ISSN 0079-4139
2010
Edição 2011
Estatísticas Agrícolas
e
Estatísticas
oficiais
2010
Edição 2011
Estatísticas Agrícolas
2
FICHA TÉCNICA
Título
Estatísticas Agrícolas 2010
Editor
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
Av. António José de Almeida
1000-043 Lisboa
Portugal
Telefone: 21 842 61 00
Fax: 21 844 04 01
Presidente do Conselho Directivo
Alda de Caetano Carvalho
Design e Composição
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
ISSN 0079-4139
ISBN 978-989-25-0113-0
Periodicidade Anual
Apoio ao cliente
O INE, I.P. na Internet
www.ine.pt
808 201 808
© INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2011 *
A reprodução
de quaisquer
páginas desta obra é autorizada, excepto para fins comerciais, desde que
Estatísticas
Agrícolas
2010
mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição, e a referência Lisboa-Portugal.
3
NOTA INTRODUTÓRIA
O INE apresenta a edição de 2010 da publicação “Estatísticas Agrícolas” que segue a estrutura da edição
anterior, incluindo adicionalmente um quadro relativo ao Recenseamento Agrícola (RA 09). De referir ainda
que a informação agora disponibilizada sobre as estatísticas da Produção Vegetal de 2009, já incorpora as
revisões com base nos resultados do RA 09.
O Instituto Nacional de Estatística agradece a todos os que contribuíram para a concretização desta publicação,
em especial aos agricultores que responderam aos nossos inquéritos, bem como ao Gabinete de Planeamento
e Políticas do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, à Autoridade
Florestal Nacional, à Direcção-Geral de Veterinária, ao Instituto da Vinha e do Vinho, à Direcção-Geral de
Agricultura e Desenvolvimento Rural, às Direcções Regionais de Agricultura e Pescas, ao Serviço Regional de
Estatística dos Açores, à Direcção Regional de Estatística da Madeira e a todas as outras entidades que
facultaram informação em tempo oportuno.
Acreditando que a crítica construtiva serve de estímulo para o aperfeiçoamento e a melhoria da qualidade do
trabalho estatístico, o INE agradece todas as sugestões formuladas pelos utilizadores que possam contribuir
para a valorização da informação sobre o sector agrícola.
Julho de 2011
INTRODUCTORY NOTE
Statistics Portugal presents the 2010 edition of “Agriculture Statistics” which follows the structure of the previous
issue, including however an additional table with data from the 2009 Survey on the Structure of Agricultural
Holdings and on Agricultural Production Methods. Moreover, the information, now released, on Crops Statistics
2009, already incorporates revisions based on the results of the above mentioned survey.
Statistics Portugal has been developing over the last years all efforts towards the use of administrative data for
statistical purposes, in order to reduce the costs and the burden on respondents. However, access to these
data faces many difficulties, therefore in this publication it is not possible to update the information concerning
certified traditional products. Regarding organic farming, data are disseminated for 2009, but in a short term,
information on the year 2010 will be available in the website of Portuguese official statistics.
Statistics Portugal would like to thank all entities that have contributed to this publication and acknowledge
particularly the survey respondents, as well as the following entities: Office of Planning and Agri-food Policy of
the Ministry of Agriculture, Sea, Environment and Regional Planning, National Forest Authority, General
Directorate of Veterinary, Wine and Vineyard Institute, General Directorate of Agriculture and Rural Development,
Regional Directorates of Agriculture and Fisheries, Azores Regional Statistical Service, Madeira Regional
Statistical Directorate, and to all the other entities that supplied information on time.
It also welcomes all comments and suggestions from users, which will play a role in improving future issues.
July 2011
Estatísticas Agrícolas 2010
O INE tem vindo a desenvolver todos os esforços no sentido da apropriação de dados administrativos para fins
estatísticos, com o objectivo de reduzir os custos e a carga sobre os respondentes. Contudo, o acesso a tais
dados não está isento de dificuldades pelo que nesta publicação não é possível actualizar a informação relativa
aos produtos tradicionais certificados. Relativamente ao modo de produção biológico, são divulgados os dados
relativos a 2009, ficando disponível, a curto prazo, no Portal de Estatísticas Oficiais, a informação relativa a
2010.
4
RESUMO
A publicação “Estatísticas Agrícolas 2010” divulga um conjunto de informação relativa à agricultura, bem como
a alguns sectores da economia nacional relacionados com o sector agrícola.
Os 94 quadros divulgados incluem assuntos tão diversificados como a produção agrícola, apresentada através
dos seguintes temas: “Produção vegetal”, “Produção animal” e “Produção florestal”; a economia agrícola,
analisada através das “Contas económicas da agricultura”, “Contas económicas da silvicultura” e “Preços e
índices de preços na agricultura”; a Estrutura das explorações agrícolas e o Comércio internacional de produtos
agrícolas e florestais, entre outros temas. O primeiro capítulo apresenta uma análise relativa à evolução da
produção e economia agrícola em 2010 e às questões ambientais relacionadas com a agricultura.
A estrutura desta publicação está orientada no sentido de proporcionar uma abordagem mais fácil da informação
estatística, recorrendo-se a uma análise sumária.
Como principais resultados de 2010, em comparação com 2009, salientam-se:
Em termos físicos
Cereais de Outono/Inverno tiveram uma das mais baixas produções das últimas décadas
Produção de tomate para indústria ascende a 1, 4 milhões de toneladas e atinge valor recorde
Produção de vinho aumenta 22%
Produção de carne bovina diminiu 9,5%
Volume de produção de carne de suíno aumenta 3%
Produção de carne de aves com um aumento a 1,5% atinge as 339 mil toneladas
Volume de produção nacional de leite de vaca baixa 2%
Em termos económicos
Variação positiva do valor da produção do ramo agrícola (+3,5%)
Acréscimo do Valor Acrescentado Bruto a preços correntes na agricultura (+1,1%)
Subida do Rendimento de Factores, real, por unidade de trabalho (+8,1%).
Acréscimo do índice de preços da produção de bens agrícolas (+5,4%)
Acréscimo do índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura (+0,5%)
Acréscimo do índice de preços dos bens de investimento na agricultura (+1,1%)
Estatísticas Agrícolas 2010
5
ABSTRACT
The purpose of this publication is to give an overview of the agriculture in 2010, as well as for some branches of
national economy related to this sector.
Basic results and findings related to the agriculture production are presented on chapters “Crop Production”,
“Animal production” and “Forestry production”; agriculture economy is described on “Economic accounts for
agriculture”, “Economic accounts for forestry” and “Agriculture price index”; and a wide range of data on Farm
structure holdings, Forestry, Environment and Food industry, are disseminated along 94 tables. The first chapter
presents an analysis on agricultural production, economy and agriculture and environment in 2010.
The structure of this publication enables an easier approach to statistical data, including a brief analysis.
Some of the most important findings for 2010, comparing with 2009, show:
In production terms
Winter cereals had one of the lowest productions in decades
Wine production increases 22%
Bovine meat: production falls 9.5%
Pig meat: production volume increases 3%
Poultry meat with an increase of 1.5% reaches 339 thousand tonnes
Cow’s milk production decreases 2%
In economical terms
Increase, in value, of the output of the agricultural industry (+3.5%)
Increase of Gross Value Added at current prices on Agriculture (+1.1%)
Increase in Real Agricultural Income per worker (+8.1%).
Increase in agricultural goods output price index (+5.4%)
Increase in goods and services currently consumed in agriculture price index (+0.5%)
Increase in goods and services contributing to agricultural investment price index rise (+1.1%)
Estatísticas Agrícolas 2010
Processed tomatoes production turns on 1.4 million tons and sets a record
6
SINAIS CONVENCIONAIS
…
Valor confidencial
x
Valor não disponível
ԥ
Valor inferior a metade do módulo da unidade utilizada
//
Não aplicável
Pe
Valor preliminar
Po
Valor provisório
Rc
Valor corrigido
Rv
Valor revisto
NOTA: Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas.
SIGLAS
c
=
Cabeças
CAE
=
Classificação das Actividades Económicas
CI
=
Consumo Intermédio
DOP
=
Denominação de Origem Protegida
FBCF
=
Formação Bruta de Capital Fixo
g
=
Gramas
H
=
Sexo masculino
ha
=
Hectare
hl
=
Hectolitro
HM
=
Total dos dois sexos
IGP
=
Indicação Geográfica Protegida
kWh
=
Quilovátios-hora (Kilowatt-hora)
l
=
Litro
M
=
Sexo feminino
n. e.
=
Não especificado
nº
=
Número
NUTS
=
Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos
p
=
Peso
pc
=
Peso carcaça
pv
=
Peso vivo
s.a.
=
Substância activa
SAU
=
Superfície Agrícola Utilizada
t
=
Tonelada
unid.
=
Unidade
UTA
=
Unidade de Trabalho Ano
VAB
=
Valor Acrescentado Bruto
Além destes sinais e siglas, são utilizados os símbolos do sistema métrico decimal.
Estatísticas Agrícolas 2010
7
ÍNDICE
Índice
NOTA INTRODUTÓRIA ......................................................................................................................................................... 3
RESUMO/ABSTRACT .......................................................................................................................................................... 5
SINAIS CONVENCIONAIS/SIGLAS ....................................................................................................................................... 6
OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL ................................................................................................................................... 9
CONCEITOS ...................................................................................................................................................................... 10
PESOS E MEDIDAS E FACTORES DE CONVERSÃO ..................................................................................................... 22
ANÁLISE DE RESULTADOS
QUADROS ESTATÍSTICOS
II - Produção vegetal
Quadro 1 - Produção das principais culturas ...................................................................................................................... 43
Quadro 2 - Produção das principais culturas por NUTS II ................................................................................................... 44
Quadro 3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma da Madeira .................................................................. 46
Quadro 4 - Batata-semente. Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades ............................................... 47
Quadro 5 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II ......................................................................... 47
Quadro 6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas ..................................................... 48
Quadro 7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões Determinadas ................................................ 48
Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por categoria e em algumas Regiões Determinadas ........................................... 49
Quadro 9 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II ............................................................................................ 51
Quadro 10 - Produção de frutos .......................................................................................................................................... 51
Quadro 11 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II ................................................................... 52
III - Produção animal
Quadro 12 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã .................................................................... 53
Quadro 13 - Recolha, tratamento e transformação do leite ................................................................................................. 54
Quadro 14 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos ....................................................................................... 54
Quadro 15 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2009 .......................................................................................................... 55
Quadro 16 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2009 ........................................................................................................... 55
Quadro 17 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2009 .......................................................................................... 56
Quadro 18 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2010 (Po) ................................................................................................. 56
Quadro 19 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2010 (Po) ................................................................................................... 56
Quadro 20 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2010 (Po) .................................................................................. 57
Quadro 21 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II ............................................ 57
Quadro 22 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies e categorias ............................................ 58
Quadro 23 - Aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo segundo as espécies, por NUTS II ................................ 59
IV - Agricultura e ambiente
Quadro 24 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas ..................................................................... 60
Quadro 25 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias .................................................................. 60
Quadro 26 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies .................................................................... 60
Quadro 27 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias ........................................................ 61
Quadro 28 - Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos ....................................................................................................... 61
Quadro 29 - Balanço do azoto à superfície do solo ............................................................................................................. 61
Quadro 30 - Balanço do fósforo à superfície do solo ........................................................................................................... 61
Quadro 31 - Uso agrícola do solo e da água ....................................................................................................................... 61
V - Qualidade e segurança alimentar
Quadro 32 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ............................................................................. 62
Quadro 33 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar ................................... 62
Quadro 34 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal .................................... 62
Quadro 35 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal - animais ........................... 63
Quadro 36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal - produtos .......................... 65
Quadro 37 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de amostras não conformes 66
Quadro 38 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB) ............................................... 66
Quadro 39 - Campanha sanitária ........................................................................................................................................ 66
Quadro 40 - Controlo oficial dos alimentos para animais .................................................................................................... 67
Estatísticas Agrícolas 2010
1 – A agricultura em 2010 .................................................................................................................................................... 25
8
VI - Contas económicas da agricultura
Quadro 41 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000) .......................................................................... 68
Quadro 42 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços correntes (Base 2000) ...................................................................................................................... 68
Quadro 43 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000) ....................................................................... 69
Quadro 44 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços constantes (Base 2000) ................................................................................................................... 69
VII - Estruturas agrícolas
Quadro 45 - Estrutura das explorações agrícolas ............................................................................................................... 70
VIII - População
Quadro 46 - População residente e activa com profissão, total e na agricultura, produção animal,
caça e silvicultura segundo a situação na profissão ....................................................................................... 71
Quadro 47 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000) (preços correntes) .................................................................. 71
IX - Produção florestal
Quadro 48 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II ..................................................................................... 72
Quadro 49 - Quantidade removida de madeira .................................................................................................................... 72
Quadro 50 - Produção de produtos derivados da madeira ................................................................................................. 73
Quadro 51 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II ....................................................................... 73
Quadro 52 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação (colofónias de gema e aguarrás) . 73
Quadro 53 - Ocorrências de incêndios florestais ................................................................................................................ 74
Quadro 54 - Ocorrências de incêndios florestais por NUTS II ............................................................................................. 74
Quadro 55 - Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal .................................................. 74
Quadro 56 - Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal ..................................................... 75
X - Contas económicas da silvicultura
Quadro 57 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2006) .......................................................................... 76
Quadro 58 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura,
a preços correntes (Base 2006) ..................................................................................................................... 76
XI - Comércio internacional
Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2009 .......... 77
Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta actividade, em 2010 .......... 81
XII - Preços e índices de preços na agricultura
Quadro 61 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais ................................................ 85
Quadro 62 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais ................................. 86
Quadro 63 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas ....................................................................................... 87
Quadro 64 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - adubos ........................................................................ 88
Quadro 65 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia ................................................ 88
Quadro 66 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas ............................................. 88
Quadro 67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - alimentos para animais ................................................ 89
Quadro 68 - Indice de preços de meios de produção na agricultura .................................................................................... 89
XIII - Balanços de aprovisionamento
Quadro 69 - Balanços de aprovisionamento das carnes ..................................................................................................... 90
Quadro 70 - Balanços de aprovisionamento do leite e produtos lácteos .............................................................................. 91
Quadro 71 - Balanços de aprovisionamento dos ovos ........................................................................................................ 91
Quadro 72 - Balanços de aprovisionamento do vinho ......................................................................................................... 91
Quadro 73 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz) ........................................................................... 92
Quadro 74 - Balanços de aprovisionamento do arroz ......................................................................................................... 93
Quadro 75 - Balanços de aprovisionamento da batata ........................................................................................................ 93
Quadro 76 - Balanços de aprovisionamento dos frutos ....................................................................................................... 94
Quadro 77 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie. Balanços de mercado .............................................. 94
Quadro 78 - Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas ................................................................................. 95
Quadro 79 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos .................................................................. 95
Quadro 80 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos ............................................................... 96
Quadro 81 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados .................................... 96
Quadro 82 - Balanços de aprovisionamento do açúcar ....................................................................................................... 96
Quadro 83 - Balanços de aprovisionamento do mel ............................................................................................................ 97
Quadro 84 - Balanços de aprovisionamento dos melaços .................................................................................................. 97
XIV - Balança alimentar portuguesa
Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares .................................................................................... 98
Quadro 85 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente ............. 102
Quadro 86 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas ....................................................................................................... 101
Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o macronutriente ............. 102
XV - Agro-indústria
Quadro 88 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas ............................................................................. 106
Quadro 89 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas ................................................................................ 108
Quadro 90 - Principais produtos produzidos - valor das vendas ........................................................................................ 110
Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3, em 2009 ............................................................ 112
Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009 ............................................ 113
Quadro 93 - Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais e produção obtida ....... 115
Quadro 94 - Produção de alimentos compostos para animais .......................................................................................... 116
Estatísticas Agrícolas 2010
9
OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL
- Preços e índices de preços mensais no produtor de alguns produtos agrícolas (output);
- Preços e índices de preços mensais dos meios de produção na agricultura (input);
- Produção de azeite segundo o tipo de lagar e sistema de extracção;
- Produção de pintos do dia;
Estatísticas Agrícolas 2010
- Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por meses.
10
CONCEITOS
Agregado doméstico do produtor agrícola - Conjunto de pessoas que vivem habitualmente em comunhão
de mesa e de habitação ou em economia comum, ligados por relação familiar jurídica ou de facto. Inclui as
pessoas que não sendo parentes vivem, no entanto, com o produtor e o empregado que não execute trabalho
agrícola e que viva no alojamento do produtor. Exclui o assalariado agrícola que, não sendo parente do
produtor, viva no seu alojamento.
Adubos - Substância que pela sua natureza e pelo teor em um ou vários nutrientes se destina a melhorar as
produções agrícolas, por rapidamente disponibilizarem os nutrientes para as plantas.
Alimentação animal - Quantidades de produtos utilizados na alimentação animal directa e/ou consumidos na
fabricação de alimentos para animais (rações).
Ano agrícola - O período de tempo em que se realizam as operações culturais necessárias à produção
agrícola e que se inicia a 1 de Novembro do ano n-1 e termina em 31 de Outubro do ano n.
Aparas e estilhas - Madeira que foi deliberadamente reduzida a pequenos pedaços durante a transformação
de outros produtos de madeira e é apropriada para a produção de pasta de madeira, painéis de partículas e de
fibras, para uso como combustível ou outro. Exclui as estilhas de madeira vindas directamente da floresta
porque já foram contabilizadas como madeira para triturar.
Áreas ardidas de povoamentos - Extensões de terreno com área >= 5 000 m2 e largura >= 20 m anteriormente
ocupado por floresta e que, devido à passagem de incêndio, está ocupado com cepos, troncos de árvores
carbonizadas ou vegetação carbonizada.
Áreas de corte raso - Extensões de terreno com área >=5 000 m2 e largura >=20 m de uso florestal,
anteriormente ocupado por floresta e que, devido ao corte de árvores, está ocupado com cepos, ou com solo
temporariamente nu. Os cortes podem ser rasos, se existir um corte simultâneo de todas as árvores, ou
salteados ou sucessivos quando apenas algumas árvores são cortadas.
Áreas percorridas por incêndios florestais - Área com povoamentos florestais ou inculta, atingida por um
incêndio.
Armazenista - Agente económico cuja actividade principal consiste em comprar, armazenar e vender artigos
em grande quantidade.
Aves do dia - Aves com menos de 72 horas e que ainda não foram alimentadas e destinadas aos aviários de
produção e multiplicação.
Aviário de multiplicação - Aviário que se destina à produção de ovos para incubação destinados à produção
de aves de capoeira quer de rendimento (produção de ovos para consumo ou de carne) quer de multiplicação.
Em determinados períodos, os ovos postos nestes aviários podem ser desviados, em quantidade variável, para
consumo alimentar, por não interessar à produção do dia.
Azeites virgens - Azeites obtidos a partir do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos ou outros
processos físicos, em condições que não alterem o azeite, e que não tenham sofrido outros tratamentos além
da lavagem, da decantação, da centrifugação e da filtração, com exclusão dos azeites obtidos com solvente,
com adjuvantes de acção química ou bioquímica ou por processos de reesterificação e qualquer mistura com
óleos de outra natureza.
Balanço de aprovisionamento - Síntese de informação estatística, através da qual se quantificam, para um
dado produto ou agrupamento de produtos alimentares, todos os fluxos ocorridos ao nível da exploração
agrícola nacional e/ou ao nível do mercado. Equivale ao estabelecimento de um equilíbrio recursos/emprego
em dados físicos.
Bebidas à base de leite - Produtos líquidos que contenham, pelo menos 50% de produtos lácteos, incluindo
os produtos à base de soro de leite. Inclui o leite vitaminado, os leites achocolatados, o leitelho com aditivos ou
aromatizado, etc.
Bloco agrícola com acesso a caminhos públicos - Bloco da exploração com acesso directo a um caminho
público, que permita a circulação de máquinas e pessoas durante todo o ano (uma servidão não é um caminho
público).
Estatísticas Agrícolas 2010
11
Bloco de terra agrícola - Parte de uma exploração agrícola inteiramente rodeada de terras, ou outros elementos,
não pertencentes à exploração.
Bois - Bovinos machos castrados, que não sejam considerados vitelos.
Bovinos leves - Bovinos que apresentem cumulativamente, a dentição completa e peso vivo inferior ou igual a
300 kg.
Borrega coberta - Fêmea da espécie ovina coberta pela primeira vez.
Cabra - Caprino fêmea que já pariu. Inclui as cabras de refugo.
Capitação - Consumo médio expresso em quilogramas ou litros/habitante, durante o período de referência,
tomando para base do seu cálculo a população residente no território a meio ou no fim do ano, consoante o
período de referência observado.
Carcaça - Corpo de qualquer animal abatido após ter sido sangrado e preparado conforme a espécie.
Carne aprovada para consumo público - Carne que tenha sido inspeccionada e aprovada sem qualquer
limitação e que tenha sido marcada de acordo com a legislação em vigor.
Carvão vegetal - Madeira carbonizada por combustão parcial ou pela aplicação de calor a partir de fontes
externas. Inclui o carvão vegetal usado como combustível ou para outros usos, como por exemplo, agente
redutor na metalurgia ou como um meio de absorção ou filtração.
Chiba coberta - Fêmea nova coberta pela primeira vez, da espécie caprina.
Consociações anuais - Associações de várias espécies de leguminosas e gramíneas, só de gramíneas ou só
de leguminosas, para pastagem ou forragem.
Consumo aparente - Total de recursos disponíveis para serem utilizados no mercado interno (inclui eventuais
perdas e stocks).
Consumo de capital fixo - O consumo de capital fixo representa a depreciação verificada, no decurso do
período considerado, pelo capital fixo em resultado da utilização normal e da obsolescência previsível, incluindo
uma provisão para perdas de bens de capital fixo na sequência de prejuízo acidentais seguráveis.
Consumo humano - Emprego que corresponde às quantidades de produtos consumidos pela população
residente, quer sob a forma de produto primário, consumido nesse estado, quer sob a forma de produto
industrializado, convertido a primário, durante o período de referência.
Consumo intermédio - O consumo intermédio consiste no valor dos bens e serviços consumidos como
elementos de um processo de produção, excluindo os activos fixos, cujo consumo é registado como consumo
de capital fixo. Os bens e serviços podem ser transformados ou utilizados no processo produtivo.
Contas Económicas da Agricultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo
possível da actividade agrícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema
coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional
sobre o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da agricultura.
Contas Económicas da Silvicultura - Representam um quadro sistemático, harmonizado e o mais completo
possível da actividade silvícola, de modo a permitir a elaboração de rubricas e de indicadores, num sistema
coerente e harmonizado de contas. Disponibilizam, com periodicidade anual, informação a nível nacional
sobre o comportamento dos agregados macro-económicos fundamentais na área da silvicultura.
Contraplacado - Placa de madeira constituída pela sobreposição de três, cinco ou mais folhas de madeira, e
pequena espessura, dispostas com as fibras cruzadas entre si, que se grudam e se submetem seguidamente
à pressão hidráulica em prensas.
Estatísticas Agrícolas 2010
Capitação edível - Consumo humano médio da parte edível. A parte edível corresponde ao peso do produto
que pode ser integralmente utilizado como alimento, isto é, desprovido dos materiais que se rejeitam por
inutilizáveis, quer no momento da preparação do produto, antes ou durante as operações culinárias, quer no
prato, ao ser consumido. O valor da parte edível para muitos alimentos depende acentuadamente da técnica de
aproveitamento ou de hábitos e gostos alimentares.
12
Cortiça amadia - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes que se
extrai cortiça (inclui a cortiça amadia, secundeira, bocados de amadia e refugo cru).
Cortiça de reprodução - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez ou seguintes
que se extrai cortiça (inclui a cortiça secundeira e a amadia).
Cortiça secundeira - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a segunda vez que se extrai
cortiça.
Cortiça virgem - Cortiça proveniente de partes de árvores nas quais é a primeira vez que se extrai cortiça.
Culturas associadas - Duas ou mais culturas que ocupam simultaneamente a mesma área durante toda ou a
maior parte do seu ciclo vegetativo.
Culturas forrageiras - Culturas destinadas ao corte para dar ao gado e que são colhidas antes de completarem
o seu ciclo vegetativo (maturação), de modo a serem melhor digeridas pelos animais. Podem ser consumidas
pelo gado em verde, depois de conservadas como feno ou silagem ou secas ao sol ou desidratadas artificialmente.
Culturas hortícolas extensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou
cultivadas em parcelas destinadas que entram em rotação com outras culturas não hortícolas, não se sucedendo
em geral várias culturas hortícolas na mesma parcela no ano agrícola.
Culturas hortícolas intensivas - Culturas hortícolas efectuadas como cultura única no ano agrícola ou
cultivadas em parcelas destinadas exclusivamente a culturas hortícolas, sucedendo-se também várias destas
culturas na mesma parcela durante o ano agrícola.
Culturas permanentes - Culturas que ocupam a terra durante um longo período e fornecem repetidas colheitas,
não entrando em rotações culturais. Não incluem os prados e pastagens permanentes. No caso das árvores de
fruto só são considerados os povoamentos regulares, com densidade mínima de 100 árvores, ou de 45 no
caso de oliveiras, figueiras e frutos secos.
Culturas temporárias - Culturas cujo ciclo vegetativo não excede um ano (as anuais) e também as que são
ressemeadas com intervalos que não excedem cinco anos (morangos, espargos, prados temporários).
Cultura temporária principal - Cultura que proporciona maior rendimento sob o ponto de vista económico,
quando na mesma parcela de terreno se fazem sucessivamente várias culturas no mesmo ano agrícola. Por
convenção, sempre que exista uma associação de matas e florestas com culturas temporárias, estas últimas
serão as principais; na associação culturas temporárias e permanentes as primeiras são consideradas sempre
secundárias.
Culturas temporárias sucessivas - Culturas que se fazem sucessivamente na mesma parcela e no mesmo
ano agrícola. Uma delas é considerada a cultura principal e as outras são culturas secundárias.
Culturas sob-coberto - Culturas efectuadas em terra arável sob-coberto de culturas permanentes em compasso
regular e de matas e florestas em povoamento regular.
Culturas sob-coberto de matas e florestas - As culturas temporárias, pastagens permanentes e pousio sobcoberto de matas e florestas, que por convenção se consideram como culturas principais.
Dia de trabalho - O trabalho normalmente efectuado pela mão-de-obra agrícola a tempo completo, durante
pelo menos 8 horas diárias.
Distribuidor - Agente económico que exerce como actividade principal a distribuição de bens junto dos
consumidores finais.
Equídeos - Animais domésticos da espécie “Equs”, mais vulgarmente designados por cavalos. Esta designação
abrange também outras espécies como o burro e a zebra e cruzamentos como a “mula” e o “macho”.
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto - Saldo contabilístico que corresponde ao rendimento
que as unidades geram pela utilização dos seus activos de produção. É obtido retirando ao rendimento de
factores as remunerações dos assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o rendimento da terra,
do capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a distribuição do
rendimento entre os factores de produção e o sector das administrações públicas.
Estatísticas Agrícolas 2010
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Exploração agrícola - Unidade técnico-económica que utiliza mão-de-obra e factores de produção próprios e
que deve satisfazer obrigatoriamente às quatro condições seguintes: a) produzir um ou vários produtos agrícolas;
b) atingir ou ultrapassar uma certa dimensão (área, número de animais, etc.); c) estar submetida a uma gestão
única; d) Estar localizada num lugar determinado e identificável.
Fertilizante - Substância utilizada (adubos e/ou correctivos) com o objectivo de directa ou indirectamente
melhorar a nutrição das plantas.
Floresta - Extensão de terreno com área mínima de 0,5 ha e largura >=20 m, com um grau de coberto
(definido pela razão entre a área da projecção horizontal das copas e a área total da parcela) >=10%, onde se
verifica a presença de arvoredo florestal que pelas suas características ou forma de exploração tenha atingido,
ou venha a atingir, porte arbóreo (altura superior a 5 m), independentemente da fase em que se encontre no
momento da observação. Inclui os povoamentos florestais, as áreas ardidas de povoamentos florestais, as
áreas a corte raso e outras áreas florestais.
Folheados - Finas folhas de madeira de espessura uniforme, descascadas, cortadas às fatias ou serradas.
Inclui madeira usada para o fabrico de material de construção laminado, mobília, contentores, etc.
Formação bruta de capital fixo - A formação bruta de capital fixo engloba as aquisições líquidas de cessões,
efectuadas por produtores residentes, de activos fixos durante um determinado período e determinadas mais
valias dos activos não produzidos obtidas através da actividade produtiva de unidades produtivas ou institucionais.
Os activos fixos são activos corpóreos ou incorpóreos resultantes de processos de produção, que são por sua
vez utilizados, de forma repetida ou continuada, em processos de produção por um período superior a um
ano.
Forma de exploração - Forma jurídica pela qual o produtor dispõe da terra, determinando a relação existente
entre o(s) proprietário(s) das superfícies da exploração e o responsável económico e jurídico da exploração
(o produtor), que dela tem a fruição.
Fumigante de solo - Líquido volátil para combate de fungos, bactérias, insectos, nemátodos ou infestantes do
solo.
Fungicida - Substância ou preparado que destrói os fungos ou impede o seu desenvolvimento.
Gema (resina) - É um produto de secreção própria das resinosas, que serve para proteger e conservar estas
árvores. O pinheiro bravo é a espécie em que normalmente, entre nós, se pratica a resinagem.
Grau de auto-aprovisionamento - Coeficiente, traduzido em percentagem, dado pela razão entre a produção
interna (exclusivamente obtida a partir de matérias primas nacionais) e a utilização interna total; mede, para
um dado produto o grau de dependência de um território, relativamente ao exterior (necessidade de importação)
ou a sua capacidade de exportação.
Grossista - Agente económico que exerce a actividade económica no comércio por grosso.
Herbicidas - Produtos químicos, que, pela sua variedade e poder selectivo, actuam nas ervas daninhas
procurando não prejudicar o normal desenvolvimento das culturas.
Horta familiar - Superfície normalmente inferior a 20 ares, reservada à cultura de produtos tais como hortícolas,
frutos e flores destinados fundamentalmente ao auto consumo e não para venda.
Importador - Agente económico que compra directamente a terceiros mercadorias alimentares, provenientes
dos restantes Estados-membros e de países terceiros.
Incêndio florestal - Combustão não limitada no tempo nem no espaço e que atinge uma área florestal.
Industrial - Pessoa singular ou colectiva que pretenda explorar ou seja responsável pela exploração de um
estabelecimento industrial ou que nele exerça em seu próprio nome actividade industrial.
Insecticidas e acaricidas - Substâncias ou preparados usados para controlar e combater insectos e ácaros.
Intraconsumo - Conjunto de produtos agrícolas com origem na própria agricultura e aí utilizados como meios
de produção (ex.: sementes e plantas, alimentos para animais, ovos para incubação, etc.).
Estatísticas Agrícolas 2010
Floresta natural - Floresta de espécies índigenas, maioritariamente “laurissilva”, regenerada naturalmente,
que não está exposta a acções ou intervenções humanas e cujos processos ecológicos não estão
significativamente afectados.
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Juros - Nos termos do instrumento financeiro acordado entre um mutuante e um mutuário, os juros são o
montante a pagar pelo segundo ao primeiro ao longo de um determinado período de tempo sem reduzir o
montante do capital em dívida.
Lagar de azeite - Estabelecimento industrial destinado à produção de azeite a partir das azeitonas.
Leguminosas secas para grão - Leguminosas cultivadas para colheita do grão após maturação completa,
quer se destinem à alimentação humana ou à alimentação animal.
Leguminosas secas para grão em cultura estreme para gado - Leguminosas secas para grão, tais como
ervilhas, favas, favarolas, ervilhacas e tremoços, em cultura estreme (sem mistura), para utilização na alimentação
animal.
Leite cru - Leite que não tenha sido aquecido a uma temperatura superior a 40ºC., nem submetido a um
tratamento de efeito equivalente.
Leite para consumo - Leite destinado ao consumo humano, cru ou submetido a um tratamento pelo calor
(pasteurizado, esterilizado e UHT).
Leite gordo ou inteiro - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um tratamento
pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor natural de matérias gordas seja igual
ou superior a 3,5% ou cujo teor de matérias gordas tenha sido regulado a 3,5% no mínimo.
Leite meio gordo (ou parcialmente desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite,
pelo menos a um tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de
matérias gordas tenha sido regulado a um valor que vai de 1,5% no mínimo a 1,8% no máximo.
Leite magro (ou desnatado) - Leite submetido, numa empresa de tratamento de leite, pelo menos a um
tratamento pelo calor ou a um tratamento de efeito equivalente autorizado, e cujo teor de matérias gordas tenha
sido regulado a um valor que vai até 0,3 %, no máximo.
Leite fermentado (ou acidificado) - Leite caracterizado por ser um produto acidificado pelo ácido láctico e
por escassas quantidades de outros compostos orgânicos, igualmente ácidos, produzidos por bactérias típicas;
como consequência deste processo acidificação as proteínas do leite coagulam e precipitam-se dissociandose posteriormente em aminoácidos. As bactérias lácteas fermentam uma parte da lactose do leite produzindo
ácido, bem como outros açúcares.
Leites em pó - Produto pulverulento, obtido directamente, por eliminação da água do leite, do leite parcialmente
desnatado, do leite magro ou de uma mistura destes com ou sem nata e cujo teor de humidade seja inferior ou
igual a 5%, em massa, do produto final.
Leitelho - Sub-produto do fabrico da manteiga, obtido após batedura ou butirização em contínuo da nata e
separação da fracção gorda sólida, que embora possa ser utilizado na alimentação humana, é quase sempre
utilizado na alimentação de suínos ou de vitelos.
Leitões - Suínos machos e fêmeas com peso vivo inferior a 20 kg.
Lenha - Quantidade de madeira redonda removida para ser consumida nesse estado (para aquecimento, para
cozinhar) ou para ser utilizada como matéria-prima para a obtenção de carvão.
Limite Máximo de Resíduos (LMR) - concentração máxima autorizada do resíduo de um pesticida no interior
e à superfície de géneros alimentícios ou de alimentos para animais.
Madeira para triturar (redonda e partida) - Madeira redonda em bruto, excepto toros, para a produção de
pasta, painéis de partículas ou de fibras. Esta madeira pode ser contabilizada com ou sem casca e pode estar
na forma de madeira redonda ou partida.
Madeira serrada - Madeira que foi produzida tanto com madeira redonda nacional ou importada, serrando
longitudinalmente ou por um processo de quebra da madeira com uma espessura superior a 5 mm (com
pequenas excepções). Inclui pranchas, travessas, vigas, tábuas, esteios, pedaços de madeira, ripas, caixotes
e caixas.
Estatísticas Agrícolas 2010
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Manteiga - Produto butiroso obtido exclusivamente do leite de vaca ou da sua nata, com ou sem adição de sal
e/ou culturas lácteas, apresentando-se sob a forma de uma emulsão sólida e maleável, com teor de matéria
gorda igual ou superior a 80 % e inferior a 90%, com teor de humidade máximo de 16% e de matéria seca
desengordurada de 2%. Inclui a manteiga com ervas, especiarias ou aromas.
Matadouro - Estabelecimento aprovado e licenciado pelas entidades competentes para a execução de abates
e preparação de carcaças das espécies (bovina, ovina, caprina, suína, equina, aves, leitões e espécies
abrangidas na designação de caça de criação) destinadas ao consumo público ou destinadas à indústria.
Matas e florestas - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais, incluindo choupais, quer se trate
de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos (com espécies diversas), bem
como os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam às necessidades da exploração
(com ou sem culturas sob coberto).
Mão-de-obra não familiar - Pessoas remuneradas pela exploração e ocupadas nos trabalhos agrícolas da
exploração, que não sejam nem o produtor nem membros da sua família.
Miudezas das aves - As vísceras das aves usadas como alimento, compreendendo a cabeça e as patas
quando separadas da carcaça.
Miudezas do gado abatido - As carnes frescas não incluídas na carcaça, mesmo quando estando presas a
esta pelas suas ligações naturais. Inclui a cabeça com ou sem língua, pulmões com a traqueia, coração,
diafragma, esófago, estômago, intestinos (tripa), fígado, baço, pâncreas, epiplons, mesentério, órgãos genitourinários, (excepto rins, verga e útero), extremidades locomotoras e cauda.
Modo de produção biológico - Modo de produção agrícola, sustentável, baseado na actividade biológica do
solo, alimentada pela incorporação de matéria orgânica, que constitui a base da fertilização, evitando o recurso
a produtos químicos de síntese e adubos facilmente solúveis, respeitando o bem-estar animal e os
encabeçamentos adequados, privilegiando estratégias preventivas na sanidade vegetal e animal. Procura-se,
desta forma, a obtenção de alimentos de qualidade, a sustentabilidade do ambiente, a valorização dos recursos
locais e a dignificação da actividade agrícola.
Nata - Produto obtido do leite através da concentração da sua matéria gorda e que apresenta um teor de
matéria gorda superior a 10% do peso do produto.
Nematodicida - Substância ou preparado usado para combater nemátodos.
Novilhas - Bovinos fêmeas não paridas, que não sejam considerados bovinos leves.
Novilhos - Bovinos machos inteiros, com idade inferior a 2 anos, que não sejam considerados bovinos leves.
Óleo - Gordura líquida extraída de substâncias animais, minerais e ou vegetais de numerosas espécies
usadas como alimento, matéria-prima industrial, combustível, lubrificante, etc.
Óleo mineral - Hidrocarboneto usado para combater insectos, ácaros e infestantes ou como adjuvante.
Ocorrência (de incêndio florestal) - Incêndio, queimada ou falso alarme que origina a mobilização de meios
dos bombeiros.
Outra madeira redonda industrial - Madeira redonda industrial (madeira em bruto) excepto toros para serrar
e folhear e/ou triturar. Inclui madeira redonda que será usada para estacas, postes, vedações, etc.
Outras áreas arborizadas - Extensões de terreno com área mínima de 0,5 ha e largura >=20 m, que
tenham um grau de coberto entre 5 e 10% e onde se verifica a presença de espécies florestais que na
maturidade atingem porte arbóreo ou em que se verifique a presença de espécies florestais com um grau de
coberto >= 10%, mas que, devido às condições em que vegetam, não conseguem atingir os 5 m de altura na
idade adulta ou ainda, as áreas onde vegetem espécies florestais de porte sub-arbóreo como por exemplo o
medronheiro e carrasco.
Estatísticas Agrícolas 2010
Matas e florestas sem culturas sob-coberto - Superfícies cobertas com árvores ou arbustos florestais,
incluindo choupais, quer se trate de povoamentos puros (com uma só espécie), quer de povoamentos mistos
(com espécies diversas), bem como os viveiros florestais localizados no interior das florestas e que se destinam
às necessidades da exploração.
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Outras áreas florestais - Outras áreas não consideradas em povoamentos nem em corte raso. Inclui “Outras
áreas arborizadas” e áreas de “floresta natural”
Outras vacas - Compreende as vacas aleitantes (incluindo as de refugo) e as vacas de trabalho.
Outros impostos sobre a produção - “Outros impostos sobre a produção” são todos os impostos em que as
empresas incorrem pelo facto de se dedicarem à produção, independentemente da quantidade ou do valor dos
bens e serviços produzidos ou vendidos. Podem ser devidos por terrenos, activos fixos ou mão-de-obra
empregada no processo de produção ou em certas actividades ou operações.
Outros subsídios à produção - Os “outros subsídios à produção” recebidos por unidades produtivas residentes
em consequência da sua actividade produtiva são subsídios não ligados à quantidade ou ao valor dos bens e
serviços produzidos ou vendidos.
Ovelha - Ovino fêmea que já pariu. Inclui-se no conceito as borregas destinadas à reprodução e as ovelhas de
refugo.
Ovos de incubação - Ovos produzidos pelas aves de capoeira e destinados a serem incubados.
Painel de fibras - Painel produzido a partir de fibras de madeira ou outros materiais lenhoso-celulósicos.
Inclui painéis de fibras que são pressionados para ser lisos e produtos de painéis de fibras moldados.
Subdivide-se em painel de fibras duras (densidade > 0,8 g/cm) e MDF (painel de fibras de média densidade
- 0,5 < densidade <= 0,8 g/cm3).
Painel de partículas - Painel produzido a partir de pequenos pedaços de madeira ou outros materiais lenhosocelulósicos juntos por um aglutinante orgânico com um ou mais agentes (calor, pressão, humidade, etc.).
Papéis para embalagem - Inclui materiais para caixa, papéis para embalagem, outros papéis e cartões
principalmente para embalagem e outros papéis e cartões (para fins industriais e especiais).
Papéis para usos domésticos e sanitários - Incluem uma larga gama de tissues e outros papéis para a
higiene utilizados em casas de habitação ou instalações comerciais e industriais.
Papéis para usos gráficos - Inclui papel de jornal, papéis não revestidos de pasta mecânica, papéis não
revestidos de pasta química e papéis revestidos.
Pasta de papel - Material fibroso preparado de rolaria para triturar, resíduos de madeira, partículas ou
resíduos por processo mecânico e/ou químico para produção de papel, cartão, painel de fibras ou outros
processos celulósicos. A unidade de reporte é a tonelada métrica em peso seco ao ar, isto é com 10% de
humidade (90% sdt).
Pastas químicas ao sulfato (ou kraft) - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente
pressurizado na presença de um licor de hidróxido de sódio (soda). Esta pasta pode ser branqueada ou crua.
Os usos finais são muito numerosos, sendo a pasta branqueada utilizada em particular para papéis de usos
gráficos, tissues e cartolinas. A pasta crua é utilizada geralmente para liner, para cartão canelado, papéis de
embrulho, papéis para embalagem (sacos), envelopes e outros papéis especiais não branqueados.
Pastas químicas ao sulfito - Pasta produzida pelo cozimento de estilhas de madeira num recipiente pressurizado
na presença de licor de bissulfito. Os usos finais incluem papel de jornal, papéis de escrita, tissues e papéis de
uso doméstico e sanitário. Esta pasta pode ser branqueada ou crua.
Pastagens permanentes - Conjunto de plantas, semeadas ou espontâneas, em geral herbáceas, destinadas
a serem comidas pelo gado no local em que vegetam, mas que acessoriamente podem ser cortadas em
determinados períodos do ano. Não estão incluídas numa rotação e ocupam o solo por um período superior a
5 anos.
Peso limpo de carcaça - Peso em frio do corpo do animal de abate depois de esfolado, sangrado, eviscerado
e depois da ablação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do carpo e do
tarso, da cabeça, da cauda, dos rins e das gorduras envolventes dos rins, assim como do úbere (ver peso
limpo da carcaça de cada espécie de gado abatido).
Peso limpo da carcaça dos bovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado, esfolado,
eviscerado e depois da separação dos órgãos genitais externos, das extremidades dos membros ao nível do
carpo e do tarso, da cabeça, da cauda, das gorduras envolventes dos rins e do úbere, bem como dos
materiais de risco específicos.
Estatísticas Agrícolas 2010
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Peso limpo da carcaça dos caprinos e ovinos - Peso, a frio do corpo do animal abatido, depois de sangrado,
esfolado, eviscerado e depois de cortada a cabeça (separada ao nível das articulações occipito-atloidea), os
pés (cortados ao nível das articulações carpo-metacárpicas ou tarso-metatársicas), a cauda (cortada entre a
6ª e 7ª vértebras caudais), o úbere e os órgãos genitais. Os rins e as gorduras envolventes dos rins fazem
parte da carcaça.
Peso limpo da carcaça dos suínos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado e
eviscerado e depois da separação dos órgãos genitais externos, dos rins, das gorduras envolventes rins e
banha. O toucinho do lombo, a cabeça, os pés e a cauda fazem parte da carcaça.
