9 236 5 2 748 11 546 2 366 // 8 532 124 7 493 14 029 5 613 80 3 479 4 858 15 1 385 4 402 38 212 21 108 1 899 6 128 12 056 138 32 961 26 820 2 575 15 518 7 907 10 591 5 753 444 3 341 3 796 129 7 945 5 155 3 426 6 076 4 507 27 363 487 148 4 824 17 213 7 360 6 467 905 155 1 665 2 237 9 018 295 53 1 636 6 316 4 679 1 353 332 354 822 846 905 128 7 362 1 180 198 077 7 804 ԥ 23 // 281 310 5 756 734 57 062 1 807 1 84 // 27 823 15 // 19 178 511 // 145 11 901 9 272 21 // 6 987 150 // 18 1 784 2 653 1 494 53 345 394 70 533 42 209 81 197 78 872 13 446 32 1 512 340 34 645 389 148 304 88 695 51 035 51 586 15 029 133 5 218 1 070 38 360 87 43 370 27 866 33 37 018 3 814 1 3 011 729 30 241 169 134 168 83 794 54 26 415 5 156 5 10 946 21 039 36 095 67 896 27 818 6 441 57 874 18 191 538 837 504 010 27 300 221 908 203 651 3 433 280 324 384 6 041 165 293 269 893 23 322 2 275 40 988 38 1 352 3 778 153 714 // 1 21 2 879 // 3 87 11 507 26 937 25 24 130 39 133 20 66 459 15 568 3 2 327 12 581 6 4 760 (continua) Estatísticas Agrícolas 2010 79 Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2009 (cont.) Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada Capítulo 20 - Preparações de prod. hortícolas 2001 - Prod. hortícolas, conservados em vinagre 2001.90.65 - Azeitonas em vinagre 2002 - Tomates, conservados sem vinagre 2005 - Hortícolas preparados, não congelados 2005.70 - Azeitonas 2008 - Frutas conservadas Capítulo 21 - Preparações alimentícias diversas 2103 - Preparados para molhos e temperos 2104 - Preparados para caldos e sopas Capítulo 22 - Bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres 2203 - Cerveja de malte 2204 - Vinhos de uvas frescas, mosto 2204.10 - Espumantes e espumosos Em recipiente não superior a 2 litros 2204.21 - Vinho em recipiente não superior a 2 litros 2204.21.32 - Vinho verde branco 2204.21.69 - Vinho do Dão, Bairrada e Douro, tintos 2204.21.78 - Vinho do Alentejo / outros, tintos Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol. 2204.21.89 - Vinho do Porto 2204.21.91 - Vinho da Madeira e moscatel de Setúbal Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol. 2204.21.95 - Vinho do Porto 2204.21.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal Outros vinhos 2204.29 - Outros vinhos Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol. 2204.29.89 - Vinho do Porto 2204.29.91 - V. da Mad. e mosc. de Setúbal Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol. 2204.29.95 - Vinho do Porto 2204.29.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal 2204.30 - Outros mostos de uvas (amuados) 2205 - Vermutes 2206.00 - Outras bebidas fermentadas 2208.20 - Aguardentes de vinho ou de bagaço 2209 - Vinagres Capítulo 23 - Resíduos e desperd. ind. aliment., etc. 2302 - Sêmeas, farelos e outros resíduos 2304 - Bagaços de soja 2306 - Bagaços de óleos vegetais Capítulo 24 - Tabaco 2401 - Tabaco não manufacturado Capítulo 25 - Enxofre 2503 - Enxofre Capítulo 28 - Produtos químicos inorgânicos 2833.25 - Sulfato de cobre Capítulo 31 - Adubos 3102 - Adubos azotados 3103 - Adubos fosfatados 3104 - Adubos potássicos 31(01 e 05) - Outros adubos Capítulo 32 - Extractos tanantes, taninos, etc. 3201 - Extractos tanantes de origem vegetal 3202 - Corantes de origem vegetal ou animal Capítulo 38 - Prod. diversos indúst. químicas 3805.10.10 - Essências de terebentina 3805.10.30 - Essências de pinheiro 3806.10 - Essências de resina 3808.91 - Insecticidas 3808.92 - Fungicidas 3808.93 - Herbicidas 3808.99.10 - Rodenticidas Capítulo 40 - Borracha e sua obras 4001 - Borracha natural Capítulo 41 - Peles e couros 4101 - Peles em bruto de bovinos 4102 - Peles em bruto de ovinos 4103 - Outras peles em bruto (a) Unidade hl t Entrada 1 000 Euros t 2009 Saida 1 000 Euros 4 529 1 243 15 482 44 468 9 671 49 336 8 021 3 057 12 278 46 132 9 526 52 276 1 263 880 189 157 39 832 16 053 16 864 1 524 727 153 370 59 830 18 634 26 578 20 148 7 080 36 100 18 799 27 884 7 047 27 231 20 529 (a) (a) 30 652 2 176 421 66 688 21 256 101 755 20 203 191 951 2 550 006 12 925 136 566 581 915 7 111 (a) (a) (a) (a) 359 846 1 869 1 575 5 112 24 431 765 505 740 1 887 438 148 521 90 764 48 082 539 818 33 043 24 075 11 062 (a) (a) 3 ԥ 5 1 1 198 8 566 1 536 3 323 (a) (a) 552 1 425 2 725 428 11 890 301 515 6 460 (a) 1 712 433 55 023 647 109 34 683 (a) (a) // // // // 1 12 1 3 (a) (a) (a) ԥ // 37 454 6 234 4 206 15 280 3 532 2 // 2 098 16 451 3 973 22 634 1 660 4 785 50 2 534 572 117 2 995 6 090 1 113 15 304 3 073 203 7 422 2 402 30 253 200 445 253 637 6 086 58 552 33 364 15 379 81 959 49 043 2 266 24 652 7 868 5 566 21 970 16 787 68 900 3 378 1 533 5 737 1 822 1 189 1 680 184 195 249 732 5 417 30 440 200 514 55 262 796 12 658 66 451 136 321 10 646 404 74 839 26 653 1 134 221 18 353 895 3 765 1 553 4 743 5 12 24 38 79 // 31 244 4 093 6 954 5 853 752 130 // 21 398 26 561 32 991 26 384 1 477 2 928 // 7 184 1 140 2 150 2 321 3 4 289 // 7 835 9 781 7 419 13 938 44 23 456 31 302 685 663 8 285 1 260 516 8 224 3 131 650 4 788 39 25 4 392 17 462 (continua) Quadros estatísticos Portugal 80 Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2009 (cont.) Portugal Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada SECÇÃO IX - Madeira, carvão vegetal; cortiça Capítulo 44 - Madeira; carvão vegetal 4401 - Lenha em qualquer estado 4402 - Carvão vegetal 4403 - Madeira em bruto Capítulo 45 - Cortiça e suas obras 4501 - Cortiça em bruto 4502 - Cortiça natural 4503 - Obras de cortiça natural SECÇÃO XI - Matérias têxteis e suas obras Capítulo 51 - Lã, pêlos finos ou grossos 5101 - Lã não cardada nem penteada 5102 - Pêlos finos ou grosseiros não cardados Capítulo 52 - Algodão 5201 - Algodão não cardado nem penteado 5202 - Desperdícios de algodão Capítulo 53 - Outras fibras têxteis vegetais 5301 - Linho em bruto SECÇÃO XV- Metais comuns e suas obras Capítulo 82 - Ferramentas, artigos de cutelaria 8201 - Ferramentas manuais para agricultura 8201.10 - Pás 8201.20 - Forquilhas e forcados 8201.30 - Enxadas, sachos, etc. 8201.40 - Machados e ferramentas semelhantes de gume SECÇÃO XVI - Máquinas e aparelhos diversos Capítulo 84 - Máquinas e aparelhos diversos 8432 - Máquinas agrícolas - preparação do solo 8432.10 - Arados e charruas 8432.30 - Semeadores e plantadores 8433 - Máquinas agrícolas - colheita ou debulha 8433.20.10 - Motoceifeiras 8433.51 - Ceifeiras-debulhadoras 8434 - Máquinas ordenhar - lacticínios 8435 - Prensas, esmagadores - fabrico de vinho 8436 - Outras máquinas - agric., avicul., silvicultura 8437 - Máquinas - peneiração, limpeza de cereais SECÇÃO XVII - Material de transporte Capítulo 87 - Tractores e outros veículos 8701.10 - Motocultores 8701.90 - Tractores agrícolas e florestais, rodas 8716.20 - Reboques para usos agrícolas Estatísticas Agrícolas 2010 t Entrada 1 000 Euros t 2009 Saida 1 000 Euros 374 035 72 299 544 348 26 455 9 080 57 176 470 156 3 689 925 096 52 459 1 309 59 567 48 593 2 969 1 588 59 995 6 940 20 263 29 710 2 394 13 419 33 883 7 251 332 001 5 931 48 5 763 1 047 3 420 26 3 595 1 035 34 969 1 427 36 042 772 351 7 236 860 5 514 201 498 6 22 898 214 51 181 60 3 774 439 74 695 188 890 52 4 161 19 3 717 153 63 522 83 4 596 740 139 3 988 71 141 401 421 4 047 269 23 014 1 994 1 241 29 895 1 367 896 9 296 5 215 29 879 2 498 6 246 576 333 885 6 49 201 29 1 785 159 20 799 2 412 255 3 452 70 117 3 903 433 3 077 1 022 217 47 140 447 1 436 94 650 1 027 7 7 086 3 496 64 14 303 4 965 81 Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2010 Portugal 2010 (dados preliminares) Saída t 1 000 Euros Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal Capítulo 1 - Animais vivos 0101 - Gado cavalar 0102 - Gado bovino 0103 - Gado suíno 0104 - Ovinos e caprinos 0105 - Aves de capoeira Capítulo 2 - Carne e miudezas, comestíveis 0201 - Carne de bovino (fresca ou refrigerada) 0202 - Carne de bovino (congelada) 0203 - Carne de suíno 0204 - Carne de ovino e caprino 0206 - Miudezas comestíveis diversas 0207 - Carne e miudezas - aves 0208 - Outras carnes e miudezas 0209 - Toucinho e outras gorduras 0210 - Carne e miudezas em conserva Capítulo 4 - Leite e lacticínios; ovos; mel 04(01 e 02) - Leite e natas 0403 - Leitelho, leites acidificados, etc. 0404 - Soro de leite 0405 - Manteiga 0406 - Queijo e requeijão 04(07e 08) - Ovos e gemas 0409 - Mel natural Capítulo 5 - Produtos de origem animal 0504 - Tripas, bexigas e buchos Capítulo 6 - Plantas vivas 0601 - Bolbos e tubérculos 0602 - Outras plantas vivas 0603 - Flores e seus botões Capítulo 7 - Prod. hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestiveis 0701 - Batatas 0701.10.00 - Batata-semente 0702 - Tomates (frescos ou refrigerados) 0703 - Cebolas e alhos 0704 - Couves, couve-flor, etc. 0705 - Alface e chicórias 0706.10.00 - Cenouras e nabos 0709.90.(31 e 39) e 0710.80.10 - Azeitonas 0711.20 - Azeitonas de conserva 0713 - Legumes de vagem secos 0713.20 - Grão-de-bico 0713.(31, 32, 33 e 39) - Feijão (seco) 0713.50 - Favas 0714 - Raízes (mandioca, outras) 0714.20 - Batatas-doces Capítulo 8 - Frutas; cascas de citrinos; melões 0802.11 - Amêndoas com casca 0802.12 - Amêndoas sem casca 0802.21 - Avelãs com casca 0802.22 - Avelãs sem casca 0802.31 - Nozes com casca 0802.32 - Nozes sem casca 0802.40 - Castanhas 0802.90.50 - Pinhões 0803 - Bananas 0804.20.10 - Figos frescos 0804.20.90 - Figos secos 0804.30 - Ananases 0805 - Citrinos, frescos ou secos 0805.10 - Laranjas 0806.10 - Uvas frescas 0806.20 - Uvas secas 0807 - Melões e melancias 0808.10 - Maçãs 0808.20 - Pêras e marmelos 0808.20.90 - Marmelos 0809.20 - Cerejas 0809.30 - Pêssegos 0809.40 - Ameixas e abrunhos 0810.10 - Morangos frescos 0810.50 - Kiwis 0813.10 - Damascos secos 0813.20 - Ameixas secas t Entrada 1 000 Euros x x x x x x 6 860 139 552 1 942 25 455 x x x x x 202 16 676 17 564 1 132 17 957 x x x x x x x x x 289 538 74 882 243 912 34 121 9 358 84 531 9 539 2 265 37 636 x x x x x x x x x 12 519 2 074 43 604 2 346 4 780 14 781 413 383 15 574 x x x x x x x 130 188 148 630 9 981 37 070 143 164 24 133 3 958 x x x x x x x 135 053 19 118 10 463 64 857 28 080 31 448 5 361 x 38 067 x 39 837 x x x 9 104 51 306 20 245 x x x 1 110 30 777 3 861 x x x x x x x x x x x x x x x 74 984 17 400 22 747 34 303 7 537 4 541 12 818 535 4 336 44 682 9 940 27 898 646 1 541 438 x x x x x x x x x x x x x x x 16 597 2 966 25 152 4 264 6 667 7 868 4 745 1 531 156 21 132 4 766 11 988 27 444 228 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 348 8 966 137 1 048 4 333 8 564 2 363 1 273 76 649 206 2 743 46 378 71 314 47 927 36 396 4 088 45 945 43 585 13 211 391 5 982 32 571 5 324 18 320 9 294 603 1 713 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 362 1 531 15 172 215 363 15 956 16 508 21 378 60 398 24 035 38 731 33 824 4 372 296 2 381 7 473 66 919 2 1 411 4 456 3 694 11 541 6 330 16 154 (continua) Quadros estatísticos Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2010 82 Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2010 (cont.) Portugal Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada Capítulo 9 - Café, chá e especiarias 0901 - Café 0902 - Chá 0904 - Pimenta e pimentos - secos ou em pó 0906 - Canela - casca e flores 0908 - Noz-moscada Capítulo 10 - Cereais 1001 - Trigo 1001.10 - Trigo duro 1002 - Centeio 1003 - Cevada 1004 - Aveia 1005 - Milho 1006 - Arroz 1006.10 - Arroz paddy 1006.20 - Arroz descascado 1006.30 - Arroz semibranqueado ou branqueado 1006.40 - Trincas de arroz 1007 - Sorgo 1008 - Outros cereais 1008.30 - Alpista 1008.90.10 - Triticale Capítulo 11 - Produtos de moagem, malte, etc. 1101 - Farinha de trigo 1101.00.11 - Farinha de trigo duro 1102.10 - Farinha de centeio 1102.20 - Farinha de milho 1102.90 - Outras farinhas (cevada, aveia) 1102.90.50 - Farinha de arroz 1103 - Sêmolas de cereais 1104 - Grãos de cereais (descascados, pelados, etc.) 1105 - Farinha e flocos de batata 1107 - Malte 1108 - Amidos e féculas Capítulo 12 - Sement. e frut. oleaginosos; plant. industriais 1201 - Soja 1202 - Amendoim não torrado 1204 - Sementes de linho 1206 - Sementes de girassol 1207.20 - Sementes de algodão 1209.10 - Sementes de beterraba sacarina 1212.91- Beterraba sacarina 1212.99.30 - Alfarroba (incluindo sementes) Capítulo 15 - Gord. e óleos animais ou vegetais 1501 - Banha e gorduras de aves 1502 - Gorduras de bovinos, ovinos ou caprinos 1507 - Óleo de soja 1508 - Óleo de amendoim 1509 - Azeite 1509.10 - Azeite virgem 1511 - Óleo de palma 1512 - Óleo de girassol, cártamo ou algodão 1517.10 - Margarina (excepto margarina líquida) 1521 - Cera vegetal Capítulo 16 - Preparações de carne, peixe, etc. 1601 - Enchidos e produtos semelhantes 1602 - Conservas de carne, miudezas ou sangue Capítulo 17 - Produtos de confeitaria 1701 - Açucar de cana ou beterraba e sacar., sólido 1701.11 - Açucar de cana 1703.10 - Melaços de cana Capítulo 18 - Cacau e suas preparações 1801 - Cacau em bruto 1804 - Manteiga de cacau 1805 - Cacau em pó, sem açucar 1806 - Chocolate e outros preparados com cacau Capítulo 19 - Preparações de cereais, farinhas, etc. 1902 - Massas alimentícias 1903 - Tapioca e seus sucedâneos 1904 - Produtos à base de cereais t Entrada 1 000 Euros 2010 (dados preliminares) Saída t 1 000 Euros x x x x x 151 935 7 074 4 625 1 101 323 x x x x x 40 974 1 213 506 149 54 x x x x x x x x x x x x x x x 261 791 48 416 4 909 60 043 2 744 253 971 47 144 5 106 32 726 8 822 491 1 060 5 315 2 594 95 x x x x x x x x x x x x x x x 8 673 1 655 0 4 484 90 5 811 12 477 10 196 5 368 6 903 43 753 14 447 x x x x x x x x x x x 12 203 3 825 431 3 346 3 000 116 3 509 3 553 3 162 4 877 8 892 x x x x x x x x x x x 7 891 274 56 1 741 7 332 4 237 1 573 648 261 2 157 468 x x x x x x x // 284 660 5 555 1 631 52 434 1 124 3 8 // x x x x x x x x 9 957 27 5 7 945 19 x 75 1 724 x x x x x x x x x x 3 730 191 86 343 474 160 149 105 536 34 242 53 300 14 894 276 x x x x x x x x x x 4 464 1 339 48 962 66 159 436 103 962 100 30 786 4 936 16 x x 34 588 68 245 x x 54 903 14 325 x x x 181 042 170 473 1 878 x x x 130 319 20 748 x x x x 26 1 131 7 150 150 812 x x x x x 7 97 10 835 x x x 41 795 55 62 199 x x x 12 629 13 6 397 (continua) Estatísticas Agrícolas 2010 83 Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2010 (cont.) Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada Capítulo 20 - Preparações de prod. hortícolas 2001 - Prod. hortícolas, conservados em vinagre 2001.90.65 - Azeitonas em vinagre 2002 - Tomates, conservados sem vinagre 2005 - Hortícolas preparados, não congelados 2005.70 - Azeitonas 2008 - Frutas conservadas Capítulo 21 - Preparações alimentícias diversas 2103 - Preparados para molhos e temperos 2104 - Preparados para caldos e sopas Capítulo 22 - Bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres 2203 - Cerveja de malte 2204 - Vinhos de uvas frescas, mosto 2204.10 - Espumantes e espumosos Em recipiente não superior a 2 litros 2204.21 - Vinho em recipiente não superior a 2 litros 2204.21.32 - Vinho verde branco 2204.21.69 - Vinho do Dão, Bairrada e Douro, tintos 2204.21.78 - Vinho do Alentejo / outros, tintos Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol. 2204.21.89 - Vinho do Porto 2204.21.91 - Vinho da Madeira e moscatel de Setúbal Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol. 2204.21.95 - Vinho do Porto 2204.21.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal Outros vinhos 2204.29 - Outros vinhos Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol. 2204.29.89 - Vinho do Porto 2204.29.91 - V. da Mad. e mosc. de Setúbal Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol. 2204.29.95 - Vinho do Porto 2204.29.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal 2204.30 - Outros mostos de uvas (amuados) 2205 - Vermutes 2206.00 - Outras bebidas fermentadas 2208.20 - Aguardentes de vinho ou de bagaço 2209 - Vinagres Capítulo 23 - Resíduos e desperd. ind. aliment., etc. 2302 - Sêmeas, farelos e outros resíduos 2304 - Bagaços de soja 2306 - Bagaços de óleos vegetais Capítulo 24 - Tabaco 2401 - Tabaco não manufacturado Capítulo 25 - Enxofre 2503 - Enxofre Capítulo 28 - Produtos químicos inorgânicos 2833.25 - Sulfato de cobre Capítulo 31 - Adubos 3102 - Adubos azotados 3103 - Adubos fosfatados 3104 - Adubos potássicos 31(01 e 05) - Outros adubos Capítulo 32 - Extractos tanantes, taninos, etc. 3201 - Extractos tanantes de origem vegetal 3202 - Corantes de origem vegetal ou animal Capítulo 38 - Prod. diversos indúst. químicas 3805.10.10 - Essências de terebentina 3805.10.30 - Essências de pinheiro 3806.10 - Essências de resina 3808.91 - Insecticidas 3808.92 - Fungicidas 3808.93 - Herbicidas 3808.99.10 - Rodenticidas Capítulo 40 - Borracha e sua obras 4001 - Borracha natural Capítulo 41 - Peles e couros 4101 - Peles em bruto de bovinos 4102 - Peles em bruto de ovinos 4103 - Outras peles em bruto t Entrada 1 000 Euros 2010 (dados preliminares) Saída t 1 000 Euros x x x x x x 7 106 2 265 15 843 43 836 7 883 45 753 x x x x x x 1 434 470 153 638 57 600 18 592 33 449 x x 37 862 17 754 x x 25 987 21 555 x x x 18 586 83 907 22 085 x x x 164 823 608 645 7 336 x x x x 27 412 489 436 1 269 x x x x 560 008 36 793 38 577 23 913 x x 536 100 x x 272 226 421 x x 207 147 x x 42 790 204 x 31 486 x 40 628 // x // 55 x x 1 131 1 824 // // x x x x x // // 2 924 17 303 3 829 15 364 1 498 x x x x x x x 438 94 673 1 669 301 7 576 2 705 x x x 11 431 55 854 29 586 x x x 2 139 25 425 10 778 x 22 403 x 56 770 x 2 048 x 1 719 x 2 203 x 8 x x x x 82 991 2 515 19 084 69 418 x x x x 67 666 500 167 43 900 x x 2 136 4 428 x x 23 130 x x x x x x x 59 x 59 150 29 232 33 950 26 768 2 241 x x x x x x x 4 745 59 15 620 9 329 9 574 11 221 20 x 69 475 x 1 214 x x x 9 729 4 213 947 x x x 7 507 941 967 (continua) Quadros estatísticos Portugal 84 Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2010 (cont.) Portugal Entrada/Saída Secções da Nomenclatura Combinada SECÇÃO IX - Madeira, carvão vegetal; cortiça Capítulo 44 - Madeira; carvão vegetal 4401 - Lenha em qualquer estado 4402 - Carvão vegetal 4403 - Madeira em bruto Capítulo 45 - Cortiça e suas obras 4501 - Cortiça em bruto 4502 - Cortiça natural 4503 - Obras de cortiça natural SECÇÃO XI - Matérias têxteis e suas obras Capítulo 51 - Lã, pêlos finos ou grossos 5101 - Lã não cardada nem penteada 5102 - Pêlos finos ou grosseiros não cardados Capítulo 52 - Algodão 5201 - Algodão não cardado nem penteado 5202 - Desperdícios de algodão Capítulo 53 - Outras fibras têxteis vegetais 5301 - Linho em bruto SECÇÃO XV- Metais comuns e suas obras Capítulo 82 - Ferramentas, artigos de cutelaria 8201 - Ferramentas manuais para agricultura 8201.10 - Pás 8201.20 - Forquilhas e forcados 8201.30 - Enxadas, sachos, etc. 8201.40 - Machados e ferramentas semelhantes de gume SECÇÃO XVI - Máquinas e aparelhos diversos Capítulo 84 - Máquinas e aparelhos diversos 8432 - Máquinas agrícolas - preparação do solo 8432.10 - Arados e charruas 8432.30 - Semeadores e plantadores 8433 - Máquinas agrícolas - colheita ou debulha 8433.20.10 - Motoceifeiras 8433.51 - Ceifeiras-debulhadoras 8434 - Máquinas ordenhar - lacticínios 8435 - Prensas, esmagadores - fabrico de vinho 8436 - Outras máquinas - agric., avicul., silvicultura 8437 - Máquinas - peneiração, limpeza de cereais SECÇÃO XVII - Material de transporte Capítulo 87 - Tractores e outros veículos 8701.10 - Motocultores 8701.90 - Tractores agrícolas e florestais, rodas 8716.20 - Reboques para usos agrícolas Estatísticas Agrícolas 2010 t Entrada 1 000 Euros 2010 (dados preliminares) Saída t 1 000 Euros x x x 88 545 10 975 88 541 x x x 67 465 1 592 77 687 x x x 63 603 7 898 18 545 x x x 30 501 6 243 343 372 x x 8 487 706 x x 4 830 1 103 x x 49 170 2 487 x x 1 316 3 575 x 638 x 21 x x x x x 4 361 502 30 603 211 x x x x x 3 516 157 74 664 170 x x x x x x x x x x 25 364 1 655 2 056 33 906 108 185 7 084 4 140 20 329 2 131 x x x x x x x x x x 19 229 1 186 451 4 429 58 83 7 477 405 4 288 1 435 x x x 1 802 105 351 692 x x x 31 4 918 2 655 85 XII - PREÇOS E ÍNDICES DE PREÇOS NA AGRICULTURA Quadro 61 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais Portugal (a) 2008 - 2010 Anos Produtos vegetais Unidade 2008 2009 2010 Cereais (Incluindo Sementes) Trigo mole Trigo duro Centeio Cevada forrageira Cevada para malte Aveia Milho Arroz Outros cereais Plantas industriais Girassol Tabaco em bruto Beterraba: teor real de sacarose Batatas Batata primor Batata de conservação Frutos frescos e de casca rija Maçãs Peras Pêssegos Morangos Ameixas Uvas de mesa Laranjas Tangerinas Limões Melão Meloa Melancia Noz Avelã Amêndoa em casca Castanha Azeitonas de mesa Figo fresco Hortícolas frescos Couve-flor Couve repolho Couve lombardo Alfaces Tomate para consumo em fresco (todos os tipos de produção) Pepinos Pimentos Cenouras Cebolas Feijão verde Vinho de qualidade Generoso VLQPRD Outros vinhos de qualidade: Vinho regional Outro vinho de mesa (granel) Azeite Virgem extra (até 0,8 graus) Virgem (de 0,8 a 2,0 graus) Lampante (superior a 2,0 graus) Plantas e flores Rosa Cravo Gerbera Gladíolo Crisântemo Tulipa Lillium Estrelícia Gipsofila Espargo Plumosus Ruscus Feto ornamental Outros produtos vegetais Dos quais: Batata doce (a) Base 2005 Euros/100 kg « « « « « « « « 20,31 26,51 19,37 18,43 23,01 16,61 15,38 38,37 17,72 13,65 22,80 13,25 13,00 14,44 14,22 13,89 22,54 13,98 14,93 16,57 14,98 13,95 13,98 14,25 20,51 27,18 14,38 « « Euros/1000 kg 49,03 69,74 27,38 25,00 90,18 66,63 28,35 191,75 68,42 Euros/100 kg « 29,58 20,00 27,53 16,71 41,83 24,96 Euros/100 kg « « « « « « « « « « « « « « « « « 65,54 73,82 91,86 290,56 81,59 125,48 41,58 53,58 43,02 32,45 71,33 30,71 262,48 125,83 57,04 152,74 54,13 197,26 57,67 70,78 73,07 289,64 57,90 121,02 31,93 55,73 42,02 20,37 59,79 25,35 312,75 142,35 48,75 109,75 46,34 150,87 59,13 69,14 95,61 275,56 92,43 115,95 44,65 56,39 46,38 39,52 83,10 25,19 285,16 145,00 48,69 134,81 46,16 158,04 Euros/100 kg « « « 61,26 32,03 24,36 46,49 62,65 28,99 23,71 52,38 74,36 34,65 29,00 47,98 « « « « « « 48,45 46,97 63,16 23,36 33,50 136,41 47,35 36,00 61,04 28,56 28,91 134,90 58,55 44,73 75,78 21,79 37,67 139,41 Euros/hl « Euros/hl « 347,32 248,02 206,38 35,71 351,74 250,05 187,81 38,58 357,46 243,28 186,18 38,65 Euros/hl « « 290,42 265,97 248,91 229,47 248,49 187,00 210,99 247,34 155,75 Euros/100 unid. « « « « « « « « « « « 25,72 8,23 16,40 33,98 43,94 32,08 59,74 47,32 21,08 5,85 15,05 13,18 25,40 7,90 14,54 30,83 45,07 35,14 60,59 44,57 22,12 6,51 14,37 12,50 25,81 9,13 17,58 32,91 37,41 29,14 50,87 51,74 30,14 7,44 15,96 11,49 Euros/100 kg 111,61 108,31 97,17 Quadros estatísticos Quadro 61 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais 86 Quadro 62 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais Portugal (a) 2008 - 2010 Quadro 62 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais Anos Animais e produtos animais Bovinos Vitelo 3 a 6 meses Novilho 6 a 8 meses Novilha 6 a 8 meses Novilho 8 a 12 meses Novilha 8 a 12 meses Novilho 12 a 18 meses Novilha 12 a 18 meses Vaca de Refugo Suínos Suínos até 25 kg Leitões Porco ( Cat.E) Ovinos e caprinos Borrego até 28 kg Borrego de peso superior 28 kg Ovelha de refugo Cabrito Cabra de refugo Aves de capoeira Frango - 1,8 Kg Galinhas Peru Outros animais Coelho Leite em natureza Leite cru de vaca (teor real de MG) Leite cru de ovelha Leite cru de cabra Outros produtos animais Dos quais: Ovos (a) Base 2005 Estatísticas Agrícolas 2010 Unidade 2008 2009 2010 Euros/cab Euros/100 kg pv « « « Euros/100 kg pc « « 359,37 190,76 175,05 196,73 225,68 285,74 305,69 135,94 348,24 232,97 210,95 195,33 182,42 306,76 324,41 146,14 368,37 243,78 217,17 199,47 185,12 312,24 327,46 149,49 Euros/100 kg pv Euros/100 kg pc 221,26 159,43 248,23 159,72 286,72 163,53 Euros/100 kg pv « Euros/cab « Euros/cab 283,12 180,20 13,93 453,04 22,23 287,87 197,47 13,51 432,66 22,65 272,83 194,31 13,02 411,07 22,05 Euros/100 kg pv « « 92,85 54,52 141,35 90,67 54,81 134,33 94,24 43,24 128,88 Euros/100 kg pv 165,21 166,62 165,61 « « « 36,22 92,25 45,47 29,31 93,94 53,26 28,98 94,20 52,55 Euros/100 unid. 6,72 7,20 6,63 87 Quadro 63 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas Portugal 2008 - 2010 Anos Produtos agrícolas Índice Base (2005 = 100) 2009 2008 2010 TOTAL PRODUÇÃO VEGETAL Cereais (Incluindo Sementes) Trigo mole Trigo duro Cevada forrageira Cevada para malte Aveia Milho Arroz Outros cereais Plantas industriais Dos quais: Girassol Beterraba: teor real de sacarose Tabaco bruto Plantas forrageiras Das quais: Palha Vegetais e produtos horticolas Hortícolas frescos Dos quais: Alfaces Couve-flor Couve repolho Couve lombardo Tomate para consumo em fresco Cenouras Feijão verde Cebolas Pepinos Pimentos Plantas e flores Das quais: Rosa Cravo Gerbera Crisântemo Lilium Gipsofila Espargo plumosus Ruscus Limonium Batata de consumo Batata primor Batata de conservação Frutos Frutos frescos (excl.citrinos, uvas, azeitonas e frutos tropicais) Dos quais: Maçãs Peras Pêssegos Outros frutos frescos e secos Citrinos Dos quais: Laranjas Tangerinas Limões Frutos tropicais Uvas Azeitonas Vinhos Vinho de qualidade Dos quais: Generoso VLQPRD Outros vinhos de qualidade: Vinho de mesa Azeite Outros produtos vegetais Dos quais: Materiais para entrançar Outros produtos vegetais PRODUÇÃO ANIMAL Animais Vitelos Bovinos adultos Suínos Ovinos e caprinos Aves Dos quais: Frangos Galinhas Outras aves Outros animais Leite em natureza Dos quais: Leite de vaca a teor real Leite de ovelha a teor real Leite de cabra a teor real Ovos Outros produtos animais PRODUÇÃO DE BENS AGRÍCOLAS 110,4 145,3 165,9 189,6 152,4 170,3 95,0 108,2 190,6 141,5 75,1 268,8 53,7 138,5 51,0 51,0 107,6 108,4 86,4 107,7 92,9 84,3 93,8 114,7 102,3 156,1 156,1 141,7 102,5 119,0 100,2 96,2 98,7 86,2 118,1 95,4 90,2 92,2 133,9 112,0 140,4 115,1 118,3 103,5 109,3 111,5 163,1 107,5 106,9 81,4 97,7 112,0 111,7 127,1 137,1 126,1 179,0 72,2 72,2 103,5 103,7 95,2 110,1 84,1 82,0 91,1 140,3 101,3 133,9 80,9 138,8 102,6 117,5 96,2 85,3 100,9 89,6 123,9 106,2 86,1 67,9 114,3 104,2 117,3 102,4 104,1 112,2 132,5 121,9 118,5 115,4 103,5 81,5 144,3 135,0 114,9 144,2 155,4 129,5 381,1 55,9 55,9 121,3 124,0 87,2 130,7 100,5 100,3 112,6 107,0 104,6 175,9 100,6 173,4 104,2 119,4 111,2 103,2 93,0 77,8 168,9 121,4 