Peso limpo da carcaça dos equídeos - Peso em frio do corpo do animal abatido depois de sangrado,
esfolado e eviscerado, despojado da pele e de todos os órgãos internos com excepção dos rins e gordura
envolvente, depois de desprovidos da cabeça, extremidades locomotoras e cauda.
População agrícola familiar - Conjunto das pessoas que fazem parte do agregado doméstico do produtor
(singular), quer trabalhem ou não na exploração, bem como de outros membros da família que não pertencendo
ao agregado doméstico participam regularmente nos trabalhos agrícolas da exploração.
Porcos de engorda - Suínos machos e fêmeas não reprodutores com peso vivo igual ou superior a 20 kg.
Pousio - Terras incluídas no afolhamento ou rotação, trabalhadas ou não, não fornecendo colheitas durante
toda a campanha, tendo em vista o seu melhoramento. Podem apresentar-se sob as formas de: a) terras sem
qualquer cultura; b) terras com uma vegetação espontânea, em certos casos utilizada pelos animais ou enterrada;
c) terras semeadas tendo em vista a exclusiva produção de matéria verde para ser enterrada e aumentar a
fertilidade do solo.
Povoamento florestal - Extensão de terreno com área mínima de 0,5 ha e largura >=20 m ocupada com
arvoredo florestal, cujo grau de coberto é no mínimo de 10% e que pelas suas características ou forma de
exploração tenha atingido, ou venha a atingir, porte arbóreo (altura superior a 5 m).
Prados temporários - Plantas herbáceas semeadas, destinadas a serem comidas pelo gado no local onde
vegetam, integradas numa rotação, ocupando o solo por um período geralmente não superior a 5 anos.
Acessoriamente podem ser cortadas em determinados períodos do ano.
Preço base - Montante recebido pelo produtor através do comprador, por unidade de bem ou serviço produzido,
subtraindo-se os impostos a pagar sobre esse bem ou serviço e somando-lhe os subsídios a receber, relativo
a esse bem ou serviço.
Preço no produtor - Preço de compra ao agricultor/produtor ou preço de primeira venda pelo agricultor/
produtor, à saída da exploração agrícola/unidade produtiva, excluindo subsídios ao produto e incluindo prémios
de qualidade (sempre que existam) e impostos, excepto o IVA dedutível.
Prestadores de serviços – Pessoa singular ou colectiva que desenvolve operações a título oneroso, as quais
não constituem transmissões, aquisições intracomunitárias ou importações de bens. Inclui-se nesta rubrica a
restauração e a hotelaria.
Produção de leite - Inclui a totalidade do leite produzido: entregas à indústria, vendas directas e leite utilizado
na exploração agrícola (destinado à alimentação animal excepto o mamado directamente pelas crias,
autoconsumido e transformado em produtos lácteos).
Produção de madeira - Diz respeito ao volume sólido ou ao peso da produção total dos produtos. Inclui a
produção de produtos que podem ser imediatamente consumidos na produção de outro produto (pasta de
papel, que pode ser imediatamente convertida em papel como parte do processo contínuo). Exclui a produção
de folheados usados para a produção de contraplacados no mesmo país. A unidade de reporte é o metro
cúbico sólido sem casca (em volume) no caso da madeira serrada ou das aparas ou dos resíduos ou dos
painéis de madeira e toneladas métricas no caso do carvão, pasta e produtos de papel.
Produção indígena bruta (carnes) - Produção líquida acrescida do saldo do comércio internacional de
animais vivos (exportação - importação), convertido a peso carcaça.
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Porcas reprodutoras - Suínos fêmeas com um peso vivo igual ou superior a 50 kg e mais que já pariram e as
não paridas, mas destinadas à reprodução (excepto as porcas de refugo)
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Produção líquida (carnes) - Produção correspondente ao abate de animais realizado dentro do território
nacional e aprovado para consumo, para cujo cálculo não se entrou em linha de conta com a proveniência dos
animais abatidos (produzidos internamente ou importados).
Produção do ramo agrícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações
agrícolas (produção vegetal, produção animal, serviços agrícolas e actividades secundárias), incluindo os
intraconsumos.
Produção do ramo silvícola - Conjunto de todos os empregos da produção provenientes das explorações
silvícolas (silvicultura, exploração florestal e actividades de serviços relacionados), incluindo os intraconsumos.
Produção utilizável - Quantidade disponível para a eventual utilização dentro e fora da agricultura, resultante
do processo de produção e durante o período de referência, após a dedução das perdas de colheita e de
transporte do campo para a exploração agrícola e das destruições efectuadas no próprio campo.
Produtor agrícola - Responsável jurídico e económico da exploração, isto é, a pessoa física ou moral por
conta e em nome do qual a exploração produz, retira os benefícios e suporta as perdas eventuais, tomando as
decisões de fundo relativas ao sistema de produção, investimentos, empréstimos, etc.
Produtor singular autónomo - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade
própria ou de pessoas do seu agregado doméstico na sua exploração, com ou sem recursos ao trabalho
assalariado.
Produtor singular empresário - Pessoa singular que, permanente e predominantemente, utiliza a actividade
de pessoal assalariado na sua exploração.
Produtos fitofarmacêuticos - Substâncias que se destinam a proteger os vegetais ou os produtos vegetais
contra todos os organismos prejudiciais ou a impedir a sua acção. Ex.: acaricidas, insecticidas, fungicidas,
herbicidas, etc.
Quantidade de madeira removida - Toda a madeira removida com ou sem casca. É um agregado que inclui
a lenha, a madeira para serrar e folhear (toros) e para triturar (rolaria) e outras madeiras redondas industriais.
Queijo - Produto fresco ou curado, de consistência variável, obtido por coagulação e dessoramento do leite ou
do leite (total ou parcialmente desnatado, mesmo que reconstituído), assim como da nata, do leitelho e a
mistura de alguns ou de todos estes produtos, (incluindo lactosoro), sem ou com adição de outros géneros
alimentícios.
Queijo fundido - Produto obtido a partir de um ou vários tipos de queijo, submetidos a fusão emulsionante,
sem ou com adição de outros géneros alimentícios, podendo ou não ser esterilizado. Inclui as preparações à
base de queijo fundido.
Ramo de actividade - Um ramo de actividade agrupa as unidades de actividade económica ao nível local que
exercem uma actividade económica idêntica ou similar. Ao nível mais pormenorizado de classificação, um
ramo de actividade compreende o conjunto das UAE locais inseridas numa mesma classe (4 dígitos) da NACE
Rev.1 e que exercem, por conseguinte, a mesma actividade, tal como definida na NACE Rev.1.
Reacendimento - Reactivamento de um incêndio, depois de este ter sido considerado extinto. A fonte de calor
é proveniente do incêndio inicial. O reacendimento é considerado parte integrante do incêndio principal (a
primeira ignição observada não depende de qualquer outra área percorrida pelo incêndio).
Remuneração dos assalariados - As remunerações dos assalariados definem-se como o total das
remunerações, em dinheiro ou em espécie, a pagar pelos empregadores aos assalariados como retribuição
pelo trabalho prestado por estes últimos no período de referência.
Rendimento dos factores - Indicador económico que permite medir a remuneração de todos os factores de
produção que deram origem à Produção do Ramo. Esta variável é calculada subtraindo ao valor acrescentado
líquido a preços de base, os outros impostos sobre a produção e somando os outros subsídios à produção.
Estatísticas Agrícolas 2010
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Rendimento empresarial líquido da agricultura - Saldo contabilístico obtido adicionando ao excedente
líquido de exploração os juros recebidos pelas unidades agrícolas constituídas em sociedade e deduzindo as
rendas (isto é, rendas de terrenos e parcerias) e os juros pagos. Mede a remuneração do trabalho não
assalariado, das terras pertencentes às unidades e do capital. È semelhante ao conceito, usado na contabilidade
das empresas, de lucro corrente antes da distribuição e dos impostos sobre o rendimento. Embora o rendimento
empresarial líquido não seja habitualmente calculado para os ramos de actividade, é geralmente possível
calculá-lo para o ramo agrícola, pois pode se determinar a parte dos juros e das rendas ligada exclusivamente
à actividade agrícola (e às actividades secundárias não agrícolas).
Reses ou animais de talho - Animais domésticos, destinados à alimentação humana, das espécies bovina,
ovina, caprina, suína e equina, cujas carnes são vendidas sob a designação comercial, respectivamente de
vaca, vitela, vitelão e novilho, de carneiro ou borrego, de cabra ou cabrito, de porco ou leitão e de cavalo.
Retalhista - Agente económico que exerce como actividade principal o comércio a retalho.
Superfície agrícola não utilizada - Superfície da exploração anteriormente utilizada como superfície agrícola,
mas que já o não é por razões económicas, sociais ou outras. Não entra em rotações culturais. Pode voltar a
ser utilizada com auxílio dos meios geralmente disponíveis na exploração.
Superfície irrigável - Superfície máxima da exploração que no decurso do ano agrícola, poderia, se necessário,
ser irrigada por meio de instalações técnicas próprias da exploração e por uma quantidade de água normalmente
disponível.
Superfície total da exploração - Soma da superfície agrícola utilizada, da superfície das matas e florestas
sem culturas sob-coberto, da superfície agrícola não utilizada e das outras superfícies da exploração.
Superfície agrícola utilizada por arrendamento fixo - Superfície agrícola utilizada de que a exploração
dispõe por um período superior a uma campanha agrícola, mediante o pagamento em dinheiro, em géneros,
em ambas as coisas ou em prestação de serviços, de um montante previamente fixado e independente dos
resultados da exploração. Este valor é fixado num contrato de arrendamento (escrito ou oral) celebrado entre o
proprietário da terra e o produtor o qual estabelece ainda a duração do período do uso e fruição da terra por
este último.
Superfície agrícola utilizada por conta própria - Superfície agrícola utilizada que é propriedade do produtor.
Consideram-se também como exploradas por conta própria as terras cultivadas pelo produtor a título de
usufrutuário, superficiário ou outros título equivalentes, em que: a) usufrutuário é o beneficiário de um direito
denominado usufruto, que consiste no direito de converter em utilidade própria o uso ou o produto de um bem
alheio, cabendo-lhe todos os frutos que o bem usufruído produzir; b) superficiário é o beneficiário de um
direito de superfície, ou seja o direito de uma pessoa ter propriedade de plantações feitas em terreno alheio,
com autorização ou consentimento do proprietário.
Soro de leite - Subproduto do fabrico do queijo ou da caseína através da acção dos ácidos, do coalho e/ou de
processos físico-químicos.
Tempo de actividade na exploração agrícola - Tempo consagrado aos trabalhos agrícolas e para-agrícolas
da exploração agrícola.
Terras aráveis - Terras cultivadas destinadas à produção vegetal, as terras retiradas da produção, ou que
sejam mantidas em boas condições agrícolas e ambientais nos termos artigo 5º do Regulamento (CE) nº 1782
/ 2003,e as terras ocupadas por estufas ou cobertas por estruturas fixas ou móveis.
Tempo completo de actividade na exploração - Tempo consagrado aos trabalhos de exploração que
corresponde a 240 dias de trabalho por ano (equivalente a 40 ou mais horas por semana, 240 dias ou mais por
ano, incluindo 1 mês de férias).
Toros para serrar e folhear (inclui dormentes para vias férreas) - Madeira redonda para serrar,
longitudinalmente, para o fabrico de madeira serrada ou de dormentes, para vias férreas ou para folhear
(principalmente pelo acto de descascar ou cortar às fatias) para a produção de folhas.
Trabalhador permanente - Assalariado que trabalha com regularidade na exploração ao longo do ano agrícola,
isto é, todos os dias, alguns dias por semana ou alguns dias por mês.
Estatísticas Agrícolas 2010
Superfície agrícola utilizada (SAU) - Superfície da exploração que inclui: terras aráveis (limpa e sob-coberto
de matas e florestas), horta familiar, culturas permanentes e pastagens permanentes.
20
Transferências de capital - São transferências, em dinheiro ou em espécie, efectuadas pelas administrações
públicas ou pelo resto do mundo a unidades de produção, para lhes permitir financiar, na totalidade ou em
parte, o custo de aquisição de activos fixos ou indemnizar os proprietários de bens de capital que tenham sido
destruídos por actos de guerra, catástrofes naturais ou perdas excepcionais devidas a causas externas à
unidade de produção.
Transformação industrial - Quantidades de produtos utilizados na fabricação de um produto derivado alimentar,
para o qual existe um balanço específico.
Unidade de trabalho ano (UTA) - Unidade de medida equivalente ao trabalho de uma pessoa a tempo
completo realizado num ano medido em horas ( 1 UTA = 240 dias de trabalho a 8 horas por dia).
Utilização industrial - Emprego que inclui as quantidades de produtos utilizados pela indústria para fabricação
de outros não destinados à alimentação humana ou animal, nomeadamente os consumidos pela indústria dos
químicos, da cerveja, do álcool, etc.
Vaca - Bovino fêmea que já pariu.
Vaca leiteira - Bovino fêmeas que já tenha parido e cujo leite seja exclusiva ou principalmente vendido ou
consumido pela família do produtor (inclui as vacas leiteiras de refugo).
Valor acrescentado bruto (VAB) - Corresponde ao saldo da conta de produção, a qual inclui em recursos, a
produção, e em empregos, o consumo intermédio, antes da dedução do consumo de capital fixo. Tem significado
económico tanto para os sectores institucionais como para os ramos de actividade. O VAB é avaliado a preços
de base, ou seja, não inclui os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos.
Valor acrescentado líquido - Valor acrescentado bruto deduzido do consumo de capital fixo de bens de
equipamento, edifícios, construções e plantações.
Variação de existências - Diferença entre as existências no final do período de referência e o início do
mesmo, de produtos primários e de produtos transformados convertidos em produto primário, na posse do
produtor agrícola, do utilizador (indústria transformadora) e do comerciante grossista. Inclui as existências
resultantes de intervenção por razões de regularização do mercado e os stocks de segurança alimentar e
exclui as existências nos comerciantes retalhistas e nos consumidores finais.
Varrasco - Suíno macho reprodutor com mais de 50 kg de peso vivo, que efectue regularmente a cobrição.
Vendas (saídas da agricultura) - Emprego que compreende os quantitativos de produtos escoados para o
mercado pelos produtores agrícolas ou outros, com exclusão das quantidades usadas em autoconsumo, os
intraconsumos, as variações de existências e as perdas na exploração.
Vinho de mesa - Vinho não classificado como V.Q.P.R.D. (incluindo os obtidos por desclassificação de
V.Q.P.R.D. ou de vinho regional), com um título alcoométrico volúmico adquirido igual ou superior a 8,5%
volume, desde que este vinho resulte exclusivamente de uvas colhidas nas zonas vitícolas A e B, e igual ou
superior a 9% volume nas restantes zonas, bem como um título alcoométrico volúmico total igual ou inferior a
15% volume.
Vinho com Denominação de Origem Protegida (DOP) - Designação comunitária adoptada para designar os
vinhos com Denominação de Origem aos quais é conferida protecção nos termos estabelecidos na
regulamentação e que integram um registo comunitário único. Regulamento (CE) n.º 1234/2007 do Conselho
de 22 de Outubro, com as alterações introduzidas pelo Regulamento (CE) nº 491/2009 do Conselho de 25 de
Maio.
Vinho com Indicação Geográfica Protegida (IGP) - Designação comunitária adoptada para designar os
vinhos com Indicação Geográfica aos quais é conferida protecção nos termos estabelecidos na regulamentação
e que integram um registo comunitário único. Regulamento (CE) n.º 1234/2007 do Conselho de 22 de Outubro,
com as alterações introduzidas pelo Regulamento (CE) nº 491/2009 do Conselho de 25 de Maio.
Vinho com Indicação de Casta - Vinho sem indicação geográfica, que mediante o cumprimento de determinados
requisitos pode utilizar na rotulagem o ano de colheita e / ou as castas utilizadas na sua elaboração.
Vinho regional - Vinho de mesa com direito a indicação geográfica, produzido de acordo com as regras
definidas para a região de proveniência.
Estatísticas Agrícolas 2010
21
Vinho (sem certificação) - Os vinhos destinados ao consumo humano que não se enquadram nas designações
existentes. Tem de cumprir com as disposições nacionais e comunitárias em vigor.
Regulamento (CE) n.º 1234/2007 do Conselho de 22 de Outubro, com as alterações introduzidas pelo
Regulamento (CE) nº 491/2009 do Conselho de 25 de Maio.
Vitela - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de
documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, a ausência de qualquer sinal de
gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade inferior a 6 meses, considerados bovinos
leves.
Vitelão - Bovino, macho ou fêmea, com idade inferior ou igual a 6 meses, considerando-se que, na falta de
documento válido que ateste inequivocamente o dia do seu nascimento, o dente primeiro molar que já apresente
qualquer sinal de gastamento ao nível da primeira crista do dente molar indica idade superior a 6 meses.
Estatísticas Agrícolas 2010
Volume de mão-de-obra-agrícola (VMOA) - Corresponde ao trabalho efectivamente aplicado na produção de
produtos agrícolas e das actividades não agrícolas não separáveis das unidades agrícolas que compõem o
ramo. Por definição, pode ser dividido em assalariado e não assalariado, e é expresso em unidades de
trabalho ano (UTA), correspondendo estas à prestação, medida em tempo de trabalho, de uma pessoa que
efectua, a tempo inteiro e durante todo o ano, actividades agrícolas numa unidade agrícola.
22
Pesos e Medidas
Produtos
Animais de açougue
- Vitelos
- Novilhos
- Bois
- Vacas
- Novilhas
- Caprinos
- Equídeos
- Ovinos
- Suínos
Animais de capoeira
- Coelhos
- Frangos
- Galinhas
- Patos
- Perus
- Pombos
Diversos
- Azeite
- Azeitonas
- Ovos
- Vinho
Unidade
Equivalência
(kg)
unidade
»
»
»
»
»
»
»
»
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
154,4
293,8
337,1
263,3
215,6
6,1
163,1
10,5
64,5
unidade
»
»
»
»
»
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
(a)
1,2
1,4
2,0
2,7
10,3
0,2
Pesos e medidas
hectolitro
»
milhar
hectolitro
91,66
65,00
62,00
100,00
Produtos
Unidade
Leite inteiro de:
- Cabra
- Ovelha
- Vaca
Madeiras
- Azinho
- Castanho
- Choupo
- Criptoméria
- Eucalipto
- Faia
- Nogueira
- Pinheiro bravo
- Pinheiro manso
- Sobreiro
Caça
- Coelhos
»
- Lebres
»
- Perdizes
»
Equivalência
(kg)
litro
»
»
1,035
1,038
1,031
m3
»
»
»
»
»
»
»
»
»
1 070,00
580,00
470,20
270,00
800,00
720,00
680,00
530,00
580,00
803,00
unidade
»
»
»
»
»
(b)
(a)
(b)
(a)
(b)
(a)
(a) Peso limpo
(b) Peso sem tripas
Factores de Conversão
Produtos
Animais de açougue
- Bovinos
- Caprinos
- Equídeos
- Ovinos
- Suínos
Animais de capoeira
- Coelhos
- Galináceos
- Patos
- Perus
Caça
- Coelhos
- Lebres
- Perdizes
Cereais
- Arroz
- Centeio
- Cevada
- Milho
- Trigo
Frutas secas
- Amêndoa
- Amendoim
- Avelã
- Noz
Lacticínios
- Leite
- »
- »
- »
- »
- »
- »
Diversos
- Azeite
Unidade
- 1 kg de peso vivo
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
»
»
- 1 kg
»
»
- 1 kg
- 0,59 kg de peso limpo
- 0,40 kg de
»
»
- 0,55 kg de
»
»
- 0,40 kg de
»
»
- 0,75 kg de
»
»
- 1 kg de peso vivo
»
»
- 1 kg
»
»
- 1 kg
»
»
- 1 kg
- 0,60 kg de peso limpo
- 0,75 kg de
»
»
- 0,70 kg de
»
»
- 0,75 kg de
»
»
- 1 kg de peso vivo
»
»
- 1 kg
»
»
- 1 kg
- 0,60 kg de peso limpo
- 0,60 kg de
»
»
- 0,80 kg de
»
»
- 1 kg de arroz em casca
- 1 kg em grão
- 1 kg
»
»
- 1 kg
- 1 kg
»
- 0,70 kg de arroz descascado
- 0,76 kg de farinha
- 0,66 kg de
»
- 0,91 kg de
»
- 0,80 kg de
»
- 1 kg de amêndoa em casca
- 1 kg » amendoim em casca
- 1 kg » avelã em casca
- 1 kg » noz em casca
- 0,225 kg de amêndoa descascada
- 0,73 kg » amendoim descascado
- 0,73 kg » avelã descascada
- 0,73 kg » noz descascada
- 1 l de leite de vaca
-1l » »
»
» desnatado
»
-1l » »
»
»
»
-1l » »
»
»
»
-1l » »
»
»
-1l » »
» ovelha
-1l » »
» cabra
- 0,12 kg de leite em pó
- 0,08 a 0,09 kg de leite em pó
- 0,36 kg de leite condensado a 65%
- 0,04 kg de manteiga
- 0,08 kg de queijo curado de vaca
- 0,14 a 0,17 kg de queijo curado de ovelha
- 0,12 kg de queijo curado de cabra
- 1 l de azeite virgem
- (100 - 2n+2) de azeite refinado
(n - grau de acidez)
100
- 0,16 l de azeite
- 0,07 kg de açucar
- 0,24 kg de chá
- 0,60 kg de granulado
- 0,36 kg de aglomerados de isolamento
- 0,80 kg de aglom. de revestimento e compostos
- 0,56 kg » tabaco verde (folha)
- 0,10 kg »
» seco
Factores de conversão
- Azeitonas
- Cana sacarina
- Chá
- Cortiça
»
»
- Tabaco
»
Estatísticas Agrícolas 2010
Equivalência aproximada
- 1 kg de azeitona
- 1 kg » cana sacarina
- 1 kg » folhas verdes
- 1 kg » cortiça
»
- 1 kg »
»
- 1 kg »
- 1 kg » tabaco verde (planta)
- 1 kg »
»
» (folha)
0,800
0,560
1,600
1,120
0,400
0,340
Análise de
Resultados
25
1 – A AGRICULTURA EM 2010
1.1 - Produção Vegetal
O ano agrícola 2009/2010 caracterizou-se, em termos climáticos, por um início de Outono bastante ameno,
com os valores de temperatura média do ar superiores aos normais e a ocorrência de alguma precipitação, em
particular a Norte do Tejo. No entanto, a partir de Dezembro, as condições atmosféricas agravaram-se
substancialmente, tendo-se registado, para além da habitual descida das temperaturas, valores de precipitação
em quantidade muito superior à normal, frequentemente acompanhada de ventos muito fortes. Verificou-se
ainda a ocorrência de geadas nos locais mais abrigados, bem como de fortes nevões que, por vezes, chegaram
a atingir cotas relativamente baixas (400m). As condições climatéricas adversas mantiveram-se até ao princípio
da Primavera, período em que se assinalou um aumento considerável das temperaturas e uma diminuição dos
valores de precipitação. A instabilidade atmosférica que habitualmente caracteriza o mês de Maio, com a
ocorrência de ventos fortes, trovoadas e aguaceiros, por vezes sob a forma de granizo, circunscreveu-se este
ano apenas às regiões do Norte e do Centro. O Verão caracterizou-se por elevadas temperaturas, com as
máximas a ultrapassarem frequentemente os 40ºC, baixas amplitudes térmicas e ausência de precipitação,
condições que se estenderam até meados de Setembro.
Figura 1 - Precipitação (ano agrícola 2009/2010)
(mm)
Figura 2 - Temperatura (ano agrícola 2009/2010)
30
250
ºC
25
Análise de Resultados
300
200
20
150
15
100
Precipitação acumulada (Norte do Tejo)
Precipitação Acumulada (Sul do Tejo)
Desvio da Normal (Norte do Tejo)
Desvio da Normal (Sul do Tejo)
Out-10
Set-10
Ago-10
Jul-10
Jun-10
Mai-10
Abr-10
Mar-10
Fev-10
Jan-10
Dez-09
Out-10
Set-10
Ago-10
Jul-10
Jun-10
Mai-10
Abr-10
-5
Mar-10
-100
Fev-10
0
Jan-10
-50
Dez-09
5
Nov-09
0
Nov-09
10
50
Temperatura Média (Norte do Tejo)
Temperatura Média (Sul do Tejo)
Desvio da Normal (Norte do Tejo)
Desvio da Normal (Sul do Tejo)
Este quadro climatérico condicionou, de forma muito decisiva, a realização dos trabalhos agrícolas de Outono/
Inverno. A persistência da precipitação ao longo de todo o Inverno conduziu a situações de encharcamento
nos terrenos situados em zonas mais baixas e/ou com problemas de drenagem, dificultando ou impedindo a
entrada das máquinas. De igual forma, a saturação dos solos não permitiu, em muitas pastagens, o pastoreio
directo, em particular das espécies de maior porte, situação que se manteve até Março.
1.1.1 - Cereais de Outono/Inverno
A precipitação constante que ocorreu ao longo de todo o Inverno, com a inerente dificuldade na realização dos
trabalhos de preparação dos terrenos, aliada aos elevados custos dos factores de produção, ao baixo preço
dos cereais e às dificuldades de escoamento da produção (situações já igualmente observadas na passada
campanha), contribuiram para uma diminuição generalizada das áreas semeadas dos cereais de Outono/
Inverno. De um modo geral, só foi possível realizar normalmente as sementeiras destas culturas até meados de
Novembro, sendo que posteriormente estas só puderam ser instaladas em solos pouco susceptíveis a problemas
de encharcamento.
O desenvolvimento das searas foi também bastante condicionado pelas condições climatéricas adversas, com
a ocorrência, nos solos mais pesados e de drenagem difícil, de situações de asfixia radicular. O facto de não
ser possível a entrada de máquinas nestes solos e de, em tempo útil, não se terem efectuado as habituais
adubações de cobertura e mondas químicas, contribuiu ainda mais para o agravamento do cenário, com
searas a apresentarem graves carências nutricionais, muito heterogéneas, com fraco aspecto vegetativo e má
qualidade do grão, sendo que muitas delas nem chegaram a ser ceifadas, tendo sido desviadas para fenação/
pastoreio.
26
Figura 3 - Área de Cereais de Outono/Inverno
Figura 4 - Produção de Cereais de Outono/Inverno
103 ha
300
103 t
600
250
500
200
400
150
300
100
200
50
100
0
0
2006
2007
2008
Total Cereais (*)
2009
2006
2010
Med.quinq (2006-10)
2007
2008
Total Cereais (*)
(*) - Inclui: trigo, centeio, aveia, cevada e triticale.
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
(*) - Inclui: trigo, centeio, aveia, cevada e triticale.
Desta forma, a produção de cereais de Outono/Inverno desta campanha foi uma das mais baixas das últimas
décadas (só superada pela campanha de 2004/2005, no pico da seca meteorológica), fruto quer da diminuição
da área semeada, como da baixa produtividade alcançada. As condições atmosféricas adversas e a conjuntura
negativa do mercado dos cereais justificam uma parte significativa desta diminuição. No entanto, a tendência
de decréscimo da produção cerealífera portuguesa que se tem observado nas últimas décadas, tem contornos
e implicações mais estruturais, denunciando mudanças nas orientações produtivas de muitas explorações
agrícolas, como aliás os resultados do Recenseamento Agrícola 2009 o comprovam.
1.1.2 – Culturas de Primavera/Verão
Cereais de Primavera/Verão: Os atrasos consideráveis nas sementeiras, provocados pelo estado de saturação
hídrica que os solos apresentavam, aliados aos baixos preços pagos ao produtor nas últimas campanhas e à
subida dos custos de produção, não contribuíram para a recuperação significativa da área de milho, que
mantém uma ocupação ainda inferior à observada no último quinquénio (-6%), situando-se nos 95,7 mil
hectares. Alguma área tradicionalmente ocupada com milho de regadio foi transferida para a cultura do arroz,
que este ano aumentou a sua superfície em cerca de 700 hectares (+2% face ao ano anterior).
Figura 5 - Área de Milho
Figura 6 - Área de Arroz
103 ha
120
103 ha
35
100
30
25
80
20
60
15
40
10
20
5
0
0
2006
2007
Milho
2008
2009
Med.quinq (2006-10)
2010
2006
2007
Arroz
2008
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
As ondas de calor que se fizeram sentir ao longo do Verão, quando o milho se encontrava na floração (uma
das fases mais críticas e sensíveis do desenvolvimento desta cultura), provocaram algumas situações de
abortamento e de dificuldade de enchimento da espiga. No entanto, o elevado número de maçarocas por
planta e a disponibilidade dos recursos hídricos (que permitiu que as regas se efectuassem com regularidade)
contrariaram estas adversidades, aumentando a produtividade do milho em 3% face ao ano anterior. Também
no que diz respeito ao arroz as produtividades aumentaram cerca de 3%.
Estatísticas Agrícolas 2010
27
Figura 7 - Produção de Milho
Figura 8 - Produção de Arroz
103 t
800
103 t
180
700
160
600
140
500
120
100
400
80
300
60
200
40
100
20
0
2006
2007
Milho
2008
2009
2010
2006
Med.quinq (2006-10)
2007
2008
Arroz
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
Tomate para a Indústria: O estado de saturação dos solos obrigou a retardar a preparação dos terrenos e,
consequentemente, a plantação do tomate para a indústria, o que fez derrapar o calendário cultural em quase
um mês. Perante este facto, e no sentido de evitar o desvio de áreas para outras culturas, com as consequentes
implicações ao nível do fornecimento de matéria-prima a um sector agro-industrial com esta importância, foi
prorrogado, a título excepcional, o prazo de cobertura do seguro de colheitas para a cultura do tomate para a
indústria, de 30 de Setembro para 15 de Outubro, garantindo a segurança necessária para que os agricultores
avançassem com as plantações. Assim, a área plantada desta cultura foi muito semelhante à da campanha
anterior, próxima dos 16,6 mil hectares. Em termos de rendimento unitário observou-se um aumento de 5%, o
que se traduziu na maior produção de sempre de tomate para a indústria.
Figura 9 - Área de Tomate para a Indústria
Figura 10 - Produção de Tomate para a Indústria
103 ha
18
103 t
1 600
16
1 400
14
1 200
12
1 000
10
800
8
600
6
4
400
2
200
0
0
2006
2007
2008
Tomate para a Indústria
2009
2010
2006
Med.quinq (2006-10)
2007
2008
Tomate para a Indústria
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
Girassol: A opção da indústria produtora de biodiesel de recorrer à compra de matéria-prima importada,
nomeadamente soja, em detrimento da contratação de áreas de girassol com os produtores agrícolas nacionais,
que, consequentemente, deixaram de ter assegurado o escoamento da sua produção, conduziu à redução da
área semeada em cerca de 34%, o que se traduziu numa quebra de produção superior a 3,8 mil toneladas.
Figura 11 - Área de Girassol
Figura 12 - Produção de Girassol
103 ha
30
103 t
18
16
25
14
20
12
10
15
8
10
6
5
4
2
0
0
2006
2007
Girassol
2008
2009
Med.quinq (2006-10)
2010
2006
2007
Girassol
2008
2009
Med.quinq (2006-10)
2010
Análise de Resultados
0
28
Batata: As condições meteorológicas condicionaram a plantação da batata, que decorreu com algum atraso
motivado pela chuva persistente que manteve os solos com teores de humidade muito próximos da saturação.
A área plantada registou uma redução que rondou os 20% na batata de sequeiro e os 8% na batata de regadio,
retracção para a qual a dificuldade de escoamento e o baixo preço de mercado também contribuíram
decisivamente. Globalmente, a área de produção de batata baixou 11%, situando-se próxima dos 26 mil hectares,
o valor mais baixo das últimas duas décadas.
As dificuldades encontradas para realizar um eficaz combate às infestantes, sobretudo devido à impossibilidade
de acesso das máquinas aos batatais instalados em terrenos com maiores problemas de drenagem, foram um
factor que indubitavelmente concorreu para a acentuada diminuição do rendimento desta cultura, apresentando
a produção de batata quebras que chegaram aos 29% na batata de sequeiro e 11% na de regadio.
Apesar das grandes quebras de produção e do bom estado sanitário dos tubérculos, continuaram bem patentes
as dificuldades de escoamento da batata nacional, num mercado onde prolifera a oferta externa a preços
reduzidos.
Figura 13 - Área de Batata
Figura 14 - Produção de Batata
40
103 t
700
35
600
30
500
103 ha
25
400
20
300
15
200
10
100
5
0
0
2006
2007
Batata
2008
2009
2010
2006
Med.quinq (2006-10)
2007
Batata
2008
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
1.1.3 – Produção de frutos frescos, citrinos, frutos de casca rija, vinha e olival
Frutos frescos: Nos pomares de macieiras e pereiras a ocorrência de precipitação abundante, durante todo
Inverno e princípios da Primavera, provocou algumas situações de asfixia radicular e de falta de resposta aos
estímulos (nutritivos, hormonais e físicos) que pretendiam contrariar a natural alternância de produtividades.
As chuvas intensas originaram ainda a queda acentuada de flores e um reduzido vingamento dos frutos.
Posteriormente, durante o mês de Setembro e sobretudo localizada na região Norte, voltou a ocorrer intensa
precipitação, desta vez sob a forma de granizo, provocando consideráveis danos nas maçãs já praticamente
formadas. Desta forma, registaram-se quebras na produção destes frutos, com a maçã a diminuir
consideravelmente (-16%) e a pêra a registar um decréscimo de 12%.
Em termos de qualidade, de referir que tanto as peras como as maçãs apresentaram calibres muito elevados e
frutos de boa qualidade, apesar do aumento da percentagem de maçã de refugo, em especial nas zonas
atingidas pelos temporais de granizo.
Figura 15 - Produção de Maçã
Figura 16 - Produção de Pêra
103 t
300
103 t
250
250
200
200
150
150
100
100
50
50
0
0
2006
2007
Maçã
Estatísticas Agrícolas 2010
2008
2009
Med.quinq (2006-10)
2010
2006
2007
Pêra
2008
2009
Med.quinq (2006-10)
2010
29
Os pomares de pessegueiros foram decisivamente afectados durante a floração e vingamento dos frutos pelas
condições climatéricas adversas, nomeadamente pelas geadas tardias, e também por problemas fitossanitários,
sobretudo relacionados com ataques de lepra. Consequentemente, a produção de pêssego registou uma
redução de 18% (-7 mil toneladas), face a 2009.
A cereja é um fruto muito sensível a condições meteorológicas adversas. As fortes chuvas ocorridas na altura
da polinização (que provocaram a diminuição da percentagem de frutos vingados) e na fase da formação do
fruto (que originaram situações de fendilhamento, prejudicando a sua qualidade) determinaram uma quebra
assinalável na produção (-23%), face a 2009. De notar que não ocorreu, ao contrário das expectativas dos
produtores, um aumento da valorização do produto, previsível face à quebra na produção, sobretudo devido ao
amadurecimento simultâneo de muitas variedades.
No kiwi a alternância natural de produtividades, com os pomares a carregarem menos e com um menor
vingamento dos frutos, conduziram a uma quebra na produção, face à campanha anterior, que rondou os
10%. A generalidade dos pomares apresentou frutos com bons calibres e grande regularidade nos diâmetros.
Figura 18 - Produção de Kiwi
Figura 17 - Produção de Cereja
103 t
30
103 t
16
14
25
12
15
8
6
10
4
5
2
0
0
2006
2007
Cereja
2008
2009
2006
2010
2007
Kiwi
Med.quinq (2006-10)
2008
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
Manteve-se a tendência de descida da produção de uva de mesa, com as quebras a rondarem os 11% face à
campanha passada, alcançando o valor mais baixo dos últimos 20 anos.
Citrinos: Os pomares de laranja apresentaram um
desenvolvimento vegetativo regular, com frutos de calibre
normal. A incidência das pragas sobre esta cultura,
principalmente da mosca do Mediterrâneo, foi inferior à
verificada na campanha anterior, o que também concorreu
para o aumento de 6% da produção, ainda assim
insuficiente para atingir as 200 mil toneladas, que
correspondem à média do quinquénio.
Figura 19 - Produção de Laranja
103 t
250
200
150
100
50
0
2006
2007
Laranja
2008
2009
Med.quinq (2006-10)
2010
Análise de Resultados
20
10
30
Frutos de casca rija: A produção de amêndoa em 2010 rondou as 7 mil toneladas, o que corresponde ao valor
mais baixo das últimas duas décadas, e representa uma quebra de 23% face a 2009. Mais uma vez, as
condições meteorológicas adversas, especialmente por altura da floração e vingamento dos frutos, condicionaram
severamente o normal desenvolvimento desta cultura, com reflexos muito negativos na produção.
O aumento da humidade do solo, consequência da precipitação ocorrida nos meses de Setembro e Outubro,
proporcionou uma melhoria do estado vegetativo dos castanheiros, permitindo alguma recuperação dos efeitos
prejudiciais que as elevadas temperaturas e baixos teores de humidade do solo, ao longo de todo o Verão,
tiveram sobre a produção. No entanto, os reduzidos calibres condicionaram a produção, que decresceu 8%,
não ultrapassando as 22 mil toneladas. A avelã manteve o nível de produção alcançado em 2009.
Figura 20 - Produção de Amêndoa
Figura 21 - Produção de Castanha
103 t
12
103 t
35
10
30
25
8
20
6
15
4
10
2
5
0
0
2006
2007
2008
Amêndoa
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
Figura 22 - Produção de Vinho
7 000
6 000
5 000
4 000
3 000
2 000
1 000
0
2007
2008
2009
2008
2009
2010
Med.quinq (2006-10)
Vinha: As elevadas temperaturas e a falta de humidade
nos solos ao longo do Verão não tiveram qualquer impacto
negativo na campanha vitivinícola de 2010. Atendendo a
que a carga inicial foi boa, a floração/alimpa decorreu
sem problemas (fase do desenvolvimento vegetativo mais
sensível às condições climatéricas adversas,
nomeadamente à ocorrência de precipitação) e o controlo
das principais pragas e doenças foi eficaz, a produção
apresentou um aumento de 22% face à vindima anterior,
situando-se nos 6,9 milhões de hectolitros de mosto, valor
muito acima da média dos últimos 5 anos.
8 000
Vinho
2007
Castanha
103 hl
2006
2006
2010
Med.quinq (2006-10)
Olival: As consideráveis quebras registadas nos olivais
tradicionais da variedade galega no Alentejo foram
compensadas pelos aumentos de produtividade
observados nos olivais intensivos e nos olivais da região
de Trás-os-Montes, pelo que, não se verificaram grandes
alterações na produção de azeite face à campanha
anterior (+1%). De referir ainda que as elevadas
precipitações e principalmente a saturação dos solos
impediram, nalguns casos, a entrada das máquinas nos
olivais intensivos, condicionando assim a apanha da
azeitona no Alentejo.
Figura 23 - Produção de Azeite
103 hl
800
700
600
500
400
300
200
100
0
2006
2007
Azeite
Estatísticas Agrícolas 2010
2008
2009
Med.quinq (2006-10)
2010
Regra geral, o estado sanitário da azeitona recebida nos
lagares foi muito bom, embora se tenha assistido a uma
ligeira diminuição da sua qualidade nas entregas mais
tardias. O azeite apresentou uma acidez baixa e elevada
qualidade.
31
1.2 - Produção Animal
A produção de carne de bovino em 2010 foi de 93 Figura 24 - Produção de carne de bovino e de suíno
mil toneladas, o que representa uma quebra de 9,5%
Suíno
Bovino
em relação a 2009. Observa-se um decréscimo tanto 103 t
103 t
na carne de vitelos (-12,3%) como na de animais 130
450
adultos (-8,7%), devido sobretudo ao menor número 120
400
110
350
de novilhos abatidos. Esta tendência começou em 100
90
300
2008, quando os operadores começaram a comprar 80
250
e abater animais das categorias mais leves (“vitela” 70
60
200
e “vitelão”) em grande escala, em vez de novilhos. A 50
150
40
partir desse ano, verificou-se uma diminuição da 30
100
capacidade dos engordadores em produzirem 20
50
10
0
animais com pesos tão elevados como anteriormente, 0
2008
2009
2010
resultando numa diminuição significativa do peso total
Bovino
Suíno
ao abate, tendência que se acentuou pelo aumento
do custo das matérias-primas para a alimentação
animal, sem um aumento equivalente dos preços das
carcaças.
Além da instabilidade do mercado, agravada pela crise internacional, geradora de uma quebra de consumo,
outros factores conjunturais internos contribuíram para a descida da produção de carne de bovino em 2010,
nomeadamente a diminuição dos nascimentos, resultante sobretudo da redução dos efectivos leiteiros, e o
aumento das saídas do comércio internacional de animais vivos, incluindo vitelos para engorda, vacas de
refugo e animais engordados para abate.
A carne de suíno registou em 2010 um aumento do volume de produção de cerca de 3%, com 408 mil
toneladas produzidas. A crise económica tornou o consumo de carne mais barata apetecível, pelo que a
produção suinícola nacional respondeu ao aumento da procura enviando para abate um maior número de
porcos de engorda, em detrimento da categoria “leitões”, o que explica que em número de cabeças, o acréscimo
registado relativamente ao ano 2009 tenha sido muito pouco significativo (apenas +0,8%).
As exigências da UE (bem-estar animal) e nacionais (como por exemplo as que envolvem o Regime de
Exercício da Actividade Pecuária - REAP e o pagamento de taxas relativas ao Sistema de Recolha de Cadáveres
de Animais Mortos na Exploração - SIRCA), aliadas à especulação no mercado de cereais ocorrida no ano em
análise (que teve como consequência o aumento do preço das rações), geraram custos incomportáveis para
os produtores, conduzindo ao abandono da actividade, sobretudo das explorações de menor dimensão, e à
intensificação do fenómeno de concentração que, de há alguns anos para cá, vem dominando o sector
suinícola nacional.
No que diz respeito aos pequenos ruminantes, em
2010 a carne de ovino mostrou uma ligeira subida
de 2,1%, enquanto a carne de caprino teve uma
quebra de 2,2%, comparativamente a 2009. Os
volumes de produção foram de 18 mil e 1,5 mil
toneladas respectivamente, o que na prática
constituiu uma estabilização relativamente ao ano
transacto.
No ano em análise, o aumento registado nos abates
constituiu a resposta do mercado à grande escassez
sentida em 2009, particularmente de ovinos, mas
de uma forma geral não se registaram grandes
alterações na generalidade dos indicadores para
este sector.
Figura 25 - Produção de carne de ovino e caprino
Caprino
103 t
Ovino
103 t
26
24
22
20
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
4,0
3,5
3,0
2,5
2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
2008
2009
Ovino
2010
Caprino
Análise de Resultados
1.2.1 - Produção de Carne: bovino, suíno, ovino e caprino
32
1.2.2 - Produção de Carne de animais de capoeira
Figura 26 - Produção de carne animais de capoeira
Frango
103 t
Peru e Pato
103 t
60
55
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
260
240
220
200
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
2008
Peru
2009
Pato
2010
Frango
O volume total de produção de animais de capoeira
registou um aumento de 1,5% quando comparada com
o ano transacto, com 339 mil toneladas produzidas.
A produção de galináceos aumentou ligeiramente em
relação a 2009, tendo o frango industrial (que
contribuiu com 75% do total de animais de capoeira)
apresentado um volume de produção de 253 mil
toneladas, o que representa uma variação de apenas
(+0,6%), consequência do abate de aves com peso
médio superior.
Quanto às produções de carne de peru e de pato,
registaram um crescimento em 2010,
comparativamente aos resultados do ano 2009.
O volume de carne de peru aumentou 3,7% com 42 mil toneladas produzidas, reflectindo exclusivamente o
peso superior dos animais ao abate, já que o número de aves abatidas foi idêntico ao registado no ano
anterior. Para o pequeno acréscimo no volume de produção, contribuíram o efeito dos investimentos efectuados
para modernização e substituição de pavilhões antigos, e o facto de, no respeitante ao peso do peru ao abate,
se verificar uma tendência para o crescimento da ave e para o aumento do rendimento da carcaça.
A produção de carne de pato teve um aumento significativo de 8,8%, tendo atingido as 10 mil toneladas. A
capacidade de incubação instalada que não estava a ser totalmente utilizada em anos anteriores, foi optimizada
em 2010 o que favoreceu o crescimento da produção nacional deste sector, visando a exportação de carne.
A produção total de “outras carnes” (inclui caça, pombos, coelhos e codornizes) registou um decréscimo de
1,3%, devido essencialmente aos menores volumes de produção de carne de coelho (-1,3%) e de codorniz
(-1,2%), relativamente a 2009.
1.2.3 - Produção de Ovos de galinha para consumo alimentar e incubação
Figura 27 - Produção de ovos de galinha
Ovos para
incubação
103 t
26
24
22
20
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
Ovos para
consumo
103 t
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
2008
Ovos para consumo
2009
2010
Ovos para incubação
A produção de ovos de galinha para consumo (109
mil toneladas) registou uma subida de 6,4% no ano
em análise. A justificação reside na reestruturação
imposta ao sector no âmbito da alteração das regras
do bem-estar animal na UE, que obriga à substituição
das baterias convencionais até 2012. Houve
efectivamente um aumento da produção, resultante
da entrada em funcionamento de unidades já
adaptadas à legislação do bem-estar animal, sem
que tenham sido ainda desactivadas as mais antigas,
que serão substituídas até ao final de 2011. Por
outro lado, as novas explorações têm uma dimensão
superior (traduzida numa maior capacidade
instalada), para rentabilizar o investimento feito.
Quanto à produção de ovos para incubação (23 mil toneladas), o ligeiro aumento observado em 2010 (+1,8%)
reflectiu sobretudo a maior actividade de incubação para a produção de pintos de carne e de pintas poedeiras
destinados à exportação, cujo fluxo aumentou relativamente ao ano anterior.
Estatísticas Agrícolas 2010
33
1.2.4 - Produção de Leite e Produtos lácteos
A produção de leite de ovelha (78 milhões de litros)
também apresentou uma quebra de 4,9%,
comparativamente a 2009, enquanto o leite de cabra,
com uma produção de 27 milhões de litros, registou
praticamente uma estabilização (-0,2%) face ao ano
anterior.
O desenvolvimento da indústria de lacticínios exige
uma relação de equilíbrio com a produção, que tem
de ser articulada com a grande distribuição. O actual
problema do sector industrial é a sua relação com a
distribuição, designadamente nas relações de
contratualização dos fornecimentos.
No ano em análise, a produção total de queijo (76 mil
toneladas) cresceu cerca de 4% em relação a 2009.
Esta evolução resultou sobretudo da orientação para
a produção de queijo de vaca (57 mil toneladas) e de
mistura (5 mil toneladas), que em 2010 registaram
aumentos de 6% e 7%, respectivamente. Os queijos
de ovelha e cabra extremes apresentaram uma
tendência de quebra, que foi de 5% para o queijo de
ovelha (que não ultrapassou as 13 mil toneladas) e de
0,2% para o queijo de cabra, com1,6 mil toneladas
produzidas em 2010.
Leite de
ovelha e
cabra 106 l
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
2 000
1 800
1 600
1 400
1 200
1 000
800
600
400
200
0
2008
2009
Leite de ovelha
Leite de cabra
2010
Leite de vaca
Figura 29 - Produção de queijos
Queijos de
cabra e
mistura 103 t
6
Queijos de
vaca e ovelha
103 t
60
55
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
5
4
3
2
1
0
2008
2009
Queijo de vaca
Queijo de cabra
2010
Queijo de ovelha
Queijo de mistura
Figura 30 - Produção de manteiga
103t
33
30
27
24
21
18
15
12
9
6
3
0
À semelhança dos últimos anos, a produção de
manteiga em 2010 teve uma descida de 7,1%,
relativamente a 2009, tendo sido produzidas apenas
27 mil toneladas.
O volume de produtos lácteos frescos manteve-se
relativamente a 2009, graças ao aumento registado nos
leites acidificados (+6,2%), com uma produção que
atingiu as 116 mil toneladas em 2010. A produção de
leite para consumo, que não ultrapassou as 831 mil
toneladas, registou uma quebra de 0,7% face ao ano
anterior.
Leite de vaca
106 l
2008
2009
2010
Manteiga
Figura 31 - Produção de leite para consumo e
de leites acidificados
Leites
acidificados
103 t
Leite para
consumo
103 t
1200
1100
1000
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0
120
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
2008
Leites acidificados
2009
2010
Leite para consumo
Análise de Resultados
Em 2010 o volume de produção nacional de leite de
vaca foi inferior em cerca de 2,1%, face a 2009. Esta
situação resultou essencialmente da manutenção da
conjuntura negativa para o sector leiteiro nacional, com
a previsão do fim do regime de quotas em 2015, a
aplicação do REAP que implica dificuldades adicionais
no licenciamento/manutenção das explorações
agrícolas e o aumento dos custos dos factores de
produção, sem contrapartida favorável no que diz
respeito aos preços do leite na produção. Como
consequência, assistiu-se à diminuição do número de
produtores, a um ponto em que começa a ser visível a
intenção de abandono da actividade de explorações
já com alguma dimensão, facto que pode vir a colocar
um problema futuro de escassez da matéria-prima.
Figura 28 - Produção de leites
34
1.3 - Agricultura e Ambiente
Consumo aparente de fertilizantes
Figura 32 - Consumo aparente de fertilizantes
inorgânicos na agricultura
t
O consumo aparente de fertilizantes contabilizou
em 2009 cerca de 176 mil toneladas, reflectindo
um decréscimo de 8% face a 2008.
115 000
100 000
85 000
70 000
55 000
40 000
25 000
2007
2008
Azoto (N)
Fósforo (P2O5)
2009
Potássio (K2O)
Esta evolução justifica-se pela crise que se iniciou
em 2008 e que promoveu a subida de preços dos
factores de produção, com impacto em 2009 ao
nível da menor procura de factores de produção,
incluindo os fertilizantes, em especial os fertilizantes
compostos (misturas de azoto, fósforo e potássio).
O maior impacto desta situação fez-se sentir na
utilização do nutriente fósforo (-11%) e do potássio
(-34%), já que a utilização de azoto aumentou 5%
no mesmo período, essencialmente promovido pelo
aumento de importações de fertilizantes azotados.
Fig. 1
Produtos fitofarmacêuticos
Figura 33 - Venda de produtos fitofarmacêuticos,
por tipo de função
t
18000
16000
14000
12000
10000
8000
6000
4000
2000
0
2007
Herbicidas
2008
Insecticidas e acaricidas
2009
Outros
Em 2009, as vendas de produtos fitofarmacêuticos
totalizaram cerca de 14 mil toneladas, expressos
em substância activa, o que reflecte um decréscimo
de 18% no volume de vendas face a 2008. Este
decréscimo está relacionado particularmente com
a diminuição de vendas de fungicidas (-27%).
Ao analisar a repartição das vendas destes produtos
por tipos de função, constata-se que os fungicidas
são responsáveis em 2009 por 67% do volume total
de vendas, equivalente a cerca de 9 kt de substância
activa, tendo só o enxofre contribuído com 71% do
total de vendas deste grupo. Este fungicida foi, aliás,
o principal responsável pelo decréscimo de vendas
de fungicidas, já que as suas vendas decresceram
cerca de 33%, em resultado de condições
climatéricas mais favoráveis, isto é, menos
propícias à ocorrência de doenças como o míldio
e o oídio.
Por sua vez, as vendas de herbicidas em 2009 representaram cerca de 12% do total de vendas, cerca de 1,7
kt de substância activa, e não revelaram uma variação significativa face ao ano anterior (+0,4%). Os insecticidas
e acaricidas, incluindo óleo mineral, com cerca de 1 kt de substância activa, contribuíram com 7% para o total
de vendas e também não revelaram grande variação face a 2008 (+0,3%).
Fig.2
Estatísticas Agrícolas 2010
35
Balanço do azoto
Figura 34 - Balanço do Azoto
(Incorporação - Remoção)
O balanço do azoto resultou em 2009 em cerca de 52
mil toneladas de azoto, o que equivale a uma deposição
de cerca de 14 kg de azoto por hectare de SAU. Face
a 2008, o balanço aumentou cerca de 7 mil toneladas
(+17%), o que se traduziu em mais 2kg de azoto por
hectare de SAU (+19%).
120
20
100
15
80
60
10
40
5
20
0
0
2007
2009
Balanço / Superfície agrícola utilizada (kg/ha)
Figura 35 - Balanço do Azoto
Incorporação de Azoto
Esta evolução teve como causa o acréscimo verificado
na incorporação deste macronutriente (+1%),
promovido pelo maior consumo aparente de fertilizantes
azotados (+5%), assim como pela menor remoção
deste nutriente pelas culturas (-1%), em particular pelo
decréscimo de produção de cereais neste período.
ig. 3, Fig. 4
Incorporação de azoto
Consumo aparente de fertilizantes azotados
Estrume animal
Bovinos
Suínos
Ovinos e Caprinos
Aves
Outros
Fixação biológica do azoto
Deposição atmosférica
Total
2007
2008
Unidade: t
2009
113 005 100 216 105 130
164 634 163 255 162 876
90 746 91 671 89 381
22 577 22 301 21 965
31 212 29 502 27 479
15 257 15 257 19 623
4 842
4 524
4 428
15 385 15 440 15 111
14 276 14 479 14 229
307 299 293 390 297 345
Balanço do fósforo
Figura 36 - Balanço do Fósforo
Contrariamente à evolução do balanço do azoto, o
balanço do fósforo, em 2009, apresentou um
decréscimo de 16%, o que resultou numa deposição
de 3 kg de fósforo por hectare de SAU. Este
decréscimo deve-se essencialmente à diminuição
da incorporação deste macronutriente (-5%),
promovido pela menor utilização de fertilizantes
fosfatados.
Fig.5
8
50
40
6
30
4
20
2
10
0
0
2007
Balanço (kt)
2008
2009
Balanço / Superfície agrícola utilizada (kg/ha)
Análise de Resultados
Balanço (kt)
2008
36
1.4 - Preços na Agricultura
Em 2010, o índice de preços da produção dos bens agrícolas apresentou uma variação positiva de 5,4%, em
relação a 2009. Este aumento deveu-se às variações registadas, tanto no índice de preços da produção
vegetal (+8,4%), como no índice de preços da produção animal (+1,2%).
Figura 37 - Índices de Preços no Produtor de Produtos Agrícolas
2005 = 100
115
110
105
100
95
90
2005
2006
2007
Produção de bens agrícolas
2008
2009
Produção vegetal
2010
Produção animal
Os produtos que mais contribuíram para a evolução observada no índice de preços da produção dos bens
agrícolas foram, sobretudo, as batatas (49,9%), os outros produtos animais (28,2%), os cereais (21,2%), os
hortícolas frescos (19,6%), as plantas industriais (13,5%) e os frutos (6,1%), apesar das variações negativas
registadas nas plantas forrageiras (-22,6%), no azeite (-6%), nos ovinos e caprinos (-3%) e no leite em
natureza (-1,1%).
Figura 38 - Variação 2010/2009 nos Índices de Preços no Produtor de Produtos
Agrícolas
%
60
50
40
30
20
10
Outros produtos
animais
Ovos
Leite
Animais de capoeira
Ovinos e caprinos
Suínos
Bovinos
Plantas e flores
Azeite
Vinhos
Hortícolas frescos
Frutos
Batatas
Plantas forrageiras
-30
Plantas industriais
-20
Cereais
0
-10
Em 2010, o índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura registou um aumento de
0,5%, em relação ao ano anterior. Para o mesmo período, e para o índice de preços dos bens de investimento,
também se observou um aumento de 1,1%.
Estatísticas Agrícolas 2010
37
Figura 39 - Índices de Preços de Meios de Produção na Agricultura
2000=100
135
130
125
120
115
110
105
100
95
90
85
2005
2006
2007
2008
Bens e serviços de consumo corrente na agricultura
2009
2010
Bens de investimento na agricultura
No índice de preços dos bens de investimento observou-se um aumento de 1,1%, devido ao aumento de todas
as rubricas, podendo destacar-se a subida registada no índice de preço dos edifícios (2,3%) e do equipamento
de transporte (0,5%).
Figura 40 - Variação 2010/2009 nos Índices de Preços de Meios de Produção na
Agricultura
20
2000 = 100
15
10
5
Edificios
Equipamento de
transporte
Maquinaria e outro
equipamento
Outros bens e
serviços
Manutenção de
materiais
Produtos de proteção
das plantas
Alimentos para
animais
-15
Adubos e correctivos
-10
Energia e
lubrificantes
-5
Sementes e plantas
0
Análise de Resultados
No índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura é de assinalar a subida dos
índices de preços da energia e lubrificantes (14,6%), e a descida dos adubos e correctivos (-13,4%) e dos
produtos de protecção das plantas (-3,1%).
38
1.5 - Rendimento da Actividade Agrícola
De acordo com a segunda estimativa das Contas
Económicas da Agricultura (Base 2000), verificaFigura 41 - Produção do Ramo, Consumo
-se que em 2010 o volume da Produção do Ramo
Intermédio e VAB
Agrícola registou um decréscimo de 1,0%, para o
(variação em volume, preço e valor)
que contribuíram a variação da produção vegetal
%
6,8
6,4
8
(-0,9%) e a variação da produção animal (-1,1%).
5,4
4,6
4,5
6
3,6
3,5
Em grande medida, a redução da produção foi
4
1,8
1,1
1,0
0,7
consequência das condições climatéricas
2
0
desfavoráveis registadas durante o ano agrícola.
-2
Estas condicionaram fortemente a realização dos
-0,9
-1,0
-1,1
-4
trabalhos agrícolas e o desenvolvimento vegetativo
-6
-5,4
das culturas, dada a persistência de precipitação
-8
ao longo de todo o Inverno e as elevadas
Produção
Produção Produção do Consumo
VAB
Vegetal
Animal
Ramo
Intermédio
temperaturas de Verão. Em termos nominais,
Agrícola
estima-se que a produção tenha aumentado 3,5%,
Volume Preço Valor
em consequência do crescimento dos preços de
base em 4,5%. O Consumo Intermédio (CI) aumentou 4,6%, em termos nominais, em resultado do crescimento
dos preços (+3,6%) e do volume (+1,0%). Como consequência dos diferenciais de crescimento nominal e em
volume da Produção e do CI, o Valor Acrescentado Bruto (VAB), a preços de base, registou um acréscimo
nominal de 1,1% e uma redução em volume de 5,4%.
Figura 53
Figura 42 - Produção Vegetal em 2010
(variação em volume e preço dos principais produtos)
%
50
40
30
20
10
0
- 10
- 20
48,7
29,3
9,0
7,7
-1,0
volume
Batata
Hortícolas
Forrageiras
Industriais
Cereais
-12,1
-8,4
Vinho
-5,5
-6,9
Frutos
-6,4
8,4
0,4
3,5
1,4
preço
A Produção Vegetal terá registado um acréscimo
nominal de 5,4% em 2010, destacando-se os
acréscimos em valor nos cereais (+21,0%), batata
(+30,7%) e vinho (+8,9%). Esta variação nominal
traduz o efeito da subida quase generalizada dos
preços (+6,4%). Efectivamente, em volume, a
Produção Vegetal deverá ter diminuído 0,9%, em
resultado, designadamente, do decréscimo da
produção de cereais como o trigo (-33%) e a
cevada (-58%), de batata (-12%) e de frutos frescos
(-15,4%). Para além da persistência de chuva no
Inverno, observou-se, no caso dos cereais, uma
conjuntura desfavorável nos mercados, que
conduziu a uma das mais baixas campanhas das
últimas décadas.
Figura 54
Figura 43 - Produção Animal em 2010
(variação em volume e preço dos principais produtos)
%
10
6,9
5
2,8
3,2
2,2
1,2
0
-5
-2,3
-3,7
- 10
-9,8
volume
Figura 55
Estatísticas Agrícolas 2010
preço
Leite
Aves de
Capoeira
Bovinos
Suínos
- 15
A Produção Animal de 2010 deverá ter apresentado
valores próximos do ano anterior (+0,7%) em termos
nominais, em consequência da conjugação de um
decréscimo em volume (-1,1%) e de um aumento
dos preços de base (+1,8%). A redução em volume
da Produção Animal foi, em grande medida,
determinada pelas diminuições em volume nas
produções de Bovinos e Leite, de -9,8% e -2,3%,
respectivamente. A variação negativa da produção
de Bovinos deveu-se, sobretudo, à tendência actual
de aumento do custo das matérias-primas para a
alimentação animal (nomeadamente cereais), que não
foi compensada pelo acréscimo de preços dos
animais. No caso do leite, o menor volume de
produção resultou, principalmente, da conjuntura
negativa para o sector leiteiro nacional, como já foi
anteriormente referido e também da variação negativa
do preço do leite (-3,7%).
39
O Rendimento Empresarial Líquido (REL) de 2010
apresentou um aumento, em termos reais, de 22,6%
relativamente a 2009, em virtude de, além do
crescimento dos subsídios, terem descido as rendas
e juros a pagar.
Figura 57
Alimentos para
animais
Produtos
fitossanitários
Adubos
Figura 45 - Subsídios, Remunerações, Rendas,
Juros e REL
(preços correntes )
106 Euros
1 200
1 000
800
600
400
200
0
Outros
Subsídios à
prod.
Remun.
2009
Rendas
Juros a pagar
REL
2010
Estima-se que o Rendimento de Factores associado à utilização de uma Unidade de Trabalho Ano (Indicador
A) em 2010, tenha registado um aumento, em termos reais, de 8,1% em relação ao ano anterior. Para esta
evolução contribuiu uma redução de 1,9% do Volume de mão-de-obra agrícola (VMOA) total. Como deflator
utilizou-se a previsão do índice de preços implícito no Produto Interno Bruto (PIB) nacional para 2010 (1,38%).
Análise de Resultados
Os Subsídios aos produtos pagos em 2010
aumentaram 2,3%, em valor, enquanto os Outros
Subsídios à produção registaram um incremento
25,1%, devido, sobretudo, aos subsídios no âmbito
do desenvolvimento rural e Regime de Pagamento
Único (RPU). O total de Subsídios pagos aos
agricultores cresceu aproximadamente 19,1%
relativamente a 2009.
Energia e
Lubrificantes
Consumo
intermédio
Quanto ao CI, estima-se que tenha registado, em
Figura 44 - Consumo Intermédio em 2010
2010, um aumento nominal de 4,6%, em virtude do
(variação em volume e preço das principais componentes)
agravamento dos preços (+3,6%), uma vez que o
%
12,7
12,0
volume se manteve estável (+1,0%). A variação 15
6,4
10
2,6
3,6
positiva de preços do CI prende-se,
1,0
5
0,2
fundamentalmente, com o acréscimo de preços da
0
Energia e lubrificantes (+12,7%) e dos Alimentos - 5
-2,1
-3,5
para animais (+6,4%). Depois da baixa de preço - 10
- 15
-13,4
em 2009, o preço dos adubos decresceu novamente
em 2010 (-13,4%), compensando o acréscimo de
preços excepcionalmente elevado observado em
2008 (+55,7%). Na evolução do volume destaca-se o comportamento da rubrica mais importante
Volume
Preço
em termos relativos: os alimentos para animais.
Efectivamente, a redução destes em volume (-2,1%)
surge na sequência da crise crescente no sector animal, ao mesmo tempo que se assistiu ao encerramento de
muitas explorações pecuárias. A alta de preços dos alimentos compostos para animais, decorrente da grande
subida nos preços das matérias-primas, justifica a diminuição do consumo destes alimentos em todos os
sectores pecuários, com excepção das aves.
Figura 56
Quadros
estatísticos
43
II - PRODUÇÃO VEGETAL
Quadro 1 - Produção das principais culturas
Portugal
2009 - 2010
Anos
Superfície
2009 (Rv)
Culturas
CULTURAS TEMPORÁRIAS
Cereais
Trigo mole
Trigo duro
Milho
Centeio
Triticale
Arroz
Aveia
Cevada
Leguminosas para grão
Feijão
Grão-de-bico
Batata
Batata
Culturas para a indústria
Tomate
Girassol
Tabaco
CULTURAS PERMANENTES
Laranja
Maçã
Pêra
Pêssego
Vinho (a)
Azeitona para azeite
Produção
2010
2009 (Rv)
2010
ha
t
61 963
11 029
94 727
20 558
23 846
28 470
58 447
40 861
48 610
9 117
95 656
20 441
24 487
29 120
61 748
20 224
103 766
20 379
635 433
20 094
35 290
161 761
70 716
72 800
66 962
15 615
657 960
18 202
25 871
170 216
66 145
30 620
3 559
1 110
3 510
1 074
1 981
608
2 015
605
28 583
25 772
435 285
384 034
16 783
21 346
620
16 640
14 003
294
1 346 084
11 456
2 126
1 406 084
7 611
983
16 225
13 350
11 030
3 656
179 880
336 566
16 306
13 236
10 969
3 716
178 749
335 586
183 402
196 116
200 147
40 072
5 710 715
414 687
193 861
164 731
176 870
33 032
6 946 119
435 009
Notas: as produções de azeite e laranja correspondem às iniciadas no ano agrícola indicado e continuadas no ano seguinte.
Os valores de 2009 foram revistos com base nos resultados do Recenseamento Agrícola 2009
(a) Produção - unidade: hl.
Quadros estatísticos
Quadro 1 - Produção das principais culturas
44
Quadro 2 - Produção das principais culturas por NUTS II
Continente
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Trigo
Superfície
Produção
ha
t
57 698
6 352
3 785
415
46 440
705
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
82 541
5 531
5 317
560
70 186
946
Centeio
Superfície
Produção
ha
t
20 440
13 156
7 032
0
249
4
17 552
11 835
5 567
1
147
3
Trigo mole
Superfície
Produção
ha
t
48 581
6 352
3 712
405
37 407
705
66 926
5 531
5 222
550
54 676
946
Arroz
Superfície
Produção
ha
t
29 120
0
6 512
4 009
18 389
210
170 216
0
37 140
23 820
108 227
1 029
Milho
Superfície
Produção
ha
t
95 323
33 164
32 722
2 479
26 716
242
657 045
106 910
214 904
27 087
306 735
1 409
Aveia
Superfície
Produção
ha
t
61 748
4 482
4 839
170
51 924
334
66 145
2 261
3 579
103
59 876
326
2010
Milho de regadio
Superfície
Produção
ha
t
85 118
28 207
27 538
2 452
26 716
205
633 500
100 575
197 860
26 968
306 735
1 362
Cevada
Superfície
Produção
ha
t
20 223
273
823
190
18 657
280
30 619
144
740
305
29 091
339
Quadro 2 - Produção das principais culturas
por NUTS II
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Feijão
Superfície
Produção
ha
t
3 467
1 574
1 803
14
58
18
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
1 966
821
1 065
15
54
11
Tomate (indústria)
Superfície
Produção
ha
t
16 640
0
325
2 870
13 445
0
1 406 084
0
23 749
281 841
1 100 493
0
Grão-de-bico
Superfície
Produção
ha
t
1 074
92
199
26
748
10
605
63
137
39
360
6
Girassol
Superfície
Produção
ha
t
14 003
0
139
165
13 699
0
7 611
0
70
149
7 392
0
Batata
Superfície
Produção
ha
t
23 419
9 955
8 908
1 914
2 359
283
Azeitona
para azeite
t
435 009
110 828
80 713
517
237 642
5 309
Nota: a produção de azeite corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte.
Estatísticas Agrícolas 2010
324 850
120 380
133 100
22 460
44 428
4 482
Azeite
Produção
hl
686 832
188 244
128 566
451
362 265
7 306
Batata de regadio
Superfície
Produção
ha
t
19 078
7 989
6 886
1 849
2 106
249
290 711
105 296
118 318
21 673
41 178
4 245
Vinho
Superfície Produção (Po)
ha
hl
175 547
82 977
51 920
7 807
31 691
1 152
6 909 191
2 546 947
1 980 845
569 247
1 793 008
19 146
(continua)
45
Quadro 2 - Produção das principais culturas por NUTS II (cont.)
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
1 518
189
664
75
511
79
Culturas
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
NUTS II
235 178
6 363
11 353
4 816
24 185
188 461
Pêssego
Superfície
Produção
ha
t
3 705
371
2 373
118
677
166
Culturas
16 913
1 255
7 746
726
6 119
1 068
Total de citrinos (a)
Superfície
Produção
ha
t
18 992
934
1 310
505
2 492
13 752
Culturas
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Ameixa
Superfície
Produção
ha
t
32 972
1 438
21 008
982
7 305
2 239
Castanha
Superfície
Produção
ha
t
34 457
30 386
3 527
5
523
16
22 105
18 435
2 872
6
778
14
Cereja
Superfície
Produção
ha
t
5 550
3 137
2 334
8
66
5
8 332
3 132
5 065
29
96
9
Laranja
Superfície
Produção
ha
t
15 919
776
918
403
2 241
11 581
189 372
4 862
6 899
3 672
21 650
152 289
Total de frutos secos (b)
Superfície
Produção
ha
t
64 358
49 266
5 428
34
1 984
7 647
33 073
25 384
4 342
56
2 300
990
Noz
Superfície
Produção
ha
t
2 682
1 410
594
22
540
116
3 613
1 203
820
41
1 289
262
Kiwi
Superfície
Produção
ha
t
1 579
1 215
356
2
4
2
24 175
18 885
5 214
25
35
15
Tangerina
Superfície
Produção
ha
t
2 168
74
65
33
215
1 781
32 487
515
477
258
2 245
28 991
Amêndoa
Superfície
Produção
ha
t
26 842
17 310
1 104
5
908
7 515
7 012
5 601
470
7
219
714
Azeitona de mesa
Superfície
Produção
ha
t
5 434
3 661
493
26
1 027
227
Nota: a produção de citrinos corresponde à iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte.
(a) Inclui: laranja, limão, tângera, tangerina e toranja.
(b) Inclui: amêndoa, avelã, castanha e noz.
7 018
5 020
358
36
1 530
73
2010
Maçã
Superfície
Produção
ha
t
13 077
5 851
6 646
173
394
13
162 597
73 874
81 461
1 328
5 836
99
Pêra
Superfície
Produção
ha
t
10 930
449
9 971
87
397
26
176 454
3 331
167 527
636
4 750
211
Avelã
Superfície
Produção
ha
t
378
160
203
2
12
0
342
145
181
2
14
0
Uva de mesa
Superfície
Produção
ha
t
2 411
135
810
187
895
384
19 114
462
4 208
1 592
9 165
3 686
Quadros estatísticos
Continente
46
Quadro 3 - Produção das principais culturas, na Região Autónoma da Madeira
Madeira
2009 - 2010
Anos
Superfície
2009
Culturas
Abóbora
Alface
Batata (Rv)
Batata doce (Rv)
Cana-de-açúcar (Rv)
Cebola
Cenoura
Couve bróculo
Couve flor
Couve repolho
Fava em verde
Feijão maduro
Feijão verde
Inhame (Rv)
Milho p/ maçaroca (Rv)
Morango
Nabo
Tomate
Abacate
Ameixa
Anona
Banana
Castanha
Cereja
Kiwi
Limão
Maçã
Manga
Maracujá
Papaia
Pêra
Pêro p/ sidra
Tangerina
Vinha (vitis vinifera)
Produção
2010 (Po)
2009
2010 (Po)
ha
20
75
1 500
392
115
70
50
40
40
80
9
75
90
33
90
5
20
160
34
47
98
699
94
61
11
78
100
19
13
3
24
40
12
502
t
20
80
1 500
400
125
70
50
50
35
80
9
75
90
33
95
5
20
180
34
47
98
708
94
61
10
78
100
19
13
4
24
40
12
504
600
2 250
47 500
5 880
5 750
2 450
1 500
1 000
1 400
4 000
45
1 125
1 610
363
3 600
175
600
9 600
348
224
569
14 651
63
190
165
717
1 692
180
105
77
309
600
96
4 575
600
2 400
45 000
6 000
5 643
2 450
1 500
1 250
1 100
4 000
45
1 120
1 610
352
4 200
175
600
10 800
350
224
570
15 804
63
225
150
800
1 700
190
105
187
310
600
96
3 730
Quadro 3 - Produção das principais culturas,
na Região Autónoma da Madeira
Origem: Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural
Notas: Alguns valores de 2009 foram revistos com base nos dados do Recenseamento Agrícola 2009.
Nas culturas assinaladas com Rv, houve uma revisão de série desde 1999, sendo que esta informação irá constar da "Série Restrospectiva da Agricultura e Pesca (1976-2010)"
a editar em breve pela Direcção Regional de Estatística da Madeira.
Estatísticas Agrícolas 2010
47
Quadro 4 - Batata-semente. Produção nacional seleccionada e certificada, por variedades
Portugal
2007 - 2010
Variedades
Agricultores
multiplicadores
nº
Superfície
NUTS I
ha
2007
2008
2009
2010
2007
2008
2009
2010
2007
2008
2009
2010
Portugal
Continente
46,51
…
…
//
46,51
22,50
…
//
//
…
//
//
Variedades
Total
Kennebec
t
22
9
1
//
22
8
1
//
//
1,00
//
//
20,41
x
…
//
20,41
x
…
//
//
x
//
//
19,58
x
//
//
19,58
x
//
//
//
//
//
//
Quadro 4 - Batata-semente. Produção nacional
seleccionada e certificada, por variedades
Variedades
Variedades
Arran Consul
t
Desirée
NUTS I
Portugal
2007
2008
2009
2010
2007
2008
2009
2010
2007
2008
2009
2010
Continente
Açores
0,83
//
//
//
0,83
//
//
//
//
//
//
//
Maris Peer
Outras
//
//
//
//
//
//
//
//
//
//
//
//
//
…
…
//
//
//
x
//
//
//
//
//
//
//
//
//
//
…
//
//
//
…
//
//
Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural
Nota - Em 2007, 2008 e 2009 por opção dos produtores e apesar de toda a batata ter sido aprovada não foi solicitada a sua certificação.
Quadro 5 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por NUTS II
Portugal
Qualidade e cor
Total
Total
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
6 946 118
6 909 191
2 546 947
1 980 845
569 247
1 793 008
19 146
4 732
32 195
Qualidade e cor
Tinto
e rosado
2 028 839
2 027 376
988 765
416 604
121 085
499 129
1 793
780
682
4 917 279
4 881 815
1 558 182
1 564 240
448 162
1 293 879
17 353
3 952
31 513
Vinho com IGP (a)
Total
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Branco
1 691 333
1 690 722
114 543
483 824
206 583
880 278
5 494
599
12
Branco
366 237
366 072
38 398
90 236
58 169
178 031
1 238
164
0
Tinto
e rosado
1 325 097
1 324 650
76 145
393 588
148 414
702 247
4 256
435
12
Unidade: hl
Vinho licoroso com DOP
Total
Licoroso
Licoroso
licoroso
branco
tinto e
682 729
655 062
634 859
6 463
12 784
956
0
411
27 256
175 658
175 247
159 899
2 895
11 583
870
0
411
0
507 071
479 815
474 960
3 567
1 201
86
0
0
27 256
Vinho com indicação de casta (a)
Tinto
Total
Branco
e rosado
26 338
26 338
502
12 262
5 510
8 064
0
0
0
11 747
11 747
12
3 449
1 660
6 626
0
0
0
14 591
14 591
490
8 813
3 850
1 438
0
0
0
2010 (Po)
Vinho com DOP
Total
2 453 948
2 452 769
1 397 346
443 623
104 106
502 254
5 439
65
1 114
Branco
913 368
912 989
700 942
83 900
20 669
107 160
318
65
314
Tinto
e rosado
1 540 579
1 539 780
696 404
359 723
83 437
395 094
5 121
0
800
Vinho sem certificação (a)
Tinto
Branco
e rosado
Total
2 091 771
2 084 301
399 697
1 034 673
240 263
401 455
8 213
3 657
3 813
561 829
561 321
89 514
236 125
29 003
206 442
237
140
368
1 529 942
1 522 980
310 182
798 548
211 260
195 013
7 976
3 516
3 445
Quadro 5 - Produção vinícola declarada,
expressa em mosto, por NUTS II
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
(a) Inclui os vinhos licorosos.
Quadros estatísticos
Açores
48
Quadro 6 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas
Portugal
Qualidade e cor
Total
Total
Regiões vitivinícolas
Tinto
e rosado
Branco
Unidade: hl
Vinho licoroso com DOP
Total
Licoroso
Licoroso
licoroso
branco
tinto e
2010 (Po)
Vinho com DOP
Total
Branco
Tinto
e rosado
Quadro 6 - Produção vinícola declarada,
expressa em mosto, por Regiões vitivinícolas
6 946 118
6 909 191
910 711
117 693
1 480 783
932 203
625 470
1 205 932
427 251
1 190 003
19 146
4 732
32 195
Portugal
Continente
Minho
Trás-os-montes
Douro
Beiras
Tejo
Lisboa
P. Setúbal
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Qualidade e cor
1 691 333
1 690 722
39 628
23 247
49 670
125 033
162 177
362 954
193 449
729 071
5 494
599
12
Portugal
Continente
Minho
Trás-os-montes
Douro
Beiras
Tejo
Lisboa
P. Setúbal
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
4 917 279
4 881 815
279 299
89 898
1 169 278
721 511
347 763
958 671
332 323
965 720
17 353
3 952
31 512
Vinho com IGP (a)
Total
Regiões vitivinícolas
2 028 839
2 027 376
631 413
27 795
311 505
210 692
277 707
247 261
94 928
224 283
1 793
780
683
Tinto
e rosado
Branco
366 237
366 072
20 617
6 214
9 573
26 329
50 709
70 095
52 969
128 327
1 238
164
0
682 729
655 062
0
6
641 315
0
475
332
12 452
481
0
411
27 256
175 658
175 247
0
0
162 794
0
475
198
11 385
395
0
411
0
507 071
479 815
0
6
478 521
0
0
134
1 067
86
0
0
27 256
2 453 948
2 452 769
864 661
14 040
512 367
379 523
64 173
67 077
98 097
447 392
5 439
65
1 114
Vinho com indicação de casta (a)
Tinto
Total
Branco
e rosado
1 325 097
1 324 650
19 011
17 032
40 097
98 704
111 468
292 859
140 480
600 744
4 256
435
12
26 338
26 338
0
502
0
10 043
6 637
2 219
5 510
1 427
0
0
0
11 747
11 747
0
12
0
1 254
6 604
2 195
1 660
22
0
0
0
14 591
14 591
0
490
0
8 788
33
25
3 850
1 405
0
0
0
913 368
912 989
609 066
2 197
82 047
81 469
14 241
14 055
14 738
94 856
318
65
314
1 540 579
1 539 780
255 595
11 843
430 319
298 053
49 931
53 021
83 359
352 536
5 121
0
800
Vinho sem certificação (a)
Tinto
Branco
e rosado
Total
2 091 771
2 084 301
6 423
79 898
277 431
417 604
392 009
773 350
117 744
11 631
8 213
3 657
3 813
561 829
561 321
1 729
19 372
57 092
101 639
205 677
160 718
14 175
682
237
140
368
1 529 941
1 522 980
4 693
60 526
220 339
315 965
186 331
612 632
103 568
10 949
7 976
3 516
3 445
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho.
(a) Inclui os vinhos licorosos.
Quadro 7 - Produção vinícola declarada, expressa em mosto, por Regiões Determinadas
Portugal
Regiões
determinadas
Total
Alenquer
Alentejo (b)
Arruda
Bairrada
Beira Interior (c)
Biscoitos
Bucelas
Carcavelos
Colares
Dão
Douro e Porto
Encostas de Aire (d)
Graciosa
Lafões
Lagoa
Lagos
Lourinhã
Madeira
Óbidos
Palmela
Pico
Portimão
Ribatejo (e)
Setúbal
Tavira
Távora - Varosa
Torres Vedras
Trás-os-Montes (f)
Vinho Verde
TOTAL
6 731 129
265 470
1 017 155
34 981
288 165
220 934
241
9 667
531
786
352 258
1 480 783
43 495
135
1 989
14 712
629
43 890
32 195
216 222
287 758
2 322
1 980
622 826
131 914
526
56 623
584 830
107 402
910 711
Vinho licoroso
com DOP
Tinto e
Branco
rosado
175 658
0
395
0
0
0
0
0
198
0
0
162 794
0
0
0
0
0
0
0
0
6 563
411
0
475
4 823
0
0
0
0
0
507 041
0
56
0
0
0
0
0
134
0
0
478 521
0
0
0
0
0
0
27 256
0
677
0
0
0
390
0
0
0
6
0
Vinho
com DOP
Tinto e
Branco
rosado
913 208 1 540 514
1 623
12 351
94 706
352 486
1 080
14 465
30 892
54 027
8 721
31 757
0
0
5 859
0
0
0
72
78
33 200
203 423
82 047
430 319
246
1 504
65
0
225
32
318
4 671
0
20
0
0
314
800
963
2 088
12 123
63 843
0
0
0
50
14 241
49 931
2 615
19 516
0
380
8 421
8 799
4 212
22 535
2 197
11 843
609 066
255 595
Unidade: hl
Vinho
com IGP (a)
Tinto e
Branco
rosado
337 900 1 164 503
13 224
97 276
103 176
450 951
3 119
3 086
7 826
35 646
11 010
31 861
37
0
2 088
1 579
50
0
201
244
4 872
29 092
9 573
40 097
1 508
6 739
0
0
100
0
508
2 519
0
245
301
10 013
0
12
26 395
45 685
30 028
81 140
83
340
259
822
50 409
110 906
22 171
55 521
3
8
1 994
0
22 233
124 987
6 116
16 722
20 617
19 011
Vinho c/ indicação
de casta (a)
Tinto e
Branco
rosado
11 725
300
0
0
1 004
250
0
0
0
0
0
0
5
0
0
0
0
0
0
1 890
1 655
0
0
6 604
5
0
0
0
12
0
14 481
0
1 295
0
2 836
750
0
0
0
0
5 203
0
25
0
0
0
0
0
0
0
3 295
0
0
33
555
0
0
0
490
0
2010 (Po)
Vinho s/
certificação (a)
Tinto e
Branco
rosado
559 843 1 506 256
19 990
120 705
2 442
11 647
365
12 867
42 652
113 282
43 520
93 065
62
142
44
97
37
112
0
191
2 392
74 077
57 092
220 339
6 945
26 523
0
70
859
773
120
6 576
18
347
9 776
23 800
368
3 445
64 845
74 356
9 823
78 611
43
1 446
25
824
205 490
184 737
3 655
22 664
0
135
11 321
26 087
58 355
352 508
17 875
52 140
1 729
4 693
Quadro 7 - Produção vinícola declarada,
expressa em mosto, por Regiões
Determinadas
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
(a) Inclui os vinhos licorosos.
(b) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira.
(c) Inclui as sub-regiões determinadas de Cova da Beira, Castelo Rodrigo e Pinhel.
(d) Inclui as sub-regiões determinadas de Alcobaça e Ourém.
(e) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar.
(f) Inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços
Estatísticas Agrícolas 2010
49
Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por categoria e em algumas Regiões Determinadas
Unidade: hl
Portugal
Regiões determinadas
Alentejo (c)
Categorias
vínicas
(a)
Vinho licoroso com DOP
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
Vinho sem certificação
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho sem certificação
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
"
Vinho sem certificação
"
Vinho licoroso com DOP
"
Vinho com IGP
Vinho sem certificação
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
Vinho sem certificação
"
Vinho licoroso com DOP
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho sem certificação
"
Vinho com IGP
"
Vinho sem certificação
"
Vinho licoroso com DOP
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
Vinho sem certificação
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
Vinho sem certificação
"
Total por
categoria
(em mosto)
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Branco
Tinto/rosado
395
56
94 706
352 486
103 176
450 951
1 295
2 442
11 647
1 080
14 465
3 119
3 086
365
12 867
8 721
31 757
11 010
31 861
250
750
43 520
93 065
198
134
50
37
112
33 200
203 423
4 872
29 092
5 203
2 392
74 077
162 794
478 521
82 047
430 319
9 573
40 097
57 092
220 339
301
10 013
9 776
23 800
27 256
314
800
12
368
3 445
963
2 088
26 395
45 685
1 890
64 845
74 356
2010 (Po)
Equivalência em vinho
(b)
Por categoria
Total
514
71
94 706
352 486
103 176
450 951
1 295
2 442
11 647
1 080
14 465
3 119
3 086
365
12 879
8 721
31 757
11 010
31 861
250
750
43 520
93 113
240
167
50
40
112
33 200
203 423
4 872
29 092
5 203
2 394
74 077
207 399
609 816
82 047
430 319
9 573
40 097
57 092
220 339
301
10 015
9 776
23 800
31 925
314
800
12
368
3 445
963
2 088
26 395
45 685
1 890
65 172
74 356
1 017 288
Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por
categoria e em algumas Regiões
Determinadas
Beira Interior (d)
Carcavelos
Dão
Douro e Porto
Lourinhã
Madeira
Óbidos
34 993
220 982
609
1 656 683
43 892
36 864
216 549
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
(continua)
Nota: Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por categoria, em mosto, (apresentado no quadro anterior) e
o equivalente em vinho.
(a) Os vinhos licorosos estão incluídos nos vinhos IGP, com indicação de casta e sem certificação.
(b) Inclui a adição de aguardentes.
(c) Inclui as sub-regiões determinadas de Borba, Évora, Granja-Amareleja, Moura, Portalegre, Redondo, Reguengos e Vidigueira.
(d) Inclui as sub-regiões determinadas de Cova da Beira, Castelo Rodrigo e Pinhel.
Quadros estatísticos
Arruda
50
Quadro 8 - Produção vinícola declarada, por categoria e em algumas Regiões Determinadas (cont.)
Unidade: hl
Portugal
Regiões determinadas
Palmela
Pico
Ribatejo (e)
Setúbal
Trás-os-Montes (f)
Categorias
vínicas
(a)
Vinho licoroso com DOP
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
"
Vinho sem certificação
"
Vinho licoroso com DOP
Vinho com IGP
"
Vinho sem certificação
"
Vinho licoroso com DOP
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
"
Vinho sem certificação
"
Vinho licoroso com DOP
"
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
"
Vinho sem certificação
"
Vinho licoroso com DOP
Vinho com DOP
"
Vinho com IGP
"
Vinho com indicação de casta
"
Vinho sem certificação
"
Total por
categoria
(em mosto)
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
Branco
Tinto/rosado
6 563
677
12 123
63 843
30 028
81 140
1 655
3 295
9 823
78 611
411
83
340
43
1 446
475
14 241
49 931
50 409
110 906
6 604
33
205 490
184 737
4 823
390
2 615
19 516
22 171
55 521
5
555
3 655
22 664
6
2 197
11 843
6 116
16 722
12
490
17 875
52 140
2010 (Po)
Equivalência em vinho
(b)
Por categoria
Total
8 506
879
12 123
63 843
30 066
81 141
1 655
3 295
10 033
78 611
462
83
340
43
1 446
617
14 241
49 931
50 409
110 906
6 604
33
206 440
184 766
6 105
521
2 615
19 516
22 285
55 524
5
555
3 725
22 664
8
2 197
11 843
6 116
16 722
12
490
17 875
52 140
290 152
2 373
623 948
133 514
107 404
Origem: Instituto da Vinha e do Vinho
Nota: Neste quadro só foram incluídas as regiões determinadas para as quais se verifica uma diferença entre o total por categoria, em mosto, (apresentado no quadro anterior)
e o equivalente em vinho.
(a) Os vinhos licorosos estão incluídos nos vinhos IGP, com indicação de casta e sem certificação.