95,6 87,2 171,3 158,3 175,2 108,6 113,5 118,1 117,3 130,0 116,6 117,2 115,8 117,2 101,3 123,2 125,7 85,7 105,7 105,8 102,0 108,6 105,2 86,7 97,9 92,9 98,0 113,5 108,7 105,7 125,1 101,7 97,7 111,1 108,9 101,2 122,5 97,8 119,0 119,7 98,1 110,0 139,3 116,6 111,7 104,5 112,4 103,4 98,9 98,8 88,9 117,7 98,9 106,9 120,3 72,0 104,9 106,6 103,3 109,1 99,8 72,0 94,2 92,9 94,2 107,2 109,6 97,1 133,8 102,2 103,4 108,2 106,4 100,9 117,5 98,6 97,2 96,9 99,9 128,8 149,1 108,5 105,0 106,7 109,8 135,2 118,1 121,6 124,3 117,0 109,2 109,4 118,1 63,9 104,2 105,9 105,0 106,5 99,3 67,7 88,4 92,9 88,3 108,5 111,7 100,3 136,0 105,2 100,3 109,8 110,6 79,0 113,7 98,0 96,1 95,8 100,1 127,1 153,4 139,1 110,7 Quadros estatísticos Quadro 63 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas 88 Quadro 64 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - adubos Quadro 64 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - adubos Portugal (a) 2008 - 2010 Anos Unidade Adubos ADUBOS ELEMENTARES Adubos azotados Sulfato de amónio (20,5% N) Nitrato de amónio (27% N) Nitrato de amónio (20,5% N) Ureia (46%) Adubos fosfatados Superfosfato (18% P 2 0 5) Adubos potássicos Cloreto de potássio (60% K 2 0) ADUBOS COMPOSTOS Adubos binários ( N P ) Adubos binários: 20-20-0 Adubos ternários ( N P K ) Adubos ternários: 15-15-15 Adubos ternários: 1-2-2 2008 2009 2010 Euros/100 kg N « « « 163,47 136,81 172,14 114,24 141,12 121,99 153,00 80,24 121,10 115,14 144,54 84,12 Euros/100 kg P2 05 198,63 187,21 137,60 Euros/100 kg K2 0 95,69 122,23 76,88 Euros/100 kg 56,22 45,23 38,81 Euros/100 kg « 56,30 46,78 51,61 45,79 41,84 35,31 (a) Base 2005 Quadro 65 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia Quadro 65 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia Portugal (b) 2008 - 2010 Anos Unidade Combustíveis e energia Gasóleo colorido Electricidade (a) 2008 Euros/100 litros Euros/100kWh 2009 75,32 12,38 2010 56,65 12,34 68,70 13,00 (a) Inclui a taxa de potência. (b) Base 2005 Quadro 66 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas Portugal (a) 2008 - 2010 Anos Sementes seleccionadas Unidade 2008 2009 2010 Cereais Trigo mole Trigo duro Cevada forrageira Cevada para malte Aveia Triticale Milho Arroz Euros/100 kg « « « « « « « 45,51 52,20 44,99 39,23 50,00 41,02 710,56 69,25 39,90 50,19 40,65 39,19 59,28 42,52 618,26 77,98 37,75 37,62 38,38 34,27 44,44 40,94 649,42 70,18 Forragens de cereais Forragens de leguminosas Euros/100 kg « 198,2 139,52 207,7 148,97 164,21 146,06 Nacional Importada Euros/100 kg « 60,75 57,92 x 51,18 x 51,64 Quadro 66 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas Forragens Batata-semente (a) Base 2005 Estatísticas Agrícolas 2010 89 Quadro 67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - alimentos para animais Portugal (a) 2008 - 2010 Anos Alimentos para animais ALIMENTOS COMPOSTOS Para aves Pintos para postura Frangas em recria Frangos de carne Galinhas poedeiras Galinhas reprodutoras Para bovinos Vitelos Vacas leiteiras Para suínos Porcos em crescimento Porcos em engorda Porcas em gestação Porcas em lactação Unidade 2008 2009 2010 Quadro 67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - alimentos para animais Euros/100 kg « « « « 38,55 36,53 42,32 37,34 36,30 36,04 33,37 39,50 33,82 33,34 36,09 33,09 39,84 34,94 35,22 Euros/100 kg « 37,33 36,27 35,29 32,64 35,89 33,04 Euros/100 kg « « « 41,14 39,61 36,03 37,46 36,96 35,28 31,34 33,08 38,52 37,04 32,45 33,56 Quadro 68 - Índice de preços de meios de produção na agricultura Portugal 2008 - 2010 Anos Bens e serviços Consumo Corrente e de Investimento Bens e serviços de consumo corrente na agricultura Dos quais: Sementes e plantas Energia e lubrificantes Adubos e correctivos do solo Alimentos para animais Despesas veterinárias Manutenção de materiais Manutenção de edifícios Outros bens e serviços Bens e serviços de investimento na agricultura Dos quais: Maquinaria e outro equipamento Motocultivadores e outro material de 2 rodas Máquinas e material para cultura Equipamento de transporte Tractores Outros veículos Edifícios Índice Base (2005 = 100) 2009 2008 2010 128,1 124,7 125,3 101,9 130,4 194,0 139,5 102,8 113,3 108,5 118,9 112,3 105,2 109,2 172,6 126,1 105,2 112,3 113,9 125,8 112,6 103,1 125,1 149,4 127,0 105,4 111,8 116,0 124,7 113,8 115,5 105,4 116,1 110,3 109,0 116,5 108,0 114,0 108,9 116,6 113,2 112,5 116,8 108,9 115,2 110,4 118,1 113,8 113,1 116,9 111,4 Quadro 68 - Indice de preços de meios de produção na agricultura Quadros estatísticos (a) Base 2005 90 XIII - BALANÇOS DE APROVISIONAMENTO Quadro 69 - Balanços de aprovisionamento das carnes Portugal 2008 - 2010 Unidade: 103 t Rubricas Produtos Anos Comércio internacional de animais vivos Produção indígena Entrada bruta Produção Saída Comércio internacional de carnes Entrada Saída Recursos disponíveis Variação de existên cias Utilização interna Da qual: Consumo humano Total Capitação (kg) Grau de auto-aprovisionamento (%) Quadro 69 - Balanços de aprovisionamento das carnes Total de carnes 2008 2009 2010 (Po) 880 873 871 95 98 87 25 36 15 950 935 943 323 346 339 79 78 70 1 194 1 203 1 212 2 -2 5 1 192 1 205 1 207 1 192 1 205 1 207 112,1 113,3 113,3 73,8 72,4 72,2 2008 2009 2010 (Po) 112 106 95 3 3 1 6 6 3 109 103 93 106 110 143 4 8 6 211 205 230 4 -2 15 207 207 215 207 207 215 19,5 19,5 20,2 54,1 51,2 44,2 (Po) 332 318 331 86 90 83 14 12 6 404 396 408 150 161 125 55 51 45 499 506 488 -5 -2 -10 504 508 498 504 508 498 47,4 47,8 46,8 65,9 62,6 66,5 (Po) 23 19 20 1 ԥ ԥ 1 ԥ ԥ 23 19 20 8 10 7 1 ԥ 1 30 29 26 ԥ ԥ ԥ 30 29 26 30 29 26 2,8 2,7 2,4 76,7 65,5 76,9 (Po) ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ 0,0 0,0 0,0 75,2 76,7 100,7 (Po) 325 346 342 2 2 2 2 15 5 325 333 339 40 47 47 8 8 10 357 372 376 3 2 ԥ 354 370 376 354 370 376 33,3 34,8 35,3 91,8 93,5 91,0 (Po) 25 23 23 3 3 1 2 3 1 26 23 23 7 8 8 1 3 1 32 28 30 ԥ ԥ ԥ 32 28 30 32 28 30 3,0 2,6 2,8 78,1 82,1 76,7 (Po) 63 61 60 // // // // // // 63 61 60 12 10 9 10 8 7 65 63 62 ԥ ԥ ԥ 65 63 62 65 63 62 6,1 5,9 5,8 96,9 96,8 96,8 Bovinos Suínos 2008 2009 2010 Ovinos e caprinos 2008 2009 2010 Equídeos 2008 2009 2010 Animais de capoeira 2008 2009 2010 Outros animais 2008 2009 2010 Miudezas 2008 2009 2010 Estatísticas Agrícolas 2010 91 de aprovisionamento do leite e produtos lácteos QuadroQuadro 7070 -- Balanços Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos Portugal Rubricas Produtos Anos Unidade: 103 t VariaUtilização interna Recurção sos de Da qual: dispoConsuAlimenexisTotal níveis tação mo tênhumano animal cias Comércio internacional Produção utilizável Entrada Saída Capitação (kg) 2008 - 2010 Grau de auto-aprovisionamento (%) 2008 2009 2010 (Po) Leites acidificados (incluindo iogurtes) 2008 2009 2010 (Po) Bebidas à base de leite 2008 2009 2010 (Po) Outros produtos frescos (inclui nata) 2008 2009 2010 (Po) Leite em pó gordo e meio gordo 2008 2009 2010 (Po) Leite em pó magro 2008 2009 2010 (Po) Manteiga 2008 2009 2010 (Po) Queijo 2008 2009 2010 (Po) Queijo fundido 2008 2009 2010 (Po) 1 058 1 006 995 227 203 152 280 279 227 1 005 930 920 20 -10 -4 985 940 924 50 35 30 931 901 890 87,2 84,7 83,6 107,4 107,0 107,7 105 109 116 134 160 122 13 16 16 226 253 222 ԥ ԥ ԥ 226 253 222 // // // 218 242 215 20,4 22,8 20,2 46,5 43,1 52,3 72 69 71 10 9 7 2 1 1 80 77 77 1 ԥ ԥ 79 77 77 // // // 79 77 77 7,4 7,2 7,2 91,1 89,6 92,2 17 17 18 5 8 4 2 2 1 20 23 21 ԥ ԥ ԥ 20 23 21 // // // 20 23 21 1,9 2,2 2,0 85,0 73,9 85,7 8 8 10 13 11 9 11 14 15 10 5 4 1 ԥ ԥ 9 5 4 // // // 9 5 4 0,8 0,5 0,4 88,9 160,0 250,0 10 12 9 13 7 7 1 5 5 22 14 11 5 -1 -5 17 15 16 4 2 2 13 13 14 1,2 1,2 1,3 58,8 80,0 56,3 30 29 27 6 8 7 20 15 21 16 22 13 ԥ 5 ԥ 16 17 13 // // // 16 17 13 1,5 1,6 1,2 187,5 170,6 207,7 78 76 78 36 38 30 6 6 7 108 108 101 1 ԥ ԥ 107 108 101 // // // 107 108 101 10,0 10,2 9,5 72,9 70,4 77,2 ԥ ԥ ԥ 4 6 6 ԥ ԥ ԥ 4 6 6 ԥ ԥ ԥ 4 6 6 // // // 4 6 6 0,4 0,6 0,6 // // // Quadro 71 - Balanços de aprovisionamento dos ovos Portugal 2008 - 2010 Unidade: 103 t Rubricas Produção utilizável Anos Comércio internacional Entrada Saída Recursos Variação de disponíveis existências Utilização interna Da qual: Total Consumo Incubação humano Grau de autoCapitação -aprovisiona(kg) mento (%) Quadro 71 - Balanços de aprovisionamento dos ovos 2008 2009 2010 (Po) 124 124 131 17 25 16 16 20 16 125 129 131 ԥ ԥ ԥ 125 129 131 21 25 23 94 95 99 8,8 8,9 9,3 99,2 96,1 100,0 Quadro 72 - Balanços de aprovisionamento do vinho Portugal 2007/2008 - 2009/2010 Utilização interna Grau de autoRecursos Variação de Capitação Da qual: -aprovisionadisponíveis existências Total Utilização Consumo (litros) mento (%) Industrial humano Unidade: 103 hl Rubricas Comércio internacional Produção utilizável Entrada Saída Quadro 72 - Balanços de aprovisionamento do vinho Campanhas (a) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) 6 073 5 620 5 872 1 267 1 587 1 352 (a) Período de referência: Agosto do ano n a Julho do ano n+1 3 074 2 365 2 181 14 463 14 193 14 173 -846 -99 -445 5 112 4 941 5 473 526 411 778 4 568 4 514 4 695 45,4 44,9 44,1 118,8 113,7 107,3 Quadros estatísticos Leites 92 Quadro 73 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) Portugal Unidade: 103 t Rubricas Produção utilizável Produtos Campanhas (a) Total de cereais 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Trigo total 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Trigo duro 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Trigo mole 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Centeio 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Cevada 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Aveia 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Milho 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Outros cereais (b) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Comércio internacional Entrada Saída Recursos Variação disponívei de s existências 2007/2008 - 2009/2010 Utilização interna Grau de Capitação auto-aproviDa qual: Total Alimentação Consumo (kg) sionament animal humano o (%) (Po) 902 1 164 915 3 931 4 003 4 052 368 334 421 4 465 4 833 4 546 -6 73 109 4 472 4 759 4 436 2 614 2 869 2 559 1 352 1 371 1 377 127,3 129,0 129,4 20,2 24,5 20,6 (Po) 102 203 102 1 371 1 936 1 973 166 199 218 1 307 1 940 1 857 -77 70 66 1 384 1 870 1 791 165 625 540 1 173 1 187 1 197 110,5 111,7 112,5 7,4 10,9 5,7 (Po) 2 7 13 214 396 493 24 38 40 192 365 466 15 20 90 177 345 376 15 170 190 156 161 170 14,7 15,2 16,0 1,1 2,0 3,5 Quadro 73 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) (Po) 100 196 89 1 157 1 540 1 480 142 161 178 1 115 1 575 1 391 -92 50 -24 1 207 1 525 1 415 150 455 350 1 017 1 026 1 027 95,8 96,5 96,5 8,3 12,9 6,3 (Po) 23 22 19 26 30 32 1 ԥ ԥ 48 52 51 0 3 3 48 49 48 1 1 1 43 44 43 4,0 4,1 4,0 47,9 44,9 39,6 (Po) 81 100 73 229 446 587 13 33 103 297 513 557 -48 60 70 345 453 487 160 250 280 8 12 12 0,8 1,1 1,1 23,5 22,1 15,0 (Po) 62 92 57 16 19 27 ԥ 3 1 78 108 83 2 6 4 76 102 79 56 80 58 13 15 14 1,2 1,4 1,3 81,6 90,2 72,2 (Po) 605 700 632 2 131 1 498 1 396 172 83 79 2 564 2 115 1 949 88 -69 -35 2 476 2 184 1 984 2 100 1 820 1 640 112 110 108 10,5 10,4 10,2 24,4 32,1 31,9 (Po) 29 47 32 158 74 37 16 16 20 171 105 49 29 3 1 143 101 47 132 93 40 3 3 3 0,3 0,3 0,3 20,3 46,5 68,1 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. (b) Inclui: sorgo, triticale e outros cereais n. e.. Estatísticas Agrícolas 2010 93 74 - Balanços de aprovisionamento do arroz Quadro 74Quadro - Balanços de aprovisionamento do arroz Portugal 2007/2008 - 2009/2010 Grau de Utilização interna CapiRecurso Variação Produção Da qual: autotação s dispode utilizável Total Semen- Transformaçã Consumo Alimentaçã aprovisiona(kg) Entrada Saída níveis existências teira o industrial humano o animal mento (%) Unidade: 103 t Produtos Campanhas (a) Arroz em casca 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Arroz em película 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Arroz branqueado e semi-branqueado (total) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Arroz branqueado e semi-branqueado (longo) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Arroz branqueado e semi-branqueado (curto e médio) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Trincas de arroz 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Comércio internacional 156 151 157 9 5 14 ԥ 19 1 165 137 170 23 -7 23 142 144 147 4 4 4 135 137 140 // // // // // // // // // 109,9 104,9 106,8 108 110 112 108 115 87 ԥ ԥ ԥ 216 225 199 14 20 -5 94 95 92 // // // 90 92 90 // // // // // // // // // 114,9 115,8 121,7 147 149 150 24 13 12 3 3 7 168 159 155 5 -7 -7 163 166 162 // // // // // // 160 164 160 // // // 15,1 15,5 15,1 90,2 89,8 92,6 143 146 146 23 5 4 2 ԥ ԥ 164 151 150 5 -7 -7 159 158 157 // // // // // // 156 156 155 // // // 14,7 14,7 14,6 89,9 92,4 93,0 4 3 4 1 8 8 1 3 7 4 8 5 ԥ ԥ ԥ 4 8 5 // // // // // // 4 8 5 // // // 0,4 0,8 0,5 100,0 37,5 80,0 28 28 28 2 2 1 4 11 10 26 19 19 3 -3 -1 23 22 20 // // // // // // 21 21 19 1 1 1 2,0 1,9 1,8 121,7 127,3 140,0 (a) Período de referência: Setembro do ano