(b) Inclui a adição de aguardentes.
(e) Inclui as sub-regiões determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar.
(f) Inclui as sub-regiões determinadas de Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços
Estatísticas Agrícolas 2010
51
Quadro 9 - Produção de azeite por graus de acidez e NUTS II
Continente
2007-2010
Lagares em
laboração
NUTS II
nº
Continente
t
2007
2008
2009
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Azeite obtido
Por quintal de
azeitona
hl
Azeitona
oleificada
534
558
562
139
311
1
104
7
539
136
288
…
107
…
203 968
336 479
414 687
67 985
132 199
…
207 201
…
435 009
108 769
92 534
…
228 599
…
Total
0,17
0,17
0,16
0,17
0,13
…
0,18
…
0,16
0,17
0,14
…
0,16
…
352 574
587 422
681 850
116 546
174 005
…
379 272
…
686 832
188 244
128 566
…
362 265
…
Quadro 9 - Produção de azeite por graus de
acidez e NUTS II
2010
Azeite obtido
Até 0,8o grau
NUTS II
De 0,9o a 2o
> 2o
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
2007
2008
2009
253 136
482 615
574 777
105 323
118 457
…
348 885
…
607 488
175 799
91 742
…
336 808
…
2010
77 149
87 753
90 374
10 725
48 416
…
21 941
…
67 542
11 744
33 456
…
17 845
…
22 289
17 054
16 699
498
7 132
…
8 446
…
11 801
701
3 368
…
7 612
…
Nota: colheita iniciada no ano agrícola indicado e continuada nos primeiros meses do ano seguinte.
Quadro 10 - Produção de frutos
Portugal
2009 - 2010
Anos
Superfície
2009 (Rv)
Espécies
1. Produção das árvores de fruto
Frutos frescos, excepto citrinos (a)
Ameixa
Cereja
Damasco
Figo
Kiwi
Maçã
Pêra
Pêssego
Citrinos
Laranja
Limão
Tângera
Tangerina
Toranja
Frutos secos
Amêndoa
Avelã
Castanha
Noz
2. Azeitona de mesa
3. Uva de mesa
Produção
2010
2009 (Rv)
ha
126 539
42 580
1 563
5 611
387
4 247
1 543
13 350
11 030
3 656
19 459
16 225
865
117
2 232
20
64 500
26 839
378
34 590
2 693
5 435
2 430
2010
t
126 554
42 483
1 565
5 611
390
4 245
1 589
13 236
10 969
3 716
19 537
16 306
871
117
2 231
12
64 533
26 842
378
34 616
2 698
5 434
2 429
Quadro 10 - Produção de frutos
829 321
560 345
18 272
11 135
3 889
3 003
26 927
196 116
200 147
40 072
231 424
183 402
13 081
1 296
33 419
226
37 552
9 145
338
24 304
3 765
5 487
21 702
Notas: a superfície ocupada pelas árvores de fruto engloba os pomares em povoamento regular, assim como a correspondente à dos pés dispersos.
Os valores de 2009 foram revistos com base nos resultados do Recenseamento Agrícola 2009
(a) Inclui: ameixa, cereja, damasco, diospiro, figo, kiwi, ginja, maçã, marmelo, nêspera, pêra, pêssego e romã.
714 577
440 022
17 027
8 557
3 227
2 946
24 325
164 731
176 870
33 032
241 214
193 861
12 855
1 239
33 143
115
33 341
7 012
342
22 352
3 635
7 018
19 223
Quadros estatísticos
hl
52
Quadro 11 - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas por NUTS II (a)
Continente
Unidade: nº pés
Espécies
NUTS II
Árvores
de
Fruto
Alfarrobeiras
Ameixeiras
Amendoeiras
Campanha 2009/2010
Aveleiras
Castanheiros
Cerejeiras
Quadro 11 - Árvores de fruto e oliveiras
vendidas pelos viveiristas por NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
1 729 209
503 984
838 769
89 727
176 541
120 188
38 004
25 102
34
1 869
121
2 874
20 204
100
86 223
21 824
30 528
9 305
21 376
3 190
1 035
60 892
40 280
11 395
1 490
6 293
1 434
400
3 851
1 192
1 690
265
654
50
0
62 986
42 788
16 484
793
2 736
185
1 380
105 110
54 897
37 770
2 705
7 169
2 569
2 070
Espécies
Damasqueiros
Diospireiros
Figueiras
Gingeiras
Kiwis
Laranjeiras
Limoeiros
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
43 177
6 673
23 044
4 667
6 801
1 992
50
38 297
11 209
13 110
3 344
7 217
3 417
585
19 754
6 617
6 693
1 849
3 066
1 529
336
6 634
1 215
4 084
712
522
101
0
48 958
14 916
27 529
2 690
3 282
541
1 651
136 885
21 463
31 681
10 849
13 457
59 435
1 866
49 627
12 425
16 363
6 181
9 279
5 379
566
Espécies
Macieiras
Marmeleiros
Nespereiras
Nogueiras
Pereiras
Pessegueiros
Romãzeiras
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
452 716
182 549
252 236
6 715
9 869
1 347
23 360
19 142
4 788
5 968
1 340
6 413
633
0
8 161
1 523
4 084
722
1 281
551
0
15 308
5 014
6 771
774
2 430
319
845
316 288
35 020
223 533
17 226
39 350
1 159
1 530
155 212
21 149
102 510
11 066
16 676
3 811
1 370
11 335
3 561
4 111
915
1 717
1 031
134
Espécies
Tangereiras
Tangerineiras
Torangeiras
Oliveiras
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Árvores importadas (b)
12 389
3 466
4 196
1 790
2 015
922
320
48 793
10 673
12 366
3 923
11 800
10 031
385
Nota: a campanha inicia-se em 1 de Novembro do ano n e termina em 1 de Agosto do ano n+1.
(a) Destino das árvores vendidas.
(b) Vendidas directamente a agricultores e não incluídas no total.
Estatísticas Agrícolas 2010
2 369
708
754
285
264
358
21
414 318
169 983
117 441
4 764
117 758
4 372
15 110
53
III - PRODUÇÃO ANIMAL
Quadro 12 - Produções de carne, leite, queijo, manteiga, ovos, mel, cera e lã
Portugal
Unidade: t (leite: 1 000 l)
Anos
Produtos
1 - Carne (peso limpo)
De bovinos
Adultos
Vitelos
De ovinos
De caprinos
De suínos
Carne
Toucinho
De equídeos
De animais de capoeira
Frangos de carne (tipo industrial)
Peru
Pato
Outras carnes
(caça, coelhos, pombos, codornizes)
2 - Banha de porco
3 - Miudezas (a)
4 - Leite
De vaca
De ovelha
De cabra
5 - Queijo
De vaca
De ovelha
De cabra
De mistura
6 - Manteiga de vaca
7 - Ovos de galinha (total)
Para incubação
8 - Mel
9 - Cera
10 - Lã
2008
2009
2008 - 2010
2010 (Po)
886 659
108 540
87 509
21 031
21 503
1 495
404 153
262 700
141 453
157
324 815
239 077
42 535
10 162
875 396
102 995
79 843
23 152
17 895
1 551
395 970
257 380
138 590
149
333 483
251 546
40 222
9 041
882 576
93 159
72 860
20 299
18 279
1 517
407 808
265 076
142 732
126
338 639
253 091
41 719
9 835
25 996
44 457
63 493
2 076 768
1 960 898
88 514
27 356
77 051
55 709
14 752
1 650
4 940
30 355
123 515
20 503
6 654
235
7 105
23 353
43 556
60 765
2 047 593
1 938 641
82 075
26 877
73 696
53 694
13 679
1 619
4 704
29 263
124 184
22 130
6 919
237
6 409
23 049
44 859
59 497
2 002 574
1 897 689
78 068
26 818
76 404
56 755
13 011
1 616
5 022
27 183
131 123
22 528
7 426
242
6 369
(a) Não inclui as miudezas dos animais de capoeira e de outras carnes, dado estarem compreendidas nas respectivas espécies animais.
Quadros estatísticos
Quadro 12 - Produções de carne, leite, queijo,
manteiga, ovos, mel, cera e lã
54
Quadro 13 - Recolha, tratamento e transformação do leite
Portugal
Unidade: t
Anos
2008
Produtos
1 - Recolha de leite
De vaca
2008-2010
2009
2010 (Po)
1 919 068
1 886 225
1 102 108
882 025
39
124 733
118 459
650 125
625 330
107 128
103 107
16 593
105 442
81 949
23 493
72 028
26 020
162 857
17 621
7 590
10 031
30 355
66 981
1 900 508
1 867 635
1 056 439
836 593
40
130 419
124 659
609 270
587 502
96 864
92 441
17 378
108 797
84 467
24 330
69 123
24 548
174 188
20 856
8 419
12 437
29 263
65 071
1 864 389
1 828 846
1 057 790
830 900
34
95 504
90 409
637 916
614 919
97 446
93 157
18 029
115 567
92 952
22 615
70 674
22 620
170 531
18 576
9 763
8 813
27 182
68 882
336
42 100
9 044
9 159
6 342
...
35 269
14 576
...
224
41 651
7 899
9 061
6 236
...
45 482
22 827
...
368
43 887
8 288
9 962
6 377
...
43 776
22 058
...
Quadro 13 - Recolha, tratamento e
transformação do leite
2 - Produtos frescos
Leite para consumo
Leite cru
Leite gordo
UHT
Leite meio gordo
UHT
Leite magro
UHT
Nata para consumo
Iogurtes e outros leites acidificados
Com aditivos
Sem aditivos e outros leites acidificados
Bebidas à base de leite
Outros produtos frescos (inclui leitelho)
3 - Produtos fabricados
Leite em pó
Leite em pó gordo e meio gordo
Leite em pó magro
Manteiga
Queijo
Queijos curados
De vaca:
- pasta dura e extradura
- pasta semidura
- pasta mole
Outros queijos curados
Queijos frescos (inclui requeijão)
Queijo fundido
Soro
Soro líquido
Outros produtos fabricados
Nota: INE, I. P., resultados do inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite.
Quadro 14 - Recolha de leite de vaca e produtos lácteos obtidos
Portugal
Unidade: t
Anos
2008 - 2010
Quadro 14 - Recolha de leite de vaca e
produtos lácteos obtidos
Produtos
2008
2009
2010 (Po)
Recolha
Leite de vaca
Productos lácteos obtidos
Leite para consumo público
Nata para consumo
Leite em pó gordo e meio gordo
Leite em pó magro
Manteiga
Queijo de vaca
Iogurtes e outros leites acidificado
1 886 225
1 867 635
1 828 846
882 025
16 593
7 590
10 031
30 355
55 709
105 442
836 593
17 378
8 419
12 437
29 263
53 694
108 797
830 900
18 029
9 763
8 813
27 182
56 755
115 567
Nota: INE, I. P., resultados do inquérito Anual à Recolha, Tratamento e Transformação do Leite
Estatísticas Agrícolas 2010
55
Quadro 15 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2009
Portugal
Efectivos
Unidade: 1 000 cabeças
De 1 ano a menos de 2
Menos de 1 ano
Outros vitelos
Vitelos de
carne
Machos
Fêmeas
Quadro 15 - Efectivos bovinos por NUTS II,
em 2009
Total
Total
NUTS II
1 391
1 141
323
201
46
562
9
245
5
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
346
281
87
54
14
122
3
64
1
80
68
38
17
3
10
1
12
ԥ
Efectivos
142
111
31
19
5
55
1
31
1
Fêmeas
reprodutoras
65
53
16
13
6
18
1
11
1
Outras
fêmeas
135
104
36
20
4
44
1
30
ԥ
18
15
5
3
1
6
ԥ
3
ԥ
De 2 anos e mais
Machos
34
30
7
4
1
18
ԥ
3
ԥ
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Vacas
Novilhas
ReproduOutras
toras
73
64
12
16
4
32
1
9
ԥ
Total
6
6
2
2
ԥ
2
ԥ
1
ԥ
Leiteiras
713
588
158
91
15
320
4
124
2
Outras
289
190
101
57
8
23
ԥ
99
1
424
397
56
34
7
297
3
25
1
Quadro 16 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2009
Portugal
Efectivos
NUTS II
Total
< 20 kg
2 325
2 257
144
1 066
198
798
51
53
15
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
20 kg
< 50 kg
717
697
37
343
57
243
17
14
6
Efectivos
NUTS II
Unidade: 1 000 cabeças
Porcos de engorda = > 50 kg
50 kg
80 kg
= > 110 kg
< 80 kg
<110 kg
(a)
Total
544
531
24
255
52
190
10
11
2
758
731
68
313
70
264
17
23
4
465
451
37
209
42
151
11
12
2
Reprodutores = > 50 kg
Porcas
Cobertas
Varrascos
Total
Pela 1ª
vez
Total
258
247
27
97
25
94
4
10
2
34
33
4
7
2
19
1
1
1
Não cobertas
Jovens
Total
Quadro 16 - Efectivos suínos por NUTS II, em
2009
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
(a) Inclui os reprodutores de refugo.
10
10
1
4
ԥ
4
ԥ
ԥ
ԥ
295
288
15
151
19
97
6
5
3
195
190
10
98
13
65
4
2
2
39
38
3
21
2
12
1
1
ԥ
101
97
5
53
6
32
2
2
1
30
29
2
16
2
9
ԥ
1
1
Quadros estatísticos
NUTS II
124
102
19
19
7
57
ԥ
21
ԥ
Machos
56
Quadro 17 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2009
Quadro 17
- Efectivos ovinos e caprinos por
NUTS II, em 2009
Portugal
Efectivos
Ovinos
Ovelhas e
borregas
cobertas
Total
NUTS II
2 906
2 901
453
698
81
1 613
56
2
2
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Outros
ovinos
1 923
1 919
334
504
55
978
49
2
2
Unidade: 1 000 cabeças
Caprinos
Cabras e
Outros
chibas
caprinos
cobertas
Total
983
982
119
193
26
636
7
1
1
487
477
124
203
7
126
17
6
4
355
347
92
149
5
87
13
5
3
132
130
31
54
2
39
4
1
1
Quadro 18 - Efectivos bovinos por NUTS II, em 2010 (Po)
Portugal
Efectivos
Total
Total
NUTS II
1 375
1 126
315
202
44
556
8
245
5
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Unidade: 1 000 cabeças
De 1 ano a menos de 2
Menos de 1 ano
Outros vitelos
Vitelos de
carne
Machos
Fêmeas
367
299
89
66
14
127
3
67
1
105
96
34
31
5
24
1
8
ԥ
108
83
17
15
5
45
1
25
ԥ
Fêmeas
reprodutoras
Machos
155
120
37
20
4
58
1
34
1
55
44
14
10
5
15
1
10
1
Outras
fêmeas
124
93
36
16
4
36
1
30
ԥ
19
16
3
4
1
8
ԥ
2
ԥ
Quadro 18 - Efectivos bovinos por NUTS II,
em 2010 (Po)
Efectivos
NUTS II
De 2 anos e mais
Machos
33
30
7
4
1
18
ԥ
3
ԥ
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Novilhas
ReproduOutras
toras
Vacas
Total
67
57
13
13
3
27
1
10
ԥ
6
5
2
1
ԥ
2
ԥ
1
ԥ
Leiteiras
Outras
701
577
152
87
15
321
3
122
1
275
178
96
53
8
21
ԥ
96
ԥ
426
399
55
34
7
299
3
26
1
Quadro 19 - Efectivos suínos por NUTS II, em 2010 (Po)
Portugal
Efectivos
Total
NUTS II
< 20 kg
2 145
2 087
113
1 000
187
750
37
43
15
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
650
633
31
313
52
222
14
12
6
20 kg
< 50 kg
508
494
23
238
48
177
8
10
3
Unidade: 1 000 cabeças
Porcos de engorda = > 50 kg
50 kg
80 kg
= > 110 kg
Total
< 80 kg
<110 kg
(a)
707
686
48
304
68
256
10
15
5
429
415
31
195
39
141
8
12
2
247
242
11
103
27
99
2
2
2
31
29
5
6
2
16
ԥ
1
ԥ
Quadro 19 - Efectivos suínos por NUTS II, em
2010 (Po)
Efectivos
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
(a) Inclui os reprodutores de refugo.
Estatísticas Agrícolas 2010
Varrascos
8
8
1
4
ԥ
3
ԥ
ԥ
ԥ
Reprodutores = > 50 kg
Porcas
Cobertas
Total
272
265
11
142
18
91
4
5
1
Total
183
179
8
94
12
63
2
4
1
Pela 1ª
vez
36
35
2
19
2
11
1
1
ԥ
Não cobertas
Jovens
Total
88
87
4
48
6
28
1
2
ԥ
25
25
2
14
2
7
ԥ
1
ԥ
57
Quadro 20 - Efectivos ovinos e caprinos por NUTS II, em 2010 (Po)
Portugal
Ovinos
Ovelhas e
borregas
cobertas
Efectivos
Total
NUTS II
Outros
ovinos
Unidade: 1 000 cabeças
Caprinos
Cabras e
Outros
chibas
caprinos
cobertas
Total
Quadro 20 - Efectivos ovinos e caprinos por
NUTS II, em 2010 (Po)
1 829
1 823
319
479
52
936
36
3
4
683
681
90
86
20
479
6
1
1
444
429
111
182
7
116
14
8
7
351
339
88
148
5
87
12
6
5
93
90
22
34
1
30
2
2
2
Quadro 21 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies, por NUTS II
Portugal
2010
Quadro 21 - Reses abatidas e aprovadas para
consumo, segundo as espécies, por NUTS II
Espécies
Total de peso limpo
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2008
2009
2010
2008
2009
2010
502 213
487 137
488 999
482 217
467 812
469 783
170 018
99 183
138 650
61 933
//
16 169
16 241
16 491
3 826
3 085
2 725
2008
2009
2010
2008
2009
2010
Espécies
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Total
c
NUTS II
Portugal
Bovina
Vitelos
2008
2009
2010
2008
2009
2010
2008
2009
2010
2008
2009
2010
449 442
446 082
402 297
398 972
389 986
346 943
172 721
79 380
58 909
35 933
//
43 958
50 385
50 028
6 512
5 711
5 326
Ovina
c
1 104 945
928 193
962 088
1 104 586
927 740
961 613
302 516
325 582
52 732
280 783
//
254
314
383
105
139
92
t
108 540
102 995
93 159
96 556
90 099
80 268
36 773
19 035
15 382
9 079
//
10 448
11 565
11 645
1 536
1 331
1 245
t
143 411
151 856
131 487
133 888
138 326
119 783
72 878
23 967
11 521
11 417
//
8 813
13 074
11 566
710
456
138
21 031
23 152
20 299
19 560
20 982
18 347
10 623
4 015
1 826
1 883
//
1 354
2 086
1 924
117
84
28
Caprina
t
11 351
9 519
10 098
11 346
9 512
10 090
2 556
3 426
624
3 484
//
4
5
6
2
2
1
Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária.
c
143 211
148 807
146 034
141 965
147 605
144 899
47 796
47 288
8 058
41 757
//
1 039
1 015
1 020
207
187
115
Adultos
c
c
Suína
t
c
889
918
893
875
905
880
279
316
47
238
//
12
11
12
2
2
1
5 977 054
5 920 892
5 965 601
5 867 967
5 834 574
5 879 132
1 809 711
1 744 920
1 725 687
598 814
//
76 442
63 584
66 570
32 645
22 734
19 899
t
306 031
294 226
270 810
265 084
251 660
227 160
99 843
55 413
47 388
24 516
//
35 145
37 311
38 462
5 802
5 255
5 188
87 508
79 843
72 860
76 996
69 116
61 922
26 150
15 020
13 556
7 196
//
9 094
9 480
9 721
1 418
1 247
1 217
Equídea
t
381 277
373 556
384 723
373 284
367 147
378 419
130 365
76 377
122 589
49 088
//
5 706
4 659
4 828
2 287
1 750
1 477
c
t
978
907
774
978
907
774
314
157
46
257
//
0
0
0
0
0
0
157
149
126
157
149
126
46
29
9
43
//
0
0
0
0
0
0
Quadros estatísticos
2 512
2 504
409
565
73
1 415
42
4
5
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
58
Quadro 22 - Reses abatidas e aprovadas para consumo, segundo as espécies e categorias
Portugal
2008 - 2010
Anos
Espécies e categorias
PORTUGAL
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
CONTINENTE
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
AÇORES
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
MADEIRA
Bovina
Vitelos
Novilhos
Bois
Vacas
Novilhas
Ovina
Borregos < 10 kg
Borregos = > 10 kg
Adultos
Caprina
Cabritos
Adultos
Suína
Leitões
Porcos de engorda
Reprodutores
Equídea
Cavalar
Muar
2008
c
2009
t
c
2010
t
c
t
449 442
143 411
191 836
3 721
52 557
57 917
1 104 945
451 805
580 498
72 642
143 211
136 573
6 638
5 977 054
1 236 201
4 685 152
55 701
978
695
283
108 540
21 031
59 190
1 191
13 842
13 286
11 352
2 907
7 035
1 410
889
757
132
381 277
8 929
364 504
7 844
156
108
48
446 082
151 856
158 857
3 974
66 497
64 898
928 193
418 480
433 262
76 451
148 807
142 018
6 789
5 920 892
1 285 666
4 585 932
49 294
907
620
287
102 996
23 152
46 863
1 316
17 453
14 212
9 519
2 724
5 311
1 484
919
791
128
373 556
9 321
357 211
7 024
149
98
51
402 297
131 487
140 010
3 113
65 874
61 813
962 088
434 898
451 383
75 807
146 034
139 627
6 407
5 965 601
1 204 994
4 715 802
44 805
774
539
235
93 159
20 299
41 138
1 049
17 345
13 328
10 098
2 882
5 704
1 512
892
778
114
384 723
8 754
369 598
6 371
126
85
41
398 972
133 888
173 778
3 650
35 431
52 225
1 104 586
451 737
580 298
72 551
141 965
135 608
6 357
5 867 967
1 232 260
4 583 754
51 953
978
695
283
96 556
19 560
54 377
1 171
9 451
11 997
11 346
2 906
7 032
1 408
875
749
126
373 284
8 900
357 088
7 296
156
108
48
389 986
138 326
140 122
3 524
49 757
58 257
927 740
418 357
433 050
76 333
147 605
141 116
6 489
5 834 574
1 282 967
4 504 497
47 110
907
620
287
90 099
20 982
42 056
1 208
13 104
12 749
9 513
2 723
5 308
1 482
905
783
122
367 147
9 302
351 165
6 680
149
98
51
346 943
119 783
122 110
2 821
47 480
54 749
961 613
434 767
451 137
75 709
144 899
138 792
6 107
5 879 132
1 201 129
4 635 316
42 687
774
539
235
80 269
18 347
36 551
976
12 595
11 800
10 090
2 881
5 700
1 509
880
771
109
378 419
8 728
363 661
6 030
126
85
41
43 958
8 813
16 129
53
16 937
2 026
254
33
158
63
1 039
787
252
76 442
1 914
71 978
2 550
0
0
0
10 448
1 354
4 288
15
4 344
447
3
ԥ
2
1
12
7
5
5 706
15
5 323
368
0
0
0
50 385
13 074
17 240
401
16 529
3 141
314
54
170
90
1 015
758
257
63 584
1 547
60 319
1 718
0
0
0
11 565
2 086
4 430
96
4 296
657
4
ԥ
2
2
12
7
5
4 659
11
4 378
270
0
0
0
50 028
11 566
16 452
255
18 129
3 626
383
78
229
76
1 020
733
287
66 570
2 967
62 012
1 591
0
0
0
11 645
1 924
4 220
64
4 687
750
7
1
4
2
12
7
5
4 827
20
4 552
255
0
0
0
6 512
710
1 929
18
189
3 666
105
35
42
28
207
178
29
32 645
2 027
29 420
1 198
0
0
0
1 535
117
525
4
47
842
2
ԥ
1
1
2
1
1
2 287
14
2 093
180
0
0
0
5 711
456
1 495
49
211
3 500
139
69
42
28
187
144
43
22 734
1 152
21 116
466
0
0
0
1 331
84
377
12
53
805
3
1
1
1
2
1
1
1 750
8
1 668
74
0
0
0
5 326
138
1448
37
265
3 438
92
53
17
22
115
102
13
19 899
898
18 474
527
0
0
0
1 246
28
368
9
63
778
1
ԥ
ԥ
1
1
1
ԥ
1 476
6
1 384
86
0
0
0
Quadro 22 - Reses abatidas e aprovadas para
consumo, segundo as espécies e categorias
Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária.
Estatísticas Agrícolas 2010
59
Quadro 23 - Aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo segundo as espécies, por NUTS II
Quadro
23 - Aves e coelhos abatidos e
aprovados para consumo segundo as
espécies, por NUTS II
Portugal
2010
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2008
2009
2010
2008
2009
2010
2008
2009
2010
2008
2009
2010
Total de
peso
limpo
292 437
298 971
303 577
284 864
291 013
295 015
19 728
236 969
800
37 518
//
4 263
4 349
4 590
3 310
3 609
3 972
Total de Aves
c
Total
t
197 312 065
198 624 260
195 631 292
191 655 537
192 936 529
189 569 317
17 192 834
147 617 420
267 156
24 491 907
//
3 506 705
3 527 177
3 753 777
2 149 823
2 160 554
2 308 198
284 008
291 520
296 224
276 469
283 606
287 706
19 728
230 059
401
37 518
//
4 231
4 306
4 547
3 308
3 608
3 970
Espécies
Patos
NUTS II
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
c
2008
2009
2010
2008
2009
2010
2008
2009
2010
2008
2009
2010
3 588 558
3 210 283
3 424 168
3 587 930
3 209 609
3 423 538
0
1 843 785
0
1 579 753
//
584
674
507
44
0
123
t
9 481
8 435
9 176
9 480
8 435
9 175
0
6 205
0
0
//
1
1
1
ԥ
0
ԥ
Nota: os dados do quadro referem-se a abates submetidos à inspecção sanitária.
(a) Inclui: avestruzes, pintadas, gansos, pombos, faisões e perdizes
c
180 400 139
182 543 863
179 606 958
174 744 422
176 857 053
173 545 722
17 192 834
133 173 578
267 156
22 912 154
//
3 505 938
3 526 256
3 753 165
2 149 779
2 160 554
2 308 071
Aves
Galináceos
Frangos de carne
t
c
t
235 476
246 055
248 690
227 939
238 143
240 174
19 728
185 497
401
34 548
//
4 230
4 304
4 546
3 308
3 608
3 970
Aves
Codornizes
c
t
9 431 189
9 245 505
8 987 417
9 431 189
9 245 505
8 987 417
0
8 987 417
0
0
//
0
0
0
0
0
0
1 156
1 212
1 197
1 156
1 212
1 197
0
1 197
0
0
//
0
0
0
0
0
0
175 489 754
177 969 517
174 915 922
169 918 751
172 356 435
168 940 228
17 192 834
128 569 594
265 646
22 912 154
//
3 458 370
3 483 067
3 713 582
2 112 633
2 130 015
2 262 112
Perus
c
225 955
236 603
239 109
218 563
228 833
230 761
19 728
176 087
397
34 548
//
4 156
4 233
4 476
3 236
3 537
3 873
3 882 686
3 620 880
3 597 966
3 882 503
3 620 633
3 597 858
0
3 597 858
0
0
//
183
247
105
0
0
3
37 870
35 812
37 144
37 869
35 811
37 144
0
37 144
0
0
//
1
1
ԥ
0
0
ԥ
Coelhos
Outras aves (a)
c
t
9 493
3 729
14 783
9 493
3 729
14 782
0
14 782
0
0
//
0
0
0
0
0
1
t
c
25
6
16
25
6
16
0
16
0
0
//
0
0
0
0
0
ԥ
6 514 033
5 925 537
6 029 541
6 489 273
5 890 160
5 994 108
0
5 674 180
319 928
0
//
23460
34411
34681
1300
966
752
t
8 429
7 452
7 353
8 395
7 407
7 309
0
6 910
399
0
//
31
43
43
2
2
1
Quadros estatísticos
Espécies
60
IV - AGRICULTURA E AMBIENTE
Quadro 24 - Agricultura em modo de produção biológico, por tipo de culturas
Continente
2007-2009
Cultura
Área
2008
ha
2007
2009
Produtores
2008
nº
2007
2009
Quadro 24 - Agricultura em modo de produção
biológico, por tipo de culturas
Total
Culturas Arvenses
Floresta
Fruticultura
Frutos Secos (a)
Horticultura
Olival
Pastagens
Plantas Forrageiras (b)
Plantas Aromáticas
Pousio
Vinha
233 475
38 432
3 758
1 242
5 548
960
18 409
148 569
11 966
75
2 495
2 021
212 462
26 604
3 372
6 954
x
841
16 759
152 947
x
167
2 790
2 028
157 168
5 353
5 718
1 074
6219
707
14 056
108 046
10198
1 625
2 366
1 804
1 949
529
78
397
425
348
1041
846
174
54
197
404
1 902
487
85
713
x
327
1016
890
x
50
205
397
1 637
243
140
321
368
308
828
719
148
70
190
326
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
(a) Os valores dos Frutos secos em 2008 estão incluídos na rubrica Fruticultura.
(b) Os valores das Plantas Forrageiras em 2008 estão incluídos nas Pastagens.
Quadro 25 - Agricultura em modo de produção biológico, por Regiões agrárias
Continente
Culturas
Regiões agrárias
Total
Culturas arvenses
Área Produtores Área Produtores
ha
nº
ha
nº
Continente
157 168
2 948
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
11 104
Beira Litoral
588
40 118
Beira Interior
21 332
Ribatejo e Oeste
Alentejo
80 455
Algarve
622
1 637
142
398
67
417
176
392
45
5 353
18
142
58
2 752
285
2 039
60
243
21
19
6
111
12
67
7
Floresta
Área Produtores
ha
nº
5 718
338
2 532
3
1 706
211
916
12
Pastagens
Plantas forrageiras
Área Produtores Área Produtores
ha
nº
ha
nº
140 108 046
21
1 802
9
2 090
4
87
58 25 933
6 16 569
40 61 462
2
102
719 10 198
48
140
88
162
11
16
250 3 684
36 1 145
279 5 049
7
2
2009
Olival
Área Produtores
ha
nº
148 14 057
11
158
24 3 532
6
110
50 3 456
17
946
39 5 853
1
4
828
18
293
17
232
46
218
4
Quadro 25 - Agricultura em modo de produção
biológico, por Regiões agrárias
Culturas
Regiões agrárias
Continente
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
Beira Litoral
Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo
Algarve
Fruticultura
Área Produtores
ha
nº
1 074
96
134
21
443
147
120
113
Frutos secos
Área Produtores
ha
nº
321
53
95
19
49
57
30
18
6 219
60
1 895
9
242
28
3 821
165
Horticultura
Área Produtores
ha
nº
368
26
237
6
64
9
13
13
707
34
36
68
117
210
173
70
308
59
45
32
41
70
40
21
Área
ha
Vinha
Plantas aromáticas
Produtores Área Produtores
nº
ha
nº
1 804
264
537
171
575
123
102
32
326
48
104
19
102
30
17
6
1 625
25
3
16
1
1 517
35
29
Pousio
Área Produtores
ha
nº
70
24
5
8
2
13
11
7
2 367
13
43
29
1 212
151
885
33
190
10
11
13
77
33
40
6
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Quadro 26 - Produção animal em modo de produção biológico, por espécies
Continente
2007-2009
Espécies
2007
Efectivos
2008
2009
Produtores
2008
2007
2009
nº
Total
Bovinos
Suínos
Caprinos
Ovinos
Equídeos
Aves
Apicultura (nº de colmeias)
//
68 768
8 369
5 801
111 021
388
44 557
3 608
//
69 097
9 499
6 525
106 682
278
41 998
6 122
//
62 376
4 165
5 894
79 903
301
53 440
9 494
786
494
56
75
341
72
33
40
792
476
53
85
338
72
28
47
662
390
29
69
271
40
25
62
Quadro 26 - Produção animal em modo de
produção biológico, por espécies
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Estatísticas Agrícolas 2010
61
Quadro 27 - Produção animal em modo de produção biológico, por Regiões agrárias
Continente
Espécies
Total
Produtores
2009
Suínos
Caprinos
Efectivos
Produtores Efectivos
Produtores
Bovinos
Efectivos
Produtores
Regiões agrárias
nº
Continente
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
Beira Litoral
Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo
Algarve
662
44
83
9
218
29
272
7
62 376
1 140
733
8
10 143
7 221
43 078
53
390
26
25
2
141
14
181
1
4 165
5
14
14
236
1 420
2 476
0
29
1
1
2
5
1
19
0
5 894
2 509
258
96
1 268
8
1 689
66
69
14
2
2
21
1
28
1
Quadro 27 - Produção animal em modo de
produção biológico, por Regiões agrárias
Espécies
Ovinos
Efectivos
Produtores
Equídeos
Efectivos
Produtores
Apicultura
Colmeias
Produtores
nº
Regiões agrárias
Continente
Entre-Douro e Minho
Trás-os-Montes
Beira Litoral
Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo
Algarve
Aves
Efectivos
Produtores
79 903
260
3 594
540
32 562
773
41 999
175
271
6
21
5
103
5
129
2
301
97
6
9
51
5
133
0
40
9
6
2
11
1
11
0
53 440
939
132
21 128
6 000
18 950
6 291
0
25
6
3
4
1
8
3
0
9 494
62
4 970
21
520
268
2 435
1 280
34
2
3
2
18
3
2007
2008
2007 - 2009
2009
Origem: Gabinete de Planeamento e Políticas - Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Unidade
Consumo aparente de fertilizantes inorgânicos azotados, fosfatados e potássicos na agricultura (a)
t N
113 005 (Rv) 100 216 (Rv) 105 130 (Po)
Azoto
Fósforo
t P2O5 68 049 (Rv) 47 545 (Rv) 42 232 (Po)
Potássio
t K2O
52 504 (Rv) 43 438 (Rv) 28 718 (Po)
Total
t
233 558
191 199
176 080
Vendas de produtos fitofarmacêuticos, por tipo de função
t s.a.
11 519
12 820
9 399
Fungicidas
t s.a.
8 970
9 938
6 693
- Enxofre
Herbicidas
t s.a.
2 120
1 693
1 700
Insecticidas e acaricidas
t s.a.
627
370
383
Óleo mineral
t s.a.
645
630
619
t s.a.
1 716
1 475
1 612
Fumigantes de solo
t s.a.
62
72
271
Outros (b)
Total de vendas
t s.a.
16 689
17 060
13 985
kg s.a./ha
4,5
4,6
3,8
Vendas de produtos fitofarmacêuticos / Superfície agrícola utilizada
kg s.a./ha
2,1
1,9
2,0
Vendas de produtos fitofarmacêuticos (excluindo enxofre) / Superfície agrícola utilizada
Quadro 28 - Fertilizantes e produtos
fitofarmacêuticos
Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural.
(a) Inclui consumo de fertilizantes inorgânicos em áreas de desporto e lazer.
(b) Inclui Moluscicidas, Reguladores de Crescimento, Rodenticidas e Outros.
Quadro 29 - Balanço do azoto à superfície do solo
Quadro 29 - Balanço do azoto à superfície do
solo
Portugal
Unidade
Incorporação (Fertilizantes inorgânicos, estrume animal, deposição atmosférica, fixação biológica)
Remoção (Culturas agrícolas)
Balanço (Incorporação - Remoção)
Balanço (Incorporação - Remoção) / Superfície agrícola utilizada
2007 (Rv)
t N
t N
t N
kg N / ha
2007 - 2009
2009 (Po)
2008 (Rv)
307 299
243 278
64 020
17
293 390
248 728
44 662
12
297 345
245 304
52 041
14
Quadro 30 - Balanço do fósforo à superfície do solo
Portugal
2007 - 2009
2009 (Po)
Quadro 30 - Balanço do fósforo à superfície
do solo
Unidade
Incorporação (Fertilizantes inorgânicos, estrume animal, deposição atmosférica, fixação biológica)
Remoção (Culturas agrícolas)
Balanço (Incorporação - Remoção)
Balanço (Incorporação - Remoção) / Superfície agrícola utilizada
2007
t P
t P
t P
kg P / ha
2008
60 427
36 464
23 963
7
50 890
38 204
12 686
3
48 573
37 898
10 675
3
Quadro 31 - Uso agrícola do solo e da água
Portugal
1989
Composição da Superfície Agrícola Utilizada
Terras aráveis
Culturas permanentes
Pastagens permanentes
Horta familiar
Total
Superfície irrigável / Superfície agrícola utilizada
58,6
19,7
20,9
0,8
100,0
21,9
1999
45,0
18,4
36,0
0,6
100,0
20,5
2003
2005
39,6
20,3
39,5
0,6
100,0
17,7
33,2
20,4
45,8
0,6
100,0
16,3
2007
Unidade: %
2009
30,7
17,0
51,9
0,5
100,0
16,9
32,0
18,8
48,7
0,5
100,0
14,7
Quadro 31 - Uso agrícola do solo e da água
Fonte INE, I.P., Recenseamento Geral da Agricultura - 1989, 1999 e 2009 e Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas - 2003, 2005 e 2007
Quadros estatísticos
Quadro 28 - Fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos
Portugal
62
V - QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR
Quadro 32 - Acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar
Portugal
Operadores
Encerramentos
Processos crime
N.º
Contra-ordenações
2010
Infracções
Detenções
Quadro 32 - Acções de controlo e fiscalização
de Segurança Alimentar
Total
Armazenistas
Grossistas
Importadores Distribuidores
Indústrias
Prestadores de serviços
Produtores
Retalhistas
22 006
1 145
121
445
551
10 803
1 799
7 142
958
14
1
2
20
774
66
81
752
22
1
3
4
482
30
210
5 422
108
1
23
175
3 531
290
1 294
527
8
0
0
2
455
14
48
10 004
179
2
43
296
6 860
503
2 121
Origem: Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
Quadro 33 - Produtos apreendidos nas acções de controlo e fiscalização de Segurança Alimentar
Quadro
33 - Produtos apreendidos nas acções
de controlo e fiscalização de Segurança
Alimentar
Portugal
2010
Peso
(kg)
Total
Armazenistas
Grossistas
Importadores Distribuidores
Indústrias
Prestadores de serviços
Produtores
Retalhistas
Volume
(l)
6 716 219
5 721 940
0
228 391
41 871
16 605
634 175
73 237
Quantidade
(N.º)
405 090
263 091
0
204
980
7 868
127 288
5 659
Valor
(€)
334 400
82 851
10752
7 006
86 700
16 442
117 681
12 968
3 418 882
1 277 550
11 000
162 212
67 061
412 000
1 073 337
415 722
Origem: Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
Quadro 34 - Plano nacional de controlo de resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal
Portugal
Total de amostras
Produtos
Amostras sem
resíduos detectáveis
Amostras com
resíduos em
quantidade ” LMR
2008
2009
2008-2009
Amostras com
resíduos em
quantidade > LMR
2008
2009
Quadro 34 - Plano nacional de controlo de
resíduos de pesticidas em produtos de origem
vegetal
2008
2009
2008
2009
nº
Total
Produtos de origem vegetal, incluindo frutos e vegetais
Cereais
Produtos transformados
Alimentos infantis
Nota: LMR - Limite Máximo de Resíduos
Origem: Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural
Estatísticas Agrícolas 2010
770
680
58
22
10
969
818
30
109
12
497
426
50
21
0
687
562
20
95
10
229
210
8
1
10
256
232
10
14
0
44
44
0
0
0
26
24
0
0
2
63
Quadro 35 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal animais
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Antiriroidianos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE)
2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Carbamatos e Piretróides
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
Unidade: nº de amostras
2008-2009
Bovinos
Total
2008
2009
2008
2009
Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras
analisnão
analisnão
analisnão
analisnão
adas
conformes
adas
conformes
adas
conformes
adas
conformes
3 395
1 009
163
1 375
848
0
0
0
0
0
3 116
977
228
831
1 080
0
0
0
0
0
1 173
362
91
619
101
0
0
0
0
0
999
368
105
282
244
0
0
0
0
0
3 624
1 277
470
320
194
275
172
134
124
136
106
281
135
150
6 869
34
4
3
8
0
0
0
0
3
0
0
16
0
0
34
3 373
1 437
364
252
158
150
221
137
134
131
8
235
146
85
6 404
45
1
2
33
0
1
0
0
0
0
0
8
0
0
45
699
300
127
28
44
3
0
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
0
0
3
571
250
54
26
43
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
23
27
38
26
28
29
29
1 872
40
35
50
23
0
25
25
0
1 570
Quadro 35 - Plano nacional de controlo de
resíduos em animais e produtos de origem
animal - animais
Suínos
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Antiriroidianos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE)
2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Carbamatos e Piretróides
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE)
2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Carbamatos e Piretróides
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
Ovinos e Caprinos
2008
2009
2008
2009
Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras
analisnão
analisnão
analisnão
analisnão
adas
conformes
adas
conformes
adas
conformes
adas
conformes
1046
241
58
548
199
0
0
0
0
0
1031
307
111
373
240
0
0
0
0
0
163
28
9
81
45
0
0
0
0
0
138
18
6
62
52
0
0
0
0
0
1369
492
179
74
58
167
121
48
59
38
36
51
46
0
2 415
5
2
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5
1367
660
145
50
50
50
160
49
62
40
0
50
51
0
2 398
4
1
2
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
346
112
67
23
36
2
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
313
121
50
15
30
0
18
15
15
20
0
14
15
0
451
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
13
13
19
24
20
10
9
0
509
Equídeos
Aves
2008
2009
2008
2009
Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras Amostras
analisnão
analisnão
analisnão
analisnão
adas
conformes
adas
conformes
adas
conformes
adas
conformes
29
15
5
5
4
0
0
0
0
0
23
6
3
3
11
0
0
0
0
0
863
332
0
109
422
0
0
0
0
0
844
265
0
106
473
0
0
0
0
0
82
6
5
4
4
0
15
6
0
6
4
29
3
0
111
16
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
16
0
0
16
31
7
2
2
3
0
3
3
0
3
0
6
2
0
54
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
0
0
4
844
300
75
176
44
93
0
34
0
36
0
50
36
0
1707
8
0
0
8
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
8
853
350
101
142
28
85
0
32
0
41
0
31
43
0
1697
29
0
0
28
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
29
(continua)
Quadros estatísticos
Continente
64
Quadro 35 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal animais (cont.)
Continente
Unidade: nº de amostras
Caça
2009
2008
2009
2008
Amostras Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
Amostras
analisada
não
não
não
não
analisadas
analisadas
analisadas
s
conformes
conformes
conformes
conformes
Coelhos
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
(CEE) 2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Carbamatos e Piretróides
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
57
12
0
4
41
0
0
0
0
0
48
7
3
5
33
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
98
32
8
15
8
15
0
6
0
6
0
8
0
0
155
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
86
32
7
17
4
15
0
3
0
4
0
4
0
0
134
4
0
0
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
100
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
100
0
0
100
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
100
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
100
0
0
100
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
0
0
4
Aquicultura
Compostos pesquisados
2008
Amostras analisadas
Substâncias do grupo A
Estilbenos, Esteróides e L.A.R.
Tireostáticos
Beta-agonistas
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg.
(CEE) 2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Quinoxalinas
Tranquilizantes
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
2009
Amostras não
conformes
Amostras analisadas
Amostras não
conformes
64
19
0
9
36
0
0
0
0
0
33
6
0
0
27
0
0
0
0
0
86
35
9
0
0
0
0
0
8
0
18
4
12
150
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
52
17
5
0
0
0
0
0
7
0
8
5
10
85
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
(a): Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal.
L.A.R. - Lactonas do Ácido Resorcílico, incluindo o zeranol.