n a Agosto do ano n+1. Quadro 75 - Balanços de aprovisionamento da batata Portugal 2007/2008 - 2009/2010 Unidade: 103 t Rubricas Produtos Campanhas (a) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Comércio internacional Produção utilizável 657 567 570 Entrada Saída 479 690 528 89 139 114 Recursos Variação de disponíveis existências 1 047 1 118 984 10 50 -60 Utilização interna Da qual: Total Consumo Sementeira humano 1 037 1 068 1 044 56 55 51 961 987 974 Capitaçã o (kg) Grau de autoaprovisionamento (%) 90,5 92,9 91,6 63,4 53,1 54,6 Quadro 75 - Balanços de aprovisionamento da batata (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. Quadros estatísticos Rubricas 94 Quadro 76 - Balanços de aprovisionamento dos frutos Portugal Unidade: 103 t 2007/2008 - 2009/2010 Grau de Utilização interna Capitação Da qual: autoTotal (kg) Consumo aprovisionaPerdas humano mento (%) Quadro 76 - Balanços de aprovisionamento dos frutos Rubricas Produção utilizável Produtos Campanhas (a) Total de frutos 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Frutos frescos, excluindo citrinos 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Citrinos 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Frutos de casca rija 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Frutos secados 2007/2008 2008/2009 2009/2010 Comércio internacional Entrada Saída Recursos Variação de disponívei existências s (Po) 897 915 1 028 719 837 741 238 303 350 1 378 1 449 1 419 -6 17 -17 1 384 1 432 1 436 112 113 110 1 261 1 308 1 315 118,7 123,0 123,5 64,8 63,9 71,6 (Po) 573 618 708 570 651 573 176 235 282 967 1 034 999 -5 15 -15 972 1 019 1 014 70 75 72 891 933 931 83,9 87,8 87,5 59,0 60,6 69,8 (Po) 281 256 281 113 139 124 53 55 53 341 340 352 ԥ ԥ ԥ 341 340 352 40 36 37 301 304 315 28,3 28,6 29,6 82,4 75,3 79,8 (Po) 40 38 36 30 40 37 9 13 15 61 65 58 -1 2 -2 62 63 60 2 2 1 60 61 59 5,7 5,7 5,5 64,5 60,3 60,0 (Po) 3 3 3 6 7 7 ԥ ԥ ԥ 9 10 10 ԥ ԥ ԥ 9 10 10 ԥ ԥ ԥ 9 10 10 0,8 0,9 0,9 33,3 30,0 30,0 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1). Quadro 77 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie. Balanços de mercado Portugal 2007/2008 - 2009/2010 Utilização interna Da qual: Total Consumo Perdas humano Unidade: 103 t Rubricas Comércio internacional Saídas da agricultura Produtos Campanhas (a) Entrada Recursos disponíveis Saída Variação de existências Maçã 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) 222 215 252 92 98 71 14 20 30 300 293 293 ԥ -1 ԥ 300 294 293 14 10 10 286 284 283 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) 127 176 224 23 29 24 52 80 91 98 125 157 -10 ԥ 15 108 125 142 10 13 15 98 112 127 Pêra Pêssego Quadro 77 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie. Balanços de mercado 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) 48 45 49 36 44 41 1 2 5 83 87 85 ԥ ԥ ԥ 83 87 85 5 5 5 78 82 80 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) 39 37 30 47 61 60 2 7 8 84 91 82 ԥ ԥ ԥ 84 91 82 8 7 6 76 84 76 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) 190 160 181 72 68 102 39 45 46 223 183 237 ԥ ԥ ԥ 223 183 237 9 7 10 214 176 227 Uva de mesa Laranja (a) Período de referência: Abril do ano n a Março do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1). Estatísticas Agrícolas 2010 95 Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas QuadroQuadro 78 78- - Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas Portugal 2007/2008 - 2009/2010 Utilização interna Grau de Recursos Capitação Variação de Da qual: autodisponívei (kg) existências Total Alimentação Consumo aprovisionas mento (%) animal humano Unidade: 103 t Rubricas Comércio internacional Produção utilizável Produtos Campanhas (a) Total de leguminosa secas 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Feijão seco 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Grão-de-bico 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Outras leguminosas secas 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Entrada Saída 8 7 8 70 69 69 17 19 24 61 57 53 3 ԥ -3 58 57 56 10 12 13 47 44 42 4,4 4,1 3,9 13,8 12,3 14,3 4 3 3 46 42 42 10 12 14 40 33 31 3 -1 -2 37 34 33 // // // 37 34 33 3,5 3,2 3,1 10,8 8,8 9,1 1 1 1 12 13 12 3 3 5 10 11 8 ԥ 1 -1 10 10 9 // // // 10 10 9 0,9 0,9 0,8 10,0 10,0 11,1 3 3 4 12 14 15 4 4 5 11 13 14 ԥ ԥ ԥ 11 13 14 10 12 13 // // // // // // 27,3 23,1 28,6 Quadro 79 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos Portugal Unidade: 103 t Rubricas Comércio internacional Produção utilizável Entrada Recursos Variação de disponíveis existências Saída Total Anos Total de sementes e frutos oleaginosos 2007 437 1 570 2008 317 1 532 496 1 322 2009 (Po) Girassol 2007 14 154 2008 16 206 13 199 2009 (Po) Soja x 1 262 2007 2008 x 1 190 2009 (Po) x 905 Azeitona 2007 344 14 2008 245 21 367 17 2009 (Po) Outros grãos e frutos oleaginosos (a) 2007 79 140 2008 56 115 116 201 2009 (Po) 2007 - 2009 Utilização interna Grau de Capitaçã Da qual: autoo (kg) aprovisionaAlimentação Transformação mento (%) animal industrial 46 71 73 1 961 1 778 1 745 -8 42 26 1 969 1 736 1 718 75 67 73 1 857 1 637 1 617 2,1 1,7 1,6 22,2 18,3 28,9 ԥ 2 19 168 220 193 26 48 23 142 172 170 // // // 140 170 168 // // // 9,9 9,3 7,6 15 31 28 1 247 1 159 877 -23 1 3 1 270 1 158 874 75 67 73 1 183 1 079 792 // // // // // // Quadro 79 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos 24 30 23 334 236 361 -11 -7 0 345 243 361 // // // 331 231 352 1,3 1,1 0,8 99,7 100,8 101,7 7 8 3 212 163 314 ԥ ԥ ԥ 212 163 313 ԥ ԥ ԥ 203 157 305 0,8 0,6 0,8 37,3 34,4 37,1 (a) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outros grãos e frutos oleaginosos. Quadros estatísticos (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. 96 Quadro 80 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos Portugal 2007 - 2009 Grau de Utilização interna Capitaçã Recursos Variação de Da qual: autodisponíveis existências Total Transformaçã Consumo o (kg) aprovisionamento (%) o industrial humano Unidade: 103 t Rubricas Comércio internacional Quadro 80 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos Anos Produção utilizável (a) Entrada Total de gorduras e óleos vegetais 2007 364 2008 341 355 2009 (Po) Óleo de girassol 2007 63 2008 77 76 2009 (Po) Óleo de soja x 2007 2008 x 2009 (Po) x Azeite 2007 44 2008 37 56 2009 (Po) Outras gorduras e óleos vegetais brutos (b) 2007 58 2008 46 90 2009 (Po) Saída 264 320 343 221 204 172 407 457 526 16 10 43 391 447 483 28 28 31 196 220 224 18,6 20,7 21,1 15,1 10,7 16,1 82 77 80 69 49 41 76 105 115 -10 -8 0 86 113 115 7 6 12 77 98 98 7,3 9,2 9,2 7,0 6,2 5,2 22 51 54 79 73 42 142 159 145 11 2 -2 131 157 147 2 5 1 26 27 30 2,5 2,5 2,8 // // // 75 82 78 43 49 55 76 70 79 5 -1 7 71 71 72 // // // 71 71 72 6,7 6,7 6,8 62,0 52,1 77,8 85 110 131 30 33 34 113 123 187 10 17 38 103 106 149 19 17 18 22 24 24 2,1 2,3 2,3 8,7 3,8 10,7 (a) De acordo com a metodologia comunitária apenas se considera produção utilizável a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais. (b) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outras gorduras e óleos vegetais. Quadro 81 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados Quadro 81 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados Portugal 2007 - 2009 Utilização interna Grau de Recursos Variação de Da qual: Capitaçã autodisponíveis existências Total Consumo o (kg) aprovisionamento (%) humano Unidade: 103 t Rubricas Comércio internacional Produção utilizável Entrada Saída Anos Margarinas e outros óleos e gorduras preparados 2007 37 2008 39 39 2009 (Po) 15 17 14 1 3 4 51 53 49 -4 -2 0 55 55 49 55 55 49 5,2 5,2 4,6 67,3 70,9 79,6 Quadro 82 - Balanços de aprovisionamento do açúcar Portugal Unidade: 103 t Rubricas Produção utilizável Comércio internacional Recursos disponíveis Variação de existências 2007/2008 - 2009/2010 Utilização interna Grau de autoCapitação Da qual: aprovisionaTotal (kg) Consumo humano mento (%) (b) Quadro 82 - Balanços de aprovisionamento do açúcar Campanhas (a) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) 504 501 528 Entrada 121 233 208 Saída 235 303 320 390 431 416 12 30 20 378 401 396 369 390 385 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. (b) Para o cálculo do grau de auto-aprovisionamento apenas se considera a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais. Estatísticas Agrícolas 2010 34,8 36,7 36,2 9,3 4,2 1,0 97 Quadro 83 - Balanços de aprovisionamento do mel Portugal Unidade: 103 t Rubricas Comércio Produção utilizável Entrada Variação Recursos de disponíveis existências Saída Campanhas (a) 2007/2008 - 2009/2010 Utilização interna Grau de Da qual: Capitação autoTotal Consumo (kg) aprovisionamento (%) humano Quadro 83 - Balanços de aprovisionamento do mel 2007/2008 2008/2009 2009/2010 7 7 7 (Po) 2 2 1 1 2 1 ԥ ԥ ԥ 8 7 7 8 7 7 8 7 7 0,8 0,7 0,7 87,5 100,0 100,0 Quadro 84 - Balanços de aprovisionamento dos melaços Quadro 84 - Balanços de aprovisionamento dos melaços Portugal Unidade: 103 t Rubricas Campanha (a) 2007/2008 2008/2009 2009/2010 (Po) Produção utilizável (b) Comércio internacional Entrada 25 19 16 (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. 82 73 55 Recursos disponíveis Saída 11 10 6 96 82 65 Variação de existências -31 1 6 Total 127 81 59 2007/2008 - 2009/2010 Utilização interna Grau de autoDa qual: aprovisionaAlimentação Utilização mento (%) animal industrial 90 44 22 36 36 36 19,7 23,5 27,1 Quadros estatísticos (a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1. 98 XIV - BALANÇA ALIMENTAR PORTUGUESA Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares Portugal Rubricas 1990 - 2008 (Po) Comércio internacional Variação Disponível para abastecimento Capitação Grau de autoCapitação Do qual : de Produção edível aprovisionaEntrada Saída bruta anual Consumo existên- Total Alimentação anual mento animal humano bruto cias 10 3 t kg % Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa Produtos alimentares Grupos de produtos Anos Cereais e arroz 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Raízes e tubérculos 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Açúcares 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Leguminosas secas 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 1 454 1 822 1 420 1 524 1 692 1 448 1 669 1 558 1 446 1 698 1 647 1 339 1 526 1 248 1 415 848 1 253 1 111 1 355 1 851 1 492 2 229 2 381 2 575 2 623 2 803 2 912 3 403 3 357 3 111 3 622 3 751 3 522 3 572 4 015 3 671 3 837 3 948 56 87 78 83 60 137 135 216 167 197 179 213 375 246 335 396 402 393 298 -42 -35 96 130 196 39 124 52 235 343 136 205 237 -129 -50 -152 75 46 126 3 291 3 262 3 475 3 692 4 011 3 895 4 213 4 202 4 447 4 515 4 443 4 543 4 665 4 653 4 702 4 618 4 447 4 510 4 880 1 374 1 414 1 597 1 786 2 056 1 959 2 208 2 232 2 455 2 467 2 374 2 487 2 571 2 520 2 563 2 494 2 388 2 466 2 795 1 429 1 410 1 465 1 476 1 471 1 453 1 503 1 498 1 518 1 554 1 566 1 586 1 606 1 596 1 594 1 594 1 603 1 609 1 632 144,6 143,1 146,9 147,8 147,1 144,9 149,5 148,5 150,0 152,8 153,2 154,0 154,9 152,8 151,8 151,1 151,5 151,7 153,6 114,2 113,0 116,6 117,0 115,8 114,2 117,8 117,1 118,5 120,5 120,8 121,6 122,3 120,9 120,2 119,3 119,8 120,0 121,5 44,2 55,9 40,9 41,3 42,2 37,2 39,6 37,1 32,5 37,6 37,1 29,5 32,7 26,8 30,1 18,4 28,2 24,6 27,8 1 371 1 449 1 612 1 361 1 398 1 449 1 223 889 960 977 771 722 809 764 798 598 639 685 595 809 932 745 726 733 544 519 630 616 576 640 642 489 513 617 451 479 521 486 10 11 11 14 34 41 33 29 33 49 32 38 51 34 58 39 42 57 61 -51 52 48 -79 44 49 -6 -62 53 48 4 -16 -27 3 75 -76 -21 29 -29 2 221 2 318 2 298 2 152 2 053 1 903 1 715 1 552 1 490 1 456 1 375 1 342 1 274 1 240 1 282 1 085 1 098 1 119 1 049 541 545 454 433 385 319 262 243 182 205 205 187 137 149 182 99 45 62 44 1 495 1 518 1 575 1 567 1 487 1 418 1 308 1 198 1 195 1 151 1 076 1 073 1 056 1 013 1 022 921 987 989 944 151,3 154,0 158,0 157,0 148,6 141,4 130,1 118,7 118,0 113,2 105,2 104,2 101,8 97,0 97,3 87,3 93,2 93,2 88,8 131,4 133,8 137,2 136,4 129,0 122,8 113,0 103,0 102,4 98,2 91,3 90,5 88,4 84,2 84,5 75,7 80,9 81,0 77,1 61,7 62,5 70,1 63,2 68,1 76,1 71,3 57,3 64,4 67,1 56,1 53,8 63,5 61,6 62,2 55,1 58,2 61,2 56,7 360 340 333 340 340 342 350 386 429 412 391 427 442 394 428 406 380 476 486 20 30 22 18 25 42 42 50 54 63 71 73 66 71 78 77 87 85 95 8 6 7 8 14 20 20 33 126 83 102 98 102 117 114 117 162 240 232 27 14 15 11 5 10 15 39 -7 25 -8 27 26 -18 31 14 -36 -10 6 345 350 333 339 346 354 357 364 364 367 368 375 380 366 360 352 341 331 342 ԥ 2 ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ 1 ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ 309 316 307 312 317 324 328 332 330 336 337 345 350 339 337 329 322 308 318 31,3 32,1 30,8 31,3 31,7 32,3 32,6 32,9 32,6 33,0 33,0 33,5 33,8 32,4 32,1 31,2 30,4 29,1 29,9 31,3 32,0 30,8 31,2 31,7 32,3 32,6 32,9 32,6 33,0 32,9 33,5 33,8 32,4 32,1 31,2 30,4 29,1 29,9 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 35 31 25 17 16 15 14 13 12 7 7 7 7 6 6 4 5 5 4 24 40 39 39 37 33 34 36 40 43 42 42 49 51 45 47 54 55 55 1 1 3 2 3 3 3 6 7 6 6 