Estatísticas Agrícolas 2010
65
Quadro 36 - Plano nacional de controlo de resíduos em animais e produtos de origem animal produtos
Continente
Unidade: nº de amostras
2008-2009
Leite de vaca
Leite de ovelha e cabra
2008
2009
2008
2009
2008
2009
AmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmosAmostras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
tras
não
não
não
não
não
não
colhicolhicolhicolhicolhicolhiconforconforconforconforconforconfordas
das
das
das
das
das
mes
mes
mes
mes
mes
mes
Total
Compostos pesquisados
Substâncias do grupo A
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE)
2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
376
376
0
0
446
446
0
0
222
0
212
0
1
0
44
0
222
0
212
0
1
0
44
0
Quadro 36 - Plano nacional de controlo de
resíduos em animais e produtos de origem
animal - produtos
Substâncias do grupo A
Substâncias inscritas no anexo IV do Reg. (CEE)
2377/90 (a)
Substâncias do grupo B
Inibidores microbianos
Anti-helmínticos
Anti-coccídeos
Carbamatos e Piretróides
Anti-inflamatórios não esteróides
Corticosteróides
Organoclorados
Organofosforados
Metais pesados
Micotoxinas
Corantes
Total
3
1
0
2
0
0
0
0
0
0
0
3
1413
467
255
180
286
33
20
92
22
54
4
1859
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Ovos
2008
2009
AmosAmosAmosAmostras
tras
tras
tras
não
não
colhicolhiconforconfordas
das
mes
mes
724
89
255
0
191
24
28
32
37
68
0
946
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
711
211
211
0
210
11
17
0
20
31
0
923
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
162
44
44
0
44
22
3
0
2
3
0
206
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Mel
2008
Amostras
colhidas
2009
Amostras não
conformes
Amostras
colhidas
Amostras não
conformes
143
143
0
0
180
180
0
0
10
10
0
0
10
10
0
0
66
2
0
2
0
0
0
62
0
0
0
0
209
2
0
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
2
432
180
0
180
0
0
0
72
0
0
0
0
612
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
154
37
0
0
33
0
0
21
21
42
0
0
164
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
108
32
0
0
32
0
0
20
0
20
4
0
118
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
(a): Regulamento (CEE) N.º 2377/90 - regulamento comunitário que fixa os limites de resíduos de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal.
Quadros estatísticos
Compostos pesquisados
946
128
255
2
191
24
111
54
79
69
0
1322
66
Quadro 37 - Plano nacional de controlo de resíduos - acções de seguimento após detecção de
amostras não conformes
Continente
2008-2009
Processos de contraordenação
2008
2009
Amostras não conformes
2008
2009
Compostos e Origem
nº
Beta-agonistas
Bovinos
Matadouro
Anti-helmínticos
Suínos
Matadouro
Anti-coccídeos
Aves
Matadouro
Suínos
Matadouro
Coelhos
Matadouro
Corticóides
Bovinos
Matadouro
Inibidores microbianos
Suínos
Matadouro
Ovinos
Matadouro
Caça de criação
Matadouro
Mel
Matadouro
Metais pesados
Equídeos
Matadouro
Caça selvagem
Matadouro
Micotoxinas
Aves
Matadouro
Total
0
0
0
3
3
3
10
8
8
2
2
0
0
3
3
3
5
2
2
2
2
0
0
1
1
16
16
16
0
0
0
0
0
37
0
0
0
2
2
2
33
28
28
1
1
4
4
0
0
0
2
1
1
0
0
1
1
0
0
8
4
4
4
4
1
1
1
46
0
0
0
3
3
3
9
8
8
1
1
0
0
3
3
3
5
2
2
2
2
0
0
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
20
0
0
0
2
2
2
33
28
28
1
1
4
4
0
0
0
2
1
1
0
0
1
1
0
0
4
0
0
4
4
1
1
1
42
Quadro 37 - Plano nacional de controlo de
resíduos - acções de seguimento após
detecção de amostras não conformes
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
Quadro 38 - Distribuição anual de animais com Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB)
Portugal
Unidade: cabeças de bovinos
Regiões Autónomas
Direcções Regionais
Lisboa e Vale
Alentejo
do Tejo
1990-2010
Quadro 38 - Distribuição anual de animais com
Encefolopatia Espongiforme Bovina (EEB)
Anos
Norte
1990-2009
2010
Total
Centro
707
1
708
287
2
289
29
0
29
Algarve
46
3
49
Açores
0
0
0
Total
Madeira
6
0
6
0
0
0
1 075
6
1 081
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
Quadro 39 - Campanha sanitária
Portugal
Unidade: cabeças
Controlos Efectuados
Zoonoses
Brucelose Bovina
Continente
2007
2008
2009
2010
Norte
Centro
Lisboa e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
798 657
818 648
857 139
803 933
216 543
109 361
71 336
400 646
6 047
156 516
0
1 083
1 101
1 268
973
491
11
18
453
0
385
0
1 717
1 383
1 679
1 379
679
27
19
654
0
476
0
2 673 748
2 677 579
2 330 683
2 334 989
446 041
609 744
199 197
1 015 435
64 572
0
0
11 020
8 292
7 940
7 715
3 332
872
1 334
872
1 305
0
0
11 211
7 351
10 204
8 646
3 400
1 393
1 818
822
1 213
0
0
Quadro 39 - Campanha sanitária
Brucelose Ovina e Caprina
Continente
Norte
Centro
Lisboa e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
Origem: Direcção-Geral de Veterinária
Estatísticas Agrícolas 2010
2007
2008
2009
2010
2007-2010
Animais Abatidos
Casos Positivos
67
Quadro 40 - Controlo oficial dos alimentos para animais
Portugal
Tipo de Operador
Operadores
Registados
2009
2010
Controlo técnico e
documental
2009
2010
Controlo Físico
2009
2010
2009-2010
Amostras não
conformes
2009
2010
nº
Misturadores móveis
Explorações pecuárias
Unidades de produção de derivados e subprodutos
Fabricantes de aditivos
Fabricante de pré0misturas
Fabricante de alimentos compostos (industrial)
Fabricante de alimentos compostos (auto-produtor)
Intermediários (**)
Importadores
Transportadores
Retalhistas
Armazenistas sem funções comerciais
Total
136
0
42
1
24
110
73
109
192
82
243
x
1 012
x
211 (*)
56
0
23
117
73
116
0
235
1 030
3
1 864
20
1 067
3
1
2
26
13
10
668
6
0
x
1 816
x
1 742
20
0
5
26
19
20
595
0
0
0
2 427
20
978
24
1
24
779
176
45
19
0
0
x
2 066
x
973
51
0
36
728
122
13
22
0
0
0
1 945
0
0
0
0
0
8
20
1
0
0
0
x
29
x
1
7
0
0
63
3
0
1
0
0
0
75
Quadro 40 - Controlo oficial dos alimentos
para animais
Quadros estatísticos
Origem: Direcção0Geral de Veterinária
(*) N.º de misturadores móveis registados ao abrigo do Reg.(CE) 183/2005
(**) N.º de intermediários distribuidores aprovados ao abrigo do Reg.(CE) 183/2005
68
VI - CONTAS ECONÓMICAS DA AGRICULTURA
Quadro 41 - Produção do ramo agrícola, a preços correntes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Produtos
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Cereais
Plantas industriais
Plantas forrageiras
Vegetais e produtos hortícolas
Batatas
Frutos
Vinho
Azeite
Outros produtos vegetais
Produção vegetal (1 a 9)
Animais,
Dos quais:
11.1 Bovinos
11.2 Suinos
11.3 Aves de Capoeira
12 Produtos animais,
Dos quais:
12.1 Leite
13 Produção animal (11 + 12)
14 Produção de serviços agrícolas
15 Produção de actividades secundárias não separáveis
16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15)
2008
2008 - 2010
2009
2010 (a)
249,78
69,02
280,35
1 330,01
125,25
952,34
832,15
105,86
10,89
3 955,65
1 751,45
162,81
61,21
238,19
1 328,73
84,45
912,79
874,87
135,54
10,09
3 808,68
1 713,61
197,01
57,79
242,42
1 434,76
110,37
864,66
952,73
143,23
9,73
4 012,70
1 754,01
515,61
579,26
401,12
995,10
516,29
568,22
401,65
884,17
498,02
602,99
415,42
861,34
858,43
2 746,55
299,71
35,21
7 037,12
741,71
2 597,78
321,35
33,55
6 761,36
698,05
2 615,35
336,74
33,35
6 998,14
Quadro 41 - Produção do ramo agrícola, a
preços correntes (Base 2000)
(a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011.
Quadro 42 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços correntes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Rubricas
16
17
17.1
17.2
17.3
17.4
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Produção do ramo agrícola a preços de base
Consumo intermédio,
Do qual:
Energia e lubrificantes
Adubos e correctivos do solo
Produtos fitossanitários
Alimentos para animais
Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17)
Consumo de capital fixo
Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19)
Outros impostos sobre a produção
Outros subsídios à produção
Rendimento dos factores (20 - 21 + 22)
Remuneração dos assalariados
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24)
Rendas a pagar
Juros a pagar
Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27)
Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível)
Transferências de capital
2008
2008 - 2010
2009
2010 (a)
7 037,12
4 943,15
6 761,36
4 691,63
6 998,14
4 906,62
517,29
176,58
117,03
2 111,21
2 093,97
740,47
1 353,50
5,05
794,92
2 143,37
653,99
1 489,38
53,77
248,17
1 187,44
816,88
149,36
432,03
149,22
112,32
1 879,75
2 069,73
732,84
1 336,89
5,21
655,40
1 987,08
670,63
1 316,45
53,12
233,68
1 029,65
737,67
236,39
470,11
144,70
115,44
1 957,93
2 091,52
770,70
1 320,82
5,55
820,10
2 135,37
673,48
1 461,89
52,17
147,84
1 261,88
x
x
Quadro 42 - Valor acrescentado bruto,
rendimento e formação bruta de capital fixo
na agricultura, a preços correntes (Base 2000)
(a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011.
Estatísticas Agrícolas 2010
69
Quadro 43 - Produção do ramo agrícola, a preços constantes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Produtos
2008
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Cereais
Plantas industriais
Plantas forrageiras
Vegetais e produtos hortícolas
Batatas
Frutos
Vinho
Azeite
Outros produtos vegetais
Produção vegetal (1 a 9)
Animais,
Dos quais:
11.1 Bovinos
11.2 Suinos
11.3 Aves de Capoeira
12 Produtos animais,
Dos quais:
12.1 Leite
13 Produção animal (11 + 12)
14 Produção de serviços agrícolas
15 Produção de actividades secundárias não separáveis
16 Produção do ramo agrícola a preços de base (10 + 13 + 14 + 15)
2008 - 2010
2009
2010 (a)
296,14
55,03
256,78
1 086,14
111,02
904,17
906,37
67,84
8,41
3 691,90
1 578,07
243,70
51,30
227,25
1 099,88
115,62
975,78
981,46
108,07
8,41
3 811,47
1537,07
228,09
47,75
214,75
1089,16
101,60
893,42
1064,15
122,99
8,41
3775,86
1518,40
389,67
565,07
359,83
792,95
374,86
553,21
369,55
785,91
338,13
568,70
377,68
778,91
680,35
2 371,02
244,65
29,87
6 337,44
674,93
2 322,98
248,32
28,81
6 411,58
659,41
2297,33
246,33
28,80
6348,20
Quadro 43 - Produção do ramo agrícola, a
preços constantes (Base 2000)
Quadros estatísticos
(a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011.
Quadro 44 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na agricultura,
a preços constantes (Base 2000)
Unidade: 106 Euros
Portugal
Anos
Rubricas
16
17
17.1
17.2
17.3
17.4
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Produção do ramo agrícola a preços de base
Consumo intermédio,
Do qual:
Energia e lubrificantes
Adubos e correctivos do solo
Produtos fitossanitários
Alimentos para animais
Valor acrescentado bruto a preços de base (16 - 17)
Consumo de capital fixo
Valor acrescentado líquido a preços de base (18 - 19)
Outros impostos sobre a produção
Outros subsídios à produção
Rendimento dos factores (20 - 21 + 22)
Remuneração dos assalariados
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (23 - 24)
Rendas a pagar
Juros a pagar
Rendimento empresarial líquido (25 - 26 - 27)
Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível)
Transferências de capital
2008
2008 - 2010
2009
2010 (a)
6 337,44
4 021,71
6 411,58
4 013,92
6 348,20
4 052,21
360,77
91,74
100,68
1 602,67
2 315,73
595,59
1 720,14
//
//
//
//
//
//
//
//
667,30
//
353,71
87,15
91,58
1 575,93
2 397,66
584,35
1 813,31
//
//
//
//
//
//
//
//
611,42
//
341,36
97,61
93,98
1 542,90
2 268,38
600,90
1 633,80
//
//
//
//
//
//
//
//
x
//
Quadro 44 - Valor acrescentado bruto,
rendimento e formação bruta de capital fixo
na agricultura, a preços constantes (Base
2000)
(a) INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura, dados previsionais calculados com a informação disponível em 31 de Janeiro de 2011.
70
VII - ESTRUTURAS AGRÍCOLAS
Quadro 45 - Estrutura das explorações agrícolas
Portugal
Ano
Rubricas
Superfície total
Superfície Agrícola Utilizada (SAU)
SAU média por exploração
Forma de exploração da SAU
Conta própria
Arrendamento
Outras formas
Dispersão da SAU (nº)
Total de blocos com SAU
Nº médio de blocos por exploração
Matas e florestas sem cult. sob-coberto
Superfície agrícola não utilizada
Outras superfícies
Superfície irrigável
Utilização das terras
Cereais para grão
Leguminosas secas para grão
Prados temporários
Cult.uras forrageiras
Batata
Culturas industriais
Culturas hortícolas extensivas
Culturas hortícolas intensivas
Flores e plantas ornamentais
Pousio
Horta familiar
Frutos frescos (excepto citrinos)
Citrinos
Frutos sub-tropicais
Frutos de casca rija
Olival
Vinha
Prados e pastagens permanentes
Natureza jurídica
Singular autónomo
Singular empresário
Sociedades
Baldios e outras formas
Produtor agrícola singular
Produtores
Sexo
Homens
Mulheres
Idade
< 35 anos
35 a < 45 anos
45 a < 55 anos
55 a < 65 anos
> = 65 anos
Nível de instrução
Nenhum
Básico
Secundário
Superior
Tempo de trabalho agrícola
> 0 a < 50 %
> = 50 % a < 100 %
Tempo completo
Actividade exterior remunerada
Principal
Secundária
1999
Explorações
nº
2009
Superfície
ha
Explorações
nº
Superfície
ha
415 969
412 612
5 188 938
3 863 094
9,3
305 266
303 867
4 709 131
3 668 145
12,0
387 661
58 108
42 152
2 797 208
867 492
198 394
287 010
33 953
23 817
2 641 916
824 855
201 374
201 098
91 043
336 107
285 684
2 406 637
5,8
1 008 374
202 898
114 573
791 986
1429*43
59 575
282 651
162 611
1 797 377
5,9
842 208
127 691
71 087
540 593
Quadro 45 - Estrutura das explorações
agrícolas
197 484
95 425
19 566
188 106
181 558
4 529
28 937
20 859
2 040
69 301
249 656
64 772
45 863
10 554
50 869
159 029
246 934
107 692
602 270
25 724
37 250
542 120
50 173
74 537
29 796
14 875
1 123
562 717
21 606
52 746
23 453
2 612
80 470
335 028
215 041
1 436 823
110 852
29 959
13 326
107 839
66 258
2 579
12 403
20 859
1 296
59 155
199 378
41 588
24 822
9 126
45 488
130 568
156 404
91 502
345 941
13 239
31 661
462 703
18 745
24 923
31 422
14 875
1 643
341 534
19 695
40 127
16 930
3 048
115 150
335 841
177 381
1 827 899
392 065
17 243
5 053
1 158
2 879 743
1 161 604
912 002
235 599
Nº de indivíduos
409 308
292 445
4 936
6 776
1 109
2 716 373
501 960
1 221 813
269 167
Nº de indivíduos
297 361
Fonte: INE, I. P., Recenseamento Geral da Agricultura - 1999 e Recenseamento Agrícola - 2009.
Estatísticas Agrícolas 2010
314 254
95 054
204 511
92 870
17 023
46 768
79 817
111 102
154 598
6 845
22 961
51 711
73 947
141 917
140 706
249 281
8 929
10 392
65 691
206 156
12 446
13 088
205 867
136 397
67 044
151 241
82 944
63 146
115 890
7 825
72 081
4 689
71
VIII - POPULAÇÃO
Quadro 46 - População residente e activa com profissão, total e na agricultura, produção animal,
caça e silvicultura segundo a situação na profissão
Quadro 46 - População residente e activa com
profissão, total e na agricultura, produção
animal, caça e silvicultura segundo a situação
na profissão
NUTS II
Portugal
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
Continente
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
Madeira
15 - XII - 1950 (b)
15 - XII - 1960
15 - XII - 1970
16 - I I I - 1981
15 - IV - 1991
12 - I I I - 2001
População
residente
Activa
com
profissão
de 15 e
mais anos
(a)
Total
Unidade: nº de pessoas
Da qual na agricultura, produção animal, caça e silvicultura
TrabalhaTrabalhaTrabalhaMembro
dor
dor
dor
activo de
Outra
Empregador
familiar não por conta
por conta
cooperasituação
remunede
própria
tiva
rado
outrém
8 441 312
8 889 392
9 611 125
9 833 014
9 862 540
10 356 117
3 196 482
3 315 639
3 163 855
3 828 264
4 127 570
4 650 947
1 523 118
1 398 265
965 930
705 252
418 778
215 598
141 069
78 647
18 180
8 518
25 222
51 442
290 570
293 963
353 990
350 317
209 626
54 488
172 389
185 195
108 400
81 483
42 722
15 377
914 311
839 621
480 360
256 415
138 358
92 586
//
//
//
7 705
1 340
248
4 779
839
5 000
814
1 460
1 457
7 856 913
8 292 975
8 074 975
9 336 760
9 371 319
9 869 343
3 687 293
2 348 397
2 661 850
776 585
395 218
3 005 110
3 126 245
2 988 170
3 659 954
3 945 501
4 450 711
1 656 103
1 006 373
1 284 673
323 167
180 395
1 413 200
1 297 283
895 260
664 681
390 046
197 766
74 780
64 688
12 235
38 089
7 974
136 714
76 270
17 100
7 961
24 129
47 608
20 715
16 470
2 588
6 099
1 736
269 123
275 168
328 985
329 603
193 265
47 631
19 306
19 168
1 470
5 322
2 365
158 483
174 584
99 555
77 613
40 494
14 107
7 308
5 754
201
597
247
844 383
770 447
444 750
241 050
129 423
86 777
26 855
22 715
7 860
25 777
3 570
//
//
//
7 670
1 323
236
50
40
14
131
1
4 497
814
4 870
784
1 412
1 407
546
541
102
163
55
317 409
327 480
285 015
243 410
237 795
241 763
108 243
107 124
86 615
77 342
84 036
94 728
65 454
60 159
40 220
22 310
14 137
9 763
3 427
1 888
555
363
720
1 999
12 661
12 618
14 800
10 636
7 277
3 669
8 120
6 858
3 760
2 189
1 134
429
41 056
38 774
21 050
9 107
4 965
3 636
//
//
//
10
16
8
190
21
55
5
25
22
266 990
268 937
251 135
252 844
253 426
245 011
83 129
82 270
89 070
90 968
98 033
105 508
44 464
40 823
30 450
18 261
14 595
8 069
928
489
525
194
373
1 835
8 786
6 177
10 205
10 078
9 084
3 188
5 786
3 753
5 085
1 681
1 144
841
28 872
30 400
14 560
6 258
3 970
2 173
//
//
//
25
1
4
92
4
75
25
23
28
Fonte: INE, I. P., Recenseamento Geral da População.
Nota: Da população activa, em 15-XII-1960, foram excluídas as pessoas desempregadas e as que se encontravam a prestar serviço militar.
Os dados de 1970 foram estimados a 20%.
(a) De 10 e mais anos, nos recenseamentos de 15-XII de 1960 e 1970; de 12 e mais anos nos recenseamentos de 16-III-1991 e 15-IV-1991.
(b) População presente.
Quadro 47 - Volume de mão-de-obra agrícola (Base 2000)
(preços correntes)
Quadro 47 - Volume de mão-de-obra agrícola
(Base 2000) (preços correntes)
Portugal
Rubricas
Volume de mão-de-obra agrícola - total
Volume de mão-de-obra agrícola não assalariada
Volume de mão-de-obra agrícola assalariada
Fonte: INE, I. P., Contas Económicas da Agricultura.
2003
478,80
413,39
65,41
2004
Unidade: 1 000 UTA
2005
2006
452,96
387,04
65,92
429,48
364,83
64,65
401,94
338,52
63,43
2007
374,25
312,20
62,04
2008
359,45
299,05
60,40
2009
2003 - 2010
2010
343,97
285,34
58,84
337,41
281,63
55,79
Quadros estatísticos
Portugal
72
IX - PRODUÇÃO FLORESTAL
Quadro 48 - Superfície florestal segundo as espécies, por NUTS II
Portugal
Unidade: 1 000 ha
Quadro 48 - Superfície florestal segundo as
espécies, por NUTS II
Povoamentos florestais
Espécies
NUTS II
Portugal
Continente (a)
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores (b)
Madeira (c)
Total
1995
20052010
(Rv)
Total de
povoamentos
20051995
2010
(Rv)
3 381,4
3 349,4
667,4
1 156,0
74,1
1 342,8
109,1
21,0
11,0
3 564,4
3 458,6
680,7
1 159,5
72,2
1 414,0
132,2
71,6
34,2
3 233,3
3 201,3
603,5
1 110,0
55,6
1 334,5
97,7
21,0
11,0
Espécies
3 216,4
3 175,3
577,2
1 058,5
68,7
1 349,2
121,7
24,6
16,4
Pinheiro
Bravo
Manso
200520051995
2010
1995
2010
(Rv)
(Rv)
983,1
976,1
245,6
635,3
14,0
75,2
6,0
1,0
6,0
892,1
885,0
259,3
544,6
15,9
59,3
6,0
0,9
6,2
Povoamentos florestais
Outras
Resinosas
Folhosas
2005200520052010
1995
2010
1995
2010
(Rv)
(Rv)
(Rv)
Azinheira
NUTS II
Portugal
Continente (a)
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores (b)
Madeira (c)
1995
461,6
461,6
20,4
31,7
0,1
400,8
8,6
0,0
0,0
412,9
412,9
7,0
22,4
0,1
370,2
13,2
0,0
0,0
28,4
27,4
21,3
4,5
1,2
0,4
0,0
0,0
1,0
38,7
25,1
19,0
4,3
0,3
0,4
1,1
12,6
1,0
122,1
102,1
56,3
26,3
2,3
11,8
5,4
19,0
1,0
77,7
77,7
0,3
3,6
4,7
60,1
9,0
0,0
0,0
Sobreiro
20052010
(Rv)
1995
130,4 712,8
130,4 712,8
0,3 21,3
3,0 44,6
9,7 20,6
87,3 586,4
30,0 39,9
0,0
0,0
0,0
0,0
715,9
715,9
11,9
45,2
23,6
601,9
33,3
0,0
0,0
Áreas ardidas de
povoamentos
79,3
79,3
45,4
20,9
6,9
2,5
3,6
0,0
0,0
96,4
86,5
33,6
25,4
3,3
11,2
12,9
7,5
2,4
20052010
(Rv)
1995
675,1
672,1
143,1
292,9
12,5
195,0
28,6
1,0
2,0
100,6
100,5
40,2
54,4
0,9
3,5
1,5
0,0
0,1
Carvalho
1995
749,3 130,9
739,5 130,9
128,2 61,4
357,8 64,6
15,6
0,2
212,9
4,7
25,0
0,0
3,6
0,0
6,2
0,0
Áreas de corte
raso
2005-2010
(Rv)
1995
Eucalipto
20052010
(Rv)
1995
27,4
27,4
0,2
15,0
8,7
3,5
0,0
0,0
0,0
34,5
34,3
3,6
16,2
0,5
12,5
1,7
0,1
0,0
20052010
(Rv)
150,0
150,0
91,6
52,6
0,2
5,5
0,1
0,0
0,0
Castanheiro
1995
41,6
40,6
33,8
6,5
0,0
0,1
0,2
0,0
1,0
20052010
(Rv)
30,6
30,0
26,2
3,2
0,0
0,6
0,0
0,0
0,6
Outras áreas florestais
1995
2005-2010 (Rv)
41,4
41,4
18,3
10,1
2,9
2,3
7,8
0,0
0,0
212,9
148,4
59,7
30,3
2,1
48,8
7,4
46,8 (d)
17,7 (e)
(a) Fonte: Autoridade Florestal Nacional - Inventário Florestal Nacional (IFN)
(b) Fonte 1995: Direcção Regional dos Recursos Florestais - Estimativa.
Fonte 2005-2010: Direcção Regional dos Recursos Florestais - Inventário Florestal da Região Autónoma dos Açores.
(c) Fonte 1995: Direcção Regional de Florestas - Estimativa.
Fonte 2005-2010: Direcção Regional de Florestas - 1º Inventário Florestal da Região Autónoma da Madeira.
(d) Inclui a área de espaços naturais e semi-naturais (22,9 mil ha)
(e) Inclui a área de floresta natural "Laurissilva" (16,1 mil ha)
Portugal
Quadro 49 - Quantidade
removida de madeira
3
Unidade: 1 000 m sem casca
Anos
Madeira removida
Madeira removida
Total
Coníferas
Folhosas
Lenha (a)
Total
Coníferas
Folhosas
Madeira redonda industrial
(madeira em bruto)
Total
Coníferas
Folhosas
Toros
Total
Coníferas
Folhosas
Rolaria
Total
Coníferas
Folhosas
Outras madeiras redondas industriais
2007
2007 - 2009
2008
2009 (Po)
10 823
3 837
6 986
10 169
3 316
6 853
9 564
3 619
5 945
600
200
400
600
200
400
600
200
400
Quadro 49 - Quantidade removida de madeira
10 223
3 637
6 586
9 569
3 116
6 453
8 964
3 419
5 545
2 674
2 568
106
2 368
2 265
103
2 554
2 459
96
7 369
919
6 450
179
7 020
700
6 320
180
6 230
811
5 419
180
Fonte: Autoridade Florestal Nacional.
(a) Lenha sem casca, podendo ter como destinos o consumo como tal e/ou a produção de carvão vegetal.
Estatísticas Agrícolas 2010
73
Quadro 50 - Produção de produtos derivados da madeira
Portugal
2007 - 2009
Quadro 50 - Produção de produtos derivados
da madeira
Produtos derivados
Carvão
Aparas e estilhas de madeira
Madeira serrada
Painéis de madeira (a)
Folheados
Painéis de fibras
Fibras duras
MDF
Painéis de partículas
Contraplacados
Coníferas
Folhosas
Pastas químicas
Ao sulfato crua
Ao sulfato branqueda
Ao sulfito crua
Ao sulfito branqueda
Papel reciclado
Papéis e cartão
Destinos:
usos gráficos
usos domésticos e sanitários
embalagem
outros papéis e cartões
Unidade
2007
2008
2009 (Po)
1 000 t
1 000 m3
1 000 m3
1 000 m3
1 000 m3
1 000 m3
"
"
1 000 m3
1 000 m3
"
"
1 000 t
"
"
"
"
1 000 t
1 000 t
20
740
1 011
1 302
29
402
75
327
850
22
4
18
2 092
345
1 640
0
107
729
1 644
21
351
1 010
1 303
28
405
75
330
849
21
6
16
2 022
221
1 688
0
113
704
1 662
19
198
1 093
1 351
30
450
124
326
848
23
4
19
2 182
187
1 880
0
115
774
1 634
"
"
"
"
1 055
72
490
26
1 064
73
521
4
1 088
76
466
4
Fonte: Autoridade Florestal Nacional ; Associação da Indústria Papeleira (CELPA); Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP)
(a) Os valores dos paineis de madeira, para 2007 foram estimados pela AFN com base nos dados da AIMMP de 2005, do consumo e da variação do comércio externo entre
2005 e 2007. Para 2008 e 2009 foram estimados pela AFN com base no estudo da AIMMP de 2009 "Estudo Estratégico para a Reestruturação e Modernização da Indústria de
Primeira Transformação de Madeira em Portugal", do consumo e da variação do comércio externo entre 2005 e 2009
Quadro 51 - Produção de gema nacional entrada nas fábricas, por NUTS II
Continente
2009 - 2010
Rubricas
Quantidade
t
Anos
Continente
2009
2010 (Po)
2009
2010 (Po)
2009
2010 (Po)
2009
2010 (Po)
2009
2010 (Po)
2009
2010 (Po)
Norte
Gema nacional entrada nas fábricas (a)
Valor
1 000 Euros
5 703
5 698
1 037
1 054
3 822
3 754
0
0
844
890
0
0
Preço médio
Euros / kg
3 993
6 792
726
1 264
2 675
4 484
0
0
591
1 044
0
0
0,70
1,19
0,70
1,20
0,70
1,19
0,00
0,00
0,70
1,17
0,00
0,00
Quadro 51 - Produção de gema nacional
entrada nas fábricas, por NUTS II
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
(a) Gema contabilizada à entrada da fábrica.
Quadro 52 - Gema nacional laborada e produção resultante da primeira transformação
(colofónias de gema e aguarrás)
Quadro 52 - Gema nacional laborada e
produção
resultante
da
primeira
transformação (colofónias de gema e
aguarrás)
Continente
Rubricas
Anos
2009
2010 (Po)
2009 - 2010
Aguarrás
Colofónias de gema
t
Gema nacional laborada (a) (b)
5 502
5 373
4 117
4 025
990
758
(a) A diferença entre a gema entrada e a laborada corresponde à diferença de existências de gema entre o final e o início do ano.
(b) O somatório das colunas "Colofónias de gema" e "Aguarrás" não corresponde à coluna "Gema nacional laborada", devido à existências de perdas no processo de laboração
da gema nacional.
Quadros estatísticos
Anos
74
Quadro 53 - Ocorrências de incêndios florestais
Continente
2008 - 2010
Quadro 53 - Ocorrências de incêndios
florestais
Anos
2008
Nº/Área
2009
14 930 (Rv)
17 565
5 461
12 103
1,18
Número
Área ( ha )
Povoamentos florestais
Matos
Área (ha) / Número
2010 (Po)
26 136
87 421
24 097
63 323
3,34
22 026
133 091
46 079
87 011
6,04
Fonte: Autoridade Florestal Nacional.
Quadro 54 - Ocorrências de incêndios florestais por NUTS II
Continente
2009-2010
Nº/Área
Número
Área
Povoamentos
florestais
ha
Total
Matos
Quadro 54 - Ocorrências de incêndios
florestais por NUTS II
NUTS II
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
2009
2010 (Po)
2009
2010(Po)
2009
2010(Po)
2009
2010(Po)
2009
2010(Po)
2009
2010(Po)
26 136
22 026
18 161
14 582
5 374
5 024
1 442
1 591
558
502
601
327
87 421
133 091
59 304
84 494
24 485
44 171
724
794
1 166
3 527
1 741
104
24 097
46 079
14 727
27 488
8 263
15 787
314
126
415
2 651
379
27
63 323
87 011
44 577
57 006
16 223
28 383
410
668
752
877
1 362
78
Fonte: Autoridade Florestal Nacional.
Quadro 55 - Comércio Internacional - Entrada dos principais produtos do sector florestal
Portugal
t
2009 - 2010
2010 (Pe)
1 000 Euros
40 368
29 417
x
69 979
31 063
7 248
124 232
21 269
5 499
254 155
x
x
x
59 150
6 701
234 282
3 330
1 195 903
5 939
430 211
x
x
5 353
491 776
30 740
390 312
75 008
33 002
11 623
35 452
50 855
44 767
x
x
x
x
11 535
69 686
44 933
37 607
8 659
144 320
15 768
11 253
65 455
17 265
x
x
x
5 845
76 991
12 592
2 332
116 035
32 312
53 913
3 363
32 861
19 312
91 574
x
x
x
x
1 848
31 690
24 336
94 975
48 593
2 969
1 143
43 672
59 995
6 940
15 798
17 242
x
x
x
x
63 603
7 898
14 360
24 712
31 636
13 030
x
16 414
13 123
13 989
1 047 046
4 969
6 569
1 046 211
x
x
x
6 623
7 793
1 080 536
2009
Anos
Designação
2 - Total de produtos resinosos
Dos quais:
2221 Colofónias e acidos resinicos
21 Resinas de coníferas
1 + 5 + 8 - Total de mobiliário, construções de madeira e div. de
Dos quais:
83 Construções pré fabricadas de madeira
3 - Total de Madeira
Dos quais:
3322 Toros de folhosas tropicais
3323 Toros de folhosas temperadas
353 Madeira serrada de folhosas temperadas
395 Obras de carpintaria para construção
Das quais:
3952
Painéis para soalho
382 Painéis de fibras
37 Madeira perfilada (tacos, baguetes e cercaduras)
Das quais:
3723
Tacos e frisos para soalhos
381 Painéis de partículas
352 Madeira serrada de folhosas tropicais
4 - Total de Cortiça
Dos quais:
411 Cortiça natural ou simplesmente preparada
412 Cortiça natural sem crosta
421+422 Rolhas em cortiça natural
6 - Total de pastas de madeiras
Das quais:
63 Pastas químicas à soda ou ao sulfato
Das quais:
6321
Branqueadas e semi-branqueadas de coníferas
6322
Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas
7 - Total de papel e cartão
t
1 000 Euros
Quadro 55 - Comércio Internacional - Entrada
dos principais produtos do sector florestal
Nota: A informação relativa a quantidades não se encontra disponível para o ano de 2010 em resultado da adopção de algumas medidas de simplificação da recolha de dados
do Comércio Internacional (Sistema Intrastat) com vista à redução da carga estatística sobre os respondentes.
Estatísticas Agrícolas 2010
75
Quadro 56 - Comércio Internacional - Saída dos principais produtos do sector florestal
Portugal
t
2009 - 2010
2010 (Pe)
1 000 Euros
53 130
66 133
x
86 115
7 156
104 814
7 805
375 014
x
x
15 620
393 628
745
1 425 537
1 959
425 283
x
x
1 695
438 934
295 504
245 156
43 086
76 281
x
x
44 042
79 323
232 343
190 692
11 880
57 102
71 776
47 082
6 718
82 190
x
x
x
x
76 264
40 073
7 258
87 557
41 195
4 109
888 675
62 627
5 061
134 762
62 216
5 299
50 342
27 351
11 891
664 576
x
x
x
x
x
x
65 741
5 151
68 384
24 500
8 043
721 833
29 710
12 877
23 369
1 187 914
33 883
324 517
163 761
270 677
x
x
x
x
30 501
334 731
194 166
401 692
600 247
195 801
x
279 824
589 226
993 542
192 735
742 034
x
x
265 784
1 230 777
2009
Anos
Designação
2 - Total de produtos resinosos
Do qual:
2221 Colofónias e acidos resinicos
1 + 5 + 8 - Total de mobiliário, construções de madeira e div. de vime
Dos quais:
83 - Construções pré fabricadas de madeira
3 - Total de madeira
Dos quais:
351 Madeira serrada de coníferas
382 Paineis de fibras
Dos quais:
3821
MDF
381 Paineis de partículas
361 Folhas para contraplacados de coníferas
395 Obras de carpintaria para construção
Das quais:
3951
Portas e respectivos caixilhos, alizares e soleira
3952
Painéis para soalho
3323 Toros de folhosas temperadas
392 Embalagens de madeira
398 Outras obras de madeira
4 - Total de cortiça
Dos quais:
411 Cortiça natural ou simplesmente preparada
421+422 Rolhas em cortiça natural
4311+4312+4313 Outras rolhas (vinhos, espumantes e outros)
6 - Total de pastas de madeiras
Das quais:
632 Pastas químicas à soda ou ao sulfato branq/semi-branq.
Das quais:
6322
Branqueadas e semi-branqueadas de folhosas
7 - Total de papel e cartão
t
1 000 Euros
Nota: A informação relativa a quantidades não se encontra disponível para o ano de 2010 em resultado da adopção de algumas medidas de simplificação da recolha de dados
do Comércio Internacional (Sistema Intrastat) com vista à redução da carga estatística sobre os respondentes.
Quadros estatísticos
Quadro 56 - Comércio Internacional - Saída
dos principais produtos do sector florestal
76
X - CONTAS ECONÓMICAS DA SILVICULTURA
Quadro 57 - Produção do ramo silvícola, a preços correntes (Base 2006)
Portugal
Anos
Produtos
1
1.1
1.2
1.2.1
1.2.2
1.2.3
1.3
1.3.1
1.3.2
1.3.3
1.4
1.5
1.5.1
1.5.2
1.5.3
2
2.1
2.2
3
4
Unidade: 106 Euros
2007
2006
Produção de bens silvícolas
Crescimento das florestas (variação de existências)
Madeira de resinosas para fins industriais
Madeira de resinosas para serrar
Madeira de resinosas para triturar
Outra madeira de resinosas
Madeira de folhosas para fins industriais
Madeira de folhosas para serrar
Madeira de folhosas para triturar
Outra madeira de folhosas
Lenha
Outros produtos
Cortiça
Plantas florestais de viveiro
Outros produtos silvícolas
Produção de serviços silvícolas
Florestação e reflorestação
Outros serviços silvícolas
Actividades secundárias não florestais (não separáveis)
Total da produção da silvicultura
721,72
137,53
144,70
121,77
15,30
7,64
159,42
3,37
154,73
1,31
32,38
247,69
223,14
6,28
18,27
162,88
74,42
88,46
33,13
917,73
716,68
136,23
138,72
115,90
15,94
6,88
173,49
3,48
168,85
1,16
30,98
237,26
209,95
5,34
21,97
197,83
70,10
127,73
43,77
958,28
2006 - 2008
2008 (Po)
720,43
160,86
114,54
93,93
14,38
6,23
193,93
3,32
189,45
1,16
33,45
217,65
191,57
4,47
21,61
190,68
66,33
124,35
43,07
954,18
Quadro 57 - Produção do ramo silvícola, a
preços correntes (Base 2006)
Quadro 58 - Valor acrescentado bruto, rendimento e formação bruta de capital fixo na silvicultura,
a preços correntes (Base 2006)
Quadro 58 - Valor acrescentado bruto,
rendimento e formação bruta de capital fixo
na silvicultura, a preços correntes (Base 2006)
Portugal
Anos
Rubricas
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
Total da produção da silvicultura
Consumo intermédio
Valor acrescentado bruto a preços de base (4 - 5)
Consumo de capital fixo
Valor acrescentado líquido a preços de base (6 - 7)
Outros impostos sobre a produção
Outros subsídios à produção
Rendimento dos factores (8 - 9 + 10)
Remuneração dos assalariados
Excedente líquido de exploração ou rendimento misto (11 - 12)
Rendas
Juros a pagar
Juros a receber
Rendimento empresarial líquido (13-14-15+16)
Formação bruta de capital fixo (excluindo IVA dedutível)
Transferências de capital
Estatísticas Agrícolas 2010
Unidade: 106 Euros
2007
2006
917,73
232,31
685,42
113,78
571,64
1,49
10,14
580,29
97,35
482,94
4,32
9,86
2,41
471,17
94,70
42,23
958,28
280,87
677,41
110,98
566,43
1,65
11,96
576,74
100,90
475,84
4,42
12,15
4,46
463,73
98,40
47,13
2006 - 2008
2008 (Po)
954,18
285,41
668,77
110,99
557,78
1,75
8,43
564,46
107,86
456,60
4,60
14,38
4,54
442,16
89,93
27,60
77
XI - COMÉRCIO INTERNACIONAL
Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2009
Portugal
2009
Quadro 59 - Entrada e saída dos principais
produtos da agricultura ou relacionados com
esta actividade, em 2009
Secções da Nomenclatura Combinada
SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal
Capítulo 1 - Animais vivos
0101 - Gado cavalar
0102 - Gado bovino
0103 - Gado suíno
0104 - Ovinos e caprinos
0105 - Aves de capoeira
Capítulo 2 - Carne e miudezas, comestíveis
0201 - Carne de bovino (fresca ou refrigerada)
0202 - Carne de bovino (congelada)
0203 - Carne de suíno
0204 - Carne de ovino e caprino
0206 - Miudezas comestíveis diversas
0207 - Carne e miudezas - aves
0208 - Outras carnes e miudezas
0209 - Toucinho e outras gorduras
0210 - Carne e miudezas em conserva
Capítulo 4 - Leite e lacticínios; ovos; mel
04(01 e 02) - Leite e natas
0403 - Leitelho, leites acidificados, etc.
0404 - Soro de leite
0405 - Manteiga
0406 - Queijo e requeijão
04(07e 08) - Ovos e gemas
0409 - Mel natural
Capítulo 5 - Produtos de origem animal
0504 - Tripas, bexigas e buchos
Capítulo 6 - Plantas vivas
0601 - Bolbos e tubérculos
0602 - Outras plantas vivas
0603 - Flores e seus botões
Capítulo 7 - Prod. hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestiveis
0701 - Batatas
0701.10.00 - Batata-semente
0702 - Tomates (frescos ou refrigerados)
0703 - Cebolas e alhos
0704 - Couves, couve-flor, etc.
0705 - Alface e chicórias
0706.10.00 - Cenouras e nabos
0709.90.(31 e 39) e 0710.80.10 - Azeitonas
0711.20 - Azeitonas de conserva
0713 - Legumes de vagem secos
0713.20 - Grão-de-bico
0713.(31, 32, 33 e 39) - Feijão (seco)
0713.50 - Favas
0714 - Raízes (mandioca, outras)
0714.20 - Batatas-doces
Capítulo 8 - Frutas; cascas de citrinos; melões
0802.11 - Amêndoas com casca
0802.12 - Amêndoas sem casca
0802.21 - Avelãs com casca
0802.22 - Avelãs sem casca
0802.31 - Nozes com casca
0802.32 - Nozes sem casca
0802.40 - Castanhas
0802.90.50 - Pinhões
0803 - Bananas
0804.20.10 - Figos frescos
0804.20.90 - Figos secos
0804.30 - Ananases
0805 - Citrinos, frescos ou secos
0805.10 - Laranjas
0806.10 - Uvas frescas
0806.20 - Uvas secas
0807 - Melões e melancias
0808.10 - Maçãs
0808.20 - Pêras e marmelos
0808.20.90 - Marmelos
0809.20 - Cerejas
0809.30 - Pêssegos
0809.40 - Ameixas e abrunhos
0810.10 - Morangos frescos
0810.50 - Kiwis
0813.10 - Damascos secos
0813.20 - Ameixas secas
t
Entrada
1 000 Euros
Saida
t
1 000 Euros
24
4 640
113 681
519
2 215
630
7 878
134 422
2 268
27 548
2
11 422
14 467
806
19 512
14
18 758
27 919
1 710
20 784
77 174
17 732
139 445
8 995
8 038
38 788
3 037
1 573
6 720
293 418
75 104
262 596
33 540
10 236
76 894
9 785
1 267
37 125
6 322
300
20 218
378
5 015
8 515
532
404
4 519
13 562
1 314
43 444
1 371
3 605
12 076
2 405
446
16 759
239 444
160 754
4 107
11 678
43 265
22 720
1 376
132 170
178 249
6 420
37 658
142 426
33 245
4 480
302 002
16 991
12 281
14 791
5 861
20 485
1 057
141 346
19 481
7 572
35 821
23 169
28 035
2 986
19 515
39 693
7 835
36 467
8 612
29 556
3 917
18 611
50 797
19 131
1 029
11 126
13 700
4 011
26 795
8 750
406 602
44 785
35 183
54 109
8 648
2 636
40 487
858
7 524
72 234
12 138
48 177
3 000
2 234
683
67 475
19 272
23 771
24 666
5 505
3 460
9 047
393
4 759
44 611
7 785
31 201
823
1 688
489
49 802
7 383
122 752
5 266
18 848
5 307
19 205
2 362
4 823
19 327
3 370
11 214
64
334
222
18 491
3 658
35 617
3 406
9 339
10 402
6 603
1 300
1 030
18 763
3 330
10 977
29
304
185
30
2 184
38
224
2 659
966
3 295
604
160 562
118
1 588
73 496
86 484
48 671
36 089
2 508
80 739
72 723
20 178
788
1 918
41 004
7 478
20 486
14 903
170
968
85
6 577
101
982
5 675
4 524
2 931
2 756
82 797
245
3 590
43 033
36 103
17 897
38 293
3 234
42 180
41 514
15 098
315
4 132
25 048
5 713
13 978
13 700
376
1 824
369
569
18
15
41
48
8 793
569
38 880
30
81
24 315
37 522
31 598
4 553
120
2 139
17 464
78 506
8
190
4 907
4 341
5 079
3 320
15
35
244
2 064
51
141
184
600
17 693
8 192
26 040
31
420
17 781
18 052
13 974
6 178
373
1 455
11 461
53 865
5
436
4 450
3 460
10 189
3 111
72
164
(continua)
Quadros estatísticos
Entrada/Saída
78
Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2009 (cont.)
Portugal
2009
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
Capítulo 9 - Café, chá e especiarias
0901 - Café
0902 - Chá
0904 - Pimenta e pimentos - secos ou em pó
0906 - Canela - casca e flores
0908 - Noz-moscada
Capítulo 10 - Cereais
1001 - Trigo
1001.10 - Trigo duro
1002 - Centeio
1003 - Cevada
1004 - Aveia
1005 - Milho
1006 - Arroz
1006.10 - Arroz paddy
1006.20 - Arroz descascado
1006.30 - Arroz semibranqueado ou branqueado
1006.40 - Trincas de arroz
1007 - Sorgo
1008 - Outros cereais
1008.30 - Alpista
1008.90.10 - Triticale
Capítulo 11 - Produtos de moagem, malte, etc.
1101 - Farinha de trigo
1101.00.11 - Farinha de trigo duro
1102.10 - Farinha de centeio
1102.20 - Farinha de milho
1102.90 - Outras farinhas (cevada, aveia)
1102.90.50 - Farinha de arroz
1103 - Sêmolas de cereais
1104 - Grãos de cereais (descascados, pelados, etc.)
1105 - Farinha e flocos de batata
1107 - Malte
1108 - Amidos e féculas
Capítulo 12 - Sement. e frut. oleaginosos; plant. industriais
1201 - Soja
1202 - Amendoim não torrado
1204 - Sementes de linho
1206 - Sementes de girassol
1207.20 - Sementes de algodão
1209.10 - Sementes de beterraba sacarina
1212.91- Beterraba sacarina
1212.99.30 - Alfarroba (incluindo sementes)
Capítulo 15 - Gord. e óleos animais ou vegetais
1501 - Banha e gorduras de aves
1502 - Gorduras de bovinos, ovinos ou caprinos
1507 - Óleo de soja
1508 - Óleo de amendoim
1509 - Azeite
1509.10 - Azeite virgem
1511 - Óleo de palma
1512 - Óleo de girassol, cártamo ou algodão
1517.10 - Margarina (excepto margarina líquida)
1521 - Cera vegetal
Capítulo 16 - Preparações de carne, peixe, etc.
1601 - Enchidos e produtos semelhantes
1602 - Conservas de carne, miudezas ou sangue
Capítulo 17 - Produtos de confeitaria
1701 - Açucar de cana ou beterraba e sacar., sólido
1701.11 - Açucar de cana
1703.10 - Melaços de cana
Capítulo 18 - Cacau e suas preparações
1801 - Cacau em bruto
1804 - Manteiga de cacau
1805 - Cacau em pó, sem açucar
1806 - Chocolate e outros preparados com cacau
Capítulo 19 - Preparações de cereais, farinhas, etc.
1902 - Massas alimentícias
1903 - Tapioca e seus sucedâneos
1904 - Produtos à base de cereais
t
Entrada
1 000 Euros
Saida
t
1 000 Euros
54 479
1 155
1 412
439
65
144 952
7 041
5 044
1 030
568
8 913
91
78
22
4
38 881
1 204
472
147
48
1 636 598
323 931
34 062
536 463
18 420
1 414 338
109 260
7 907
86 689
12 994
1 670
3 731
66 691
4 847
145
254 305
51 916
4 623
68 482
2 662
217 312
47 715
2 909
34 898
9 272
635
821
12 902
2 097
56
76 444
15 706
//
63 317
816
30 831
34 982
16 712
91
4 855
13 323
12
9 236
5
2 748
11 546
2 366
//
8 532
124
7 493
14 029
5 613
80
3 479
4 858
15
1 385
4
402
38 212
21 108
1 899
6 128
12 056
138
32 961
26 820
2 575
15 518
7 907
10 591
5 753
444
3 341
3 796
129
7 945
5 155
3 426
6 076
4 507
27 363
487
148
4 824
17 213
7 360
6 467
905
155
1 665
2 237
9 018
295
53
1 636
6 316
4 679
1 353
332
354
822
846
905 128
7 362
1 180
198 077
7 804
ԥ
23
//
281 310
5 756
734
57 062
1 807
1
84
//
27 823
15
//
19 178
511
//
145
11 901
9 272
21
//
6 987
150
//
18
1 784
2 653
1 494
53 345
394
70 533
42 209
81 197
78 872
13 446
32
1 512
340
34 645
389
148 304
88 695
51 035
51 586
15 029
133
5 218
1 070
38 360
87
43 370
27 866
33
37 018
3 814
1
3 011
729
30 241
169
134 168
83 794
54
26 415
5 156
5
10 946
21 039
36 095
67 896
27 818
6 441
57 874
18 191
538 837
504 010
27 300
221 908
203 651
3 433
280 324
384
6 041
165 293
269
893
23
322
2 275
40 988
38
1 352
3 778
153 714
//
1
21
2 879
//
3
87
11 507
26 937
25
24 130
39 133
20
66 459
15 568
3
2 327
12 581
6
4 760
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2010
79
Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2009 (cont.)
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
Capítulo 20 - Preparações de prod. hortícolas
2001 - Prod. hortícolas, conservados em vinagre
2001.90.65 - Azeitonas em vinagre
2002 - Tomates, conservados sem vinagre
2005 - Hortícolas preparados, não congelados
2005.70 - Azeitonas
2008 - Frutas conservadas
Capítulo 21 - Preparações alimentícias diversas
2103 - Preparados para molhos e temperos
2104 - Preparados para caldos e sopas
Capítulo 22 - Bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres
2203 - Cerveja de malte
2204 - Vinhos de uvas frescas, mosto
2204.10 - Espumantes e espumosos
Em recipiente não superior a 2 litros
2204.21 - Vinho em recipiente não superior a 2 litros
2204.21.32 - Vinho verde branco
2204.21.69 - Vinho do Dão, Bairrada e Douro, tintos
2204.21.78 - Vinho do Alentejo / outros, tintos
Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol.
2204.21.89 - Vinho do Porto
2204.21.91 - Vinho da Madeira e moscatel de Setúbal
Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol.
2204.21.95 - Vinho do Porto
2204.21.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal
Outros vinhos
2204.29 - Outros vinhos
Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol.
2204.29.89 - Vinho do Porto
2204.29.91 - V. da Mad. e mosc. de Setúbal
Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol.
2204.29.95 - Vinho do Porto
2204.29.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal
2204.30 - Outros mostos de uvas (amuados)
2205 - Vermutes
2206.00 - Outras bebidas fermentadas
2208.20 - Aguardentes de vinho ou de bagaço
2209 - Vinagres
Capítulo 23 - Resíduos e desperd. ind. aliment., etc.
2302 - Sêmeas, farelos e outros resíduos
2304 - Bagaços de soja
2306 - Bagaços de óleos vegetais
Capítulo 24 - Tabaco
2401 - Tabaco não manufacturado
Capítulo 25 - Enxofre
2503 - Enxofre
Capítulo 28 - Produtos químicos inorgânicos
2833.25 - Sulfato de cobre
Capítulo 31 - Adubos
3102 - Adubos azotados
3103 - Adubos fosfatados
3104 - Adubos potássicos
31(01 e 05) - Outros adubos
Capítulo 32 - Extractos tanantes, taninos, etc.
3201 - Extractos tanantes de origem vegetal
3202 - Corantes de origem vegetal ou animal
Capítulo 38 - Prod. diversos indúst. químicas
3805.10.10 - Essências de terebentina
3805.10.30 - Essências de pinheiro
3806.10 - Essências de resina
3808.91 - Insecticidas
3808.92 - Fungicidas
3808.93 - Herbicidas
3808.99.10 - Rodenticidas
Capítulo 40 - Borracha e sua obras
4001 - Borracha natural
Capítulo 41 - Peles e couros
4101 - Peles em bruto de bovinos
4102 - Peles em bruto de ovinos
4103 - Outras peles em bruto
(a) Unidade hl
t
Entrada
1 000 Euros
t
2009
Saida
1 000 Euros
4 529
1 243
15 482
44 468
9 671
49 336
8 021
3 057
12 278
46 132
9 526
52 276
1 263
880
189 157
39 832
16 053
16 864
1 524
727
153 370
59 830
18 634
26 578
20 148
7 080
36 100
18 799
27 884
7 047
27 231
20 529
(a)
(a)
30 652
2 176 421
66 688
21 256
101 755
20 203
191 951
2 550 006
12 925
136 566
581 915
7 111
(a)
(a)
(a)
(a)
359 846
1 869
1 575
5 112
24 431
765
505
740
1 887 438
148 521
90 764
48 082
539 818
33 043
24 075
11 062
(a)
(a)
3
ԥ
5
1
1 198
8 566
1 536
3 323
(a)
(a)
552
1
425
2
725 428
11 890
301 515
6 460
(a)
1 712 433
55 023
647 109
34 683
(a)
(a)
//
//
//
//
1
12
1
3
(a)
(a)
(a)
ԥ
//
37 454
6 234
4 206
15 280
3 532
2
//
2 098
16 451
3 973
22 634
1 660
4 785
50
2 534
572
117
2 995
6 090
1 113
15
304
3 073
203
7 422
2 402
30 253
200 445
253 637
6 086
58 552
33 364
15 379
81 959
49 043
2 266
24 652
7 868
5 566
21 970
16 787
68 900
3 378
1 533
5 737
1 822
1 189
1 680
184
195
249 732
5 417
30 440
200 514
55 262
796
12 658
66 451
136 321
10 646
404
74 839
26 653
1 134
221
18 353
895
3 765
1 553
4 743
5
12
24
38
79
//
31 244
4 093
6 954
5 853
752
130
//
21 398
26 561
32 991
26 384
1 477
2 928
//
7 184
1 140
2 150
2 321
3
4 289
//
7 835
9 781
7 419
13 938
44
23 456
31 302
685
663
8 285
1 260
516
8 224
3 131
650
4 788
39
25
4 392
17
462
(continua)
Quadros estatísticos
Portugal
80
Quadro 59 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2009 (cont.)
Portugal
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
SECÇÃO IX - Madeira, carvão vegetal; cortiça
Capítulo 44 - Madeira; carvão vegetal
4401 - Lenha em qualquer estado
4402 - Carvão vegetal
4403 - Madeira em bruto
Capítulo 45 - Cortiça e suas obras
4501 - Cortiça em bruto
4502 - Cortiça natural
4503 - Obras de cortiça natural
SECÇÃO XI - Matérias têxteis e suas obras
Capítulo 51 - Lã, pêlos finos ou grossos
5101 - Lã não cardada nem penteada
5102 - Pêlos finos ou grosseiros não cardados
Capítulo 52 - Algodão
5201 - Algodão não cardado nem penteado
5202 - Desperdícios de algodão
Capítulo 53 - Outras fibras têxteis vegetais
5301 - Linho em bruto
SECÇÃO XV- Metais comuns e suas obras
Capítulo 82 - Ferramentas, artigos de cutelaria
8201 - Ferramentas manuais para agricultura
8201.10 - Pás
8201.20 - Forquilhas e forcados
8201.30 - Enxadas, sachos, etc.
8201.40 - Machados e ferramentas semelhantes de gume
SECÇÃO XVI - Máquinas e aparelhos diversos
Capítulo 84 - Máquinas e aparelhos diversos
8432 - Máquinas agrícolas - preparação do solo
8432.10 - Arados e charruas
8432.30 - Semeadores e plantadores
8433 - Máquinas agrícolas - colheita ou debulha
8433.20.10 - Motoceifeiras
8433.51 - Ceifeiras-debulhadoras
8434 - Máquinas ordenhar - lacticínios
8435 - Prensas, esmagadores - fabrico de vinho
8436 - Outras máquinas - agric., avicul., silvicultura
8437 - Máquinas - peneiração, limpeza de cereais
SECÇÃO XVII - Material de transporte
Capítulo 87 - Tractores e outros veículos
8701.10 - Motocultores
8701.90 - Tractores agrícolas e florestais, rodas
8716.20 - Reboques para usos agrícolas
Estatísticas Agrícolas 2010
t
Entrada
1 000 Euros
t
2009
Saida
1 000 Euros
374 035
72 299
544 348
26 455
9 080
57 176
470 156
3 689
925 096
52 459
1 309
59 567
48 593
2 969
1 588
59 995
6 940
20 263
29 710
2 394
13 419
33 883
7 251
332 001
5 931
48
5 763
1 047
3 420
26
3 595
1 035
34 969
1 427
36 042
772
351
7 236
860
5 514
201
498
6
22
898
214
51
181
60
3 774
439
74
695
188
890
52
4
161
19
3 717
153
63
522
83
4 596
740
139
3 988
71
141
401
421
4 047
269
23 014
1 994
1 241
29 895
1 367
896
9 296
5 215
29 879
2 498
6 246
576
333
885
6
49
201
29
1 785
159
20 799
2 412
255
3 452
70
117
3 903
433
3 077
1 022
217
47 140
447
1 436
94 650
1 027
7
7 086
3 496
64
14 303
4 965
81
Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2010
Portugal
2010 (dados preliminares)
Saída
t
1 000 Euros
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
SECÇÃO I - Animais vivos e produtos do reino animal
Capítulo 1 - Animais vivos
0101 - Gado cavalar
0102 - Gado bovino
0103 - Gado suíno
0104 - Ovinos e caprinos
0105 - Aves de capoeira
Capítulo 2 - Carne e miudezas, comestíveis
0201 - Carne de bovino (fresca ou refrigerada)
0202 - Carne de bovino (congelada)
0203 - Carne de suíno
0204 - Carne de ovino e caprino
0206 - Miudezas comestíveis diversas
0207 - Carne e miudezas - aves
0208 - Outras carnes e miudezas
0209 - Toucinho e outras gorduras
0210 - Carne e miudezas em conserva
Capítulo 4 - Leite e lacticínios; ovos; mel
04(01 e 02) - Leite e natas
0403 - Leitelho, leites acidificados, etc.
0404 - Soro de leite
0405 - Manteiga
0406 - Queijo e requeijão
04(07e 08) - Ovos e gemas
0409 - Mel natural
Capítulo 5 - Produtos de origem animal
0504 - Tripas, bexigas e buchos
Capítulo 6 - Plantas vivas
0601 - Bolbos e tubérculos
0602 - Outras plantas vivas
0603 - Flores e seus botões
Capítulo 7 - Prod. hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestiveis
0701 - Batatas
0701.10.00 - Batata-semente
0702 - Tomates (frescos ou refrigerados)
0703 - Cebolas e alhos
0704 - Couves, couve-flor, etc.
0705 - Alface e chicórias
0706.10.00 - Cenouras e nabos
0709.90.(31 e 39) e 0710.80.10 - Azeitonas
0711.20 - Azeitonas de conserva
0713 - Legumes de vagem secos
0713.20 - Grão-de-bico
0713.(31, 32, 33 e 39) - Feijão (seco)
0713.50 - Favas
0714 - Raízes (mandioca, outras)
0714.20 - Batatas-doces
Capítulo 8 - Frutas; cascas de citrinos; melões
0802.11 - Amêndoas com casca
0802.12 - Amêndoas sem casca
0802.21 - Avelãs com casca
0802.22 - Avelãs sem casca
0802.31 - Nozes com casca
0802.32 - Nozes sem casca
0802.40 - Castanhas
0802.90.50 - Pinhões
0803 - Bananas
0804.20.10 - Figos frescos
0804.20.90 - Figos secos
0804.30 - Ananases
0805 - Citrinos, frescos ou secos
0805.10 - Laranjas
0806.10 - Uvas frescas
0806.20 - Uvas secas
0807 - Melões e melancias
0808.10 - Maçãs
0808.20 - Pêras e marmelos
0808.20.90 - Marmelos
0809.20 - Cerejas
0809.30 - Pêssegos
0809.40 - Ameixas e abrunhos
0810.10 - Morangos frescos
0810.50 - Kiwis
0813.10 - Damascos secos
0813.20 - Ameixas secas
t
Entrada
1 000 Euros
x
x
x
x
x
x
6 860
139 552
1 942
25 455
x
x
x
x
x
202
16 676
17 564
1 132
17 957
x
x
x
x
x
x
x
x
x
289 538
74 882
243 912
34 121
9 358
84 531
9 539
2 265
37 636
x
x
x
x
x
x
x
x
x
12 519
2 074
43 604
2 346
4 780
14 781
413
383
15 574
x
x
x
x
x
x
x
130 188
148 630
9 981
37 070
143 164
24 133
3 958
x
x
x
x
x
x
x
135 053
19 118
10 463
64 857
28 080
31 448
5 361
x
38 067
x
39 837
x
x
x
9 104
51 306
20 245
x
x
x
1 110
30 777
3 861
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
74 984
17 400
22 747
34 303
7 537
4 541
12 818
535
4 336
44 682
9 940
27 898
646
1 541
438
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
16 597
2 966
25 152
4 264
6 667
7 868
4 745
1 531
156
21 132
4 766
11 988
27
444
228
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
348
8 966
137
1 048
4 333
8 564
2 363
1 273
76 649
206
2 743
46 378
71 314
47 927
36 396
4 088
45 945
43 585
13 211
391
5 982
32 571
5 324
18 320
9 294
603
1 713
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
362
1 531
15
172
215
363
15 956
16 508
21 378
60
398
24 035
38 731
33 824
4 372
296
2 381
7 473
66 919
2
1 411
4 456
3 694
11 541
6 330
16
154
(continua)
Quadros estatísticos
Quadro 60 - Entrada e saída dos principais
produtos da agricultura ou relacionados com
esta actividade, em 2010
82
Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2010 (cont.)
Portugal
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
Capítulo 9 - Café, chá e especiarias
0901 - Café
0902 - Chá
0904 - Pimenta e pimentos - secos ou em pó
0906 - Canela - casca e flores
0908 - Noz-moscada
Capítulo 10 - Cereais
1001 - Trigo
1001.10 - Trigo duro
1002 - Centeio
1003 - Cevada
1004 - Aveia
1005 - Milho
1006 - Arroz
1006.10 - Arroz paddy
1006.20 - Arroz descascado
1006.30 - Arroz semibranqueado ou branqueado
1006.40 - Trincas de arroz
1007 - Sorgo
1008 - Outros cereais
1008.30 - Alpista
1008.90.10 - Triticale
Capítulo 11 - Produtos de moagem, malte, etc.
1101 - Farinha de trigo
1101.00.11 - Farinha de trigo duro
1102.10 - Farinha de centeio
1102.20 - Farinha de milho
1102.90 - Outras farinhas (cevada, aveia)
1102.90.50 - Farinha de arroz
1103 - Sêmolas de cereais
1104 - Grãos de cereais (descascados, pelados, etc.)
1105 - Farinha e flocos de batata
1107 - Malte
1108 - Amidos e féculas
Capítulo 12 - Sement. e frut. oleaginosos; plant. industriais
1201 - Soja
1202 - Amendoim não torrado
1204 - Sementes de linho
1206 - Sementes de girassol
1207.20 - Sementes de algodão
1209.10 - Sementes de beterraba sacarina
1212.91- Beterraba sacarina
1212.99.30 - Alfarroba (incluindo sementes)
Capítulo 15 - Gord. e óleos animais ou vegetais
1501 - Banha e gorduras de aves
1502 - Gorduras de bovinos, ovinos ou caprinos
1507 - Óleo de soja
1508 - Óleo de amendoim
1509 - Azeite
1509.10 - Azeite virgem
1511 - Óleo de palma
1512 - Óleo de girassol, cártamo ou algodão
1517.10 - Margarina (excepto margarina líquida)
1521 - Cera vegetal
Capítulo 16 - Preparações de carne, peixe, etc.
1601 - Enchidos e produtos semelhantes
1602 - Conservas de carne, miudezas ou sangue
Capítulo 17 - Produtos de confeitaria
1701 - Açucar de cana ou beterraba e sacar., sólido
1701.11 - Açucar de cana
1703.10 - Melaços de cana
Capítulo 18 - Cacau e suas preparações
1801 - Cacau em bruto
1804 - Manteiga de cacau
1805 - Cacau em pó, sem açucar
1806 - Chocolate e outros preparados com cacau
Capítulo 19 - Preparações de cereais, farinhas, etc.
1902 - Massas alimentícias
1903 - Tapioca e seus sucedâneos
1904 - Produtos à base de cereais
t
Entrada
1 000 Euros
2010 (dados preliminares)
Saída
t
1 000 Euros
x
x
x
x
x
151 935
7 074
4 625
1 101
323
x
x
x
x
x
40 974
1 213
506
149
54
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
261 791
48 416
4 909
60 043
2 744
253 971
47 144
5 106
32 726
8 822
491
1 060
5 315
2 594
95
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
8 673
1 655
0
4 484
90
5 811
12 477
10
196
5 368
6 903
43
753
14
447
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
12 203
3 825
431
3 346
3 000
116
3 509
3 553
3 162
4 877
8 892
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
7 891
274
56
1 741
7 332
4 237
1 573
648
261
2 157
468
x
x
x
x
x
x
x
//
284 660
5 555
1 631
52 434
1 124
3
8
//
x
x
x
x
x
x
x
x
9 957
27
5
7 945
19
x
75
1 724
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
3 730
191
86 343
474
160 149
105 536
34 242
53 300
14 894
276
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
4 464
1 339
48 962
66
159 436
103 962
100
30 786
4 936
16
x
x
34 588
68 245
x
x
54 903
14 325
x
x
x
181 042
170 473
1 878
x
x
x
130 319
20
748
x
x
x
x
26
1 131
7 150
150 812
x
x
x
x
x
7
97
10 835
x
x
x
41 795
55
62 199
x
x
x
12 629
13
6 397
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2010
83
Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2010 (cont.)
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
Capítulo 20 - Preparações de prod. hortícolas
2001 - Prod. hortícolas, conservados em vinagre
2001.90.65 - Azeitonas em vinagre
2002 - Tomates, conservados sem vinagre
2005 - Hortícolas preparados, não congelados
2005.70 - Azeitonas
2008 - Frutas conservadas
Capítulo 21 - Preparações alimentícias diversas
2103 - Preparados para molhos e temperos
2104 - Preparados para caldos e sopas
Capítulo 22 - Bebidas, liquid. alcoólicos e vinagres
2203 - Cerveja de malte
2204 - Vinhos de uvas frescas, mosto
2204.10 - Espumantes e espumosos
Em recipiente não superior a 2 litros
2204.21 - Vinho em recipiente não superior a 2 litros
2204.21.32 - Vinho verde branco
2204.21.69 - Vinho do Dão, Bairrada e Douro, tintos
2204.21.78 - Vinho do Alentejo / outros, tintos
Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol.
2204.21.89 - Vinho do Porto
2204.21.91 - Vinho da Madeira e moscatel de Setúbal
Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol.
2204.21.95 - Vinho do Porto
2204.21.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal
Outros vinhos
2204.29 - Outros vinhos
Vinho de teor alcoólico superior a 15% vol. e não superior a 18% vol.
2204.29.89 - Vinho do Porto
2204.29.91 - V. da Mad. e mosc. de Setúbal
Vinho de teor alcoólico superior a 18% vol. e não superior a 22% vol.
2204.29.95 - Vinho do Porto
2204.29.96 - V. da Mad., Xerês e mosc. de Setúbal
2204.30 - Outros mostos de uvas (amuados)
2205 - Vermutes
2206.00 - Outras bebidas fermentadas
2208.20 - Aguardentes de vinho ou de bagaço
2209 - Vinagres
Capítulo 23 - Resíduos e desperd. ind. aliment., etc.
2302 - Sêmeas, farelos e outros resíduos
2304 - Bagaços de soja
2306 - Bagaços de óleos vegetais
Capítulo 24 - Tabaco
2401 - Tabaco não manufacturado
Capítulo 25 - Enxofre
2503 - Enxofre
Capítulo 28 - Produtos químicos inorgânicos
2833.25 - Sulfato de cobre
Capítulo 31 - Adubos
3102 - Adubos azotados
3103 - Adubos fosfatados
3104 - Adubos potássicos
31(01 e 05) - Outros adubos
Capítulo 32 - Extractos tanantes, taninos, etc.
3201 - Extractos tanantes de origem vegetal
3202 - Corantes de origem vegetal ou animal
Capítulo 38 - Prod. diversos indúst. químicas
3805.10.10 - Essências de terebentina
3805.10.30 - Essências de pinheiro
3806.10 - Essências de resina
3808.91 - Insecticidas
3808.92 - Fungicidas
3808.93 - Herbicidas
3808.99.10 - Rodenticidas
Capítulo 40 - Borracha e sua obras
4001 - Borracha natural
Capítulo 41 - Peles e couros
4101 - Peles em bruto de bovinos
4102 - Peles em bruto de ovinos
4103 - Outras peles em bruto
t
Entrada
1 000 Euros
2010 (dados preliminares)
Saída
t
1 000 Euros
x
x
x
x
x
x
7 106
2 265
15 843
43 836
7 883
45 753
x
x
x
x
x
x
1 434
470
153 638
57 600
18 592
33 449
x
x
37 862
17 754
x
x
25 987
21 555
x
x
x
18 586
83 907
22 085
x
x
x
164 823
608 645
7 336
x
x
x
x
27 412
489
436
1 269
x
x
x
x
560 008
36 793
38 577
23 913
x
x
536
100
x
x
272 226
421
x
x
207
147
x
x
42 790
204
x
31 486
x
40 628
//
x
//
55
x
x
1 131
1 824
//
//
x
x
x
x
x
//
//
2 924
17 303
3 829
15 364
1 498
x
x
x
x
x
x
x
438
94
673
1 669
301
7 576
2 705
x
x
x
11 431
55 854
29 586
x
x
x
2 139
25 425
10 778
x
22 403
x
56 770
x
2 048
x
1 719
x
2 203
x
8
x
x
x
x
82 991
2 515
19 084
69 418
x
x
x
x
67 666
500
167
43 900
x
x
2 136
4 428
x
x
23
130
x
x
x
x
x
x
x
59
x
59 150
29 232
33 950
26 768
2 241
x
x
x
x
x
x
x
4 745
59
15 620
9 329
9 574
11 221
20
x
69 475
x
1 214
x
x
x
9 729
4 213
947
x
x
x
7 507
941
967
(continua)
Quadros estatísticos
Portugal
84
Quadro 60 - Entrada e saída dos principais produtos da agricultura ou relacionados com esta
actividade, em 2010 (cont.)
Portugal
Entrada/Saída
Secções da Nomenclatura Combinada
SECÇÃO IX - Madeira, carvão vegetal; cortiça
Capítulo 44 - Madeira; carvão vegetal
4401 - Lenha em qualquer estado
4402 - Carvão vegetal
4403 - Madeira em bruto
Capítulo 45 - Cortiça e suas obras
4501 - Cortiça em bruto
4502 - Cortiça natural
4503 - Obras de cortiça natural
SECÇÃO XI - Matérias têxteis e suas obras
Capítulo 51 - Lã, pêlos finos ou grossos
5101 - Lã não cardada nem penteada
5102 - Pêlos finos ou grosseiros não cardados
Capítulo 52 - Algodão
5201 - Algodão não cardado nem penteado
5202 - Desperdícios de algodão
Capítulo 53 - Outras fibras têxteis vegetais
5301 - Linho em bruto
SECÇÃO XV- Metais comuns e suas obras
Capítulo 82 - Ferramentas, artigos de cutelaria
8201 - Ferramentas manuais para agricultura
8201.10 - Pás
8201.20 - Forquilhas e forcados
8201.30 - Enxadas, sachos, etc.
8201.40 - Machados e ferramentas semelhantes de gume
SECÇÃO XVI - Máquinas e aparelhos diversos
Capítulo 84 - Máquinas e aparelhos diversos
8432 - Máquinas agrícolas - preparação do solo
8432.10 - Arados e charruas
8432.30 - Semeadores e plantadores
8433 - Máquinas agrícolas - colheita ou debulha
8433.20.10 - Motoceifeiras
8433.51 - Ceifeiras-debulhadoras
8434 - Máquinas ordenhar - lacticínios
8435 - Prensas, esmagadores - fabrico de vinho
8436 - Outras máquinas - agric., avicul., silvicultura
8437 - Máquinas - peneiração, limpeza de cereais
SECÇÃO XVII - Material de transporte
Capítulo 87 - Tractores e outros veículos
8701.10 - Motocultores
8701.90 - Tractores agrícolas e florestais, rodas
8716.20 - Reboques para usos agrícolas
Estatísticas Agrícolas 2010
t
Entrada
1 000 Euros
2010 (dados preliminares)
Saída
t
1 000 Euros
x
x
x
88 545
10 975
88 541
x
x
x
67 465
1 592
77 687
x
x
x
63 603
7 898
18 545
x
x
x
30 501
6 243
343 372
x
x
8 487
706
x
x
4 830
1 103
x
x
49 170
2 487
x
x
1 316
3 575
x
638
x
21
x
x
x
x
x
4 361
502
30
603
211
x
x
x
x
x
3 516
157
74
664
170
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
25 364
1 655
2 056
33 906
108
185
7 084
4 140
20 329
2 131
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
19 229
1 186
451
4 429
58
83
7 477
405
4 288
1 435
x
x
x
1 802
105 351
692
x
x
x
31
4 918
2 655
85
XII - PREÇOS E ÍNDICES DE PREÇOS NA AGRICULTURA
Quadro 61 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - produtos vegetais
Portugal (a)
2008 - 2010
Anos
Produtos vegetais
Unidade
2008
2009
2010
Cereais (Incluindo Sementes)
Trigo mole
Trigo duro
Centeio
Cevada forrageira
Cevada para malte
Aveia
Milho
Arroz
Outros cereais
Plantas industriais
Girassol
Tabaco em bruto
Beterraba: teor real de sacarose
Batatas
Batata primor
Batata de conservação
Frutos frescos e de casca rija
Maçãs
Peras
Pêssegos
Morangos
Ameixas
Uvas de mesa
Laranjas
Tangerinas
Limões
Melão
Meloa
Melancia
Noz
Avelã
Amêndoa em casca
Castanha
Azeitonas de mesa
Figo fresco
Hortícolas frescos
Couve-flor
Couve repolho
Couve lombardo
Alfaces
Tomate para consumo em fresco
(todos os tipos de produção)
Pepinos
Pimentos
Cenouras
Cebolas
Feijão verde
Vinho de qualidade
Generoso VLQPRD
Outros vinhos de qualidade:
Vinho regional
Outro vinho de mesa (granel)
Azeite
Virgem extra (até 0,8 graus)
Virgem (de 0,8 a 2,0 graus)
Lampante (superior a 2,0 graus)
Plantas e flores
Rosa
Cravo
Gerbera
Gladíolo
Crisântemo
Tulipa
Lillium
Estrelícia
Gipsofila
Espargo Plumosus
Ruscus
Feto ornamental
Outros produtos vegetais
Dos quais:
Batata doce
(a) Base 2005
Euros/100 kg
«
«
«
«
«
«
«
«
20,31
26,51
19,37
18,43
23,01
16,61
15,38
38,37
17,72
13,65
22,80
13,25
13,00
14,44
14,22
13,89
22,54
13,98
14,93
16,57
14,98
13,95
13,98
14,25
20,51
27,18
14,38
«
«
Euros/1000 kg
49,03
69,74
27,38
25,00
90,18
66,63
28,35
191,75
68,42
Euros/100 kg
«
29,58
20,00
27,53
16,71
41,83
24,96
Euros/100 kg
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
65,54
73,82
91,86
290,56
81,59
125,48
41,58
53,58
43,02
32,45
71,33
30,71
262,48
125,83
57,04
152,74
54,13
197,26
57,67
70,78
73,07
289,64
57,90
121,02
31,93
55,73
42,02
20,37
59,79
25,35
312,75
142,35
48,75
109,75
46,34
150,87
59,13
69,14
95,61
275,56
92,43
115,95
44,65
56,39
46,38
39,52
83,10
25,19
285,16
145,00
48,69
134,81
46,16
158,04
Euros/100 kg
«
«
«
61,26
32,03
24,36
46,49
62,65
28,99
23,71
52,38
74,36
34,65
29,00
47,98
«
«
«
«
«
«
48,45
46,97
63,16
23,36
33,50
136,41
47,35
36,00
61,04
28,56
28,91
134,90
58,55
44,73
75,78
21,79
37,67
139,41
Euros/hl
«
Euros/hl
«
347,32
248,02
206,38
35,71
351,74
250,05
187,81
38,58
357,46
243,28
186,18
38,65
Euros/hl
«
«
290,42
265,97
248,91
229,47
248,49
187,00
210,99
247,34
155,75
Euros/100 unid.
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
«
25,72
8,23
16,40
33,98
43,94
32,08
59,74
47,32
21,08
5,85
15,05
13,18
25,40
7,90
14,54
30,83
45,07
35,14
60,59
44,57
22,12
6,51
14,37
12,50
25,81
9,13
17,58
32,91
37,41
29,14
50,87
51,74
30,14
7,44
15,96
11,49
Euros/100 kg
111,61
108,31
97,17
Quadros estatísticos
Quadro 61 - Preços anuais, no produtor, de
alguns produtos agrícolas - produtos vegetais
86
Quadro 62 - Preços anuais, no produtor, de alguns produtos agrícolas - animais e produtos animais
Portugal (a)
2008 - 2010
Quadro 62 - Preços anuais, no produtor, de
alguns produtos agrícolas - animais e
produtos animais
Anos
Animais e produtos animais
Bovinos
Vitelo 3 a 6 meses
Novilho 6 a 8 meses
Novilha 6 a 8 meses
Novilho 8 a 12 meses
Novilha 8 a 12 meses
Novilho 12 a 18 meses
Novilha 12 a 18 meses
Vaca de Refugo
Suínos
Suínos até 25 kg
Leitões
Porco ( Cat.E)
Ovinos e caprinos
Borrego até 28 kg
Borrego de peso superior 28 kg
Ovelha de refugo
Cabrito
Cabra de refugo
Aves de capoeira
Frango - 1,8 Kg
Galinhas
Peru
Outros animais
Coelho
Leite em natureza
Leite cru de vaca (teor real de MG)
Leite cru de ovelha
Leite cru de cabra
Outros produtos animais
Dos quais:
Ovos
(a) Base 2005
Estatísticas Agrícolas 2010
Unidade
2008
2009
2010
Euros/cab
Euros/100 kg pv
«
«
«
Euros/100 kg pc
«
«
359,37
190,76
175,05
196,73
225,68
285,74
305,69
135,94
348,24
232,97
210,95
195,33
182,42
306,76
324,41
146,14
368,37
243,78
217,17
199,47
185,12
312,24
327,46
149,49
Euros/100 kg pv
Euros/100 kg pc
221,26
159,43
248,23
159,72
286,72
163,53
Euros/100 kg pv
«
Euros/cab
«
Euros/cab
283,12
180,20
13,93
453,04
22,23
287,87
197,47
13,51
432,66
22,65
272,83
194,31
13,02
411,07
22,05
Euros/100 kg pv
«
«
92,85
54,52
141,35
90,67
54,81
134,33
94,24
43,24
128,88
Euros/100 kg pv
165,21
166,62
165,61
«
«
«
36,22
92,25
45,47
29,31
93,94
53,26
28,98
94,20
52,55
Euros/100 unid.
6,72
7,20
6,63
87
Quadro 63 - Índice de preços, no produtor, de produtos agrícolas
Portugal
2008 - 2010
Anos
Produtos agrícolas
Índice
Base (2005 = 100)
2009
2008
2010
TOTAL
PRODUÇÃO VEGETAL
Cereais (Incluindo Sementes)
Trigo mole
Trigo duro
Cevada forrageira
Cevada para malte
Aveia
Milho
Arroz
Outros cereais
Plantas industriais
Dos quais:
Girassol
Beterraba: teor real de sacarose
Tabaco bruto
Plantas forrageiras
Das quais:
Palha
Vegetais e produtos horticolas
Hortícolas frescos
Dos quais:
Alfaces
Couve-flor
Couve repolho
Couve lombardo
Tomate para consumo em fresco
Cenouras
Feijão verde
Cebolas
Pepinos
Pimentos
Plantas e flores
Das quais:
Rosa
Cravo
Gerbera
Crisântemo
Lilium
Gipsofila
Espargo plumosus
Ruscus
Limonium
Batata de consumo
Batata primor
Batata de conservação
Frutos
Frutos frescos (excl.citrinos, uvas,
azeitonas e frutos tropicais)
Dos quais:
Maçãs
Peras
Pêssegos
Outros frutos frescos e secos
Citrinos
Dos quais:
Laranjas
Tangerinas
Limões
Frutos tropicais
Uvas
Azeitonas
Vinhos
Vinho de qualidade
Dos quais:
Generoso VLQPRD
Outros vinhos de qualidade:
Vinho de mesa
Azeite
Outros produtos vegetais
Dos quais:
Materiais para entrançar
Outros produtos vegetais
PRODUÇÃO ANIMAL
Animais
Vitelos
Bovinos adultos
Suínos
Ovinos e caprinos
Aves
Dos quais:
Frangos
Galinhas
Outras aves
Outros animais
Leite em natureza
Dos quais:
Leite de vaca a teor real
Leite de ovelha a teor real
Leite de cabra a teor real
Ovos
Outros produtos animais
PRODUÇÃO DE BENS AGRÍCOLAS
110,4
145,3
165,9
189,6
152,4
170,3
95,0
108,2
190,6
141,5
75,1
268,8
53,7
138,5
51,0
51,0
107,6
108,4
86,4
107,7
92,9
84,3
93,8
114,7
102,3
156,1
156,1
141,7
102,5
119,0
100,2
96,2
98,7
86,2
118,1
95,4
90,2
92,2
133,9
112,0
140,4
115,1
118,3
103,5
109,3
111,5
163,1
107,5
106,9
81,4
97,7
112,0
111,7
127,1
137,1
126,1
179,0
72,2
72,2
103,5
103,7
95,2
110,1
84,1
82,0
91,1
140,3
101,3
133,9
80,9
138,8
102,6
117,5
96,2
85,3
100,9
89,6
123,9
106,2
86,1
67,9
114,3
104,2
117,3
102,4
104,1
112,2
132,5
121,9
118,5
115,4
103,5
81,5
144,3
135,0
114,9
144,2
155,4
129,5
381,1
55,9
55,9
121,3
124,0
87,2
130,7
100,5
100,3
112,6
107,0
104,6
175,9
100,6
173,4
104,2
119,4
111,2
103,2
93,0
77,8
168,9
121,4
95,6
87,2
171,3
158,3
175,2
108,6
113,5
118,1
117,3
130,0
116,6
117,2
115,8
117,2
101,3
123,2
125,7
85,7
105,7
105,8
102,0
108,6
105,2
86,7
97,9
92,9
98,0
113,5
108,7
105,7
125,1
101,7
97,7
111,1
108,9
101,2
122,5
97,8
119,0
119,7
98,1
110,0
139,3
116,6
111,7
104,5
112,4
103,4
98,9
98,8
88,9
117,7
98,9
106,9
120,3
72,0
104,9
106,6
103,3
109,1
99,8
72,0
94,2
92,9
94,2
107,2
109,6
97,1
133,8
102,2
103,4
108,2
106,4
100,9
117,5
98,6
97,2
96,9
99,9
128,8
149,1
108,5
105,0
106,7
109,8
135,2
118,1
121,6
124,3
117,0
109,2
109,4
118,1
63,9
104,2
105,9
105,0
106,5
99,3
67,7
88,4
92,9
88,3
108,5
111,7
100,3
136,0
105,2
100,3
109,8
110,6
79,0
113,7
98,0
96,1
95,8
100,1
127,1
153,4
139,1
110,7
Quadros estatísticos
Quadro 63 - Índice de preços, no produtor, de
produtos agrícolas
88
Quadro 64 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - adubos
Quadro
64 - Preços anuais de meios de
produção na agricultura - adubos
Portugal (a)
2008 - 2010
Anos
Unidade
Adubos
ADUBOS ELEMENTARES
Adubos azotados
Sulfato de amónio (20,5% N)
Nitrato de amónio (27% N)
Nitrato de amónio (20,5% N)
Ureia (46%)
Adubos fosfatados
Superfosfato (18% P 2 0 5)
Adubos potássicos
Cloreto de potássio (60% K 2 0)
ADUBOS COMPOSTOS
Adubos binários ( N P )
Adubos binários: 20-20-0
Adubos ternários ( N P K )
Adubos ternários: 15-15-15
Adubos ternários: 1-2-2
2008
2009
2010
Euros/100 kg N
«
«
«
163,47
136,81
172,14
114,24
141,12
121,99
153,00
80,24
121,10
115,14
144,54
84,12
Euros/100 kg P2 05
198,63
187,21
137,60
Euros/100 kg K2 0
95,69
122,23
76,88
Euros/100 kg
56,22
45,23
38,81
Euros/100 kg
«
56,30
46,78
51,61
45,79
41,84
35,31
(a) Base 2005
Quadro 65 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - combustíveis e energia
Quadro
65 - Preços anuais de meios de
produção na agricultura - combustíveis e
energia
Portugal (b)
2008 - 2010
Anos
Unidade
Combustíveis e energia
Gasóleo colorido
Electricidade (a)
2008
Euros/100 litros
Euros/100kWh
2009
75,32
12,38
2010
56,65
12,34
68,70
13,00
(a) Inclui a taxa de potência.