7 10 9 9 9 11 13 15 ԥ 2 1 -3 -2 -3 -2 -1 1 ԥ -1 -1 3 5 -2 -2 3 1 -2 58 68 60 57 52 48 47 44 44 44 44 43 43 44 44 44 45 46 46 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 57 67 59 56 51 47 46 43 43 43 43 42 42 44 44 44 45 46 46 5,8 6,8 5,9 5,6 5,1 4,7 4,6 4,3 4,3 4,2 4,2 4,1 4,1 4,2 4,2 4,2 4,3 4,3 4,3 5,8 6,8 5,9 5,6 5,1 4,7 4,6 4,3 4,3 4,2 4,2 4,1 4,1 4,2 4,3 4,2 4,2 4,4 4,3 60,3 45,6 41,7 29,8 30,8 31,3 29,8 29,5 27,3 15,9 15,9 16,3 16,3 14,5 13,6 8,1 10,9 10,8 8,5 (continua) Estatísticas Agrícolas 2010 99 Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont.) Portugal Rubricas Produção Produtos hortícolas 1990 1 422 1991 1 325 1992 1 008 1993 1 069 1994 1 339 1995 1 342 1996 1 450 1997 1 286 1998 1 631 1999 1 591 2000 1 517 2001 1 553 2002 1 616 2003 1 897 2004 2 174 2005 1 996 2006 1 905 2007 2 145 2008 2 087 Frutos, incluindo azeitona 1990 1 162 1991 1 360 1992 1 156 1993 1 143 1994 1 130 1995 1 203 1996 1 193 1997 1 383 1998 991 1999 1 341 2000 1 148 2001 1 149 2002 1 288 2003 1 221 2004 1 326 2005 1 085 2006 1 329 2007 1 076 2008 1 224 Carne e miudezas comestíveis 1990 597 1991 617 1992 621 1993 648 1994 645 1995 645 1996 667 1997 706 1998 739 1999 740 2000 737 2001 742 2002 760 2003 713 2004 739 2005 754 2006 741 2007 769 2008 809 Ovos 1990 92 1991 100 1992 104 1993 104 1994 111 1995 105 1996 101 1997 102 1998 113 1999 111 2000 119 2001 126 2002 126 2003 126 2004 133 2005 119 2006 120 2007 123 2008 124 Entrada Saída Disponível para abastecimento Variação Do qual : de existênTotal Alimentação Consumo cias animal humano bruto 3 10 t Capitação bruta anual Capitação edível anual kg Grau de autoaprovisionamento % 67 74 85 120 165 133 192 206 256 246 278 328 324 306 315 335 364 389 376 407 552 730 718 725 854 753 808 800 877 914 884 989 1 018 978 1 021 1 323 1 295 1 318 380 130 -314 -235 130 -45 120 -55 255 95 -50 -2 -90 -110 280 115 -280 5 -80 702 717 677 706 649 666 769 739 832 865 931 999 1 041 1 295 1 231 1 196 1 227 1 235 1 226 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 697 712 672 700 642 660 763 732 825 856 921 987 1 028 1 282 1 218 1 185 1 216 1 224 1 215 70,6 72,3 67,5 70,2 64,2 65,8 75,8 72,6 81,5 84,1 90,1 95,9 99,1 122,8 116,0 112,3 114,8 115,4 114,3 51,0 52,4 48,9 51,0 47,1 48,1 55,3 53,1 59,7 61,9 66,0 70,5 72,4 88,9 84,0 81,4 83,0 83,4 82,7 202,6 184,8 148,9 151,4 206,3 201,5 188,6 174,0 196,0 183,9 162,9 155,5 155,2 146,4 176,6 167,0 155,3 173,7 170,3 228 257 277 356 402 438 495 470 554 582 608 685 635 629 665 655 642 743 753 50 74 76 51 66 75 94 129 122 104 139 166 158 225 211 241 258 274 276 41 18 23 11 -7 -2 16 82 -36 98 16 49 60 -5 79 -115 136 -159 96 1 299 1 525 1 334 1 437 1 473 1 568 1 578 1 642 1 459 1 721 1 601 1 619 1 705 1 630 1 701 1 614 1 578 1 704 1 605 // // // // // // // // // // // // // // // // // // // 988 1 037 1 057 1 101 1 140 1 161 1 182 1 208 1 147 1 287 1 309 1 299 1 377 1 331 1 371 1 256 1 261 1 293 1 292 99,8 105,2 105,9 110,1 114,0 115,8 117,5 119,6 112,9 126,3 127,8 126,0 132,4 127,4 130,5 119,1 119,2 121,8 121,6 73,0 76,4 77,1 80,1 82,7 83,9 85,0 86,7 81,2 91,3 92,3 90,8 95,5 91,7 93,2 85,0 85,2 87,2 87,2 89,5 89,2 86,7 79,5 76,7 76,7 75,6 84,2 67,9 77,9 71,7 71,0 75,5 74,9 78,0 67,2 84,3 63,1 76,3 91 88 116 118 155 157 143 156 180 207 224 227 235 249 253 239 285 324 279 7 13 17 21 15 19 17 22 19 15 18 20 22 23 30 35 41 57 66 6 ԥ 9 3 10 4 9 16 22 9 2 9 16 -3 3 -7 8 16 -3 675 693 711 742 775 779 784 824 878 923 941 940 957 942 959 965 978 1 020 1 026 // // // // // // // // // // // // // // // // // // // 675 692 711 742 775 778 782 822 876 921 939 938 955 940 957 963 976 1 018 1 024 68,2 70,2 71,4 74,2 77,5 77,5 77,8 81,6 86,5 90,5 91,8 91,1 92,2 90,0 91,1 91,3 92,2 96,0 96,4 52,4 54,0 54,8 57,0 59,3 59,3 59,1 61,9 65,4 68,6 69,5 68,8 69,8 68,5 69,4 69,5 70,2 72,8 73,0 87,7 88,3 86,5 86,3 80,5 78,9 80,1 81,8 80,5 74,2 70,7 72,0 71,8 68,8 70,6 72,1 68,1 69,0 71,8 1 0 1 1 3 4 6 6 5 7 8 11 10 9 9 10 11 17 13 1 4 3 2 4 5 2 2 4 6 7 8 11 15 17 9 14 14 13 ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ ԥ 92 96 102 103 110 104 105 106 114 112 120 129 125 120 125 120 117 125 124 // // // // // // // // // // // // // // // // // // // 79 76 81 83 86 82 81 83 88 87 92 99 97 94 96 93 90 95 96 8,0 7,7 8,1 8,3 8,6 8,2 8,1 8,2 8,7 8,6 9,0 9,6 9,4 9,0 9,2 8,8 8,5 9,0 9,0 7,0 6,8 7,1 7,3 7,6 7,2 7,1 7,2 7,7 7,6 7,9 8,4 8,3 7,9 8,1 7,7 7,5 7,9 7,9 100,0 104,2 102,0 101,0 100,9 101,0 96,2 96,2 99,1 99,1 99,2 97,7 100,8 105,0 105,8 98,9 102,3 98,2 99,9 (continua) Quadros estatísticos Grupos de produtos Anos 1990 - 2008 (Po) Comércio internacional 100 Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont. Portugal Rubricas Grupos de produtos Anos 1990 - 2008 (Po) Comércio internacional Produção Leite e derivados do leite 1990 1 190 1991 1 192 1992 1 206 1993 1 188 1994 1 208 1995 1 189 1996 1 224 1997 1 295 1998 1 364 1999 1 445 2000 1 421 2001 1 369 2002 1 393 2003 1 371 2004 1 400 2005 1 468 2006 1 465 2007 1 436 2008 1 410 Pescado 1990 353 1991 338 1992 317 1993 314 1994 291 1995 295 1996 275 1997 251 1998 261 1999 239 2000 204 2001 186 2002 183 2003 180 2004 175 2005 180 2006 169 2007 195 2008 202 Óleos e gorduras 1990 505 1991 520 1992 494 1993 481 1994 528 1995 561 1996 538 1997 550 1998 521 1999 553 2000 508 2001 568 2002 568 2003 555 2004 497 2005 608 2006 643 2007 710 2008 630 Outros produtos alimentares 1990 39 1991 40 1992 40 1993 41 1994 43 1995 42 1996 45 1997 46 1998 46 1999 45 2000 45 2001 47 2002 46 2003 46 2004 45 2005 44 2006 44 2007 44 2008 43 Estatísticas Agrícolas 2010 Entrada Saída Variação Disponível para abastecimento Capitação Capitação de Do qual : edível Total Alimentação bruta anual existênConsumo anual cias animal humano bruto 10 3 t kg Grau de autoaprovisionamento % 14 18 22 45 99 127 146 152 182 187 223 316 278 253 312 271 292 364 452 20 35 19 25 60 93 105 138 195 189 244 177 217 183 241 216 198 250 323 5 9 7 -5 14 -4 1 -5 3 23 -13 30 -20 3 -6 12 5 -8 20 1 179 1 166 1 202 1 213 1 233 1 227 1 264 1 314 1 348 1 420 1 413 1 478 1 474 1 438 1 477 1 511 1 554 1 558 1 519 89 67 71 64 66 71 77 78 80 88 83 88 84 66 70 71 85 86 54 1 051 1 060 1 089 1 105 1 121 1 108 1 143 1 177 1 209 1 253 1 250 1 295 1 306 1 307 1 341 1 371 1 393 1 402 1 392 106,4 107,5 109,2 110,7 112,1 110,5 113,7 116,6 119,4 123,1 122,3 125,8 126,0 125,2 127,7 130,0 131,6 132,2 131,0 105,7 106,7 108,4 109,9 111,2 109,6 112,8 115,6 118,4 122,0 121,1 124,6 124,8 124,1 126,6 128,7 130,4 130,9 129,6 100,9 102,2 100,3 97,9 98,0 96,9 96,8 98,6 101,2 101,8 100,6 92,6 94,5 95,3 94,8 97,2 94,3 92,2 92,8 235 275 263 271 316 320 333 322 340 370 352 368 373 397 392 396 435 461 428 138 142 123 115 142 158 142 129 126 129 131 126 142 148 159 149 161 173 171 3 6 1 -1 -12 -20 -18 -25 11 6 -7 -2 -8 3 -5 8 9 14 -10 447 465 456 471 477 477 484 469 464 474 432 430 422 427 413 419 434 469 470 14 15 12 19 17 16 14 23 18 20 23 17 22 21 12 11 8 9 10 362 374 375 378 379 374 369 361 365 367 346 344 335 344 331 341 366 397 403 36,7 38,0 37,6 37,8 37,9 37,3 36,8 35,8 36,0 36,1 33,9 33,4 32,3 32,9 31,6 32,3 34,6 37,4 37,9 24,1 25,1 24,8 25,0 25,0 24,7 24,3 23,7 23,8 23,9 22,3 22,0 21,3 21,7 20,8 21,4 22,7 24,5 24,9 79,0 72,7 69,5 66,7 61,0 61,8 56,8 53,5 56,3 50,4 47,2 43,3 43,4 42,3 42,4 43,0 38,9 41,6 43,0 73 68 78 115 114 137 135 150 190 173 161 170 166 178 172 207 255 269 299 65 71 51 38 65 117 131 145 121 93 122 154 153 147 151 186 210 211 228 -3 13 ԥ 21 30 38 -5 -2 35 35 -33 11 16 41 -11 80 51 59 -36 516 504 521 537 547 543 547 557 555 598 580 573 565 545 528 549 637 709 737 34 45 47 50 51 47 45 36 35 63 37 38 46 34 28 25 25 26 22 354 348 358 366 379 385 385 402 408 414 413 407 403 413 415 432 423 432 434 35,8 35,4 35,8 36,6 37,9 38,5 38,3 39,8 40,2 40,8 40,4 39,4 38,9 39,6 39,5 41,0 40,0 40,8 40,9 34,0 33,6 34,0 34,8 36,1 36,6 36,4 37,9 38,2 38,8 38,4 37,4 36,9 37,6 37,6 39,0 37,9 38,7 38,7 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 48 50 52 57 59 59 66 67 72 81 79 85 87 84 86 86 91 100 97 2 2 2 2 3 4 5 6 6 6 7 8 8 9 6 9 8 12 11 3 3 ԥ 4 2 -1 4 2 2 6 4 6 4 1 3 -1 1 4 -1 82 85 90 92 97 98 102 105 110 114 113 118 121 121 122 122 125 128 130 // // // // // // // // // // // // // // // // // // // 48 50 51 52 54 56 58 59 64 68 67 71 73 72 75 75 77 79 81 4,8 5,0 5,1 5,2 5,4 5,6 5,8 5,9 6,4 6,7 6,5 6,9 7,1 6,9 7,1 7,1 7,3 7,4 7,6 4,8 5,0 5,1 5,2 5,4 5,6 5,8 5,9 6,4 6,7 6,5 6,9 7,1 6,8 7,1 7,1 7,3 7,5 7,7 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 101 Quadro 86 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas Portugal 1990 - 2008 (Po) Rubricas Comércio internacional Variação de Produção Entrada Saída existências Disponível para abastecimento Capitaçã Do qual : o bruta Total Transformação Consumo anual industrial humano bruto 3 litros 10 hl Grau de auto-aprovisionamento Quadro 86 - Balança alimentar portuguesa Bebidas Bebidas alcoólicas fermentadas 1990 18 447 1991 16 886 1992 14 835 1993 11 684 1994 13 484 1995 14 529 1996 16 733 1997 12 949 1998 10 885 1999 14 869 2000 13 878 2001 14 684 2002 13 874 2003 14 933 2004 15 323 2005 15 039 2006 15 970 2007 14 339 2008 13 895 Outras bebidas alcoólicas 1990 412 1991 352 1992 542 1993 579 1994 262 1995 462 1996 464 1997 510 1998 438 1999 652 2000 689 2001 608 2002 630 2003 504 2004 525 2005 493 2006 469 2007 509 2008 416 Bebidas não alcoólicas 1990 7 504 1991 7 996 1992 7 751 1993 7 974 1994 8 225 1995 9 116 1996 10 204 1997 10 914 1998 11 944 1999 11 793 2000 12 837 2001 13 414 2002 13 941 2003 17 125 2004 17 719 2005 17 831 2006 19 484 2007 19 036 2008 18 714 % 326 168 154 349 1 590 1 177 890 783 1 988 2 795 2 368 2 136 1 833 1 823 2 143 1 877 1 347 1 629 1 690 1 873 1 999 3 230 2 678 2 563 2 466 2 635 3 014 2 832 2 435 2 564 2 372 3 323 4 532 4 661 4 101 5 055 5 484 5 113 3 371 519 -3 559 -4 718 -570 237 2 220 -2 384 -2 920 2 831 830 1 945 -361 -795 -108 194 -302 -1 890 -1 009 13 529 14 536 15 318 14 073 13 081 13 003 12 768 13 102 12 961 12 398 12 852 12 503 12 745 13 020 12 914 12 621 12 563 12 375 11 481 182 1 456 2 405 1 490 659 358 324 938 611 256 978 885 1 228 1 335 1 067 829 1 140 1 117 553 13 090 12 859 12 708 12 418 12 313 12 549 12 355 12 066 12 299 12 116 11 802 11 566 11 488 11 657 11 818 11 763 11 393 11 230 10 901 132,5 130,5 127,5 124,4 123,1 125,1 122,9 119,5 121,5 119,1 115,4 112,4 110,9 111,6 112,6 111,5 107,7 105,8 102,6 136,4 116,2 96,8 83,0 103,1 111,7 131,1 98,8 84,0 119,9 108,0 117,4 108,9 114,7 118,7 119,2 127,1 115,9 121,0 686 432 325 203 573 407 358 451 510 530 512 511 508 504 526 458 491 513 541 31 35 126 44 46 58 58 61 64 91 56 60 63 110 44 47 62 45 48 137 -102 28 17 -12 -44 -91 33 63 157 191 -2 95 -17 41 -49 -45 22 -24 930 851 713 721 801 855 855 867 821 934 954 1 061 980 913 965 953 943 955 933 429 368 256 266 323 384 389 391 363 481 473 480 422 334 379 375 380 388 388 484 472 448 444 444 437 424 413 410 416 417 425 433 569 574 567 552 556 537 4,9 4,8 4,5 4,5 4,4 4,4 4,2 4,1 4,1 4,1 4,1 4,2 4,2 5,5 5,5 5,4 5,2 5,2 5,0 44,3 41,4 76,0 80,3 32,7 54,0 54,3 58,8 53,3 69,8 72,2 57,3 64,3 55,2 54,4 51,8 49,8 53,3 44,6 263 309 476 674 976 1 131 1 301 1 313 1 575 2 127 2 144 2 381 2 514 2 456 2 590 2 795 2 905 3 500 2 932 283 219 270 280 330 366 431 465 651 627 834 745 984 1 036 1 181 1 167 1 631 1 998 1 960 -50 110 -90 -150 ԥ 50 160 150 10 -130 -20 -55 -95 150 190 -180 200 60 -50 7 534 7 976 8 047 8 518 8 871 9 831 10 914 11 612 12 858 13 423 14 167 15 105 15 566 18 395 18 937 19 640 20 558 20 479 19 737 110 100 106 85 139 152 161 98 158 247 277 258 249 267 315 303 263 258 274 7 384 7 834 7 900 8 392 8 667 9 604 10 700 11 458 12 637 13 113 13 822 14 777 15 244 18 067 18 558 19 270 20 231 20 158 19 401 74,8 79,5 79,2 84,1 86,6 95,7 106,4 113,5 124,8 128,9 135,2 143,6 147,0 173,0 176,7 182,7 191,1 190,0 182,6 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Quadros estatísticos Grupos de produtos Anos 102 Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente Portugal 1990 - 2008 (Po) Anos Macronutrientes Unidade 1990 1991 1992 1993 1994 Quadro 85 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, Quadro - Capitações diárias totais de segundo87 o macronutriente produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente População residente no país em 30 Junho Proteínas Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Hidratos de carbono Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Gorduras Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Álcool Total Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Calorias Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas 9,9 9,9 10,0 10,0 10,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 107,5 106,6 26,2 8,9 0,0 3,1 2,4 3,1 28,6 2,5 13,1 14,8 2,7 1,2 0,9 0,9 0,0 110,1 109,2 26,0 9,0 0,0 3,7 2,4 3,4 29,5 2,4 13,3 15,5 2,8 1,2 0,9 0,9 0,0 111,0 110,1 26,9 9,3 0,0 3,2 2,3 3,3 29,7 2,5 13,5 15,4 2,7 1,3 0,9 0,9 0,0 112,8 111,9 27,0 9,2 0,0 3,1 2,3 3,3 31,0 2,6 13,8 15,5 2,8 1,3 0,9 0,9 0,0 113,3 112,4 26,6 8,8 0,0 2,8 2,1 3,4 32,3 2,7 14,1 15,5 2,8 1,3 0,9 0,9 0,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 