(b) Base 2005
Quadro 66 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - sementes seleccionadas
Portugal (a)
2008 - 2010
Anos
Sementes seleccionadas
Unidade
2008
2009
2010
Cereais
Trigo mole
Trigo duro
Cevada forrageira
Cevada para malte
Aveia
Triticale
Milho
Arroz
Euros/100 kg
«
«
«
«
«
«
«
45,51
52,20
44,99
39,23
50,00
41,02
710,56
69,25
39,90
50,19
40,65
39,19
59,28
42,52
618,26
77,98
37,75
37,62
38,38
34,27
44,44
40,94
649,42
70,18
Forragens de cereais
Forragens de leguminosas
Euros/100 kg
«
198,2
139,52
207,7
148,97
164,21
146,06
Nacional
Importada
Euros/100 kg
«
60,75
57,92
x
51,18
x
51,64
Quadro 66 - Preços anuais de meios de
produção na agricultura - sementes
seleccionadas
Forragens
Batata-semente
(a) Base 2005
Estatísticas Agrícolas 2010
89
Quadro 67 - Preços anuais de meios de produção na agricultura - alimentos para animais
Portugal (a)
2008 - 2010
Anos
Alimentos para animais
ALIMENTOS COMPOSTOS
Para aves
Pintos para postura
Frangas em recria
Frangos de carne
Galinhas poedeiras
Galinhas reprodutoras
Para bovinos
Vitelos
Vacas leiteiras
Para suínos
Porcos em crescimento
Porcos em engorda
Porcas em gestação
Porcas em lactação
Unidade
2008
2009
2010
Quadro 67 - Preços anuais de meios de
produção na agricultura - alimentos para
animais
Euros/100 kg
«
«
«
«
38,55
36,53
42,32
37,34
36,30
36,04
33,37
39,50
33,82
33,34
36,09
33,09
39,84
34,94
35,22
Euros/100 kg
«
37,33
36,27
35,29
32,64
35,89
33,04
Euros/100 kg
«
«
«
41,14
39,61
36,03
37,46
36,96
35,28
31,34
33,08
38,52
37,04
32,45
33,56
Quadro 68 - Índice de preços de meios de produção na agricultura
Portugal
2008 - 2010
Anos
Bens e serviços
Consumo Corrente e de Investimento
Bens e serviços de consumo corrente na agricultura
Dos quais:
Sementes e plantas
Energia e lubrificantes
Adubos e correctivos do solo
Alimentos para animais
Despesas veterinárias
Manutenção de materiais
Manutenção de edifícios
Outros bens e serviços
Bens e serviços de investimento na agricultura
Dos quais:
Maquinaria e outro equipamento
Motocultivadores e outro material de 2 rodas
Máquinas e material para cultura
Equipamento de transporte
Tractores
Outros veículos
Edifícios
Índice
Base (2005 = 100)
2009
2008
2010
128,1
124,7
125,3
101,9
130,4
194,0
139,5
102,8
113,3
108,5
118,9
112,3
105,2
109,2
172,6
126,1
105,2
112,3
113,9
125,8
112,6
103,1
125,1
149,4
127,0
105,4
111,8
116,0
124,7
113,8
115,5
105,4
116,1
110,3
109,0
116,5
108,0
114,0
108,9
116,6
113,2
112,5
116,8
108,9
115,2
110,4
118,1
113,8
113,1
116,9
111,4
Quadro 68 - Indice de preços de meios de
produção na agricultura
Quadros estatísticos
(a) Base 2005
90
XIII - BALANÇOS DE APROVISIONAMENTO
Quadro 69 - Balanços de aprovisionamento das carnes
Portugal
2008 - 2010
Unidade: 103 t
Rubricas
Produtos
Anos
Comércio
internacional de
animais vivos
Produção
indígena
Entrada
bruta
Produção
Saída
Comércio
internacional de
carnes
Entrada
Saída
Recursos
disponíveis
Variação
de
existên
cias
Utilização interna
Da qual:
Consumo
humano
Total
Capitação
(kg)
Grau de
auto-aprovisionamento
(%)
Quadro 69 - Balanços de aprovisionamento
das carnes
Total de carnes
2008
2009
2010 (Po)
880
873
871
95
98
87
25
36
15
950
935
943
323
346
339
79
78
70
1 194
1 203
1 212
2
-2
5
1 192
1 205
1 207
1 192
1 205
1 207
112,1
113,3
113,3
73,8
72,4
72,2
2008
2009
2010 (Po)
112
106
95
3
3
1
6
6
3
109
103
93
106
110
143
4
8
6
211
205
230
4
-2
15
207
207
215
207
207
215
19,5
19,5
20,2
54,1
51,2
44,2
(Po)
332
318
331
86
90
83
14
12
6
404
396
408
150
161
125
55
51
45
499
506
488
-5
-2
-10
504
508
498
504
508
498
47,4
47,8
46,8
65,9
62,6
66,5
(Po)
23
19
20
1
ԥ
ԥ
1
ԥ
ԥ
23
19
20
8
10
7
1
ԥ
1
30
29
26
ԥ
ԥ
ԥ
30
29
26
30
29
26
2,8
2,7
2,4
76,7
65,5
76,9
(Po)
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
0,0
0,0
0,0
75,2
76,7
100,7
(Po)
325
346
342
2
2
2
2
15
5
325
333
339
40
47
47
8
8
10
357
372
376
3
2
ԥ
354
370
376
354
370
376
33,3
34,8
35,3
91,8
93,5
91,0
(Po)
25
23
23
3
3
1
2
3
1
26
23
23
7
8
8
1
3
1
32
28
30
ԥ
ԥ
ԥ
32
28
30
32
28
30
3,0
2,6
2,8
78,1
82,1
76,7
(Po)
63
61
60
//
//
//
//
//
//
63
61
60
12
10
9
10
8
7
65
63
62
ԥ
ԥ
ԥ
65
63
62
65
63
62
6,1
5,9
5,8
96,9
96,8
96,8
Bovinos
Suínos
2008
2009
2010
Ovinos e caprinos
2008
2009
2010
Equídeos
2008
2009
2010
Animais de capoeira
2008
2009
2010
Outros animais
2008
2009
2010
Miudezas
2008
2009
2010
Estatísticas Agrícolas 2010
91
de aprovisionamento do leite e produtos lácteos
QuadroQuadro
7070 -- Balanços
Balanços
de aprovisionamento
do leite e produtos lácteos
Portugal
Rubricas
Produtos
Anos
Unidade: 103 t
VariaUtilização interna
Recurção
sos
de
Da qual:
dispoConsuAlimenexisTotal
níveis
tação
mo
tênhumano
animal
cias
Comércio
internacional
Produção
utilizável
Entrada
Saída
Capitação
(kg)
2008 - 2010
Grau de
auto-aprovisionamento
(%)
2008
2009
2010 (Po)
Leites acidificados (incluindo iogurtes)
2008
2009
2010 (Po)
Bebidas à base de leite
2008
2009
2010 (Po)
Outros produtos frescos (inclui nata)
2008
2009
2010 (Po)
Leite em pó gordo e meio gordo
2008
2009
2010 (Po)
Leite em pó magro
2008
2009
2010 (Po)
Manteiga
2008
2009
2010 (Po)
Queijo
2008
2009
2010 (Po)
Queijo fundido
2008
2009
2010 (Po)
1 058
1 006
995
227
203
152
280
279
227
1 005
930
920
20
-10
-4
985
940
924
50
35
30
931
901
890
87,2
84,7
83,6
107,4
107,0
107,7
105
109
116
134
160
122
13
16
16
226
253
222
ԥ
ԥ
ԥ
226
253
222
//
//
//
218
242
215
20,4
22,8
20,2
46,5
43,1
52,3
72
69
71
10
9
7
2
1
1
80
77
77
1
ԥ
ԥ
79
77
77
//
//
//
79
77
77
7,4
7,2
7,2
91,1
89,6
92,2
17
17
18
5
8
4
2
2
1
20
23
21
ԥ
ԥ
ԥ
20
23
21
//
//
//
20
23
21
1,9
2,2
2,0
85,0
73,9
85,7
8
8
10
13
11
9
11
14
15
10
5
4
1
ԥ
ԥ
9
5
4
//
//
//
9
5
4
0,8
0,5
0,4
88,9
160,0
250,0
10
12
9
13
7
7
1
5
5
22
14
11
5
-1
-5
17
15
16
4
2
2
13
13
14
1,2
1,2
1,3
58,8
80,0
56,3
30
29
27
6
8
7
20
15
21
16
22
13
ԥ
5
ԥ
16
17
13
//
//
//
16
17
13
1,5
1,6
1,2
187,5
170,6
207,7
78
76
78
36
38
30
6
6
7
108
108
101
1
ԥ
ԥ
107
108
101
//
//
//
107
108
101
10,0
10,2
9,5
72,9
70,4
77,2
ԥ
ԥ
ԥ
4
6
6
ԥ
ԥ
ԥ
4
6
6
ԥ
ԥ
ԥ
4
6
6
//
//
//
4
6
6
0,4
0,6
0,6
//
//
//
Quadro 71 - Balanços de aprovisionamento dos ovos
Portugal
2008 - 2010
Unidade: 103 t
Rubricas
Produção
utilizável
Anos
Comércio internacional
Entrada
Saída
Recursos Variação de
disponíveis existências
Utilização interna
Da qual:
Total
Consumo
Incubação
humano
Grau de autoCapitação
-aprovisiona(kg)
mento (%)
Quadro 71 - Balanços de aprovisionamento
dos ovos
2008
2009
2010 (Po)
124
124
131
17
25
16
16
20
16
125
129
131
ԥ
ԥ
ԥ
125
129
131
21
25
23
94
95
99
8,8
8,9
9,3
99,2
96,1
100,0
Quadro 72 - Balanços de aprovisionamento do vinho
Portugal
2007/2008 - 2009/2010
Utilização interna
Grau de autoRecursos Variação de
Capitação
Da qual:
-aprovisionadisponíveis existências Total Utilização Consumo
(litros)
mento (%)
Industrial
humano
Unidade: 103 hl
Rubricas
Comércio internacional
Produção
utilizável
Entrada
Saída
Quadro 72 - Balanços de aprovisionamento
do vinho
Campanhas (a)
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
6 073
5 620
5 872
1 267
1 587
1 352
(a) Período de referência: Agosto do ano n a Julho do ano n+1
3 074
2 365
2 181
14 463
14 193
14 173
-846
-99
-445
5 112
4 941
5 473
526
411
778
4 568
4 514
4 695
45,4
44,9
44,1
118,8
113,7
107,3
Quadros estatísticos
Leites
92
Quadro 73 - Balanços de aprovisionamento dos cereais (excepto arroz)
Portugal
Unidade: 103 t
Rubricas
Produção
utilizável
Produtos
Campanhas (a)
Total de cereais
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Trigo total
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Trigo duro
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Trigo mole
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Centeio
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Cevada
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Aveia
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Milho
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Outros cereais (b)
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Comércio internacional
Entrada
Saída
Recursos
Variação
disponívei
de
s
existências
2007/2008 - 2009/2010
Utilização interna
Grau de
Capitação auto-aproviDa qual:
Total Alimentação Consumo
(kg)
sionament
animal
humano
o (%)
(Po)
902
1 164
915
3 931
4 003
4 052
368
334
421
4 465
4 833
4 546
-6
73
109
4 472
4 759
4 436
2 614
2 869
2 559
1 352
1 371
1 377
127,3
129,0
129,4
20,2
24,5
20,6
(Po)
102
203
102
1 371
1 936
1 973
166
199
218
1 307
1 940
1 857
-77
70
66
1 384
1 870
1 791
165
625
540
1 173
1 187
1 197
110,5
111,7
112,5
7,4
10,9
5,7
(Po)
2
7
13
214
396
493
24
38
40
192
365
466
15
20
90
177
345
376
15
170
190
156
161
170
14,7
15,2
16,0
1,1
2,0
3,5
Quadro 73 - Balanços de aprovisionamento
dos cereais (excepto arroz)
(Po)
100
196
89
1 157
1 540
1 480
142
161
178
1 115
1 575
1 391
-92
50
-24
1 207
1 525
1 415
150
455
350
1 017
1 026
1 027
95,8
96,5
96,5
8,3
12,9
6,3
(Po)
23
22
19
26
30
32
1
ԥ
ԥ
48
52
51
0
3
3
48
49
48
1
1
1
43
44
43
4,0
4,1
4,0
47,9
44,9
39,6
(Po)
81
100
73
229
446
587
13
33
103
297
513
557
-48
60
70
345
453
487
160
250
280
8
12
12
0,8
1,1
1,1
23,5
22,1
15,0
(Po)
62
92
57
16
19
27
ԥ
3
1
78
108
83
2
6
4
76
102
79
56
80
58
13
15
14
1,2
1,4
1,3
81,6
90,2
72,2
(Po)
605
700
632
2 131
1 498
1 396
172
83
79
2 564
2 115
1 949
88
-69
-35
2 476
2 184
1 984
2 100
1 820
1 640
112
110
108
10,5
10,4
10,2
24,4
32,1
31,9
(Po)
29
47
32
158
74
37
16
16
20
171
105
49
29
3
1
143
101
47
132
93
40
3
3
3
0,3
0,3
0,3
20,3
46,5
68,1
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
(b) Inclui: sorgo, triticale e outros cereais n. e..
Estatísticas Agrícolas 2010
93
74 - Balanços de aprovisionamento do arroz
Quadro 74Quadro
- Balanços
de aprovisionamento
do arroz
Portugal
2007/2008 - 2009/2010
Grau de
Utilização interna
CapiRecurso Variação
Produção
Da qual:
autotação
s dispode
utilizável
Total Semen- Transformaçã Consumo Alimentaçã
aprovisiona(kg)
Entrada Saída níveis existências
teira
o industrial
humano
o animal
mento (%)
Unidade: 103 t
Produtos
Campanhas (a)
Arroz em casca
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Arroz em película
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Arroz branqueado e
semi-branqueado
(total)
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Arroz branqueado e
semi-branqueado
(longo)
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Arroz branqueado e
semi-branqueado
(curto e médio)
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Trincas de arroz
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Comércio
internacional
156
151
157
9
5
14
ԥ
19
1
165
137
170
23
-7
23
142
144
147
4
4
4
135
137
140
//
//
//
//
//
//
//
//
//
109,9
104,9
106,8
108
110
112
108
115
87
ԥ
ԥ
ԥ
216
225
199
14
20
-5
94
95
92
//
//
//
90
92
90
//
//
//
//
//
//
//
//
//
114,9
115,8
121,7
147
149
150
24
13
12
3
3
7
168
159
155
5
-7
-7
163
166
162
//
//
//
//
//
//
160
164
160
//
//
//
15,1
15,5
15,1
90,2
89,8
92,6
143
146
146
23
5
4
2
ԥ
ԥ
164
151
150
5
-7
-7
159
158
157
//
//
//
//
//
//
156
156
155
//
//
//
14,7
14,7
14,6
89,9
92,4
93,0
4
3
4
1
8
8
1
3
7
4
8
5
ԥ
ԥ
ԥ
4
8
5
//
//
//
//
//
//
4
8
5
//
//
//
0,4
0,8
0,5
100,0
37,5
80,0
28
28
28
2
2
1
4
11
10
26
19
19
3
-3
-1
23
22
20
//
//
//
//
//
//
21
21
19
1
1
1
2,0
1,9
1,8
121,7
127,3
140,0
(a) Período de referência: Setembro do ano n a Agosto do ano n+1.
Quadro 75 - Balanços de aprovisionamento da batata
Portugal
2007/2008 - 2009/2010
Unidade: 103 t
Rubricas
Produtos
Campanhas (a)
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Comércio internacional
Produção
utilizável
657
567
570
Entrada
Saída
479
690
528
89
139
114
Recursos Variação de
disponíveis existências
1 047
1 118
984
10
50
-60
Utilização interna
Da qual:
Total
Consumo
Sementeira
humano
1 037
1 068
1 044
56
55
51
961
987
974
Capitaçã
o (kg)
Grau de autoaprovisionamento (%)
90,5
92,9
91,6
63,4
53,1
54,6
Quadro 75 - Balanços de aprovisionamento
da batata
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
Quadros estatísticos
Rubricas
94
Quadro 76 - Balanços de aprovisionamento dos frutos
Portugal
Unidade: 103 t
2007/2008 - 2009/2010
Grau de
Utilização interna
Capitação
Da qual:
autoTotal
(kg)
Consumo
aprovisionaPerdas
humano
mento (%)
Quadro 76 - Balanços de aprovisionamento
dos frutos
Rubricas
Produção
utilizável
Produtos
Campanhas (a)
Total de frutos
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Frutos frescos,
excluindo citrinos
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Citrinos
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Frutos de casca rija
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Frutos secados
2007/2008
2008/2009
2009/2010
Comércio internacional
Entrada
Saída
Recursos
Variação de
disponívei
existências
s
(Po)
897
915
1 028
719
837
741
238
303
350
1 378
1 449
1 419
-6
17
-17
1 384
1 432
1 436
112
113
110
1 261
1 308
1 315
118,7
123,0
123,5
64,8
63,9
71,6
(Po)
573
618
708
570
651
573
176
235
282
967
1 034
999
-5
15
-15
972
1 019
1 014
70
75
72
891
933
931
83,9
87,8
87,5
59,0
60,6
69,8
(Po)
281
256
281
113
139
124
53
55
53
341
340
352
ԥ
ԥ
ԥ
341
340
352
40
36
37
301
304
315
28,3
28,6
29,6
82,4
75,3
79,8
(Po)
40
38
36
30
40
37
9
13
15
61
65
58
-1
2
-2
62
63
60
2
2
1
60
61
59
5,7
5,7
5,5
64,5
60,3
60,0
(Po)
3
3
3
6
7
7
ԥ
ԥ
ԥ
9
10
10
ԥ
ԥ
ԥ
9
10
10
ԥ
ԥ
ԥ
9
10
10
0,8
0,9
0,9
33,3
30,0
30,0
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1).
Quadro 77 - Balanços de aprovisionamento dos frutos, por espécie. Balanços de mercado
Portugal
2007/2008 - 2009/2010
Utilização interna
Da qual:
Total
Consumo
Perdas
humano
Unidade: 103 t
Rubricas
Comércio internacional
Saídas da
agricultura
Produtos
Campanhas (a)
Entrada
Recursos
disponíveis
Saída
Variação de
existências
Maçã
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
222
215
252
92
98
71
14
20
30
300
293
293
ԥ
-1
ԥ
300
294
293
14
10
10
286
284
283
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
127
176
224
23
29
24
52
80
91
98
125
157
-10
ԥ
15
108
125
142
10
13
15
98
112
127
Pêra
Pêssego
Quadro 77 - Balanços de aprovisionamento
dos frutos, por espécie. Balanços de mercado
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
48
45
49
36
44
41
1
2
5
83
87
85
ԥ
ԥ
ԥ
83
87
85
5
5
5
78
82
80
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
39
37
30
47
61
60
2
7
8
84
91
82
ԥ
ԥ
ԥ
84
91
82
8
7
6
76
84
76
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
190
160
181
72
68
102
39
45
46
223
183
237
ԥ
ԥ
ԥ
223
183
237
9
7
10
214
176
227
Uva de mesa
Laranja
(a) Período de referência: Abril do ano n a Março do ano n+1 (excepto laranja: Outubro do ano n a Setembro do ano n+1).
Estatísticas Agrícolas 2010
95
Balanços de aprovisionamento das leguminosas secas
QuadroQuadro
78 78- - Balanços
de aprovisionamento
das leguminosas secas
Portugal
2007/2008 - 2009/2010
Utilização interna
Grau de
Recursos
Capitação
Variação de
Da qual:
autodisponívei
(kg)
existências Total Alimentação Consumo
aprovisionas
mento (%)
animal
humano
Unidade: 103 t
Rubricas
Comércio internacional
Produção
utilizável
Produtos
Campanhas (a)
Total de leguminosa secas
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Feijão seco
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Grão-de-bico
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Outras leguminosas secas
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Entrada
Saída
8
7
8
70
69
69
17
19
24
61
57
53
3
ԥ
-3
58
57
56
10
12
13
47
44
42
4,4
4,1
3,9
13,8
12,3
14,3
4
3
3
46
42
42
10
12
14
40
33
31
3
-1
-2
37
34
33
//
//
//
37
34
33
3,5
3,2
3,1
10,8
8,8
9,1
1
1
1
12
13
12
3
3
5
10
11
8
ԥ
1
-1
10
10
9
//
//
//
10
10
9
0,9
0,9
0,8
10,0
10,0
11,1
3
3
4
12
14
15
4
4
5
11
13
14
ԥ
ԥ
ԥ
11
13
14
10
12
13
//
//
//
//
//
//
27,3
23,1
28,6
Quadro 79 - Balanços de aprovisionamento de sementes e frutos oleaginosos
Portugal
Unidade: 103 t
Rubricas
Comércio internacional
Produção
utilizável
Entrada
Recursos Variação de
disponíveis existências
Saída
Total
Anos
Total de sementes e frutos oleaginosos
2007
437
1 570
2008
317
1 532
496
1 322
2009 (Po)
Girassol
2007
14
154
2008
16
206
13
199
2009 (Po)
Soja
x
1 262
2007
2008
x
1 190
2009 (Po)
x
905
Azeitona
2007
344
14
2008
245
21
367
17
2009 (Po)
Outros grãos e frutos oleaginosos (a)
2007
79
140
2008
56
115
116
201
2009 (Po)
2007 - 2009
Utilização interna
Grau de
Capitaçã
Da qual:
autoo (kg) aprovisionaAlimentação Transformação
mento (%)
animal
industrial
46
71
73
1 961
1 778
1 745
-8
42
26
1 969
1 736
1 718
75
67
73
1 857
1 637
1 617
2,1
1,7
1,6
22,2
18,3
28,9
ԥ
2
19
168
220
193
26
48
23
142
172
170
//
//
//
140
170
168
//
//
//
9,9
9,3
7,6
15
31
28
1 247
1 159
877
-23
1
3
1 270
1 158
874
75
67
73
1 183
1 079
792
//
//
//
//
//
//
Quadro 79 - Balanços de aprovisionamento
de sementes e frutos oleaginosos
24
30
23
334
236
361
-11
-7
0
345
243
361
//
//
//
331
231
352
1,3
1,1
0,8
99,7
100,8
101,7
7
8
3
212
163
314
ԥ
ԥ
ԥ
212
163
313
ԥ
ԥ
ԥ
203
157
305
0,8
0,6
0,8
37,3
34,4
37,1
(a) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outros grãos
e frutos oleaginosos.
Quadros estatísticos
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
96
Quadro 80 - Balanços de aprovisionamento de gorduras e óleos vegetais brutos
Portugal
2007 - 2009
Grau de
Utilização interna
Capitaçã
Recursos Variação de
Da qual:
autodisponíveis existências Total Transformaçã Consumo o (kg) aprovisionamento (%)
o industrial
humano
Unidade: 103 t
Rubricas
Comércio internacional
Quadro 80 - Balanços de aprovisionamento
de gorduras e óleos vegetais brutos
Anos
Produção
utilizável
(a)
Entrada
Total de gorduras e óleos vegetais
2007
364
2008
341
355
2009 (Po)
Óleo de girassol
2007
63
2008
77
76
2009 (Po)
Óleo de soja
x
2007
2008
x
2009 (Po)
x
Azeite
2007
44
2008
37
56
2009 (Po)
Outras gorduras e óleos vegetais brutos (b)
2007
58
2008
46
90
2009 (Po)
Saída
264
320
343
221
204
172
407
457
526
16
10
43
391
447
483
28
28
31
196
220
224
18,6
20,7
21,1
15,1
10,7
16,1
82
77
80
69
49
41
76
105
115
-10
-8
0
86
113
115
7
6
12
77
98
98
7,3
9,2
9,2
7,0
6,2
5,2
22
51
54
79
73
42
142
159
145
11
2
-2
131
157
147
2
5
1
26
27
30
2,5
2,5
2,8
//
//
//
75
82
78
43
49
55
76
70
79
5
-1
7
71
71
72
//
//
//
71
71
72
6,7
6,7
6,8
62,0
52,1
77,8
85
110
131
30
33
34
113
123
187
10
17
38
103
106
149
19
17
18
22
24
24
2,1
2,3
2,3
8,7
3,8
10,7
(a) De acordo com a metodologia comunitária apenas se considera produção utilizável a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais.
(b) Inclui: amendoim (não para consumo directo), copra, palmiste, colza, bagaço de azeitona, grainha de uva, germén de milho, cártamo, linho, rícino, algodão e outras gorduras
e óleos vegetais.
Quadro 81 - Balanços de aprovisionamento de margarinas e outros óleos e gorduras preparados
Quadro 81 - Balanços de aprovisionamento
de margarinas e outros óleos e gorduras
preparados
Portugal
2007 - 2009
Utilização interna
Grau de
Recursos Variação de
Da qual: Capitaçã
autodisponíveis existências Total Consumo
o (kg) aprovisionamento (%)
humano
Unidade: 103 t
Rubricas
Comércio internacional
Produção
utilizável
Entrada
Saída
Anos
Margarinas e outros óleos e gorduras preparados
2007
37
2008
39
39
2009 (Po)
15
17
14
1
3
4
51
53
49
-4
-2
0
55
55
49
55
55
49
5,2
5,2
4,6
67,3
70,9
79,6
Quadro 82 - Balanços de aprovisionamento do açúcar
Portugal
Unidade: 103 t
Rubricas
Produção
utilizável
Comércio internacional
Recursos
disponíveis
Variação de
existências
2007/2008 - 2009/2010
Utilização interna
Grau de autoCapitação
Da qual:
aprovisionaTotal
(kg)
Consumo humano
mento (%) (b)
Quadro 82 - Balanços de aprovisionamento
do açúcar
Campanhas (a)
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
504
501
528
Entrada
121
233
208
Saída
235
303
320
390
431
416
12
30
20
378
401
396
369
390
385
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
(b) Para o cálculo do grau de auto-aprovisionamento apenas se considera a produção interna obtida por transformação de matérias primas nacionais.
Estatísticas Agrícolas 2010
34,8
36,7
36,2
9,3
4,2
1,0
97
Quadro 83 - Balanços de aprovisionamento do mel
Portugal
Unidade: 103 t
Rubricas
Comércio
Produção
utilizável
Entrada
Variação
Recursos
de
disponíveis
existências
Saída
Campanhas (a)
2007/2008 - 2009/2010
Utilização interna
Grau de
Da qual: Capitação
autoTotal Consumo
(kg)
aprovisionamento (%)
humano
Quadro 83 - Balanços de aprovisionamento
do mel
2007/2008
2008/2009
2009/2010
7
7
7
(Po)
2
2
1
1
2
1
ԥ
ԥ
ԥ
8
7
7
8
7
7
8
7
7
0,8
0,7
0,7
87,5
100,0
100,0
Quadro 84 - Balanços de aprovisionamento dos melaços
Quadro 84 - Balanços de aprovisionamento
dos melaços
Portugal
Unidade: 103 t
Rubricas
Campanha (a)
2007/2008
2008/2009
2009/2010 (Po)
Produção
utilizável
(b)
Comércio internacional
Entrada
25
19
16
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
82
73
55
Recursos
disponíveis
Saída
11
10
6
96
82
65
Variação de
existências
-31
1
6
Total
127
81
59
2007/2008 - 2009/2010
Utilização interna
Grau de autoDa qual:
aprovisionaAlimentação Utilização
mento (%)
animal
industrial
90
44
22
36
36
36
19,7
23,5
27,1
Quadros estatísticos
(a) Período de referência: Julho do ano n a Junho do ano n+1.
98
XIV - BALANÇA ALIMENTAR PORTUGUESA
Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares
Portugal
Rubricas
1990 - 2008 (Po)
Comércio internacional Variação
Disponível para abastecimento
Capitação Grau de autoCapitação
Do qual :
de
Produção
edível
aprovisionaEntrada
Saída
bruta anual
Consumo
existên- Total Alimentação
anual
mento
animal
humano bruto
cias
10 3 t
kg
%
Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa Produtos alimentares
Grupos de
produtos
Anos
Cereais e arroz
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Raízes e tubérculos
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Açúcares
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Leguminosas secas
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
1 454
1 822
1 420
1 524
1 692
1 448
1 669
1 558
1 446
1 698
1 647
1 339
1 526
1 248
1 415
848
1 253
1 111
1 355
1 851
1 492
2 229
2 381
2 575
2 623
2 803
2 912
3 403
3 357
3 111
3 622
3 751
3 522
3 572
4 015
3 671
3 837
3 948
56
87
78
83
60
137
135
216
167
197
179
213
375
246
335
396
402
393
298
-42
-35
96
130
196
39
124
52
235
343
136
205
237
-129
-50
-152
75
46
126
3 291
3 262
3 475
3 692
4 011
3 895
4 213
4 202
4 447
4 515
4 443
4 543
4 665
4 653
4 702
4 618
4 447
4 510
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1 414
1 597
1 786
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1 959
2 208
2 232
2 455
2 467
2 374
2 487
2 571
2 520
2 563
2 494
2 388
2 466
2 795
1 429
1 410
1 465
1 476
1 471
1 453
1 503
1 498
1 518
1 554
1 566
1 586
1 606
1 596
1 594
1 594
1 603
1 609
1 632
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143,1
146,9
147,8
147,1
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149,5
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152,8
153,2
154,0
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152,8
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151,5
151,7
153,6
114,2
113,0
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117,0
115,8
114,2
117,8
117,1
118,5
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122,3
120,9
120,2
119,3
119,8
120,0
121,5
44,2
55,9
40,9
41,3
42,2
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39,6
37,1
32,5
37,6
37,1
29,5
32,7
26,8
30,1
18,4
28,2
24,6
27,8
1 371
1 449
1 612
1 361
1 398
1 449
1 223
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960
977
771
722
809
764
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598
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685
595
809
932
745
726
733
544
519
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616
576
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642
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11
11
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-51
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-79
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-6
-62
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3
75
-76
-21
29
-29
2 221
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1 715
1 552
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205
205
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137
149
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62
44
1 495
1 518
1 575
1 567
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1 195
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1 073
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1 013
1 022
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987
989
944
151,3
154,0
158,0
157,0
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141,4
130,1
118,7
118,0
113,2
105,2
104,2
101,8
97,0
97,3
87,3
93,2
93,2
88,8
131,4
133,8
137,2
136,4
129,0
122,8
113,0
103,0
102,4
98,2
91,3
90,5
88,4
84,2
84,5
75,7
80,9
81,0
77,1
61,7
62,5
70,1
63,2
68,1
76,1
71,3
57,3
64,4
67,1
56,1
53,8
63,5
61,6
62,2
55,1
58,2
61,2
56,7
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340
333
340
340
342
350
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429
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427
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428
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380
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486
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30
22
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42
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63
71
73
66
71
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6
7
8
14
20
20
33
126
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102
98
102
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114
117
162
240
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15
11
5
10
15
39
-7
25
-8
27
26
-18
31
14
-36
-10
6
345
350
333
339
346
354
357
364
364
367
368
375
380
366
360
352
341
331
342
ԥ
2
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
1
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
309
316
307
312
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328
332
330
336
337
345
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337
329
322
308
318
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32,1
30,8
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32,9
32,6
33,0
33,0
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30,4
29,1
29,9
31,3
32,0
30,8
31,2
31,7
32,3
32,6
32,9
32,6
33,0
32,9
33,5
33,8
32,4
32,1
31,2
30,4
29,1
29,9
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
35
31
25
17
16
15
14
13
12
7
7
7
7
6
6
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5
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39
37
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51
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47
54
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55
1
1
3
2
3
3
3
6
7
6
6
7
10
9
9
9
11
13
15
ԥ
2
1
-3
-2
-3
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-1
1
ԥ
-1
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-2
3
1
-2
58
68
60
57
52
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51
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42
44
44
44
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46
5,8
6,8
5,9
5,6
5,1
4,7
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4,1
4,1
4,2
4,2
4,2
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4,3
5,8
6,8
5,9
5,6
5,1
4,7
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4,2
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4,4
4,3
60,3
45,6
41,7
29,8
30,8
31,3
29,8
29,5
27,3
15,9
15,9
16,3
16,3
14,5
13,6
8,1
10,9
10,8
8,5
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2010
99
Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont.)
Portugal
Rubricas
Produção
Produtos hortícolas
1990
1 422
1991
1 325
1992
1 008
1993
1 069
1994
1 339
1995
1 342
1996
1 450
1997
1 286
1998
1 631
1999
1 591
2000
1 517
2001
1 553
2002
1 616
2003
1 897
2004
2 174
2005
1 996
2006
1 905
2007
2 145
2008
2 087
Frutos, incluindo azeitona
1990
1 162
1991
1 360
1992
1 156
1993
1 143
1994
1 130
1995
1 203
1996
1 193
1997
1 383
1998
991
1999
1 341
2000
1 148
2001
1 149
2002
1 288
2003
1 221
2004
1 326
2005
1 085
2006
1 329
2007
1 076
2008
1 224
Carne e miudezas comestíveis
1990
597
1991
617
1992
621
1993
648
1994
645
1995
645
1996
667
1997
706
1998
739
1999
740
2000
737
2001
742
2002
760
2003
713
2004
739
2005
754
2006
741
2007
769
2008
809
Ovos
1990
92
1991
100
1992
104
1993
104
1994
111
1995
105
1996
101
1997
102
1998
113
1999
111
2000
119
2001
126
2002
126
2003
126
2004
133
2005
119
2006
120
2007
123
2008
124
Entrada
Saída
Disponível para abastecimento
Variação
Do qual :
de existênTotal
Alimentação
Consumo
cias
animal
humano bruto
3
10 t
Capitação
bruta anual
Capitação
edível
anual
kg
Grau de autoaprovisionamento
%
67
74
85
120
165
133
192
206
256
246
278
328
324
306
315
335
364
389
376
407
552
730
718
725
854
753
808
800
877
914
884
989
1 018
978
1 021
1 323
1 295
1 318
380
130
-314
-235
130
-45
120
-55
255
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-50
-2
-90
-110
280
115
-280
5
-80
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717
677
706
649
666
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739
832
865
931
999
1 041
1 295
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95,9
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112,3
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155,2
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173,7
170,3
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257
277
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470
554
582
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685
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753
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211
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-7
-2
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-5
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-115
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-159
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1 701
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988
1 037
1 057
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1 140
1 161
1 182
1 208
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105,9
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88
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118
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180
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13
17
21
15
19
17
22
19
15
18
20
22
23
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57
66
6
ԥ
9
3
10
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9
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16
-3
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-7
8
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692
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1 024
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92,2
90,0
91,1
91,3
92,2
96,0
96,4
52,4
54,0
54,8
57,0
59,3
59,3
59,1
61,9
65,4
68,6
69,5
68,8
69,8
68,5
69,4
69,5
70,2
72,8
73,0
87,7
88,3
86,5
86,3
80,5
78,9
80,1
81,8
80,5
74,2
70,7
72,0
71,8
68,8
70,6
72,1
68,1
69,0
71,8
1
0
1
1
3
4
6
6
5
7
8
11
10
9
9
10
11
17
13
1
4
3
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4
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2
2
4
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7
8
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15
17
9
14
14
13
ԥ
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ԥ
ԥ
ԥ
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ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
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ԥ
ԥ
ԥ
ԥ
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ԥ
ԥ
92
96
102
103
110
104
105
106
114
112
120
129
125
120
125
120
117
125
124
//
//
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//
//
//
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79
76
81
83
86
82
81
83
88
87
92
99
97
94
96
93
90
95
96
8,0
7,7
8,1
8,3
8,6
8,2
8,1
8,2
8,7
8,6
9,0
9,6
9,4
9,0
9,2
8,8
8,5
9,0
9,0
7,0
6,8
7,1
7,3
7,6
7,2
7,1
7,2
7,7
7,6
7,9
8,4
8,3
7,9
8,1
7,7
7,5
7,9
7,9
100,0
104,2
102,0
101,0
100,9
101,0
96,2
96,2
99,1
99,1
99,2
97,7
100,8
105,0
105,8
98,9
102,3
98,2
99,9
(continua)
Quadros estatísticos
Grupos de
produtos
Anos
1990 - 2008 (Po)
Comércio internacional
100
Quadro 85 - Balança alimentar portuguesa - Produtos alimentares (cont.
Portugal
Rubricas
Grupos de
produtos
Anos
1990 - 2008 (Po)
Comércio internacional
Produção
Leite e derivados do leite
1990
1 190
1991
1 192
1992
1 206
1993
1 188
1994
1 208
1995
1 189
1996
1 224
1997
1 295
1998
1 364
1999
1 445
2000
1 421
2001
1 369
2002
1 393
2003
1 371
2004
1 400
2005
1 468
2006
1 465
2007
1 436
2008
1 410
Pescado
1990
353
1991
338
1992
317
1993
314
1994
291
1995
295
1996
275
1997
251
1998
261
1999
239
2000
204
2001
186
2002
183
2003
180
2004
175
2005
180
2006
169
2007
195
2008
202
Óleos e gorduras
1990
505
1991
520
1992
494
1993
481
1994
528
1995
561
1996
538
1997
550
1998
521
1999
553
2000
508
2001
568
2002
568
2003
555
2004
497
2005
608
2006
643
2007
710
2008
630
Outros produtos alimentares
1990
39
1991
40
1992
40
1993
41
1994
43
1995
42
1996
45
1997
46
1998
46
1999
45
2000
45
2001
47
2002
46
2003
46
2004
45
2005
44
2006
44
2007
44
2008
43
Estatísticas Agrícolas 2010
Entrada
Saída
Variação
Disponível para abastecimento
Capitação
Capitação
de
Do qual :
edível
Total Alimentação
bruta anual
existênConsumo
anual
cias
animal
humano bruto
10 3 t
kg
Grau de autoaprovisionamento
%
14
18
22
45
99
127
146
152
182
187
223
316
278
253
312
271
292
364
452
20
35
19
25
60
93
105
138
195
189
244
177
217
183
241
216
198
250
323
5
9
7
-5
14
-4
1
-5
3
23
-13
30
-20
3
-6
12
5
-8
20
1 179
1 166
1 202
1 213
1 233
1 227
1 264
1 314
1 348
1 420
1 413
1 478
1 474
1 438
1 477
1 511
1 554
1 558
1 519
89
67
71
64
66
71
77
78
80
88
83
88
84
66
70
71
85
86
54
1 051
1 060
1 089
1 105
1 121
1 108
1 143
1 177
1 209
1 253
1 250
1 295
1 306
1 307
1 341
1 371
1 393
1 402
1 392
106,4
107,5
109,2
110,7
112,1
110,5
113,7
116,6
119,4
123,1
122,3
125,8
126,0
125,2
127,7
130,0
131,6
132,2
131,0
105,7
106,7
108,4
109,9
111,2
109,6
112,8
115,6
118,4
122,0
121,1
124,6
124,8
124,1
126,6
128,7
130,4
130,9
129,6
100,9
102,2
100,3
97,9
98,0
96,9
96,8
98,6
101,2
101,8
100,6
92,6
94,5
95,3
94,8
97,2
94,3
92,2
92,8
235
275
263
271
316
320
333
322
340
370
352
368
373
397
392
396
435
461
428
138
142
123
115
142
158
142
129
126
129
131
126
142
148
159
149
161
173
171
3
6
1
-1
-12
-20
-18
-25
11
6
-7
-2
-8
3
-5
8
9
14
-10
447
465
456
471
477
477
484
469
464
474
432
430
422
427
413
419
434
469
470
14
15
12
19
17
16
14
23
18
20
23
17
22
21
12
11
8
9
10
362
374
375
378
379
374
369
361
365
367
346
344
335
344
331
341
366
397
403
36,7
38,0
37,6
37,8
37,9
37,3
36,8
35,8
36,0
36,1
33,9
33,4
32,3
32,9
31,6
32,3
34,6
37,4
37,9
24,1
25,1
24,8
25,0
25,0
24,7
24,3
23,7
23,8
23,9
22,3
22,0
21,3
21,7
20,8
21,4
22,7
24,5
24,9
79,0
72,7
69,5
66,7
61,0
61,8
56,8
53,5
56,3
50,4
47,2
43,3
43,4
42,3
42,4
43,0
38,9
41,6
43,0
73
68
78
115
114
137
135
150
190
173
161
170
166
178
172
207
255
269
299
65
71
51
38
65
117
131
145
121
93
122
154
153
147
151
186
210
211
228
-3
13
ԥ
21
30
38
-5
-2
35
35
-33
11
16
41
-11
80
51
59
-36
516
504
521
537
547
543
547
557
555
598
580
573
565
545
528
549
637
709
737
34
45
47
50
51
47
45
36
35
63
37
38
46
34
28
25
25
26
22
354
348
358
366
379
385
385
402
408
414
413
407
403
413
415
432
423
432
434
35,8
35,4
35,8
36,6
37,9
38,5
38,3
39,8
40,2
40,8
40,4
39,4
38,9
39,6
39,5
41,0
40,0
40,8
40,9
34,0
33,6
34,0
34,8
36,1
36,6
36,4
37,9
38,2
38,8
38,4
37,4
36,9
37,6
37,6
39,0
37,9
38,7
38,7
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
48
50
52
57
59
59
66
67
72
81
79
85
87
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86
86
91
100
97
2
2
2
2
3
4
5
6
6
6
7
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6
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3
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4
2
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4
2
2
6
4
6
4
1
3
-1
1
4
-1
82
85
90
92
97
98
102
105
110
114
113
118
121
121
122
122
125
128
130
//
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48
50
51
52
54
56
58
59
64
68
67
71
73
72
75
75
77
79
81
4,8
5,0
5,1
5,2
5,4
5,6
5,8
5,9
6,4
6,7
6,5
6,9
7,1
6,9
7,1
7,1
7,3
7,4
7,6
4,8
5,0
5,1
5,2
5,4
5,6
5,8
5,9
6,4
6,7
6,5
6,9
7,1
6,8
7,1
7,1
7,3
7,5
7,7
x
x
x
x
x
x
x
x
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x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
101
Quadro 86 - Balança alimentar portuguesa - Bebidas
Portugal
1990 - 2008 (Po)
Rubricas
Comércio internacional Variação
de
Produção
Entrada
Saída
existências
Disponível para abastecimento
Capitaçã
Do qual :
o bruta
Total
Transformação
Consumo
anual
industrial
humano bruto
3
litros
10 hl
Grau de auto-aprovisionamento
Quadro 86 - Balança alimentar portuguesa Bebidas
Bebidas alcoólicas fermentadas
1990
18 447
1991
16 886
1992
14 835
1993
11 684
1994
13 484
1995
14 529
1996
16 733
1997
12 949
1998
10 885
1999
14 869
2000
13 878
2001
14 684
2002
13 874
2003
14 933
2004
15 323
2005
15 039
2006
15 970
2007
14 339
2008
13 895
Outras bebidas alcoólicas
1990
412
1991
352
1992
542
1993
579
1994
262
1995
462
1996
464
1997
510
1998
438
1999
652
2000
689
2001
608
2002
630
2003
504
2004
525
2005
493
2006
469
2007
509
2008
416
Bebidas não alcoólicas
1990
7 504
1991
7 996
1992
7 751
1993
7 974
1994
8 225
1995
9 116
1996
10 204
1997
10 914
1998
11 944
1999
11 793
2000
12 837
2001
13 414
2002
13 941
2003
17 125
2004
17 719
2005
17 831
2006
19 484
2007
19 036
2008
18 714
%
326
168
154
349
1 590
1 177
890
783
1 988
2 795
2 368
2 136
1 833
1 823
2 143
1 877
1 347
1 629
1 690
1 873
1 999
3 230
2 678
2 563
2 466
2 635
3 014
2 832
2 435
2 564
2 372
3 323
4 532
4 661
4 101
5 055
5 484
5 113
3 371
519
-3 559
-4 718
-570
237
2 220
-2 384
-2 920
2 831
830
1 945
-361
-795
-108
194
-302
-1 890
-1 009
13 529
14 536
15 318
14 073
13 081
13 003
12 768
13 102
12 961
12 398
12 852
12 503
12 745
13 020
12 914
12 621
12 563
12 375
11 481
182
1 456
2 405
1 490
659
358
324
938
611
256
978
885
1 228
1 335
1 067
829
1 140
1 117
553
13 090
12 859
12 708
12 418
12 313
12 549
12 355
12 066
12 299
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112,6
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103,1
111,7
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108,0
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108,9
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119,2
127,1
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64
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-12
-44
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157
191
-2
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-49
-45
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388
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417
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567
552
556
537
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4,5
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4,4
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4,1
4,1
4,1
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5,5
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ԥ
50
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190
-180
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258
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18 558
19 270
20 231
20 158
19 401
74,8
79,5
79,2
84,1
86,6
95,7
106,4
113,5
124,8
128,9
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147,0
173,0
176,7
182,7
191,1
190,0
182,6
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
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x
x
x
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x
x
Quadros estatísticos
Grupos de
produtos
Anos
102
Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o
macronutriente
Portugal
1990 - 2008 (Po)
Anos
Macronutrientes
Unidade
1990
1991
1992
1993
1994
Quadro 85 - Capitações diárias totais de
produtos alimentares e bebidas alcoólicas,
Quadro
- Capitações diárias totais de
segundo87
o macronutriente
produtos alimentares e bebidas alcoólicas,
segundo o macronutriente
População residente no país em 30 Junho
Proteínas
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Hidratos de carbono
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Gorduras
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Álcool
Total
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Calorias
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
9,9
9,9
10,0
10,0
10,0
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
107,5
106,6
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0,9
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110,1
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2,3
3,3
29,7
2,5
13,5
15,4
2,7
1,3
0,9
0,9
0,0
112,8
111,9
27,0
9,2
0,0
3,1
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13,8
15,5
2,8
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0,9
0,0
113,3
112,4
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8,8
0,0
2,8
2,1
3,4
32,3
2,7
14,1
15,5
2,8
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0,9
0,9
0,0
g
"
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"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
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"
462,5
457,1
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0,0
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0,1
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g
"
"
"
"
"
"
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"
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"
"
"
"
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124,1
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0,0
0,3
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132,0
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"
"
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5,1
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26,2
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21,1
4,8
nº
"
"
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"
"
"
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"
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"
"
"
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219
182
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29
220
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725
47
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177
35
3 682
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172
296
30
224
80
741
48
209
174
35
3 700
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31
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81
769
50
206
171
35
106 habitantes
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2010
103
Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o
macronutriente (cont.)