462,5 457,1 239,0 72,5 83,7 8,3 6,4 24,8 0,5 0,0 15,3 0,1 0,1 6,4 5,4 5,1 0,3 465,8 460,5 236,5 73,8 85,1 9,6 6,6 26,2 0,5 0,0 15,4 0,1 0,1 6,6 5,3 5,0 0,3 470,6 465,3 243,5 75,6 82,4 8,4 6,1 26,5 0,5 0,0 15,4 0,1 0,1 6,7 5,3 5,0 0,3 473,4 468,1 244,2 75,3 83,1 8,0 6,3 27,7 0,5 0,0 15,9 0,1 0,1 6,9 5,3 5,0 0,3 468,0 462,8 241,7 71,3 84,1 7,3 5,8 28,5 0,5 0,0 16,3 0,1 0,1 7,1 5,2 4,9 0,3 g " " " " " " " " " " " " " 124,1 124,1 4,6 0,0 0,0 0,3 0,4 5,2 17,2 2,1 11,1 2,0 79,6 1,6 123,8 123,8 4,6 0,0 0,0 0,3 0,4 5,5 17,6 2,0 11,3 2,1 78,3 1,7 125,4 125,4 4,9 0,0 0,0 0,3 0,4 5,3 17,9 2,1 11,4 2,0 79,4 1,7 128,1 128,1 5,0 0,0 0,0 0,3 0,4 5,0 18,8 2,2 11,5 2,0 81,2 1,7 132,0 132,0 4,6 0,0 0,0 0,2 0,4 5,3 19,7 2,2 11,8 2,0 84,0 1,8 g " " 28,0 22,9 5,1 27,7 22,6 5,1 26,8 22,0 4,8 26,2 21,4 4,8 25,9 21,1 4,8 nº " " " " " " " " " " " " " " " " 3 593 3 371 1 103 326 335 48 39 160 270 29 213 77 726 45 222 185 37 3 615 3 396 1 090 331 341 56 40 170 279 28 217 81 717 46 219 182 37 3 646 3 434 1 127 340 329 49 38 169 282 29 220 79 725 47 212 177 35 3 682 3 473 1 129 338 331 46 38 172 296 30 224 80 741 48 209 174 35 3 700 3 494 1 117 321 335 42 36 176 309 31 227 81 769 50 206 171 35 106 habitantes (continua) Estatísticas Agrícolas 2010 103 Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente (cont.) Portugal 1990 - 2008 (Po) Macronutrientes População residente no país em 30 Junho Proteínas Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Hidratos de carbono Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Gorduras Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Álcool Total Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Calorias Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Unidade 1995 1996 1997 1998 1999 106 habitantes 10,0 10,1 10,1 10,1 10,2 g " " " " " " " " " " " " " " " " 112,1 111,2 26,3 8,3 0,0 2,5 2,2 3,4 32,4 2,6 13,9 15,4 2,8 1,4 0,9 0,9 0,0 112,5 111,6 27,0 7,6 0,0 2,5 2,5 3,5 32,1 2,5 14,2 15,4 2,9 1,4 0,9 0,9 0,0 113,4 112,6 26,9 6,9 0,0 2,4 2,4 3,6 33,5 2,6 14,9 15,0 3,0 1,4 0,8 0,8 0,0 117,1 116,3 27,3 6,9 0,0 2,3 2,6 3,7 35,5 2,7 15,7 15,1 3,0 1,5 0,8 0,8 0,0 120,0 119,2 27,5 6,6 0,0 2,3 2,7 4,1 37,2 2,7 16,1 15,1 3,2 1,7 0,8 0,8 0,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 463,1 457,8 239,0 67,8 85,6 6,7 6,0 29,2 0,5 0,0 15,5 0,1 0,1 7,3 5,3 5,0 0,3 467,6 462,2 246,2 62,4 86,2 6,6 6,9 29,7 0,5 0,0 15,8 0,1 0,1 7,7 5,4 5,1 0,3 462,9 457,6 245,2 57,0 87,0 6,2 6,6 30,5 0,5 0,0 16,5 0,1 0,1 7,9 5,3 5,0 0,3 465,7 460,3 248,6 56,6 86,2 6,1 7,4 28,7 0,5 0,0 17,2 0,1 0,1 8,8 5,4 5,1 0,3 470,9 465,4 251,1 54,3 87,2 5,9 7,7 31,9 0,5 0,0 17,2 0,1 0,1 9,4 5,5 5,2 0,3 g " " " " " " " " " " " " " 132,6 132,6 4,5 0,0 0,0 0,2 0,4 5,0 19,6 2,1 11,6 2,0 85,4 1,8 133,5 133,5 4,7 0,0 0,0 0,2 0,5 5,2 20,1 2,1 12,1 1,9 84,8 1,9 138,8 138,8 4,6 0,0 0,0 0,2 0,4 5,3 21,0 2,1 12,6 1,9 88,7 2,0 142,4 142,4 4,8 0,0 0,0 0,2 0,5 5,5 22,2 2,3 13,1 1,9 89,6 2,3 145,7 145,7 4,8 0,0 0,0 0,2 0,5 5,8 23,3 2,2 13,7 1,9 90,9 2,4 g " " 26,0 21,3 4,7 25,4 20,8 4,6 24,5 20,1 4,4 24,7 20,3 4,4 24,3 19,9 4,4 nº " " " " " " " " " " " " " " " " 3 681 3 474 1 102 304 341 39 36 179 308 29 224 80 781 51 207 173 34 3 706 3 503 1 137 280 344 38 42 182 312 29 230 79 776 54 203 170 33 3 730 3 534 1 133 256 347 36 40 186 324 29 240 77 811 55 196 165 31 3 784 3 586 1 148 254 344 35 45 180 344 31 248 77 818 62 198 167 31 3 846 3 652 1 159 244 348 34 47 197 361 31 257 77 831 66 194 163 31 (continua) Quadros estatísticos Anos 104 Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente (cont.) Portugal 1990 - 2008 (Po) Anos Macronutrientes População residente no país em 30 Junho Proteínas Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Hidratos de carbono Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Gorduras Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Álcool Total Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Calorias Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Unidade 2000 2001 2002 2003 106 habitantes 10,2 10,3 10,4 10,4 g " " " " " " " " " " " " " " " " 119,0 118,2 27,5 6,1 0,0 2,3 3,0 4,0 37,7 2,8 16,5 13,5 3,2 1,6 0,8 0,8 0,0 119,3 118,5 27,8 6,1 0,0 2,3 3,1 3,8 37,2 3,0 17,0 13,4 3,1 1,7 0,8 0,8 0,0 120,1 119,3 28,0 5,9 0,0 2,2 3,3 4,2 37,8 3,0 16,9 13,1 3,1 1,8 0,8 0,8 0,0 119,9 119,1 27,8 5,7 0,0 2,3 4,2 3,9 37,2 2,8 17,2 13,1 3,2 1,7 0,8 0,8 0,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 467,6 462,1 251,2 50,5 87,0 6,0 8,1 32,1 0,5 0,0 17,4 0,1 0,1 9,1 5,5 5,2 0,3 472,0 466,7 253,8 50,1 88,4 5,9 8,8 31,3 0,5 0,0 18,0 0,1 0,1 9,7 5,3 5,0 0,3 475,4 470,2 255,5 49,0 89,4 5,8 9,0 33,0 0,5 0,0 17,7 0,1 0,1 10,1 5,2 4,9 0,3 466,2 461,1 252,9 46,6 85,3 6,0 11,1 31,2 0,5 0,0 17,7 0,1 0,1 9,6 5,1 4,8 0,3 g " " " " " " " " " " " " " 145,3 145,3 4,8 0,0 0,0 0,2 0,5 5,8 23,7 2,3 13,9 1,9 89,9 2,3 143,1 143,1 4,9 0,0 0,0 0,2 0,6 5,3 23,6 2,5 14,3 1,8 87,4 2,5 142,5 142,5 5,0 0,0 0,0 0,2 0,6 5,9 23,8 2,5 14,2 1,8 85,9 2,6 143,0 143,0 4,7 0,0 0,0 0,2 0,7 5,6 23,3 2,3 14,2 1,8 87,8 2,4 g " " 23,4 19,0 4,4 23,2 18,7 4,5 23,0 18,5 4,5 22,4 18,6 3,8 nº " " " " " " " " " " " " " " " " 3 820 3 631 1 159 227 346 35 49 198 367 32 262 71 822 63 189 157 32 3 820 3 633 1 173 225 354 34 53 191 363 34 269 70 799 68 187 154 33 3 830 3 645 1 179 220 357 34 55 205 368 34 268 68 786 71 185 152 33 3 797 3 615 1 168 209 340 35 68 193 362 32 269 68,0 803 68 182 154 28 (continua) Estatísticas Agrícolas 2010 105 Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente (cont.) Portugal 1990 - 2008 (Po) Macronutrientes População residente no país em 30 Junho Proteínas Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Hidratos de carbono Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Gorduras Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Álcool Total Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Calorias Total Produtos alimentares: Cereais e arroz Raízes e tubérculos Açúcares Leguminosas secas Produtos hortícolas Frutos, incluindo azeitona Carne e miudezas comestíveis Ovos Leite e derivados do leite Pescado Óleos e gorduras Outros produtos alimentares Bebidas alcoólicas: Bebidas alcoólicas fermentadas Outras bebidas alcoólicas Unidade 2004 2005 2006 2007 2008 106 habitantes 10,5 10,5 10,6 10,6 10,6 g " " " " " " " " " " " " " " " " 119,8 119,0 27,7 5,7 0,0 2,3 3,9 3,9 37,6 2,9 17,5 12,7 3,1 1,7 0,8 0,8 0,0 118,5 117,7 27,2 5,1 0,0 2,3 3,7 3,4 37,7 2,7 17,9 12,8 3,2 1,7 0,8 0,8 0,0 120,3 119,5 27,5 5,4 0,0 2,3 3,8 3,5 38,1 2,7 18,1 13,1 3,2 1,8 0,8 0,8 0,0 123,1 122,3 27,6 5,4 0,0 2,4 3,9 3,2 39,6 2,8 18,2 14,1 3,3 1,8 0,8 0,8 0,0 123,6 122,9 27,9 5,2 0,0 2,4 3,8 3,4 39,6 2,8 18,2 14,2 3,5 1,9 0,7 0,7 0,0 g " " " " " " " " " " " " " " " " 465,4 460,2 251,5 46,8 84,5 6,1 10,4 31,8 0,5 0,0 18,2 0,1 0,1 10,2 5,2 4,9 0,3 453,7 448,5 249,8 42,0 82,0 6,0 10,1 29,1 0,5 0,0 18,6 0,1 0,1 10,2 5,2 4,9 0,3 456,3 451,3 250,5 44,8 79,8 6,0 10,3 29,6 0,5 0,0 19,0 0,1 0,1 10,6 5,0 4,7 0,3 454,3 449,4 251,0 44,9 76,3 6,3 10,4 30,1 0,5 0,0 18,8 0,1 0,1 10,9 4,9 4,6 0,3 458,3 453,5 254,0 42,8 78,5 6,2 10,3 30,5 0,5 0,0 19,1 0,1 0,1 11,4 4,8 4,5 0,3 g " " " " " " " " " " " " " 144,1 144,1 4,7 0,0 0,0 0,2 0,7 5,6 23,6 2,4 14,6 1,7 88,0 2,6 147,0 147,0 4,6 0,0 0,0 0,2 0,6 5,1 23,6 2,3 14,6 1,7 91,7 2,6 144,6 144,6 4,7 0,0 0,0 0,2 0,7 5,0 23,8 2,2 14,7 1,9 88,6 2,8 148,4 148,4 4,8 0,0 0,0 0,2 0,7 4,8 25,0 2,3 15,0 2,1 90,7 2,8 147,2 147,2 4,9 0,0 0,0 0,2 0,7 4,6 24,9 2,3 14,6 2,1 90,0 2,9 g " " 22,4 18,6 3,8 22,1 18,4 3,7 21,2 17,6 3,6 21,0 17,4 3,6 20,5 17,0 3,5 nº " " " " " " " " " " " " " " " " 3 797 3 615 1 161 210 337 36 64 195 366 33 273 65 804 71 182 154 28 3 774 3 595 1 152 188 328 35 62 180 366 31 277 66 839 71 179 152 27 3 768 3 595 1 157 201 319 35 63 181 372 31 282 70 810 74 173 147 26 3 802 3 631 1 159 201 305 37 64 180 386 32 283 76 831 77 171 145 26 3 805 3 640 1174 192 314 36 63 181 385 32 282 76 825 80 165 140 25 Quadros estatísticos Anos 106 XV - AGRO-INDÚSTRIA Quadro 88 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas Portugal 2008-2009 Quantidades produzidas Produtos 101 - Abate de animais, preparação e conservação de carne e de produtos à base de carne (a) 1011 - Abate de gado (produção de carne) (a) Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas 1012 - Abate de aves (produção de carne) Carnes de aves, refrigeradas 1013 - Fabricação de produtos à base de carne Preparações e conservas de suíno Enchidos 102 - Preparação e conservação de peixes, crustáceos e moluscos Peixes de água salgada, congelados Bacalhau salgado seco (inclui desfiado) Preparações e conservas de sardinha Conservas de atum Invertebrados aquáticos, congelados 103 - Preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas (b) 1031 - Preparação e conservação de batatas 1032 - Fabricação de sumos de frutos e de produtos hortícolas (c) Sumos de laranja 1039 - Outra preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas 10391 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas 10392 - Secagem e desidratação de frutos e de produtos hortícolas 10393 - Fabricação de doces, compotas, geleias e marmelada Marmelada 10394 - Descasque e transformação de frutos de casca rija comestíveis 10395 - Preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas por outros processos Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em ácido acético Preparações e conservação de tomate 104 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais 1041 - Produção de óleos e gorduras Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados (soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros) 1042 - Fabricação de margarinas e de gorduras alimentares similares 105 - Indústria de lacticínios (b) 1051 - Indústria do leite e derivados Leite Leite em pó Manteiga Nata Queijo de vaca Iogurtes 1052 - Fabricação de gelados e sorvetes Gelado de leite com gordura vegetal Gelado de água 106 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação de amidos, féculas e de produtos afins 1061 - Transformação de cereais e leguminosas 10611 - Moagem de cereais Farinha de trigo 10612 - Descasque, branqueamento e outros tratamentos do arroz Arroz branqueado Unidade 2008 2009 (Po) t t « « t « t « « 979 014 547 189 63 246 320 307 252 049 232 907 179 776 74 017 59 839 1 012 787 532 323 77 478 311 193 290 544 249 740 189 920 73 037 61 189 t « « « « « 205 735 60 643 41 554 12 939 12 939 13 341 214 608 67 103 54 518 16 347 16 347 13 419 t 22 868 19 956 1 000 l 1 000 l 150 392 17 095 152 549 21 752 t t 459 197 66 646 … 69 545 t 2 945 … t « 5 744 4 271 5 822 4 451 t 33 273 39 759 t 350 589 311 629 « « t t 2 852 269 684 1 509 427 1 470 356 3 629 245 517 1 610 800 1 572 218 « 200 123 « 39 071 Quadro 88 - Principais produtos produzidos quantidades produzidas 38 582 t « « « « « « 1 000 l « « 1 201 254 874 955 22 938 30 700 19 889 43 631 107 234 16 360 12 017 1 454 1 143 794 817 976 25 280 29 316 19 970 48 439 110 352 15 692 12 851 … t t t « … 1 336 159 1 065 414 659 970 … 1 359 572 1 088 518 675 720 « « 228 819 160 168 216 802 146 381 (a) Não inclui as peles. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Não inclui os "sumos de laranja congelados, não concentrados, não fermentado e sem adição de álcool" Estatísticas Agrícolas 2010 184 009 (continua) 107 Quadro 88 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas (cont.) Portugal 2008-2009 Produtos 10613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e. Farinhas compostas 1062 - Fabricação de amidos, féculas e produtos afins 107 - Fabricação de produtos de padaria e outros produtos à base de farinha 1071 - Panificação e pastelaria Pão de trigo Pastelaria fresca Doçaria regional 1072 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e pastelaria de conservação Waffles e waffers Bolachas e biscoitos 1073 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus e similares Massas alimentícias (esparguete) 108 - Fabricação de outros produtos alimentares (a) 1081 - Indústria do açúcar Açúcar 1082 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos de confeitaria 10821 - Fabricação de cacau e chocolate Chocolate 10822 - Fabricação de produtos de confeitaria Amêndoas cobertas Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas, 1083 - Indústria do café e do chá Café 1084 - Fabricação de condimentos e temperos (a) 1085 - Fabricação de refeições e pratos pré-cozinhados 1086 - Fabricação de alimentos homogeneizados e dietéticos 1089 - Fabricação de outros produtos alimentares, n.e 10891 - Fabricação de fermentos, leveduras e adjuvantes para panificação e pastelaria 10892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas Preparações para sobremesa 10893 - Fabricação de outros produtos alimentares diversos, n.e. 109 - Fabricação de alimentos para animais 1091 - Fabricação de alimentos para animais de criação Alimentos compostos para suínos Alimentos compostos para bovinos Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos Alimentos para a criação de outros animais 1092 - Fabricação de alimentos para animais de companhia 110 - Indústria das bebidas (b) 1101 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c) 1102 - Indústria do vinho (d) 1103 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas de frutos 1104 - Fabricação de vermutes e de outras bebidas fermentadas não destiladas 1105 - Fabricação de cerveja (e) Cerveja 1106 - Fabricação de malte 1107 - Fab. de refrigerantes; produção de águas minerais naturais e de outras águas engarrafadas 11071 - Engarrafamento de águas minerais naturais e de nascente Águas minerais naturais 11072 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não alcoólicas, n.e. Refrigerantes 120 - Indústria do tabaco (b) Cigarros Unidade 2008 2009 (Po) t « t 41 926 26 424 … 54 252 22 632 … t t « « « 490 377 322 007 155 516 21 135 13 385 477 291 321 952 156 614 19 698 15 884 t « « 88 431 1 824 48 520 76 300 1 838 38 906 t « t t « 79 939 31 078 829 085 503 137 473 901 79 039 32 108 885 609 545 583 527 688 t t « t « « t « t t 16 157 4 656 … 11 501 1 675 3 517 42 563 36 509 133 534 3 922 15 879 4 714 … 11 165 1 691 3 166 45 463 38 715 136 102 5 549 t t 20 889 108 883 21 309 115 724 t t « 34 987 12 909 3 007 34 478 14 517 2 870 t t t « « « « t 60 987 3 914 239 3 876 247 1 152 138 1 063 743 1 126 594 533 773 37 992 66 729 3 548 728 3 510 897 986 038 956 966 1 081 484 486 409 37 831 17 565 508 746 16 579 526 361 1 000 l 2 171 2 681 l 1 000 l « t 0 814 801 814 801 … 0 742 080 742 080 … 1 000 l 1 753 176 1 809 923 1 000 l « 1 121 333 614 565 1 130 665 584 410 1 000 l « 631 843 630 391 679 258 678 126 24 645 595 24 810 792 1 000 l alc (100%) 1 000 l 1 000 unid. (a) Não inclui os vinagres. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais". (d) Não inclui "desperdícios da produção do vinho (inclui bagaço de uva); borras e tártaro em bruto". (e) Não inclui "Borras e desperdícios (dreches) da indústria da cerveja e da destilação ". Quadros estatísticos Quantidades produzidas 108 Quadro 89 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas Portugal 2008-2009 Quantidades vendidas Produtos 101 - Abate de animais, preparação e conservação de carne e de produtos à base de carne (a) 1011 - Abate de gado (produção de carne) (a) Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas 1012 - Abate de aves (produção de carne) Carnes de aves, refrigeradas 1013 - Fabricação de produtos à base de carne Preparações e conservas de suíno Enchidos 102 - Preparação e conservação de peixes, crustáceos e moluscos Peixes de água salgada, congelados Bacalhau salgado seco (inclui desfiado) Preparações e conservas de sardinha Conservas de atum Invertebrados aquáticos, congelados 103 - Preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas (b) 1031 - Preparação e conservação de batatas 1032 - Fabricação de sumos de frutos e de produtos hortícolas (c) Sumos de laranja 1039 - Outra preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas 10391 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas 10392 - Secagem e desidratação de frutos e de produtos hortícolas 10393 - Fabricação de doces, compotas, geleias e marmelada Marmelada 10394 - Descasque e transformação de frutos de casca rija comestíveis 10395 - Preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas por outros processos Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em ácido acético Preparações e conservação de tomate 104 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais 1041 - Produção de óleos e gorduras Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados (soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros) 1042 - Fabricação de margarinas e de gorduras alimentares similares 105 - Indústria de lacticínios (b) 1051 - Indústria do leite e derivados Leite Leite em pó Manteiga Nata Queijo de vaca Iogurtes 1052 - Fabricação de gelados e sorvetes Gelado de leite com gordura vegetal Gelado de água 106 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação de amidos, féculas e de produtos afins 1061 - Transformação de cereais e leguminosas 10611 - Moagem de cereais Farinha de trigo 10612 - Descasque, branqueamento e outros tratamentos do arroz Arroz branqueado Unidade 2008 2009 (Po) t t « « t « t « « 789 761 380 463 26 800 237 017 243 238 224 500 166 060 72 321 58 820 797 174 361 817 28 720 229 769 260 621 238 557 174 736 70 609 60 334 t « « « « « 175 382 53 886 33 979 13 131 13 131 8 846 171 591 54 494 37 644 14 756 14 756 9 168 t 22 140 19 919 1 000 l 1 000 l 135 844 15 273 129 629 16 975 t t 404 496 67 150 … 64 391 t 2 948 … t « 5 664 4 254 5 737 4 358 t 31 245 40 554 t 297 489 253 978 « « t t 2 860 216 554 1 419 976 1 383 345 3 636 194 141 1 568 844 1 532 615 198 285 187 754 36 631 36 229 t « « « « « « 1 000 l « « 1 164 063 850 511 20 681 28 808 18 984 46 254 104 257 16 320 12 047 1 438 1 145 285 825 704 25 419 30 669 21 134 49 433 106 242 15 539 12 690 … t t t « … 1 301 368 1 033 563 643 896 … 1 310 004 1 043 445 655 824 « « 225 530 156 065 213 992 146 090 Quadro 89 - Principais produtos produzidos quantidades vendidas « « (a) Não inclui as peles. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Não inclui os "sumos de laranja congelados, não concentrados, não fermentado e sem adição de álcool" Estatísticas Agrícolas 2010 (continua) 109 Quadro 89 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas (cont.) Portugal 2008-2009 Produtos 10613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e. Farinhas compostas 1062 - Fabricação de amidos, féculas e produtos afins 107 - Fabricação de produtos de padaria e outros produtos à base de farinha 1071 - Panificação e pastelaria Pão de trigo Pastelaria fresca Doçaria regional 1072 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e pastelaria de conservação Waffles e waffers Bolachas e biscoitos 1073 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus e similares Massas alimentícias (esparguete) 108 - Fabricação de outros produtos alimentares (a) 1081 - Indústria do açúcar Açúcar 1082 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos de confeitaria 10821 - Fabricação de cacau e chocolate Chocolate 10822 - Fabricação de produtos de confeitaria Amêndoas cobertas Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas, 1083 - Indústria do café e do chá Café 1084 - Fabricação de condimentos e temperos (a) 1085 - Fabricação de refeições e pratos pré-cozinhados 1086 - Fabricação de alimentos homogeneizados e dietéticos 1089 - Fabricação de outros produtos alimentares, n.e 10891 - Fabricação de fermentos, leveduras e adjuvantes para panificação e pastelaria 10892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas Preparações para sobremesa 10893 - Fabricação de outros produtos alimentares diversos, n.e. 109 - Fabricação de alimentos para animais 1091 - Fabricação de alimentos para animais de criação Alimentos compostos para suínos Alimentos compostos para bovinos Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos Alimentos para a criação de outros animais 1092 - Fabricação de alimentos para animais de companhia 110 - Indústria das bebidas (b) 1101 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c) 1102 - Indústria do vinho (d) 1103 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas de frutos 1104 - Fabricação de vermutes e de outras bebidas fermentadas não destiladas 1105 - Fabricação de cerveja (e) Cerveja 1106 - Fabricação de malte 1107 - Fab. de refrigerantes; produção de águas minerais naturais e de outras águas engarrafadas 11071 - Engarrafamento de águas minerais naturais e de nascente Águas minerais naturais 11072 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não alcoólicas, n.e. Refrigerantes 120 - Indústria do tabaco (b) Cigarros Unidade 2008 2009 (Po) t « t 42 275 26 945 … 52 567 22 235 … t t « « « 482 598 314 061 151 008 20 848 12 342 473 578 317 651 154 429 19 342 15 726 t « « 88 028 1 806 48 743 77 369 1 788 38 856 t « t t « 80 509 30 610 808 355 503 098 477 422 78 558 29 686 839 680 519 738 498 381 t t « t « « t « t t 16 121 4 534 … 11 587 1 688 3 235 42 281 36 216 133 673 3 914 15 822 4 696 … 11 126 1 635 3 206 45 135 38 288 138 267 5 500 t t 20 400 88 868 21 964 93 253 t t « 17 071 12 873 2 974 16 597 14 480 2 867 t t t « « « « t 58 924 3 818 530 3 781 592 1 130 573 1 056 460 1 089 555 505 004 36 938 62 176 3 491 985 3 455 237 977 703 954 856 1 044 898 477 780 36 748 17 666 485 621 12 967 460 481 1 000 l 2 096 2 179 l 1 000 l « t 0 773 809 773 809 … 0 739 571 739 571 … 1 000 l 1 663 413 1 785 708 1 000 l « 1 077 259 572 878 1 116 618 573 838 1 000 l « 586 154 584 692 669 090 667 964 25 104 103 24 470 005 1 000 l alc (100%) 1 000 l 1 000 unid. (a) Não inclui os vinagres. (b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos. (c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais". (d) Não inclui "desperdícios da produção do vinho (inclui bagaço de uva); borras e tártaro em bruto". (e) Não inclui "Borras e desperdícios (dreches) da indústria da cerveja e da destilação ". Quadros estatísticos Quantidades vendidas 110 Quadro 90 - Principais produtos produzidos - valor das vendas Unidade: 103 Euros Portugal Valor de Vendas Produtos Unidade 2008-2009 2008 2009 (Po) Quadro 90 - Principais produtos produzidos valor das vendas 10 - Indústrias alimentares 11 - Indústrias das bebidas 101 - Abate de animais, preparação e conservação de carne e de produtos à base de carne (a) 1011 - Abate de gado (produção de carne) (a) Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas 1012 - Abate de aves (produção de carne) Carnes de aves, refrigeradas 1013 - Fabricação de produtos à base de carne Preparações e conservas de suíno Enchidos 102 - Preparação e conservação de peixes, crustáceos e moluscos Peixes de água salgada, congelados Bacalhau salgado seco (inclui desfiado) Preparações e conservas de sardinha Conservas de atum Invertebrados aquáticos, congelados 103 - Preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas (b) 1031 - Preparação e conservação de batatas 1032 - Fabricação de sumos de frutos e de produtos hortícolas (b) Sumos de laranja 1039 - Outra preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas 10391 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas 10392 - Secagem e desidratação de frutos e de produtos hortícolas 10393 - Fabricação de doces, compotas, geleias e marmelada Marmelada 10395 - Preparação e conservação de frutos e de produtos hortícolas por outros processos Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em ácido acético Preparações e conservação de tomate 104 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais 1041 - Produção de óleos e gorduras Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados (soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros) 1042 - Fabricação de margarinas e de gorduras alimentares similares 105 - Indústria de lacticínios 1051 - Indústria do leite e derivados Leite Leite em pó Manteiga Nata Queijo de vaca Iogurtes 1052 - Fabricação de gelados e sorvetes Gelado de leite com gordura vegetal Gelado de água 106 - Transformação de cereais e leguminosas; fabricação de amidos, féculas e de produtos afins 1061 - Transformação de cereais e leguminosas 10611 - Moagem de cereais Farinha de trigo 10612 - Descasque, branqueamento e outros tratamentos do arroz Arroz branqueado (a) Não inclui as peles. (b) Não inclui os "sumos de laranja congelados, não concentrados, não fermentado e sem adição de álcool" Estatísticas Agrícolas 2010 9 011 920 2 469 979 8 356 846 2 488 688 1 764 326 786 643 124 708 517 834 465 952 437 616 511 731 265 410 171 050 1 764 191 735 607 128 050 487 847 489 715 459 382 538 869 261 597 180 457 767 114 176 420 257 382 57 826 57 826 28 797 703 692 178 897 212 333 74 861 74 861 30 795 … 83 400 … 81 761 136 047 12 126 104 541 11 262 … 55 523 … 57 729 … … 8 610 4 933 8 842 4 870 232 956 225 277 3 583 148 432 830 264 785 780 3 703 155 579 715 045 680 627 204 140 141 332 44 484 1 396 482 1 353 784 522 721 61 806 96 375 37 268 224 686 232 472 42 698 31 359 1 578 34 418 1 272 472 1 235 178 444 104 58 356 91 295 35 881 221 784 221 799 37 294 29 276 … … 541 582 358 466 253 408 … 452 940 278 188 203 797 137 148 119 901 121 999 105 872 (continua) 111 Quadro 90 - Principais produtos produzidos - valor das vendas (cont.) Unidade: 103 Euros Valor de Vendas Produtos 10613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e. Farinhas compostas 1062 - Fabricação de amidos, féculas e produtos afins 107 - Fabricação de produtos de padaria e outros produtos à base de farinha 1071 - Panificação e pastelaria Pão de trigo Pastelaria fresca Doçaria regional 1072 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e pastelaria de conservação Waffles e waffers Bolachas e biscoitos 1073 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus e similares Massas alimentícias (esparguete) 108 - Fabricação de outros produtos alimentares (a) 1081 - Indústria do açúcar Açúcar 1082 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos de confeitaria 10821 - Fabricação de cacau e chocolate Chocolate 10822 - Fabricação de produtos de confeitaria Amêndoas cobertas Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas, 