Portugal
1990 - 2008 (Po)
Macronutrientes
População residente no país em 30 Junho
Proteínas
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Hidratos de carbono
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Gorduras
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Álcool
Total
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Calorias
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Unidade
1995
1996
1997
1998
1999
106 habitantes
10,0
10,1
10,1
10,1
10,2
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"
"
"
"
"
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"
"
"
"
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0,8
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g
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"
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142,4
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324
29
240
77
811
55
196
165
31
3 784
3 586
1 148
254
344
35
45
180
344
31
248
77
818
62
198
167
31
3 846
3 652
1 159
244
348
34
47
197
361
31
257
77
831
66
194
163
31
(continua)
Quadros estatísticos
Anos
104
Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, segundo o
macronutriente (cont.)
Portugal
1990 - 2008 (Po)
Anos
Macronutrientes
População residente no país em 30 Junho
Proteínas
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Hidratos de carbono
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Gorduras
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Álcool
Total
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Calorias
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Unidade
2000
2001
2002
2003
106 habitantes
10,2
10,3
10,4
10,4
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
119,0
118,2
27,5
6,1
0,0
2,3
3,0
4,0
37,7
2,8
16,5
13,5
3,2
1,6
0,8
0,8
0,0
119,3
118,5
27,8
6,1
0,0
2,3
3,1
3,8
37,2
3,0
17,0
13,4
3,1
1,7
0,8
0,8
0,0
120,1
119,3
28,0
5,9
0,0
2,2
3,3
4,2
37,8
3,0
16,9
13,1
3,1
1,8
0,8
0,8
0,0
119,9
119,1
27,8
5,7
0,0
2,3
4,2
3,9
37,2
2,8
17,2
13,1
3,2
1,7
0,8
0,8
0,0
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
467,6
462,1
251,2
50,5
87,0
6,0
8,1
32,1
0,5
0,0
17,4
0,1
0,1
9,1
5,5
5,2
0,3
472,0
466,7
253,8
50,1
88,4
5,9
8,8
31,3
0,5
0,0
18,0
0,1
0,1
9,7
5,3
5,0
0,3
475,4
470,2
255,5
49,0
89,4
5,8
9,0
33,0
0,5
0,0
17,7
0,1
0,1
10,1
5,2
4,9
0,3
466,2
461,1
252,9
46,6
85,3
6,0
11,1
31,2
0,5
0,0
17,7
0,1
0,1
9,6
5,1
4,8
0,3
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
145,3
145,3
4,8
0,0
0,0
0,2
0,5
5,8
23,7
2,3
13,9
1,9
89,9
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143,1
143,1
4,9
0,0
0,0
0,2
0,6
5,3
23,6
2,5
14,3
1,8
87,4
2,5
142,5
142,5
5,0
0,0
0,0
0,2
0,6
5,9
23,8
2,5
14,2
1,8
85,9
2,6
143,0
143,0
4,7
0,0
0,0
0,2
0,7
5,6
23,3
2,3
14,2
1,8
87,8
2,4
g
"
"
23,4
19,0
4,4
23,2
18,7
4,5
23,0
18,5
4,5
22,4
18,6
3,8
nº
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
3 820
3 631
1 159
227
346
35
49
198
367
32
262
71
822
63
189
157
32
3 820
3 633
1 173
225
354
34
53
191
363
34
269
70
799
68
187
154
33
3 830
3 645
1 179
220
357
34
55
205
368
34
268
68
786
71
185
152
33
3 797
3 615
1 168
209
340
35
68
193
362
32
269
68,0
803
68
182
154
28
(continua)
Estatísticas Agrícolas 2010
105
Quadro 87 - Capitações diárias totais de produtos alimentares e bebidas alcoólicas,
segundo o macronutriente (cont.)
Portugal
1990 - 2008 (Po)
Macronutrientes
População residente no país em 30 Junho
Proteínas
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Hidratos de carbono
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Gorduras
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Álcool
Total
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Calorias
Total
Produtos alimentares:
Cereais e arroz
Raízes e tubérculos
Açúcares
Leguminosas secas
Produtos hortícolas
Frutos, incluindo azeitona
Carne e miudezas comestíveis
Ovos
Leite e derivados do leite
Pescado
Óleos e gorduras
Outros produtos alimentares
Bebidas alcoólicas:
Bebidas alcoólicas fermentadas
Outras bebidas alcoólicas
Unidade
2004
2005
2006
2007
2008
106 habitantes
10,5
10,5
10,6
10,6
10,6
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
119,8
119,0
27,7
5,7
0,0
2,3
3,9
3,9
37,6
2,9
17,5
12,7
3,1
1,7
0,8
0,8
0,0
118,5
117,7
27,2
5,1
0,0
2,3
3,7
3,4
37,7
2,7
17,9
12,8
3,2
1,7
0,8
0,8
0,0
120,3
119,5
27,5
5,4
0,0
2,3
3,8
3,5
38,1
2,7
18,1
13,1
3,2
1,8
0,8
0,8
0,0
123,1
122,3
27,6
5,4
0,0
2,4
3,9
3,2
39,6
2,8
18,2
14,1
3,3
1,8
0,8
0,8
0,0
123,6
122,9
27,9
5,2
0,0
2,4
3,8
3,4
39,6
2,8
18,2
14,2
3,5
1,9
0,7
0,7
0,0
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
465,4
460,2
251,5
46,8
84,5
6,1
10,4
31,8
0,5
0,0
18,2
0,1
0,1
10,2
5,2
4,9
0,3
453,7
448,5
249,8
42,0
82,0
6,0
10,1
29,1
0,5
0,0
18,6
0,1
0,1
10,2
5,2
4,9
0,3
456,3
451,3
250,5
44,8
79,8
6,0
10,3
29,6
0,5
0,0
19,0
0,1
0,1
10,6
5,0
4,7
0,3
454,3
449,4
251,0
44,9
76,3
6,3
10,4
30,1
0,5
0,0
18,8
0,1
0,1
10,9
4,9
4,6
0,3
458,3
453,5
254,0
42,8
78,5
6,2
10,3
30,5
0,5
0,0
19,1
0,1
0,1
11,4
4,8
4,5
0,3
g
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
144,1
144,1
4,7
0,0
0,0
0,2
0,7
5,6
23,6
2,4
14,6
1,7
88,0
2,6
147,0
147,0
4,6
0,0
0,0
0,2
0,6
5,1
23,6
2,3
14,6
1,7
91,7
2,6
144,6
144,6
4,7
0,0
0,0
0,2
0,7
5,0
23,8
2,2
14,7
1,9
88,6
2,8
148,4
148,4
4,8
0,0
0,0
0,2
0,7
4,8
25,0
2,3
15,0
2,1
90,7
2,8
147,2
147,2
4,9
0,0
0,0
0,2
0,7
4,6
24,9
2,3
14,6
2,1
90,0
2,9
g
"
"
22,4
18,6
3,8
22,1
18,4
3,7
21,2
17,6
3,6
21,0
17,4
3,6
20,5
17,0
3,5
nº
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
"
3 797
3 615
1 161
210
337
36
64
195
366
33
273
65
804
71
182
154
28
3 774
3 595
1 152
188
328
35
62
180
366
31
277
66
839
71
179
152
27
3 768
3 595
1 157
201
319
35
63
181
372
31
282
70
810
74
173
147
26
3 802
3 631
1 159
201
305
37
64
180
386
32
283
76
831
77
171
145
26
3 805
3 640
1174
192
314
36
63
181
385
32
282
76
825
80
165
140
25
Quadros estatísticos
Anos
106
XV - AGRO-INDÚSTRIA
Quadro 88 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas
Portugal
2008-2009
Quantidades produzidas
Produtos
101 - Abate de animais, preparação e conservação
de carne e de produtos à base de carne (a)
1011 - Abate de gado (produção de carne) (a)
Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas
Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas
1012 - Abate de aves (produção de carne)
Carnes de aves, refrigeradas
1013 - Fabricação de produtos à base de carne
Preparações e conservas de suíno
Enchidos
102 - Preparação e conservação de peixes,
crustáceos e moluscos
Peixes de água salgada, congelados
Bacalhau salgado seco (inclui desfiado)
Preparações e conservas de sardinha
Conservas de atum
Invertebrados aquáticos, congelados
103 - Preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas (b)
1031 - Preparação e conservação de batatas
1032 - Fabricação de sumos de frutos e de
produtos hortícolas (c)
Sumos de laranja
1039 - Outra preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas
10391 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas
10392 - Secagem e desidratação de frutos e de
produtos hortícolas
10393 - Fabricação de doces, compotas, geleias
e marmelada
Marmelada
10394 - Descasque e transformação de frutos de casca
rija comestíveis
10395 - Preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas por outros processos
Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em
ácido acético
Preparações e conservação de tomate
104 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais
1041 - Produção de óleos e gorduras
Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados
(soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros)
1042 - Fabricação de margarinas e de gorduras
alimentares similares
105 - Indústria de lacticínios (b)
1051 - Indústria do leite e derivados
Leite
Leite em pó
Manteiga
Nata
Queijo de vaca
Iogurtes
1052 - Fabricação de gelados e sorvetes
Gelado de leite com gordura vegetal
Gelado de água
106 - Transformação de cereais e leguminosas;
fabricação de amidos, féculas e de produtos afins
1061 - Transformação de cereais e leguminosas
10611 - Moagem de cereais
Farinha de trigo
10612 - Descasque, branqueamento e outros
tratamentos do arroz
Arroz branqueado
Unidade
2008
2009 (Po)
t
t
«
«
t
«
t
«
«
979 014
547 189
63 246
320 307
252 049
232 907
179 776
74 017
59 839
1 012 787
532 323
77 478
311 193
290 544
249 740
189 920
73 037
61 189
t
«
«
«
«
«
205 735
60 643
41 554
12 939
12 939
13 341
214 608
67 103
54 518
16 347
16 347
13 419
t
22 868
19 956
1 000 l
1 000 l
150 392
17 095
152 549
21 752
t
t
459 197
66 646
…
69 545
t
2 945
…
t
«
5 744
4 271
5 822
4 451
t
33 273
39 759
t
350 589
311 629
«
«
t
t
2 852
269 684
1 509 427
1 470 356
3 629
245 517
1 610 800
1 572 218
«
200 123
«
39 071
Quadro 88 - Principais produtos produzidos quantidades produzidas
38 582
t
«
«
«
«
«
«
1 000 l
«
«
1 201 254
874 955
22 938
30 700
19 889
43 631
107 234
16 360
12 017
1 454
1 143 794
817 976
25 280
29 316
19 970
48 439
110 352
15 692
12 851
…
t
t
t
«
…
1 336 159
1 065 414
659 970
…
1 359 572
1 088 518
675 720
«
«
228 819
160 168
216 802
146 381
(a) Não inclui as peles.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Não inclui os "sumos de laranja congelados, não concentrados, não fermentado e sem adição de álcool"
Estatísticas Agrícolas 2010
184 009
(continua)
107
Quadro 88 - Principais produtos produzidos - quantidades produzidas (cont.)
Portugal
2008-2009
Produtos
10613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e.
Farinhas compostas
1062 - Fabricação de amidos, féculas e produtos afins
107 - Fabricação de produtos de padaria e outros
produtos à base de farinha
1071 - Panificação e pastelaria
Pão de trigo
Pastelaria fresca
Doçaria regional
1072 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e
pastelaria de conservação
Waffles e waffers
Bolachas e biscoitos
1073 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus
e similares
Massas alimentícias (esparguete)
108 - Fabricação de outros produtos alimentares (a)
1081 - Indústria do açúcar
Açúcar
1082 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos
de confeitaria
10821 - Fabricação de cacau e chocolate
Chocolate
10822 - Fabricação de produtos de confeitaria
Amêndoas cobertas
Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas,
1083 - Indústria do café e do chá
Café
1084 - Fabricação de condimentos e temperos (a)
1085 - Fabricação de refeições e pratos pré-cozinhados
1086 - Fabricação de alimentos homogeneizados e
dietéticos
1089 - Fabricação de outros produtos alimentares, n.e
10891 - Fabricação de fermentos, leveduras e adjuvantes
para panificação e pastelaria
10892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas
Preparações para sobremesa
10893 - Fabricação de outros produtos alimentares
diversos, n.e.
109 - Fabricação de alimentos para animais
1091 - Fabricação de alimentos para animais de criação
Alimentos compostos para suínos
Alimentos compostos para bovinos
Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos
Alimentos para a criação de outros animais
1092 - Fabricação de alimentos para animais de companhia
110 - Indústria das bebidas (b)
1101 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c)
1102 - Indústria do vinho (d)
1103 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas
de frutos
1104 - Fabricação de vermutes e de outras bebidas
fermentadas não destiladas
1105 - Fabricação de cerveja (e)
Cerveja
1106 - Fabricação de malte
1107 - Fab. de refrigerantes; produção de águas minerais
naturais e de outras águas engarrafadas
11071 - Engarrafamento de águas minerais naturais e
de nascente
Águas minerais naturais
11072 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas
não alcoólicas, n.e.
Refrigerantes
120 - Indústria do tabaco (b)
Cigarros
Unidade
2008
2009 (Po)
t
«
t
41 926
26 424
…
54 252
22 632
…
t
t
«
«
«
490 377
322 007
155 516
21 135
13 385
477 291
321 952
156 614
19 698
15 884
t
«
«
88 431
1 824
48 520
76 300
1 838
38 906
t
«
t
t
«
79 939
31 078
829 085
503 137
473 901
79 039
32 108
885 609
545 583
527 688
t
t
«
t
«
«
t
«
t
t
16 157
4 656
…
11 501
1 675
3 517
42 563
36 509
133 534
3 922
15 879
4 714
…
11 165
1 691
3 166
45 463
38 715
136 102
5 549
t
t
20 889
108 883
21 309
115 724
t
t
«
34 987
12 909
3 007
34 478
14 517
2 870
t
t
t
«
«
«
«
t
60 987
3 914 239
3 876 247
1 152 138
1 063 743
1 126 594
533 773
37 992
66 729
3 548 728
3 510 897
986 038
956 966
1 081 484
486 409
37 831
17 565
508 746
16 579
526 361
1 000 l
2 171
2 681
l
1 000 l
«
t
0
814 801
814 801
…
0
742 080
742 080
…
1 000 l
1 753 176
1 809 923
1 000 l
«
1 121 333
614 565
1 130 665
584 410
1 000 l
«
631 843
630 391
679 258
678 126
24 645 595
24 810 792
1 000 l alc
(100%)
1 000 l
1 000 unid.
(a) Não inclui os vinagres.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais".
(d) Não inclui "desperdícios da produção do vinho (inclui bagaço de uva); borras e tártaro em bruto".
(e) Não inclui "Borras e desperdícios (dreches) da indústria da cerveja e da destilação ".
Quadros estatísticos
Quantidades produzidas
108
Quadro 89 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas
Portugal
2008-2009
Quantidades vendidas
Produtos
101 - Abate de animais, preparação e conservação
de carne e de produtos à base de carne (a)
1011 - Abate de gado (produção de carne) (a)
Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas
Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas
1012 - Abate de aves (produção de carne)
Carnes de aves, refrigeradas
1013 - Fabricação de produtos à base de carne
Preparações e conservas de suíno
Enchidos
102 - Preparação e conservação de peixes,
crustáceos e moluscos
Peixes de água salgada, congelados
Bacalhau salgado seco (inclui desfiado)
Preparações e conservas de sardinha
Conservas de atum
Invertebrados aquáticos, congelados
103 - Preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas (b)
1031 - Preparação e conservação de batatas
1032 - Fabricação de sumos de frutos e de
produtos hortícolas (c)
Sumos de laranja
1039 - Outra preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas
10391 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas
10392 - Secagem e desidratação de frutos e de
produtos hortícolas
10393 - Fabricação de doces, compotas, geleias
e marmelada
Marmelada
10394 - Descasque e transformação de frutos de casca
rija comestíveis
10395 - Preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas por outros processos
Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em
ácido acético
Preparações e conservação de tomate
104 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais
1041 - Produção de óleos e gorduras
Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados
(soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros)
1042 - Fabricação de margarinas e de gorduras
alimentares similares
105 - Indústria de lacticínios (b)
1051 - Indústria do leite e derivados
Leite
Leite em pó
Manteiga
Nata
Queijo de vaca
Iogurtes
1052 - Fabricação de gelados e sorvetes
Gelado de leite com gordura vegetal
Gelado de água
106 - Transformação de cereais e leguminosas;
fabricação de amidos, féculas e de produtos afins
1061 - Transformação de cereais e leguminosas
10611 - Moagem de cereais
Farinha de trigo
10612 - Descasque, branqueamento e outros
tratamentos do arroz
Arroz branqueado
Unidade
2008
2009 (Po)
t
t
«
«
t
«
t
«
«
789 761
380 463
26 800
237 017
243 238
224 500
166 060
72 321
58 820
797 174
361 817
28 720
229 769
260 621
238 557
174 736
70 609
60 334
t
«
«
«
«
«
175 382
53 886
33 979
13 131
13 131
8 846
171 591
54 494
37 644
14 756
14 756
9 168
t
22 140
19 919
1 000 l
1 000 l
135 844
15 273
129 629
16 975
t
t
404 496
67 150
…
64 391
t
2 948
…
t
«
5 664
4 254
5 737
4 358
t
31 245
40 554
t
297 489
253 978
«
«
t
t
2 860
216 554
1 419 976
1 383 345
3 636
194 141
1 568 844
1 532 615
198 285
187 754
36 631
36 229
t
«
«
«
«
«
«
1 000 l
«
«
1 164 063
850 511
20 681
28 808
18 984
46 254
104 257
16 320
12 047
1 438
1 145 285
825 704
25 419
30 669
21 134
49 433
106 242
15 539
12 690
…
t
t
t
«
…
1 301 368
1 033 563
643 896
…
1 310 004
1 043 445
655 824
«
«
225 530
156 065
213 992
146 090
Quadro 89 - Principais produtos produzidos quantidades vendidas
«
«
(a) Não inclui as peles.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Não inclui os "sumos de laranja congelados, não concentrados, não fermentado e sem adição de álcool"
Estatísticas Agrícolas 2010
(continua)
109
Quadro 89 - Principais produtos produzidos - quantidades vendidas (cont.)
Portugal
2008-2009
Produtos
10613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e.
Farinhas compostas
1062 - Fabricação de amidos, féculas e produtos afins
107 - Fabricação de produtos de padaria e outros
produtos à base de farinha
1071 - Panificação e pastelaria
Pão de trigo
Pastelaria fresca
Doçaria regional
1072 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e
pastelaria de conservação
Waffles e waffers
Bolachas e biscoitos
1073 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus
e similares
Massas alimentícias (esparguete)
108 - Fabricação de outros produtos alimentares (a)
1081 - Indústria do açúcar
Açúcar
1082 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos
de confeitaria
10821 - Fabricação de cacau e chocolate
Chocolate
10822 - Fabricação de produtos de confeitaria
Amêndoas cobertas
Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas,
1083 - Indústria do café e do chá
Café
1084 - Fabricação de condimentos e temperos (a)
1085 - Fabricação de refeições e pratos pré-cozinhados
1086 - Fabricação de alimentos homogeneizados e
dietéticos
1089 - Fabricação de outros produtos alimentares, n.e
10891 - Fabricação de fermentos, leveduras e adjuvantes
para panificação e pastelaria
10892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas
Preparações para sobremesa
10893 - Fabricação de outros produtos alimentares
diversos, n.e.
109 - Fabricação de alimentos para animais
1091 - Fabricação de alimentos para animais de criação
Alimentos compostos para suínos
Alimentos compostos para bovinos
Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos
Alimentos para a criação de outros animais
1092 - Fabricação de alimentos para animais de companhia
110 - Indústria das bebidas (b)
1101 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (c)
1102 - Indústria do vinho (d)
1103 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas
de frutos
1104 - Fabricação de vermutes e de outras bebidas
fermentadas não destiladas
1105 - Fabricação de cerveja (e)
Cerveja
1106 - Fabricação de malte
1107 - Fab. de refrigerantes; produção de águas minerais
naturais e de outras águas engarrafadas
11071 - Engarrafamento de águas minerais naturais e
de nascente
Águas minerais naturais
11072 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas
não alcoólicas, n.e.
Refrigerantes
120 - Indústria do tabaco (b)
Cigarros
Unidade
2008
2009 (Po)
t
«
t
42 275
26 945
…
52 567
22 235
…
t
t
«
«
«
482 598
314 061
151 008
20 848
12 342
473 578
317 651
154 429
19 342
15 726
t
«
«
88 028
1 806
48 743
77 369
1 788
38 856
t
«
t
t
«
80 509
30 610
808 355
503 098
477 422
78 558
29 686
839 680
519 738
498 381
t
t
«
t
«
«
t
«
t
t
16 121
4 534
…
11 587
1 688
3 235
42 281
36 216
133 673
3 914
15 822
4 696
…
11 126
1 635
3 206
45 135
38 288
138 267
5 500
t
t
20 400
88 868
21 964
93 253
t
t
«
17 071
12 873
2 974
16 597
14 480
2 867
t
t
t
«
«
«
«
t
58 924
3 818 530
3 781 592
1 130 573
1 056 460
1 089 555
505 004
36 938
62 176
3 491 985
3 455 237
977 703
954 856
1 044 898
477 780
36 748
17 666
485 621
12 967
460 481
1 000 l
2 096
2 179
l
1 000 l
«
t
0
773 809
773 809
…
0
739 571
739 571
…
1 000 l
1 663 413
1 785 708
1 000 l
«
1 077 259
572 878
1 116 618
573 838
1 000 l
«
586 154
584 692
669 090
667 964
25 104 103
24 470 005
1 000 l alc
(100%)
1 000 l
1 000 unid.
(a) Não inclui os vinagres.
(b) A ausência de totais deve-se à diferença da unidade nos produtos.
(c) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais".
(d) Não inclui "desperdícios da produção do vinho (inclui bagaço de uva); borras e tártaro em bruto".
(e) Não inclui "Borras e desperdícios (dreches) da indústria da cerveja e da destilação ".
Quadros estatísticos
Quantidades vendidas
110
Quadro 90 - Principais produtos produzidos - valor das vendas
Unidade: 103 Euros
Portugal
Valor de Vendas
Produtos
Unidade
2008-2009
2008
2009 (Po)
Quadro 90 - Principais produtos produzidos valor das vendas
10 - Indústrias alimentares
11 - Indústrias das bebidas
101 - Abate de animais, preparação e conservação
de carne e de produtos à base de carne (a)
1011 - Abate de gado (produção de carne) (a)
Carnes de bovino inteiras e em peças, refrigeradas
Carnes de suíno inteiras e em pedaços, refrigeradas
1012 - Abate de aves (produção de carne)
Carnes de aves, refrigeradas
1013 - Fabricação de produtos à base de carne
Preparações e conservas de suíno
Enchidos
102 - Preparação e conservação de peixes,
crustáceos e moluscos
Peixes de água salgada, congelados
Bacalhau salgado seco (inclui desfiado)
Preparações e conservas de sardinha
Conservas de atum
Invertebrados aquáticos, congelados
103 - Preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas (b)
1031 - Preparação e conservação de batatas
1032 - Fabricação de sumos de frutos e de
produtos hortícolas (b)
Sumos de laranja
1039 - Outra preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas
10391 - Congelação de frutos e de produtos hortícolas
10392 - Secagem e desidratação de frutos e de
produtos hortícolas
10393 - Fabricação de doces, compotas, geleias
e marmelada
Marmelada
10395 - Preparação e conservação de frutos e de
produtos hortícolas por outros processos
Produtos hortícolas e frutos conservados em vinagre ou em
ácido acético
Preparações e conservação de tomate
104 - Produção de óleos e gorduras animais e vegetais
1041 - Produção de óleos e gorduras
Óleos refinados e suas fracções, não quimicamente modificados
(soja, azeitonas, girassol, óleos alimentares e outros)
1042 - Fabricação de margarinas e de gorduras
alimentares similares
105 - Indústria de lacticínios
1051 - Indústria do leite e derivados
Leite
Leite em pó
Manteiga
Nata
Queijo de vaca
Iogurtes
1052 - Fabricação de gelados e sorvetes
Gelado de leite com gordura vegetal
Gelado de água
106 - Transformação de cereais e leguminosas;
fabricação de amidos, féculas e de produtos afins
1061 - Transformação de cereais e leguminosas
10611 - Moagem de cereais
Farinha de trigo
10612 - Descasque, branqueamento e outros
tratamentos do arroz
Arroz branqueado
(a) Não inclui as peles.
(b) Não inclui os "sumos de laranja congelados, não concentrados, não fermentado e sem adição de álcool"
Estatísticas Agrícolas 2010
9 011 920
2 469 979
8 356 846
2 488 688
1 764 326
786 643
124 708
517 834
465 952
437 616
511 731
265 410
171 050
1 764 191
735 607
128 050
487 847
489 715
459 382
538 869
261 597
180 457
767 114
176 420
257 382
57 826
57 826
28 797
703 692
178 897
212 333
74 861
74 861
30 795
…
83 400
…
81 761
136 047
12 126
104 541
11 262
…
55 523
…
57 729
…
…
8 610
4 933
8 842
4 870
232 956
225 277
3 583
148 432
830 264
785 780
3 703
155 579
715 045
680 627
204 140
141 332
44 484
1 396 482
1 353 784
522 721
61 806
96 375
37 268
224 686
232 472
42 698
31 359
1 578
34 418
1 272 472
1 235 178
444 104
58 356
91 295
35 881
221 784
221 799
37 294
29 276
…
…
541 582
358 466
253 408
…
452 940
278 188
203 797
137 148
119 901
121 999
105 872
(continua)
111
Quadro 90 - Principais produtos produzidos - valor das vendas (cont.)
Unidade: 103 Euros
Valor de Vendas
Produtos
10613 - Transformação de cereais e leguminosas, n.e.
Farinhas compostas
1062 - Fabricação de amidos, féculas e produtos afins
107 - Fabricação de produtos de padaria e outros
produtos à base de farinha
1071 - Panificação e pastelaria
Pão de trigo
Pastelaria fresca
Doçaria regional
1072 - Fabricação de bolachas, biscoitos, tostas e
pastelaria de conservação
Waffles e waffers
Bolachas e biscoitos
1073 - Fabricação de massas alimentícias, cuscus
e similares
Massas alimentícias (esparguete)
108 - Fabricação de outros produtos alimentares (a)
1081 - Indústria do açúcar
Açúcar
1082 - Indústria do cacau, chocolate e dos produtos
de confeitaria
10821 - Fabricação de cacau e chocolate
Chocolate
10822 - Fabricação de produtos de confeitaria
Amêndoas cobertas
Frutos, cascas de frutos e outras partes de plantas,
1083 - Indústria do café e do chá
Café
1084 - Fabricação de condimentos e temperos (a)
1085 - Fabricação de refeições e pratos pré-cozinhados
1086 - Fabricação de alimentos homogeneizados e
dietéticos
1089 - Fabricação de outros produtos alimentares, n.e
10891 - Fabricação de fermentos, leveduras e adjuvantes
para panificação e pastelaria
10892 - Fabricação de caldos, sopas e sobremesas
Preparações para sobremesa
10893 - Fabricação de outros produtos alimentares
diversos, n.e.
109 - Fabricação de alimentos para animais
1091 - Fabricação de alimentos para animais de criação
Alimentos compostos para suínos
Alimentos compostos para bovinos
Alimentos compostos para frangos, galinhas e pintos
Alimentos para a criação de outros animais
1092 - Fabricação de alimentos para animais de companhia
110 - Indústria das bebidas
1101 - Fabricação de bebidas alcoólicas destiladas (b)
1102 - Indústria do vinho (c)
1103 - Fabricação de cidra e outras bebidas fermentadas
de frutos
1104 - Fabricação de vermutes e de outras bebidas
fermentadas não destiladas
1105 - Fabricação de cerveja (d)
Cerveja
1106 - Fabricação de malte
1107 - Fab. de refrigerantes; produção de águas minerais
naturais e de outras águas engarrafadas
11071 - Engarrafamento de águas minerais naturais e
de nascente
Águas minerais naturais
11072 - Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas
não alcoólicas, n.e.
Refrigerantes
120 - Indústria do tabaco
Cigarros
Unidade
2008-2009
2008
2009 (Po)
t
«
t
45 968
23 859
…
52 753
24 188
…
t
t
«
«
«
918 790
617 947
227 527
111 508
41 873
911 987
621 389
229 697
109 504
47 859
t
«
«
220 670
3 752
102 918
221 478
4 086
88 466
t
«
t
t
«
80 173
27 542
964 983
312 630
307 742
69 120
22 548
1 001 103
312 637
308 492
t
t
«
t
«
«
t
«
t
t
56 451
21 682
…
34 769
7 647
6 062
317 391
279 296
48 728
13 384
55 692
22 041
…
33 651
7 469
5 922
335 545
294 465
49 889
17 879
t
t
76 670
139 729
83 244
146 217
t
t
«
17 559
30 158
9 937
18 506
32 996
9 625
t
t
t
«
«
«
«
t
92 012
1 213 111
1 183 799
350 952
304 700
356 113
172 033
29 312
2 469 979
94 715
971 057
956 502
266 136
233 065
306 462
150 839
14 555
2 488 688
63 046
948 827
56 296
950 089
1 000 l
…
…
l
1 000 l
«
t
0
629 042
626 474
…
0
631 830
629 346
…
1 000 l
801 626
830 853
1 000 l
«
243 053
188 660
251 065
191 645
1 000 l
«
558 573
557 308
434 281
386 326
579 788
578 634
438 878
365 573
1 000 l alc
(100%)
1 000 l
1 000 unid.
(a) Não inclui os vinagres.
(b) Não inclui "desperdícios resultantes da destilação (bagaços de frutas), excepto cereais".
(c) Não inclui "desperdícios da produção do vinho (inclui bagaço de uva); borras e tártaro em bruto".
(d) Não inclui "Borras e desperdícios (dreches) da indústria da cerveja e da destilação ".
Quadros estatísticos
Portugal
112
Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3, em 2009
Quadro
91 - Empresas - Principais variáveis
por classes da CAE rev.3, em 2009
Portugal
2009
Principais variáveis
Custos
Empresas
CAE rev.3
Pessoal ao serviço
Custos totais
Principais variáveis
9 426
619
191
221
495
430
256
6 516
573
125
1 035
4
Fornecimentos
e serviços
externos
95 139
16 688
6 613
3 626
2 308
6 840
1 794
45 971
7 748
3 551
13 901
…
1 332 455
228 140
91 141
60 890
40 400
136 519
34 625
488 043
183 975
68 721
303 285
…
Vendas
Prestações de
serviços
7 338 898
1 605 553
761 844
352 439
696 932
945 771
415 898
753 609
829 623
977 229
1 455 121
…
Formação bruta
de capital fixo
103 Euros
1 661 192
247 726
99 173
91 487
82 959
282 830
67 277
336 411
361 089
92 240
787 305
…
Fonte: INE; I. P., Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE)
Estatísticas Agrícolas 2010
11 196 407
2 214 241
1 024 246
564 846
874 449
1 485 528
550 507
1 746 781
1 512 249
1 223 561
3 053 542
…
Proveitos
Proveitos totais
CAE rev.3
10 - Total
101 Abat. anim., conser. de carne
102 Indústria trans. da pesca e aqui.
103 Ind. conser. frutos e prod. hort.
104 Prod. óleos e gord. animais
105 Indústria de lacticínios
106 Trans. cereais, legum. e afins
107 Fabr. de prod. padaria e outros
108 Fabri. de outros prod. aliment.
109 Fabr. de alim. para animais
11 Indústria das bebidas
12 Indústria do tabaco
Custos das mercadorias
vendidas
e materiais consumidos
103 Euros
nº
10 - Total
101 Abat. anim., conser. de carne
102 Indústria trans. da pesca e aqui.
103 Ind. conser. frutos e prod. hort.
104 Prod. óleos e gord. animais
105 Indústria de lacticínios
106 Trans. cereais, legum. e afins
107 Fabr. de prod. padaria e outros
108 Fabri. de outros prod. aliment.
109 Fabr. de alim. para animais
11 Indústria das bebidas
12 Indústria do tabaco
Custos com
o pessoal
11 470 902
2 241 482
1 028 009
583 577
900 854
1 554 203
572 265
1 779 184
1 574 824
1 236 504
3 091 213
…
10 578 013
2 107 797
959 283
485 217
814 053
1 531 488
557 952
1 445 976
1 480 755
1 195 493
2 803 541
…
506 538
76 852
33 871
36 769
38 473
6 148
3 029
284 985
18 476
7 936
103 673
…
535 020
116 856
47 926
118 683
46 406
32 429
6 999
113 736
55 723
-3 737
129 270
…
113
Quadro 92 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009
Portugal
Principais variáveis
NUTS II/CAE rev.3
Empresas
nº
Custos Totais
Volume de negócios
VAB pm
103 Euros
2009
Form. bruta de capital fixo
Quadro 91 - Empresas - Principais variáveis
por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
101
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
102
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
103
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
104
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
105
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
9 426
8 984
2 923
2 965
1 346
1 313
437
272
170
11 196 407
…
2 565 036
3 074 566
3 355 296
1 424 211
…
…
…
11 084 551
…
2 607 043
3 021 660
3 318 140
1 399 226
…
…
…
2 182 956
…
544 129
525 147
704 698
257 962
…
…
…
535 020
…
93 509
160 221
70 617
169 679
…
…
…
619
585
188
202
73
116
6
30
4
2 214 241
2 145 381
448 745
882 918
424 637
386 980
2 102
49 960
18 900
2 184 649
2 120 216
441 702
869 684
423 692
383 081
2 056
49 950
14 483
348 335
334 958
74 020
126 646
71 074
62 764
454
10 797
2 580
116 856
114 394
14 248
38 478
5 277
56 339
52
2 685
-223
191
173
74
62
17
8
12
12
6
1 024 246
945 133
162 707
606 918
85 249
73 472
16 787
…
…
993 154
925 279
159 869
593 147
85 229
70 387
16 647
…
…
145 329
131 280
28 687
73 485
16 873
7 849
4 385
…
…
47 926
46 362
4 996
36 533
4 153
391
288
…
…
221
211
46
60
33
58
14
7
3
564 846
…
…
151 232
…
259 599
21 965
…
…
521 986
…
…
142 465
…
242 893
20 514
…
…
114 735
…
…
28 846
…
59 570
2 105
…
…
118 683
…
…
34 176
…
79 813
-352
…
…
495
495
108
239
32
109
7
//
//
874 449
874 449
…
…
…
…
…
//
//
852 526
852 526
…
…
…
…
…
//
//
94 180
94 180
…
…
…
…
…
//
//
46 406
46 406
…
…
…
…
…
//
//
430
381
43
139
50
134
15
43
6
1 485 528
1 170 760
677 958
137 074
284 806
67 972
2 949
306 407
8 360
1 537 636
1 235 632
726 481
135 457
306 098
64 490
3 106
293 766
8 238
278 210
242 495
112 402
29 556
90 239
8 907
1 391
33 147
2 568
32 429
23 982
6 439
7 146
7 642
2 477
279
8 292
154
Fonte: INE; I. P., Sistema de Contas Integradas das Empresas(SCIE)
(continua)
Quadros estatísticos
10
114
Quadro 92 - Empresas - Principais variáveis por classes da CAE rev.3 e NUTS II, em 2009 (cont.)
Portugal
Principais variáveis
NUTS II/CAE rev.3
106
Portugal
Empresas
nº
Custos Totais
2009
Form. bruta de capital fixo
Volume de negócios
VAB pm
103 Euros
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
256
241
81
99
24
28
9
12
3
550 507
…
262 186
…
121 347
…
2 610
…
9 262
560 981
…
267 968
…
121 429
…
2 382
…
9 245
78 882
…
31 952
…
18 866
…
376
…
2 168
6 999
…
2 781
…
1 627
…
24
…
256
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
6 516
6 230
2 210
1 979
924
762
355
148
138
1 746 781
1 669 337
573 847
413 343
506 817
121 575
53 755
25 502
51 942
1 730 960
1 656 219
574 858
416 419
487 258
124 151
53 532
26 183
48 558
654 447
623 539
209 090
162 237
172 920
55 675
23 618
11 121
19 787
113 736
108 515
44 629
22 491
24 650
12 773
3 971
1 815
3 405
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
573
553
157
19
134
170
73
12
8
1 512 249
1 500 593
234 840
13 174
118 859
987 541
146 180
9 705
1 951
1 499 231
1 492 435
233 729
12 830
117 161
978 773
149 942
5 202
1 594
329 560
329 043
52 774
2 871
23 473
228 159
21 766
64
453
55 723
62 605
8 734
389
6 960
41 979
4 544
-6 698
-184
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
125
115
16
51
23
25
//
8
2
1 223 561
1 128 575
103 011
617 419
198 749
209 396
//
…
…
1 203 428
1 108 502
103 398
598 199
195 866
211 039
//
…
…
139 278
121 904
11 860
54 770
32 159
23 115
//
…
…
-3 737
-28 633
2 267
5 757
-39 209
2 553
//
…
…
1035
3 053 542
…
1 310 980
321 860
1 108 873
233 793
…
…
…
2 907 214
…
1 345 970
322 918
965 006
202 223
…
…
…
691 678
…
331 506
105 305
180 264
50 951
…
…
…
129 270
…
58 003
25 916
28 159
12 797
…
…
…
…
//
//
…
…
//
//
…
…
//
//
…
…
//
//
…
…
…
…
//
//
…
…
//
//
…
…
//
//
…
…
//
//
…
…
107
Portugal
108
Portugal
109
Portugal
11
Portugal
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
981
Continente
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2
448
291
86
125
31
30
24
12
Portugal
4
//
//
2
//
//
1
1
Fonte: INE; I. P., Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE)
Estatísticas Agrícolas 2010
115
Quadro 93 - Consumo de matérias-primas pela indústria de alimentos compostos para animais
Quadro
93 - Consumo
de matérias-primas
e produção obtida
pela indústria de alimentos compostos para
animais e produção obtida
Unidade: t
Anos
Matérias primas
2007
1- Matérias-primas consumidas
Cereais forrageiros
Aveia
Cevada
Milho
Sorgo
Trigo forrageiro
Trigo mole
Triticale
Centeio
Outros
Produtos substitutos dos cereais
Corn gluten feed
Farinha forrageira
Gritz de milho
Mandioca
Polpa de citrinos
Resíduos de cereais destilados
Outros
Subprodutos dos cereais
Sêmea de arroz
Sêmea de centeio
Sêmea de trigo
Outros
Subprodutos diversos
Alimpadura de trigo
Folhelho de uva
Polpa de beterraba
Dreches de cerveja
Outros
Bagaços de oleaginosas
De amendoim
De girassol
De soja
De palmiste
Outros
Produtos de origem animal
Farinha de carne
Farinha de peixe
Farinha de osso
Farinha de penas
Farinha de sangue
Leite em pó
Soro de leite
Subprodutos de aviário
Outros
Gorduras e alimentos líquidos
Gordura animal
Melaço
Óleo de soja
Proteaginosas
Soja integral
Ervilha forrageira
Faveta
Outras
Aditivos e diversos
Aglutinantes
Alfarroba
Carbonato de calcio
Dífosfato
Farinha de luzerna
Radículas de malte
Sal
Premix
Outros produtos da agricultura
Outros
2 - Produção obtida
Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA)
2007 - 2009
2008
3 410 123
1 749 665
4 282
138 989
1 310 934
10 831
196 750
69 273
14 115
115
4 376
167 368
44 329
12 803
1 802
43 095
32 663
30 785
1 891
118 813
3 663
0
113 181
1 969
34 171
1 325
10 697
20 385
99
1 665
824 127
2 086
98 005
579 685
59 700
84 651
8 968
3 148
2 449
0
0
0
1 031
1 221
0
1 119
113 431
12 801
90 162
10 468
121 337
118 913
1 554
464
406
272 243
19 898
6 706
71 104
31 479
40 389
308
10 633
16 444
12 819
62 463
3 410 123
2009
3 285 824
1 800 684
3 939
124 347
1 379 429
70 281
173 556
44 656
1 063
140
3 273
102 959
19 755
8 366
283
28 305
29 179
6 121
10 950
117 183
9 288
779
105 700
1 416
16 646
580
7 175
8 026
31
834
850 939
0
85 306
563 879
64 499
137 255
12 367
5 204
2 886
0
0
0
705
2 004
0
1 568
64 228
10 658
44 301
9 269
57 387
56 830
90
319
148
263 431
16 997
6 005
69 778
30 754
29 934
88
10 384
16 338
16 727
66 426
3 285 824
3 210 022
1 826 260
2 798
200 825
1 149 051
3 828
343 881
122 800
391
18
2 668
90 583
21 567
10 541
3 915
7 519
21 106
17 204
8 731
129 360
9 810
585
117 711
1 254
10 579
61
4 469
5 468
24
557
759 480
0
112 258
504 054
52 157
91 011
32 705
6 571
5 537
5 368
918
1 445
653
4 391
1 619
6 203
50 165
14 293
22 010
13 862
62 853
62 129
247
162
315
248 037
15 180
5 349
66 309
27 624
21 248
356
9 209
18 842
11 830
72 090
3 210 022
Quadros estatísticos
Portugal
116
Quadro 94 - Produção de alimentos compostos para animais
Portugal
Unidade: t
Anos
Grupos de referência
2007
Total (a)
Aves
Alimentos compostos completos
Carne
Postura e reprodução
Diversos
Alimentos complementares proteicos
Bovinos
Vitelos
Bovinos recria e engorda
Vacas leiteiras
Alimentos complementares proteicos
Outros
Alimentos aleitamento
Suínos
Alimentos compostos completos
Reprodutoras
Leitões
Crescimento e engorda
Outros
Alimentos complementares proteicos
Caprinos
Ovinos
Equídeos
Coelhos
Cães e gatos
Outros
2007 - 2009
2008
3 410 123
1 254 040
1 254 040
740 937
348 940
164 163
0
902 982
60 243
344 728
468 313
1 352
23 848
4 408
1 016 789
1 016 242
223 485
152 627
623 219
16 911
547
24 000
47 742
24 563
119 175
14 253
6 669
2009
3 285 824
1 218 152
1 218 152
735 776
320 002
162 374
0
845 009
44 538
300 826
425 459
1 091
72 891
204
1 004 230
1 004 230
199 797
144 554
639 693
20 186
0
19 771
40 670
26 809
105 138
19 129
6 916
3 210 022
1 280 103
1 280 103
754 794
368 757
156 552
0
767 181
31 065
283 357
382 380
3 154
66 896
329
902 951
902 045
175 428
131 013
578 262
17 342
906
18 762
33 790
24 747
97 416
48 982
36 090
Quadro 94 - Produção de alimentos
compostos para animais
Origem: Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA)
(a) Farinados e granulados
Estatísticas Agrícolas 2010
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Estatísticas Agrícolas