1083 - Indústria do café e do chá Café 1084 - Fabricação de condimentos e temperos (a) 1085 - Fabricação de refeições e pratos pré-cozinhados 1086 - Fabricação de alimentos homogeneizados e dietéticos 1089 - Fabricação de outros produtos alimentares, n.e 10891 - Fabricação de fermentos, leveduras e adjuvantes para panificação e pastelaria 10892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas Preparações para sobremesa 10893 - Fabricação de outros produtos alimentares diversos, n.e. 109 - Fabricação de alimentos para animais 1091 - Fabricação de alimentos para animais de criação Alimentos compostos para suínos Alimentos compostos para bovinos Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos Alimentos para a criação de outros animais 1092 - Fabricação de alimentos para animais de companhia 110 - Indústria das bebidas 1101 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (b) 1102 - Indústria do vinho (c) 1103 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas de frutos 1104 - Fabricação de vermutes e de outras bebidas fermentadas não destiladas 1105 - Fabricação de cerveja (d) Cerveja 1106 - Fabricação de malte 1107 - Fab. de refrigerantes; produção de águas minerais naturais e de outras águas engarrafadas 11071 - Engarrafamento de águas minerais naturais e de nascente Águas minerais naturais 11072 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não alcoólicas, n.e. Refrigerantes 120 - Indústria do tabaco Cigarros Unidade 2008-2009 2008 2009 (Po) t « t 45 968 23 859 … 52 753 24 188 … t t « « « 918 790 617 947 227 527 111 508 41 873 911 987 621 389 229 697 109 504 47 859 t « « 220 670 3 752 102 918 221 478 4 086 88 466 t « t t « 80 173 27 542 964 983 312 630 307 742 69 120 22 548 1 001 103 312 637 308 492 t t « t « « t « t t 56 451 21 682 … 34 769 7 647 6 062 317 391 279 296 48 728 13 384 55 692 22 041 … 33 651 7 469 5 922 335 545 294 465 49 889 17 879 t t 76 670 139 729 83 244 146 217 t t « 17 559 30 158 9 937 18 506 32 996 9 625 t t t « « « « t 92 012 1 213 111 1 183 799 350 952 304 700 356 113 172 033 29 312 2 469 979 94 715 971 057 956 502 266 136 233 065 306 462 150 839 14 555 2 488 688 63 046 948 827 56 296 950 089 1 000 l … … l 1 000 l « t 0 629 042 626 474 … 0 631 830 629 346 … 1 000 l 801 626 830 853 1 000 l « 243 053 188 660 251 065 191 645 1 000 l « 558 573 557 308 434 281 386 326 579 788 578 634 438 878 365 573 1 000 l alc (100%) 1 000 l 1 000 unid. (a) Não inclui os vinagres. (b) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais". (c) Não inclui "desperdícios da produção do vinho (inclui bagaço de uva); borras e tártaro em bruto". (d) Não inclui "Borras e desperdícios (dreches) da indústria da cerveja e da destilação ". Quadros estatísticos Portugal 112 Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3, em 2009 Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3, em 2009 Portugal 2009 Principais variáveis Custos Empresas CAE rev.3 Pessoal ao serviço Custos totais Principais variáveis 9 426 619 191 221 495 430 256 6 516 573 125 1 035 4 Fornecimentos e serviços externos 95 139 16 688 6 613 3 626 2 308 6 840 1 794 45 971 7 748 3 551 13 901 … 1 332 455 228 140 91 141 60 890 40 400 136 519 34 625 488 043 183 975 68 721 303 285 … Vendas Prestações de serviços 7 338 898 1 605 553 761 844 352 439 696 932 945 771 415 898 753 609 829 623 977 229 1 455 121 … Formação bruta de capital fixo 103 Euros 1 661 192 247 726 99 173 91 487 82 959 282 830 67 277 336 411 361 089 92 240 787 305 … Fonte: INE; I. P., Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE) Estatísticas Agrícolas 2010 11 196 407 2 214 241 1 024 246 564 846 874 449 1 485 528 550 507 1 746 781 1 512 249 1 223 561 3 053 542 … Proveitos Proveitos totais CAE rev.3 10 - Total 101 Abat. anim., conser. de carne 102 Indústria trans. da pesca e aqui. 103 Ind. conser. frutos e prod. hort. 104 Prod. óleos e gord. animais 105 Indústria de lacticínios 106 Trans. cereais, legum. e afins 107 Fabr. de prod. padaria e outros 108 Fabri. de outros prod. aliment. 109 Fabr. de alim. para animais 11 Indústria das bebidas 12 Indústria do tabaco Custos das mercadorias vendidas e materiais consumidos 103 Euros nº 10 - Total 101 Abat. anim., conser. de carne 102 Indústria trans. da pesca e aqui. 103 Ind. conser. frutos e prod. hort. 104 Prod. óleos e gord. animais 105 Indústria de lacticínios 106 Trans. cereais, legum. e afins 107 Fabr. de prod. padaria e outros 108 Fabri. de outros prod. aliment. 109 Fabr. de alim. para animais 11 Indústria das bebidas 12 Indústria do tabaco Custos com o pessoal 11 470 902 2 241 482 1 028 009 583 577 900 854 1 554 203 572 265 1 779 184 1 574 824 1 236 504 3 091 213 … 10 578 013 2 107 797 959 283 485 217 814 053 1 531 488 557 952 1 445 976 1 480 755 1 195 493 2 803 541 … 506 538 76 852 33 871 36 769 38 473 6 148 3 029 284 985 18 476 7 936 103 673 … 535 020 116 856 47 926 118 683 46 406 32 429 6 999 113 736 55 723 -3 737 129 270 … 113 Quadro 92 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009 Portugal Principais variáveis NUTS II/CAE rev.3 Empresas nº Custos Totais Volume de negócios VAB pm 103 Euros 2009 Form. bruta de capital fixo Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 101 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 102 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 103 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 104 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 105 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 9 426 8 984 2 923 2 965 1 346 1 313 437 272 170 11 196 407 … 2 565 036 3 074 566 3 355 296 1 424 211 … … … 11 084 551 … 2 607 043 3 021 660 3 318 140 1 399 226 … … … 2 182 956 … 544 129 525 147 704 698 257 962 … … … 535 020 … 93 509 160 221 70 617 169 679 … … … 619 585 188 202 73 116 6 30 4 2 214 241 2 145 381 448 745 882 918 424 637 386 980 2 102 49 960 18 900 2 184 649 2 120 216 441 702 869 684 423 692 383 081 2 056 49 950 14 483 348 335 334 958 74 020 126 646 71 074 62 764 454 10 797 2 580 116 856 114 394 14 248 38 478 5 277 56 339 52 2 685 -223 191 173 74 62 17 8 12 12 6 1 024 246 945 133 162 707 606 918 85 249 73 472 16 787 … … 993 154 925 279 159 869 593 147 85 229 70 387 16 647 … … 145 329 131 280 28 687 73 485 16 873 7 849 4 385 … … 47 926 46 362 4 996 36 533 4 153 391 288 … … 221 211 46 60 33 58 14 7 3 564 846 … … 151 232 … 259 599 21 965 … … 521 986 … … 142 465 … 242 893 20 514 … … 114 735 … … 28 846 … 59 570 2 105 … … 118 683 … … 34 176 … 79 813 -352 … … 495 495 108 239 32 109 7 // // 874 449 874 449 … … … … … // // 852 526 852 526 … … … … … // // 94 180 94 180 … … … … … // // 46 406 46 406 … … … … … // // 430 381 43 139 50 134 15 43 6 1 485 528 1 170 760 677 958 137 074 284 806 67 972 2 949 306 407 8 360 1 537 636 1 235 632 726 481 135 457 306 098 64 490 3 106 293 766 8 238 278 210 242 495 112 402 29 556 90 239 8 907 1 391 33 147 2 568 32 429 23 982 6 439 7 146 7 642 2 477 279 8 292 154 Fonte: INE; I. P., Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE) (continua) Quadros estatísticos 10 114 Quadro 92 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009 (cont.) Portugal Principais variáveis NUTS II/CAE rev.3 106 Portugal Empresas nº Custos Totais 2009 Form. bruta de capital fixo Volume de negócios VAB pm 103 Euros Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 256 241 81 99 24 28 9 12 3 550 507 … 262 186 … 121 347 … 2 610 … 9 262 560 981 … 267 968 … 121 429 … 2 382 … 9 245 78 882 … 31 952 … 18 866 … 376 … 2 168 6 999 … 2 781 … 1 627 … 24 … 256 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 6 516 6 230 2 210 1 979 924 762 355 148 138 1 746 781 1 669 337 573 847 413 343 506 817 121 575 53 755 25 502 51 942 1 730 960 1 656 219 574 858 416 419 487 258 124 151 53 532 26 183 48 558 654 447 623 539 209 090 162 237 172 920 55 675 23 618 11 121 19 787 113 736 108 515 44 629 22 491 24 650 12 773 3 971 1 815 3 405 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 573 553 157 19 134 170 73 12 8 1 512 249 1 500 593 234 840 13 174 118 859 987 541 146 180 9 705 1 951 1 499 231 1 492 435 233 729 12 830 117 161 978 773 149 942 5 202 1 594 329 560 329 043 52 774 2 871 23 473 228 159 21 766 64 453 55 723 62 605 8 734 389 6 960 41 979 4 544 -6 698 -184 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 125 115 16 51 23 25 // 8 2 1 223 561 1 128 575 103 011 617 419 198 749 209 396 // … … 1 203 428 1 108 502 103 398 598 199 195 866 211 039 // … … 139 278 121 904 11 860 54 770 32 159 23 115 // … … -3 737 -28 633 2 267 5 757 -39 209 2 553 // … … 1035 3 053 542 … 1 310 980 321 860 1 108 873 233 793 … … … 2 907 214 … 1 345 970 322 918 965 006 202 223 … … … 691 678 … 331 506 105 305 180 264 50 951 … … … 129 270 … 58 003 25 916 28 159 12 797 … … … … // // … … // // … … // // … … // // … … … … // // … … // // … … // // … … // // … … 107 Portugal 108 Portugal 109 Portugal 11 Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 981 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 2 448 291 86 125 31 30 24 12 Portugal 4 // // 2 // // 1 1 Fonte: INE; I. P., Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE) Estatísticas Agrícolas 2010 115 Quadro 93 - Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais Quadro 93 - Consumo de matérias-primas e produção obtida pela indústria de alimentos compostos para animais e produção obtida Unidade: t Anos Matérias primas 2007 1- Matérias-primas consumidas Cereais forrageiros Aveia Cevada Milho Sorgo Trigo forrageiro Trigo mole Triticale Centeio Outros Produtos substitutos dos cereais Corn gluten feed Farinha forrageira Gritz de milho Mandioca Polpa de citrinos Resíduos de cereais destilados Outros Subprodutos dos cereais Sêmea de arroz Sêmea de centeio Sêmea de trigo Outros Subprodutos diversos Alimpadura de trigo Folhelho de uva Polpa de beterraba Dreches de cerveja Outros Bagaços de oleaginosas De amendoim De girassol De soja De palmiste Outros Produtos de origem animal Farinha de carne Farinha de peixe Farinha de osso Farinha de penas Farinha de sangue Leite em pó Soro de leite Subprodutos de aviário Outros Gorduras e alimentos líquidos Gordura animal Melaço Óleo de soja Proteaginosas Soja integral Ervilha forrageira Faveta Outras Aditivos e diversos Aglutinantes Alfarroba Carbonato de calcio Dífosfato Farinha de luzerna Radículas de malte Sal Premix Outros produtos da agricultura Outros 2 - Produção obtida Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA) 2007 - 2009 2008 3 410 123 1 749 665 4 282 138 989 1 310 934 10 831 196 750 69 273 14 115 115 4 376 167 368 44 329 12 803 1 802 43 095 32 663 30 785 1 891 118 813 3 663 0 113 181 1 969 34 171 1 325 10 697 20 385 99 1 665 824 127 2 086 98 005 579 685 59 700 84 651 8 968 3 148 2 449 0 0 0 1 031 1 221 0 1 119 113 431 12 801 90 162 10 468 121 337 118 913 1 554 464 406 272 243 19 898 6 706 71 104 31 479 40 389 308 10 633 16 444 12 819 62 463 3 410 123 2009 3 285 824 1 800 684 3 939 124 347 1 379 429 70 281 173 556 44 656 1 063 140 3 273 102 959 19 755 8 366 283 28 305 29 179 6 121 10 950 117 183 9 288 779 105 700 1 416 16 646 580 7 175 8 026 31 834 850 939 0 85 306 563 879 64 499 137 255 12 367 5 204 2 886 0 0 0 705 2 004 0 1 568 64 228 10 658 44 301 9 269 57 387 56 830 90 319 148 263 431 16 997 6 005 69 778 30 754 29 934 88 10 384 16 338 16 727 66 426 3 285 824 3 210 022 1 826 260 2 798 200 825 1 149 051 3 828 343 881 122 800 391 18 2 668 90 583 21 567 10 541 3 915 7 519 21 106 17 204 8 731 129 360 9 810 585 117 711 1 254 10 579 61 4 469 5 468 24 557 759 480 0 112 258 504 054 52 157 91 011 32 705 6 571 5 537 5 368 918 1 445 653 4 391 1 619 6 203 50 165 14 293 22 010 13 862 62 853 62 129 247 162 315 248 037 15 180 5 349 66 309 27 624 21 248 356 9 209 18 842 11 830 72 090 3 210 022 Quadros estatísticos Portugal 116 Quadro 94 - Produção de alimentos compostos para animais Portugal Unidade: t Anos Grupos de referência 2007 Total (a) Aves Alimentos compostos completos Carne Postura e reprodução Diversos Alimentos complementares proteicos Bovinos Vitelos Bovinos recria e engorda Vacas leiteiras Alimentos complementares proteicos Outros Alimentos aleitamento Suínos Alimentos compostos completos Reprodutoras Leitões Crescimento e engorda Outros Alimentos complementares proteicos Caprinos Ovinos Equídeos Coelhos Cães e gatos Outros 2007 - 2009 2008 3 410 123 1 254 040 1 254 040 740 937 348 940 164 163 0 902 982 60 243 344 728 468 313 1 352 23 848 4 408 1 016 789 1 016 242 223 485 152 627 623 219 16 911 547 24 000 47 742 24 563 119 175 14 253 6 669 2009 3 285 824 1 218 152 1 218 152 735 776 320 002 162 374 0 845 009 44 538 300 826 425 459 1 091 72 891 204 1 004 230 1 004 230 199 797 144 554 639 693 20 186 0 19 771 40 670 26 809 105 138 19 129 6 916 3 210 022 1 280 103 1 280 103 754 794 368 757 156 552 0 767 181 31 065 283 357 382 380 3 154 66 896 329 902 951 902 045 175 428 131 013 578 262 17 342 906 18 762 33 790 24 747 97 416 48 982 36 090 Quadro 94 - Produção de alimentos compostos para animais Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA) (a) Farinados e granulados Estatísticas Agrícolas 2010